Looking at the ways we can improve mental resilience and emotional regulation.
Windows 11 facilita desactivação das Sticky Keys
O Windows 11 vai finalmente resolver uma das pequenas irritações das Sticky Keys que chateia utilizadores há várias décadas.
A Microsoft está a corrigir um dos incómodos mais antigos do Windows com uma pequena, mas bem-vinda, alteração no Windows 11. As versões Insider mais recentes incluem notificações renovadas para as funcionalidades Sticky Keys e Filter Keys, tornando mais fácil desactivar permanentemente os avisos de activação que a maioria dos utilizadores dispensa.
As Sticky Keys e as Filter Keys são funcionalidades de acessibilidade estreadas no Windows 95 há mais de três décadas. As Sticky Keys facilitam a utilização de atalhos de teclado, permitindo pressionar teclas como Ctrl, Alt e Shift individualmente, em vez de as manter premidas em simultâneo. Já as Filter Keys permitem ignorar pressões breves ou repetidas, ajudando pessoas com dificuldades de coordenação.
O problema está na forma como o Windows apresenta os avisos associados a estes atalhos. Pressionar acidentalmente a tecla Shift cinco vezes activa a notificação das Sticky Keys, podendo interromper sessões de escrita ou jogos. Embora seja possível desactivar estes avisos através das Definições, o processo implica navegar por vários menus, algo particularmente inconveniente quando a notificação aparece "no pior momento possível".
A Microsoft está finalmente a simplificar este processo na versão Insider 26320.9876 do Windows 11 actualmente disponível no canal Beta. As novas notificações incluem a opção de desactivar imediatamente os alertas a partir do próprio popup, bastando seleccionar a opção "Never turn on Sticky Keys with this shortcut", resolvendo o problema de forma imediata. É o tipo de coisa que a MS poderia/deveria ter feito logo desde início, mas que será bem vindo mesmo chegando com 30 anos de atraso.
A Microsoft está a corrigir um dos incómodos mais antigos do Windows com uma pequena, mas bem-vinda, alteração no Windows 11. As versões Insider mais recentes incluem notificações renovadas para as funcionalidades Sticky Keys e Filter Keys, tornando mais fácil desactivar permanentemente os avisos de activação que a maioria dos utilizadores dispensa.
As Sticky Keys e as Filter Keys são funcionalidades de acessibilidade estreadas no Windows 95 há mais de três décadas. As Sticky Keys facilitam a utilização de atalhos de teclado, permitindo pressionar teclas como Ctrl, Alt e Shift individualmente, em vez de as manter premidas em simultâneo. Já as Filter Keys permitem ignorar pressões breves ou repetidas, ajudando pessoas com dificuldades de coordenação.
O problema está na forma como o Windows apresenta os avisos associados a estes atalhos. Pressionar acidentalmente a tecla Shift cinco vezes activa a notificação das Sticky Keys, podendo interromper sessões de escrita ou jogos. Embora seja possível desactivar estes avisos através das Definições, o processo implica navegar por vários menus, algo particularmente inconveniente quando a notificação aparece "no pior momento possível".
A Microsoft está finalmente a simplificar este processo na versão Insider 26320.9876 do Windows 11 actualmente disponível no canal Beta. As novas notificações incluem a opção de desactivar imediatamente os alertas a partir do próprio popup, bastando seleccionar a opção "Never turn on Sticky Keys with this shortcut", resolvendo o problema de forma imediata. É o tipo de coisa que a MS poderia/deveria ter feito logo desde início, mas que será bem vindo mesmo chegando com 30 anos de atraso.
iPhone pode perder Action Button em 2027
A Apple poderá eliminar o botão programável Action Button dos iPhones já no próximo ano.
A Apple poderá estar a preparar uma mudança importante nos controlos físicos do iPhone, com um novo rumor a sugerir que o botão Action Button será integrado no botão Camera Control a partir de 2027. Segundo o leaker Instant Digital, o botão de Acção dedicado deverá desaparecer, enquanto o Camera Control será mantido e passará a desempenhar ambas as funções.
O novo sistema deverá utilizar gestos diferentes para activar cada funcionalidade. Um toque simples continuará a abrir a Câmara, enquanto uma pressão prolongada activará a função atribuída ao botão de Acção, como o modo Silêncio, lanterna, Focus ou acções personalizadas via Shortcuts. Desta forma, a Apple conseguiria manter as funcionalidades actuais, mas eliminando a necessidade do botão físico dedicado.
Esta mudança também poderá fazer sentido tendo em conta as recentes alterações de software da Apple. Actualmente, uma pressão prolongada no Camera Control activa o Visual Intelligence, mas esta funcionalidade foi entretanto integrada directamente na aplicação Câmara com o modo Siri no iOS 27. Além disso, esta intenção acaba por também ser validada pelo facto do iPhone Duo não incluir um Action Button separado, mantendo o botão Camera Control, o que poderá antecipar uma mudança mais abrangente.
Esta não seria a primeira vez que a Apple remove funcionalidades adicionadas ao iPhone, bastando relembrar que também fez desaparecer a capacidade 3D Touch de medir a pressão do toque no ecrã. Neste caso, a remoção acabaria por não ter grandes efeitos práticos, já que as capacidades seriam mantidas através do Camera Button. No passado já tinha levantado questões referentes a quantas pessoas efectivamente utilizariam o Action Button com regularidade (eu próprio confesso que apenas o terei usado uma dezena de vezes ao longo de vários anos), e agora parece que é a própria Apple a reconhecer que a maioria das pessoas não lhe dá uso que justifique mantê-lo.
A Apple poderá estar a preparar uma mudança importante nos controlos físicos do iPhone, com um novo rumor a sugerir que o botão Action Button será integrado no botão Camera Control a partir de 2027. Segundo o leaker Instant Digital, o botão de Acção dedicado deverá desaparecer, enquanto o Camera Control será mantido e passará a desempenhar ambas as funções.
O novo sistema deverá utilizar gestos diferentes para activar cada funcionalidade. Um toque simples continuará a abrir a Câmara, enquanto uma pressão prolongada activará a função atribuída ao botão de Acção, como o modo Silêncio, lanterna, Focus ou acções personalizadas via Shortcuts. Desta forma, a Apple conseguiria manter as funcionalidades actuais, mas eliminando a necessidade do botão físico dedicado.
Esta mudança também poderá fazer sentido tendo em conta as recentes alterações de software da Apple. Actualmente, uma pressão prolongada no Camera Control activa o Visual Intelligence, mas esta funcionalidade foi entretanto integrada directamente na aplicação Câmara com o modo Siri no iOS 27. Além disso, esta intenção acaba por também ser validada pelo facto do iPhone Duo não incluir um Action Button separado, mantendo o botão Camera Control, o que poderá antecipar uma mudança mais abrangente.
Esta não seria a primeira vez que a Apple remove funcionalidades adicionadas ao iPhone, bastando relembrar que também fez desaparecer a capacidade 3D Touch de medir a pressão do toque no ecrã. Neste caso, a remoção acabaria por não ter grandes efeitos práticos, já que as capacidades seriam mantidas através do Camera Button. No passado já tinha levantado questões referentes a quantas pessoas efectivamente utilizariam o Action Button com regularidade (eu próprio confesso que apenas o terei usado uma dezena de vezes ao longo de vários anos), e agora parece que é a própria Apple a reconhecer que a maioria das pessoas não lhe dá uso que justifique mantê-lo.
Leapmotor obtém certificação europeia de protecção de dados
A Leapmotor International B.V., a joint venture entre a Stellantis e a Leapmotor, tornou-se uma das primeiras empresas do sector automóvel a obter a certificação Europrivacy, o selo oficial europeu de protecção de dados.
A distinção foi atribuída pela DNV e representa um passo relevante num sector cada vez mais dependente de dados pessoais e de conectividade.
A certificação Europrivacy está prevista no artigo 42.º do Regulamento Geral sobre a Protecção de Dados (RGPD) e funciona como uma validação independente de que os processos de tratamento de dados de uma organização cumprem os requisitos europeus de privacidade e as melhores práticas do sector. Não se trata, portanto, de uma formalidade administrativa, mas de uma auditoria efectiva às práticas internas da empresa.
No caso da Leapmotor International B.V., a certificação abrange três áreas estratégicas das suas operações: marketing e criação de perfis no âmbito das vendas, serviços de manutenção de veículos no pós-venda e os serviços conectados associados à conectividade dos veículos. A avaliação analisou em detalhe as estruturas de governança, os quadros contratuais, a gestão dos fluxos de dados, as salvaguardas técnicas e organizacionais, as medidas de cibersegurança e as soluções tecnológicas que suportam estas actividades. Os auditores verificaram não só a conformidade com o RGPD, mas também o alinhamento com normas e regulamentos relevantes para os sectores automóvel, de veículos conectados e de serviços digitais.
O resultado foi alcançado através da colaboração entre equipas das áreas de negócio, jurídica, tecnologias de informação, operações, cibersegurança e protecção de dados, o que demonstra que o esforço envolveu a organização de forma transversal e não apenas um departamento isolado. A relevância desta certificação vai além do cumprimento regulatório. À medida que os automóveis se tornam plataformas digitais sobre rodas, a recolha e o tratamento de dados dos utilizadores cresce de forma considerável. Saber que uma marca trata essa informação com rigor e transparência é, cada vez mais, um factor que os consumidores europeus valorizam na hora de escolher um veículo conectado.
A Leapmotor é uma marca chinesa fundada em 2015 e com sede em Hangzhou, focada no desenvolvimento interno das suas tecnologias essenciais, incluindo sistemas de propulsão eléctrica, baterias, plataformas de cockpit inteligente e sistemas avançados de assistência à condução. Em 2023, a Stellantis tornou-se accionista estratégica da Leapmotor e, em 2024, as duas empresas criaram a Leapmotor International, uma joint venture com uma participação de 51% para a Stellantis e 49% para a Leapmotor, com o objectivo de acelerar a expansão global da marca fora da China. A parceria combina a capacidade tecnológica da Leapmotor com a rede de distribuição e a experiência comercial da Stellantis à escala mundial.
A distinção foi atribuída pela DNV e representa um passo relevante num sector cada vez mais dependente de dados pessoais e de conectividade.
A certificação Europrivacy está prevista no artigo 42.º do Regulamento Geral sobre a Protecção de Dados (RGPD) e funciona como uma validação independente de que os processos de tratamento de dados de uma organização cumprem os requisitos europeus de privacidade e as melhores práticas do sector. Não se trata, portanto, de uma formalidade administrativa, mas de uma auditoria efectiva às práticas internas da empresa.
No caso da Leapmotor International B.V., a certificação abrange três áreas estratégicas das suas operações: marketing e criação de perfis no âmbito das vendas, serviços de manutenção de veículos no pós-venda e os serviços conectados associados à conectividade dos veículos. A avaliação analisou em detalhe as estruturas de governança, os quadros contratuais, a gestão dos fluxos de dados, as salvaguardas técnicas e organizacionais, as medidas de cibersegurança e as soluções tecnológicas que suportam estas actividades. Os auditores verificaram não só a conformidade com o RGPD, mas também o alinhamento com normas e regulamentos relevantes para os sectores automóvel, de veículos conectados e de serviços digitais.
O resultado foi alcançado através da colaboração entre equipas das áreas de negócio, jurídica, tecnologias de informação, operações, cibersegurança e protecção de dados, o que demonstra que o esforço envolveu a organização de forma transversal e não apenas um departamento isolado. A relevância desta certificação vai além do cumprimento regulatório. À medida que os automóveis se tornam plataformas digitais sobre rodas, a recolha e o tratamento de dados dos utilizadores cresce de forma considerável. Saber que uma marca trata essa informação com rigor e transparência é, cada vez mais, um factor que os consumidores europeus valorizam na hora de escolher um veículo conectado.
A Leapmotor é uma marca chinesa fundada em 2015 e com sede em Hangzhou, focada no desenvolvimento interno das suas tecnologias essenciais, incluindo sistemas de propulsão eléctrica, baterias, plataformas de cockpit inteligente e sistemas avançados de assistência à condução. Em 2023, a Stellantis tornou-se accionista estratégica da Leapmotor e, em 2024, as duas empresas criaram a Leapmotor International, uma joint venture com uma participação de 51% para a Stellantis e 49% para a Leapmotor, com o objectivo de acelerar a expansão global da marca fora da China. A parceria combina a capacidade tecnológica da Leapmotor com a rede de distribuição e a experiência comercial da Stellantis à escala mundial.
[Pela Estrada Fora]
Fraude na quilometragem sem punição em Portugal
Em Portugal, adulterar a quilometragem de um veículo pode levar a uma pena de prisão até três anos, mas isso acaba por nunca acontecer.
A GNR registou apenas sete crimes relacionados com esta prática em 2025, aos quais se somaram mais quatro na primeira metade de 2026, de acordo com dados recolhidos pela carVertical, empresa especializada em relatórios históricos de veículos. A emporesa cruzou estes números oficiais com os resultados das suas próprias pesquisas sobre discrepâncias de quilometragem, para perceber como é que a fraude é efectivamente tratada em Portugal. O que se conclui é que polícia, tribunais e outras entidades intervêm em etapas distintas do processo, tornando a situação mais complexa do que a simples referência à pena máxima deixa antever.
Portugal não tem uma disposição penal criada especificamente para a manipulação do conta-quilómetros. Quando alguém adultera a quilometragem para enganar um comprador e obter um ganho financeiro ilícito, esse comportamento pode ser perseguido judicialmente como crime de burla, ao abrigo do Artigo 217.º do Código Penal. A pena prevista é de prisão até três anos ou multa, cujo montante é fixado pelo tribunal caso a caso. Não existe qualquer sanção monetária fixa aplicável especificamente à adulteração do conta-quilómetros.
Os números da GNR não devem ser lidos como o total de veículos adulterados em circulação no país. Reflectem apenas os casos registados por esta força de segurança, sendo que outras autoridades podem intervir noutras fases ou modalidades deste tipo de burla. As autoridades referiram ainda não ter qualquer registo de contraordenações relacionadas com esta matéria até à data.
Para dar contexto a estes dados oficiais, foi também analisada a frequência de discrepâncias de quilometragem nos veículos verificados pelos seus utilizadores em Portugal. O Índice de Transparência da empresa detectou indícios de manipulação em 3,78% dos relatórios de histórico consultados no país, o que corresponde a aproximadamente um em cada 26 veículos verificados. Este número não é directamente comparável com as estatísticas da GNR, mas oferece uma perspectiva adicional sobre a frequência do problema nos veículos examinados pelos utilizadores da plataforma.
O caso português ilustra bem as dificuldades de avaliar a aplicação da lei contra a fraude na quilometragem a nível europeu. Enquanto alguns países definem a manipulação do conta-quilómetros como um crime autónomo, outros, como Portugal, enquadram-na nas disposições gerais sobre burla. Noutros casos ainda, o problema é tratado no âmbito da defesa do consumidor ou das inspecções técnicas de veículos, o que dificulta qualquer comparação directa entre países. A situação complica-se ainda mais quando os veículos atravessam fronteiras. Partes do historial de quilometragem de um carro podem estar guardadas em diferentes bases de dados nacionais ou privadas, dificultando o trabalho tanto de compradores como de autoridades na detecção de fraudes. O acesso ao histórico de quilometragem representa, por isso, uma camada de protecção especialmente relevante no caso de carros importados.
A empresa apela, por isso, a que se criem sistemas comunitários que possibilitem uma melhor classificação deste crime e um intercâmbio mais eficaz dos dados dos veículos, permitindo uma protecção mais eficaz dos consumidores europeus.
A GNR registou apenas sete crimes relacionados com esta prática em 2025, aos quais se somaram mais quatro na primeira metade de 2026, de acordo com dados recolhidos pela carVertical, empresa especializada em relatórios históricos de veículos. A emporesa cruzou estes números oficiais com os resultados das suas próprias pesquisas sobre discrepâncias de quilometragem, para perceber como é que a fraude é efectivamente tratada em Portugal. O que se conclui é que polícia, tribunais e outras entidades intervêm em etapas distintas do processo, tornando a situação mais complexa do que a simples referência à pena máxima deixa antever.
Portugal não tem uma disposição penal criada especificamente para a manipulação do conta-quilómetros. Quando alguém adultera a quilometragem para enganar um comprador e obter um ganho financeiro ilícito, esse comportamento pode ser perseguido judicialmente como crime de burla, ao abrigo do Artigo 217.º do Código Penal. A pena prevista é de prisão até três anos ou multa, cujo montante é fixado pelo tribunal caso a caso. Não existe qualquer sanção monetária fixa aplicável especificamente à adulteração do conta-quilómetros.
Os números da GNR não devem ser lidos como o total de veículos adulterados em circulação no país. Reflectem apenas os casos registados por esta força de segurança, sendo que outras autoridades podem intervir noutras fases ou modalidades deste tipo de burla. As autoridades referiram ainda não ter qualquer registo de contraordenações relacionadas com esta matéria até à data.
Para dar contexto a estes dados oficiais, foi também analisada a frequência de discrepâncias de quilometragem nos veículos verificados pelos seus utilizadores em Portugal. O Índice de Transparência da empresa detectou indícios de manipulação em 3,78% dos relatórios de histórico consultados no país, o que corresponde a aproximadamente um em cada 26 veículos verificados. Este número não é directamente comparável com as estatísticas da GNR, mas oferece uma perspectiva adicional sobre a frequência do problema nos veículos examinados pelos utilizadores da plataforma.
O caso português ilustra bem as dificuldades de avaliar a aplicação da lei contra a fraude na quilometragem a nível europeu. Enquanto alguns países definem a manipulação do conta-quilómetros como um crime autónomo, outros, como Portugal, enquadram-na nas disposições gerais sobre burla. Noutros casos ainda, o problema é tratado no âmbito da defesa do consumidor ou das inspecções técnicas de veículos, o que dificulta qualquer comparação directa entre países. A situação complica-se ainda mais quando os veículos atravessam fronteiras. Partes do historial de quilometragem de um carro podem estar guardadas em diferentes bases de dados nacionais ou privadas, dificultando o trabalho tanto de compradores como de autoridades na detecção de fraudes. O acesso ao histórico de quilometragem representa, por isso, uma camada de protecção especialmente relevante no caso de carros importados.
A empresa apela, por isso, a que se criem sistemas comunitários que possibilitem uma melhor classificação deste crime e um intercâmbio mais eficaz dos dados dos veículos, permitindo uma protecção mais eficaz dos consumidores europeus.
[Pela Estrada Fora]
Meta recua no uso de dados para AI
A Meta abandonou a actualização dos seus termos que permitiria treinar AI com conteúdos de sites externos.
A Meta suspendeu por tempo indeterminado os polémicos planos para alterar os seus termos comerciais, que obrigaria os administradores de páginas empresariais do Facebook a permitir a utilização de conteúdos de todos os sites externos associados às suas páginas para treino de AI. A decisão surge após várias semanas de contestação por parte de empresas, utilizadores, e entidades reguladoras, que questionaram o alcance abusivo das alterações propostas.
A proposta original gerou preocupação porque as empresas não teriam uma forma simples de recusar estas condições sem perderem as suas páginas no Facebook. A linguagem pouco clara poderia permitir à Meta ignorar as preferências de acesso definidas nos ficheiros robots.txt e recolher grandes quantidades de conteúdos externos. Os editores estavam particularmente preocupados com a possibilidade da empresa exigir credenciais de teste para possibilitar que os seus bots acedessem até a conteúdos protegidos por paywalls.
As alterações deveriam entrar em vigor a 30 de Outubro, mas acabaram por ser adiadas para 20 de Novembro. Entretanto, a proposta enfrentou oposição crescente também a nível internacional, incluindo decisões judiciais preliminares no Brasil e na Noruega que bloquearam a sua aplicação. No Reino Unido (que tem estado entretido com a proibição de pornografia), a Autoridade da Concorrência e dos Mercados abriu também uma investigação para determinar se a Meta estaria a abusar da sua posição dominante para obter dados para o treino de AI. Nos Estados Unidos, representantes dos dois principais partidos políticos também pediram a Mark Zuckerberg que retirasse as alterações.
A Meta confirmou agora a suspensão da actualização por tempo indeterminado, enquanto "consulta representantes do sector". A empresa diz que as suas práticas de recolha de conteúdos permanecem inalteradas e que os proprietários de sites podem continuar a utilizar ficheiros robots.txt para indicar as suas preferências. Ainda assim, permanecem as dúvidas sobre se a Meta, e outras empresas, efectivamente respeitam essas instruções, tendo já por várias vezes ficado demontrado que praticamente todas as empresas recorreram a todo o tipo de conteúdos pirateados para treinar os seus modelos.
A Meta suspendeu por tempo indeterminado os polémicos planos para alterar os seus termos comerciais, que obrigaria os administradores de páginas empresariais do Facebook a permitir a utilização de conteúdos de todos os sites externos associados às suas páginas para treino de AI. A decisão surge após várias semanas de contestação por parte de empresas, utilizadores, e entidades reguladoras, que questionaram o alcance abusivo das alterações propostas.
A proposta original gerou preocupação porque as empresas não teriam uma forma simples de recusar estas condições sem perderem as suas páginas no Facebook. A linguagem pouco clara poderia permitir à Meta ignorar as preferências de acesso definidas nos ficheiros robots.txt e recolher grandes quantidades de conteúdos externos. Os editores estavam particularmente preocupados com a possibilidade da empresa exigir credenciais de teste para possibilitar que os seus bots acedessem até a conteúdos protegidos por paywalls.
As alterações deveriam entrar em vigor a 30 de Outubro, mas acabaram por ser adiadas para 20 de Novembro. Entretanto, a proposta enfrentou oposição crescente também a nível internacional, incluindo decisões judiciais preliminares no Brasil e na Noruega que bloquearam a sua aplicação. No Reino Unido (que tem estado entretido com a proibição de pornografia), a Autoridade da Concorrência e dos Mercados abriu também uma investigação para determinar se a Meta estaria a abusar da sua posição dominante para obter dados para o treino de AI. Nos Estados Unidos, representantes dos dois principais partidos políticos também pediram a Mark Zuckerberg que retirasse as alterações.
A Meta confirmou agora a suspensão da actualização por tempo indeterminado, enquanto "consulta representantes do sector". A empresa diz que as suas práticas de recolha de conteúdos permanecem inalteradas e que os proprietários de sites podem continuar a utilizar ficheiros robots.txt para indicar as suas preferências. Ainda assim, permanecem as dúvidas sobre se a Meta, e outras empresas, efectivamente respeitam essas instruções, tendo já por várias vezes ficado demontrado que praticamente todas as empresas recorreram a todo o tipo de conteúdos pirateados para treinar os seus modelos.
Lote Nvidia de $11.4M desaparece nos EUA
Há novo caso de um lote desaparecido de equipamento da Nvidia, no valor de 11.4 milhões de dólares.
Depois do caso das paletes de Nvidia RTX 5090 roubadas num aeroporto no Brasil, temos agora novo caso nos EUA. Uma carga de equipamento da NVIDIA, avaliada em aproximadamente 11.4 milhões de dólares, desapareceu durante o transporte entre Oakland, na Califórnia, e Fort Worth, no Texas. Seis paletes de material foram recolhidas por um camião a 29 de Agosto, operado por uma empresa especializada em transporte de produtos alimentares, mas nunca chegaram ao destino. O desaparecimento só foi detectado no início de Setembro, quando os compradores perceberam que a encomenda não tinha sido entregue.
Durante a investigação, as autoridades descobriram que o veículo efectuou várias paragens prolongadas depois de recolher a carga. O camião acabou por desaparecer do radar algures no condado de San Bernardino, na Califórnia. A polícia de Oakland confirmou que foi apresentada uma participação por furto de elevado valor a 13 de Setembro, mas, passados mais de dois meses, o caso continua sem desenvolvimentos aparentes. Isto vem juntar-se a uma vaga crescente de roubos de hardware, cujo preço cada vez mais elevado faz com que se tornem num alvo apetecível para os criminosos. Desde Junho, terão sido roubadas cargas semelhantes avaliadas em mais de 100 milhões de dólares, com grupos criminosos a recorrerem a técnicas sofisticadas como a falsificação de sinais GPS e até colisões coordenadas com veículos de escolta - técnicas que normalmente seriam aplicadas a veículos de transporte de valores. Os componentes de elevado valor podem ser desmontados e vendidos no mercado paralelo ou enviados para países como a China, onde a procura por tecnologia norte-americana sujeita a restrições faz aumentar ainda mais o seu valor.
Ainda assim, nem todas as tentativas correm bem: em Setembro, ladrões roubaram dois reboques com os logótipos da NVIDIA e da PlusAI, apenas para descobrirem que ambos transportavam 9 toneladas de areia cada um.
Depois do caso das paletes de Nvidia RTX 5090 roubadas num aeroporto no Brasil, temos agora novo caso nos EUA. Uma carga de equipamento da NVIDIA, avaliada em aproximadamente 11.4 milhões de dólares, desapareceu durante o transporte entre Oakland, na Califórnia, e Fort Worth, no Texas. Seis paletes de material foram recolhidas por um camião a 29 de Agosto, operado por uma empresa especializada em transporte de produtos alimentares, mas nunca chegaram ao destino. O desaparecimento só foi detectado no início de Setembro, quando os compradores perceberam que a encomenda não tinha sido entregue.
Durante a investigação, as autoridades descobriram que o veículo efectuou várias paragens prolongadas depois de recolher a carga. O camião acabou por desaparecer do radar algures no condado de San Bernardino, na Califórnia. A polícia de Oakland confirmou que foi apresentada uma participação por furto de elevado valor a 13 de Setembro, mas, passados mais de dois meses, o caso continua sem desenvolvimentos aparentes. Isto vem juntar-se a uma vaga crescente de roubos de hardware, cujo preço cada vez mais elevado faz com que se tornem num alvo apetecível para os criminosos. Desde Junho, terão sido roubadas cargas semelhantes avaliadas em mais de 100 milhões de dólares, com grupos criminosos a recorrerem a técnicas sofisticadas como a falsificação de sinais GPS e até colisões coordenadas com veículos de escolta - técnicas que normalmente seriam aplicadas a veículos de transporte de valores. Os componentes de elevado valor podem ser desmontados e vendidos no mercado paralelo ou enviados para países como a China, onde a procura por tecnologia norte-americana sujeita a restrições faz aumentar ainda mais o seu valor.
Ainda assim, nem todas as tentativas correm bem: em Setembro, ladrões roubaram dois reboques com os logótipos da NVIDIA e da PlusAI, apenas para descobrirem que ambos transportavam 9 toneladas de areia cada um.
LEGO Godzilla chega com 5.363 peças
O imponente set LEGO Godzilla (21375) chega com 5.363 peças e 70 cm de altura.
O Grupo Lego revelou oficialmente o tão aguardado set Godzilla, oferecendo aos fãs do icónico kaiju uma nova peça de colecção. Baseado na versão do monstro apresentada no Monsterverse da Legendary, o impressionante modelo chegará ao mercado a 27 de Novembro, com um preço de 399.99 euros.
O conjunto inclui 5.363 peças, tornando-se no maior lançamento de sempre da linha Lego Ideas. Depois de montado, Godzilla atinge os 70 centímetros de altura quando se contabiliza o seu poderoso raio de energia, que pode ser colocado ou retirado do modelo.
Um detalhe que poderá dividir os fãs é a escolha do design. Em vez da aparência clássica de Godzilla dos filmes originais da Toho, a Lego optou pela versão mais moderna do Monsterverse. Ainda assim, o modelo procura reproduzir com bastante detalhe a forma, a dimensão e as características da criatura.
Ainda assim, a sua criação foi algo atribulada. O projecto surgiu originalmente na plataforma Lego Ideas em 2023, foi novamente submetido em 2024 após algumas alterações, e acabou por ser aprovado em 2025. O design original foi criado por Matthew Esposito, que descreveu o projecto como uma paixão de longa data. O designer destacou a cabeça como o maior desafio e agradeceu à comunidade por ajudar a proposta a alcançar os 10.000 apoiantes necessários para poder ser avaliado pelo Grupo LEGO para a sua conversão em kit oficial. Os fãs que comprarem o conjunto durante os primeiros dias de lançamento receberão ainda uma oferta especial com o logótipo e a pegada de Godzilla.
LEGO Ideias Godzilla (21375)
Idade: 18+
Peças: 5363
PVA: 399,99 €
Dimensões: Mede 70 cm de altura
Disponível nas lojas LEGO e LEGO.com para LEGO Insiders a 27 de novembro de 2026
O Grupo Lego revelou oficialmente o tão aguardado set Godzilla, oferecendo aos fãs do icónico kaiju uma nova peça de colecção. Baseado na versão do monstro apresentada no Monsterverse da Legendary, o impressionante modelo chegará ao mercado a 27 de Novembro, com um preço de 399.99 euros.
O conjunto inclui 5.363 peças, tornando-se no maior lançamento de sempre da linha Lego Ideas. Depois de montado, Godzilla atinge os 70 centímetros de altura quando se contabiliza o seu poderoso raio de energia, que pode ser colocado ou retirado do modelo.
Um detalhe que poderá dividir os fãs é a escolha do design. Em vez da aparência clássica de Godzilla dos filmes originais da Toho, a Lego optou pela versão mais moderna do Monsterverse. Ainda assim, o modelo procura reproduzir com bastante detalhe a forma, a dimensão e as características da criatura.
Ainda assim, a sua criação foi algo atribulada. O projecto surgiu originalmente na plataforma Lego Ideas em 2023, foi novamente submetido em 2024 após algumas alterações, e acabou por ser aprovado em 2025. O design original foi criado por Matthew Esposito, que descreveu o projecto como uma paixão de longa data. O designer destacou a cabeça como o maior desafio e agradeceu à comunidade por ajudar a proposta a alcançar os 10.000 apoiantes necessários para poder ser avaliado pelo Grupo LEGO para a sua conversão em kit oficial. Os fãs que comprarem o conjunto durante os primeiros dias de lançamento receberão ainda uma oferta especial com o logótipo e a pegada de Godzilla.
LEGO Ideias Godzilla (21375)
Idade: 18+
Peças: 5363
PVA: 399,99 €
Dimensões: Mede 70 cm de altura
Disponível nas lojas LEGO e LEGO.com para LEGO Insiders a 27 de novembro de 2026
Gputaskman mostra o que está a usar a memória do GPU
O utilitário gputaskman permite ver em detalhe o que está a usar a memória da placa gráfica.
Um engenheiro da Microsoft criou uma ferramenta gratuita chamada gputaskman, que apresenta uma análise muito mais detalhada da utilização do GPU do que o Gestor de Tarefas integrado no Windows 11. Desenvolvida por Scott Hanselman, engenheiro da Microsoft, o utilitário permite identificar os processos que estão a consumir recursos e a quantidade de memória de vídeo (VRAM) utilizada por cada um.
Embora o Gestor de Tarefas já apresente a actividade do GPU e o consumo de memória por processo, oferece poucos detalhes sobre a origem dessa utilização. O gputaskman procura responder a isso, permitindo perceber se a VRAM está a ser ocupada por modelos AI, pelo browser, pela renderização do ambiente de trabalho, ou outras coisas.
Segundo Hanselman, o objectivo é responder a perguntas que o Gestor de Tarefas não consegue esclarecer; como perceber se a memória gráfica está a ser utilizada pelos por um modelo de AI local, pela KV cache, ou outros factores. A ferramenta também ajuda a perceber porque motivo parte da memória do GPU poderá estar a reservar RAM do sistema, em vez de utilizar exclusivamente a memória gráfica dedicada.
A aplicação ainda está numa fase inicial de desenvolvimento e, actualmente, é compatível com computadores Windows equipados com placas gráficas AMD ou NVIDIA. A ideia é alargar a compatibilidade a equipamentos como o Surface Laptop Ultra, sistemas RTX Spark e computadores Windows on Arm. Com cada vez mais tarefas de AI a serem executadas directamente nos computadores, ferramentas como o gputaskman poderão tornar-se bastante úteis para monitorizar o seu desempenho e comportamento.
Um engenheiro da Microsoft criou uma ferramenta gratuita chamada gputaskman, que apresenta uma análise muito mais detalhada da utilização do GPU do que o Gestor de Tarefas integrado no Windows 11. Desenvolvida por Scott Hanselman, engenheiro da Microsoft, o utilitário permite identificar os processos que estão a consumir recursos e a quantidade de memória de vídeo (VRAM) utilizada por cada um.
Embora o Gestor de Tarefas já apresente a actividade do GPU e o consumo de memória por processo, oferece poucos detalhes sobre a origem dessa utilização. O gputaskman procura responder a isso, permitindo perceber se a VRAM está a ser ocupada por modelos AI, pelo browser, pela renderização do ambiente de trabalho, ou outras coisas.
Segundo Hanselman, o objectivo é responder a perguntas que o Gestor de Tarefas não consegue esclarecer; como perceber se a memória gráfica está a ser utilizada pelos por um modelo de AI local, pela KV cache, ou outros factores. A ferramenta também ajuda a perceber porque motivo parte da memória do GPU poderá estar a reservar RAM do sistema, em vez de utilizar exclusivamente a memória gráfica dedicada.
A aplicação ainda está numa fase inicial de desenvolvimento e, actualmente, é compatível com computadores Windows equipados com placas gráficas AMD ou NVIDIA. A ideia é alargar a compatibilidade a equipamentos como o Surface Laptop Ultra, sistemas RTX Spark e computadores Windows on Arm. Com cada vez mais tarefas de AI a serem executadas directamente nos computadores, ferramentas como o gputaskman poderão tornar-se bastante úteis para monitorizar o seu desempenho e comportamento.
Smart TVs Samsung contam choros de bebés e cães a ladrar
As capacidades de monitorização das Smart TVs voltam a gerar polémica, depois de um investigador analisar o que o seu televisor Samsung estava a fazer.
Um investigador levantou preocupações sobre a privacidade das Smart TVs da Samsung (e outras), ao ter descoberto que alguns modelos, mesmo que não tenham microfone integrado, podem aceder aos microfones de soundbars e dispositivos Bluetooth ligados ao televisor. O investigador, conhecido como log4j, descobriu ainda outros comportamentos que podem ser considerados abusivos, como registar todos os dispositivos na mesma rede, ou fazer a análise de reconhecimento de imagem para enviar relatórios de tudo o que está a ser apresentado no ecrã, mesmo de fontes externas.
A investigação terá começado depois do investigador reparar em anúncios direccionados num televisor Samsung de 2025. Após obter acesso root ao sistema operativo do televisor, ficou surpreendido ao descobrir que o televisor não só escutava o som ambiente, como até diferenciava eventos como cães a ladrar e bebés a chorar. Isto são coisas que a Samsung não esconde, apresentando-as como funcionalidades de inteligência artificial do seu Pet Care e Family Care, mas que podem passar despercebidos a muitos utilizadores, e que podem ser usados para publicidade direccionada (apresentar publicidade relacionada com animais de estimação, ou bebés).
À conta de casos como este e outros idênticos, e tirando partido das ferramentas AI, têm aumentado substancialmente os projectos de "hacking" de Smart TVs que se focam em desactivar todos estes processos indesejados. Nalguns casos, televisores cujo interface era extremamente lento passou a ficar totalmente fluido. E, tendo em conta que há Smart TVs que continuam a enviar dados mesmo quando os utilizadores desactivam essas opções, parece que isto começará a ser algo cada vez mais necessário.
Um investigador levantou preocupações sobre a privacidade das Smart TVs da Samsung (e outras), ao ter descoberto que alguns modelos, mesmo que não tenham microfone integrado, podem aceder aos microfones de soundbars e dispositivos Bluetooth ligados ao televisor. O investigador, conhecido como log4j, descobriu ainda outros comportamentos que podem ser considerados abusivos, como registar todos os dispositivos na mesma rede, ou fazer a análise de reconhecimento de imagem para enviar relatórios de tudo o que está a ser apresentado no ecrã, mesmo de fontes externas.
A investigação terá começado depois do investigador reparar em anúncios direccionados num televisor Samsung de 2025. Após obter acesso root ao sistema operativo do televisor, ficou surpreendido ao descobrir que o televisor não só escutava o som ambiente, como até diferenciava eventos como cães a ladrar e bebés a chorar. Isto são coisas que a Samsung não esconde, apresentando-as como funcionalidades de inteligência artificial do seu Pet Care e Family Care, mas que podem passar despercebidos a muitos utilizadores, e que podem ser usados para publicidade direccionada (apresentar publicidade relacionada com animais de estimação, ou bebés).
O televisor também utiliza um modelo "AI" básico para tentar reconhecer conteúdos de imagens no ecrã, coisa que faz continuamente a cada poucos segundos, e que envia para os servidores da Samsung e parceiros publicitários. Ridiculamente, quanto os utilizadores desactivam estas funcionalidades, o televisor continua a desperdiçar processamento fazendo o reconhecimento, e só no final, aparentemente, não envia os dados para a Samsung.turns out it classifies what audio it hears, before reporting back to samsung. sensor preferences, dog-barking and baby-crying event counters, and camera streaming duration are built into telemetry paths. https://t.co/rT3dinugiV
— log4j (@log4j) October 23, 2026
À conta de casos como este e outros idênticos, e tirando partido das ferramentas AI, têm aumentado substancialmente os projectos de "hacking" de Smart TVs que se focam em desactivar todos estes processos indesejados. Nalguns casos, televisores cujo interface era extremamente lento passou a ficar totalmente fluido. E, tendo em conta que há Smart TVs que continuam a enviar dados mesmo quando os utilizadores desactivam essas opções, parece que isto começará a ser algo cada vez mais necessário.
Ohmigo e Voltaria respondem a todas as questões sobre os carros eléctricos
O Ohmigo e Voltaria dão aos assistentes AI o conhecimento necessário para responderem a todas as questões sobre carros eléctricos.
Tirando partido da crescente popularidade dos assistentes AI como o ChatGPT, o Claude e o Grok, temos agora dois novos complementos que vêm ajudar esses assistentes a responder a todo o tipo de perguntas relacionadas com os carros eléctricos em Portugal.
Se já desejaram fazer perguntas do tipo "Estou em Coimbra com 15 % de bateria. Onde é mais barato carregar até 80 %?" e não ficaram satisfeitos com as respostas dadas, isso pode ser resolvido com o ohmigo.
O ohmigo não é um assistente AI, mas sim um MCP (Model Context Protocol) que dá aos assistentes AI acesso aos preços de todos os postos públicos de Portugal publicados no Ponto de Acesso Nacional (PAN) e a um guia da mobilidade eléctrica. Ou seja, disponibiliza esse conhecimento ao agente AI que já utilizarem, com um processo relativamente fácil de instalação.
De igual forma, o Voltaria funciona de forma idêntica, mas referente a todo o tipo de regras relacionadas com os carros eléctricos, incluindo coisas como o tipo de carregamento adequado para cada tipo de bateria, o que se pode fazer, ou não, para instalar um carregador num condomínio, como lidar com avarias num posto público, se compensará instalar uma wallbox em casa, etc. etc.
Para quem já se habituou a discutir e perguntar todo o tipo de coisas aos agentes AI, é uma forma simples e rápida de lhes adicionar conhecimento sobre estes tópicos, afinados especificamente para Portugal.
Tirando partido da crescente popularidade dos assistentes AI como o ChatGPT, o Claude e o Grok, temos agora dois novos complementos que vêm ajudar esses assistentes a responder a todo o tipo de perguntas relacionadas com os carros eléctricos em Portugal.
Se já desejaram fazer perguntas do tipo "Estou em Coimbra com 15 % de bateria. Onde é mais barato carregar até 80 %?" e não ficaram satisfeitos com as respostas dadas, isso pode ser resolvido com o ohmigo.
O ohmigo não é um assistente AI, mas sim um MCP (Model Context Protocol) que dá aos assistentes AI acesso aos preços de todos os postos públicos de Portugal publicados no Ponto de Acesso Nacional (PAN) e a um guia da mobilidade eléctrica. Ou seja, disponibiliza esse conhecimento ao agente AI que já utilizarem, com um processo relativamente fácil de instalação.
De igual forma, o Voltaria funciona de forma idêntica, mas referente a todo o tipo de regras relacionadas com os carros eléctricos, incluindo coisas como o tipo de carregamento adequado para cada tipo de bateria, o que se pode fazer, ou não, para instalar um carregador num condomínio, como lidar com avarias num posto público, se compensará instalar uma wallbox em casa, etc. etc.
Para quem já se habituou a discutir e perguntar todo o tipo de coisas aos agentes AI, é uma forma simples e rápida de lhes adicionar conhecimento sobre estes tópicos, afinados especificamente para Portugal.
Geely com garantia de 8 anos em Portugal
A Geely reforça a sua aposta na mobilidade eletrificada em Portugal com uma garantia geral e da bateria de alta voltagem até 8 anos ou 200.000 quilómetros nos modelos eletrificados da marca, de acordo com as condições aplicáveis.
A esta garantia junta-se um plano de manutenção programada incluída durante os primeiros cinco anos, uma combinação que a marca posiciona como argumento central para quem pondera entrar no universo eléctrico sem surpresas nos custos de utilização.
Os detalhes variam consoante o modelo. Os eléctricos puros Geely E2 e Geely E5 têm manutenção programada coberta durante cinco anos ou até 80.000 quilómetros. O Geely Starray EM-i, SUV híbrido plug-in, segue o mesmo período de cinco anos mas com o limite fixado nos 75.000 quilómetros. Em qualquer dos casos, o objectivo é que os clientes conheçam antecipadamente os principais parâmetros de manutenção dos seus veículos, sem imprevistos.
A segurança é outro dos pilares que a Geely sublinha. A marca dispõe de infraestruturas próprias de investigação e ensaio, e a bateria de alta voltagem conta com um sistema de oito camadas de protecção. A arquitectura inteligente GEA integra hardware, sistemas digitais e inteligência artificial, sustentando o desenvolvimento dos veículos. O reconhecimento externo chegou pela via da Euro NCAP: os três modelos da gama portuguesa, o E2, o E5 e o Starray EM-i, obtiveram a classificação máxima de cinco estrelas nos testes de segurança.
A gama disponível em Portugal cobre diferentes necessidades. O Geely E2 é um citadino 100% eléctrico com preço de entrada a partir de 17.800 euros sem IVA na versão PRO. O Geely E5, SUV totalmente eléctrico com consumo energético de 15,8 kWh por cada 100 quilómetros e emissões nulas, parte dos 28.990 euros sem IVA, também na versão PRO. O Geely Starray EM-i, o SUV híbrido plug-in da gama, oferece uma autonomia eléctrica de 83 quilómetros em ciclo combinado, autonomia total de 1.002 quilómetros entre eléctrico e combustão, consumo ponderado de 2,4 litros por 100 quilómetros e emissões de 54 g/km de CO2, com preço a partir de 28.850 euros sem IVA na versão PRO. Todos os preços e condições estão sujeitos a confirmação junto da rede oficial Geely e são válidos até 31 de Outubro de 2026 nos concessionários aderentes e dentro do stock disponível.
Em termos de presença no terreno, a Geely prepara-se para alargar a sua rede a vários pontos do país. A marca é importada em Portugal pelo Grupo Salvador Caetano, organização com mais de 75 anos de experiência no sector automóvel, presente em mais de 44 países e em três continentes. A nível global, o Geely Auto Group vendeu mais de três milhões de unidades em 2025, com as vendas de veículos de novas energias a atingirem quase 1,7 milhões de unidades, um crescimento homólogo de 90%.
A esta garantia junta-se um plano de manutenção programada incluída durante os primeiros cinco anos, uma combinação que a marca posiciona como argumento central para quem pondera entrar no universo eléctrico sem surpresas nos custos de utilização.
Os detalhes variam consoante o modelo. Os eléctricos puros Geely E2 e Geely E5 têm manutenção programada coberta durante cinco anos ou até 80.000 quilómetros. O Geely Starray EM-i, SUV híbrido plug-in, segue o mesmo período de cinco anos mas com o limite fixado nos 75.000 quilómetros. Em qualquer dos casos, o objectivo é que os clientes conheçam antecipadamente os principais parâmetros de manutenção dos seus veículos, sem imprevistos.
A segurança é outro dos pilares que a Geely sublinha. A marca dispõe de infraestruturas próprias de investigação e ensaio, e a bateria de alta voltagem conta com um sistema de oito camadas de protecção. A arquitectura inteligente GEA integra hardware, sistemas digitais e inteligência artificial, sustentando o desenvolvimento dos veículos. O reconhecimento externo chegou pela via da Euro NCAP: os três modelos da gama portuguesa, o E2, o E5 e o Starray EM-i, obtiveram a classificação máxima de cinco estrelas nos testes de segurança.
A gama disponível em Portugal cobre diferentes necessidades. O Geely E2 é um citadino 100% eléctrico com preço de entrada a partir de 17.800 euros sem IVA na versão PRO. O Geely E5, SUV totalmente eléctrico com consumo energético de 15,8 kWh por cada 100 quilómetros e emissões nulas, parte dos 28.990 euros sem IVA, também na versão PRO. O Geely Starray EM-i, o SUV híbrido plug-in da gama, oferece uma autonomia eléctrica de 83 quilómetros em ciclo combinado, autonomia total de 1.002 quilómetros entre eléctrico e combustão, consumo ponderado de 2,4 litros por 100 quilómetros e emissões de 54 g/km de CO2, com preço a partir de 28.850 euros sem IVA na versão PRO. Todos os preços e condições estão sujeitos a confirmação junto da rede oficial Geely e são válidos até 31 de Outubro de 2026 nos concessionários aderentes e dentro do stock disponível.
Em termos de presença no terreno, a Geely prepara-se para alargar a sua rede a vários pontos do país. A marca é importada em Portugal pelo Grupo Salvador Caetano, organização com mais de 75 anos de experiência no sector automóvel, presente em mais de 44 países e em três continentes. A nível global, o Geely Auto Group vendeu mais de três milhões de unidades em 2025, com as vendas de veículos de novas energias a atingirem quase 1,7 milhões de unidades, um crescimento homólogo de 90%.
[Pela Estrada Fora]
Mobi.e lança plataforma de roaming para carregamento eléctrico
A Mobi.e apresentou o Mobi.Hub, uma nova plataforma de roaming destinada a garantir a continuidade da interoperabilidade da mobilidade eléctrica em Portugal.
A solução adapta o modelo existente ao novo enquadramento legal do sector, mantendo uma rede aberta e integrada para operadores e prestadores de serviços de mobilidade eléctrica.
O Mobi.Hub reúne Operadores de Pontos de Carregamento (OPC) e Prestadores de Serviços de Mobilidade Eléctrica (EMSP) num único ecossistema, permitindo que estabeleçam directamente os seus acordos comerciais com maior flexibilidade e autonomia. A plataforma está disponível para todos os intervenientes do mercado, independentemente de estarem ou não ligados à Mobi.e, e assegura uma migração gradual para o novo modelo sem impacto na operação dos parceiros nem na experiência dos utilizadores.
Em simultâneo com o Hub, foi lançado o Mobi.Charge, um produto dirigido aos OPC que não dispõem de plataforma própria e que os ajuda a gerir a sua rede de postos de carregamento. A rede conectada à Mobi.e integra actualmente mais de 30 Comercializadores de Electricidade para a Mobilidade Eléctrica e cerca de uma centena de Operadores de Pontos de Carregamento, sendo considerada a primeira rede de carregamento de nível nacional do mundo.
O presidente do Conselho de Administração da Mobi.e, António Veiga Ferrão, enquadrou o lançamento como parte de uma evolução mais ampla da empresa: “O sector da mobilidade eléctrica está a mudar e queremos adaptar-nos e potenciar as novas oportunidades que o regime jurídico proporciona. Com o Mobi.Hub e o Mobi.Charge damos mais um passo e mostramos que uma empresa pública pode inovar e evoluir. Esta mudança faz parte de uma agenda mais vasta, na qual queremos apostar em novos sectores, a começar pela integração do transporte público.”
Sílvia Amaral, administradora da Mobi.e responsável pela mobilidade eléctrica, sublinhou o foco nas necessidades concretas do mercado: “A solução hoje apresentada pretende responder de forma directa aos pedidos do mercado. O novo Hub diferencia-se pela flexibilidade para definir parcerias comerciais, pela automação de processos e pelo alinhamento com os standards europeus. Estamos hoje preparados para qualquer player de mobilidade eléctrica.”
Empresa pública desde 2015, a Mobi.e é responsável pela gestão e monitorização da rede de postos de carregamento eléctrico em Portugal, actuando como Entidade Gestora da Rede de Mobilidade Eléctrica e, no quadro do actual regime jurídico, também como Entidade Agregadora de Dados para a Mobilidade Eléctrica. Com o Mobi.Hub, a empresa reforça a sua posição de entidade neutra, garantindo igualdade de tratamento a todos os operadores que pretendam aderir à plataforma.
A solução adapta o modelo existente ao novo enquadramento legal do sector, mantendo uma rede aberta e integrada para operadores e prestadores de serviços de mobilidade eléctrica.
O Mobi.Hub reúne Operadores de Pontos de Carregamento (OPC) e Prestadores de Serviços de Mobilidade Eléctrica (EMSP) num único ecossistema, permitindo que estabeleçam directamente os seus acordos comerciais com maior flexibilidade e autonomia. A plataforma está disponível para todos os intervenientes do mercado, independentemente de estarem ou não ligados à Mobi.e, e assegura uma migração gradual para o novo modelo sem impacto na operação dos parceiros nem na experiência dos utilizadores.
Em simultâneo com o Hub, foi lançado o Mobi.Charge, um produto dirigido aos OPC que não dispõem de plataforma própria e que os ajuda a gerir a sua rede de postos de carregamento. A rede conectada à Mobi.e integra actualmente mais de 30 Comercializadores de Electricidade para a Mobilidade Eléctrica e cerca de uma centena de Operadores de Pontos de Carregamento, sendo considerada a primeira rede de carregamento de nível nacional do mundo.
O presidente do Conselho de Administração da Mobi.e, António Veiga Ferrão, enquadrou o lançamento como parte de uma evolução mais ampla da empresa: “O sector da mobilidade eléctrica está a mudar e queremos adaptar-nos e potenciar as novas oportunidades que o regime jurídico proporciona. Com o Mobi.Hub e o Mobi.Charge damos mais um passo e mostramos que uma empresa pública pode inovar e evoluir. Esta mudança faz parte de uma agenda mais vasta, na qual queremos apostar em novos sectores, a começar pela integração do transporte público.”
Sílvia Amaral, administradora da Mobi.e responsável pela mobilidade eléctrica, sublinhou o foco nas necessidades concretas do mercado: “A solução hoje apresentada pretende responder de forma directa aos pedidos do mercado. O novo Hub diferencia-se pela flexibilidade para definir parcerias comerciais, pela automação de processos e pelo alinhamento com os standards europeus. Estamos hoje preparados para qualquer player de mobilidade eléctrica.”
Empresa pública desde 2015, a Mobi.e é responsável pela gestão e monitorização da rede de postos de carregamento eléctrico em Portugal, actuando como Entidade Gestora da Rede de Mobilidade Eléctrica e, no quadro do actual regime jurídico, também como Entidade Agregadora de Dados para a Mobilidade Eléctrica. Com o Mobi.Hub, a empresa reforça a sua posição de entidade neutra, garantindo igualdade de tratamento a todos os operadores que pretendam aderir à plataforma.
[Pela Estrada Fora]
GPT-6 Astra da OpenAI complicou investigações de segurança
O modelo GPT-6 Astra da OpenAI dificultou propositadamente tarefas de investigação de segurança.
A OpenAI revelou que o seu modelo GPT-6 Astra interferiu, por vezes, com tarefas de investigação de segurança, fazendo com que trabalhos simples parecessem desnecessariamente complicados, e recusando pedidos dos investigadores sem explicar porquê. Durante as avaliações internas, o modelo terá inventado obstáculos e referindo existência de bloqueios inexistentes sem esclarecer as suas limitações.
A empresa recebeu o primeiro alerta sobre este comportamento, que designa como "covert underperformance", a 20 de Agosto. Os testes realizados posteriormente revelaram que o Astra concluiu cerca de 10% dos requisitos ocultos de avaliação quando as tarefas eram apresentadas como investigação de segurança, contra 16% quando o mesmo trabalho era descrito como uma avaliação de capacidades. Trata-se de uma diferença de seis pontos percentuais, equivalente a aproximadamente 40% menos requisitos concluídos. Para efeitos de comparação, o GPT-5.6 Sol praticamente não apresentou diferenças nas mesmas condições.
A OpenAI identificou oito exemplos deste problema, incluindo a recusa em aplicar uma correcção, limitações na assistência ao desenvolvimento de exploits, a exclusão de uma fonte violenta de uma avaliação de segurança, e restrições à exportação de dados de jailbreak. A principal preocupação é que os investigadores possam confiar, sem se aperceberem, em resultados incompletos ou alterados, comprometendo as avaliações de segurança e desperdiçando tempo valioso.
A empresa diz suspeitar que este comportamento tenha sido incentivado pelos sistemas de segurança aplicados, levando o modelo a dificultar determinadas tarefas de investigação sem apresentar uma recusa explícita. A OpenAI também identificou uma ferramenta de avaliação utilizada durante o reinforcement learning que favorecia a ocultação silenciosa de assistência em vez de uma recusa devidamente explicada. Contudo, e até ao momento, nenhuma destas hipóteses foi confirmada como causa definitiva.
O que é certo é que este tipo de coisa vem demonstrar algo que se tem tornado cada vez mais comum nos últimos tempos, de que as restrições aplicadas aos modelos com a justificação de "segurança" acabam por interferir e penalizar muitas tarefas legítimas, incluindo a análise de segurança dos programas dos próprios utilizadores - e fazendo com que se torne quase obrigatório recorrer a "jailbreaks" (com o risco de ficar com a conta banida), ou a modelos open-weight que praticamente não recusam qualquer tarefa.
A OpenAI revelou que o seu modelo GPT-6 Astra interferiu, por vezes, com tarefas de investigação de segurança, fazendo com que trabalhos simples parecessem desnecessariamente complicados, e recusando pedidos dos investigadores sem explicar porquê. Durante as avaliações internas, o modelo terá inventado obstáculos e referindo existência de bloqueios inexistentes sem esclarecer as suas limitações.
A empresa recebeu o primeiro alerta sobre este comportamento, que designa como "covert underperformance", a 20 de Agosto. Os testes realizados posteriormente revelaram que o Astra concluiu cerca de 10% dos requisitos ocultos de avaliação quando as tarefas eram apresentadas como investigação de segurança, contra 16% quando o mesmo trabalho era descrito como uma avaliação de capacidades. Trata-se de uma diferença de seis pontos percentuais, equivalente a aproximadamente 40% menos requisitos concluídos. Para efeitos de comparação, o GPT-5.6 Sol praticamente não apresentou diferenças nas mesmas condições.
A OpenAI identificou oito exemplos deste problema, incluindo a recusa em aplicar uma correcção, limitações na assistência ao desenvolvimento de exploits, a exclusão de uma fonte violenta de uma avaliação de segurança, e restrições à exportação de dados de jailbreak. A principal preocupação é que os investigadores possam confiar, sem se aperceberem, em resultados incompletos ou alterados, comprometendo as avaliações de segurança e desperdiçando tempo valioso.
A empresa diz suspeitar que este comportamento tenha sido incentivado pelos sistemas de segurança aplicados, levando o modelo a dificultar determinadas tarefas de investigação sem apresentar uma recusa explícita. A OpenAI também identificou uma ferramenta de avaliação utilizada durante o reinforcement learning que favorecia a ocultação silenciosa de assistência em vez de uma recusa devidamente explicada. Contudo, e até ao momento, nenhuma destas hipóteses foi confirmada como causa definitiva.
O que é certo é que este tipo de coisa vem demonstrar algo que se tem tornado cada vez mais comum nos últimos tempos, de que as restrições aplicadas aos modelos com a justificação de "segurança" acabam por interferir e penalizar muitas tarefas legítimas, incluindo a análise de segurança dos programas dos próprios utilizadores - e fazendo com que se torne quase obrigatório recorrer a "jailbreaks" (com o risco de ficar com a conta banida), ou a modelos open-weight que praticamente não recusam qualquer tarefa.
Paint do Windows 11 tem falha de segurança grave
O Paint do Windows 11 tem uma falha de segurança grave, e a actualização não parece estar a chegar aos utilizadores.
O Microsoft Paint tem uma vulnerabilidade de segurança no Windows 11 que poderá permitir a execução remota de código malicioso sem qualquer interacção por parte dos utilizadores. Identificada como CVE-2026-83844, a falha tem uma classificação de gravidade de 8.1 em 10. A Microsoft já disponibilizou uma correcção através da Microsoft Store, mas a maioria dos utilizadores diz que a mesma não tem sido aplicada automaticamente.
Segundo a documentação de segurança da Microsoft, o Paint versão 11.2609.401.0 já inclui a protecção necessária. No entanto, alguns utilizadores permanecem com versões mais antigas sem receber qualquer actualização através da Store. Administradores de sistemas também relataram problemas semelhantes, incluindo situações em que não conseguiram encontrar o pacote actualizado.
A vulnerabilidade é classificada como um out-of-bounds read, o que significa que o Paint pode aceder a uma área da memória fora dos limites previstos. Em determinadas condições, esta falha poderá permitir a execução remota de código. De notar que a instalação da actualização de segurança de Outubro de 2026 do Windows 11 não resolve esta situação, uma vez que o Paint recebe actualizações separadamente através da Microsoft Store e não através do Windows Update.
Até ao momento, não existem relatos de exploração desta vulnerabilidade em ataques reais, e a Microsoft considera que a falha é difícil de explorar em cenários reais. Ainda assim, será recomendável que os utilizadores de Windows 11 verifiquem a versão do Paint e apliquem a actualização através da Microsoft Store para se precaverem.
O Microsoft Paint tem uma vulnerabilidade de segurança no Windows 11 que poderá permitir a execução remota de código malicioso sem qualquer interacção por parte dos utilizadores. Identificada como CVE-2026-83844, a falha tem uma classificação de gravidade de 8.1 em 10. A Microsoft já disponibilizou uma correcção através da Microsoft Store, mas a maioria dos utilizadores diz que a mesma não tem sido aplicada automaticamente.
Segundo a documentação de segurança da Microsoft, o Paint versão 11.2609.401.0 já inclui a protecção necessária. No entanto, alguns utilizadores permanecem com versões mais antigas sem receber qualquer actualização através da Store. Administradores de sistemas também relataram problemas semelhantes, incluindo situações em que não conseguiram encontrar o pacote actualizado.
A vulnerabilidade é classificada como um out-of-bounds read, o que significa que o Paint pode aceder a uma área da memória fora dos limites previstos. Em determinadas condições, esta falha poderá permitir a execução remota de código. De notar que a instalação da actualização de segurança de Outubro de 2026 do Windows 11 não resolve esta situação, uma vez que o Paint recebe actualizações separadamente através da Microsoft Store e não através do Windows Update.
Até ao momento, não existem relatos de exploração desta vulnerabilidade em ataques reais, e a Microsoft considera que a falha é difícil de explorar em cenários reais. Ainda assim, será recomendável que os utilizadores de Windows 11 verifiquem a versão do Paint e apliquem a actualização através da Microsoft Store para se precaverem.
Coluna BT Tronsmart Mirtune C2 a €32
Quem já tiver passado pelas colunas Bluetooth de baixo custo e agora procurar algo com um pouco mais de potência, irá ficar satisfeito com esta Tronsmart Mirtune C2.
O desaparecimento da ficha dos headphones tem fomentado a utilização de colunas BT em cada vez mais situações (muitas vezes torna-se a única opção possível, a não ser que se recorra a adaptadores BT para ficha de 3.5mm). Em muitos casos acaba também por se revelar uma solução mais conveniente, permitindo que se chegue a casa e se comece a ouvir a música na coluna em vez de se sofrer com a tentativa do smartphone reproduzir os sons graves com os seus altifalantes diminutos. E no caso desta Tronsmart Mirtune C2, temos volume com fartura mas mantendo um tamanho relativamente compacto.
Esta coluna BT Tronsmart Mirtune C2 está disponível por 32 euros na Amazon Espanha.
Vem com uma bateria generosa para garantir que as sessões de música podem prolongar-se por 24 horas com o volume a 50%, demorando cerca de 3 a 4 horas a recarregá-la. Conta também com porta USB-C, microfone para funcionar como sistema mãos livres ao efectuar chamadas telefónicas, cartão de memória para reprodução de músicas, e para quem quiser duplicar a potência sonora, pode emparelhar-se com uma coluna adicional para funcionar em modo stereo real.
Acompanha as melhores promoções diárias no nosso canal AadM Promos.
O desaparecimento da ficha dos headphones tem fomentado a utilização de colunas BT em cada vez mais situações (muitas vezes torna-se a única opção possível, a não ser que se recorra a adaptadores BT para ficha de 3.5mm). Em muitos casos acaba também por se revelar uma solução mais conveniente, permitindo que se chegue a casa e se comece a ouvir a música na coluna em vez de se sofrer com a tentativa do smartphone reproduzir os sons graves com os seus altifalantes diminutos. E no caso desta Tronsmart Mirtune C2, temos volume com fartura mas mantendo um tamanho relativamente compacto.
Esta coluna BT Tronsmart Mirtune C2 está disponível por 32 euros na Amazon Espanha.
Vem com uma bateria generosa para garantir que as sessões de música podem prolongar-se por 24 horas com o volume a 50%, demorando cerca de 3 a 4 horas a recarregá-la. Conta também com porta USB-C, microfone para funcionar como sistema mãos livres ao efectuar chamadas telefónicas, cartão de memória para reprodução de músicas, e para quem quiser duplicar a potência sonora, pode emparelhar-se com uma coluna adicional para funcionar em modo stereo real.
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Nvidia com ajuste de prioridade nos GPUs
A mais recente versão da Nvidia App está a dar opção de ajustar a prioridade do GPU nas GeForce RTX.
A NVIDIA parece estar a alargar a funcionalidade GPU App Prioritization às placas gráficas GeForce RTX. Esta opção permite controlar a forma como os recursos são distribuídos entre aplicações em primeiro plano e tarefas em segundo plano, podendo dar prioridade aos jogos e reduzir os recursos atribuídos a processos secundários.
Os novos controlos foram descobertos na versão 11.0.9.585 da NVIDIA App, na secção System > Advanced. As opções permitem dar prioridade à aplicação activa, favorecer tarefas em segundo plano ou definir uma distribuição personalizada. A configuração predefinida é de 80/20, enquanto a prioridade em primeiro plano altera a proporção para 90/10, sendo possível ajustá-las manualmente até um máximo de 95/5.
Esta funcionalidade foi inicialmente apresentada para os sistemas NVIDIA RTX Spark com memória unificada, permitindo que as aplicações em primeiro plano partilhem os recursos de computação do GPU com agentes de AI executados em segundo plano. A NVIDIA confirmou também que, para se ter acesso a esta funcionalide, será necessário ter a opção Hardware-Accelerated GPU Scheduling activada no Windows.
O aparecimento desta opção em sistemas GeForce RTX sugere que os jogadores e outros utilizadores poderão ter mais controlo sobre a distribuição dos recursos gráficos, especialmente quando executam jogos em simultâneo com tarefas como local AI. No caso dos jogos, ou utilizadores poderão querer optar pelo modo 90/10, enquanto que, quem tiver processamento AI a correr em background, poderá ajustar esse valor em conformidade.
A NVIDIA parece estar a alargar a funcionalidade GPU App Prioritization às placas gráficas GeForce RTX. Esta opção permite controlar a forma como os recursos são distribuídos entre aplicações em primeiro plano e tarefas em segundo plano, podendo dar prioridade aos jogos e reduzir os recursos atribuídos a processos secundários.
Os novos controlos foram descobertos na versão 11.0.9.585 da NVIDIA App, na secção System > Advanced. As opções permitem dar prioridade à aplicação activa, favorecer tarefas em segundo plano ou definir uma distribuição personalizada. A configuração predefinida é de 80/20, enquanto a prioridade em primeiro plano altera a proporção para 90/10, sendo possível ajustá-las manualmente até um máximo de 95/5.
Esta funcionalidade foi inicialmente apresentada para os sistemas NVIDIA RTX Spark com memória unificada, permitindo que as aplicações em primeiro plano partilhem os recursos de computação do GPU com agentes de AI executados em segundo plano. A NVIDIA confirmou também que, para se ter acesso a esta funcionalide, será necessário ter a opção Hardware-Accelerated GPU Scheduling activada no Windows.
O aparecimento desta opção em sistemas GeForce RTX sugere que os jogadores e outros utilizadores poderão ter mais controlo sobre a distribuição dos recursos gráficos, especialmente quando executam jogos em simultâneo com tarefas como local AI. No caso dos jogos, ou utilizadores poderão querer optar pelo modo 90/10, enquanto que, quem tiver processamento AI a correr em background, poderá ajustar esse valor em conformidade.
Yangwang U9 Xtreme chega aos 503.17 km/h
A BYD amealha novo recorde, com o Yangwang U9 Xtreme a atingir uma velocidade de 503.17 km/h.
Poucos dias depois do vídeo do aparatoso acidente a alta-velocidade que desfez um Yangwang U9 Xtreme nos testes em circuito - e como já era previsível - a BYD revela que o seu hipercarro eléctrico com mais de 3.000 cv conseguiu efectivamente novo recorde certificado de velocidade máxima, atingindo os 503.17 km/h numa longa recta em Abu Dhabi.
O recorde foi atingido a 1 de Novembro, com diversos convidados a assistir ao momento.
Seria igualmente curioso saber quanta carga de bateria foi consumida neste teste, ou quantos minutos / kms seria possível circular a 500 km/h antes da bateria se esgotar por completo. Mera curiosidade, já que se sabe desde já que poucos compradores deste carro de €2.7M se atraverão a, algum dia, tentar atingir tal velocidade.
Poucos dias depois do vídeo do aparatoso acidente a alta-velocidade que desfez um Yangwang U9 Xtreme nos testes em circuito - e como já era previsível - a BYD revela que o seu hipercarro eléctrico com mais de 3.000 cv conseguiu efectivamente novo recorde certificado de velocidade máxima, atingindo os 503.17 km/h numa longa recta em Abu Dhabi.
O recorde foi atingido a 1 de Novembro, com diversos convidados a assistir ao momento.
A facilidade com que o carro atingiu, e superou, os 500 km/h faz antever que o Yangwang U9 Xtreme consiga atingir velocidades bastante superiores. A grande questão é que, a estas velocidades extremas, muitas das dificuldades acabam por recair sobre outros elementos, como os pneus (não deixando de ser curioso que a BYD tenha optado pelo abrasador clima de Abu Dhabi para este recorde).speeding up past 300km/h
— Felix Hamer • electricfelix (@electricfelix) November 6, 2026
speeding up past 400km/h
topping 500km/h
scary
congrats team BYD or should I say Yangwang?
⚡️⚡️⚡️#alwaysbecharging pic.twitter.com/fOF2Mi3sT1
Seria igualmente curioso saber quanta carga de bateria foi consumida neste teste, ou quantos minutos / kms seria possível circular a 500 km/h antes da bateria se esgotar por completo. Mera curiosidade, já que se sabe desde já que poucos compradores deste carro de €2.7M se atraverão a, algum dia, tentar atingir tal velocidade.
Extensão tomadas Tessan com 4 USB + 2 tomadas a €28
Uma excelente opção para quem tem que lidar com um número crescente de dispositivos USB para recarregar, é usar uma extensão de tomada com portas USB integradas, como é o caso desta Tessan com 2 tomadas mais 4 USB.
Hoje em dia temos uma grande variedade de carregadores USB, mas estas extensões de tomada com portas USB integradas acabam por ser uma solução bastante atractiva, já que permitem manter a utilidade da tomada original, mas adicionando portas USB adicionais para carregarem outros equipamentos sem necessidade de carregadores individuais.
Esta extensão de tomada Tessan com 2 tomadas mais 4 USB (2 USB-C + 2 USB-A) está disponível por 28 euros na Amazon Espanha.
As portas USB podem fornecer até 30 W (PD) no total, sendo divididos à medida que se ligam mais dispositivos. Por exemplo, se ligarmos um dispositivo na porta USB-C e outra numa porta USB-A, poderá fornecer 15W a cada um deles em simultâneo. Quanto à extensão em si, conta com um cabo de 2 metros, facilitando o processo de a colocar num ponto mais adequado em relação à tomada onde for ligada.
É uma opção bastante interessante, especialmente tendo em conta a crescente panóplia de dispositivos USB que vamos tendo, dos smartphones e tablets e coisas como smartwatches, colunas Bluetooth, escovas de dentes, máquinas de barbear, etc. E desta forma, em vez de transportamos vários carregadores, fica tudo condensado num único bloco compacto de uma extensão de tomadas.
Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.
Hoje em dia temos uma grande variedade de carregadores USB, mas estas extensões de tomada com portas USB integradas acabam por ser uma solução bastante atractiva, já que permitem manter a utilidade da tomada original, mas adicionando portas USB adicionais para carregarem outros equipamentos sem necessidade de carregadores individuais.
Esta extensão de tomada Tessan com 2 tomadas mais 4 USB (2 USB-C + 2 USB-A) está disponível por 28 euros na Amazon Espanha.
As portas USB podem fornecer até 30 W (PD) no total, sendo divididos à medida que se ligam mais dispositivos. Por exemplo, se ligarmos um dispositivo na porta USB-C e outra numa porta USB-A, poderá fornecer 15W a cada um deles em simultâneo. Quanto à extensão em si, conta com um cabo de 2 metros, facilitando o processo de a colocar num ponto mais adequado em relação à tomada onde for ligada.
É uma opção bastante interessante, especialmente tendo em conta a crescente panóplia de dispositivos USB que vamos tendo, dos smartphones e tablets e coisas como smartwatches, colunas Bluetooth, escovas de dentes, máquinas de barbear, etc. E desta forma, em vez de transportamos vários carregadores, fica tudo condensado num único bloco compacto de uma extensão de tomadas.
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Apple facilita retenção de subscrições durante o cancelamento
A Apple dá aos developers mais uma possibilidade de retenção dos clientes para tentar evitar o cancelamento de subscrições.
Sem grande surpresa, vindo da empresa que tanto incentivou o uso das subscrições - e que se tornou numa praga entre as apps - a Apple lançou nova funcionalidade de retenção de subscritores, que permite aos developers apresentar mensagens personalizadas quando os utilizadores tentam cancelar uma subscrição com renovação automática. O objectivo é dar às apps uma última oportunidade para convencer os clientes a manterem a subscrição em vez de concluírem o cancelamento.
Estas mensagens serão apresentadas directamente no processo de cancelamento de subscrições da App Store e poderão incluir texto, imagens, e também ofertas especiais. Por exemplo, os utilizadores poderão receber propostas de desconto ou ver argumentos para manter a subscrição em vez de a cancelar de imediato. Os programadores podem configurar estas mensagens através do App Store Connect, definindo quais os subscritores elegíveis e o intervalo de tempo necessário antes de apresentar uma nova mensagem. A Apple disponibiliza ainda uma API independente, denominada Retention Messaging API, que permite seleccionar mensagens com base nos detalhes específicos da subscrição de cada utilizador. Como resultado, os utilizadores da App Store poderão encontrar cada vez mais descontos e outros incentivos quando tentarem cancelar uma subscrição.
Infelizmente, isto em nada vem ajudar os casos abusivos de uso de subscrições. Hoje em dia chegamos ao ponto ridículo de ver subscrições em todo o tipo de apps, até naquelas em que isso não faz qualquer sentido! Esta tentativa de retenção sofrerá do mesmo mal: haverá developers que a usem de forma decente, haverá quem a use para tentar prolongar as subscrições abusivas. E, de certa forma, acaba por promover o custo diferenciado: como oferecer desconto aos clientes que tentam cancelar, enquanto os clientes "bonzinhos" que não se queixem continuam a pagar o preço total.
Sem grande surpresa, vindo da empresa que tanto incentivou o uso das subscrições - e que se tornou numa praga entre as apps - a Apple lançou nova funcionalidade de retenção de subscritores, que permite aos developers apresentar mensagens personalizadas quando os utilizadores tentam cancelar uma subscrição com renovação automática. O objectivo é dar às apps uma última oportunidade para convencer os clientes a manterem a subscrição em vez de concluírem o cancelamento.
Estas mensagens serão apresentadas directamente no processo de cancelamento de subscrições da App Store e poderão incluir texto, imagens, e também ofertas especiais. Por exemplo, os utilizadores poderão receber propostas de desconto ou ver argumentos para manter a subscrição em vez de a cancelar de imediato. Os programadores podem configurar estas mensagens através do App Store Connect, definindo quais os subscritores elegíveis e o intervalo de tempo necessário antes de apresentar uma nova mensagem. A Apple disponibiliza ainda uma API independente, denominada Retention Messaging API, que permite seleccionar mensagens com base nos detalhes específicos da subscrição de cada utilizador. Como resultado, os utilizadores da App Store poderão encontrar cada vez mais descontos e outros incentivos quando tentarem cancelar uma subscrição.
Infelizmente, isto em nada vem ajudar os casos abusivos de uso de subscrições. Hoje em dia chegamos ao ponto ridículo de ver subscrições em todo o tipo de apps, até naquelas em que isso não faz qualquer sentido! Esta tentativa de retenção sofrerá do mesmo mal: haverá developers que a usem de forma decente, haverá quem a use para tentar prolongar as subscrições abusivas. E, de certa forma, acaba por promover o custo diferenciado: como oferecer desconto aos clientes que tentam cancelar, enquanto os clientes "bonzinhos" que não se queixem continuam a pagar o preço total.
































