PlanetGeek
№ 01

Bug no Microsoft Defender diz que está desligado sem estar

Um bug no Microsoft Defender pode gerar alertas falsos de que o antivirus está desligado, que deverão ser ignorados.

A Microsoft confirmou a existência de um bug que está a gerar alertas incorrectos a indicar que o Microsoft Defender Antivirus foi desactivado, apesar do software continuar a funcionar normalmente. A MS aconselha os utilizadores afectados a ignorarem estas notificações até que seja disponibilizada uma correcção oficial.

O problema surgiu após as mais recentes actualizações do Defender e afecta várias versões do Windows, incluindo o Windows 11 26H1 e o Windows Server 2025. Os avisos aparecem na app Segurança do Windows e recomendam que o utilizador active o antivírus, mesmo quando todas as definições indicam que a protecção está activa.
Segundo a Microsoft, as notificações podem surgir durante o arranque do sistema e voltar a aparecer de forma intermitente. Para chatear ainda mais, o comportamento mantém-se mesmo quando as notificações do sistema estão desactivadas, o que tem causado confusão entre os utilizadores.

Embora seja um erro tecnicamente inofensivo, que não afecta a segurança do sistema, tem como grande "senão" o facto de estar a contribuir para que os utilizadores desvalorizem / ignorem avisos de que o Windows Defender está desactivado. Quando no futuro isso vier a acontecer efectivamente, por via de um ataque de malware, alguns utilizadores poderão ficar predispostos a ignorá-los, assumindo que se trata de novo bug.

№ 02

DLSS 5 não oficial chega às RTX 20xx

O "polémico" DLSS 5 da Nvidia ainda não foi lançado oficialmente e já está a ser adaptado para placas antigas que não o deveriam suportar.

A tecnologia DLSS 5 Neural Rendering da NVIDIA continua a expandir-se graças ao trabalho da comunidade de modding. Poucos dias após a fuga da versão experimental através do NBA 2K27, e apesar da Nvidia a apresentar como uma funcionalidade exclusiva da série RTX 50, a comunidade já a fez funcionar não só nas RTX 40, como também nas GeForce RTX 30 e RTX 20.
.
Os primeiros testes mostraram que o DLSS 5 podia funcionar em hardware mais antigo, mas com um impacto drástico no desempenho. Num dos casos, um jogo numa GeForce RTX 3080 caiu de 138 FPS para apenas 4 FPS, tornando a experiência inutilizável.

DLSS 5 now works on 20 and 30 series running FP16, performance should be substantially better than the FP8 version that was running on 30 series.

Any 20/30 series owners are welcome to share their experiences in the comments. pic.twitter.com/kVyYSAUEft

— DystopianSunset (@DystopianSuns) August 30, 2026
Mas, em vez de desistir, a comunidade encontrou uma alternativa mais adequada para as arquiteturas Turing e Ampere. Em vez de utilizar o modelo FP8 presente na implementação original, os modders conseguiram adaptar o DLSS 5 para funcionar com FP16, um formato mais compatível com os Tensor Cores das RTX 20 e RTX 30. Embora ainda não existam benchmarks que permitam medir os ganhos reais, a solução deverá oferecer um desempenho significativamente melhor - embora, mesmo assim, podendo não ser suficiente para atingir o nível "jogável".

GTA V DLSS 4.5 vs DLSS 5 🤯🔥

Michael, Trevor & Franklin look noticeably more detailed and realistic with improved facial detail, textures and lighting.

Tested on my RTX 5060 Ti 16GB 👀 pic.twitter.com/HAa0DqhtI3

— Intern (@gamingskew) August 29, 2026

GTA V with DLSS 5 looks so good it’s making GTA 6 look nervous.

And this is just an experimental build…
pic.twitter.com/xuCmNQ3Y5i

— Root (@r00t404t) August 28, 2026
Além do suporte para hardware mais antigo, os fãs estão também a trabalhar para aplicar o DLSS 5 a jogos sem suporte nativo para DLSS, incluindo títulos baseados em APIs gráficas mais antigas e até emuladores. Sendo isto apenas um "primeiro passo", facilmente se imaginar que será uma questão de tempo até que seja possível aplicar filtros AI em tempo real a tudo o que se veja, indo muito além da simples melhoria dos rostos dos personagens. Mal posso esperar para revisitar alguns clássicos do ZX Spectrum, com melhorias AI que evitem o habitual choque que existe entre as boas memórias e a cruel realidade dos pixeis da altura.

№ 03

ChatGPT, Roblox e Reddit passam a plataformas de grande dimensão na UE

O ChatGPT, Roblox e Reddit passam a ser considerados "plataformas de grande dimensão" na UE, e obrigados a seguir regras adicionais.

O ChatGPT vai passar a estar sujeito a regras mais rigorosas na União Europeia depois de ter sido classificado como um "Very Large Online Search Engine" ao abrigo da Lei dos Serviços Digitais (DSA). A decisão coloca a plataforma da OpenAI sob um nível mais elevado de supervisão devido ao seu impacto crescente junto dos utilizadores europeus.

Além do ChatGPT, a Comissão Europeia também classificou o Reddit e o Roblox como "Very Large Online Platforms". Esta designação aplica-se a serviços que ultrapassam os 45 milhões de utilizadores activos mensais na União Europeia e obriga as empresas a cumprir requisitos adicionais de transparência, segurança, e protecção dos utilizadores. Entre as novas obrigações estão medidas para reduzir a disseminação de conteúdos ilegais, proteger menores, e avaliar o impacto na saúde mental dos utilizadores. As plataformas também terão de fornecer mais informações sobre o funcionamento dos seus algoritmos de recomendação e cumprir regras mais restritivas relacionadas com publicidade direccionada.

As empresas abrangidas pela nova classificação terão até ao final de 2026 para garantir a conformidade com a legislação. Segundo a Comissão Europeia, a medida pretende reforçar a responsabilidade das grandes plataformas digitais e assegurar uma maior protecção dos cidadãos europeus no ambiente online. Objectivos que até poderão ter boas intenções, mas que alguns dirão que são completamente subvertidas por outras medidas, como a eventual obrigatoriedade de fornecer identificação para aceder a plataformas sociais, com a desculpa que é para proteger os menores; ou a espionagem das mensagens privadas.

№ 04

X abandona companheiros virtuais - passa-os para a app Animates

Sem dar qualquer explicação, o Grok da (SpaceX)xAI retirou os companheiros digitais, incluindo a popular Ani.

A xAI está a retirar a funcionalidade dos Companions da app do Grok, uma experiência que permitia interagir com personagens animadas em 3D como Ani, Mika e Valentine.

Apesar do fim da componente visual, as personagens não vão desaparecer por completo. As suas personalidades, histórico de conversas e níveis de afinidade continuarão disponíveis nas conversas de texto tradicionais do Grok. O que deixa de existir é a experiência interactiva com avatares animados, incluindo o separador dedicado e o sistema de voz - sendo que, obviamente, derrotar por completo o propósito inicial.
A vertente gráfica do projecto pode manter-se, mas através de uma nova app independente chamada Animates, desenvolvida pela Animation Inc., o estúdio responsável pelos avatares originais. No entanto, a nova plataforma não está ligada ao Grok, o que significa que os utilizadores não poderão transferir automaticamente o histórico de conversas, níveis de afinidade, ou outros dados associado às personagens. Há no entanto quem diga ter tido algum sucesso ao pedir aos companheiros no Grok para escreverem um "diário detalhado" sobre as suas interacções, para depois o importarem nos companheiros na nova app.

A funcionalidade original foi lançada sobretudo como uma experiência para iOS, chegando mais tarde a um número limitado de dispositivos Android. Apesar de incentivarem a interacção diária para se manterem "streaks" e melhorar a afinidade, fica visto que isso pouco valor tinha, com este fim abrupto.

№ 05

Carregador BONAI com 8 pilhas recarregáveis a €16

Para evitar a troca infindável das pilhas, nada como usar pilhas recarregáveis e este pack da BONAI com carregador e 8 pilhas é uma excelente forma de começar.

Vivemos num mundo "mobile" em que assumimos que as coisas funcionam sem necessidade de estarem agarradas a cabos de alimentação, e isso faz com que exista uma dependência crítica em baterias e pilhas. No caso das pilhas, que continuam a ser comuns em coisas como controlos remotos, gamepads, teclados wireless e muitas outras coisas, uma das melhores opções é trocar as pilhas convencionais por pilhas recarregáveis reutilizáveis, e o investimento não é assim tão avultado quanto se possa pensar.
Este carregador BONAI já traz 8 pilhas recarregáveis (4x AA de 2800 mAh + 4x AAA de 1100 mAh) e custa apenas 16 euros - activar desconto de 20%.

Quem quiser mais pilhas, pode também optar pelo pack de 24 pilhas recarregáveis AA 2800 mAh adicionais.

As pilhas incluídas são de 2800 mAh no caso das AA, e de 1100 mAh no caso das AAA; e este carregador tem a vantagem de usar uma comum ficha USB e permitir carregar pilhas individualmente (alguns só permitem carregar pares). Tenho um carregador há vários anos e tem funcionado sem chatices, o que me tem permitido evitar gastar pilhas descartáveis, e recomendo. :)


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

№ 06

Carregador BONAI com 8 pilhas recarregáveis a €16

Para evitar a troca infindável das pilhas, nada como usar pilhas recarregáveis e este pack da BONAI com carregador e 8 pilhas é uma excelente forma de começar.

Vivemos num mundo "mobile" em que assumimos que as coisas funcionam sem necessidade de estarem agarradas a cabos de alimentação, e isso faz com que exista uma dependência crítica em baterias e pilhas. No caso das pilhas, que continuam a ser comuns em coisas como controlos remotos, gamepads, teclados wireless e muitas outras coisas, uma das melhores opções é trocar as pilhas convencionais por pilhas recarregáveis reutilizáveis, e o investimento não é assim tão avultado quanto se possa pensar.
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№ 07

Ganha um Amazfit Active 3 Premium [gadget do mês Clube AadM+]

Todos os meses temos prémios exclusivos para os membros do Clube AadM+; e este mês o gadget que temos para oferecer é um Amazfit Active 3 Premium.

Os smartwatches têm-se tornado companheiros indispensáveis para quem gosta de registar a sua actividade diária e/ou treinos desportivos, e é precisamente isso que este Amazfit Active 3 Premium pode fazer na perfeição. Com longa autonomia para não sobrecarregar o utilizador com novo ritual de carregamento diário, e com design que combina a sobriedade com o factor funcional, este membro da família Amazfit não irá desapontar.

Como é habitual, os membros do Clube AadM+ não precisam fazer nada para estarem automaticamente habilitados a esta prenda - sendo por isso recomendado que adiram ao Clube AadM+ para terem acesso a estes gadgets exclusivos todos os meses,

Aproveito também para relembrar que os membros do Clube AadM+, para além destes gadgets exclusivos mensais, também têm direito a outras vantagens, como descontos num crescente número de parceiros que se têm associado a esta iniciativa. Se ainda não aderiste, está na altura ideal para o fazeres e usufruíres de todas estas vantagens, junta-te ao Clube AadM+ e não deixes de convidar os teus amigos - quantos mais formos, melhores serão as prendas que poderemos oferecer. :)

Actualização: O gadget deste mês foi para o Ricardo Dias.

№ 08

Ganha um Amazfit Active 3 Premium [gadget do mês Clube AadM+]

Todos os meses temos prémios exclusivos para os membros do Clube AadM+; e este mês o gadget que temos para oferecer é um Amazfit Active 3 Premium.

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Como é habitual, os membros do Clube AadM+ não precisam fazer nada para estarem automaticamente habilitados a esta prenda - sendo por isso recomendado que adiram ao Clube AadM+ para terem acesso a estes gadgets exclusivos todos os meses,

Aproveito também para relembrar que os membros do Clube AadM+, para além destes gadgets exclusivos mensais, também têm direito a outras vantagens, como descontos num crescente número de parceiros que se têm associado a esta iniciativa. Se ainda não aderiste, está na altura ideal para o fazeres e usufruíres de todas estas vantagens, junta-te ao Clube AadM+ e não deixes de convidar os teus amigos - quantos mais formos, melhores serão as prendas que poderemos oferecer. :)

Actualização: O gadget deste mês foi para o Ricardo Dias.

№ 09

NASA lança telescópio espacial Nancy Grace Roman

Temos um novo telescópio espacial - o Nancy Grace Roman - que dá continuidade à missão de melhor compreender o nosso Universo.

A NASA lançou com sucesso o telescópio espacial Nancy Grace Roman, uma missão que promete expandir significativamente o nosso conhecimento sobre o Universo. O observatório partiu a bordo de um foguetão SpaceX Falcon Heavy e seguirá rumo ao ponto de Lagrange L2, a cerca de 1.5 milhões de quilómetros da Terra, onde iniciará as suas operações científicas nos próximos meses.

O Roman conta com um campo de visão até 100 vezes superior ao do Hubble. Equipado com uma câmara de 300 megapixeis e um espelho de 2.4 metros originalmente desenvolvido para um satélite de reconhecimento, o telescópio foi concebido para mapear vastas regiões do cosmos e observar milhares de milhões de galáxias, estrelas e outros objectos celestes.
Uma das principais missões do Roman será investigar os mistérios da matéria escura e da energia escura, dois dos maiores enigmas da física moderna. Os cientistas acreditam que o telescópio poderá fornecer dados suficientes para validar (ou não) os modelos atuais que descrevem a composição e a evolução do Universo. Além disso, contará com instrumentos avançados capazes de captar imagens directas de exoplanetas e estudar as suas atmosferas com mais detalhe que nunca.
A dimensão do projecto reflete-se também na quantidade de informação que irá recolher. O Roman deverá enviar cerca de 1.4 TB de dados por dia e gerar mais de 20 Petabytes ao longo da sua missão principal de cinco anos. Graças à sua capacidade de observação em grande escala, os investigadores esperam descobrir dezenas de milhares de novos planetas, milhares de supernovas, e milhares de milhões de estrelas, possibilitando a melhoria significativa do mapa conhecido do Universo.

№ 10

NASA lança telescópio espacial Nancy Grace Roman

Temos um novo telescópio espacial - o Nancy Grace Roman - que dá continuidade à missão de melhor compreender o nosso Universo.

A NASA lançou com sucesso o telescópio espacial Nancy Grace Roman, uma missão que promete expandir significativamente o nosso conhecimento sobre o Universo. O observatório partiu a bordo de um foguetão SpaceX Falcon Heavy e seguirá rumo ao ponto de Lagrange L2, a cerca de 1.5 milhões de quilómetros da Terra, onde iniciará as suas operações científicas nos próximos meses.

O Roman conta com um campo de visão até 100 vezes superior ao do Hubble. Equipado com uma câmara de 300 megapixeis e um espelho de 2.4 metros originalmente desenvolvido para um satélite de reconhecimento, o telescópio foi concebido para mapear vastas regiões do cosmos e observar milhares de milhões de galáxias, estrelas e outros objectos celestes.
Uma das principais missões do Roman será investigar os mistérios da matéria escura e da energia escura, dois dos maiores enigmas da física moderna. Os cientistas acreditam que o telescópio poderá fornecer dados suficientes para validar (ou não) os modelos atuais que descrevem a composição e a evolução do Universo. Além disso, contará com instrumentos avançados capazes de captar imagens directas de exoplanetas e estudar as suas atmosferas com mais detalhe que nunca.
A dimensão do projecto reflete-se também na quantidade de informação que irá recolher. O Roman deverá enviar cerca de 1.4 TB de dados por dia e gerar mais de 20 Petabytes ao longo da sua missão principal de cinco anos. Graças à sua capacidade de observação em grande escala, os investigadores esperam descobrir dezenas de milhares de novos planetas, milhares de supernovas, e milhares de milhões de estrelas, possibilitando a melhoria significativa do mapa conhecido do Universo.

№ 11

Fal.ai acelera MiniMax H3 para vídeo AI em tempo-real

A geração de vídeos AI está mais rápida que nunca com a chegada do MiniMax H3 Max no fal.ai.

O MiniMax H3 é o modelo de geração de vídeo que tem causado furor nas últimas semanas, permitindo gerar vídeo AI de alta-qualidade até em hardware relativamente modesto. No lançamento essa geração poderia demorar várias dezenas de minutos para gerar uma dezena de segundos de vídeo AI numa placa doméstica, mas desde então as coisas têm sido aceleradas substancialmente.

Depois dos modelos Turbo que reduziram esse tempo para poucos minutos, chega o MiniMax H3 Max da fal.ai que consegue gerar vídeo mais rápido do que a sua própria duração. Ou seja, criar um vídeo AI de 15 segundos pode ser feito em cerca de 12-13 segundos, ou de forma praticamente instantânea para vídeos de 3-5 segundos!



[vídeo de teste feito "instantaneamente"]

Obviamente que estes tempos referem-se a correr o modelo na cloud na infraestrutura da fal, mas o tempo reduzido permite reduzir os custos, ao ponto da fal.ai estar a disponibilizar 15 vídeos gratuitos de 5 segundos para todos os utilizadores que se registarem.

O resultado disto está a ser transformador, havendo quem já esteja a criar jogos que são vídeos interactivos, em que cada decisão nos leva para um novo segmento de vídeo gerado em função das escolhas dos utilizadores; ou também canais de live streaming contínuos, onde os conteúdos vão sendo gerados em função das escolhas dos espectadores.

Acaba por ser uma antevisão daquilo que se virá a tornar "normal" num futuro não muito distante: em que poderemos ter filmes e séries feitos a pedido, segundo as preferências dos utilizadores. Finalmente, nos filmes de terror, teremos a possibilidade de dizer ao personagem para não abandonar o grupo de amigos para entrar sozinho numa cave escura! :)


Não culpem demasiado o modelo pelo "ai slop", o H3 beneficia de descrições hiperdetalhadas no prompt para se dizer exactamente o que se pretende; e eu, claro, limitei-me a fazer uma descrição básica numa única frase. :)

№ 12

Fal.ai acelera MiniMax H3 para vídeo AI em tempo-real

A geração de vídeos AI está mais rápida que nunca com a chegada do MiniMax H3 Max no fal.ai.

O MiniMax H3 é o modelo de geração de vídeo que tem causado furor nas últimas semanas, permitindo gerar vídeo AI de alta-qualidade até em hardware relativamente modesto. No lançamento essa geração poderia demorar várias dezenas de minutos para gerar uma dezena de segundos de vídeo AI numa placa doméstica, mas desde então as coisas têm sido aceleradas substancialmente.

Depois dos modelos Turbo que reduziram esse tempo para poucos minutos, chega o MiniMax H3 Max da fal.ai que consegue gerar vídeo mais rápido do que a sua própria duração. Ou seja, criar um vídeo AI de 15 segundos pode ser feito em cerca de 12-13 segundos, ou de forma praticamente instantânea para vídeos de 3-5 segundos!



[vídeo de teste feito "instantaneamente"]

Obviamente que estes tempos referem-se a correr o modelo na cloud na infraestrutura da fal, mas o tempo reduzido permite reduzir os custos, ao ponto da fal.ai estar a disponibilizar 15 vídeos gratuitos de 5 segundos para todos os utilizadores que se registarem.

O resultado disto está a ser transformador, havendo quem já esteja a criar jogos que são vídeos interactivos, em que cada decisão nos leva para um novo segmento de vídeo gerado em função das escolhas dos utilizadores; ou também canais de live streaming contínuos, onde os conteúdos vão sendo gerados em função das escolhas dos espectadores.

Acaba por ser uma antevisão daquilo que se virá a tornar "normal" num futuro não muito distante: em que poderemos ter filmes e séries feitos a pedido, segundo as preferências dos utilizadores. Finalmente, nos filmes de terror, teremos a possibilidade de dizer ao personagem para não abandonar o grupo de amigos para entrar sozinho numa cave escura! :)


Não culpem demasiado o modelo pelo "ai slop", o H3 beneficia de descrições hiperdetalhadas no prompt para se dizer exactamente o que se pretende; e eu, claro, limitei-me a fazer uma descrição básica numa única frase. :)

№ 13

OpenClaw 2.0 chega com instalação simplificada

O popular OpenClaw chega à versão 2.0, e promete ser mais fácil de usar para todos.

A equipa do OpenClaw anuncia a maior actualização de sempre do projecto até à data, com a chegada do OpenClaw 2.0. A nova versão resulta de 16 mil pull requests e contou com a participação de 933 contribuidores, trazendo mudanças profundas à instalação, interface, automações, memória, modelos AI, plugins, segurança e muito mais.

O desenvolvimento desta actualização demorou quase dois meses, um período invulgarmente longo para o projecto, que tradicionalmente mantém um ritmo quase contínuo de lançamentos. Segundo os responsáveis, o crescimento da comunidade e do volume de desenvolvimento obrigou a uma reestruturação da base tecnológica e dos processos internos para garantir uma experiência mais estável tanto para novos utilizadores como para quem já utilizava a plataforma e, obviamente, isso foi feito com recurso a agentes AI que agoram mantêm uma visão geral de tudo o que está a ser feito para evitar trabalho redundante.

Two months ago, we started the mission to “build OpenClaw with OpenClaw,” and bit by bit, we moved everyone from using their local coding harness to using https://t.co/mXvAd5PJFA - our shared agent that knows what everyone’s working on and orchestrates it all.

Multiplayer coding… https://t.co/oBL2BMJk2V

— Peter Steinberger 🦞 (@steipete) August 31, 2026
Uma das principais novidades é a simplificação da instalação inicial. O OpenClaw passa a aproveitar recursos já existentes no computador do utilizador, incluindo subscrições de serviços AI, chaves API, e modelos locais, reduzindo significativamente o processo de configuração. A aplicação web também foi totalmente reformulada e passa a funcionar como o principal ponto de entrada para interagir com o assistente, permitindo concluir configurações e acompanhar tarefas directamente através de conversas.

A actualização introduz ainda novas funcionalidades colaborativas que transformam o OpenClaw numa experiência multiutilizador. As chamadas sessões partilhadas na cloud permitem que várias pessoas trabalhem em conjunto com o mesmo assistente, mantendo todo o contexto das tarefas. De acordo com a equipa, esta evolução reforça a visão do OpenClaw como uma plataforma open source capaz de se adaptar às necessidades de cada utilizador, sem depender de uma única empresa, modelo AI, ou fornecedor de serviços.

№ 14

Google Messages está a enviar SMS antigos

Um estranho bug está a fazer com que os utilizadores enviem mensagens aleatórias antigas quando enviam algo no Google Messages.

A Google parece ter transformado o Google Messages num verdadeiro "Chatroulette" em que não se faz ideia do que se poderá revelar ao enviar uma mensagem. Vários utilizadores queixam-se que textos enviados há meses, ou até anos, estão a ser automaticamente inseridos em novas conversas, levantando sérias dúvidas sobre a privacidade da plataforma.

Os relatos surgiram em diferentes modelos de smartphones, incluindo equipamentos Pixel e Samsung. Em alguns casos, as mensagens antigas aparecem anexadas a novas mensagens ou fotografias, enquanto noutros parecem mesmo ser enviadas para destinatários errados. Entre os conteúdos partilhados acidentalmente estão conversas privadas, códigos de verificação, e informações pessoais sensíveis: como um utilizador que viu mensagens sexuais trocadas com uma namorada serem enviadas para a mãe.

Segundo os relatos, o problema ocorre tanto com o RCS activado como desactivado, o que indica que o bug não está relacionado com o tipo de mensagem mas sim com a própria app.

A Google diz estar a analisar o problema e para os utilizadores afectados enviarem relatos do que aconteceu. Até lá, fica a ideia para transformar este bug em funcionalidade numa nova plataforma de mensagens, em que aquilo que se envia não é o que se escreveu, mas sim uma qualquer outra mensagem que já se tenha enviado no passado. Sem dúvida que faria sucesso... ou não.

№ 15

Hub USB 3.2 Sabrent 7-portas com interruptores individuais a €35

Precisam de um hub USB 3.2 com quantidade generosa de portas, mas que também permita desligá-las individualmente sem tirar / meter fichas? Então espreitem este hub.

Os hubs USB tornaram-se uma necessidade da vida moderna, especialmente para acompanharem os portáteis que vêm equipados com poucas portas USB, que rapidamente se esgotam assim que ligamos um teclado e rato externo. Adicionalmente, há casos particulares, de pessoas que precisam de um número superior de portas USB. Este hub da Sabrent tem 7 portas que permitem maior liberdade na quantidade de dispositivos USB que podemos utilizar, mas o que o torna mais especial é o facto de todas as portas contarem com o seu próprio botão para que possam ser ligadas ou desligadas individualmente.
O hub USB 3.2 Sabrent 7-portas com interruptores está disponível por apenas 35 euros na Amazon Espanha, e inclui fonte de alimentação de 36 W.

Pode ser o companheiro ideal para quem tiver que fazer a replicação de pens USB em média escala (se precisar de mais, pode sempre investir num hub de 10 portas ou hub de 16 portas, também com interruptores), ou simplesmente que tenha uma série de equipamentos USB que deseje manter acessíveis (por exemplo: gravador CDs externo, scanner, câmaras digitais, webcam, discos externos, etc.) mas com a possibilidade de os poder desligar sem retirar a ficha - algo que até pode funcionar como medida de protecção, prevenindo que uma infecção de ransomware se possa espalhar a um disco externo de backup, que apenas se ligue para os backups e depois se mantenha desligado.


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№ 16

Trump muda Lake Ontario para Lake America

Depois do Golfo do México, Trump muda unilateralmente o nome do Lago Ontario para Lago America.

Nos EUA há nova jogada que muitos acusam ser mais uma das muitas manobras de distracção concebidas para inundar os orgãos noticiosos e tentar fazer esquecer dos assuntos mais sérios que deveriam ser discutidos. Donald Trump volta a puxar a carta do nacionalismo e mudou o nome do Lago Ontario, entre os EUA e o Canadá, para Lago America. Uma alteração que muitos alertam não poder ser feita "só porque sim", já que resulta de um acordo internacional, mas que a Google se apressou a seguir para não correr o risco de antagonizar o presidente dos EUA.

A solução encontrada pela Google será idêntica à que já aplicou no Golfo do México, em que nos EUA os utilizadores verão o lago com o nome Lake America, no Canadá os utilizadores continuarão a ver o nome Lake Ontario, e no resto do mundo serão apresentadas as duas designações.

How the Geographic Names Information System (GNIS) Lake Ontario/Lake America name change in the US will appear on Google Maps pic.twitter.com/nFw80TwaqH

— News from Google (@NewsFromGoogle) August 30, 2026
Quase que dá vontade que cada país começasse a alterar os nomes de lagos, países, cidades, rios, e tudo o mais, para que a Google começasse a ter que apresentar um centena de nomes alternativos para cada elemento do mapa.

Mas, efectivamente, há muitas mais coisas nos EUA que deveriam merecer mais destaque do que estas brincadeiras de mudanças de nomes: como as reservas petrolíferas estarem em níveis mínimos históricos e os combustíveis a preços elevados, a "já ganha" guerra para abrir o Estreito de Ormuz continuar a não produzir efeitos, o regresso de doenças que já tinham sido considerado erradicadas devido ao abandono das vacinas, ou ainda os múltiplos casos em larga escala de contaminação de alimentos.

№ 17

Xiaomi Pad 9 Pro Max com Xring apanhado no Geekbench

O próximo Xiaomi Pad 9 Pro Max, equipado com chip Xring da Xiaomi, foi apanhado no Geekbench com números competitivos.

A próxima geração de tablets da Xiaomi está prestes a chegar, e o modelo mais avançado da gama já foi apanhado nos benchmarks. O Xiaomi Pad 9 Pro Max foi detectado no Geekbench antes do lançamento oficial, mostrando resultados que colocam o dispositivo entre os tablets Android mais potentes do mercado.

Nos testes Geekbench 6, o Pad 9 Pro Max alcançou 3.471 pontos em single-core e 13.229 pontos em multi-core. Estes números indicam um desempenho bastante interessante, com resultados single-core ligeiramente abaixo do Snapdragon 8 Elite Gen 5, enquanto o desempenho multi-core supera o processador rival em cerca de 15% a 20%.
Isto torna-se mais relevante porque o tablet virá equipado com o novo chip Xring O3, desenvolvido pela própria Xiaomi. O chip conta com um CPU de 10 núcleos, incluindo dois núcleos de alto desempenho a 4.36 GHz, quatro núcleos a 3.69 GHz e mais quatro a 3.15 GHz. A unidade testada incluía ainda 16 GB de RAM e corria Android 17.

Segundo as informações conhecidas até ao momento, a série Xiaomi Pad 9 deverá incluir três modelos. Além do Pad 9 base com ecrã de 11.2", a marca prepara também o Pad 9 Pro com ecrã de 12.5", e o Pad 9 Pro Max com ecrã maior de 13.3".

Claro que os números dos benchmarks revelam apenas um factor da equação, importando saber a eficiência, consumos e aquecimento, para saber se realmente o Xring será um chip à altura dos Snapdragon que têm dominado o sector (a par dos chips Apple nos dispositivos da "maçã").

№ 18

Google pede poupança de RAM nas apps Android

A escassez da RAM está a levar a Google a pedir mais atenção aos developers de apps Android.

A Google anunciou novas recomendações para os programadores Android com o objectivo de reduzir o consumo de memória das apps e melhorar o desempenho dos smartphones, especialmente dos modelos com apenas 4GB de RAM. As mudanças surgem num contexto da falta global de chips de memória e um aumento significativo dos custos dos componentes, levando muitos fabricantes a equipar os seus dispositivos com menos RAM do que se tornou habitual nos últimos anos.

Os developers terão até Fevereiro de 2027 para adaptar as suas apps às novas regras. Caso uma app ultrapasse determinados limites de utilização de memória, o Android poderá reduzir o seu desempenho ou até encerrá-la automaticamente para evitar problemas de estabilidade e lentidão no sistema.

A Google identificou três áreas prioritárias para optimização: a memória dinâmica utilizada pelas aplicações durante o funcionamento, a gestão de imagens, e o tamanho do código DEX. A empresa recomenda uma utilização mais eficiente da memória temporária, uma gestão mais cuidadosa das imagens, e a eliminação de código desnecessário que apenas aumenta o consumo de recursos.

Além disso, a Google pretende que os developers reduzam pelo menos 25% do código das apps através de ferramentas de optimização antes de as publicarem na Play Store. Uma recomendação que a Google deveria seguir para as suas próprias apps.

№ 19

Mega-teste de cartões de memória dura há mais de 3 anos

Um voluntário tem testado cartões de memória até aos seus limites, escrevendo petabytes ao longo dos últimos anos.

Enquanto a maioria das pessoas comprará um cartão de memória e esperará que funcione como anunciado, há quem decida testar as coisas pelas suas próprias mãos. Matt Cole tem estado a fazer uma das maiores análises independentes de cartões microSD disponíveis atualmente. O projecto, conhecido como "The Great MicroSD Card Survey", já avaliou mais de 200 modelos diferentes e envolveu a escrita de cerca de 18 petabytes de dados para medir desempenho e resistência ao desgaste ao longo do tempo.

Para efectuar os testes são utilizados oito computadores e cerca de 70 leitores de cartões a funcionar continuamente, escrevendo mais de 100 TB de dados por dia. Ao longo do processo, 51 cartões foram literalmente levados até à falha total. O objectivo principal é identificar modelos falsificados, cartões com capacidade inferior à anunciada, e produtos que utilizam memória flash de baixa qualidade.
Os resultados mostram diferenças significativas entre marcas e canais de venda. Cartões de marcas conhecidas adquiridos através de lojas de confiança apresentaram uma durabilidade muito superior aos mesmos modelos comprados em marketplaces de baixo custo. Os testes também revelaram que alguns cartões falsificados ou de fabricantes menos conhecidos falham após poucas dezenas de ciclos de escrita, enquanto modelos de marcas reconhecidas conseguem suportar milhares de ciclos.
Entre as melhores opções analisadas destaca-se o Kingston Canvas Go! Plus de 64 GB, elogiado pelo equilíbrio entre desempenho e fiabilidade. Outros modelos da PNY, SanDisk e Delkin Devices também figuram entre os mais recomendados. A base de dados continua a crescer e tornou-se uma referência para quem procura escolher um cartão microSD fiável num mercado onde nem sempre é possível confiar naquilo que é prometido.

Quem quiser pode apoiar o projecto, para permitir a compra de mais cartões e a continuidade destes testes de "tortura".

№ 20

Cloudflare poupa 100TB de RAM no 1.1.1.1

O serviço de DNS 1.1.1.1 da Clouflare foi alvo de optimização que permitiu poupar 100TB de memória RAM em todos os servidores.

O elevado custo da memória RAM está a ter alguns efeitos positivos, como fazer com que as empresas prestem mais atenção à optimização dos serus serviços. No caso da Cloudflare, conseguiu poupar cerca de 100 TB de memória RAM na sua infraestrutura sem alterar qualquer componente físico dos servidores. Isto foi feito atráves da optimização de coisas básicas, que por si só representavam uma poupança de dezenas ou centenas de bytes por registo da cache DNS no serviço 1.1.1.1, mas que se tornam consideráveis quando multiplicadas pelos 250 mil milhões de entradas mantidas em cache.

A empresa redesenhou a estrutura de cada entrada DNS, reduzindo o espaço ocupado de 953 bytes para apenas 420 bytes. Esta mudança não só diminuiu significativamente o consumo de memória como também melhorou o desempenho geral do sistema. Os testes internos indicaram um aumento de 43% na velocidade de inserção de novos registos e uma redução de 19% na latência das consultas.
Grande parte das poupanças foi conseguida com a substituição das estruturas de dados dinâmicas por versões mais compactas, e a eliminação de informações desnecessária armazenadas em cada registo. Os dados também foram reorganizados para poupar memória e melhorar a eficiência das caches dos processadores, permitindo respostas mais rápidas e reduzindo o trabalho necessário para processar cada pedido DNS.

Originalmente a Cloudlflare pretendia equpipar os seus servidores de última geração com 1.5 TB de RAM, mas o elevado custo fez com que a empresa optasse por usar apenas 768 GB como solução mais eficiente. E, como se vê, este caso parece validar a velha suspeita de que, com hardware "à disposição", os programadores podem deixar de se preocupar com as optimizações. Resta esperar que a lição seja recordada quando (se?) voltarmos aos tempos da memória RAM barata.