PlanetGeek
№ 01

WLED 16 com novos efeitos nas fitas LED

Com o novo WLED 16 qualquer pessoa pode ter controlo total sobre fitas LED, com ainda mais possibilidades fáceis de usar.

O WLED é um dos firmwares open-source mais populares para controlar fitas LED endereçáveis, como as WS2812B, SK6812 e WS2811, utilizando microcontroladores de baixo custo como o ESP32 e o ESP8266. Criado em 2018 por Christian Schwinne (conhecido como Aircoookie) o projecto permitindo criar sistemas de iluminação avançados sem depender da cloud ou de hubs proprietários.

Através de uma interface web, acessível a partir de qualquer browser, ou de apps para iOS e Android, os utilizadores podem configurar facilmente as suas luzes. O WLED inclui mais de 100 efeitos de iluminação integrados, desde animações coloridas até efeitos sincronizados com música, recorrendo a bibliotecas como a FastLED e WS2812FX. Outra das grandes vantagens do WLED é a integração com plataformas de casa inteligente, incluindo o Home Assistant, Amazon Alexa e Google Home. Isto permite criar automações, programar horários e controlar a iluminação por voz, tornando-o uma solução extremamente versátil para projectos domésticos e profissionais. Além disso, suporta atualizações OTA (Over-the-Air), limitação automática de brilho para proteger a alimentação eléctrica, e uma vasta compatibilidade com diferentes tipos de fitas LED.



Na mais recente versão WLED 16, as suas capacidades são expandidas ainda mais, agora permitindo sobrepor múltiplos efeitos simultaneamente, o que expande consideravelmente o tipo de iluminação que se pode conseguir sem necessidade de ter que programar manualmente as fitas LED. Podemos também transferir facilmente GIFs animados para "ecrãs LED" (posicionando a fita de LEDs em formato matricial).

Para quem não quiser preocupar-se em montar o seu próprio ESP32 / ESP8266, há controladores prontos a usar a preço aceitável, como o GLEDOPTO Elite 4D-EXMU com ESP32, que permite controlar simultaneamente até 4 fitas LED RGBW com LEDs individuais.

№ 02

Meta recua no uso de AI no Instagram

Perante a polémica gerada, a Meta recuou na anunciada funcionalidade de transformação AI nas imagens no Instagram.

A Meta recuou e removeu a polémica funcionalidade de inteligência artificial do Instagram que permitia utilizar fotografias de contas públicas para criar novas imagens através da AI. A decisão surge na sequência de fortes críticas por parte de utilizadores e diversas entidades.

A funcionalidade fazia parte do lançamento do novo gerador de imagens Muse Image e permitia criar conteúdos através da simples menção (@) de uma conta pública do Instagram. No entanto, os utilizadores não eram notificados quando as suas fotografias eram utilizadas, levantando preocupações relacionadas com privacidade e potenciais abusos - para além de que a Meta automaticamente activou as novas opções para permitir este tipo de uso.
Numa actualização ao seu comunicado, a Meta reconheceu que a funcionalidade "não correspondeu às expectativas" e confirmou que foi desactivada. A empresa frisou que o seu objectivo era oferecer uma ferramenta criativa com opções de controlo para os utilizadores, mas admitiu que o feedback recebido demonstrou que a implementação não foi bem aceite pelos utilizadores.

A Meta vê-se numa posição em que não pode usar dois pesos e duas medidas. Por um lado diz levar a sério a privacidade dos utilizadores, ao ponto de nem permitir gravações nos seus óculos inteligentes se alguém tapar o LED indicador, por outro lado, activou automaticamente a opção que permitia que qualquer foto publicada no Instagram pudesser ser imediatamente manipulada pela sua nova funcionalidade AI.

№ 03

Elon e Musk e Sam Altman em nova troca de "galhardetes"

Elon Musk aproveitou o caso da Apple e voltou à carga nas bocas a Sam Altman, levando a novo episódio de "peixeirada" nas redes sociais.

Aquilo que Elon Musk pensa de Sam Altman voltou a ficar bem claro com novas trocas de acusações no X. Elon Musk aproveitou as acusações da Apple quanto ao roubo de dados pela OpenAI para voltar à carga, talvez em jeito de compensação por ter perdido o seu próprio processo contra a OpenAI.

Elon Musk começou por dizer que Sam Altman é um especialista em fraudes, a que Sam Altman respondeu dizendo que não é ele que anda a enganar os investidores com a promessa de datacenters no espaço, considerando também que estes novos ataques de Elon Musk são o melhor benchmark de que Musk está preocupado com o mais recente GPT-5.6 Sol da OpenAI (a SpaceX também lançou um novo Grok 4.5 nos últimos dias, mas que embora tenha melhorias, ainda não está ao nível dos modelos AI da Anthropic e OpenAI).
Elon Musk voltou a responder, assegurando que os datacenters espaciais começam a ser lançados já no próximo ano, e que Sam Altman até os poderá ver, se os seus agentes de liberdade condicional o permitirem - insinuando que por essa altura Sam Altman já terá sido condenado de alguma forma - e rematando que, depois de ter roubado a OpenAI, também roubou todos os segredos tecnológicos da Apple.

Enfim, é o equivalente às telenovelas para o público tecnológico, e que acabam por ter o mesmo efeito prático dos desafios de futebol, onde se juntam claques de cada equipa a ventilar que aproveitam para ventilar as suas frustrações do dia a dia apoiando o elemento X ou Y conforme as preferências.

E no final do dia, Elon Musk até agradece, com todas estas polémicas a trazerem mais alguns milhões de visualizações e interacções na sua rede X.

№ 04

SpaceX lança vídeo sobre os bastidores da Starship

A SpaceX revelou um pouco mais sobre os bastidores da criação da ambiciosa Starship.

Apesar de ainda não se ter materializado na versão de uso recorrente, a Starship da SpaceX não deixa de ser o mais ambicioso projecto espacial até à data, prometendo a capacidade de levar uma imensa quantidade de carga (ou pessoas) até ao espaço, e de poder regressar ao solo para ser reutilizada.

A ideia é que, no futuro, a nave possa ser lançada, regressar ao solo, reabastecida, e lançada imediatamente, sem necessidade de dias ou semanas de preparação. Ainda estamos bastante longe desse objectivo. Mas, em tempos não muito distantes também parecia loucura ter foguetes que pudessem aterrar e ser reutilizados, e neste momento temos Falcon 9 da SpaceX que já foram reutilizados dezenas de vezes.


Background on the Starship story pic.twitter.com/bRS6PfyswF

— Elon Musk (@elonmusk) July 10, 2026


Dito isto, ainda há um longo caminho a percorrer. O 13º voo de teste da Starship poderá acontecer já esta semana (a 15 de Julho) e, corra bem ou menos bem, certamente resultará em dados valiosos para continuar a evolução rumo ao seu objectivo final.

№ 05

EUA aprovam satélite reflector para iluminar o solo

Reacendendo preocupações sobre o potencial uso futuro como armas, os EUA aprovaram o primeiro satélite "espelho" para reflectir luz do sol para iluminar o solo.

A Federal Communications Commission (FCC) dos Estados Unidos aprovou o lançamento do Eärendil-1, o primeiro satélite de teste da startup Reflect Orbital concebido para reflectir luz solar sobre zonas da Terra durante a noite. A missão de demonstração deverá ser lançada até ao final de 2026 e servirá para testar a viabilidade desta tecnologia.

O satélite transporta um reflector ultrafino com 18 metros de lado, que será colocado numa órbita entre 600 e 650 quilómetros de altitude. A Reflect Orbital pretende utilizar o sistema para iluminar temporariamente áreas específicas durante alguns minutos, com possíveis aplicações em operações de busca e salvamento, estaleiros de construção, e até no aumento da produção de parques solares. Mas, pelo menos neste fase, não se pense que vai tornar a noite em dia, a intensidade luminosa fornecida é de apenas 0.1 lux, o que se torna equivalente a uma noite de lua cheia, abragendo uma área de cerca de 5 km.
Ainda assim, o projecto tem gerado forte oposição por parte de astrónomos e ambientalistas. Especialistas alertam que uma futura constelação com milhares de satélites poderá aumentar significativamente o brilho do céu nocturno, dificultando observações astronómicas e potencialmente afectando os ciclos naturais de plantas e animais. O European Southern Observatory (ESO) também considera que uma rede completa destes satélites representaria uma ameaça séria para a astronomia.

Apesar das críticas, a FCC considera que os potenciais impactos na astronomia e no ambiente não fazem parte do âmbito da sua avaliação regulatória. A agência defende que a autorização permite testar tecnologias espaciais inovadoras e promover o desenvolvimento de novos serviços, enquanto a Reflect Orbital assegura que irá colaborar com a NASA, a National Science Foundation, e a comunidade científica para minimizar os impactos negativos.

№ 06

Ghostcommit esconde comandos em imagens para enganar agentes AI

Depois das instruções em texto invisível nas páginas web, chegam um ataque que usa instruções escondidas em imagens para manipular agentes AI.

Investigadores da Universidade do Missouri–Kansas City descobriram uma nova técnica de ataque chamada Ghostcommit, capaz de esconder instruções maliciosas dentro de imagens para enganar agentes de AI. O objectivo é fazer com que estes sistemas exponham ficheiros confidenciais, como o .env de projectos, sem que os revisores humanos ou as ferramentas de segurança se apercebam.

O ataque tira partido de um ficheiro AGENTS.md, normalmente utilizado para definir regras de programação para agentes de AI. Em vez de incluir instruções suspeitas em texto, o ficheiro aponta para uma imagem PNG que contém comandos legíveis apenas quando analisados pela AI. Durante uma tarefa aparentemente normal, o agente interpreta essas instruções, lê o ficheiro .env e grava o seu conteúdo no código-fonte sob a forma de uma lista de números, contornando os detectores tradicionais.
Os investigadores verificaram que várias ferramentas de programação com AI executaram o ataque com sucesso, enquanto outras, como o Claude Code, recusaram seguir as instruções. Os resultados demonstram que o comportamento depende tanto do software utilizado como do modelo AI em si, mas que se tornam numa nova vulnerabilidade potencial para as plataformas de desenvolvimento assistido por inteligência artificial.

Para combater este tipo de ameaça, a equipa desenvolveu uma ferramenta de revisão multimodal que analisa não só o código e o texto, mas também as imagens presentes nos pedidos de alteração (pull requests). Nos testes realizados, o sistema conseguiu bloquear praticamente todos os ataques baseados em imagens, mostrando que futuras soluções de segurança terão de analisar todos os ficheiros de um projeto e não apenas o código-fonte.

№ 07

Google Home com sugestão de automações

A mais recente actualização do Google Home facilita a criação de automações.

A Google começou a distribuir nova actualização para o Google Home e o Gemini for Home, com várias melhorias para as casas inteligentes. O destaque vai para uma nova funcionalidade que sugere automaticamente automações úteis, facilitando a criação de rotinas para utilizadores iniciantes com pouca experiência, ou para os mais preguiçosos.

As novas Suggested Automations apresentam sugestões prontas para tarefas comuns, como rotinas matinais, poupança de energia, ou reforço da segurança da casa. Estas recomendações surgirão no topo do separador Automações da aplicação Google Home e serão disponibilizadas gradualmente a todos os utilizadores nas próximas semanas.
O Gemini for Home também recebeu melhorias, incluindo um novo visual para respostas apresentadas em ecrãs inteligentes, começando pelas informações meteorológicas e respostas de conhecimento geral. As respostas relacionadas com resultados desportivos passaram também a ser mais precisas, e as conversas contínuas estão agora mais fiáveis. Além das novas funcionalidades, a actualização corrige vários problemas, melhora a transmissão em directo das câmaras, os controlos de ventoinhas e fechaduras inteligentes, a configuração do Face Match, e a estabilidade geral da interface. Para câmaras compatíveis, passa também a ser possível controlar directamente a iluminação através da vista da câmara, incluindo o ajuste da intensidade da luz.

Curiosamente, também a mais recente actualização do Home Assistant se focou em facilitar a crição de automações, incluindo automações por zonas que não ficam dependentes de dispositivos específicos.

№ 08

Xiaomi revela Sky Nomad N90

Já temos detalhes e preço estimado do Sky Nomad N90, o SUV EREV da Xiaomi.

A Xiaomi revelou oficialmente o Sky Nomad N90, o primeiro SUV de grandes dimensões da sua nova submarca automóvel. Apenas um dia depois de divulgar o nome Sky Nomad, a empresa mostrou o modelo completo, entrando num novo segmento dos SUV familiares depois do sucesso obtido com os seus primeiros veículos eléctricos.
Ao contrário dos modelos 100% eléctricos da marca, o N90 utiliza uma motorização EREV (Extended-Range Electric Vehicle). O sistema combina dois motores eléctricos com um motor a gasolina 1.5 turbo, que funciona exclusivamente como gerador para recarregar a bateria, sem ligação mecânica às rodas. A bateria, fornecida pela Sunwoda e pela CALB, tem uma capacidade superior a 70 kWh, oferecendo entre 400 e 500 km de autonomia eléctrica e mais de 1.500 km de autonomia total com o depósito de combustível.
Com mais de 5,3 metros de comprimento e uma distância entre eixos de 3,1 metros, o N90 estará disponível em versões de cinco ou sete lugares. O habitáculo foi concebido para ser altamente modular, com piso totalmente plano, bancos dianteiros rotativos, consola central deslizante e várias configurações que transformam o interior num escritório, sala de reuniões ou espaço de lazer. O SUV também poderá incluir uma tenda de tejadilho, tomadas eléctricas e compatibilidade com estações de energia portáteis, apostando no crescente mercado de campismo de luxo.

A Xiaomi pretende posicionar o Sky Nomad N90 como uma alternativa a modelos de marcas como Li Auto e Aito, com um preço estimado abaixo dos 450.000 yuan (cerca de 56.800 euros).

№ 09

Apple acusa OpenAI de roubo de informação confidencial

A Apple acusa a OpenAI e ex-funcionários da Apple de terem roubado informação confidencial sobre os seus futuros produtos.

A aparente amigável relação entre a Apple e a OpenAI (o ChatGPT até foi o primeiro modelo AI a ter integração directa no iOS) parece ter dado uma volta de 180°. A Apple apresentou um processo judicial contra a OpenAI, acusando a empresa de roubo de segredos comerciais e violação de contratos através de uma alegada campanha para obter informação confidencial relacionada com futuros produtos e tecnologias. A acção, apresentada num tribunal da Califórnia, também identifica como arguidos dois antigos engenheiros da Apple, entre eles Tang Tan, actual director de hardware da OpenAI.

Segundo a Apple, Tang Tan terá utilizado nomes internos de projectos durante o recrutamento de funcionários, pedido que candidatos levassem componentes e protótipos da Apple para entrevistas, e aconselhado colaboradores sobre como contornar os procedimentos de segurança da empresa antes de saírem. Outro antigo engenheiro, Chang Liu, é acusado de não devolver um portátil da Apple e de descarregar documentação técnica confidencial antes de contratado pela OpenAI.
A Apple diz que a OpenAI utilizou informação confidencial sobre produtos não anunciados, processos de fabrico, fornecedores e técnicas de produção, no desenvolvimento dos seus próprios dispositivos AI. A empresa diz ainda ter alertado a OpenAI para estas preocupações em Fevereiro, mas que não recebeu qualquer resposta. Como resultado, pede ao tribunal que impeça a utilização desses segredos comerciais, obrigue à devolução de todo o material confidencial, e preserve as provas relacionadas com o caso.

Do seu lado, a OpenAI rejeitou as acusações, garantindo que não tem interesse nos segredos comerciais de outras empresas, e que continua focada no desenvolvimento da sua própria tecnologia inovadora. O processo surge numa altura em que a OpenAI acelera os seus planos para entrar no mercado de hardware, com um produto ainda desconhecido. Não se sabe se este caso também poderá estar relacionado com recentes rumores que indicavam que a Apple teria suspendido o projecto para os seus futuros AirPods com câmaras integradas, que se poderiam tornar num novo elemento para interacção com AI, permitindo aos agentes AI ter noção sonora e visual daquilo que o utilizador está a ver, sem ter que apontar manualmente a câmara do smartphone.

№ 10

Home Assistant 2026.7 facilita automações

O mais rececente Home Assistant 2026.7 vem com diversas melhorias que facilitam a criação de automações.

O Home Assistant 2026.7 já está disponível e traz várias melhorias, com destaque para uma grande reformulação do sistema de automações. A nova versão foi concebida para tornar a criação e gestão de automações bastante mais simples, o que se torna particularmente interessante para novos utilizadores - sem limitar as habituais opções avançadas para quem pretende personalizar tudo ao detalhe.

A principal novidade é uma interface que permite começar pelo que o utilizador pretende fazer, em vez de obrigar a configurar manualmente triggers, entidades ou condições. O Home Assistant passa agora a sugerir automaticamente as opções mais adequadas para cada objetivo, tornando a criação de automações muito mais rápida e acessível.
Outra melhoria importante é o suporte para áreas da casa, permitindo criar automações baseadas em divisões completas, em vez de depender de sensores ou dispositivos específicos. Isto permite fazer algo como ligar as luzes se houver movimento numa divisão, independentemente de se ter 1 ou 5 lâmpadas, ou 1 ou 3 sensores; e o mesmo para algo do tipo, alerta-me se houver movimento "fora de casa", independentemente do número de sensores no exterior. Como bónus adicional, faz com que as automações continuem a funcionar correctamente quando se substitui ou acrescenta dispositivos.



Esta actualização inclui ainda uma interface renovada para o histórico de actividades, actualizações agrupadas por categoria, e um novo botão "Update all" para instalar todas as actualizações de uma só vez.

Se no passado tinham experimentado o HA mas acharam que era demasiado complexo, está na altura de lhe darem uma nova oportunidade.

№ 11

UE considera Facebook e Instagram demasiado "viciantes"

O Facebook e Instagram da Meta poderão ter novos problemas na Europa, sendo considerados demasiado viciantes e agressivos, o que pode violar o DSA.

A Comissão Europeia concluiu, numa avaliação preliminar, que a Meta poderá estar a violar a Digital Services Act (DSA) devido ao design considerado viciante do Instagram e do Facebook. A investigação aponta para funcionalidades como o scroll infinito, autoplay, notificações, e os sistemas de recomendação como factores que incentivam uma utilização excessiva das plataformas.

Segundo a Comissão, a Meta não avaliou adequadamente o impacto destas funcionalidades na saúde física e mental dos utilizadores, em especial de menores e adultos mais vulneráveis. O executivo europeu considera que mecanismos como o scroll infinito e a reprodução automática incentivam o uso compulsivo das redes sociais, dificultando que os utilizadores interrompam a navegação. A investigação também conclui que as actuais ferramentas de gestão de tempo e de controlo parental não são suficientemente eficazes. Na opinião da Comissão Europeia, estas funcionalidades podem ser facilmente ignoradas e exigem, nalguns casos, conhecimentos técnicos demasiado complexos por parte dos pais para funcionarem correctamente. O Centro de Segurança da Meta também foi considerado insuficiente para reduzir os riscos associados ao design das plataformas.

A Comissão Europeia defende que a Meta deve alterar o funcionamento do Instagram e do Facebook, desactivando de origem funcionalidades como o autoplay e o scroll infinito, implementando pausas de utilização mais eficazes, e ajustando os algoritmos de recomendação para que se foquem menos em "agarrar" os utilizadores. A Meta terá agora oportunidade de responder às conclusões preliminares. Caso a decisão venha ser confirmada, a empresa poderá enfrentar uma multa de até 6% da sua facturação anual global.

№ 12

Mercedes CLA 45 4MATIC+ chega com três motores e 680 cv

O mais recente Mercedes-AMG CLA 45 4MATIC+ diz adeus ao motor a combustão, mas mantém o som falso para ajudar na transição para os eléctricos.

A Mercedes-AMG apresentou oficialmente o novo CLA 45 4MATIC+, a sua proposta totalmente eléctrica para o segmento dos desportivos compactos. Disponível nas versões berlina e Shooting Brake, o modelo abandona o motor a gasolina da geração anterior e aposta numa configuração de três motores eléctricos, que desenvolvem uma potência combinada de 680 cv - mais que suficiente para que não haja motivos para ter saudades da motorização antiga.
O sistema é composto por um motor dianteiro e dois traseiros com tecnologia axial flux, oferecendo tração integral totalmente variável. O resultado é uma aceleração dos 0 aos 100 km/h em apenas 3,0 segundos e uma velocidade máxima de 250 km/h, que pode subir para 270 km/h com o pack Performance. A energia é fornecida por uma bateria de 94 kWh, capaz de oferecer até 670 km de autonomia e suportar carregamentos rápidos de 330 kW, permitindo carregar de 10% a 80% em 22 minutos.
Apesar do elevado desempenho, a Mercedes-AMG quis manter a experiência emocional dos seus modelos a combustão. Para isso, criou o modo AMGFORCE S+, que utiliza mais de 1.600 gravações sonoras de um AMG A 45 S para simular o som de um motor tradicional, tanto no interior como no exterior do veículo. O sistema chega ao ponto de activar vibrações nos bancos para reproduzir mudanças de velocidade e outros efeitos sonoros específicos.
No interior, o CLA 45 estreia a mais recente geração do sistema MBUX baseada no MB.OS, com integração de ChatGPT e Google Gemini no assistente virtual. O modelo inclui ainda um modo específico para condução em pista, suspensão adaptativa, aerodinâmica activa e um design que mantém a identidade visual da gama AMG, marcando o início de uma nova geração de desportivos eléctricos da marca alemã.

Parece previsível que seja apenas o primeiro passo, e que em breve (talvez para responder ao futuro M3 eléctrico da BMW) se possa ter uma versão "55" com potência a roçar os 1000 cv.

№ 13

Testes de condução autónoma chegam a Portugal

Portugal vai abrir as estradas a testes de veículos autónomos já a partir deste mês de julho.

O novo decreto-lei, aprovado em Conselho de Ministros no final de abril e publicado recentemente em Diário da República, entra em vigor já este mês e cria o quadro legal que permite ensaios de condução autónoma na via pública portuguesa, mediante licença e cumprimento de requisitos técnicos, operacionais e de segurança.

Segundo o Governo, esta medida visa democratizar a mobilidade, incluindo cidadãos que não podem conduzir por limitações físicas ou de outra natureza, e abrir caminho a novas soluções de mobilidade individual e coletiva que reduzam a dependência do veículo próprio. Os testes ficam reservados a laboratórios de investigação, instituições de ensino superior e empresas dos setores automóvel, de infraestruturas e de transportes. Uma das exigências centrais do novo regime é o reforço do seguro obrigatório, cujo valor mínimo de cobertura passa a ser quatro vezes superior ao habitual, cobrindo danos corporais e materiais causados a terceiros.

As entidades interessadas terão ainda de apresentar um plano de mitigação de riscos e comprovar medidas de cibersegurança que impeçam acessos indevidos aos sistemas do veículo. Cada teste deve ser comunicado com antecedência e, no final, é obrigatória a entrega de um relatório que descreva qualquer acidente ou incidente ocorrido durante a experiência.
Tanto o condutor como o operador responsável pelos sistemas de elevada ou total automação têm de ter carta de condução há pelo menos seis anos e não podem ter registado crimes ou contraordenações rodoviárias nos últimos cinco anos. Durante os testes, os limites de velocidade do Código da Estrada são reduzidos em 20 km/h, os limites de álcool no sangue equiparam-se aos de um condutor profissional e nenhum dos dois pode exercer funções por mais de três horas seguidas, com intervalos mínimos de uma hora.

Os veículos usados nos ensaios têm de registar informação detalhada sobre o sistema automático, quem detém o controlo dinâmico do carro, velocidade, direção, travagem e histórico de intervenções humanas, além de guardar dados sobre ordens remotas e comunicações com outros veículos e infraestruturas. Licenças emitidas noutros países também poderão ser reconhecidas em Portugal, mediante pedido dirigido ao presidente do conselho diretivo do Instituto da Mobilidade e dos Transportes.

Esta medida chega numa altura em que a Waymo criou empresas na Europa e parece estar prestes a iniciar testes em Espanha e Portugal.


[Pela Estrada Fora]
№ 14

Routers Tenda com backdoor de acesso

Vários modelos de routers Tenda estão vulneráveis, por possuírem uma backdoor que dá acesso de administração.

Foi descoberta uma backdoor de autenticação em várias versões de firmware de routers Tenda, capaz de conceder acesso de administrador ao painel de gestão do equipamento. A vulnerabilidade, identificada como CVE-2026-11405, ainda não foi corrigida, uma vez que o fabricante não respondeu aos contactos das entidades responsáveis pela divulgação.

Segundo o CERT Coordination Center (CERT/CC), os firmwares afectados incluem um mecanismo de autenticação oculto que verifica uma palavra-passe alternativa armazenada internamente. Se essa palavra-passe for utilizada, o router concede acesso de administrador independentemente do nome de utilizador introduzido, contornando completamente o sistema de autenticação normal.

A falha afecta vários modelos Tenda, incluindo os routers FH1201, W15E, AC10, AC5 e AC6 V2. Um atacante com acesso ao painel de gestão poderá alterar definições da rede, desactivar funcionalidades de segurança, e comprometer outros dispositivos ligados à rede local.

Como ainda não existe uma actualização de segurança, a recomendação passa por desactivar imediatamente o acesso remoto ao painel de administração, e limitar a exposição da interface de gestão. É também recomendada a alteração do endereço IP predefinido do router. Embora ainda não existam indícios de ataques em larga escala, sabe-se que será uma questão de tempo até que esta falha seja adicionada ao leque de técnicas usadas pelas botnets que exploram equipamentos de rede vulneráveis.

№ 15

Monitores começam a mostrar popups no Windows 11

Monitores da LG começaram a mostrar popups publicitários por meio de actualizações indesejadas.

Alguns utilizadores estão a ser surpreendidos por alguns fabricantes de monitores instalarem automaticamente aplicações no Windows que podem apresentar publicidade de terceiros sem o consentimento explícito dos utilizadores. O caso mais recente envolve a LG, cujo app LG Monitor App Installer terá sido instalada automaticamente através do Windows Update sem qualquer pedido de autorização.

Segundo vários relatos, a aplicação apresentou uma janela popup a oferecer um teste gratuito de 30 dias do McAfee, levando alguns a pensar que o seu PC tinha ficado infectado com malware. A instalação terá ocorrido automaticamente após a ligação de monitores LG compatíveis, recorrendo à funcionalidade Windows de poder instalar automaticamente software associado a acessórios e periféricos.
Embora seja comum alguns fabricantes sugerirem a instalação das suas próprias aplicações, o caso da LG gerou maior controvérsia por estar a ser usado para publicidade de um serviço de terceiros. Também surgiram relatos de utilizadores de monitores Alienware e Dell a receberem notificações para instalar software associado aos seus equipamentos, embora (por agora) sem que isso fosse feito automaticamente.
Quem pretender evitar este comportamento pode desativar, nas definições do Windows, o arranque da app LG Monitor App Installer (em Settings - Apps - Startup), ou, de forma mais drástica, desactivar a opção que permite a transferência automática de aplicações associadas aos metadados dos dispositivos, ou desactivar completamente a Windows Store.

É certo que este tipo de coisa não é propriamente novidade - abrir a app da MSI faz surgir popups a tentar impingir o Norton 360 e outras coisas - mas não é por isso que se torna uma coisa desculpável.
Estamos a falar de produtos que foram comprados e pagos pelos utilizadores, não havendo desculpa para que sejam usados como veículo para publicidade acrescida. Já agora, aproveito também para relembrar toda a publicidade abusiva que muitas apps bancárias fazem, usando as notificações (que obviamente são recomendáveis ter activadas, para se estar a par de pagamentos e movimentos) para também enviar publicidade indesejada, sem qualquer opção para a desactivar. Parece que teremos que aguardar até que seja a UE a empurrar mais "burocracia" e a impôr regras nestas áreas, já que está visto que estas empresas são incapazes de se auto-regular.

№ 16

CdKeysales com Windows 11 desde €21 e Office desde €15

O Windows 11 está a receber algumas atualizações interessantes ultimamente, e tudo se resume a tornar o teu PC mais rápido e agradável de usar. A atualização de junho de 2026 traz um Low Latency Profile interessante que dá um boost de velocidade notável ao sistema - as apps abrem mais depressa e tudo parece mais imediato. Adicionaram suporte a Shared Audio para que várias pessoas possam ouvir o mesmo stream de áudio Bluetooth ao mesmo tempo, além de suporte Multi-App Camera que permite que diferentes programas usem a câmara de forma fluida sem conflitos. O Search também ficou mais rápido e inteligente, as ferramentas de acessibilidade como o magnifier foram melhoradas, e há toques úteis como a personalização da taskbar (que se pode mover para o topo ou lados), além do point-in-time restore para recuperação fácil em caso de problemas. Ideal para quem depende diariamente de ferramentas como o MS Office 2024 e Office 2024 LTSC.

No geral, a Microsoft tem-se concentrado em ajustes de performance, fiabilidade e aqueles pequenos detalhes de qualidade que tornam o uso diário mais suave. É o resultado de ouvir o feedback dos utilizadores e a entregar um Windows mais moderno, eficiente e sem complicações.


Código de desconto 30%: AB30

Windows

Lifetime MS Windows 11 Pro OEM KEY GLOBAL €21,50 (30% off code AB30)
Lifetime MS Windows 11 Home OEM KEY GLOBAL €28,61 (30% off code AB30)
Lifetime MS Windows 10 LTSC KEY GLOBAL €18,49 (30% 30% off code AB30)
Lifetime MS Windows 10 Pro OEM KEY GLOBAL €25,41 (30% off code AB30)
Lifetime MS Windows 10 Home OEM KEY GLOBAL €21,02 (30% off code AB30)

Office

Lifetime MS Office 2024 €17,15 (30% off code AB30)
Lifetime MS Office 2024 LTSC Standard €17.15 (30% off code AB30)
Lifetime MS Office 2019 Professional Plus Key GLOBAL €47.47 (30% off code AB30)
Lifetime MS Office 2016 Professional Plus Key GLOBAL €26.64 (30% off code AB30)
Microsoft Office 365 One Year Account for One Device €17.74 (30% off code AB30)
Canva Pro 1 Year Upgrade €9,99 (35% off code AB35) 



Combos Windows+Office

Lifetime Windows 10 Pro + Office 2016 Pro Plus Keys Pack €37.70 (30% off code AB30)
Lifetime Windows 10 Pro + Office 2019 Pro Plus Keys Pack €52.42 (30% off code AB30)

O processo de compra é bastante simples, bastando ir adicionando os produtos pretendidos ao carrinho de compras, e inserir o código de desconto no campo respectivo antes de prosseguir para o checkout.
Como activar o código de desconto AB30
Depois de adicionado ao carrinho (botão Comprar Agora), antes de confirmar a encomenda, deverá inserir o código AB30 na caixa "Código de promoção" e clicar em "Aplicar".

É possível fazer o pagamento via PayPal - o que é sempre recomendado como medida de protecção adicional em todas as compras online - e temos à disposição o serviço de suporte via live chat no site ou através do email [email protected].


Como activar a licença do Windows 10 / 11
Para activar a licença do Windows 10 ou Windows 11, basta aceder às configurações do Windows e, na secção "Ativação" clicar no botão "Alterar chave do produto". Surgirá uma janela onde se pode inserir o código de activação do Windows que acabou de adquirir.
Ao concluir, será apresentada uma mensagem informando que a licença está activa e validada.
É possível fazer o pagamento via PayPal - o que é sempre recomendado como medida de protecção adicional.

Não se esqueçam que no caso dos Windows e Office, o download continuará a ser feito do site da Microsoft, com a compra a disponibilizar apenas as chaves para activar os produtos:

[Artigo patrocinado por Mediamz]


№ 17

CMF by Nothing Watch 3 Pro a €68

O Watch 3 Pro da CMF, marca económica da Nothing, já está disponível.

Os fãs Nothing continuam a poder optar pelos produtos da sua marca CMF para dispositivos mais económicos, e no caso dos smartwatches isso traduz-se no seu mais recente wearable.

O Watch 3 Pro vem com ecrã AMOLED circular de 1.43", com mais de 120 mostradores disponíveis. A moldura do relógio pode ser substituída pelos utilizadores tal como as braceletes de 22 mm, para criar uma infinidade de estilos diferentes. Pode fazer o tracking de todo o tipo de parâmetros habituais, como frequência cardíaca, nível de oxigénio no sangue, sleep tracking, mais de 120 actividades físicas, sleep tracking, fazer telefonemas, e tem GPS.
O CMF Watch Pro 3 está disponível por 68 euros na Amazon Espanha.

Se quiserem combinar com o resto da família para ficarem com o conjunto completo, podem também optar pelo Nothing Phone 3 e pelos CMF Buds Pro 2 - ou aguardarem pela nova geração.

Este smartwatch tem protecção IP68 para uso despreocupado em todo o tipo de ambientes, e a Nothing promete que a sua bateria é suficiente para lhe dar uma autonomia de até 13 dias de uso típico - mas que se podem reduzir para 4.5 dias em uso intensivo com o ecrã always-on ligado.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

№ 18

Sony RX10 V mantém aposta nas super-zoom

Quase uma década depois, a Sony lança a nova câmara super-zoom Sony RX10 V.

A Sony apresentou a RX10 V, sucessora da popular RX10 IV lançada em 2017. A nova bridge camera mantém o sensor Exmor RS CMOS de 20.1 MP e a objectiva Zeiss Vario-Sonnar T 24-600 mm f/2.4-4*, mas chega com um conjunto de melhorias significativas no corpo, desempenho, e funcionalidades de fotografia e vídeo.
O novo modelo adopta um design mais moderno inspirado na série Alpha, com menus actualizados, joystick dedicado para focagem automática, visor electrónico de maior resolução e um ecrã mais nítido. A Sony também substituiu a antiga bateria NP-FW50 pela mais moderna NP-FZ100, aumentando a autonomia em mais de 50%. Entre as restantes novidades estão a porta USB-C, WiFi de 5 GHz, e maior resistência ao pó e à humidade.
No interior, a RX10 V utiliza o processador Bionz XR com unidade dedicada de AI, oferecendo um sistema de focagem automática mais avançado, capaz de reconhecer pessoas, animais e veículos, além de um seguimento de objectos melhorado. A velocidade de disparo contínuo sobe para 30 fps sem interrupções no visor, embora continue sem incluir a funcionalidade de pré-captura.
A gravação de vídeo também foi actualizada, passando a suportar 4K a 60 fps em toda a largura do sensor e 4K a 120 fps com um pequeno corte na imagem. A câmara inclui ainda gravação 10-bit 4:2:2, perfis S-Cinetone e S-Log3, suporte para LUTs personalizados, estabilização Active Mode, Auto Framing e transmissão em directo em 4K, reforçando a posição da RX10 V como uma das bridge cameras mais completas do mercado.

O grande senão é que a câmara é agora lançada com um preço de 2.300 dólares (face aos 1.700 do modelo anterior) - que ainda assim, pode ser tentador, considerando que os modelos usados da geração anterior podiam atingir valores bem superiores, a rondar os 3 mil dólares.

№ 19

Chat Control aprovado em sessão vergonhosa no Parlamento Europeu

Apesar da maioria dos votos contra, o Chat Control passou no Parlamento Europeu por não ter conseguido atingir os votos necessários para ser chumbado.

A União Europeia aprovou a prorrogação do Chat Control 1 por mais dois anos, apesar de o Parlamento Europeu ter rejeitado anteriormente a proposta por duas vezes este ano. A extensão foi aprovada através de um procedimento de urgência, permitindo que a legislação temporária continue em vigor.

O Chat Control 1 foi inicialmente criado como uma medida provisória para que a sua eficácia pudesse ser avaliada. No entanto, no final de 2025, a própria Comissão Europeia concluiu que não era possível determinar se a legislação tinha produzido resultados efectivos. Ainda assim, os Estados-membros e parte do Parlamento avançaram com a renovação da medida. Durante a votação, a maioria dos eurodeputados apoiou alterações que teriam travado a extensão da legislação. Contudo, por se tratar de um procedimento de urgência (algo que nem deveria ser possível de aplicar numa medida já chumbada repetidamente), era necessária uma maioria de 361 votos, um número que não foi alcançado na véspera da entrada em férias, dia em que muitos deputados já nem estavam presentes.
Apesar dos 314 votos a favor da rejeição e apenas 276 a quererem mantê-lo, o Chat Control 1 acabou por ser prolongado e continuará a permitir que as empresas tecnológicas analisem determinadas comunicações sem necessidade de mandado judicial ou suspeita individual.

Apesar desta decisão, a atenção centra-se agora no Chat Control 2, uma proposta muito mais abrangente. Ao contrário da legislação actual, a nova versão poderá obrigar todos os fornecedores de serviços de comunicação a analisar as mensagens dos utilizadores de forma mais extensa, reacendendo o debate sobre privacidade, segurança e vigilância digital na União Europeia. Esperemos que os deputados fiquem agora melhor informados quanto a estas manobras que podem fazer passar medidas apesar de terem mais votos contra do que votos a favor.

№ 20

OpenAI lança GPT-5.6 e ChatGPT Work

A OpenAI lançou finalmente os novos modelos GPT-5.6, que chegam em versões Sol, Terra e Luna.

A OpenAI apresentou oficialmente a nova família de modelos GPT-5.6, composta por três variantes: Sol, Terra e Luna. Os novos modelos oferecem melhor desempenho em áreas como programação, trabalho empresarial, e investigação científica, ao mesmo tempo que são mais rápidos e eficientes que as gerações anteriores.

O Sol é o modelo mais avançado da família e, segundo a OpenAI, é o seu melhor modelo de programação até à data. A empresa destaca ainda que o GPT-5.6 é o seu modelo mais poderoso para cibersegurança, capaz de realizar tarefas como análise de ameaças, revisão de código, aplicação de correções e simulação de ataques para identificar vulnerabilidades, consumindo menos recursos do que os modelos anteriores.





Além dos novos modelos, a OpenAI lançou também o ChatGPT Work, uma ferramenta direccionada para empresas que funciona em computadores, web, e dispositivos móveis. A aplicação foi desenvolvida para ajudar equipas em tarefas do dia a dia, como criar documentos, folhas de cálculo, apresentações e outros conteúdos de produtividade.

A OpenAI diz que a família GPT-5.6 supera os modelos concorrentes da Anthropic em vários testes de referência, especialmente na programação, sendo também mais rápidas e com custo mais reduzido. Os novos modelos já estão disponíveis no ChatGPT, Codex e na OpenAI API, permitindo a sua utilização tanto por utilizadores individuais como por empresas e programadores. Relembre-se que a OpenAI lançou recentemente o novo modo de voz bidireccional, e os rumores são a de que o futuro GPT-6.0 poderá chegar mais cedo do que se espera, já nas próximas semanas.