PlanetGeek
№ 01

SignalRGB cria mini PC feito de RAM

A SignalRGB fez um pequeno mini-PC inspirado na Steam Machine, mas com memória com fartura.

A SignalRGB criou um invulgar mini PC gaming que brinca com o facto da Steam Machine da Valve ter chegado com memória que alguns consideram insuficiente. Aqui os módulos de memória RAM tornam-se no elemento principal do design. Baptizado de RAM Machine, o sistema utiliza 36 módulos de RAM como revestimento da caixa, incluindo 16 módulos RGB sincronizados através do SignalRGB, criando um visual único que dificilmente passará despercebido.

Apesar do aspeto extravagante, o hardware é bastante convencional. No interior encontra-se um Intel Core Ultra 5, uma GeForce RTX 5060, uma motherboard B860-I, uma fonte de alimentação de 750 W, 32 GB de memória DDR5-8200 da Patriot e um SSD Patriot de 2 TB com velocidades até 7.400 MB/s. Como curiosidade, apesar da profusa iluminação RGB das memórias RAM da caixa, a memória no interior não possui iluminação RGB.
A estrutura exterior, composta pelos 36 módulos de RAM decorativos, pode ser removida por completo para facilitar o acesso aos componentes internos. Um ventilador RGB de grandes dimensões instalado na parte inferior ajuda a manter o sistema fresco, compensando o espaço reduzido típico de um formato mini-ITX.

Este mini-PC não está disponível para compra directa; em vez disso está a ser oferecido através de um passatempo que decorre até 7 de Setembro de 2026. Importa frisar que os módulos de RAM instalados no exterior são apenas decorativos e não aumentam a capacidade de memória nem estão ligados ao sistema, servindo apenas como elemento decorativos - caso contrário, seria quase certo que a "caixa" valeria bastante mais que o PC em si.

№ 02

Módulo de tomadas Aonoka com 3 USB + 3 tomadas a €22

Uma excelente opção para quem tem que lidar com um número crescente de dispositivos USB para recarregar, é usar um módulo de tomada com portas USB integradas, como é o caso deste módulo de tomada Aonoka com 3 tomadas mais 3 USB.

Hoje em dia temos uma grande variedade de carregadores USB, mas estes módulos de tomada com portas USB integradas acabam por ser uma solução bastante atractiva, já que permitem manter a utilidade da tomada original, mas adicionando portas USB adicionais para carregarem outros equipamentos sem necessidade de carregadores individuais.
Este módulo de tomada Aonoka com 3 tomadas mais 3 USB (2x USB-C, 1x USB-A) está disponível por apenas 22 euros na Amazon Espanha.

As portas USB podem fornecer até 20W PD e 18W QC, suficiente para assegurar um carregamento rápido na maioria dos dispositivos sem necessidade de ocupar uma tomada com um carregador USB dedicado. Como particularidade adicional, a ficha rotativa na traseira permite colocar o módulo na horizontal ou vertical, conforme seja mais conveniente, e ainda conta com práticos interruptores individuais para cada tomada e para as portas USB, para eliminar os chamados consumos "fantasma" de equipamentos em standby.

É uma opção bastante interessante, especialmente para locais como casas de banho ou cozinhas, onde será conveniente manter o acesso à tomada eléctrica, mas ainda assim arranjar forma de recarregar aparelhos via USB - não só os habituais smartphones e tablets, mas também coisas como colunas Bluetooth, relógios, iluminação recarregável, escovas de dentes e máquinas de barbear, etc.


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№ 03

Módulo de tomadas Aonoka com 3 USB + 3 tomadas a €22

Uma excelente opção para quem tem que lidar com um número crescente de dispositivos USB para recarregar, é usar um módulo de tomada com portas USB integradas, como é o caso deste módulo de tomada Aonoka com 3 tomadas mais 3 USB.

Hoje em dia temos uma grande variedade de carregadores USB, mas estes módulos de tomada com portas USB integradas acabam por ser uma solução bastante atractiva, já que permitem manter a utilidade da tomada original, mas adicionando portas USB adicionais para carregarem outros equipamentos sem necessidade de carregadores individuais.
Este módulo de tomada Aonoka com 3 tomadas mais 3 USB (2x USB-C, 1x USB-A) está disponível por apenas 22 euros na Amazon Espanha.

As portas USB podem fornecer até 20W PD e 18W QC, suficiente para assegurar um carregamento rápido na maioria dos dispositivos sem necessidade de ocupar uma tomada com um carregador USB dedicado. Como particularidade adicional, a ficha rotativa na traseira permite colocar o módulo na horizontal ou vertical, conforme seja mais conveniente, e ainda conta com práticos interruptores individuais para cada tomada e para as portas USB, para eliminar os chamados consumos "fantasma" de equipamentos em standby.

É uma opção bastante interessante, especialmente para locais como casas de banho ou cozinhas, onde será conveniente manter o acesso à tomada eléctrica, mas ainda assim arranjar forma de recarregar aparelhos via USB - não só os habituais smartphones e tablets, mas também coisas como colunas Bluetooth, relógios, iluminação recarregável, escovas de dentes e máquinas de barbear, etc.


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№ 04

Falha na Xbox deixou jogadores sem jogos

Uma falha que durou quase um dia impediu os jogadores Xbox de usarem as suas consolas.

A Microsoft confirmou que os serviços Xbox Live já foram totalmente restaurados após uma falha que impediu milhares de jogadores de iniciarem sessão e acederem às suas bibliotecas de jogos, ou efectuarem compras na plataforma. Segundo a actualização mais recente da empresa, a maioria dos utilizadores já consegue utilizar os serviços normalmente.

Durante a interrupção, várias funcionalidades essenciais ficaram indisponíveis, incluindo Account & Profile, Store & Subscriptions, Games & Gaming e Apps & Mobile. Algumas horas antes da resolução completa, a Microsoft já tinha indicado que a recuperação estava em curso e que a maioria dos jogadores voltava gradualmente a conseguir iniciar jogos. A Xbox Status Page confirma que todos os principais serviços voltaram a estar operacionais. No entanto, alguns utilizadores continuaram a relatar dificuldades ocasionais, embora em número bastante inferior ao registado durante o pico da falha, indicando que os problemas podem ter-se mantido por mais algum tempo. A MS promete para breve um relato detalhado do que aconteceu, e medidas para que não se volte a repetir.

Esta falha acontece num momento crítico em que tem havido grande polémica sobre a intenção da Sony de acabar com discos físicos na futura geração PlayStation 6, e demonstra que não é por se ter um jogo em formato físico que se fica automaticamente com a garantia de que o mesmo poderá ser jogado: nesta falha, os jogadores Xbox não puderam jogar os jogos, mesmo que tivessem os discos respectivos.

№ 05

Falha na Xbox deixou jogadores sem jogos

Uma falha que durou quase um dia impediu os jogadores Xbox de usarem as suas consolas.

A Microsoft confirmou que os serviços Xbox Live já foram totalmente restaurados após uma falha que impediu milhares de jogadores de iniciarem sessão e acederem às suas bibliotecas de jogos, ou efectuarem compras na plataforma. Segundo a actualização mais recente da empresa, a maioria dos utilizadores já consegue utilizar os serviços normalmente.

Durante a interrupção, várias funcionalidades essenciais ficaram indisponíveis, incluindo Account & Profile, Store & Subscriptions, Games & Gaming e Apps & Mobile. Algumas horas antes da resolução completa, a Microsoft já tinha indicado que a recuperação estava em curso e que a maioria dos jogadores voltava gradualmente a conseguir iniciar jogos. A Xbox Status Page confirma que todos os principais serviços voltaram a estar operacionais. No entanto, alguns utilizadores continuaram a relatar dificuldades ocasionais, embora em número bastante inferior ao registado durante o pico da falha, indicando que os problemas podem ter-se mantido por mais algum tempo. A MS promete para breve um relato detalhado do que aconteceu, e medidas para que não se volte a repetir.

Esta falha acontece num momento crítico em que tem havido grande polémica sobre a intenção da Sony de acabar com discos físicos na futura geração PlayStation 6, e demonstra que não é por se ter um jogo em formato físico que se fica automaticamente com a garantia de que o mesmo poderá ser jogado: nesta falha, os jogadores Xbox não puderam jogar os jogos, mesmo que tivessem os discos respectivos.

№ 06

Kimi K3 disponibilizado em open-source

Tal como tinha prometido, o mais recente Kimi K3 foi disponibilizado (parcialmente) como open-source.

Depois do seu lançamento mediático, a Moonshot AI cumpriu o compromisso de disponibilizar os pesos do seu novo modelo Kimi K3, permitindo que empresas e programadores executem o modelo AI nos seus próprios servidores ou façam alterações. A medioda reacende a discussão entre modelos AI fechados de empresas como a OpenAI e a Anthropic, e os modelos abertos, especialmente porque este modelo atinge um desempenho próximo dos modelos fechados mais avançados do mercado.

Segundo a Moonshot AI, o Kimi K3 consegue rivalizar com modelos de última geração, aproximando-se do desempenho do GPT-5.6 Sol e do Claude Fable nalgumas tarefas, superando gerações modelos AI ocidentais lançados há poucos meses. Adicionalmente, o modelo é susbtancialmente mais barato de executar, podendo ser até dez vezes mais económico graças a um sistema de cache que reduz o custo de processamento.

Releasing the model weights and technical report of Kimi K3.

Kimi K3 is our most capable model: a 2.8T MoE model with native visual understanding and a 1M-token context window.

New model architecture: 2.5x the intelligence per unit of compute, not just more params.

Alongside… pic.twitter.com/Yz5uWeMbIm

— Kimi.ai (@Kimi_Moonshot) July 27, 2026
Parte desta eficiência resulta da arquitectura utilizada. O Kimi K3 recorre a um sistema Mixture of Experts (MoE), activando apenas 104.2 mil milhões dos seus 2.8 biliões de parâmetros em cada tarefa. Além disso, utiliza formatos de baixa precisão para reduzir o consumo de memória, e uma nova tecnologia chamada Kimi Delta Attention que substitui os métodos tradicionais de gestão de memória, diminuindo ainda mais os requisitos de hardware e o tempo de execução.

Embora os pesos do Kimi K3 sejam públicos, o modelo não é totalmente open-source, já que o processo de treino e os conjuntos de dados continuam proprietários. A licença também não permite um uso totalmente livre, ressalvando que grandes empresas ou serviços de grande dimensão possam ter que pagar por ele em vez de o usarem de forma totalmente gratuita.

№ 07

Kimi K3 disponibilizado em open-source

Tal como tinha prometido, o mais recente Kimi K3 foi disponibilizado (parcialmente) como open-source.

Depois do seu lançamento mediático, a Moonshot AI cumpriu o compromisso de disponibilizar os pesos do seu novo modelo Kimi K3, permitindo que empresas e programadores executem o modelo AI nos seus próprios servidores ou façam alterações. A medioda reacende a discussão entre modelos AI fechados de empresas como a OpenAI e a Anthropic, e os modelos abertos, especialmente porque este modelo atinge um desempenho próximo dos modelos fechados mais avançados do mercado.

Segundo a Moonshot AI, o Kimi K3 consegue rivalizar com modelos de última geração, aproximando-se do desempenho do GPT-5.6 Sol e do Claude Fable nalgumas tarefas, superando gerações modelos AI ocidentais lançados há poucos meses. Adicionalmente, o modelo é susbtancialmente mais barato de executar, podendo ser até dez vezes mais económico graças a um sistema de cache que reduz o custo de processamento.

Releasing the model weights and technical report of Kimi K3.

Kimi K3 is our most capable model: a 2.8T MoE model with native visual understanding and a 1M-token context window.

New model architecture: 2.5x the intelligence per unit of compute, not just more params.

Alongside… pic.twitter.com/Yz5uWeMbIm

— Kimi.ai (@Kimi_Moonshot) July 27, 2026
Parte desta eficiência resulta da arquitectura utilizada. O Kimi K3 recorre a um sistema Mixture of Experts (MoE), activando apenas 104.2 mil milhões dos seus 2.8 biliões de parâmetros em cada tarefa. Além disso, utiliza formatos de baixa precisão para reduzir o consumo de memória, e uma nova tecnologia chamada Kimi Delta Attention que substitui os métodos tradicionais de gestão de memória, diminuindo ainda mais os requisitos de hardware e o tempo de execução.

Embora os pesos do Kimi K3 sejam públicos, o modelo não é totalmente open-source, já que o processo de treino e os conjuntos de dados continuam proprietários. A licença também não permite um uso totalmente livre, ressalvando que grandes empresas ou serviços de grande dimensão possam ter que pagar por ele em vez de o usarem de forma totalmente gratuita.

№ 08

Apple lança iOS 26.6

A Apple lançou o iOS 26.6, com melhorias de segurança e que prepara a chegada do iOS 27.

A Apple começou a disponibilizar o iOS 26.6 e o iPadOS 26.6, actualizações que corrigem 78 vulnerabilidades de segurança - um número elevado que, ao estilo do que aconteceu com a recente actualização do Windows - se deve à ajuda da AI na detecção de falhas. Devido ao elevado número de correçcões, é recomendado que os utilizadores instalem a actualização o mais rapidamente possível através de Definições > Geral > Actualização de Software.

Além das correções de segurança, o iOS 26.6 prepara os dispositivos para a chegada do iOS 27, introduzindo optimizações no índice de pesquisa do Spotlight - o processo que tem sido criticado por ser demasiado demorado no iOS 27. Estas alterações são essenciais para suportar as novas funcionalidades do Spotlight e da Siri, que passarão a utilizar um sistema de indexação mais avançado para pesquisar conteúdos armazenados no dispositivo. A Apple optou por começar a fazer este processo antecipadamente, porque os testes com a versão beta do iOS 27 mostraram que a reindexação pode demorar vários dias, ou até mais de uma semana, dependendo da quantidade de dados existente. Ao iniciar parte deste trabalho agora, a empresa pretende tornar a atualização para o iOS 27 mais rápida e transparente.

O iOS 26.6 inclui ainda um novo aviso chamado "Blocked Contacts Limit Reached", que informa o utilizador quando for atingido o limite de contactos bloqueados (algo que antes nunca se conseguia saber), a par de algumas melhorias como a limpeza da contagem do número de "copy-pastes" (que se tornou mais visível graças à app Loupe) e que podia ser usado para ajudar a identificar iPhones através das técnicas de fingerprinting.

Para quem for mais aventureiro, o iOS 27 está diponível em versão beta pública, para quem o quiser experimentar desde já.

№ 09

Galaxy S27 Pro e Ultra dão salto na bateria

Os novos Galaxy S27 Pro e S27 Ultra deverão chegar com preços mais elevados, mas pelo menos também terão autonomia melhorada.

A nova geração de smartphones topo de gama da Samsung poderá finalmente trazer o aumento de autonomia que os fãs pedem há anos. Segundo as mais recentes informações, tanto o Galaxy S27 Pro como o Galaxy S27 Ultra deverão chegar com baterias de maior capacidade, representando a maior evolução da marca nesta área nos últimos anos.

O Galaxy S27 Pro deverá incluir uma bateria com 5.087 mAh de capacidade nominal, valor que deverá ser comercializado como tendo 5.200 mAh de capacidade típica. Para um modelo mais compacto, trata-se de um aumento interessante face às gerações anteriores, prometendo uma autonomia superior sem comprometer o tamanho do equipamento.
Já o Galaxy S27 Ultra poderá dar um salto ainda maior, com uma bateria de 5.534 mAh de capacidade nominal, equivalente a cerca de 5.700 mAh de capacidade típica. Será um avanço considerável em relação aos 5.000 mAh do actual Galaxy S26 Ultra.

O aumento da capacidade poderá indicar que a Samsung está finalmente a recorrer a baterias silicon-carbon, uma tecnologia que permite armazenar mais energia sem aumentar significativamente as dimensões da bateria. Embora vários fabricantes chineses já utilizem esta solução há algum tempo, parece que também a Samsung se irá juntar à tendência com a família Galaxy S27.

№ 10

Ganha um hub USB 3.0 Anker 4-portas

Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta é um hub USB compacto da Anker.

A moda do minimalismo faz com que muitos portáteis venham com um número reduzido de portas USB, que obriga ao uso de hubs USB. No entanto, há muitos outros cenários em que estes multiplicadores de portas são convenientes: por exemplo, em Smart TVs em que se queira evitar ter que tentar acertar nas fichas USB que ficam escondidas na traseira. É por isso garantido que todos poderão dar uso a um destes hubs USB Anker de 4 portas.
Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

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Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.

№ 11

Google prepara desbloqueio automático do Pixel Watch

A Google foi buscar inspiração ao Apple Watch e prepara o desbloqueio automático do Pixel Watch através de um Pixel phone.

A Google está a preparar uma nova funcionalidade que permitirá aos smartphones Pixel desbloquearem automaticamente um Pixel Watch emparelhado. Actualmente, já é possível utilizar o relógio para desbloquear o telemóvel através da funcionalidade Watch Unlock, mas agora está a preparar o processo inverso - algo que já acontece nos Apple Watch.

Referências encontradas na versão mais recente da app Connected Phone & Watch revelam uma funcionalidade chamada "Phone to Watch Unlock". Quando estiver disponível, bastará desbloquear o smartphone para que o Pixel Watch seja automaticamente desbloqueado, evitando a necessidade de introduzir o PIN ou padrão directamente no relógio. A funcionalidade exigirá uma configuração inicial, durante a qual o utilizador terá de introduzir o PIN ou padrão do Pixel Watch no smartphone para estabelecer uma ligação de confiança entre os dois dispositivos. Caso o utilizador troque de relógio, essa relação será transferida automaticamente para o novo Pixel Watch, sem necessidade de repetir todo o processo.

A Google ainda não revelou quando esta novidade ficará disponível, mas tudo indica que poderá ser anunciada juntamente com o Pixel Watch 5, cuja apresentação está marcada para 12 de Agosto. Também não existem motivos técnicos para que a Google não possa fazer chegar isso aos Pixel Watch anteriores através de uma actualização.

№ 12

Apple Care One chega à Europa por €21/mês

A Apple faz chegar o Apple Care One a alguns países europeus em Agosto, para protecção adicional dos seus produtos.

A Apple anunciou que o Apple Care One vai chegar a mais quatro países a partir de 4 de Agosto. Depois de ter sido lançado exclusivamente nos Estados Unidos na semana passada, o novo plano de protecção estará também disponível no Reino Unido, França, Alemanha e também Austrália.

O Apple Care One reúne num único plano todas as vantagens do AppleCare+, incluindo reparações ilimitadas, cobertura contra roubo e perda, e acesso prioritário ao suporte técnico da Apple, permitindo ainda proteger vários dispositivos com uma única subscrição. Além do iPhone, os utilizadores podem incluir dispositivos como os iPad, Apple Watch, Mac e AirPods - desde que tenham até quatro anos de antiguidade. Outra vantagem é a possibilidade de apresentar até três pedidos de cobertura por roubo ou perda por ano, distribuídos entre todos os dispositivos associados ao plano, tornando-o uma opção mais prática para quem utiliza vários produtos da Apple.

No Reino Unido, o Apple Care One custa £16,99 por mês para até três dispositivos, com a possibilidade de adicionar equipamentos extra por £4,99 mensais cada. Em França e na Alemanha, o preço é de 20,99 € por mês, mais 5,99 € por cada dispositivo adicional, enquanto na Austrália o plano está disponível por AU$29,99 mensais, com um custo adicional de AU$8,99 por cada equipamento extra. Para aqueles que habitualmente optam por subscrever os seguros de protecção quando compram coisas, poderá ser uma opção mais vantajosa... quando eventualmente também ficar disponível em Portugal.

№ 13

GrapheneOS explica o que precisa para manter um Android seguro

O projecto GrapheneOS revelou mais detalhes sobre os requisitos de hardware que considera necessários para garantir a segurança nos Android.

O GrapheneOS confirmou que o suporte oficial para smartphones Motorola continua previsto para 2027, revelando que são os mais recentes avanços de segurança da Qualcomm que estão a tornar essa expansão finalmente possível. A informação surge vários meses depois de a Motorola e a equipa do GrapheneOS anunciarem uma parceria de longo prazo durante a MWC 2026.

Actualmente, o GrapheneOS apenas é compatível com smartphones Google Pixel, uma vez que são os únicos dispositivos Android que cumprem todos os requisitos de segurança exigidos pelo projecto. No entanto, as melhorias implementadas pela Qualcomm irão permitir que os futuros modelos da Motorola ofereçam o nível de protecção necessário.

GrapheneOS has strong defenses against data extraction. It heavily builds upon the standard security features provided by Android 17 and the most secure hardware available for Android. Currently, only Pixels provide the hardware security features and updates required by…

— GrapheneOS (@GrapheneOS) July 26, 2026
Entre os requisitos está a implementação do novo sistema de limitação de tentativas de PIN e passwords introduzido no Android 17, que utiliza um Secure Element para dificultar ataques de força bruta. O sistema limita o número de tentativas consecutivas e aumenta progressivamente o tempo de espera após cada falha, totalmente por hardware, reforçando a proteção dos dados armazenados no dispositivo. Além destas funcionalidades, o GrapheneOS acrescenta várias camadas extra de segurança, incluindo passwords mais longas (passando de um limite de 16 para 128 caracteres), autenticação com impressão digital combinada com segundo factor em PIN, protecções contra exploração de vulnerabilidades, bloqueio de ligações USB quando o dispositivo está bloqueado, e reinício automático configurável.

O GrapheneOS tem ganho maior visibilidade recentemente devido ao seu sistema de protecção com password "falsa", que despoleta a eliminação completa do dispositivo, e que está agora no centro de um processo nos EUA que pode acabar em prisão.

№ 14

Game Compressor comprime os jogos do Steam

O Game Compressor promete reduzir o tamanho dos jogos do Steam em até 50%, mas é possível fazer o mesmo usando apenas o Windows.

Os jogos têm crescido para tamanhos assustadores, que por vezes podem representar várias centenas de gigabytes! Não é por isso descabido que muitos procurem formas de poupar espaço, para que possam ter mais jogos no seu computador sem recorrer à eliminação de jogos já instalados.

O Game Compressor é um pequeno utilitário que promete comprimir os jogos do Steam, podendo fazer com que fiquem com apenas 50% do seu tamanho - resultado que, no entanto, irá variar de jogo para jogo. Mas, a parte que poderá surpreender alguns é a de que este utilitário apenas faz a gestão daquilo que Windows já faz de origem, e que está disponível mesmo para quem não quiser pagar os 5.99 euros pedidos pelo Game Compressor.

A compressão do Windows

O Windows já disponibiliza a funcionalidade de compressão transparente de pastas e ficheiros. E isso é algo a que qualquer pessoa pode aceder e usar, clicando com o botão direito do rato numa pasta, indo às propriedades, e activando a opção de "comprimir esta pasta para poupar espaço".

Como tal, podemos simplesmente ir à pasta de jogos do Steam, activar a compressão, e tirar partido da poupança de espaço. No entanto, isto não quer dizer que o Game Compressor não faça sentido, pois dá-nos um interface visual mais apelativo sobre a forma como as coisas estão a ser comprimidas, a poupança de espaço obtida, e também a opção para alterar o método de compressão. Ao fazê-lo directamente via Windows ficamos automaticamente limitados ao modo de compressão mais básica (mas mais rápida), sem opção de escolher o método de maior compressão.

O CompactGUI

Felizmente, e como é habitual, há quem já tenha pensado nisso. O CompactGUI é um pequeno interface open-source que faz precisamente o mesmo tipo de coisa do Game Compressor, mas que é totalmente gratuito. Também aqui estamos perante um utilitário que se limita a tirar partido das funcionalidades de compressão disponibilizadas pelo sistema, mas também com maior controlo e feedback visual. Entre elas está a opção de usar a compressão LZX em vez da XPRESS4K, que permite compressões bastante superiores - à custa de maior tempo durante a fase da compressão.

Mas considerando que os jogos são algo que permanece estático no disco (tirando quando há updates), é uma troca que se torna bastante vantajosa. Como exemplo, um jogo como o ARK Survival Evolved pode passar de 169 GB para 91.2 GB, o que é uma redução substancial. E, claro, não se está limitado a usá-lo apenas em jogos: o Adobe Photoshop pode passar de 1.71 GB para 886 MB.

Dito isto, já era tempo do Windows dar uma forma gráfica de permitir escolher facilmente o nível de compressão nas pastas e ficheiros comprimidos. Pode ser que eventualmente surja como resultado da modernização que está a ser feita na página das propriedades, que se tem mantido praticamente inalterada desde os primeiros Windows.

№ 15

Aqara Hub M3 para domótica a €129

A Aqara tem uma das famílias mais completas e económicas para quem quer criar ou expandir uma casa inteligente.

A Aqara é uma nossa velha conhecida, dos tempos em que já disponibiliza sensores ZigBee de baixo custo que não tinham concorrência. Hoje, trago-vos o seu mais recente hub, o Aqara Hub M3, que chega preparado para lidar com todas as tecnologias do momento, incluindo Matter, Thread, Zigbee, Bluetooth, WiFi, PoE, e até IR - o que o torna numa opção extremamente versátil para lidar com todas as eventualidades. Adicionalmente, conta com ampla compatibilidade com as mais populares plataformas, incluindo o Apple Home, Google Home, Amazon Alexa e, obviamente como não podia deixar de ser, também o Home Assistant.

O Aqara Hub M3 está dispoinível por 129 euros na Amazon Espanha - desconto de 20% aplicado automaticamente no checkout.

Há toda uma vasta lista de sensores e dispositivos Aqara, que vão de sensores de movimento, presença, água, temperatura e humidade, a micro-módulos de controlo, interruptores, passando por sensores de fumo, videoporteiros, câmaras, fechaduras electrónicas, lâmpadas, e muito mais - tudo normalmente disponível a preços bastante concorrenciais. O facto do hub contar com integração Matter e Thread também facilita a interoperabilidade com outros dispositivos, pelo que se torna numa excelente opção para quem quiser começar de forma simples, e no futuro contemplar a expansão para cenários mais complexos.


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№ 16

AMD Zen 7 ainda funcionará no socket AM5

Quem tiver um computador com socket AM5 ainda deverá poder tirar partido dos futuros AMD Ryzen Zen 7.

Num momento em que é má altura para montar um novo PC devido aos custos exorbitantes da memória (e SSDs, e placas gráficas), resta o consolo de quem tiver uma máquina com socket AM5 poder mantê-la modernizada durante os próximos anos. Os rumores indicam que os futuros Ryzen com arquitectura Zen 7 ainda deverão suportar o socket AM5. A partir da geração Zen 8, prevista para depois de 2030, a AMD deverá fazer a transição para o novo AM6, acompanhado de suporte nativo para DDR6 e PCIe 6.0.

A AMD já confirmou que o socket AM5 continuará a ser suportado até, pelo menos, 2029, prolongando significativamente a vida útil da plataforma lançada em 2022. Antes da chegada do Zen 7, a empresa deverá lançar os processadores Ryzen baseados em Zen 6, conhecidos pelo nome de código Olympic Ridge, que prometem melhorias no número de núcleos, frequências, cache, e eficiência, graças a um novo processo de fabrico.
Segundo os rumores, o Zen 7 continuará a recorrer a memória DDR5, embora possa tirar partido de tecnologias mais rápidas, como MRDIMM e LPDDR5X. Isto valida as informações já dadas pela AMD que só pretende introduzir um novo socket quando existir uma evolução realmente significativa nas interfaces de memória e de expansão, tal como aconteceu na transição para o AM5. Isso significa que o AM6 marcará uma nova fase para os processadores Ryzen, trazendo suporte nativo para DDR6 e PCIe 6.0. Até lá, a estratégia da AMD de manter o mesmo socket durante vários anos continua a ser vista como uma das maiores vantagens da plataforma, permitindo aos utilizadores actualizar o processador sem terem que substituir toda a motherboard a cada nova geração.
Resta esperar que, lá para o final da década, já se tenha regressados aos tempos em que se podia comprar várias dezenas de gigabytes de RAM sem ter que pedir um empréstimo ao banco.

№ 17

iPhone dos 20 anos deverá apostar no ecrã total

Depois do salto evolutivo do iPhone X, todas as atenções se viram para o iPhone que marcará os 20 anos, em 2027.

A Apple estará a preparar nova transformação para o iPhone do 20º aniversário, previsto para o Outono de 2027. Conhecido informalmente como "iPhone 20", o modelo deverá marcar a maior mudança de design desde o iPhone X, apostando num visual quase inteiramente em vidro e servindo de referência para as futuras gerações do smartphone.

Os rumores apontam para um design com vidro curvo nos quatro lados e um ecrã que ocupa praticamente toda a parte frontal, eliminando ao máximo as molduras visíveis. A Apple estará também a trabalhar para remover qualquer recorte visível no ecrã, escondendo o Face ID e a câmara frontal sob o painel. No entanto, caso a tecnologia ainda não esteja pronta a tempo, poderá manter um pequeno orifício para a câmara ou uma versão ainda mais discreta da Dynamic Island.
O equipamento deverá ser lançado em dois tamanhos, semelhantes aos modelos Pro atuais, com cerca de 6.3" e 6.9", embora o modelo maior possa ser comercializado como um smartphone de 7" graças ao novo design. Outra novidade poderá ser (finalmente) a chegada de botões hápticos, substituindo os tradicionais botões físicos por controlos sensíveis ao toque que simulam a sensação de clique através de vibração. Uma tecnologia que já era esperada ser aplicada nas últimas gerações, mas que a Apple parece ter adiado para estrear no iPhone 20.

Apesar de muitos detalhes ainda dependerem de testes internos, espera-se que este iPhone represente um dos maiores saltos de design na história da Apple. O lançamento deverá acontecer juntamente com a segunda geração do iPhone dobrável, e chegará numa altura em que se espera que a nova Siri AI tenha finalmente amadurecido ao ponto de se tornar efectivamente útil (e espera-se que, por essa altura, também já acessível aos utilizadores na UE).

№ 18

Powerbank UGREEN 145W 20000mAh com Qi2 a €101

Para aqueles que procuram a máxima autonomia longe de uma tomada ou porta USB, este mega power bank de 145 W da UGREEN assegura que ficarão bem servidos.

Os powerbanks há muito que são companhia habitual de muitos utilizadores, permitindo uma utilização intensiva e despreocupada de smartphones e tablets, sabendo-se que a sua autonomia poderá ser prolongada assim que for necessário sem estar dependente da proximidade de uma tomada eléctrica ou carregador. E no caso deste powerbank UGREEN Nexode não só temos uma capacidade ultra generosa, como a possibilidade de carregamento rápido de alta potência e ainda carregamento wireless Qi2.
Este power bank UGREEN Nexode Power Bank 20000mAh 145W está disponível por 101 euros na Amazon Espanha.


Além de poder ser recarregado rapidamente a 65 W, o seu elemento de destaque é permitir o uso simultâneo das portas USB para carregamentos rápidos até um máximo total de 145W. A isto soma-se a capacidade de carregar um smartphone Qi2 (como os iPhones com MagSafe), evitando o uso de um porta e cabo - o que ajuda a compensar o facto de ter apenas uma porta USB-A e duas USB-C. Outro ponto positivo é o facto de ter um ecrã que permite acompanhar em tempo real o estado de cada porta, o que se torna bastante prático para saber se os carregamentos estão a ser feitos à velocidade pretendida, e ajudando a identificar problemas com cabos.


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№ 19

Código de "auto-destruição" do GrapheneOS pode valer cadeia nos EUA

Nos EUA, um homem que recorreu ao "duress code" do GrapheneOS para apagar o seu smartphone numa inspecção fronteiriça arrisca-se a ir para a prisão.

Um homem nos Estados Unidos está a enfrentar um processo judicial depois de ter utilizado o duress PIN do GrapheneOS durante uma inspecção fronteiriça, fazendo com que o seu smartphone fosse automaticamente apagado. O caso poderá tornar-se um precedente importante para utilizadores de ferramentas de privacidade, já que é a primeira vez que esta funcionalidade parece estar no centro de uma acusação criminal.

O duress PIN é uma funcionalidade do GrapheneOS que permite configurar um código alternativo que, em vez de desbloquear o dispositivo, apaga todos os dados do equipamento. O sistema foi criado para proteger a informação do utilizador em situações de coação, mas as autoridades norte-americanas alegam que o suspeito utilizou esta funcionalidade para impedir a apreensão do telemóvel durante uma inspecção no aeroporto de Atlanta em Janeiro de 2025.
Os procuradores acusam o homem de destruição de propriedade com o objectivo de impedir a apreensão por parte do Governo, uma infracção prevista na legislação federal dos EUA. Já a defesa argumenta que os agentes exigiram acesso ao telemóvel sem mandado, recusaram os pedidos para contactar um advogado, e violaram os seus direitos durante o interrogatório, pedindo por isso que as provas obtidas sejam consideradas inadmissíveis.

A decisão judicial só deverá ser conhecida no final de Outubro. Até lá, o caso está a ser acompanhado com bastante atenção pelos defensores da privacidade digital, uma vez que poderá definir os limites legais da utilização de funcionalidades de protecção como o duress PIN, especialmente quando entram em conflito com investigações conduzidas pelas autoridades.


№ 20

Google prepara novas limitações ao ADB no Android

Com a habitual desculpa da segurança, a Google pode aplicar novas restrições ao uso do ADB no Android.

A Google está a avaliar alterações ao funcionamento do Android Debug Bridge (ADB) que poderão limitar uma das funcionalidades mais apreciadas pelos utilizadores avançados do Android. A proposta em discussão prevê limitar o serviço às ligações externas, como USB e WiFi, bloqueando as ligações através de localhost (127.0.0.1). Caso avance, ferramentas como o Shizuku e Termux poderão deixar de executar comandos ADB directamente no dispositivo, sem necessidade de um computador.

A ideia surge por motivos de segurança. Segundo os engenheiros da Google, manter o ADB acessível através de localhost pode criar uma superfície de ataque que apps maliciosas poderiam explorar para obter permissões elevadas. A discussão ganhou força após a descoberta da vulnerabilidade CVE-2026-0073, entretanto corrigida nas actualizações de segurança de Maio de 2026, mas que demonstrou os riscos associados ao ADB sem fios. Apesar das preocupações, a proposta ainda está numa fase inicial e não foi tomada qualquer decisão. A própria Google reconheceu o feedback da comunidade e está a analisar o equilíbrio entre segurança e funcionalidade. Entre as sugestões apresentadas está a criação de uma opção nas Developer Options que permita activar manualmente o on-device ADB, mantendo a funcionalidade disponível apenas para quem realmente a pretende utilizar.

Para já, ferramentas como Shizuku e Termux continuam a funcionar normalmente. No entanto, a possibilidade de novas restrições juntou-se às recentes limitações impostas ao Android, aumentando a preocupação entre os utilizadores mais avançados e ou que desejem ter total controlo sobre os seus dispositivos. Resta agora esperar para ver se a Google opta por reforçar a segurança sem comprometer a flexibilidade que sempre distinguiu o Android.