PlanetGeek
№ 01

Chrome passa a alertar para sites inseguros

O Chrome vai começar a alertar os utilizadores quando visitam sites sem HTTPS.

A Google está a alterar a forma como o Chrome lida com sites sem ligações seguras, com novo sistema de protecção que pede autorização antes de estabelecer ligações através de HTTP. Até agora, o browser dependia sobretudo do aviso "Não seguro" na barra de endereço, que podia passar despercebido e só surgia depois da ligação já estar estabelecida. A nova abordagem pretende impedir que dados privados sejam expostos a redes potencialmente não fiáveis, logo desde o início, antes que qualquer dado seja transmitido.

A proteçcão utiliza a funcionalidade "Utilizar sempre ligações seguras" do Chrome. Em vez de estabelecer silenciosamente uma ligação insegura, o browser vai interromper o pedido e perguntar ao utilizador se quer mesmo continuar através de HTTP. A medida também abrange situações como ligações antigas ou redireccionamentos para sites sem encriptação, ajudando a impedir que atacantes na mesma rede interceptem dados ou introduzam conteúdo malicioso nestas ligações.
Para evitar avisos constantes, o Chrome vai memorizar a autorização concedida para os site HTTP durante duas semanas. Só voltará a apresentar o aviso se o utilizador não visitar esse site durante esse período. A funcionalidade também exclui destinos locais, como páginas de configuração de routers, e outros, acessíveis através de endereços como 192.168.0.1, e nomes utilizados habitualmente em redes privadas - onde geralmente não é possível obter certificados reconhecidos publicamente.

A Google refere que a adopção generalizada do HTTPS tornou possível implementar esta protecção sem perturbar a experiência da maioria dos utilizadores. Os primeiros dados indicam que cerca de 95% dos utilizadores do Chrome em computadores não encontram qualquer aviso HTTP numa semana típica, e que só menos de 1% recebem três ou mais avisos. Esta protecção está agora a ser alargada para para todos os utilizadores (além dos que já tinham activado a "Proteção melhorada na Navegação segura") tornando o Chrome no primeiro browser a aplicar esta medida, de origem, a todos.


№ 02

EA encerra BioWare

A Electronic Arts encerrou a BioWare, pondo um ponto final nos futuros jogos Mass Effect a Dragon Age.

Concretizando os piores receios após a aquisição por fundos privados, a EA fez uma grande ronda de despedimentos, que levam ao encerramento da BioWare terá pondo um ponto final no estúdio com mais de 30 anos, responsável por jogos como a saga Mass Effect, Dragon Age e Star Wars: Knights of the Old Republic. Na sua mensagem de despedida, a empresa confirmou que isto também significa o cancelamento do próximo jogo Mass Effect.

A infeliz notícia surge menos de um ano após da BioWare ter garantido aos fãs que o novo Mass Effect continuava em desenvolvimento. Em Novembro de 2025 assegurava que o estúdio estava exclusivamente dedicado ao projecto, originalmente anunciado em 2020.

https://t.co/TicSujMWps

— BioWare (@bioware) October 21, 2026
O encerramento faz parte de uma vaga mais alargada de despedimentos na Electronic Arts, que cortou cerca de 400 postos de trabalho, 50 deles sendo funcionários da BioWare. Os cortes surgem na sequência da aquisição da EA pelo Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita e outros investidores.

Fundada em 1995 e adquirida pela EA em 2008, a BioWare deixou uma marca na indústria com jogos como Baldur's Gate, Neverwinter Nights, Dragon Age e Mass Effect. O seu último lançamento foi Dragon Age: The Veilguard, em 2024. O estúdio já tinha reduzido significativamente a equipa em 2025, deixando um grupo mais pequeno a trabalhar em Mass Effect. A EA ainda não esclareceu o futuro das séries Mass Effect e Dragon Age, mas o que é certo é que isto em nada contribui para melhorar a péssima imagem que a EA conseguiu conquistar ao longo dos anos.

EA IN A NUTSHELL: KILLED MASS EFFECT. KILLED DRAGON AGE. KILLED DEAD SPACE. KILLED MEDAL OF HONOR. KILLED NEED FOR SPEED. KILLED BURNOUT. KILLED TITANFALL. KILLED MIRROR’S EDGE. KILLED ANTHEM. KILLED SPORE. KILLED SSX. KILLED ARMY OF TWO. KILLED SIMCITY. KILLED COMMAND & CONQUER.

— Play4Index (@Play4Index) October 21, 2026
Esperemos que, a seu tempo, a saga Mass Effect possa regressar... nem que seja através de jogos feitos pela comunidade usando as tecnologias AI.

№ 03

Kit Philips Hue com bridge Pro e smart button a €210

Quem se quiser iniciar no universo da iluminação Philips Hue, pode optar por este kit com lâmpadas, bridge Pro e botão wireless.

Automatizar a iluminação é, quase sempre, aquilo que a maioria das pessoas começa por fazer em suas casas; ou que mais rapidamente associa às "casas inteligentes". E de facto, é extremamente cómodo deixar de fazer todas aquelas pequenas rotinas diárias, em que já nem pensamos, a não ser quando nos esquecemos de algo - com deixar alguma luz ligada a noite toda, ou dia todo. E embora não sejam as mais económicas (algo que começa a mudar com a mais recente geração de lâmpadas), as lâmpadas Philips Hue continuam a ser das mais populares e apreciadas. E um starter kit como este, representa um excelente ponto de partida para quem se quiser aventurar neste mundo.
Este starter kit Philips Hue com bridge Pro, três lâmpadas, e smart button, está disponível por 210 euros na Amazon Espanha.

As lâmpadas e acessórios Philips Hue comunicam através de Zigbee (embora as mais recentes também funcionem via Bluetooth) e por isso é necessário uma bridge / hub para fazer a comunicação. Mas o processo de instalação e configuração é extremamente fácil, com a app a dar assistência passo a passo - e neste caso, ficamos já com a mais recente geração Hue Bridge Pro, com capacidade acrescida. Nem sequer fica esquecido que por vezes, a melhor forma de controlar algo é mesmo com um botão e não via app, com um pequeno smart button que podemos colocar em qualquer lado.

Depois, entre automatizações directamente na app, ou através de integração com o IFTTT, ou assistentes como o Google Assistant, ou até com o Spotify, todas as lâmpadas passam a estar sob nosso total controlo, até mesmo quando se está fora de casa. E depois é só ir adicionando o que se quer, como sensores de movimento, botões dimmer, luzes exteriores, etc. etc. E sem esquecer da compatibilidade assegurada com o Matter.


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№ 04

Apple renova imagem do Apple Music

O Apple Music passa a ter novo visual, com efeitos criados de verdade.

A Apple apresentou oficialmente uma nova identidade visual para o Apple Music, depois de ter lançado um logótipo e ícone da app redesenhados no início deste mês. Os novos elementos foram criados "a partir do som", com visuais inspirados no movimento da água em resposta à música.

Ao estilo do que fez para a intro do serviço Apple TV+, a Apple recorreu a elementos reais, reproduzindo som através de um recipiente com água, fazendo com que o líquido vibrasse à frequência das notas musicais. A identidade visual do Apple Music foi depois colocada por trás da água em movimento, dando origem a um design fluido que reflecte a ligação entre música e movimento.



A nova identidade combina também com o design Liquid Glass, permitindo que o novo icon melhor apresente os efeitos dos reflexos e distorção da luz.

Os novos elementos visuais serão disponibilizados de forma mais abrangente com as próximas actualizações de software da Apple, incluindo o iOS 27.2 e o macOS 27.2. Estas versões deverão chegar na próxima semana, fazendo chegar a nova identidade do Apple Music a todos os utilizadores Apple com sistemas actualizados.

№ 05

Windows 11 vai facilitar múltiplos métodos de desbloqueio

Os utilizadores Windows poderão em breve utilizar qualquer método de desbloqueio que tenham escolhido, de forma directa e imediata.

A Microsoft está a preparar uma alteração no Windows 11 que irá tornar o início de sessão num PC mais rápido e menos frustrante. Nas versões de teste mais recentes, uma funcionalidade ainda escondida permite manter os métodos de autenticação biométrica activos em simultâneo com o campo do código PIN. Isto significa que os utilizadores deixam de ter que escolher manualmente o método de acesso sempre que chegam ao ecrã de bloqueio.

Actualmente, o Windows 11 permite múltiplas formas de desbloqueio em simultâneo, mas exige que os utilizadores seleccionem qual delas querem utilizar, como reconhecimento facial, leitura de impressão digital ou PIN. Se o sistema apresentar o método errado, é necessário mudar manualmente para o método pretendida antes do Windows tentar reconhecer o rosto ou a impressão digital. Situação que se torna particularmente incómoda quando o reconhecimento facial está configurado, mas não fica activo de imediato.
Com a nova abordagem, o Windows poderá procurar um rosto ou uma impressão digital, mesmo enquanto o campo do PIN permanece no ecrã. Os utilizadores podem simplesmente olhar para a câmara ou colocar o dedo no sensor, ou então escrever o PIN, sem se preocuparem em escolher entre os métodos de autenticação.

A alteração ainda está a ser testada nas versões de teste do Windows 11, e a Microsoft não anunciou quando chegará à versão final. Tendo em conta a conveniência que traz aos utilizadores, resta esperar que isso aconteça quanto antes. E já agora... eliminar também a necessidade de um toque de tecla extra antes de começar a escrever o PIN/password.

№ 06

Adaptador de tomadas universal com 5 USB a €20

Este adaptador universal de tomadas da Lencent garante que podemos ligar qualquer aparelho a qualquer tomada, e poupar carregadores USB adicionais.

Hoje em dia temos uma grande variedade de carregadores USB, mas este adaptador universal com portas USB integradas acaba por ser uma solução bastante atractiva para quem viaja frequentemente, ou simplesmente quer estar preparado para nunca ser apanhado desprevenido em termos de formatos de tomadas - e simultaneamente evitando a necessidade de transportar até cinco carregadores USB adicionais na sua bagagem.
Este adaptador de tomadas universal da Lencent tem 5 portas USB e está disponível por apenas 20 euros na Amazon Espanha - têm também disponível uma versão de 65W.

O módulo encaixa, e permite encaixar, tomadas eléctricas de praticamente todos os formatos existente (UE, Reino Unido, EUA, Austrália, etc.) e inclui 5 práticas portas USB, 3 delas sendo USB-C até 15 W, que podem fornecer até um máximo de 2.4 A por porta, perfeitas para recarregar smartphones, câmaras e outros equipamentos quando se vai de férias.


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№ 07

iPhone Duo demonstra o permanente estado "beta" dos novos produtos

A recepção do novo iPhone Duo dobrável está a resultar em experiências agridoces, que parecem demonstrar tratar-se de um produto "inacabado".

Apesar de haver relatos de pessoas que estão a cancelar as encomendas, o lançamento do novo iPhone Duo parece estar a ser um sucesso, com os prazos de entrega a derraparem para 2027 e havendo rumores que a Apple já terá pedido um aumento da produção para mais 40% de unidades - o que parece ir ao encontro daquilo que tinhamos dito acerca da recepção abaixo do esperado dos iPhone 18. Por outro lado, há muito que dizer sobre o Duo.

Quem avançar com a compra de um iPhone Duo, que por cá começa nos 2.400 euros, terá que estar disposto a viver com bastantes condicionantes de ordem prática, tanto a nível do hardware como do próprio software.

Do lado do hardware, começa a descobrir-se que o "milagroso" ecrã anti-vincos dos iPhone Duo afinal também mostra vincos com a utilização intensiva. A parte que mais ajuda a disfarçar isto é o acabamento mate anti-reflexo que a Apple aplicou no ecrã, mas que tem a desvantagem de poder ser manchado pela gordura dos dedos (ou cremes), nalguns casos podendo ficar permanentemente manchado.
Outra potencial fonte de frustração inicial é o atraso no desbloqueio, especialmente para quem vier de um iPhone com Face ID. O Duo usa apenas um sensor de impressões digitais no botão lateral, e de origem vem com um atraso propositado no desbloqueio que se pode tornar um pouco irritante. Felizmente, é algo que pode ser resolvido activando uma opção de "desbloqueio imediato" que permite uma experiência idêntica, em rapidez, de aceder ao iPhone.

Mas, a parte que se tornará mais frustrante tem mesmo a ver com as apps e a falta de preparação para o novo formato de ecrã. Apesar da Apple ter dito que se tem estado a preparar há anos para este novo iPhone, a verdade é que são muitas as falhas. Mesmo funções de acessibilidade como o "Reachability", que baixa o conteúdo no ecrã para mais fácil acesso, não estão disponíveis (prometidas para "mais tarde), e muitas apps populares ainda não estão adaptadas, tornando a sua utilização ridícula no ecrã interior.

the main complaint with the iPhone Duo seems to be app optimisation which is understandable https://t.co/NYGtgM3rZi

— Holly - I like tech (@AnxiousHolly) October 21, 2026
A opção pela coluna lateral para a barra de estado também gera críticas, tanto devido ao espaço desperdiçado, como ao facto de mesmo coisas básicas do próprio sistema - como um simples temporizador - ficar cortado, parecendo daqueles erros de principiante.

Apple software quality in 2026. This is supposed to be a 15min timer. https://t.co/9L4qcwPEM9

— Tim 🏳️‍🌈 (@LuftkoppTim) October 21, 2026
É certo que será uma questão de tempo até que as apps se adaptem. Mas, para quem já passou pela situação de ter que esperar anos para que certas apps aproveitassem devidamente o ecrã de um iPad, volta a ser uma experiência de déjà-vu que relembra que estes primeiros compradores irão ser "beta testers" durante longos meses, ou até anos.


E se do lado do software as coisas poderão ser corrigidas, há outras que têm a ver com o hardware e não terão solução. A câmara frontal interior, debaixo do ecrã, tem uma qualidade bastante fraca (como era de esperar), e o problema que antecipei logo na apresentação afinal veio a concretizar-se: com o posicionamento descentrado do MagSafe quando se tem o iPhone Duo aberto, ele não se "aguenta" num carregador ou suporte magnético, começando a tombar!

Turns out when opened, the iPhone Duo tips over on MagSafe stands 😅 pic.twitter.com/R7VwN6Vmf4

— Arun Maini (@Mrwhosetheboss) October 21, 2026
É algo que se torna bastante embaraçoso para a Apple, ainda para mais parecendo que optou por usar ímanes mais fracos no Duo do que os que utiliza nos iPhone 18 Pro, o que piora ainda mais esta situação. Utilizar o Duo num suporte magnético no automóvel, com ele aberto, vai ser certamente uma receita para que dê um trambolhão ao mínimo solavanco.

São coisas a ter em conta para quem estiver a considerar comprar o primeiro iPhone dobrável... e que fazem com que talvez seja melhor esperar mais uma ou duas gerações antes de fazer este "investimento".

№ 08

Tesla volta a adiar FSD Unsupervised

O FSD verdadeiramente autónomo, que a Tesla andou a vender durante anos, volta a ser adiado, agora para meados de 2027.

A Tesla andou anos a vender a promessa de que os seus carros poderiam conduzir de forma totalmente autónoma - e já tendo admitido que afinal não será possível nos carros com HW3 - em vez disso tendo sido obrigada a mudar o nome para FSD Supervised e a reconhecer que afinal o condutor tem que manter atenção permanente. Mesmo assim, tem continuado a acenar com a promessa do FSD Unsupervised, que agora estava prometido chegar aos clientes até ao final de 2026.

Pois bem, sem qualquer surpresa, ao estilo do que tem acontecido todos os anos há mais de meia década... afinal já não chega até ao final deste ano, ficando agora prometido para o segundo trimestre de 2027.

Não só é mais um frustrante adiamento para todos os que pagaram pelo FSD (que a Tesla faz questão de referir que têm continuado a aumentar, convenientemente recusando-se a dizer quantos é que têm cancelado o serviço) como é algo que afinal vem com "asteriscos" adicionais. Agora, a Tesla diz que o FSD Unsupervised, o tal que tanto apregoa ser capaz de lidar com "todas as estradas", afinal só irá funcionar nas pequenas áreas geográficas restritas em que os seus Robotaxi operam.

Para uma empresa que diz que tem o FSD há anos, não deixa de ser bastante estranho que a disponibilização dessa tecnologia continue a ser permanentemente adiada, e a ter cada vez mais condicionantes ainda antes de chegar a qualquer cliente.

№ 09

Monitor portátil Arzopa S1 15.6" USB-C a €91

Expandir a área de trabalho - ou de lazer - de um computador, portátil ou consola, é mais fácil e económico que nunca. Com monitores portáteis USB-C, basta um único cabo para resolver o problema.

Hoje em dia é possível comprar monitores a preços bastante reduzidos; mas nalguns casos é mais conveniente ter algo que se possa transportar para qualquer lado com facilidade. É precisamente para esses casos que monitores USB-C como este monitor portátil Arzopa S1 de 15.6" se tornam numa solução atractiva.
Neste caso, o modelo Arzopa S1 15.6" Full HD USB-C está disponível por 91 euros na Amazon Espanha. Também está disponível uma versão gaming de 16.1" QHD a 180Hz.

Para além da ligação USB-C, estes monitores também permitem a ligação tradicional via HDMI e mini-HDMI, pelo que se tornam apropriados para um vasto conjunto de cenários, quer seja para expandir o ecrã de um portátil, tablet ou smartphone, ou meramente para usar como um ecrã portátil para se ligar a um media-player ou consola de jogos para facilitar a sua utilização sem necessidade de um televisor ou monitor convencional por perto.


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№ 10

Mercedes lança o seu "FSD" na Alemanha

Na Alemanha, a Mercedes vai começar a disponibilizar o MB.Drive Assist Pro, o seu sistema de assistência à condução de nível 2, idêntico ao "FSD" da Tesla.

Muito se tem criticado os fabricantes automóveis europeus por estarem muito atrás da Tesla a nível de sistemas de assistência à condução - o célebre "FSD", que recentemente passou a TAD na Europa - mas as coisas começam a mudar. A Mercedes-Benz está a preparar o lançamento do seu novo sistema de assistência à condução MB.Drive Assist Pro na Alemanha, previsto para o início de 2027.

O sistema recebeu aprovação para condução autónoma de Nível 2 e poderá funcionar tanto em autoestradas como em ambientes urbanos. Ao contrário do Drive Pilot, que oferece capacidades de Nível 3 em determinadas autoestradas, o MB.Drive Assist Pro exige que o condutor mantenha a atenção na estrada e esteja sempre preparado para assumir o controlo do veículo. O novo sistema foi concebido para ajudar na condução entre dois destinos, incluindo em ruas movimentadas em cidades e em autoestradas. A Mercedes volta a destacar a parceria com a Nvidia, uma vez que o MB.Drive Assist Pro utiliza a plataforma de hardware e software Hyperion para processar os dados recolhidos pelos sensores do veículo.
Os veículos compatíveis terão de estar equipados com um conjunto específico de 27 sensores, incluindo 10 câmaras, cinco radares e 12 sensores ultrassónicos.

A empresa planeia distribuir o MB.Drive Assist Pro através de uma actualização remota no início de 2027, com um período experimental gratuito de um mês. Antes do lançamento oficial, a Mercedes vai iniciar um programa-piloto em Estugarda e Munique no final de 2026, disponibilizando o sistema a alguns clientes para testes e identificação de problemas. Esta expansão surge depois de a Mercedes ter sido a primeira a obter aprovação de Nível 3 na Alemanha para o sistema Drive Pilot, e pode ser indicadora de que a vantagem que a Tesla tem tido nesta área poderá desaparecer de forma bastante rápida à medida que mais fabricantes forem adoptando sistemas "pré-feitos" de empresas como a Nvidia.

№ 11

Oppo quer acelerar lançamentos na Europa

A Oppo compromete-se a lançar novos modelos na Europa com menos desfasamento face à China.

A Oppo está a reforçar os seus esforços para crescer na Europa, apostando em lançamentos mais rápidos de smartphones e em novas parcerias com operadoras móveis e empresas de crédito. A estratégia surge numa altura em que o aumento dos preços da memória está a pressionar o mercado, sobretudo os equipamentos de entrada, nos quais a RAM e o armazenamento representam uma parte cada vez maior dos custos de produção. Os smartphones premium, por outro lado, oferecem margens de lucro superiores e destinam-se a consumidores geralmente menos sensíveis aos aumentos de preços.

A Europa está a tornar-se um mercado cada vez mais atractivo para os smartphones premium. Um em cada três telemóveis vendidos a nível mundial na primeira metade de 2026 custava 600 dólares ou mais, sendo que a Europa registou a segunda maior percentagem de equipamentos premium, com 40% do mercado - tornando-a um dos maiores mercados para smartphones de gama alta, apenas atrás da América do Norte.
A estratégia da Oppo passa por reduzir o intervalo entre o lançamento de novos smartphones na China e a sua chegada à Europa. A empresa já encurtou esse prazo em 2026 e pretende reduzi-lo ainda mais, podendo mesmo eliminá-lo por completo no próximo ano, com lançamentos simultâneos nas duas regiões.

A empresa está igualmente a estabelecer parcerias com operadoras móveis e instituições de financiamento europeias para facilitar a compra dos seus smartphones. Os acordos com operadoras facilitam que os seus modelos sejam escolhidos por consumidores e empresas, enquanto as opções de financiamento permitirão aos consumidores repartir o custo de um novo telemóvel por vários pagamentos, algo que se pode tornar inevitável com os preços sempre crescentes dos modelos de gama alta.

№ 12

eMudhra lança certificados de segurança inseguros

Num embaraçoso incidente de segurança, a eMudhra lançou certificados de segurança completamente inseguros, um deles usando uma chave de segurança com valor... 4.

A Mozilla, a Google e a Apple bloquearam oito certificados comprometidos emitidos pela eMudhra, depois de se descobrir que as respectivas chaves privadas eram tão fracas que podiam ser recuperadas instantaneamente. Os certificados eram considerados fiáveis pelos principais browsers e sistemas operativos, o que poderia permitir a atacantes fazerem-se passar por sites legítimos e interceptarem comunicações encriptadas. A falha foi descoberta a 17 de Outubro, quando um investigador de segurança analisava dados de certificados disponíveis publicamente.

Os certificados utilizavam chaves privadas P-384 geradas em Abril de 2025, mas um erro fez com que a empresa usasse chaves de teste em vez de chaves seguras. Em vez de oferecerem a segurança criptográfica esperada, com 2^384 possibilidades, as chaves podiam ser descobertas em apenas 256 tentativas. Um investigador demonstrou o problema ao publicar uma das chaves privadas, cujo valor era apenas 4 (as restantes não eram melhores: 56, 66, 115, 155, 156, 230, e 237).

A eMudhra atribuiu o incidente a um erro num script utilizado para gerar os certificados. A falha criou um segundo conjunto de chaves fracas, que foram utilizadas por engano devido à semelhança dos seus identificadores com os das chaves correctas. A empresa revogou os oito certificados e suspendeu a emissão de novos certificados. Também diz que a maioria dos certificados afectados nunca foi utilizada em produção e que não encontrou provas de que tenham sido usados para emitir certificados destinados a utilizadores finais. Ainda assim, as chaves fracas poderiam ter sido exploradas desde a sua criação, embora não existam ataques conhecidos confirmados.

Os fabricantes de browsers e outros programadores já começaram a implementar medidas de protecção. A Mozilla bloqueou os certificados através do sistema OneCRL do Firefox a 17 de Outubro, enquanto a Google e a Apple também avançaram com medidas idênticas. Os utilizadores e administradores devem instalar as actualizações disponíveis e confirmar se os seus sistemas ainda confiam nos certificados comprometidos.

№ 13

VW limita carga a 80% nos ID.4 e outros

Como parte de um processo de "recall" a VW está a aplicar um limite de carga de 80% em alguns ID.4 e outros modelos para evitar risco de incêndio nas baterias.

A Volkswagen está a pedir aos proprietários de determinados modelos eléctricos ID.4 que limitem o carregamento da bateria a 80%, no âmbito de uma recolha de segurança que abrange 22.524 veículos produzidos entre 2023 a 2026. Aparentemente, a empresa alemã determinou que certos padrões de carregamento, combinados com uma carga superior a 80%, podem provocar "propagação térmica na bateria", o que é a designação corporativa de "incêndio". Até existir uma solução definitiva, os proprietários são aconselhados a não carregar os carros acima desse limite.

A Volkswagen também irá aplicar remotamente esta limitação aos veículos abrangidos. Ainda assim, caberá aos proprietários aceitar ou recusar esta configuração temporária através da app myVW. Caso não recusem, a empresa irá activar automaticamente o limite a partir de 27 de Outubro.

A recolha surge na sequência de uma investigação à segurança das baterias, durante a qual a Volkswagen pediu informações adicionais à fornecedora SK Battery America sobre a produção e as células potencialmente afectadas. O problema também afecta veículos fora dos EUA. A Volkswagen já revelou que a falha poderá afectar milhares de veículos eléctricos do Grupo Volkswagen, incluindo os ID.3, ID.4, ID.7, ID. Buzz e Cupra Born.

Este tipo de problemas, de defeitos de fabrico nas baterias, tem infelizmente dado origem a casos bastante complicados (como foi o caso dos Chevy Bolt nos EUA). Mais triste é que, em vez de assumirem a falha e procederem à troca total do pack de baterias, muitas vezes os fabricantes tentam "disfarçar o problema", aplicando limites de carga e curvas de carregamento mais lentas, penalizando os consumidores. E, parece que a VW vai optar precisamente por esta solução. Ficamos a aguardar por desenvolvimentos.

№ 14

Adaptador de tomadas universal com 5 USB a €20

Este adaptador universal de tomadas da Lencent garante que podemos ligar qualquer aparelho a qualquer tomada, e poupar carregadores USB adicionais.

Hoje em dia temos uma grande variedade de carregadores USB, mas este adaptador universal com portas USB integradas acaba por ser uma solução bastante atractiva para quem viaja frequentemente, ou simplesmente quer estar preparado para nunca ser apanhado desprevenido em termos de formatos de tomadas - e simultaneamente evitando a necessidade de transportar até cinco carregadores USB adicionais na sua bagagem.
Este adaptador de tomadas universal da Lencent tem 5 portas USB e está disponível por apenas 20 euros na Amazon Espanha - têm também disponível uma versão de 65W.

O módulo encaixa, e permite encaixar, tomadas eléctricas de praticamente todos os formatos existente (UE, Reino Unido, EUA, Austrália, etc.) e inclui 5 práticas portas USB, 3 delas sendo USB-C até 15 W, que podem fornecer até um máximo de 2.4 A por porta, perfeitas para recarregar smartphones, câmaras e outros equipamentos quando se vai de férias.


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№ 15

Próxima Xbox "Helix" poderá custar $1800

A próxima geração da Xbox, com nome de código Helix, poderá custar até 1.800 dólares.

A sucessora da Xbox Series X, com nome de desenvolvimento "Project Helix" só deverá chegar em 2028, mas já circulam rumores de que a Microsoft estará a considerar uma consola que terá um preço de 1.200 a 1.800 dólares. Um valor que muitos consideram ser totalmente irrealista.

Até há bem pouco tempo, seria impensável que uma consola de jogos pudesse custar 1.000 dólares. E no entanto, estamos actualmente a viver uma realidade em que as consolas estão substancialmente mais caras do que custavam originalmente quando foram lançadas, devido ao aumento brutal do preço da RAM, das memórias NAND Flash, e dos GPUs. Isso já teve como efeito fazer com que o patamar dos 1.000 dólares até começasse a parecer normal; e parece ter dado à MS a justificação para que o tal preço de 1.200 a 1.800 dólares pudesse ser considerado.

Alguns tentam justificar esse valor, dizendo que poderá ser aceitável se a consola chegar com hardware competitivo face a um PC de valor idêntico, mas outros dizem que esta estratégia irá ser um desastre, pois irá fazer com que muitas poucas pessoas comprem a consola, fazendo com que a mesma se torne também menos convidativa para que os estúdios percam tempo a optimizar os seus jogos para ela - mesmo considerando que basicamente será um "PC Windows" vestido de consola.

Infelizmente, com a situação da RAM e SSDs a dever manter-se até 2030, a MS poderá não ter grandes opções de escolha, se quiser lançar uma nova Xbox antes do final da década.

№ 16

JustWatch lança serviço de streaming JustWatch TV

A JustWatch lança um serviço de streaming, mas que ainda não chega a Portugal.

A JustWatch, o popular guia de streaming que se torna indispensável para descobrir que filmes e séries estão disponiveis em cada serviço de streaming, está a lançar o seu próprio serviço de streaming. Chamada JustWatch TV, a nova plataforma vai disponibilizar conteúdos de 30 parceiros, com uma modalidade gratuita com apresentação de publicidade, uma subscrição paga sem publicidade, e uma loja de aluguer de filmes. A iniciativa representa uma mudança para a empresa, que há 12 anos se dedica a ajudar os utilizadores a descobrir onde podem ver filmes e séries.

A oferta da JustWatch TV será sobretudo composta por filmes e séries mais antigos, bem como produções independentes, colocando o serviço em concorrência com plataformas como a Tubi e a Plex e com serviços de subscrição mais baratos. Os utilizadores também poderão "requisitar" títulos que gostariam de ver disponíveis, influenciando os futuros conteúdos da plataforma.
A JustWatch TV será integrada no site e nas apps da empresa e ficará disponível nos EUA, o Reino Unido, a Alemanha, França, Itália, Austrália e Nova Zelândia. A modalidade gratuita terá uma selecção de conteúdos com publicidade, enquanto a JustWatch TV Plus oferecerá mais de 300 títulos sem anúncios, além de funcionalidades como filtros avançados e opções para ocultar conteúdos já vistos ou que os utilizadores não gostaram. A subscrição custará 3.99 dólares por mês, havendo também uma promoção limitada dde 49.99 dólares para acesso vitalício (embora já se saiba que estas ofertas "vitalícias" raramente durem o tempo prometido).

Infelizmente, por agora a JustWatch TV não fica disponível em Portugal, embora a empresa prometa a expansão para mais países nos próximos meses.

№ 17

Falhas críticas no PHP deixam internet em risco

Vão ser hoje reveladas duas vulnerabilidades críticas no PHP, que poderão causar grandes problemas em milhões de sites na internet.

Os administradores de sistemas PHP estão a ser aconselhados a preparar-se para aplicar actualizações de segurança urgentes, depois de terem surgido informações sobre duas vulnerabilidades críticas antes da divulgação inicialmente planeada. A equipa de desenvolvimento do PHP atribuiu a ambas uma classificação CVSS de 9.2 e prevê disponibilizar as correções durante o dia de hoje. O PHP é amplamente utilizado em sites, sistemas de gestão de conteúdos, lojas online e aplicações web, sendo por isso um alvo bastante apetecido.

Investigadores de segurança alertam que que estss vulnerabilidades, identificadas como CVE-2026-109618 e CVE-2026-109619, permitem potencialmente a execução remota de código (RCE) e poderão afectar as versões 5, 6, 7 e 8 do PHP. Os investigadores confirmaram que as falhas são reais e conseguiram reproduzir uma delas, mas estão a evitar divulgar detalhes técnicos antes das correções serem disponibilizadas. Da mesma forma, a equipa do PHP também não confirmou ainda quais as versões afectadas nem explicou como as vulnerabilidades podem ser exploradas.

The PHP security team is giving advance notice: Upcoming security release Wed, Oct 21st 2026, 14:00UTC, two critical vulnerabilities, both rated CVSSv4 9.2. PHP users are encouraged to prepare to update. Earlier release if details become public or active exploit evidence.

— The PHP Foundation (@ThePHPF) October 20, 2026
A divulgação das falhas estava originalmente prevista para quinta-feira, 22 de Outubro, mas as informações começaram a circular mais cedo que o esperado, tendo levado à sua antecipação.

Muitos sites optarem por tomar medidas preventivas e desactivar certas secções, como forma de se precaverem contra eventuais ataques até que as actualizações sejam disponibilizadas e aplicadas. Dito isto, haverá milhões de sites que usam PHP e que se mantêm sem gestão activa, e que se tornaram em alvos óbvios para atacantes nos próximos tempos.

№ 18

SpaceX vai tentar apanhar Starship no próximo voo

O público poderá ver a Starship da SpaceX a pousar directamente na torre já no próximo mês.

Elon Musk anunciou que a SpaceX planeia tentar apanhar tanto a Starship como o foguetão Super Heavy no próximo mês. Se a operação for bem-sucedida, será a primeira vez que um veículo de lançamento orbital é recuperado na sua totalidade. Musk acredita que o teste tem boas hipóteses de correr bem, embora - como habitualmente - admita que o sucesso não está garantido. Caso falhe, a empresa pretende continuar com mais lançamentos de teste até ao final do ano, e acelerar ainda mais o ritmo em 2027.

A Starship é um sistema de lançamento composto por duas etapas, com cerca de 120 metros de altura, que combina o propulsor Super Heavy com a nave Starship. Ambos utilizam motores Raptor alimentados por metano líquido e oxigénio líquido. A SpaceX concebeu o sistema para regressar ao local de lançamento, onde uma torre equipada com braços mecânicos poderá apanhar o foguete e a nave no ar, permitindo a sua reutilização (de notar que a SpaceX já o conseguiu fazer, algumas vezes, apenas para o Super Heavy).

Elon Musk has just confirmed that @SpaceX will attempt to catch Starship on flight 15 next month.

They've released a new simulation video of what it will look like: pic.twitter.com/cAheevK6kD

— Sawyer Merritt (@SawyerMerritt) October 20, 2026
[vídeo demonstrativo de como se espera que o teste decorra]

O último lançamento da Starship alcançou dois marcos importantes: colocou a nave em órbita terrestre e lançou, pela primeira vez, os satélites V3 da Starlink, maiores e mais avançados. No entanto, a missão enfrentou problemas quando um dos motores Raptor se desligou prematuramente durante a subida. A SpaceX adaptou o plano de voo e continuou com os motores restantes, mas reduziu a missão prevista de 10 horas para cerca de três horas e apenas duas órbitas.

Nenhuma das etapas foi recuperada após o lançamento. O propulsor Super Heavy caiu no Golfo do México, enquanto a etapa superior da Starship realizou uma manobra de saída de órbita antes de terminar numa amaragem no oceano Pacífico. A próxima tentativa da SpaceX será, por isso, um passo importante para concretizar o objectivo de recuperar e reutilizar todo o sistema de lançamento.

№ 19

Xiaomi Smart Band 11 Active a €30

A Xiaomi Smart Band 9 Active é uma das propostas mais económicas para quem desejar fazer tracking da sua actividade diárias.

A Xiaomi Smart Band 11 Active vem com um ecrã AMOLED de 1.47", com formato que fica entre o formato estreito das "Smart Band" e o formato rectangular dos smartwatches. Além das capacidades de tracking da actividade física ao longo do dia e dezenas de desportos específicos, conta também com monitorização da frequência cardíaca e SpO2 durante todo o dia, contribuindo para a potencial detecção de situações anómalas. A autonomia continua a ser um dos pontos fortes, com até 21 dias de uso típico, contando também com resistência à água até 5 ATM e disponibilizando uma grande variedade de mostradores para que cada utilizador possa escolher aquele que prefere para cada momento.

De momento, podemos apanhar a Xiaomi Smart Band 11 Active por 30 euros na Amazon Espanha.

Pode ser utilizada tanto em smartphones Android como iPhones, incluindo compatibilidade com o Strava, para além de outras apps. Também pode fazer a monitorização do sono. E tendo em conta o seu preço extremamente acessível, torna-se numa excelente proposta para quem desejar começar a criar um registo da sua actividade física ao longo do tempo, e que - directamente ou indirectamente - poderá servir como incentivo para adoptar um estilo de vida mais saudável.


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№ 20

RAM e SSDs vão subir ainda mais até ao final do ano

O preço da memória RAM e memórias NAND Flash deverá subir ainda mais nestes últimos meses do ano.

Más notícias para quem estivesse a pensar comprar um novo computador ou fazer upgrades nesta fase final de 2026. Os preços da RAM estão a subir novamente, com os analistas a preverem aumentos de 10 a 15% na DRAM e de 15 a 20% na NAND (SSDs) durante o quarto trimestre de 2026. A escassez, provocada pela forte procura dos centros de dados de inteligência artificial, já fez subir os preços da memória entre 400 e 500% desde meados de 2025.

O principal motivo é a crescente procura por infraestrutura de inteligência artificial. A Samsung, a SK Hynix e outros fabricantes estão a dar prioridade à memória HBM (High Bandwidth Memory) e à RAM para servidores, produtos em que têm margens de lucro mais elevadas, deixando menor capacidade de produção para os produtos destinados ao mercado de consumo. A saída da Micron do mercado de memória para consumidores e a redução da produção de standards mais antigos, como a DDR4, agravaram ainda mais esta escassez.

Os consumidores já estão a sentir os efeitos, com os preços dos PCs, portáteis e smartphones a aumentar significativamente. Fabricantes chineses como a YMTC e a CXMT poderão ajudar a aliviar a situação, mas não se espera que a sua produção tenha um impacto significativo antes de 2028 ou 2029. As perspectivas continuam pouco animadoras. Os fabricantes estão a ter dificuldades em aumentar a produção ao ritmo necessário para acompanhar a procura, pelo que não são esperadas descidas significativas dos preços antes do final década. Até lá, quem tiver mesmo que fazer upgrade à RAM, terá que pagar valores cada vez mais exorbitantes por isso.