PlanetGeek
№ 01

Copilot em coluna lateral no Windows 11

A Microsoft quer o Copilot sempre acessível no Windows, e agora coloca-o numa barra lateral no ambiente de trabalho.

A Microsoft pode ter recuado no botão intrusivo do Copilot no Office, mas não deixa de o querer deixar sempre à vista no Windows 11, colocando o Copilot numa barra lateral no ambiente de trabalho. A alteração está a ser lançada gradualmente e permite que o Copilot seja afixado no lado esquerdo ou direito do ecrã, reorganizando automaticamente as restantes aplicações para criar espaço para o assistente.

De origem, o Copilot continua a abrir como uma app independente, mas uma nova opção disponível na barra superior permite aceder a diferentes modos de apresentação. Entre eles temos novas opções de encaixe semelhantes ao sistema Snap Layouts do Windows 11. Ao fixar o Copilot lateralmente, o sistema ajusta automaticamente o ambiente de trabalho e redimensiona janelas abertas para acomodar a presença permanente do assistente no ecrã.
A ideia faz lembrar a primeira versão do Copilot lançada originalmente no Windows 11, quando o assistente funcionava como uma barra lateral integrada no sistema operativo. Na altura, o objectivo era permitir que os utilizadores interagissem com o assistente AI enquanto trabalhavam noutras aplicações, mas a implementação acabou por receber críticas devido à integração limitada e forte dependência de tecnologias web.

Desde a chegada do Copilot ao Windows, a Microsoft já alterou o design e funcionamento da ferramenta várias vezes, numa tentativa contínua de encontrar o formato ideal para integrar inteligência artificial no sistema operativo. A nova abordagem parece aproximar-se novamente da visão original da empresa, oferecendo agora maior flexibilidade para personalizar a forma como o Copilot ocupa espaço no ambiente de trabalho do Windows 11. No entanto, esta implementação continua a ter como base as tecnologias web - veremos se desta vez o resultado é diferente, ou apenas uma repetição daquilo que já foi tentado (e falhou) no passado.

№ 02

Copilot em coluna lateral no Windows 11

A Microsoft quer o Copilot sempre acessível no Windows, e agora coloca-o numa barra lateral no ambiente de trabalho.

A Microsoft pode ter recuado no botão intrusivo do Copilot no Office, mas não deixa de o querer deixar sempre à vista no Windows 11, colocando o Copilot numa barra lateral no ambiente de trabalho. A alteração está a ser lançada gradualmente e permite que o Copilot seja afixado no lado esquerdo ou direito do ecrã, reorganizando automaticamente as restantes aplicações para criar espaço para o assistente.

De origem, o Copilot continua a abrir como uma app independente, mas uma nova opção disponível na barra superior permite aceder a diferentes modos de apresentação. Entre eles temos novas opções de encaixe semelhantes ao sistema Snap Layouts do Windows 11. Ao fixar o Copilot lateralmente, o sistema ajusta automaticamente o ambiente de trabalho e redimensiona janelas abertas para acomodar a presença permanente do assistente no ecrã.
A ideia faz lembrar a primeira versão do Copilot lançada originalmente no Windows 11, quando o assistente funcionava como uma barra lateral integrada no sistema operativo. Na altura, o objectivo era permitir que os utilizadores interagissem com o assistente AI enquanto trabalhavam noutras aplicações, mas a implementação acabou por receber críticas devido à integração limitada e forte dependência de tecnologias web.

Desde a chegada do Copilot ao Windows, a Microsoft já alterou o design e funcionamento da ferramenta várias vezes, numa tentativa contínua de encontrar o formato ideal para integrar inteligência artificial no sistema operativo. A nova abordagem parece aproximar-se novamente da visão original da empresa, oferecendo agora maior flexibilidade para personalizar a forma como o Copilot ocupa espaço no ambiente de trabalho do Windows 11. No entanto, esta implementação continua a ter como base as tecnologias web - veremos se desta vez o resultado é diferente, ou apenas uma repetição daquilo que já foi tentado (e falhou) no passado.

№ 03

Monitor portátil Arzopa S1 15.6" USB-C a €87

Expandir a área de trabalho - ou de lazer - de um computador, portátil ou consola, é mais fácil e económico que nunca. Com monitores portáteis USB-C, basta um único cabo para resolver o problema.

Hoje em dia é possível comprar monitores a preços bastante reduzidos; mas nalguns casos é mais conveniente ter algo que se possa transportar para qualquer lado com facilidade. É precisamente para esses casos que monitores USB-C como este monitor portátil Arzopa S1 de 15.6" se tornam numa solução atractiva.
Neste caso, o modelo Arzopa S1 15.6" Full HD USB-C está disponível por 87 euros na Amazon Espanha. Também está disponível uma versão gaming de 16.1" QHD a 180Hz.

Para além da ligação USB-C, estes monitores também permitem a ligação tradicional via HDMI e mini-HDMI, pelo que se tornam apropriados para um vasto conjunto de cenários, quer seja para expandir o ecrã de um portátil, tablet ou smartphone, ou meramente para usar como um ecrã portátil para se ligar a um media-player ou consola de jogos para facilitar a sua utilização sem necessidade de um televisor ou monitor convencional por perto.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

№ 04

Monitor portátil Arzopa S1 15.6" USB-C a €87

Expandir a área de trabalho - ou de lazer - de um computador, portátil ou consola, é mais fácil e económico que nunca. Com monitores portáteis USB-C, basta um único cabo para resolver o problema.

Hoje em dia é possível comprar monitores a preços bastante reduzidos; mas nalguns casos é mais conveniente ter algo que se possa transportar para qualquer lado com facilidade. É precisamente para esses casos que monitores USB-C como este monitor portátil Arzopa S1 de 15.6" se tornam numa solução atractiva.
Neste caso, o modelo Arzopa S1 15.6" Full HD USB-C está disponível por 87 euros na Amazon Espanha. Também está disponível uma versão gaming de 16.1" QHD a 180Hz.

Para além da ligação USB-C, estes monitores também permitem a ligação tradicional via HDMI e mini-HDMI, pelo que se tornam apropriados para um vasto conjunto de cenários, quer seja para expandir o ecrã de um portátil, tablet ou smartphone, ou meramente para usar como um ecrã portátil para se ligar a um media-player ou consola de jogos para facilitar a sua utilização sem necessidade de um televisor ou monitor convencional por perto.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

№ 05

Forza Horizon 6 bate recordes

O Forza Horizon 6 está a conquistar os jogadores, tendo já vendido mais de 5 milhões de unidades e entrado no top 5 do Steam.

O Forza Horizon 6 é o mais recente capítulo da saga Forza Horizon iniciada em 2012, e derivada dos jogos de corridas tradicionais de automóveis "Forza", com a premissa: e se os jogadores pudessem sair das pistas e circular por onde quisessem?

Desde o início que a saga tem atraído uma legião de fãs, com cada versão do jogos a retratar diferentes países e regiões do globo. No Forza Horizon 6, a viagem é feita pelo Japão, numa diversidade de ambientes que inclui cidades densas como Tóquio, zonas suburbanas, zonas rurais, florestas, campos, e não faltando estranhas de montanha e zonas cobertas de neve. Enfim, cenários para todos os gostos que continuam a poder ser explorados sem restrições pelos jogadores, quer seja nas estradas ou fora delas.



É também positivo ver que a equipa não se focou em acrescentar coisas "só porque sim" e a tornar o jogo injogável em tudo o que não seja um PC de topo. O Forza Horizon 6 está extremamente bem optimizado e funciona em praticamente todos os PCs de forma mais que adequada (tal como nas consolas). É certo que nos PCs de topo se pode tirar partido de coisas como o Ray Tracing, mas o seu impacto visual não é assim tão diferente, especialmente quando se está a atravessar o cenário a mais de 300 km/h, e onde o foco do jogador é apenas tentar ver por onde tem que seguir.

A evolução no jogo é feita - tal como nos anteriores - de forma faseada e com alguns eventos especiais para desbloquear novas áreas e desafios. Aqui temos coisas como uma corrida contra aviões, a acompanhar o lançamento de um foguetão, e até uma corrida contra um mech gigante. Temos também alguns eventos novos, como a possibilidade de trabalharmos a entregar comida, que tem que ser entregue dentro de um prazo limite.

Nesta fase inicial o jogo está a dominar, tendo já registado mais de 300 mil jogadores simultâneos no Steam e tendo ascendido à quarta posição de jogos mais jogados, à frente de jogos como Apex Legends. Deu também já origem a inúmeros guias sobre como "ganhar dinheiro fácil" usando desafios criados pelos jogadores e a prática capacidade "auto drive" que pode ser usada mesmo durante as corridas - o que permite que se possam fazer longas sessões de jogo de forma automática.

Mas, a grande questão é saber como o jogo irá amadurecer. No Forza Horizon 5 o jogo também arrancou relativamente bem, mas apesar de muitos conteúdos extra lançados posteriormente, acabou por não conseguir ir mantendo o interesse dos jogadores. Essa será a verdadeira prova de fogo, saber se o FH6 conseguirá manter o interesse ao longo dos próximos meses e anos. Por agora, estamos na fase da euforia inicial, a descobrir todas as ruas e caminhos (eventualmente utilizando um utilitário externo para descobrir as ruas que falta percorrer no mapa, já que o jogo continua a não facilitar essa tarefa quando faltam apenas alguns poucos metros de um qualquer rua impossível de ver facilmente no seu complexo mapa).

№ 06

Star Citizen ultrapassa $1B de donativos

Após quase 15 anos, o eternamente inacabado jogo Star Citizen ultrapassou a marca dos mil milhões de dólares ($1 "bilião") de donativos dos jogadores.

O Star Citizen ultrapassou os mil milhões de dólares em financiamento vindo dos jogadores, mais de uma década após o início do desenvolvimento do ambicioso simulador espacial. O projecto foi anunciado em 2012 pela Cloud Imperium Games, liderado por Chris Roberts, e começou com uma campanha no Kickstarter que arrecadou mais de 2 milhões de dólares, evoluindo depois para um modelo de financiamento contínuo através da própria plataforma da empresa.

Ao longo dos anos, os jogadores têm apoiado o desenvolvimento através da compra de acesso antecipado, naves espaciais e outros conteúdos digitais dentro do universo do jogo. Segundo a Cloud Imperium Games, todo o dinheiro angariado é direccionado para a produção e expansão do projeto, que se tornou no maior exemplo de financiamento colectivo alguma vez visto na indústria dos videojogos.




Apesar do enorme investimento acumulado, Star Citizen continua em fase alpha e ainda não possui uma data oficial para lançamento da versão final. O jogo tinha inicialmente previsão de lançamento em 2014, mas o calendário foi sendo sucessivamente adiado. Já Squadron 42, a campanha narrativa single player integrada no mesmo universo, continua a ter data de lançamento prevista para este ano (2026).

Enquanto a versão final não chega, o estúdio continua a expandir a experiência jogável através de actualizações regulares. Nos últimos meses foram adicionadas novas funcionalidades ligadas à engenharia das naves, incluindo gestão de energia, reparações, substituição de componentes e controlo de incêndios a bordo. Mesmo sem lançamento definitivo à vista, o interesse da comunidade mantém-se, parecendo assegurar que, daqui por mais uma década, se esteja a falar de novos recordes de valor angariado para um jogo em eterno estado de desenvolvimento.

№ 07

SwitchBot lança fechaduras com reconhecimento facial 3D

As novas fechaduras Lock Vision da SwitchBot integram reconhecimento facial 3D para maior conveniência e segurança.

A SwitchBot apresentou duas novas fechaduras inteligentes compatíveis com Matter e HomeKit que apostam na biometria. Os novos modelos, chamados Lock Vision e Lock Vision Pro, incluem reconhecimento facial 3D para desbloqueio quase instantâneo da porta sem necessidade de chaves, códigos, ou impressões digitais.

O sistema utiliza tecnologia de luz estruturada semelhante à usada em smartphones, projectando mais de 20 mil pontos infravermelhos para criar um mapa facial tridimensional. A SwitchBot diz que o sistema consegue reconhecer utilizadores autorizados em menos de um segundo e resiste a tentativas de desbloqueio com fotos ou vídeos. Adicionalmente, as fechaduras suportam vários métodos de acesso, incluindo NFC, passwords, Apple Watch, app, comandos de voz, geofencing e chaves físicas tradicionais. A versão Pro adiciona ainda desbloqueio através de impressão digital e leitura das veias da palma da mão, funcionando mesmo com mãos molhadas ou sujas.
Além da bateria recarregável principal, as fechaduras contam com uma pilha adicional substituível para funcionar como backup, caso os utilizadores não liguem aos pedidos de recarregamento - suficiente para 500 aberturas.

Os dois modelos funcionam via Matter-over-WiFi, permitindo integração directa com Apple Home e outros sistemas sem necessidade de hubs adicionais. A SwitchBot promete até 12 meses de autonomia de bateria e armazenamento local dos dados biométricos para maior privacidade. O Lock Vision chega ao mercado por 170 dólares, enquanto o modelo Pro custará 230 dólares. Agora é esperar pelos preços na Europa.

№ 08

PowerToys prepara modo de poupança de memória

O conjunto de utilitários PowerToys poderá em breve usar menos memória RAM com um modo de poupança de memória.

A Microsoft está a preparar uma nova funcionalidade para o PowerToys que poderá ajudar os utilizadores do Windows 11 a reduzir o consumo de memória RAM. O conhecido conjunto de ferramentas avançadas para utilizadores mais exigentes vai receber um novo modo de poupança de memória capaz de encerrar automaticamente processos em segundo plano quando determinadas funcionalidades não estão a ser utilizadas.

Actualmente, várias ferramentas do PowerToys mantêm processos permanentemente em memória para garantir uma abertura instantânea através de atalhos de teclado. Embora esta abordagem torne funcionalidades como o Color Picker, Text Extractor, Advanced Paste ou Peek mais rápidas de utilizar, também faz com que o software continue a ocupar memória do sistema mesmo que estas capacidades nunca sejam utilizadas.
A nova funcionalidade, desenvolvida com contributos da comunidade, permitirá activar um modo opcional que encerra automaticamente esses processos quando não estão a ser usados. Quando o utilizador voltar a chamar a ferramenta através do atalho habitual, o PowerToys volta a iniciar o respectivo processo automaticamente e a terminá-lo quando deixar de ser necessário. As funcionalidades continuarão acessíveis, o único compromisso é que se irá notar um pequeno atraso ao abri-las.

Inicialmente, o modo de poupança de memória deverá chegar a quatro ferramentas: Text Extractor, Color Picker, Advanced Paste e Peek. A Microsoft está também a trabalhar numa integração visual alinhada com o design do Windows 11, incluindo um novo menu de definições com um ícone semelhante ao modo de eficiência do Gestor de Tarefas. A opção poderá ser activada globalmente para todas as ferramentas compatíveis ou configurada individualmente.

É certo que se torna um pouco ridículo estar a optimizar processos que podem ocupar entre 50 a 200 MB de RAM, quando "ali ao lado" temos coisas como os browsers que podem ocupar gigabytes de RAM sem qualquer preocupação. Ainda assim, é bom ver que há quem ainda continue a preocupar-se com a optimização de recursos e as boas práticas de programação. Esperemos que possa incentivar outros a fazerem o mesmo.

№ 09

Windows suspende música ao fechar portátil

A Microsoft fez alterações ao modo standby, passando a suspender a reprodução de música quando se fecha o portátil.

A Microsoft alterou o comportamento do Windows 11 nas versões 24H2 e 25H2 com uma mudança que pode surpreender alguns utilizadores. Depois das actualizações mais recentes, o sistema operativo deixa de reproduzir áudio quando o portátil entra intencionalmente em modo de suspensão, seja ao fechar a tampa, carregar no botão de energia, ou selecionar manualmente a opção "Suspender" no menu Iniciar.

Anteriormente, era possível continuar a ouvir música ou outros conteúdos áudio mesmo com o portátil fechado, algo útil para quem utilizava auscultadores ou colunas externas. No entanto, a Microsoft confirma que o novo comportamento faz parte das melhorias introduzidas no Modern Standby, a tecnologia de gestão de energia do Windows que tem vindo a ser ajustada nos últimos anos para melhorar eficiência energética e autonomia da bateria.
A alteração aplica-se apenas quando o utilizador coloca o computador em suspensão de forma deliberada. No caso do modo de poupança de energia em que o ecrã se desliga automaticamente devido à inactividade, o áudio continua a funcionar normalmente. A Microsoft explica também que a alteração afecta tanto as colunas internas como dispositivos externos como colunas Bluetooth, independentemente de o computador estar ligado à corrente ou a funcionar apenas com bateria.

Quem preferir manter a reprodução de áudio activa ao fechar a tampa do portátil terá que ajustar manualmente as definições de energia do Windows para alterar este novo comportamento e manter as coisas como estavam dantes.

№ 10

Disco externo Seagate de 16TB a €426

Com os ataques de ransomware em alta, é mais importante que nunca garantir que os nossos dados estão a salvo - e mesmo que se trate de informação em quantidade considerável, continua a ser possível manter backups de muitos terabytes em casa.

Um disco externo USB 3.0 como este Seagate de 16TB permitirá guardar os dados críticos da maioria dos utilizadores, incluindo toda a sua colecção de fotos digitais e vídeos, sem necessidade de depender a 100% nos backups na cloud - que continuarão a ser uma opção adicional a ter em conta, além dos backups locais.

Este disco externo Seagate de 16TB está actualmente disponível por 426 euros na Amazon Espanha.

É o tipo de valor que se torna facilmente justificável tendo em conta a possibilidade de ver os nossos preciosos dados desaparecerem por culpa de uma avaria num disco ou SSD, ou pela famigerada acção dos ransomwares que facilmente podem pedir milhares de euros pelo seu resgate.

Depois bastará usar um programa de backup e ficar descansado sabendo que se tem uma dose extra de protecção em caso de qualquer imprevisto. Esta é daquelas coisas onde definitivamente convém prevenir em vez de remediar, já que muitas vezes nem sequer há hipóteses de recuperação possível, e nessa altura não nos importaríamos de pagar fosse o que fosse para voltar a ter coisas como fotos que desapareceram para sempre.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

№ 11

MS recua no botão Copilot flutuante no Office

As críticas dos utilizadores levaram a Microsoft a recuar no botão flutuante do Copilot no Office / Microsoft 365.

A Microsoft recuou numa das alterações mais polémicas feitas recentemente ao Microsoft 365 e vai permitir que os utilizadores escondam ou reposicionem o botão flutuante do Copilot no Word, Excel e PowerPoint. A mudança surge depois de uma forte vaga de críticas por parte dos utilizadores, que consideravam que o atalho para o assistente AI estava a prejudicar a experiência de utilização, especialmente no Excel, onde o botão podia sobrepor-se a células e conteúdos importantes.

O botão do Copilot começou a ser distribuído de forma mais alargada no final de 2025 como parte da estratégia da Microsoft para aumentar a utilização do seu assistente AI. Atualmente, apenas uma pequena percentagem dos utilizadores do Microsoft 365 paga pelo Copilot (menos de 4%), levando a empresa a apostar numa integração mais agressiva dentro das aplicações Office. O objectivo da MS é tornar o seu assistente AI mais visível e incentivar uma maior utilização através de um botão sempre acessível no ecrã.
No entanto, a reacção dos utilizadores foi bastante negativa. Muitos consideraram que a funcionalidade interrompia o seu fluxo de trabalho em vez de ajudar. Perante as críticas, a Microsoft reconheceu que a implementação nem sempre funcionava como esperado e decidiu dar aos utilizadores maior controlo sobre a interface. Com a mais recente actualização, passa a ser possível clicar com o botão direito no ícone do Copilot e movê-lo novamente para a barra superior tradicional das aplicações.

Apesar da mudança, a Microsoft não vai remover totalmente a funcionalidade flutuante. Os utilizadores poderão escolher entre manter o Copilot como botão flutuante, fixá-lo lateralmente ou colocá-lo novamente na faixa de ferramentas clássica - como sempre deveria ter acontecido.

№ 12

Como actualizar o adblocker do Brave

Se notarem problemas com o Brave no YouTube, quase sempre isso significa que têm que fazer a actualização dos adblockers.

O bloqueio da publicidade no YouTube e o uso do Brave é uma constante dança, em que o YouTube implementa novos sistemas e o Brave arranja novas formas de proporcionar um YouTube livre de publicidade. Nos últimos dias os utilizadores defrontaram-se com novo erro ao tentar ver vídeos do YouTube, mas isso pode ser facilmente ultrapassado com uma actualização manual dos filtros de bloqueio - no caso de tal ainda não ter sido feito automaticamente.

Para actualizar manualmente o adblocker do Brave, só têm que fazer:
  • Desktop: Settings > Shields > Content filtering - clicar no botão "Update lists"
  • iOS: Settings > Shields & Privacy > Content Filtering - tocar no botão "Update Lists"
  • Android: Settings > Brave Shields & privacy > Content filtering - tocar no botão "UPDATE"

De seguida, recarregar as páginas do YouTube afectadas.

We’re aware of a new YouTube issue occurring today and have released a fix for it: https://t.co/QYPx4ogbjU

To get the fix as soon as possible, manually update the browser’s ad blocker. Here’s how to do it on each platform 👇

Desktop: Go to Settings > Shields > Content filtering… pic.twitter.com/d2WRAObPFl

— Brave (@brave) May 23, 2026
Podem também, a qualquer momento, verificar a versão do adblocker do Brave indo a Brave://components.

Relembro que, além de bloquear a publicidade do YouTube, o Brave também permite fazer coisas que o YouTube decidiu restringir às contas Premium, como fazer a reprodução de música em background. Adicionalmente, tem também uma longa lista de opções que permite fazer coisas como bloquear os Shorts, remover os thumbnails, e outras coisas relacionadas com o YouTube, para que cada utilizador possa ter a experiência que deseja ter, e não aquela que o YouTube tenta forçar aos utilizadores.

№ 13

Firefox resolve crash nos CPUs Raptor Lake

Após mais de um ano, a Mozilla corrigiu um problema que podia causar crashes do Firefox nos problemáticos CPUs Intel Raptor Lake de 13ª e 14ª geração.

A Mozilla lançou uma actualização do Firefox que corrige um problema crítico responsável por falhas frequentes do browser em computadores equipados com processadores Intel Raptor Lake de 13ª e 14ª geração. O erro, que esteve sob investigação durante mais de um ano, foi finalmente resolvido com a chegada do Firefox 151.0.1, trazendo maior estabilidade para sistemas afectados por encerramentos inesperados da aplicação.

Os engenheiros da Mozilla começaram por identificar falhas numa rotina de compressão de dados, mas a origem do problema acabou por ser atribuída ao comportamento de determinadas instruções presentes nos processadores Intel Raptor Lake. Em certas condições, os CPUs podiam ler informação incorrecta ou desactualizada, provocando falhas no browser. O problema parecia agravar-se especialmente em sistemas sujeitos a temperaturas mais elevadas, algo que chegou a ser observado através dos relatórios de erros enviados por utilizadores em regiões afectadas por ondas de calor.
Os problemas de estabilidade dos processadores Intel Raptor Lake começaram a surgir no final de 2022 e ganharam maior dimensão ao longo do ano seguinte. Utilizadores relataram falhas em jogos, instabilidade nos browsers e até problemas gerais no sistema em modelos de 13ª e 14ª geração. Mais tarde, a Intel confirmou que a origem estava ligada à degradação física dos processadores devido à exposição prolongada a tensão eléctrica excessiva e temperaturas elevadas.

Ao longo dos últimos anos, a Intel lançou várias actualizações de microcódigo para reduzir o impacto do problema, embora essas correcções apenas minimizassem os fatores que aceleravam a degradação sem conseguirem reverter danos já existentes. A empresa chegou também a prolongar a garantia dos processadores afectados de três para cinco anos. Mas, tendo em conta que este é o tipo de coisa que passa despercebida a grande parte dos utilizadores, continuará a haver muitas pessoas que têm computadores com CPUs "semi-defeituosos" que continuarão a crashar regularmente, sem que saibam que isso se deve a estes CPUs problemáticos.

№ 14

Google lança icons "disco" para Android

A Google deixou-se contagiar pelo espírito dos anos 70, lançando um pack de icons brilhantes para Android.

A Google decidiu entrar na tendência dos ícones em estilo bola de discoteca e já disponibilizou um novo pack de icons para os seus smartphones Pixel. Isto surge poucos dias depois do Spotify ter tomado essa iniciativa para celebrar o seu 20º aniversário - com reacções divididas, com muitos utilizadores a elogiarem a abordagem divertida, mas outros a criticarem o visual, levando o Spotify a assegurar que este novo icon era apenas temporário e em breve regressaria ao normal.
Ainda assim, o efeito viral foi suficiente para levar Sameer Samat, responsável pelo ecossistema Android, a anunciar os novos ícones brilhantes nos equipamentos Pixel. O novo tema transforma aplicações em versões inspiradas em bolas de discoteca, criando um ecrã inicial repleto de brilho e reflexos que não passa despercebido.
Os novos ícones fazem parte da funcionalidade de personalização introduzida recentemente nos smartphones Pixel, que permite aplicar diferentes estilos gerados por inteligência artificial aos icons das apps. Entre as opções já disponíveis existem temas desenhados à mão, visuais com efeito dourado, estilos artísticos pintados, e outras abordagens criativas para personalizar o visual do sistema.

Embora o resultado esteja longe de agradar a todos, a Google parece estar a assumir um lado mais descontraído e experimental na personalização do Android. O novo tema pode não conquistar todos os utilizadores, mas mostra como o uso das tecnologias AI permite reagir rapidamente a novos estilos criativos inesperados, dando um toque de diversão aos smartphones Pixel.

№ 15

Como desactivar os resultados AI na pesquisa Google

Ainda é possível desactivar os resultados AI na pesquisa no Google, usando a opção "-ai".

A Google tem estado a apostar nos resultados AI na pesquisa, e já se começou a notar que isso pode ter efeitos secundários indesejados - como a incapacidade de lidar com a pesquisa de palavras como "ignorar". Felizmente, ainda existe a possibilidade de desactivar os resumos AI nas pesquisas Google, recorrendo a um operador.

O método passa apenas por adicionar "-ai" (sem aspas) no final da pesquisa. Ao usar este modificador, a Google apresenta resultados sem incluir os resumos gerados por inteligência artificial. Por exemplo, em vez de pesquisar normalmente um tema, basta acrescentar "-ai" ao final da frase para voltar a uma experiência mais próxima dos resultados tradicionais.
Acima: pesquisar por "ignorar". Abaixo: pesquisar por "ignorar" com a opção "-ai".
Este é apenas um dos diversos operadores de pesquisa que a Google disponibiliza há muitos anos. Ferramentas como aspas para procurar expressões exactas ou filtros específicos continuam disponíveis e ajudam a refinar a forma como a pesquisa é feita. Existe também o separador "Web", que recupera o formato mais clássico com a lista de links para websites; mas sendo uma secção que corre sério risco de acabar por ser abandonada nos próximos anos (conhecendo-se a tradição da Google em matar funcionalidades e produtos).

Apesar de este método "-ai" não eliminar as AI Overviews de forma permanente, pode ser uma alternativa prática para quem desejar evitar as respostas geradas por AI em determinadas pesquisas.

№ 16

Como desactivar os resultados AI na pesquisa Google

Ainda é possível desactivar os resultados AI na pesquisa no Google, usando a opção "-ai".

A Google tem estado a apostar nos resultados AI na pesquisa, e já se começou a notar que isso pode ter efeitos secundários indesejados - como a incapacidade de lidar com a pesquisa de palavras como "ignorar". Felizmente, ainda existe a possibilidade de desactivar os resumos AI nas pesquisas Google, recorrendo a um operador.

O método passa apenas por adicionar "-ai" (sem aspas) no final da pesquisa. Ao usar este modificador, a Google apresenta resultados sem incluir os resumos gerados por inteligência artificial. Por exemplo, em vez de pesquisar normalmente um tema, basta acrescentar "-ai" ao final da frase para voltar a uma experiência mais próxima dos resultados tradicionais.
Acima: pesquisar por "ignorar". Abaixo: pesquisar por "ignorar" com a opção "-ai".
Este é apenas um dos diversos operadores de pesquisa que a Google disponibiliza há muitos anos. Ferramentas como aspas para procurar expressões exactas ou filtros específicos continuam disponíveis e ajudam a refinar a forma como a pesquisa é feita. Existe também o separador "Web", que recupera o formato mais clássico com a lista de links para websites; mas sendo uma secção que corre sério risco de acabar por ser abandonada nos próximos anos (conhecendo-se a tradição da Google em matar funcionalidades e produtos).

Apesar de este método "-ai" não eliminar as AI Overviews de forma permanente, pode ser uma alternativa prática para quem desejar evitar as respostas geradas por AI em determinadas pesquisas.

№ 17

Pesquisa AI da Google não procura "ignorar"

A aposta da Google na pesquisa AI está a demonstrar alguns efeitos indesejados, não conseguindo lidar com palavras como "ignorar".

A Google tem estado a transformar a sua pesquisa numa experiência AI e alguns utilizadores já começaram a notar alguns efeitos secundários indesejados. A secção AI Overviews está a apresentar um comportamento invulgar nas pesquisas relacionadas com definições de palavras. O problema afeta termos como "ignorar" e outros, palavras que normalmente mostrariam a respectiva definição no motor de pesquisa, mas que agora estão a ser interpretadas como comandos dirigidos à própria inteligência artificial.

Em vez de apresentar o significado das palavras, o sistema está a responder com mensagens como "Entendido! A instrução anterior foi ignorada", tratando a pesquisa como se fosse uma instrução dada ao assistente AI. O comportamento também surge em pesquisas mais específicas. Por exemplo, procurar por "ignorar sinónimos" pode levar a respostas onde a AI diz ter entendido um pedido para não utilizar sinónimos, em vez de apresentar sinónimos da palavra ignorar.
O problema surge porque as definições de palavras no motor de pesquisa da Google estão actualmente ligadas ao AI Overviews, o sistema de inteligência artificial que a empresa tem vindo a integrar cada vez mais nos resultados de pesquisa. A falha mostra que, em certos contextos, a AI está a interpretar texto de forma demasiado literal, confundindo pedidos informativos com instruções.

Apesar de não se tratar de um problema grave de segurança ou funcionalidade, a situação destaca alguns dos desafios que continuam a surgir com a integração da AI nos motores de pesquisa (e não só). Será de esperar que em breve a Google disponibilize uma correção, mas que desde já se antevê que futuramente se venham a descobrir mais casos em que determinadas pesquisas possam baralhar o sistema AI.

Felizmente, ainda há opção para fazer pesquisas no Google sem resultados AI... pelo menos por enquanto.

№ 18

Tesla FSD passa a "Assisted Driving" na China

A Tesla mudou a designação do "Full Self Driving" na China, para um mais realista e informativo "Tesla Assisted Driving".

A Tesla voltou a mudar o nome do seu sistema de assistência à condução na China, abandonando a polémica designação "Full Self-Driving" (FSD). O sistema passa agora a chamar-se "Tesla Assisted Driving", uma alteração que aproxima a descrição do produto das suas capacidades reais, e, resultado da crescente pressão regulatória no maior mercado automóvel do mundo.

Apesar da Tesla promover há muitos anos a visão de carros totalmente autónomos, o seu sistema continua a ser um sistema classificado como Nível 2 de condução autónoma, o que significa que o condutor continua a ser totalmente responsável pelo veículo e a ter que manter atenção permanente sobre o mesmo. Embora a tecnologia da empresa seja considerada uma das mais avançadas entre os sistemas de assistência à condução disponíveis, continua longe de oferecer condução totalmente autónoma - tendo já levado a que a Tesla passasse a designá-lo por "FSD supervisionado" - um nome que, ainda assim, induz em erro as suas capacidades.
Na China, as autoridades têm vindo a apertar regras relacionadas com tecnologia automóvel e segurança, levando a Tesla a clarificar as suas reais capacidades. A empresa já tinha alterado anteriormente o nome do sistema no mercado chinês, removendo gradualmente referências mais ambiciosas ligadas à autonomia total. A nova designação surge como uma tentativa de evitar interpretações enganadoras e alinhar melhor o marketing com aquilo que o sistema efectivamente consegue fazer: a de ser, para todos os efeitos, um sistema de assistência à condução e não um sistema de condução autónoma "total", como dava a entender.

A mudança acontece também numa altura em que a concorrência chinesa está a acelerar o desenvolvimento de tecnologias de assistência à condução. Vários fabricantes locais já oferecem funcionalidades semelhantes, em muitos casos sem custos adicionais para os clientes. Há também um aumento da oferta de empresas como a Nvidia, que estão a promover os seus próprios sistemas de assistência à condução, que aceleram a velocidade com que qualquer fabricante interessado pode adicionar estas capacidades aos seus veículos sem necessidade de criar todo o sistema de raiz.

Fica apenas a questão final: quantas polémicas se poderia ter evitado, se desde o início a Tesla tivesse comercializado esta opção como "Tesla Assisted Driving" em vez do enganador "Full Self-Driving"?

№ 19

Painéis solares produzem acima dos 100%

Um curioso efeito atmosférico fez com que a produção solar de um utilizador ultrapassasse os 100%.

Um utilizador de painéis solares teve uma surpresa inesperada ao verificar a produção do seu sistema fotovoltaico montado numa carrinha. Apesar de ter instalado apenas dois painéis bifaciais de 440 W, o sistema chegou a indicar uma produção superior a 1.050 W, ultrapassando os 880 W de potência "total" instalada. O caso rapidamente gerou curiosidade online, levando muitos a questionarem como seria possível produzir mais energia do que a capacidade anunciada dos próprios painéis.
O sistema em questão utiliza painéis solares bifaciais, capazes de captar luz tanto pela frente como pela parte traseira, aumentando a eficiência em determinadas condições. No entanto, a explicação principal parece estar num fenómeno atmosférico raro conhecido como "cloud edge enhancement" ou efeito de reforço de irradiância provocado pelas nuvens. Em certas situações, sobretudo após chuva ou durante períodos de mudança rápida no estado do céu, as nuvens conseguem reflectir e concentrar mais radiação solar numa determinada área do que aconteceria num dia completamente limpo.

As condições meteorológicas também desempenham um papel importante. Temperaturas mais baixas no ar e nos próprios painéis solares podem aumentar a eficiência energética, já que os módulos fotovoltaicos tendem a funcionar melhor quando não estão excessivamente quentes. A combinação entre luz adicional reflectida pelas nuvens e temperaturas favoráveis pode criar picos temporários de produção acima dos valores nominais dos equipamentos.

Mas, antes que comecem a pensar em colocar lentes de concentração à frente dos painéis, importa relembrar que os painéis solares são criados para funcionar com base em certas condições, e que levá-los além das suas especificações poderá provocar danos imediatos ou ter efeito prejudicial a nível da sua longevidade.

№ 20

Trump Phone chega com bandeira errada e exposição de dados dos clientes

O polémico smartphone "Trump" está finalmente a começar a ser entregue, mas as polémicas continuam.

Depois de muitos atrasos, o smartphone com a marca de Donald Trump começou finalmente a ser entregue aos clientes. Mas a par do lançamento chega também a confirmação da Trump Mobile que o seu website expôs dados pessoais de clientes. Entre as informações expostas estavam nomes, números de telefone, moradas e endereços de email de clientes, dados que podiam ser encontrados facilmente sem que sequer fosse necessário qualquer tipo de "hacking".

Segundo a empresa, o problema estará relacionado com uma "plataforma externa" responsável por suportar determinadas operações da Trump Mobile. A empresa não revelou o nome do fornecedor envolvido, mas garante que não existiu qualquer violação directa dos seus sistemas ou rede interna. Ainda assim, o caso levanta preocupações, já que os dados estavam acessíveis publicamente. A segue o manual habitual nestes casos, dizendo que continua a investigar a situação e que, até ao momento, não encontrou sinais de utilização maliciosa da informação exposta - ao ponto de dizer que ainda nem sequer está certa se será necessário informar formalmente os clientes afectados pelo incidente.

Quanto ao smartphone em si, tal como se suponha, trata-se de um simples modelo reciclado. Tudo indica que o Trump Phone seja na realidade um HTC U24 Pro, um smartphone de 2024 com um Snapdragon 7 Gen 3. Os primeiros modelos chegam também com uma bandeira incorrecta dos EUA na traseira: um elemento que certamente não será apreciado pelo público alvo de Trump.