PlanetGeek
№ 01

Game Compressor comprime os jogos do Steam

O Game Compressor promete reduzir o tamanho dos jogos do Steam em até 50%, mas é possível fazer o mesmo usando apenas o Windows.

Os jogos têm crescido para tamanhos assustadores, que por vezes podem representar várias centenas de gigabytes! Não é por isso descabido que muitos procurem formas de poupar espaço, para que possam ter mais jogos no seu computador sem recorrer à eliminação de jogos já instalados.

O Game Compressor é um pequeno utilitário que promete comprimir os jogos do Steam, podendo fazer com que fiquem com apenas 50% do seu tamanho - resultado que, no entanto, irá variar de jogo para jogo. Mas, a parte que poderá surpreender alguns é a de que este utilitário apenas faz a gestão daquilo que Windows já faz de origem, e que está disponível mesmo para quem não quiser pagar os 5.99 euros pedidos pelo Game Compressor.

A compressão do Windows

O Windows já disponibiliza a funcionalidade de compressão transparente de pastas e ficheiros. E isso é algo a que qualquer pessoa pode aceder e usar, clicando com o botão direito do rato numa pasta, indo às propriedades, e activando a opção de "comprimir esta pasta para poupar espaço".

Como tal, podemos simplesmente ir à pasta de jogos do Steam, activar a compressão, e tirar partido da poupança de espaço. No entanto, isto não quer dizer que o Game Compressor não faça sentido, pois dá-nos um interface visual mais apelativo sobre a forma como as coisas estão a ser comprimidas, a poupança de espaço obtida, e também a opção para alterar o método de compressão. Ao fazê-lo directamente via Windows ficamos automaticamente limitados ao modo de compressão mais básica (mas mais rápida), sem opção de escolher o método de maior compressão.

O CompactGUI

Felizmente, e como é habitual, há quem já tenha pensado nisso. O CompactGUI é um pequeno interface open-source que faz precisamente o mesmo tipo de coisa do Game Compressor, mas que é totalmente gratuito. Também aqui estamos perante um utilitário que se limita a tirar partido das funcionalidades de compressão disponibilizadas pelo sistema, mas também com maior controlo e feedback visual. Entre elas está a opção de usar a compressão LZX em vez da XPRESS4K, que permite compressões bastante superiores - à custa de maior tempo durante a fase da compressão.

Mas considerando que os jogos são algo que permanece estático no disco (tirando quando há updates), é uma troca que se torna bastante vantajosa. Como exemplo, um jogo como o ARK Survival Evolved pode passar de 169 GB para 91.2 GB, o que é uma redução substancial. E, claro, não se está limitado a usá-lo apenas em jogos: o Adobe Photoshop pode passar de 1.71 GB para 886 MB.

Dito isto, já era tempo do Windows dar uma forma gráfica de permitir escolher facilmente o nível de compressão nas pastas e ficheiros comprimidos. Pode ser que eventualmente surja como resultado da modernização que está a ser feita na página das propriedades, que se tem mantido praticamente inalterada desde os primeiros Windows.

№ 02

Aqara Hub M3 para domótica a €129

A Aqara tem uma das famílias mais completas e económicas para quem quer criar ou expandir uma casa inteligente.

A Aqara é uma nossa velha conhecida, dos tempos em que já disponibiliza sensores ZigBee de baixo custo que não tinham concorrência. Hoje, trago-vos o seu mais recente hub, o Aqara Hub M3, que chega preparado para lidar com todas as tecnologias do momento, incluindo Matter, Thread, Zigbee, Bluetooth, WiFi, PoE, e até IR - o que o torna numa opção extremamente versátil para lidar com todas as eventualidades. Adicionalmente, conta com ampla compatibilidade com as mais populares plataformas, incluindo o Apple Home, Google Home, Amazon Alexa e, obviamente como não podia deixar de ser, também o Home Assistant.

O Aqara Hub M3 está dispoinível por 129 euros na Amazon Espanha - desconto de 20% aplicado automaticamente no checkout.

Há toda uma vasta lista de sensores e dispositivos Aqara, que vão de sensores de movimento, presença, água, temperatura e humidade, a micro-módulos de controlo, interruptores, passando por sensores de fumo, videoporteiros, câmaras, fechaduras electrónicas, lâmpadas, e muito mais - tudo normalmente disponível a preços bastante concorrenciais. O facto do hub contar com integração Matter e Thread também facilita a interoperabilidade com outros dispositivos, pelo que se torna numa excelente opção para quem quiser começar de forma simples, e no futuro contemplar a expansão para cenários mais complexos.


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№ 03

AMD Zen 7 ainda funcionará no socket AM5

Quem tiver um computador com socket AM5 ainda deverá poder tirar partido dos futuros AMD Ryzen Zen 7.

Num momento em que é má altura para montar um novo PC devido aos custos exorbitantes da memória (e SSDs, e placas gráficas), resta o consolo de quem tiver uma máquina com socket AM5 poder mantê-la modernizada durante os próximos anos. Os rumores indicam que os futuros Ryzen com arquitectura Zen 7 ainda deverão suportar o socket AM5. A partir da geração Zen 8, prevista para depois de 2030, a AMD deverá fazer a transição para o novo AM6, acompanhado de suporte nativo para DDR6 e PCIe 6.0.

A AMD já confirmou que o socket AM5 continuará a ser suportado até, pelo menos, 2029, prolongando significativamente a vida útil da plataforma lançada em 2022. Antes da chegada do Zen 7, a empresa deverá lançar os processadores Ryzen baseados em Zen 6, conhecidos pelo nome de código Olympic Ridge, que prometem melhorias no número de núcleos, frequências, cache, e eficiência, graças a um novo processo de fabrico.
Segundo os rumores, o Zen 7 continuará a recorrer a memória DDR5, embora possa tirar partido de tecnologias mais rápidas, como MRDIMM e LPDDR5X. Isto valida as informações já dadas pela AMD que só pretende introduzir um novo socket quando existir uma evolução realmente significativa nas interfaces de memória e de expansão, tal como aconteceu na transição para o AM5. Isso significa que o AM6 marcará uma nova fase para os processadores Ryzen, trazendo suporte nativo para DDR6 e PCIe 6.0. Até lá, a estratégia da AMD de manter o mesmo socket durante vários anos continua a ser vista como uma das maiores vantagens da plataforma, permitindo aos utilizadores actualizar o processador sem terem que substituir toda a motherboard a cada nova geração.
Resta esperar que, lá para o final da década, já se tenha regressados aos tempos em que se podia comprar várias dezenas de gigabytes de RAM sem ter que pedir um empréstimo ao banco.

№ 04

iPhone dos 20 anos deverá apostar no ecrã total

Depois do salto evolutivo do iPhone X, todas as atenções se viram para o iPhone que marcará os 20 anos, em 2027.

A Apple estará a preparar nova transformação para o iPhone do 20º aniversário, previsto para o Outono de 2027. Conhecido informalmente como "iPhone 20", o modelo deverá marcar a maior mudança de design desde o iPhone X, apostando num visual quase inteiramente em vidro e servindo de referência para as futuras gerações do smartphone.

Os rumores apontam para um design com vidro curvo nos quatro lados e um ecrã que ocupa praticamente toda a parte frontal, eliminando ao máximo as molduras visíveis. A Apple estará também a trabalhar para remover qualquer recorte visível no ecrã, escondendo o Face ID e a câmara frontal sob o painel. No entanto, caso a tecnologia ainda não esteja pronta a tempo, poderá manter um pequeno orifício para a câmara ou uma versão ainda mais discreta da Dynamic Island.
O equipamento deverá ser lançado em dois tamanhos, semelhantes aos modelos Pro atuais, com cerca de 6.3" e 6.9", embora o modelo maior possa ser comercializado como um smartphone de 7" graças ao novo design. Outra novidade poderá ser (finalmente) a chegada de botões hápticos, substituindo os tradicionais botões físicos por controlos sensíveis ao toque que simulam a sensação de clique através de vibração. Uma tecnologia que já era esperada ser aplicada nas últimas gerações, mas que a Apple parece ter adiado para estrear no iPhone 20.

Apesar de muitos detalhes ainda dependerem de testes internos, espera-se que este iPhone represente um dos maiores saltos de design na história da Apple. O lançamento deverá acontecer juntamente com a segunda geração do iPhone dobrável, e chegará numa altura em que se espera que a nova Siri AI tenha finalmente amadurecido ao ponto de se tornar efectivamente útil (e espera-se que, por essa altura, também já acessível aos utilizadores na UE).

№ 05

Powerbank UGREEN 145W 20000mAh com Qi2 a €101

Para aqueles que procuram a máxima autonomia longe de uma tomada ou porta USB, este mega power bank de 145 W da UGREEN assegura que ficarão bem servidos.

Os powerbanks há muito que são companhia habitual de muitos utilizadores, permitindo uma utilização intensiva e despreocupada de smartphones e tablets, sabendo-se que a sua autonomia poderá ser prolongada assim que for necessário sem estar dependente da proximidade de uma tomada eléctrica ou carregador. E no caso deste powerbank UGREEN Nexode não só temos uma capacidade ultra generosa, como a possibilidade de carregamento rápido de alta potência e ainda carregamento wireless Qi2.
Este power bank UGREEN Nexode Power Bank 20000mAh 145W está disponível por 101 euros na Amazon Espanha.


Além de poder ser recarregado rapidamente a 65 W, o seu elemento de destaque é permitir o uso simultâneo das portas USB para carregamentos rápidos até um máximo total de 145W. A isto soma-se a capacidade de carregar um smartphone Qi2 (como os iPhones com MagSafe), evitando o uso de um porta e cabo - o que ajuda a compensar o facto de ter apenas uma porta USB-A e duas USB-C. Outro ponto positivo é o facto de ter um ecrã que permite acompanhar em tempo real o estado de cada porta, o que se torna bastante prático para saber se os carregamentos estão a ser feitos à velocidade pretendida, e ajudando a identificar problemas com cabos.


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№ 06

Código de "auto-destruição" do GrapheneOS pode valer cadeia nos EUA

Nos EUA, um homem que recorreu ao "duress code" do GrapheneOS para apagar o seu smartphone numa inspecção fronteiriça arrisca-se a ir para a prisão.

Um homem nos Estados Unidos está a enfrentar um processo judicial depois de ter utilizado o duress PIN do GrapheneOS durante uma inspecção fronteiriça, fazendo com que o seu smartphone fosse automaticamente apagado. O caso poderá tornar-se um precedente importante para utilizadores de ferramentas de privacidade, já que é a primeira vez que esta funcionalidade parece estar no centro de uma acusação criminal.

O duress PIN é uma funcionalidade do GrapheneOS que permite configurar um código alternativo que, em vez de desbloquear o dispositivo, apaga todos os dados do equipamento. O sistema foi criado para proteger a informação do utilizador em situações de coação, mas as autoridades norte-americanas alegam que o suspeito utilizou esta funcionalidade para impedir a apreensão do telemóvel durante uma inspecção no aeroporto de Atlanta em Janeiro de 2025.
Os procuradores acusam o homem de destruição de propriedade com o objectivo de impedir a apreensão por parte do Governo, uma infracção prevista na legislação federal dos EUA. Já a defesa argumenta que os agentes exigiram acesso ao telemóvel sem mandado, recusaram os pedidos para contactar um advogado, e violaram os seus direitos durante o interrogatório, pedindo por isso que as provas obtidas sejam consideradas inadmissíveis.

A decisão judicial só deverá ser conhecida no final de Outubro. Até lá, o caso está a ser acompanhado com bastante atenção pelos defensores da privacidade digital, uma vez que poderá definir os limites legais da utilização de funcionalidades de protecção como o duress PIN, especialmente quando entram em conflito com investigações conduzidas pelas autoridades.


№ 07

Google prepara novas limitações ao ADB no Android

Com a habitual desculpa da segurança, a Google pode aplicar novas restrições ao uso do ADB no Android.

A Google está a avaliar alterações ao funcionamento do Android Debug Bridge (ADB) que poderão limitar uma das funcionalidades mais apreciadas pelos utilizadores avançados do Android. A proposta em discussão prevê limitar o serviço às ligações externas, como USB e WiFi, bloqueando as ligações através de localhost (127.0.0.1). Caso avance, ferramentas como o Shizuku e Termux poderão deixar de executar comandos ADB directamente no dispositivo, sem necessidade de um computador.

A ideia surge por motivos de segurança. Segundo os engenheiros da Google, manter o ADB acessível através de localhost pode criar uma superfície de ataque que apps maliciosas poderiam explorar para obter permissões elevadas. A discussão ganhou força após a descoberta da vulnerabilidade CVE-2026-0073, entretanto corrigida nas actualizações de segurança de Maio de 2026, mas que demonstrou os riscos associados ao ADB sem fios. Apesar das preocupações, a proposta ainda está numa fase inicial e não foi tomada qualquer decisão. A própria Google reconheceu o feedback da comunidade e está a analisar o equilíbrio entre segurança e funcionalidade. Entre as sugestões apresentadas está a criação de uma opção nas Developer Options que permita activar manualmente o on-device ADB, mantendo a funcionalidade disponível apenas para quem realmente a pretende utilizar.

Para já, ferramentas como Shizuku e Termux continuam a funcionar normalmente. No entanto, a possibilidade de novas restrições juntou-se às recentes limitações impostas ao Android, aumentando a preocupação entre os utilizadores mais avançados e ou que desejem ter total controlo sobre os seus dispositivos. Resta agora esperar para ver se a Google opta por reforçar a segurança sem comprometer a flexibilidade que sempre distinguiu o Android.

№ 08

Logitech MX Ergo S Trackball a €71

Para quem procura precaver-se contra as dores de pulso por utilizar um rato durante todo o dia, a mudança para uma trackball pode ser a solução.

Embora este tipo de ratos trackball continue a ser bastante menos popular que os ratos tradicionais, há toda uma legião de fãs que nem sequer consideraria outra coisa, permitindo reduzir os efeitos dos movimentos repetitivos feitos ao longo do dia a arrastar os ratos convencionais. Como vantagem adicional, é também perfeito para utilização em espaços mais limitados.
Este Logitech MX Ergo S Trackball está disponível por 71 euros na Amazon Espanha; e quem procurar algo mais económico pode espreitar o Logitech Ergo M575.

Para que nada fique ao acaso, os utilizadores poderão ajustar o ângulo de inclinação, de 0° até 20°, para o máximo conforto. Depois, bastará um pequeno período de habituação, para quem vier de um rato convencional, e arriscam-se a nunca mais querer outra coisa.


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№ 09

Primeiro iPad mini à prova de água chega este ano

Depois dos relógios e iPhones, também o iPad mini deverá receber resistência à água de forma oficial.

A Apple deverá apresentar o novo iPad mini ainda este ano (até Outubro), e tudo indica que será o primeiro iPad com um design oficialmente resistente à água. A certificação permitirá utilizar o tablet com maior tranquilidade em ambientes húmidos, como junto à piscina ou na casa de banho, tornando-se no primeiro iPad a fazê-lo.

Para tornar isso possível, a Apple estará a recorrer a um novo sistema de altifalantes baseado em vibração, eliminando as tradicionais grelhas de som. Em vez disso, partes da estrutura do tablet vibram para produzir áudio, reduzindo significativamente os pontos por onde água e poeiras podem entrar. Ainda não é conhecida a certificação IP do dispositivo, mas espera-se uma protecção semelhante à encontrada nos iPhones. Além da resistência à água, e talvez mais importante, o novo iPad mini deverá trazer um ecrã OLED de 8.4", oferecendo melhor contraste, pretos mais profundos e maior eficiência energética face ao atual painel LCD. No entanto, deverá ficar-se por uma taxa de actualização de 60 Hz, o que significa que não deverá contar com a tecnologia ProMotion (de 120 Hz), o que se torna criticável numa altura em que até os dispositivos Android "low cost" já usam ecrãs de 120 Hz e até mais.

Também se espera um processadora actualizado, mas ainda não é claro se o tablet utilizará o A19 Pro ou o futuro A20 Pro. Qualquer uma das opções será bem vinda, face ao A17 Pro do modelo actual. O lançamento deverá acontecer em Outubro, com um preço previsivelmente superior ao da geração anterior.

№ 10

Oppo prepara A7 Pro Max com 10.000 mAh

Depois dos rumores, chega a confirmação oficial da marca de que o Oppo A7 Pro Max é uma realidade.

A Oppo confirmou oficialmente a chegada do novo A7 Pro Max, um smartphone que promete destacar-se pela enorme bateria de 10.000 mAh, a maior alguma vez utilizada num dos seus modelos. Depois de vários rumores e de uma passagem pela plataforma Geekbench, a fabricante revelou um teaser oficial que confirma a existência do equipamento e o seu principal destaque.

Segundo as informações conhecidas até agora, o Oppo A7 Pro Max deverá contar com um ecrã AMOLED de 6.78", resolução 1.5K a 120 Hz, oferecendo uma experiência mais fluida tanto na navegação como em jogos e conteúdos multimédia. No entanto, o maior destaque vai para a sua imensa bateria de 10.000 mAh, ao nível dos power banks de dimensões generosas, e que lhe garantirá uma autonomia muito confortável.
No interior estará o processador Snapdragon 4 Gen 5, acompanhado por 12 GB de RAM. No departamento fotográfico, espera-se uma câmara principal de 50 MP, um sensor secundário de 2 MP e uma câmara frontal de 50 MP para selfies e videochamadas. O smartphone deverá ainda suportar carregamento rápido de 80 W.

A nível de design, o A7 Pro Max terá uma espessura de 8.47 mm e um peso de 226 gramas, valores impressionantes tendo em conta a capacidade da bateria. Como o lançamento está para breve, é esperado que a Oppo revele mais detalhes sobre as restantes especificações nos próximos dias - assim como se este modelo chegará ao ocidente com esta bateria, ou se terá uma bateria mais modesta nas versões para a europa.

№ 11

Campanha de malvertising descarrega malware "às peças"

Investigadores descobriram uma campanha que faz o download do malware em blocos parciais que são posteriormente combinados pelo browser, para dificultar a detecção.

Uma campanha de malvertising em larga escala está a utilizar páginas falsas que imitam plataformas de criptomoedas e trading distribuir malware através do próprio browser. A parte curiosa é que, em vez de descarregar um ficheiro malicioso directamente, os atacantes recorrem a JavaScript para montar o malware na memória do browser, dificultando a sua detecção.

Segundo os investigadores, a campanha está activa desde o final de 2024 e já foi identificada em 12 países, com especial incidência na região Ásia-Pacífico e na América Latina. Os criminosos utilizam um sistema de filtragem para garantir que apenas potenciais vítimas, como investidores em criptomoedas e traders, são encaminhadas para as páginas maliciosas, enquanto investigadores e sistemas de análise são redirecionados para páginas inofensivas.
O ataque recorre a Service Workers e Shared Workers do browser para descarregar pequenos componentes e reconstruir localmente o ficheiro malicioso. Como o executável final nunca é transmitido na totalidade, cada instalação é feita a partir de um ficheiro único diferenciado, tornando mais difícil a sua detecção por antivírus baseados em assinaturas.

Os investigadores alertam que campanhas anteriores distribuíram malware capaz de roubar passwords, cookies, carteiras de criptomoedas, registar teclas pressionadas, capturar imagens do ecrã e manter acesso persistente ao sistema. Para reduzir o risco, é recomendado que se descarreguem aplicações financeiras e de criptomoedas apenas a partir dos sites oficiais das respectivas empresas, verificando sempre a assinatura digital do instalador antes de o executar.

№ 12

MS testa opção para desactivar tecla Copilot

A tecla Copilot revela-se um falhanço colossal, que agora se poderá tornar numa tecla totalmente inútil.

A Microsoft está a testar uma nova opção no Windows 11 que permite desativar completamente a tecla Copilot nos PCs com AI. As versões de teste mais recentes do sistema incluem uma definição "Do nothing", que faz exactamente isso: ao premir a tecla dedicada ao Copilot, não acontece nada.

A tecla Copilot foi apresentada em 2024 como uma das maiores novidades do Windows 11, chegando a ser comparada pela Microsoft à importância histórica da tecla Windows. No entanto, a sua introdução gerou críticas por substituir teclas úteis, como a Right Ctrl ou a Context Menu, afectando atalhos de teclado e ferramentas de acessibilidade utilizadas por muitos utilizadores. Não demorou para que a tecla revelasse os seus problemas: no final do ano de lançamento a própria MS já não sabia o que fazer com a tecla; e desde então que tem repetidamente prometido que irá deixar reconfigurar a tecla, por diversas vezes.
A chegada da opção "Do nothing" acaba por ser o culminar desta tentativa infeliz, reconhecendo que a criação da tecla Copilot foi um erro completo. Para os possuidores dos Copilot PC e outros teclados com esta tecla, servirá de pouco consolo terem servido de cobaias para esta tentativa de impingir o Copilot à força.

№ 13

MS testa opção para desactivar tecla Copilot

A tecla Copilot revela-se um falhanço colossal, que agora se poderá tornar numa tecla totalmente inútil.

A Microsoft está a testar uma nova opção no Windows 11 que permite desativar completamente a tecla Copilot nos PCs com AI. As versões de teste mais recentes do sistema incluem uma definição "Do nothing", que faz exactamente isso: ao premir a tecla dedicada ao Copilot, não acontece nada.

A tecla Copilot foi apresentada em 2024 como uma das maiores novidades do Windows 11, chegando a ser comparada pela Microsoft à importância histórica da tecla Windows. No entanto, a sua introdução gerou críticas por substituir teclas úteis, como a Right Ctrl ou a Context Menu, afectando atalhos de teclado e ferramentas de acessibilidade utilizadas por muitos utilizadores. Não demorou para que a tecla revelasse os seus problemas: no final do ano de lançamento a própria MS já não sabia o que fazer com a tecla; e desde então que tem repetidamente prometido que irá deixar reconfigurar a tecla, por diversas vezes.
A chegada da opção "Do nothing" acaba por ser o culminar desta tentativa infeliz, reconhecendo que a criação da tecla Copilot foi um erro completo. Para os possuidores dos Copilot PC e outros teclados com esta tecla, servirá de pouco consolo terem servido de cobaias para esta tentativa de impingir o Copilot à força.

№ 14

Unitree AS2-W enfrenta todos os terrenos sem problemas

O pequeno robot AS2-W da Unitree parece não ter problemas em enfrentar todo o tipo de terreno e obstáculos.

Se os robots humanóides da Unitree são impressionantes, o mesmo se aplica aos seus outros modelos. O AS2-W é um pequeno robot quadrúpede com rodas, e as suas capacidades de locomoção são surpreendentes, atravessando todo o tipo de terrenos, por mais acidentados que sejam.

Apesar de ter um peso relativamente leve, consegue suportar momentaneamente até 180 kg de carga, e transportar cargas de até 16kg durante percursos mais longos (tem autonomia de 30 km sem carga).

Unitree Super Athlete AS2-W 😉
Fluid movement, compact yet exceptional. Supports a continuous 16kg payload, with 30+ km unloaded driving range pic.twitter.com/AwjdwnzUFs

— Unitree (@UnitreeRobotics) July 24, 2026
Tendo-se visto que em cenários de guerra os drones se têm tornado na arma de eleição, será inevitável assumir-se que também este tipo de robots (e outros) se venham a tornar nas bombas remotas do futuro, transportando cargas de maior peso do que as que são viáveis nos drones. Esperemos é que não se chegue ao ponto de ter armas deste tipo com poder de decisão autónoma, e que - pelo menos - continuem a ter um cérebro humano por trás das suas decisões.

№ 15

Unitree AS2-W enfrenta todos os terrenos sem problemas

O pequeno robot AS2-W da Unitree parece não ter problemas em enfrentar todo o tipo de terreno e obstáculos.

Se os robots humanóides da Unitree são impressionantes, o mesmo se aplica aos seus outros modelos. O AS2-W é um pequeno robot quadrúpede com rodas, e as suas capacidades de locomoção são surpreendentes, atravessando todo o tipo de terrenos, por mais acidentados que sejam.

Apesar de ter um peso relativamente leve, consegue suportar momentaneamente até 180 kg de carga, e transportar cargas de até 16kg durante percursos mais longos (tem autonomia de 30 km sem carga).

Unitree Super Athlete AS2-W 😉
Fluid movement, compact yet exceptional. Supports a continuous 16kg payload, with 30+ km unloaded driving range pic.twitter.com/AwjdwnzUFs

— Unitree (@UnitreeRobotics) July 24, 2026
Tendo-se visto que em cenários de guerra os drones se têm tornado na arma de eleição, será inevitável assumir-se que também este tipo de robots (e outros) se venham a tornar nas bombas remotas do futuro, transportando cargas de maior peso do que as que são viáveis nos drones. Esperemos é que não se chegue ao ponto de ter armas deste tipo com poder de decisão autónoma, e que - pelo menos - continuem a ter um cérebro humano por trás das suas decisões.

№ 16

Facebook Verified dá verificação em troca de selfies

Os utilizadores do Facebook podem ganhar um novo selo de verificação, se estiverem dispostos a ceder um vídeo selfie.

A Meta anunciou o Facebook Verified, um novo selo gratuito que confirma que existe uma pessoa real por detrás de uma conta. Para obter a verificação, os utilizadores terão de gravar um pequeno vídeo selfie, que será comparado com as fotografias já existentes no perfil para validar a identidade.

Numa fase inicial, o selo será apresentado no Facebook Marketplace, Dating, Grupos e na página de perfil. Posteriormente, passará também a ser visível nas publicações do Feed. A Meta sublinha que o selo apenas confirma a autenticidade da conta e não representa qualquer garantia de fiabilidade ou recomendação do utilizador.
A funcionalidade está disponível para utilizadores com mais de 18 anos que cumpram as Normas da Comunidade do Facebook e não apresentem sinais de comportamento inautêntico ou práticas relacionadas com fraude e burlas. O Facebook Verified gratuito não estará disponível para Páginas nem para contas em Pro Mode. O lançamento será feito de forma gradual, começando por alguns mercados selecionados antes de chegar a mais países.

Compreensivelmente (e com motivos para tal tendo em consideração o longo historial problemático do Facebook e Meta a nível do uso dos dados dos utilizadores), há quem considere que esta é apenas uma forma da Meta tentar influenciar os seus utilizadores a cederem mais dados biométricos. Relembre-se que, nos últimos dias, também a Google anunciou um sistema de recuperação de contas usando video selfie. Se esse tipo de informação começar a "circular por aí", em vez de um sistema de segurança, o rosto passará a ser um sistema de insegurança.

№ 17

Tesla livra-se de recall das portas - mas NHTSA pede mudanças

Nos EUA a Tesla livrou-se de um recall referente à abertura de emergência das portas, mas a entidade reguladora promete mudanças para o futuro.

A National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA) recusou abrir uma investigação aos sistemas de abertura manual das portas do Tesla Model 3, considerando que não existiam provas suficientes para justificar uma recolha obrigatória. No entanto, a agência norte-americana anunciou simultaneamente que irá desenvolver novas regras de segurança para os sistemas de abertura de portas em toda a indústria automóvel.

A petição alegava que o mecanismo manual de emergência do Model 3 é difícil de localizar e identificar, dificultando a saída dos ocupantes em caso de acidente ou falha de energia. A NHTSA concluiu que apenas existia uma queixa directamente relacionada com este problema (feita pelo próprio queixoso), mas que as actuais normas federais não estabelecem requisitos específicos sobre a localização ou identificação destes mecanismos. Ainda assim, a agência reconheceu que um sistema de abertura pouco visível pode representar um risco real em situações de emergência, como incêndios ou acidentes. Por isso mesmo, aprovou o início de um processo de regulamentação destinado a criar um novo padrão que obrigue todos os fabricantes a implementar sistemas de abertura de emergência mais intuitivos e acessíveis.

Embora esta decisão possa resultar em novas exigências para os futuros veículos, as alterações não terão efeito imediato nos milhões de automóveis já em circulação. De referir que também na China vão ser exigidas alterações nos puxadores das portas, que a Tesla também terá que cumprir - tendo já dito que combinará o sistema de abertura mecânico com o sistema de abertura electrónico, para mais fácil utilização; o que certamente acabará por também resolver o problema a nível da futura legislação nos EUA.

№ 18

BYD Great Han supera os 1000km

O próximo modelo Great Han da BYD acaba de vez com a "ansiedade da autonomia", oferecendo mais de 1000 km de autonomia.

A BYD confirmou que o seu novo carro eléctrico, o Great Han, será oficialmente apresentado no Salão Automóvel de Chengdu, em Agosto. Um modelo que a marca revela desde já que poderá percorrer até 1.008 km (ciclo CLTC), tornando-se um dos veículos eléctricos com maior autonomia anunciados até à data.

O Great Han será o primeiro sedan de segmento D da família Dynasty e utilizará a nova Blade Battery 2.0, juntamente com a tecnologia Flash Charging da BYD. Este sistema permite carregar a bateria de 10% a 70% em apenas cinco minutos, enquanto um carregamento de 10% a 97% demora cerca de nove minutos, recorrendo a carregadores de até 1.500 kW.
Com 5.256 mm de comprimento e uma distância entre eixos de 3.130 mm, o novo modelo é maior do que o Tesla Model S e o Lucid Air, aproximando-se das dimensões de um Mercedes-Benz Classe S de distância entre eixos longa. Estará disponível com um motor traseiro de 370 kW (496 cv) ou versão de tracção integral com dois motores e uma potência combinada de 570 kW (764 cv).

Antes da apresentação oficial, o Great Han foi visto pela primeira vez em testes na via pública, revelando o design exterior praticamente definitivo. O sedan deverá chegar ao mercado chinês pouco depois da estreia e espera-se que tenha um preço inicial a rondar os 250.000 yuan (cerca de 32 mil euros), posicionando-se como o novo modelo de referência da gama eléctrica da BYD.

№ 19

Nissan LEAF eleito Carro do Ano 2026

O novo Nissan LEAF, terceira geração do primeiro automóvel elétrico de grande produção, foi distinguido com três prémios nos New Car Awards da Auto Express deste ano.

Os prémios conquistados foram “Carro do Ano de 2026”, “Melhor Carro Compacto para Empresas do Ano” e “Carro Elétrico Acessível do Ano”. Este reconhecimento junta-se a uma lista já de distinções no Reino Unido, incluindo o prémio “Carro do Ano” do jornal britânico The Sun, os prémios de Vencedor Absoluto e Melhor Compacto do Mundo nos Women’s Worldwide Car of The Year 2026, e o prémio “Editor’s Choice” nos Autotrader Drivers’ Choice Awards 2026.

A combinação entre tecnologia, conforto de condução e autonomia impressionante tornou o LEAF um argumento convincente para clientes de frotas e empresas, o que lhe valeu a vitória na categoria de melhor compacto para empresas. James Taylor, diretor-geral da Nissan Motor GB, acrescentou: “Estamos muito felizes por o novo LEAF, fabricado no Reino Unido, ter sido distinguido não com um, mas com três prémios da Auto Express.”

Com interior espaçoso, autonomia até 622 quilómetros WLTP e tecnologias como o Google integrado, o novo Nissan LEAF está mais apelativo do que nunca. É também o modelo Nissan fabricado no Reino Unido mais avançado até à data, com tecnologias como Vehicle-to-Grid (V2G) e Vehicle-to-Load (V2L), que permitem utilização adicional das baterias de 52 kWh ou 75 kWh.

O novo Nissan LEAF já está à venda em Portugal em três versões, Engage, Advance e Evolve, com preços a partir de 29.990 euros mais IVA, incluindo 3 anos de manutenção.

[Pela Estrada Fora]
№ 20

Ataques visam plugins do Notepad++

Foi descoberta nova campanha de ataques que tira partido de plugins do Notepad++ para infectar sistemas Windows.

Investigadores da CERT-UA alertaram para uma nova campanha de malware que utiliza o Notepad++ como isco para comprometer computadores Windows. Os atacantes distribuem uma versão legítima do popular editor de texto acompanhada por um plugin malicioso, desta forma dispensando a necessidade de manipular directamente a app oficial.

O ataque começa com um ficheiro ZIP que contém um script VBS disfarçado de documento PDF. Após ser executado, o script descarrega outro arquivo com o Notepad++ 8.8.3, um plugin malicioso denominado NppExport.dll, um ficheiro RAR protegido por palavra-passe, e uma cópia legítima do WinRAR. O plugin é carregado através do mecanismo normal de extensões do Notepad++, permitindo instalar o malware de forma discreta.
Segundo a CERT-UA, o plugin instala uma ferramenta chamada LunchPoke, responsável por criar tarefas agendadas no Windows e extrair componentes adicionais, incluindo os loaders BurnyBear e MatchBoil V2. Estes permitem descarregar e executar mais malware, actualizar a configuração do ataque e comunicar com servidores de comando e controlo (C2). Caso uma das etapas falhe, o malware tenta ainda provocar um consumo excessivo de CPU e memória no sistema.

A campanha foi atribuída ao grupo UAC-0099, conhecido por atacar organizações na Ucrânia e por estar associado ao fornecimento de acesso inicial para operações do grupo Sandworm (APT44). Como medida de protecção, a CERT-UA recomenda actualizar o Notepad++ para a versão 8.9.7, o 7-Zip para a versão 26.02, e o WinRAR para a versão 7.23, reduzindo o risco de exploração de vulnerabilidades conhecidas.