PlanetGeek
№ 01

Sideloading no Android fica mais complicado

Com as novas regras, instalar directamente apps (sideloading) num dispositivo Android fica um pouco mais complicado.

A Google começou a aplicar as novas regras de Developer Verification no Android, limitando a instalação de apps de programadores não verificados em dispositivos com Google Play Services. A primeira fase arrancou no Brasil, Indonésia, Singapura e Tailândia, abrangendo apps distribuídas através de determinadas lojas, com a implementação global a estar prevista para 2027. Mas, por enquanto, os utilizadores continuam a poder instalar apps não verificadas fora dessas lojas.

As novas regras não afectam apenas apps de origem potencialmente duvidosa. Apps distribuídos através de plataformas como o GitHub e F-Droid ou aplicações modificadas pela comunidade também podem ser considerados não-verificados. No caso das apps já instaladas antes da entrada em vigor das restrições, continuam a funcionar mas futuras actualizações podem exigir que o utilizador siga um dos novos processos de instalação.
Para os utilizadores avançados existem várias alternativas. A própria Google disponibiliza o Advanced Flow, que exige activar as Developer Options, autorizar apps de programadores não verificados, reiniciar o dispositivo e aguardar 24 horas antes de concluir o processo (processo desenhado para dar um período de reflexão em casos de ataques fraudulentos em que os atacantes dessem instruções para tal). Outra opção é utilizar o ADB, que permite instalar APKs sem qualquer período de espera, ou usar ferramentas como o Shizuku, embora isso seja mais adequado para utilizadores avançados - isto sem esquecer que, nos dispositivos com root, também se continua a manter total controlo sobre o dispositivo. Os utilizadores de custom ROMs, como o GrapheneOS ou LineageOS, também ficam fora do sistema de Developer Verification da Google.

Depois de concluir o Advanced Flow, não é necessário manter as Developer Options activadas para manter a autorização escolhida e instalar apps via sideloading. Para a maioria dos utilizadores, que instala apps através da Play Store e de outras lojas suportadas, não haverá qualquer mudança perceptível. Para quem recorre frequentemente de sideloading, haverá alguns ajustes; sendo que, na maioria dos casos, bastará ter a paciência para aguardar 24h na activação dessa opção - que basta ser feita apenas uma única vez.

№ 02

Home Assistant Cloud passa a Home Assistant Link

O Home Asistant Cloud muda de nome para Home Assistant Link, mas mantém as funcionalidades e os mesmos princípios.

A Nabu Casa decidiu mudar o nome do Home Assistant Cloud para Home Assistant Link, numa tentativa de deixar mais claro como o serviço funciona. A empresa considera que o termo "cloud" ganhou conotação negativa nos últimos anos devido a serviços obrigatórios, aumentos de preços, dependências, e preocupações relacionadas com a utilização de dados. O novo nome pretende reforçar a ideia de que o serviço é totalmente opcional e serve, sobretudo, para ligar o Home Assistant a serviços online.

O Home Assistant Link permite aceder remotamente ao sistema a partir de qualquer local de forma fácil, integrar o Home Assistant com plataformas como Alexa e Google Home, utilizar serviços online de speech-to-text, e guardar backups na Internet. No entanto, a plataforma continua a funcionar localmente sem o Link. Se uma subscrição for cancelada, as funcionalidades essenciais de smart home continuam disponíveis - embora algumas funcionalidades adicionais deixem de funcionar.
A privacidade é também uma das principais diferenças destacadas pela Nabu Casa. A empresa garante que os dados utilizados através do Link são encriptados e que apenas o utilizador possui a chave necessária para lhes aceder. O modelo de subscrição serve ainda para financiar o desenvolvimento do Home Assistant, com a maioria dos lucros a ser direccionada para a Open Home Foundation, que apoia o projecto e o seu ecossistema open source.

A mudança de nome deverá tornar-se oficial com o lançamento da versão Home Assistant 2026.12, prevista para Dezembro. Entretanto, a Nabu Casa está a fazer outras melhorias no serviço, incluindo uma nova área de gestão de contas, ferramentas de configuração mais simples, funcionalidades experimentais de speech-to-text e uma nova infraestrutura para tornar o acesso remoto mais rápido. Apesar do novo nome, a ideia central mantém-se: proporcionar uma ligação opcional entre o Home Assistant local e serviços online, sem obrigar os utilizadores a depender da cloud.

№ 03

Robot Atlas tem novas mãos

A Boston Dynamics partilhou detalhes sobre as novas mãos que criou para o robot humanóide Atlas, com apenas quatro dedos.

A nova geração do robot humanoide Atlas recebeu uma mão completamente redesenhada, criada para combinar destreza, força e resistência em tarefas físicas reais. Em vez de tentar replicar todos os movimentos de uma mão humana, a abordagem aposta no compromisso entre capacidade, custo, fiabilidade e facilidade de produção. A nova mão tem quatro dedos e 13 graus de liberdade (DOF), com accionamento directo e actuadores protegidos no interior da estrutura (em oposição aos sistemas de motores exteriores e cabos, que replicam os tendões e músculos humanos).

Apesar de ter menos um dedo do que uma mão humana - durante o desenvolvimento os engenheiros passaram alguns dias com o dedo mindinho colado ao dedo anelar com fita cola, e chegaram à conclusão que "não faz falta" - o sistema foi concebido para realizar movimentos bastante complexos. O polegar tem quatro graus de liberdade e uma configuração mais próxima da anatomia humana, enquanto os restantes dedos têm três graus de liberdade cada. Isto permite realizar diferentes tipos de pinças, reposicionar objectos na própria mão, e utilizar ferramentas como berbequins, aparafusadoras, rebarbadoras, pistolas de pregos e tochas de soldadura.



A mão também inclui sensores de pressão distribuídos pelas pontas dos dedos e pela palma, complementando os sensores internos que permitem ao robot perceber a posição e o movimento das articulações. A estrutura foi desenvolvida para ser facilmente simulada, permitindo treinar comportamentos através de reinforcement learning (RL) e depois transferi-los para o hardware real.

A opção por quatro dedos é deliberada: acrescentar um quinto dedo exigiria mais três atuadores, aumentando o custo, o volume, a complexidade e o número de componentes que poderiam falhar. A ideia é criar uma mão suficientemente versátil para ambientes industriais e logísticos, mas simples o suficiente para ser produzida em grande escala.

Dito isto, a Boston Dynamics relembra que as mãos não são um substituto para a utilização de manipuladores criados especificamente para as tarefas a desempenhar. Haverá situações em que continuará a ser mais prático ter os robots equipados com pinças ou outros mecanismos, que serão mais fiáveis e económicos para tipos de trabalho específicos.

№ 04

Nova Iorque implementa "Click to Cancel"

Os serviços de subscrição ficam obrigados a disponibilizar uma forma fácil de cancelar o serviço em Nova Iorque.

Entrou em vigor em Nova Iorque uma nova regra conhecida como "Click-to-Cancel", que obriga os serviços de subscrição a tornar o cancelamento tão simples quanto o processo de adesão.

Na prática, uma empresa que permita iniciar uma subscrição online terá também que o permitir cancelar da mesma forma, ficando proibida de exigir procedimentos adicionais como telefonar ou deslocar-se fisicamente às suas instalações para o processo de cancelamento.
As empresas passam também a ter de apresentar informações mais claras sobre as condições das subscrições, incluindo preços, renovações automáticas, e direitos de cancelamento. Desta forma, os clientes e consumidores deverão conseguir perceber melhor quando e como uma subscrição será renovada e quais os passos necessários para a terminar.

Nova Iorque é primeira cidade nos Estados Unidos a lançar este requisito para serviços de subscrição. Resta esperar que a medida contagie o resto do mundo, para obrigar as empresas a fazer algo que deveriam ter feito logo desde o momento que permitiram a subscrição fácil.

№ 05

macOS vai dificultar acesso total ao disco por causa dos agentes AI

Com a justificação da segurança, a Apple diz que vai dificultar o acesso total ao disco no macOS, devido aos "abusos" dos agentes AI.

A Apple anunciou que vai criar controlos adicionais para a funcionalidade Full Disk Access no macOS, numa mudança motivada pelos novos riscos associados aos agentes AI. A empresa diz que algumas apps estão a utilizar este nível de acesso de formas que podem expor grandes quantidades de informação privada armazenada no Mac, incluindo ficheiros, emails, mensagens e histórico de navegação.

O Full Disk Access é uma opção que permite que os utilizadores deixem que que determinadas apps ultrapassem várias das protecções de privacidade normais do macOS. A funcionalidade é importante, por exemplo, para que aplicações de backup possam acedera diferentes áreas do sistema, mas a Apple alerta que alguns programadores estão a utilizá-la de forma que pode colocar os utilizadores em risco sem que estes compreendam totalmente o alcance das permissões concedidas.

Apesar de poder ter boas intenções, a medida não está a ser bem recebida por todos. Há utilizadores que relembram que o macOS já tem essa permissão implementada, e que é um direito/responsabilidade do utilizador usá-la como bem entender. O receio é que a Apple implemente nova vaga de ecrãs "assustadores" ao estilo dos que tentou implementar para desincentivar o uso de app stores alternativas, e que aqui funcionariam como forte desincentivo para o uso de agentes AI concorrentes, fomentando o uso da sua própria Siri AI.

№ 06

iPhone 18 Pro Max com problemas na AT&T nos EUA

Algumas pessoas terão que substituir os seus iPhone 18 Pro Max devido a problemas de rede com a AT&T nos EUA.

A Apple confirmou um problema que diz estar a afectar "um pequeno número" de iPhones 18 Pro Max ligadas à rede AT&T nos Estados Unidos. Os equipamentos podem perder completamente o serviço de rede móvel, deixando de conseguir fazer chamadas, enviar mensagens ou utilizar dados móveis.

Apesar de a Apple tentar minimizar o problema dizendo que é "limitado", têm surgido milhares e milhares de queixas de utilizadores. O iPhone 18 Pro Max é o único que, nos EUA mantém o chip modem da Qualcomm, sendo que nos outros modelos a Apple já fez a transição para o seu próprio chip Apple C2. Inicialmente, pensava-se que os problemas poderiam ser resolvidos através de actualizações de firmware, tanto por via do 27.0.1 como de uma actualização das definições da operadora para a AT&T. Mas agora surge a indicação de que os equipamentos que já perderam o serviço devido à falha não poderão recuperar a ligação através de uma actualização de software, tendo que ser substituídos por um novo iPhone 18 Pro Max.

Até ao momento, a Apple diz ter identificado o problema apenas no iPhone 18 Pro Max utilizado na rede AT&T, não havendo indicação de que o problema afecte outros modelos ou operadores de telecomunicações. A Apple ainda não revelou a causa exacta do problema, nem é esperado que o faça.

№ 07

Leapmotor B03X: o SUV eléctrico compacto mais barato de Portugal

Com o B03X, a Leapmotor disponibiliza em Portugal um SUV eléctrico com preço a começar nos 22 mil euros.

A Leapmotor chegou ao segmento dos SUV compactos eléctricos com o B03X, um crossover urbano que promete ser o modelo 100% eléctrico mais acessível da sua categoria em Portugal. Com preços de campanha a partir dos 22.345 euros para clientes particulares, o B03X chega às concessões portuguesas em outubro, depois de as encomendas terem aberto em julho em toda a rede europeia da marca.

O modelo está disponível em duas versões: a LIFE, com bateria PRO de 39,8 kWh, cujo preço de campanha é de 22.345 euros, e a DESIGN, com bateria PROMAX de 53,0 kWh, a 26.025 euros. Os preços de tabela sem campanha são, respectivamente, 24.285 euros e 28.285 euros, sendo que as despesas de legalização e transporte não estão incluídas em nenhum dos casos.
Em termos de dimensões, o B03X mede 4.270 mm de comprimento, 1.810 mm de largura e 1.635 mm de altura, com uma distância entre eixos de 2.605 mm. O diâmetro de viragem é de apenas 10 metros, o que facilita a vida em contexto urbano. Apesar do formato compacto, o interior surpreende pela generosidade: 947 mm de espaço para as pernas na fila traseira, até 1.009 mm de altura para a cabeça à frente e um espaço longitudinal interior de 2.277 mm. A capacidade de bagageira é de 510 litros, incluindo um compartimento impermeável e lavável de 105 litros por baixo do piso. Com os bancos traseiros rebatidos, esse valor sobe para 1.605 litros, com um comprimento máximo útil de carga de 2.530 mm.

O habitáculo segue a filosofia minimalista da Leapmotor, com materiais suaves ao toque, estofos com certificação OEKO-TEX e um painel de instrumentos de leitura horizontal. O sistema de infoentretenimento assenta num ecrã táctil central flutuante de 14,6 polegadas e num painel de instrumentos digital de 8,8 polegadas. A bordo corre o Leap OS 4.0 Plus, apoiado no processador Qualcomm Snapdragon 8155, com compatibilidade sem fios com Apple CarPlay e Android Auto, navegação online com informação de tráfego em tempo real e actualizações over-the-air. A aplicação para smartphone permite ainda fazer pré-condicionamento remoto, utilizar chave digital, pré-aquecer a bateria, controlar a climatização à distância e monitorizar o veículo em tempo real.
Do ponto de vista mecânico, a versão PRO combina uma bateria de 39,8 kWh com um motor de 130 kW (176 cv) e uma autonomia WLTP até 292 km. A versão PROMAX sobe para 53,0 kWh de capacidade e 145 kW (197 cv), com autonomia até 382 km WLTP. Ambas as versões oferecem 200 Nm de binário disponível instantaneamente, aceleram dos 0 aos 100 km/h em 8,6 segundos e atingem uma velocidade máxima de 160 km/h. No que diz respeito ao carregamento rápido, as duas baterias suportam carregamento a 2,5C, o que permite passar de 30% a 80% de carga em apenas 16 minutos. A potência máxima de carregamento em corrente contínua é de 100 kW na versão PRO e de 133 kW na PROMAX.

A tecnologia de bateria adoptada é o sistema CTC2.0 Plus (Cell-to-Chassis), que integra as células directamente na estrutura do veículo, reduzindo o centro de gravidade, melhorando a rigidez torcional e aumentando a segurança passiva. As baterias são do tipo LFP de alta densidade.
Em matéria de segurança activa, o B03X vem equipado de série com assistência ao condutor de nível 2, suportada por uma rede de 14 sensores e câmaras que alimentam 21 sistemas ADAS. Entre as funcionalidades disponíveis contam-se a assistência em engarrafamentos e a monitorização da fadiga do condutor, que emite alertas quando detecta sinais de diminuição da atenção. A versão DESIGN acrescenta ainda sensores de estacionamento dianteiros e um sistema de câmaras de 360 graus.

As diferenças entre as duas versões da gama vão além da bateria. A LIFE inclui climatização automática, volante em couro ecológico, faróis LED, barras de tejadilho, sete airbags, sistema de áudio com seis altifalantes e jantes de liga leve de 18 polegadas. A DESIGN adiciona bancos em couro ECO, banco do condutor com ajuste eléctrico em seis posições, bancos dianteiros e volante aquecidos, espelho retrovisor com recolha automática, sistema de áudio com 12 altifalantes e iluminação ambiente interior.
A Leapmotor foi fundada em 2015 em Hangzhou, na China, e tem como foco o desenvolvimento e fabrico independente dos principais componentes dos seus veículos, incluindo sistemas eléctricos e de condução assistida. Desde 2023, o Grupo Stellantis é accionista da marca, e em maio de 2024 as duas empresas formalizaram a joint venture Leapmotor International, com sede em Amesterdão, detida a 51% pela Stellantis e a 49% pela Leapmotor. Esta estrutura é responsável pela comercialização dos modelos Leapmotor fora da China, com operações que arrancaram na Europa em setembro de 2024 e que se estendem progressivamente à Índia, Ásia-Pacífico, Médio Oriente, África e América do Sul.
Com o B03X, a Leapmotor aposta na democratização do acesso aos eléctricos no segmento compacto, um mercado em forte crescimento. Os números são competitivos, o equipamento de série é generoso e a proposta de valor parece bem estruturada para um comprador que não quer abdicar de tecnologia mas também não quer gastar mais de 25.000 euros num SUV eléctrico.

[Pela Estrada Fora]
№ 08

Conta da MS no X usada para promover criptomoedas

Um desconhecido conseguiu apoderar-se da conta da Microsoft no X (Twitter) e usá-la para promover uma criptomoeda inspirada no Clippy.

A conta oficial da Microsoft no X foi comprometida e publicou conteúdos fradulentos durante algumas horas. A conta começou por seguir um perfil relacionado com uma criptomoeda inspirada no Clippy, partilhou uma das suas publicações e chegou a alterar a fotografia de perfil para uma imagem do antigo assistente da Microsoft.

As publicações suspeitas foram entretanto eliminadas, mas surgiu ainda uma mensagem de "desculpa" que permaneceu online durante pouco tempo antes de também ser removida. A suspeitas de que a conta tinha sido alvo de um ataque, acabou por ser confirmada mais tarde pela própria Microsoft.
A empresa reconheceu que houve acesso não autorizado à conta e confirmou que algumas das publicações não foram feitas por si. Até ao momento, não foram divulgados detalhes sobre a origem do ataque ou sobre qualquer eventual impacto para os utilizadores, com a MS a dizer que continua a investigar para perceber como foi obtido o acesso à conta.

Este tipo de casos é preocupante. Não quando se trata de algo como o que aconteceu desta vez, em que a promoção de uma criptomoeda é claramente suspeita e facilmente identificável, mas sim pelos riscos que apresenta. A conta da Microsoft no X tem 13 milhões de seguidores. Se os atacantes tivessem feito uma publicação com aspecto mais normal, podiam facilmente levar muitos milhares de pessoas a clicarem em links ou instalarem algo malicioso - desde phishing para obterem credenciais de contas Microsoft, a coisas como pedido de dados pessoais (por exemplo, sob o pretexto de um passatempo em que dessem algo apetecível).

Como tal, há que manter sempre uma saudável dose de suspeição sobre o que se vê/lê na internet, mesmo quando tem origem em contas oficiais!

№ 09

Tesla lança "fuga de emergência" nos Supercharger - nos EUA

Nos EUA passa a ser possível conduzir um Tesla enquanto está ligado a um posto Supercharger - provocando estragos substanciais.

A Tesla lançou nova funcionalidade chamada "Emergency Drive Away", que permite aos condutores colocar o carro em andamento e abandonar um Supercharger que ainda tenham o cabo de carregamento ainda ligado. Um sistema que foi criado para ser usado apenas em situações de extrema urgência, em que seja necessário sair rapidamente do local - estando por agora limitada aos Superchargers nos Estados Unidos.

Normalmente, os condutores não conseguem colocar o carro em andamento enquanto o cabo de carregamento está ligado, sendo necessário desbloquear a porta de carregamento através do ecrã, da app, ou do botão existente no cabo, e esperar que o mecanismo liberte a ligação. Com o Emergency Drive Away, esse bloqueio de segurança é removido. No entanto, não se trata de nenhum sistema de "ejecção automática" do cabo: recorrer a esta opção irá resultar em danos no veículo, cabo, e Supercharger; é literalmente fugir com o cabo ainda ligado, rebentando o que tiver que rebentar por onde calhar (com potencial custo de até 25 mil dólares, segundo a Tesla).

Emergency Drive Away lets you shift into Drive while still plugged into a Supercharger pic.twitter.com/40GSzyP4lG

— Tesla Charging (@TeslaCharging) October 1, 2026

Depends on the Supercharger, but electrical & civil cost can be up to $25k. Service visit mandatory for the chargeport. Only use in case of an emergency.

— Tesla Charging (@TeslaCharging) October 2, 2026
Porque é que a Tesla avança com uma opção que parece ser idiota? Há alguns meses aconteceu um tiroteio numa estação Supercharger em Twin Falls, Idaho, onde três pessoas morreram e outras ficaram feridas. O incidente levou alguns clientes da Tesla a pedirem uma forma de abandonar rapidamente o posto sem terem que sair do veículo para desligar o cabo. Esta nova funcionalidade responde precisamente a esse cenário.

Para já, não existe indicação se o Emergency Drive Away será disponibilizado noutros países. É que, pode não haver o risco de tiroteios que infelizmente tão comum é nos EUA, mas poderá haver outras situações excepcionais em que fosse conveniente ter essa opção (por exemplo, um carregamento num local remoto a altas horas da noite, em que se esteja a ser ameaçado por ladrões, potencialmente com risco de vida).

№ 10

Powerbank Ugreen MagFlow Pro Qi2 a €112

Já está disponível o Ugreen MagFlow Pro, um power bank MagSafe Qi2 de 10000 mAh com arrefecimento líquido.

Os powerbanks há muito que são companhia habitual de muitos utilizadores, e os modelos com MagSafe/Qi2 tornam-se ainda mais convenientes por ficarem magneticamente agarrados aos smartphones. E, no caso deste Ugreen MagFlow Pro não só temos uma capacidade generosa de 10000mAh 25W para tirar partido das capacidades do Qi2, como temos também a particularidade e curiosidade de ser o primeiro powerbank MagSafe com liquid cooling - elemento que fica proeminentemente em destaque através de uma janela transparente por onde se pode ver o líquido a circular. Conta também com um pequeno ecrã que permite acompanhar o estado do carregamento em detalhe.

Este Ugreen MagFlow Pro Qi2 de 10000mAh 25W está disponível por 112 euros na Amazon Espanha - activar desconto de €20.

Quem já tiver usado powerbanks Qi MagSafe sabe que um dos principais problemas é o aquecimento (não só o processo de carregamento gera calor, como também o power bank fica a "tapar" a secção traseira do smartphone, dificultando o seu arrefecimento). Com o sistema de arrefecimento líquido, a Ugreen tenta minimizar isso, com transferência de calor mais eficiente. Mas, além dos carregamento wireless até 25W, este powerbank também suporta o seu próprio carregamento a 30W, e carregamento por cabo até 45W, pelo que se torna bastante versátil para todas as situações.


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№ 11

Suno Speech foca-se na voz e narração

Depois das músicas e cantorias, o Suno lança o Suno Speech para narração com música (ou só voz).

O Suno continua a ser um dos serviços mais populares de geração de música AI, mas com a recém lançada versão 6 a ser alvo de críticas de ser um retrocesso na qualidade face ao modelo anterior, o serviço apresenta algo diferente.

Em vez de se focar nas canções, o Suno Speech foca-se na expressividade vocal para fazer narrações, tanto a solo como com música a acompanhar. Os utilizadores podem explicar exactamente o tipo de resultado que desejam obter: falar com voz calma, excitada, ou ir variando entre diferentes estilos; e o mesmo para a música.


De notar que as mesmas críticas de resultados "demasiado artificiais" continuam a aplicar, com o serviço a desculpar-se com o facto desta funcionalidade ainda estar a ser desenvolvida e estar por agora disponível como versão beta. Ainda assim, poderá dar jeito para quem já for utilizador do Suno e já tiver pensado em utilizá-lo para fazer este tipo de coisa que passa para um segmento um pouco mais específico da criação musical.


O tipo de resultado que se pode obter? Podem ouvir já a seguir. :)

Listen on Suno
№ 12

Starlink for Communities quer partilhar internet paga no solo

A SpaceX está a lançar o programa Starlink for Communities, que quer vender o acesso à internet no solo.

Para os operadores de telecomunicações que ainda não o perceberam, a SpaceX começa a revelar mais detalhes de como o serviço Starlink pode ser um "Cavalo de Tróia" com ambições de os ultrapassar. Depois das campanhas agressivas de promoção do serviço Starlink a todos os níveis (doméstico e empresarial), chega agora o Starlink for Communities.

A proposta é simples: um qualquer interessado monta um kit Starlink num local estratégico, mas em vez de se destinar a uso próprio, disponibiliza um ponto de acesso WiFi público que poderá ser acedido por qualquer pessoa - e receber dinheiro por isso. Quem se quiser ligar a esta rede "Starlink WiFi", poderá pagar pelo acesso à hora, por dia, semana, ou mês; com toda a gestão dos pagamentos e acessos a ser feita automaticamente.

É um sistema que nos faz recordar os tempos áureos da rede Fon e dos "foneros" de partilha de WiFi, e que tem boas hipóteses de ser tornar num sucesso idêntico. Será de imaginar que isto tenha um início lento, começando por zonas rurais e com fraca cobertura terrestre, onde o serviço será mais apetecível. Mas, há que ter em conta que isto é algo que a SpaceX pode expandir a todos os seus terminais com uma simples actualização remota, criando instantaneamente uma rede de milhares de hotspots "Starlink" espalhados pelo mundo - com a grande vantagem de automaticamente contornando todas as questões de legislação e licenciamento de obter frequências "5G" em cada país.

Não será de um dia para o outro... mas daqui por uma década poderemos estar a olhar para alguns operadores de telecomunicações da mesma forma que olhamos para a Nokia quando se riu do lançamento dos iPhones da Apple.

№ 13

Android passa a usar Gemini em vez do Assistant

A Google avança com o processo de transição do antigo Google Assistant para o Gemini nos Android.

A Google está perto de concluir a transição do Google Assistant para o Gemini nos dispositivos Android. Depois de várias semanas de migração, o Google Assistant está a desaparecer dos smartphones e tablets de utilizadores, com o Gemini a assumir oficialmente o papel de assistente de voz principal.

A mudança estava originalmente prevista para 2025, mas foi adiada para 2026. Agora, essa transição fica marcada pela remoção da opção que permitia manter o Google Assistant a partir da app Gemini. Com as versões mais recentes da app, a opção "Switch to Google Assistant" deixou de aparecer, impedindo os utilizadores de escolher o assistente antigo nos dispositivos Android.
O Gemini passa assim a ser a experiência de assistente de voz utilizada quando o utilizador mantém premido o botão de alimentação ou desliza a partir dos cantos do ecrã. A mudança também abrange dispositivos associados, incluindo equipamentos Wear OS, earphones e Android Auto. No entanto, alguns utilizadores continuam a encontrar comportamentos inconsistentes durante a navegação no Google Maps, com determinados acessórios a ainda darem acesso ao Google Assistant.

Ainda assim, estamos longe de ficar com uma experiência unificada no universo Google. Os dispositivos Google Nest e Google Home, incluindo colunas e ecrãs inteligentes, ainda se mantêm no Google Assistant. Além disso, há quem critique uma maior dependência da cloud: o Gemini precisa de uma ligação permanente à internet, o Google Assistant podia funcionar em modo offline para determinadas funções.

№ 14

Ugreen baixa preço dos seus NAS "AI"

A Ugreen adiou o lançamento dos seus NAS AI HomeAgent, mas oferece descontos significativos em troca.

A Ugreen apresentou a sua curiosa linha HomeAgent, a sua primeira plataforma de smart home, que combina armazenamento de câmaras de segurança, AI local e controlo de equipamentos compatíveis com Matter num único hub. O sistema permite guardar vídeos, fotografias e outros ficheiros localmente como um NAS comum, mas com AI que consegue identificar pessoas, veículos, animais e encomendas nas gravações, além de resumir acontecimentos e pesquisar vídeos através de palavras-chave - sem ficar dependente de serviços externos e mensalidades acrescidas.

A plataforma também pode criar vídeos de destaques a partir das gravações das câmaras ou de bibliotecas de fotografias, com possibilidade de os apresentar nas Gallery LCD Smart Frames da empresa. Como controlador Matter, o HomeAgent consegue comunicar com equipamentos de diferentes fabricantes através de WiFi, Zigbee, Thread, Bluetooth, NFC, ONVIF/RTSP e PoE. O suporte inicial inclui dispositivos como luzes, interruptores, sensores e cortinas, com a Ugreen a prometer mais compatibilidade no futuro.
O sistema é controlado através da assistente AI Uliya, que permite consultar o estado dos equipamentos, verificar eventos anteriores e receber notificações de voz geradas pela AI. A plataforma pode, por exemplo, avisar quando chega uma encomenda ou detectar o som de um bebé a chorar. Existem três configurações, começando pelo HA100, seguindo-se o HA100 Pro, com maior capacidade de processamento e conectividade, e o MasterAgent MA100, baseado na plataforma NVIDIA Jetson Thor T5000 e concebido para executar modelos maiores e lidar com várias tarefas em simultâneo.

O maior problema destes NAS AI era o seu preço elevado, mas a Ugreen anunciou uma redução de preços para os modelos HA100 e HA100 Pro antes do lançamento no Kickstarter. O HA100 passa de 1.799 para 1.599 dólares, enquanto o HA100 Pro desce de 5.999 para 5.399 dólares - ambos com oferta de uma câmara. O modelo topo de gama MA1000 permanecerá nos 19.999 mas passa a incluir 4 discos de 8TB.

Note-se que estes preços ficam substancialmente reduzidos para os primeiros apoiantes "early bird", com descontos de 50%(!), que os deixam a 799, 2.699, e 9.999 dólares, respectivamente. O início da campanha no Kickstarter foi adiada ligeiramente, passando de 27 de Outubro para 17 de Novembro, com as entregas prometidas para Fevereiro de 2027.


№ 15

Google Play Store com novos tipos de pagamentos

Além das compras únicas e subscrições, a Google Play Store adiciona pagamentos com base no uso.

Mudam-se os tempos, mudam-se as formas de pagamento. Depois das compras únicas terem dado lugar à praga das subscrições, chega agora um novo estilo de pagamentos. A Google está a adicionar novas opções de pagamento na Google Play Store, com especial destaque para o "Usage-Based Billing", pensado para apps AI e outros serviços cujo custo possa varia em função do consumo.

Com este novo sistema , os utilizadores podem utilizar um sistema que adiciona automaticamente saldo à conta quando esta fica abaixo de um determinado limite. Este modelo será particularmente útil nas apps AI, onde muitos serviços já utilizam um sistema de "créditos" que vão sendo gastos dependendo do número de pedidos e geração de conteúdos. A Google está também a disponibilizar novas opções para empresas, escolas e outras organizações. A "Multi-Quantity Subscription Purchase" permite comprar várias subscrições numa única transação e atribuí-las posteriormente a diferentes funcionários ou estudantes. Já os "Mixed Carts" permitem combinar subscrições com renovação automática e produtos comprados individualmente no mesmo processo de pagamento.

Temos também o Cross-Developer Bundling, que permite juntar duas ou mais subscrições complementares numa única oferta. Por exemplo, uma app de aprendizagem de línguas pode ser combinada com um serviço de guias de viagem, e disponibilizada através de uma única subscrição com desconto. Com estas mudanças, a Google pretende dar resposta às necessidades dos developers que desejam mais flexibilidade na forma como disponibilizam os seus serviços.

№ 16

Headphones Sony WH-1000XM5 a €253

Os headphones Sony WH-1000XM5, uma das referências em termos de cancelamento de ruído, estão disponíveis a um preço reduzido.

Sucessores dos já excelentes WH-1000XM4, esta geração XM5 vem com 8 microfones e com um processador adicional, que promete maior eficácia na redução de ruído nas frequências médias e altas. O design foi alterado mas mantêm-se os controlos via toques e swipes, e com botão físico para activar o modo de cancelamento de ruído. No capítulo sonoro, a Sony trocou os drivers de 40 mm por novos de 30 mm, que diz serem capaz de produzir som "mais natural".
Os headphones WH-1000XM5 estão disponíveis por 253 euros na Amazon Espanha - ou podem espreitar os mais recentes XM6).

Com design over-ear e autonomia para 30 horas de funcionamento, são o tipo de headphones que depressa se tornará no melhor amigo de quem gosta de eliminar os ruídos exteriores para se concentrar naquilo que está a fazer, e que serão especialmente eficazes no caso de quem gosta de aproveitar viagens de comboio ou avião para ir adiantando trabalho, ou simplesmente desfrutar de momentos de música (ou vídeo) sem se preocupar com os barulhos exteriores.


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№ 17

Produtos da Semana

A nossa rubrica de Produtos da Semana agrupa uma lista de produtos e notícias que vamos compilando ao longo da semana e que achamos que será do interesse geral.

Novos Bose QuietComfort Headphones chegam a Portugal

A Bose lança em Portugal a segunda geração dos QuietComfort Headphones, uma das linhas de auscultadores mais conhecidas. A nova versão mantém o conforto e o cancelamento de ruído que definem a gama e acrescenta novas formas de ouvir: som espacial com a tecnologia Bose TrueSpatial, áudio sem perdas através de USB-C e uma versão atualizada do ActiveSense.

Durante décadas, o nome QuietComfort esteve associado a duas ideias: conforto e cancelamento de ruído. A nova geração mantém esses pilares, mas alarga de forma considerável o que se pode esperar desta família, com um design renovado e uma experiência de audição mais envolvente e versátil.

A principal novidade surge quando a música começa a tocar. Os QuietComfort Headphones (2.ª geração) incorporam a tecnologia Bose TrueSpatial, que procura tirar o som de dentro da cabeça e colocá-lo à frente de quem ouve, criando uma sensação de espaço mais ampla. A tecnologia funciona com os conteúdos que o utilizador já ouve no dia a dia, sem depender de gravações produzidas especificamente para áudio espacial. Música, podcasts e outros conteúdos podem assim ganhar uma apresentação mais imersiva. A Bose associa esta novidade a novos modos de escuta. O modo Immersion combina a experiência espacial com o cancelamento de ruído. O modo Cinema é uma versão do Bose Immersive Audio otimizada para filmes, séries e outros conteúdos de vídeo: espacializa o som proveniente da fonte e mantém os diálogos ao centro, à frente do ecrã.

A imersão não relegou para segundo plano a característica que tornou a gama conhecida. Os novos auscultadores integram o QuietControl, a tecnologia de cancelamento de ruído da Bose, e uma versão atualizada do ActiveSense. No modo Aware, que permite ouvir o que se passa à volta, o ActiveSense atua perante aumentos repentinos de ruído e suaviza-os automaticamente. O utilizador continua atento ao que o rodeia, sem que um som súbito interrompa bruscamente o que está a ouvir. Aos modos Quiet e Aware juntam-se agora Immersion e Cinema, bem como a opção ANR Off, para ouvir sem cancelamento ativo de ruído. São mais possibilidades para adaptar o comportamento dos auscultadores ao ambiente e ao conteúdo.

A segunda grande novidade interessa sobretudo a quem prefere o cabo para tirar o máximo partido da qualidade da fonte. A porta USB-C deixa de servir apenas para carregar: os QuietComfort Headphones (2.ª geração) recebem áudio através desta ligação e reproduzem um sinal lossless até 24 bits/48 kHz a partir de dispositivos compatíveis. A ligação é bidirecional. Além de levar o áudio até aos auscultadores, transporta a voz no sentido inverso, com saída de voz até 24 bits/16 kHz, o que alarga as possibilidades de utilização com computadores, em chamadas e noutras situações em que faz sentido manter uma ligação física. Para fontes analógicas, a caixa inclui um cabo de 3,5 mm para USB-C, que permite ligar os auscultadores, por exemplo, ao sistema de entretenimento de um avião ou a um computador com saída de auscultadores convencional.

A renovação não se fica pela eletrónica. A Bose redesenhou a silhueta dos QuietComfort Headphones, com conchas de formato mais oval e um novo arco deslizante, mais largo e com ajuste suave. O acolchoamento e a pele sintética continuam a ter um papel central no conforto que sempre caracterizou esta família. Mantêm-se os comandos físicos, agora distribuídos em posições pensadas para serem facilmente encontrados pelo tato. Reprodução, volume ou mudança de modo podem ser controlados sem olhar para os auscultadores. A personalização continua na aplicação Bose, onde é possível gerir diferentes definições e ajustar a experiência de audição.

Os novos auscultadores foram também pensados para as horas em que deixam de reproduzir música e passam a ser uma ferramenta de comunicação. A Bose atualizou a filtragem do ruído de fundo durante as chamadas para melhorar a clareza da voz face à geração anterior. Na ligação sem fios, contam com Bluetooth 5.4 e ligação multiponto, que permite manter os auscultadores emparelhados com dois dispositivos compatíveis e alternar entre eles sem repetir o processo de ligação. A autonomia chega às 24 horas de reprodução. Com o Immersive Audio ativo, o valor desce para até 18 horas, devido ao processamento adicional necessário para criar a experiência espacial. O carregamento completo demora cerca de três horas, através de USB-C.

Os novos auscultadores estão disponíveis nos acabamentos Black, White Smoke e Eucalyptus Green, com preço desde 399€.


Samsung apresenta a série Galaxy Tab S12

A Samsung apresentou os novos Galaxy Tab S12 series – Galaxy Tab S12 Ultra e Galaxy Tab S12+ – que oferece a experiência Galaxy Tab mais avançada e versátil de sempre. Com um desempenho avançado, autonomia prolongada e as mais recentes funcionalidades Galaxy AI integradas no característico design ultrafino da gama Galaxy Tab, os novos equipamentos simplificam fluxos de trabalho complexos e transformam-nos em tarefas intuitivas do dia a dia, seja para desenvolver novas competências, alcançar objetivos profissionais ou explorar paixões criativas.

O Galaxy Tab S12 Ultra e o Galaxy Tab S12+ contam com ecrãs imersivos e incluem uma S Pen com design ergonómico, para escrever e fazer anotações com maior facilidade e assegurar maior precisão na edição. Com acesso simples a aplicações de nível profissional e a acessórios versáteis, os utilizadores podem explorar os seus interesses e avançar em direção aos seus objetivos com maior facilidade. Ao aliar portabilidade a desempenho profissional, a série Galaxy Tab S12 coloca ferramentas avançadas à disposição dos utilizadores sempre que surge uma ideia.

Com apenas 5,1 mm de espessura, o Galaxy Tab S12 Ultra é o Galaxy Tab mais fino da Samsung e, ao mesmo tempo, oferece o desempenho mais potente de sempre num Galaxy Tab, com capacidade para acompanhar um dia inteiro de produtividade. Por exemplo, quem frequenta um curso online enquanto trabalha a tempo inteiro pode aproveitar a deslocação para rever uma aula e, mais tarde, realizar os exercícios num ecrã de grandes dimensões, num café, num co-work.numa biblioteca, ou onde lhe for mais conveniente. Ambos os modelos foram concebidos para acompanhar longos períodos de utilização sem que os utilizadores percam o ritmo. Com um único carregamento, a bateria oferece até 23 horas de autonomia no Galaxy Tab S12 Ultra e até 21 horas no Galaxy Tab S12+, o que permite manter a produtividade durante várias horas, onde quer que seja necessário. Quando chega o momento de recarregar, a bateria passa de 0% a 100% em cerca de 95 minutos com o adaptador de 45 W, o que reduz o tempo de paragem e permite retomar rapidamente a atividade.

Além da autonomia prolongada, os Galaxy Tab S12 series oferecem o desempenho mais potente de sempre num Galaxy Tab e acompanham até as tarefas mais exigentes. O avançado processador de 3 nm proporciona um processamento NPU até 61% mais rápido, um desempenho de CPU 19% superior e uma melhoria de 17% no desempenho da GPU, face ao Galaxy Tab S11 Ultra. Na utilização diária, isto traduz-se na possibilidade de executar tarefas mais exigentes com maior rapidez e capacidade de resposta. Quer seja para desenvolver projetos criativos complexos, quer para assistir a uma aula enquanto se tiram notas e se recorre à IA para esclarecer dúvidas, a experiência mantém-se rápida e fluida, com menos interrupções.

Uma nova câmara de vapor 3D dissipa o calor de forma eficiente e assegura um desempenho mais consistente em tarefas intensivas, como a edição de vídeo ou o desenvolvimento de projetos gráficos durante várias horas. Concebida para oferecer resistência e durabilidade em diferentes condições e maior tranquilidade aos utilizadores, os Galaxy Tab S12 series contam também com certificação IP68 de resistência à água e ao pó.

Os Galaxy Tab S12 series incluem um ecrã amplo, concebido para dar mais espaço às ideias e permitir uma visão mais abrangente. O Galaxy Tab S12 Ultra dispõe de um ecrã de 14,6 polegadas, ideal para explorar temas complexos e acompanhar várias perspetivas em simultâneo. Já o Galaxy Tab S12+ apresenta um ecrã maior, de 12,6 polegadas, e margens mais finas do que o seu antecessor, o que proporciona mais área útil sem comprometer a portabilidade. Ambos os modelos integram ecrãs Dynamic AMOLED 2X com brilho máximo até 1.600 nits, para imagens nítidas e vibrantes tanto em espaços interiores como no exterior. O Vision Booster atualizado ajusta agora o brilho em tempo real de acordo com as condições de luminosidade, para uma visualização mais confortável. O som também recebe uma atualização significativa. O áudio espacial de quatro canais – o dobro dos canais da geração anterior – proporciona uma experiência mais rica e imersiva, seja para ver conteúdos, acompanhar um tutorial ou editar.

Ambos os modelos incluem uma S Pen ergonómica, que oferece uma utilização precisa e intuitiva para tirar notas, fazer anotações em documentos e esboçar conceitos. Para quem procura uma configuração de trabalho mais completa e profissional, a Capa Teclado Slim aumenta a produtividade com a tecla Galaxy AI, que permite o acesso imediato a assistentes de IA. Os Galaxy Tab S12 series ajudam, ainda, a reunir informação e a obter apoio em tempo real sempre que surge uma dúvida. Incluem seis meses de acesso experimental ao Google AI Pro, com acesso alargado aos modelos de IA mais avançados da Google desde o primeiro dia. Os utilizadores podem recorrer ao Gemini para esclarecer qualquer dúvida ou aprofundar temas que pretendam explorar assim que surge uma questão. Com o Gemini Notebook, é possível reunir notas, imagens, gravações e ficheiros num único espaço de trabalho e criar resumos, podcasts e até questionários que facilitam a compreensão da informação mais relevante.

Concebidos para uma utilização duradoura e segura, o Galaxy Tab S12 Ultra e o Galaxy Tab S12+ beneficiam de até sete atualizações do sistema operativo e de segurança. Os novos Galaxy Tab S12 series vão estar disponíveis a partir de 7 de outubro.


Ratos SteelSeries Sensei Pro e Rival Pro

A SteelSeries apresentou, coincidindo celebração do seu 25.º aniversário, uma nova geração de duas das suas famílias de ratos mais icónicas: as séries Sensei Pro e Rival Pro.

Embora o 8K esteja a dar que falar, os jogadores nem sempre conseguem tirar o máximo partido da transmissão a 8K de forma constante: a banda de 2,4 GHz está muito congestionada e a própria transmissão a 8K consome muita energia. Algo semelhante à guerra das redes móveis 5G, em que cada marca afirma ter a rede mais rápida e a melhor cobertura, mas com métricas e implementações distintas que dificultam a comparação. A realidade é que a amostragem de 8K é tão rápida quanto o sinal que a suporta, e a banda de 2,4 GHz, na qual assenta praticamente qualquer rato sem fios, está saturada com auscultadores, teclados, telemóveis e todos os outros dispositivos à volta. No final, tudo se resume ao desempenho.

A SteelSeries desenvolveu inovações em termos de design e engenharia que combinam três tecnologias fundamentais na sua nova linha de ratos premium para resolver este problema e proporcionar aos jogadores uma vantagem decisiva. A tecnologia sem fios UWB (Ultra-Wideband) contorna todo o tráfego de 2,4 GHz ao operar numa faixa superior, com aproximadamente 20 vezes mais largura de banda. Uma taxa de amostragem real de 8K oferece até 8000 Hz de frequência, proporcionando tempos de resposta mais rápidos, um acompanhamento mais preciso, menor atraso de entrada e um movimento do cursor mais fluido. E para libertar todo o potencial do 8K em UWB, os ratos das séries Sensei Pro e Rival Pro incorporam o Infinite Power System da SteelSeries, com baterias substituíveis a quente para jogar sem interrupções, traduzindo-se em 8K durante todo o dia.

Reinventadas para uma nova era dos jogos competitivos, as séries apresentam estruturas ultraleves com apenas 53 g nos modelos de tamanho normal e 49 g nos modelos mini. Incorporam interruptores óticos de primeira linha com uma vida útil de 100 milhões de cliques, garantindo um toque nítido e ágil, bem como cliques mais responsivos e com menor latência (0,35 ms), além de um novo sensor ótico TrueMove 42K que oferece uma precisão de elite. A isto acrescenta-se uma personalização aprofundada, graças às ferramentas avançadas e ajuste do software SteelSeries GG, transformando as novas Pro Series em máquinas de desempenho extremamente elevado para os jogadores mais exigentes.

Com base no legado dos lendários ratos de jogos Sensei e Rival, lançados em 2011 e 2013, respetivamente, as novas Pro Series combinam formas icónicas com inovações que lideram o setor. Ambas as famílias alcançaram um estatuto lendário devido ao seu design, conforto e consistência entre profissionais e jogadores competitivos, e as novas Pro Series dão continuidade a esse legado com gamas concebidas para quem exige velocidade, precisão, durabilidade e flexibilidade. As Pro Series incluem os modelos Sensei Pro, Sensei Pro Mini, Rival Pro e Rival Pro Mini, com acabamentos em preto ou branco, oferecendo aos jogadores mais opções de ajuste, forma e tipo de grip, com foco no desempenho e na potência de elite.

As séries Sensei Pro e o Rival Pro são muito menos vulneráveis ao congestionamento e às interferências que afetam as ligações tradicionais de 2,4 GHz. Ao utilizar a faixa de 6,4 GHz a 9,056 GHz, a tecnologia UWB dispõe de 20 vezes mais largura de banda para tirar o máximo partido da velocidade ultrarrápida, e consegue utilizar vários canais sem fios em simultâneo para oferecer um desempenho puro e uma ligação 8K constante e estável. O resultado é um sinal fiável, menor latência e um desempenho consistente, mesmo nos ambientes mais exigentes.

A taxa de amostragem de 8000 Hz proporciona uma resposta quase instantânea, atualizando os dados de posição até 8000 vezes por segundo: até 8 vezes mais rápido do que os ratos convencionais de 1000 Hz. Outros sensores reduzem o seu desempenho quando a taxa de amostragem é inferior a 8K, mas as séries Sensei Pro e Rival Pro dispõem de um modo de desempenho máximo que mantém o sensor no modo 8K em todos os momentos, com 20.000 fotogramas por segundo e cerca de 800 IPS / 70 G constantes, para uma experiência mais responsiva, mesmo nos micromovimentos. As duas baterias substituíveis a quente do Infinite Power System da SteelSeries permitem que o jogador continue a jogar sem interrupções. É possível carregar uma enquanto a outra está a ser utilizada e trocá-las para obter o máximo tempo de jogo (até 32 horas a 8K, 16 horas por bateria, ou 120 horas a 1K, 60 horas por bateria).

As Pro Series incluem o pacote de software mais completo que a SteelSeries já criou para a personalização e otimização de um novo produto, incluindo configuração do dispositivo, treino de pontaria e aplicação web. Com as opções de melhoria do desempenho, estes ratos podem ser ajustados perfeitamente para qualquer estilo de jogo ou superfície, proporcionando a máxima precisão e experiência de gaming.

Estarão disponíveis para pré-encomenda, em preto ou branco, a partir de 29 de setembro no website oficial da SteelSeries, e chegarão a lojas selecionadas, como a Worten, a Fnac e a PCDIGA, a 13 de outubro, com preços recomendados de 199,99 euros para os modelos Sensei Pro, Sensei Pro Mini, Rival Pro, e Rival Pro Mini.

TP-Link Tapo RV50 Pro Omni: o robot aspirador que também trata da própria limpeza

Aspirar, lavar o chão, esvaziar o depósito, lavar as esfregonas, voltar a enchê-las de água e ainda desembaraçar os pelos presos nas escovas. A limpeza da casa raramente termina quando o robô acaba o trabalho. A TP-Link apresenta o Tapo RV50 Pro Omni, um robô aspirador e lavagem cuja estação foi pensada precisamente para eliminar estas tarefas, tratando sozinha de grande parte da manutenção do equipamento.

É aqui que o RV50 Pro Omni se distingue. Depois de cada limpeza, a estação esvazia sozinha o pó recolhido para um saco de 3 litros, lava as esfregonas com água quente a 60°C, seca-as com ar quente a 50°C para evitar maus odores, e dosifica automaticamente o detergente, sem que seja preciso medir ou repor nada à mão. A água limpa vem de um reservatório de 5 litros na própria estação, com um segundo reservatório de 4 litros só para a água suja, e um sistema de deteção de sujidade ajusta a intensidade da lavagem consoante o que encontra no chão.

O RV50 Pro Omni atinge uma potência de sucção até 15.000 Pa, com cinco níveis ajustáveis e reforço automático em alcatifas e tapetes. Para casas com animais, a escova principal tem um sistema de corte de pelos que só atua quando o robô está na estação, cortando os pelos enrolados sem interferir com a escova durante a aspiração. A escova lateral e a roda dianteira têm os seus próprios mecanismos para resistir à acumulação de pelos. Na lavagem, o destaque vai para a tecnologia DeepEdge, que estende automaticamente o braço da esfregona para alcançar espaços apertados e junto a rodapés, com dois discos rotativos e pressão descendente até 8 N. O nível de água ajusta-se em três definições, e quando deteta um tapete de pelo alto, o robô remove por completo as esfregonas para não o molhar.

A navegação usa tecnologia dToF com deteção de obstáculos por duplo laser, frontal e lateral, que identifica objetos em tempo real e ajuda a evitar colisões. O robô sobe desníveis até 20 mm, mapeia várias casas ou pisos em 3D e guarda a estrutura de cada um, e conta com quatro sensores para evitar quedas em escadas. Com bateria de 5.200 mAh e capacidade de retomar a limpeza a partir de onde ficou depois de recarregar, o RV50 Pro Omni permite agendar limpezas, definir paredes virtuais e zonas de exclusão, e limpar apenas divisões específicas, tudo através da aplicação Tapo.

O Tapo RV50 Pro Omni está disponível em Portugal por um preço recomendado de 599,99 euros


№ 18

Raspberry Pi de 2GB volta a aumentar

O popular Raspberry Pi volta a sofrer aumentos devido ao custo da RAM, desta vez afectando as versões de 2 GB.

O aumento do custo das memórias RAM tem afectado tudo e todos, e os Raspberry Pi - outrora conhecidos por serem extremamente económicos - não escapam. A Raspberry Pi anunciou novos aumentos de preços para as versões de 2 GB do Raspberry Pi 4 e Raspberry Pi 5. A empresa explica que a situação se tornou insustentável e que não consegue manter os preços anteriores, depois de ter conseguido evitar aumentos nestes modelos durante a última revisão, em Abril.

A partir de agora, o Raspberry Pi 4 de 2 GB passa a custar 67,50 dólares, enquanto o Raspberry Pi 5 de 2 GB sobe para 77,50 dólares. Em ambos os casos, o aumento é de 12,50 dólares. Os restantes modelos não são afectados por esta alteração, incluindo as versões de 1 GB do Raspberry Pi 4 e Pi 5 e os Compute Module 4 e 5 com 2 GB.

A recomendação é a de que os clientes escolham os Raspberry Pi com memória adequada às suas necessidades, para não estarem a pagar mais; e termina com a esperança de que os preços da memória acabem por baixar e possam voltar as preços anteriores. Uma esperança que infelizmente poderá demorar anos a acontecer, e que poderá não agradar a todos os fãs que se sentiram traídos pelo bloqueio da troca de RAM nos RPI. Por outro lado, as opções alternativas também se vão reduzindo devido ao custo da RAM.

№ 19

Ataques da Rússia afectam sites pirata

Os ataques da Rússia a data centers na Ucrânia estão a causar problemas em sites populares de pirataria na internet, como o 1337x e NordicQuality.

Para além do horrível impacto a nível de perda de vidas humanas, as guerras da era moderna estão também a ter impacto a nível digital. Neste caso em concreto, a guerra entre a Rússia e a Ucrânia está a chegar a alguns dos mais populares sites de pirataria na net. Vários data centers ucranianos terão sido atingidos por ataques russos, provocando interrupções temporárias em plataformas de torrents como 1337x e NordicQuality. Ao contrário dos habituais ataques DDoS (Distributed Denial-of-Service), alguns servidores terão ficado offline devido a danos físicos provocados pelos ataques, tendo até começado a ser apelidados de ataques DDoS "Direct Destruction of Servers".

O 1337x já enfrentava ataques DDoS há vários meses, mas desta vez algumas máquinas da sua infraestrutura terão sido directamente afectadas. O NordicQuality passou por uma situação semelhante, mas entretanto ambos os sites voltaram a ficar online. Os ataques terão afectado várias empresas na região de Kyiv. Algumas instalações da Virtual Systems ficaram temporariamente offline, enquanto a MiroHost Ukraine terá sofrido a destruição completa das suas instalações. Também foram reportados danos em infraestruturas da CosmoNova, DataGroup e CityHost, além de instalações de operadores de telecomunicações. Várias empresas terão começado a transferir operações para outras regiões e até para outros países.

O caso do 1337x é particularmente relevante porque o tracker está online há quase 20 anos e continua entre os sites de torrents mais visitados do mundo apesar das inúmeras tentativas de bloqueio e encerramento. A plataforma regista dezenas de milhões de visitas mensais e, com o preço crescente dos serviços de streaming, é de imaginar que esteja em fase de aumento do número de visitantes.

№ 20

Agentes AI e o fim da web tradicional

Com a ascensão da era dos agentes AI, arriscamo-nos a ver o fim da era dos sites na web da forma que os conhecíamos.

Nem sempre á fácil reconhecermos que vivemos num momento crítico de mudança, mas desta vez isso parece ser mais que evidente. Com o rápido crescimento das tecnologias AI, e a popularização dos agentes AI pessoais, estamos num momento chave em que nos arriscamos a dizer adeus à web que conhecemos.

A World Wide Web - recuando à origem do "www" que foi perdendo significado - nasceu como uma forma de partilhar conhecimento e informação de forma global e sem barreiras, tendo mais que cumprido com esse propósito. No entanto, com o seu amadurecimento, foi também tornando-se num sistema cada vez mais pesado e com cada vez mais barreiras. Hoje em dia é praticamente impossível visitar um qualquer site sem ficar atordoado com a quantidade de popups e publicidade, que acabam por tornar a acesso à informação num verdadeiro tormento - o que levou à utilização quase imprescindível de adblockers nos browsers, que mesmo assim pode não resolver todas as questões: há também cada vez mais plataformas que dificultam a visibilidade, obrigando a fazer registos e login apenas para se poder ver algo que deveria estar visível desde logo. Ainda recentemente, o Reddit vai terminar os feeds RSS, e até o Google Maps vai obrigar a login para se poderem ver as reviews de locais.

Browsing the web has sucked since around 2010. Everything got enshittified, monopolized, and paywalled. The open web was a great moment in time but it’s over and hopefully something better will emerge from the ashes.

— Tim Sweeney (@TimSweeneyEpic) September 29, 2026
Tudo isto acaba por potenciar as condições para uma "tempestade perfeita". Os utilizadores, cada vez mais descontentes e frustrados com estas experiências, agradecerão toda e qualquer ajuda que surja; e essa ajuda está a surgir sob a forma dos agentes AI que, longe de serem perfeitos, evitam muitas destas chatices.

Vejamos, eu sou um dos próprios afectados, que fico em risco de ver menos pessoas visitarem o Aberto até de Madrugada porque poderão contentar-se com um resumo AI apresentado no Google ou outro motor de pesquisa. Ainda assim, dou por mim a usar cada vez mais a usar agentes AI para me fazerem resumos de notícias durante o processo de selecção - particularmente para fontes que sei de antemão que têm sites excessivamente "agressivos" e pouco amigáveis dos visitantes. Não é que deixe de os visitar (ou dar o devido crédito se for caso disso), mas poupa-me o trabalho de ter que lidar com os frequentes "clickbaits" a que nem sempre conseguimos escapar. Estes resumos rapidamente me permitem ver se realmente é algo relevante e interessante, ou se apenas alguma coisa que não justifica falar dela.

Ora, avancemos mais uns anos, para um futuro em que todos têm à disposição assistentes AI pessoais, capazes e funcionais. Será que ainda fará sentido existirem sites, ou teremos a maioria das pessoas a confiar num resumo diário de notícias que foi feito segundo os seus interesses pelos ditos agentes AI, e o mesmo para tratarem das suas compras online, pesquisas de coisas, e tudo o mais que, tradicionalmente, era feito manualmente?

Seja qual for o futuro que nos aguarda, sem dúvida que são tempos interessantes... especialmente para todos aqueles que têm acompanhado esta viagem desde os tempos em que "ter um computador em casa" era algo quase inconcebível, tal como a ideia de ter um pequeno dispositivo que coubesse no bolso e permitia telefonar de qualquer lugar onde se estivesse. :)