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№ 01

Coluna BT Tronsmart Bang SE a €69

Há quem procure colunas Bluetooth dando preferência ao factor mobilidade; há quem o faça para obter os graves e volume que ficam a faltar quando se ouve música a partir do smartphone. Esta Tronsmart Bang de 40 W é uma coluna que resolve ambos os problemas.

A Tronsmart Bang SE de 40 W é uma versão renovada e melhorada da anterior Mega Pro, adoptando um novo aspecto que adiciona detalhes práticos, como uma pega de transporte e iluminação RGB, mantendo a qualidade de construção acima da média. Acima de tudo, é capaz de impressionar com a sua qualidade sonora mesmo a elevados níveis sonoros, que lhe permite enfrentar todo o tipo de situações: quer seja para situações de uso individual para melhor apreciar música, uma festa com amigos, ou para fortalecer uma apresentação feita a partir de um portátil ou tablet.
A coluna Bluetooth Tronsmart Bang SE está disponível por 69 euros na Amazon Espanha.

Conta com protecção IPX6 contra poeiras e salpicos, permitindo-lhe enfrentar uma maior variedade de ambientes, autonomia para até 24 horas de diversão, pode funcionar como power bank para recarregar outros dispositivos, e também permite emparelhar colunas adicionais para festas sem limites.

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№ 02

GeForce RTX 3060 de 12 GB volta às lojas

A Nvidia fez regressar às lojas a GeForce RTX 3060 de 12 GB, uma placa de 2021 que chega com preço ao mesmo preço que tinha.

Servindo como mais um exemplo do cenário surreal que se vive com as memórias e os GPUs, a NVIDIA voltou a colocar no mercado a GeForce RTX 3060 de 12 GB. A decisão surge devido à forte procura por placas gráficas para o segmento médio e à dificuldade dos fabricantes em responder à procura, já que a maior parte da produção continua direccionada para a indústria da inteligência artificial, disposta a pagar valores exorbitantes.

A RTX 3060 reaparece com um preços que podem superar os 400 euros na Europa, mais cara que a RTX 5060 de 8GB (€300) e praticamente ao nível das RTX 5060 Ti. Apesar dos seus 12 GB de VRAM, a RTX 3060 continua a ser uma placa baseada numa arquitectura bastante mais antiga do que a série RTX 50xx. Ficam de fora tecnologias como o DLSS 4.5, Tensor Cores mais rápidos e outras melhorias da arquitetura Blackwell. A maior capacidade de memória poderá dar alguma vantagem em alguns jogos mais exigentes, mas as diferenças apenas se fariam notar a jogar em resoluções 4K, que não são as resoluções recomendadas para placas desta gama.

É por isso uma situação caricata e que não faz grande sentido, quase parecendo algo que melhor seria adequado para uma piada de 1 de Abril - o relançamento de uma placa com cinco anos, mais cara que a das gerações actuais - mas que se torna representativa da loucura que se vive actualmente no sector.

№ 03

Ganha um mini powerbank Bogseth de 10000 mAh

Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta vez a escolha recai sobre um powerbank Bogseth de 10000 mAh.

Sempre prático para todas as ocasiões, este powerbank permite prolongar a tranquilidade de utilizar um smartphone (ou outros equipamentos electrónicos) longe de uma tomada e carregador. No caso deste Bogseth de 10000 mAh, serve de backup compacto que pode recarregar um smartphone várias vezes, esticando a sua autonomia enquanto se está longe de uma tomada ou porta USB.

Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

Loading…

Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.

№ 04

Xbox despede milhares e corta estúdios

A Xbox está a ser alvo de grandes alterações, com milhares de despedimentos e a separação de vários estúdios de jogos que tinha comprado.

A Microsoft está a avançar com uma profunda reestruturação da divisão Xbox, que inclui o despedimento de cerca de 1.600 colaboradores e a separação de quatro estúdios de desenvolvimento. A medida faz parte de um plano mais alargado que prevê reduzir aproximadamente 20% dos postos de trabalho da Xbox até Julho de 2027.

Como parte desta reorganização, a Double Fine e a Compulsion Games voltarão a ser estúdios independentes, regressando à liderança dos seus fundadores. A Microsoft também vai vender a Ninja Theory, responsável por Hellblade, e a Undead Labs, criadora de State of Decay, mas garantindo que os projectos em desenvolvimento continuam previstos para lançamento.

This is an important email I sent today to all employees at XBOX:

Team,

We are beginning the most significant restructure in XBOX history. After careful consideration, I've made the difficult decision to reduce our team by approximately 3,200 throughout FY27. This will include…

— ASHA (@asha_shar) July 6, 2026
A empresa revelou ainda que está a analisar o futuro da Arkane Studios, responsável pelo jogo Blade, que enfrenta atrasos e custos superiores ao previsto. Além disso, várias equipas da Bethesda, Activision, Blizzard, King, Mojang e Xbox Game Studios também serão afectadas pelos cortes, embora a Microsoft assegure que nenhum dos jogos já anunciados foi cancelado. Em vez de apostar na aquisição de pequenos estúdios independentes, a Microsoft pretende concentrar os seus recursos nos títulos mais populares, mas dizendo que isso permitirá uma maior capacidade para continuar a apoiar criadores independentes.

A "limpeza" também irá abranger os cargos executivos e de direcção, com Asha Sharma a dizer que pretende manter um máximo de 3-5 níveis de gestão para agilizar as operações. Medidas que têm impacto radical imediato, mas que são necessárias para estancar as perdas da divisão, que ascendiam a 64% de todo o valor investido.

№ 05

Valar Atomics mostra microreactor niclear a funcionar

A Valar Atomics torna-se numa das primeiras startups de energia nuclear a demonstrar o seu microreactor a funcionar.

A Valar Atomics demonstrou o seu microreactor nuclear Ward 250, utilizando-o para alimentar um computador com chip Nvidia RTX Spark. Durante a apresentação, a empresa ligou o reactor a cerca de 37% da sua capacidade, produzindo electricidade suficiente para colocar o sistema em funcionamento e alimentar um servidor que alojava um website (nuclearwebsite.com) que podia ser visitado por qualquer pessoa.

A empresa aproveitou o evento para anunciar uma parceria com a Nvidia, com o objectivo de desenvolver um datacenter AI de 30 MW alimentado totalmente por energia nuclear e concebido para funcionar em circuito fechado, eliminando a necessidade de consumir água das redes locais para arrefecimento.
O Ward 250 utiliza urânio para gerar calor através de fissão nuclear, convertendo essa energia em electricidade através de um sistema de hélio pressurizado e de um gerador termoelétrico. Embora a empresa diga ser a primeira startup a produzir energia com este tipo de tecnologia, o Departamento de Energia dos EUA indica que outras empresas já alcançaram marcos semelhantes no desenvolvimento de pequenos reactores modulares (o Unity da Deployable Energy e o Mark-0 da Antares Nuclear).

O interesse por energia nuclear tem aumentado entre as grandes empresas tecnológicas devido ao rápido crescimento dos datacenters dedicados à inteligência artificial. Gigantes como Amazon, Google, Microsoft, Nvidia e Oracle estão a investir em soluções que reduzam a dependência e impacto nas redes eléctricas tradicionais, e que minimizem o consumo de água. Dito isto, para todos os alarmistas que apregoavam o caos nas redes de distribuição devido aos automóveis eléctricos - refira-se que os datacenters actualmente já consumem mais de 10x da energia gasta pelos automóveis eléctricos.

№ 06

Erro do Discord baniu milhares de utilizadores desde Maio

O Discord reconheceu ter havido um erro nos sistemas de detecção de imagens abusivas, que baniu mais de 8 mil utilizadores desde Maio sem real justificação.

Perante os relatos crescentes de utilizadores que diziam ter sido banidos do Discord por terem publicado imagens perfeitamente comuns - com aparente propensão para considerar imagens em grelha como sendo abusivas - a empresa confirmou que o problema foi causado por um erro no seu sistema de moderação automática.

Um bug fez com que algumas imagens com padrões em grelha, incluindo folhas de cálculo, tabuleiros de xadrez, ou até capturas de ecrã do inventário de Minecraft, fossem incorretamente identificadas como conteúdo ilegal. Para piorar, havia um segundo erro que impediu que algumas das contas afectadas fossem restauradas automaticamente.

I want to apologize for a bug we fixed that over the weekend wrongly banned ~200 users over grid-like images, and ~8,000 more since May over other benign images. Everyone affected has now been unbanned. Learn more about how happened from this @discord_support thread. https://t.co/W8koqIXiKH

— Stanislav (@svishnevskiy) July 7, 2026
Para se ter uma noção da escala do problema, só durante o último fim de semana foram banidas cerca de 200 contas por engano, e o problema afectou mais de 8.200 contas desde Maio.

O Discord pediu desculpa pelo incidente e diz que todas as contas já foram restauradas - algo que é disputado por alguns dos utilizadores afectados - e dizque está a reforçar os seus sistemas de moderação para reduzir o risco de falsos banimentos no futuro.

Este é infelizmente mais um exemplo daquilo que se passa de forma geral em todas as plataformas. Quando as ferramentas de moderação erram, os utilizadores são expulsos sem qualquer método viável de reportarem os erros ou de verem a situação rectificada. Imaginem ser um utilizador activo do Discord, e estarem desde Maio sem poderem usar o serviço, só porque publicaram uma imagem totalmente inocente, e dois meses mais tarde surgir o "ah, desculpe lá, foi erro nosso".

Olha que bonito, a Meta limitou-me a conta por ter dado notícias a falar das suas falhas de segurança (diz que é conteúdo "ilegal"). E sem hipótese de recurso. 🤪 pic.twitter.com/5ROcUeNS57

— Carlos Martins (@ptnik) June 8, 2026
No Facebook lido semanalmente com coisas idênticas, com a Meta a considerar que muitas notícias são "ilegais", ou a considerar que promoções de venda de pilhas são venda de droga (bem sei que em décadas passadas as crianças gostavam de meter a língua nas pilhas de 9V, mas não sei até que ponto será isso que o sistema AI da Meta está a considerar ilegal) - e, novamente, sem qualquer ferramenta adequada para reportar isso: é que nos pedidos de revisão nem sequer há opção de dizer "o sistema falhou", as opções são apenas de que a culpa está sempre do lado do utilizador!

№ 07

X ganha editor de vídeo básico no iOS

Não escapando às críticas de que se está a tornar num "TikTok", o X lança novo editor de vídeo básico na versão iOS.

O X anunciou um novo editor e gravador de vídeo para a aplicação de iPhone, introduzindo várias funcionalidades que já se tornaram comuns noutras plataformas. Entre as capacidades estão uma ferramenta de "Green Screen" que permite utilizar publicações da plataforma ou fotografias como fundo dos vídeos, assim como legendas sobrepostas em vários idiomas com opções de personalização.

Segundo a empresa, o objectivo é facilitar a criação de conteúdo original directamente na app e oferecer melhores ferramentas aos criadores. Com a promessa de novas funcionalidades nas próximas semanas - sendo que ainda terá um longo caminho pela frente até se aproximar das capacidades do TikTok (e do CapCut).

Record in segments, green screen any photo, video or post, and add captions in your style. A new way to create videos, now live on iOS.

More tools are on the way. X will be the best place to create and earn from original content. pic.twitter.com/DaZNdcNdmK

— Creators (@XCreators) July 6, 2026
E precisamente a esse respeito, a empresa aproveitou também para responder às críticas de que a plataforma está a tornar-se "mais um TikTok". De acordo com Nikita Bier, os vídeos já representam quase metade de todas as visualizações na plataforma, mas muitos dos conteúdos mais populares são cópias de vídeos "reciclados" de outras plataformas, muitas vezes já com anos.

O X quer evitar esse fenómeno e incentivar que os criadores criem vídeos totalmente originais na plataforma, que se tornem virais, e dando até a entender que há boas oportunidades para quem se dedicar a isso. Ou seja, a resposta às críticas de que se está a tornar num TikTok, é a confirmação de que o X efectivamente se quer tornar no TikTok.

№ 08

Headphones Sony WH-1000XM5SA a €232

Os headphones Sony WH-1000XM5, uma das referências em termos de cancelamento de ruído, estão disponíveis a um preço reduzido.

Sucessores dos já excelentes WH-1000XM4, esta geração XM5 vem com 8 microfones e com um processador adicional, que promete maior eficácia na redução de ruído nas frequências médias e altas. O design foi alterado mas mantêm-se os controlos via toques e swipes, e com botão físico para activar o modo de cancelamento de ruído. No capítulo sonoro, a Sony trocou os drivers de 40 mm por novos de 30 mm, que diz serem capaz de produzir som "mais natural". Esta variante "SA" dispensa o estojo rígido de transporte e troca-o por uma bolsa.
Os headphones WH-1000XM5SA estão disponíveis por 232 euros na Amazon Espanha - ou, se preferirem o modelo mais recente, podem espreitar os XM6.

Com design over-ear e autonomia para 30 horas de funcionamento, são o tipo de headphones que depressa se tornará no melhor amigo de quem gosta de eliminar os ruídos exteriores para se concentrar naquilo que está a fazer, e que serão especialmente eficazes no caso de quem gosta de aproveitar viagens de comboio ou avião para ir adiantando trabalho, ou simplesmente desfrutar de momentos de música (ou vídeo) sem se preocupar com os barulhos exteriores.


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№ 09

Backups do Android passam a descontar mais espaço na cloud

A Google vai passar a contabilizar os backups de SMS para o espaço na cloud.

A Google está a alterar a forma como as cópias de segurança do Android utilizam o armazenamento da conta Google. Em breve, todos os dados incluídos no backup, como mensagens SMS, histórico de chamadas e definições do dispositivo, passarão a contar para o espaço disponível na conta.

Até agora, apenas alguns conteúdos, como as fotografias do Google Photos e as mensagens MMS, ocupavam espaço de armazenamento. Como é habitual quando se trata de "tirar" algo aos utilizadores, a Google diz que esta alteração terá um "impacto reduzido", já que uma cópia de segurança média destes dados deverá utilizar apenas cerca de 40 MB. No entanto, e como qualquer utilizador intensivo de WhatsApp (com muitas centenas de MB ou mesmo alguns GB) poderá confirmar, isto parece ser uma forma da Google se precaver contra o eventual sucesso das mensagens RCS que possa levar a um crescimento idêntico do tamanho dos arquivos.
Pelo lado positivo, esta alteração chega com mais controlo dado aos utilizadores. Novas opções permitirão escolher se as mensagens SMS e MMS, o histórico de chamadas, e as definições do dispositivo, devem ou não ser incluídos nas cópias de segurança, facilitando a gestão do espaço e aquilo que é restaurado quando se muda de smartphone.

Estas alterações já estão em distribuição e deverão chegar gradualmente a todas as contas Google ao longo dos próximos meses.

№ 10

iOS 27 beta 3 chega com visual mais impressionante

Na 3ª versão beta do iOS 27, a Apple aplicou algumas melhorias visuais nas animações da Siri e transições.

A Apple disponibilizou a terceira versão beta para programadores do iOS 27. A nova actualização inclui várias correções de erros, melhorias de desempenho, e algumas novidades que estão a atrair as atenções.

Além de finalmente se ter acesso às opções de voz e expressão da Siri (nos iPhones com 12GB de RAM, que actualmente são os iPhone 17 Pro e o iPhone Air), temos também uma nova animação da mesma que foi buscar inspiração à esfera luminosa flutuante usada nos óculos Vision Pro. A nova animação faz com que a esfera pareça também flutuar sobre o ecrã do iPhone, com efeitos luminosos bem conseguidos.

The Siri AI listening animation is one of those rare situations where Apple’s incredible attention to detail still shines. I wonder how they managed to get this beautiful result pic.twitter.com/xwGQFr2g0k

— ldt (@madeby_ldt) July 6, 2026
Há outras coisas que foram descobertas, como a correcção do arrasto dos icons no home screen, que anteriormente fazia com que fosse difícil arrastar apps para dentro de pastas, já que o seu movimento reposicionava as pastas, de forma aparentemente aleatória que obrigava a inúmeras tentativas.

Apple FINALLY fixed this in iOS 27 😭🙏 https://t.co/VkyQwpVVX2 pic.twitter.com/SeAmBb9V1Z

— sid (@immasiddx) July 5, 2026
Mas, a novidade que tem dado mais que falar é a nova transição para o ecrãs das notificações, que aplica um efeito de segmentação tradicional do background, criando uma transição bastante curiosa com efeito 3D de elementos que podem ficar à frente / atrás dos icons no ecrã.

Not sure if this is a bug or a feature, but in iOS 27 Beta 3, swiping down the notification panel while using a depth effect wallpaper creates a cutout around the wallpaper’s subject, even when you’re inside an app.

Looks cool ngl pic.twitter.com/WCpLlX3SoT

— Shishir (@ShishirShelke1) July 6, 2026

iOS 27 Beta 3 notification drop down animation is next level. pic.twitter.com/gsgEav7e9y

— Mukul Sharma (@stufflistings) July 6, 2026
Por enquanto estas versões beta são apenas para developers. E embora seja possível a qualquer interessado registar-se como developer gratuitamente para ter acesso, é esperado que a Apple lance as primeiras versões públicas do iOS 27 já nos próximos dias, facilitando o processo a quem as quiser experimentar. Como sempre, importa estar consciente de que se tratam de versões beta, com todos os potenciais problemas que isso acarreta.

№ 11

GDID do Windows ajuda a apanhar hacker do Scattered Spider

O número de identificação GDID do Windows ajudou a apanhar um membro do grupo Scattered Spider, levantando novas questões sobre a privacidade.

Um membro do grupo de cibercrime Scattered Spider foi detido na Finlândia após uma investigação conduzida pelo Departamento de Justiça dos EUA, FBI, e autoridades finlandesas. Peter Stokes, cidadão norte-americano e estónio de 19 anos, foi apanhado quando tentava embarcar num voo para o Japão e enfrenta acusações de conspiração, intrusão informática, e fraude. Stokes aparentemente transportava dois discos rígidos que continham provas incriminatórias.

Segundo as autoridades, Stokes terá participado num ataque realizado em Maio de 2025 contra uma joalharia de luxo nos Estados Unidos. Os atacantes recorreram a técnicas de engenharia social para convencer o apoio informático da empresa a redefinir credenciais de acesso, conseguindo infiltrar-se na rede, roubar dados e exigir um resgate de 8 milhões de dólares em criptomoedas. A empresa recuperou os seus sistemas sem pagar o resgate, mas sofreu prejuízos estimados em cerca de 2 milhões de dólares.

> Peter Stokes
> Scattered Spider guy
> Arrested
> Microsoft helps FBI
> Read court documents
> Page 12
> Microsoft tracks Stokes from GDID
> Microsoft Global Device Identifier (GDID)
> Stokes used Windows
> Page 34
> GDID assigned to each OS install
> GDID unique to each device… pic.twitter.com/f0fuz0uoMa

— vx-underground (@vxunderground) July 4, 2026
No entanto, a parte que tem gerado mais discussão foi a forma como as autoridades conseguiram chegar até esta pessoa, mesmo quando ela usava VPNs para tentar esconder a sua identidade. A Microsoft forneceu ao FBI dados do Global Device Identifier (GDID), um identificador associado a cada instalação do Windows. De acordo com os documentos do processo, essas informações permitiram fazer o cruzamento de dados e determinar múltiplas coisas, incluindo serviços de mensagens utilizados, redes sociais, jogos, e até que era o seu computador que estava a usar serviços VPN que coincidem com as actividades em causa.

O caso reacendeu o debate em torno da telemetria recolhida pelo Windows (sem opção oficial para que seja desligada) e das implicações para a privacidade dos utilizadores. Embora neste caso isto tenha sido usado para apanhar um cibercriminoso, há que ter consciência de que o mesmo poderia ser feito para qualquer outra pessoa - tanto por governos autoritários que queiram monitorizar o que "pessoas de interesse" andam a fazer; como por sistemas de monitorização automática de larga escala, que atropelem os direitos fundamentais dos cidadãos.

№ 12

Opera ganha protecção contra ClickFix

O browser Opera ganhou um sistema de protecção contra ataques ClickFix que incentivam os utilizadores a fazer copy-paste de comandos maliciosos.

O Opera anunciou uma nova funcionalidade de segurança chamada Paste Protect, criada para bloquear ataques que utilizam a área de transferência para enganar os utilizadores e levá-los a executar comandos maliciosos. A funcionalidade já está disponível nas versões para computador do browser e vem pré-activada de origem.

O Paste Protect foi desenvolvido para travar os chamados ataques ClickFix, uma técnica em rápido crescimento. Nestes ataques, os utilizadores são levados a copiar e colar comandos no Terminal através de falsas mensagens de erro, CAPTCHAs, ou supostas soluções para problemas que tenham nos seus computadores. Depois de executados, esses comandos podem instalar malware, roubar passwords, ou dar acesso remoto ao dispositivo.
A nova protecção combina o sistema já existente do Opera contra a alteração da área de transferência com uma tecnologia que analisa os comandos copiados a partir de páginas web. Sempre que detecta conteúdo potencialmente perigoso, o browser impede que este seja copiado, mostrando ao utilizador os primeiros 120 caracteres do comando bloqueado. Caso seja necessário, é possível ignorar o bloqueio, assim como adicionar sites de confiança à lista de excepções.

Segundo a empresa, os ataques ClickFix foram responsáveis por mais de metade dos ataques de malware no último ano, demonstrando o crescimento desta técnica. A Apple também implementou recentemente uma protecção semelhante a nível do próprio sistema no macOS Tahoe 26.4, que alerta os utilizadores antes de colarem comandos potencialmente perigosos para a linha de comandos; sendo uma questão de tempo até que algo idêntico chegue ao Windows e, potencialmente, também ao Linux.

№ 13

Carregador Anker 200 W GaN 6 portas a €56

Os carregadores podem acompanhar-nos por anos e anos, e este Anker GaN 200 W com 6 portas garante que estamos preparados para tirar partido do USB-C até para carregar portáteis.

Com a transição para o USB-C e alguns fabricantes a deixarem de incluir carregadores com os seus produtos, torna-se mais importante que nunca escolher um carregador que nos dê algumas garantias a longo prazo. Este carregador Anker pode fornecer um total de 200 W e tem seis portas USB, mas mantendo um tamanho bastante compacto em formato "charging station" para desktop, graças à tecnologia GaN.
Este carregador Anker GaN 200 W 6-portas está disponível por 60 euros na Amazon Espanha.

Vem equipado com quatro portas USB-C e duas portas USB-A, significando que está preparado para lidar com os equipamentos mais recentes mas também lida sem dificuldade com cabos USB da geração anterior (que ainda são bastante populares). Pode fornecer até 100 W simultanteamente em duas portas USB-C quando se quer carregar múltiplos dispositivos, o que significa que poderá suportar com facilidade o carregamento de dois portatéis ao mesmo tempo. E não se esqueçam de juntar um cabo USB-C que permita tirar partido destas potências.


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№ 14

PC escondido dentro de torre de ventilação

Quem quiser ter um PC de jogos na sala, mas que não seja um caixote cheio de luzes coloridas, pode inspirar-se neste PC "invisível" dentro de uma torre de ventilação.

Já temos visto PCs montados em peças curiosas, como o PC montado num radiador vitoriano, mas desta vez a proposta poderá ser mais funcional. O YouTuber Zac Builds encontrou uma forma original de esconder um PC gaming na sala de estar: montou um mini-PC no interior de uma ventoinha de torre utilizando várias peças impressas em 3D. O projecto teve como base uma Dreo 519S Tower Fan e um AtomMan G7 PT desmontado, transformando a ventoinha num sistema de arrefecimento e numa "caixa" discreta para o computador.

Para tal foi necessário de desmontar totalmente o mini-PC e desenhar uma estrutura personalizada, a par de suportes e uma nova cobertura impressos em 3D para orientar melhor o fluxo de ar através do sistema.


Ao longo do desenvolvimento, o projecto passou por várias revisões para optimizar o fluxo de ar. A versão final inclui uma única tampa frontal com aberturas adicionais sobre o dissipador de calor, além de portas de ligação para HDMI e outros acessórios. O transformador também ficou escondido na base da ventoinha, com os cabos encaminhados pelo interior da estrutura para manter tudo organizado.

O resultado final consegue esconder quase totalmente o computador, deixando apenas um cabo HDMI visível na ligação ao televisor. Além de tornar o PC invisível, a ventoinha ajuda a reduzir o ruído do sistema entre 10 e 15 dB graças ao fluxo de ar adicional. Melhor do que isto só se se montasse o PC num frigorífico, mas depois seria mais complicado explicar a sua permanência ao lado do televisor.

№ 15

A incrível engenharia da produção de baterias

A iFixit foi visitar uma fábrica de produção de baterias para smartphones, revelando a incrível complexidade da tarefa.

Normalmente só falamos das baterias para reclamar (da falta de autonomia), ou quando sofrem qualquer problema (como quando incham ou, em casos mais extremos, chegam a explodir), mas um novo vídeo dos bastidores mostra que a complexidade que se esconde por trás destes componentes críticos para o mundo moderno. A iFixit visitou uma fábrica na China que produz cerca de 13 milhões de células de bateria por mês, revelando todo o processo de fabrico e os testes de segurança necessários antes de cada unidade chegar ao mercado.

O processo começa com células de lítio-polímero compostas por dezenas de camadas ultrafinas. No entanto, estas células não podem ser utilizadas directamente. Cada bateria recebe uma placa Battery Management System (BMS), responsável por controlar o carregamento e a descarga de forma segura. Antes de ser instalada, essa placa é programada com software específico para evitar problemas como sobrecarga ou descarga excessiva.


Depois de soldada à célula, a placa BMS é cuidadosamente dobrada sobre a bateria para reduzir o espaço ocupado no interior do smartphone. Durante esta etapa são aplicadas protecções especiais para evitar curto-circuitos, seguindo-se uma série de testes automáticos que verificam a capacidade, a resistência interna, os limites de segurança e o estado de saúde da bateria. Só depois de passar em todos estes testes é que a bateria recebe as tiras adesivas de remoção e fica pronta para ser embalada.

Dito isto, aproveito para apelas aos reguladores europeus para reverem as regras sobre os limites de capacidade das baterias nos dispositivos móveis, para que também na Europa possamos ter acesso às baterias de maior capacidade que já se popularizaram na China, mas que não chegam até nós por superarem os limites de densidade impostos para os transportes.

№ 16

iPhone Ultra dobrável terá lançamento limitado

Poderá não ser fácil conseguir um iPhone "Ultra" dobrável no lançamento, pois parece que a Apple terá pouca quantidade nessa altura.

O aguardado iPhone Ultra, o primeiro smartphone dobrável da Apple, poderá chegar ao mercado com disponibilidade bastante limitada. Apesar da apresentação estar apontada para Setembro, a par da linha iPhone 18 Pro, um novo relatório indica que as pré-reservas poderão arrancar mais tarde do que o habitual.

Apesar da confiança da Apple no modelo, tendo aumentado as encomendas aos fornecedores, segundo o analista Ming-Chi Kuo a Apple está a enfrentar dificuldades de produção, o que deverá limitar o número de unidades disponíveis no lançamento. As primeiras entregas do iPhone Ultra são agora esperadas para o quarto trimestre de 2026, em vez de acontecerem logo após o anúncio.
Mesmo com um preço estimado a começar nos 2.500 dólares, acredita-se que o dispositivo irá esgotar rapidamente. A oferta reduzida poderá levar também ao fenómeno da revenda por especuladores, com preços até 100% acima do valor oficial - contribuindo para o tornar num símbolo de "diferenciação", pelo menos até que as coisas se regularizem e passe a ser possível obtê-lo de forma imedita.

Os rumores indicam que o iPhone Ultra contará com um ecrã principal dobrável de 7.76", um ecrã exterior de 5.49" de formato mais "quadrado", o futuro processador Apple A20 Pro, 12 GB de RAM e uma bateria de 5.500 mAh, tornando-se um dos lançamentos mais ambiciosos da Apple nos últimos anos.

№ 17

HMD prepara novos Nokia com AI

A HMD continua a lançar modelos Nokia mais básicos, mas que agora até passam a contar com uma tecla dedicada para AI.

A HMD apresentou quatro novos telemóveis Nokia de funcionalidades básicas, mostrando que continua a apostar neste segmento. Os novos Nokia 200 4G, 210 4G, 215 4G (2ª edição) e 235 4G (2ª edição) destacam-se por integrarem um assistente AI com direito a botão dedicado no centro do teclado.

O assistente, desenvolvido pela Sikey AI, permite fazer perguntas simples e controlar algumas funções do telemóvel por voz. Infelizmente a utilização apenas é gratuita durante os primeiros 180 dias, depois passando a exigir uma subscrição paga, que terá de ser adquirida através de um smartphone.
Os quatro modelos também incluem chamadas de vídeo através da plataforma Xpress Chat, recorrendo às câmaras integradas. Os Nokia 210 4G e 215 4G contam com um ecrã QVGA de 2,4", enquanto os Nokia 200 4G e 235 4G oferecem um painel IPS de 2,8". Os modelos 200 4G e 235 4G incluem ainda uma câmara traseira.

Todos os equipamentos utilizam o sistema operativo S30+, incluem uma bateria de 1.450 mAh e suportam Bluetooth 5.0, ficha para auscultadores de 3.5 mm, rádio FM, e carregamento por USB-C. A HMD ainda não revelou os preços nem a data de lançamento destes novos modelos.

№ 18

Carregador Powerowl com 8 pilhas recarregáveis a €23

Para evitar a troca infindável das pilhas, nada como usar pilhas recarregáveis e este pack da Powerowl com carregador e 8 pilhas é uma excelente forma de começar.

Vivemos num mundo "mobile" em que assumimos que as coisas funcionam sem necessidade de estarem agarradas a cabos de alimentação, e isso faz com que exista uma dependência crítica em baterias e pilhas. No caso das pilhas, que continuam a ser comuns em coisas como controlos remotos, gamepads, teclados wireless e muitas outras coisas, uma das melhores opções é trocar as pilhas convencionais por pilhas recarregáveis reutilizáveis, e o investimento não é assim tão avultado quanto se possa pensar.
Este carregador Powerowl já traz 8 pilhas recarregáveis e custa apenas 23 euros.

As pilhas AA incluídas são de 2800 mAh, e este carregador tem a vantagem de usar uma comum ficha USB e permitir carregar pilhas individualmente (alguns só permitem carregar pares). Podem apanhar um pack de mais 8 pilhas AA de 2800 mAh por 12 euros.


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№ 19

Nothing Phone (1) recebe última actualização

A Nothing anunciou o fim das actualizações para o luminoso Nothing Phone (1).

O Nothing Phone (1) chegou oficialmente ao fim do seu ciclo de suporte de software. A Nothing informou que o smartphone deixou de receber actualizações, tendo cumprindo a política de suporte prometida no seu lançamento, em Julho de 2022, com Android 12.

A empresa já começou a distribuir a última actualização para o smartphone, que deverá ficar disponível para todos os utilizadores ao longo dos próximos dias. O pacote inclui o patch de segurança Android de Julho de 2026, várias correcções de bugs, melhorias de desempenho, e uma maior estabilidade do sistema. Apesar de este ser o último update oficial, a Nothing relembra que o Phone (1) continuará a funcionar normalmente - embora, o grande problema com a falta de actualizações seja, invariavelmente, o facto de começarem a tornar-se equipamentos de risco, por não receberem actualizações de segurança.

Ainda assim, e embora várias marcas estejam a prometer suporte por períodos mais longos, a Nothing cumpriu com o que tinha prometido: o Nothing Phone (1) recebeu três novas versões do Android e quatro anos de actualizações de segurança. Agora, resta aos utilizadores assumirem os riscos adicionais, ou considerarem a troca para um modelo mais recente.

№ 20

WhatsApp iOS ganha ponto verde para indicar contactos online

Depois do Android, também o WhatsApp para iOS passa a mostrar um indicador dos contactos que estão online.

O WhatsApp começou a testar no iPhone um novo indicador visual que mostra quando um contacto está online. A funcionalidade já tinha surgido na versão beta para Android no mês passado e agora está também disponível para alguns utilizadores da versão beta do iOS.

Este sistema adiciona um pequeno ponto verde no canto inferior direito da foto do contacto, visível no ecrã "Informações do contacto". O indicador é actualizado em tempo real, desaparecendo automaticamente quando a pessoa deixa de estar online.
Para já, o ponto verde só aparece nesse ecrã de informações e não na lista de conversas, onde seria bastante mais útil para identificar quem está disponível. Ainda assim, há que lembrar que se trata de uma funcionalidade em desenvolvimento e que poderá ser expandida para outras áreas até ao seu lançamento oficial.

O WhatsApp já confirmou que este indicador segue as mesmas definições de privacidade do estado "Visto pela última vez" e "Online". Se um utilizador optar por ocultar o seu estado online, o ponto verde também não será exibido. Embora ainda não haja data prevista para o seu lançamento, o facto de já aparecer na versão Android e iOS faz suspeitar que isso possa acontecer brevemente.