PlanetGeek

A sanita espacial da missão Artemis II

12-04-2026 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

A missão Artemis II já regressou à Terra com os quatro astronautas a salvo, sendo momento para analisar o que correu mal.

Felizmente, a missão correu sem incidentes de maior, com os problemas da missão Artemis II a terem sido principalmente: uma péssima publicidade para a Microsoft, com os seus dois Outlooks encravados; e problemas com a sua sanita espacial.

Com o nome oficial de Universal Waste Management System, a sanita espacial a bordo da Artemis não era um componente crítico. Sendo uma missão com apenas dez dias de duracção, os astronautas tinham sistemas de backup adequados para lidar com as suas necessidades fisiológicas. Ainda assim, é um componente que terá que funcionar a 100% no caso de missões de duração superior, e que certamente será alvo de melhorias com base no que aconteceu nesta missão.

The space toilet is one of the most essential pieces of equipment on board. The crew has had to troubleshoot a few issues to use the Universal Waste Management System. So what exactly is the issue? Find out in this explainer video. pic.twitter.com/cfvgyGyEUD

— NASA (@NASA) April 10, 2026
As sanitas espaciais não são propriamente uma novidade - são usadas na ISS há décadas. A novidade do sistema usado na Artemis é ser mais compacto, e também ele foi testado durante vários anos na ISS. Ainda assim, isso não impediu que o sistema ficasse "encravado" ao tentar ejectar a urina dos astronautas (a cápsula Orion foi reorientada para que o sistema ficasse exposto ao sol e ajudasse a descongelar o chichi que se suspeitava que tivesse ficado congelado nos tubos).

Agora é esperar que as coisas corram melhor, a nível da ida à sanita, para as futuras missões Artemis e eventual presença permanente na Lua.

Coreia do Sul com dados móveis ilimitados

12-04-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

Na Coreia do Sul, as três maiores operadoras, SK Telecom, KT, e LG Uplus, vão disponibilizar dados móveis ilimitados aos seus clientes - embora a velocidade reduzida.

A Coreia do Sul vai implementar uma mudança significativa no acesso à internet móvel, com as três principais operadoras do país a oferecerem dados ilimitados a baixa velocidade a mais de 7 milhões de clientes. Com esta medida, após esgotarem o seu plafond mensal de dados, os clientes continuarão a ter acesso à internet, a uma velocidade de 400 Kbps, em vez de enfrentarem cortes ou custos adicionais.

Embora 400 Kbps esteja muito abaixo das velocidades típicas do 5G, é suficiente para tarefas essenciais como mensagens, chamadas VoIP e autenticação de dois factores. O objectivo é garantir que os utilizadores nunca ficam totalmente sem acesso à internet, mesmo após atingirem o limite de dados. A decisão faz parte de uma estratégia mais ampla do governo para definir o acesso à internet como um "direito básico das telecomunicações".

Para além desta medida, as operadoras comprometeram-se a melhorar os planos para idosos, reforçar o WiFi nos transportes públicos e lançar opções 5G mais acessíveis. Melhorias para os consumidores sul-coreanos que muitos vêem também como sendo uma forma de atenuar algumas das polémicas de que estas empresas têm sido alvo: a SK Telecom e LG Uplus viram os dados dos seus clientes serem roubados recentemente, a KT passou por um incidente ainda mais gravoso, em que infectou os computadores de 600 mil clientes com malware de forma deliberada.

Asus lança cabo ROG Equalizer 12V-2x6 para gráficas

12-04-2026 | 13:30 | Aberto até de Madrugada

A ASUS lançou um cabo 12V-2x6 - o ROG Equalizer - que deverá reduzir os riscos dos cabos e fichas derretidas que podem arruinar placas gráficas de milhares de euros.

A ASUS apresentou o novo cabo ROG Equalizer para o padrão 12V-2x6, prometendo melhor fornecimento de energia e maior segurança. Mas, ao contrário do que o seu nome pode fazer acreditar, não existe nenhum sistema electrónico complexo que regula a corrente pino a pino. Em vez disso, a solução parece apostar num design físico mais robusto, com maior capacidade eléctrica e maior superfície de contacto nos pinos.

De acordo com a informação disponível, o cabo praticamente duplica a capacidade de corrente de cerca de 9.2A nos cabos tradicionais para 17A. A ASUS destaca os contactos maiores banhados a ouro no lado do GPU, reduzindo a resistência e o aquecimento. Isto é relevante porque muitos dos problemas com conectores 12VHPWR e 12V-2x6 estão ligados a maus contactos e distribuição desigual da carga, e não à espessura do cabo. Em vez de equilibrar a corrente de forma activa, o ROG Equalizer deverá basear-se em melhorias passivas, com materiais de maior qualidade e maior margem térmica. Uma solução que se revela a mais simples e lógica, já que fazer um controlo real para cada pino individual exigiria electrónica complexa, que levaria o seu preço para valores exorbitantes.
O cabo é compatível com fontes ATX 3.1 com ligação nativa 12V-2x6, mas as funcionalidades extra ficam reservadas ao ecossistema da ASUS. Quando utilizado com fontes ROG, permite aceder a ferramentas de monitorização e dados adicionais. Acaba por ser o tipo de melhoria que mostra como é possível corrigir problemas "à moda antiga", neste caso, através de uma simples melhoria nas características físcas das fichas de contacto.

Codex da OpenAI usa GPU excessivo devido a animação de pensar

12-04-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

Foi descoberto um curioso bug que está a provocar uso excessivo do GPU quando o Codex da OpenAI está a pensar - e o motivo é completamente ridículo.

É certo e sabido que o processamento AI pode ser bastante intensivo, mas desta vez o que está a gerar curiosidade é o facto do Codex estar a usar GPU de forma excessiva quando tal não é justificado.

Depois de alguns testes rápidos, a suspeita do uso excessivo parece estar relacionado com a apresentação do pequeno icon rotativo de espera quando o modelo está a "pensar", e não com qualquer tipo de processamento real. Quando o icon está visível temos o processamento excessivo, quando se esconde o icon a carga do GPU volta para os valores normais.
Ora, este tipo de elemento gráfico deveria ser algo com impacto praticamente nulo na carga de processamento do GPU, o que faz levantar novas questões quanto à qualidade do código em si, e da eventualidade de ter sido gerado por AI - o chamado "vibe coding" - nem sempre com o melhor nível de qualidade.

Veremos se é algo que a OpenAI corrige em breve, ou se opta por se fazer despercebida e assumir que este é o novo estado das coisas.

AMD Zen 6 promete grandes melhorias

12-04-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

A próxima geração Zen 6 da AMD poderá representar um salto substancial face aos actuais chips Zen 5.

Com a AMD a "queimar os últimos cartuchos" com o poderoso (e dispendioso) AMD Ryzen 9 9950X3D2 as atenções voltam-se para o que virá a seguir. Um novo leak indica que os próximos processadores AMD Zen 6 poderão trazer ganhos de desempenho significativos em várias áreas. De acordo com as informações que têm circulado, a nova arquitectura deverá oferecer mais núcleos, frequências mais elevadas, mais cache e melhorias relevantes no IPC (Instructions per cycle), podendo tornar-se numa das maiores evoluções de sempre dos chips AMD.

Uma das principais novidades é o aumento do número de núcleos por chiplet. O Zen 6 deverá passar de 8 para 12 núcleos por CCD, permitindo até 24 núcleos nos chips Ryzen de gama média. Além disso, a cache L3 por chiplet deverá crescer de 32MB para 48MB, enquanto as versões com 3D V-Cache poderão atingir até 144MB, o que poderá melhorar bastante o desempenho em jogos e apps. Num eventual sucessor Ryzen 9 9950X3D2 isto significaria que poderíamos ter perto de 300MB de cache, embora isso seja algo que provavelmente só veremos daqui por alguns anos.

O suporte de memória também deverá evoluir, com compatibilidade para DDR5-8000, acima dos típicos DDR5-6000 das gerações actuais. A isto juntam-se frequências na casa dos 6.3-6.4 GHz, superiores às dos chips Zen 5, bem como ganhos de IPC estimados entre 10% e 15%.

Apesar de estas informações não serem oficiais, tudo aponta para um salto significativo de desempenho. Ainda não existe uma data de lançamento confirmada, mas é esperado que esta nova geração Zen 6 possa chegar no início de 2027 - embora não fique posta de parte a opção do lançamento ser antecipado. Resta esperar que, até lá, os preços da RAM e SSDs possam descer para os níveis "pré-AI", caso contrário vai ser complicado (leia-se: dispendioso) montar novos PC com estes novos CPUs.

Citroën C3 foi o automóvel mais vendido em Portugal no mês de Março

12-04-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

A Citroën reconfirmou no passado mês de março a sua trajetória de crescimento, tendo voltado a assegurar a quarta posição entre as marcas mais vendidas em Portugal.

Considerando o mercado total, VP + VCL, de Veículos de Passageiros e Veículos Comerciais Ligeiros, a Citroën acumulou um volume total de 1.921 unidades vendidas garantindo uma quota de mercado de 6,5%. No que diz respeito ao mercado VP, com 1.697 automóveis vendidos, garantiu não só uma quota de mercado de 6,4% como registou, igualmente, um impressionante crescimento de 29,5%, num mercado que cresceu 8,5%. No mercado VCL, com 224 unidades entregues a clientes, conquistou uma quota de mercado de 7,6%. Foi também, entre as doze marcas mais vendidas do mercado, aquela que registou um maior crescimento, com 23,6%.

Citroën C3 foi o automóvel preferido dos portugueses em março

O Citroën C3, disponível com motorizações híbridas, 100% elétricas e puramente a combustão, foi o automóvel mais vendido em Portugal no mês de março com um total de 980 unidades entregues.

Este resultado confirmou o C3 como o automóvel preferido dos portugueses neste mês e reforça a sua posição como o terceiro modelo mais vendido no acumulado do ano no mercado nacional, com 1.736 unidades matriculadas nos primeiros três meses de 2026.

Citroën liderou mercado VCL 100% elétrico

Também no mercado BEV, de automóveis elétricos alimentados a bateria, a Citroën garantiu no passado mês de março uma posição de destaque no mercado automóvel nacional, assumindo-se como a marca líder do mercado VCL 100% elétrico. Foi também a marca do Grupo com o maior número de automóveis 100% elétricos VP+VCL, com 389 unidades.

No que diz respeito ao mercado acumulado no primeiro trimestre do ano, a Citroën repete também o excelente desempenho, assegurando, igualmente, a quarta posição do mercado em todas as suas vertentes. No mercado total, VP+VCL, com 4.315 unidades vendidas e uma quota de mercado de 6,0%, a Citroën é a marca do top 10 nacional que mais cresce, com uma subida de 20,8% das suas vendas, num mercado que evoluiu 7,9%. No mercado VP, a marca acumula nos três primeiros meses vendas de 3.713 unidades, volume que lhe garante uma quota de mercado de 5,8% e um impressionante crescimento de 41,9%. Já no mercado VCL, a Citroën comercializou, até ao momento, 602 veículos comerciais ligeiros, o equivalente a uma quota de 8,2%.


[Pela Estrada Fora]

França vai mudar de Windows para Linux

11-04-2026 | 20:00 | Aberto até de Madrugada

França está a planear abandonar o Microsoft Windows em alguns sistemas governamentais, optando pelo Linux para reduzir a dependência de tecnologia dos EUA.

O estado das relações entre a UE e os EUA fazem com que alguns países se queiram afastar da dependência do software norte-americano. Em França a transição de Windows para Linux deverá começar na agência digital do governo, a DINUM, com o objectivo de reforçar o controlo sobre a infraestrutura digital e os dados.

O Linux, sendo open source e gratuito, oferece grande flexibilidade através de distribuições personalizadas adaptadas a diferentes necessidades. As autoridades francesas vêem isto como uma vantagem importante para criar sistemas mais independentes e seguros, sem depender de fornecedores estrangeiros. Segundo o ministro David Amiel, estamos numa era em que o governo já não pode aceitar ter apenas um controlo limitado sobre os seus próprios dados e infraestrutura. Ainda assim, não foi apresentado um calendário concreto para esta migração, nem foram reveladas as distribuições Linux a utilizar.
No passado já vários países europeus (incluindo Alemanha e Espanha) tentaram escapar ao conjunto Windows + Office apostando no Linux e alternativas open-source, com resultados variados. Alguns desses projectos acabaram por ser revertidos, voltando ao Windows, outros mantêm-se com algum grau de sucesso. À medida que cada vez mais se vai apostando em sistemas "web based", a migração para um sistema operativo diferente acaba por se simplificar, já que o uso do browser acaba por se manter praticamente inalterado.

Ainda assim, para os países que quiserem seriamente levar a cabo esta independência, o passo crucial passa por dizer adeus ao Windows e Office nas escolas. Sabendo-se que a maioria das pessoas se irá manter com os mesmos sistemas que aprendeu a utilizar, será imprescindível fazer com que isso aconteça o mais cedo possível - idealmente, apresentando o Linux, Windows e macOS, de modo a que se fique com a percepção das vantagens e desvantagens de cada um.

Tailslayer contorna atrasos das memórias RAM

11-04-2026 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

Um curioso projecto chamado Tailslayer contorna as limitações das memórias RAM e pode acelerar os acessos mais de 10x.

Numa altura em que tanto se fala da falta de optimização do software moderno - que faz com que computadores extremamente poderosos continuem a parecer "lentos" nas operações do dia a dia, por vezes piores até do que se tinha em computadores pré-históricos do passado - temos um projecto que mergulha de cabeça num ponto crucial: o dos tempos de acesso à memória RAM.

Para quem se interessa por conhecer o funcionamento interno de um computador, a memória RAM é vista como sendo a "memória rápida" que o computador tem. O problema é que, devido às velocidades e capacidades dos CPUs modernos, até a memória RAM já se tornou bastante lenta. Um CPU moderno pode ter que esperar cerca de 200 ciclos enquanto aguarda pela chegada de um valor lido da RAM, ou até significativamente mais, se a apanhar num mau momento. Isto porque as memórias RAM mais comuns nos PCs são memórias dinâmicas, que sofrem de um pequeno problema.
Ao contrário das memórias RAM estáticas (SRAM), que mantêm o estado dos bits - usando mais hardware por bit, e portanto, mais caras e com menor densidade - as memórias dinâmicas (DRAM) usam uma batota para manter o seu estado. Essa batota faz com que as suas células estejam permanentemente a perder a carga (e o estado), fazendo com que sejam necessários ciclos constantes de "refrescamento" para que os dados se mantenham. No passado, quando usadas com CPUs extremamente mais lentos, esses ciclos eram (comparativamente) extremamente rápidos e nem eram perceptíveis. Mas, nos CPUs actuais, esses ciclos tornam-se agora num elemento que aumenta consideravelmente o tempo que o CPU tem que passar à espera - se quiser aceder a uma célula que esteja a ser refrescada.



Para a grande maioria dos utilizadores e programas, este detalhe técnico não tem impacto significativo no dia a dia. Estamos a falar de coisas na ordem das centenas de nanosegundos, e os CPUs modernos têm memória cache que reduz ainda mais este problema. Mas, para casos específicos em que todos os nanosegundos contam, isto é algo que pode merecer atenção extra - e é aí que entra este Tailslayer.
De forma simplificada, o Tailslayer aplica o conceito de distribuir os dados na memória RAM por diferentes posições, e depois pedir a leitura simultânea dos mesmos, aceitando aquele que for mais rápido a chegar. A ideia é a de que, em vez de arriscar que os dados necessários apanhem o chip RAM no pior momento (num ciclo de refrescamento), será extremamente improvável que isso aconteça em simultâneo em dois locais diferentes da RAM.

Os testes comprovam os resultados práticos desta solução, que pode fazer com que as leituras nos piores casos possíveis (que já representam uma fracção reduzida de todas as leituras) passem de mais de 1000 ns para cxerca de 100 ns!

Note-se que isto não vai fazer com que, milagrosamente, todos os programas "lentos" passem subitamente a ficar "rápidos". Isto é algo bastante específico, que visa reduzir a latência do acesso à memória que pode ocorrer em cerca de 0.001% dos acessos. Mas, para aqueles que não se podem dar ao luxo de perder qualquer nanosegundo, isto será certamente a melhor notícia do ano até ao momento.

YouTube diz que anúncios de 90s eram um bug

11-04-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

O YouTube está a desvalorizar os relatos dos anúncios forçados de 90s relatados por utilizadores, dizendo que foi um mero bug.

Ao longo da última semana múltiplas pessoas queixaram-se que o YouTube começou a apresentar publicidade forçada (sem opção de "skip") de 90 segundos. Uma duração que, associada à frequência de apresentação dos mesmos (por vezes a cada 10 minutos), começa a fazer com que o YouTube pareça uma réplica dos canais de TV tradicionais.

Os relatos rapidamente se multiplicaram, com vários utilizadores a partilharem capturas de ecrã semelhantes que indicavam que só se podia avançar após "90+ segundos". Mas o YouTube começou por dizer que isso não era possível, pois não tinham anúncios de 90 segundos nem estavam a fazer testes disso (por agora), e só mais tarde avançou nova explicação, dizendo que era um "bug" que apresentava um contador de tempo errado em anúncios com duração inferior.


We’ve determined this was a result of a bug, which resulted in higher, inaccurate timers being shown for shorter ads. We’re rolling out a fix now. As we’ve said, we don’t have a 90 second non-skippable ad format and this was not a test.

— TeamYouTube (@TeamYouTube) April 10, 2026


O problema é que a explicação não coincide com os relatos dos utilizadores, que dizem que efectivamente os anúncios os obrigaram a esperar 90 segundos, com a publicidade a durar o tempo indicado.

Veremos se o YouTube virá a público com nova explicação que esclareça esta discrepância, mas o que fica demonstrado é que a tentativa de testar os limites da paciência dos utilizadores gratuitos parece começar a aproximar-se perigosamente do ponto de decisão em que, ou estes sucumbem à vontade do YouTube e passam a pagar por um plano pago (plano esse que vai aumentar de preço, uma vez mais, nos próximos meses), ou começam a investigar o uso de browsers e adblockers que ainda permitam ir ver o YouTube da forma como se deseja.

Tesla FSD aprovado finalmente à Europa

11-04-2026 | 13:00 | Aberto até de Madrugada

O FSD da Tesla obteve finalmente a primeira aprovação oficial na Europa, na Holanda.

Após anos, e anos, e ainda mais anos, de espera (e poucos dias após ter desactivado os FSD não-oficiais) a Tesla cumpre finalmente com a promessa de disponibilizar o sistema FSD aos clientes europeus. A Tesla recebeu aprovação para lançar o sistema "FSD Supervised" na Holanda, tornando-se o primeiro mercado europeu a autorizar esta tecnologia de assistência à condução. A decisão foi tomada pela entidade reguladora RDW ao abrigo das normas UN R-171, após mais de 18 meses de testes nas estradas europeias.

Apesar do nome "FSD" (Full Self Driving), o sistema não é autónomo. As autoridades são claras ao classificá-lo como um sistema de nível 2 de assistência à condução, o que significa que o condutor deve manter-se constantemente atento e pronto para intervir. A responsabilidade legal de qualquer acidente continua totalmente do lado do condutor - embora vários processos nos EUA já tenham atribuído parte da responsabilidade dos mesmos à marca, por continuamente se focarem no aspecto "autónomo" e de que é "muito mais seguro que um condutor humano".

NEWS: Tesla will require all @Tesla owners in the Netherlands who activate FSD (Supervised) for the first time to complete a short quiz (video below), ensuring they understand how it works.

Here's a new video from Tesla on how FSD (Supervised) will work in the Netherlands: pic.twitter.com/LkLCd3ABqa

— Sawyer Merritt (@SawyerMerritt) April 11, 2026
Na Europa, a activação inicial do FSD vai obrigar os condutores a ver alguns vídeos informativos e a responder a um curto inquérito para assegurar que têm conhecimento de como funciona e que permanecem responsáveis pela supervisão do sistema. Também de notar que, devido às restrições e exigências de segurança Europeias, o FSD europeu é diferente do FSD nos EUA, e poderá não ter todas as suas capacidades.

A aprovação é, para já, válida apenas na Holanda. A aprovação vai ser apresentada à CE, que poderá votar a aprovação global na UE de forma mais célere. Caso contrário, será necessário que cada país da União Europeia decida individualmente se permite o FSD. A Tesla diz que espera conseguir a aprovação em toda a UE até ao Verão.

Actualmente, a Tesla vende a opção FSD para o Model 3 e Model Y por 7.500 euros - algo que poderá mudar em breve, à semelhança do que já fez nos EUA, em que deixou de vender a opção do FSD, só a disponibilizando mediante subscrição.


Como fazer um Space Mouse 3D com teclado macro

11-04-2026 | 12:12 | A Minha Alegre Casinha

Perfeito para quem trabalha com software de modelação 3D, este Space Mouse 3D facilita a manipulação de elementos no espaço tridimensional.

Se regularmente vamos trazendo projectos de teclados macro e de controladores extra, desta vez temos um curioso projecto que adiciona algumas novas dimensões a tudo isso.

Este Open Source Space Mouse and Macro Keyboard usa um Raspberry Pi Pico como base, mas o seu elemento de destaque é o facto de combinar um joystick tridimensional que possibilita a manipulação directa em 6 eixos, ideal para programas como o Fusion 360 e FreeCAD, além de 20 teclas macro programáveis, e ainda mais alguns botões rotativos adicionais. Ou seja, não há falta de opções quanto ao que se pode fazer.



O custo é ridiculamente reduzido (o criador do projecto diz que fica por menos de €10), tirando partido da impressão 3D para fazer praticamente todos os elementos (até as teclas em si são impressas em 3D).

Como sempre, nada vos impede de alterar o projecto de modo a que se ajuste às vossas necessidades, incluindo modificar as funções das teclas macro, e de o usar com outro tipo de software, como edição de vídeo / áudio, etc.

Missão Artemis II regressa à Terra com sucesso

11-04-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

A missão Artemis II terminou com o regresso em segurança dos quatro astronautas à Terra.

Os quatro astronautas da missão Artemis II regressaram com sucesso à Terra após uma missão histórica à volta da Lua, marcando o primeiro voo tripulado até ao nosso satélite em mais de 50 anos. A cápsula Orion da NASA reentrou na atmosfera, enfrentou temperaturas na ordem dos 2.700°C, e pousou no Oceano Pacífico.
A missão durou nove dias e levou a tripulação a uma distância recorde de mais de 400 mil quilómetros da Terra. Apesar de não incluir uma aterragem na Lua, serviu para testar o Space Launch System e a cápsula Orion em condições reais com astronautas a bordo. A Artemis II representa um passo importante nos planos da NASA para regressar à Lua, mas as próximas etapas serão muito mais complexas, envolvendo múltiplas naves, pouso na lua, e a criação de infraestruturas no espaço.

Artemis II astronauts have traveled 252,756 miles from Earth, flown around the Moon, and observed the lunar surface like never before. Now, they’re coming home. 🌎

Watch the crew splash down on Friday, April 10, around 8:07pm ET (0007 UTC April 11). https://t.co/Ccsk5Z3HFS pic.twitter.com/QoJW2oYVFG

— NASA (@NASA) April 10, 2026
Os próximos passos passam pelas missões Artemis III e IV, que sofreram alterações recentes. Em vez de avançar directamente para a aterragem, como estava inicialmente previsto, a Artemis III deverá focar-se em testes de acoplagem em órbita terrestre, enquanto a primeira missão com humanos na superfície lunar fica agora apontada para a Artemis IV, prevista para cerca de 2028.
Vários elementos críticos ainda precisam de ser concluídos. O foguetão Space Launch System tem mostrado bom desempenho, mas a cápsula Orion ainda enfrenta algumas questões técnicas. Ao mesmo tempo, os módulos de aterragem lunar da SpaceX e da Blue Origin continuam em desenvolvimento e são actualmente o maior ponto de incerteza. Há também questões quanto aos novos fatos espaciais, a cargo da Axiom. Pelo que, há ainda muitas incógnitas para completar todos os elementos indispensáveis para o desejado momento em que voltaremos a ter humanos na Lua.

Até lá, ficamos com uma excelente galeria de fotos e vídeos que irá satisfazer os fãs da exploração espacial - por agora.

Polestar reforça a circularidade das baterias nos Polestar 2 e Polestar 3

11-04-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

A Polestar continua a alargar a sua abordagem à circularidade das baterias, anunciando que as baterias dos modelos Polestar 2 e Polestar 3 incluem pelo menos 50% de cobalto reciclado.

A Polestar estabeleceu uma parceria com os centros de baterias da Volvo Cars para a renovação das baterias de alta voltagem. Nestes centros, os modelos Polestar 2 e Polestar 3 que necessitem de substituição de bateria recebem uma bateria renovada, criando um fluxo verdadeiramente circular. Os clientes recebem baterias de substituição renovadas com um estado de equivalente, melhorando a retenção de valor da bateria e reduzindo o impacto ambiental global.

Este marco reflete uma estratégia mais ampla para reduzir a dependência de materiais virgens, aumentar a visibilidade em toda a cadeia de valor e manter os recursos em utilização durante mais tempo.
A Polestar está também a criar parcerias de reciclagem em todos os mercados onde opera, para cumprir os requisitos de responsabilidade do produtor, prolongar o ciclo de vida das baterias e maximizar a recuperação de materiais.

A Polestar pretende desenvolver automóveis elétricos premium, de performance, que privilegiem escolhas de materiais circulares com menor impacto em todos os seus modelos. Entre vários exemplos estão, alumínio e aço reciclados, alcatifas de base e revestimentos produzidos com poliamida ECONYL, e fios têxteis fabricados a partir de resíduos PET. Combinado com um forte foco na redução da complexidade de materiais, design modular, soluções mono-material e práticas circulares, este esforço permite que os clientes escolham um automóvel desenvolvido de forma mais responsável — um automóvel que reduz o seu impacto nas pessoas e no planeta, sem comprometer a performance ou a segurança.


[Pela Estrada Fora]

Adamastor Furia inicia testes em estrada

11-04-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

No seguimento da fase de desenvolvimento em pista, o Adamastor Furia prepara-se agora para enfrentar as estradas do quotidiano.

Depois de uma exigente e bem-sucedida fase de testes e desenvolvimento realizada em ambiente de pista, o Adamastor Furia troca agora o traçado do Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, pelas estradas públicas do nosso país. Isto marca o início de mais uma etapa da sua evolução, na qual irá enfrentar desafios muito diferentes, mas não menos importantes.

O Development Prototype #1 do Furia, ao qual foi atribuída a matrícula de testes "400001" pelo IMT (Instituto da Mobilidade e dos Transportes), já pode circular nas estradas nacionais, tendo recentemente feito a sua estreia na via pública em ambiente urbano no Porto.
O Furia será agora colocado à prova nos diversos cenários que poderá vir a enfrentar ao longo da sua vida, seja entre rotundas e semáforos de uma grande cidade, onde o muito tráfego coloca normalmente desafios em termos de refrigeração, ou numa qualquer estrada de montanha onde os seus futuros condutores o queiram explorar.

Com esta nova fase de testes, a Adamastor quer garantir que o elevado desempenho do Furia em ambiente de circuito se prolonga às estradas do quotidiano, para as quais também foi pensado. Ao invés de ser transportado em atrelado para o circuito de eleição do seu condutor, o Furia poderá ser conduzido até lá, estando perfeitamente adaptado a todas as condições de trânsito e tipos de percurso.

Desta forma, o Furia não só estabelecerá novas referências em termos de desempenho em circuito, mas também fora dele, diferenciando-se, também aqui, de outras propostas bastante limitativas em termos de utilização, reduzindo a dependência de meios de transporte alternativo e permitindo que o seu condutor possa usufruir de um produto de excelência sempre que assim entender, tanto seja num circuito fechado como na condução do dia a dia.
A Adamastor continua a avançar a grande ritmo com o desenvolvimento do Furia, aproximando-se do momento no qual a placa de matrícula "400001" do protótipo dará lugar a matrículas definitivas das primeiras unidades de produção do Furia, o primeiro supercarro da história automóvel de Portugal.


[Pela Estrada Fora]

FBI recuperou mensagens apagadas do Signal - via notificações

10-04-2026 | 20:00 | Aberto até de Madrugada

O FBI terá conseguido obter mensagens do Signal do iPhone de um suspeito, aproveitando-se das notificações.

O Signal é um dos serviços de mensagens que mais se foca na segurança e privacidade, mas que mesmo assim não evita que as mensagens possam ser recolhidas e lidas.

Neste caso, o FBI conseguiu recuperar mensagens do Signal de um iPhone, que até já teriam sido eliminadas na app. E o problema não se deve a nenhuma falha de segurança directa no serviço, mas sim à forma como o iOS funciona. Em vez de tentar decifrar as mensagens do Signal, o FBI limitou-se a espreitar a base de dados do iOS que guarda dados das notificações, e dessa forma conseguiu obter informação legível sobre as mensagens.

🚨 BREAKING: The FBI has successfully extracted deleted Signal messages from a suspect's iPhone via notification storage, the place where all your notifications are stored for up to one month.

Notification storage stores data from all messaging apps, it's a big flaw in iOS. But… pic.twitter.com/dOeOljJDX0

— International Cyber Digest (@IntCyberDigest) April 9, 2026
Para evitar este tipo de situação, os utilizadores devem desactivar as notificações do Signal no iOS, ou alterar as definições para que as mesmas não apresentem os "previews" no lock screen. Na app do Signal devem também seleccionar a opção para que as notificações não indiquem o nome do contacto ou conteúdo da mensagem.

Curiosamente, isto não é propriamente uma novidade. Há quase dez anos atrás já tinham surgido preocupações de que as notificações podiam persistir na base de dados do sistema mesmo depois de terem sido "apagada" pelo utilizador ou pela própria app, tendo na altura sido recomendado que a forma mais segura de lidar com isto seria desactivar as notificações por completo.

Some nerds were already aware of this in 2018… https://t.co/Gv5vFzYF78 pic.twitter.com/6PBm4ZPCz8

— International Cyber Digest (@IntCyberDigest) April 10, 2026
Este caso reacende a discussão sobre as muitas coisas que os sistemas operativos guardam sobre os utilizadores e apps instaladas, e que mesmo com objectivos legítimos, podem ser usadas para fins menos legítimos a nível de determinar padrões de uso dos utilizadores, incluindo apps que podem ter instalado, usado, e eliminado - pensando que não deixaram qualquer registo disso.

Chrome 146 ganha protecção contra roubo de cookies

10-04-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

O Chrome passa finalmente a proteger os cookies contra o roubo por malware ou hackers.

A Google está a lançar uma nova funcionalidade de segurança no Chrome 146 para combater um dos métodos mais comuns de ataque: o roubo de cookies de sessão. Chamada Device Bound Session Credentials (DBSC), esta tecnologia associa as sessões ao hardware do utilizador, fazendo com que os cookies roubados deixem de funcionar noutras máquinas.

O conceito é simples mas eficaz. Em vez de depender apenas de cookies guardados no browser, o DBSC utiliza chaves criptográficas geradas pelos chips de segurança como o TPM no Windows ou o Secure Enclave no macOS. Estas chaves nunca saem do dispositivo, impedindo a sua replicação noutros sistemas.
O sistema protege os utilizadores contra os ataques do tipo "infostealer" que se focam no roubo de cookies de sessão que permitiriam aos atacantes ganhar acesso directo a serviços, ultrapassando a necessidade de passwords e até códigos 2FA. Com o DBSC, mesmo que os dados sejam roubados, não podem ser reutilizados pelo o atacante por não ter acesso à chave privada do dispositivo original.

A funcionalidade já está disponível no Chrome 146 para Windows e deverá chegar ao macOS em breve. Obviamente, ter em conta que isto não protege os utilizadores contra malware que espie e roube directamente os dados de login, como a password, ou os redireccione para sites maliciosos.

Promoção da Páscoa com Office desde €24 na CdkeySales

10-04-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

A Microsoft tem-se mostrado incomodada com a alcunha depreciativa "Microslop", um termo popularizado por críticos que acusam a empresa de lançar actualizações de software pouco fiáveis e com funcionalidades impostas de forma agressiva. Em memorandos internos recentes e declarações públicas, os executivos reconheceram que a persistência desta alcunha é um sintoma da frustração dos utilizadores com o Windows, especialmente no que diz respeito à telemetria forçada, à publicidade no Start menu do Windows 11 e à integração constante (e indesejada) de ferramentas AI em todo o lado, incluindo o MS Office. Em vez de ignorar as críticas, a Microsoft parece estar a levá-las a sério, compromentendo-se a melhorar o Windows 11 com foco na estabilidade, no desempenho e no direito de escolha dos utilizadores em vez das imposições corporativas.

Numa mudança significativa, a empresa terá reduzido os planos de tornar o Copilot uma presença inevitável em todo o ecossistema Windows. As próximas actualizações do Windows 11 deverão trazer melhorias essenciais, como funcionamento mais rápido dos programas essenciais (como o File Explorer), possibilidade de suspender as actualizações, e também maior controlo sobre as funcionalidades AI. Resta saber se isto representa uma verdadeira mudança de rumo em relação ao "slop" ou apenas forma de tentar silenciar as críticas. O tempo dirá se o "Microslop" foi mesmo um período temporário, ou se já se enraizou tanto que não há forma de o evitar.

Código de desconto 35%: AB35

Windows

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Office

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Microsoft Office 365 One Year Account for One Device €16,47 (35% off code AB35)

Combos Windows+Office

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O processo de compra é bastante simples, bastando ir adicionando os produtos pretendidos ao carrinho de compras, e inserir o código de desconto no campo respectivo antes de prosseguir para o checkout.
Como activar o código de desconto AB35
Depois de adicionado ao carrinho (botão Comprar Agora), antes de confirmar a encomenda, deverá inserir o código AB35 na caixa "Código de promoção" e clicar em "Aplicar".

É possível fazer o pagamento via PayPal - o que é sempre recomendado como medida de protecção adicional em todas as compras online - e temos à disposição o serviço de suporte via live chat no site ou através do email [email protected].


Como activar a licença do Windows 10 / 11
Para activar a licença do Windows 10 ou Windows 11, basta aceder às configurações do Windows e, na secção "Ativação" clicar no botão "Alterar chave do produto". Surgirá uma janela onde se pode inserir o código de activação do Windows que acabou de adquirir.
Ao concluir, será apresentada uma mensagem informando que a licença está activa e validada.
É possível fazer o pagamento via PayPal - o que é sempre recomendado como medida de protecção adicional.

Não se esqueçam que no caso dos Windows e Office, o download continuará a ser feito do site da Microsoft, com a compra a disponibilizar apenas as chaves para activar os produtos:

[Artigo patrocinado por Mediamz]


ChatGPT com plano de $100 por mês

10-04-2026 | 14:30 | Aberto até de Madrugada

O ChatGPT passa a ter um plano Pro adicional, de 100 dólares por mês, posicionado entre o plano Plus de $20 e o Pro de $200.

A OpenAI lançou um novo plano de 100 dólares por mês para o ChatGPT (103 euros em Portugal), pensado para utilizadores que precisam de mais capacidade que o plano Plus, mas sem chegar ao nível do plano Pro de 200 dólares. Esta nova opção posiciona-se como uma solução intermédia para developers e utilizadores intensivos do Codex.

O principal destaque está nos limites de utilização. O plano de 100 dólares oferece cerca de cinco vezes mais capacidade de Codex face ao Plus de 20 dólares, tornando-o mais adequado para sessões de programação intensiva e tarefas exigentes. Ainda assim, não permite uma utilização "ilimitada".

We’re updating our ChatGPT Pro and Plus subscriptions to better support the growing use of Codex.

We’re introducing a new $100/month Pro tier. This new tier offers 5x more Codex usage than Plus and is best for longer, high-effort Codex sessions.

In ChatGPT, this new Pro tier…

— OpenAI (@OpenAI) April 9, 2026
Para incentivar a adesão, a empresa está a disponibilizar limites mais elevados temporariamente até ao final de Maio, que permitirão fazer um maior uso deste plano - mas que também é visto por alguns como uma forma de "habitual mal" os clientes, de modo a que depois sintam a necessidade de passar para o plano Pro de $200.

Há também o receio de que este novo plano vá afectar negativamente o plano Plus de $20, fazendo com que a OpenAI comece a reduzir os limites do mesmo, de modo a que esses clientes sejam "obrigados" a considerar a mudança para o plano de $100. Tudo isto chega numa altura em que a Anthropic gerou polémica com os limites de uso do Claude, com diversos bugs e peculiaridades que fizeram com que muitos utilizadores atingissem os limites de uso sem lhe darem uso intensivo. Veremos se, pelo menos, a OpenAI escapa a acusações idênticas após o fim da promoção temporária deste novo plano.

Chrome ganha tabs verticais e reading mode mais funcional

10-04-2026 | 13:00 | Aberto até de Madrugada

Após muita espera, o Chrome ganha finalmente as tabs verticais, e também um reading mode que funciona como os utilizadores esperariam.

A Google está finalmente a lançar as tabs verticais e um modo de leitura melhorado para o Chrome no desktop, duas funcionalidades há muito pedidas pelos utilizadores - e que já existem há muito noutros browsers (incluindo o Brave).

As tabs verticais permitem organizar os separadores numa coluna lateral em vez da barra superior, facilitando a gestão de muitas páginas abertas. Isto não só permite fazer um melhor aproveitamento do espaço nos monitores "panorâmicos", como também permite que a barra seja minimizada para poupar ainda mais espaço, deixando apenas uma pequena coluna com icons.
O modo de leitura também foi reformulado. Até agora, embora já se tivesse o Reading Mode no Chrome, este surgia num painel lateral ao lado da página original. Agora, e ao estilo do que é comum noutros browsers, o "immersive reading mode" passa a ocupar todo o ecrã em substituição do conteúdo no formato original.

Ambas as funcionalidades estão em processo de distribuição, devendo chegar a todos os utilizadores nas próximas semanas.

HWMonitor e CPU-Z com malware no site oficial

10-04-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

Atacantes conseguiram alterar o site oficial da CPUID e direccionar os visitantes para versões com malware do HWMonitor e CPU-Z.

Foi detectada uma campanha de ataque que alterou os links no site oficial da CPUID, afectando ferramentas populares como o HWMonitor e o CPU-Z. Os relatos indicavam que, ao tentar descarregar a versão mais recente, alguns utilizadores recebiam ficheiros suspeitos com nomes diferentes, acompanhados de alertas de segurança e comportamentos anormais durante a instalação.

Há também relatos de que o ataque afectava o HWinfo, mas isso parece dever-se ao facto de uma das ferramentas alteradas com malware parecer ter usado esse nome em vez de "HWMonitor" (o que também pode fazer suspeitar que estarão a pensar fazer um ataque idêntico contra o HWinfo).

Entretanto, a CPUID confirmou o incidente, explicando que uma funcionalidade secundária do site foi comprometida durante algumas horas entre 9 e 10 de Abril, permitindo a apresentação dos links para as versões maliciosas. No entanto saliente que os ficheiros originais, assinados com o seu certificado, não foram alterados e permanecem seguros.

Here is the small statement I sent to everyone... 😓

Hi,

Investigations are still ongoing, but it appears that a secondary feature (basically a side API) was compromised for approximately six hours between April 9 and April 10, causing the main website to randomly display… https://t.co/ZfHRoWwkOM

— Doc TB (@d0cTB) April 10, 2026

A falha já foi corrigida, mas fica a recomendação: sempre que algo parecer estranho, quer seja a nível da origem "incomum" dos ficheiros, ou de algo estranho durante a instalação - como nomes trocados - parar imediatamente o que se está a fazer. Embora, no caso de malware, a partir do momento que se faz duplo clique num executável, se deva assumir que se ficou com o sistema comprometido - devendo proceder-se à recuperação para uma versão segura, quer através da reinstalação do sistema ou fazendo a reposição de um backup.