PlanetGeek
№ 01

OpenAI adicionar watermarks ao texto do ChatGPT e Codex na UE

Os textos gerados pelo ChatGPT e Codex na UE vão passar a ter marcadores invisíveis para facilitar a sua detecção.

A OpenAI prepara-se para adicionar "marcas de água" invisíveis ao texto gerado pelo ChatGPT e pelo Codex na União Europeia. A tecnologia, chamada textGrain, não altera visualmente o conteúdo; em vez disso, modifica ligeiramente a escolha de palavras para criar um padrão estatístico que pode ser posteriormente identificado por uma ferramenta de detecção.

A empresa diz que a funcionalidade deverá começar a ser aplicada nas próximas semanas a determinados conteúdos gerados pelo ChatGPT e Codex na UE. A medida não será, para já, activada de forma global no resto do mundo. Developers que utilizem a API em qualquer parte do mundo poderão optar voluntariamente pelo watermarking se assim o desejarem, enquanto o acesso ao detector ficará inicialmente limitado a investigadores aprovados e organizações especializadas.
No entanto, esta tecnologia está longe de ser infalível. Nos testes da OpenAI, bastou substituir apenas 10% das palavras por sinónimos para que a taxa de detecção caísse de 92% para 66%. Com alterações em 25% do texto a detecção desceu para apenas 17%. Textos mais curtos, traduzidos, ou sujeitos a edição também podem tornar o watermark muito mais difícil de identificar - pondo em causa a sua eficácia efectiva.

... Isto sem falar das inúmeras ferramentas que existem e que têm como objectivo remover estas marcas de água dos conteúdos AI. A melhor ferramenta para detectar se algo terá sido efectivamente criado "estupidamente" por AI ou não, continuará a melhor ser feito pelo cérebro orgânico de quem estiver a ler os conteúdos!

№ 02

Carregador Powerowl com 8 pilhas recarregáveis a €23

Para evitar a troca infindável das pilhas, nada como usar pilhas recarregáveis e este pack da Powerowl com carregador e 8 pilhas é uma excelente forma de começar.

Vivemos num mundo "mobile" em que assumimos que as coisas funcionam sem necessidade de estarem agarradas a cabos de alimentação, e isso faz com que exista uma dependência crítica em baterias e pilhas. No caso das pilhas, que continuam a ser comuns em coisas como controlos remotos, gamepads, teclados wireless e muitas outras coisas, uma das melhores opções é trocar as pilhas convencionais por pilhas recarregáveis reutilizáveis, e o investimento não é assim tão avultado quanto se possa pensar.
Este carregador Powerowl já traz 8 pilhas recarregáveis e custa apenas 23 euros.

As pilhas AA incluídas são de 2800 mAh, e este carregador tem a vantagem de usar uma comum ficha USB e permitir carregar pilhas individualmente (alguns só permitem carregar pares). Podem apanhar um pack de mais 8 pilhas AA de 2800 mAh por 12 euros.


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№ 03

Meta quer Muse nos Raspberry Pi e outros gadgets

A ofensiva da meta com o Muse expande-se para os smart devices, facilitando o seu uso em todo o tipo de hardware.

Não só a app do Muse está a ter sucesso viral, como a Meta não abranda e está a disponinibilizar o código necessário para que os utilizadores criem os seus próprios gadgets com o Muse, o novo agente AI da empresa. A ideia é ligar o Muse a hardware comum, como placas ESP32 ou Raspberry Pi, e utilizá-lo com ecrãs, botões, sensores e outros componentes para criar dispositivos personalizados.

Entre os exemplos apresentados pela Meta está a utilização de um display E Ink a cores para mostrar lembretes, ligar o Muse a uma HDMI stick para apresentar o agente AI num televisor, ou criar um pequeno dispositivo com touchscreen semelhante a um Muse Charm. O sistema funciona através dos SDKs disponibilizados pela empresa, permitindo combinar o Muse com praticamente qualquer hardware compatível.
A Meta também criou o Muse Home Link, um pequeno gadget pensado para controlar dispositivos domésticos. Com skills desenvolvidas pela comunidade, pode ser utilizado para controlar lâmpadas inteligentes, controlar um televisor, enviar documentos para uma impressora, e muitas outras coisas.

Esta iniciativa transforma o Muse numa plataforma bastante mais aberta e experimental, permitindo que developers e entusiastas criem os seus próprios dispositivos em vez de depender apenas do hardware oficial da Meta. No entanto, bem sabemos como inevitavelmente as dependências de serviços na cloud correm mal. Poderá não ser hoje, nem amanhã, nem no próximo ano, mas garantidamente a Meta irá decidir mudar as regras do jogo, e encerrar as APIs ou começar a cobrar por elas, e todos estes dispositivos arriscam-se ficar inutilizados.

№ 04

Googlebooks Intel podem ter problemas com as apps Android

Apesar da Google garantir que os Googlebooks correrão todas as apps Android, revela que alguns Googlebooks poderão fazê-lo melhor que outros.

A Google veio esclarecer que o suporte das apps Android nos novos Googlebooks é um pouco mais complicada do que inicialmente parecia. Embora a maioria das apps funcione normalmente, uma "pequena quantidade" de apps mais complexas e jogos poderá precisar de optimizações por parte dos developers para funcionar adequadamente nos modelos equipados com processadores Intel.

A questão está relacionada com a arquitectura dos chips. A maioria das apps Android foi desenvolvida para chips Arm, mas três dos cinco Googlebooks anunciados no evento de apresentação utilizam processadores Intel x86. Segundo a Google, isto pode provocar problemas de compatibilidade ou desempenho nalgumas apps, embora sem referir especificamente que apps poderão ser afectadas. Isto não significa que a Google não cumpra a promessa de que "todas a biblioteca da Play Store" ficará disponível nos Googlebooks, mas revela que a experiência de utilização poderá não ser a melhor quando se usarem apps complexas em Googlebooks com chips Intel.

Apesar de ser esperado que as apps mais populares - nomeadamente jogos - possam ter o devido cuidado e lançar versões optimizadas para os chips Intel, talvez não seja má ideia optar por um Googlebook com chip Arm, e ficar automaticamente salvaguardado contra esse risco.

№ 05

Apple apresenta hub doméstico e nova Apple TV a 13 de Outubro

Depois dos iPhone 18 Pro, a Apple tem novo lote de produtos para mostrar a 13 de Outubro, destinados à casa: um novo hub, HomePods, e nova Apple TV 4K.

A Apple deverá apresentar três novos produtos para a casa inteligente a 13 de Outubro: um novo hub doméstico (HomeHub?), uma nova geração do HomePod mini e uma Apple TV 4K actualizada. Os três equipamentos deverão apostar na nova Siri AI, o que poderá explicar o atraso no lançamento, inicialmente previsto para 2024. O HomePod mini e a Apple TV deverão manter o design actual, mas receber chips mais rápidos no seu interior, enquanto o altifalante deverá ganhar também novas cores, incluindo rosa e verde.

O novo hub doméstico será o produto em destaque deste evento e deverá adoptar um design inspirado no iMac G4. O equipamento terá um ecrã quadrado de cerca de 6", uma câmara FaceTime, microfones e colunas integrados na base e uma ligação USB-C para alimentação. A versão de secretária terá um suporte metálico com formato arredondado e permitirá inclinar o ecrã, enquanto outra variante poderá ser instalada directamente numa parede. O dispositivo não terá bateria, pelo que terá de estar permanentemente ligado à tomada.
A Apple pretende transformar este hub num centro de controlo da casa, permitindo gerir equipamentos inteligentes, fazer videochamadas, enviar mensagens através de intercomunicador, reproduzir música e consultar fotografias, receitas ou vídeos. O sistema poderá reconhecer quem está a utilizar o equipamento através da voz ou do rosto e apresentar conteúdos personalizados. A interface deverá combinar elementos do Apple Watch, iPad e Apple TV, incluindo widgets, apps e diferentes modos de apresentação de fotografias e relógios.

A empresa estará também a preparar uma expansão do HomeKit, com suporte para novas categorias de equipamentos e maior integração com fabricantes externos. Um novo HomePod para substituir o modelo maior continua nos planos, embora possa chegar mais tarde, também com chip mais potente para suportar a Siri AI. A Apple estará ainda a desenvolver câmaras e sensores de segurança focados na privacidade, bem como uma versão mais avançada do hub com um ecrã de 9" montado num braço robótico capaz de rodar 360 graus.

O maior problema para os utilizadores europeus, é que se a Apple não disponibilizar a Siri AI na UE, todas as novidades relacionadas com a Siri serão totalmente irrelevantes para nós.

№ 06

Android Auto vai deixar de funcionar no Android 10

O Android Auto pode deixar de funcionar em milhões de smartphones com Android 10, para grande frustração dos utilizadores.

Como mais um triste lembrete de que aquilo que funciona um dia pode deixar de funcionar no dia seguinte, sem que se tenha feito nada para isso, o Android Auto poderá estar prestes a abandonar os smartphones com Android 10. Alguns utilizadores começaram a receber avisos ao ligar os seus telemóveis ao carro, indicando que o dispositivo deixará de ser compatível por não conseguir actualizar para uma versão mais recente do Android. Os alertas fazem suspeitar que a Google aumentará o requisito mínimo para Android 11, pelo menos nas ligações com fios.

A mudança ainda não foi oficialmente anunciada pela Google. Actualmente, a documentação oficial continua a indicar que o Android Auto através de ligação com cabo funciona com Android 9 Pie ou superior, enquanto a utilização sem fios exige Android 11 ou mais recente. O aparecimento dos novos avisos em ligações com fios pode, por isso, ser um sinal de que a Google pretende uniformizar os requisitos.
Entre os equipamentos afectados estão modelos como o Samsung Galaxy Note 9, Galaxy S9 e Sony Xperia XZ2 Compact, que ficaram oficialmente limitados ao Android 10. Se a nova exigência avançar, estes smartphones deixarão de poder ser usados com o Android Auto nos automóveis, isto a não ser que os utilizadores se aventurem no mundo das custom ROM para conseguirem um sistema mais recente.

Embora se possa criticar a medida - os afectados perguntar-se-ão logicamente "porque motivo não deixam ficar as coisas como estão actualmente?" - relembre-se que não é a primeira vez que isto acontece: o Android Auto abandonou o Android 8 Oreo em 2022 e passou a exigir o Android 9 em 2024. Parece estar para breve nova elevação desse requisito, para o Android 11.

№ 07

iPhone 18 Pro com três Live Activities

Com o espaço do bloco Face ID reduzido, os iPhone 18 Pro permitem agora três Live Activities no topo, com uma pequena limitação.

Os iPhone 18 Pro ganharam uma pequena alteração no Dynamic Island que permite apresentar até três Live Activities em simultâneo. À primeira vista, parece uma melhoria bastante útil para quem acompanha várias informações em tempo real, mas existe uma limitação que pode afectar o seu potencial.

A terceira Live Activity só pode ser ocupada por uma actividade do próprio sistema, como o Now Playing ou a navegação. Ou seja, não será possível ter três apps de terceiros a utilizar esse espaço no Dynamic Island, mesmo que tenham uma Live Activity activa.

@ChristianSelig iOS 27 still only allows two Live Activities from apps in the Dynamic Island. The third Live Activity needs to be a system activity, such as Now Playing, navigation or an ongoing call. It works the same on physical devices. https://t.co/GDcL7VEJFD

— pdfu (@itspdfu) October 4, 2026
A limitação explica por que motivo alguns proprietários do iPhone 18 Pro estavam a estranhar não ver as prometidas três Live Activities no Dynamic Island. Apesar do espaço adicional permitir tecnicamente apresentar três atividades, a Apple terá optardo por manter o limite de duas apps de terceiros, e a restante para os seus próprios serviços, talvez para assegurar um uso mais moderado dos recursos do sistema.

№ 08

Ganha um rato Mars Gaming MMRW

Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta vez a escolha recai sobre um rato Mars Gaming MMRW.

Ideal para todos os fãs da iluminação LED RGB, este rato Mars Gaming MMRW conta com toda a sua superfície superior iluminada, para além de contar com botões adicionais que serão úteis nos jogos e no dia a dia.
Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

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Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.

№ 09

Corsair prepara fonte de alimentação transparente

Quem procurar a diferenciação poderá em breve optar por uma fonte de alimentação totalmente transparente da Corsair.

A Corsair está a preparar uma nova fonte de alimentação que promete dar um visual bastante diferente aos PCs gaming. A HX1000i SHIFT CRYSTAL foi revelada através de um teaser e apresenta uma caixa transparente, permitindo ver os componentes no interior. A empresa ainda não revelou todas as especificações, mas promete divulgar mais detalhes para breve.

As imagens sugerem que a transparência não será a única novidade. A nova PSU parece contar com uma ventoinha com ARGB, enquanto o interior poderá ter recebido alterações para tornar os componentes mais apelativos visualmente. A linha Crystal da Corsair utiliza PCB e ventoinhas brancas, pelo que este modelo deverá apostar numa estética especialmente pensada para máquinas que tenham optado por essa série de acessórios.
A base parece ser a conhecida HX1000i SHIFT, uma fonte com certificação Cybenetics Platinum, com conectores Shift montados lateralmente e um hub Corsair iCUE Link integrado. Caso mantenha estas características, a nova versão deverá continuar direccionada para sistemas gaming de gama alta, mas com um foco na diferenciação visual.

A Corsair ainda não revelou o preço nem a data de lançamento. A HX1000i SHIFT normal custa cerca de 230 euros, pelo que se poderá estimar que a versão Crystal fique acima disso. Tendo em conta que, com os preços actuais, se torna desaconselhado pensar em montar um novo PC ou fazer upgrade de RAM, a troca da fonte de alimentação pode acabar por ser uma das coisas a considerar para dar um toque de "frescura visual" a um PC gaming.

№ 10

Google Maps com opção de carro McLaren de Fórmula 1

Os fãs da velocidade podem transformar o seu carro num McLaren F1... no ecrã do Google Maps.

O Google Maps ganhou uma nova opção de personalização que permite substituir o habitual ícone de navegação por um McLaren de Fórmula 1. A opção temporária foi criada para celebrar o Grande Prémio dos Estados Unidos e dá um toque mais divertido às viagens, substituindo o tradicional indicador azul pelo monolugar enquanto conduzimos.

Para activar o novo ícone, basta abrir a app Google Maps, tocar na fotografia de perfil e seguir para Definições > Os teus veículos > Ícone de condução. Aí deverá aparecer o novo McLaren F1 entre as opções disponíveis. O carro foi reproduzido com bastante detalhe e acompanha o percurso no mapa durante a navegação passo a passo.
Esta não é a primeira vez que o Google Maps permite alterar o visual do veículo. A aplicação já oferece diferentes tipos de veículos e cores, mas a parceria com a McLaren acrescenta uma opção bastante mais apelativa para os fãs de Fórmula 1. A novidade, no entanto, é temporária e apenas estará disponível até 23 de Novembro de 2026.

A funcionalidade parece estar a ser disponibilizada gradualmente, pelo que pode aparecer num dispositivo e ainda não estar disponível noutro, mesmo com a mesma versão da app. Se o McLaren ainda não surgir na vossa app, será uma questão de aguardar e ir testando mais tarde.

№ 11

Google suspende programa de bug bounty devido a AI

Também a Google vai suspender o programa de recompensas (bug bounty) devido ao imenso volume de relatórios gerados por AI.

A Google suspendeu temporariamente as submissões para o seu Open Source Software Vulnerability Rewards Program (OSS VRP) depois de ser inundada por relatórios de vulnerabilidades gerados por ferramentas de AI. A empresa diz que a maioria destas submissões nem sequer são válidas, mas criam um volume de trabalho impossível de gerir para as equipas de segurança.

O programa, lançado em 2022, recompensa investigadores que encontrem e comuniquem falhas de segurança em projectos open source mantidos pela Google, como o Go, Angular, Bazel, Protocol Buffers e Fuchsia. As recompensas podem chegar aos 31.337 dólares, mas a Google esclarece que a suspensão afecta apenas determinados relatórios de vulnerabilidades de produtos e não as falhas relacionadas com a supply chain nem os relatórios já existentes.

📢 PSA for open-source bug hunters We are temporarily no longer accepting OSS VRP product vulnerability submissions. This does not impact OSS VRP supply chain reports, or any outstanding reports. As an alternative, we encourage you to find impact across our other VRP programs and submit there instead, or pursue the Patch Rewards Program. Why is this happening? This pause is due to a significant rise in automated submissions, the vast majority of which are not valid. We will continue to reformat and work on this aspect of the OSS VRP and commit to giving an update in Q1 2027. https://t.co/nQEkHVfbHS

— Google VRP (Google Bug Hunters) (@GoogleVRP) October 1, 2026
Apesar da pausa, os investigadores continuam a poder enviar correcções através do Google Patch Rewards Program, que oferece até 15.000 dólares por correções de impacto elevado. Também continuam disponíveis outros programas para vulnerabilidades que afectem produtos Google Cloud. A empresa está a reformular o OSS VRP para lidar melhor com o aumento de submissões automatizadas e promete novidades para o início de 2027.

Este problema não é exclusivo da Google. Outros projectos e empresas também começaram a sentir o impacto dos bugs descobertos por ferramentas AI. Também a Intel suspendeu as recompensas financeiras do seu programa, e é inevitável que muitas outras empresas e entidades tenham que o fazer mais cedo ou mais tarde. Com as ferramentas de AI a tornarem mais fácil encontrar possíveis vulnerabilidades, o desafio passa agora por separar os relatos legítimos de entre uma avalanche de relatos sem interesse.

№ 12

Nvidia Shield TV Pro aumenta 50%

A "velhinha" Nvidia Shield TV Pro não escapa ao apocalipse da RAM e sofre um aumento de 50%, passando de $200 para $300 dólares.

A Nvidia aumentou de forma brutal o preço da Shield TV Pro, lançada originalmente por 199,99 dólares e que agora passa a ter um preço oficial de 299,99 dólares. O aumento de 100 dólares acontece sem qualquer actualização do hardware e, segundo a Nvidia, está relacionado com o forte aumento dos custos dos componentes, especialmente da memória, impulsionado pela procura associada à inteligência artificial.

A subida de preço chega acompanhada pelo fim da Shield TV standard. A Nvidia terá deixado de produzir o modelo mais barato, tornando a Shield TV Pro no único dispositivo de streaming da marca. Apesar de ter quase sete anos, a Pro continua a destacar-se graças ao processador Tegra X1+, 3 GB de RAM, 16 GB de armazenamento, duas portas USB 3.0, Gigabit Ethernet e suporte para armazenamento externo. Em termos de imagem e som, a Shield TV Pro continua bastante competente. O dispositivo suporta reprodução 4K HDR a 60 FPS, Dolby Vision, HDR10 e AI upscaling, além de formatos de áudio como Dolby Atmos e DTS-X. Para os gamers, também oferece acesso ao GeForce Now e compatibilidade com jogos Android, continua também a receber actualizações de software apesar da sua idade.

Infelizmente, isto começa a ser sinal de algo cada vez mais comum. Se temos dispositivos de $200 com 7 anos que passam a custar $300 (e estamos a falar de algo com apenas 3GB de RAM), o que pensar das próximas Apple TV 4K, e consolas de jogos, que chegarão no futuro? Teremos tudo a começar num patamar de $500 e as consolas a começar nos $1000 ou mais? E se é certo que algumas pessoas não se incomodarão com esses preços, é inevitável pensar que muitas outras se verão forçadas a dispensá-las, reduzindo significativamente o número de unidades vendidas, o que poderá acabar por ter um efeito mais global a longo prazo.

№ 13

Apple AirTag 2 a €27

Com os pequenos localizadores AirTag é mais fácil que nunca saber por onde andam os nossos produtos mais importantes.

A lei de Murphy dita que, no dia em que estivermos com mais pressa, será o dia em que teremos que andar em correrias a vasculhar a casa em busca de algo como a chave do carro ou a carteira. Felizmente, já existe solução tecnológica para esses esquecimentos, e também para auxiliar na sua descoberta caso sejam perdidas fora de casa, sob a forma dos localizadores Bluetooth. E agora, temos a oportunidade de apanhar uns AirTag 2 da Apple na sua nova geração, com alcance melhorado.
Neste momento podemos encontrar um Apple AirTag 2 a 27 euros na Amazon Espanha, com o pack de quatro AirTags a 100 euros.

Os AirTag utilizam a rede Find My da Apple, o que significa que reportam a sua localização sempre que passam ao alcance de um iPhone, iPad ou Mac. Desta forma, mesmo que fiquem longe do iPhone do dono, continua a ser possível saber por onde andam, facilitando o processo de os encontrar. Para o caso mais comum de ser necessário localizá-los em casa, a utilização de um iPhone recente com UWB permite saber exactamente a sua localização em vez de simplesmente se saber se estamos mais longe ou mais próximos como nos trackers BT comuns.


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№ 14

RemoveMacAI poupa gigabytes nos Macs removendo Apple Intelligence

O utilitário RemoveMacAI faz aquilo que a Apple não permite fazer directamente, removendo o Apple Intelligence para recuperar mais de 10 GB.

Uma nova ferramenta open source está a dar que falar permitir remover os modelos do Apple Intelligence dos Macs e recuperar espaço de armazenamento. Chamada RemoveMacAI, a ferramenta desactiva o Apple Intelligence no macOS 27, elimina os modelos já descarregados, e impede que o sistema de os voltar a instalar automaticamente.

A necessidade desta solução surgiu porque a Apple retirou, no macOS 27, a opção para desactivar completamente o Apple Intelligence. Desligar as funcionalidades individualmente também não elimina os modelos guardados no disco (ao estilo do que acontece também nos iPhones e iPads). O RemoveMacAI utiliza um configuration profile para desactivar o serviço responsável pela gestão destes ficheiros e redirecciona novas tentativas de download para uma porta local fechada.
Dependendo dos modelos instalados, a ferramenta pode libertar cerca de 10 a 12 GB de espaço, embora alguns utilizadores tenham recuperado ainda mais. O processo também não exige desactivar o System Integrity Protection (SIP) nem apagar manualmente ficheiros de áreas protegidas do sistema. Segundo o responsável do projecto, o configuration profile permanecerá activo mesmo após actualizações do macOS.

Obviamente, este é o tipo de utilitário que deveria ser desnecessário. Seria muito mais lógico para a Apple dar uma opção oficial no sistema para quem não quiser utilizar o Apple Intelligence e recuperar o espaço em disco, sem obrigarem os utilizadores a recorrerem a utilitários não oficiais.

№ 15

Google limita modelos Gemini para utilizadores gratuitos e AI Plus

Os utilizadores gratuitos ficarão limitados ao Gemini Flash Lite.

A Google anunciou novas limitações no Gemini que vão alterar os modelos disponíveis consoante o plano de subscrição. A partir de 9 de Outubro, os utilizadores sem uma subscrição Google AI ficarão limitados ao modelo Flash-Lite mais básico, deixando de ter acesso ao Flash e ao Pro.

Também os subscritores do AI Plus, que pagam 4.99 dólares por mês, perderão acesso ao modelo Pro. Estes utilizadores continuarão a poder utilizar o Flash-Lite e o Flash, sendo que só os planos AI Pro, de 19.99 dólares mensais, e AI Ultra mantêm acesso aos três modelos.
Para os utilizadores AI Pro há, no entanto, uma novidade importante: a Google vai disponibilizar o Deep Think, actualmente reservado aos planos Ultra mais caros. A funcionalidade foi criada para oferecer maior capacidade de raciocínio e deverá permitir respostas mais completas em tarefas complexas. A Google também prepara novos níveis de esforço - low, medium e high - que permitem escolher quanto poder de processamento o Gemini deve utilizar em cada pedido.

Ainda não se sabe como a Google irá posicionar o futuro Gemini 4 Argon nesta estrutura, sabendo-se apenas que que o novo modelo começará por ser disponibilizado aos subscritores AI Ultra numa fase incial.

№ 16

Home Assistant Cloud passa a Home Assistant Link

O Home Asistant Cloud muda de nome para Home Assistant Link, mas mantém as funcionalidades e os mesmos princípios.

A Nabu Casa decidiu mudar o nome do Home Assistant Cloud para Home Assistant Link, numa tentativa de deixar mais claro como o serviço funciona. A empresa considera que o termo "cloud" ganhou conotação negativa nos últimos anos devido a serviços obrigatórios, aumentos de preços, dependências, e preocupações relacionadas com a utilização de dados. O novo nome pretende reforçar a ideia de que o serviço é totalmente opcional e serve, sobretudo, para ligar o Home Assistant a serviços online.

O Home Assistant Link permite aceder remotamente ao sistema a partir de qualquer local de forma fácil, integrar o Home Assistant com plataformas como Alexa e Google Home, utilizar serviços online de speech-to-text, e guardar backups na Internet. No entanto, a plataforma continua a funcionar localmente sem o Link. Se uma subscrição for cancelada, as funcionalidades essenciais de smart home continuam disponíveis - embora algumas funcionalidades adicionais deixem de funcionar.
A privacidade é também uma das principais diferenças destacadas pela Nabu Casa. A empresa garante que os dados utilizados através do Link são encriptados e que apenas o utilizador possui a chave necessária para lhes aceder. O modelo de subscrição serve ainda para financiar o desenvolvimento do Home Assistant, com a maioria dos lucros a ser direccionada para a Open Home Foundation, que apoia o projecto e o seu ecossistema open source.

A mudança de nome deverá tornar-se oficial com o lançamento da versão Home Assistant 2026.12, prevista para Dezembro. Entretanto, a Nabu Casa está a fazer outras melhorias no serviço, incluindo uma nova área de gestão de contas, ferramentas de configuração mais simples, funcionalidades experimentais de speech-to-text e uma nova infraestrutura para tornar o acesso remoto mais rápido. Apesar do novo nome, a ideia central mantém-se: proporcionar uma ligação opcional entre o Home Assistant local e serviços online, sem obrigar os utilizadores a depender da cloud.

№ 17

UE sem SIri AI no iPhone durante 6 meses - pelo menos

Os utilizadores europeus com iPhones e iPads terão que esperar mais de meio ano para usarem a nova Siri AI.

Uma das maiores novidades do iOS 27 é a nova Siri AI mais inteligente, mas isso é algo que passou completamente despercebido aos utilizadores na UE, uma vez que a Apple não a disponibilizou por cá.

Segundo Mark Gurman, que habitualmente tem sido bastante acertado nas suas informações antecipadas sobre a Apple, os europeus terão ainda um longo período de espera pela frente, apontando para uma espera de 5 a 6 meses - na melhor das hipóteses; sendo possível que a espera se prolongue ainda mais.

Embora se ouçam vozes que apontam o dedo à UE por este atraso, relembre-se que não há qualquer impedimento técnico para que a Apple disponibilize a Siri AI nos iPhones e iPads na UE. Aliás, basta relembrar que a Apple dá esse mesmo acesso nos Macs! O motivo pelo qual a Apple está a fazer esta "birra" é porque quando o fizer no iOS vai quase certamente ser forçada a abrir mais partes do sistema à concorrência, como ter que permitir que outros assistentes AI tenham acesso às coisas que a Siri AI tem - e é precisamente AI que está o grande entrave, pois a Apple não é conhecida por apreciar a concorrência nos seus sistemas.

Até lá, continuaremos a ter dezenas de gigabytes de uma Siri AI que não se pode usar, a ocupar espaço nos iPhones e iPads.

№ 18

WhatsApp testa Restricted Chat para conversas mais protegidas

O novo Restricted Chat do WhatsApp já está a aparecer na versão beta da app para Android e iOS.

O WhatsApp começou a disponibilizar uma nova funcionalidade chamada Restricted Chat para alguns utilizadores das versões beta no Android e iOS. Este modo acaba por ser uma evolução do Advanced Chat Privacy e permite aplicar protecções adicionais a conversas específicas, sem alterar o funcionamento das restantes conversas.

O Restricted Chat é opcional e tem de ser activado manualmente para cada conversa onde o utilizador a queira aplicar. Depois de ligado, o WhatsApp apresenta um aviso no chat e passa a limitar algumas acções nas mensagens e conteúdos partilhados nessa conversa. Entre as principais restrições está o bloqueio do save automático de media, da exportação da conversa e das funcionalidades Meta AI dentro do chat. A funcionalidade também impede a utilização de dispositivos associados nessa conversa, uma medida que, segundo o WhatsApp, ajuda a evitar o acesso através de clientes não oficiais ou agentes AI.
A funcionalidade está a chegar a alguns utilizadores beta no Android, através da versão 2.26.36.4, e no iOS com a versão 26.39.10.20. O WhatsApp garante que as mensagens e chamadas continuam protegidas por end-to-end encryption, independentemente do Restricted Chat estar activo. Ainda não existe uma data anunciada para a disponibilização da funcionalidade a todos os utilizadores.

№ 19

Xiaomi Smart Band 10 a €40

A Xiaomi Smart Band 10 é uma das smart bracelets mais desejadas, e pode ser encontrada a preço simpático.

A Xiaomi Smart Band 10 mantém o mesmo formato das gerações anteriores, vindo com um ecrã AMOLED maior, de 1.72", e mais luminoso, com 1500 nits, com modo Always On. Além das suas já bastante completas capacidades de tracking, inclui agora um sensor de 9 eixos para um tracking mais preciso de actividade e sono, além de contar também com um motor de vibração actualizado. A autonomia continua a ser um dos pontos fortes, com até 21 dias de uso típico e 9 dias com o ecrã sempre ligado. Vem com mais de 200 mostradores e tem resistência à água até 5 ATM.

De momento, podemos apanhar a Xiaomi Smart Band 10 por 40 euros na Amazon Espanha.

A Xiaomi anuncia uma autonomia de 21 dias de uso típico, que passam para cerca de uma semana com o ecrã em modo Always On. O carregamento é feito em apenas uma hora. Pode ser utilizada tanto em smartphones Android como iPhones, incluindo compatibilidade com o Strava, para além de outras apps. Também pode fazer a monitorização do sono.


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№ 20

Empresa lança "electricidade gaming" na Alemanha

A SWK Energie lançou um tarifário que diz ser criado especificamente para os gamers na Alemanha.

Com os tarifários de energia destinados aos carros eléctricos a terem-se tornado comuns, uma empresa alemã de energia decidiu apostar num público pouco habitual: os gamers. A SWK Energie lançou o plano meinGAMING, que diz ser direccionado para famílias com consumos elevados de eletricidade, como aquelas que utilizam vários PCs gaming potentes. Apesar do nome e da campanha promocional, a empresa felizmente não chega ao ponto de dizer que se trata de "energia especial" que aumente o desempenho dos jogos ou dos jogadores, é simplesmente um plano pensado para quem consomos elevados de electricidade.

Segundo a empresa, a tarifa começa a fazer sentido para casas com um consumo superior a 2.500 kWh por ano, seja devido a gaming, streaming ou simples utilização de muitos equipamentos. O plano tem um preço base mais elevado, pelo que pode acabar por não compensar para quem tenha um consumo reduzido. A campanha utiliza vários elementos associados à cultura gaming, incluindo comparações com a estabilidade de um "servidor favorito" e marketing através de streamers. É mais um exemplo de como as empresas tentam aproximar os seus produtos deste mercado, que já vai muito além de placas gráficas, periféricos e cadeiras. No entanto, neste caso, o objectivo é simplesmente encontrar consumidores que gastam bastante energia, independentemente de serem gamers ou não.

Note-se que não é o único caso de empresas a fornecerem electricidade "especial". No Japão já falamos dos casos em que alguns clientes pagaram por postes de electricidade privados, para terem electricidade mais pura e livre de interefrências, para desfrutarem de um som audiófilo! Acho que será apenas uma questão de tempo até que algum comercializador de electricidade comece a vender electricidade gaming que diga ser mais rápida e que reduza o lag nos jogos online!