PlanetGeek
№ 01

Ganha um mini powerbank Bogseth de 10000 mAh

Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta vez a escolha recai sobre um powerbank Bogseth de 10000 mAh.

Sempre prático para todas as ocasiões, este powerbank permite prolongar a tranquilidade de utilizar um smartphone (ou outros equipamentos electrónicos) longe de uma tomada e carregador. No caso deste Bogseth de 10000 mAh, serve de backup compacto que pode recarregar um smartphone várias vezes, esticando a sua autonomia enquanto se está longe de uma tomada ou porta USB.

Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

Loading…

Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.

№ 02

Fabricantes preparam DDR6 para 2028

Numa altura em que o preço das memórias DDR5 tem complicado a vida a empresas e consumidores, os grandes fabricantes já preparam a chegada das memórias DDR6 para 2028.

A próxima geração de memória RAM já está em desenvolvimento, com fabricantes como Samsung, SK Hynix e Micron a trabalhar no futuro padrão DDR6. Segundo informações recentes, o desenvolvimento conjunto entre fabricantes de memória e de substratos já começou, o que aponta para um lançamento previsto entre 2028 e 2029.

Apesar de o padrão DDR6 ainda não ter sido oficialmente finalizado pelo JEDEC (ao contrário do LPDDR6) existem alguns pressupostos quanto ao nível de desempenho que se pode esperar. A nova geração deverá trazer ganhos significativos em largura de banda, com velocidades que podem variar entre 8.4 Gbps e 17.6 Gbps - praticamente duplicando os valores do DDR5. Tal como em gerações anteriores, o foco deverá estar no aumento da velocidade e da eficiência energética. No entanto, questões como a latência podem continuar a não ser prioridade numa fase inicial, ficando dependentes de melhorias posteriores por parte dos fabricantes.

Voltando à "pior parte", quando chegar ao mercado, o DDR6 deverá ser mais caro do que as memórias DDR5, como é habitual no hardware mais recente. Isto potencia um cenário complicado se, até lá, a situação do preço das memórias RAM / DDR5 não se regularizar e regressar aos valores da era pré-AI.

№ 03

Gemini para iOS estreia novo visual

A Google está a modernizar o aspecto do Gemini no iOS.

A tendência actual para o uso dos assistentes AI tem sido usar efeitos luminosos, e a Google aposta nisso com a mais recente actualização da app Gemini para iOS.

As primeiras imagens partilhadas por utilizadores mostram mudanças visuais claras, incluindo um ecrã inicial com fundo luminoso animado. Uma das principais novidades está no botão "+", que passa a dar acesso a um conjunto mais alargado de funcionalidades. Entre elas estão pesquisa com imagens, utilização da câmara, música, canvas, deep research, aprendizagem guiada e uma nova área para uploads, que também integra ficheiros e recursos do NotebookLM.
No iOS, a app adopta ainda elementos de design "Liquid Glass" com efeitos de transparência, acompanhando as tendências visuais mais recentes da plataforma. O resultado é uma app com um estilo mais moderno e visualmente mais agradável - o que acaba por ser tornar num ponto que não pode ser desprezado numa altura em que não faltam assistentes AI a competir pela atenção dos utilizadores.

Esta actualização está a ser disponibilizada de forma faseada para os utilizadores iOS, ficando no ar a pergunta sobre quando irá ser disponibilizada na versão do Gemini para Android.

№ 04

Sony esclarece DRM na PS4 e PS5

Quem comprar um jogo digital numa PS4 ou PS5 terá que fazer uma ligação à internet passados 15 dias para os poder continuar a jogar.

A Sony veio esclarecer a polémica recente em torno de uma alegada política de DRM que obrigaria os jogadores a fazer check-ins online a cada 30 dias nos jogos digitais da PS4 e PS5. Mas, na realidade apenas será necessário um único check-in online para validar a licença do jogo.

As notícias iniciais geraram grande controvérsia entre os jogadores, reacendendo as questões sobre quem realmente é dono dos jogos comprados, e com inúmeros jogadores a reclamarem que não querem manter a sua consola ligada à net - ainda menos quando em países como o Reino Unido começa a ser obrigatório fazer a verificação de idade. Agora, descobre-se que este novo sistema será um mecanismo para combater o roubo de licenças de jogos - em que alguém compra um jogo, rouba a chave, e depois devolve o jogo nos primeiros 15 dias e pede o reembolso do dinheiro, utilizando a chave para poder continuar a jogar numa consola offline. A ligação à internet serve para converter a licença temporária inicial numa licença permanente, após o período de devolução. A partir desse momento, os jogadores poderão jogar o jogo de forma permanente, sem necessidade de check-in online recorrente.


Quem roubar uma chave temporária só poderá jogar o jogo por um máximo de 30 dias; quem tiver acesso à chave permanente já não poderá fazer a devolução do jogo.

Ainda assim, fica marcado o falhanço da Sony por não ter dado a devida informação de forma clara desde o início - ainda mais quando, há pouco mais de uma década, a Sony fazia da partilha de jogos um dos seus grandes pontos fortes. É sabido que as empresa não gostam de dar detalhes sobre os seus sistemas de DRM, mas este seria um dos casos em que teria sido vantajoso evitar más-interpretações.

№ 05

Noctua explica complexidade das ventoinhas pretas

A Noctua, conhecida pelas suas ventoinhas de cor bege, explicou porque motivo as ventoinhas pretas demoram tanto a produzir.

Poderia pensar-se que um produto em plástico preto seria bastante mais simples de produzir do que um de outra cor, mas parece que a resposta não é assim tão simples. A Noctua explicou por que motivo as versões pretas das suas ventoinhas demoram tanto tempo a chegar ao mercado. Segundo a empresa, alterar a cor não é apenas uma questão estética, mas sim um processo técnico bastante complexo.

A marca compara a mudança de cor a modificar uma peça de Fórmula 1 em fibra de carbono. Isto acontece porque as suas ventoinhas são fabricadas com tolerâncias extremamente reduzidas, onde até pequenas alterações no material podem influenciar o fluxo de ar, o ruído e a eficiência geral.
O principal desafio está nos pigmentos usados. No caso das versões pretas, o carbono altera propriedades como a viscosidade do plástico, a absorção de calor e o processo de cristalização durante a produção. Isso pode obrigar a redesenhar moldes, ajustar todo o processo de fabrico e até desenvolver novas ferramentas para garantir os seus padrões de qualidade.

Além disso, cada novo modelo passa por testes intensivos que podem durar mais de seis meses, incluindo avaliações em condições de alta temperatura. Todo este processo ajuda a explicar os atrasos - e também o preço mais elevado - mas garante o nível de desempenho e silêncio pelo qual a Noctua é conhecida. Tendo tudo isto em conta, fica explicado porque motivo a Noctua não tem planos para lançar ventoinhas em branco.

Quanto à inevitável questão se o factor custo/qualidade realmente se justifica face a outras marcas... isso é um assunto que fica à deliberação de cada um.

№ 06

Xiaomi Smart Band 10 a €40

A Xiaomi Smart Band 10 é uma das smart bracelets mais desejadas, e pode ser encontrada a preço simpático.

A Xiaomi Smart Band 10 mantém o mesmo formato das gerações anteriores, vindo com um ecrã AMOLED maior, de 1.72", e mais luminoso, com 1500 nits, com modo Always On. Além das suas já bastante completas capacidades de tracking, inclui agora um sensor de 9 eixos para um tracking mais preciso de actividade e sono, além de contar também com um motor de vibração actualizado. A autonomia continua a ser um dos pontos fortes, com até 21 dias de uso típico e 9 dias com o ecrã sempre ligado. Vem com mais de 200 mostradores e tem resistência à água até 5 ATM.

De momento, podemos apanhar a Xiaomi Smart Band 10 por 40 euros na Amazon Espanha.

A Xiaomi anuncia uma autonomia de 21 dias de uso típico, que passam para cerca de uma semana com o ecrã em modo Always On. O carregamento é feito em apenas uma hora. Pode ser utilizada tanto em smartphones Android como iPhones, incluindo compatibilidade com o Strava, para além de outras apps. Também pode fazer a monitorização do sono.


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№ 07

Como funcionavam os discos de vinil quadrifónicos

No século passado usavam-se soluções criativas para ir além do som stereo nos discos de vinil com os sistemas quadrifónicos.

É certo e sabido que nas mais diversas vertentes da tecnologia os fabricantes tentam encontrar formas de convencer os consumidores a comprarem mais coisas. Nas TVs, depois dos televisores a cores houve a tentativa (falhada) de vender televisores 3D. Mas, na década de 1970, a proposta para os puristas musicais era irem além do som esterefónico e maravilhavam-se com o som quarifónico em discos de vinil.

Ora, isto tinha apenas um pequeno problema. O som nos discos de vinil é registado em sulcos microscópicos, e já se utilizavam ambos os lados do sulco para o canal esquerdo e direito do som esterofónico. Mas, como sempre, não há nada que não se possa superar, e os engenheiros da altura encontraram diversas soluções para esse problema, como o CD-4 (Compatible Discrete 4) / Quadradisc e o SQ (Stereo Quadraphonic).
O vídeo que se segue mergulha microscopicamente neste discos, mostrando ambos os sistemas: um que utilizava transposição de frequência, colocando os canais adicionais em frequências ultrasónicas inaudíveis, que eram convertidas para os canais traseiros quando tocados num sistema compatível; o outro utilizando diferença de fase para registar os canais surround.


Hoje em dia, com os formatos digitais, as coisas são bastante mais simples, e a maioria das pessoas pode desfrutar de sistemas 5.1, 7.1, ou até 9.4; enquanto do lado dos estúdios já se passou da produção em canais fixos para sistemas como o Dolby Atmos, que possibilita mais de uma centena de fontes sonoras posicionadas num espaço tridimensional, que depois é "renderizado" pelas colunas disponíveis para tentar recriar o panorama sonoro desejado. Colunas essas que podem chegar a sistemas 24.1.10 (24 colunas a 360°, 1 subwoofer, e 10 colunas de tecto) - isto, obviamente, pensado para salas de cinema. :)

№ 08

AMD prepara Ryzen 9 PRO 9965X3D

A AMD está prestes a lançar o seu primeiro CPU Ryzen Pro com 3D V-Cache: o Ryzen 9 PRO 9965X3D.

Um novo leak aponta para a chegada do Ryzen 9 PRO 9965X3D, que poderá tornar-se o primeiro CPU da linha Ryzen PRO com 16 núcleos e tecnologia 3D V-Cache. A novidade marca uma evolução significativa nesta gama, que até agora estava limitada a modelos com até 12 núcleos.

O processador terá como base a arquitetura Zen 5 e foi recentemente apanhado na base de dados do PassMark. Apesar de os detalhes ainda serem escassos, tudo indica que seja um chip ao nível de um Ryzen 9 9950X3D, com 16 cores e 128MB+16MB de cache, mas com desempenho ligeiramente inferior de cerca de 7% em multi-core e 2.7% em single-core. Ainda assim, estes resultados podem não demonstrar totalmente o potencial do chip, já que o benchmark poderá ainda não tirar partido completo do 3D V-Cache por não ser um chip "oficial".
Outra das possíveis explicações para a diferença de desempenho poderá estar no TDP. Os modelos PRO costumam privilegiar eficiência energética, e este modelo poderá ficar abaixo dos 170W dos modelos tradicionais - embora seja altamente improvável que se fique pelos 65W dos modelos PRO existentes.

Se confirmado, o Ryzen 9 PRO 9965X3D poderá posicionar-se como uma solução para produtividade avançada e criação de conteúdos, onde a estabilidade, consumo e gestão térmica são factores críticos. Os chips da gama Pro trazem ainda tecnbologias de segurança acrescida, como o AMD Memory Guard e AMD Platform Secure Boot, e funcionalidades de gestão pensadas para redes empresariais. Isto, se não quiserem esquecer a gama Pro e optar por um 9950X3D2.

№ 09

Moda dos smartphones ultra-finos não deve regressar

O fraco desempenho do iPhone Air está a fazer com que outros fabricantes abandonem os planos de smartphones ultra-finos.

A possibilidade do iPhone Air poder fazer ressurgir uma guerra pelos smartphones ultra-finos parece ter cada vez menos hipóteses de se tornar realidade. As vendas reduzidas deste modelo estão a fazer com que várias marcas abandonem os planos para os seus smartphones ultra-finos. Segundo rumores recentes, o modelo da Apple registou vendas bastante abaixo do esperado, de apenas 700 mil unidades, mesmo após várias reduções de preço.

O fraco resultado do dispositivo não passou despercebido à concorrência. Fabricantes como Xiaomi, Vivo, e Samsung, terão cancelado ou adiado projectos semelhantes, depois de perceberem a fraca procura por este tipo de equipamento. No caso da Samsung, há indicações de que o modelo Edge planeado foi mesmo cancelado completamente.
Apesar disso, a Apple não deverá abandonar a ideia, mesmo se já circularam rumores de que isso poderia acontecer. Informações recentes apontam para o desenvolvimento do iPhone Air 2, com lançamento previsto para 2027. A empresa estará a preparar várias melhorias para corrigir as críticas ao modelo original, incluindo uma segunda câmara traseira, maior autonomia e um design ainda mais leve.

A atenuante destes modelos ultra-finos, é a que acabam por ser um produto secundário derivado dos modelos dobráveis. Num dobrável é essencial que o smartphone tenha a espessura mais reduzida possível, pois a mesma será duplicada ao dobrar-se o dispositivo. Aproveitando-se esses desenvolvimentos, os modelos ultra-finos acabam por ser "meio dobrável". Mas só fazem sentido comercial se mantiverem funcionalidades adequadas e um preço convidativo; caso contrário, está mais que visto que os consumidores não se importam de ter um smartphone com maior espessura, se com isso tiverem câmaras melhores e uma autonomia bastante mais confortável.

№ 10

Google explica espaço ocupado pelo AICore

Afinal há explicação para o AICore poder ocupar espaço "excessivo" de mais de 10GB nos Android.

A Google explicou por que motivo a app AICore pode ocupar tanto espaço nos smartphones Android. A app, responsável por gerir funcionalidades de inteligência artificial no dispositivo, tem sido alvo de críticas por consumir vários gigabytes de armazenamento sem explicação clara.

Ficamos agora a saber que este comportamento é intencional e acontece durante actualizações dos modelos AI. Quando um novo modelo é instalado, o sistema mantém temporariamente a versão antiga, durante até três dias. Este mecanismo serve como uma salvaguarda, permitindo reverter rapidamente para a versão anterior caso algo corra mal, sem necessidade de descarregar novamente grandes quantidades de dados. A AICore é essencial para funcionalidades como resumos de texto, sugestões inteligentes, transcrição e ferramentas de escrita, todas executadas localmente no dispositivo. Ao garantir que existe uma versão funcional do modelo disponível, a Google tenta evitar falhas nessas funcionalidades, mesmo durante o processo de actualização.

Apesar de fazer sentido do ponto de vista técnico, esta abordagem pode ser problemática em equipamentos com menos armazenamento. Há relatos de utilizadores a indicar que a app pode ocupar até cerca de 11GB, ainda que temporariamente, o que pode complicar a vida a quem vive constantemente com poucos gigabytes de espaço livre. A boa notícia é que o espaço extra é automaticamente libertado ao fim de poucos dias após a actualização ter sido feita com sucesso, pelo que não fica dependente de qualquer necessidade de intervenção manual.

№ 11

Extensão tomadas Tessan com 4 USB + 2 tomadas a €27

Uma excelente opção para quem tem que lidar com um número crescente de dispositivos USB para recarregar, é usar uma extensão de tomada com portas USB integradas, como é o caso desta Tessan com 2 tomadas mais 4 USB.

Hoje em dia temos uma grande variedade de carregadores USB, mas estas extensões de tomada com portas USB integradas acabam por ser uma solução bastante atractiva, já que permitem manter a utilidade da tomada original, mas adicionando portas USB adicionais para carregarem outros equipamentos sem necessidade de carregadores individuais.
Esta extensão de tomada Tessan com 2 tomadas mais 4 USB (2 USB-C + 2 USB-A) está disponível por 27 euros na Amazon Espanha.

As portas USB podem fornecer até 30 W (PD) no total, sendo divididos à medida que se ligam mais dispositivos. Por exemplo, se ligarmos um dispositivo na porta USB-C e outra numa porta USB-A, poderá fornecer 15W a cada um deles em simultâneo. Quanto à extensão em si, conta com um cabo de 2 metros, facilitando o processo de a colocar num ponto mais adequado em relação à tomada onde for ligada.

É uma opção bastante interessante, especialmente tendo em conta a crescente panóplia de dispositivos USB que vamos tendo, dos smartphones e tablets e coisas como smartwatches, colunas Bluetooth, escovas de dentes, máquinas de barbear, etc. E desta forma, em vez de transportamos vários carregadores, fica tudo condensado num único bloco compacto de uma extensão de tomadas.


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№ 12

Tesla condenada a devolver $10K por FSD inexistente

O dono de um Tesla Model 3 ganhou um processo em tribunal para reaver os 10 mil dólares que pagou pela prometida funcionalidade FSD (Full Self Driving).

Nos EUA, o proprietário de um Tesla Model 3 conseguiu uma vitória em tribunal e indemnização de 10.600 dólares, após reclamar que a funcionalidade Full Self-Driving (FSD) nunca cumpriu o que foi prometido. O caso levanta novamente dúvidas sobre as promessas da Tesla em torno da condução autónoma, que há anos é anunciada como uma capacidade "iminente" sem que nunca se tenha tornado realidade.

O cliente tinha pago 10.000 dólares pelo pacote FSD em 2021, com a expectativa de que o carro viesse a conduzir-se sozinho com um nível de autonomia total, tal como era prometido pela Tesla. No entanto, os anos foram passando e o sistema continua limitado a assistência de condução (nível 2), longe da autonomia completa prometida. Entre os problemas relatados estão travagens inesperadas, necessidade frequente de intervenção humana, e falhas em situações básicas como zonas escolares e passagens de nível. Após não obter resposta da Tesla aos pedidos de reembolso, o proprietário avançou para tribunal de pequenas causas. A empresa não respondeu ao processo, o que levou a uma decisão automática a favor do cliente. Ainda assim, a Tesla tentou atrasar o processo com pedidos de extensão de prazo.
O caso ainda não está totalmente encerrado, já que a Tesla continua a contestar e a adiar o pagamento. Entretanto, o cliente já iniciou procedimentos legais para forçar a cobrança do valor, o que ultimamente pode levar até à apreensão de bens da empresa.

This baloney is so annoying. I didn't pay for 'lite' I paid for FULL SELF DRIVING. @Tesla is kicking the can down the road long enough for the cars to be obsolete, wrecked or out of warranty. Such a giant middle finger to us early adopters.

You HW4 people are next btw. Watch… https://t.co/MxUB19IUOJ

— JerryRigEverything (@ZacksJerryRig) April 30, 2026
Apesar da Tesla ter recentemente falado - finalmente - de que planeia lançar uma versão FSD Lite para os carros com HW3, que o próprio Elon Musk já confirmou que não têm capacidade para o prometido FSD, e "fábricas" de upgrade dos carros, isso não a iliba das responsabilidades contratuais. Embora alguns clientes possam ficar satisfeitos com isso (quando, e se, isso realmente se materializar - já que continua a ser uma promessa feita sem qualquer indicação de datas concretas), a verdade é que mesmo isso continua a não ser aquilo que foi prometido a todos os clientes que acreditaram na marca e pagaram pela funcionalidade FSD de condução autónoma total.

Não admira, portanto, que haja cada vez mais clientes Tesla que tenham perdido a paciência e queiram a devolução do seu dinheiro.

№ 13

Google Home com Gemini chega à Europa

A Google diz que os utilizadores europeus do Google Home deverão começar a ter acesso à versão com Gemini esta semana.

A Google está a acelerar a expansão das funcionalidades do Gemini no Google Home, com uma nova fase prevista para esta semana em vários países da Europa e da região Ásia-Pacífico. A novidade chega após o anúncio feito em Abril, que já antecipava a chegada destas capacidades a mais mercados internacionais.

Segundo a empresa, a distribuição está a ganhar ritmo, com mais utilizadores a terem acesso antecipado à integração do Gemini nos seus dispositivos domésticos inteligentes. O acesso continua a ser feito através do programa de early access na app Google Home, sendo que quem se inscreve passa a ter prioridade na lista de activação.

To our community in Europe and Asia-Pacific: thank you for your patience as we scale up the early access! We’ve opened up significant new capacity over the last two weeks and will continue the rollout this week. https://t.co/AE4NZT1A64

— Anish Kattukaran (@AnishKattukaran) May 3, 2026
A expansão abrange vários países europeus, incluindo França, Espanha, Itália, Países Baixos, Suécia e Reino Unido, entre outros - Portugal não é expressamente referido, mas vamos acreditar que também está na lista - acompanhada pelo suporte para mais idiomas. O objectivo é tornar o assistente mais inteligente e contextual, permitindo interacções mais naturais e maior controlo sobre os dispositivos associados ao Google Home.

Além da disponibilidade alargada, a Google tem vindo a melhorar o desempenho do Gemini no ecossistema Home, com actualizações recentes focadas em maior rapidez e melhor resposta a comandos.

№ 14

Vulnerabilidade no cPanel abre as portas a ransomware "Sorry"

Há uma vulnerabilidade crítica no cPanel que está a permitir uma vaga de ataques do ransomware Sorry.

Uma vulnerabilidade crítica no cPanel está a ser explorada activamente em ataques de ransomware, colocando milhares de sites em risco. A falha, identificada como CVE-2026-41940, permite contornar a autenticação e obter acesso directo aos painéis de gestão, afetando também o WHM. Estes sistemas são amplamente usados em servidores Linux para gerir websites, bases de dados e contas de email, o que aumenta significativamente o impacto desta falha.

Com uma classificação de gravidade de 9.8, a vulnerabilidade começou a ser explorada como 0-day ainda antes de existir uma correcção. Desde então, já foram identificados pelo menos 44 mil servidores comprometidos, com ataques em larga escala a multiplicarem-se por todo o mundo. Os atacantes estão a aproveitar o acesso para instalar o ransomware "Sorry", que já afectou centenas de sites, alguns dos quais começaram a aparecer indexados em motores de busca.
O ransomware foi desenvolvido especificamente para sistemas Linux e adiciona a extensão ".sorry" a todos os ficheiros encriptados. Utiliza o algoritmo ChaCha20 para encriptação, com a chave protegida por RSA-2048, o que torna a recuperação praticamente impossível sem acesso à chave privada. Em cada pasta afectada é criada uma nota de resgate em formato README.md, com instruções para as vítimas contactarem os atacantes através da rede Tox para negociar o pagamento.

Entretanto, já foi lançada uma actualização de emergência para várias versões do cPanel e WHM. Servidores desactualizados ou fora de suporte continuam especialmente vulneráveis. Como o acesso a estes painéis permite controlo total sobre o servidor, incluindo criação de contas falsas, instalação de backdoors, e envio de spam - a recomendação é aplicar as correções quanto antes e reforçar as medidas de segurança, já que os ataques deverão intensificar-se ainda mais nos próximos dias.

№ 15

Placas RTX 5090 concebidas para "falhar" deliberadamente?

Uma loja de reparações acusa alguns fabricantes de terem criado placas gráficas RTX 5090 desenhadas para avaria logo após o fim da garantia.

A Northwestrepair lançou algumas questões sobre as placas gráficas RTX 5090 da Gigabyte, apontando para um possível problema de design que pode afectar a sua durabilidade. Em causa está uma pequena resistência no circuito de activação de energia que pode estar demasiado próximo do limite mínimo de funcionamento.

Segundo a análise, o valor de 100 kΩ usado como pull-up pode não deixar margem suficiente para o desgaste natural dos componentes. Num caso real, a RTX 5090 deixou de funcionar por falha na activação da linha de energia principal (NVVDD). O sinal de activação ficava abaixo do nível necessário, impedindo o arranque do GPU, apesar de outras linhas estarem operacionais.

A solução passou por substituir a resistência por uma de valor inferior, elevando a tensão de para um nível estável e restaurando o funcionamento da placa. O técnico acredita que o mesmo circuito é usado em vários modelos, incluindo versões AORUS e Gaming, o que pode indicar um problema mais generalizado que poderá atormentar os possuidores destas placas após um par de anos de funcionamento.


O caso levanta dúvidas sobre a margem de tolerância no design destas placas gráficas, que custam para cima dos 3.500 euros. Esperar-se-ia que, no mínimo, usassem componentes de qualidade e uma concepção que assegurasse um funcionamento por muitos e longos anos - não um circuito que parece funcionar quase como uma contagem decrescente para para "matar" as placas após o período da garantia (mesmo tendo em conta que estas placas avarias podem ser vendidas por 1700 euros!)

№ 16

A curiosa técnica Lippmann Plate das fotos a cores

As Lippmann Plates maravilharam o mundo com fotos a cores no final do século XIX, que ainda hoje não conseguem ser recriadas pelas fotos impressas.

Vivemos num mundo a cores e onde a tentativa da sua reprodução continua a ser um desafio. Sim, há décadas que temos fotografias, cinemas, televisores, e monitores, a cores, mas ainda assim estamos longe de conseguir reproduzir a totalidade das cores visíveis.

E o melhor exemplo disso acaba por ser uma lição de humildade, bastando olhar para a natureza, e ver as cores vivas que podem ser produzidas pelas asas de uma borboleta ou pela pele de um camaleão. Ora, a Lippmann Plate é uma técnica criada em 1891 e que produz as cores usando precisamente o mesmo princípio básico, de "interferência" da luz, produzindo um espectro de cor vívido e intenso - que as fotos impressas não têm qualquer hipótese de atingir.



Como bónus extra, estas fotos mantêm as suas cores durante séculos sem perda de qualidade, mantendo as cores tão vivas hoje como no momento em que foram criadas, mesmo para as fotos com mais de cem anos.

№ 17

Placas RTX 5090 avariadas vendidas a €1700

Demostrativo do panorama que se vive no mundo do hardware, há placas RTX 5090 avariadas que estão a ser vendidas a 1700 euros!

Uma loja francesa está a vender placas gráficas RTX 5090 defeituosas com preços que começam nos 1.499 euros e podem chegar aos 1699 euros. São preços que se podem considerar absurdos, uma vez que se tratam de placas que não funcionam - mas que revelam a situação do mercado numa altura em que estas placas gráficas têm preços que ultrapassam os 3500 euros e podem chegar mesmo a superar os 4000 euros nalguns modelos.

Segundo a informação disponível, estas unidades foram danificadas durante o transporte e apresentam problemas físicos variados, como deformações ou danos no PCB. A única certeza é que foram testadas e confirmadas como não funcionais, sendo vendidas "no estado em que estão", sem garantia ou possibilidade de devolução.
Apesar disso, a loja assegura que as placas incluem todos os componentes principais na placa, como o chip gráfico e a memória, o que desde logo revela que se destinam essencialmente às lojas com capacidade de reparação das mesmas. A ideia é que possam ser reparadas ou usadas para reaproveitamento de peças, especialmente num mercado onde estes componentes têm elevado valor - ao ponto de haverem esquemas de compra de placas para remoção de chips, e posterior devolução.

Ainda assim, trata-se de uma aposta arriscada que terá pouco interesse para o público em geral, uma vez que se trata de uma total "lotaria" saber se se apanhará uma placa que poderá ser facilmente reparada, ou uma em que isso é inviável e serve apenas para peças.

№ 18

Como fazer um drone FPV com ESP32

Combinando electrónica e peças impressas em 3D, podemos criar o nosso próprio drone FPV de alta-velocidade.

Levando - literalmente - os projectos ESP32 a novas alturas, este Rocket Drone ESP32 combina electrónica e peças impressas em 3D para criar um drone FPV de alta-velocidade. O projecto não é propriamente indicado para iniciantes, mas não está fora do alcance de qualquer interessado, sendo desde logo recomendável que se tenha acesso a uma impressora 3D e os conceitos básicos de soldadura de compononentes.

Este drone conta até com algumas mordomias adicionais, como uma câmara móvel que facilita a sua utilização em qualquer orientação de voo. E, apesar de ser um projecto que se pode fazer em casa, o resultado é um drone que pode superar os 100 km/h de velocidade, pelo que deverá ser pilotado em locais adequados e com todas as precauções de segurança.


O custo total de material (sem as peças impressas em 3D) deverá ser de cerca de 150 euros, o que não se pode considerar excessivo tendo em conta o resultado final.

Dito isto, se acharem que este drone não satisfaz o vosso desejo de velocidade, podem sempre optar por criar um drone ridiculamente rápido que pode atingir quase 300 km/h. Obviamente, se mesmo para o drone acima se recomenda o máximo de precauções, para este será preciso triplicar os cuidados a ter.

№ 19

Gemini com NotebookLM chega aos utilizadores gratuitos

A Google está a expandir o NotebookLM no Gemini aos utilizadores gratuitos e apps, mas os utilizadores europeus podem ter que esperar mais um pouco - como tem sido habitual.

A Google está a expandir o acesso de uma das funcionalidades mais avançadas do Gemini a todos os utilizadores. A integração com o NotebookLM, que inicialmente estava limitada a alguns utilizadores e à versão web, passa a estar disponível também na app móvel, tanto para contas pagas como para as contas gratuitas.

A funcionalidade "notebooks" funciona como um hub inteligente para organizar conversas, ficheiros e documentos num único espaço. Em vez de apenas guardar interacções, os utilizadores podem adicionar contexto extra aos projectos, tornando o Gemini mais útil para tarefas de investigação e produtividade.

Notebooks in @GeminiApp are officially available to Free and Paid users on mobile! 🥳

(Coming soon to additional countries in Europe!) https://t.co/BT8B3gktPR

— NotebookLM (@NotebookLM) April 30, 2026
Os notebooks sincronizam automaticamente com o NotebookLM, permitindo alternar entre ferramentas para análise mais avançada. Existem, no entanto, algumas diferenças entre planos. Os utilizadores gratuitos podem adicionar até 50 fontes por notebook, enquanto subscritores pagos têm limites mais elevados, que podem chegar às centenas.

Esta novidade chega pouco depois de outra actualização importante: a capacidade de gerar ficheiros directamente no Gemini, incluindo PDF, Word e outros formatos. Apesar disso, a funcionalidade de notebooks ainda não está disponível em todos os países europeus, mas a Google promete expandir o suporte em breve.

№ 20

BMW renova série 7 com mais tecnologia

A BMW prepara nova actualização ao seu série 7 de 2027, com novos elementos inspirados na geração "Neue Klasse" da marca.

A BMW está a preparar uma grande atualização para o seu sedan topo de gama, com o novo Série 7 de 2027 a servir como uma espécie de montra tecnológica para o futuro eléctrico da marca. Apesar de ainda manter alguns componentes mais tradicionais, este modelo já integra a base tecnológica da nova geração "Neue Klasse", tornando-se mais inteligente, mais leve e carregado de ecrãs e funcionalidades digitais.
Por fora, o design mantém-se familiar, mas com alguns ajustes. A icónica grelha frontal surge agora mais larga e menos alta, com iluminação integrada, enquanto os faróis principais ficam posicionados mais abaixo no para-choques e as luzes diurnas mais finas aparecem na parte superior. A BMW optou também por usar mais elementos em plástico pintado na cor da carroçaria. Na traseira, as luzes são mais compridas e o logótipo passa a ter um acabamento mate. Já a pintura bicolor apresentada nas imagens pode demorar até 75 horas a ser concluída, embora não seja uma opção consensual.

É no interior que as mudanças mais se fazem notar. O destaque vai para o sistema "Panoramic Vision", que projeta informação ao longo de toda a base do para-brisas. No centro do tablier está um ecrã de 17.9" e, pela primeira vez, o passageiro da frente conta com um ecrã próprio de 14.6" onde pode ver filmes ou jogar. Para evitar distracções, uma câmara monitoriza o condutor e reduz automaticamente o brilho desse ecrã se detectar que está a olhar para ele - como de resto passará a ser obrigatório a partir de Julho.
Atrás, mantém-se o Theater Screen de 31.3" com resolução 8K, que agora funciona mais como um tablet graças a novos controlos tácteis. Inclui ainda uma câmara para chamadas Zoom e uma porta HDMI para ligar um portátil. No áudio, há opções para todos os gostos: um sistema Bowers & Wilkins com 36 altifalantes e 1.925 W para quem quiser o topo de gama, enquanto a versão base já inclui 18 altifalantes e 575 W.

As versões eléctricas recebem melhorias significativas. A BMW está a usar novas células de bateria cilíndricas com mais 20% de densidade energética, elevando a capacidade utilizável para 112.5 kWh. Outra novidade é o uso de um sistema de cablagem por zonas, que elimina cerca de 610 metros de cabos, reduzindo o peso da cablagem em cerca de 30%. O carro inclui ainda integração com a assistente Alexa da Amazon, permitindo controlar funções do veículo e até dispositivos de casa inteligente com comandos de voz.
No campo da segurança, a BMW introduz o sistema “"ymbiotic Drive" que monitoriza o olhar do condutor e só intervém na condução quando detecta que o desvio da faixa não é intencional. O sistema consegue também identificar animais na estrada e travar automaticamente. Curiosamente, a marca decidiu abandonar, para já, o desenvolvimento de condução autónoma de nível 3, optando por manter o condutor mais envolvido por questões de segurança e - principalmente - responsabilidade legal.


O i7 60 xDrive oferece 536 cv e uma autonomia superior a 563 km, acelerando dos 0 aos 97 km/h em 4.6 segundos, com um preço a rondar os 107.770 euros. Já o i7 50 xDrive surge como opção mais acessível, com 449 cv, chegando aos 97 km/h em 5.3 segundos e preço a partir de 91.980 euros. Para quem prefere motores a combustão, o 740 mantém um motor de seis cilindros com 394 cv, com preços desde 86.510 euros. No topo da gama está o i7 M70 xDrive, com 680 cv, capaz de acelerar até aos 100 km/h em apenas 3.5 segundos e com autonomia estimada de 686 km.

A produção do novo Série 7 arranca em Julho de 2026 na Alemanha, com as versões elétricas i7 e os modelos a gasolina 740 a chegarem primeiro à Europa. Já a versão híbrida plug-in 750e xDrive está prevista para o início de 2027, com 483 cv, sendo posteriormente acompanhada por uma variante ainda mais potente com motor V8.