PlanetGeek

A curiosa história do Vocoder

22-03-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

O vocoder é algo que a maioria das pessoas associará a um efeito usado na música para criar vozes "sintetizadas", mas a sua origem remonta a algo completamente diferente.

O vocoder não foi criado para revolucionar a música, tendo sido originalmente criado para melhorar as telecomunicações. Em 1938, o engenheiro Homer Dudley da Bell Labs desenvolveu esta tecnologia para comprimir e transmitir a voz humana de forma mais eficiente através das linhas telefónicas. Ao analisar e reconstruir a fala, o vocoder conseguia reduzir a quantidade de dados necessária, com interesse fundamental para comunicações à distância.

Rapidamente, a tecnologia encontrou novos usos. Durante a 2ª Guerra Mundial foi utilizada para comunicações seguras, permitindo conversas encriptadas entre líderes militares. Este foi um dos primeiros exemplos da combinação entre síntese de voz e encriptação, antecipando sistemas modernos de comunicação segura. Só depois da guerra o vocoder começou a entrar no mundo da música. Artistas perceberam que podiam transformar a voz num instrumento, criando sons robóticos e futuristas que rapidamente se destacaram. O que começou como uma curiosidade técnica tornou-se numa ferramenta marcante em vários géneros musicais e fazendo parte - de forma mais marcada ou mais discreta - de êxitos à escala mundial, como Livin' On A Prayer (Bon Jovi), Show Me The Way (Peter Frampton), Around the World (Daft Punk), In The Air Tonight (Phil Collins), ou claro, The Robots (Kraftwerk).



Hoje em dia, o uso do vocoder recai essencialmente sobre a sua vertente musical ou de entretenimento; com a parte das comunicações de voz digitais a ter evoluído para sistemas que, apesar de manterem o espírito da codificação da voz, superaram amplatamente tudo aquilo que se poderia imaginar na altura em que Homer Dudley o inventou.

FSD na Europa poderá ser aprovado em Abril

22-03-2026 | 14:30 | Aberto até de Madrugada

Apesar das promessas de Musk, a aprovação do FSD da Tesla na Europa continua sem qualquer data assegurada para se materializar.

Depois de ter prometido aos fãs que o FSD chegaria à Europa ainda durante o mês de Março (e sugerindo aos seus seguidores que "pressionassem" a agência responsável pela aprovação), fica demonstrado que isso não se irá concretizar - agora indicando que a aprovação será feita em Abril. A Tesla diz já ter concluído todos os testes necessários nos Países Baixos, mas a decisão final continua nas mãos do regulador holandês (RDW), que ainda está a analisar o processo.

Segundo a Tesla, o sistema foi testado ao longo de mais de 1.6 milhões de quilómetros em estradas europeias, com milhares de cenários adicionais em circuitos de teste, e milhares de páginas de documentação técnica. Apesar disso, a RDW ainda não deu luz verde, frisando que o seu trabalho não é afectado por interferências externas, e que a sua única preocupação é a segurança dos condutores e demais utentes nas estradas. Mas mesmo que a aprovação aconteça em Abril, a expansão para o resto da Europa poderá demorar mais. A Tesla reconhece que a disponibilização do FSD a nível da União Europeia só deverá acontecer durante o Verão, aproveitando o mecanismo de reconhecimento mútuo entre países após a (aguardada) validação inicial nos Países Baixos.

Enquanto isso, e apesar de todas as promessas do FSD ser mais seguro que a condução humana, a Tesla continua a enfrentar casos mediáticos de acidentes provocados pelo FSD e, nos EUA, enfrenta novo processo de investigação pela NHTSA que pode culminar com um "recall" ao sistema - algo que certamente não cairá muito bem numa altura em que a Tesla iniciou a produção dos seus cibertáxis sem volante para duas pessoas (apesar de ainda não ter demonstrado que os táxis FSD conseguem efectivamente conduzir sozinhos com segurança).

Como fazer um injector de passwords com um Pi Zero

22-03-2026 | 14:02 | A Minha Alegre Casinha

O projecto de hoje mostra como usar um Raspberry Pi Pico como "cofre" para passwords com selector rotativo e ecrã.

Este Password Safe / Keyboard Injector que usa um Raspberry Pi Pico como sistema para introdução automática de passwords, que pode ficar escondido num mecanismo deslizante sob o tampo de uma secretária. Ou seja, quando chega o momento de introduzir uma password, pode simplesmente puxar-se o módulo, escolher a password desejada, e vê-la ser introduzida automaticamente no PC.

O processo de configuração e alteração das passwords (ou outros textos) é extremamente simples, já que podemos fazer com que o dispositivo apareça como uma "pen USB", bastando editar os ficheiros directamente no PC.
Dito isto, alguns alertas importantes. Este sistema, embora conveniente, não oferece qualquer segurança para as passwords, sendo - na prática - o equivalente a ter as passwords anotadas em post-it's colados no monitor. Qualquer pessoa com acesso físico ao dispositivo poderá ter acesso às passwords. Uma das formas de resolver isso seria adicionar uma qualquer camada de encriptação e autenticação ao dispositivo, para que só pudesse ser usado pelo utilizador legítimo - mas isso adicionaria bastante complexidade ao projecto. Como alternativa mais simples, podem considerar adicionar uma validação tipo PIN no processo de arranque, para desbloquear o dispositivo (embora isso não evitasse que o potencial acesso à base de dados das passwords no dispositivo por quem soubesse fazê-lo).

Portanto, será talvez melhor considerar isto como uma espécie de "macro keyboard", que pode ser usado para introduzir qualquer tipo de texto, e não como sistema "seguro" destinado a passwords. Tendo em conta a ampla capacidade de memória, podemos usá-lo para escrever automaticamente coisas mais longas, como moradas, assinaturas (com nome, email, e links adicionais), ou qualquer outro tipo de texto que se escreva regularmente e obrigue a perder bastante tempo.

Google usa AI para reescrever títulos dos resultados das pesquisas

22-03-2026 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

A Google está a dar novo passo polémico, usando AI para reescrever títulos dos resultados das pesquisas.

Depois do AI Mode já ter feito com que muitas pessoas deixassem de visitar os sites, limitando-se a ler o resumo gerado por AI, a Google vai ainda mais longe ao manipular deliberadamente os títulos das páginas nos resultados das pesquisas.

Tradicionalmente, ficamos habituados a que as pesquisas no motor de pesquisa da Google nos apresentassem a célebre lista de resultados, assumindo-se que algures entre os primeiros 10 resultados estivesse aquilo que se procurava. Ao longo dos anos isso foi sendo alterado, com a apresentação de resultados "sugeridos" e publicidade, mas mantendo a apresentação dos resultados fiel ao espírito original - algo que agora está a mudar. Agora, vamos deixar de poder confiar que os títulos que vemos na páginas dos resultados sejam efectivamente os títulos reais, pois os mesmos estão a ser reescritos pela AI da Google.

Ao contrário do que acontece na tab "Discover", onde isso já era feito, aqui não há qualquer justificação (ou explicação) quanto ao motivo pelo qual a Google acha que os títulos têm que ser reescritos. Mas, o que se sabe é que, ao estilo do que aconteceu com os resumos das notificações, estas reescritas AI por vezes deturpam completamente o sentido do título, podendo criar coisas completamente opostas ao que deveriam dizer.

Já sabemos que, com as tecnologias AI, não podemos acreditar em imagens e vídeos. E agora, graças aos resumos AI parece que também deixaremos de poder acreditar nos títulos das páginas que a Google nos apresenta nos resultados das pesquisas.

Jeff Bezos quer colocar mais de 50 mil data centers no espaço

22-03-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

Um mês depois de criticar a SpaceX, Jeff Bezos avança com medida idêntica, querendo colocar milhares de satélites "data center" em órbita.

Jeff Bezos quer levar a corrida espacial para um novo nível, com planos para uma terceira megaconstelação de satélites, desta vez focada em centros de dados no espaço. A proposta foi apresentada pela Blue Origin à Federal Communications Commission, detalhando o "Project Sunrise" (PDF link), que poderá incluir até 51.600 satélites em órbita baixa da Terra- menos que os "milhões" prometidos por Musk.

A ideia é criar uma nova camada de computação no espaço para complementar os centros de dados terrestres, especialmente numa altura em que a procura por processamento AI continua a crescer rapidamente. Segundo a empresa, os data centers espaciais poderão operar sem algumas das limitações físicas da infraestrutura terrestre, ajudando a escalar a capacidade global de processamento. Este movimento surge numa altura em que a concorrência também está a acelerar. Elon Musk e a SpaceX já têm planos ambiciosos para expandir a sua própria presença orbital, enquanto outras empresas começam a explorar conceitos semelhantes. A disputa está também ligada ao controlo de órbitas específicas com exposição solar constante, consideradas ideais para este tipo de infraestrutura.

O Project Sunrise junta-se a outros projectos já em curso ligados a Bezos, incluindo a constelação de internet por satélite da Amazon e novas redes de conectividade. No entanto, ao contrário da SpaceX, que já colocou milhares de satélites em órbita, a Blue Origin ainda está numa fase inicial. Resta agora saber como os reguladores vão reagir, e se estes planos ambiciosos se irão concretizar.

Nintendo Switch 2 pode ter bateria substituível

22-03-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

A Nintendo pode regressar às baterias substituíveis na Nintendo Switch 2, para cumprir as regras da UE.

De acordo com informações vindas do Japão, a Nintendo poderá estar a preparar uma versão revista da futura Nintendo Switch 2 com bateria substituível — pelo menos para o mercado europeu. Esta alteração visa cumprir as novas regras da União Europeia que obrigam os dispositivos com baterias a permitirem a substituição fácil por parte dos utilizadores.

A mudança deverá abranger tanto a consola como os comandos Joy-Con, permitindo remover as baterias de forma simples. Trata-se de uma adaptação directa à legislação europeia sobre o direito à reparação, que exige maior facilidade de manutenção nos dispositivos electrónicos.
Fica a incógnita de como a Nintendo irá lidar com os restantes mercados: se continuará a manter as baterias não substituíveis, ou se optará por manter um design único com baterias fáceis de trocar para todo o mundo - esperando-se que seja esta última a opção escolhida.

Actualmente, o processo de substituição de bateria não pode ser feito (facilmente) pelos utilizadores, embora exista um pequeno grupo que se dedique a essas coisas e até partilhe formas de como fazer upgade da bateria para uma de maior capacidade.

MS promete Windows 11 melhorado

21-03-2026 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

A Microsoft diz ter criado uma "equipa de elite" para corrigir todos os problemas do Windows 11.

A MS parece ter finalmente tomado consciência da frustração dos utilizadores com o uso do Windows 11 (ainda recentemente vimos novo bug que impede o login com contas Microsoft), e compromete-se a fazer alterações substanciais para o resolver. Ainda para este ano fica prometida uma grande actualização para o Windows 11, focada em resolver várias das principais críticas dos utilizadores.

Entre as novidades confirmadas estão melhorias significativas no desempenho, menor consumo de RAM, menos presença de publicidade, menos "imposição" de AI no sistema, e até o regresso da possibilidade de mover a barra de tarefas para os lados ou topo do ecrã.

A empresa promete um sistema mais rápido, consistente e fiável ao longo de 2026, com melhorias no desempenho geral, no Explorador de Ficheiros e até no Windows Subsystem for Linux. O objectivo é tornar o sistema mais leve e imediato, tanto em máquinas com hardware recente com nas máquinas com menos recursos. A pesquisa do Windows também será melhorada, com resultados mais rápidos e uma experiência mais uniforme em todo o sistema.
No lado da experiência de utilização, a Microsoft está a trabalhar para reduzir distrações e inconsistências visuais, além de melhorar a estabilidade geral. A barra de tarefas poderá voltar a ser posicionada no topo ou nas laterais do ecrã, algo que muitos utilizadores pediam desde o lançamento do Windows 11. A empresa também quer devolver aos utilizadores o controlo sobre as actualizações, permitindo suspende-las por tempo indefinido, e reduzir as actualizações que exigem reboots obrigatórios.

Outro ponto importante é a redução da presença do Copilot e de elementos AI em várias áreas do sistema, bem como uma abordagem mais equilibrada ao uso destas funcionalidades. Internamente, este esforço está a ser tratado como uma prioridade máxima, com o objectivo de recuperar a confiança dos utilizadores e tornar o Windows 11 mais atractivo face a alternativas como macOS e Linux. Veremos que tal estas prometas se materializam na realidade.

Como converter um teclado a pilhas para recarregável via USB-C

21-03-2026 | 18:30 | Aberto até de Madrugada

O projecto de hoje mostra como converter um teclado wireless a pilhas para um com bateria recarregável via USB-C.

Se há quem aprecie o aspecto de uma secretária limpa e livre de cabos, usando teclado e rato sem fios, há também quem sofra com os teclados com pilhas convencionais que, invariavelmente, ficam com as pilhas gastas no pior momento possível.

É certo que não é difícil trocar pilhas, e que - com uso normal - estas podem durar muitos meses, ou até anos. Dito isto, não é muito difícil avançar com o processo de conversão para uma bateria recarregável, com este projecto demonstra.

Os elementos centrais são um módulo de carga TP4056 com porta USB-C e uma bateria de 3.7V 300mAh.



Importa relembrar que embora o teclado passe a ter uma porta USB-C, a mesma serve apenas para efeito de recarregamento da bateria e não permite usar o teclado como teclado "com cabo".

Torna-se também obrigatório referir que, como solução bastante mais prática e imediata, podemos também simplesmente optar por usar pilhas recarregáveis (que regularmente vamos referindo por cá) - dispensando a necessidade de uma transformação mais radical como esta. Mas, não é por isso que deixa de ser um projecto interessante, e que poderá ser adaptado a outros dispositivos onde se deseje dizer adeus às pilhas em troca de uma bateria recarregável integrada.

Google Messages com partilha de localização

21-03-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

A Google está finalmente a lançar a partilha de localização em tempo real no Google Messages.

Mais de uma década após a morte do Google Latitude - o serviço de partilha de localização entre amigos que, na altura, foi transferido para o Google Maps - a Google começa a disponibilizar a funcionalidade de partilha de localização em tempo real no Google Messages. É uma funcionalidade que já era esperada há algum tempo, anunciada como parte do Feature Drop de Março de 2026, mas que só agora começou a ser activada de forma gradual.

Até aqui, a app já permitia enviar a localização, mas apenas de forma estática. Com esta actualização, passa a ser possível partilhar a localização em tempo real, permitindo que outra pessoa acompanhe o percurso ao vivo. A funcionalidade aproxima o Google Messages de rivais como WhatsApp e Telegram, que já oferecem esta opção há vários anos.
A nova opção surge destacada a verde dentro do menu de partilha e permite escolher entre durações predefinidas, como "uma hora", "até ao final do dia", ou definir um período personalizado entre um minuto e 24 horas. Durante a partilha, aparece um indicador no chat com o tempo restante, e um ponto verde que sinaliza que a localização em tempo real está activa.

A funcionalidade deverá funcionar tanto em conversas RCS como em mensagens tradicionais, recorrendo à infraestrutura do Find Hub da Google. Para utilizadores iOS, espera-se que a partilha seja feita através de um link do Google Maps.

Como é habitual, o lançamento está a ser feito de forma faseada, pelo que poderá demorar algum tempo até chegar a todos os utilizadores. Só estou admirado como é que a Google ainda "não deu a volta" e achou que seria boa ideia ter uma app dedicada para isto; até sugiro um nome: que tal Google Latitude?

Bug do Windows 11 impede login com conta Microsoft

21-03-2026 | 14:30 | Aberto até de Madrugada

O Windows 11 continua a sofrer com bugs ridículos, desta vez impedindo o login com conta Microsoft.

Mantendo a tradição de que cada actualização vem acompanhada de novos bugs, uma actualização recente do Windows 11 traz algumas melhorias úteis (e outras não tão úteis) como também um bug frustrante que está a impedir alguns utilizadores de aceder a serviços importantes. O mais recente Patch Tuesday melhora o desempenho ao sair do modo de suspensão e traz novos emoji. No entanto, o destaque vai para o bug que pode bloquear o acesso a apps como Microsoft Teams, Microsoft Edge, Excel e Word.

O erro afecta utilizadores que iniciam sessão com uma Microsoft Account, mostrando uma mensagem a indicar que "é necessária ligação à internet" - mesmo quando o computador está ligado à internet. Segundo a Microsoft, o problema está relacionado com um estado específico de conectividade e já está a trabalhar numa correcção, que deverá chegar em breve. Como solução temporária, é recomendado reiniciar o dispositivo mantendo ligação à internet desde o início, o que pode corrigir o estado de rede. Arrancar sem ligação à internet e activá-la mais tarde pode fazer ressurgir o problema.

O que torna este bug mais irónico é o facto da MS ter passado a exigir o uso de uma conta Microsoft durante o processo de instalação inicial do Windows, tornando cada vez mais complicado fazê-lo com uma conta tradicional offline que não fica dependente de haver, ou não, uma ligação à internet. Obrigar a tal, e depois penalizar os utilizadores com este tipo de bug, é exactamente o tipo de coisa que demonstra a necessidade da MS rever as suas prioridades; coisa que diz estar a fazer, havendo até relatos que internamente têm havido pressões para remover a exigência de conta Microsoft na configuração inicial do Windows.

Amazon prepara novo smartphone com foco na AI

21-03-2026 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

A Amazon parece estar a desenvolver um novo smartphone, com foco na AI e na sua Alexa melhorada.

Mais de uma década após o Fire Phone - que, apesar do nosso benefício da dúvida, acabou por ser um verdadeiro desastre - a Amazon poderá querer repetir a experiência, e desta vez esperar um desfecho diferente. Desta vez o foco não está nos efeitos 3D mas sim na nova tecnologia da moda, que ao contrário do 3D, está para ficar.

Ao contrário de um smartphone tradicional, este dispositivo poderá apostar numa abordagem diferente, mais próxima de um "anti-smartphone", focando-se principalmente no uso de assistentes AI para automatizar tarefas como fazer compras na Amazon, reproduzir conteúdos do Prime Video ou Prime Music, ou encomendar comida - tudo de forma mais imediata e directa, como se se estivesse a falar com um assistente humano e sem necessidade de interacção constante com o ecrã.



Apesar do foco na nova geração da Alexa e em funcionalidades AI, o sistema poderá usar Android como base em vez do Fire OS da Amazon. O desenvolvimento estará a cargo de uma nova divisão interna chamada ZeroOne, liderada por J Allard, conhecido pelo seu trabalho em produtos como a Xbox.

Não se pode dizer que seja surpresa que a Amazon queira estar presente nesta área e não deixar o mercado livre para os gigantes tecnológicos concorrentes, a par das mais startups AI que vão surgindo. A grande questão é saber se desta vez conseguirá conquistar o público, ou repetir os erros do passado. Para tal, pode considerar colocar o preço nos $0.99 logo no lançamento, em vez de o fazer com os Fire Phone quando já era tarde demais.

Leapmotor C10 REEV Hybrid é o "Híbrido Plug-in do Ano"

21-03-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

O Leapmotor C10 REEV Hybrid foi distinguido com o prémio “Híbrido Plug-in do Ano” na edição 2026 dos prémios "Seguro Direto Carro do Ano / Troféu Volante de Cristal".

Lançada comercialmente em Portugal em 2025, a Leapmotor consegue assim o primeiro reconhecimento nacional para a qualidade dos seus modelos e tecnologia, na mais prestigiada iniciativa do setor automóvel em Portugal.

A distinção reconhece a inovação tecnológica e a proposta diferenciadora do SUV eletrificado da marca, que combina a experiência de condução de um veículo elétrico com a segurança e a serenidade de uma autonomia alargada proporcionada por um eficiente sistema de extensor de autonomia.

O Seguro Direto Carro do Ano / Troféu Volante de Cristal, organizado pelo Expresso e pela SIC Notícias, é o mais antigo e prestigiado galardão automóvel em Portugal. O prémio é atribuído anualmente por um júri composto por jornalistas especializados, após um rigoroso processo de testes e avaliação que considera critérios como design, desempenho, qualidade, segurança, tecnologia, eficiência e relação qualidade-preço.

Autonomia alargada e experiência elétrica

O Leapmotor C10 equipado com a tecnologia inteligente de extensor de autonomia foi desenvolvido para proporcionar uma experiência de mobilidade elétrica completa, eliminando a chamada “ansiedade de autonomia”. O modelo combina um motor elétrico de 158 kW (215 cv) com um motor a gasolina de 1,5 litros que funciona exclusivamente como gerador para produzir eletricidade quando necessário. Assim, ao contrário dos híbridos tradicionais, as rodas são movidas exclusivamente pelo motor elétrico.

Esta solução permite alcançar uma autonomia total superior a 970 quilómetros, mantendo as vantagens da condução elétrica: funcionamento silencioso, resposta imediata e elevada eficiência energética. A bateria de 28,4 kWh proporciona uma autonomia elétrica até 145 km (WLTP), enquanto o consumo em modo combinado se fixa em 0,4 l/100 km, com emissões de 10 g/km de CO2.

A tecnologia REEV (Range-Extended Electric Vehicle) permite assim oferecer o melhor de dois mundos: uma condução essencialmente elétrica no quotidiano e a flexibilidade necessária para viagens de longa distância e em áreas com infraestruturas limitadas de carregamento elétrico.

A distinção atribuída no Seguro Direto Carro do Ano / Troféu Volante de Cristal reforça o posicionamento do modelo como uma proposta inovadora e acessível, do segmento D, que em Portugal está disponível a partir de 37.454€, IVA incluído.


[Pela Estrada Fora]

Dacia Bigster é o Carro do Ano 2026

21-03-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

O Dacia Bigster foi distinguido com o Seguro Directo Carro do Ano / Troféu Volante de Cristal 2026, o mais prestigiado galardão da indústria automóvel em Portugal.

Esta distinção assume um significado especial para a marca, já que é a primeira vez que a Dacia conquista o prémio Carro do Ano em Portugal desde a sua chegada ao mercado nacional, a 24 de abril de 2008.

Para além do título absoluto, o Dacia Bigster venceu também a categoria SUV Compacto do Ano, enquanto o inovador sistema de propulsão Hybrid-G 150 4×4, disponível nos modelos Bigster e no Duster, foi distinguido com o Prémio Tecnologia e Inovação. Uma tecnologia que alia eficiência híbrida ao baixo custo do GPL.

A edição de 2026 contou com 92 candidaturas, distribuídas por oito classes, das quais 28 modelos foram candidatos ao troféu absoluto. Ao longo dos últimos meses, os jurados — jornalistas dos principais órgãos de comunicação social do país — realizaram testes dinâmicos aos diferentes modelos, avaliando critérios como estética, desempenho, segurança, fiabilidade, preço e sustentabilidade ambiental.

Bigster: a visão da Dacia para o segmento C-SUV

Disponível em Portugal a partir de 24.550 euros, o Dacia Bigster marca a entrada da marca no segmento C-SUV, mantendo os valores fundamentais da Dacia: simplicidade, robustez e a melhor relação qualidade/preço do mercado.

Assente na plataforma CMF-B, o modelo beneficia de uma gama de motorizações eletrificadas que combinam eficiência e prazer de condução:
Hybrid 155, sistema híbrido completo que permite até 80% de condução elétrica em cidade
Mild Hybrid 140, com motor 1.2 turbo e tecnologia 48V
Mild Hybrid-G 140, solução bi-fuel gasolina/GPL com tecnologia mild hybrid
Hybrid-G 150 4×4, a nova motorização que combina hibridização, GPL e tração integral
Lançado há menos de um ano, o Bigster registou forte procura desde a sua chegada ao mercado, impulsionada sobretudo pela motorização Hybrid 155, responsável por cerca de 65% das vendas.

O modelo integra ainda soluções pensadas para reduzir a pegada ambiental, como a utilização do Starkle®, um material plástico inovador composto por 20% de materiais reciclados e totalmente reciclável. O sistema YouClip, presente nos modelos da marca, permite ainda personalizar o interior com acessórios modulares concebidos para simplificar o quotidiano.

HYBRID-G 150 4×4: tecnologia premiada que alia eficiência híbrida ao baixo custo do GPL

Num momento em que os condutores valorizam cada vez mais a eficiência e os custos de utilização, o GPL destaca-se como uma solução particularmente competitiva, beneficiando de um preço historicamente baixo em Portugal. É neste contexto que a Dacia introduz a tecnologia HYBRID-G 150 4×4, que combina hibridização, dupla alimentação gasolina/GPL e tração integral elétrica, permitindo reduzir os custos de utilização até 30%.

Distinguido com o Prémio Tecnologia e Inovação no Seguro Directo Carro do Ano / Troféu Volante de Cristal 2026, este sistema de propulsão único no mercado associa um motor mild-hybrid 1.2 de 48V com 140 cv no eixo dianteiro a um motor elétrico de 31 cv no eixo traseiro, proporcionando uma potência combinada de cerca de 150 cv.

O conjunto está ligado a uma caixa automática de dupla embraiagem de 6 velocidades, com patilhas no volante — uma novidade na Dacia — e a uma inovadora caixa de duas velocidades dedicada ao motor elétrico traseiro, concebida para otimizar a tração e o desempenho.

Graças à combinação de gasolina e GPL, bem como à recuperação de energia durante desacelerações e travagens, o sistema oferece elevada eficiência energética e grande autonomia. Com dois depósitos de combustível de 50 litros, os modelos Duster e Bigster HYBRID-G 150 4×4 podem atingir até 1.500 km de autonomia (WLTP), permitindo longas viagens com menor frequência de abastecimento.

Em condução urbana, o sistema mild-hybrid de 48V permite ainda circular até 60% do tempo em modo totalmente elétrico, contribuindo para uma condução mais eficiente.


[Pela Estrada Fora]

Músico apanhado em fraude de streaming de músicas AI

20-03-2026 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

Uma fraude que rendeu milhões de dólares com audições falsas de músicas AI termina com a possibilidade de cinco anos de cadeia para o responsável.

Um músico norte-americano declarou-se culpado de liderar um esquema de fraude em plataformas de streaming de música. Michael Smith admitiu ter carregado centenas de milhares de músicas criadas por AI em serviços como o Spotify, Apple Music, Amazon Music e YouTube Music, recorrendo depois a bots automatizados para inflaccionar o número de reproduções e amealhar mais de 10 milhões de dólares ao longo de vários anos.

Segundo as autoridades, o esquema decorreu entre 2017 e 2024, com mais de 1.000 contas automatizadas a gerar milhares de milhões de streams falsos. Para permitir o esquema, foi usado um enorme volume de músicas AI, que os bots (usando VPNs) "ouviam". Isto permitia manter um número baixo de audições por faixa, estratégia que contornava os sistemas antifraude das plataformas. Apesar de os lucros por reprodução serem reduzidos (menos de meio cêntimo), o facto de o fazer em escala industrial permitia-lhe obter cerca de 100 mil dólares por mês e mais de 1 milhão de dólares por ano.

Tendo sido apanhado pelas autoridades e admitindo ser culpado, Smith aceitou devolver mais de 8 milhões de dólares e enfrenta agora uma pena máxima de cinco anos de prisão. Torna-se também mais um exemplo de como os não se devem deixar seduzir pelos esquemas que prometem lucros fáceis à conta de cliques, audições ou visualizações.

iOS 26.4 permite grupos familiares com pagamento separado

20-03-2026 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

Com o iOS 26.4 passa a ser possível manter métodos de pagamento separados para cada membro de um grupo familiar.

A Apple vai fazer uma alteração importante no iOS 26.4 que torna a funcionalidade Family Sharing mais flexível. A partir desta versão, os membros adultos de um grupo familiar deixam de ser obrigados a usar um único método de pagamento partilhado, podendo agora pagar as suas próprias compras de forma independente.

Até agora, quando a partilha de compras estava activa, todas as transacções - como apps, música, filmes e subscrições - eram cobradas automaticamente ao organizador da família, sem opção para outros adultos utilizarem métodos de pagamento separados. Com a chegada do iOS 26.4, cada adulto poderá usar o seu próprio método de pagamento, continuando a manter o acesso ao conteúdo partilhado. A mudança simplifica bastante a utilização do Family Sharing, especialmente entre amigos, irmãos ou familiares que não querem dividir despesas directamente.

Continua a ser possível usar o método de pagamento do organizador, mas isso deixa de ser obrigatório. Para contas de crianças, nada muda: todas as compras continuam a depender do método de pagamento do organizador.

O iOS 26.4 deverá chegar ao público já na próxima semana, trazendo também outras melhorias e correcções, incluindo a de um bug no teclado que faz desaparecer letras.

Drone DJI Mini 3 a €273

20-03-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

Os quadcopters da DJI são considerados a referência no segmento, e temos a oportunidade de apanhar um Mini 3 a preço bastante tentador.

Quem já se aventurou no mundo dos drones de baixo custo e ficou desapontado pela dificuldade em controlá-los, poderá estar dispostos a dar o salto para um segmento superior, onde esse controlo é feito da forma que imaginava que fosse feito - sem que o drone esteja constantemente a "lutar" contra o utilizador. É isso mesmo que se sente nos modelos mais económicos da DJI, e ainda de melhor forma neste Mini 3 que fica agora disponível a um preço irresistível.
Este DJI Mini 3 está disponível por apenas 273 euros com envio da Amazon Espanha. Está também disponível com o DJI RC, controlador com ecrã, por 354 euros.

Há alguns anos rendi-me à promoção do DJI Spark e fiquei maravilhado a todos os níveis, ficando apenas com pena de não trazer o controlador dedicado (o que o limita ao alcance WiFi do smartphone), tendo depois feito a actualização para um Mini 2. Neste caso, este Mini 3 já resolve isso com o controlador incluído, permitindo controlá-lo a até 10 km de distância - o que me arrisco a dizer que será bastante assustador (mesmo a umas centenas de metros já dá "medo"! :)

Os 38 minutos de autonomia são também um dos pontos fortes, assim como a câmara 4K com gimbal de estabilização. Quem desejar mais, pode optar pelo pack Fly More, com mais baterias, carregador, mais hélices de substituição e bolsa.


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Morreu Chuck Norris - o "Texas Ranger"

20-03-2026 | 15:08 | Aberto até de Madrugada

Chuck Norris, o icónico actor que marcou várias gerações, morreu aos 86 anos.

Não é habitual falarmos de óbitos por aqui - algo que normalmente reservamos a lendas do mundo da informática - mas por vezes é merecida uma excepção. É precisamente isso que acontece com Carlos Ray Norris, mais conhecido pelo nome que o imortalizou no cinema e TV: Chuck Norris.

Chuck Norris morreu aos 86 anos mas deixa um legado que permanecerá na vida e memória de milhões de pessoas por todo o mundo. Norris sempre teve um interesse em artes marciais - tendo criado o seu próprio estilo e tido várias vedetas de Hollywood como alunos, como Steve McQueen e Priscilla Presley. Em 1972 interpretou o papel de vilão em Way of the Dragon (1972), combatendo com Bruce Lee, e isso catapultou-o para o protagonismo. Na década de 80 dominou os filmes de acção com filmes como Lone Wolf McQuade, a trilogia Missing in Action e The Delta Force, e na década seguinte conquistou novas gerações ao protagonizar a série "Walker, Texas Ranger", que se prolongou até 2001.

Com os seus papéis habituais de pessoa simpática e calma, mas que rapidamente podia dizimar um bando de inimigos com os seus pontapés rotativos, Norris conseguiu também criar um legado na geração "meme", com uma série de memes em que se assume como personagem suprema e imbatível. E incluindo até alguns que se tornam bem propícios para a ocasião.
Adeus Carlos Norris, obrigado por todas as memórias e momentos de diversão que proporcionaste, não serás esquecido.

Alemanha proíbe TCL de usar "QLED" enganador nas TVs

20-03-2026 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

Na Alemanha, a TCL foi proibida de anunciar as suas TVs como sendo "QLED", quando na realidade não usam Quantum Dots como se esperaria.

Muito se critica a UE de ter legislação excessiva, mas repetidamente fica demonstrado que, se assim não for, as empresas podem tomar demasiadas "liberdades" para enganarem os consumidores. Desta vez foram os tribunais alemães, que proibiram a TCL de comercializar alguns dos seus televisores como "QLED". O tribunal concluiu que certos televisores não usam a estrutura de quantum dots (QD) esperada nem oferecem o desempenho de cor associado a este tipo de tecnologia.

O caso surge após críticas antigas de concorrentes como a Samsung, que tem acusado a TCL de usar tecnologias mais baratas, baseadas em compostos fosforescente em vez de verdadeiros quantum dots. Testes independentes já tinham apontado para a ausência (ou presença mínima) de materiais essenciais de QD, levantando dúvidas sobre a capacidade destes modelos em oferecer uma gama de cores mais ampla. Apesar de a TCL ter defendido as suas práticas, o tribunal alemão considerou que a sua implementação de QD era insuficiente e enganadora.
Este problema não se limita a uma única marca. A decisão expõe uma questão mais ampla na indústria, onde termos como "QLED" são frequentemente usados de forma vaga no marketing. Alguns fabricantes recorrem apenas a quantidades residuais de quantum dots, ou a tecnologias alternativas, mas mantendo a designação QLED, induzindo os consumidores em erro.

Infelizmente, este tipo de práticas ocorre a todos os níveis. Nas telecomunicações era frequente venderem os planos "ilimitados" com limites, e agora vemos que nos televisores também se vendem "QLED" sem Quantum Dots - para não falar dos computadores que dizem ter um CPU que na realidade não têm. Por muito mau que seja a burocracia e legislação excessiva, por vezes parece tornar indispensável para evitar situações como estas.

Instalação de apps não-verificadas vai obrigar a período de espera de 24h no Android

20-03-2026 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

A Google revelou os detalhes do seu novo sistema de sideloading para instalação de apps não-verificadas.

Já sabemos como vão funcionar as restrições de uso de apps não verificadas na plataforma Android. Com a justificação da segurança, a Google quer que todos os criadores de apps estejam devidamente identificados - mas continua a dar uma opção para quem quiser instalar "qualquer app".

Este novo processo dá aos utilizadores a possibilidade de desactivar as protecções adicionais que impedem a instalação de apps de programadores não verificados. No entanto, não é algo que possa ser feito com um simples toque. Será necessário activar o modo de programador (developer mode) e, adicionalmente, passar por várias camadas de protecção: o utilizador tem de reiniciar o dispositivo, voltar a autenticar-se, e passar por um período de espera de um dia antes de poder confirmar a alteração.
O objectivo deste processo complicado é o de garantir que esta alteração não esteja a ser feita "no momento" por alguém a orientar o utilizador remotamente, uma técnica comum em esquemas de fraude.

Importa clarificar que isto não significa que os utilizadores têm que esperar 24 horas para instalar toda e qualquer não-verificada. O período de espera é apenas para activar essa capacidade, e depois de confirmada (com as 24h de espera), passa a ser possível instalar qualquer app de forma imediata. Pelo que é dito, também se pode voltar a desactivar o developer mode - algo que acaba por ser essencial para se poder usar determinadas apps, como apps bancárias, que se recusam a funcionar com esse modo activado.

O processo de instalação de apps directamente via ADB também não é afectado, podendo ser feito de forma imediata; e também haverá um modo de distribuição para grupos pequenos (até 20 pessoas), permitindo que estudantes ou developers possam continuar a desenvolver e partilhar apps sem necessidade de verificação.

Xiaomi SU7 renovado chega com autonomia de 902 km

20-03-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

A Xiaomi renovou o SU7, com mais tecnologia, desempenho e conforto - mas mantendo o seu habitual preço ultra-competitivo.

Xiaomi acaba de apresentar a nova geração do Xiaomi SU7, trazendo melhorias significativas - e que lhe valeram quase 90 mil pré-encomendas nas primeiras 24 horas.

O grande destaque vai para a autonomia e a nova arquitectura eléctrica. A versão Pro atinge até 902 km (CLTC), enquanto o modelo Max aproxima-se de um sistema de 900V, permitindo carregamentos extremamente rápidos de até 670 km de autonomia em apenas 15 minutos. No total, todas as versões beneficiam de melhorias, tanto em eficiência como em velocidade de carregamento, com suporte para tecnologia 5C.
O desempenho também sobe de nível, com novos motores mais potentes e melhorias no chassis. As versões base passam a ter 320 cv, enquanto o modelo Max chega aos 690 cv. A Xiaomi reforçou ainda a suspensão, travões e aerodinâmica, garantindo melhor comportamento em estrada. A nível da tecnologia, o LiDAR passa a ser de série em todas as versões, acompanhado por uma plataforma de computação de 700 TOPS que possibilita sistemas avançados de condução assistida - mesmo no modelo base, sem custos adicionais.
No interior e exterior, as alterações são mais subtis, com novas cores, detalhes visuais e pequenos ajustes no habitáculo. O modelo conta com iluminação ambiente interior RGB programável, mas não inclui o ecrã panorâmico a toda a largura na base do pára-brisas que existe no YU7.
A nível da segurança, a marca também deu resposta às críticas feitas ao modelo anterior, com ainda mais airbags, e um sistema de abertura de portas com tripla redundância, incluindo actuação mecânica para que funcione mesmo em caso de falha total de energia (algo que começará a ser exigido na China - a par da proibição dos volantes rectangulares).

Como sempre, tudo isto torna-se ainda mais atractivo ao olhar para os preços. O novo Xiaomi SU7 tem preço a começar nos 28.800 euros para o modelo base, 32.560 para o modelo Pro, e 38.880 para o modelo Max. Fala-se que a Xiaomi começará a vender os seus carros na Europa em 2027 - onde se espera que os preços se possam manter competitivos face aos fabricantes tradicionais (podem já reservar-me um YU7 GT para review :).