PlanetGeek
№ 01

Estabilizador gimbal DJI Osmo Mobile 7 a €66

Os smartphones têm feitos avanços incríveis em termos de qualidade das câmaras, mas por vezes nada substitui uma ajuda externa como a que é providenciada por um sistema de estabilização de 3-eixos.

Os estabilizadores "gimbal" de 3-eixos eram o tipo de produto que, durante muito (muito) tempo, estavam apenas disponíveis para profissionais e com preços exorbitantes. Felizmente, nos últimos anos têm descido consideravelmente de preço, ao ponto de agora poderemos ter um estabilizador de 3-eixos para smartphone a um preço bastante acessível.


Este estabilizador gimbal DJI Osmo Mobile 7 de 3-eixos para smartphone está disponível por 66 euros na Amazon Espanha.

Para quem ainda não tiver visto estes estabilizadores em funcionamento, o efeito parece quase magia, pois permitem manter o smartphone estabilizado por mais que se "abane" a mão. As diferenças na gravação de vídeo são dramáticas, e não é preciso muito tempo para se dominarem os diferentes modos de funcionamento (full-lock, semi-lock, follow mode) para captarem as imagens pretendidas em função das necessidades.

O estabilizador conta com um mini-tripé, para que possa ser pousado em qualquer superfície, e tem também a vantagem de poder ser dobrado sobre si mesmo para ficar com um tamanho compacto que facilita o transporte. É até possível utilizá-lo para automatizar a captura de imagens panorâmicas, em time-lapse, seguimento de pessoas, etc. Depois de verem as diferenças nas filmagens, nunca mais vão querer gravar vídeos sem ele.


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№ 02

Gemma 4 12B lida com imagens e áudio sem encoders

O modelo AI Gemma 4 12B da Google tem a particularidade de poder lidar com texto, áudio, e imagens, mas dispensando o uso de encoders para as capacidades multimodais.

A Google DeepMind lançou o Gemma 4 12B, um novo modelo de inteligência artificial que preenche o espaço entre os modelos de 4B e 26B, mas a grande novidade está na sua arquitectura "encoder-free". Ao contrário da maioria dos modelos multimodais actuais, o Gemma 4 12B elimina os encoders dedicados para imagem e áudio, permitindo que o próprio LLM trate directamente esses dados.

Tradicionalmente, modelos multimodais utilizam encoders separados para converter imagens e áudio em tokens compreensíveis pelo LLM. Embora eficazes, estes componentes adicionam centenas de milhões de parâmetros e aumentam a latência. No Gemma 4 12B, a Google substituiu esses encoders por módulos muito mais simples: imagens e áudio são convertidos directamente para o formato esperado pelo modelo, deixando a interpretação contextual a cargo do próprio LLM.
No caso das imagens, um encoder visual que podia chegar aos 550 milhões de parâmetros foi substituído por um módulo de apenas 35 milhões. Já o áudio é tratado de forma ainda mais simples: o sinal sonoro é dividido em segmentos de 40 milissegundos e projectado directamente para o espaço de embeddings do modelo. Esta abordagem reduz significativamente a complexidade e permite que o processamento comece mais cedo, acelerando o tempo para as respostas.

O resultado é um modelo multimodal mais eficiente, capaz de lidar com texto, imagens e áudio sem recorrer aos tradicionais encoders baseados em Transformers. Com 12 mil milhões de parâmetros e requisitos de memória entre 12 e 16 GB de VRAM, o Gemma 4 12B torna-se numa opção atractiva para programadores e investigadores que procuram capacidades multimodais avançadas e que possam correr localmente em placas gráficas de consumo.

№ 03

Commodore Call Back 8020 é um flip-phone que apela à nostalgia

A Commodore anunciou um produto inesperado: o Call Back 8020, um flip-phone que promete focar-se nas funcionalidades básicas, dispensando browsers e redes sociais.

A Commodore revelou o Call Back 8020, um telemóvel em formato flip que aposta numa filosofia pouco comum nos dias de hoje: reduzir distrações digitais. O equipamento bloqueia browsers e redes sociais ao nível do sistema operativo, impedindo a instalação destas aplicações. Segundo a empresa, o objetivo é criar um dispositivo "onde o cliente não é o produto".

Apesar das restrições, o telemóvel mantém acesso a funcionalidades online funcionais, como mapas, códigos QR, a par de serviços de mensagens como o WhatsApp, Signal, e música, como o Spotify. Baseado no sistema operativo Sailfish OS, desenvolvido pela Jolla, o dispositivo promete compatibilidade com mais de 99% das aplicações Android através de uma camada de compatibilidade integrada.
O design aposta fortemente na nostalgia. O ecrã exterior foi inspirado nas calculadoras Commodore dos anos 70, há capas intercambiáveis e até espaço para prender acessórios decorativos. O telefone inclui ainda rádio FM, ficha de 3.5 mm para auscultadores, um DAC dedicado, e um leitor de música compatível com o famoso chip SID do Commodore 64, além de incluir auriculares - como em tempos era normal nos smartphones.
Fica disponível em cores variadas, do beige clássico ao dourado, não faltando uma versão em plástico azul transparente.

O maior problema será o preço. Com preços entre 500 e 640 dólares dependendo da versão, o Call Back 8020 leva ao limite aquilo que os fãs estão dispostos a pagar pela nostalgia, já que qualquer interessado num "dumb phone" poderá encontrar alternativas por preços substancialmente mais baixos.

№ 04

Módulo de tomadas Tessan com 3 USB + 3 tomadas a €22

Uma excelente opção para quem tem que lidar com um número crescente de dispositivos USB para recarregar, é usar um módulo de tomada com portas USB integradas, como é o caso deste módulo cubo de tomada Tessan com 3x tomadas mais 3x USB (incluindo USB-C).

Hoje em dia temos uma grande variedade de carregadores USB, mas estes módulos de tomada com portas USB integradas acabam por ser uma solução bastante atractiva, já que permitem manter a utilidade da tomada original, mas adicionando portas USB adicionais para carregarem outros equipamentos sem necessidade de carregadores individuais.
Este módulo de tomada Tessan com 3x tomadas mais 3x USB (1x USB-C) está disponível por 22 euros na Amazon Espanha.

As portas USB-A podem fornecer até 5 V a 2.4 A (12 W) cada uma, a USB-C pode fornecer 3 A (15 W). Quanto à tomada em si, poderá suportar cargas até um máximo de 2500 W; e temos ainda a vantagem de um prático interruptor facilmente acessível para cortar completamente a energia e evitar os consumos "fantasma" em standby.

É uma opção bastante interessante, especialmente para locais como casas de banho ou cozinhas, onde será conveniente manter o acesso à tomada eléctrica, mas ainda assim arranjar forma de recarregar aparelhos via USB - não só os habituais smartphones e tablets, mas também coisas como colunas Bluetooth, relógios, iluminação recarregável, escovas de dentes e máquinas de barbear, etc.


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№ 05

iPhone 18 ganha 12GB de RAM mas pode só chegar em 2027

É esperado que a geração iPhone 18 passe a usar 12GB de base por causa das funcionalidades AI, mas o iPhone 18 base poderá só chegar em 2027 a par do iPhone 18e.

A Apple poderá equipar toda a gama iPhone 18 com 12 GB de RAM, incluindo o modelo base, um requisito para as funcionalidades mais avançadas de inteligência artificial a correr localmente. Este aumento de memória permitirá executar o modelo de AI mais avançado da Apple, responsável pelas novas funcionalidades da Siri AI, vozes mais naturais, assim como melhorias na função de transcrição de voz para texto.

Actualmente, estas capacidades estão limitadas aos modelos mais avançados como os iPhone 17 Pro devido à exigência dos 12GB de RAM. No entanto, os rumores indicam que o iPhone 18 passará dos actuais 8 GB para 12 GB de RAM, e que isso será feito sem qualquer aumento de preço. A Apple deverá absorver os custos adicionais para manter os iPhone 18 no mesmo patamar de preço. No entanto, há possíveis alterações a nível da datas de lançamento. Ao contrário do habitual, o iPhone 18 base poderá não ser apresentado no Outono de 2026. Esse lançamento ficará reservado para os modelos Pro, a par do aguardado primeiro iPhone dobrável. O lançamento do iPhone 18 base deverá acontecer apenas no início de 2027, acompanhado pelo iPhone 18e e pelo sucessor do iPhone Air.

Se confirmada, esta será a maior alteração ao calendário de lançamentos do iPhone em mais de uma década. Os modelos premium, incluindo o alegado iPhone dobrável, continuariam a chegar ao mercado no Outono, enquanto os modelos mais acessíveis seriam lançados na Primavera seguinte. A estratégia permitiria à Apple gerir melhor a produção e manter o interesse dos consumidores ao longo de todo o ano. Por outro lado, caso isto se concretiza, significa que poderá haver necessidade de ajustes a nível das campanhas das operadoras, nos casos em que oferecem os iPhone base em tarifários com compromisso de permanência, e que poderiam estar sincronizados com os lançamento anuais.

Por outro lado, esta poderá ser uma excelente geração para os clientes europeus dispensarem; já que ainda não é certo quando é que a Apple disponibilizará a nova Siri AI na UE, acompanhado da inevitabilidade do primeiro ano da Siri AI ser um ano de "beta testing" feito pelo clientes. A isto junta-se o facto de, para 2027, ser esperado um iPhone totalmente renovado para celebrar o 20º aniversário ao estilo do iPhone X que marcou o 10º aniversário.

№ 06

DSX permite DualSense com áudio e feedback táctil via Bluetooth no PC

A mais recente versão beta do DSX permite utilizar os comandos DualSense no PC com áudio e feedback táctil via Bluetooth.

O DSX, também conhecido como DualSenseX, recebeu a actualização v3.2 Beta 01 e trouxe uma funcionalidade há muito aguardada pelos utilizadores de PC: suporte para áudio e feedback háptico do DualSense através de Bluetooth. Isto significa que os comandos da Sony podem agora tirar partido de funcionalidades avançadas sem necessidade de ligação por cabo USB.

A actualização funciona através da criação de um DualSense virtual reconhecido pelos jogos compatíveis. O DSX encaminha depois dados como vibração, gatilhos adaptativos e iluminação para o comando físico. Com esta versão beta, o sistema passa também a suportar áudio e feedback háptico em ligações Bluetooth, tanto no DualSense como no DualSense Edge. Entre as restantes novidades está a possibilidade de utilizar o DSX sem iniciar o Steam durante até 28 dias, graças a um sistema de cache de propriedade. Os programadores aproveitaram ainda para renovar a interface da aplicação, melhorar os perfis de comandos, personalização visual, mapeamento de botões e gestão de dispositivos de áudio.
Importa sublinhar que esta não é uma funcionalidade oficial da Sony. O suporte é disponibilizado através do DSX, uma aplicação paga disponível no Steam, sendo necessário adquirir o DSX+ para activar o modo Virtual DualSense. O pack de ambos está disponível por €10,46 sendo uma opção a considerar por quem quiser usar os seus controladores DualSense no PC.

№ 07

Ganha um cubo de tomadas múltiplas com USB

Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta é um cubo com tomadas múltiplas e 3 portas USB.

Faça-se o que se fizer, é garantido que nunca temos tomadas suficientes na parede para ligarmos tudo o que queremos. A prenda que temos para dar esta semana ajuda a resolver isso, um cubo de tomadas múltiplas que facilita o processo de ligar até três tomadas eléctricas, e ainda disponibilizando três portas USB para carregamentos sem necessidade de carregadores a ocupar as tomadas; e tem ainda um prático interruptor integrado, para quando se deseja eliminar todos os consumos em standby. Tem também um formato e tamanho compacto, o que o torna ideal para nos acompanhar para todo o lado na mochila do portátil.


Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

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Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.

№ 08

Apple unifica domínios do Sign in with Apple e Hide My Email

A Apple vai unificar os domínios utilizados pelas funcionalidades Sign in with Apple e Hide My Email do iCloud+.

A Apple anunciou que vai unificar os domínios utilizados pelas funcionalidades Sign in with Apple e iCloud+ Hide My Email, simplificando a gestão de endereços de email privados. A mudança será implementada ainda durante este Verão e passará a usar um único domínio: private.icloud.com.

Actualmente, o Sign in with Apple gera endereços com o domínio privaterelay.appleid.com, enquanto o Hide My Email do iCloud+ utiliza endereços associados ao domínio icloud.com. Com esta alteração, ambas as funcionalidades passarão a recorrer ao novo domínio unificado. Os endereços criados com os domínios antigos continuarão a funcionar normalmente, com os emails enviados para esses endereços a serem encaminhados, não havendo interrupções no serviço nem perda de mensagens.

A alteração exigirá, no entanto, alguns ajustes por parte dos programadores e de serviços de email. Apps e websites que utilizam o Sign in with Apple terão de actualizar os sistemas de validação, listas de permissões e regras de encaminhamento para reconhecer o novo domínio private.icloud.com, para assegurar o correcto funcionamento destas funcionalidades. Para os utilizadores, a alteração deverá passsar maioritariamente despercebida - a não ser que algo corra mal.

№ 09

Apple unifica domínios do Sign in with Apple e Hide My Email

A Apple vai unificar os domínios utilizados pelas funcionalidades Sign in with Apple e Hide My Email do iCloud+.

A Apple anunciou que vai unificar os domínios utilizados pelas funcionalidades Sign in with Apple e iCloud+ Hide My Email, simplificando a gestão de endereços de email privados. A mudança será implementada ainda durante este Verão e passará a usar um único domínio: private.icloud.com.

Actualmente, o Sign in with Apple gera endereços com o domínio privaterelay.appleid.com, enquanto o Hide My Email do iCloud+ utiliza endereços associados ao domínio icloud.com. Com esta alteração, ambas as funcionalidades passarão a recorrer ao novo domínio unificado. Os endereços criados com os domínios antigos continuarão a funcionar normalmente, com os emails enviados para esses endereços a serem encaminhados, não havendo interrupções no serviço nem perda de mensagens.

A alteração exigirá, no entanto, alguns ajustes por parte dos programadores e de serviços de email. Apps e websites que utilizam o Sign in with Apple terão de actualizar os sistemas de validação, listas de permissões e regras de encaminhamento para reconhecer o novo domínio private.icloud.com, para assegurar o correcto funcionamento destas funcionalidades. Para os utilizadores, a alteração deverá passsar maioritariamente despercebida - a não ser que algo corra mal.

№ 10

DJI lança Osmo Pocket 4P na China

A nova Osmo Pocket 4P da DJI chega com câmara dupla, e por agora fica disponível na China - devendo chegar ao mercado global nos próximos meses.

A DJI lançou na China a nova Osmo Pocket 4P, uma câmara compacta com gimbal de 3 eixos integrado, que aposta num sistema de dupla câmara, posiciondo-se como rival direta da Insta360 Luna Ultra.

A Osmo Pocket 4P integra um sensor principal de 1" com tecnologia LOFIC, abertura f/2.0 e distância focal equivalente a 20 mm. A este junta-se uma câmara teleobjectiva com sensor de 1/1,28", abertura f/1.8 e distância focal equivalente a 60 mm. Esta segunda câmara oferece zoom ótico de 3x e zoom digital até 12x.
No vídeo, a nova câmara suporta gravação em 4K a 60 fps e modo slow motion até 4K a 240 fps. Inclui ainda gravação a 10 bits com D-Log2, estabilização mecânica de três eixos e tracking inteligente. Para fotografia, é capaz de captar imagens até 37 MP e suporta modo Panorama.

A Osmo Pocket 4P possui um ecrã rotativo de 2" com brilho máximo de 1.000 nits, três microfones integrados e 103 GB de armazenamento interno, expansível até 1 TB através de cartão microSD. A bateria de 1.545 mAh suporta carregamento rápido, permitindo atingir 80% em cerca de 18 minutos.

Na China os preços começam nos 483 euros para o kit base, e vão até aos 547 euros para o Vlog kit com mais acessórios.

№ 11

DJI lança Osmo Pocket 4P na China

A nova Osmo Pocket 4P da DJI chega com câmara dupla, e por agora fica disponível na China - devendo chegar ao mercado global nos próximos meses.

A DJI lançou na China a nova Osmo Pocket 4P, uma câmara compacta com gimbal de 3 eixos integrado, que aposta num sistema de dupla câmara, posiciondo-se como rival direta da Insta360 Luna Ultra.

A Osmo Pocket 4P integra um sensor principal de 1" com tecnologia LOFIC, abertura f/2.0 e distância focal equivalente a 20 mm. A este junta-se uma câmara teleobjectiva com sensor de 1/1,28", abertura f/1.8 e distância focal equivalente a 60 mm. Esta segunda câmara oferece zoom ótico de 3x e zoom digital até 12x.
No vídeo, a nova câmara suporta gravação em 4K a 60 fps e modo slow motion até 4K a 240 fps. Inclui ainda gravação a 10 bits com D-Log2, estabilização mecânica de três eixos e tracking inteligente. Para fotografia, é capaz de captar imagens até 37 MP e suporta modo Panorama.

A Osmo Pocket 4P possui um ecrã rotativo de 2" com brilho máximo de 1.000 nits, três microfones integrados e 103 GB de armazenamento interno, expansível até 1 TB através de cartão microSD. A bateria de 1.545 mAh suporta carregamento rápido, permitindo atingir 80% em cerca de 18 minutos.

Na China os preços começam nos 483 euros para o kit base, e vão até aos 547 euros para o Vlog kit com mais acessórios.

№ 12

Ataque SearchLeak rouba dados via Copilot com um só link

Um novo ataque aproveitava o Copilot para roubar dados dos utilizadores quando clicassem num link malicioso.

Investigadores de segurança descobriram vulnerabilidades no Microsoft 365 Copilot Enterprise que poderia transformar a plataforma numa ferramenta de roubo de dados com apenas um clique. A falha, apelidada de SearchLeak, permitia a atacantes aceder a informação sensível armazenada no Outlook, OneDrive e SharePoint, através de um link malicioso.

O ataque combina três vulnerabilidades distintas que, quando encadeadas, permitiam forçar o Copilot a procurar dados específicos, como palavras-passe, códigos de acesso, emails, documentos ou detalhes de reuniões. A vítima apenas precisava de abrir o link, sem introduzir qualquer comando, enquanto o Copilot executava a pesquisa e processava a informação automaticamente.
Os investigadores descobriram ainda que a técnica recorria a falhas no processamento de HTML e a uma vulnerabilidade SSRF associada ao Bing para contornar mecanismos de segurança. Isto permitia que os dados extraídos fossem enviados para servidores controlados pelos atacantes sem qualquer sinal visível para o utilizador, que apenas veria o Copilot a processar o pedido normalmente.

A Microsoft corrigiu a vulnerabilidade no início deste mês e atribuiu-lhe o identificador CVE-2026-42824, classificado com gravidade crítica. Segundo os especialistas, este caso demonstra como sistemas de inteligência artificial podem amplificar drasticamente falhas de segurança já conhecidas, criando novos vectores de ataque que se tornam bastante apetecíveis para os atacantes, e de ainda maior perigo para os utilizadores e empresas.

№ 13

App Store com recomendações personalizadas - e menos apps inúteis

A Apple promete sugestões personalizadas na App Store, mas também alerta que apps inúteis poderão ser removidas.

A Apple anunciou uma nova funcionalidade para a App Store chamada Personalized Collections, que oferece recomendações de aplicações e jogos adaptadas aos interesses de cada utilizador. As sugestões serão apresentadas nas secções Apps, Games e Pesquisa, acompanhadas por App Notes que explicam porque determinada aplicação foi recomendada. O sistema irá evoluir ao longo do tempo com base nos downloads e na utilização das aplicações.

A empresa revelou ainda novas ferramentas para programadores, incluindo a possibilidade de promover ofertas especiais em jogos, destacar aplicações com imagens e vídeos mais apelativos e criar subscrições para grupos. Entre as novidades estão também os App Store Bundles, que permitirão a vários programadores agrupar serviços e oferecer pacotes conjuntos a preços mais competitivos.

Now Apple is putting the extensive identifiable analytics they collect in the App Store in action. They record every tap and there's no way to turn it off.
They can even calculate your typing speed. This is what the App Store sends to Apple when I searched for "Tim cook": https://t.co/2oET7QQLxp pic.twitter.com/EigLey8iq6

— Mysk 🇨🇦🇩🇪 (@mysk_co) June 9, 2026
Claro que aquilo que a Apple promove como "vantagem para os utilizadores" pode ser visto por outra perspectiva: a de ser algo que dá uso à imensa informação que recolhe sobre os utilizadores na App Store, sabendo exactamente quanto tempo passam em cada ecrã, onde tocam, e até a velocidade com que escrevem.


Ao mesmo tempo, a Apple actualizou as regras da App Store e deixou um aviso aos programadores: apps pouco utilizadas ou que não recebam actualizações poderão ser removidas da loja. A medida visa reduzir a presença de apps consideradas "repetitivas" ou de "baixa qualidade", sobretudo em categorias já saturadas, como aplicações de lanternas, wallpapers, temporizadores, ou efeitos sonoros.

Segundo a Apple, as aplicações terão de oferecer experiências realmente diferentes ou melhoradas para continuarem a ser aceites na plataforma. Os programadores serão notificados caso as suas apps estejam em risco de ser retiradas, dando-lhes oportunidade para as melhorar antes disso se concretizar.

№ 14

CMF Watch 3 Pro a €63

O mais recente Watch 3 Pro da CMF, marca económica da Nothing, já está disponível.

Os fãs Nothing continuam a poder optar pelos produtos da sua marca CMF para dispositivos mais económicos, e no caso dos smartwatches isso traduz-se no seu mais recente wearable.

O Watch 3 Pro vem com ecrã AMOLED circular de 1.43", com mais de 120 mostradores disponíveis. A moldura do relógio pode ser substituída pelos utilizadores tal como as braceletes de 22 mm, para criar uma infinidade de estilos diferentes. Pode fazer o tracking de todo o tipo de parâmetros habituais, como frequência cardíaca, nível de oxigénio no sangue, sleep tracking, mais de 120 actividades físicas, sleep tracking, fazer telefonemas, e tem GPS.
O CMF Watch Pro 3 está disponível por 63 euros na Amazon Espanha.

Se quiserem combinar com o resto da família para ficarem com o conjunto completo, podem também optar pelo CMF Phone 2 Pro e pelos CMF Buds Pro 2 - ou aguardarem pela nova geração.

Este smartwatch tem protecção IP68 para uso despreocupado em todo o tipo de ambientes, e a Nothing promete que a sua bateria é suficiente para lhe dar uma autonomia de até 13 dias de uso típico - mas que se podem reduzir para 4.5 dias em uso intensivo com o ecrã always-on ligado.


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№ 15

Bateria da Donut Lab é uma fraude?

A supostamente revolucionária bateria de estado sólido da Donut Lab parece ser apenas uma bateria convencional de iões de lítio.

Uma investigação está a lançar sérias dúvidas sobre as promessas da Donut Lab em torno da sua suposta bateria de estado sólido. O estudo, conduzido pelo investigador Ziroth com a participação de mais de 20 especialistas em baterias, concluiu que a bateria apresentada pela empresa é, na realidade, uma bateria convencional de iões de lítio, contrariando as promessas de uma revolucionária química de sódio de estado sólido.

Segundo a investigação, as análises às curvas de tensão e aos padrões de expansão da célula durante o carregamento apontam claramente para a utilização de grafite e iões de lítio. Estes resultados são incompatíveis com baterias de sódio, uma vez que os iões de sódio são demasiado grandes para se integrarem nos ânodos de grafite da mesma forma. Os especialistas concordaram unanimemente que a célula testada corresponde a uma bateria de iões de lítio tradicional.


O relatório indica ainda que a densidade energética real ronda os 298 Wh/kg, significativamente abaixo dos 400 Wh/kg anunciados pela Donut Lab. Além disso, continuam sem existir provas públicas que confirmem outra das grandes promessas da empresa: uma vida útil de 100 mil ciclos de carregamento.

A investigação traça ainda a origem da tecnologia à empresa alemã CT Coatings, enquanto a Nordic Nano seria responsável pela produção e a Donut Lab pela comercialização. No entanto, surgiram críticas ao processo de validação técnica, alegando que não houve verificação independente suficiente (os testes realizados pela VTT focaram-se em aspectos particulares e não em coisas como a densidade energética). Caso as conclusões do relatório se confirmem, o caso poderá tornar-se um dos exemplos mais mediáticos de fraude tecnológica na Europa - com a empresa a ter arrecadado cerca de 25 milhões de dólares junto de mais de 1.300 investidores.

№ 16

YouTube Music testa bloqueio de artistas

O YouTube Music está a testar uma função para bloquear artistas, mas que por agora não tem grande efeito prático.

O YouTube Music parece estar finalmente a testar uma das funcionalidades mais pedidas pelos utilizadores: a possibilidade de bloquear artistas indesejados. Alguns utilizadores da app para Android começaram a ver uma nova opção chamada "Don’t recommend artist", que visa impedir que determinados músicos ou bandas voltem a surgir nas recomendações.

No entanto, a funcionalidade ainda parece estar numa fase muito inicial de desenvolvimento. De acordo com os primeiros relatos, a opção surge apenas na página inicial e não está disponível na fila de reprodução nem em playlists geradas automaticamente, locais onde os utilizadores gostariam de ter maior controlo sobre as recomendações.
Mais curioso ainda é o facto de o botão aparentemente não produzir qualquer efeito. Utilizadores que experimentaram a nova opção dizem que os artistas marcados continuam a aparecer nas sugestões da plataforma, tornando a funcionalidade, para já, praticamente inútil.

Os utilizadores do YouTube Music pedem há anos uma forma de bloquear músicas e artistas específicos, algo já presente em alguns serviços concorrentes. Embora o aparecimento desta opção sugira que a Google está finalmente a trabalhar nessa funcionalidade, ainda é cedo para saber quando estará disponível para todos ou se o seu funcionamento será melhorado antes do lançamento oficial. Já agora, que adicionem também uma opção de bloquear canais/criadores no YouTube, pois também é algo que absurdamente não é possível de fazer.

№ 17

Reino Unido vai proibir redes sociais a menores de 16 anos

O Reino Unido junta-se ao grupo de países que proíbe o acesso às redes sociais a crianças e adolescentes.

O Reino Unido vai proibir o acesso às redes sociais a menores de 16 anos a partir de 2027. O anúncio foi feito pelo primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, que classificou a medida como sendo necessária para reforçar a segurança online das crianças e adolescentes, apesar de reconhecer que as plataformas também oferecem benefícios aos mais jovens.

A proibição abrangerá serviços como TikTok, Instagram, Facebook, Snapchat, YouTube e X, aplicando-se a plataformas cuja principal função seja permitir interacção social e publicação de conteúdos. Aplicações de mensagens privadas, como WhatsApp e Signal, ficarão de fora das novas regras. O governo britânico pretende aprovar a legislação antes do Natal, com a entrada em vigor prevista para a primavera de 2027.

Além do bloqueio total do acesso a redes sociais, as plataformas serão obrigadas a impedir transmissões em directo realizadas por menores de 16 anos e a desactivar funcionalidades que permitam a estranhos contactar crianças. Estas restrições estarão activadas de origem até aos 17 anos, para evitar uma "mudança brusca" das regras ao atingir os 16 anos. As novas medidas abrangem ainda serviços AI. Chatbots concebidos para simular relações românticas ou sexuais terão de impor uma idade mínima de 18 anos.

Os críticos apontam para que isto seja apenas uma forma mal-disfarçada de fazer passar aquilo que o governo realmente pretende: a de obrigar a que todos os utilizadores de internet tenham que validar as suas identidades (com a desculpa da verificação de idade) para aceder aos serviços mais populares, complicando cada vez mais o uso da internet em modo incógnito.

№ 18

iOS 27 vem com Spatial Reframing das fotos

Com o iOS 27 a Apple adiciona novas capacidades AI para a edição de fotos, incluindo o Spatial Reframing.

A Apple está a preparar novas ferramentas de edição com inteligência artificial para a app Fotografias do iOS 27, tirando partido do Apple Intelligence. Entre as novidades estão versões melhoradas do Clean Up, um novo modo Extend e a funcionalidade Spatial Reframing, que promete dar aos utilizadores mais controlo sobre as suas imagens após serem captadas.

O Spatial Reframing permite alterar o enquadramento e a perspectiva de uma fotografia depois desta ter sido tirada. Os utilizadores podem mover virtualmente a câmara através de gestos, enquanto a inteligência artificial gera apenas o conteúdo necessário para preencher as áreas em falta, mantendo a imagem o mais fiel possível à cena original (durante a fase interactiva as zonas em redor ficam desfocadas, sendo preenchidas posteriormente).
A ferramenta Clean Up também foi melhorada, oferecendo uma remoção mais eficaz de objectos e distrações, mesmo em imagens mais complexas, com modo "rápido" ou de "alta qualidade". Já o novo modo Extend permite expandir o fundo de uma fotografia ou ajustar o seu formato, preenchendo o espaço adicional em redor sem afectar a composição original.

Como tem sido habitual nas funcionalidades AI da Apple, todo o processamento é realizado através da infraestrutura Private Cloud Compute da empresa, que garante a protecção dos dados dos utilizadores. As novas ferramentas poderão ser usadas em quaisquer fotos, tanto as que foram captadas pelos iPhones como fotos ou imagens de outros dispositivos.

№ 19

Módulo de tomadas Tessan com 3 USB + 3 tomadas a €22

Uma excelente opção para quem tem que lidar com um número crescente de dispositivos USB para recarregar, é usar um módulo de tomada com portas USB integradas, como é o caso deste módulo cubo de tomada Tessan com 3x tomadas mais 3x USB (incluindo USB-C).

Hoje em dia temos uma grande variedade de carregadores USB, mas estes módulos de tomada com portas USB integradas acabam por ser uma solução bastante atractiva, já que permitem manter a utilidade da tomada original, mas adicionando portas USB adicionais para carregarem outros equipamentos sem necessidade de carregadores individuais.
Este módulo de tomada Tessan com 3x tomadas mais 3x USB (1x USB-C) está disponível por 22 euros na Amazon Espanha.

As portas USB-A podem fornecer até 5 V a 2.4 A (12 W) cada uma, a USB-C pode fornecer 3 A (15 W). Quanto à tomada em si, poderá suportar cargas até um máximo de 2500 W; e temos ainda a vantagem de um prático interruptor facilmente acessível para cortar completamente a energia e evitar os consumos "fantasma" em standby.

É uma opção bastante interessante, especialmente para locais como casas de banho ou cozinhas, onde será conveniente manter o acesso à tomada eléctrica, mas ainda assim arranjar forma de recarregar aparelhos via USB - não só os habituais smartphones e tablets, mas também coisas como colunas Bluetooth, relógios, iluminação recarregável, escovas de dentes e máquinas de barbear, etc.


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№ 20

Neural Dawn vai demonstrar MegaLights do Unreal Engine nos smartphones

A impressionante tecnologia MegaLights do Unreal Engine está prestes a chegar aos smartphones com o jogo Neural Dawn.

A ARM revelou o Neural Dawn, um novo jogo para Android desenvolvido em parceria com a Sumo Digital para demonstrar as capacidades das futuras GPUs Mali. O título destaca-se por ser o primeiro jogo móvel a utilizar o sistema MegaLights da Unreal Engine, uma tecnologia que permite criar cenários com um grande número de luzes dinâmicas e sombras com ray tracing, em dispositivos móveis.

Desenvolvido com a Unreal Engine 5.6.1, o jogo recorre também ao conjunto de tecnologias de gráficos neurais da ARM, incluindo Neural Super Sampling, Denoising e Neural Frame Rate Upscaling. Estas ferramentas usam inteligência artificial para melhorar a qualidade visual e aumentar o desempenho.


O Neural Dawn oferece cerca de duas horas de jogo distribuídas por quatro níveis (o que podemos considerar que faz dele mais uma "tech demo" para demonstrar as capacidades dos chips suportados do que um jogo completo), colocando os jogadores no papel de uma cientista que explora uma rede de cavernas. A iluminação desempenha um papel central na experiência, servindo não só para criar ambientes mais realistas, mas também para orientar a progressão do jogador ao longo da aventura.

A ARM confirmou que o jogo será lançado ainda em 2026 para dispositivos Android equipados com as próximas gerações de GPUs Mali. Estes chips vão incluir aceleradores dedicados para tarefas AI, permitindo combinar processamento gráfico e computação neural dentro dos limites energéticos dos smartphones.