PlanetGeek

Portátil Lenovo com "1.1TB" tem apenas 128GB

10-03-2026 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

Alguns vendedores estão a usar técnicas criativas para enganar os consumidores quando compram um portátil, incluindo o espaço temmporário na cloud como "armazenamento".

O dia que temíamos parece ter chegado. Têm surgido em diversas lojas online produtos que anunciam características de forma enganadora, como é o caso de um portátil Lenovo que promete 1.1 TB de capacidade por $499, mas que na verdade tem apenas um SSD de 128GB - ao qual é somado o espaço de 1TB no OneDrive que, para cúmulo, só dura um ano com o plano Microsoft 365 que é oferecido.

Há anos que temos alertado para situações semelhantes, mas que normalmente estavam confinadas a produtos como smartphones e portáteis de marcas chinesas de baixo custo. Uma das coisas mais frequentes é a indicação de que têm "gigabytes de memória RAM!", quando na realidade têm muito menos RAM, com o resto a ser memória RAM virtual (swap file). Nas smartphones low-cost de alguns fabricantes também era comum prometerem câmaras com dezenas ou centenas de megapixeis, quando na realidade usavam sensores de menor resolução, mas depois fazendo o redimensionamento da imagem.
Ora, agora parece que a táctica está a chegar aos portáteis, e se assim for, não há limite ao que pode ser anunciado. Porquê limitarem-se a dizer que tem 1.1TB de espaço, quando podem dizer que tem espaço "ilimitado" (mesmo que seja uma promoção temporária de 30 dias de espaço ilimitado na cloud). E, que tal fazer o mesmo com a memória RAM? O portátil podia ser fornecido com 4GB de RAM reais (até daria jeito tendo em conta o custo elevado), mas dizendo que tem 8GB (via swap file), com opções de upgrade a preço competitivo para 16GB, 32GB, e até 64GB - que na prática se limitam a ser a configuração do swap file, sem mais memória real instalada!

Ou então, qualquer diz começam a modificar o sistema de modo que indique 4GB de RAM como sendo 16GB, ao estilo do que alguns fabricantes estão a ser apanhados a fazer com os CPUs.

É certo que este tipo de coisa poderá não enganar as pessoas que estejam mais informadas e tenham uma noção das características de hardware e preço actual dos produtos, mas há muitas mais pessoas para quem o elemento chave é ver o maior número possível na RAM e armazenamento, e o número mais reduzido no preço. E esses arriscam-se a sofrer grande desilusão se forem apanhados por um destes esquemas enganadores.

Muito se fala da interferência excessiva da legislação, mas casos como estes demonstram que, não a havendo, haverá sempre vendedores que estão dispostos a todo o tipo de tácticas para enganarem os consumidores.

Logitech MX Ergo M575 a €39

10-03-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

Para quem procura precaver-se contra as dores de pulso por utilizar um rato durante todo o dia, a mudança para uma trackball pode ser a solução.

Embora este tipo de ratos trackball continue a ser bastante menos popular que os ratos tradicionais, há toda uma legião de fãs que nem sequer consideraria outra coisa, permitindo reduzir os efeitos dos movimentos repetitivos feitos ao longo do dia a arrastar os ratos convencionais. Como vantagem adicional, é também perfeito para utilização em espaços mais limitados.
Este Logitech ERGO M575 Trackball está disponível por 39 euros na Amazon Espanha; e quem tiver orçamento mais alargado pode espreitar o Logitech MX Ergo normal.

Infelizmente, neste modelos mais económico os utilizadores não poderão contar com o sistema de ajuste do ângulo de inclinação, de 0 a 20º, que existe no modelo mais caro. Mas ainda assim, o seu formato já será bastante mais ergonómico que a maioria dos ratos. Além das vantagens na redução do movimento dos pulsos e antebraço, tem também a vantagem adicional de ser perfeito para trabalhar em espaços reduzidos - leia-se: sem espaço. Bastará apenas um pequeno período de habituação para quem vier de um rato convencional, e em breve nunca mais irão querer outro tipo de rato.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

Siri atrasa Smart Hub, HomePod e nova Apple TV 4K

10-03-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

Os atrasos na Siri parecem estar a prender o lançamento de novos produtos da Apple.

A Apple terá adiado novamente o lançamento do seu primeiro smart home hub, com a chegada do dispositivo agora prevista apenas para Setembro de 2026. O atraso estará directamente ligado aos problemas que a empresa continua a enfrentar com a nova versão do Siri, que ainda não está pronta para lançamento e é uma peça central deste novo produto.

Inicialmente, a Apple planeava lançar o hub doméstico em 2025, mas o calendário foi sendo sucessivamente adiado à medida que o desenvolvimento da nova Siri se ia arrastando. A assistente com capacidades Apple Intelligence deveria chegar com o iOS 26.4, mas não é provável que isso aconteça já que não aparece nas versões beta actuais. Devido a isso, a única opção da Apple consiste em adiar o lançamento até que o software esteja finalmente pronto.

O dispositivo deverá funcionar como um centro de controlo para casas inteligentes, com um design semelhante a um pequeno iPad com ecrã quadrado de 7". O equipamento poderá ser montado na parede ou utilizado numa base com altifalante e inclui uma câmara com reconhecimento facial. O sistema conseguirá identificar quem está na sala e mostrar conteúdos personalizados, como eventos do calendário, lembretes ou controlos para dispositivos da casa. O hub deverá executar uma versão adaptada do tvOS 27 e incluir aplicações da Apple, embora não tenha uma App Store própria. A ideia é competir com dispositivos como o Amazon Echo Show, combinando ecrã, assistente virtual e controlo doméstico.
Mas os atrasos devidos à Siri não se limitam a este esperado smart hub. Também as novas versões do HomePod e Apple TV 4K deverão ser adiadas devido ao mesmo motivo, pois o grande destaque das mesmas deverá ir para as funcionalidades de inteligência artificial e interacção via Siri - que não existem sem a nova Siri.

Não admira que as coisas na Apple tenham chegado a tal ponto que tenha decidido que a única solução de desencravar tudo isto era recorrer ao Gemini da Google.

Robot Figure arruma a sala de estar

10-03-2026 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

A Figure partilhou nova demonstração, do seu robot humanóide a arrumar uma sala de estar.

Depois de ter demonstrado o seu robot humanóide a tirar a louça da máquina de lavar, a Figure mostra novo vídeo em que o seu robot limpa e arruma uma sala de estar.

O robot, de forma autónoma, arrumou objectos para o lado, para poder passar o spray de limpeza e o pano, arrumou brinquedos. Ao estilo do que também fez na demonstração anterior (com o "toque de anca" para fechar gavetas), também aqui fez umas manobras curiosas, como atirar o pano de limpeza para cima do ombro; além de, para terminar, pegar no controlo remoto que estava em cima da mesa, para desligar o televisor.

Today we're showing Helix 02 that can tidy a living room fully autonomously

Figure is designed so when you leave the house, your home resets exactly how you like it pic.twitter.com/wvAVoheVoC

— Figure (@Figure_robot) March 9, 2026
A demonstração foi suficiente para impressionar Elon Musk, que exibiu algum cepticismo perguntando se efectivamente estava a funcionar em modo autónomo ou a ser telecomandado - que foi rapidamente assegurado pelo próprio CEO da Figure (o mesmo que também exibe cepticismo face aos robots chineses). Algo que lança dúvidas sobre o real estado do robot Optimus da Tesla: se o Optimus estivesse num nível próximo, Elon Musk certamente desvalorizaria esta demonstração, em vez de a pôr em causa.

fully autonomous https://t.co/UNAjshFaAR

— Brett Adcock (@adcock_brett) March 9, 2026
Dito isto, estas demonstrações são interessantes e "vistosas", mas ainda não é certo quando é que teremos efectivamente robots humanóides seguros para usar em casa nestas tarefas. Recorde-se que o ex responsável de segurança da Figure lançou críticas arrasadoras à empresa, alertando para o perigo destes robots. Como tal, é uma questão de aguardar para ver.

Chuwi CoreBook X com CPUs AMD Ryzen 5 "disfarçados"?

10-03-2026 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

A Chuwi enfrenta acusações de ter tentado disfarçar o uso de CPUs AMD Ryzen 5 mais antigos nos seus portáteis CoreBook X.

A marca chinesa Chuwi, conhecida pelos seus portáteis e tablets acessíveis, está envolvida em polémica depois de surgirem relatos de que terá feito chegar aos clientes portáteis com um processador diferente daquele que anunciava. Vários compradores do portátil CoreBook X começaram a relatar o problema online, dizendo que o portátil que compraram indicava vir equipado com chip AMD Ryzen 5 7430U, mas na realidade incluía um Ryzen 5 5500U mais antigo.

O caso assumiu novos contornos quando se descobriu que o portátil, apesar de vir equipado com o chip mais antigo, identificava o processador como o modelo mais recente em praticamente todos os sistemas. A informação mostrava Ryzen 5 7430U no firmware, no Windows, e até em ferramentas de diagnóstico populares como o CPU-Z e HWiNFO. Mas, desmontando-se o portátil, foi possível comprovar que o chip era efectivamente um Ryzen 5 5500U e não um 7430U.
Apesar de ambos os processadores terem seis núcleos e 12 threads, existem diferenças. O Ryzen 5 7430U usa a arquitectura Zen 3 e tem mais cache L3 (16MB) e velocidade mais elevada (2.3/4.3 GHZ), enquanto o Ryzen 5 5500U utiliza a arquitectura Zen 2 da geração anterior (com 8MB L3 e 2.1/4.0 GHz). Na prática, as diferenças de desempenho não são muitas (sendo de cerca de 7-10%), mas não deixa de ser um precedente preocupante que põe em causa a confiança dos consumidores na marca.

A Chuwi ainda não deu qualquer resposta satisfatória, dizendo que poderá ter sido uma "confusão" relacionada com lotes antigos ainda em comercialização. Mas, isso não explicaria porque motivo o sistema foi especificamente alterado para reportar falsamente o chip instalado na máquina. Também não dá grande confiança que, enquanto diz que irá abrir uma "investigação interna", simultaneamente tenha removido as referências directas ao Ryzen 5 7430U na página do portátil, passando a indicar apenas que tem um processador Ryzen 5 de seis núcleos sem especificar qual.

Uma das regras básicas do comércio, seja qual for o produto, é a de se saber exactamente o que se está a comprar - e qualquer manobra "criativa" para tentar enganar os clientes raramente dará bom resultado a médio e longo prazo.

TCL lança monitor OLED de 31.5" a 240/480 Hz

10-03-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

A TCL tem novo monitor OLED 4K de 31.5" dual mode, podendo funcionar a 4K@240 e 2K@480.

A TCL apresentou o 32X3A, o primeiro monitor da nova série X da marca, posicionado como um modelo de topo. O monitor utiliza um painel OLED de 31.5" e destaca-se pelo suporte de dois modos de funcionamento: com a resolução total 4K (3840×2160) a 240 Hz ou, para quem privilegiar a velocidade, em FHD (1920×1080) a 480 Hz, permitindo alternar entre resolução mais alta ou taxas de refresh mais elevada,
A empresa descreve a tecnologia do ecrã como “OLED+”, que combina uma fonte de luz OLED multicamada com otimizações próprias de processamento de imagem. Segundo a TCL, o painel também utiliza um arranjo de píxeis com matriz de maior resolução para melhorar a nitidez do texto, um ponto tradicionalmente mais fraco em monitores OLED quando se trata de fontes pequenas ou interfaces com alto contraste.
Em termos de desempenho, o monitor promete um tempo de resposta de 0.03 ms (gray-to-gray) e um sistema de sincronização de frames que promete reduzir a latência total até 50%. O ecrã inclui ainda revestimento anti-reflexo de várias camadas, pensado para melhorar a visibilidade em ambientes com muita luz.

O design também é um dos destaques. O monitor chassis tem apenas 6.4 mm (na zona mais fina) e inclui um sistema de iluminação traseira chamado "Stargate" que cria efeitos de luz através do painel metálico traseiro. O monitor integra ainda um sensor de luz ambiente para ajustar automaticamente o brilho e a temperatura de cor. Outra novidade é o áudio: este é o primeiro monitor da TCL com som desenvolvido em parceria com a Bang & Olufsen.

O modelo foi anunciado na China com um preço de 5.999 yuan (cerca de 745 euros), mas ainda não há informações sobre o seu lançamento global nem o preço que terá se/quando chegar à Europa.

Ganha um cubo de tomadas múltiplas com USB

10-03-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta é um cubo com tomadas múltiplas e 3 portas USB.

Faça-se o que se fizer, é garantido que nunca temos tomadas suficientes na parede para ligarmos tudo o que queremos. A prenda que temos para dar esta semana ajuda a resolver isso, um cubo de tomadas múltiplas que facilita o processo de ligar até três tomadas eléctricas, e ainda disponibilizando três portas USB para carregamentos sem necessidade de carregadores a ocupar as tomadas; e tem ainda um prático interruptor integrado, para quando se deseja eliminar todos os consumos em standby. Tem também um formato e tamanho compacto, o que o torna ideal para nos acompanhar para todo o lado na mochila do portátil.


Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

Loading…

Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.

Digi com HD Voice+

10-03-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

Os clientes DIGI deverão sentir uma melhoria na qualidade das chamadas, com a chegada do HD Voice+.

O meu amigo Ricardo Saraiva, sempre atento ao que se passa no panorama das telecomunicações em Portugal, descobriu que a Digi tem andado a fazer alguns ajustes na sua rede. Para além de algumas alterações nas frequências, a parte que será de maior relevância para os clientes é a activação do HD Voice+, que permite a melhoria da qualidade das chamadas de voz em 5G/4G.

Para quem (ainda) faz chamadas telefónicas tradicionais, certamente já terá reparado que umas vezes pode ter chamadas de voz com "boa qualidade", e outras vezes com "qualidade do século passado". O HD Voice+ é a evolução do HD Voice normal, duplicando a largura de banda (por via do EVS - Enhanced Voice Services) e resultando numa qualidade mais aproximada à que se tem usando os serviços de voz das apps de comunicações.
[Chamada de voz da NOS para Digi, com HD+]

Curiosamente, a DIGI ainda não fez qualquer anúncio público quanto a isto - talvez considerando que não seja algo que vale a pena destacar, já que é algo que grande parte das pessoas poderá assumir que esteja "implícito" no uso do 5G - mas que, pelo menos, merecia ter referência no seu site.

Se o uso do HD Voice+ na DIGI é de saudar, fica também a sugestão para que activem o modo HD Voice para as chamadas em 2G, que permite melhorar a qualidade das chamadas para quem tiver telemóveis mais antigos (sem VoLTE), ao estilo do que as "3 grandes" operadoras nacionais já fazem.

Portátil Oukitel RG14-P vem com painel solar integrado

10-03-2026 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

A Oukitel está a propor uma combinação curiosa, integrando um painel solar no seu portátil "robusto" RG14-P .

A Oukitel é uma marca nossa velha conhecida (já em 2015 falávamos dos modelos com baterias de grande capacidade na altura, e duplo ecrã) e que agora lança nova novidade. O Oukitel RG14-P é o primeiro portátil robusto com painel solar integrado, pensado para funcionar em ambientes exigentes e locais remotos onde o acesso à electricidade possa ser limitado.

O dispositivo inclui um ecrã touchscreen de 14.1" e vem com Windows 11 pré-instalado. Em termos de bateria, o portátil combina uma bateria principal de 3.000 mAh com uma bateria secundária de 5.200 mAh, além de suporte para carregamento rápido de 65 W. O painel solar integrado não substitui o carregamento tradicional, servindo como fonte suplementar de energia para prolongar a autonomia durante a utilização.

O design foi pensado para utilização em condições difíceis. O chassis metálico tem protecções de borracha nas extremidades para absorver impactos, enquanto as portas (incluindo USB, Ethernet, etc.) estão protegidas por tampas físicas para evitar a entrada de pó ou sujidade. O portátil também inclui uma pega frontal integrada, facilitando o transporte. Mas a sua característica mais marcante é o painel solar integrado na parte traseira do ecrã.

A empresa ainda não revelou especificações detalhadas sobre a capacidade de geração de energia. Ainda assim, não será de esperar "milagres", até porque este tipo de painéis habitualmente só produz energia adequada se estiver na devida orientação para o sol, orientação essa que será "incompatível" com a posição normal de uso de um portátil. Isso pode fazer com que, na prática, seja mais conveniente usar um sistema de painéis solares portátil que possa ser orientado de forma independente da posição do ecrã. Mas, para casos específicos, e assumindo que realmente o painel consegue produzir carga útil decente, pode tornar-se numa solução interessante para quem quiser um sistema único.

Android 17 diz adeus as apps de tamanho fixo

09-03-2026 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

No Android 17, a Google quer que as apps se adaptem a todos os tipos de ecrãs.

O Android 17 vai trazer uma das mudanças mais importantes dos últimos anos na forma como as apps Android funcionam em dispositivos com ecrãs grandes. A nova versão do sistema vai remover a opção que permitia aos programadores impedir que as suas apps fossem redimensionadas em tablets, dobráveis e outros dispositivos com displays maiores.

Na prática, isto significa que as apps passarão a ocupar sempre toda a área disponível do ecrã, independentemente da orientação ou formato. Até agora, algumas apps podiam limitar o seu funcionamento a determinadas proporções ou apenas ao modo vertical, o que muitas vezes resultava em barras pretas nas laterais - efeito conhecido como pillarboxing.

The end to size and orientation restrictions 🔚

Android 17 removes the resizability opt-out for large screens, so apps fill the entire display window, regardless of aspect ratio or orientation → https://t.co/720QpDRlb2 pic.twitter.com/zOdbrfdjAW

— Android Developers (@AndroidDev) March 6, 2026
Com esta alteração, os utilizadores poderão ver as apps tanto em modo vertical como horizontal, sem ficarem presos às restrições definidas pelos programadores. A mudança é particularmente importante numa altura em que o Android já funciona em vários tipos de dispositivos, incluindo tablets, smartphones dobráveis, carros, televisões, e até ambientes desktop.

Apesar desta nova regra garantir que as apps ocupam todo o ecrã, a Google continua a recomendar que os programadores tomem os devidos cuidados para assegurar que as suas apps se adaptem correctamente a diferentes tamanhos e formatos de ecrã. O objectivo é assegurar que, além de preencher o ecrã, as apps também ofereçam uma experiência optimizada em cada caso.

Play Store alerta para apps que gastam bateria

09-03-2026 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

Tal como tinha indicado, a Google começou a alertar para apps com consumo excessivo de bateria na Play Store.

A Google começou a informar os utilizadores para apps na Play Store que podem consumir bateria em excesso. A novidade faz parte de uma actualização que mostra avisos para apps com actividade excessiva em background, ajudando os utilizadores a identificar mais facilmente as apps que podem reduzir a autonomia do smartphone.

Quando uma aplicação ultrapassa determinados limites de consumo energético, a Play Store passa a mostrar um aviso com a mensagem de que a app pode usar mais bateria do que o esperado. Esta informação surge directamente na página da app, permitindo aos utilizadores perceber o impacto potencial antes de instalarem o software.
A funcionalidade está ligada a um novo sistema chamado "Excessive Partial Wake Lock", que analisa o comportamento das apps no Android. Uma aplicação é considerada problemática se mantiver um partial wake lock durante pelo menos duas horas, em média, com o ecrã desligado, em mais de 5% das sessões de utilizador ao longo dos últimos 28 dias. Embora estes mecanismos sejam por vezes necessários para certas funcionalidades, a Google lamenta que muitas apps façam um uso abusivo deles, prejudicando a autonomia dos dispositivos.

Os avisos começaram a ser apresentado a partir de 1 de Março. Além de alertar para consumo excessivo de bateria, a Play Store também pode apresentar avisos para apps que apresentem problemas frequentes, como bloqueios e crashes, com base em dados recolhidos de dispositivos semelhantes aos dos utilizadores. Isto permite que cada pessoa tome uma decisão mais informada sobre se vale a pena instalar uma determinada app.

Office 2021 Pro a €31.55 com licença vitalícia na Godeal24

09-03-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada


Os ficheiros do Office continuam a ser o formato habitual em muitos locais de trabalho e escolas, e as aplicações desktop são a forma mais simples de evitar surpresas estranhas de formatação e dores de cabeça de compatibilidade. Por apenas 31,55€ o MS Office 2021 Professional dá-lhe as aplicações desktop do Office para um PC com Windows, sem qualquer taxa mensal.

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O processo de compra permite criar um registo ou efectuar a compra como "guest". E para usufruir do desconto, bastará introduzir o código de desconto no campo respectivo quando estiverem no ecrã de validação dos produtos a comprar.


O pagamento pode ser feito com PayPal (que aparece ao se escolher a opção de pagamento cwalletco) para total segurança, e conta com assistência permanente através do endereço de email [email protected].


Project Helix prepara próxima geração Xbox da Microsoft

09-03-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

A Microsoft começou a revelar alguns detalhes sobre o que prepara para a próxima geração de Xbox, com nome de código Project Helix.

Com a total remodelação da chefia da divisão Xbox, há grande curiosidade sobre qual irá ser o rumo para o futuro. Mas, as coisas parecem manter-se tal como estavam, com este Project Helix a aproximar a futura consola ainda mais do universo dos PCs.

Uma das novidades mais interessantes é que o Project Helix deverá conseguir executar jogos Xbox e jogos de PC, sugerindo que a próxima consola poderá funcionar como uma espécie de híbrido entre consola e PC gaming. Isto pode abrir a porta ao acesso a lojas digitais de PC directamente na consola, como Steam, Epic Games Store ou GOG. Ainda assim, também existe a possibilidade da Microsoft incentivar os estúdios a utilizarem a loja Microsoft / Xbox.

Great start to the morning with Team Xbox, where we talked about our commitment to the return of Xbox including Project Helix, the code name for our next generation console.

Project Helix will lead in performance and play your Xbox and PC games. Looking forward to chatting about… pic.twitter.com/Xx5rpVnAZI

— Asha (@asha_shar) March 5, 2026
A Microsoft diz que o Project Helix irá "liderar em desempenho", indicando um salto significativo em termos de hardware. Rumores apontam para a utilização de um CPU AMD Zen 6 e GPU AMD RDNA 5, além de NPU dedicado para tarefas de inteligência artificial. Este tipo de componente poderá permitir novas funcionalidades baseadas em AI, tanto para jogos como para o sistema, e permitir jogos 4K com ray-tracing a mais de 60 fps (claro, com ajuda das tecnologias de "aceleração" dos frames). O lado negro de tudo isto, é que se espera que a futura Xbox vá ter um preço de 1000 a 1500 dólares.
A nova consola deverá chegar ao mercado no próximo ano, numa altura em que ainda deverá sofrer com a escassez / preço elevado das memórias RAM (alguns rumores apontam para que tenha 48GB de RAM). Mas, também a Sony já veio dizer que, contrariamente aos rumores, vai manter o seu plano de lançamento da próxima PS6, argumentando que apesar do custo extra da memória, ficaria mais caro à empresa adiar a nova consola.

Apple pode lançar iPhone, AIrPods e MacBook "Ultra"

09-03-2026 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

A Apple poderá lançar novo segmento Ultra para o iPhone, AirPods e MacBook.

A par do novo iPhone dobrável, há rumores que apontam para que a Apple possa expandir a secção "Ultra" que actualmente aplica ao Apple Watch, numa altura em que os modelos mais acessíveis já estão bem estabelecidos, e onde os modelos mais caros continuam a não ter problemas em vender acima das expectativas.

Entre os lançamentos esperados está um possível iPhone Ultra, que poderá marcar a estreia do primeiro iPhone dobrável da Apple (e que permitiria escapar à designação convencional "iPhone Fold" usada pela maioria dos concorrentes), embora seja discutível sobre se a designação "Ultra" conseguirá sobrepôr-se à designação popular que, muito provavelmente, continuaria a designá-lo por iPhone Fold.

Mas além do iPhone Ultra, a Apple poderá também lançar uns AirPods Ultra, posicionados acima dos actuais AirPods Pro e podendo incluir algumas das coisas que têm sido faladas, como câmaras com capacidade para recolher dados visuais que seriam utilizados para funções visuais (Visual Intelligence na futura Siri AI). E, para completar o conjunto, podemos também ter um MacBook Ultra. Este portátil deverá trazer um ecrã OLED com touch, ficando acima dos MacBook Pro com chips M5 Pro e M5 Max (com preço que deverá mesmo justificar a designação "Ultra").

A mais longo prazo, a Apple poderá expandir esta estratégia "Ultra" a outros produtos, incluindo coisas como um iPad dobrável, e até um iMac mais poderoso com ecrã maior.

Escaping the Walled Gardens: My Journey to Digital Sovereignty – Part 1

09-03-2026 | 13:44 | Ricardo Saramago

It’s not a secret that I’ve always tried to self host some services. I’ve always had some trust issues with the cloud giants with my data. My HP Microserver Gen8 that just won’t die, is running hosted services for over a decade. That box has been my data safe haven while everything else around it has become more hostile, more extractive, and more controlled.

I’ve lived the last years leveraging cloud services, paying for most of them, but now, with geopolitical tensions escalating, Big Tech’s systematic erosion of privacy via services, platforms or AI, and legislation in both the US and EU that seems designed to benefit surveillance capitalism over citizens, I’m accelerating my exit from US-owned platforms and closed-source ecosystems. It’s not paranoia, it’s about risk management… I know risk when I see it.

I won’t lie to you, this transition hasn’t been trivial, but it’s not impossible either. For most of my adult life, Google and Android were my default ecosystem, paired with Windows. I dabbled in Apple gear for a while, but the walled garden mentality that pervaded Apple, never sat right with me. I couldn’t stand how closed iOS was, how forbidden upgrading a mac laptop suddenly became.

What’s worse, the innovation has stalled. iOS and macOS feel like they’re coasting on brand loyalty. Even Samsung is loosing its edge. The Galaxy S26 lineup lacked any palpable innovation. When you only get a spec bump and a privacy screen as selling points for a new generation of smartphones, you should go back to R&D urgently. Also, killing bootloader unlocking on all phones with One UI 8 is a shit move. Allied to this, Google’s Android developer verification program falls inline with all the rest of the privacy woes.

It’s getting hard not to fall into all the traps. The industry is consolidating around convenience and AI at the cost of agency, privacy and innovation.

Here’s what I’m building toward.

These aren’t preferences, they are requirements:

Privacy — Not “privacy by design” marketing speak. Actual privacy. End-to-end encryption where it matters. No telemetry. No behavioral profiling. No data being sold to the highest bidder. If I can’t audit what’s happening to my data, I don’t trust it.

Sovereignty — Both technological and data sovereignty. I want to know where my data lives, who controls the platform / solution / application / infrastructure, and what legal jurisdiction applies. Being subject to US CLOUD Act requests or EU data localization requirements without my consent isn’t acceptable. I choose my jurisdiction, not a Terms of Service agreement I didn’t negotiate.

Open Source — Closed source is a black box. Open source means I can inspect, modify, and understand the software I depend on. It means there’s a community that shares the same ethos and concerns that I do and it’s keeping a keen eye on the code. This is a difficult one. There are a lot of open source solutions out there, but not always they have all the features that I’m looking for… The bare minimum requirement is that there’s no proprietary format that can lock me out if I want to move on to another solution.

Self-Hosting Capability — If I can’t run it on my own hardware, I don’t fully own it. This doesn’t mean everything has to be “on-prem”, but if the option exists, it’s a plus point. Vendor lock-in is a form of leverage, and I refuse to give anyone leverage over my digital life.

What’s Next?
This isn’t a finished project. It’s ongoing. In future posts, I’ll document the specific tools, migrations, and compromises I’m making along the way. Some will work. Some won’t. I’ll share both.

If you’re considering a similar path, start small. Pick one service. Migrate it. Learn what breaks. Then move to the next. The goal is to progress toward actual control over your digital existence.

Mosca "virtual" com cérebro AI gera polémica

09-03-2026 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

Há nova polémica no mundo da AI e da consciência virtual, com a criação de uma mosca com cérebro AI e corpo virtual.

Investigadores dizem ter criado a primeira mosca virtual com "upload" do seu cérebro para um modelo AI, ligado a um corpo virtual, e que se comporta como uma mosca verdadeira quando colocada num mundo virtual.

Este trabalho expande projectos anteriores, como o que fez o scan detalhado de parte do cérebro de uma mosca, e da criação de moscas "AI". Mas existe uma grande discussão sobre a semântica do que representa o suposto "upload de cérebros" para um computador.

We've uploaded a fruit fly. We took the @FlyWireNews connectome of the fruit fly brain, applied a simple neuron model (@Philip_Shiu Nature 2024) and used it to control a MuJoCo physics-simulated body, closing the loop from neural activation to action.

A few things I want to… pic.twitter.com/Qnlu3INs33

— Michael Andregg (@michaelandregg) March 8, 2026
Em causa estão algumas declarações que insinuavam que esta mosca AI teria "consciência", avançando coisas como a necessidade de ter cuidado em lhe dar um mundo "variado" em que a mosca pudesse viver sem se sentir encurralada numa caixa. Coisa que rapidamente despoletou um coro de críticas, dizendo que se está muito longe de replicar um cérebro (complexo) na totalidade, e muito menos de conseguir determinar se é capaz de ter "auto-consciência digital".

O que é certo é que, independentemente da semântica, este tipo de projecto será cada vez mais frequente no futuro, e eventualmente se chegará a um ponto em que se tenha realmente uma réplica total de um cérebro biológico complexo em formato digital. E aí sim, será impossível escapar a esta discussão sobre o que poderá constituir a vida/consciência digital.

Kawasaki patenteia quadro modular para motos eléctricas

09-03-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

A Kawasaki revelou um curioso sistema de quadro modular para acelerar o desenvolvimento de motos eléctricas.

A entrada da veterana Kawasaki na era das motos eléctricas pode não ter sido a melhor mas a marca parece estar disposta a aprender com os erros.

Segundo uma patente, a Kawasaki poderá estar a preparar uma nova abordagem para as suas futuras motos eléctricas. Actualmente, a maioria das motos eléctricas são projectadas com o motor e a bateria integrados directamente na estrutura do quadro. Em vários casos, estes componentes tornam-se elementos estruturais da própria moto, o que ajuda na rigidez e desempenho mas limita a flexibilidade. Quando um fabricante quer criar versões diferentes com motores distintos, muitas vezes precisa de redesenhar grande parte da estrutura.
A patente da Kawasaki propõe uma solução mais modular. O conceito baseia-se num sistema de montagem que permite instalar diferentes tipos de motor no mesmo chassis. O design geral é semelhante ao das motos eléctricas actuais da marca, com um quadro em treliça de aço, baterias removíveis posicionadas entre os tubos do chassis, e o motor montado perto do pivot do braço oscilante.

A grande diferença está num subquadro intermédio colocado entre o quadro principal e o conjunto do motor e transmissão. Na prática, isto permitiria à Kawasaki usar o mesmo quadro em vários modelos eléctricos, mudando apenas o sistema de montagem do motor. Uma plataforma modular deste tipo pode simplificar a produção, aumentar a partilha de componentes entre modelos e reduzir custos de desenvolvimento.

Veremos se a próxima geração de motos eléctricas Kawasaki já tirará partido deste sistema.

Hub USB 3.0 Vkusra 7-portas com interruptores individuais a €26

09-03-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Precisam de um hub USB 3.0 com quantidade generosa de portas, mas que também permita desligá-las individualmente sem tirar / meter fichas? Então espreitem este hub.

Os hubs USB tornaram-se uma necessidade da vida moderna, especialmente para acompanharem os portáteis que vêm equipados com poucas portas USB, que rapidamente se esgotam assim que ligamos um teclado e rato externo. Adicionalmente, há casos particulares, de pessoas que precisam de um número superior de portas USB. Este hub da Vkusra tem 7 portas que permitem maior liberdade na quantidade de dispositivos USB que podemos utilizar, mas o que o torna mais especial é o facto de todas as portas contarem com o seu próprio botão para que possam ser ligadas ou desligadas individualmente.
O hub USB 3.0 Vkusra 7-portas com interruptores está disponível por apenas 26 euros na Amazon Espanha, e inclui fonte de alimentação de 15W.

Pode ser o companheiro ideal para quem tiver que fazer a replicação de pens USB em média escala (se precisar de mais, pode sempre investir num hub de 16 portas, também com interruptores), ou simplesmente que tenha uma série de equipamentos USB que deseje manter acessíveis (por exemplo: gravador CDs externo, scanner, câmaras digitais, webcam, discos externos, etc.) mas com a possibilidade de os poder desligar sem retirar a ficha - algo que até pode funcionar como medida de protecção, prevenindo que uma infecção de ransomware se possa espalhar a um disco externo de backup, que apenas se ligue para os backups e depois se mantenha desligado.


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Nvidia prepara RTX 5050 com 9GB?

09-03-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

A Nvidia poderá estar a preparar uma actualização invulgar para a sua placa gráfica de entrada de gama, a GeForce RTX 5050, com uns incaracterísticos 9GB de RAM.

Em altura de escassez de memória RAM (açambarcada para os GPUs AI), a Nvidia aposta numa táctica curiosa. Segundo rumores recentes, a empresa planeia lançar uma RTX 5050 com 9GB de memória GDDR7, substituindo a configuração actual de 8GB baseada em GDDR6.

Em vez de utilizar quatro chips de 2GB GDDR6, a nova configuração usaria três chips de 3GB GDDR7. Esta alteração permite aumentar a capacidade total para 9GB e também melhorar a largura de banda da memória - isto apesar do barramento ser reduzido de 128-bit para 96-bit. A velocidade superior da GDDR7 permite atingir uma largura de banda de 336 GB/s, acima dos 320 GB/s do modelo actual.

New product: RTX5050 9GB GDDR7 96Bit
NV knows they can give you a 5050/5060 128-bit 12G with the new 3G GDDR7 dies. But no, you got a 5050 9G💀

— MEGAsizeGPU (@Zed__Wang) March 4, 2026
Na prática, isto significa que a RTX 5050 com 9GB seria uma melhoria directa (mesmo que modesta) face à versão de 8GB. Ainda assim, a decisão levanta algumas dúvidas. Seria tecnicamente possível, e até possivelmente mais simples, criar versões com 12GB de memória, tanto para a RTX 5050 como para modelos superiores como a RTX 5060 ou a RTX 5060 Ti, usando quatro chips de 3GB e mantendo um barramento de 128-bit para ainda melhor desempenho.

Algumas fontes indicam que a Nvidia poderá ter cancelado os planos para esta variantes de 12GB, possivelmente adiando esses modelos para mais tarde, ao estilo do que fez com os aguardados modelos "Super". A grande questão é: se a Nvidia está mesmo assim com tão grande constrangimento nos chips de memória GDDR7, então porque motivo não deixa a gama RTX 5050 com as memórias GDDR6 que já usava, poupando os chips GDDR7 para os modelos mais potentes?

Novo Cupra Born chega este Verão

09-03-2026 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

Os fãs do design desportivo da Cupra têm bons motivos para esperar pela chegada do novo Cupra Born.

A Cupra está a preparar uma grande actualização para o Born, o seu hatchback eléctrico mais popular. O modelo sempre foi visto como a alternativa mais desportiva ao Volkswagen ID.3, já que ambos partilham a mesma base técnica, mas o Born aposta num visual mais agressivo. Para 2026, a marca decidiu refrescar o design e corrigir algumas das coisas criticadas pelos clientes.

A mudança mais visível está na frente do carro, que passa a adotar um design "shark-nose" mais pontiagudo e agressivo. O modelo recebe também novos faróis Matrix LED com um padrão triangular, alinhado com a linguagem visual mais recente da marca. Na traseira, uma barra de luz atravessa toda a tampa da bagageira e, pela primeira vez, o logótipo da Cupra no centro dessa barra também é iluminado. As novas jantes de 19" e 20" vêm agora com pneus mais largos, de 235 mm.
No interior, a Cupra ouviu as críticas dos proprietários. Os botões "touch" no volante, que muitos consideravam difíceis de usar, foram substituídos por botões físicos tradicionais. Esta mudança torna mais fácil ajustar o volume ou controlar o cruise control sem tirar os olhos da estrada. O painel digital cresce para 10.25", enquanto o ecrã central passa a ter 12.9", funcionando com um novo sistema baseado em Android que promete ser mais rápido e intuitivo.
A marca também melhorou os materiais do habitáculo, com painéis de porta mais suaves e bancos feitos com tecidos reciclados, incluindo plásticos recolhidos do oceano. Além disso, os passageiros traseiros passam finalmente a ter saídas de ar dedicadas. Em termos de condução, o modelo passa a incluir modo de one-pedal driving.

A versão base tem bateria de 58 kWh e autonomia até 450 km, enquanto a variante Endurance com bateria de 79 kWh pode chegar aos 600 km. No topo da gama está o Born VZ, com 240 kW (322 cv) e a mesma autonomia de 600 km. O modelo actualizado deverá chegar aos concessionários durante o Verão. Ainda este ano, a marca deverá lançar ainda um novo modelo - Raval - mais económico.