PlanetGeek
№ 01

Falha em CPUs AMD antigos dá total acesso

Uma simples instrução é tudo o que é necessário para obter acesso a memória protegida e elementos de segurança nos CPUs AMD 15h e 16h.

Uma nova vulnerabilidade em processadores AMD antigos permite obter acesso a áreas de memória que deveriam estar protegidas, incluindo componentes críticos como o Platform Security Processor (PSP), o System Management Mode (SMM) e memória utilizada para microcode. O exploit, chamado Skitter Creek Bath Salts (Skitter), foi descoberto pelo investigador Christopher Domas e afecta processadores AMD das famílias 15h e 16h, lançados entre 2011 e 2015.

A técnica explora uma configuração chamada BankSwizzleMode, responsável pela forma como o controlador de memória distribui os dados pela DRAM. Uma simples instrução consegue alterar esta configuração, permitindo aos investigadores descobrir como a memória visível pelo sistema operativo corresponde à memória física. Com esse mapa, torna-se possível direccionar leituras e escritas para regiões que normalmente estão fora do alcance do sistema operativo.

New exploit: “xor dword [0xf80c2094], 1<<22”

Unlocks CPU microcode, the platform security processor, system management mode, and every internal processor register, all at once, on 100 million AMD CPUs. As far as I can tell can’t be fixed.https://t.co/sgAfneFSsf pic.twitter.com/kDhhdXtfYL

— domas (@xoreaxeaxeax) August 13, 2026
O resultado é um nível de acesso extremamente elevado. Um atacante pode, em determinadas circunstâncias, aceder a código e dados associados ao PSP, onde são executadas funções de segurança como o fTPM, além de componentes do SMM e microcode. Isto significa que, depois de ultrapassadas as protecções, seria possível manipular partes fundamentais do funcionamento do processador que normalmente estão isoladas até mesmo do sistema operativo.

Existe, contudo, uma limitação importante: o exploit exige acesso ao kernel e execução com direitos de administrador. Por outro lado, os processadores afectados já estão fora do período de suporte, pelo que não deverá existir uma correcção oficial da AMD para os sistemas vulneráveis.

№ 02

Voyah Passion S faz loop em túnel

Na China, a Voyah recriou a manobra de fazer um loop num túnel com o Voyah Passion S, ao estilo do que a Mercedes fez há mais de 15 anos.

O Voyah Passion S conseguiu completar uma manobra de 360 graus dentro de um túnel, recriando o famoso desafio associado ao Mercedes-Benz SLS AMG e Michael Schumacher. Para tal foi necessário que o veículo atingisse cerca de 130 km/h antes de entrar na parede curva com um ângulo de direção de aproximadamente 16 graus. A força centrífuga permitiu manter o carro preso à superfície durante a rotação completa.

A Voyah destaca que a manobra foi particularmente exigente devido às dimensões e ao peso do Passion S, muito superiores aos de um supercarro como o SLS AMG da Mercedes. O veículo manteve ainda a bateria completa e todo o hardware de condução inteligente. O sistema dual-motor com tracção integral produz 475 kW, equivalentes a 637 cv, e 765 Nm de binário, com um plataforma eléctrica de 800 V.



Já antevendo que muitos acusassem a manobra de ser um vídeo falso, a marca assegura que o vídeo foi gravado com um veículo real de produção normal, sem modificações especiais ou efeitos digitais. Uma garantia que não é ajudada pelo facto da marca publicar um vídeo cheio de cortes e edições, onde não se pode ver uma sequência completa do início ao fim. Ainda assim, um olhar mais atento revela que já exisistiam marcas de pneus no tecto do túnel, revelando que foram feitas várias tentativas.



Algo que posteriormente ficou validado com um vídeo que aparentemente mostra uma tentativa falhada anterior (ainda assim, também há quem acredite que o vídeo falhado tenha sido gerado por AI - é o sinal dos tempos em que vivemos).


Para a posteridade, o vídeo do Mercedes-Benz SLS AMG, que também tem a sua própria polémica apesar de ser da era pré-AI - em que há muitos que acreditam que a condução foi feita por um duplo e não pelo próprio Michael Schumacher.




Claro que, para os mais veteranos que tenham crescido a vibrar com as aventuras do Herbie no grande ecrã, esta manobra já era conhecida desde o filme Herbie Goes to Monte Carlo de 1977, onde também usa a mesma táctica (com a magia dos efeitos cinematográficos da altura) para ultrapassar os mauzões e vencer a prova. :)

№ 03

Falha no macOS Screen Share dá acesso sem password

Uma falha na partilha de ecrã do macOS permite que atacantes controlem o computador sem precisarem da password.

Uma vulnerabilidade grave no macOS está a ser utilizada em ataques. A falha, identificada como CVE-2026-65400, afecta a funcionalidade Screen Sharing e pode permitir que atacantes obtenham acesso remoto com privilégios elevados sem precisarem da password. Foram já observados casos em sistemas com a porta 5900 exposta à Internet, nos quais os atacantes conseguiram acesso root e instalaram miners de Monero.

O problema está relacionado com a forma como o macOS gere o estado das sessões de Screen Sharing, uma funcionalidade que permite controlar remotamente o ecrã, teclado e rato de um Mac. A Apple já lançou correcções para o macOS Tahoe, Sequoia e Sonoma, mas quem ainda não as tiver aplicado fica em risco para a vaga de ataques que tem estado a decorrer. O risco surge quando o Screen Sharing está activado e a porta TCP 5900 fica acessível a partir da Internet. Normalmente, a porta estará bloqueada pelos routers, mas quem tiver uma configuração de port forwarding para poder aceder ao seu Mac de fora de casa estará em risco.

Para reduzir o possibilidade de ataque, recomendação mais segura é desactivar o Screen Sharing quando não estiver a ser utilizado e instalar as actualizações de segurança da Apple. Adicionalmente, para quem precisar de acesso remoto, será preferível explorar o uso de uma VPN ou SSH tunneling para não deixar o serviço exposto directamente na internet. Embora os ataques observados até agora tenham sido usados para instalar miners de Monero, a mesma vulnerabilidade poderá ser aproveitada para instalar malware capaz de roubar credenciais ou realizar outras acções maliciosas.

№ 04

Gemini perde watermark visível

Os utilizadores podem agora criar e editar imagens no Gemini e demais ferramentas AI da Google sem watermark visível.

A Google começou a disponibilizar uma nova opção no Gemini que permite remover a marca visível das criações AI. A funcionalidade chama-se Media Watermark e pode ser encontrada nas definições do Gemini, onde os utilizadores passam a poder escolher entre manter ou desactivar a marca visível.

Ao deixar a opção activa, as imagens, vídeos e músicas criados pelo Gemini continuam a apresentar a habitual marca visível. Quando desactivada, a marca desaparece do conteúdo final, oferecendo aos utilizadores maior controlo sobre a apresentação das suas criações.

Rolling out over the next few days, you can decide if your image, video, and music creations made with Gemini will have visible watermarks. Invisible SynthID watermarks and C2PA metadata will always stay embedded in the background.

Simply go to your settings and toggle “Show… https://t.co/b0tHkwnFBU

— Google Gemini (@GeminiApp) August 14, 2026
Note-se que, apesar de ser removida a marca visível, a Google mantém os marcadores invisíveis SynthID, bem como os metadados C2PA, que permitem continuar a identificar a origem do conteúdo como sendo AI.

A opção surge em resposta aos pedidos dos utilizadores, que se queixavam da marca intrusiva até quando se usava planos pagos - ao ponto de rapidamente terem surgido serviços especializados na remoção destas marcas, que agora deixam de ser necessários.

№ 05

Xiaomi trocou sol por lua durante o eclipse

Durante o eclipse solar de 12 de Agosto, alguns Xiaomi trocaram o sol pela lua devido ao processamento que fazem das fotografias.

O recente eclipse solar voltou a reacender a questão sobre o processamento excessivo nas câmaras dos smartphones. Num comparativo entre vários smartphones, houve um modelo que se destacou, mas não pelos melhores motivos.

Enquanto a maioria dos resultados das fotos captadas com smartphones da Google, Samsung, e Oppo, acabava por ser apenas uma questão de preferência pessoal, a foto captada por um modelo da Xiaomi acabou por se tornar no centro das atenções. Isto porque, em vez do sol, o resultado da foto foi a transformação do Sol em Lua!


Isto é algo que tem sido criticado há anos, e que certamente continuará a ser tema de conversa à medida que os fabricantes forem investindo cada vez mais em processamento "AI" nas fotos como forma de dizerem que as câmaras dos seus smartphones são melhores que as dos concorrentes.

No entanto, parece ficar demonstrado que há limites que não devem ser ultrapassados. Será legítimo que os fabricantes tirem todo o partido da "fotografia computacional" para obterem a fotografia final com o máximo de qualidade que é possível extrair de um sensor de imagem, incluindo coisas como combinação de múltiplas exposições e até aproveitando processamento de outros sensores como os sensores de movimento para efectuarem as devidas correcções no processamento. No entanto, há que deixar bem claro que não se deve tolerar processamento que passe a adicionar elementos externos que não provêem do sensor, que isso seja a imagem de uma lua detalhada (ou de dentes aplicados em bebés).

Haverá algo mais frustrante do que querer tirar uma foto a algo que se está a ver, e o resultado ser algo completamente inventado/alucinado pela câmara?

№ 06

Google lança Gemini 3.7 Flash

Pressionada pela ausência do modelo Pro, a Google lança novo modelo económico e rápido, o Gemini 3.7 Flash.

A Google lançou o Gemini 3.7 Flash, apenas três semanas depois da chegada do 3.6 Flash, prometendo melhorias significativas sobretudo na programação e em tarefas executadas por agentes AI. O novo modelo é apresentado como uma ferramenta de trabalho mais eficiente, desenvolvido com base em optimizações internas e feedback de developers.

Segundo a Google, o desempenho em programação melhorou consideravelmente. No benchmark FrontierCode 1.1 Main, o Gemini 3.7 Flash passou de 34.4% para 43.6%, enquanto no DeepSWE v1.1 subiu de 49% para 65.3%. O modelo também obteve melhores resultados no WebDev Arena, passando de 1538 para 1588 pontos.
As melhorias estendem-se a tarefas mais complexas. No benchmark GDP.pdf, que avalia a capacidade de processar documentos complexos, o resultado subiu de 22% para 34%. Já no AutomationBench, focado na execução de workflows empresariais, o Gemini 3.7 Flash alcançou 30.4%, contra 17% no modelo anterior.

A Google também está a apostar num preço mais baixo para atrair developers. Até ao final do ano, o Gemini 3.7 Flash terá um preço promocional de 0.75 dólares por milhão de tokens de entrada e 3.75 dólares por milhão de tokens de saída, metade do custo do 3.6 Flash. O modelo já está disponível através da Gemini API, AI Studio e Gemini Enterprise, mas os utilizadores individuais só têm acesso através do agente Gemini Spark com subscrições AI Pro ou Ultra; o chatbot normal continua a utilizar o Gemini 3.6 Flash.

E claro, tudo isto não faz desaparecer as perguntas sobre o estado do modelo Pro - cujos rumores dizem que terá sido cancelado por não estar à altura da concorrência, levando a Google a passar directamente para a geração seguinte.


№ 07

Etiqueta na estrada: o que muda de país para país

Reclamar um lugar de estacionamento com os piscas, buzinar à porta de um amigo em vez de tocar à campainha ou piscar as luzes para avisar de um radar são hábitos tão naturais em Portugal que raramente os questionamos. Mas o que parece óbvio por cá pode ser interpretado de forma completamente diferente em Helsínquia, Bucareste ou Londres, e um estudo da carVertical revela que quase metade dos condutores reconhece que o desconhecimento da cultura de condução local pode criar situações perigosas na estrada.

O estudo indica que 47% dos condutores identificam a falta de conhecimento da cultura de condução local como um fator que pode gerar situações perigosas, e 33% vão mais longe, considerando que esse desconhecimento pode mesmo causar situações de risco efectivo. Apenas 10,9% dos inquiridos acham que não há perigo nenhum, e 8,5% não têm a certeza. São números que fazem pensar, especialmente para quem planeia fazer estrada pelo estrangeiro durante o verão.

Um dos exemplos mais ilustrativos é o sinal de máximos. Usado em quase toda a Europa para avisar de radares, acidentes ou obstáculos na estrada, o seu significado varia bastante consoante o país. Na Roménia, piscar as luzes é quase uma linguagem própria: pode ser um cumprimento entre colegas de profissão, como camionistas ou taxistas, um sinal de admiração perante um carro raro, ou, se for longo e agressivo, um insulto directo a quem se meteu à frente de forma brusca. No Reino Unido, pelo contrário, o mesmo gesto é quase exclusivamente um sinal de cortesia e cooperação. Na Lapónia finlandesa, fazer sinal de luzes a um veículo que se aproxima pode simplesmente significar “atenção, há veados na estrada”.
A buzina é outro sinal com interpretações radicalmente diferentes. Em muitos países, está reservada para situações de perigo imediato ou para expressar impaciência. Mas nas zonas rurais da Croácia, Roménia e França, uma buzinadela suave pode ser apenas um cumprimento a um vizinho. Em Espanha, buzina-se para reconhecer amigos ou familiares na estrada. Em França e Portugal, é completamente normal buzinar à chegada a casa de alguém, em vez de tocar à campainha. A Itália é talvez o caso mais curioso: no norte do país, buzinar é mal visto, enquanto no sul faz parte da comunicação diária na estrada.

Há, no entanto, alguns sinais que funcionam de forma universal. As luzes intermitentes de perigo são usadas para mostrar gratidão na Lituânia, Polónia, Eslováquia, Chéquia, Roménia, Croácia e noutros países da Europa Central e de Leste. Uma mão erguida é um sinal de agradecimento reconhecido em todo o continente. Uma fila de carros decorados a circular pela cidade com buzinadelas prolongadas e em alto volume só pode significar uma coisa: casamento. Esta situação é universalmente aceite e não é considerada agressiva na Chéquia, Eslováquia, Sérvia, Hungria, Polónia, Roménia, Lituânia e Letónia. Em Portugal, Espanha, Itália e Roménia, a buzina é também usada para celebrar vitórias desportivas ou durante manifestações públicas. Nem tudo é, porém, inofensivo: em Itália, alertar sobre a presença policial com sinais de luzes é estritamente proibido por lei.

A nível do cumprimento dos limites de velocidade, as coisa também variam. Na Bélgica, Chéquia, Eslováquia, Lituânia e Letónia está praticamente implícito que se pode conduzir ligeiramente acima do limite de velocidade, algo ajudado às coimas de baixo valor e às tolerâncias dos radares. Já na Escandinávia, a mais ligeira violação do limite representa uma multa pesada.

O estudo mostra ainda que os condutores conhecem bem as regras não escritas do seu próprio país, com 60% dos inquiridos a afirmar isso mesmo. Mas essa confiança dissolve-se quando viajam para o estrangeiro, com cerca de dois terços a admitir que encontram hábitos de condução pouco familiares com alguma frequência. Para quem parte de férias este verão, a recomendação é clara: antes de pesquisar as tarifas das portagens, vale a pena perceber também como se comunica na estrada no país de destino.


[Pela Estrada Fora]
№ 08

Google tem que facilitar acesso a app stores alternativas

Nos EUA a Google foi obrigada a permitir o acesso a lojas de apps alternativas na Play Store, mas vai ter que deixar de dificultar o processo.

Muitas pessoas consideram a Google e a Apple completamente diferentes, mas há coisas em que ambas as empresas são bastante semelhantes - como no que diz respeito ao controlo das app stores respectivas. Um juiz federal dos EUA ordenou à Google que simplifique o processo de instalação de lojas de apps concorrentes através da Play Store. A decisão considera que os vários ecrãs de aviso, confirmações, e passos adicionais apresentados aos utilizadores criam uma forma de "fricção anticoncorrencial"que desincentiva a instalação de lojas alternativas.

Durante uma audiência relacionada com o processo antitrust entre a Epic Games e a Google, foi demonstrado que instalar uma loja de apps concorrente pode exigir vários passos desnecessários. Num dos exemplos, além de ter que superar vários avisos de segurança e confirmações, o utilizador chega ao cúmulo de ter primeiro que tocar em "view" antes sequer de aparecer a opção "install".
O juiz James Donato considerou este processo inaceitável e ordenou à Google que elimine estas barreiras, tornando a instalação de uma loja alternativa tão simples quanto a instalação de qualquer outra app Android. A empresa terá uma semana para implementar as alterações.

Pelo seu lado, a Google justifica os avisos como sendo "importantes para proteger os utilizadores" contra apps potencialmente perigosas, mas a decisão surge num contexto de crescente pressão sobre o controlo que a empresa exerce no ecossistema Android. Embora o sistema permita lojas de terceiros e sideloading há mais de uma década, o tribunal entende que a desculpa da segurança não pode ser utilizadas para criar obstáculos que protejam a posição dominante da Google. Só é pena que, nos EUA, pareçam esquecer-se que estas mesmas medidas também se deveriam aplicar à Apple, que se tem mantido a salvo desta abertura a app stores concorrentes - embora já tenha perdido a batalha contra pagamentos externos.

№ 09

Suno lança Studio 2.0

O Suno lançou o novo Studio 2.0, que coloca um estúdio de edição musical ainda mais capaz no browser.

Numa altura em que continua a enfrentar processos de direitos de autor de alguns estúdios, e implementando medidas que angustiam os utilizadores (como o limite de downloads), o Suno tenta seguir em frente com nova versão do seu estúdio online.

O novo Studio 2.0 é uma grande actualização da sua plataforma de criação musical com IA, pensada para dar aos artistas maior controlo sobre o processo de produção. A nova versão aproxima o Studio de um DAW tradicional, permitindo trabalhar directamente com MIDI, áudio, efeitos, e automação, em vez de depender apenas de prompts de texto para gerar música. Uma das principais novidades é o suporte para MIDI, que permite importar, gravar e editar clips directamente na timeline. Os utilizadores podem também criar sons com um novo wavetable synth e até utilizar clips MIDI como prompts para gerar novo áudio. Quem não tiver um MIDI controller pode tocar notas através do teclado do computador.


O Studio 2.0 inclui ainda uma nova ferramenta "advanced stem separation", capaz de separar músicas em diferentes componentes com elevada qualidade de áudio, incluindo ficheiros importados de fora da Suno. A plataforma também recebeu efeitos de áudio e a possibilidade de criar plugins personalizados através de um chat integrado. A nova função Automation permite desenhar curvas para controlar parâmetros de faixas e plugins ao longo do tempo.

Para tornar o processo mais rápido, a Suno também adicionou uma Chat bar em beta que funciona como um colaborador virtual, capaz de criar instrumentos e vocais, desenvolver plugins e organizar uma sessão. Os assinantes Premier passam ainda a ter exportação ilimitada de multitracks e stems em 32-bit/48kHz.

É uma boa melhoria para o Suno que, por outro lado, também vai enfrentando modelos AI open-weight de geração de música, que podem correr localmente em qualquer computador, e com qualidade que se vai aproximando da que o Suno permite - como o recém-lançado MiniMax Music3.

№ 10

Windows 11 desde €21 e Office a €15 na CdKeysales

O Windows 11 está a receber atualizações interessantes, e tudo se resume a tornar o teu PC mais rápido e agradável de usar. A atualização de agosto de 2026 traz um Low Latency Profile expandido que dá um boost de velocidade - as apps abrem mais depressa e tudo parece mais imediato. Nos últimos meses também se ganhou o suporte para Shared Audio para que várias pessoas possam ouvir o mesmo stream de áudio Bluetooth ao mesmo tempo, além de suporte Multi-App Camera que permite que diferentes programas usem a câmara de forma fluida sem conflitos. O Search também está mais rápido e inteligente, finalmente encontrando coisas mesmo que se escrevam alguns erros no nome das coisas, e o point-in-time restore permite uma recuperação fácil em caso de problemas. Ideal para quem depende diariamente de ferramentas como o MS Office 2024 e Office 2024 LTSC.

No geral, a Microsoft tem-se concentrado em ajustes de performance, fiabilidade e aqueles pequenos detalhes de qualidade que tornam o uso diário mais suave. É o resultado de ouvir o feedback dos utilizadores e a entregar um Windows mais moderno, eficiente e sem complicações.


Código de desconto 30%: AB30

Windows

Lifetime MS Windows 11 Pro OEM KEY GLOBAL €21,50 (30% off code AB30)
Lifetime MS Windows 11 Home OEM KEY GLOBAL €28,61 (30% off code AB30)
Lifetime MS Windows 10 LTSC KEY GLOBAL €18,49 (30% off code AB30)
MS Win 11 Enterprise LTSC 2024 CD Key Global €14,34 (30% off code AB30)
Lifetime MS Windows 10 Pro OEM KEY GLOBAL €25,41 (30% off code AB30)
Lifetime MS Windows 10 Home OEM KEY GLOBAL €21,02 (30% off code AB30)

Office

Lifetime MS Office 2024 €17,15 (30% off code AB30)
Lifetime MS Office 2024 LTSC Standard €17.15 (30% off code AB30)
Lifetime MS Office 2019 Professional Plus Key GLOBAL €47.47 (30% off code AB30)
Lifetime MS Office 2016 Professional Plus Key GLOBAL €26.64 (30% off code AB30)
Microsoft Office 365 One Year Account for One Device €17.74 (30% off code AB30)
Canva Pro 1 Year Upgrade €9,99 (35% off code AB35) 



Combos Windows+Office

Lifetime Windows 10 Pro + Office 2016 Pro Plus Keys Pack €37.70 (30% off code AB30)
Lifetime Windows 10 Pro + Office 2019 Pro Plus Keys Pack €52.42 (30% off code AB30)

O processo de compra é bastante simples, bastando ir adicionando os produtos pretendidos ao carrinho de compras, e inserir o código de desconto no campo respectivo antes de prosseguir para o checkout.
Como activar o código de desconto AB30
Depois de adicionado ao carrinho (botão Comprar Agora), antes de confirmar a encomenda, deverá inserir o código AB30 na caixa "Código de promoção" e clicar em "Aplicar".

É possível fazer o pagamento via PayPal - o que é sempre recomendado como medida de protecção adicional em todas as compras online - e temos à disposição o serviço de suporte via live chat no site ou através do email [email protected].


Como activar a licença do Windows 10 / 11
Para activar a licença do Windows 10 ou Windows 11, basta aceder às configurações do Windows e, na secção "Ativação" clicar no botão "Alterar chave do produto". Surgirá uma janela onde se pode inserir o código de activação do Windows que acabou de adquirir.
Ao concluir, será apresentada uma mensagem informando que a licença está activa e validada.
É possível fazer o pagamento via PayPal - o que é sempre recomendado como medida de protecção adicional.

Não se esqueçam que no caso dos Windows e Office, o download continuará a ser feito do site da Microsoft, com a compra a disponibilizar apenas as chaves para activar os produtos:

[Artigo patrocinado por Mediamz]


№ 11

MiniMax Music3 aproxima-se do Suno

A MiniMax está imparável, e lança novo modelo open-source para geração de música que se aproxima bastante do Suno.

A MiniMax tem estado na boca do mundo devido ao seu modelo de geração de vídeo MiniMax H3, que permite gerar vídeos AI em hardware relativamente modesto (até mesmo em placas com 12GB VRAM) e, para não dar descanso, lança agora um modelo dedicado à geração de música, o MiniMax Music3.

Este modelo open-weight corre em hardware bastante modesto, e pode ser reduzido para menos de 2GB VRAM usando modelos quantized. Numa placa moderna da geração RTX 50xx consegue gerar músicas de forma rápida: uma música de 3 minutos demorará esse mesmo tempo ser a ser gerada; mas sendo possível que rapidamente surjam optimizações que melhorem esse tempo.
Há uma página de demonstrações com inúmeros estilos e variante, para se poder apreciar as suas capacidades sonoras e vocais. Podem usa-lo no ComfyUI, entre outros.

Numa comparação rápida, o Music3 parece superar o ACEstep 1.5 XL. A maior diferença a nível de uso é que, ao contrário do Suno, em que basta uma descrição curta e rápida do estilo musical, o Music3 privilegia longas descrições quanto ao estilo de texto, idealmente com 500 ou 600 palavras (podem espreitar nas músicas de demonstração para ficarem com uma ideia) - algo que fica facilitado com a existência de um assistente AI que ajuda a converter uma descrição simples numa descrição mais complexa adequada a este modelo.

№ 12

Instagram com novo logo

O Instagram apresentou o seu novo logotipo, e nem todos estão contentes.

Já sabemos que é praticamente impossível agradar a todos sempre que se faz alguma alteração visualmente significativa, e o Instagram não é excepção. A plataforma da Meta apresentou o seu novo logo, que diz ser mais "limpo" e "moderno", mas obviamente que as críticas não se fizeram esperar.

Os críticos dizem que o novo logo se parece com um design "AI slop" como o que se tem popularizado com as ferramentas AI, numa amálgama de tipos de letra diferentes que não resulta - embora o Instagram tente explicar que os diferentes tipos tentam prestar homenagem à história do Instagram e dos seus logos anteriores.
[o logo anterior do Instagram]

Do meu lado, embora não seja particulamente fã deste novo logo, também não me choca. Mais importante, já passei por alterações de design suficientes para saber que aquilo que inicialmente se estranha acaba por se "entranhar", basta dar tempo suficiente.

Como tal, será inevitável que esta discussão actual acabe por se desvanecer com o tempo, e o novo logo do Instagram passe a ser a forma como os utilizadores vêem o Instagram... até à próxima alteração.

№ 13

Google Assistant dá lugar ao Gemini em Setembro

A partir de Setembro os utilizadores Android começam a despedir-se do Google Assistant e dizer olá ao Gemini.

A Google começou a informar os utilizadores Android da data em que o Google Assistant começará a desaparecer dos smartphones. Segundo os emails enviados pela empresa, a transição terá início a 4 de Setembro, marcando a fase final do processo de mudança para o Gemini como assistente predefinido.

Esta mudança será feita de forma gradual ao longo de várias semanas. Depois de concluída em cada dispositivo, os utilizadores deixarão de poder utilizar ou voltar ao Google Assistant. A partir daí, comandos como "Hey Google" ou o pressionar prolongado do botão de energia passarão a abrir automaticamente o Gemini. A transição não se limita aos smartphones. A Google confirmou que o Gemini também passará a ser o assistente utilizado em dispositivos associados, como smartwatches com Wear OS, auscultadores compatíveis e outros acessórios ligados ao telemóvel. A Google refere que o Gemini já suporta a maioria das funcionalidades do Google Assistant e oferece uma experiência de conversação mais natural - embora seja inevitável que algumas coisas possam permanecer em falta e obriguem alguns utilizadores a mudarem os seus hábitos.

Os dispositivos que não cumpram os requisitos mínimos para executar o Gemini ou que estejam em regiões onde o serviço ainda não é suportado poderão continuar a utilizar o Google Assistant durante mais algum tempo. No entanto, a Google mantém o plano de concluir a substituição do assistente clássico em todo o ecossistema Android até ao final do ano, entrando em 2027 com o Gemini em pleno.

№ 14

Apple tenta manter comissão de 15% nos links externos

A Apple não desiste de tentar manter comissões excessivas para compras fora da App Store nos EUA, querendo manter comissões de até 15%.

Tendo sido forçada a abolir as comissões nas compras externas, posteriormente corrigida para que fosse um valor mais em linha com o custo efectivo que tinha, a Apple apresentou uma nova proposta sobre as comissões que pretende cobrar quando os utilizadores fazem compras digitais através de links externos, fora do sistema de pagamentos da App Store.

Segundo a proposta, a Apple pretende cobrar 15% nas compras realizadas através de links externos em aplicações normais. A taxa baixaria para 10% em aplicações abrangidas por programas específicos, como os de vídeo, notícias e mini apps, bem como em renovações de subscrições. Para developers que participam no Small Business Program, a comissão seria de 5%.

A proposta da Apple é particularmente interessante porque a própria empresa reconhece finalmente que os seus "custos necessários" para permitir estas compras externas seriam praticamente zero! Ainda assim, a empresa defende que deve receber alguma compensação pelas ferramentas, tecnologias e serviços que disponibiliza aos developers. Sem surpresas, a Epic Games considera que os valores propostos ultrapassam largamente os limites definidos pelo tribunal, e aproveita para referir que - como a própria Apple admitiu - isto não tem qualquer custo para para a Apple.

No passado, a Epic disse que ficaria satisfeita se a Apple cobrasse comissões idênticas às das empresas de pagamentos (até 2-3%) para as compras feitas via App Store, mas as compras feitas por via externa deveriam ficar totalmente isentas de qualquer comissão para a Apple.

№ 15

Samsung One UI 9.5 ganha app lock

Com o One UI 9.5 a Samsung vai facilitar o bloqueio de acesso a apps específicas de forma mais directa.

A Samsung estará a preparar uma nova funcionalidade para o One UI 9.5 que permitirá bloquear o acesso a apps directamente no sistema. Isto vem dar resposta aos pedidos dos utilizadores para proteger apps mais sensíveis ou com informação privada, sem recorrer ao método actualmente existente de adicionar as apps ao Secure Folder.

O novo App Lock deverá permitir aos utilizadores definir uma camada adicional de segurança para apps específicas, evitando que outras pessoas tenham acesso ao seu conteúdo mesmo quando conseguem apanhar o smartphone desbloqueado. O acesso poderá ser protegido através dos métodos de autenticação já disponíveis no dispositivo, como código PIN, impressão digital, padrão, ou reconhecimento facial.
Até agora, quem queria proteger apps individualmente nos Galaxy podia recorrer à Secure Folder, mas o processo é menos directo e cria um espaço separado dentro do smartphone. O App Lock integrado no sistema deverá oferecer uma solução mais simples e imediata para a maioria dos utilizadores.

A Samsung ainda não revelou todos os detalhes sobre a funcionalidade nem confirmou quando estará disponível para todos os dispositivos compatíveis. Se chegar com o One UI 9.5, poderá tornar-se uma das pequenas mudanças mais úteis da próxima versão dp sistema da Samsung.

№ 16

Cadeira ergonómica Sihoo a €164

Mais necessário do que nunca para quem passou a ficar em casa a tempo inteiro - ou simplesmente decidiu melhorar as suas condições durante o tempo que passa a trabalhar ou a jogar no computador - temos esta cadeira ergonómica de escritório Sihoo.

É habitual ver as pessoas que planeiam o seu próximo computador escolherem todo e cada componente da sua máquina com enorme cuidado; mas muita vezes esquecem-se dos componentes "extra-computador", que podem ser ainda mais importantes. A cadeira é uma dos elementos críticos que muitas vezes é descurado, mas felizmente vão surgindo propostas interessantes a preços bastante aceitáveis - tendo em conta que é algo que será usado durante longas horas, durante dias, meses e anos, e que contribui directamente para o conforto imediato do utilizador e para a sua saúde a longo prazo.
Esta cadeira Sihoo está disponível por 164 euros com envio da Amazon Espanha.

Vem com todos os ajustes esperados para uma cadeira reclinável e conta com ajuste de altura pneumático. Está disponível em branco, preto, e em versões com apoio para os pés (estas últimas sendo mais caras).


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

№ 17

Produtos da Semana

A nossa rubrica de Produtos da Semana agrupa uma lista de produtos e notícias que vamos compilando ao longo da semana e que achamos que será do interesse geral.

Razer apresenta Naga V3 Pro

O icónico rato para MMO evoluiu. O Razer Naga V3 Pro adapta-se a vários géneros graças a três painéis laterais magnéticos substituíveis, oferece até 23 botões programáveis e inclui a melhorada Razer™ HyperScroll Tilt Wheel de 2ª geração, com um novo modo de scroll, tudo no formato clássico do Naga que os jogadores conhecem.

Concebido para se adaptar a vários géneros e estilos de jogo, inclui três painéis laterais magnéticos que podem ser trocados, oferece mais opções de personalização dos controlos e melhor desempenho, mantendo o clássico formato ergonómico do Naga que os jogadores conhecem e em que confiam.

Desde 2009, o Razer Naga tem ajudado a definir tudo o que um rato para MMO pode fazer. A grelha de 12 botões para o polegar tornou-se uma caraterística de referência para jogadores que precisam de acesso imediato a habilidades, comandos e macros em títulos de jogos MMO populares. Com o Naga V3 Pro, esse legado continua num rato concebido para oferecer um desempenho superior e adaptar-se a mais jogos, mais setups e mais formas de jogar. O Naga V3 Pro mantém a ergonomia familiar que os fãs esperam e acrescenta melhorias práticas que facilitam a adaptação do rato a cada jogo: mais opções de botões, maior precisão, desempenho sem fios mais rápido e controlo mais refinado sobre cada comando.

O Naga V3 Pro foi concebido em torno de uma ideia: um único rato que se adapta ao jogo. Os painéis laterais magnéticos permitem alternar entre um layout de 12 botões para MMO, um layout de 6 botões para MOBA e battle royale e um layout de 2 botões ideal para FPS e utilização diária. Cada painel lateral encaixa em segundos, sem necessidade de ferramentas. Para ainda mais controlo, o Naga V3 Pro acrescenta dois botões de acesso rápido junto ao botão esquerdo para ajustar os DPIs em tempo real, incluindo um botão bloqueável para o dedo anelar, recuperado a pedido da comunidade. Este botão tinha sido removido do Naga V2 Pro devido a comentários sobre cliques acidentais, mas regressa agora com um mecanismo de bloqueio que permite aos jogadores ativá-lo quando pretendem controlo adicional e desativá-lo quando não é necessário. Os botões laterais são agora moldados por dupla injeção, garantindo que as respetivas inscrições permanecem legíveis ao longo do tempo. Até cinco perfis de memória integrada armazenam layouts personalizados, macros e definições de DPIs, para que os jogadores possam levar o seu setup de um equipamento para outro e alternar facilmente entre configurações de diferentes jogos.

A Razer™ HyperScroll Tilt Wheel de 2ª geração proporciona aos jogadores maior controlo sobre o scroll. O modo Standard Tactile oferece o familiar scroll segmentado em 24 passos. O modo Precision Tactile proporciona um controlo mais preciso, com 48 passos para percorrer habilidades, armas, menus ou o inventário. O modo Free-Spin permite percorrer conteúdos extensos de forma mais rápida e fluida, enquanto o modo Smart-Reel alterna automaticamente entre o scroll tátil e o scroll livre com base na velocidade de deslocação — e pode ser ajustado no Razer Synapse.

Com Razer™ HyperSpeed Wireless, o Naga V3 Pro oferece um desempenho rápido e estável para jogos competitivos, com uma autonomia de até 155 horas com HyperSpeed Wireless e até 280 horas com Bluetooth para raids prolongadas, sessões maratona e utilização diária. Os jogadores também podem ligá-lo através de USB Type C e continuar a jogar enquanto o rato carrega. O Naga V3 Pro é compatível com várias opções de carregamento, incluindo o Razer HyperFlux V2 Charging System e o Razer Mouse Dock Pro (ambos vendidos separadamente). Os jogadores podem escolher o setup que melhor se adapta às suas necessidades.

No interior, o Naga V3 Pro utiliza o sensor ótico Razer™ Focus Pro 50K de 3ª geração para um tracking preciso, com até 50.000 DPIs, 930 IPS e 90 G de aceleração. O Frame Sync sincroniza a leitura do sensor com o ecrã para reduzir a latência entre o movimento e a resposta. Os Switches Razer™ Óticos de 4ª geração estão classificados para mais de 100 milhões de cliques com uma força de atuação 12% inferior, proporcionando uma sensação nítida e responsiva a cada clique, mesmo em comandos repetidos durante o jogo.

Personalização – atribua modificadores aos dois botões de acesso rápido, tire partido do botão bloqueável para o dedo anelar, execute sequências complexas de habilidades com macros e guarde tudo em cinco perfis de memória integrada.
Modularidade – adapte o rato a cada jogo com três painéis laterais magnéticos: 12 botões para MMO, 6 botões para MOBA e battle royale e 2 botões para FPS e utilização diária; cada painel encaixa em segundos, sem ferramentas.
Engenharia de Precisão – sensor ótico Razer™ Focus Pro 50K de 3ª geração com Frame Sync, Switches Razer™ Óticos de 4ª geração classificados para mais de 100 milhões de cliques, até 155 horas de autonomia com HyperSpeed Wireless ou 280 horas com Bluetooth e possibilidade de carregamento sem fios com HyperFlux V2 ou Mouse Dock Pro.

Com o Naga V3 Pro, a Razer continua a evoluir o seu mais icónico rato gaming para MMO, oferecendo controlos adaptáveis, maior precisão e o desempenho característico do Naga em todos os géneros de jogo.


Mergulhe em novas aventuras com a Garmin

Agosto 2026. O verão convida-o a descobrir a água sob novas perspetivas. Quer seja andar de caiaque ao longo da costa, mergulhar, descobrir o fundo do mar, treinar na piscina ou em águas abertas, cada atividade oferece uma forma diferente de se conectar com o ambiente. Qualquer atividade de mergulho que escolha para estes meses, poderá desfrutá-la com maior segurança e confiança, com a tecnologia certa. A Garmin oferece aos amantes de desportos aquáticos uma variedade de dispositivos capazes de acompanhar desde atividades recreativas a mergulhos técnicos, fornecendo informações precisas tanto à superfície como debaixo de água.

Existe uma grande variedade de atividades aquáticas e nem todas requerem o mesmo nível de equipamento. É por isso que a família Garmin Descent™ oferece soluções adaptadas a diferentes perfis de utilizador.

Descent G2 - A sua porta de entrada para o mundo subaquático

Ideal para quem gosta de snorkeling, mergulho livre ou mergulho recreativo, o Descent G2 combina um design leve com funcionalidades específicas para mergulho e um rastreio desportivo completo. Além disso, não só o acompanha na água, como também o acompanha diariamente com métricas de saúde, treinos e atividades ao ar livre. Além disso, 100% do plástico usado na caixa, moldura e botões do computador de mergulho do smartwatch são feitos de plásticos reciclados, com risco de acabar nos oceanos; e oferece até 10 dias de autonomia de bateria no modo smartwatch para manter as suas explorações dinâmicas.

Concebido para imersão, apresenta um ecrã AMOLED de 1,2" que facilita a leitura de mais dados num instante, quer esteja debaixo de água ou não. A gama "Descent G" está também disponível em duas combinações de cores, preto e rosa, e é compatível com correias QuickFit™ para que os mergulhadores as possam combinar perfeitamente com o seu equipamento.

Descent™ Mk3i - Para quem quiser explorar mais longe

Um computador de mergulho do tipo smartwatch, concebido para mergulhadores mais experientes. O MK3i incorpora funcionalidades avançadas para diferentes modalidades de mergulho, mapas, ferramentas de navegação e treino, mantendo-se ao alcance do pulso.

Além disso, a funcionalidade de Preparação para o Mergulho aconselha-o sobre se está em boa forma e pronto para o seu próximo mergulho. Graças à tecnologia de comunicação da SubWave™, permite-lhe trocar mensagens pré-definidas com outros mergulhadores compatíveis e até partilhar informações como a pressão do tanque quando usado em conjunto com o transceptor Descent T2. Tem 30 horas de autonomia de bateria em modo de imersão, GPS na superfície para que possa rastrear pontos de entrada e saída com conectividade avançada por satélite, além de luz LED no modelo de 51mm.

Descent™ X50i – Toda a informação visível quando mais importa

Para quem se sente atraído pelo oceano e procura máxima legibilidade durante um mergulho, o Descent X50i apresenta um grande ecrã tátil de 3 polegadas que facilita a consulta de dados. Este dispositivo, concebido especificamente para mergulho, apresenta claramente informações como profundidade, tempo, descompressão e misturas gasosas, permitindo ao utilizador concentrar-se totalmente na experiência. Não perderás comunicação porque, com a tecnologia SubWave, podem ser enviadas mensagens pré-definidas entre mergulhadores para melhorar a coordenação e segurança do grupo durante um mergulho.

O Descent X50i está preparado tanto para mergulho recreativo como técnico, com suporte para múltiplos modos de mergulho. Além disso, ao ligá-lo ao Transcetor Descent™ T2, mostra-se em tempo real a pressão do tanque, o consumo de ar e o tempo de gás restantes durante o mergulho.

A água oferece infinitas formas de desfrutar do desporto e da natureza. Desde uma viagem de caiaque ao nascer do sol até uma sessão de natação em águas abertas. Cada aventura merece ser vivida com tranquilidade e a segurança de ter as ferramentas que fornecem informação útil quando é mais necessária.

A gama Garmin Descent foi criada com o objetivo de acompanhar os amantes de desportos aquáticos antes, durante e depois de cada experiência, para que a única preocupação que tenham de se preocupar seja continuar a explorar.


Casa limpa nas férias com a iRobot

Enquanto muitos portugueses aproveitam o verão para descansar e viajar, a rotina de limpeza da casa não precisa de ficar em pausa. Graças aos avanços da robótica doméstica, os robots aspiradores da iRobot® permitem manter os pavimentos limpos de forma autónoma, mesmo quando não está ninguém em casa. Assim, é possível regressar de férias e encontrar uma casa mais limpa e pronta a receber a família.

Durante os meses de verão é comum acumular-se pó, areia trazida do exterior ou pelos de animais de estimação. Para além disso, uma casa fechada durante vários dias pode beneficiar de uma limpeza regular para evitar a acumulação de sujidade. Com os equipamentos da iRobot®, os utilizadores podem criar rotinas automáticas antes de viajar ou iniciar uma limpeza a qualquer momento, diretamente a partir do smartphone, onde quer que estejam, garantindo que a limpeza continua mesmo durante a sua ausência.

Através da aplicação iRobot Home, é possível acompanhar o estado da limpeza em tempo real, programar tarefas, selecionar divisões específicas, definir áreas prioritárias ou zonas a evitar e receber notificações quando o trabalho estiver concluído. Esta conectividade permite gerir a limpeza da casa à distância de forma simples e intuitiva, mesmo durante as férias.

Para que a limpeza decorra com o mínimo de intervenção do utilizador, os modelos mais recentes da marca recorrem à tecnologia de navegação inteligente para mapear a casa, reconhecer automaticamente as diferentes divisões e otimizar os percursos de limpeza. Em muitos casos, os robots conseguem ainda regressar autonomamente à base para recarregar a bateria e retomar a limpeza exatamente onde a interromperam, garantindo uma cobertura eficiente de toda a habitação. Para quem pretende maior autonomia durante ausências mais prolongadas, alguns modelos, como o Roomba® Max 775 Combo, incluem bases AutoEmpty™, que permitem ao robot esvaziar automaticamente o depósito durante várias semanas. Desta forma, mesmo quando os utilizadores estão fora de casa durante vários dias, o robot continua a desempenhar a sua função com um mínimo de intervenção.

Segundo a iRobot®, a tecnologia deve simplificar o quotidiano e permitir que as pessoas dediquem mais tempo ao que realmente importa. Durante as férias, isso traduz-se na tranquilidade de saber que a limpeza continua mesmo quando não está ninguém em casa. Além do conforto, esta gestão remota representa também uma maior flexibilidade para famílias com animais de estimação ou para quem pretende encontrar a casa limpa no regresso das férias, sem necessidade de dedicar as primeiras horas ao aspirador.

Dicas da iRobot® para preparar o robot antes das férias
Faça uma limpeza inicial antes de partir para otimizar as rotinas seguintes.
Esvazie o depósito (caso o modelo não possua base AutoEmpty™) e confirme que os escovilhões e filtros estão limpos.
Programe limpezas automáticas para os dias em que estará ausente.
Verifique se o robot tem acesso livre à base de carregamento.
Utilize a aplicação iRobot Home para acompanhar o funcionamento, ajustar horários ou iniciar limpezas adicionais sempre que necessário.

Com soluções cada vez mais inteligentes, autónomas e conectadas, a iRobot® continua a transformar a limpeza doméstica numa tarefa praticamente invisível. Assim, enquanto os utilizadores desfrutam das férias, os robots continuam a cuidar da limpeza da casa, proporcionando maior tranquilidade antes, durante e depois da viagem.


GXTrust apresenta as suas novas bases de refrigeração para portáteis

Com várias localidades portuguesas a registarem temperaturas particularmente elevadas, a GXTrust lançou a sua nova coleção de bases de refrigeração para portáteis, um acessório indispensável para os gamers que pretendem proteger os seus equipamentos enquanto desfrutam dos seus jogos favoritos durante os meses mais quentes do ano.

Para começar, a empresa apresentou a GXT 1126 Aura, uma base de refrigeração com iluminação multicolor, concebida para manter o portátil refrigerado durante as sessões de gaming mais intensas. Com uma ventoinha ajustável de 200 mm, é capaz de evitar o sobreaquecimento em portáteis de até 17,3 polegadas. Já está disponível por um PVPR de 59,99 €.

Para quem procura um design mais sóbrio e premium, a opção passa pelo modelo GXT 1125 Quno, com iluminação LED e cinco ventoinhas. Além de funcionar como um suporte ideal para portáteis gaming, dispõe também de um suporte para manter o telemóvel visível enquanto se joga. Já pode ser adquirido por um PVPR de 59,99 €.

Por fim, para quem prefere um design mais arrojado, está disponível a GXT 278 Yozu, uma base de refrigeração para portáteis de 17,3 polegadas. Conta com quatro ventoinhas iluminadas, de velocidade ajustável, e uma estrutura robusta. Além disso, os três níveis de ajuste em altura da base Yozu permitem inclinar o portátil no ângulo ideal para desfrutar da melhor ergonomia e perspetiva durante o jogo. Já se encontra à venda por um PVPR de 49,99 €.


№ 18

Apple passa iPhone X a obsoleto

Nove anos após o lançamento, a Apple passou o iPhone X para a lista de produtos obsoletos.

O iPhone X, lançado em 2017 para assinalar o décimo aniversário do iPhone, entrou oficialmente na lista de produtos obsoletos da Apple. Quase nove anos depois do seu lançamento, o smartphone deixa assim de ter direito a assistência de hardware oficial, e os centros de reparação deixam de poder encomendar peças de substituição para o equipamento.

A Apple também adicionou à mesma lista o MacBook Pro de 15" lançado em 2018. A empresa costuma classificar os seus produtos como obsoletos mais de sete anos após deixar de os vender, embora os Mac possam continuar a ter direito a substituição da bateria durante até 10 anos, desde que existam peças disponíveis. O iPhone X recebeu a sua última actualização de software com o iOS 16.7.16, enquanto o MacBook Pro de 15" de 2018 terminou o suporte de software com o macOS 15.7.7. Ambos os equipamentos continuam a poder ser utilizados normalmente, mas as opções de reparação passam agora a estar limitadas a reparadores não oficiais.

A entrada do iPhone X na lista marca o fim de um dos modelos mais importantes da história recente da Apple. Estreando o design "full-screen" com ecrã OLED, Face ID, e sem botão Home, o smartphone introduziu várias características que acabaram por definir as gerações seguintes do iPhone. A próxima grande alteração é esperada para o próximo ano, com a chegada do iPhone do 20º aniversário, que tudo indica poderá ser o "iPhone 20" em vez de iPhone "XX" (que traria problemas na geração dos 30 anos).

№ 19

Ataque Plug and Pwn explora USB para instalar malware

O ataque Plug and Pwn aproveita o conceito Plug and Play para instalar malware.

Investigadores de segurança revelaram uma nova classe de ataques chamada "Plug and Pwn", que explora o funcionamento automático do Windows Plug and Play para instalar software de fabricantes com privilégios elevados. Ao fazer o sistema acreditar que foi ligado determinado dispositivo USB, um atacante pode levar o Windows a procurar e instalar drivers que podem conter vulnerabilidades exploráveis para obter privilégios de sistema.

A técnica foi apresentada na DEF CON 34 e pode ser realizada através de hardware capaz de emular dispositivos USB, dispensando o uso de dispositivos reais. Os investigadores utilizaram ferramentas como FaceDancer e pequenas plataformas Linux para fazer com que o Windows identificasse o equipamento falso como dispositivos reais. Numa das demonstrações, a técnica permitiu manipular as definições DNS e redireccionar downloads, acabando por executar código malicioso com privilégios SYSTEM num Windows 11 totalmente actualizado e sem qualquer utilizador autenticado.
Existe ainda uma variante particularmente preocupante chamada “NoPlug & Pwn”, que não precisa sequer de hardware USB físico. Através de RDP e da funcionalidade de USB redirection, os investigadores conseguiram simular dispositivos falsos num computador remoto. O Windows tratou o dispositivo como legítimo e iniciou automaticamente o processo de instalação, permitindo explorar uma vulnerabilidade num pacote associado a uma câmara Intel RealSense. Neste caso, o ataque fica dependente de se ter o USB redirection activado, mas sendo algo relativamente comum em ambientes de virtualização e de acesso remoto.

Até que haja alterações por parte da Microsoft, a possível defesa passa por aplicar restrições à instalação de dispositivos, listas de hardware autorizado, e a desactivação do PnP device redirection em servidores RDP e VDI onde tal não seja absolutamente necessário.
№ 20

Keychron C100 8K é mega macropad com 100 teclas

A Keychron lançou um macropad que leva o conceito ao limite, com 100 teclas!

A Keychron apresentou o C100 8K, um enorme macro pad com 100 teclas organizadas numa grelha de 10 por 10. Como se pode imaginar, é possível personalizar praticamente todas as teclas, com a curiosa excepção das quatro teclas nos cantos, usadas para controlar a iluminação, e que por qualquer motivo a marca decidiu não permitir mudar.

O C100 8K utiliza switches tácteis Keychron Apex pré-lubrificados e keycaps ASA transparentes, permitindo destacar a iluminação RGB individual de cada tecla. Os switches são hot-swappable, por isso podem ser substituídos por outros modelos sem necessidade de soldadura. O dispositivo inclui ainda um polling rate de 8K, pensado sobretudo para quem procura respostas rápidas em jogos competitivos.
A personalização é feita através do Keychron QMK Launcher, directamente no browser e sem ser necessário instalar software no computador. O macro pad é compatível com Windows, macOS e Linux, e funciona apenas através de ligação por cabo, sem opção wireless.

Embora 100 teclas pareçam exageradas para a maioria dos utilizadores, podem ser bastante úteis em tarefas especializadas. A sua utilização tornar-se-á certamente mais simples quando combinado com keycaps personalizadas que melhor permitam identificar as acções de cada tecla, em oposição a uma mega-grelha de teclas idênticas que se tornará de uso bastante confuso.

Pelo menos, tem a vantagem de ter um preço relativamente acessível, de 64,99 dólares (temos que esperar pela sua chegada à Europa para conhecer o preço por cá). Pelo que, mais que o factor custo, será bem provável que o maior factor limitativo seja o espaço físico disponível na secretária.