PlanetGeek
№ 01

Ataque à Revolut foi feito através de organismos italianos

O preocupante caso de pedido de informação privada à Revolut foi feito através de organismos italianos que foram infiltrados pelos atacantes.

O impressionante - e assustador - caso da Revolut está a gerar preocupação sobre a forma como instituições financeiras respondem a pedidos de informação emitidos por autoridades públicas no âmbito de investigações e regras de combate ao branqueamento de capitais.

Segundo informações divulgadas por pelo grupo que diz ter obtido informação da Revolut, e que tem estado a revelar alguma dessa informação, os atacantes terão comprometido contas de email pertencentes a organismos governamentais e forças de segurança italianas através de malware do tipo infostealer. A partir dessas contas, enviaram à Revolut Bank UAB, sediada na Lituânia, pedidos falsificados apresentados como Ordens Europeias de Investigação em nome das autoridades italianas, fazendo referência a entidades como a Eurojust e a Europol.

Os atacantes dizem que esses pedidos foram feitos durante um período de cerca de cinco meses e que a Revolut respondeu às solicitações recebidas, seguindo os procedimentos exigidos pelas regras europeias - apenas com algumas excepções: a Revolut terá recusado ceder informação sobre clientes com contas sediadas noutros países. Ainda assim, o grupo diz deter 147 GB de dados provenientes do lado italiano da operação, incluindo documentos internos e registos de comunicações entre agentes. Quanto aos clientes Revolut, terão sido visadas pessoas que tinham feito operações de valor substancial em criptomoedas, escolhidas com base no registo público na blockchain.

‼️ BREAKING: Duel can report that the Revolut hacker used a "spray and pray" strategy, sending hundreds of cryptocurrency transaction IDs to Revolut and asking for the associated account details. Revolut complied.

This explains the sheer volume of data the hackers were able to… pic.twitter.com/RqGsuEIkMZ

— Korra (@korraflow) September 15, 2026
Algumas análises aos registos que têm sido revelados demonstram o motivo para preocupações, permitindo analisar que países os alvos têm visitado, lojas de luxo em que fizeram compras, restaurantes que frequentam, consultas que pagaram, assim como transferência avultadas para familiares, amigos, namoradas e até para "acompanhantes". Informação que facilmente permite ampliar a gama de ataques, quer seja por extorsão e chantagem, quer por coacção física sobre o próprio indivíduo ou pessoas com quem se relacione.

Isto torna-se ainda mais caricato quando se relembra que organizações como a Open Dialogue Foundation (ODF) tinham apresentado precisamente este tipo de preocupações junto do Parlamento Europeu durante as negociações das novas regras europeias de combate ao branqueamento de capitais. Preocupações que foram totalmente ignoradas, ao ponto de algumas das salvaguardas propostas terem ficado de fora da versão final da legislação. No seu estado actual, os bancos estão literalmente obrigados a cumprir com este tipo de pedidos, sob pena de serem alvo de pesadas multas e outras penalizações - isto para um sistema que nem sequer se preocupou em criar mecanismos seguros de validação dos mesmos, resultando no caso que agora se tem em mãos, e que certamente não será o único nem o último.

Até ao momento, não foram ainda feitas declarações oficiais por parte das autoridades italianas, da Eurojust, ou da Europol.

№ 02

UE vai proibir redes sociais a menores de 13 anos

A UE prepara restrições às redes socias a crianças e adolescentes, e no processo, vai obrigar todos os utilizadores adultos a identificarem-se oficialmente.

Tal como já vinha a ser falado, a União Europeia prepara-se para avançar com novas restrições ao acesso de crianças e adolescentes às plataformas digitais através do chamado "Kids Act", uma proposta legislativa que deverá ser apresentada nos próximos dias. Entre as medidas previstas está a proibição da utilização de redes sociais por menores de 13 anos sem supervisão parental, bem como novas regras para plataformas de jogos online e serviços de inteligência artificial.

As crianças com menos de 13 anos só poderão aceder a redes sociais mediante supervisão dos pais ou responsável legal. Já os jovens entre os 13 e os 15 anos necessitarão de consentimento parental para criar contas, estando sujeitos a controlos adicionais, incluindo limites de tempo de utilização e outras ferramentas de protecção. As redes sociais, plataformas de jogos online, e serviços de inteligência artificial também terão que implementar mecanismos destinados a reduzir comportamentos aditivos, proteger os utilizadores mais jovens de conteúdos prejudiciais, e prevenir situações de abuso. No caso específico dos chatbots e companheiros virtuais AI, as empresas deverão evitar funcionalidades que incentivem ligações emocionais excessivas ou interações potencialmente nocivas.
Embora tudo isto seja apresentado como sendo para o bem das crianças e adolescentes, a implementação em concreto levanta sérias questões a nível da privacidade. Isto porque, para cumprirem estas regras, as plataformas serão obrigadas a verificar a idade dos utilizadores através de sistemas de verificação etária, muitos dos quais pooderão exigir o acesso a dados biométricos (como os seus rostos), ou fotos de documentos oficiais de identificação - dados que, mais cedo ou mais tarde, acabarão por ser roubados ou divulgados acidentalmente - algo que ficou recentemente demonstrado nos EUA.

Há também toda a questão da eficácia de tais medidas, já que tem sido também demonstrado, em países que já tentaram este tipo de bloqueios etários, que as restrições têm sido um total falhanço, sendo facilmente contornadas pelos menores. E isto para não falar no risco efectivo de apenas empurrar os menores para plataformas mais obscuras e descentralizadas, à margem de qualquer regulamentação e ainda mais distantes da supervisão dos pais.

... Riscos e preocupações que alguns dirão até poderem ser propositados, para justificarem uma segunda vaga em que se tentem proibir coisas como as VPNs e encriptação end-to-end, como forma de melhor controlar o que é feito pelas crianças...

№ 03

Módulo de tomadas Tessan com 3 USB + 3 tomadas a €22

Uma excelente opção para quem tem que lidar com um número crescente de dispositivos USB para recarregar, é usar um módulo de tomada com portas USB integradas, como é o caso deste módulo cubo de tomada Tessan com 3x tomadas mais 3x USB (incluindo USB-C).

Hoje em dia temos uma grande variedade de carregadores USB, mas estes módulos de tomada com portas USB integradas acabam por ser uma solução bastante atractiva, já que permitem manter a utilidade da tomada original, mas adicionando portas USB adicionais para carregarem outros equipamentos sem necessidade de carregadores individuais.
Este módulo de tomada Tessan com 3x tomadas mais 3x USB (1x USB-C) está disponível por 22 euros na Amazon Espanha.

As portas USB-A podem fornecer até 5 V a 2.4 A (12 W) cada uma, a USB-C pode fornecer 3 A (15 W). Quanto à tomada em si, poderá suportar cargas até um máximo de 2500 W; e temos ainda a vantagem de um prático interruptor facilmente acessível para cortar completamente a energia e evitar os consumos "fantasma" em standby.

É uma opção bastante interessante, especialmente para locais como casas de banho ou cozinhas, onde será conveniente manter o acesso à tomada eléctrica, mas ainda assim arranjar forma de recarregar aparelhos via USB - não só os habituais smartphones e tablets, mas também coisas como colunas Bluetooth, relógios, iluminação recarregável, escovas de dentes e máquinas de barbear, etc.


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№ 04

Micron anuncia módulos DDR5 de 512GB

Pensados para o uso em servidores, a Micron anunciou os primeiros módulos DDR5 RDIMM de 512 GB.

Podendo ser quase considerado uma "afronta" numa altura em que o preço da memória está em valores absurdamente elevados, a Micron apresentou os primeiros módulos DDR5 RDIMM de 512 GB do mundo, destinado a servidores e data centers. Os novos módulos já estão a ser validado pela AMD e pela Intel para futuras plataformas empresariais e deverá atingir velocidades de até 9200 MT/s.

Para alcançar esta capacidade, a Micron utiliza tecnologia de empilhamento vertical de chips DRAM (TSV - Through-Silicon Vias). Graças a esta abordagem, um servidor equipado com 24 destes módulos poderá atingir uns impressionantes 12 TB de memória sem necessidade de aumentar o número de slots DIMM disponíveis. Além da capacidade, a empresa promete melhorias na eficiência energética. Um único módulo RDIMM de 512 GB consome cerca de 16 W, enquanto quatro módulos de 128 GB que oferecem a mesma capacidade total necessitam de aproximadamente 44.2 W. Isto representa uma redução superior a 60% no consumo de energia, factor importante para centros de dados e infraestruturas de inteligência artificial.
Este módulos seguem-se aos módulos DDR5 RDIMM de 256 GB que a Micron começou a disponibilizar para testes este ano e que também usam a tecnologia de empilhamento 3D para maximizar a densidade e o desempenho.

Apesar da demonstração bem-sucedida, a produção em massa dos módulos DDR5 de 512 GB só está prevista para 2027. A Micron não revelou qualquer informação sobre preços, mas tendo em conta o cenário que se vive, serão obviamente absorvidos pelos mega data centers para AI, que parecem não se preocupar com detalhes como o "preço".

№ 05

D3 processa Facebook, Instagram, TikTok e YouTube

Replicando acções já feitas noutros países, a D3 avançou com processos contra Facebook, Instagram, TikTok e YouTube devido ao seu design deliberadamente viciante.

A associação portuguesa D3 - Defesa dos Direitos Digitais avançou com acções contra o Facebook, Instagram, TikTok e YouTube, acusando estas plataformas de utilizarem funcionalidades concebidas para incentivar o uso excessivo e comportamentos viciante. Os processos foram apresentados nos tribunais civis portugueses em Abril e Maio deste ano.

No centro da contestação estão mecanismos bem conhecidos, como o scroll infinito, a reprodução automática de vídeos, as notificações persistentes, e os algoritmos de recomendação personalizados. Segundo a D3, estas funcionalidades são concebidas para aumentar ao máximo o tempo de utilização e o nível de interação dos utilizadores, sem considerar o impacto no seu bem-estar digital. A associação defende que as redes sociais podem oferecer experiências mais equilibradas sem recorrer a estratégias que incentivem a utilização compulsiva. O caso português surge numa altura em que este tipo de processos se vai multiplicando em diferentes países e começam a surgir exigências para dar maior controlo aos utilizadores (algo que as plataformas não parecem muito dispostas a fazer).

Nos Estados Unidos, um processo idêntico já produziu resultados concretos. A Meta aceitou pagar até 18 mil milhões de dólares ao longo de dez anos para resolver processos movidos por quase todos os estados norte-americanos relacionados com as práticas que promoviam a dependência entre menores. Embora não tenha admitido qualquer irregularidade, a empresa comprometeu-se a implementar novas limitações para utilizadores mais jovens, incluindo restrições de tempo de utilização e durante o período nocturno. É de imaginar que, mais tarde ou mais cedo, de forma "semi-voluntária" ou forçada, todas as plataformas acabem por fazer o mesmo.

№ 06

Update do Windows bloqueia "copy paste" no Excel

Uma actualização de segurança do Windows volta a causar problemas, desta vez bloqueando a função de "copiar e colar" no Excel.

Já é tradição que praticamente toda e qualquer actualização do Windows venha com problemas associados, mas desta vez o caso torna-se mais complicado ao interferir com um funcionamento praticamente imprescindível numa das ferramentas mais populares da Microsoft: o Excel!

A Microsoft já confirmou que a actualização de segurança KB5002914 de Setembro de 2026 está a causar falhas nas funções de copiar e colar no Excel. O problema afecta o Excel 2024, 2021, 2019 e 2016, e faz com que as operações de colagem falhem. Para piorar, a falha ocorre silenciosamente, sem apresentar qualquer mensagem de erro ou aviso ao utilizador, o que pode levar a situações complicadas no caso dos utilizadores que não se aperceberem disso. O conteúdo copiado permanece seleccionado, mas não é colado no destino. Além disso, funcionalidades como o preenchimento automático e o arrastar de fórmulas podem também deixar de funcionar correctamente.

A Microsoft diz já ter identificado a origem do problema e está a trabalhar na sua correcção, embora sem referir quando é que irá disponibilizar uma actualização para resolver a situação. Até lá, a solução passar por remover a actualização KB5002914, No entanto, os procedimentos variam consoante a versão do Office instalada, podendo ser necessário utilizar ferramentas como o Office Deployment Tool Run para reverter a actualização para uma versão anterior.

Este é mais um contratempo para a Microsoft durante o ciclo de actualizações de Setembro de 2026. Nas últimas semanas, a empresa também teve de corrigir problemas que afectavam os Serviços de Ambiente de Trabalho Remoto (RDS), o Hyper-V e dispositivos de áudio USB no Windows 11.

№ 07

Novo modelo AI Jev de co-inventor do ChatGPT

Diogo Almeida, um dos cérebros por trás do RLHF e do ChatGPT, apresentou o Jev.

A Typesafe AI é resultado dos últimos anos de trabalho em modo "stealth", com o Jev a ser o primeiro produto a ser lançado.

O Jev não é "mais um" modelo AI LLM que se vem juntar a todos os outros que possibilitam os muitos chatbots que temos disponíveis, mas sim uma coisa completamente diferente que poderá complementá-los. Em vez de gerar textos (ou imagens, ou sons), o Jev foca-se unicamente em fazer decisões. É algo que pode não parecer importante ou impressionante, mas quando se tem em conta que isto é algo necessário e que não se adequa aos modelos LLM existente (que são lentos, e caros, para coisas deste tipo), pode antever-se que não faltem interessados.

O Jev apenas dá decisões, com grau de confiança, e a sua grande vantagem é a rapidez e o custo. A Typsafe diz que o Jev pode ser 200x mais rápido que os modelos AI existentes, e até 500x mais barato - aliás, só se paga pelos inputs, já que os outputs são totalmente gratuitos. Esta velocidade e preço faz com que o Jev possa ser usado dezenas de vezes por segundo com custos que se mantêm aceitáveis, ao contrário do que aconteceria com um modelo LLM normal (que nem funcionaria a estas velocidades) . estando também disponíveis uma série de exemplos de casos em que poderá ser utilizado.

After co-inventing ChatGPT, I kept asking myself: why have superhuman chat models not led to AGI?

I’ve spent the last 2 years in stealth building a new way to train models (RLCD), and a new type of frontier AI model that we are releasing today: Jev

• 20-200x faster
• 40-400x… pic.twitter.com/JSybNG2BKJ

— Diogo Almeida (@CompleteSkeptic) September 15, 2026

We believe that the future is code + AI, so made workflow evals to reflect that

Jev costs: $42 / BILLION input tokens ($0.042 / MTok) and output tokens are free (forever - they’re too cheap to meter with our new architecture)

Jev is named after Jevons paradox and off the… pic.twitter.com/mOZQjgZ3Zx

— Diogo Almeida (@CompleteSkeptic) September 15, 2026
No passado, Diogo Almeida já tinha referido que, embora estivesse orgulhoso do trabalho que resultou no ChatGPT, tinha também ficado "desapontado" pela direcção que os modelos AI estavam a seguir. Este Jev pretende demonstrar que ainda há muito que se pode fazer no campo da AI sem ser "mais do mesmo".

O mais certo é que o Jev acabe por ser aproveitado e implementado a nível dos bastidores, ajudando a melhorar as ferramentas AI mas sem ser directamente visível ou perceptível do lado dos utilizadores. No futuro, poderá resultar em modelos locais que auxiliem o processamento AI nos computadores e smartphones, de forma mais imediata e eficiente que ter modelos LLM de grandes dimensões.

№ 08

Suporte para portátil com docking station a €36

Sendo extremamente útil para quem trabalha com um portátil a par de um PC, espreitem este suporte para portátil com docking station da Benfei.

Para quem usa um portátil como computador principal (ou quase principal) e prefere usá-lo com monitor e teclado externos, ou em paralelo com um computador desktop, nem sempre é fácil fazer essa gestão e escapar à confusão de cabos. Mas isso é algo que pode ser resolvido escolhendo um suporte adequado.

Este suporte multifuncional da Benfei não só coloca o portátil numa posição mais adequada, como também integra um hub USB 3.0, suporte para carregamento PD 100 W, saída HDMI 4K para monitor externo, leitor de cartões, e 3 portas USB de 10Gbps (2x USB-A, 1x USB-C).
Este suporte Benfei com hub USB 7-em-1 está disponível por 36 euros na Amazon Espanha.

Apesar de todas estas capacidades, o suporte pode ser "compactado" de forma a ficar totalmente plano, facilitando a sua arrumação e transporte. Mas, o mais importante, é que permite que se fique com um sistema pronto a funcionar de forma rápida e livre da ligação de múltiplos cabos e/ou adaptadores de cada vez que se quer pousar o portátil na secretária para começar a trabalhar.


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№ 09

Apple M5 Ultra e M6 aparecem no Geekbench

Os primeiros resultados dos chips Apple M5 Ultra e M6 começaram a aparecer no Geekbench, e impressionam.

Os primeiros resultados de desempenho dos novos processadores Apple M5 Ultra e M6 surgiram na base de dados do Geekbench 7, oferecendo uma primeira visão das melhorias da mais recente geração de chips da marca. Embora os testes ainda não tenham sido verificados oficialmente, os números indicam avanços consideráveis tanto em desempenho single-core como multi-core.

O M5 Ultra, destinado ao novo Mac Studio, alcançou uma pontuação de 3.774 pontos em single-core e 52.516 pontos em multi-core. Caso estes resultados se confirmem, o novo chip oferece até 30% mais desempenho por núcleo e cerca de 35% mais desempenho em tarefas multithread quando comparado com o M3 Ultra. Estes valores estão alinhados com os valores apresentadas pela Apple durante o anúncio do processador.

Já o novo M6, que se estreia no Mac mini, com processo de fabrico de 2 nm, registou 4.071 pontos em single-core e 22.783 pontos em multi-core. Comparado com o M5, o chip apresenta ganhos de aproximadamente 12% em desempenho single-core e até 27% em desempenho multi-core, reforçando a liderança da Apple na área dos processadores para computadores pessoais.

Os resultados também colocam o M6 no topo da tabela de desempenho single-core do Geekbench 7, superando não só os restantes chips da Apple, como também todos os chips concorrentes, incluindo os mais recentes processadores da Qualcomm. Embora seja necessário aguardar por mais testes para validar estes resultados, tornam-se num excelente indicador para quem estiver a pensar comprar uma das novas máquinas da Apple.

№ 10

MediaTek apresenta Dimensity 9600 Pro de 2nm

A MediaTek revelou o seu mais recente chip topo de gama, o Dimensity 9600 Pro, feito com tecnologia de 2 nm.

A MediaTek apresentou o Dimensity 9600 Pro, o seu primeiro processador fabricado com tecnologia de 2 nanómetros e também o primeiro a utilizar os novos núcleos Arm C2 e GPU Mali-G2 Ultra NX. O chip promete ganhos significativos de desempenho, eficiência energética, e capacidades de inteligência artificial para a próxima geração de smartphones topo de gama.

O novo chip adopta uma configuração de oito núcleos composta por dois Arm C2-Ultra e seis Arm C2-Pro. O desempenho single-core aumenta até 17%, enquanto as tarefas multi-core registam uma melhoria de 15%. A eficiência energética é um dos grandes destaques, com ganhos que podem atingir 61% em cargas de trabalho multithread quando comparado com a geração anterior. Na parte gráfica, o GPU Mali-G2 Ultra NX oferece até 27% mais desempenho e melhorias de 24% na eficiência energética. O novo GPU suporta jogos acima dos 185 fps, acelera o ray tracing em 18%, e está preparado para tecnologias de renderização neural para melhorar a qualidade da imagem e dos sistemas de super resolução.
O processador suporta ainda memória LPDDR5X e LPDDR6, bem como armazenamento UFS 5.0. Como não podia deixar de ser, a MediaTek reforçou também as capacidades AI com novo NPU 1090, que duplica o desempenho INT4 da geração anterior e melhora significativamente a velocidade de processamento de modelos generativos.

O Dimensity 9600 Pro suporta câmaras até 200 MP, gravação de vídeo em 8K a 60 fps, descodificação do codec VVC (H.266), WiFi 7, e Bluetooth 6.2. Os primeiros smartphones equipados com o novo processador já foram anunciados e deverão chegar ao mercado nos próximos meses. Como sempre, resta ver como é que todas estas melhorias técnicas se transformam em melhorias efectivas no uso real - nomeadamente em termos de aquecimento e consumos, que acabam por ser os grandes limitadores nos dispositivos móveis.

№ 11

China e Trump recusam abrandar AI

Os apelos para abrandar o desenvolvimento da AI parecem não ter hipótese de sucesso, com a China e Donald Trump a recusarem essa abordagem.

O apelo de Dario Amodei da Anthropic, a que se juntaram Sam Altaman, Elon Musk, e outros, a pedirem um abrandamento e maior controlo sobre o desenvolvimento de modelos AI, parece condenado ao fracasso. Para que tal pudesse acontecer seria necessário uma espécie de "pacto mundial" que incluísse a China, ou qualquer tipo de regulamentação legislativa por parte dos EUA, que não irão acontecer.

Do lado da China, a manobra é descrita como uma vergonhosa tentativa de abrandar o rápido desenvolvimento da China no sector, e que não faz qualquer sentido permitir que "outros países" acelerem o seu distanciamento e assumam uma posição de liderança sem concorrência; e, inesperadamente, do lado dos EUA, o próprio presidente Trump ficou bastante "incomodado" com os pedidos de abrandamento, dizendo que a corrida da AI tem sido extremamente boa para o país - com a construção dos mega-data centers - e que a melhor protecção contra os perigos da AI é o país ter um presidente forte e inteligente.
Por todos os cantos da internet as pessoas vão escolhendo os campos: tanto os que acreditam nas profecias do apocalipse AI se não houver controlo, como os que dizem que tudo não passa de um monte de tretas - relembrando que Dario Amodei já andava com a mesma cantiga desde os tempos do GPT-2 quando ainda estava na OpenAI e dizia que não deveriam lançar o modelo publicamente por ser "demasiado perigoso".

Tal como tenho referido repetidamente desde o início desta questão, a mesma acaba por ser irrelevante: mesmo que houvesse um "acordo de abrandamento", nenhum país ou empresa iria acreditar que os seus rivais / inimigos iriam seguir essas regras, levando a que secretamente continuassem a desenvolver os seus modelos a toda a velocidade. É nesse caminho que temos estado, e que continuaremos a estar, para o bem e/ou para o mal.

Veremos se, daqui por uma década, a humanidade está extinta, ou se vivemos num paraíso utópico onde não há doenças, nem guerra, nem fome, e todos se dedicam ao que querem sem haver necessidade de dinheiro. Ou então, se essas promessas vão sendo recicladas, mas para a década seguinte.

№ 12

Degradação da bateria nos carros eléctricos já não é problema

As preocupações com a longevidade das baterias nos carros eléctricos parecem ser uma coisa do passado.

Um estudo da empresa austríaca AVILOO, baseado em mais de 500 mil testes a baterias de veículos eléctricos, revela que o Mercedes EQA, o Hyundai IONIQ 5 e o BMW i4 são os modelos que melhor conservam a capacidade da bateria ao longo do tempo. A análise avaliou 20 modelos populares com até 150 mil quilómetros percorridos, tornando-se uma das maiores investigações independentes já realizadas nesta área.

Segundo os resultados, o Mercedes EQA lidera a classificação com uma capacidade média de 94% aos 150 mil quilómetros, seguido de perto pelo Hyundai IONIQ 5 (93.8%) e pelo BMW i4 (93.6%). O Hyundai Kona/Kauai e o Volvo XC40 Recharge completam o top cinco. Estes valores significam que, mesmo após muitos anos de utilização, os veículos continuam a manter mais de 90% da autonomia original.
Na parte inferior da tabela surgem modelos como o Nissan Leaf, o MINI Cooper SE e o Renault Zoe, mesmo assim com valores entre 86% e 87% de capacidade restante. O estudo aponta que as baterias de menor dimensão tendem a sofrer um desgaste mais rápido, uma vez que necessitam de mais ciclos de carregamento para percorrer a mesma distância. Os Tesla Model Y e Model 3 também ficaram abaixo da média dos melhores classificados, embora continuem a apresentar níveis de degradação considerados aceitáveis (90.3% e 88.9%, respectivamente).

A principal conclusão do estudo é que a degradação das baterias dos veículos eléctricos é muito menos problemática do que muitos consumidores receavam. Mesmo os modelos com pior desempenho mantêm uma grande parte da capacidade original após longos períodos de utilização. E tendo em conta que a degradação tende a abrandar com o tempo, quem comprar um carro eléctrico usado com 150.000 km ou mais, dificilmente verá uma queda acentuada durante os anos seguintes de uso.

№ 13

Cadeira ergonómica Sihoo a €172

Mais necessário do que nunca para quem passou a ficar em casa a tempo inteiro - ou simplesmente decidiu melhorar as suas condições durante o tempo que passa a trabalhar ou a jogar no computador - temos esta cadeira ergonómica de escritório Sihoo.

É habitual ver as pessoas que planeiam o seu próximo computador escolherem todo e cada componente da sua máquina com enorme cuidado; mas muita vezes esquecem-se dos componentes "extra-computador", que podem ser ainda mais importantes. A cadeira é uma dos elementos críticos que muitas vezes é descurado, mas felizmente vão surgindo propostas interessantes a preços bastante aceitáveis - tendo em conta que é algo que será usado durante longas horas, durante dias, meses e anos, e que contribui directamente para o conforto imediato do utilizador e para a sua saúde a longo prazo.
Esta cadeira Sihoo está disponível por 172 euros com envio da Amazon Espanha.

Vem com todos os ajustes esperados para uma cadeira reclinável e conta com ajuste de altura pneumático. Está disponível em branco, preto, e em versões com apoio para os pés (estas últimas sendo mais caras).


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№ 14

Óculos VR Steam Frame começam nos €1049

Entrar no mundo VR pela porta da Valve vai custar mais de mil euros se quiserem os óculos Steam Frame.

A Valve anunciou oficialmente o preço do Steam Frame, o seu novo headset de realidade virtual, e abriu as reservas para os primeiros compradores. O dispositivo estará disponível em duas versões: um modelo com 256 GB por 1.049 euros e uma variante com 1 TB por 1.279 euros.

No campo do hardware, o Steam Frame usa um chip Snapdragon 8 Gen 3 com 16 GB de memória LPDDR5X, e ecrãs LCD de 2160x2160 para cada olho, que podem funcionar até 144 Hz. A bateria é de 21.6 Wh, e estão incluídos os comandos de movimento e um adaptador USB dedicado para streaming wireless do computador.

A grande surpresa do anúncio é a inclusão de uma versão nativa de Half-Life: Alyx optimizada para o processador ARM do headset. Isto significa que os jogadores poderão jogar o jogo VR directamente no dispositivo sem necessidade de um PC. Isto tira partido de diversas optimizações, como o eye tracking com foveated rendering, que melhora a qualidade apenas nas áreas para onde se está a olhar.


O Steam Frame utiliza uma abordagem diferente da maioria dos headsets actuais. Baseado no SteamOS, permite executar localmente jogos compatíveis para Linux, títulos Windows através da camada Proton e até aplicações Android. Além disso, continua a suportar streaming de jogos VR a partir de um computador através de uma ligação directa WiFi 6E de baixa latência, reforçada com novas tecnologias para melhorar a estabilidade e a qualidade da imagem.

A Valve anunciou também que existem mais de 70 jogos que já receberam a certificação "Steam Frame Verified", garantindo um bom desempenho em modo autónomo (incluindo, obviamente, o Beat Saber).

Um dos pontos criticados é só disponibilizar um modo passthrough monocromático para ver o mundo em redor, mas isso poderá ser resolvido com um acessório de câmaras desenvolvido em parceria com a Arcturus Vision, que adiciona passthrough a cores de alta qualidade ao headset por €157.

As reservas já estão disponíveis através do sistema oficial da Valve, que utiliza um modelo de selecção aleatório semelhante ao adoptado no lançamento dos Steam Deck para reduzir a especulação e revenda.

№ 15

EUA confirmam presença de armas em órbita

Fazendo recordar os tempos do programa "Star Wars" de Ronald Reagan, os EUA confirmaram, pela primeira vez, terem armas em órbita.

Pondo fim a um longo período de silêncio sobre a suspeita da presença de armas em órbita, os Estados Unidos confirmaram oficialmente, pela primeira vez, que possuem armas colocadas em órbita terrestre. O anúncio foi feito pelo secretário da Força Aérea norte-americana, Troy Meink, durante uma conferência de defesa em Washington, onde assegurou que o país dispõe de "armas de controlo espacial" capazes de proteger as forças militares norte-americanas contra acções hostis de adversários.

Apesar da confirmação, o responsável não revelou detalhes sobre a natureza dos sistemas nem sobre a data em que foram colocados no espaço. Isso dá azo a especulações sobre o tipo de tecnologia envolvida, embora as opções mais lógicas recaiam sobre sistemas de interferência electrónica e lasers, capazes de neutralizar satélites inimigos sem gerar detritos espaciais - com alguns especialistas a relembrarem que praticamente qualquer satélite com emissores e lasers pode facilmente ser usado como "arma" para interferir com satélites inimigos.
Na prática, este reconhecimento acaba por ser apenas a confirmação de algo que já se suspeitava há muito. Nos últimos anos, os Estados Unidos têm acusado a Rússia e a China de desenvolver e testar tecnologias antissatélite, incluindo satélites altamente manobráveis e sistemas capazes de interferir com infraestruturas espaciais críticas. Pelo que, é mais que certo que este tipo de satélites ofensivos já estejam em órbita há muito, das principais potências com acesso ao espaço. Ainda assim, esta confirmação por parte dos EUA poderá funcionar como "carta branca" para que outros países digam estar a fazer o mesmo em "resposta" às acções norte-americanas.

É pena que, em vez de se olhar para o espaço como a fronteira que poderia servir de incentivo a um maior entendimento de toda a humanidade, esteja a tornar-se apenas em mais um território a conquistar, e onde cada país quer assegurar posição dominante.

№ 16

Eufy lança câmara para janelas

A Eufy (da Anker) apresentou uma curiosa câmara de vigilância para janelas, e nova video-campainha.

A Eufy - que em breve assumirá a designação Anker - revelou duas novas soluções de segurança doméstica durante a IFA 2026, destacando-se a Window Camera E10, uma câmara concebida especialmente para apartamentos e habitações onde a instalação de equipamentos no exterior não é uma opção. Em vez de ser montada fora de casa, a câmara fixa-se no lado interior da janela e grava o exterior, utilizando um sistema de óptica antirreflexo para minimizar os reflexos causados pelo vidro.
A Window Camera E10 grava vídeo em resolução 2.5K, possui inclinação ajustável até 25 graus e inclui detecção local de pessoas, animais, veículos e ruídos. A alimentação é feita através de uma ligação USB-C e as gravações são armazenadas localmente num cartão microSD com capacidade até 256 GB. A câmara é compatível com Google Home e Amazon Alexa, mas não oferece suporte oficial para outras plataformas de domótica.

A marca apresentou também a Video Doorbell S4, uma nova campainha inteligente equipada com uma câmara 3K e um campo de visão de 180 graus. A principal novidade é o chamado "VR Mode", que permite ao utilizador mover o smartphone para explorar diferentes áreas da imagem panorâmica, oferecendo uma experiência semelhante à visualização de vídeos em realidade virtual.

A Video Doorbell S4 suporta alimentação por bateria, energia solar ou ligação eléctrica tradicional e inclui detecção de pessoas, reconhecimento facial e identificação de encomendas. Conta ainda com visão nocturna a cores, gravação contínua 24 horas por dia, e 64 GB de armazenamento interno.

A Window Camera E10 deverá chegar ao mercado ainda este ano por menos de 100 euros, enquanto a Video Doorbell S4 deverá custar perto de 300 euros, incluindo uma unidade de campainha dedicada.

№ 17

iCloud+ passa a incluir Apple TV e Apple Arcade

A Apple está a englobar o acesso ao Apple TV e Apple Arcade nos planos iCloud+ em Angola, Moçambique, Cabo Verde e mais países - mas deixando a UE de fora.

A Apple anunciou uma reformulação do serviço iCloud+, transformando-o num pacote mais abrangente de serviços digitais em mais de 100 países. A partir de agora, todas as subscrições pagas do iCloud+, incluindo o plano base de 50 GB, passam a incluir acesso ao Apple TV e Apple Arcade sem custos adicionais. Algo que há muito era pedido, mas que a Apple não faz chegar à UE (nem aos EUA).

Os actuais subscritores do iCloud+ terão acesso automático aos novos benefícios, enquanto os utilizadores que possuam subscrições individuais do Apple TV ou Apple Arcade serão transferidos para o iCloud+, mantendo os seus conteúdos e progressos guardados. A partilha familiar continua disponível, permitindo que até cinco pessoas utilizem o armazenamento e os serviços incluídos na subscrição.

Outra novidade é o Apple Music Select, um serviço que oferece estações de música selecionadas pela Apple sem publicidade. A funcionalidade serve também como porta de entrada para o Apple Music completo, com a empresa a disponibilizar preços promocionais para incentivar futuras subscrições do serviço de streaming musical.

Nos países abrangidos a Apple abandonará os planos Apple One, e o Apple TV e o Apple Arcade deixarão de estar disponíveis como subscrições independentes. Paralelamente, o serviço de streaming Apple TV passa a estar disponível em mais 59 países, elevando a presença global da plataforma para cerca de 170 mercados.


Países que passam a ter o novo plano iCloud+ com Apple TV e Apple Arcade:
  • Albânia
  • Argélia
  • Angola
  • Anguila
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№ 18

VW mostra Mission Efficiency ultra-eficiente

A VW quer mostrar a sua competência tecnológica, batendo recordes de eficiência com o novo Mission Efficiency.

Apesar dos carros eléctricos já serem imensamente mais eficientes que os carros a combustão, a Volkswagen quer mostrar que, mesmo entre os carros eléctricos, é possível ir além daquilo que tem sido feito. Para tal, revelou o Mission Efficiency, um protótipo eléctrico que recupera o espírito do anterior XL1 de 2013 e estabelece novos recordes de eficiência energética, antecipando tecnologias que poderão chegar aos futuros modelos da marca.

Construído sobre a plataforma MEB+, o concept percorreu 1.278 quilómetros com uma única carga durante um teste entre Wolfsburgo e Viena, terminando a viagem com autonomia suficiente para percorrer mais 164 quilómetros.
Um dos segredos deste desempenho está na aerodinâmica. O Mission Efficiency apresenta um coeficiente de resistência ao ar de apenas 0.158, um valor recorde para um veículo homologado para estrada. Com uma bateria de 54.9 kWh e um motor eléctrico de 135 cv, o modelo alcançou consumos reais de apenas 6.89 kWh por cada 100 quilómetros, números muito abaixo da maioria dos veículos eléctricos atuais.
Para atingir esta eficiência, a Volkswagen recorreu a diversas soluções avançadas, incluindo carroçaria optimizada para reduzir a resistência ao ar, pneus de baixa resistência ao rolamento, travões eletromecânicos mais leves, e até um sistema solar integrado no tejadilho capaz de adicionar até 30 quilómetros de autonomia por dia em condições favoráveis. Apesar do foco na eficiência, o veículo mantém quatro lugares e uma bagageira com 481 litros de capacidade.

Embora o Mission Efficiency não esteja previsto para produção, este protótipo serve como laboratório para futuras tecnologias destinadas aos seus modelos eléctricos, demonstrando como a eficiência pode ser uma alternativa mais eficaz ao simples aumento da capacidade das baterias.

№ 19

Ganha uma fita LED para TV

Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta vez a escolha recai sobre uma fita LED para TV.

Embora não seja a versão "ambilight" com câmara, até uma simples fita LED RGB permite dar toque especial a qualquer divisão e facilitar a visualização em salas completamente às escuras.
Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

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Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.

№ 20

Samsung incentiva troca de iPhones para Android com "Switchers"

A Samsung tem novo vídeo publicitário que incentiva os utilizadores a mudarem de iPhones para Android.

Não fazendo referência directa ao primeiro iPhone dobrável da Apple, a Samsung lançou mais uma das suas habituais campanhas "anti-Apple". Neste "Switchers", a Samsung recorre a um formato inspirado em sessões de terapia de casal para mostrar as dúvidas e receios que muitos utilizadores enfrentam quando consideram trocar de plataforma.

A estrela da campanha é o Galaxy Z Fold 8, que surge como o dispositivo escolhido pelos protagonistas para dar o salto do ecossistema da Apple para o Android. Ao longo do vídeo, a Samsung destaca o design renovado do smartphone dobrável, ao mesmo tempo que brinca com situações familiares, como o receio de se tornar a "bolha verde" nas conversas, a perda do AirDrop, ou as preocupações relacionadas com a transferência de fotografias e mensagens.


O anúncio também aproveita para destacar as melhorias introduzidas no processo de migração para Android. A Samsung relembra que os utilizadores podem transferir grande parte dos seus dados através de um simples código QR, incluindo mensagens, fotografias e outras informações importantes, tornando a mudança mais simples do que no passado.

O vídeo funcionará melhor para quem estiver familiarizado com os diversos rostos, já que a Samsung recorreu à Dr. Orna Guralnik (Couples Therapy), Ciara Miller e Dylan Efron (The Traitors), Carl Schmidt e Aniya Harvey (Love Island), e Nick Foles e Clay Matthews (ex-jogadores da NFL). Caso contrário, perde-se muito do efeito pretendido.