PlanetGeek

Ghostly abandona GitHub

29-04-2026 | 20:00 | Aberto até de Madrugada

O criador do Ghostly, popular terminal open-source, anunciou que irá abandonar o GitHub devido às falhas frequentes do serviço.

O Ghostly junta-se a outros projectos open-source que, nos últimos meses, estão a abandonar o GitHub. O popular terminal acelerado por GPU liderado por Mitchell Hashimoto vai transferir o seu repositório principal para outra plataforma após crescente frustração com a fiabilidade da plataforma - comprada pela Microsoft em 2018.

Segundo Hashimoto, as falhas frequentes do GitHub têm afectado seriamente o desenvolvimento, com interrupções qie afectam o seu trabalho quase diariamente.

Ghostty is leaving GitHub. I'm GitHub user 1299, joined Feb 2008. I've visited GitHub almost every single day for over 18 years. It's never been a question for me where I'd put my projects: always GitHub. I'm super sad to say this, but its time to go. https://t.co/DQDemHdytV

— Mitchell Hashimoto (@mitchellh) April 28, 2026
Apesar de ser utilizador do GitHub há muitos anos, Hashimoto confessa que que a decisão não foi fácil. Ainda assim, pretende continuar a usar a plataforma em projetos pessoais, mas considera que já não oferece a fiabilidade necessária para trabalho crítico.

O GitHub tem estado sob fortes críticas, não só devido às interrupções frequentes, como também vários bugs graves e falhas de segurança críticas (incluindo uma recente que dava acesso a projectos privados), para não falar do uso dos projectos para treino de AI.
O GitHub respondeu dizendo que tem estado sob a pressão constante de um aumento exponencial do número de projectos que aloja, devido à multiplicação do uso de agentes AI, e que têm feito todos os possíveis para melhorar o serviço e assegurar a sua fiabilidade.

Veremos se isso se concretiza em melhorias "que se sintam", antes que mais projectos populares abandonem a plataforma. Curiosamente, a própria OpenAI disse o mês passado que estava a criar uma alternativa, devido ao GitHub ter deixado de ser fiável.

Carros Xiaomi chegam à Europa em 2027

29-04-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

Os interessados nos automóveis da Xiaomi poderão contar com a sua chegada à Europa antes do final do próximo ano (2027).

Desde a sua entrada no segmento automóvel que os fãs europeus da Xiaomi esperam ansiosamente pela oportunidade de os poderem conduzir na Europa, e agora há uma indicação mais clara de quando isso poderá acontecer. Segundo as informações mais recentes, a Xiaomi aponta o segundo semestre de 2027 para o início das vendas na Europa.

Numa fase inicial, o foco estará nos mercados europeus mais desenvolvidos (esperemos que Portugal esteja nesse lote), e começará por se central nos modelos mais caros dos SU7 e YU7. Os modelos mais económicos chegarão numa fase posterior.
Embora isto signifique que os clientes europeus estejam a mais de um ano de distância da possibilidade de comprarem um automóvel Xiaomi, sempre será menos do que os utilizadores britânicos terão que esperar - pois as versões do SU7 e YU7 com volante à direita só deverão chegar em 2028.

Com sorte, isto significa que os consumidores europeus poderão potencialmente já desfrutar da segunda geração do YU7, se a Xiaomi fizer o "refresh" do modelo em meados do próximo ano, ao estilo da actualização que fez no YU7.

A grande incógnita, como sempre, será a que preços é que irão chegar até nós; sendo desde já garantido que não serão os preços praticados na China, onde o SU7 começa nos €27.500 e o YU7 começa nos €31.600 - a não ser que a Xiaomi queira "partir tudo" e entrar na Europa com grande estrondo! :).

Logitech MX Ergo M575 a €35

29-04-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

Para quem procura precaver-se contra as dores de pulso por utilizar um rato durante todo o dia, a mudança para uma trackball pode ser a solução.

Embora este tipo de ratos trackball continue a ser bastante menos popular que os ratos tradicionais, há toda uma legião de fãs que nem sequer consideraria outra coisa, permitindo reduzir os efeitos dos movimentos repetitivos feitos ao longo do dia a arrastar os ratos convencionais. Como vantagem adicional, é também perfeito para utilização em espaços mais limitados.
Este Logitech ERGO M575 Trackball está disponível por 35 euros na Amazon Espanha; e quem tiver orçamento mais alargado pode espreitar o Logitech MX Ergo normal.

Infelizmente, neste modelos mais económico os utilizadores não poderão contar com o sistema de ajuste do ângulo de inclinação, de 0 a 20º, que existe no modelo mais caro. Mas ainda assim, o seu formato já será bastante mais ergonómico que a maioria dos ratos. Além das vantagens na redução do movimento dos pulsos e antebraço, tem também a vantagem adicional de ser perfeito para trabalhar em espaços reduzidos - leia-se: sem espaço. Bastará apenas um pequeno período de habituação para quem vier de um rato convencional, e em breve nunca mais irão querer outro tipo de rato.


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Portáteis na Europa com USB-C obrigatório

29-04-2026 | 14:30 | Aberto até de Madrugada

A partir de agora, todos os portáteis vendidos na UE passam a ter a exigência de usar carregamento via USB-C, até aos 100W.

A União Europeia alargou as regras do uso de carregadores USB-C, que já se aplicavam aos smartphones, passando agora a incluir também os portáteis. A partir de agora, todos os novos portáteis vendidos na região devem suportar carregamento via USB-C, desde que não ultrapassem os 100W de potência. Equipamentos mais exigentes, como portáteis gaming, ficam para já de fora desta obrigação, podendo manter outras fichas de alimentação.

Esta medida dá continuidade à legislação que já tornou o USB-C obrigatório em smartphones, tablets e outros dispositivos desde 2024. O objectivo é uniformizar o carregamento entre diferentes equipamentos, permitindo usar um único carregador para vários dispositivos.
Ainda assim, a universalidade do USB-C não tem estado isenta de algumas problemas, já que existe grande variedade de coisas que podem ser suportadas ou não. Aliás, o próprio limite de 100W é reflexo disso, pois o USB-C pode suportar até 240W, mas como os cabos para estas potências ainda não são comuns, a UE fixou o limite nos 100W - mas com a indicação que o valor poderá ser ajustado à medida que a tecnologia evoluir.

Ainda assim a medida será certamente bem recebida pelos consumidores, contribuindo para a redução do lixo electrónico. Já se sabe que este tipo de transições não acontece de um dia para o outro e é algo que demora anos (ou décadas), mas faz com que seja possível carregar "qualquer dispositivo" com "qualquer carregador", tornando as antigas conversas "tens um carregador para Nokia/Samsung/iPhone/Motorola?" numa distante memória do passado.

Govee Ceiling Light Ultra funciona como "ecrã" no tecto

29-04-2026 | 14:24 | A Minha Alegre Casinha

O mais recente candeeiro LED de tecto da Govee pode funcionar como ecrã.

Depois dos candeeiros multi-RGB, a Govee dá um passo em frente com o seu maior candeeiro de tecto até agora, e que pode funcionar como ecrã de baixa resolução. O novo Ceiling Light Ultra utiliza uma matriz de LEDs que, graças ao controlo individual, consegue mostrar imagens e efeitos dinâmicos, servindo de resposta a quem deseja explorar as capacidades da iluminação inteligente.

Com 21" de diâmetro, o equipamento foi pensado para espaços maiores até 30 metros quadrados e oferece até 5.000 lúmens de brilho e suporta uma ampla gama de temperatura de cor, entre 2.700K e 6.500K. Tal como versões anteriores, inclui um anel de iluminação traseira que projecta luz ambiente no tecto ou na parede.
O grande destaque é a matriz frontal com 616 LEDs controlados individualmente. Estes permitem apresentar imagens, animações, combinações de cores e mais de 100 efeitos disponíveis, incluindo modos que reagem à música. Esta mesma grelha pode ainda mostrar imagens personalizadas, funcionando como um ecrã simples, com o difusor a suavizar o efeito dos pixeis individuais.


O Ceiling Light Ultra é compatível com plataformas como Matter, Alexa, Google Home e SmartThings, podendo integrar-se facilmente numa casa inteligente. Inclui também a funcionalidade DaySync, que ajusta automaticamente a iluminação ao longo do dia, acompanhando a luz natural e os ritmos circadianos.

O único senão é que, ao contrário dos candeeiros LED RGB da Govee que se podem encontrar a 50 euros, este Ceiling Light Ultra custa 250 euros.

Govee Ceiling Light Ultra funciona como "ecrã" no tecto

29-04-2026 | 13:00 | Aberto até de Madrugada

O mais recente candeeiro LED de tecto da Govee pode funcionar como ecrã.

Depois dos candeeiros multi-RGB, a Govee dá um passo em frente com o seu maior candeeiro de tecto até agora, e que pode funcionar como ecrã de baixa resolução. O novo Ceiling Light Ultra utiliza uma matriz de LEDs que, graças ao controlo individual, consegue mostrar imagens e efeitos dinâmicos, servindo de resposta a quem deseja explorar as capacidades da iluminação inteligente.

Com 21" de diâmetro, o equipamento foi pensado para espaços maiores até 30 metros quadrados e oferece até 5.000 lúmens de brilho e suporta uma ampla gama de temperatura de cor, entre 2.700K e 6.500K. Tal como versões anteriores, inclui um anel de iluminação traseira que projecta luz ambiente no tecto ou na parede.
O grande destaque é a matriz frontal com 616 LEDs controlados individualmente. Estes permitem apresentar imagens, animações, combinações de cores e mais de 100 efeitos disponíveis, incluindo modos que reagem à música. Esta mesma grelha pode ainda mostrar imagens personalizadas, funcionando como um ecrã simples, com o difusor a suavizar o efeito dos pixeis individuais.


O Ceiling Light Ultra é compatível com plataformas como Matter, Alexa, Google Home e SmartThings, podendo integrar-se facilmente numa casa inteligente. Inclui também a funcionalidade DaySync, que ajusta automaticamente a iluminação ao longo do dia, acompanhando a luz natural e os ritmos circadianos.

O único senão é que, ao contrário dos candeeiros LED RGB da Govee que se podem encontrar a 50 euros, este Ceiling Light Ultra custa 250 euros.

Gemini ganha memória em Portugal

29-04-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

Os utilizadores do Gemini em Portugal já podem dar uso à "Memória" e importação do histórico de outros assistentes AI.

A Google está a fazer chegar algumas das funcionalidades de personalização do Gemini a Portugal, para tornar o assistente AI mais útil e adaptado a cada utilizador. Com esta actualização (já lançada noutros países como os EUA) o Gemini passa a ter em consideração o histórico de interacções, reduzindo as respostas mais genéricas sem contexto do que já se falou.

Uma das principais novidades é a funcionalidade "Memória", que permite ao Gemini recordar informações de conversas anteriores. Com esta opção activa, o assistente passa a utilizar preferências e interesses do utilizador para dar respostas mais contextualizadas—desde sugestões de conteúdo a recomendações de livros ou ideias criativas. O utilizador mantém o controlo, podendo gerir ou desactivar esta função nas definições.
A Google está também a facilitar a mudança de outras plataformas para o Gemini. Os utilizadores podem importar memórias e histórico de chats de outros serviços. Ao transferir as preferências, relações, e contexto anterior, o Gemini consegue adaptar-se rapidamente e oferecer uma experiência mais personalizada desde o início, evitando a frustração de ter que recomeçar do zero. É também possível importar todo o histórico de conversas através de ficheiros, permitindo continuar interacções anteriores sem interrupções.

É de esperar que este tipo de capacidades passem a ser comuns nos serviços AI, já que todos eles estão em forte competição entre si e quererão simplificar ao máximo o processo de transferência para conquistar utilizadores dos assistentes concorrentes.

Google Translate faz 20 anos e ajuda na pronúncia

29-04-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

O popular Google Translate tem ajudado a fazer traduções há 20 anos, e ganha nova funcionalidade para ajudar a pronunciar correctamente as palavras e frases traduzidas.

O Google Translate está a celebrar 20 anos com uma nova funcionalidade para melhorar a aprendizagem de idiomas. Lançado em 2006 como uma experiência, o serviço evoluiu para uma ferramenta global que suporta cerca de 250 idiomas e mais de 60.000 combinações linguísticas, abrangendo aproximadamente 95% da população mundial.

Actualmente, o serviço traduz mais de um bilião de palavras por mês e é usado por mais de mil milhões de utilizadores. A tradução de inglês para espanhol continua a ser o par mais utilizado, enquanto o "thank you" é a expressão mais traduzida.




Para assinalar a data, a Google está a lançar a prática de pronúncia na app Translate. A funcionalidade usa AI para analisar a forma como o utilizador fala e fornece instruções sobre como melhorar a pronúncia e a fluência.

Numa fase inicial, isto fica disponível em Android em alguns mercados e idiomas, incluindo cenários interactivos para ajudar os utilizadores a ganhar confiança em situações reais - e faz com que, para cenários simples, deixe de ser necessário recorrer a outros serviços de aprendizagem de línguas.

Logitech MX Ergo Trackball a €76

29-04-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

Para quem procura precaver-se contra as dores de pulso por utilizar um rato durante todo o dia, a mudança para uma trackball pode ser a solução.

Embora este tipo de ratos trackball continue a ser bastante menos popular que os ratos tradicionais, há toda uma legião de fãs que nem sequer consideraria outra coisa, permitindo reduzir os efeitos dos movimentos repetitivos feitos ao longo do dia a arrastar os ratos convencionais. Como vantagem adicional, é também perfeito para utilização em espaços mais limitados.
Este Logitech MX Ergo Trackball está disponível por 76 euros na Amazon Espanha; e quem procurar algo mais económico pode espreitar o Logitech Ergo M575.

Para que nada fique ao acaso, os utilizadores poderão ajustar o ângulo de inclinação, de 0° até 20°, para o máximo conforto. Depois, bastará um pequeno período de habituação, para quem vier de um rato convencional, e arriscam-se a nunca mais querer outra coisa.


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Tensor G6 do Pixel 11 com novos cores ARM mas GPU "antigo"

29-04-2026 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

O próximo Tensor G6 da Google deverá chegar com os mais recentes cores ARM, mas manter um GPU PowerVR já conhecido.

Há novos rumores que antecipam detalhes sobre o Tensor G6, o próximo chipset da Google que deverá equipar a linha Pixel 11. Se a Google mantiver o calendário habitual, os novos smartphones deverão ser apresentados em Agosto, e tudo indica que teremos algumas alterações a nível do desempenho.

Segundo a informação avançada, o Tensor G6 terá uma nova configuração com 7 núcleos ARM. Entre eles está um núcleo C1 Ultra de alto-desempenho a 4.11GHz, acompanhado por seis núcleos C1 Pro optimizados para diferentes frequências. Face ao Tensor G5, trata-se de uma melhoria clara ao nível do processamento.
Já no campo gráfico, as novidades parecem ficar aquém do que se desejaria. O Tensor G6 deverá incluir um GPU PowerVR da série C, que não é propriamente recente. Mesmo que seja uma versão actualizada e personalizada pela Google, não se espera que esteja à altura dos GPUs utilizados nos chips topo de gama dos concorrentes, parecendo indicar que a Google não está muito preocupada com as prestações da série Pixel 11 a nível de jogos.

Ficamos também a saber os nomes de código internos dos dispositivos: Cubs, Grizzly e Kodiak; relativos respectivamente ao Pixel 11, 11 Pro e 11 Pro XL. Rumores anteriores indicam também a possível inclusão de um novo chip de segurança Titan M3, reforçando a protecção dos dispositivos.

Xiaomi 17 e 15T Pro com Android 17 beta

29-04-2026 | 07:00 | Aberto até de Madrugada

Quem tiver um Xiaomi 17 ou 15T Pro já pode experimentar o próximo Android 17 - em versão beta.

A Xiaomi lançou o programa Android 17 Developer Preview, dando acesso antecipado à nova versão do sistema a um conjunto limitado de dispositivos. Por agora a actualização fica disponível para os Xiaomi 17, 17 Ultra e 15T Pro, com mais equipamentos a serem suportados no futuro.

Tal como nas versões anteriores, o objectivo é permitir que developers testem apps e funcionalidades antes do lançamento oficial da próxima geração do sistema Android. Esta primeira versão também revela mudanças na estratégia da HyperOS, mostrando uma maior aproximação entre o sistema da Xiaomi e as versões do Android. Em vez de avançar para HyperOS 4, a Xiaomi deverá associar o Android 17 ao HyperOS 3.3, saltando a versão 3.2 por razões ainda desconhecidas. A preview mostra também as bases de um novo design da HyperOS, embora as mudanças mais visíveis devam ficar guardadas para mais tarde.

Como sempre, não é aconselhável instalar esta versão beta no smartphone principal, já que surge com a habitual dose de riscos associada ao uso de software ainda em desenvolvimento - embora se possa argumentar que, há muitos anos que os consumidores são tratados como permanentes beta testers.

Claude apaga toda a cloud de uma empresa

28-04-2026 | 20:00 | Aberto até de Madrugada

O fundador da PocketOS partilhou o cenário de pesadelo que viveu, quando o Claude decidiu apagar toda a sua plataforma - incluindo os backups.

Um agente de programação com IA, baseado no modelo Claude da Anthropic, terá apagado toda a base de dados de uma empresa em apenas nove segundos, expondo os riscos crescentes da automação AI em ambientes de produção. O incidente afectou a PocketOS, uma plataforma utilizada por empresas de aluguer de automóveis, onde o agente AI estava a executar uma tarefa de rotina quando, inesperadamente, desencadeou a acção indesejada.

Segundo o fundador da empresa, o agente tentou resolver um problema por iniciativa própria e acabou por eliminar um volume de armazenamento associado à base de dados de produção. A situação agravou-se devido ao facto do fornecedor cloud guardar os backups no mesmo volume, que assim foram apagados em simultâneo. O resultado foi a perda de meses de dados críticos de clientes - apenas foi possível recuperar um backup com três meses de idade.
Quando confrontado, o Claude acabou por explicar a decisão, admitindo que fez suposições sem pedir confirmações, e sem ter lido devidamente a informação referente ao sistema de armazenamento. O caso revelou várias falhas em cadeia, desde a falta de salvaguardas no sistema de AI até a decisões de arquitectura arriscadas, como APIs sem confirmação para acções críticas e permissões demasiado abrangentes; sendo também apontado o dedo ao fornecedor de cloud, por não guardar os backups num local onde não fossem afectados por este tipo de lapsos.

Este é um dos casos mais flagrantes do ano (até ao momento!) dos riscos da dependência excessiva da AI, mas com estas ferramentas a tornarem-se cada vez mais populares, não será certamente o último.

Dreame mostra o seu super-carro com "foguetes"

28-04-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

A Dreame revelou o Nebula Next 01 Jet Edition, que promete ser o carro mais radical de sempre - caso se torne realidade.

A Dreame, conhecida sobretudo pelos seus aspiradores robot, tem estado a prometer um carro há cerca de um ano, e agora revelou o Nebula Next 01 Jet Edition - que chega com um design bastante diferente daquele que tinha sido mostrado há alguns meses.

Este carro promete acelerar dos 0 aos 100 km/h em apenas 0.9 segundos, graças a um sistema de foguetes duplos. A empresa diz que esta solução inspirada na indústria aeroespacial consegue até 100 kN de impulso com tempos de resposta muito rápidos, embora surjam as legítimas dúvidas quanto à sua viabilidade de utilização real.
As promessas estendem-se também ao uso das mais avançadas tecnologias no resto do carro, incluindo uma bateria de estado sólido com densidade superior a 450 Wh/kg, sistema steer-by-wire, e também o mais avançado sistema LIDAR 4K a cores com 4.320 linhas e alcance até 600 metros.



Por agora, são tudo coisas "boas demais para serem verdade", o que lança sérias dúvidas sobre se este carro chegará a ter produção comercial. Ainda assim, há quem acredite que será mais provável a Dreame fazer chegar este carro às mãos dos interessados, do que a Tesla lançar o novo Roadster - que apresentou em 2017(!) e, quase uma década depois, ainda não tem data para chegar aos clientes que já pagaram por ele.

Hub USB 3.2 Sabrent 7-portas com interruptores individuais a €34

28-04-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

Precisam de um hub USB 3.2 com quantidade generosa de portas, mas que também permita desligá-las individualmente sem tirar / meter fichas? Então espreitem este hub.

Os hubs USB tornaram-se uma necessidade da vida moderna, especialmente para acompanharem os portáteis que vêm equipados com poucas portas USB, que rapidamente se esgotam assim que ligamos um teclado e rato externo. Adicionalmente, há casos particulares, de pessoas que precisam de um número superior de portas USB. Este hub da Sabrent tem 7 portas que permitem maior liberdade na quantidade de dispositivos USB que podemos utilizar, mas o que o torna mais especial é o facto de todas as portas contarem com o seu próprio botão para que possam ser ligadas ou desligadas individualmente.
O hub USB 3.2 Sabrent 7-portas com interruptores está disponível por apenas 34 euros na Amazon Espanha, e inclui fonte de alimentação de 36 W.

Pode ser o companheiro ideal para quem tiver que fazer a replicação de pens USB em média escala (se precisar de mais, pode sempre investir num hub de 10 portas ou hub de 16 portas, também com interruptores), ou simplesmente que tenha uma série de equipamentos USB que deseje manter acessíveis (por exemplo: gravador CDs externo, scanner, câmaras digitais, webcam, discos externos, etc.) mas com a possibilidade de os poder desligar sem retirar a ficha - algo que até pode funcionar como medida de protecção, prevenindo que uma infecção de ransomware se possa espalhar a um disco externo de backup, que apenas se ligue para os backups e depois se mantenha desligado.


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Nvidia RTX 4090 falsificada é difícil de detectar

28-04-2026 | 14:30 | Aberto até de Madrugada

Os preços elevados das placas gráficas estão a tornar as fraudes cada vez mais evoluídas e difíceis de detectar.

O caso de um RTX 4090 falsa mostrar ao ponto a que estão a chegar os esquemas de fraude com GPUs. Uma susposta ASUS ROG Strix RTX 4090 em segunda mão, que à primeira vista parecia ser totalmente legítima, acabou por não o ser.

O que torna este caso particularmente preocupante é o nível de detalhe. O GPU e os chips de memória GDDR6X tiveram as marcações originais removidas e substituídas por gravações a laser que imitam uma RTX 4090 real. Os códigos e logótipos pareciam correctos, tornando praticamente impossível identificar a fraude sem uma análise mais profunda.


A investigação revelou ainda mais tentativas de esconder o esquema. O GPU estava coberto com um composto para dificultar a identificação, enquanto a memória também apresentava sinais de manipulação. Este tipo de fraude é possível porque GPUs de gerações anteriores partilham layouts semelhantes com modelos mais recentes, permitindo reutilizar ou modificar componentes para criar cópias convincentes. Embora estas placas acabem por falhar no uso real, podem enganar compradores ou até passar em inspeções superficiais, o que torna a compra de placas gráficas usadas, particularmente das gamas de topo, num risco elevado.

Algo a ter em conta para quem estiver a considerar comprar placas 3090/4090, que não só ainda são bastante decentes nos jogos, como têm grande procura para processamento AI - podem é ficar assustados com os preços que são pedidos por estas placas no mercado de segunda mão.

Europa pode obrigar Android a ter várias "AI" à escolha

28-04-2026 | 13:00 | Aberto até de Madrugada

Em breve poderemos juntar a escolha de um "agente AI" alternativo ao Android, ao estilo do que acontece com a escolha dos browsers e motores de pesquisa.

A Comissão Europeia quer que a Google facilite o acesso às funcionalidades AI no Android, considerando que o actual sistema dá uma vantagem injusta ao Gemini. Após uma investigação inicial ao abrigo da Digital Markets Act (DMA), os reguladores defendem que o Android deve facilitar a integração de serviços AI de terceiros, podendo obrigar a mudanças já este verão. A Google, por sua vez, considera que se trata de uma intervenção excessiva e injustificada.

No centro da questão está a integração do Gemini no Android. O assistente vem pré-instalado na maioria dos dispositivos e tem acesso privilegiado a funcionalidades do sistema a que outras apps de AI não conseguem aceder. Embora seja possível instalar alternativas como o ChatGPT, estas não têm o mesmo nível de acesso, por exemplo ao enviar emails ou interagir com funções do sistema. A União Europeia pretende equilibrar este cenário, exigindo maior abertura das capacidades a agentes AI alternativos. Entre as propostas estão coisas como permitir que assistentes de terceiros sejam activados a nível do sistema, acedam ao conteúdo no ecrã e utilizem dados locais para sugestões, ou obrigar a Google a disponibilizar APIs que permitam o controlo de apps e funções do sistema. Sem surpresas, a Google argumenta que estas mudanças levantariam sérias preocupações de segurança, aumentaria custos, e reduziria a flexibilidade dos fabricantes.
Para já, trata-se apenas de uma proposta em análise, com recolha de contributos até meados de Maio e uma decisão final prevista para o final de Julho. De qualquer forma, parece ser algo inevitável, ao estilo do que já aconteceu nos browsers e motores de pesquisa. Resta apenas lamentar que a UE se esteja a focar apenas no Android, em vez de desde logo adoptar uma postura mais abrangente, que englobasse todo e qualquer sistema que disponibilize serviços AI, incluindo o iOS, Windows e macOS.

Robot Unitree joga ping-pong sem câmaras externas

28-04-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

Investigadores treinaram um robot humanóide Unitree G1 para jogar ténis de mesa de forma autónoma, sem usar sistemas externos.

Recentemente falamos do robot Ace da Sony, que conseguiu derrotar atletas profissionais no ténis de mesa. Mas, trata-se de um sistema de braço robot numa estrutura móvel, que utiliza uma dezena de câmaras externas.

Tal como tinhamos dito na altura, seria bastante mais justo que só se pudesse dizer que os robots superaram os humanos no ténis de mesa quando isso fosse conseguido usando um robot humanóide, a funcionar apenas com os seus próprios "olhos". E, afinal, isso não está assim tão longe. Investigadores do HKU MMLab e da Kinetix AI desenvolveram o SMASH, um sistema que treinou um robot humanóide Unitree G1 para jogar ping pong usando apenas os seus próprios sensores (câmaras).



O modelo começou por usar dados recolhidos usando o habitual sistema de câmaras externas, mas apenas para efeitos de treino. Posteriormente esses dados foram integrados num modelo que permite que o robot jogue de forma completamente autónoma.

É certo que as suas capacidades são mais limitadas que o robot Ace, e não estará (ainda) à altura de competir com jogadores profissionais, mas já é capaz de manter um jogo continuado com jogadores casuais. Ao ritmo a que as coisas têm evoluído, ninguém ficará surpreso se, daqui por um ou dois anos, já tiveremos estes robots humanóides a disputar partidas com os atletas de topo da modalidade.

Apple lança anuidade a prestações mensais na App Store

28-04-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

A Apple lançou uma nova modalidade de subscrição que tenta combinar os planos anuais com "suaves" pagamentos mensais.

A Apple anunciou uma nova opção de subscrição na App Store que pretende tornar os pagamentos mais flexíveis sem perder as vantagens dos planos anuais. A novidade chama-se subscrição mensal com compromisso de 12 meses e permite aos developers oferecer preços mais baixos - normalmente associados aos planos anuais - mas pagos mês a mês.

Na prática, os utilizadores pagam uma mensalidade, mas comprometem-se em permanecer durante um período de 12 meses. Apesar dos clientes poderem cancelar a subscrição a qualquer momento, isso só afectará a renovação da mesma após o pagamento das mensalidades em falta. A Apple refere também melhorias na transparência, com os utilizadoresa poderem ver facilmente quantos pagamentos já fizeram e quantos faltam até completar o plano anual. Do lado dos developers, a funcionalidade já está disponível para configuração através do App Store Connect e pode ser testada no Xcode. A disponibilização para o público está prevista para o próximo mês, com a chegada do iOS 26.5.

Ou seja, esta modalidade acaba por ser literalmente a opção de subscrever um serviço por um ano, mas com os pagamentos distribuídos mensalmente. Para os developers é uma forma de "agarrarem os clientes" por um ano, para os utilizadores é uma forma de poderem optar pelo preço de uma anuidade sem terem que se preocupar com um pagamento mais avultado logo no início.

Ganha uma pen USB SanDisk Ultra Eco

28-04-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta vez a escolha recai sobre uma pen USB SanDisk Ultra Eco de 64 GB.

As pens USB continuam a ser extremamente práticas para transportar os nossos conteúdos digitais de um lado para o outro, com a grande vantagem adicional de não ficarem dependentes de se ter uma ligação à internet. Por isso, esta semana temos para oferecer esta útil pen USB SanDisk Ultra Eco de 64 GB, com velocidades de até 100 MB/s.
Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

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Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.

Porsche apresenta Cayenne Coupé Electric

28-04-2026 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

A Porsche fez crescer a nova gama Cayenne eléctrica com uma variante Coupé que promete cativar os fãs da marca germânica.

A Porsche apresentou oficialmente o novo Cayenne Coupé Electric 2026 durante o Auto China 2026 em Pequim, reforçando a sua aposta na electrificação com um SUV que combina desempenho extremo com um design mais desportivo.

Ao contrário dos SUVs tradicionais, que tendem a ter um visual mais "robusto", esta versão coupé aposta numa silhueta inspirada no icónico 911, com uma linha de tejadilho mais inclinada na traseira. Esta escolha não é apenas estética, já que também permite melhorar a aerodinâmica. O modelo atinge um coeficiente de de 0.23, ligeiramente melhor do que os 0.25 da versão convencional, o que contribui para uma autonomia superior. Dependendo da versão, o Cayenne Coupé Electric pode chegar até aos 669 km por carga.

Apesar do visual mais elegante, continua a ser um SUV de grandes dimensões. Mede quase cinco metros de comprimento (4.985 mm) e 1.980 mm de largura, sendo também ligeiramente mais baixo que a versão standard. A Porsche aplicou ainda um para-brisas específico e um spoiler traseiro activo.
A gama inclui três versões. O modelo base oferece 300 kW de potência (cerca de 408 cv), podendo atingir 325 kW com o modo Launch Control. A aceleração dos 0 aos 100 km/h faz-se em 4.8 segundos, com uma velocidade máxima de 230 km/h. A versão intermédia, Cayenne S Coupé Electric, sobe para 400 kW (até 490 kW com overboost), reduzindo o tempo dos 0 aos 100 km/h para 3.8 segundos e aumentando a velocidade máxima para 250 km/h. No topo da gama está o impressionante Cayenne Turbo Coupé Electric, com 630 kW de potência base e até 850 kW com boost - o equivalente a mais de 1.100 cavalos. Este modelo consegue acelerar dos 0 aos 100 km/h em apenas 2.5 segundos, com velocidade máxima de 260 km/h, números mais típicos de supercarros do que de um SUV.

O sistema eléctrico utiliza arquitectura de 800V, permitindo carregamentos rápidos até 400 kW. Em condições ideais, isto significa tempos de carregamento bastante reduzidos. Para uso doméstico, o carro inclui um carregador de 11 kW, com opção de upgrade para 22 kW.
No interior, a tecnologia assume papel central. O habitáculo inclui vários ecrãs, incluindo um dedicado ao passageiro, além de um painel de instrumentos digital e um head-up display opcional. A interface permite personalização através de widgets, numa lógica semelhante à de um smartphone.

Apesar da vertente desportiva, o Cayenne Coupé Electric mantém a versatilidade esperada de um SUV. A bagageira oferece entre 534 e 1.347 litros de capacidade, a que se junta um compartimento frontal com 90 litros. O modelo suporta ainda reboque até 3.500 kg e inclui suspensão pneumática de série para maior conforto. Para quem procura reduzir peso e melhorar a performance, a Porsche disponibiliza a habitual longa lista de opcionais, incluindo um pacote Lightweight Sport, que inclui tejadilho em fibra de carbono e jantes específicas de 22".

Como é habitual, é o tipo de carro que se destina a uma clientela que não se preocupa em ter que perguntar o preço antes de decidir se quer ter um.