PlanetGeek
№ 01

Carros a gasolina caem abaixo dos 50% nas vendas mundias

Segundo os números do primeiro semestre de 2026, as vendas de carros a gasolina caíram abaixo dos 50% pela primeira vez, mas os eléctricos ainda não dominam inteiramente.

Os carros exclusivamente a gasolina deixaram de representar a maioria das vendas de automóveis novos a nível mundial. No primeiro semestre de 2026, estes veículos corresponderam a 49?s novas vendas, marcando a primeira vez em que ficam abaixo dos 50%.

Entre Janeiro e Junho foram vendidos cerca de 20.25 milhões de carros exclusivamente a gasolina, menos 10% que no mesmo período do ano anterior. Em contrapartida, os veículos 100% eléctricos cresceram 12%, para 6.87 milhões de unidades, conquistando 17% do mercado. Com os híbridos convencionais a avançaram 10%, para 7.27 milhões de unidades. A queda dos carros a gasolina foi particularmente forte na China, onde as vendas recuaram 26%, e na Europa, com uma descida de 13%. Já os eléctricos continuam a registar um crescimento significativo em várias regiões, incluindo 32% na Europa e 81% no Sudeste Asiático. A China continua a ser o maior mercado de veículos eléctricos, com 3.44 milhões de unidades vendidas no primeiro semestre.

Apesar dos carros a gasolina terem caído abaixo dos 50%, há que referir que ainda estamos longe do fim dos carros com motores a combustão. Cerca de 83% dos carros novos vendidos no primeiro semestre ainda tinham um motor, quer seja a gasolina, híbridos, diesel ou híbridos plug-in. Ainda assim, a tendência é clara: os veículos a combustão estão a perder terreno rapidamente, enquanto os eléctricos se vão tornando cada vez mais apetecíveis, nem que seja como forma de escapar à escalada de preços nos combustíveis.

№ 02

Jogo AION2 gera polémica com "corpos por medida"

O jogo AION2 já está disponível, mas o elemento que tem gerado polémica é o seu "versátil" sistema de ajuste dos corpos dos personagens.

O AION2 é (mais um!) jogo MMORPG gratuito em que os jogadores combatem nos céus, e que tenta incentivar os jogadores a gastarem dinheiro em acessórios e melhorias para os seus personagens. No entanto, niguém tem estado a falar sobre a mecânica do jogo e das suas particularidades ou peculiaridades, mas sim... do processo de criação dos personagens.

Ao estilo de outros MMORPGs, os jogadores têm a possibilidade de ajustarem o corpo dos seus personagens digitais, e desta vez o AION2 dá bastante mais opções de ajuste do que é habitual, nomeadamente ao nível do busto das personagens femininas.

おっぱい好きな気持ちは日本も海外も同じ!胸の大きさも形もいじれる“胸スライダー細かすぎ”キャラクリに注目集まる―基本無料MMO『AION 2』ついに正式サービス開始でhttps://t.co/P5Hfekkfyx

細かすぎるキャラクリに注目。自由自在な胸クリエイト。さらに「お腹の突出具合」まで設定可能です。 pic.twitter.com/1uIaqM3qAK

— ⚡Game*Spark⚡ (@gamespark) October 6, 2026

AION2
俺が探し求めていた”答え”か pic.twitter.com/lEPCRrpL1J

— Rai (@ireest000) October 6, 2026
Se uns desvalorizam, relembrando que "é apenas um jogo", há outros que não perdem a oportunidade para criticar o jogo como estando a contribuir para "objectificar" o corpo feminino.

Resta a cada tomar a sua própria decisão e agir de acordo. Quanto a mim, fico curioso para ver se o actual número elevado de jogadores que o jogo está a ter no lançamento se irá manter, ou se será apenas devido à curiosidade inicial de espreitar esta criação de personagens - para depois se acabar por desinstalar o jogo pouco depois.

№ 03

SSD Samsung 9100 Pro 1TB a €212

Quem quiser dar o salto para os SSDs de 15 GB/s pode optar pelos Samsung 9100 Pro, que suportam PCIe 5.0 e farão maravilhas por qualquer computador.

Nos últimos anos os discos / SSDs têm sido um dos factores mais limitativos do desempenho dos computadores, e é por isso que esta tem sido uma das áreas em que mais importa apostar. No caso de terem um computador com suporte para PCIe 5.0, nada como escolher um SSD capaz de tirar o máximo partido disso, como estes Samsung 9100 Pro, com velocidades de até 14.8 GB/s em leitura e 13.4 GB/s em escrita.
O Samsung 9100 Pro de 1TB está disponível por 212 euros na Amazon Espanha.

Neste período em que se assiste uma loucura de aumento de preços nas memórias RAM, e que também se alastrou aos SSDs, é uma das poucas oportunidades em que se ainda pode apanhar um SSD ultra-veloz a preço relativamente aceitável - mesmo tendo em conta que não se pode comparar o preço com os da era pré-AI, que agora parecem preços "de sonho" (especialmente nas memórias).


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№ 04

Apple aumenta preços do Apple One em Portugal

Os planos Apple One Familiar e Premium passam a ficar mais caros em Portugal.

A Apple voltou a aumentar os preços das subscrições Apple One em alguns países europeus, incluindo Portugal. A subida afecta os planos Apple One Familiar e Apple One Premium, com a empresa a começar a informar os actuais clientes através de email. Os novos preços aplicam-se imediatamente a novas subscrições, enquanto os clientes actuais sentirão o aumento na próxima renovação.

Em Portugal, tanto o plano Familiar como o Premium ficaram 2 euros mais caros por mês, passando para €23.95 e €32.95 respectivamente. O plano Individual permanece nos €16.95 por mês.

O plano Apple One Individual inclui 50 GB de iCloud+, Apple TV, Apple Music e Apple Arcade. O Family (para até 5 pessoas) oferece 200 GB de iCloud+ e os mesmos serviços, enquanto o Premier inclui 2 TB de armazenamento, Apple TV, Apple Music, Apple Arcade, Apple Fitness+ e Apple News+.

Este é o terceiro aumento de preços que a Apple tem aplicado ao Apple One em diferentes países e regiões, continuando a tendência de fazer com que os serviços de streaming e cloud se tornem cada vez mais pesados para a carteira dos consumidores.

№ 05

Mistral 4 dá salto para (perto do) topo

Depois de quase ter ficado esquecida, a europeia Mistral AI demonstra estar bem activa, lançando o novo Mistral Large 4.

A Mistral AI apresentou o Mistral Large 4 (ML4) "Le Chonk", um novo modelo multimodal com 1 bilião ("trilião") de parâmetros que pretende competir directamente com alguns dos modelos mais avançados de AI, tanto open source como proprietários. A empresa francesa está a posicionar o ML4 como uma alternativa europeia num mercado dominado sobretudo por empresas norte-americanas e chinesas.

Apesar disso, o ML4 ainda não é um modelo open-weight. Por enquanto ficará disponível através de um acesso público com mecanismos de segurança, com a promessa da disponibilização dos open weights no final de Outubro, depois de concluir os testes de segurança. A empresa quer garantir que o modelo pode ser auditado e utilizado de forma responsável, especialmente por empresas e instituições.

Meet Mistral Large 4, aka Le Chonk. • 1T parameters, natively multimodal. 49B active. It is the best open weights model from US or Europe on aggregated benchmarks. • State-of-the-art on critical workloads, including cyber defense, manufacturing and finance and it surpasses closed frontier models on visual grounding. • Forged in Europe end-to-end and is deployable from Europe via our own Mistral Cloud infrastructure. • Available to all via API today. Working with cybersecurity partners privately. Open weights release end of October.

— Mistral AI (@MistralAI) October 6, 2026
Para tentar evitar as acusações de aproveitamento de modelos existentes, a Mistral garante ter utilizado unicamente a sua própria infraestrutura, com cerca de 4.000 GPUs Nvidia - significativamente menos hardware que os seus concorrentes. Apesar dos resultados dos benchmarks ainda estarem a chegar, a empresa espera que o ML4 se destaque entre os modelos open-weight - embora tenha recorrido à opção "estratégica" de referir expressamente estar no topo dos modelos europeus e norte-americanos abertos... deixando de fora os modelos chineses.

A Mistral espera que o modelo seja particularmente útil em áreas como a segurança, finanças e design de chips, sectores onde as capacidades multimodais podem trazer vantagens importantes. Com o ML4, a Mistral quer assegurar que a Europa continua a manter uma presença minimamente relevante na vaga do desenvolvimento AI que se verifica a nível mundial.

№ 06

Google lança EmbeddingGemma 2

A Google revelou o novo EmbeddingGemma 2, um modelo AI multimodal compacto, criado para correr localmente com menos de 600 MB de RAM.

A Google apresentou o EmbeddingGemma 2, um novo modelo multimodal open source concebido para lidar com texto, código, imagens, áudio e vídeo num único espaço vectorial. Com 740 milhões de parâmetros e uma licença Apache 2.0, o modelo foi desenvolvido para funcionar localmente em smartphones e outros dispositivos com recursos limitados, permitindo criar sistemas de pesquisa e recuperação de informação sem depender da cloud.

O modelo pode, por exemplo, encontrar um vídeo específico a partir de um pedido de voz ou pesquisar horas de áudio através de uma pergunta em texto. Tudo isto num modelo bastante compacto: a Google diz que o modelo pode utilizar cerca de 191 MB de RAM para texto ou aproximadamente 567 MB na configuração multimodal completa num Pixel 11 Pro.


O EmbeddingGemma 2 também inclui uma janela de contexto de 8K tokens, quatro vezes superior à geração anterior, permitindo processar até 5.5 minutos de áudio, 29 imagens ou 58 frames de vídeo. Com modelos generativos como o Gemma 4, a Google vê o novo modelo como uma peça importante para criar sistemas AI totalmente locais, com menor latência, e maior privacidade.

№ 07

Sonda japonesa Hayabusa2 perde o último motor

A sonda japonesa Hayabusa2 perdeu o seu último motor funcional, mas os cientistas estão a tentar uma "reparação" à distância.

A Hayabusa2 tem tido uma série de vitórias, tendo conseguido pousar e recolher amostras do asteróide Ryugu em 2019, e fazê-las regressar à Terra. Mas o seu próximo objectivo está em risco depois de o seu último motor iónico funcional ter avariado.

A sonda, que já ultrapassou largamente a sua vida útil prevista, está numa missão prolongada para alcançar o pequeno asteróide 1998 KY26 em 2031. Em vez de abandonar a missão, a JAXA vai tentar aproveitar componentes dos motores que já tinham falhado. A Hayabusa2 possui quatro motores iónicos de xenon, mas os motores A, C e D foram degradando-se ao longo dos anos. Agora, foi o último motor, B, que perdeu a sua fonte de iões - e a ideia é recorrer às fontes de iões ainda funcionais dos outros motores, para criar uma espécie de motor híbrido, combinando partes funcionais do motor B com componentes do motor D, através de uma reestruturação dos circuitos.
Não é a primeira vez que a agência japonesa recorre a este tipo de solução. Durante a missão da Hayabusa original, que trouxe amostras do asteróide Itokawa para a Terra em 2010, vários componentes dos motores também falharam e os engenheiros conseguiram combiná-los para criar um sistema funcional. Mesmo que a mesma táctica funcione na Hayabusa2 resulte, a JAXA ainda terá de avaliar o estado geral da sonda para determinar se consegue chegar ao seu alvo em 2031.

A JAXA espera tentar ligar novamente este conjunto já no final de Outubro e descobrir se consegue recuperar propulsão suficiente para manter a missão no caminho certo.

№ 08

SSD externo Samsung T7 2TB a €284

Se procuram uma forma fácil e rápida de transferir uma generosa quantidade de dados em formato compacto, vão gostar de saber que o SSD externo T7 da Samsung está disponível a um preço bastante interessante - tendo em conta o actual cenário.

O Samsung T7 é um disco SSD externo compacto com ficha USB Type-C e que pode atingir velocidades de 1050 MB/s. Está disponível em versões de 500 GB a 2 TB, sendo a versão de 2 TB particularmente atractiva para quem desejar transportar uma generosa quantidade de dados num formato extremamente compacto - com maior robustez e desempenho do que seria possível pelas comuns pens USB, mesmo no caso de utilização intensiva (como utilização do SSD para instalar um sistema operativo "portátil"). É também uma opção popular para fazer gravações de vídeo em veículos como os Tesla, devido ao seu tamanho reduzido, ou para manter uma vasta colecção de música nos veículos que suportam entrada USB.
Ests Samsung T7 2 TB está actualmente disponível por 284 euros na Amazon Espanha.

Na caixa encontramos cabos USB Type-C para Type-C e Type-C para Type-A, pelo que não será necessário comprar nenhum cabo adicional para lhe dar uso, qualquer que seja a porta USB que se tenha disponível. E como vantagem adicional, podemos usá-lo directamente com um smartphone com USB-C, o que também se pode revelar bastante prático para efectuar backups de fotos e vídeos quando se está longe de uma rede WiFi e não se queira gastar uns gigabytes de internet móvel.


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№ 09

WhatsApp prepara bloqueio de acesso em Androids e iPhones desactualizados

Em breve poderá deixar de ser possível utilizar o WhatsApp em versões antigas do Android e iOS, por motivos de segurança.

O WhatsApp parece estar a preparar uma nova medida de segurança que poderá impedir os utilizadores de iniciar sessão caso tenham uma versão demasiado antiga do Android ou iOS. Este sistema está a ser implementado remotamente do lado dos servidores da Meta, pelo que não depende de uma versão específica da app e afecta tanto as versões Android como de iPhone.

Quando o bloqueio fica activo, o WhatsApp apresenta um aviso a informar que será necessário actualizar o sistema operativo antes de voltar a iniciar sessão. A mensagem encaminha o utilizador para as definições do smartphone, onde deverá instalar a actualização disponível. Depois disso, será possível tentar novamente entrar na conta.
A medida parece estar relacionada com segurança, sobretudo para evitar que dispositivos com vulnerabilidades conhecidas continuem a utilizar o WhatsApp. Mesmo com as mensagens protegidas por end-to-end encryption, um smartphone comprometido pode representar um risco se for utilizado para distribuir malware através de links ou ficheiros enviados aos contactos, além de permitir apoderar-se da conta dos utilizadores.

Ainda não se sabe exatamente quais serão as versões Android e iOS que o WhatsApp irá considerar "antigas", nem se isso afectará apenas versões que oficialmente já tenham ficado fora do suporte oficial, ou também versões mais recentes que contenham vulnerabilidades graves de segurança.

№ 10

Honor Life S3 é um ecrã e-ink magnético

O Honor Life S3 pode transformar a traseira de um smartphone num pequeno leitor de ebooks independente.

A Honor apresentou um curioso acessório na China que transforma o smartphone num pequeno ebook reader. O Honor Life S3 é um ecrã E-Ink de 3.68" com 259 ppi, e fixa-se magneticamente na traseira do telemóvel. O dispositivo tem apenas 5.6 mm de espessura e pesa 61 gramas, sendo possível utilizar um anel magnético incluído na caixa caso o smartphone ou a capa não tenham ímanes.

Apesar do tamanho reduzido, o Life S3 inclui uma bateria de 650 mAh que promete até 30 horas de leitura contínua graças ao baixo consumo do E-Ink. O carregamento é feito através de USB-C, enquanto os livros podem ser transferidos sem fios através de WiFi utilizando a aplicação Honor Smart Space. O leitor suporta múltiplos formatos, incluindo EPUB, MOBI, TXT, DOC, DOCX e PDF.
Tem 16 MB de memória interna, expansível até 1 TB através de cartões microSD, o que permite manter uma enorme biblioteca de livros e documentos. A navegação é feita através do touchscreen, enquanto dois botões laterais servem para funções adicionais. A principal limitação é a ausência de iluminação frontal, pelo que não será possível ler em ambientes escuros sem iluminação adicional.

Embora não seja o primeiro dispositivo deste tipo, a sua grande vantagem é o preço. O Honor Life S3 está disponível na China por apenas 47 euros, um valor que o pode tornar atractivo para quem gostar de ler e preferir a experiência de leitura feita num ecrã e-ink em vez de no ecrã luminoso do seu smartphone. Resta esperar para ver se a Honor o fará chegar até à Europa mantendo um preço competitivo.

№ 11

Desabafo no Claude resulta em denúncia da Anthropic às autoridades

Nos EUA, uma mulher foi detida depois de usar o Claude como diário e revelar que estava a pensar fazer um tiroteio numa esquadra na Florida.

Demonstrando que aquilo que se confidenciar com um assistente AI poderá não ser tão confidencial quanto se pensa, uma mulher na Florida foi detida depois da Anthropic detectar conversas preocupantes e reportar o caso às autoridades. Segundo o relatório, a utilizadora terá escrito que tinha a intenção de fazer um tiroteio numa esquadra local, a que se seguir a indicação de que já tinha comprado uma nova arma.

A Anthropic utiliza sistemas automáticos para identificar determinadas expressões e conteúdos potencialmente ameaçadores. Dependendo da gravidade, essas conversas podem ser encaminhadas para revisão humana e, neste caso, a equipa de segurança achou que se justificava passar o caso para as autoridades. Este é pelo menos o terceiro caso semelhante envolvendo o Claude a chegar às autoridades desde Agosto. Num caso no Texas, um utilizador terá questionado o chatbot sobre um ataque a uma escola e acabou detido. Noutro caso, um utilizador ameaçou o CEO da Anthropic, Dario Amodei, e disse ter comprado uma AR-15; a polícia foi avisada, mas não houve detenção ou acusação.

Os casos levantam questões sobre o equilíbrio entre privacidade e segurança nos serviços de AI. A política de privacidade da Anthropic permite divulgar informação às autoridades quando a empresa acredita, "de boa-fé", que isso é necessário para prevenir danos graves. Para os utilizadores, o caso serve também de aviso de que conversas com chatbots não devem ser encaradas como completamente privadas ou anónimas, sobretudo quando envolvem ameaças de violência. Algo a juntar às recomendações de não pesquisar na internet "como matar alguém sem ser apanhado" se se estiver a planear matar alguém.

№ 12

OpenAI adiciona watermarks ao texto do ChatGPT e Codex na UE

Os textos gerados pelo ChatGPT e Codex na UE vão passar a ter marcadores invisíveis para facilitar a sua detecção.

A OpenAI prepara-se para adicionar "marcas de água" invisíveis ao texto gerado pelo ChatGPT e pelo Codex na União Europeia. A tecnologia, chamada textGrain, não altera visualmente o conteúdo; em vez disso, modifica ligeiramente a escolha de palavras para criar um padrão estatístico que pode ser posteriormente identificado por uma ferramenta de detecção.

A empresa diz que a funcionalidade deverá começar a ser aplicada nas próximas semanas a determinados conteúdos gerados pelo ChatGPT e Codex na UE. A medida não será, para já, activada de forma global no resto do mundo. Developers que utilizem a API em qualquer parte do mundo poderão optar voluntariamente pelo watermarking se assim o desejarem, enquanto o acesso ao detector ficará inicialmente limitado a investigadores aprovados e organizações especializadas.
No entanto, esta tecnologia está longe de ser infalível. Nos testes da OpenAI, bastou substituir apenas 10% das palavras por sinónimos para que a taxa de detecção caísse de 92% para 66%. Com alterações em 25% do texto a detecção desceu para apenas 17%. Textos mais curtos, traduzidos, ou sujeitos a edição também podem tornar o watermark muito mais difícil de identificar - pondo em causa a sua eficácia efectiva.

... Isto sem falar das inúmeras ferramentas que existem e que têm como objectivo remover estas marcas de água dos conteúdos AI. A melhor ferramenta para detectar se algo terá sido efectivamente criado "estupidamente" por AI ou não, continuará a melhor ser feito pelo cérebro orgânico de quem estiver a ler os conteúdos!

№ 13

Carregador Powerowl com 8 pilhas recarregáveis a €23

Para evitar a troca infindável das pilhas, nada como usar pilhas recarregáveis e este pack da Powerowl com carregador e 8 pilhas é uma excelente forma de começar.

Vivemos num mundo "mobile" em que assumimos que as coisas funcionam sem necessidade de estarem agarradas a cabos de alimentação, e isso faz com que exista uma dependência crítica em baterias e pilhas. No caso das pilhas, que continuam a ser comuns em coisas como controlos remotos, gamepads, teclados wireless e muitas outras coisas, uma das melhores opções é trocar as pilhas convencionais por pilhas recarregáveis reutilizáveis, e o investimento não é assim tão avultado quanto se possa pensar.
Este carregador Powerowl já traz 8 pilhas recarregáveis e custa apenas 23 euros.

As pilhas AA incluídas são de 2800 mAh, e este carregador tem a vantagem de usar uma comum ficha USB e permitir carregar pilhas individualmente (alguns só permitem carregar pares). Podem apanhar um pack de mais 8 pilhas AA de 2800 mAh por 12 euros.


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№ 14

Meta quer Muse nos Raspberry Pi e outros gadgets

A ofensiva da meta com o Muse expande-se para os smart devices, facilitando o seu uso em todo o tipo de hardware.

Não só a app do Muse está a ter sucesso viral, como a Meta não abranda e está a disponinibilizar o código necessário para que os utilizadores criem os seus próprios gadgets com o Muse, o novo agente AI da empresa. A ideia é ligar o Muse a hardware comum, como placas ESP32 ou Raspberry Pi, e utilizá-lo com ecrãs, botões, sensores e outros componentes para criar dispositivos personalizados.

Entre os exemplos apresentados pela Meta está a utilização de um display E Ink a cores para mostrar lembretes, ligar o Muse a uma HDMI stick para apresentar o agente AI num televisor, ou criar um pequeno dispositivo com touchscreen semelhante a um Muse Charm. O sistema funciona através dos SDKs disponibilizados pela empresa, permitindo combinar o Muse com praticamente qualquer hardware compatível.
A Meta também criou o Muse Home Link, um pequeno gadget pensado para controlar dispositivos domésticos. Com skills desenvolvidas pela comunidade, pode ser utilizado para controlar lâmpadas inteligentes, controlar um televisor, enviar documentos para uma impressora, e muitas outras coisas.

Esta iniciativa transforma o Muse numa plataforma bastante mais aberta e experimental, permitindo que developers e entusiastas criem os seus próprios dispositivos em vez de depender apenas do hardware oficial da Meta. No entanto, bem sabemos como inevitavelmente as dependências de serviços na cloud correm mal. Poderá não ser hoje, nem amanhã, nem no próximo ano, mas garantidamente a Meta irá decidir mudar as regras do jogo, e encerrar as APIs ou começar a cobrar por elas, e todos estes dispositivos arriscam-se ficar inutilizados.

№ 15

Googlebooks Intel podem ter problemas com as apps Android

Apesar da Google garantir que os Googlebooks correrão todas as apps Android, revela que alguns Googlebooks poderão fazê-lo melhor que outros.

A Google veio esclarecer que o suporte das apps Android nos novos Googlebooks é um pouco mais complicada do que inicialmente parecia. Embora a maioria das apps funcione normalmente, uma "pequena quantidade" de apps mais complexas e jogos poderá precisar de optimizações por parte dos developers para funcionar adequadamente nos modelos equipados com processadores Intel.

A questão está relacionada com a arquitectura dos chips. A maioria das apps Android foi desenvolvida para chips Arm, mas três dos cinco Googlebooks anunciados no evento de apresentação utilizam processadores Intel x86. Segundo a Google, isto pode provocar problemas de compatibilidade ou desempenho nalgumas apps, embora sem referir especificamente que apps poderão ser afectadas. Isto não significa que a Google não cumpra a promessa de que "todas a biblioteca da Play Store" ficará disponível nos Googlebooks, mas revela que a experiência de utilização poderá não ser a melhor quando se usarem apps complexas em Googlebooks com chips Intel.

Apesar de ser esperado que as apps mais populares - nomeadamente jogos - possam ter o devido cuidado e lançar versões optimizadas para os chips Intel, talvez não seja má ideia optar por um Googlebook com chip Arm, e ficar automaticamente salvaguardado contra esse risco.

№ 16

Apple apresenta hub doméstico e nova Apple TV a 13 de Outubro

Depois dos iPhone 18 Pro, a Apple tem novo lote de produtos para mostrar a 13 de Outubro, destinados à casa: um novo hub, HomePods, e nova Apple TV 4K.

A Apple deverá apresentar três novos produtos para a casa inteligente a 13 de Outubro: um novo hub doméstico (HomeHub?), uma nova geração do HomePod mini e uma Apple TV 4K actualizada. Os três equipamentos deverão apostar na nova Siri AI, o que poderá explicar o atraso no lançamento, inicialmente previsto para 2024. O HomePod mini e a Apple TV deverão manter o design actual, mas receber chips mais rápidos no seu interior, enquanto o altifalante deverá ganhar também novas cores, incluindo rosa e verde.

O novo hub doméstico será o produto em destaque deste evento e deverá adoptar um design inspirado no iMac G4. O equipamento terá um ecrã quadrado de cerca de 6", uma câmara FaceTime, microfones e colunas integrados na base e uma ligação USB-C para alimentação. A versão de secretária terá um suporte metálico com formato arredondado e permitirá inclinar o ecrã, enquanto outra variante poderá ser instalada directamente numa parede. O dispositivo não terá bateria, pelo que terá de estar permanentemente ligado à tomada.
A Apple pretende transformar este hub num centro de controlo da casa, permitindo gerir equipamentos inteligentes, fazer videochamadas, enviar mensagens através de intercomunicador, reproduzir música e consultar fotografias, receitas ou vídeos. O sistema poderá reconhecer quem está a utilizar o equipamento através da voz ou do rosto e apresentar conteúdos personalizados. A interface deverá combinar elementos do Apple Watch, iPad e Apple TV, incluindo widgets, apps e diferentes modos de apresentação de fotografias e relógios.

A empresa estará também a preparar uma expansão do HomeKit, com suporte para novas categorias de equipamentos e maior integração com fabricantes externos. Um novo HomePod para substituir o modelo maior continua nos planos, embora possa chegar mais tarde, também com chip mais potente para suportar a Siri AI. A Apple estará ainda a desenvolver câmaras e sensores de segurança focados na privacidade, bem como uma versão mais avançada do hub com um ecrã de 9" montado num braço robótico capaz de rodar 360 graus.

O maior problema para os utilizadores europeus, é que se a Apple não disponibilizar a Siri AI na UE, todas as novidades relacionadas com a Siri serão totalmente irrelevantes para nós.

№ 17

Android Auto vai deixar de funcionar no Android 10

O Android Auto pode deixar de funcionar em milhões de smartphones com Android 10, para grande frustração dos utilizadores.

Como mais um triste lembrete de que aquilo que funciona um dia pode deixar de funcionar no dia seguinte, sem que se tenha feito nada para isso, o Android Auto poderá estar prestes a abandonar os smartphones com Android 10. Alguns utilizadores começaram a receber avisos ao ligar os seus telemóveis ao carro, indicando que o dispositivo deixará de ser compatível por não conseguir actualizar para uma versão mais recente do Android. Os alertas fazem suspeitar que a Google aumentará o requisito mínimo para Android 11, pelo menos nas ligações com fios.

A mudança ainda não foi oficialmente anunciada pela Google. Actualmente, a documentação oficial continua a indicar que o Android Auto através de ligação com cabo funciona com Android 9 Pie ou superior, enquanto a utilização sem fios exige Android 11 ou mais recente. O aparecimento dos novos avisos em ligações com fios pode, por isso, ser um sinal de que a Google pretende uniformizar os requisitos.
Entre os equipamentos afectados estão modelos como o Samsung Galaxy Note 9, Galaxy S9 e Sony Xperia XZ2 Compact, que ficaram oficialmente limitados ao Android 10. Se a nova exigência avançar, estes smartphones deixarão de poder ser usados com o Android Auto nos automóveis, isto a não ser que os utilizadores se aventurem no mundo das custom ROM para conseguirem um sistema mais recente.

Embora se possa criticar a medida - os afectados perguntar-se-ão logicamente "porque motivo não deixam ficar as coisas como estão actualmente?" - relembre-se que não é a primeira vez que isto acontece: o Android Auto abandonou o Android 8 Oreo em 2022 e passou a exigir o Android 9 em 2024. Parece estar para breve nova elevação desse requisito, para o Android 11.

№ 18

iPhone 18 Pro com três Live Activities

Com o espaço do bloco Face ID reduzido, os iPhone 18 Pro permitem agora três Live Activities no topo, com uma pequena limitação.

Os iPhone 18 Pro ganharam uma pequena alteração no Dynamic Island que permite apresentar até três Live Activities em simultâneo. À primeira vista, parece uma melhoria bastante útil para quem acompanha várias informações em tempo real, mas existe uma limitação que pode afectar o seu potencial.

A terceira Live Activity só pode ser ocupada por uma actividade do próprio sistema, como o Now Playing ou a navegação. Ou seja, não será possível ter três apps de terceiros a utilizar esse espaço no Dynamic Island, mesmo que tenham uma Live Activity activa.

@ChristianSelig iOS 27 still only allows two Live Activities from apps in the Dynamic Island. The third Live Activity needs to be a system activity, such as Now Playing, navigation or an ongoing call. It works the same on physical devices. https://t.co/GDcL7VEJFD

— pdfu (@itspdfu) October 4, 2026
A limitação explica por que motivo alguns proprietários do iPhone 18 Pro estavam a estranhar não ver as prometidas três Live Activities no Dynamic Island. Apesar do espaço adicional permitir tecnicamente apresentar três atividades, a Apple terá optardo por manter o limite de duas apps de terceiros, e a restante para os seus próprios serviços, talvez para assegurar um uso mais moderado dos recursos do sistema.

№ 19

Ganha um rato Mars Gaming MMRW

Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta vez a escolha recai sobre um rato Mars Gaming MMRW.

Ideal para todos os fãs da iluminação LED RGB, este rato Mars Gaming MMRW conta com toda a sua superfície superior iluminada, para além de contar com botões adicionais que serão úteis nos jogos e no dia a dia.
Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

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Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.

№ 20

Corsair prepara fonte de alimentação transparente

Quem procurar a diferenciação poderá em breve optar por uma fonte de alimentação totalmente transparente da Corsair.

A Corsair está a preparar uma nova fonte de alimentação que promete dar um visual bastante diferente aos PCs gaming. A HX1000i SHIFT CRYSTAL foi revelada através de um teaser e apresenta uma caixa transparente, permitindo ver os componentes no interior. A empresa ainda não revelou todas as especificações, mas promete divulgar mais detalhes para breve.

As imagens sugerem que a transparência não será a única novidade. A nova PSU parece contar com uma ventoinha com ARGB, enquanto o interior poderá ter recebido alterações para tornar os componentes mais apelativos visualmente. A linha Crystal da Corsair utiliza PCB e ventoinhas brancas, pelo que este modelo deverá apostar numa estética especialmente pensada para máquinas que tenham optado por essa série de acessórios.
A base parece ser a conhecida HX1000i SHIFT, uma fonte com certificação Cybenetics Platinum, com conectores Shift montados lateralmente e um hub Corsair iCUE Link integrado. Caso mantenha estas características, a nova versão deverá continuar direccionada para sistemas gaming de gama alta, mas com um foco na diferenciação visual.

A Corsair ainda não revelou o preço nem a data de lançamento. A HX1000i SHIFT normal custa cerca de 230 euros, pelo que se poderá estimar que a versão Crystal fique acima disso. Tendo em conta que, com os preços actuais, se torna desaconselhado pensar em montar um novo PC ou fazer upgrade de RAM, a troca da fonte de alimentação pode acabar por ser uma das coisas a considerar para dar um toque de "frescura visual" a um PC gaming.