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Teste de velocidade arrasa Windows 11

08-01-2026 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

Um teste compara os Windows XP, Vista, 7, 8.1, 10, e 11, no mesmo hardware.

Com o Windows 10 a ter chegado ao fim de vida (ainda com actualizações "prolongadas"), torna-se pertinente ver que efeito tem a actualização do sistema operativo no mesmo computador.

Se por vezes há casos em que um novo sistema operativo vem mais optimizado e oferece melhor desempenho, infelizmente, na maioria das vezes, temos precisamente o oposto, de um novo sistema operativo ser mais pesado e lento que o anterior - mesmo que não ofereça melhorias visíveis significativas do ponto de vista do utilizador. O vídeo que se segue pôs à prova os Windows XP, Vista, 7, 8.1, 10, e 11, a correrem no mesmo hardware, dando uma visão clara da evolução, e retrocessos, que os sistema operativos da Microsoft tiveram nas últimas décadas.

A parte triste é que as coisas não são muito positivas para o Windows 11. Há algumas poucas coisas em que o Windows 11 pode ganhar, mas na maioria dos casos fica longe de ser o mais rápido ou o mais eficiente.


Há coisas que são difíceis de explicar. Por exemplo, com tantas supostas melhorias a nível de eficiência, o Windows 11 torna-se no pior do grupo a nível de autonomia (com o XP a vencer). E a dificultar a compreensão - ou a dar razão aos críticos do Windows 11 - há coisas em que se assiste a uma pioria substancial mesmo face ao Windows 10, com quem deveria partilhar muitas coisas (por exemplo, na autonomia o Windows 10 conseguiu o segundo melhor resultado, enquanto o 11 foi o pior). Também é bastante infeliz que muitos dos piores resultados sejam referentes a coisas que os utilizadores fazem no seu dia a dia, como a simples acção de abrir apps.

É certo que este teste assenta no pressuposto de tentar correr o Windows 11 em hardware mais antigo e limitado, e que estes maus resultados podem ser parcialmente disfarçados quando se usa hardware mais moderno, com 16 GB de RAM e SSD a ajudar. Ainda assim, não se pode esquecer que, se o sistema já não é eficiente a correr em hardware limitado, também não estará a tirar o máximo partido do hardware mais moderno.

Poupa memória no Windows desligando o Edge

08-01-2026 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

Há duas definições que os utilizadores Windows devem alterar no Edge para poupar memória e CPU.

Numa altura em que o preço da memória RAM tem aumentado drasticamente, torna-se ainda mais importante assegurar que os PCs trabalham de forma eficiente e não desperdiçam memória com processos "inúteis". Para quem usa o Windows com outros browsers que não o Edge, há duas opções que se tornam recomendáveis alterar.

A MS tem tido tradição de resolver os problemas de fraco desempenho do Windows da pior forma possível, e a verdade é que também o faz com o seu browser Edge. Ao estilo daquilo que quer fazer com o File Explorer, também o Edge é pré-carregado para memória durante o arranque do Windows, e mantém processos em execução a tempo inteiro, mesmo que nunca seja usado.

Como tal, para quem não usa o Edge como browser no Windows - ou mesmo que o use, dispense este comportamento - há duas definições que se devem alterar:
  1. Abrir o Edge (e ignorar as sugestões de o usar como browser default)
  2. Ir aos Settings
  3. Ir à secção System and Performance
  4. Na secção System desactivar as opções:
    • Startup boost
    • Continue running backgroynd extensions and apps when Microsoft Edge is closed
  • Encerrar o Edge
De referir que o Edge não é um mau browser, sendo tão (ou até mais) eficiente que o Chrome. Dito isso, as tácticas usadas pela MS para o impingir à força aos utilizadores acabam por ter efeito completamente oposto.

Por exemplo, ao abrir o Edge para fazer estas alterações, descobri que o Edge tinha unilateralmente decidido importar todas as extensões que uso no Chrome(!) - sem qualquer pedido de permissão!

De qualquer forma, e depois do Chrome ter restringido as capacidades de extensões como adblockers e outras, dou por mim a utilizar o Brave cada vez mais frequentemente, não devendo demorar muito para que passe a tornar-se no meu browser principal.

Powerbank Baseus USB-C 65W 26800mAh a €49

08-01-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

Para aqueles que procuram a máxima autonomia longe de uma tomada ou porta USB, este power bank de 65W da Baseus assegura que ficarão bem servidos.

Os powerbanks há muito que são companhia habitual de muitos utilizadores, permitindo uma utilização intensiva e despreocupada de smartphones e tablets, sabendo-se que a sua autonomia poderá ser prolongada assim que for necessário sem estar dependente da proximidade de uma tomada eléctrica ou carregador. E no caso deste powerbank Baseus não só temos uma capacidade generosa, como a possibilidade de carregamento rápido de alta potência.
Este Powerbank Baseus USB-C 65W 26800 mAh está disponível por 49 euros na Amazon Espanha - activar desconto de 30%.

Podem também espreitar a versão de 100W e a versão de 145W se necessitarem de maior potência.

Além de poder ser recarregado rapidamente a 60 W, o seu elemento de destaque é permitir o uso simultâneo de até cinco portas USB, com carregamentos rápidos de até 65 W (USB-C) e 30 W (USB-A). Isto permite a sua utilização para recarregar um portátil via USB-C e um smartphone (ou outro dispositivo) em simultâneo, expandindo as possibilidades de prolongamento da autonomia que normalmente se associam aos powerbanks.


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Razer Ava e Lepro Ami apostam nos companheiros AI holográficos

08-01-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

Tanto a Razer como a Lepro querem manter um companheiro AI holográfico mais perto dos utilizadores.

O CES 2026 trouxe à ribalta uma tendência curiosa: companheiros AI que saltam do ecrã para cima da secretária, sempre ligados e com capacidade para verem o que o utilizador está a fazer. A Razer e a Lepro apresentaram dispositivos com ecrãs "holográficos", câmaras e sensores que prometem uma nova forma de companhia digital.

A proposta da Lepro chama-se Ami e aposta numa abordagem mais discreta. É um dispositivo autónomo com um ecrã OLED curvo de 8", com eye tracking para criar um efeito 3D. Inclui ainda uma câmara traseira para efeitos de realidade aumentada, sensores ambientais e um sensor táctil capaz de medir o ritmo cardíaco. Conta com interruptores físicos para bloquear a câmara e microfone, para assegurar a privacidade.
O Project AVA da Razer é idêntico, mas com ainda mais possibilidades, inclui um holograma 3D animado, câmara HD, eye tracking, microfones de longo alcance e um modo que consegue analisar o que está no ecrã do PC. A Razer confirmou que o protótipo actual usa o modelo Grok da xAI, já bastante conhecido pelos seus "companheiros virtuais".


Em termos de lançamento, a Lepro aponta o início das entregas do Ami para Julho de 2026. A Razer prevê lançar o Project AVA na segunda metade de 2026, com reservas já abertas nos EUA, mas sem preço final anunciado.

Não parece ser difícil imaginar que estes gadgets atraiam muitas pessoas do segmento gamer. A grande questão será saber se se poderão expandir de forma mais global, como forma de companhia virtual para uma população que inevitavelmente vai envelhecendo e, em muitos casos, sentido-se cada vez mais só.

Xiaomi refresca SU7 para 2026

08-01-2026 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

A Xiaomi renovou o SU7, que chega com novo interior, mais potência, e mais autonomia.

Com as vendas do SU7 a reduzirem-se face ao mais recente YU7, a Xiaomi fez uma necessária modernização ao seu modelo original. O SU7 renovado ganha mais potência, maior autonomia, carregamento mais rápido, e melhorias claras em tecnologia e segurança. O lançamento oficial está marcado para Abril de 2026, mas já é possível reservar o modelo (na China).

A nível mecânico, todos os SU7 passam a usar o novo motor V6s Plus da Xiaomi. As versões Standard e Pro sobem para 320 cv, enquanto a Max dispara para uns impressionantes 690 cv. O carregamento também melhora bastante: Standard e Pro passam para um sistema de 752V, e a Max usa uma arquitetura de 897V que permite carregar até 670 km de autonomia em apenas 15 minutos. Em termos de alcance, o Pro lidera com 902 km, seguido do Max com 835 km e do Standard com 720 km - no optimista ciclo CLTC.
A tecnologia e a segurança também deram um salto. O LIDAR passa a ser equipamento de série em toda a gama, acompanhado por um computador muito mais potente, com 700 TOPS, para suportar o sistema de assistência à condução da Xiaomi. O número de airbags sobe de sete para nove, há alimentação eléctrica de emergência dedicada às fechaduras das portas, e melhorias na dinâmica com pneus traseiros mais largos e suspensão pneumática no Pro. Pequenos retoques no design, novas cores e um interior mais moderno (mas sem alguns dos elementos do YU7, como a pequena faixa com ecrã na base do pára-brisas), completam a actualização.

Os preços subiram ligeiramente. A versão Standard começa nos 28.000 euros, a Pro ronda os 31.700 euros, e a Max chega aos 37.800 euros. O aumento face ao modelo anterior varia entre 1.200 e 1.700 euros, embora a Xiaomi admita que os valores possam baixar no lançamento. Quem reservou o modelo antigo e ainda não o recebeu pode mudar para esta nova versão até 10 de Janeiro sem perder benefícios fiscais.

Por cá, teremos que esperar até 2027 para ver se a Xiaomi traz os seus carros para a Europa - com a única certeza a ser que os preços serão certamente bastante superiores aos praticados na China.

Philips Hue ganha cenas SpatialAware

08-01-2026 | 13:10 | A Minha Alegre Casinha

Quem tiver lâmpadas e fitas LED Philips Hue poderá usufruir de cenas luminosas mais realistas com o novo sistema SpatialAware.

A Signify anunciou uma nova funcionalidade chamada SpatialAware para a linha Philips Hue, pensada para tornar as cenas de iluminação mais naturais e envolventes. Em vez de distribuir as cores de forma aleatória, o sistema passa a ter em conta a posição real de cada luz numa divisão.

Através de um scan feito com um iPhone ou iPad, o sistema mapeia a localização das lâmpadas e aplica as cenas de forma mais realista. Numa cena de pôr do sol, por exemplo, as luzes de um lado da sala assumem tons quentes, enquanto as do lado oposto ficam mais escuras; para uma cena nocturna o sistema pode desligar por completo as luzes do tecto, mantendo apenas a iluminação nas paredes ou móveis. Cerca de metade das cenas da Scene Gallery foram actualizadas para serem compatíveis com este sistema, com as restantes a chegarem mais tarde. O único ponto negativo é que esta nova funcionalidade requer a nova Hue Bridge Pro.
[a mesma cena sem SpatialAware]

A Signify está também a reforçar a integração do ecossistema Hue com outras áreas da casa. A linha Hue Secure, que inclui câmaras, campainhas e sensores de contacto, vai passar a ter suporte para Apple Home, permitindo ver vídeo em directo, usar picture-in-picture na Apple TV, e receber alertas em tempo real.

O assistente AI app da Hue foi actualizado, passando a permitir a criação de automações complexas em linguagem natural, como pedir para "ser acordado todos os dias às 7h00, excepto ao sábado e domingo". E também passa a ser possível migrar múltiplas Hue Bridges para uma só Hue Bridge Pro (que tem maior capacidade).

Algumas destas melhorias já está disponíveis, mas o SpatialAware só chegará nos próximos meses.

OpenAI lança ChatGPT Health dedicado à saúde

08-01-2026 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

A OpenAI avança com o ChatGPT Health, que desde logo faz dividir opiniões.

A OpenAI está a tirar partido do facto de muitas pessoas usarem o ChatGPT para fazerem perguntas relacionadas com saúde, anunciando o ChatGPT Health, uma nova área dentro do ChatGPT dedicada exclusivamente a questões relacionadas com saúde. Esta secção funciona de forma separada das conversas normais, oferecendo um espaço mais focado e privado para temas de bem-estar, fitness e informação médica.

Para respostas mais personalizadas, o ChatGPT Health pode ligar-se a serviços como o Apple Health, MyFitnessPal, Weight Watchers, Peloton, entre outros. Depois de ligados, o sistema pode aceder a dados da actividade física, padrões de sono, e movimento ao longo do dia. Existe também suporte para integração de registos médicos, ajudando a interpretar análises ou a preparar consultas.
A privacidade foi uma das principais preocupações no desenvolvimento da funcionalidade. Segundo a OpenAI, o ChatGPT Health utiliza múltiplas camadas de encriptação e opera num ambiente separado. Os dados de saúde não são usados para treinar os modelos principais, e os utilizadores são incentivados a mover conversas sensíveis para esta área dedicada.

O ChatGPT Health chega inicialmente em versão beta, através de uma lista de espera. Está disponível para utilizadores dos planos Free, Go, Plus e Pro, mas para já exclui a União Europeia, a Suíça e o Reino Unido. O acesso deverá ser alargado gradualmente a todos os utilizadores na web e em iOS nas próximas semanas, com algumas integrações limitadas aos Estados Unidos nesta fase inicial.


Para escapar às regulamentações mais exigentes relacionadas com serviços médicos, a OpenAI faz questão de salientar que o ChatGPT Health não substitui médicos nem fornece diagnósticos. Ainda assim, não consegue evitar as críticas de que o seu verdadeiro objectivo é recolher ainda mais informação sobre os utilizadores, que depois de cedida nunca mais poderá ser "esquecida", permitindo-lhes ter um perfil bastante completo e detalhado, não só dos interesses gerais (que já consegue através do uso do ChatGPT normal), como também dados médicos e da sua actividade física, extremamente valiosos para inúmeros fins. Como sempre, caberá a cada um decidir se acha que os benefícios compensam os potenciais riscos, por um lado sendo inegável a ajuda que os modelos AI podem dar a nível de detectar problemas precocemente, mas por outro lado sendo assustador pensar nas infinitas possibilidades de abuso que estes dados permitem.

Asus mostra PC ROG G1000 "holográfico"

08-01-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

Para o CES 2026 a Asus atraiu a atenção dos visitantes com seu PC ROG G1000 "holográfico".

Depois das caixas e ventoinhas com iluminação LED RGB, a Asus dá um passo em frente com uma proposta ainda mais vistosa. O ROG G1000 é um PC gaming que aposta tanto no impacto visual como no desempenho. A própria Asus diz que é uma máquina que foi "construída para ser vista", e isso nota-se imediatamente num chassis gigante de 104 litros coberto de efeitos holográficos, tanto no painel lateral em vidro como na parte frontal.

Claro que estamos perante a habitual designação mais "ampla" do que é um holograma. Na realidade não é um holograma verdadeiro, mas sim o efeito criado pelo uso de um sistema giratório com centenas de LEDs, que ao girarem a alta-velocidade criam a ilusão de imagens que parecem estar a flutuar no ar. Temos um desses sistemas na parte lateral, com dois mais pequenos na frente do chassis, tudo com efeitos personalizáveis controlados através do Armoury Crate, com suporte para imagens, animações e vídeos - com um botão físico "Anime Holo" no topo da caixa para ligar ou desligar os efeitos.
A acompanhar o espetáculo visual temos hardware é de topo. O ROG G1000 pode ser configurado com um AMD Ryzen 9 9950X3D e uma Nvidia GeForce RTX 5090, colocando-o entre os desktops gaming mais potentes da actualidade. A Asus utiliza ainda uma motherboard X870 própria e memória DDR5 com perfis AEMP II para frequências mais elevadas.

O arrefecimento fica a cargo de um radiador de 420 mm instalado numa zona separada no topo, que puxa ar fresco diretamente do exterior. A Asus ainda não revelou preço nem data de lançamento, mas pode desde já antecipar-se que se destina a pessoas que não se preocupam com esse tipo de detalhes.

Adaptador de tomadas universal com 5 USB a €17

08-01-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Este adaptador universal de tomadas da Lencent garante que podemos ligar qualquer aparelho a qualquer tomada, e poupar carregadores USB adicionais.

Hoje em dia temos uma grande variedade de carregadores USB, mas este adaptador universal com portas USB integradas acaba por ser uma solução bastante atractiva para quem viaja frequentemente, ou simplesmente quer estar preparado para nunca ser apanhado desprevenido em termos de formatos de tomadas - e simultaneamente evitando a necessidade de transportar até cinco carregadores USB adicionais na sua bagagem.
Este adaptador de tomadas universal da Lencent tem 5 portas USB e está disponível por apenas 17 euros na Amazon Espanha - têm também disponível uma versão de 65W.

O módulo encaixa, e permite encaixar, tomadas eléctricas de praticamente todos os formatos existente (UE, Reino Unido, EUA, Austrália, etc.) e inclui 5 práticas portas USB, 3 delas sendo USB-C até 15 W, que podem fornecer até um máximo de 2.4 A por porta, perfeitas para recarregar smartphones, câmaras e outros equipamentos quando se vai de férias.


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Spotify lança partilha de música em tempo real

08-01-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

Na tentativa de atrair novos clientes pagantes, o Spotify passa a permitir partilhar a música que se ouve com amigos, em directo.

O Spotify lançou nova funcionalidade social que permite partilhar o que se está a ouvir, em tempo real, com amigos. Chama-se Listening activity e mostra a música actual dentro das Mensagens do Spotify. A opção é facultativa e vem desactivada de origem, mostrando a última faixa ouvida quando não se está a ouvir música no momento.

Esta actividade só é visível para contactos com quem já se esteja ligado no Spotify. A opção permite ver o que os outros estão a ouvir (desde que eles tenham a opção ligada) mesmo que o utilizador decida não partilhar a sua própria música. A partir desta informação de actividade é possível ouvir a mesma música, adicioná-la à biblioteca, ter acesso ao menu da faixa, ou reagir com um emoji.

A plataforma está também a apresentar o Request to Jam, uma forma mais simples de iniciar sessões de escuta partilhada. O Jam já existia, mas nem sempre era claro quando os amigos estavam disponíveis. Com esta novidade, pode ver-se quem já está a ouvir música e pedir para se juntar, conversando em simultâneo e podendo adicionar novas músicas à fila de audição.

O Request to Jam está disponível apenas para utilizadores Premium, enquanto o Listening activity pode ser usado por todos. As duas funcionalidades estão a chegar gradualmente a dispositivos iOS e Android nos países onde o Spotify Messages está disponível, com disponibilidade geral prevista para o início de Fevereiro.

WhatsApp com cargos por grupo

08-01-2026 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

Para a primeira actualização de 2026, o WhatsApp melhora os grupos, permitindo mostrar cargos, a par de outras novidades.

O WhatsApp lançou três novas funcionalidades para tornar as conversas de grupo mais organizadas e práticas. As novidades apostam em identificar melhor os membros, dar mais opções criativas e evitar esquecimentos.

A primeira é os Member tags, que permitem aos utilizadores indicar o seu papel dentro de cada grupo. Isto permite identificar de forma visual coisas como quem é "organizador" ou "moderador", facilitando a gestão em grupos maiores. Estes rótulos são definidos por grupo, podendo variar consoante o tipo de grupo e conversas.

Há também novidades nos stickers de texto. Qualquer palavra pode agora ser transformada num sticker através da pesquisa de stickers, e os novos stickers podem ser adicionados directamente às coleções pessoais, sem que seja necessário enviá-los primeiro numa conversa.

Por fim, chegam os lembretes de eventos. Ao criar um evento num grupo, passa a ser possível definir lembretes antecipados personalizados para os convidados, reduzindo a probabilidade de alguém se esquecer dos planos.

Google reduz publicação do Android open-source para 2 vezes por ano

07-01-2026 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

A Google anunciou que vai reduzir a publicação do código Android open-source, de quatro para duas vezes por ano.

A Google vai alterar a forma como publica o código-fonte do Android. A partir de 2026, o código do Android Open Source Project (AOSP) passará a ser disponibilizado apenas duas vezes por ano, em vez de acompanhar as actualizações trimestrais do sistema.

Até agora, a Google libertava o código do AOSP cerca de quatro vezes por ano, pouco depois de lançar novas versões do Android nos seus dispositivos Pixel. Com a nova abordagem, os lançamentos ficam limitados ao segundo e ao quarto trimestre, correspondendo à actualização principal anual e à actualização de final de ano com correcções mais orientadas para os developers.
A mudança é explicada como forma de melhorar a estabilidade da plataforma e alinhar melhor o desenvolvimento com o novo modelo do Android. Menos lançamentos públicos significam menos ramos de código para gerir e uma base mais consistente e segura para todo o ecossistema.

A Google diz que isto em nada afecta o seu compromisso em manter o Android open source, e já confirmou que as actualizações mensais de segurança irão continuar a ser publicadas normalmente, permitindo que fabricantes e programadores mantenham os dispositivos protegidos entre os lançamentos semestrais do AOSP.

Philips Hue ganha cenas SpatialAware

07-01-2026 | 18:30 | Aberto até de Madrugada

Quem tiver lâmpadas e fitas LED Philips Hue poderá usufruir de cenas luminosas mais realistas com o novo sistema SpatialAware.

A Signify anunciou uma nova funcionalidade chamada SpatialAware para a linha Philips Hue, pensada para tornar as cenas de iluminação mais naturais e envolventes. Em vez de distribuir as cores de forma aleatória, o sistema passa a ter em conta a posição real de cada luz numa divisão.

Através de um scan feito com um iPhone ou iPad, o sistema mapeia a localização das lâmpadas e aplica as cenas de forma mais realista. Numa cena de pôr do sol, por exemplo, as luzes de um lado da sala assumem tons quentes, enquanto as do lado oposto ficam mais escuras; para uma cena nocturna o sistema pode desligar por completo as luzes do tecto, mantendo apenas a iluminação nas paredes ou móveis. Cerca de metade das cenas da Scene Gallery foram actualizadas para serem compatíveis com este sistema, com as restantes a chegarem mais tarde. O único ponto negativo é que esta nova funcionalidade requer a nova Hue Bridge Pro.
[a mesma cena sem SpatialAware]

A Signify está também a reforçar a integração do ecossistema Hue com outras áreas da casa. A linha Hue Secure, que inclui câmaras, campainhas e sensores de contacto, vai passar a ter suporte para Apple Home, permitindo ver vídeo em directo, usar picture-in-picture na Apple TV, e receber alertas em tempo real.

O assistente AI app da Hue foi actualizado, passando a permitir a criação de automações complexas em linguagem natural, como pedir para "ser acordado todos os dias às 7h00, excepto ao sábado e domingo". E também passa a ser possível migrar múltiplas Hue Bridges para uma só Hue Bridge Pro (que tem maior capacidade).

Algumas destas melhorias já está disponíveis, mas o SpatialAware só chegará nos próximos meses.

Corsair Galleon 100 SD é um teclado com Stream Deck integrado

07-01-2026 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

A Corsair lançou um teclado - o Galleon 100 SD - com um Stream Deck da Elgato integrado na parte numérica.

Depois do PC num teclado da HP, da Corsair chega-nos outra proposta curiosa no segmento dos teclados. O Galleon 100 SD é um teclado de gama alta que junta um teclado mecânico gaming a um Elgato Stream Deck integrado. Em vez do teclado numérico tradicional, o Galleon incorpora um Stream Deck com 12 teclas, evitando cabos adicionais, acessórios separados e ocupação de espaço extra da secretária.
A área do Stream Deck inclui 12 teclas LCD personalizáveis, um ecrã principal de 720 × 180 píxeis, e dois botões rotativos. Apesar de ser claramente pensado para streaming, o sistema funciona com muitas aplicações e jogos, incluindo o Spotify e Discord. O suporte para plugins do Elgato Marketplace facilita a personalização para serviços como o Twitch, YouTube ou OBS Studio.


O teclado em si também não fica atrás. Usa switches lineares Corsair MLX Pulse, com amortecedores e várias camadas de isolamento acústico. Os switches são hot-swappable e compatíveis com modelos de três e cinco pinos, dando total flexibilidade a quem os quiser trocar.

O Galleon 100 SD tem um preço de 349.99 euros, o que não é barato mas acaba por ficar dentro do orçamento para quem estiver a pensar comprar um teclado mecânico mais um Stream Deck. Ainda assim, parece-me que se torna mais interessante para quem tiver espaço limitado na secretária, pois parece-me bastante mais recomendável optar por um teclado e um Stream Deck em separado, que permite que se troque um ou outro de forma independente, e não se fique sujeito a que uma avaria num também signifique ficar-se sem acesso ao outro.

Xiaomi Smart Band 10 a €38

07-01-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

A Xiaomi Smart Band 10 é uma das smart bracelets mais desejadas, e pode ser encontrada a preço simpático.

A Xiaomi Smart Band 10 mantém o mesmo formato das gerações anteriores, vindo com um ecrã AMOLED maior, de 1.72", e mais luminoso, com 1500 nits, com modo Always On. Além das suas já bastante completas capacidades de tracking, inclui agora um sensor de 9 eixos para um tracking mais preciso de actividade e sono, além de contar também com um motor de vibração actualizado. A autonomia continua a ser um dos pontos fortes, com até 21 dias de uso típico e 9 dias com o ecrã sempre ligado. Vem com mais de 200 mostradores e tem resistência à água até 5 ATM.

De momento, podemos apanhar a Xiaomi Smart Band 10 por 38 euros na Amazon Espanha.

A Xiaomi anuncia uma autonomia de 21 dias de uso típico, que passam para cerca de uma semana com o ecrã em modo Always On. O carregamento é feito em apenas uma hora. Pode ser utilizada tanto em smartphones Android como iPhones, incluindo compatibilidade com o Strava, para além de outras apps. Também pode fazer a monitorização do sono.


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Ratos Logitech com erros nos Mac devido a certificado expirado

07-01-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

As "modernices" fizeram com que os ratos da Logitech tivessem problemas nos Mac devido a um certificado de segurança expirado.

A Logitech provocou problemas generalizados nos seus ratos para os utilizadores macOS por se ter esquecido de renovar um certificado de segurança. O erro fez com que o Logi Options Plus, o software usado para configurar botões, scroll e gestos, deixasse de funcionar correctamente, inutilizando várias funcionalidades.

Os primeiros relatos surgiram no Reddit, com utilizadores a queixarem-se de botões que não respondiam, direcções de scroll erradas, e da aplicação a ficar presa no arranque. A Logitech confirmou mais tarde que o Logitech G Hub, usado nos periféricos gaming, também foi afectado. Sendo que, desta vez, foi algo que deixou a salvo os utilizadores de Windows.

Segundo a empresa, a causa foi um certificado expirado exigido pelo macOS para permitir a execução das aplicações. Como o mesmo certificado afectava o próprio sistema de actualização, a correção tem que ser aplicada de forma manual pelos utilizadores afectados. A actualização já está disponível para macOS 26 Tahoe, macOS 15 Sequoia, macOS 14 Sonoma e macOS 13 Ventura, estando prometida compatibilidade com versões mais antigas numa fase posterior.

É por estas e por outras que sou manifestamente contra o uso de software especial quando se trata de periféricos base como ratos e teclados. São dispositivos que devem funcionar de base sem qualquer software adicional, com as suas funcionalidades a deverem ficar dependentes unicamente do dispositivo.

Micron lança SSD M.2 2230 de 4TB

07-01-2026 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

A Micron revelou os novos SSD 3610, os primeiros SSD PCIe 5.0 com memória QLC, e que conta com uma versão de 4TB em formato M.2 2230.

Numa altura de grande incerteza quanto aos preços dos SSD (com o receio de que sigam a tendência da subida da memória RAM), a Micron revela a nova série 3610, a primeiro a trazer para o mercado SSD PCIe 5.0 com memórias QLC. O grande destaque é a capacidade: até 4TB num formato compacto M.2 2230 de face única, pensado para portáteis ultrafinos, consolas, e dispositivos portáteis.

O 3610 recorre à mais recente memória G9 QLC da Micron, permitindo uma densidade muito superior sem comprometer o desempenho. A empresa aponta para velocidades sequenciais até 11.000 MB/s e uma melhoria de 43% na eficiência energética, o que se traduz em melhor autonomia em equipamentos móveis.
Embora fique abaixo dos SSDs PCIe 5.0 topo de gama da Micron com NAND TLC, o desempenho continua a ser suficiente para tarefas exigentes, incluindo aplicações de AI local, onde facilmente se tem que lidar com modelos com dezenas de gigabytes que precisam de ser acedidos com a máxima velocidade de leitura. Segundo a empresa, o SSD consegue carregar um modelo AI com 20 mil milhões de parâmetros em menos de três segundos.

Falta saber o preço, mas espera-se que possa ser bastante competitivo, tendo em conta o uso de memória QLC e o facto de não ter memória RAM para cache - a Micron opta por usar um nome "caro" HMB (Host Memory Buffer) para tentar disfarçar que a cache é feita pela memória do sistema - tal como acontece com qualquer outro drive.

Ainda relacionado com os SSDs, e sinalizando a chegada de uma nova geração de SSDs PCIe 5.0 mais competitivos, a Phison também demonstrou no CES um protótipo do seu controlador E37T, que atingiu velocidades reais de 14.926 MB/s em leitura e 13.180 MB/s em escrita, usando apenas 2.13W. Isto significa SSDs mais rápidos, com menor consumo e menos aquecimento.

Carregador BONAI com 8 pilhas recarregáveis a €15

07-01-2026 | 13:44 | A Minha Alegre Casinha

Para evitar a troca infindável das pilhas, nada como usar pilhas recarregáveis e este pack da BONAI com carregador e 8 pilhas é uma excelente forma de começar.

Vivemos num mundo "mobile" em que assumimos que as coisas funcionam sem necessidade de estarem agarradas a cabos de alimentação, e isso faz com que exista uma dependência crítica em baterias e pilhas. No caso das pilhas, que continuam a ser comuns em coisas como controlos remotos, gamepads, teclados wireless e muitas outras coisas, uma das melhores opções é trocar as pilhas convencionais por pilhas recarregáveis reutilizáveis, e o investimento não é assim tão avultado quanto se possa pensar.
Este carregador BONAI já traz 8 pilhas recarregáveis (4x AA de 2800 mAh + 4x AAA de 1100 mAh) e custa apenas 15 euros - activar cupão de desconto de 20%.

Quem quiser mais pilhas, pode também optar pelo pack de pilhas recarregáveis AA 2800 mAh adicionais.

As pilhas incluídas são de 2800 mAh no caso das AA, e de 1100 mAh no caso das AAA; e este carregador tem a vantagem de usar uma comum ficha USB e permitir carregar pilhas individualmente (alguns só permitem carregar pares). Tenho um carregador há vários anos e tem funcionado sem chatices, o que me tem permitido evitar gastar pilhas descartáveis, e recomendo. :)


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Como resolver vídeo "lento" no YouTube

07-01-2026 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

Quem estiver a sofrer com problemas de "dropped frames" na reprodução de vídeo no YouTube pode tentar esta correcção simples (e eficaz).

Recentemente, deparei-me com a frustrante situação de ver os vídeos no YouTube a serem reproduzidos aos "saltos" - o chamado "stuttering", com inúmeras "drop frames". Como isto passou a acontecer após uma série de actualizações de diferentes programas e drivers, não era fácil saber o que poderia ter causado tal coisa, sendo que a única certeza era a de que o computador em questão sempre tinha sido capaz de reproduzir vídeo, mesmo em qualidade 4K, sem qualquer problema.

Ora bem, não faltam na internet respostas sobre como resolver problemas no YouTube, mas acabei por ir dar a uma que, apesar de me parecer um pouco estranha, decidi experimentar.

A sugestão era a de desligar o o suporte experimental do protocolo QUIC (da própria Google) no Chrome. Era algo que me parecia estranho por ser um protocolo que a Google já utiliza há mais de uma década, e que não me parecia poder ser o problema. Mas, como era algo fácil de testar...

Para desligar o QUIC no Chrome basta:
  1. dar um salto ao chrome://flags
  2. pesquisar por "QUIC"
  3. alterar a flag "Experimental QUIC protocol" para "Disabled"
  4. reiniciar o Chrome (podem fazer chrome://restart)
Ora, para minha surpresa, isto de facto resolveu o problema, passando a poder ver os vídeos de forma totalmente fluida e sem "drop frames" (algo que pode ser validado clicando com o botão direito sobre um vídeo do YouTube e escolhendo a opção "Stats for nerds", que mostra estatísticas sobre o vídeo, e onde se pode ver se o vídeo está a falhar frames.
Mas, claro que a história não teria piada se se ficasse por aqui, e temos um twist final. Por teimosia, decidi comprovar mesmo se seria esta a causa do problema, e como tal voltei a activar o QUIC no Chrome. Se fosse este efectivamente o problema, os vídeos deveriam voltar a ter drop frames. E, seja lá porque motivo for, mesmo com o QUIC novamente activado, os vídeos continuaram a ser mostrados de forma fluida!

Claro que cada caso é um caso, e isto poderá não resolver o problema para todos. Ainda assim, para quem estiver a lidar com drop frames no YouTube, não custará experimentar desligar o QUIC, ver se resolve o problema, e depois voltar a ligá-lo.

HP EliteBoard G1a é um teclado com PC embutido

07-01-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

A HP mostrou no CES 2026 um curioso teclado com PC integrado, o HP EliteBoard G1a.

Podendo ser de utilidade duvidosa, a HP apresentou um PC com Windows integrado num teclado. Chamado HP EliteBoard G1a, o equipamento é descrito como sendo o primeiro "AI PC dentro de um teclado", o que lhe valeu um prémio de inovação do CES.

Apesar do formato compacto, o EliteBoard G1a é um computador completo. O teclado de tamanho normal tem apenas 17 mm de espessura, pesa menos de 750 g e inclui dois microfones e colunas estéreo. No interior, utiliza processadores Ryzen AI 300 da AMD, com mais de 50 TOPS de desempenho no NPU e gráficos integrados Radeon 800M.
Apesar do tamanho compacto, oferecer alguma flexibilidade. O sistema permite actualizar a memória DDR5 SODIMM e o armazenamento M.2 NVMe, e oferece portas USB 4.0, USB 3.2 Gen2 com carregamento e saída de vídeo, além de WiFi 7 e Bluetooth 6.0. O arrefecimento é feito por uma ventoinha interna, com entradas de ar na parte inferior e saída traseira.
O EliteBoard G1a corre Windows 11, inclui uma tecla dedicada ao Copilot e pode ser configurado com leitor de impressões digitais e uma bateria interna opcional de 32Wh, dando-lhe uma autonomia anunciada de até 3.5 horas.

Como sempre, tudo estará dependente do preço, sendo que, para a maioria das pessoas, a grande incógnita será saber se faz sentido ter um "PC teclado" neste formato face às opções mais tradicionais: de usar um portátil, ou um mini-PC. A HP confirmou que o lançamento está previsto para Março, altura em que ficaremos a conhecer o preço.