PlanetGeek
№ 01

Aliens: Fireteam Elite desaparece da Switch

Quem comprou o jogo Aliens: Fireteam Elite deixa de o poder jogar na Nintendo Switch.

O Aliens: Fireteam Elite deixou de poder ser jogado na Nintendo Switch depois dos servidores cloud da versão para a consola terem sido encerrados a 5 de Agosto. Ao contrário das versões para outras plataformas, a edição da Switch dependia totalmente desses servidores e não incluía um modo offline que permitisse continuar a jogar.

O jogo foi lançado na Switch em Abril de 2023 como uma versão cloud, com preço que podia chegar aos 59,99 dólares na Ultimate Edition, que incluía conteúdos adicionais. Só que na prática, os jogadores estavam apenas a comprar o acesso a uma versão transmitida via cloud, em vez de uma versão do jogo instalada e executada directamente na consola. O título foi removido da Nintendo eShop no início deste ano e os proprietários foram avisados que os servidores seriam desligados a 5 de Agosto. Com o encerramento concluído, os jogos comprados deixaram funcionar por completo.

O estúdio Cold Iron Studios não explicou o motivo para o fim do serviço cloud, mas o caso volta a mostrar os riscos dos jogos cloud: a compra não garante o acesso permanente ao jogo. Enquanto noutras plataformas o Aliens: Fireteam Elite pode continuar a ser jogado offline mesmo que seja retirado das lojas digitais, a versão da Switch não tem essa alternativa. Ainda assim, têm sido vários os jogos para PC que também desaparecem e deixam de ser jogáveis oficialmente, devido à desactivação de servidores - algo que tem levando preocupações crescentes a diversos níveis, como a dos direitos dos consumidores e a da preservação dos jogos para a posteridade.

№ 02

Módulo de tomadas Tessan com 3 USB + 3 tomadas a €19

Uma excelente opção para quem tem que lidar com um número crescente de dispositivos USB para recarregar, é usar um módulo de tomada com portas USB integradas, como é o caso deste módulo cubo de tomada Tessan com 3x tomadas mais 3x USB (incluindo USB-C).

Hoje em dia temos uma grande variedade de carregadores USB, mas estes módulos de tomada com portas USB integradas acabam por ser uma solução bastante atractiva, já que permitem manter a utilidade da tomada original, mas adicionando portas USB adicionais para carregarem outros equipamentos sem necessidade de carregadores individuais.
Este módulo de tomada Tessan com 3x tomadas mais 3x USB (1x USB-C) está disponível por 19 euros na Amazon Espanha.

As portas USB-A podem fornecer até 5 V a 2.4 A (12 W) cada uma, a USB-C pode fornecer 3 A (15 W). Quanto à tomada em si, poderá suportar cargas até um máximo de 2500 W; e temos ainda a vantagem de um prático interruptor facilmente acessível para cortar completamente a energia e evitar os consumos "fantasma" em standby.

É uma opção bastante interessante, especialmente para locais como casas de banho ou cozinhas, onde será conveniente manter o acesso à tomada eléctrica, mas ainda assim arranjar forma de recarregar aparelhos via USB - não só os habituais smartphones e tablets, mas também coisas como colunas Bluetooth, relógios, iluminação recarregável, escovas de dentes e máquinas de barbear, etc.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

№ 03

Google apresenta Pixel 11, Pixel Watch 5 e Pixel Tag


A Google apresentou uma nova geração de equipamentos Pixel, liderada pelos smartphones Pixel 11, Pixel 11 Pro e Pixel 11 Pro XL, aos quais se juntam o Pixel Watch 5 e o novo localizador Pixel Tag.

A marca renovou ainda a oferta de acessórios com uma nova cor para os Pixel Buds Pro 2 e o Pixel Snap Ring, reforçando a integração entre dispositivos, inteligência artificial e serviços Gemini. Durante o evento foi igualmente apresentado o novo Google Pixel 11 Pro Fold, mas o smartphone dobrável não será comercializado no mercado nacional.

Google Pixel 11



A série Google Pixel 11 chega com uma aposta reforçada na inteligência artificial e no Gemini, procurando tornar mais simples a utilização diária dos smartphones. Todos os modelos incluem o novo Tensor G6, acompanhado pelo coprocessador de segurança Titan M3, e foram concebidos para funcionalidades como Gemini Intelligence, Gemini Nano e Gemini Live, embora a disponibilidade possa variar consoante o país e o idioma. Resta agora perceber como o novo processador se comporta em utilização real, tanto no desempenho, como na eficiência energética.

A fotografia volta a ser uma das principais áreas de diferenciação. O Pixel 11 apresenta uma câmara principal de 48 MP, uma ultra grande angular de 13 MP e uma teleobjetiva de 10,8 MP com zoom ótico de 5x e Super Zoom até 30x. Os Pixel 11 Pro e Pro XL contam com câmaras principal, ultra grande angular e teleobjetiva de 50 MP, 48 MP e 48 MP, respetivamente, oferecendo zoom ótico de 5x e Pro Zoom até 120x. A Google acrescenta ainda ferramentas apoiadas por IA, como Magic Capture, Camera Coach, Add Me e Auto Best Take.

Os ecrãs também ajudam a distinguir os três equipamentos. O Pixel 11 apresenta um painel Actua OLED de 6,3 polegadas, com uma frequência de atualização de 60 a 120 Hz e brilho máximo de 3000 nits. O Pixel 11 Pro mantém as 6,3 polegadas, mas utiliza um painel Super Actua LTPO OLED de maior resolução, capaz de variar entre 1 e 120 Hz e atingir 3600 nits. O Pixel 11 Pro XL oferece as mesmas características num ecrã de 6,8 polegadas.

Os smartphones utilizam alumínio de qualidade aeroespacial e vidro Corning Gorilla Glass Victus 2, apresentando certificação IP68 de resistência à água e ao pó. A série mantém o sistema magnético Pixelsnap, agora com certificação Qi2.2 e carregamento sem fios até 25 W. Por cabo, o Pixel 11 e o Pixel 11 Pro podem atingir cerca de 55% em 30 minutos, enquanto o Pixel 11 Pro XL pode chegar aos 75% no mesmo período, quando utilizados carregadores compatíveis vendidos separadamente.

As baterias apresentam capacidades típicas de 4985 mAh no Pixel 11, 4850 mAh no Pixel 11 Pro e 5115 mAh no Pixel 11 Pro XL, com a Google a anunciar mais de 30 horas de autonomia para toda a gama. O modelo base suporta Wi-Fi 6E e os dois Pro avançam para Wi-Fi 7, com Bluetooth 6 nos três equipamentos. Tal como na geração anterior, todos os Pixel 11 irão receber sete anos de atualizações do sistema operativo, de segurança e Pixel Drops, sendo lançados com Android 17.

Com a compra do Google Pixel 11 Pro ou Pixel 11 Pro XL, terão acesso a 6 meses do plano Google AI Pro sem custos (no valor de 131 €), o que permite ter maiores limites de utilização no Gemini, 5 TB de armazenamento na nuvem e o Google Health Premium. Esta é uma novidade menos positiva, com a oferta da Google a baixar dos 12 para apenas 6 meses.

Pixel 11: quadro comparativo

Comparação das principais especificações do Pixel 11, Pixel 11 Pro e Pixel 11 Pro XL.

Característica Pixel 11 Pixel 11 Pro Pixel 11 Pro XL
Processador Google Tensor G6 Titan M3 Google Tensor G6 Titan M3 Google Tensor G6 Titan M3
Ecrã 6,3″ Actua OLED 1080 × 2424 422 ppp 60–120 Hz 2000 nits HDR 3000 nits de pico Victus 2 6,3″ Super Actua LTPO OLED 1280 × 2856 495 ppp 1–120 Hz 2400 nits HDR 3600 nits de pico Victus 2 antirriscos 6,8″ Super Actua LTPO OLED 1344 × 2992 486 ppp 1–120 Hz 2400 nits HDR 3600 nits de pico Victus 2 antirriscos
Memória e armazenamento 12 GB de RAM 256 GB 512 GB 12 ou 16 GB de RAM 256 GB 512 GB 1 TB 12 ou 16 GB de RAM 256 GB 512 GB 1 TB
Câmaras traseiras Sistema triplo avançado 48 MP principal com Macro Focus 13 MP ultra grande angular 10,8 MP teleobjetiva 5× Super Zoom até 30× Qualidade ótica a 0,6×, 1×, 2×, 5× e 10× Sistema triplo Pro 50 MP principal 48 MP ultra grande angular com Macro Focus 48 MP teleobjetiva 5× Pro Zoom até 120× Qualidade ótica a 0,5×, 1×, 2×, 5× e 10× Sistema triplo Pro 50 MP principal 48 MP ultra grande angular com Macro Focus 48 MP teleobjetiva 5× Pro Zoom até 120× Qualidade ótica a 0,5×, 1×, 2×, 5× e 10×
Câmara frontal 10,5 MP Autofoco Campo de visão de 95° 42 MP Autofoco Campo de visão de 103° 42 MP Autofoco Campo de visão de 103°
Bateria 4985 mAh Mais de 30 horas Até 55% em cerca de 30 minutos Qi2.2 até 25 W Carregador USB-C PPS de 30 W ou superior 4850 mAh Mais de 30 horas Até 55% em cerca de 30 minutos Qi2.2 até 25 W Carregador USB-C PPS de 30 W ou superior 5115 mAh Mais de 30 horas Até 75% em cerca de 30 minutos Qi2.2 até 25 W Carregador USB-C PPS de 45 W ou superior
Conectividade Wi-Fi 6E Bluetooth 6 Wi-Fi 7 Bluetooth 6 Wi-Fi 7 Bluetooth 6
Dimensões e peso 15,2 × 7,1 × 0,8 cm 196 g 15,2 × 7,1 × 0,8 cm 204 g 16,3 × 7,6 × 0,8 cm 227 g

Dimensões apresentadas como altura × largura × espessura. Os valores em centímetros e gramas foram arredondados. A capacidade indicada para a bateria é a capacidade típica. A disponibilidade das opções de armazenamento pode variar consoante a região e o canal de venda.


O Google Pixel Watch 5 



O Google Pixel Watch 5 volta a estar disponível em dois tamanhos,  41 mm e 45 mm, ambos com um painel Actua 360 AMOLED LTPO protegido por vidro Corning Gorilla Glass 5. O mostrador adapta a frequência de atualização entre 1 e 60 Hz, alcança um pico de 3000 nits e pode permanecer continuamente ativo com um nível mínimo de brilho de 1 nit. A corpo em alumínio reciclado apresenta certificações 5 ATM e IP68, enquanto o interior combina o Snapdragon W5 Gen 2 Accelerated com um coprocessador Cortex-M55, 64 GB de armazenamento e o Wear OS 7.0.

A versão de 41 mm integra uma bateria de 332 mAh, com autonomia anunciada até 30 horas com o mostrador sempre ligado ou 48 horas em modo de poupança, enquanto a variante de 45 mm aumenta a capacidade para 465 mAh e pode alcançar, respetivamente, 40 e 72 horas. Nos dois tamanhos, uma passagem de 0 a 50% demora cerca de 15 minutos; o modelo mais pequeno pode completar a carga em aproximadamente 45 minutos, ao passo que o maior necessita de cerca de 60 minutos. A ficha técnica inclui ainda Bluetooth 6.0, Wi-Fi 6, 4G LTE, GPS de dupla frequência, NFC, banda ultralarga e comunicação SOS por satélite, embora algumas opções dependam do mercado, do operador e da compatibilidade dos dispositivos.


Pixel Watch 5: quadro comparativo

Comparação das principais especificações das versões de 41mm e 45mm do Google Pixel Watch 5.

Característica Pixel Watch 5
41 mm
Pixel Watch 5
45 mm
Dimensões e peso 41 mm de diâmetro 12,3 mm de espessura 31 g Peso sem bracelete 45 mm de diâmetro 12,3 mm de espessura 36,7 g Peso sem bracelete
Ecrã Actua 360 AMOLED LTPO 320 ppp 1–60 Hz Até 3000 nits Always-on Display Gorilla Glass 5 Actua 360 AMOLED LTPO 320 ppp 1–60 Hz Até 3000 nits Always-on Display Gorilla Glass 5
Processador Snapdragon W5 Gen 2 Accelerated Coprocessador Cortex-M55 Snapdragon W5 Gen 2 Accelerated Coprocessador Cortex-M55
Sistema operativo Wear OS 7.0 Wear OS 7.0
Armazenamento 64 GB eMMC 64 GB eMMC
Bateria 332 mAh Até 30 horas com ecrã sempre ligado Até 48 horas em poupança de bateria 465 mAh Até 40 horas com ecrã sempre ligado Até 72 horas em poupança de bateria
Carregamento 50% em cerca de 15 minutos 80% em cerca de 25 minutos 100% em cerca de 45 minutos 50% em cerca de 15 minutos 80% em cerca de 30 minutos 100% em cerca de 60 minutos
Conectividade 4G LTE Wi-Fi 6 Bluetooth 6.0 NFC e UWB SOS por satélite 4G LTE Wi-Fi 6 Bluetooth 6.0 NFC e UWB SOS por satélite
Localização GPS de dupla frequência GPS de dupla frequência
Sensores de saúde Frequência cardíaca ECG SpO₂ Temperatura da pele Resposta corporal cEDA Frequência cardíaca ECG SpO₂ Temperatura da pele Resposta corporal cEDA
Controlos Gestos sem toque Coroa háptica Botão lateral Háptica de 3.ª geração Gestos sem toque Coroa háptica Botão lateral Háptica de 3.ª geração
Resistência 5 ATM IP68 Gorilla Glass 5 5 ATM IP68 Gorilla Glass 5
Compatibilidade Android 12 ou mais recente Requer uma Conta Google e a aplicação Google Pixel Watch Android 12 ou mais recente Requer uma Conta Google e a aplicação Google Pixel Watch

A autonomia e a velocidade de carregamento podem variar consoante a utilização, idade da bateria, temperatura e funcionalidades ativadas. O peso indicado não inclui a bracelete. Algumas funções e ligações poderão depender do país, operador ou dispositivos compatíveis.


Google Pixel Tag


A Google Pixel Tag apresenta um corpo compacto em policarbonato e metal, com apenas 5,4 mm de espessura e um peso de 11,8 g já com a bateria instalada. O localizador dispõe de Bluetooth Channel Sounding, altifalante integrado e tecnologia de banda ultralarga para uma procura mais precisa, podendo funcionar a uma distância de até 50 metros do equipamento emparelhado quando utilizado com um dispositivo Android compatível com UWB. A certificação IP67 acrescenta proteção contra pó e imersão em água até um metro durante um período máximo de 30 minutos.

A alimentação fica a cargo de uma pilha CR2032 substituível pelo utilizador, para a qual é anunciada uma duração superior a um ano. O Pixel Tag funciona com telemóveis equipados com Android 9 ou posterior, embora o Bluetooth Channel Sounding necessite de Android 16, Bluetooth 6.0 e hardware compatível. A ficha técnica inclui ainda um acelerómetro e refere uma embalagem sem plástico, enquanto a garantia indicada para Portugal é de dois anos.

Google Pixel Tag: especificações

Resumo das principais características do localizador Bluetooth da Google.

Característica Google Pixel Tag
Dimensões e peso 28 × 46,1 × 5,4 mm 11,8 g com bateria 8,8 g sem bateria
Cor Fog
Materiais Policarbonato e metal Embalagem sem plástico
Conectividade Bluetooth Channel Sounding Banda ultralarga A localização de precisão requer um dispositivo Android compatível com UWB
Alcance UWB Até 50 metros Distância em relação ao dispositivo emparelhado
Som Altifalante integrado
Sensor Acelerómetro
Bateria CR2032 substituível Autonomia superior a um ano
Resistência IP67 Até 1 metro durante 30 minutos A resistência à água e ao pó pode diminuir ao longo do tempo
Compatibilidade Android 9 ou mais recente O Bluetooth Channel Sounding requer Android 16 e Bluetooth 6.0 num dispositivo compatível
Garantia 2 anos em Portugal

A autonomia real depende da utilização, das condições ambientais e da bateria CR2032 instalada. Algumas funções de localização exigem hardware e software compatíveis.



Outras novidades


Pixel Buds Pro 2


A Google apresentou ainda uma nova cor para os seus Pixels Buds Pro 2, que passam a contar com uma versão em verde.


Pixel Snap Ring


O Google Pixelsnap Ring Stand é um suporte magnético concebido para os Pixel 10 e Pixel 11, incluindo as versões Pro, Pro XL e Pro Fold, podendo ser utilizado diretamente com as capas Google Pixelsnap. O acessório combina um anel metálico com policarbonato, ímanes e revestimento interior em microfibra, apresenta 65,3 mm de diâmetro, 3,9 mm de espessura e pesa 28 g. Está disponível nas cores Canyon, Olive, Obsidian e Moonstone, integra pelo menos 50% de materiais reciclados e é fornecido numa embalagem sem plástico.

Preços disponíveis

Pixel 11:

  • Pixel 11 256GB - 1.019€ 
  • Pixel 11 512GB - 1.149€ 
  • Pixel 11 Pro 256GB - 1.219€ 
  • Pixel 11 Pro 512GB - 1.359€ 
  • Pixel 11 Pro 1TB - 1.619€ 
  • Pixel 11 Pro XL 256 GB - 1.429€ 
  • Pixel 11 Pro XL 512 GB - 1.559€ 
  • Pixel 11 Pro XL 1TB - 1.819€
Ofertas promocionais:

Worten, FNAC e Darty: Retoma de até 400 € durante a campanha de lançamento e 50% de desconto em capas no período de pré-lançamento.

Vodafone: Descontos até 700 € através do Clube Viva e oferta de capa durante a pré-venda.

Bundle (FNAC e Worten): Desconto de 100€ na compra conjunta de um Pixel com um Watch.


Pixel Watch 5:

● Modelo de 41mm (S): 
  • Wifi : 419€ 
  • LTE : 519€ 

● Modelo de 45mm (L) 
  • Wifi : 449€ 
  • LTE : 549€

№ 04

O Concorde que perseguiu um eclipse

Em 1973, um Concorde ainda em fase de protótipo perseguiu um eclipse, prolongando-o por mais de 70 minutos.

No solo, para além da sua raridade, um eclipse total é um evento fugaz que termina rapidamente. Mas em a 30 de Junho de 1973, um Concorde tornou-se o protagonista numa das perseguições mais impressionantes da história. O protótipo Concorde 001 foi utilizado por uma equipa de oito cientistas para acompanhar a sombra da Lua durante um eclipse solar total, permitindo observar a coroa solar durante 74 minutos. No solo, a duração máxima da totalidade é normalmente de apenas alguns minutos.

A ideia partiu do astrónomo francês Pierre Léna, que percebeu que a velocidade do Concorde, superior a Mach 2, poderia permitir prolongar significativamente a observação do eclipse. O avião voou a quase 17 quilómetros de altitude, onde a atmosfera mais seca oferecia condições excelentes para as observações científicas. A equipa reuniu investigadores de França, Reino Unido, e Estados Unidos, para estudar a coroa solar.
O protótipo foi especialmente modificado para a missão, incluindo quatro janelas instaladas no tecto, cada uma destinada a uma experiência científica. Os investigadores estudaram o pó presente na coroa solar, o comportamento dos gases, e a cromosfera. Antes do voo definitivo, foram realizados dois ensaios para garantir que o Concorde conseguiria encontrar a sombra da Lua com a precisão desejada.

O voo partiu das Canárias em direcção à Mauritânia e exigia que o encontro com a sombra acontecesse num raio de uma milha náutica com uma diferença máxima de 15 segundos. A tripulação conseguiu fazê-lo com apenas um segundo de diferença. Apesar da sombra se deslocar ligeiramente mais depressa que o Concorde, a aeronave conseguiu manter-se dentro dela durante 74 minutos, estabelecendo um recorde que continua por superar.
O lendário Concorde 001 está hoje exposto no Museu do Ar e do Espaço, em Le Bourget, França.


Uma história apropriada no dia em que temos um eclipse solar em Portugal (e quem falhar este, terá nova oportunidade já no próximo ano a 2 de Agosto de 2027).

№ 05

Bug no Google Home iOS está a ligar todas as luzes

Um estranho bug está a fazer com que os utilizadores do Google Home iOS fiquem com todas as luzes ligadas em casa.

Com a transição para as casas inteligentes, ficamos também sujeitos a ver os bugs passarem do mundo digital para o mundo real, com consequências potencialmente mais irritantes. Desta vez é um bug no Google Home para iOS que está a ligar automaticamente todas as luzes de casa sempre que os utilizadores abrem a app. O problema parece afecta todo o tipo de dispositivos luminosos, incluindo lâmpadas e fitas LED ligadas ao Google Home, sem que seja necessária qualquer interacção. Para tornar a situação ainda mais frustrante, desligar as luzes manualmente pode não resultar, já que as mesmas voltam a ligar-se poucos segundos depois.

A falha não parece estar limitada a uma marca específica. Há relatos envolvendo dispositivos Govee, Philips Hue, Tapo, Kasa e até sistemas que utilizam hubs ou bridges para ligar diferentes dispositivos. Por enquanto, tudo indica que o problema está limitado à aplicação para iPhone e iPad, já que as versões para Android e web continuam a funcionar normalmente. Não existe, para já, uma solução oficial, o que tem obrigado alguns utilizadores a desligar temporariamente as contas de serviços de terceiros ou encerrar completamente a app. Outros optaram por desligar fisicamente as luzes para impedir que se voltassem a ligar sempre que o Google Home fosse aberto.

Como se poderá imaginar, a situação é incrivelmente desoladora, e faz-nos apenas imaginar como as coisas poderão piorar. Imagine-se que o próximo bug passa por ligar robots aspiradores a altas horas da madrugada, ou alterar as definições do ar condicionado para temperaturas geladas ou super quentes, ou abrir/fechar estores e portas, ou tudo o mais que vai sendo possível fazer-se com os smart devices.


Actualização: A Google diz que o problema já deverá estar corrigido.

№ 06

Windows 11 mais rápido e prático com KB5121003

A actualização KB5121003 de Agosto para o Windows 11 traz maior rapidez e melhora a experiência de utilização no dia a dia dos utilizadores.

A Microsoft lançou a actualização KB5121003 para o Windows 11, trazendo várias melhorias que estavam a ser testadas nos últimos meses. Os utilizadores poderão sentir melhorias efectivas no arranque das aplicações, com o sistema Low Latency Profile que acelera momentaneamente o CPU a ser agora aplicado a mais apps em vez de apenas algumas secções do próprio Windows.

O Windows Search também foi melhorado e passa a lidar melhor com erros de escrita, caracteres em falta ou caracteres adicionais quando os utilizadores procuram aplicações e ficheiros. Já o File Explorer recebeu várias melhorias, incluindo a apresentação mais útil dos tamanhos dos ficheiros, que passa a utilizar unidades adequadas para o tamanho, como KB, MB e GB, em vez de apresentar tudo em KB.

Microsoft is cooking! Windows 11’s faster app launches released today, and everything is noticeably faster on low-end PCs.

Windows 11’s CPU boost feature is no longer just for Start, Search, and shell flyouts. After installing the August 2026 security update, it is now silently… pic.twitter.com/yDrwZHN7Ci

— Windows Latest (@WindowsLatest) August 12, 2026
A navegação por tabs no File Explorer também ficou mais prática. Ao fazer middle-click numa pasta, esta passa a abrir directamente num novo separador, replicando o comportamento que se tem ao clicar em links num browser. A Microsoft melhorou ainda a velocidade da barra de endereços e corrigiu problemas como o breve ecrã cinzento ao abrir o File Explorer, assim como os thumbnails de baixa qualidade.

Para os utilizadores que controlam o Windows por voz, a actualização disponibiliza três modos para o processamento de voz: Voice Isolation, remoção de ruído de fundo, ou ausência de filtragem.

Algumas das melhorias poderão ser melhor sentidas por utilizadores com computadores com hardware mais modesto, onde as diferenças poderão ser mais visíveis. Ainda assim, todos deverão notar uma maior rapidez no uso geral do Windows, tanto a nível do Start Menu e pesquisa, como no arranque das apps.

№ 07

Spotify com etiqueta para artistas AI

O Spotify vai melhor sinalizar autores AI - e deixar de os recomendar.

O Spotify vai começar a identificar perfis de artistas que utilizam inteligência artificial. A nova etiqueta "AI Persona" será apresentada nos perfis que sejam assumidamente criados para distribuir música AI ou que a plataforma considere que sejam, como forma de melhor perceber quem está por detrás da música que estão a ouvir.

Os próprios artistas poderão declarar o seu perfil como "AI Persona" através do Spotify for Artists. No entanto, a plataforma também poderá atribuir a etiqueta "Likely AI Persona" quando suspeitar que se tratam de conteúdos AI, mesmo sem confirmação por parte do artista. Curiosamente, a etiqueta não significa que cada música individual tenha sido gerada por IA, mas apenas que a identidade pública do artista poderá não corresponder a uma pessoa real.
Além disso, o Spotify deixará de incluir estes artistas nas suas recomendações. As músicas de perfis identificados como AI Persona só serão recomendadas a utilizadores que já sigam esse artista. A plataforma mantém outras ferramentas, como AI Credits e SongDNA, para indicar quando a própria música foi criada ou influenciada por ferramentas AI.

A nova etiqueta começará a ser disponibilizada a partir de Setembro e aparecerá nos perfis dos artistas, nos resultados de pesquisa, e nas faixas dentro de playlists. Os utilizadores poderão tocar na etiqueta para saber se o artista se identificou voluntariamente como AI Persona ou se o Spotify atribuiu essa classificação com base na sua própria análise.

Veremos se isto não é uma daquelas funcionalidades que acabará por se tornar desnecessária, se avançarmos para um futuro onde deixe de haver distinção entre artistas humanos e artistas AI.

№ 08

Xiaomi Smart Band 9 Active a €20

A Xiaomi Smart Band 9 Active é uma das propostas mais económicas para quem desejar fazer tracking da sua actividade diárias.

A Xiaomi Smart Band 9 Active vem com um ecrã AMOLED de 1.47", com formato que fica entre o formato estreito dos "Smart Band" e o formato rectangular dos smartwatches. Além das capacidades de tracking da actividade física ao longo do dia e dezenas de desportos específicos, conta também com monitorização da frequência cardíaca e SpO2 durante todo o dia, contribuindo para a potencial detecção de situações anómalas. A autonomia continua a ser um dos pontos fortes, com até 18 dias de uso típico, contando também com resistência à água até 5 ATM e disponibilizando uma grande variedade de mostradores para que cada utilizador possa escolher aquele que prefere para cada momento.

De momento, podemos apanhar a Xiaomi Smart Band 9 Active por 20 euros na Amazon Espanha.

Pode ser utilizada tanto em smartphones Android como iPhones, incluindo compatibilidade com o Strava, para além de outras apps. Também pode fazer a monitorização do sono. E tendo em conta o seu preço extremamente acessível, torna-se numa excelente proposta para quem desejar começar a criar um registo da sua actividade física ao longo do tempo, e que - directamente ou indirectamente - poderá servir como incentivo para adoptar um estilo de vida mais saudável.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

№ 09

Apple falha adiamento nas comissões da App Store

Nos EUA, a Apple tem 24h para reduzir as comissões na App Store, depois de ter falhado a tentativa de adiar o processo.

A Apple voltou a falhar na tentativa de suspender a disputa sobre as comissões da App Store enquanto aguarda pela decisão do Supremo Tribunal dos EUA. O tribunal federal da Califórnia recusou o pedido da empresa para interromper o processo até à audiência do Supremo, prevista apenas para Outubro (PDF link).

Com a decisão, a Apple tem agora 24 horas para apresentar ao tribunal uma proposta com as comissões que pretende cobrar aos developers que utilizem métodos de pagamento alternativos ou incluam links para compras fora da App Store. A Epic Games poderá depois analisar a proposta e apresentar os seus argumentos, ficando a decisão final sobre uma comissão considerada razoável nas mãos do tribunal.

Apple's stay was denied! Now they have 24 hours to file their proposed menu of junk fees with The Court, and Epic will have 60 days to file our legal analysis in advance of a court hearing on the topic.

— Tim Sweeney (@TimSweeneyEpic) August 11, 2026
A disputa começou em 2020, quando a Epic processou a Apple depois de incluir um sistema de pagamento próprio no Fortnite. Embora a Apple tenha vencido parte do processo inicial, foi obrigada a permitir que os developers direcionassem os utilizadores para opções de compra externas. A empresa passou a cobrar comissões entre 12% e 27%, mas um tribunal concluiu posteriormente que a Apple tinha violado deliberadamente a decisão judicial e proibiu a cobrança destas taxas nos links externos da App Store.

A Apple recorreu e o caso acabou por chegar ao Supremo Tribunal, que aceitou analisar a disputa. Entretanto, a Apple continua sem poder cobrar comissões sobre estas compras desde Abril de 2025, enquanto o tribunal inferior tenta determinar qual seria uma taxa razoável. A decisão poderá ter consequências para além dos EUA, já que os reguladores de outros países estão atentos ao resultado desta batalha.

№ 10

SpaceXAI lança Grok Bot

A empresa de Elon Musk lança a sua resposta no campo dos agentes, e a projectos tipo OpenClaw, com o Grok Bot.

A SpaceXAI anunciou o Grok Bot, uma nova funcionalidade que permite utilizar agentes AI capazes de executar tarefas de forma autónoma usando websites, apps e outras ferramentas. Os trabalhos podem continuar a ser processados na cloud mesmo quando o computador está fechado, permitindo que os agentes trabalhem sem ser necessário manter o computador ligado.

Os utilizadores podem simplesmente descrever uma tarefa em linguagem natural através do Grok no telemóvel ou computador. O sistema consegue iniciar sessão em sites que não disponibilizam uma API, embora a empresa não tenha explicado como funciona o processo de autenticação. Também é possível executar vários bots em simultâneo, com agentes especializados a dividir tarefas e a coordenar o trabalho entre si. Outra capacidade é a aprendizagem de workflows: o Grok Bot pode observar um utilizador a realizar determinada tarefa, guardar os passos e repetir o processo autonomamente no futuro. Com o tempo, os agentes poderão aprender rotinas e começar a executar determinadas tarefas sem que seja necessário dar sempre uma nova instrução.

Entre os exemplos apresentados estão agentes que actualizam CRMs com informações de chamadas, tratam de processos de onboarding, ou reproduzem bugs numa app, criam tickets e entregam o trabalho a outro agente especializado na correcção.

O Grok Bot está actualmente em beta e disponível para macOS e iOS para assinantes SuperGrok Heavy, Cursor Ultra e Cursor Teams Premium.

№ 11

Apple prepara certificação de fotos autênticas nos iPhones

No próximo iOS 27 a Apple deverá lançar um modo que procura assegurar a autenticidade de uma foto captada com um iPhone.

Numa era em que se torna impossível diferenciar uma imagem gerada por AI de uma foto real, a Apple está a preparar uma nova funcionalidade no iOS 27 que poderá ajudar a provar se uma fotografia foi realmente captada por um iPhone. Chamada "Apple Reference Image", o sistema foi descoberto na versão beta 5 do iOS 27. A ideia é combater a crescente dificuldade em distinguir fotografias reais de imagens geradas ou manipuladas por inteligência artificial.

A funcionalidade deverá incluir um novo modo na aplicação Câmara. Quando activado, este modo adiciona dados de proveniência aos metadados da fotografia, permitindo posteriormente verificar a sua autenticidade. Para confirmar uma imagem, o utilizador poderá tocar no selo "Reference", iniciando um complexo processo que utiliza informações específicas do sensor da câmara e do hardware do iPhone. A verificação será realizada através do Private Cloud Compute da Apple. O sistema analisa os dados do sensor, o momento da captura e identificadores únicos do hardware para determinar se a fotografia foi realmente captada pelo dispositivo.

On one hand, in the age of AI generated fake imagery, somehow establishing image provenance through a technique like this is one of the few remaining ways to fight AI slop…

… on the other hand, well, it was nice knowing you, Privacy 🫠 https://t.co/ra2c2TKpc8

— Mysk 🇨🇦🇩🇪 (@mysk_co) August 11, 2026
A Apple diz que nunca tem acesso à fotografia original durante todo este processo para garantir a privacidade; por outro lado, o sistema pode recusar a certificação no caso de sensores "comprometidos" (como troca de câmaras em reparadores não oficiais).

A tecnologia parece especialmente pensada para fotógrafos profissionais, jornalistas e outras pessoas que precisam de comprovar a origem de uma imagem. A documentação também menciona fotografias e vídeos, pelo que o sistema poderá vir a suportar ambos. A abordagem é semelhante ao C2PA Content Credentials já utilizado em câmaras de fabricantes como a Leica, Sony e Nikon, bem como pela Google em alguns dispositivos Pixel. Pelo menos, por agora parece ser algo que será inteiramente opcional, evitando a polémica de ser algo que poderia ser utilizado para perseguir utilizadores e reduzir a sua privacidade.

№ 12

Claude faz batota para obter reserva num ginásio

Um insólito caso resultou num agente AI a fazer batota para conseguir uma reserva num ginásio para o seu utilizador.

Depois dos casos dos agentes AI a saírem para o mundo real durante testes de segurança, temos agora novo caso bem real que revela o tipo de coisas que se tornará comum com a proliferação dos agentes AI pessoais.

Na Austrália, um utilizador revelou que um agente AI descobriu e tirou partido de uma falha no sistema de reservas de um ginásio para conseguir uma melhor posição numa lista de espera. O agente (Claude) utilizado pelo programador Andrew Bird através do OpenClaw, tinha como objectivo conseguir uma vaga numa aula popular. Depois de o colocar no quarto lugar da lista de espera, encontrou uma falha no sistema de reservas que não verificava correctamente as autorizações ao cancelar marcações. O agente testou a vulnerabilidade ao cancelar a reserva do primeiro utilizador da lista, para colocar Bird numa posição melhor.
O mais preocupante é que o agente não estava a utilizar um modelo experimental de última geração. Bird revelou que estava a usar o Claude Opus 4.6, um modelo já "antigo" lançado em Fevereiro. Depois de perceber o que tinha acontecido, Bird pediu ao agente para corrigir a situação, mas o sistema disse que já não era possível repor a reserva que tinha sido eliminada, e acabou por preparar um email a comunicar a falha ao ginásio.

O episódio será certamente mais um a ser usado como exemplo para os riscos de utilização dos agentes AI. Se/quando estes sistemas forem utilizados para tratar de reservas de voos, bilhetes para concertos, restaurantes ou outros serviços com vagas limitadas, poderão começar a explorar vulnerabilidades para ultrapassar filas e restrições. Algo que muitas pessoas até podem ver como uma coisa positiva... até se dar o caso do "agente do vizinho" ser mais capaz que o próprio agente, e se ficar penalizado.

№ 13

uBlock Origin desiste de lutar contra o Facebook

Os responsáveis do uBlock Origin dão-se por derrotados contra as técnicas utilizadas pelo Facebook para contornar o bloqueio de publicidade.

A equipa do uBlock Origin desistiu de manter activamente os filtros para bloquear publicidade no Facebook, reconhecendo que que já não conseguem acompanhar o rápido ritmo das alterações feitas pela plataforma. A equipa descreve o Facebook como um "nojento site anti-utilizador" e diz que a luta constante para contornar os sistemas de detecção de ad blockers se tornou insustentável.

A razão principal está na diferença de recursos. O uBlock Origin é desenvolvido por uma pequena equipa de voluntários, enquanto o Facebook dispõe de enormes equipas de engenharia para alterar continuamente o código e encontrar novas formas de esconder anúncios. A partir de agora, os programadores do uBlock Origin deixam de perseguir cada nova técnica utilizada pela plataforma, deixando os utilizadores à total mercê das tácticas da Meta.
Isto não significa que os anúncios vão aparecer imediatamente para todos. Os filtros existentes continuarão a funcionar enquanto o Facebook não introduzir alterações que os contornem. Quando isso acontecer, os anúncios poderão voltar a aparecer, já que não haverá necessariamente uma nova actualização do uBlock Origin para bloquear essas alterações. Além disso, continuam a existir outras extensões que se focam na limpeza de sites (FB Purity, Social Fixer, Clean My Feeds), que poderão ser uma alternativa; assim como o uso de browsers com adblockers integrados, como o Brave, que podem continuar a dar a uma ajuda.

Pelo lado positivo, ao fazer com que os utilizadores tenham que ver a totalidade das tácticas abusivas do FB, pode ser que mais utilizadores cheguem à conclusão de que não vale a pena. A última vez que tentei abrir a app do Facebook, bloqueou-me o scroll de forma quase imediata, dizendo que era uma "pausa para ver publicidade", o que foi remédio santo para encerrar imediatamente a app e nunca mais ter vontade de a abrir.

№ 14

CMF by Nothing Watch 3 Pro a €63

O Watch 3 Pro da CMF, marca económica da Nothing, já está disponível.

Os fãs Nothing continuam a poder optar pelos produtos da sua marca CMF para dispositivos mais económicos, e no caso dos smartwatches isso traduz-se no seu mais recente wearable.

O Watch 3 Pro vem com ecrã AMOLED circular de 1.43", com mais de 120 mostradores disponíveis. A moldura do relógio pode ser substituída pelos utilizadores tal como as braceletes de 22 mm, para criar uma infinidade de estilos diferentes. Pode fazer o tracking de todo o tipo de parâmetros habituais, como frequência cardíaca, nível de oxigénio no sangue, sleep tracking, mais de 120 actividades físicas, sleep tracking, fazer telefonemas, e tem GPS.
O CMF Watch Pro 3 está disponível por 63 euros na Amazon Espanha.

Se quiserem combinar com o resto da família para ficarem com o conjunto completo, podem também optar pelo Nothing Phone 3 e pelos CMF Buds Pro 2 - ou aguardarem pela nova geração.

Este smartwatch tem protecção IP68 para uso despreocupado em todo o tipo de ambientes, e a Nothing promete que a sua bateria é suficiente para lhe dar uma autonomia de até 13 dias de uso típico - mas que se podem reduzir para 4.5 dias em uso intensivo com o ecrã always-on ligado.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

№ 15

Google dá volta de 180° no icon do Sheets

A Google parece ter feito um lapso cómico com o icon do Sheets, colocando-o de pernas para o ar - algo que agora corrigiu.

A Google parece ter reconhecido o erro na última remodelação do ícon do Sheets, rodando-o 180 graus para que passe a parecer-se mais com uma folha de cálculo. A alteração não muda as cores, formas ou elementos do ícone, consistindo apenas na rotação da sua orientação.

Na nova versão, as linhas na parte superior e esquerda representam melhor as colunas e linhas de uma folha de cálculo ao contrário do que acontecia anteriormente, tornando o design mais intuitivo.
A mudança faz parte da actualização visual que a Google tem vindo a aplicar aos ícones das suas aplicações, com formas mais arredondadas e gradientes de cor. Neste caso, porém, a alteração não consegue esconder que se trata de uma correção de um erro curioso que, de alguma forma, passou despercebido até ter chegado ao público.

A Google não comentou oficialmente o motivo da mudança, por isso não se sabe se a orientação anterior era mesmo um engano. De qualquer forma, o novo ícone cumpre melhor o objectivo, sendo subconscientemente mais fácil perceber que representa uma folha de cálculo.

№ 16

Claude com watermark nos textos

O Claude (e outros modelos AI) vão começar a incluir watermarks em todos os textos gerados, para identificar que foram gerados por AI.

Depois das watermarks nas imagens, também os textos gerados por modelos AI vão começar a incluir marcadores para identificar conteúdos gerados por AI. A Anthropic começou a incluir watermarks no texto gerado pelos modelos Claude a partir de 2 de Agosto de 2026. A medida pretende cumprir os requisitos de transparência previstos no EU AI Act.

Ao contrário do que acontece com as imagens, onde existem inúmeras formas de esconder estes marcadores de forma imperceptível, a sua aplicação no texto está a levantar mais questões. É que, embora a empresa assegure que os marcadores são "invisíveis" e não altera o texto, a própria definição de estar integrado no texto significa que a técnica terá que ser obviamente visível e afectar a escolha de palavras. A Anthropic diz que o sistema conseguirá detectar a origem do texto mesmo após copy-pastes e pequenas alterações no texto, e que, para quem lê o conteúdo, os marcadores são completamente imperceptíveis.

Prevê-se que, tal como aconteceu nas imagens, seja uma questão de tempo até que surjam ferramentas não oficiais para detectar e remover estes marcadores. Até lá, há que ter a noção de que mesmo um texto original escrito por um humano, que peça uma revisão a um modelo AI, se arrisque a ficar marcado como tendo sido gerado inteiramente por AI. Em suma, vai começar a ser cada vez mais complicado diferenciar entre textos humanos, AI, ou mistos.

№ 17

Extensão tomadas Tessan com 4 USB + 2 tomadas a €25

Uma excelente opção para quem tem que lidar com um número crescente de dispositivos USB para recarregar, é usar uma extensão de tomada com portas USB integradas, como é o caso desta Tessan com 2 tomadas mais 4 USB.

Hoje em dia temos uma grande variedade de carregadores USB, mas estas extensões de tomada com portas USB integradas acabam por ser uma solução bastante atractiva, já que permitem manter a utilidade da tomada original, mas adicionando portas USB adicionais para carregarem outros equipamentos sem necessidade de carregadores individuais.
Esta extensão de tomada Tessan com 2 tomadas mais 4 USB (2 USB-C + 2 USB-A) está disponível por 25 euros na Amazon Espanha.

As portas USB podem fornecer até 30 W (PD) no total, sendo divididos à medida que se ligam mais dispositivos. Por exemplo, se ligarmos um dispositivo na porta USB-C e outra numa porta USB-A, poderá fornecer 15W a cada um deles em simultâneo. Quanto à extensão em si, conta com um cabo de 2 metros, facilitando o processo de a colocar num ponto mais adequado em relação à tomada onde for ligada.

É uma opção bastante interessante, especialmente tendo em conta a crescente panóplia de dispositivos USB que vamos tendo, dos smartphones e tablets e coisas como smartwatches, colunas Bluetooth, escovas de dentes, máquinas de barbear, etc. E desta forma, em vez de transportamos vários carregadores, fica tudo condensado num único bloco compacto de uma extensão de tomadas.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

№ 18

Google Search pode perder botão de pesquisa

O impacto da era "AI" é de tal ordem que a Google está a considerar retirar o botão de pesquisa da sua página principal.

Não é frequente a Google alterar significativamente a sua página principal de pesquisa, mas é isso que está a testar com uma versão da página inicial do Search que remove o tradicional botão "Google Search" e coloca as funcionalidades de inteligência artificial em destaque. A alteração está a ser disponibilizada a um pequeno grupo de utilizadores e substitui o botão por três atalhos: "Create images", "Ask about files" e "Brainstorm".

Cada opção dá acesso directo a uma ferramenta AI. O "Create images" permite gerar imagens com o Nano Banana, enquanto o "Ask about files" permite carregar ficheiros e fazer perguntas sobre o seu conteúdo. Já o "Brainstorm" inicia uma conversa com AI para explorar ideias ou discutir diferentes temas. O botão "I'm Feeling Lucky" continua disponível na nova interface.
Apesar da mudança visual, a pesquisa tradicional não desaparece. Um responsável pelo Google Search já confirmou que se trata de um teste e que a alteração dos botões não afecta o funcionamento principal do Search. Os utilizadores continuam a poder escrever uma pesquisa e carregar em Enter ou Return para obter os resultados habituais - algo que diz ser o método típico usado pela maioria dos utilizadores, que não se dá ao trabalho de clicar no botão.

A experiência mostra, no entanto, o destaque que a Google quer dar às suas ferramentas AI. Ao remover a referência à pesquisa tradicional da sua página inicial, o foco vai imediatamente para a possibilidade de geração de imagens, análise de ficheiros e conversação com o seu agente Gemini. Algo que se pode considerar ser uma forma "fácil" de cativar imediatamente milhares de milhões de utilizadores antes que estes se sintam tentados a recorrer a ferramentas AI concorrentes.

№ 19

Bug no Google Home iOS está a ligar todas as luzes

Um estranho bug está a fazer com que os utilizadores do Google Home iOS fiquem com todas as luzes ligadas em casa.

Com a transição para as casas inteligentes, ficamos também sujeitos a ver os bugs passarem do mundo digital para o mundo real, com consequências potencialmente mais irritantes. Desta vez é um bug no Google Home para iOS que está a ligar automaticamente todas as luzes de casa sempre que os utilizadores abrem a app. O problema parece afecta todo o tipo de dispositivos luminosos, incluindo lâmpadas e fitas LED ligadas ao Google Home, sem que seja necessária qualquer interacção. Para tornar a situação ainda mais frustrante, desligar as luzes manualmente pode não resultar, já que as mesmas voltam a ligar-se poucos segundos depois.

A falha não parece estar limitada a uma marca específica. Há relatos envolvendo dispositivos Govee, Philips Hue, Tapo, Kasa e até sistemas que utilizam hubs ou bridges para ligar diferentes dispositivos. Por enquanto, tudo indica que o problema está limitado à aplicação para iPhone e iPad, já que as versões para Android e web continuam a funcionar normalmente. Não existe, para já, uma solução oficial, o que tem obrigado alguns utilizadores a desligar temporariamente as contas de serviços de terceiros ou encerrar completamente a app. Outros optaram por desligar fisicamente as luzes para impedir que se voltassem a ligar sempre que o Google Home fosse aberto.

Como se poderá imaginar, a situação é incrivelmente desoladora, e faz-nos apenas imaginar como as coisas poderão piorar. Imagine-se que o próximo bug passa por ligar robots aspiradores a altas horas da madrugada, ou alterar as definições do ar condicionado para temperaturas geladas ou super quentes, ou abrir/fechar estores e portas, ou tudo o mais que vai sendo possível fazer-se com os smart devices.

№ 20

Ganha um tapete RGB para rato

Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta vez a escolha recai sobre um tapete para rato de tamanho XL com iluminação RGB.

Milhões de pessoas usam um rato durante grande parte do dia, e milhões de pessoas lidam também constantemente com pequenas questões de ordem prática como: usar o rato numa superfície onde nem sempre funciona bem; ou usando um tapete de rato diminuto que está sempre a escorregar para onde não deve (ou a desintegrar-se com o tempo). Para resolver o problema de uma vez por todas, esta semana temos para vos oferecer um tapete para rato de tamanho XL com uma dimensão de 800 x 300 mm, espessura de 4 mm e iluminação LED RGB no rebordo. É o tapete ideal para cobrir toda a área de trabalho e nunca mais se preocuparem com o rato chegar ao limite do tapete.
Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

Loading…

Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.