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EUA flexibiliza acesso da Huawei a fornecedores

04-11-2020 | 16:21 | Apps do Android

A Huawei poderá voltar a ter acesso aos fornecedores de componentes, desde que não seja para redes 5G.

O bloqueio dos EUA à Huawei tem feito com que a empresa chinesa nem sequer consiga ter acesso aos componentes de que necessita para produzir ou desenvolver novos smartphones, mas agora poderá ter uma aberta para continuar a fazê-lo. Aparentemente, a Huawei poderá continuar a comprar componentes, desde que não se destinem a equipamento de rede 5G, que tem sido o aspecto que os EUA têm fomentado como sendo um grande risco para todos os países, e que daria à China a capacidade para os poder espiar.

Com isto, significa que a Huawei poderá continuar a comprar coisas como ecrãs da Samsung, câmaras da Sony, e potencialmente chips da MediaTek, Qualcomm, e desenvolver os seus próprios chips usando a TSMC - embora estes últimos ainda não o tenham confirmado. Também ainda por confirmar está se este afrouxar das restrições significa que a Huawei poderá voltar a ter acesso às apps e serviços da Google nos seus smartphones Android, cuja autêntica tem sido forte elemento penalizador no ocidente - e que tem permitido o crescimento de outras marcas, como a Xiaomi.

Claro que há também a incógnita se, mesmo podendo, a Huawei estará disposta a confiar nos EUA sabendo que a qualquer momento as coisas poderão voltar a mudar; especialmente se o resultado das eleições presidenciais mantiver o actual presidente Trump no cargo por mais quatro anos. E, por via das dúvidas, parece também estar a preparar-se para criar a sua própria fábrica de produção de chips.

Spotify no Apple Watch dispensa necessidade de iPhone

04-11-2020 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

A partir de agora os utilizadores de Spotify com Apple Watch podem ouvir músicas em streaming directamente no relógio sem precisarem de um iPhone por perto.

O Spotify há muito que está disponível no Apple Watch, mas até ao momento limitava-se a servir como controlo remoto da app, sendo necessário ter um iPhone por perto para ouvir música. Uma limitação frustrante, considerando a capacidade do Apple Watch enviar música para earphones Bluetooth, e assim tornando-se num excelente candidato para quem pratica actividades físicas e se quer afastar do seu iPhone durante as mesmas. Mas agora isso fica resolvido.

Com a mais recente actualização do Spotify, é possível fazer streaming de músicas no Spotify directamente no Apple Watch sem necessidade de ter o iPhone por perto, usando a ligação WiFi ou ligação celular - o que o deixa a par de outros serviços que já o faziam, como o Pandora e o Apple Music.

Considerando que por cá continuamos sem ter o Apple Watch em versão celular, e que não se terá ligação WiFi para quem for dar uma corrida, espera-se que o próximo passo seja adicionar suporte para músicas offline no Apple Watch, que provavelmente será aquilo que a maioria dos utilizadores deseja para este cenário de utilização.

iPhone 12 Mini limitado a 12W de carregamento wireless

04-11-2020 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

Para além de ter uma bateria mais reduzida, o iPhone 12 Mini fica também mais limitado com carregamento wireless de 12W em vez dos 15W dos restantes iPhone 12.

Depois da polémica inicial do carregador wireless MagSafe dos iPhone 12 só funcionar bem com o novo carregador de 20W da Apple (e não funcionar muito bem com os iPhones anteriores ou smartphones Android), chega nova revelação sobre o mais pequeno dos novos iPhones.

Enquanto os restantes modelos iPhone 12 podem usufruir de carregamento wireless MagSafe até um máximo de 15W, o iPhone 12 Mini estará limitado a um máximo de 12W - embora a potência total possa ser limitada por diversos factores, como temperatura ou utilização do smartphones.

Há também uma restrição adicional que se aplica a todos os iPhone 12. Quando se estiverem a utilizar acessórios Lightning, como os auriculares EarPods (que não vêm incluídos na caixa), o carregamento wireless é reduzido a 7.5W para cumprir exigências regulamentares. A Apple informa ainda que o carregador MagSafe deverá estar ligado ao carregador antes de nele se colocar qualquer iPhone 12, para que seja devidamente calculada a potência adequada de carregamento. Se se ligar o MagSafe a um carregador quando já estiver ligado a um iPhone, a Apple recomenda que se remova o iPhone 12, se esperem três segundos, e se volte a encostar o iPhone ao MagSafe.

Não deverá demorar muito para que surjam testes a revelar a eficiência de carregamento deste novo MagSafe wireless da Apple - que é um elemento que normalmente fica sempre "esquecido" quando se fala de carregamento wireless.

Raspberry Pi 400 Personal Computer recupera PC enfiado num teclado

04-11-2020 | 13:06 | A Minha Alegre Casinha

O Raspberry Pi tem um novo kit para quem quiser um computador pronto a usar, que faz lembrar micro-computadores como o ZX Spectrum, Commodores e Atari, integrado dentro do teclado: o Raspberry Pi 400 Personal Computer.

Não faltam opções para quem quer criar um computador usando um Raspberry Pi, sendo que recentemente até tem estado na moda recriar caixas ao estilo desktop mas em formato reduzido. Mas a última proposta da Raspberry Pi é para quem quiser poupar espaço e apostar na conveniência.

O Raspberry Pi 400 Personal Computer integra um sistema com um RPI 4, pronto a usar, integrado dentro do teclado, e mantendo um preço simpático como é habitual nos produtos da marca. O Raspberry Pi 400 Personal Computer custa £94 (€104) em kit com todos os acessórios - fonte de alimentação USB-C, cartão SD, rato, cabo micro-HDMI para HDMI e manual - ou £67 (€74) sem os acessórios.

O sistema vem com 4GB de RAM, BT 5.0, Gigabit Ethernet, 2 × USB 3.0 e 1 × USB 2.0, ficha horizontal de 40 pinos GPIO, e 2 × micro HDMI ports (suportando resoluções até 4Kp60).



Infelizmente a nível de layout do teclado Portugal continua a ficar esquecido, estando disponível apenas em formatos UK, US, francês, italiano, alemão e espanhol. Mas, nada que não se resolva com a aplicação de alguns autocolantes para teclado, ou simplesmente usando o layout português de memória.

Actualização: Afinal parece que irá ficar disponível uma versão com teclado português. Quem fizer questão disso só terá que esperar mais um pouco.

Massachusetts aprova Right to Repair para os automóveis

04-11-2020 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

O estado do Massachusetts nos EUA aprovou por larga maioria o direito ao acesso aos dados nos automóveis para permitir a sua reparação em oficinas não oficiais.

Enquanto se vai aguardando pelo resultado definitivo das eleições presidenciais norte-americanas para ver se Biden tirou Trump da Casa Branca, há uma votação que não precisa de mais espera. No Massachusetts a medida de direito à reparação foi aprovada com cerca de 75% dos votos, tornando-se numa importante vitória para os direitos dos consumidores.

Embora neste caso a medida diga especificiamente respeito aos automóveis e demais veículos, no sentido de garantir o acesso livre aos dados que os fabricantes têm mantido em segredo apenas para seu uso próprio, funciona como um primeiro passo que seguramente irá alastrar a mais estados e inevitavelmente expandir-se também a outras áreas como os equipamentos electrónicos, onde temos visto um aumento das restrições daquilo que se pode reparar sem a autorização do fabricante.

O lobby dos fabricantes que se opunha a esta medida chegou ao ponto de tentar assustar os consumidores, dizendo que se esta medida passasse, poderia dar aos predadores sexuais dados que facilitassem saber por onde andam para planearem os seus ataques. É o que se chama de verdadeiro desespero, que felizmente não foi capaz de impedir que as pessoas escolhessem o "Direito à Reparação".

Starlink leva internet de 120Mbps ao "fim do mundo"

04-11-2020 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

Um utilizador do Starlink beta decidiu por o sistema à prova levando a antena para uma floresta remota.

Viver em zonas urbanas pode deixar-nos mal habituados, confiantes de que permanecemos ligados ao mundo através dos nossos smartphones, ou com ligações de fibra em nossas casas. Mas o mundo é um local muito mais vasto, e a maioria da sua superfície continua sem acesso a redes de comunicação decentes. Algo que a rede Starlink da SpaceX quer mudar... e já o está a fazer.

Por agora disponível ainda em fase beta, o serviço Starlink já arrancou com uma mensalidade de $99 (e kit inicial de $499), e quem aderiu já começou a por à prova as suas capacidades. Depois de ter comprovado o funcionamento em casa, um utilizador decidiu levar o sistema para o meio de uma floresta longe de qualquer sinal de rede tradicional, e onde veio a obter velocidades de 120 Mbps em download, upload de 12 Mbps, e latência de 37 ms (e como curiosidade, o consumo do sistema era de cerca de 116W durante as comunicações).

De notar que ainda faltam milhares de satélites para a constelação Starlink ficar concluída, e com cada novo lote que é enviado para o espaço a rede fica com melhor cobertura e melhores prestações - com a SpaceX a dizer que espera reduzir a latência para valores abaixo dos 20ms no Verão de 2021. Para comparação, nos serviços de dados via satélites geoestacionários, como o Viasat Exede e HughesNet, as latências são de 640 a 730 ms, e as velocidades ficam-se pelos 20Mbps em download e 3Mbps em upload.

Google limitou Pixel 5 para melhorar autonomia

04-11-2020 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

O desempenho do Pixel 5 com Snapdragon 765G fica atrás de outros smartphones com o mesmo chip.

Depois das críticas de usar a mesma câmara usada no Pixel 3 e Pixel 4, o Pixel 5 volta a ser criticado por nem sequer conseguir acompanhar o desempenho de outros modelos equipados com o mesmo chipset: o Snapdragon 765G.

Em maior ou menor grau, os resultados do Pixel 5 ficam aquém de modelos concorrentes, como o OnePlus Nord, e nalguns testes mostrando diferenças abismais que até o deixam significativamente atrás do Pixel 4.

A suspeita é a de que a Google optou por uma estratégia agressiva de optimização, reduzindo no desempenho para prolongar a autonomia - táctica que tem sido comum a muitos modelos nesta fase inicial do 5G (a Apple também limitou o desempenho do A14 nos iPhone 12, e adopta um sistema que só usa o 5G em determinados casos, optando por se manter no 4G menos gastador sempre que necessário).

Veremos que resultado prático esta recepção do Pixel 5 terá nos planos da Google para o próximo ano, e se voltará a aventurar-se no segmento dos topo de gama a preços exorbitantes; ou se continuará a apostar no segmento de gama média, mas melhorando os pontos que têm sido tópico de discussão.

Destaques de Outubro na AppGallery da Huawei

04-11-2020 | 09:32 | Apps do Android


No passado mês de Outubro a AppGallery da Huawei recebeu novas entradas, com destaque para as ao sector financeiro, que passa a contar com um leque alargado de opções.


Sente-se confuso sem saber como gerir as suas contas e gastos? A Huawei quer ajudar. Entre na Huawei AppGallery, loja oficial de aplicações da Huawei, e descubra 7 apps gratuitas, perfeitas para o ajudar a organizar a sua vida económica, de forma segura, rápida e eficaz. 


DABOX



A app DABOX é o personal trainer financeiro que ajuda a “pôr em forma” a vida financeira do utilizador, tendo em conta os seus padrões de consumo e o seus objetivos financeiros.

Mas como é tudo isto possível? A DABOX disponibiliza uma visão de todas as contas à ordem do utilizador, numa única aplicação, organizando os seus gastos por categorias, o que vai permitir ao utilizador controlá-los através da definição de orçamentos. O utilizador terá à sua disposição uma análise às suas finanças, apresentando-lhe dicas inteligentes e alertas personalizados em função das despesas previstas, das suas metas de poupança e dos seus objetivos. É possível ainda iniciar transferências a partir de qualquer conta à ordem de qualquer um dos Bancos disponíveis na app (para já apenas Ativo Bank, Banco Montepio, Caixa, Millennium BCP e Santander).


moey! – Mobile Banking



A conta moey! tem tudo o que o utilizador precisa: controla o seu dinheiro com total segurança e ajuda-o a não se esquecer de todos os seus gastos, dividindo-os por categorias. Com o moey! o utilizador vai poder enviar e pedir dinheiro, sem custos nem demoras e dividir as contas com os seus amigos de forma ainda mais rápida: basta 

selecionar os contactos com quem quer dividir a conta ou pedir dinheiro, recebendo uma notificação sempre que alguém proceder ao pagamento. 


Gastos Diários 3: Finanças pessoais



Esta aplicação foi criada para organizar os gastos e despesas, registando por data os seus movimentos e analisando os resultados em relatórios. Desta forma, permite que o utilizador tenha um melhor controlo sobre o seu dinheiro, através do acompanhamento das suas receitas e despesas, dividindo-os por categorias. Além disso, permite ainda ter acesso a relatórios agrupados por períodos e agendar registos recorrentes, de forma a facilitar e evitar esquecimentos de pagamentos repetitivos.


Wallet-Gestor de Orçamento



A aplicação Wallet vai ajudar a planear de forma flexível orçamentos e gastos para ter as suas finanças sempre controladas, de forma a que se concentre nos seus objetivos futuros. Esta aplicação permite-o deitar fora os blocos de notas e tabelas e criar orçamentos e relatórios financeiros, estabelecendo metas claras e fáceis de seguir em tempo real. 

O utilizador tem acesso contínuo às suas contas, existindo uma conexão automática com o banco, ou seja, as transações bancárias do utilizador são automaticamente sincronizadas de uma forma segura, utilizando a inteligência artificial, e divididas por categorias. 


Sodexo Portugal



A nova app da Sodexo Portugal, além da consulta de saldos e movimentos em tempo real, permite pagamentos mobile, visualização dos consumos do benefício Sodexo Refeição Pass e o acesso a descontos através do Sodexo Club. Com esta aplicação gratuita o utilizador poderá aceder à sua informação da conta Sodexo e perceber como controlar as suas despesas na área da alimentação. 


Compra de Despesas



Compra de Despesas Compra de Despesas é uma aplicação gratuita e fácil de usar projetada para registar e gerir as muitas despesas do utilizador. Esta aplicação permite criar tarefas de negócios ou projetos pessoais, relatórios para saber qual a categoria onde o utilizador gasta mais dinheiro, bem como outras funcionalidades para conseguir efetuar uma boa gestão das suas despesas.


Caderneta



A Aplicação Caderneta, procedente da Caixa Geral de Depósitos,  é um serviço que procura acrescentar à experiência do consumidor que utiliza a caderneta física, as mais-valias dos novos meios digitais.

Com a app Caderneta pode continuar a consultar os seus movimentos bancários, documentos digitais, efetuar pagamentos de serviços e compras, (telecomunicações, cartões e segurança social) e também efetuar levantamentos, de forma simples, fácil e com segurança. 


Carteira MagSafe da Apple é excelente para perder cartões

04-11-2020 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

A carteira MagSafe com encaixe magnético nos iPhone 12 parece ser propícia a que se perca os cartões ao colocá-los no bolso.

Com o novo sistema MagSafe estreado nos iPhone 12, a Apple quer dar início a todo um novo sistema de acessórios que tiram partido do encaixe magnético, e não só acessórios electrónicos. Para além dos carregadores wireless que com este sistema podem garantir o alinhamento perfeito, a Apple apresentou também uma carteira com encaixe magnético destinada a guardar cartões. Só que o seu uso prático parece deixar bastante a desejar...


O sistema de atracção magnético pode parecer interessante no papel (tendo desde logo que se contar com a possibilidade do próprio sistema magnético poder interferir com cartões que usem exclusivamente uma banda magnética) mas parece entrar em conflito com a utilização prática no dia a dia. Nomeadamente, ao se tentar colocar um iPhone com carteira MagSafe no bolso, é bastante provável que o iPhone entre no bolso mas a carteira se separe e caia no chão.

... Esperar-se-ia mais e melhor de uma pequena bolsa para cartões pela qual a Apple cobra 65 euros.

Huawei Mate 40 com memória super-veloz?

04-11-2020 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

Os Mate 40 Pro+ e 40 RS parecem dar uso a memória SFS da Huawei, com velocidades superiores aos modelos UFS 3.1 actuais.

Penalizados pela ausência das apps e serviços da Google, os smartphones da Huawei parecem continuar a demonstrar ser máquinas bastante capazes em termos de hardware, com os Mate 40 Pro+ e Mate 40 RS a darem uso a um novo sistema de memórias flash desenvolvidas pela Huawei, que superam amplamente os resultados das memórias UFS 3.1 usadas pelos outros fabricantes.

Enquanto as memórias UFS 3.1 têm permitindo atingir velocidades de cerca de 700MB/s em escrita sequencial e 300MB/s em escrita aleatória, estas SFS 1.0 da Huawei parecem conseguir atingir quase 1.3GB/s em escrita sequencial e 548MB/s em escritas aleatórias. Valores substancialmente superiores que seguramente contribuirão para um smartphone bastante mais rápido em operações como a actualização de apps.

Se estes resultados se vierem a comprovar, aumenta a pressão para que os demais fabricantes tentem melhorar o desempenho das memórias flash, já que teoricamente o standard UFS 3.1 permite transferências de até 2.1GB/s - valor que por agora continua longe de ser alcançado.

Netflix explica como consegue manter o serviço em caso de problemas

03-11-2020 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

A Netflix revelou alguns detalhes do sistema que tem nos bastidores para assegurar que os clientes consigam ver filmes e séries mesmo quando há problemas.

Garantir que os clientes não ficam sem acesso aos conteúdos é de importância crítica para a Netflix, e depois de alguns casos complicados no passado a empresa revelou alguns detalhes do sistema que desenvolveu para tentar impedir que problemas se possam alastrar ao ponto de causar uma falha catastrófica.

Já temos tido a demonstração que não há clouds que possam ser garantidas a 100%. No caso da Netflix a premissa foi a: se é assumido que poderão existir problemas, vamos pelo menos tentar assegurar que a coisa possa ser gerida de forma a que os cliente nem sequer notem que eles aconteceram.

Para isso criaram um sistema chamado Zuul (quem tiver visto o Ghostbusters original compreenderá a referência) que é capaz de reagir às diferentes condições de todo o sistema, e imediatamente começar a cortar nas coisas consideradas menos prioritárias, sempre com o objectivo de salvaguardar a capacidade dos clientes continuarem a ver aquilo que estiverem a ver.

Não demorou para que o sistema tivesse que mostrar o que vale. Este ano a Netflix enfrentou novo problema idêntico ao que em 2019 fez com que alguns clientes ficassem impedidos de ver contúdos durante bastante tempo, só que o Zuul entrou em acção e cortou nos acessos não prioritários, permitindo que o sistema recuperasse e regressasse à normalidade sem que os clientes notassem qualquer interrupção.

Como funciona o DualSense da PS5

03-11-2020 | 18:30 | Aberto até de Madrugada

Depois da superfície touch do controlador da PS4, para a PS5 a Sony aposta no DualSense com botões de resistência variável.

Para a PS5 a Sony decidiu voltar a apostar no controlador como ponto de inovação. Na PS4 tivemos direito a um controlador DualShock uma área sensível ao toque; para a PS5 a novidade chega sob a forma de botões de trigger com feedback táctil adaptativo, cujos segredos foram agora revelados.

Os botões de disparo do controlador DualSense da PS5 estão conectados a um mecanismo em espiral ligado a um motor, permitindo ajustar a resistência e movimentos do mesmo. Os botões podem oferecer muita ou pouca resistência, ou até "bloquear" o botão em determinada posição, em função daquilo que se estiver a passar no jogo. E, em combinação com uma pequena coluna de som, permitem criar todo o tipo de sensações que permitirá aos jogadores ficarem ainda mais imersos no mundo do jogo que se passa no ecrã.


É certo que o aspecto visual tem grande importância para esta geração, mas se este controlador for bem aproveitado (e é de esperar que a Sony esteja a "exigir" que todos os estúdios de jogos o façam), poderá ser uma grande mais valia para a PS5 sobre a Xbox One X|S.

Windows e Office em saldo desde €7 para o 11.11

03-11-2020 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

Há mais uma campanha de saldos 11.11 nos Windows e Office, mesmo à medida para quem trabalha a partir de casa, com o Office desde 20 euros e o Windows 10 Pro desde 7 euros.

O site GoDeal24.com está a levar a cabo uma campanha de desconto de até 50% nos Office, Windows, e bundles. Esta loja online disponibiliza não só licenças para estes produtos, como também jogos nas plataformas Steam, Origin, Uplay e Epic.

Com promoção especial:
Temos os Windows 10 com desconto de 50% usando-se o código SGO50.

Depois, temos desconto de 62% nos Office 2016 e 2019 usando o código SGO62.

E por último, temos desconto de 55% nos bundles, Office 365 e Office para Mac usando o código SGO55.



Bastará introduzir o código de desconto no campo respectivo quando estiverem no ecrã de validação dos produtos a comprar.


O pagamento pode ser feito com PayPal - que aparece ao se escolher a opção de pagamento cwalletco - para total segurança, e conta com assistência permanente através do endereço de email [email protected].

Notícias do dia

03-11-2020 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

Monzo e Revolut acusados de "roubar" clientes; Baby Shark supera Despacito e passa a vídeo mais visto no YouTube; Apple marca evento para 10 de Novembro para revelar primeiros Macs com CPU ARM; capas transformam iPhone 11 em iPhone 12; e NetMarketShare deixa de mostrar estatísticas dos browsers por causa do Chrome.

Antes de passarmos às notícias de hoje, temos novo passatempo que te pode valer selfie stick BlitzWolf BW-BS10; e sendo início do mês, é a altura certa para aderires ao nosso Clube AadM+ que dá acesso a passatempos exclusivos todos os meses.

App de tracking de Covid-19 britânica não alertou potenciais infectados

A app de contact tracing britância, que também utiliza o sistema disponibilizado pela Goole e Apple, tinha um erro no registo da proximidade, fazendo com que milhares de pessoas que deveriam ter sido notificadas de potencial risco de infecção, não recebessem qualquer alerta.

Este caso vem relembrar como é de importância crítica que tanto o código fonte das apps, como as estatísticas sobre a sua utilização, sejam disponibilizados publicamente. Este caso só foi detectado por se ter considerado estranho que a app com tantos milhões de utilizadores estivesse a gerar tão poucos avisos. Por cá, continuamos a aguardar por dados que permitam ficar com uma ideia do real impacto que a app nacional tem tido.


Walmart desiste dos robots nas lojas

Naquilo que se poderá considerar uma pequena vitória dos humanos contra os robots, a gigante norte-americana Walmart desistiu do seu programa de robots que verificavam as prateleiras para identificar que produtos deveriam ser repostos, verificando preços, e alertando para produtos fora do sítio.

Aparentemente, é trabalho que a Walmart achou que não justificava o investimento robotizado, considerando que o mesmo continuaria a ser feito de forma mais eficiente pelos funcionários humanos, especialmente nesta altura em que tem havido uma maior procura pelas compras online, e onde há um maior número de funcionários cujo trabalho é recolher produtos para preparar as encomendas para levantamento ou para entrega ao domicílio.


Google Keep com novo icon

A Google actualizou o icon do Google Keep, mas felizmente mantendo-o próximo do design anterior em vez do novo estilo que tem aplicado a muitos dos seus serviços e que está a prejudicar a diferenciação entre eles.
No caso do Keep, a alteração não é substancial, com o símbolo da lâmpada a passar para uma versão ainda mais estilizada - mas que já poderá começar a complicar a sua interpretação para quem não conhecer o design anterior.


WhatsApp com novo sistema de gestão de espaço

Os utilizadores intensivos do WhatsApp vão ter a vida facilitada a gerir o espaço ocupado com as imagens e vídeos. O novo sistema, que estará disponível em Settings > Storage and data > Manage storage vai dar mais opções para encontrar os conteúdos que se deseja, com apresentação de thumbnails que permitirão a eliminação dos mesmos sem que se corra o risco de se eliminarem coisas que se desejem manter.

Sabendo-se como facilmente os anexos podem acumular centenas e centenas de megabytes, é algo que seguramente será apreciado pelos utilizadores com smartphones com capacidade de memória mais limitada.


Curtas do dia


Resumo da madrugada


Pixel 5 passou no DxOMark sem deixar saudades

03-11-2020 | 16:21 | Apps do Android

Em tempos considerado uma referência nas capacidades fotográficas, os Pixel da Google têm vindo a perder esse estatuto, com o mais recente Pixel 5 a ficar-se por uns modestos 120 pontos no DxOMark.

O DxOMark já analisou as capacidades da câmara do Pixel 5 e os resultados não impressionam face ao que existe no mercado. Para o Pixel 5 a Google optou por manter o mesmo sensor IMX363 que já era usado no Pixel 4 e no Pixel 3(!), e agora nem sequer recorrendo ao muito gabado Pixel Neural Core - com a Google a dizer que o Snapdragon 765G é suficientemente capaz para lidar com os algoritmos sem hardware especializado.

No entanto, nem todos os algoritmos do mundo são capazes de superar o fosso que vai entre a utilização de sensores com vários anos, e as múltiplas câmaras utilizadas nos mais recentes topos de gama. Algo que faz com que o Pixel 5 conseguisse apenas 120 pontos no DxOMark, valor que o deixa ao nível de um Xiaomi Redmi K30 Pro Zoom Edition e OnePlus 8 Pro (o que não deixa de ser admirável), mas que nem sequer lhe permitem entrar no top 10 da tabela, distante dos mais de 130 pontos obtidos pelos Mate 40 Pro, Mi 10 Ultra, e P40 Pro.


Por esta altura não há como não começar a suspeitar: será que a Google acha mesmo que este conjunto de câmara principal com sensor com mais de dois anos, ainda é a melhor opção... ou será apenas comodismo de se limitar a usar aquilo que já estava feito; considerando que Marc Levoy, a pessoa que estava à frente desses avanços, saiu da Google e foi para a Adobe?

Veremos que desculpas a Google apresentará no próximo ano, se continuar a manter o mesmo sensor...

Ver Veneza e vencer (com um filme português que merece atenção)

03-11-2020 | 16:13 | Gonçalo Sá

É provavelmente o filme português mais celebrado do ano, está a caminho de ser tornar o mais visto e o entusiasmo justifica-se: "LISTEN", de Ana Rocha de Sousa, tem uma mensagem urgente mas que não ofusca o olhar de uma cineasta promissora.

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Multipremiado na mais recente edição do Festival de Veneza e um fenómeno de bilheteira por cá, mesmo em tempos de pandemia, "LISTEN" é um filme que marca o ano como poucos. E merece ser descoberto não só pela sensibilidade com que aborda questões controversas - a adopção forçada dos filhos de um casal de emigrantes portugueses em Inglaterra -, mas também pela forma como traz para o cinema nacional heranças do realismo britânico. Essa filiação não será estranha, tendo em conta a passagem de Ana Rocha de Sousa pela London Film School, e um dos elementos que mais se destacam nesta primeira longa-metragem é a crueza dos ambientes (o que não é sinónimo de frieza emocional) e a economia narrativa, rara numa estreia (a duração vai pouco além dos 70 minutos).

Ao relatar de forma tão despojada e engajada o quotidiano de uma família num momento crítico, olhando de frente para as desigualdades sociais e as injustiças de um sistema que não protege os mais vulneráveis, "LISTEN" não anda longe de territórios do britânico Ken Loach ou dos belgas irmãos Dardenne, limando a componente panfletária de algumas obras do primeiro e aproximando-se da ambiguidade dos segundos.

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Mas embora essas comparações tenham sido habituais, Ana Rocha de Sousa aponta antes o cinema do japonês Hirokazu Koreeda ou da libanesa Nadine Labaki como referências, o que talvez ajude a explicar o lirismo de alguns episódios entre a angústia e a exasperação que dominam o filme. É o caso das cenas com Lu, a filha do casal protagonista, uma menina surda cujo olhar comovente diz tudo o que não pode ser expressado por palavras - e a certa altura, nem por gestos, quando apenas a linguagem verbal passa a ser permitida.

Com uma interpretação tão contida como memorável, a pequena Maisie Sly é um dos achados de um elenco coeso, a aliar uma realizadora promissora a uma directora de actores segura. Lúcia Moniz e Ruben Garcia compõem um casal credível e os secundários, sobretudo as personagens dos empregados dos serviços sociais, contribuem para que haja sempre uma faceta humana numa disputa que se poderia tornar facilmente maniqueísta (e aí percebem-se as comparações com Ken Loach, ou pelo menos com "Eu, Daniel Blake", que também recusava demonizar os agentes do sistema).

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Partindo de várias situações verídicas de desagregação familiar forçada - e muitas vezes de legitimação questionável, capaz de traumatizar pais e filhos -, Ana Rocha de Sousa deixa um alerta ficcionado num drama escorreito e sem grandes paralelos formais no cinema que se faz por cá (embora esta não seja uma produção 100% portuguesa, antes luso-britânica), estando mais na linha de um retrato justo da precariedade contemporânea como o de "Rosie - Uma Família Sem Teto", do irlandês Paddy Breathnach (também recente mas infelizmente pouco visto).

Ainda assim, às vezes o efeito realista é comprometido por algumas cenas que ameaçam cair no overacting (como as das discussões conjugais), por um ou outro diálogo (caso da videochamada da personagem de Lúcia Moniz com a mãe, demasiado óbvia na denúncia das limitações da Segurança Social britânica) ou pelo modo apressado como o argumento coloca em cena uma aliada do casal protagonista (figura que talvez ganhasse com um olhar mais demorado, tal como a do filho mais velho). Mas são limitações compreensíveis numa primeira longa-metragem que se dirige ao coração do espectador sem subestimar a sua inteligência - e logo por aí deixa vontade de o recomendar e de continuar a seguir o percurso da sua autora.

3/5

Tasker prepara interface simplificado

03-11-2020 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

O Tasker está a preparar-se para ser mais abrangente, com um interface simplificado e mais acessível para novos utilizadores.

O Tasker é o verdadeiro canivete suiço da automação em Android, permitindo que os utilizadores programem todo o tipo de comportamentos que desejam que os seus smartphones façam: quer seja entrar em modo silencioso quando viram o smartphone com ecrã para baixo na mesa, a desligar / ligar a rede WiFi quando saem ou chegam a casa, e muito, muito mais.

O grande problema é que o seu funcionamento não é simples, sendo essa a secção a que João Dias se tem dedicado ultimamente, com o sentido de o tornar mais fácil de utilizar por novos utilizadores. A mais recente versão beta apresenta um interface simplificado quando se importam tarefas, servindo de antevisão a uma versão simplificada Tasky que está a ser preparada, e que apenas permitirá importar automações existentes em vez de as criar de raiz.


Desta forma, os utilizadores poderão simplesmente procurar o tipo de automações que desejam, ajustá-las para as suas necessidades - com perguntas fáceis como localizações, nome de rede WiFi, etc. - e tirarem partido delas sem terem que enfrentar o aspecto "assustador" do Tasker.

Monzo e Revolut acusados de "roubar" clientes

03-11-2020 | 13:30 | Aberto até de Madrugada

As vantagens dos "bancos" digitais estão a tornar-se em pesadelo para milhares de clientes que ficaram impedidos de aceder ao seu dinheiro.

São já vários milhares os clientes do Monzo e do Revolut que acusam as respectivas empresas de os "roubarem" ao bloquearem o seu acesso sem qualquer justificação, impedindo-os de acederem ao dinheiro que lá têm.

Esta nova geração de bancos online tem tido uma péssima tradição no que diz respeito à transparência com os clientes, sendo que eu próprio já senti isso em primeira mão quando tentei abrir conta no N26. A abertura foi recusada sem qualquer explicação, e qualquer tentativa de perceber o que se passava me deu direito apenas a uma verdadeira "parede de silêncio" que até me sentir como se fosse um terrorista a tentar passar dinheiro para actos ilícitos... E só um ano(!) mais tarde vindo a reconhecer que afinal era um problema do lado deles!

Não é definitivamente o tipo de confiança que se deseja para um serviço que pretende guardar o nosso dinheiro, e é fácil perceber a frustração de que, de um dia para o outro, fica impedido de o fazer, e potencialmente levando com idêntico tratamento de silêncio sempre que os tentar contactar para clarificar o que se passa e tentar resolver a situação. É que, ao contrário de um banco tradicional, aqui nem sequer temos nenhuma agência física que nos permita lá ir pedir explicações.

Nota: Este tipo de casos não se limita apenas a esta nova vaga de bancos online. Também existem verdadeiros relatos de terror com serviços como o PayPal, e a constante é sempre a de que num dia está tudo bem, e no dia seguinte... azar.

Novo Tor Browser para Android

03-11-2020 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

Os utilizadores Android podem finalmente dar uso ao Tor Browser renovado que usa a base do Firefox "Fenix".

O Tor Browser é o browser de eleição para quem quer garantir o seu anonimato a visitar sites na web, dando uso à rede Tor que faz com que os pedidos sejam reencaminhados por múltiplos pontos intermédios, de modo a que seja praticamente impossível saber qual o ponto de origem e o ponto de destino da comunicação. Mas dar-lhe uso não era tão simples quanto se desejava.

Incialmente, usar um browser Tor em Android obrigava a usar múltiplas apps, como o Orbot e Orfox; coisa que finalmente ficou resolvida o ano passado com o lançamento de um Tor Browser unificado para Android; e que agora é algo de remodelação completa.

O Tor Browser 10.0.3 para Android passa a utilizar como base a mais recente versão do Android "Fenix" (Firefox 82.1.1 + Tor 0.4.4.5) tirando partido das extensões de privacidade integradas para protecção adicional.

A equipa continua a trabalhar no sentido de fazer chegar todas as funcionalidades do Tor Browser no desktop às versões mobile; mas por agora já se fica com uma excelente base de trabalho para o fazerem.

Podem descarregá-lo directamente do site do Tor, ou através da Play Store.

Baby Shark passa a vídeo mais visto no YouTube

03-11-2020 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

O YouTube tem novo vídeo mais visto de sempre, com Despacito a dar lugar ao tubarão mais famoso da história: Baby Shark.

É mesmo verdade, os mais de 7 mil milhões de visualizações de Despacito não o deixaram a salvo do Baby Shark, que mesmo tendo tido uma rampa inicial mais modesta, agora somado visualizações a um ritmo que parece não abrandar e que promete catapultá-lo para valores mais elevados numa altura em que os seus concorrentes vão perdendo popularidade.


E embora esta dupla tenha superado a marca dos 7 mil milhões, outros sucessos têm que se contentar com números mais modestos, com Shape of You de Ed Sheeran (na 3ª posição) a ficar-se pelos 5 mil milhões, e See You Again de Wiz Khalifa (4ª) a ficar-se pelos 4.8 mil milhões. O, em tempos líder, Gangnam Style de Psy, tem agora que se contentar com uns "modestos" 3.8 mil milhões que apenas lhe garantem a 8ª posição.


E pronto, a partir de agora é de esperar que Baby Shark (cujas origens ainda são alvo de mistério) invada os cérebros de ainda mais pessoas e por lá permaneça em loop até ouvirem outra música com capacidade idêntica para agarrar neurónios.

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