PlanetGeek
№ 01

Como fazer um expositor iluminado com filamento LED COB

Quem desejar apresentar orgulhosamente os seus "brinquedos", pode criar um vistoso expositor com filamentos LED.

Este é mais um daqueles projectos que é extremamente simples mas que se torna visualmente bastante impressionante. Em vez de simplesmente exibir algo como carros Hot Wheel F1 de colecção numa prateleira, podemos dar-lhes destaque especial com um expositor personalizado e com iluminação LED, que faz toda a diferença.

É isso que podemos replicar com este projecto Hot Wheels Display Stand. Sem surpresas, a parte física do mostrados é impressa em 3D; enquanto do lado da electrónica temos também o assistente habitual neste tipo de projectos: um ESP32, aqui auxiliado por uma placa COB LED Driver auxiliar. O elemento que transforma por completo a parte visual é o recurso a filamento LED COB, que replica aquilo que noutros tempos teria que ser feito com "fio electroluminescente", com outro tipo de requisitos mais complicados em termos electrónicos.



Com o filamento LED COB, podemos replicar o efeito de "fios luminosos", mantendo a simplicididade de uso e controlo dos LEDs tradicionais. Neste caso, o projecto é também facilitado pelo uso de filamentos LED com cores fixas, limitando o controlo à intensidade.

Como temos um ESP32 a tomar conta de tudo, podemos controlar a iluminação remotamente, de forma independente; e abre as portas a todo o tipo de melhorias: podemos implementar temporizadores para ligar automaticamente a determinadas horas; ou adicionar um sensor de luminosidade ou de movimento, para que se ilumine apenas quando estiver escuro ou quando alguém se aproximar. Enfim, não faltam possibilidades, é deixar a imaginação seguir o seu curso. Isto sem esquecer que o mesmo sistema poderá ser usado para todo e qualquer outro tipo de elemento a exibir, como construções LEGO, peças vintage, livros, etc.

№ 02

Como fazer um expositor iluminado com filamento LED COB

Quem desejar apresentar orgulhosamente os seus "brinquedos", pode criar um vistoso expositor com filamentos LED.

Este é mais um daqueles projectos que é extremamente simples mas que se torna visualmente bastante impressionante. Em vez de simplesmente exibir algo como carros Hot Wheel F1 de colecção numa prateleira, podemos dar-lhes destaque especial com um expositor personalizado e com iluminação LED, que faz toda a diferença.

É isso que podemos replicar com este projecto Hot Wheels Display Stand. Sem surpresas, a parte física do mostrados é impressa em 3D; enquanto do lado da electrónica temos também o assistente habitual neste tipo de projectos: um ESP32, aqui auxiliado por uma placa COB LED Driver auxiliar. O elemento que transforma por completo a parte visual é o recurso a filamento LED COB, que replica aquilo que noutros tempos teria que ser feito com "fio electroluminescente", com outro tipo de requisitos mais complicados em termos electrónicos.



Com o filamento LED COB, podemos replicar o efeito de "fios luminosos", mantendo a simplicididade de uso e controlo dos LEDs tradicionais. Neste caso, o projecto é também facilitado pelo uso de filamentos LED com cores fixas, limitando o controlo à intensidade.

Como temos um ESP32 a tomar conta de tudo, podemos controlar a iluminação remotamente, de forma independente; e abre as portas a todo o tipo de melhorias: podemos implementar temporizadores para ligar automaticamente a determinadas horas; ou adicionar um sensor de luminosidade ou de movimento, para que se ilumine apenas quando estiver escuro ou quando alguém se aproximar. Enfim, não faltam possibilidades, é deixar a imaginação seguir o seu curso. Isto sem esquecer que o mesmo sistema poderá ser usado para todo e qualquer outro tipo de elemento a exibir, como construções LEGO, peças vintage, livros, etc.

№ 03

Ganha um carregador USB 1000W 10-portas [gadget do mês Clube AadM+]

Todos os meses temos prémios exclusivos para os membros do Clube AadM+; e este mês o gadget que temos para oferecer é um mega carregador USB de 10-portas e 1000W.

Para acabar de vez com a necessidade de carregadores USB dedicados, este mês propomos um mega-carregador GAN III que tem capacidade para lidar com tudo que se tiver que enfrentar. Com 8 portas USB-C e 2 portas USB-A, fica apto para carregar tanto equipamentos mais antigos como os mais modernos portáteis com carregamento USB-C. Temos 8 portas USB-C de carregamento rápido PD (4 de 140 W + 4 de 100 W) e 2 portas USB-A QC de 20 W.

Como é habitual, os membros do Clube AadM+ não precisam fazer nada para estarem automaticamente habilitados a esta prenda - sendo por isso recomendado que adiram ao Clube AadM+ para terem acesso a estes gadgets exclusivos todos os meses,

Aproveito também para relembrar que os membros do Clube AadM+, para além destes gadgets exclusivos mensais, também têm direito a outras vantagens, como descontos num crescente número de parceiros que se têm associado a esta iniciativa. Se ainda não aderiste, está na altura ideal para o fazeres e usufruíres de todas estas vantagens, junta-te ao Clube AadM+ e não deixes de convidar os teus amigos - quantos mais formos, melhores serão as prendas que poderemos oferecer. :)


№ 04

NASA prepara base lunar permanente

A NASA quer criar uma base lunar permanente no pólo sul da Lua, em parceria com várias empresas privadas como a Blue Origin e SpaceX.

A NASA revelou novos detalhes sobre os seus ambiciosos planos para estabelecer uma presença humana permanente na Lua através do programa Artemis. Segundo a agência espacial norte-americana, a futura base lunar poderá ocupar uma área que eventualmente crescerá para centenas de quilómetros quadrados na região do polo sul lunar, transformando-se numa verdadeira cidade científica dedicada à exploração espacial e à preparação de futuras missões para Marte.

A escolha do polo sul deve-se à presença de grandes reservas de gelo de água em crateras permanentemente à sombra, um recurso considerado essencial para sustentar missões de longa duração. A NASA explicou que a dimensão da base resulta da necessidade de distribuir diferentes infraestruturas pelo terreno, incluindo habitats para astronautas, sistemas de energia, laboratórios científicos e zonas de exploração. Algumas instalações terão de ficar separadas por vários quilómetros, nomeadamente os futuros sistemas de energia nuclear, por razões de segurança.
Antes da construção da base, a agência pretende utilizar pequenos drones chamados MoonFall (grande falhanço não terem sido chamados "Eagle") para explorar a região e identificar os locais mais adequados para futuras infraestruturas. O primeiro conjunto destes robots deverá chegar à Lua em 2028. Paralelamente, a NASA selecionou as empresas Astrolab e Lunar Outpost para desenvolver os novos veículos lunares Artemis, que poderão operar de forma autónoma e estarão na superfície antes da chegada das próximas missões tripuladas.

O projecto será implementado em três fases. A primeira decorre até 2029 e será dedicada à recolha de dados e ao estabelecimento de acesso regular à superfície lunar. Entre 2029 e 2032 será criada a capacidade operacional inicial da base. A partir de 2032, a NASA pretende alcançar uma presença humana semi-permanente na Lua. A agência considera esta infraestrutura o primeiro posto avançado da humanidade noutro mundo, numa corrida espacial onde os Estados Unidos procuram também manter vantagem sobre os planos lunares da China.

Infelizmente, para a Blue Origin as coisas não estão a começar da melhor forma, e a Starship da SpaceX continua a necessitar de melhorias para se tornar totalmente operacional.

№ 05

Chrome com protecção de roubo de cookies

Depois da fase beta, a Google faz chegar a protecção contra roubo de cookies a todos os utilizadores do Chrome.

A Google começou a disponibilizar uma importante funcionalidade de segurança no Chrome destinada a combater um dos métodos mais utilizados para roubo de contas online. A tecnologia Device Bound Session Credentials (DBSC) começou a ser testada em Abril e visa impedir o roubo de cookies de sessão que podem ser usados para aceder a contas, mesmo aquelas que são protegidas por autenticação multifactor.

Os cookies de sessão são pequenos ficheiros que permitem aos websites manter os utilizadores autenticados após o início de sessão. Nos últimos anos, diversos tipos de malware especializados em roubo de informação passaram a capturar estes cookies para contornar palavras-passe e sistemas de autenticação adicionais. O DBSC procura eliminar esse problema ao associar criptograficamente cada sessão ao dispositivo onde o utilizador efectuou o login.
A funcionalidade tira partido de componentes de segurança presentes no hardware dos computadores, como o Trusted Platform Module (TPM) no Windows ou o Secure Enclave nos dispositivos Apple. As chaves criptográficas necessárias para validar a sessão são geradas e armazenadas nestes módulos protegidos, impedindo que sejam copiadas ou utilizadas noutro equipamento. Mesmo que um atacante consiga roubar um cookie de sessão, não conseguirá utilizá-lo sem acesso às chaves armazenadas no dispositivo original.

Segundo a Google, a tecnologia já está a ser distribuída para contas pessoais, subscritores Workspace Individual e clientes Google Workspace. Com isto, espera-se que o roubo de cookies para autenticação se torne irrelevante, com os óbvios benefícios de segurança para os utilizadores.

№ 06

Chrome com protecção de roubo de cookies

Depois da fase beta, a Google faz chegar a protecção contra roubo de cookies a todos os utilizadores do Chrome.

A Google começou a disponibilizar uma importante funcionalidade de segurança no Chrome destinada a combater um dos métodos mais utilizados para roubo de contas online. A tecnologia Device Bound Session Credentials (DBSC) começou a ser testada em Abril e visa impedir o roubo de cookies de sessão que podem ser usados para aceder a contas, mesmo aquelas que são protegidas por autenticação multifactor.

Os cookies de sessão são pequenos ficheiros que permitem aos websites manter os utilizadores autenticados após o início de sessão. Nos últimos anos, diversos tipos de malware especializados em roubo de informação passaram a capturar estes cookies para contornar palavras-passe e sistemas de autenticação adicionais. O DBSC procura eliminar esse problema ao associar criptograficamente cada sessão ao dispositivo onde o utilizador efectuou o login.
A funcionalidade tira partido de componentes de segurança presentes no hardware dos computadores, como o Trusted Platform Module (TPM) no Windows ou o Secure Enclave nos dispositivos Apple. As chaves criptográficas necessárias para validar a sessão são geradas e armazenadas nestes módulos protegidos, impedindo que sejam copiadas ou utilizadas noutro equipamento. Mesmo que um atacante consiga roubar um cookie de sessão, não conseguirá utilizá-lo sem acesso às chaves armazenadas no dispositivo original.

Segundo a Google, a tecnologia já está a ser distribuída para contas pessoais, subscritores Workspace Individual e clientes Google Workspace. Com isto, espera-se que o roubo de cookies para autenticação se torne irrelevante, com os óbvios benefícios de segurança para os utilizadores.

№ 07

NAS Raspberry Pi 5 para 4 discos e 2.5 Gbps

Usando um Raspberry Pi 5, podemos criar o nosso mini NAS para melhor gestão dos conteúdos digitais em casa.

Numa altura em que os discos e SSDs têm sofrido com o agravemento dos preços, faz mais sentido que nunca reaproveitar os discos que se podem ter acumulado em casa ao longo das últimas décadas.

Este Raspberry Pi Storage Server (NAS) é um projecto faça-você-mesmo que recorre a um Raspberry Pi 5 como elemento central para criar um NAS que suporta até 4 discos / SSD SATA. A acompanhar temos um Radxa Penta SATA HAT, que possibilita ligar quatro discos directamente na placa, e ainda mais um disco externa via eSATA - o que se pode revelar útil para certos casos.
Temos depois algumas recomendações interessantes, como usar o Raspberry Pi OS Lite para evitar desperdício de recursos, em conjunto com o OpenMediaVault; assim como o uso de um adaptador USB para Ethernet 2.5 Gbps, proporcionando mais do dobro do desempenho que seria possível usando-se a porta Ethernet de 1 Gbps do Raspberry Pi.

O único senão é que, com o aumento de preço dos Raspberry Pi, e o Radxa Penta SATA HAT a custar perto de 100 euros, este mini NAS arrisca-se a não ter um preço tão "mini" quanto se desejaria. Ainda assim, para quem já tiver um RPI 5 sem saber em que o usar, e discos para reaproveitar, não deixar de ser uma hipótese a ter em conta.

№ 08

YouTube melhora podcasts com auto-speed e controlos simplificados

O YouTube está a melhorar a audição de podcasts - mas só para quem pagar pelo YouTube Premium.

O YouTube anunciou três novas funcionalidades destinadas a melhorar a experiência de ouvir podcasts na plataforma, mas que são exclusiva para subscritores do YouTube Premium.

A primeira novidade chama-se On-the-go Mode e foi criada para quem ouve podcasts enquanto se desloca. Esta interface apresenta controlos simplificados e de acesso rápido, permitindo avançar ou recuar episódios facilmente durante uma caminhada, corrida ou viagem, sem necessidade de navegar por menus mais complexos.

A segunda funcionalidade é o Auto Speed, um sistema inteligente que ajusta automaticamente a velocidade de reprodução consoante o conteúdo. O YouTube explica que a funcionalidade pode acelerar segmentos onde o discurso é mais lento e reduzir a velocidade em momentos com maior densidade de informação. Os utilizadores continuam a poder definir manualmente a velocidade caso prefiram manter controlo total sobre a reprodução.




Por último, a empresa está a expandir o Ask Music para podcasts. A ferramenta AI passará a sugerir programas personalizados com base nos gostos do utilizador, no seu estado de espírito ou nos podcasts que já subscreve. Segundo o YouTube, o objectivo é facilitar a descoberta de novos conteúdos e fazer recomendações relevantes.

№ 09

iPhone 18 Pro deverá ter câmara com abertura variável

Como elemento de atracção para a geração iPhone 18 Pro, a Apple deverá adoptar uma câmara de abertura variável pela primeira vez num iPhone.

A Apple prepara uma das maiores evoluções nas câmaras do iPhone dos últimos anos com a chegada do iPhone 18 Pro, mas a novidade terá também um impacto significativo nos custos de produção. Segundo novas informações da cadeia de fornecimento, o novo sistema de abertura variável da câmara principal custará cerca de 50% mais do que o módulo actualmente utilizado nos modelos iPhone Pro.

A tecnologia permitirá ajustar fisicamente a abertura da lente, algo que os iPhones nunca ofereceram até agora. Enquanto os modelos actuais utilizam uma abertura fixa, a nova solução permitirá controlar a quantidade de luz que entra no sensor de forma dinâmica, melhorando a exposição em diferentes cenários e oferecendo maior controlo sobre o efeito de profundidade de campo nas fotografias.

▌The latest supply chain checks indicate that Sunny Optical is seeing several new positive trends:
1. Leveraging its existing optical technology strengths, the company is preparing to enter AI server CPO / silicon photonics coupling components.
2. Securing orders for optical…

— 郭明錤|Ming-Chi Kuo (@mingchikuo) May 29, 2026
Os rumores sobre esta funcionalidade circulam há vários anos e apontam para uma estreia nos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max. A mudança aproxima o iPhone das câmaras profissionais e de alguns smartphones de outros fabricantes (como a Samsung) avançados que adoptaram sistemas de abertura variável nos seus smartphones.

Sabendo que grande parte dos consumidores poderá optar por aguardar mais um ano para esperar pelo iPhone de 20º aniversário que deverá ser totalmente remodelado (potencialmente com um ecrã "total" sem margens), a Apple deverá usar esta melhoria da câmara como elemento para convencer os fãs a não abdicarem desta geração - mesmo se, a nível das cores, a oferta possa não ser muito consensual.

№ 10

Hyundai IONIQ 6 renovado chega a Portugal com mais autonomia e variante N Line

A Hyundai apresentou o IONIQ 6 renovado, com design aperfeiçoado, tecnologia actualizada e uma nova variante N Line de inspiração desportiva. O modelo já está disponível em Portugal a partir de 33.000 euros mais IVA.

Do ponto de vista estético, o novo IONIQ 6 segue o tema "Pure Flow, Refined", com a frente em nariz de tubarão mais afiada, um spoiler traseiro simplificado substituindo o anterior elemento duplo, e novas jantes de liga leve de 18" e 20". O coeficiente de arrasto mantém-se em apenas 0,21, um dos valores mais baixos do segmento. A paleta de cores foi alargada para doze opções, incluindo o novo Aero Silver Metallic e o Ultimate Red Metallic exclusivo da N Line.
No capítulo da motorização, o IONIQ 6 está disponível com bateria de 63 kWh (Standard Range, 170 cv) ou 84 kWh (Long Range, 229 cv), ambas com tração traseira e velocidade máxima de 185 km/h. A variante Long Range permite uma autonomia até 680 km WLTP e suporta carregamento ultra-rápido de 800 V, possibilitando recuperar até 426 km de autonomia em apenas 15 minutos com um carregador de 350 kW. O sistema de travagem regenerativa inteligente 3.0 ajusta automaticamente o nível de desaceleração com base em dados de radar e navegação, reduzindo a necessidade de travar manualmente em até 84 por cento face à condução convencional.

O interior recebe o novo sistema Connected Car Navigation Cockpit (ccNC) com dois ecrãs de 12,3", botões físicos de controlo climático na consola central, portas USB-C de carregamento rápido e suporte a actualizações over-the-air para praticamente todos os sistemas do veículo. A oferta de segurança inclui a nova geração do Hyundai Smart Sense, com faróis LED Matrix de 12 segmentos, assistente de condução em autoestrada HDA 2, estacionamento remoto autónomo e sete airbags.
Em Portugal, o novo IONIQ 6 está disponível nas versões Premium, Vanguard e N Line, incluindo 7 anos de garantia sem limite de quilómetros, 7 anos de assistência em viagem e check-ups anuais gratuitos, além de 8 anos ou 160 000 km de garantia das baterias de alta voltagem. Os preços começam nos 33.000 euros mais IVA.


[Pela Estrada Fora]
№ 11

AION UT chega a Portugal com 622 km de autonomia e preço abaixo dos 27 mil euros

A GAC apresentou oficialmente em Portugal o AION UT, o segundo modelo 100% elétrico da marca no mercado nacional, num evento realizado em Lisboa.

Desenhado no GAC Advanced Design Center em Milão e produzido na fábrica da Magna, na Áustria, o AION UT (Urban Traffic) posiciona-se como a principal aposta da GAC para o mercado europeu. O modelo oferece uma autonomia urbana de 622 km (WLTP), suportada por uma bateria de 60 kWh, e é capaz de carregar dos 30% aos 80% em apenas 24 minutos em corrente contínua.
Disponível em três versões (Premium Green, Premium e Luxury), o AION UT integra um sistema de infotainment com ecrã tátil de 14,6 polegadas e painel de instrumentos digital de 8,88 polegadas, além de controlo por voz online. A bagageira oferece 440 litros de capacidade, expansível até 1.600 litros. Em termos de segurança, o modelo inclui tecnologia ADAS de Nível 2, com sistemas de travagem autónoma de emergência, cruise control adaptativo, assistência à manutenção na faixa e deteção de ângulo morto, entre outros.
O AION UT chega ao mercado com um preço de campanha de 26.560 euros para a versão de entrada Premium Green, excluindo despesas de legalização e transporte. A marca, representada em Portugal pelo Grupo JAP, disponibiliza o modelo para test-drives na rede oficial a partir de maio. O AION UT junta-se ao SUV AION V, lançado em setembro de 2025, reforçando a presença da GAC no mercado nacional.


[Pela Estrada Fora]
№ 12

AION UT chega a Portugal com 622 km de autonomia e preço abaixo dos 27 mil euros

A GAC apresentou oficialmente em Portugal o AION UT, o segundo modelo 100% elétrico da marca no mercado nacional, num evento realizado em Lisboa.

Desenhado no GAC Advanced Design Center em Milão e produzido na fábrica da Magna, na Áustria, o AION UT (Urban Traffic) posiciona-se como a principal aposta da GAC para o mercado europeu. O modelo oferece uma autonomia urbana de 622 km (WLTP), suportada por uma bateria de 60 kWh, e é capaz de carregar dos 30% aos 80% em apenas 24 minutos em corrente contínua.
Disponível em três versões (Premium Green, Premium e Luxury), o AION UT integra um sistema de infotainment com ecrã tátil de 14,6 polegadas e painel de instrumentos digital de 8,88 polegadas, além de controlo por voz online. A bagageira oferece 440 litros de capacidade, expansível até 1.600 litros. Em termos de segurança, o modelo inclui tecnologia ADAS de Nível 2, com sistemas de travagem autónoma de emergência, cruise control adaptativo, assistência à manutenção na faixa e deteção de ângulo morto, entre outros.
O AION UT chega ao mercado com um preço de campanha de 26.560 euros para a versão de entrada Premium Green, excluindo despesas de legalização e transporte. A marca, representada em Portugal pelo Grupo JAP, disponibiliza o modelo para test-drives na rede oficial a partir de maio. O AION UT junta-se ao SUV AION V, lançado em setembro de 2025, reforçando a presença da GAC no mercado nacional.


[Pela Estrada Fora]
№ 13

Citroën 2 CV vai regressar em versão elétrica

A Citroën confirmou o regresso do lendário 2 CV, desta vez em versão elétrica, no âmbito do plano estratégico "FaSTLAne 2030"da Stellantis.

O novo modelo (imagem ilustrativa, criada pelo Google Gemini) não pretende ser uma mera homenagem nostálgica ao original, mas antes uma reinterpretação dos valores que tornaram o 2 CV um ícone: acessibilidade, leveza, praticidade e um carácter distintivo inconfundível. A marca assume que a verdadeira inovação não passa por acrescentar sempre mais, mas por melhorar a vida das pessoas e focar-se no que realmente importa.

Concebido para responder aos desafios da mobilidade elétrica moderna e das novas regulamentações urbanas, este futuro veículo deverá contribuir para o surgimento de uma nova categoria de pequenos eléctricos acessíveis, com personalidade e atratividade intactas. O CEO da Citroën, Xavier Chardon, sublinha que, tal como o modelo original democratizou a mobilidade no seu tempo, o novo 2 CV tem como missão fazer o mesmo com a mobilidade elétrica para uma nova geração.

Enquanto o novo modelo não chega, a Citroën recorda que o ë-C3, nomeadamente na versão com autonomia urbana, já representa uma resposta concreta aos desafios da mobilidade atual, com preço a começar abaixo da fasquia dos 20 mil euros.

Mais detalhes dp Citroën 2 CV elétrico serão revelados no Salão Automóvel de Paris, em outubro de 2026.

[Pela Estrada Fora]
№ 14

Investigadores de segurança em confronto com MS (e Apple)

Os supostos programas de recompensas por vulnerabilidades estão a ser postos em causa, com inúmeros investigadores a relatarem "maus-tratos" por empresas como a MS e Apple.

Esta a decorrer um conflito entre a Microsoft e o investigador de segurança conhecido como Chaotic Eclipse / Nightmare-Eclipse que veio lançar dúvidas sobre os supostos programas "bug bounty", e que neste caso resultaram na eliminação das contas Microsoft e GitHub do investigador na sequência da divulgação de uma vulnerabilidade relacionada com o BitLocker no Windows 11.

O caso começou quando Chaotic Eclipse publicou detalhes de uma exploração denominada YellowKey, que permite aceder a unidades protegidas pelo BitLocker através de um simples dispositivo USB em sistemas Windows 11 e Windows Server recentes. A Microsoft reconheceu posteriormente a vulnerabilidade, identificando-a como CVE-2026-45585, mas criticou a sua divulgação pública antes da conclusão do processo habitual de divulgação coordenada de falhas de segurança - algo que o investigador diz só ter feito após ter sido ignorado durante meses pela MS.

Após a publicação da vulnerabilidade, o investigador acusa a Microsoft de o ter ridicularizado publicamente, e - pior ainda - ter eliminado a sua conta Microsoft utilizada para comunicar falhas através do programa Microsoft Security Response Center (MSRC) e também a sua conta GitHub! Chaotic Eclipse acusa a Microsoft de ignorar comunicações anteriores, rejeitar relatórios de vulnerabilidades e não atribuir recompensas pelas descobertas efectuadas.

‼️ After the MSRC blog post about Nightmare-Eclipse, researchers are coming forward with their own MSRC horror stories.

The response from the security community isn't going Microsoft's way. As they’re not backing Microsoft.

Gabriel Landau, a well-known Windows security… https://t.co/MS2voYv5vd pic.twitter.com/XP70oAIO7D

— International Cyber Digest (@IntCyberDigest) May 28, 2026

Microsoft ridiculed a researcher reporting very serious bugs to them, deleted his account, and no bug bounties were paid. These should be high payouts. Now $MSFT is threatening legal action and speaking as if a researcher’s proof of concept code is illegal.

This is because the…

— zodttd (@zodttd) May 28, 2026
Este caso veio fazer com que muitos outros investigadores e developers viessem a público com uma campanha #MeToo, em que relatam experiências idênticas, com a MS e também com a Apple, em que passam meses a explicar as falhas descobertas, e em que posteriormente passam a ser totalmente ignorados ou desvalorizados com coisas do tipo "é um problema duplicado", sem qualquer recompensa.

My last submission to MSRC was for a Device Guard bypass. I learned my lesson from prior drawn-out submissions, so I included a 90 day window this time. MSRC responded saying that it met their bar and they would fix it, but asked me to withhold disclosure well past 90 days… https://t.co/fVrTLIJEP5

— Gabriel Landau (@GabrielLandau) May 28, 2026

We will no longer submit bugs we discover in Apple systems through Apple Bounty Program. https://t.co/SdlNTR8mPE pic.twitter.com/HohF1qm0nZ

— Mysk 🇨🇦🇩🇪 (@mysk_co) May 28, 2026

The first screenshot is for the clipboard permission prompt. When we reported the bug to Apple they said it wasn't an issue. They addressed it in the next major release. We contacted them asking if it was eligible for a bounty, they said we weren't the first one to report it.… pic.twitter.com/QpuzOUSIUG

— Mysk 🇨🇦🇩🇪 (@mysk_co) May 29, 2026
Muitos dizem que as experiências foram traumáticas ao ponto de os fazer nunca mais confiar no suposto programa de recompensas das ditas empresas.

Quanto ao caso em curso, do Chaotic Eclipse, as coisas estão longe de estar terminadas. Depois de ter considerado que a MS tentou arruinar a sua carreira, lança uma ameaça para o dia 14 de Julho, dia em que diz que a MS irá "tremer".

№ 15

Nova Siri passa para a Dynamic Island e abandona margens iluminadas

A muita aguardada e atrasada Siri "AI" do iOS 27 vai abandonar o efeito luminoso em redor do ecrã e passar para a Dynamic Island.

Novas imagens visam retratar aquele que poderá ser o maior redesign da Siri desde o lançamento do assistente virtual. Segundo os rumores, o iOS 27 irá introduzir uma app dedicada para a Siri, transformando-a numa experiência muito mais próxima da utililzação de assistentes como o ChatGPT, Gemini, Claude, e Gemini, com conversas contínuas, histórico de interacções e suporte para texto, voz e ficheiros anexados.

As imagens mostram uma interface escura com um campo "Ask Siri" para pedidos escritos, um botão para ativar a voz e a possibilidade de anexar imagens ou documentos. O sistema incluirá ainda uma secção dedicada ao histórico de conversas, permitindo retomar diálogos anteriores. A Apple pretende tornar a Siri muito mais contextual, capaz de compreender informações pessoais armazenadas no dispositivo e utilizar dados de aplicações como Mail, Mensagens, Calendário e Notas para responder de forma mais inteligente.
Outra novidade chama-se "Search or Ask" e ficará integrada na Dynamic Island. A funcionalidade poderá ser activada através de um gesto de deslizar a partir da parte superior do ecrã (da zona central - com o lado esquerdo a dar acesso às notificações e o lado direito dedicado ao Control Center) e funcionará como uma combinação entre pesquisa inteligente e assistente virtual. Os utilizadores poderão realizar pesquisas na web, obter sugestões personalizadas, consultar informações rápidas e iniciar conversas completas com a Siri a partir da mesma interface.

Os rumores indicam ainda que a novo Siri será alimentado pela plataforma Apple Intelligence (usando modelos personalizados Gemini da Google nos bastidores) e deverá estar disponível apenas nos modelos compatíveis, a partir do iPhone 15 Pro. A Apple terá também expandido as capacidades de integração com modelos de inteligência artificial externos, incluindo Gemini e possivelmente Claude, através de um novo sistema de extensões. A apresentação oficial do iOS 27 está prevista para a WWDC 2026, que arranca a 8 de Junho.

№ 16

Webcam Anker PowerConf C200 2K a €54

Melhorar a qualidade de vídeo nas video-conferências ganhou uma importância fundamental, e por isso hoje trazemos-vos uma webcam Anker PowerConf C200 que poderá fazer isso e está disponível para entrega imediata.

Depois do período de confinamento COVID ter promovido o tele-trabalho, aulas remotas, e muitas videoconferências, passou a dar-se valor a um componente que até aqui era quase sempre ignorado: a câmara utilizada. E se a webcam de baixo custo integrada no portátil ou que usam no computador desktop não satisfizer, há opções de melhor qualidade, como é o caso desta webcam da Anker com qualidade 2K e microfones com cancelamento de ruído. Uma câmara que está disponível a preço interessante, fazendo esquecer a época dos preços inflacionados da pandemia.
Esta Anker PowerConf C200 2K está disponível por 54 euros com envio da Amazon Espanha - desconto de 10% aplicado automaticamente.

A câmara conta com um sistema de clip que lhe permite ser posicionada na parte superior de um monitor ou ecrã de um portátil. Conta também com um obturador integrado para total de privacidade, cobrindo a objectiva quando não estiver a ser usada.

Se quiserem algo ainda melhor, podem dar o salto para uma webcam 4K, mas será discutível se efectivamente compensa em relação custo/benefício.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

№ 17

Robotaxis da Tesla em queda atrás da Waymo e outros

Apesar da promessa de Elon Musk de que por agora haveria milhares de robotaxis nas estradas, a frota da Tesla tem estado a diminuir.

A Waymo continua a reforçar a sua liderança no sector dos veículos autónomos nos Estados Unidos e destaca-se agora de forma clara no estado do Texas. Novos dados divulgados pelo Departamento de Veículos Motorizados do Texas revelam que a empresa da Alphabet/Google possui actualmente 577 veículos autónomos registados no estado, significativamente mais que aos principais concorrentes.

Os números surgem através de uma nova plataforma pública criada após a entrada em vigor de legislação que obriga empresas de condução autónoma a registarem oficialmente os seus veículos e a fornecerem informações de segurança às autoridades. A ferramenta oferece pela primeira vez uma visão clara da dimensão das frotas autónomas em operação ou desenvolvimento no Texas. Atrás da Waymo surge a Avride com 317 veículos registados, seguida pela Nuro com 47. A Tesla aparece apenas na quarta posição, com apenas 42 veículos autónomos registados, estranhamente, em tendência decrescente em vez de crescimento.
Ainda assim, e devido às novas exigências do estado do Texas, de que todos os serviços de táxi autónomos têm que ser obrigatoriamente de nível 4 - ou seja, com autonomia de condução total sem dependência de qualquer humano - a Tesla foi obrigada a pedir novo pedido de autorização para poder continuar a operar.
O que importa ressalvar é que esta "certificação" de que os veículos são de nível 4 é uma auto-certificação, em que as empresas têm apenas que dizer que os seus veículos têm autonomia de nível 4 - sem passar qualquer processo de certificação ou testes externos por uma entidade independente. Isto também permite que os veículos continuem a depender, em menor ou maior grau, de operadores humanos remotos - que, para um serviço viável, deverão apenas intervir em casos excepcionais e não estar a operar os veículos de forma quase contínua.

No mínimo, haverá maior transparência a nível do real volume de táxis autónomos, assim como os dos seus eventuais acidentes e necessidade de intervenção por condutores remotos.

№ 18

Google ajusta limites de utilização do Gemini

Os limites de utilização dos modelos AI têm gerado bastante discussão nas últimas semanas, e a Google diz ter feito alguns ajustes ao Gemini.

A Google anunciou alterações aos novos limites de utilização do Gemini depois de vários utilizadores se terem queixado de esgotar rapidamente a quota disponível. As mudanças surgem poucos dias após a empresa ter introduzido um novo sistema baseado no consumo real de recursos computacionais durante o evento Google I/O 2026.

O novo modelo de gestão de utilização deixa de contar apenas o número de pedidos efectuados e passa a considerar factores como a complexidade dos pedidos, o tamanho dos ficheiros enviados, a duração das conversas, e as ferramentas utilizadas. Segundo a Google, um simples pedido de texto consumirá muito menos recursos que tarefas avançadas como geração de vídeo, programação ou análises complexas de documentos.

1/ A bug caused just one or two Omni videos to drain quotas for certain people. We fixed this and will continue to look for opportunities to increase the amount of Omni you get. For example, for our Ultra members, we’ve doubled your number of Omni video generations, effective…

— Josh Woodward (@joshwoodward) May 29, 2026
Em resposta às críticas, a empresa confirmou que vai limitar a quantidade de recursos que um único pedido pode consumir no Gemini 3.1 Pro, evitando que tarefas muito pesadas esgotem rapidamente toda a quota disponível. A Google esclareceu ainda que pedidos que terminem em erro não serão contabilizados, garantindo que apenas respostas concluídas com sucesso são contabilizadas. A Google corrigiu ainda um problema que fazia com que algumas gerações de vídeo Omni consumissem recursos excessivos, tendo duplicado o número de gerações disponíveis para subscritores do plano Google AI Ultra.

A par disto temos também a promessa de maior transparência dos consumos, prometendo relatórios mais detalhados e notificações que ajudem os utilizadores a gerir melhor os seus limites. Adicionalmente, os pedidos efetuados através do modelo Gemini 3.1 Flash-Lite passam a ser gratuitos e deixam de contar para a quota.

№ 19

Google Home ganha visão acrescida com Gemini AI

A Google está a melhorar significativamente as capacidades das câmaras de vigilância no Google Home com o Gemini - podendo despoletar acções específicas em função do que acontece.

A Google está a expandir as capacidades do Gemini para Google Home com uma nova funcionalidade que permite utilizar câmaras de segurança para activar automações inteligentes em casa. A novidade usa a inteligência artificial dos modelos Gemini para interpretar aquilo que as câmaras estão a ver em tempo real e executar acções automáticas com base nesses eventos.

A funcionalidade funciona actualmente com câmaras Nest e alguns modelos de terceiros compatíveis com "Gemini Built-In". Os utilizadores podem criar automações utilizando linguagem natural, descrevendo simplesmente o evento que pretendem detectar. Por exemplo, é possível pedir ao sistema para reconhecer quando alguém chega a casa com determinados objetos, quando o correio é entregue ou até quando um veículo específico entra (ou sai) na garagem ou nos esquecemos de alguma porta aberta.
Depois de identificar a situação, o Google Home pode desencadear automaticamente diferentes acções. Entre os exemplos apresentados pela Google estão acender luzes exteriores para afastar animais junto ao lixo, abrir estores automaticamente, ajustar o aquecimento ou iniciar música ambiente quando alguém regressa a casa. Ainda assim, a Google refere que a funcionalidade não foi concebida para alertas instantâneos ou situações críticas de segurança, já que o sistema precisa de alguns segundos para processar as imagens - além disso, é algo que fica dependente da subscrição "Google Home Premium Advanced".

Além da integração com câmaras, o Gemini para Google Home passou também a suportar comandos de voz mais complexos, permitindo executar várias acções simultaneamente através de uma única frase. Os utilizadores podem agora pedir ao assistente algo como: baixar estores, reduzir a intensidade das luzes, iniciar temporizadores e reproduzir conteúdos multimédia, tudo de uma só vez.

№ 20

Foguetão New Glenn explode durante teste

As ambições espaciais da Blue Origin vão ser adiadas, depois do New Glenn ter explodido durante um teste na plataforma de lançamento.

A Blue Origin sofreu o mais grave incidente da sua história quando um foguetão New Glenn explodiu durante um teste estático na plataforma de lançamento LC-36, em Cabo Canaveral, na Florida. O teste fazia parte dos preparativos para a quarta missão do novo foguetão de carga pesada da empresa de Jeff Bezos, prevista para as próximas semanas. A Blue Origin confirmou posteriormente a explosão, mas garantiu que todos os funcionários presentes foram contabilizados e que não houve feridos.

O New Glenn encontrava-se totalmente abastecido no momento do teste, o que contribuiu para a enorme dimensão da explosão. As imagens captadas mostram uma gigantesca bola de fogo a consumir o veículo e parte da infraestrutura da plataforma. A empresa ainda não revelou a causa do incidente, limitando-se a referir que ocorreu uma "anomalia" e que foi iniciada uma investigação para determinar o que aconteceu.

Blue Origin's New Glenn just blew up at LC-36 while attempting to Static Fire ahead of NG-4.https://t.co/tANS0dWyIH pic.twitter.com/PztxFoBqIw

— NSF - NASASpaceflight.com (@NASASpaceflight) May 29, 2026
O acidente representa um duro golpe para os planos da Blue Origin em 2026. A próxima missão deveria transportar novo lote de satélites do projeto Leo, a constelação de internet da Amazon criada para competir com a Starlink da SpaceX. A empresa tinha previsto realizar até 12 lançamentos do New Glenn este ano (a Blue Origin tem que colocar mais de mil satélites em órbita rapidamente, para cumprir com o calendário dado à FCC) e contava com o foguetão para missões comerciais, militares e também para programas da NASA, incluindo futuras missões Artemis destinadas ao regresso de astronautas à Lua. A parte positiva é que os satélites não estavam colocados no foguete, pelo que se mantêm a salvo.

As preocupações centram-se agora nos danos causados à plataforma LC-36, uma infraestrutura que levou anos a construir e que representa um investimento de milhares de milhões de dólares. Embora a Blue Origin possa preparar um novo foguete de forma relativamente rápida (depois de ter analisado o que correu mal), a recuperação da plataforma poderá ser muito mais demorada, colocando em risco os planos da Amazon para a sua rede de satélites e também para as missões lunares da NASA. O incidente surge poucas semanas após outro revés do New Glenn, cuja terceira missão terminou com a perda de um satélite devido a uma falha na fase superior do foguetão, que não permitiu atingir a órbita desejada.