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Google lança Nano Banana 2 gratuito para todos

26-02-2026 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

A Google lançou o Nano Banana 2 no Gemini, gratuito, com capacidades que se aproximam do Nano Banana Pro.

A Google está a disponibilizar o Nano Banana 2 - também conhecido como Gemini 3.1 Flash Image (mas com a designação Nano Banana a ter conquistado o público) - para os utilizadores gratuitos do Gemini. Até agora, várias das capacidades de geração de imagem estavam reservadas à versão Pro paga, mas passam agora a estar acessíveis a todos, tanto na app Gemini como noutros serviços de AI da empresa.

O novo modelo herda capacidades avançadas da versão Pro, incluindo geração de imagens com texto legível, traduções, e utilização de informação em tempo real. Segundo a Google, o Nano Banana 2 combina pesquisa na web e a base de conhecimento do Gemini para criar imagens mais contextualizadas, como infografias ou diagramas com dados actualizados.
Há também melhorias visuais. O modelo consegue manter consistência visual com até cinco personagens e 14 objectos numa única imagem, além de oferecer controlo total sobre formato e resolução- de 512px até 4K. A Google promete ainda melhor adesão a pedidos complexos, reduzindo resultados indesejados.

O Nano Banana 2 passa a ser o modelo padrão de geração de imagem no Gemini, substituindo a opção Pro nos modos Fast, Thinking e Pro. Ainda assim, subscritores AI Pro e Ultra continuam a poder aceder ao Nano Banana Pro para tarefas específicas. A actualização também está a chegar ao AI Mode no Search, Google Lens e à ferramenta de vídeo Flow. E, tendo em conta que a Google está a fazer chegar o Nano Banana a todo o lado - até ao Google Maps! - devemos começar a vê-lo cada vez mais frequentemente (não me surpreenderia se fosse integrado no teclado Gboard em breve).

Bloco de tomadas vertical com USB a €40

26-02-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

Quem preferir ter tomadas em cima da secretária e com fácil acesso, pode fazer um 2-em-1 com este bloco de tomadas vertical com 12 tomadas e 6 portas USB.

Todos estamos habituados às extensões de tomadas múltiplas que inevitavelmente se espalham pelo chão e servem para multiplicar as sempre concorridas tomadas na parede. Mas, por vezes, pode ser bastante mais prático ter um bloco de tomadas mais acessível em cima da secretária, e este bloco vertical coloca 12 tomadas mesmo ali à mão, e com a vantagem acrescida de que também inclui 6 portas USB.
Este bloco de tomadas vertical Koosla 12 tomadas + 6 USB está disponível por 40 euros na Amazon Espanha.

Um detalhe interessante deste bloco é o facto de contar com três interruptores que permitem ligar / desligar as tomadas e portas USB de forma independente, um para grupo de tomadas e portas USB por patamar, para que - por exemplo - possam cortar a alimentação a produtos que não seja preciso deixarem em standby, mas manterem outros que desejem manter ligados.


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Xiaomi prepara melhor integração com produtos Apple

26-02-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

Em breve será mais fácil usar iPhones e AirPods em conjunto com dispositivos da Xiaomi.

A Xiaomi deverá anunciar no MWC 2026 uma nova funcionalidade chamada "iOS Bridge" integrada no HyperOS 3.1. A actualização deverá acompanhar a apresentação da série Xiaomi 17 e promete melhorar a ligação entre dispositivos Xiaomi e produtos Apple, algo que até agora tem estado bastante limitado.

Entre as funcionalidades apontadas estão alertas de chamadas do iPhone a surgirem em tablets e PCs Xiaomi, permitindo atender ou gerir chamadas sem ter o smartphone na mão. Outro destaque é a integração dos AirPods nos smartphones Xiaomi, passando a exibir o nível de bateria e controlos mais avançados, aproximando a experiência da que existe nos iPhones. A actualização poderá ainda trazer partilha directa de ficheiros entre iPhones e equipamentos Xiaomi através do AirDrop, replicando aquilo que a Google já começou a disponibilizar nos Pixel - e assim dispensando a necessidade de serviços ou apps adicionais.

É um pouco triste que este tipo de coisas tenha que ser feita "à força", em vez de se usarem mecanismos standard e abertos. Ainda assim, continua a existir sempre a ameaça da Apple fazer qualquer alteração (podendo usar a recorrente desculpa da "segurança") para fechar a porta a este tipo de integrações não oficiais. Afinal, estamos a falar da empresa que internamente discutiu se deveria disponibilizar o iMessage nos Android, e acabou por decidir que não como forma de prender as pessoas no seu ecossistema.

Gemini passa a controlar apps no Pixel 10 e Galaxy S26

26-02-2026 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

O Gemini ganha capacidades "agentic" para controlar apps, mas por agora só nos Pixel 10 e Galaxy S26.

A Google está a dar mais um passo para transformar o Gemini num verdadeiro assistente digital. A partir de alguns modelos da linha Google Pixel 10 e da série Samsung Galaxy S26, o Gemini passa a conseguir executar tarefas complexas dentro de apps, como chamar um Uber ou fazer um pedido de comida.

A funcionalidade chama-se task automation. O utilizador faz um pedido simples, como "Chama um Uber para o aeroporto", e o Gemini abre a app num ambiente virtual no próprio dispositivo, navegando passo a passo até concluir o processo. É possível acompanhar tudo em tempo real, interromper a ação, assumir o controlo ou deixar o assistente trabalhar em segundo plano. No final, o utilizador apenas tem que confirmar manualmente o pedido.

Launching soon as a beta feature in the Gemini app for #Pixel10, Pixel 10 Pro, and Samsung Galaxy S26 series, you can offload multi-step tasks directly to Gemini.

Simply long-press the power button and ask Gemini to help book you a ride home or reorder your last meal. Gemini… https://t.co/GjfXTnGg0k pic.twitter.com/YGIvqBkbu3

— Google Gemini (@GeminiApp) February 25, 2026

Your "usual" is now just a tap away. ☕️🍕Starting as a beta feature, Gemini can assist you with tasks across select rideshare and food apps. Just ask Gemini to handle your grocery cart, food delivery, or ride home. Gemini does the work, but you’re in control 🪄 pic.twitter.com/fjfsDXDx7m

— Android (@Android) February 25, 2026
Segundo a Google, esta abordagem combina diferentes camadas tecnológicas. Quando disponível, o sistema usa integrações específicas através de frameworks Android ou APIs. Caso contrário, o Gemini recorre ao seu modelo de raciocínio para interagir com a interface da app como se fosse um utilizador humano. A empresa vê isto como parte da evolução do Android para um "intelligence system", conceito que deverá ganhar maior destaque com o futuro Android 17.

Para já, a automação está limitada a algumas apps, incluindo Uber e serviços de entrega de comida, e apenas nalguns países - como os Estados Unidos e na Coreia do Sul. Ainda assim, não se pode deixar de referir que, ao estilo do FSD da Tesla, também aqui a Google recomenda supervisão permanente sobre o que o assistente está a fazer. Afinal, começam a ser cada vez mais frequentes os exemplos do que pode acontecer quando se deixa um agente AI a fazer tarefas por si só...

Ring cancela parceria polémica de partilha de imagens

26-02-2026 | 13:35 | A Minha Alegre Casinha

A Ring decidiu terminar a sua parceria com a Flock Safety, após pressão dos clientes que criticaram a partilha de vídeos com essa empresa.

A Ring anunciou o fim da integração com a Flock Safety, mas a decisão não resolve a principal preocupação: a ligação contínua da empresa às autoridades policiais. Oficialmente, a empresa fala em falta de recursos, mas o recuo surge após críticas públicas relacionadas com a sua campanha no Super Bowl.

O foco da polémica é o programa Community Requests, que permite às forças policiais solicitarem imagens a utilizadores próximos de uma investigação, sem mandado judicial. Embora a partilha seja opcional, os vídeos passam pelo sistema de gestão de provas da Axon, empresa que fabrica os Tasers e câmaras corporais utilizadas por polícias - e com múltiplos contratos com o Department of Homeland Security nos EUA. Os críticos alertam que, mesmo que agências federais como o ICE não possam pedir imagens directamente, departamentos locais podem possibilitar o acesso indirecto. Foi precisamente esse o tipo de crítica dirigida à Flock, cuja rede de câmaras com leitura automática de matrículas terá facilitado o acesso às autoridades.

Ao cortar com a Flock mas manter a parceria com a Axon, a Ring não faz qualquer alteração de fundo aos Community Requests, limitou-se a fazer controlo de danos na sua imagem junto do público. Com milhões de câmaras inteligentes já instaladas, com capacidade de reconhecimento facial e programas de procura de animais perdidos, exige-se que a Ring (pertencente à Amazon) explique de forma bem clara o uso que pode ser dado às gravações dos clientes.

Apple aceitou aumento de 100% na RAM - para surpresa da Samsung

26-02-2026 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

Aparentemente, a Apple terá aceite um aumento de 100% no preço da RAM, apesar da Samsung ter esperado que o valor fosse de 60%.

A Apple terá aceite pagar o dobro pelos chips de memória LPDDR5X fornecidos pela Samsung para a produção do iPhone 17. Segundo um relatório sul-coreano, os módulos de 12GB usados no iPhone Air e no iPhone 17 Pro passaram de cerca de 30 dólares no início de 2025 para aproximadamente 70 dólares - um aumento de mais de 100%.

Pelo que é revelado, a Samsung pretendia negociar uma subida de 60%, mas terá avançado com uma proposta de duplicação do preço como estratégia inicial, para que - após as negociações - se chegasse ao valor pretendido. Mas, para surpresa da Samsung, a Apple terá aceite o aumento de 100% sem qualquer negociação - o que demonstra o panorama que se tem feito sentir a nível dos chips de memória.

O "açambarcamento" de chips de memória para os projectos AI de larga escala tem levado ao aumento dramático dos preços, e isso acaba por ter um efeito que contagia todo o tipo de hardware. Aliás, para se ver ao ponto a que se chegou, a própria Samsung está a comprar memórias a empresas concorrentes para o Galaxy S26 em vez de conseguir usar apenas a sua própria produção.

Apesar deste aumento nos chips RAM, espera-se que a Apple vá manter os patamares de preço da futura série iPhone 18, suportando a diferença com uma redução da sua margem de lucro. Aparentemente, não quer arriscar que um aumento de preço neste modelo pudesse levar uma potencial drástica redução nas vendas - que poderia acontecer, levando a que muitos compradores optassem por aguardar pelo iPhone "XX" em 2027, que celebrará o 20º aniversário do iPhone, e que deverá marcar novo salto revolucionário (fala-se do ecrã total com Face ID sob o ecrã, e outras evoluções).

Google leva Nano Banana para o Google Maps

26-02-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

A Google parece estar a preparar a expansão do Nano Banana para o Google Maps.

Se a Microsoft se tem esforçado para aplicar o Copilot em tudo, a Google parece querer seguir a mesma fórmula com o bem sucedido Nano Banana, o seu modelo AI para geração de imagens. E isso pode traduzir-se em integrações inesperadas, como o Nano no Google Maps.

Segundo referências encontradas na versão mais recente da app, a ideia será permitir a criação de imagens baseadas em locais disponíveis no Street View. Ou seja, o utilizador poderá pegar numa rua ou monumento real e aplicar estilos criativos através de prompts AI. Na prática, isto significaria transformar locais reais em versões estilizadas, artísticas, ou futuristas, directamente a partir do Maps - ou até mesmo permitir colocar o utilizador em locais em que nunca estava (se a Google não limitar essa capacidade para evitar usos abusivos).

Ainda assim, parece ser uma funcionalidade um pouco "rebuscada" demais, especialmente para uma empresa que é conhecida por matar projectos por tudo e por nada. Mas, estamos numa época em que tudo o que seja "AI" parece ter carta branca para ser feito e aplicado em todo o lado, mesmo que isso signifique gastar tempo a aplicar geração de imagens AI no Google Maps.

Suporte dobrável para portátil a €8

26-02-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Para auxiliar no trabalho com portáteis, tablets, ou outros equipamentos, um compacto e económico suporte pode fazer maravilhas ao posicioná-los na orientação pretendida.

Com mais pessoas a trabalhar / estudarem em casa, é mais importante que nunca fazer todos os possíveis para que essas tarefas possa ser realizadas da forma mais adequada. Por vezes, até algo tão simples como um pequeno ajuste na forma como se pousa um portátil ou tablet pode fazer toda a diferença, e daí a importância de ter um suporte que permita afinar a sua posição à vontade de cada um.


Este suporte dobrável para portátil está disponível por apenas 8 euros na Amazon Espanha.

Com um formato "transformável" retráctil, este suporte pode facilmente ser levado para qualquer lado quando fechado, mas acomodar portáteis com ecrãs até 17" quando completamente aberto. Essa mesma capacidade significa também que o podemos usar com dispositivos de diferentes tamanhos, indo de um simples smartphone, passando por tablets e livros, e qualquer outra coisa que se deseje ter inclinado - e mesmo a nível de inclinação é também ajustável, podendo ir dos 17º aos 50º com ajustes intermédios.


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Samsung apresenta Galaxy S26 e S26 Ultra

26-02-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

A Samsung revelou todos os detalhes sobre a nova família Galaxy S26, com o S26, S26 Plus e S26 Ultra.

Galaxy S26 Ultra

A par dos novos Galaxy Buds4 e Buds4 Pro a Samsung apresentou o Galaxy S26 Ultra com foco em privacidade, desempenho e carregamento mais rápido. O novo topo de gama chega ligeiramente mais fino (7,2 mm) e leve (214 g), troca a estrutura em titânio por alumínio, e mantém o Gorilla Glass Victus 2 na traseira. O ecrã é um LTPO AMOLED de 6,9” com resolução QHD+ e taxa adaptativa de 1-120 Hz, brilho máximo de 2.600 nits e proteção Gorilla Armor 2. O S Pen continua presente (sem Bluetooth), assim como o leitor de impressões digitais ultrassónico e a câmara frontal de 12 MP.

A grande novidade é o Privacy Display, uma solução de hardware que pode reduzir o ângulo de visão de partes do ecrã (ou do ecrã completo) para escurecer o ecrã quando visto de lado, dificultando olhares indiscretos em transportes públicos ou espaços abertos. A funcionalidade pode ser activada manualmente ou de forma automática, trabalhando em conjunto com o software para ocultar apps sensíveis, notificações, e campos de palavra-passe.

No desempenho, o S26 Ultra utiliza o Qualcomm Snapdragon 8 Elite Gen 5 for Galaxy em todas as regiões. Há 12 GB de RAM nas versões de 256 GB e 512 GB, enquanto o modelo de 1 TB sobe para 16 GB. A câmara principal mantém os 200 MP, agora com abertura f/1.4 para captar mais luz (até +47%, segundo a marca). A telefoto 3x de 10 MP usa um sensor ligeiramente mais pequeno, a 5x de 50 MP ganha abertura f/2.9 mais luminosa, e a ultra grande angular de 50 MP permanece inalterada.
A bateria continua nos 5.000 mAh, mas o carregamento com fios sobe para 60 W (0-75% em cerca de 30 minutos), além de 25 W sem fios via Qi 2.2 e 4,5 W reverso. O smartphone chega com One UI 8.5 baseado em Android 16 e várias funcionalidades Galaxy AI, incluindo Photo Assist, Audio Eraser expandido para apps de terceiros, Call Screening com transcrição, e sugestões contextuais via Now Nudge e Now Brief. O preço começa nos 1.450 € (12/256 GB), vai até aos 1.650 € (12/512 GB) e 1.950 € (16 GB/1 TB). As pré-encomendas arrancam hoje e as entregas começam a 11 de Março.


Galaxy S26 e S26+,

Nos Galaxy S26 e S26+, temos mudanças discretas no hardware e maior foco na AI. O Galaxy S26 cresce ligeiramente para um ecrã LTPO OLED de 6,3” (1080p+, 1-120Hz) e aumenta a bateria para 4.300 mAh, mantendo praticamente as mesmas dimensões. Já o S26+ permanece com 6,7” (1440p+, 1-120Hz) e bateria de 4.900 mAh, sem alterações relevantes no design.

No desempenho, os modelos usam o Exynos 2600 na maioria dos mercados, enquanto América do Norte, China e Japão recebem o Qualcomm Snapdragon 8 Elite Gen 5 for Galaxy. A Samsung promete ganhos de até 19% no CPU, 24% no GPU e 39% no NPU face à geração anterior, com melhorias em tarefas como comandos por voz, transcrição de chamadas, e ferramentas de edição com AI. O armazenamento base sobe para 256 GB (marcando o adeus aos 128 GB), com opção de 512 GB e 12 GB de RAM em ambos.

As câmaras mantêm o conjunto triplo: 50 MP principal com OIS, 10 MP telefoto 3x e 12 MP ultra grande angular. As novidades estão no software, com Auto Framing para converter vídeo 8K em 4K enquadrado automaticamente, Super Steady Video com bloqueio horizontal de 360° e melhorias no processamento de imagem com AI.

O One UI 8.5 baseado em Android 16 reforça o lado "agentic AI", com funcionalidades como Now Nudge e Now Brief alimentadas por um motor de dados pessoais que cruza notificações, mensagens e emails. Há ainda organização automática de screenshots por categorias, Call Screening com transcrição em tempo real, e Audio Eraser expandido para apps como YouTube e Netflix. O Galaxy S26 mantém o carregamento de 25W com fios e 15W sem fios, enquanto o S26+ fica nos 45W com fios e 20W wireless. Ambos chegam às lojas a 11 de Março, com pré-encomendas já disponíveis e preço a começar nos 1.000 € para o S26 e 1.250 € para o S26+.

Samsung apresenta Galaxy Buds4 e Buds4 Pro

26-02-2026 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

A Samsung apresentou a mais recente família de earphones Galaxy Buds4 e Buds4 Pro.

A acompanhar a nova série Galaxy S26, a Samsung apresentou os novos Galaxy Buds4 e Buds4 Pro, que chegam com design renovado e foco reforçado na qualidade de som. Segundo a marca, a maioria dos utilizadores usa earbuds diariamente e dá prioridade ao áudio, mas também quer conforto e portabilidade, já que normalmente utiliza os mesmos earphones para tudo.

Visualmente, há mudanças. A caixa foi redesenhada para que os earbuds fiquem na horizontal, facilitando a colocação e remoção. As hastes triangulares deram lugar a hastes planas em metal escovado, com área tátil gravada para facilitar o controlo por toque. Ambos suportam gestos de pinch e swipe para gerir reprodução, volume e chamadas.
No som, os Buds4 Pro recebem um sistema de altifalantes melhorado, com woofer e tweeter maiores - quase 20% acima da geração anterior - e suporte para áudio Hi-Fi até 24-bit/96kHz. Já os Buds4 apostam num design aberto, pensado para maior conforto em uso prolongado, embora isso possa prejudicar a eficácia do sistema de cancelamento de ruído. Ambos incluem Enhanced Adaptive ANC, que ajusta dinamicamente o cancelamento de ruído, e Super Clear Call com áudio até 16kHz para chamadas mais nítidas.

Os earbuds funcionam com qualquer smartphone, mas ganham integração extra com dispositivos Galaxy, incluindo controlos rápidos no Quick Panel, gestos como acenar a cabeça para atender chamadas, suporte a Bixby e tradução em tempo real com a funcionalidade Interpreter. Os Galaxy Buds4 custam 180 euros e os Buds4 Pro 250 euros, mantendo os preços da geração anterior. As pré-encomendas arrancam hoje e a disponibilidade começa a 11 de Março.

OpenClaw apaga emails de directora de segurança AI da Meta

25-02-2026 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

Numa caricata reviravolta, o OpenClaw apagou indevidamente emails de uma utilizadora. O pormenor que o torna caricato é que a utilizadora é uma directora de segurança de AI da Meta.

Uma directora de segurança da Meta viu os seus pesadelos tornarem-se realidade quando o popular agente AI OpenClaw (ex-ClawdBot) não faz aquilo que lhe foi pedido. Summer Yue, responsável por alinhamento no novo laboratório de investigação em superinteligência da empresa, partilhou que o OpenClaw começou a apagar centenas de emails da sua caixa - apesar de lhe ter dito expressamente para não efectuar qualquer operação sem pedir confirmação do utilizador.

Yue tinha dado acesso à sua conta de email para que o agente analisasse os emails e sugerisse o que arquivar ou eliminar - com o pressuposto de que nada seria feito sem confirmação adicional. O sistema já tinha funcionado durante semanas numa caixa de testes mas, quando foi aplicado à conta de emails principal - com muitos mais emails - as coisas descarrilaram. O modelo terá aparentemente comprimido o contexto da sessão e perdido as instruções originais, passando a agir por conta própria, começando a apagar email atrás de email.

Nothing humbles you like telling your OpenClaw “confirm before acting” and watching it speedrun deleting your inbox. I couldn’t stop it from my phone. I had to RUN to my Mac mini like I was defusing a bomb. pic.twitter.com/XAxyRwPJ5R

— Summer Yue (@summeryue0) February 23, 2026
A executiva diz que tentou parar o processo a partir do telemóvel, mas que o agente ignorou esses comandos, obrigando-a a correr literalmente até ao seu Mac mini para parar o funcionamento do OpenClaw. Mais tarde, partilhou uma captura de ecrã onde o próprio agente admite não ter seguido as instruções, prometendo comportar-se melhor no futuro.

O episódio levanta novas questões sobre a integração de agentes AI em ferramentas de produtividade. À medida que empresas como a Meta ou a Microsoft apostam cada vez mais nestes sistemas, casos como este demonstram os riscos - a que nem sequer especialistas na área escapam.

Apple volta a ajustar Liquid Glass no iOS 26.4

25-02-2026 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

A Apple parece não conseguir terminar o polémico Liquid Glass, preparando novos ajustes para o iOS 26.4.

O design Liquid Glass estreado no iOS 26 continua a não agradar a todos e a não funcionar em todas as situações. Depois de ajustes à transparência para resolver problemas de legibilidade, para o iOS 26.4 (ainda em versão beta), a Apple volta a acrescentar uma das suas raras opções que atira a decisão para a preferência dos utilizadores.

Desta vez trata-se de uma opção "Reduce Highlighting Effects" na secção de Accessibilidade, que se acredita que vá reduzir ou remover os efeitos de brilho dinâmico em torno de coisas como os icons das apps e alguns botões.
Este efeito visa criar a ilusão dos elementos em vidro, e é dinâmico, movendo-se em tempo real em função da orientação do iPhone. Rodando-se o iPhone ligeiramente podemos ver os "brilhos" a mudarem de posição.

O grande problema deste detalhe é que tem bastantes bugs que o tornam bastante inconstante. Há situações em que o efeito funciona, outras vezes deixa de funcionar, por vezes pode funcionar nuns elementos e não em outros - até mesmo quando estão lado a lado. E além de tudo isto, o efeito também fica bastante dependente de coisas como a cor dos icons das apps: há icons em que o efeito funciona bem, há outros em que praticamente desaprece por completo, contribuindo para a "confusão" dos utilizadores, sobre se está a funcionar ou não.

Parece que, em vez de resolver todos esses bugs e questões, a Apple opta pela via mais rápida de deixar desactivar o efeito por completo!

CMF Watch 3 Pro a €80

25-02-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

O mais recente Watch 3 Pro da CMF, marca económica da Nothing, já está disponível.

Os fãs Nothing continuam a poder optar pelos produtos da sua marca CMF para dispositivos mais económicos, e no caso dos smartwatches isso traduz-se no seu mais recente wearable. O Watch 3 Pro vem com ecrã AMOLED circular de 1.43", com mais de 120 mostradores disponíveis. A moldura do relógio pode ser substituída pelos utilizadores tal como as braceletes de 22 mm, para criar uma infinidade de estilos diferentes. Pode fazer o tracking de todo o tipo de parâmetros habituais, como frequência cardíaca, nível de oxigénio no sangue, sleep tracking, mais de 120 actividades físicas, sleep tracking, fazer telefonemas, e tem GPS.
O CMF Watch Pro 3 está disponível por 80 euros na Amazon Espanha.

Se quiserem combinar com o resto da família para ficarem com o conjunto completo, podem também optar pelo CMF Phone 2 Pro e pelos CMF Buds Pro 2 - ou aguardarem pela nova geração.

Este smartwatch tem protecção IP68 para uso despreocupado em todo o tipo de ambientes, e a Nothing promete que a sua bateria é suficiente para lhe dar uma autonomia de até 13 dias de uso típico - mas que se podem reduzir para 4.5 dias em uso intensivo com o ecrã always-on ligado.


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Windows 11 ganha MIDI 2.0

25-02-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

Passado mais de meia década, a Microsoft adicionou o suporte MIDI 2.0 ao Windows 11.

Apesar do MIDI 2.0 ter sido apresentado em 2020, um ano antes do lançamento oficial do Windows 11, só agora em 2026 é que a Microsoft está finalmente a adicionar o suporte oficial para MIDI 2.0 no Windows 11. O padrão, cuja versão original foir criada em 1983, ganha nova vida no sistema operativo da MS, com melhorias tanto para MIDI 2.0 como para o MIDI 1.0.

A grande novidade do MIDI 2.0 é a comunicação bidirecional real entre dispositivos. Ao contrário do MIDI 1.0, que tinha limitações na troca de informação, a nova versão permite que equipamentos enviem e recebam dados de forma mais inteligente, incluindo detecção automática e configuração de hardware compatível. Além disso, oferece muito mais precisão no controlo de parâmetros.


Ao contrário de algumas evoluções que obrigam a dizer adeus à compatibilidade com sistemas antigos (como o Windows 11, que deixou de suportar oficialmente computadores mais antigos), o MIDI 2.0 tem a grande vantagem de permanecer totalmente compatível com dispositivos MIDI 1.0.

E falando de MIDI 1.0, também este recebe melhorias no Windows 11, como suporte multi-cliente, maior estabilidade, melhor identificação de dispositivos, loopback integrado e tradução automática para hardware MIDI 2.0. Na prática, isto permite que equipamentos antigos e novos funcionem lado a lado, com comunicação bidirecional. É uma melhoria que chega tardiamente, mas que será apreciada por todos os que usam Windows para as suas produções musicais.


Em jeito de nostalgia para tempos pré-históricos, no tempo pré-internet em que as BBS e a FidoNet dominavam as comunicações informática, já havia uma grupo de malucos que se divertia a fazer jam sessions MIDI colaborativas. Em que alguém mandava um ficheiro MIDI para o grupo com uma melodia ou ritmo base, outra pessoa acrescentava outra faixa, e se ia criando uma música. Claro que não era uma experiência adequada para quem gosta de resultados imediatos, já que podia demorar vários dias, ou até semanas, até que cada alteração fosse sendo feita e disponibilizada. :)

Tesla continua a cair na Europa

25-02-2026 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

A venda de automóveis da Tesla continua a cair na Europa, apesar do novo Model Y.

A Tesla continua a perder terreno na Europa e os números mais recentes confirmam que não se trata apenas de uma fase passageira. De acordo com dados da European Automobile Manufacturers Association (ACEA), a empresa registou 8.075 veículos na União Europeia, Reino Unido e países da EFTA (European Free Trade Association ) em Janeiro de 2026, o que representa uma queda de 17% face ao mesmo mês do ano anterior. O dado torna-se ainda mais relevante porque o mercado total de veículos eléctricos cresceu 13.9% no mesmo período. No total, foram matriculados 189.062 eléctricos em Janeiro, contra 165.930 há um ano, e estes modelos representam agora 19.3% da quota de mercado da UE, acima dos 14.9% registados no início de 2025.

O contraste mais evidente surge com a fabricante chinesa BYD, que registou 18.242 veículos em Janeiro de 2026, um impressionante aumento de 165%(!) face ao ano anterior. A BYD vendeu mais do dobro da Tesla na região e detém agora 1.9% de quota de mercado na UE, Reino Unido e EFTA, enquanto a Tesla caiu para menos de metade desse valor (0.8%). No ano passado, parte da quebra nas vendas foi atribuída à espera pela versão renovada do Tesla Model Y "Juniper", mas essa justificação deixa de poder ser usada, uma vez que o modelo actualizado está disponível há bastante tempo, e ainda assim as vendas continuam a descer.
Falando-se apenas da União Europeia, a descida foi mais moderada, com menos 1.6% e 7.187 unidades registadas, mas nos mercados EFTA, especialmente na Noruega, o impacto foi mais significativo. O governo norueguês eliminou benefícios fiscais para veículos mais caros, provocando uma queda de 76.3% nas vendas totais de automóveis novos. Sendo historicamente uma das marcas mais vendidas no país, a Tesla foi particularmente afectada por esta medida.

O que fica demonstrado é que o mercado europeu continua a afastar-se dos combustíveis fósseis. As matrículas de veículos a gasolina caíram 28.2% em Janeiro, os diesel desceram mais de 22% e, em conjunto, representam agora apenas cerca de 30% do mercado, quando há um ano estavam próximos dos 40%. Já os híbridos plug-in cresceram 32.2%. Os fabricantes tradicionais também mostram capacidade de adaptação. A Stellantis cresceu 6.7%, ultrapassando 164.000 unidades, com a Fiat a registar uma subida próxima dos 25%. O Volkswagen Group teve uma ligeira descida de 3.8%, mas mantém a liderança destacada com 26.7% de quota de mercado na região.

Perante este cenário, a Tesla enfrenta um desafio cada vez maior na Europa. Entre o fim dos incentivos governamentais e a concorrência crescente de marcas chinesas, a empresa arrisca-se a perder definitivamente a posição de destaque num dos mercados mais importantes - e começa a tornar-se cada vez mais difícil ignorar que este comportamento se deve, em grande parte, à imagem pública de Elon Musk desde que entrou no mundo político, e também às consecutivas e prolongadas promessas falhadas que vai repetindo ano após ano, e que nesta fase já falham em convencer muitos dos seus clientes e fãs.

YouTube Premium Lite ganha downloads e reprodução em background

25-02-2026 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

A Google está a tornar mais atractiva a modalidade YouTube Premium Lite, com reprodução em background plano e downloads.

Depois de ter passado os últimos meses a combater o uso de ferramentas que replicavam as funcionalidades das modalidades Premium, o YouTube dá agora um passo no sentido de atrair clientes para a subscrição paga através da melhoria do produto.

Quase um ano após o relançamento do plano Premium Lite, o YouTube anunciou duas novas funcionalidades: a reprodução em segundo plano e downloads para visualização offline - ambas disponíveis para a "maioria dos vídeos". Até agora, o Premium Lite limitava-se essencialmente a remover anúncios na maioria do conteúdo. Com estas novidades, passa a aproximar-se mais da experiência do plano completo, embora continue a não eliminar publicidade em todos os casos. A empresa mantém a expressão "most videos" (a maioria dos vídeos), o que significa que alguns conteúdos poderão continuar a incluir anúncios.
A actualização será disponibilizada nas próximas semanas em todos os mercados onde o Premium Lite está disponível. Ainda assim, há pequenas notas importantes: os benefícios aplicam-se sobretudo a conteúdos que não sejam música, excluem Shorts e podem surgir anúncios durante pesquisas ou navegação na plataforma.

Ainda assim, o Premium Lite torna-se agora numa alternativa mais equilibrada para quem quer menos anúncios e funcionalidades essenciais, sem pagar o valor total do plano Premium completo. Esperemos que não seja um "presente envenenado", em que os subscritores acabam por descobrir que a "maioria" dos vídeos prometida pelo YouTube acaba por se revelar uma "minoria" dos vídeos que efectivamente vêem.

Google melhora alerta de sismos no Wear OS

25-02-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

A Google vai começar a dar alertas de sismos / terramotos nos smartwatches Wear OS mesmo quando não têm um smartphone por perto.

A Google está a melhorar o sistema de alertas de sismos no Wear OS. Segundo as notas da versão mais recente, os relógios com Wear OS passam agora a receber alertas de terramoto mesmo quando não estão ligados a um smartphone.

Até aqui, o sistema limitava-se a apresentar no relógio a notificação enviada para o telemóvel. Com esta actualização, os dispositivos passam a funcionar de forma mais independente, recebendo directamente esses avisos sem ficarem dependentes do smartphone - obviamente, desde que tenham ligação própria à internet, o que beneficiará particularmente os smartwatches com LTE.
O Earthquake Alerts System da Google baseia-se em dados de milhões de smartphones Android. Quando o acelerómetro de um telefone detecta vibrações que podem indicar um sismo, envia informação anónima e a localização aproximada para os servidores da empresa. Se forem recebidos múltiplos sinais semelhantes numa mesma área, o sistema gera um alerta.

Para já, não está confirmado se a Google planeia usar também os sensores dos próprios relógios Wear OS como parte da rede de detecção. Ainda assim, e apesar de por vezes poderem acontecer alertas falsos, esta melhoria pode fazer com que mais pessoas recebam o alerta em tempo útil - coisa que infelizmente não acontece quando se usa um sistema de alertas por SMS que podem chegar com horas de atraso.

UPS Green Cell 2000VA 1200W a €151

25-02-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Ideal para PCs poderosos, ou até para continuar a jogar com uma consola na TV quando falta a electricidade, esta UPS de 2000 VA está apta a enfrentar qualquer falha de energia.

Indispensáveis para manter os equipamentos a salvo de picos e falhas de corrente, uma UPS de alta capacidade torna-se inevitável para quem vai acumulando cada vez mais equipamentos electrónicos em casa. Quem já tiver passado pelas UPS de baixa capacidade, que prometem dezenas de minutos de autonomia mas podem falhar em poucos minutos no caso de se estar a fazer algo mais exigente com o computador, poderá equacionar passar para algo de classe superior, como esta UPS Green Cell 2000VA que tem capacidade para aguentar cargas de até 1200W.
A UPS Green Cell 2000VA (1200W) está disponível por 151 euros na Amazon Espanha.

A UPS é completamente silenciosa enquanto há energia, ligando as ventoinhas apenas quando há falha de energia e precisa dar uso às baterias - perfeito para quem vier de uma UPS que mantém as ventoinhas a trabalhar a tempo inteiro.

Curiosamente, a empresa disponibiliza também uma variante de 2000VA 1400W com onda sinusoidal pura (não fazia ideia que já estavam disponíveis nesta gama de preços), perfeita para todos os equipamentos que não apreciem as ondas "quadradas" que a maioria das UPS utilizam. A única crítica é que o software fornecido pela Green Cell é para esquecer, mas encontrei relatos de que estas UPS serão compatíveis com o NUT (Network UPS Tools), o que tornará isso irrelevante.


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Xiaomi lança power bank MagSafe ultra-fino

25-02-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

A Xiaomi tem um novo powerbank que agradará a quem tem um smartphone com MagSafe / Qi2 com encaixe magnético, oferecendo 5.000 mAh com apenas 6 mm de espessura.

A Xiaomi lançou um novo power bank magnética que aposta num formato ultrafino. A UltraThin Magnetic Power Bank 5000 15W mede apenas 6 mm de espessura e pesa 98 gramas, integrando uma bateria de 5.000 mAh compatível com Qi2 sem fios até 15W.

Além do carregamento wireless, inclui uma porta USB-C que serve tanto para carregar a própria bateria como para alimentar um smartphone até 22.5W com ligação por cabo. É ainda possível carregar dois dispositivos em simultâneo - um sem fios e outro por USB-C - activando o modo através do botão físico.
Há, no entanto, algumas limitações. Um Xiaomi 17 consegue atingir os 15W via Qi2, mas precisa de capa magnética para a fixação adequada, já que não tem ímanes integrados. Já um iPhone, tem o encaixe magnético integrado, mas fica limitado a um carregamento a 7.5W. Em termos de dimensões (98,5 × 71,5 × 6 mm), este power bank foi pensado para alinhar com smartphones compactos, incluindo modelos como Galaxy S25 ou Pixel 10, desde que usados com capa magnética.

A estrutura é feita em liga de alumínio, com a face de contacto em fibra de vidro. No interior está uma célula Silicon-Carbon e capacidade energética de 18.95Wh, acompanhada por uma folha de grafite para dissipação térmica. A Xiaomi integrou ainda múltiplos sistemas de proteção contra sobrecarga, sobretensão, e sobreaquecimento. Este power bank já está disponível em países como a Austrália, Singapura e Japão, com preço entre 30-50 euros, mas ainda não chegou à Europa.

Oppo Find N6 promete ecrã sem vinco

25-02-2026 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

A Oppo pode ser uma das primeiras marcas a fazer chegar um dobrável sem marca de vinco visível ao mercado com o Find N6.
A Oppo começou a promover o Find N6, o seu próximo smartphone dobrável - que deverá ser apresentado em breve na China (possivelmente a 17 de Março) - e onde o grande destaque vai para o ecrã interno sem vinco visível.

No cartaz divulgado no Weibo, a Oppo usa o slogan "smooth sailing" e mostra o painel dobrável aberto, sem qualquer vinco perceptível. Segundo informações avançadas no início do mês, durante uma apresentação interna, o Find N6 terá o vinco mais discreto até à data, resolvendo um dos "problemas" dos dobráveis actuais.
Em termos de especificações, os rumores apontam para o uso de um processador Snapdragon 8 Elite Gen 5 e uma bateria generosa de 6.000 mAh. No campo das câmaras, fala-se num sensor principal de 200MP, acompanhado por uma lente periscópica de 50MP e uma ultra grande angular também de 50MP.

O Find N6 deverá incluir um ecrã interno dobrável LTPO de 8.12" e um ecrã exterior de 6.62". Se se confirmarem as promessas de um vinco quase invisível, poderá antecipar-se a outros modelos dobráveis de marcas como a Samsung, e o aguardado iPhone dobrável, que também devem adoptar ecrãs dobráveis "sem vinco".