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Noctua lança primeira caixa PC Flux Pro Noctua Edition

17-03-2026 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

A Noctua lançou a sua primeira caixa para PC - Flux Pro Noctua Edition - que na verdade é feita pela Antec.

A Antec e a Noctua anunciaram a Flux Pro Noctua Edition, uma nova caixa de PC focada em oferecer funcionamento mais silencioso sem comprometer o desempenho. Este é o primeiro chassis a incluir oficialmente a marca Noctua, combinando o design da Flux Pro da Antec com o mais recente hardware de ventilação da marca.

A caixa vem equipada de origem com as novas ventoinhas Noctua NF-A14x25 G2 e NF-A12x25 G2, desenvolvidas para proporcionar maior fluxo de ar com níveis de ruído mais baixos. Esta configuração pode reduzir o ruído do sistema em até 8 dB(A) em comparação com a versão standard da Flux Pro, mantendo temperaturas internas semelhantes.



Para melhorar ainda mais a acústica, o sistema utiliza perfis de velocidade de ventoinhas desfasados, reduzindo vibrações e ruído. A caixa inclui também suportes anti-vibração NA-AV4 e um hub de ventoinhas NA-FH1 integrado, permitindo controlar todas as ventoinhas através de uma única ficha na motherboard. A gestão de cabos já vem pré-configurada, facilitando a instalação.

Fora as melhorias no sistema de ventilação, o design base mantém-se inalterado. A caixa continua a suportar configurações de arrefecimento por ar e líquido, e é direccionada para PCs gaming de alto desempenho e workstations. Visualmente, a edição Noctua adiciona detalhes em castanho e elementos em silicone. Já está disponível com um preço recomendado de 399,90 euros.

Carregador Powerowl com 8 pilhas recarregáveis a €22

17-03-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

Para evitar a troca infindável das pilhas, nada como usar pilhas recarregáveis e este pack da Powerowl com carregador e 8 pilhas é uma excelente forma de começar.

Vivemos num mundo "mobile" em que assumimos que as coisas funcionam sem necessidade de estarem agarradas a cabos de alimentação, e isso faz com que exista uma dependência crítica em baterias e pilhas. No caso das pilhas, que continuam a ser comuns em coisas como controlos remotos, gamepads, teclados wireless e muitas outras coisas, uma das melhores opções é trocar as pilhas convencionais por pilhas recarregáveis reutilizáveis, e o investimento não é assim tão avultado quanto se possa pensar.
Este carregador Powerowl já traz 8 pilhas recarregáveis e custa apenas 22 euros.

As pilhas AA incluídas são de 2800 mAh, e este carregador tem a vantagem de usar uma comum ficha USB e permitir carregar pilhas individualmente (alguns só permitem carregar pares). Podem apanhar um pack de mais 8 pilhas AA de 2800 mAh por 12 euros.


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Creative lança Sound Blaster Audigy FX Pro

17-03-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

A Creative lançou uma nova placa de som, a Sound Blaster Audigy FX Pro.

Actualmente dispensadas pela maioria dos utilizadores, que se contenta com o áudio integrado na motherboard, as placas de som dedicadas continuam a ter um grupo de interessados, que agora poderão cobiçar a mais recente placa da Creative.

A Creative lançou a Sound Blaster Audigy FX Pro, uma nova placa de som PCIe pensada para utilizadores que procuram ir além do áudio integrado das motherboards. A FX Pro torna-se o modelo mais avançado da gama Audigy FX e marca o regresso da marca a novas placas Audigy PCIe após mais de quatro anos.

O novo modelo traz melhorias relevantes face à geração anterior. O suporte de áudio passa de 24-bit / 192 kHz com 5.1 canais para 32-bit / 384 kHz com som surround 7.1 dedicado. A Creative destaca uma relação sinal-ruído até 120 dB, bem como a inclusão de um amplificador de auscultadores integrado para oferecer um som mais potente e limpo.
O lançamento marca também uma mudança ao nível do software na linha Audigy. Em vez de se focar em funcionalidades de comunicação como a geração anterior, a FX Pro estreia o novo Creative Nexus, uma aplicação unificada de controlo de áudio, que inclui funcionalidades como Auto EQ e Sound Blaster Acoustic Engine, oferecendo mais opções de personalização para a experiência sonora.

Ao nível do hardware, a placa apresenta um design PCIe de perfil baixo e inclui um bracket de meia altura, permitindo a instalação tanto em PCs compactos como em desktops tradicionais. A Creative posiciona a FX Pro como uma actualização directa para quem pretende melhor desempenho em auscultadores, suporte para colunas multi-canal e maior controlo do áudio sem recorrer a DACs externos ou soluções mais dispendiosas.

A Sound Blaster Audigy FX Pro está disponívelo por 69.99 euros.

Apple revela AirPods Max 2

17-03-2026 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

A Apple actualizou os seus headphones, com os AirPods Max 2 a virem com o mais recente chip H2.

A Apple apresentou os AirPods Max 2, a primeira grande actualização dos seus headphones over-ear em mais de cinco anos, com destaque para o novo chip H2.

As principais novidades vêm do novo chip e das melhorias em áudio computacional. O cancelamento activo de ruído é agora até 1.5x mais eficaz em comparação com a versão original, enquanto o modo Transparência foi ajustado para oferecer um som mais natural. O chip H2 permite ainda funcionalidades já vistas nos AirPods mais recentes, como o áudio adaptativo, que ajusta automaticamente os níveis de ANC e transparência, e o Conversation Awareness, que reduz o volume quando alguém começa a falar.
Os AirPods Max 2 incluem também várias novas funcionalidades inteligentes suportadas por processamento avançado de áudio e Apple Intelligence. Entre elas estão a tradução em tempo real, isolamento de voz para chamadas mais claras e Volume Personalizado, que adapta automaticamente o som ao ambiente e ao uso do utilizador. É ainda possível controlar algumas acções com gestos de cabeça, e utilizar o botão Digital Crown para tirar fotografias ou iniciar gravações de vídeo num iPhone ou iPad.

Com o novo chip chega também o suporte para Bluetooth 5.3 e melhorias no áudio espacial. A Apple promete melhor separação de instrumentos, graves mais precisos e médios e agudos mais naturais. Os AirPods Max 2 suportam ainda áudio lossless a 24-bit/48 kHz quando ligados por USB-C, permitindo uma qualidade superior face ao áudio via Bluetooth.

No fundo, acaba por ser uma actualização "forçada", de modo a permitir que a Apple utilize o mesmo chip H2 usado nos AirPods mais recentes.

O novo modelo mantém o preço de 579 euros e o design original. As pré-reservas começam a 25 de Março, com chegada ao mercado prevista para o início de Abril.

Nvidia DLSS 5 traz realismo AI aos jogos

17-03-2026 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

A Nvidia mostrou o que o futuro DLSS 5 consegue fazer, aplicando uma camada de realismo via AI aos jogos - mas que está a gerar polémica.

Na GTC 2026 a Nvidia apresentou uma série de novidades AI, mas uma das que está a dar mais que falar é a futura versão do DLSS para os jogos.

Depois do DLSS 4.5 ter impressionado com as suas capacidades de converter imagens de baixa resolução em imagens de alta qualidade, o DLSS 5 vai ainda mais longe.

O DLSS 5 não se limita apenas a fazer upscale das imagens de baixa resolução, mas transforma-as por completo aplicando uma camada de realismo a rostos e materiais. Ao contrário das melhorias que têm que ser vistas "à lupa", aqui as diferenças são substanciais:







Estranhamente - ou não - o DLSS 5 parece ter-se tornado imediatamente num ponto de discórdia entre fãs pró-AI e os críticos anti-AI. Se os primeiros vêem com bons olhos este novo patamar de realismo nos jogos, os segundos acusam este sistema de ser nova ameaça contra os artistas humanos, e que "arruinará os jogos" - parecendo esquecer-se que, ao estilo dos DLSS actuais, os utilizadores têm total liberdade para o desactivar se assim preferirem (para não falar que os criadores de jogos têm igual liberdade em ajustar o seu funcionamento, ou de não o utilizar por completo).

Do ponto de vista técnico, por agora estas demonstrações usavam duas placas gráficas Nvidia, uma para correr o jogo a outra para aplicar o DLSS 5 - mas a Nvidia diz que o sistema será optimizado para correr numa única placa gráfica RTX 50xx quando for lançado mais para o final do ano. Jogos como Resident Evil Requiem, Starfield, Hogwarts Legacy, Assassin's Creed Shadows, e o remake de The Elder Scrolls VI: Oblivion irão suportar esta tecnologia.

Nvidia revela novos chips AI - incluindo versão para datacenters espaciais

17-03-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

Na GTC 2026 a Nvidia apresentou nova série de chips para AI, incluindo uma futura versão espacial pensada para datacenters em órbita.

A Nvidia acaba de revelar uma série de novidades importantes durante a sua keynote na GTC 2026, com foco claro em acelerar ainda mais o desempenho de inferência em inteligência artificial e preparar o terreno para a próxima geração de data centers, tanto na Terra como no espaço.

Um dos anúncios mais relevantes foi a integração da nova arquitectura baseada na tecnologia adquirida da Groq na plataforma Vera Rubin. Este ecossistema já incluía vários componentes-chave - como GPUs Rubin, CPUs Vera, NVLink 6, ConnectX-9, BlueField-4 e switches Spectrum-X - e agora ganha um novo elemento: o acelerador de inferência Nvidia Groq 3 LPU. Este chip foi concebido para melhorar significativamente a geração de tokens em modelos AI, com foco em baixa latência. Ao contrário da maioria dos aceleradores actuais, que dependem de memória HBM, o Groq 3 LPU aposta na SRAM (Static RAM) um tipo de memória muito mais rápida mas com menor densidade por chip. Cada unidade inclui 500 MB de SRAM, oferecendo uma largura de banda impressionante de 150 TB/s, muito acima dos 22 TB/s típicos da HBM4 usada nos GPUs Rubin.

Apesar da menor capacidade face aos 288 GB de HBM4 por GPU, esta abordagem traz vantagens em tarefas sensíveis à largura de banda, como operações de decode em inferência. Para tirar partido disso, a Nvidia vai disponibilizar racks Groq 3 LPX com 256 LPUs, totalizando 128 GB de SRAM e 40 PB/s de largura de banda. Estes racks contam ainda com uma interface interna de 640 TB/s para comunicação entre chips.

A empresa posiciona estes novos racks como co-processadores das GPUs Rubin, capazes de acelerar o desempenho "em todas as camadas do modelo AI e em cada token". O objectivo é suportar a próxima fase da AI: sistemas multi-agente, onde vários modelos interagem entre si em tempo real. Este tipo de cenário traz novas exigências de desempenho. Enquanto para humanos 100 tokens por segundo pode parecer rápido, para agentes AI isso é bastante lento. A Nvidia acredita que a combinação de GPUs Rubin com LPUs Groq poderá elevar esse número para 1500 tokens por segundo, ou mais, em comunicações entre agentes.

Esta aposta também surge como resposta à crescente concorrência no segmento de inferência de baixa latência. Empresas como a Cerebras têm vindo a destacar-se com arquitecturas focadas em SRAM e já conquistaram clientes de peso, incluindo a OpenAI, precisamente devido às vantagens em latência. Curiosamente, a Nvidia deixou no ar que o novo Groq 3 LPU poderá reduzir a importância do acelerador Rubin CPX, uma vez que ambos têm objectivos semelhantes. A diferença é que o LPU não necessita de grandes quantidades de memória GDDR7, o que pode ser uma vantagem num contexto onde a memória continua a ser um recurso limitado.
Mas as novidades não ficaram por aqui. A Nvidia também apresentou o Vera Rubin Space Module, uma plataforma pensada para levar computação AI diretamente para o espaço. Segundo a empresa, este módulo pode oferecer até 25 vezes mais capacidade de computação AI que o H100 em cenários de inferência orbital.

A ideia passa por criar data centers em órbita capazes de correr modelos de linguagem e outros modelos avançados diretamente no espaço, com uma arquitetura CPU-GPU altamente integrada e ligações de alta largura de banda para processar dados em tempo real vindos de sensores e instrumentos espaciais. A Nvidia revelou ainda uma abordagem em camadas para computação espacial. O IGX Thor destina-se a ambientes críticos, com suporte para processamento em tempo real, segurança funcional e operação autónoma. Já o Jetson Orin é direcionado para satélites mais pequenos, onde o espaço, energia e peso são limitados, sendo usado para tarefas como visão computacional, navegação e processamento de sensores.

De volta à Terra, a empresa também destacou a GPU RTX PRO 6000 Blackwell Server Edition, voltada para workloads de inteligência geoespacial. Segundo a Nvidia, esta solução pode oferecer até 100 vezes mais desempenho face a sistemas tradicionais baseados em CPU no processamento de grandes volumes de imagens.

Atualmente, seis empresas já estão a utilizar estas tecnologias em ambientes terrestres e orbitais, incluindo Aetherflux, Axiom Space, Kepler Communications, Planet Labs, Sophia Space e Starcloud. Um exemplo concreto é a Kepler, que está a usar o Jetson Orin na sua constelação de satélites para gerir e encaminhar dados com recurso a AI.

O conceito de data centers no espaço, que há poucos anos parecia futurista, começa agora a ganhar forma. Ainda assim, o Vera Rubin Space Module ainda não tem data de lançamento definida, servindo apenas como elemento que demonstra que a Nvidia quer dominar o processamento AI, seja na Terra ou fora dela.




Com impacto mais visível para o sector doméstico e do gaming, a Nvidia também revelou o impressionante DLSS 5, que chegará mais para o final do ano.

Ganha uma pen USB SanDisk Ultra Fit

17-03-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta vez a escolha recai sobre uma pen USB SanDisk Ultra Fit de 128 GB.

As pens USB continuam a ser extremamente práticas para transportar os nossos conteúdos digitais de um lado para o outro, com a grande vantagem adicional de não ficarem dependentes de se ter uma ligação à internet. Por isso, esta semana temos para oferecer esta útil pen USB SanDisk Ultra Fit de 128 GB, com velocidades de até 130 MB/s.
Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

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Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.

Sony lança PSSR 2 para a PS5 Pro

17-03-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

Os jogadors com PlayStation 5 Pro passam a ter a mais recente versão do PSSR para melhorar a qualidade visual em vários jogos.

Embora o DLSS da Nvidia esteja mais frequentemente a dar que falar, a Sony não tem estado parada e lançou finalmente a nova versão do PlayStation Spectral Super Resolution (PSSR) - a sua tecnologia de upscaling gráfico AI para a PS5 Pro. Esta nova versão, não oficialmente designada por "PSSR 2" promete oferecer imagens mais nítidas e uma qualidade visual mais estável nos jogos compatíveis.

Os primeiros testes indicam melhorias claras. Problemas habituais como o shimmering, flickering e outros artefactos visuais foram significativamente reduzidos, resultando em gráficos mais definidos e consistentes. O upscaler melhorado já está disponível em alguns títulos recentes (como Alan Wake 2, Control, Senua’s Saga: Hellblade II) e será alargado a jogos como Cyberpunk 2077, Final Fantasy VII Rebirth e Silent Hill 2.


Esta actualização faz parte da colaboração entre a Sony e a AMD no âmbito do Project Amethyst. A tecnologia funciona correndo os jogos numa resolução mais baixa para melhorar o framerate, depois utilizando AI para fazer upscale de cada frame em tempo real, melhorando a qualidade da imagem. A Sony refere que estas melhorias irão também influenciar futuras versões do FSR da AMD no PC.

A distribuição será feita de forma faseada, com mais jogos a receber suporte nas próximas semanas. Jogos como o Crimson Desert irão incluir esta tecnologia logo desde o lançamento.

Google Calendar melhora fusos horários

17-03-2026 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

Quem tiver que lidar com eventos em múltiplos fusos horários vai ter a vida simplificada no Google Calendar.

A Google está a lançar uma melhoria no Google Calendar que simplifica a gestão de fusos horários e beneficia especialmente quem viaja com frequência ou agenda eventos em diferentes regiões. Embora o serviços já suportasse ajustes automáticos de fuso horário, a gestão manual nem sempre era prática.

Até agora, escolher um fuso horário específico obrigava a percorrer uma longa lista de localizações, algo que rapidamente se tornava frustrante ao lidar com múltiplos eventos ou regiões. Apesar de funcionar, o processo era demorado e pouco eficiente.
Com esta nova actualização os utilizadores passam a ter uma função de pesquisa para fusos horários. Em vez de percorrer a lista, os utilizadores podem simplesmente escrever o nome de uma cidade ou região, e o Google Calendar apresenta imediatamente a opção correspondente. Trata-se de uma pequena mudança, mas com impacto significativo na rapidez e facilidade de utilização.

A funcionalidade já começou a ser disponibilizada mas poderá ainda demorar várias semanas até que chegue a todos os utilizadores.

Os filmes que desaparecem do streaming

16-03-2026 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

As plataformas de streaming estão longe de ser a solução ideal para manter os filmes de forma permanente, havendo muitos que são removidos e não regressam.

Uma nova análise sobre a disponibilidade de filmes nas principais plataformas de streaming revelou uma tendência preocupante: muitos filmes que saem dos serviços nunca regressam ao ecossistema de streaming.

O estudo analisou a disponibilidade de filmes nas principais plataformas dos Estados Unidos ao longo dos últimos cinco anos e concluiu que mais de metade dos títulos removidos da Netflix nunca reapareceu noutro serviço de streaming. Entre MNarço de 2021 e Fevereiro de 2026, cerca de 7.794 filmes saíram da Netflix. Destes, aproximadamente 51% (quase 4.000 títulos) não voltaram a surgir em nenhuma outra grande plataforma de vídeo). Embora alguns destes filmes possam continuar disponíveis para aluguer ou compra digital, acabam por desaparecer dos serviços de streaming depois de saírem da Netflix.
Entre os filmes que conseguiram encontrar uma nova plataforma, os serviços gratuitos com publicidade tiveram um papel importante. O Tubi foi o que mais conteúdos resgatou da Netflix, com 2.677 filmes, seguido pelo Prime Video com 1.741. O Peacock adicionou 1.016 títulos, o HBO Max 838, o Hulu 767 e o Paramount+ 642. Na prática, o Tubi sozinho adquiriu mais conteúdos provenientes da Netflix do que vários serviços concorrentes combinados.

A análise também concluiu que mais de 5.400 filmes não estão disponíveis em nenhuma grande plataforma de streaming. E, surpreendentemente, a lista inclui títulos bastante conhecidos como A Clockwork Orange, Blade Runner 2049, Trainspotting, Full Metal Jacket, entre outros.


Infelizmente é uma situação penosa. Apesar de subscrever uma meia dúzia de serviços de streaming (Netflix, Disney, HBO, Amazon Prime, Sky Showtime, Apple TV), são frequentes as situações do tipo "apetecia-me ver o filme X", apenas para descobrir que o filme não está disponível em nenhum desses serviços. E de notar que estamos a falar de filmes antigos (e nem vamos falar das questões geográficas, de poderem estar disponíveis num país, mas não em outros).

Seja qual for a "desculpa" que os serviços usem para isso, o resultado é apenas um: fazer que os clientes pagantes repensem se efectivamente justifica pagar tantas mensalidades, se mesmo assim continuam a ser forçados a recorrer a fontes não oficiais para verem o que querem.

Synopsys "PCIe 8.0" em funcionamento

16-03-2026 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

A Synopsis já demonstrou transferências de classe PCIe 8.0, que podem atingir 1 TB/s.

Com o PCIe 7.0 oficializado (mas ainda longe do público), há quem já esteja de olhos postos no que vem a seguir. A Synopsys demonstrou um protótipo capaz de atingir as velocidades previstas para a próxima geração PCIe 8.0. Durante a DesignCon 2026, a empresa demonstrou aquilo que descreve como desempenho eléctrico de nível PCIe 8.0 a 256 GT/s, incluindo testes de integridade de sinal.

O PCIe 8.0 deverá oferecer 256 GT/s por lane, o que poderá traduzir-se em até 1 TB/s de largura de banda bidireccional numa ligação x16 completa. De acordo com o PCI-SIG, a organização responsável pelo desenvolvimento do padrão, esta nova geração foi pensada sobretudo para cargas de trabalho exigentes como inteligência artificial, redes de alta velocidade, edge computing, centros de dados hyperscale, sistemas automóveis, computação quântica e HPC.
É importante salientar que esta demonstração não representa hardware PCIe 8.0 finalizado. O PCIe 7.0 só foi disponibilizado aos membros da indústria em meados de 2025, enquanto a especificação final do PCIe 8.0 está prevista apenas para 2028. Mesmo o PCIe 6.0 ainda está maioritariamente limitado ao mercado empresarial e ainda irá demorar alguns anos até começar a chegar ao hardware doméstico.

Se por um lado é positivo pensar que, eventualmente, teremos tais velocidades de hardware nas nossas máquinas, não deixa de ser também bastante penoso pensar que nessa altura, se possa continuar a ter sistemas operativos que funcionem com cada vez mais lentidão a cada clique do rato ou toque numa tecla.

Suporte para portátil com docking station e KVM a €55

16-03-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

Sendo extremamente útil para quem trabalha com um portátil a par de um PC, espreitem este suporte para portátil com docking station e KVM da Benfei.

Para quem usa um portátil como computador principal (ou quase principal) e prefere usá-lo com monitor e teclado externos, ou em paralelo com um computador desktop, nem sempre é fácil fazer essa gestão e escapar à confusão de cabos. Mas isso é algo que pode ser resolvido escolhendo um suporte adequado.

Este suporte multifuncional da Benfei não só coloca o portátil numa posição mais adequada, como também integra um hub USB 3.0, suporte para carregamento PD 100 W, saída HDMI 4K para monitor externo, um KVM integrado, e até um carregador wireless de 15 W.
Este suporte Benfei com docking station está disponível por 55 euros na Amazon Espanha.

Apesar de todas estas capacidades, o suporte pode ser "compactado" de forma a ficar totalmente plano, facilitando a sua arrumação e transporte. Mas, o mais importante, é que permite que se fique com um sistema pronto a funcionar de forma rápida e livre da ligação de quase uma dezenas de cabos de cada vez que se quer pousar o portátil na secretária para começar a trabalhar.


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Tecido "táctil" pode dar sentido de toque aos robots

16-03-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

Da China chega-nos um curioso "tecido" com capacidade de registar os toques e pressão.

A JQ Industries apresentou um sistema curioso que permite detectar toques e pressão. A particularidade é que isso é feito num tecido maleável, que mantém as suas propriedades mesmo quando deformado ou amarrotado.

Numa altura em que os avanços nos robots humanóides têm acelerado a ritmo elevado, e onde muitas empresas se têm dedicado a replicar as mãos humanos (acrescentando sensores nos dedos, e até câmaras nas mãos), este tipo de material poderia dar-lhes o equivalente ao sentido de toque humano, já que funciona em tempo real e com elevada resolução.

Holy…S😳

This isn’t fabric.

It’s electronic skin,woven with dense fiber and textile sensors that can detect pressure, touch, deformation, and subtle contact changes in real time.

Now imagine humanoid robots covered in it,especially on dexterous hands.

humanoids could truly… pic.twitter.com/S3igxxGOt2

— CyberRobo (@CyberRobooo) March 15, 2026
Fazer o processamento de toda esta informação de "toque" através de computação tradicional seria bastante penoso e complexo. Mas, tendo em conta que os grandes avanços no controlo de robots está a ser feito por via dos modelos AI, esta informação seria apenas mais uma dimensão a atirar para esses modelos, para que aprendesse a melhor forma de manipular os objectos, ao estilo do que um bebé humano faz - mas milhões de vezes mais rápido.

Vamos ver quanto tempo demora até vermos as primeiras mãos robóticas com esta "pele digital".

Hub USB 3.2 Sabrent 7-portas com interruptores individuais a €36

16-03-2026 | 14:30 | A Minha Alegre Casinha

Precisam de um hub USB 3.2 com quantidade generosa de portas, mas que também permita desligá-las individualmente sem tirar / meter fichas? Então espreitem este hub.

Os hubs USB tornaram-se uma necessidade da vida moderna, especialmente para acompanharem os portáteis que vêm equipados com poucas portas USB, que rapidamente se esgotam assim que ligamos um teclado e rato externo. Adicionalmente, há casos particulares, de pessoas que precisam de um número superior de portas USB. Este hub da Sabrent tem 7 portas que permitem maior liberdade na quantidade de dispositivos USB que podemos utilizar, mas o que o torna mais especial é o facto de todas as portas contarem com o seu próprio botão para que possam ser ligadas ou desligadas individualmente.
O hub USB 3.2 Sabrent 7-portas com interruptores está disponível por apenas 36 euros na Amazon Espanha, e inclui fonte de alimentação de 36 W.

Pode ser o companheiro ideal para quem tiver que fazer a replicação de pens USB em média escala (se precisar de mais, pode sempre investir num hub de 10 portas ou hub de 16 portas, também com interruptores), ou simplesmente que tenha uma série de equipamentos USB que deseje manter acessíveis (por exemplo: gravador CDs externo, scanner, câmaras digitais, webcam, discos externos, etc.) mas com a possibilidade de os poder desligar sem retirar a ficha - algo que até pode funcionar como medida de protecção, prevenindo que uma infecção de ransomware se possa espalhar a um disco externo de backup, que apenas se ligue para os backups e depois se mantenha desligado.


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Spotify prepara pastas de playlists na app móvel

16-03-2026 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

Depois de anos de espera, parece que será finalmente possível gerir as pastas de playlists na app do Spotify para Android e iOS.

O Spotify poderá em breve lançar uma funcionalidade muito pedida na sua app móvel que promete facilitar a gestão de grandes bibliotecas de música. Código encontrado na versão mais recente da app indicam que a empresa está a preparar a chegada da gestão de Playlist folders aos smartphones, algo que os utilizadores pedem desde que a funcionalidade foi lançada em 2010.

As Playlist folders permitem agrupar várias playlists numa única pasta, facilitando a organização da música por temas como treinos, viagens de carro, ou diferentes estados de espírito. Embora a funcionalidade exista há anos, sempre teve uma grande limitação: as pastas só podem ser criadas ou editadas através da app desktop ou do interface web. Nos dispositivos móveis é possível vê-las, mas não geri-las directamente.
Mas o código descoberto sugere que os utilizadores poderão em breve criar pastas directamente através do botão Create ou a partir da secção Your Library da app móvel. Também existem referências a opções que permitirão mover playlists para dentro ou para fora das pastas sem necessidade de usar um computador. Outras referências no código indicam ainda que será possível alterar o nome e eliminar pastas directamente no telemóvel.

Sabendo-se que há cada vez mais pessoas que usam o smartphone e tablet de forma quase exclusiva, será muito bem recebido que possam fazer esta gestão a partir desses dispositivos sem que sejam forçados a recorrer a um PC.

DR-DOS 9 beta disponível para todos

16-03-2026 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

Um fã está a recriar o DR-DOS de raiz, e já permite jogar jogos clássicos como o Doom.

Uma reimplementação moderna do sistema operativo DR-DOS está disponível em fase beta, mais de três décadas após o lançamento original da plataforma. O projecto, agora conhecido como DR DOS 9.0, recebeu recentemente a revisão 330 e está disponível para qualquer pessoa descarregar e testar. Segundo o programador responsável, o sistema foi desenvolvido completamente de raiz sem utilizar o código-fonte original.

O objectivo é oferecer aos entusiastas de retrocomputação uma versão do DR-DOS livre de limitações legais, mantendo o espírito do sistema original. O DR-DOS foi criado no final dos anos 1980 pelo pioneiro da informática Gary Kildall (criador do CP/M). Na altura, ganhou notoriedade por oferecer funcionalidades mais avançadas e maior eficiência do que outros sistemas DOS concorrentes, como o MS-DOS da Microsoft, apesar deste último ter acabado por dominar o mercado. Ao longo das décadas, o sistema operativo da Digital Research passou por vários proprietários. Foi adquirido pela Novell no início dos anos 1990, depois passou para a Caldera e mais tarde para a DeviceLogics, até chegar à Whitehorn Ltd. em 2022.
Apesar de ainda estar em beta, a nova versão do DR-DOS já consegue executar várias aplicações e jogos clássicos da era DOS, como o Doom, Warcraft, SimCity, Commander Keen e Oregon Trail. Melhorias prometidas para o futuro passam pelo suporte para FAT32, melhorias nos batch files, e suporte para mais letras de unidades.

Requisitos:
  • Processor: Intel 386 compatible or higher
  • Memory: 2 MB RAM minimum
  • Display: VGA-compatible display adapter
  • Storage: FAT16 hard disk partition
  • BIOS: LBA or CHS disk addressing capability
Ainda assim, os interessados são avisados de que, como versão beta, o ideal é utilizá-lo numa máquina secundária sem dados importantes ou numa máquina virtual para testes, como no QEMU ou VirtualBox.

Avatr 06T cativa no design e preço

16-03-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

Quem procurar a conveniência de uma carrinha sem sacrificar o aspecto desportivo deverá espreitar o novo Avatr 06T.

A Avatr revelou o seu mais recente veículo eléctrico, o Avatr 06T, uma carrinha eléctrica de alto desempenho que se destaca num mercado dominado por SUVs e EVs com design mais arredondado. O novo modelo apresenta uma silhueta baixa e desportiva e foi mostrado nas primeiras imagens oficiais numa vistosa cor laranja. O modelo baseia-se no Avatr 06 mas adopta várias alterações importantes no design para responder a críticas feitas aos modelos anteriores.

Uma das mudanças mais relevantes está na traseira. Modelos anteriores da Avatr tornaram-se conhecidos por não terem vidro traseiro, obrigando os condutores a depender apenas de câmaras para ver o que estava atrás do veículo. Com o 06T, a empresa recuou nessa decisão e adicionou um vidro traseiro convencional, juntamente com um pequeno limpa-vidros escondido sob um spoiler no tejadilho para não comprometer o design.
O Avatr 06T é também ligeiramente maior do que o sedan em que se baseia, medindo 4.940 mm de comprimento, 1.960 mm de largura e 1.475 mm de altura. O tejadilho mais longo aumenta o espaço para a cabeça dos passageiros traseiros em 15 mm, enquanto a distância entre eixos de 2.940 mm garante bastante espaço para as pernas no interior. O desempenho é outro dos destaques. A versão mais potente utiliza três motores eléctricos que produzem uma potência combinada de 712 kW, cerca de 955 cv, acompanhados por uma bateria de 89.33 kWh que permite uma autonomia superior a 740 km (no optimista ciclo CLTC chinês).

A marca também irá disponibilizar uma versão EREV - que tem tido bastante procura na China. Esta variante combina uma bateria mais pequena de 45.06 kWh com um motor a gasolina de 1,5 litros que funciona como gerador, permitindo percorrer até 330 km apenas em modo eléctrico antes de o motor auxiliar entrar em funcionamento. No interior, o carro inclui um enorme ecrã de 35.4" que se estende ao longo da base do para-brisas e um ecrã táctil central adicional de 15,6", alimentado pelo sistema HarmonySpace 5.0 da Huawei. O modelo estreia ainda o novo sistema de assistência à condução Qiankun 2.0, com um sensor LiDAR de 192 linhas capaz de detectar objectos até 250 metros de distância. O Avatr 06T deverá chegar ao mercado em Maio de 2026, com um preço estimado entre 23.900 e 33.300 euros.

É esperado que a Changan traga a marca Avatr para a Europa em 2027, mas obviamente que os preços praticados por cá serão bem diferentes dos preços praticados na China. Um carro com quase 1000 cv por menos de 24 mil euros... não é preciso dizer o que aconteceria! :)

Hub USB 3.2 Sabrent 7-portas com interruptores individuais a €36

16-03-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Precisam de um hub USB 3.2 com quantidade generosa de portas, mas que também permita desligá-las individualmente sem tirar / meter fichas? Então espreitem este hub.

Os hubs USB tornaram-se uma necessidade da vida moderna, especialmente para acompanharem os portáteis que vêm equipados com poucas portas USB, que rapidamente se esgotam assim que ligamos um teclado e rato externo. Adicionalmente, há casos particulares, de pessoas que precisam de um número superior de portas USB. Este hub da Sabrent tem 7 portas que permitem maior liberdade na quantidade de dispositivos USB que podemos utilizar, mas o que o torna mais especial é o facto de todas as portas contarem com o seu próprio botão para que possam ser ligadas ou desligadas individualmente.
O hub USB 3.2 Sabrent 7-portas com interruptores está disponível por apenas 36 euros na Amazon Espanha, e inclui fonte de alimentação de 36 W.

Pode ser o companheiro ideal para quem tiver que fazer a replicação de pens USB em média escala (se precisar de mais, pode sempre investir num hub de 10 portas ou hub de 16 portas, também com interruptores), ou simplesmente que tenha uma série de equipamentos USB que deseje manter acessíveis (por exemplo: gravador CDs externo, scanner, câmaras digitais, webcam, discos externos, etc.) mas com a possibilidade de os poder desligar sem retirar a ficha - algo que até pode funcionar como medida de protecção, prevenindo que uma infecção de ransomware se possa espalhar a um disco externo de backup, que apenas se ligue para os backups e depois se mantenha desligado.


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Amazon Prime Video mais caro sem publicidade

16-03-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

A Amazon está a fazer ajustes ao Prime Video, com a opção sem anúncios a mudar de nome para Ultra e a aumentar significativamente.

A Amazon vai aumentar o preço da opção sem anúncios do Prime Video e introduzir um novo nível chamado Ultra. A partir de 10 de Abril, o plano sem publicidade muda de nome para "Ultra" e passará a custar 4,99 dólares por mês, em vez dos actuais 2,99 dólares mensais. Este novo nível Ultra será também a única forma de aceder a streaming em 4K / UHD na plataforma.

Os subscritores que optarem pelo Ultra terão acesso a várias funcionalidades adicionais além da visualização sem anúncios. O plano suporta até cinco streams em simultâneo, permite até 100 downloads para visualização offline e inclui suporte para Dolby Vision HDR e áudio Dolby Atmos. Os subscritores do Prime que não fizerem o upgrade continuarão a ter o serviço "normal" com publicidade, assim como algumas melhorias: o plano base terá suporte para Dolby Vision, mas apenas em alguns conteúdos e em resolução máxima de 1080p. A Amazon também aumentará o limite de downloads de 25 para 50 e o número de streams em simultâneo de três para quatro.

Este aumento surge dois anos depois de a Amazon ter adicionado publicidade no Prime Video e começado a cobrar um valor extra para remover os anúncios. Tal como outros serviços de streaming, a empresa tem investido fortemente em transmissões de eventos ao vivo e desporto. A Amazon diz esta nova estrutura segue estratégias de preços semelhantes às dos outros serviços de streaming.

Apple reduz comissões da App Store na China

16-03-2026 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

Em antecipação a possíveis exigências mais penalizadoras, a Apple avança com uma modesta redução das comissões da App Store na China.

Enquanto vão surgindo exigências de redução substancial ou abolição de comissões na App Store em diversos países, a Apple anunciou a redução das comissões cobradas na App Store na China após discussões com os reguladores do país. As alterações entraram em vigor a 15 de Março e reduzem a comissão base nas In-App Purchases de 30% para 25%.

A empresa também baixou as taxas para programadores que participam em programas específicos. As transacções incluídas no App Store Small Business Program e no Mini Apps Partner Program passam agora a ter uma comissão de 12%, em vez dos anteriores 15%. Estes programas destinam-se a apoiar programadores mais pequenos e empresas que dependem da App Store para distribuir aplicações e serviços digitais. Segundo a Apple, a decisão surge após conversações com as autoridades reguladoras chinesas, que têm analisado as práticas comerciais da App Store. Os reguladores chegaram a considerar o lançamento de uma investigação antitrust em grande escala sobre o funcionamento da plataforma e as comissões cobradas aos programadores.

As estimativas apontam que a redução das comissões poderá diminuir os custos para os criadores de apps em cerca de 6 mil milhões de yuan, o equivalente a aproximadamente 873 milhões de dólares por ano, beneficiando significativamente os programadores na China.