PlanetGeek
№ 01

Google SynthID Detector disponível para todos

A Google abriu o acesso público ao SynthID Detector, a sua ferramenta para identificar conteúdos criados por AI.

Depois de o ter lançado de forma limitada apenas para algumas empresas de media, a Google disponibiliza finalmente o acesso público e global ao SynthID Detector, uma ferramenta que permite verificar se fotografias, vídeos, ou ficheiros de áudio, foram criados ou manipulados com AI.

O sistema procura um watermark digital SynthID incorporado no conteúdo durante a sua criação. Esta marca não é visível para as pessoas, mas pode ser identificada pela ferramenta da Google. O SynthID Detector consegue reconhecer conteúdos gerados por modelos da Google, OpenAI, Nvidia e Kakao, esperando-se que também a Apple adotpe o sistema nos seus modelos AI ainda este ano.
Além do novo serviço, as verificações SynthID já estão integradas no Google Search, Gemini e Chrome, permitindo confirmar a origem de determinados conteúdos diretamente nesses serviços. A Google espera que a expansão do SynthID facilite a identificação de conteúdos gerados por AI, mas a eficácia continuará dependente da utilização da própria tecnologia de watermarking.

De frisar que esta ferramenta não é "absoluta". Há muitos conteúdos gerados por outros modelos AI que não serão detectados como tal, e podemos também estar perante situações que se tenha usado uma ferramenta AI para fazer uma edição ligeira em conteúdos totalmente gerados por humanos (como remover pausas numa conversa áudio, ou remover um elemento insignificante numa foto), e que passará a ser detectado como conteúdo AI. Pelo que, rapidamente se podem entender as vozes críticas que dizem que se trata de um sistema desnecessário e irrelevante. Até porque, quem quiser efectivamente usar conteúdos AI para fins enganadores, irá recorrer a modelos AI e/ou ferramentas que assegurem que não serão detectados pelo SynthID Detector.

№ 02

Carregador Anker 200 W GaN 6 portas a €60

Os carregadores podem acompanhar-nos por anos e anos, e este Anker GaN 200 W com 6 portas garante que estamos preparados para tirar partido do USB-C até para carregar portáteis.

Com a transição para o USB-C e alguns fabricantes a deixarem de incluir carregadores com os seus produtos, torna-se mais importante que nunca escolher um carregador que nos dê algumas garantias a longo prazo. Este carregador Anker pode fornecer um total de 200 W e tem seis portas USB, mas mantendo um tamanho bastante compacto em formato "charging station" para desktop, graças à tecnologia GaN.
Este carregador Anker GaN 200 W 6-portas está disponível por 60 euros na Amazon Espanha.

Vem equipado com quatro portas USB-C e duas portas USB-A, significando que está preparado para lidar com os equipamentos mais recentes mas também lida sem dificuldade com cabos USB da geração anterior (que ainda são bastante populares). Pode fornecer até 100 W simultanteamente em duas portas USB-C quando se quer carregar múltiplos dispositivos, o que significa que poderá suportar com facilidade o carregamento de dois portatéis ao mesmo tempo. E não se esqueçam de juntar um cabo USB-C que permita tirar partido destas potências.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

№ 03

CRAM comprime RAM sem "atrasos"

Um novo sistema, chamado CRAM (Compressed RAM) promete comprimir a memória RAM em Linux de forma mais rápida e eficiente.

A ideia de comprimir os dados em RAM não é nova - nem foi criada para lidar com a questão dos preços absurdos actuais - e na verdade já é usada há anos, de diversas formas, pelos sistemas operativos. Mas uma nova proposta promete ser significativamente mais rápida.

Este novo sistema CRAM foi desenvolvido por investigadores da Meta e poderá mudar a forma como o Linux lida com a memória comprimida. A táctica passa por manter os dados comprimidos directamente na RAM, em vez de os tratar como uma camada extra adicional de swap, permitindo ao sistema aceder à informação da forma normal que acederia à memória. Nos testes apresentados, o CRAM chegou a ser até 452 vezes mais rápido do que o ZRAM em operações de leitura.

A ideia parte de uma observação simples: o maior impacto no desempenho da memória comprimida não parece estar no processo de compressão ou descompressão, mas no comportamento associado ao swap e na ocorrência das chamadas "page faults". O CRAM tenta eliminar esse custo utilizando um nó privado que permite ao Linux tratar a memória comprimida como RAM normal, mantendo os mecanismos de gestão habituais.
Os resultados são particularmente impressionantes em cargas de leitura. No pior cenário apresentado, o CRAM atingiu cerca de 489 milhões de operações por segundo, contra apenas 1.1 milhões no ZRAM. Mesmo quando 20% das operações envolviam escritas, o CRAM continuou a ser cerca de 5.4x mais rápido. As escritas são mais complicadas porque os dados comprimidos não podem ser alterados directamente e precisam de ser transferidos para a área de memória original.

A tecnologia ainda está em desenvolvimento e existem problemas importantes por resolver, sobretudo relacionados com a quantidade variável de compressão e a gestão da memória disponível. Apesar de ainda não estar pronto para chegar ao kernel Linux, o sistema poderá começar por ser particularmente interessante para grandes servidores, mas eventualmente arranjar forma de chegar aos sistemas operativos domésticos, ajudando a tirar melhor partido do hardware que temos em casa.

№ 04

ChatGPT com GPT-6 e respostas visuais interactivas

A OpenAI fez finalmente chegar o GPT-6 ao ChatGPT, assim como elementos visuais interactivos além do texto.

A OpenAI anunciou a chegada do GPT-6 ao ChatGPT juntamente com o novo Intelligent UI, que promete tornar as respostas do ChatGPT mais visuais e interactivas. Em vez de apresentar apenas texto, o chatbot AI poderá agora criar gráficos, botões, formulários, tabelas, diagramas, e outros elementos que permitem ao utilizador interagir directamente com a resposta.

Isto será particularmente útil para tarefas mais complexas. Entre os exemplos apresentados estão um widget de receitas que ajusta automaticamente as quantidades de ingredientes conforme o número de pessoas, checklists, mapas integrados, e perguntas de escolha múltipla para refinar resultados. O GPT-6 também consegue criar pequenas ferramentas directamente numa conversa, como calculadoras, divisores de contas, ou até jogos simples.

GPT-6 and Intelligent UI, now rolling out in ChatGPT for everyone.

Intelligent UI in ChatGPT delivers fast, interactive answers that make everyday questions more visual, complex topics easier to grasp, and interactive tools for your task available on the spot. pic.twitter.com/XL2gDCPBwG

— OpenAI (@OpenAI) October 7, 2026

With Intelligent UI, GPT‑6 can now compose responses using text, visuals, and interactive elements, choosing how they fit together based on your question.

Responses can include graphics and charts to help explain an idea, along with tappable buttons, forms, and interactive… pic.twitter.com/KnaBwgJ2gf

— OpenAI (@OpenAI) October 7, 2026

Create interactive tools you can use right in the conversation, like a game or interactive budget planning calculator. pic.twitter.com/7gwerFiaNu

— OpenAI (@OpenAI) October 7, 2026

Play around with interactive answers to help customize your response. pic.twitter.com/WdREebLtd9

— OpenAI (@OpenAI) October 7, 2026
Segundo a OpenAI, a Intelligent UI utiliza uma biblioteca de componentes nativos que podem ser apresentados progressivamente enquanto o modelo gera a interface. O GPT-6 também pode começar a apresentar a resposta enquanto ainda está a processar o pedido, o que deverá tornar a experiência mais rápida e fluida.

O GPT-6 com Intelligent UI começou por chegar aos planos Plus, Pro, Business e Enterprise, mas com a promessa de que os utilizadores gratuitos e Go também terão acesso já nos próximos dias. Os planos pagos passam a utilizar o GPT-6 Sol no ChatGPT, enquanto o Free e Go ficam com o GPT-6 Luna mais básico.

№ 05

Extensão tomadas Tessan com 4 USB + 2 tomadas a €28

Uma excelente opção para quem tem que lidar com um número crescente de dispositivos USB para recarregar, é usar uma extensão de tomada com portas USB integradas, como é o caso desta Tessan com 2 tomadas mais 4 USB.

Hoje em dia temos uma grande variedade de carregadores USB, mas estas extensões de tomada com portas USB integradas acabam por ser uma solução bastante atractiva, já que permitem manter a utilidade da tomada original, mas adicionando portas USB adicionais para carregarem outros equipamentos sem necessidade de carregadores individuais.
Esta extensão de tomada Tessan com 2 tomadas mais 4 USB (2 USB-C + 2 USB-A) está disponível por 28 euros na Amazon Espanha.

As portas USB podem fornecer até 30 W (PD) no total, sendo divididos à medida que se ligam mais dispositivos. Por exemplo, se ligarmos um dispositivo na porta USB-C e outra numa porta USB-A, poderá fornecer 15W a cada um deles em simultâneo. Quanto à extensão em si, conta com um cabo de 2 metros, facilitando o processo de a colocar num ponto mais adequado em relação à tomada onde for ligada.

É uma opção bastante interessante, especialmente tendo em conta a crescente panóplia de dispositivos USB que vamos tendo, dos smartphones e tablets e coisas como smartwatches, colunas Bluetooth, escovas de dentes, máquinas de barbear, etc. E desta forma, em vez de transportamos vários carregadores, fica tudo condensado num único bloco compacto de uma extensão de tomadas.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

№ 06

Microsoft prepara AI local e agentes para o Windows 11

A Microsoft revelou os seus planos, com AI local e agentes autónomos para o Windows 11.

A Microsoft está a preparar uma grande evolução da AI no Windows 11, com novas ferramentas focadas em processamento local e agentes capazes de executar tarefas no sistema. Estas capacidades começarão por chegar a equipamentos como os Surface Laptop Ultra com RTX Spark com suporte para correr modelos AI locais, reduzindo a dependência de serviços na cloud.

O Copilot também receberá uma reformulação abrangente, passando a estar dividido em três áreas: Home, para interagir com modelos LLM; Code, onde a Microsoft promete que até utilizadores sem experiência em programação poderão criar widgets e apps através de linguagem natural; e o Autopilot, dedicado à gestão de agentes AI agents capazes de executar tarefas de forma autónoma.
Outra novidade será uma nova experiência no Windows Search, que permitirá executar determinadas tarefas do sistema directamente a partir da barra de pesquisa. Em vez de abrir ferramentas como o Control Panel para alterar definições, o utilizador poderá simplesmente descrever o que pretende e deixar o Windows executar a acção. Para tornar os agentes mais seguros, a Microsoft também apresentou os Microsoft Execution Containers (MXC), que isolam as actividades dos agentes em ambientes controlados e permitem definir regras sobre aquilo a que podem aceder.
Tudo isto faz parte da estratégia Hybrid Intelligence, que promete gerir de forma automática todas estas capacidades, tirando o máximo partido daquilo que pode ser executado localmente (como modelos DeepSeek e Nvidia Nemotron) ou que poderá necessitar de recorrer a modelos AI mais poderosos na cloud.

Inevitavelmente, tudo isto acabará por ser algo que se assume que "seja assim" nos computadores do futuro. No entanto, resta a grande questão de saber quando é que esse futuro chegará, se será daqui por um par de anos, ou se os consumidores comuns terão que esperar muito mais, devido aos elevados preços da memória RAM e demais hardware, que faz com que, pelo menos neste fase, se torne proibitivo pensar comprar uma máquina com estas capacidades.

№ 07

Portáteis Nvidia RTX Spark podem chegar aos 7.000 dólares

Ficam disponíveis os primeiros portáteis com chips Nvidia RTX Spark, mas não são baratos.

Os primeiros portáteis equipados com o chip Nvidia RTX Spark já têm preços definidos e não são propriamente baratos. Os modelos da Dell, Lenovo, MSI, HP, Asus, e o Surface Laptop Ultra da Microsoft começam nos 2.599 dólares, com configurações que incluem CPU de 18 cores, 24 GB de memória unificada e meros 512 GB de armazenamento. O objectivo é ficaram posicionados para competir com os MacBook Pro da Apple.

Mas este preço sobe rapidamente quando se escolhem configurações mais potentes. Um Asus ProArt P16 RTX Spark equipado com chip de 20 cores, 128 GB de memória, e 2 TB de armazenamento pode custar 7 mil dólares. No caso do Surface Laptop Ultra, uma configuração com 48 GB de memória aparece por 4 mil dólares, embora ainda não sejam conhecidas todas as opções disponíveis - com a particularidade da MS ter optado por uma curiosa, e aparentemente prática, porta USB-C magnética em vez da sua ficha proprietária (num mundo ideal, poderia tornar-se num standard para as fichas de carregamento USB-C).

Here’s a closer look at Microsoft’s Magnetic Connect. They say it’s the world’s first built-in magnetic USB-C charging system on a laptop.

What’s nice is the port still works like regular USB-C, so you can use it for charging, data and accessories. pic.twitter.com/vO69segyOU

— Rich DeMuro (@richontech) October 7, 2026
Estes preços não são totalmente inéditos no segmento premium, já que um MacBook Pro de 16" com M5 Max e todas as opções pode aproximar-se dos 10.000 dólares. Ainda assim, os primeiros portáteis RTX Spark ficam claramente direccionados para um segmento que será bastante específico, e a promessa de que são adequados para utilização de AI local só ficará acessível a quem estiver disponibilidade financeira para pagar por isso.

A grande questão será perceber se todo esse investimento compensa. Conhecendo-se o elevado ritmo de evolução no campo da AI, até potenciada pela própria AI, há o grande risco destes primeiros RTX Spark rapidamente se tornarem "obsoletos" num par de anos, dificultando o processo de serem amortizados ao longo de muitos anos. Por outro lado, temos visto placas gráficas para "AI" a atingirem preços absurdos, sem que isso pareça afectar a sua procura - pelo que, talvez a questão do preço seja irrelevante... para alguns.

№ 09

Coluna BT Tronsmart Mirtune C2 a €35

Quem já tiver passado pelas colunas Bluetooth de baixo custo e agora procurar algo com um pouco mais de potência, irá ficar satisfeito com esta Tronsmart Mirtune C2.

O desaparecimento da ficha dos headphones tem fomentado a utilização de colunas BT em cada vez mais situações (muitas vezes torna-se a única opção possível, a não ser que se recorra a adaptadores BT para ficha de 3.5mm). Em muitos casos acaba também por se revelar uma solução mais conveniente, permitindo que se chegue a casa e se comece a ouvir a música na coluna em vez de se sofrer com a tentativa do smartphone reproduzir os sons graves com os seus altifalantes diminutos. E no caso desta Tronsmart Mirtune C2, temos volume com fartura mas mantendo um tamanho relativamente compacto.
Esta coluna BT Tronsmart Mirtune C2 está disponível por 35 euros na Amazon Espanha.

Vem com uma bateria generosa para garantir que as sessões de música podem prolongar-se por 24 horas com o volume a 50%, demorando cerca de 3 a 4 horas a recarregá-la. Conta também com porta USB-C, microfone para funcionar como sistema mãos livres ao efectuar chamadas telefónicas, cartão de memória para reprodução de músicas, e para quem quiser duplicar a potência sonora, pode emparelhar-se com uma coluna adicional para funcionar em modo stereo real.

Acompanha as melhores promoções diárias no nosso canal AadM Promos.

№ 10

Apple Watch Series 12 e Ultra 4 difíceis de reparar

Sem qualquer surpresa, os mais recentes Apple Watch Series 12 e Ultra 4 continuam a ser bastante difíceis de reparar, até para coisas simples como a troca de bateria.

Se em coisas como os AirPods se pode ser (um pouco) mais compreensível a nível das dificuldades para facilitar a reparação, nos Apple Watch há menos desculpas. A iFixit desmontou os novos Apple Watch Series 12 e Watch Ultra 4 e chegou à conclusão já esperada: continuam a ser dispositivos muito difíceis de reparar. O Series 12 recebeu 4/10 na escala de reparabilidade, apenas mais um ponto do que o Series 11, com o Ultra 4 a receber pontuação idêntica.

No Series 12, a principal evolução está na bateria, que utiliza um novo adesivo que facilita a remoção. A Apple também simplificou a ficha do display. No entanto, continua a ser necessário abrir o relógio através do ecrã, aumentando o risco de danificar o painel. Além disso, para substituir apenas o display, é necessário remover também a bateria.



No Apple Watch Ultra 4, a situação é ainda mais complicada. Para chegar à bateria é necessário aquecer e remover o display colado, enquanto os quatro parafusos na traseira dão acesso apenas aos sensores. O processo pode ainda comprometer a resistência à água do relógio, tornando qualquer tarefa de manutenção simples em algo bastante mais complicado.

Esta abordagem da Apple poderá em breve ser forçada a mudar, pois aparentemente entrará em conflito com algumas leis "Right to Repair" em estados norte-americanos como a Califórnia e Nova Iorque. Ao contrário do que acontece com iPhones, iPads e Macs, a Apple não disponibiliza ferramentas, peças, e manuais de reparação para os Apple Watch. O caso da bateria torna-se particularmente problemático, já que é um dos componentes que inevitavelmente irá precisar de substituição após alguns anos, e não é um processo tão simples quanto poderia/deveria ser.

№ 11

Raspberry Pi OS recebe actualização

O Raspberry Pi OS teve uma actualização com melhorias na dock e várias correcções.

A Raspberry Pi lançou uma nova actualização do Raspberry Pi OS, datada de 6 de Outubro de 2026, com várias melhorias focadas na experiência de utilização do desktop. A versão inclui o Linux kernel 6.18.50 LTS, alterações no Control Centre, novos ícones, e uma longa lista de correções relacionadas com estabilidade e funcionamento do sistema.

Uma das principais mudanças está na dock e na taskbar. Alternar entre ambas deixa de repor as definições de aparência, enquanto as alterações ao tamanho ou posição passam agora a ajustar correctamente as margens do desktop. A configuração predefinida da dock também foi actualizada com widgets para a bateria e o Squeekboard. O Control Centre recebeu várias melhorias, incluindo tooltips para explicar os widgets e alterações que passam a ser aplicadas imediatamente no painel de ecrãs. A actualização também resolve problemas no PCManFM, incluindo falhas ao arrastar ficheiros, problemas com os botões de navegação do rato, e conflitos relacionados com a montagem automática de unidades. Foram ainda corrigidos vários crashes, problemas com menus e situações em que janelas ou pop-ups apareciam fora do ecrã.

Há também vários pequenos ajustes visuais e de estabilidade, como novos ícones, melhor suporte para resoluções não nativas, e correcções relacionadas com wallpapers, notificações, LibreOffice e o system tray. A actualização pode ser instalada através do terminal via sudo apt update seguido de sudo apt full-upgrade, sendo este último comando recomendado pela Raspberry Pi para garantir que todas as alterações de dependências são aplicadas correctamente.

№ 12

Carros a gasolina caem abaixo dos 50% nas vendas mundias

Segundo os números do primeiro semestre de 2026, as vendas de carros a gasolina caíram abaixo dos 50% pela primeira vez, mas os eléctricos ainda não dominam inteiramente.

Os carros exclusivamente a gasolina deixaram de representar a maioria das vendas de automóveis novos a nível mundial. No primeiro semestre de 2026, estes veículos corresponderam a 49% das novas vendas, marcando a primeira vez em que ficam abaixo dos 50%.

Entre Janeiro e Junho foram vendidos cerca de 20.25 milhões de carros exclusivamente a gasolina, menos 10% que no mesmo período do ano anterior. Em contrapartida, os veículos 100% eléctricos cresceram 12%, para 6.87 milhões de unidades, conquistando 17% do mercado. Com os híbridos convencionais a avançaram 10%, para 7.27 milhões de unidades. A queda dos carros a gasolina foi particularmente forte na China, onde as vendas recuaram 26%, e na Europa, com uma descida de 13%. Já os eléctricos continuam a registar um crescimento significativo em várias regiões, incluindo 32% na Europa e 81% no Sudeste Asiático. A China continua a ser o maior mercado de veículos eléctricos, com 3.44 milhões de unidades vendidas no primeiro semestre.

Apesar dos carros a gasolina terem caído abaixo dos 50%, há que referir que ainda estamos longe do fim dos carros com motores a combustão. Cerca de 83% dos carros novos vendidos no primeiro semestre ainda tinham um motor, quer seja a gasolina, híbridos, diesel ou híbridos plug-in. Ainda assim, a tendência é clara: os veículos a combustão estão a perder terreno rapidamente, enquanto os eléctricos se vão tornando cada vez mais apetecíveis, nem que seja como forma de escapar à escalada de preços nos combustíveis.

№ 13

Jogo AION2 gera polémica com "corpos por medida"

O jogo AION2 já está disponível, mas o elemento que tem gerado polémica é o seu "versátil" sistema de ajuste dos corpos dos personagens.

O AION2 é (mais um!) jogo MMORPG gratuito em que os jogadores combatem nos céus, e que tenta incentivar os jogadores a gastarem dinheiro em acessórios e melhorias para os seus personagens. No entanto, niguém tem estado a falar sobre a mecânica do jogo e das suas particularidades ou peculiaridades, mas sim... do processo de criação dos personagens.

Ao estilo de outros MMORPGs, os jogadores têm a possibilidade de ajustarem o corpo dos seus personagens digitais, e desta vez o AION2 dá bastante mais opções de ajuste do que é habitual, nomeadamente ao nível do busto das personagens femininas.

おっぱい好きな気持ちは日本も海外も同じ!胸の大きさも形もいじれる“胸スライダー細かすぎ”キャラクリに注目集まる―基本無料MMO『AION 2』ついに正式サービス開始でhttps://t.co/P5Hfekkfyx

細かすぎるキャラクリに注目。自由自在な胸クリエイト。さらに「お腹の突出具合」まで設定可能です。 pic.twitter.com/1uIaqM3qAK

— ⚡Game*Spark⚡ (@gamespark) October 6, 2026

AION2
俺が探し求めていた”答え”か pic.twitter.com/lEPCRrpL1J

— Rai (@ireest000) October 6, 2026
Se uns desvalorizam, relembrando que "é apenas um jogo", há outros que não perdem a oportunidade para criticar o jogo como estando a contribuir para "objectificar" o corpo feminino.

Resta a cada tomar a sua própria decisão e agir de acordo. Quanto a mim, fico curioso para ver se o actual número elevado de jogadores que o jogo está a ter no lançamento se irá manter, ou se será apenas devido à curiosidade inicial de espreitar esta criação de personagens - para depois se acabar por desinstalar o jogo pouco depois.

№ 14

SSD Samsung 9100 Pro 1TB a €212

Quem quiser dar o salto para os SSDs de 15 GB/s pode optar pelos Samsung 9100 Pro, que suportam PCIe 5.0 e farão maravilhas por qualquer computador.

Nos últimos anos os discos / SSDs têm sido um dos factores mais limitativos do desempenho dos computadores, e é por isso que esta tem sido uma das áreas em que mais importa apostar. No caso de terem um computador com suporte para PCIe 5.0, nada como escolher um SSD capaz de tirar o máximo partido disso, como estes Samsung 9100 Pro, com velocidades de até 14.8 GB/s em leitura e 13.4 GB/s em escrita.
O Samsung 9100 Pro de 1TB está disponível por 212 euros na Amazon Espanha.

Neste período em que se assiste uma loucura de aumento de preços nas memórias RAM, e que também se alastrou aos SSDs, é uma das poucas oportunidades em que se ainda pode apanhar um SSD ultra-veloz a preço relativamente aceitável - mesmo tendo em conta que não se pode comparar o preço com os da era pré-AI, que agora parecem preços "de sonho" (especialmente nas memórias).


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

№ 15

Apple aumenta preços do Apple One em Portugal

Os planos Apple One Familiar e Premium passam a ficar mais caros em Portugal.

A Apple voltou a aumentar os preços das subscrições Apple One em alguns países europeus, incluindo Portugal. A subida afecta os planos Apple One Familiar e Apple One Premium, com a empresa a começar a informar os actuais clientes através de email. Os novos preços aplicam-se imediatamente a novas subscrições, enquanto os clientes actuais sentirão o aumento na próxima renovação.

Em Portugal, tanto o plano Familiar como o Premium ficaram 2 euros mais caros por mês, passando para €23.95 e €32.95 respectivamente. O plano Individual permanece nos €16.95 por mês.

O plano Apple One Individual inclui 50 GB de iCloud+, Apple TV, Apple Music e Apple Arcade. O Family (para até 5 pessoas) oferece 200 GB de iCloud+ e os mesmos serviços, enquanto o Premier inclui 2 TB de armazenamento, Apple TV, Apple Music, Apple Arcade, Apple Fitness+ e Apple News+.

Este é o terceiro aumento de preços que a Apple tem aplicado ao Apple One em diferentes países e regiões, continuando a tendência de fazer com que os serviços de streaming e cloud se tornem cada vez mais pesados para a carteira dos consumidores.

№ 16

Mistral 4 dá salto para (perto do) topo

Depois de quase ter ficado esquecida, a europeia Mistral AI demonstra estar bem activa, lançando o novo Mistral Large 4.

A Mistral AI apresentou o Mistral Large 4 (ML4) "Le Chonk", um novo modelo multimodal com 1 bilião ("trilião") de parâmetros que pretende competir directamente com alguns dos modelos mais avançados de AI, tanto open source como proprietários. A empresa francesa está a posicionar o ML4 como uma alternativa europeia num mercado dominado sobretudo por empresas norte-americanas e chinesas.

Apesar disso, o ML4 ainda não é um modelo open-weight. Por enquanto ficará disponível através de um acesso público com mecanismos de segurança, com a promessa da disponibilização dos open weights no final de Outubro, depois de concluir os testes de segurança. A empresa quer garantir que o modelo pode ser auditado e utilizado de forma responsável, especialmente por empresas e instituições.

Meet Mistral Large 4, aka Le Chonk. • 1T parameters, natively multimodal. 49B active. It is the best open weights model from US or Europe on aggregated benchmarks. • State-of-the-art on critical workloads, including cyber defense, manufacturing and finance and it surpasses closed frontier models on visual grounding. • Forged in Europe end-to-end and is deployable from Europe via our own Mistral Cloud infrastructure. • Available to all via API today. Working with cybersecurity partners privately. Open weights release end of October.

— Mistral AI (@MistralAI) October 6, 2026
Para tentar evitar as acusações de aproveitamento de modelos existentes, a Mistral garante ter utilizado unicamente a sua própria infraestrutura, com cerca de 4.000 GPUs Nvidia - significativamente menos hardware que os seus concorrentes. Apesar dos resultados dos benchmarks ainda estarem a chegar, a empresa espera que o ML4 se destaque entre os modelos open-weight - embora tenha recorrido à opção "estratégica" de referir expressamente estar no topo dos modelos europeus e norte-americanos abertos... deixando de fora os modelos chineses.

A Mistral espera que o modelo seja particularmente útil em áreas como a segurança, finanças e design de chips, sectores onde as capacidades multimodais podem trazer vantagens importantes. Com o ML4, a Mistral quer assegurar que a Europa continua a manter uma presença minimamente relevante na vaga do desenvolvimento AI que se verifica a nível mundial.

№ 17

Google lança EmbeddingGemma 2

A Google revelou o novo EmbeddingGemma 2, um modelo AI multimodal compacto, criado para correr localmente com menos de 600 MB de RAM.

A Google apresentou o EmbeddingGemma 2, um novo modelo multimodal open source concebido para lidar com texto, código, imagens, áudio e vídeo num único espaço vectorial. Com 740 milhões de parâmetros e uma licença Apache 2.0, o modelo foi desenvolvido para funcionar localmente em smartphones e outros dispositivos com recursos limitados, permitindo criar sistemas de pesquisa e recuperação de informação sem depender da cloud.

O modelo pode, por exemplo, encontrar um vídeo específico a partir de um pedido de voz ou pesquisar horas de áudio através de uma pergunta em texto. Tudo isto num modelo bastante compacto: a Google diz que o modelo pode utilizar cerca de 191 MB de RAM para texto ou aproximadamente 567 MB na configuração multimodal completa num Pixel 11 Pro.


O EmbeddingGemma 2 também inclui uma janela de contexto de 8K tokens, quatro vezes superior à geração anterior, permitindo processar até 5.5 minutos de áudio, 29 imagens ou 58 frames de vídeo. Com modelos generativos como o Gemma 4, a Google vê o novo modelo como uma peça importante para criar sistemas AI totalmente locais, com menor latência, e maior privacidade.

№ 18

Sonda japonesa Hayabusa2 perde o último motor

A sonda japonesa Hayabusa2 perdeu o seu último motor funcional, mas os cientistas estão a tentar uma "reparação" à distância.

A Hayabusa2 tem tido uma série de vitórias, tendo conseguido pousar e recolher amostras do asteróide Ryugu em 2019, e fazê-las regressar à Terra. Mas o seu próximo objectivo está em risco depois de o seu último motor iónico funcional ter avariado.

A sonda, que já ultrapassou largamente a sua vida útil prevista, está numa missão prolongada para alcançar o pequeno asteróide 1998 KY26 em 2031. Em vez de abandonar a missão, a JAXA vai tentar aproveitar componentes dos motores que já tinham falhado. A Hayabusa2 possui quatro motores iónicos de xenon, mas os motores A, C e D foram degradando-se ao longo dos anos. Agora, foi o último motor, B, que perdeu a sua fonte de iões - e a ideia é recorrer às fontes de iões ainda funcionais dos outros motores, para criar uma espécie de motor híbrido, combinando partes funcionais do motor B com componentes do motor D, através de uma reestruturação dos circuitos.
Não é a primeira vez que a agência japonesa recorre a este tipo de solução. Durante a missão da Hayabusa original, que trouxe amostras do asteróide Itokawa para a Terra em 2010, vários componentes dos motores também falharam e os engenheiros conseguiram combiná-los para criar um sistema funcional. Mesmo que a mesma táctica funcione na Hayabusa2 resulte, a JAXA ainda terá de avaliar o estado geral da sonda para determinar se consegue chegar ao seu alvo em 2031.

A JAXA espera tentar ligar novamente este conjunto já no final de Outubro e descobrir se consegue recuperar propulsão suficiente para manter a missão no caminho certo.

№ 19

SSD externo Samsung T7 2TB a €284

Se procuram uma forma fácil e rápida de transferir uma generosa quantidade de dados em formato compacto, vão gostar de saber que o SSD externo T7 da Samsung está disponível a um preço bastante interessante - tendo em conta o actual cenário.

O Samsung T7 é um disco SSD externo compacto com ficha USB Type-C e que pode atingir velocidades de 1050 MB/s. Está disponível em versões de 500 GB a 2 TB, sendo a versão de 2 TB particularmente atractiva para quem desejar transportar uma generosa quantidade de dados num formato extremamente compacto - com maior robustez e desempenho do que seria possível pelas comuns pens USB, mesmo no caso de utilização intensiva (como utilização do SSD para instalar um sistema operativo "portátil"). É também uma opção popular para fazer gravações de vídeo em veículos como os Tesla, devido ao seu tamanho reduzido, ou para manter uma vasta colecção de música nos veículos que suportam entrada USB.
Ests Samsung T7 2 TB está actualmente disponível por 284 euros na Amazon Espanha.

Na caixa encontramos cabos USB Type-C para Type-C e Type-C para Type-A, pelo que não será necessário comprar nenhum cabo adicional para lhe dar uso, qualquer que seja a porta USB que se tenha disponível. E como vantagem adicional, podemos usá-lo directamente com um smartphone com USB-C, o que também se pode revelar bastante prático para efectuar backups de fotos e vídeos quando se está longe de uma rede WiFi e não se queira gastar uns gigabytes de internet móvel.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

№ 20

WhatsApp prepara bloqueio de acesso em Androids e iPhones desactualizados

Em breve poderá deixar de ser possível utilizar o WhatsApp em versões antigas do Android e iOS, por motivos de segurança.

O WhatsApp parece estar a preparar uma nova medida de segurança que poderá impedir os utilizadores de iniciar sessão caso tenham uma versão demasiado antiga do Android ou iOS. Este sistema está a ser implementado remotamente do lado dos servidores da Meta, pelo que não depende de uma versão específica da app e afecta tanto as versões Android como de iPhone.

Quando o bloqueio fica activo, o WhatsApp apresenta um aviso a informar que será necessário actualizar o sistema operativo antes de voltar a iniciar sessão. A mensagem encaminha o utilizador para as definições do smartphone, onde deverá instalar a actualização disponível. Depois disso, será possível tentar novamente entrar na conta.
A medida parece estar relacionada com segurança, sobretudo para evitar que dispositivos com vulnerabilidades conhecidas continuem a utilizar o WhatsApp. Mesmo com as mensagens protegidas por end-to-end encryption, um smartphone comprometido pode representar um risco se for utilizado para distribuir malware através de links ou ficheiros enviados aos contactos, além de permitir apoderar-se da conta dos utilizadores.

Ainda não se sabe exatamente quais serão as versões Android e iOS que o WhatsApp irá considerar "antigas", nem se isso afectará apenas versões que oficialmente já tenham ficado fora do suporte oficial, ou também versões mais recentes que contenham vulnerabilidades graves de segurança.