PlanetGeek
№ 01

OpenAI lança GPT-6.1 Terra

O GPT-6.1 Terra da OpenAI posiciona-se como modelo AI intermédio com preço competitivo.

A OpenAI apresentou o GPT-6.1 Terra, um novo modelo de inteligência artificial concebido para interagir com computadores, analisar informação visual, programar, e executar tarefas do dia a dia. Posicionado como uma alternativa mais rápida e económica aos modelos de maior dimensão, o Terra consegue realizar tarefas como preencher formulários, interpretar desenhos técnicos, editar vídeos, e automatizar operações repetitivas no computador. O modelo produz textos mais claros e naturais que o seu antecessor, o GPT-5.6 Terra.

Uma das principais vantagens do Terra é o preço. A utilização da API custa 1 dólar por milhão de tokens de entrada e 5 dólares por milhão de tokens de saída, tornando-o 50% mais barato do que o GPT-5.6 Terra e o GPT-6.1 Sol. No benchmark Agents' Last Exam, o Terra obteve uma pontuação 15 pontos percentuais superior à do antecessor, com um nível médio de raciocínio, custando cerca de um terço. O modelo consegue concluir tarefas três vezes mais depressa que o GPT-6 Astra e o GPT-6.1 Sol.
O novo modelo apresenta também melhorias significativas na precisão e na programação. Segundo os testes internos da OpenAI, a taxa de erro com um nível baixo de raciocínio desceu dos 53.6% do GPT-5.6 Terra para 16.7%. No nível máximo de raciocínio, a taxa de erro cai para apenas 4.3%. O desempenho em programação também mais do que duplicou no Terminal-Bench 4.0, passando de 21.5% para 50.3%. Ainda assim, a OpenAI continua a recomendar o GPT-6.1 Sol ou o GPT-6 Astra para as tarefas de programação mais complexas.

O GPT-6.1 Terra já está disponível para os utilizadores dos planos Plus, Pro, Enterprise e Edu através do ChatGPT Work e do Codex, bem como pela API, com o identificador gpt-6.1-terra. Resta saber se estes argumentos serão suficientes para atrair interessados, face a simplesmente manterem-se no mais capaz GPT-6.1 Sol.


№ 02

Hub USB 3.0 Vkusra 7-portas com interruptores individuais a €25

Precisam de um hub USB 3.0 com quantidade generosa de portas, mas que também permita desligá-las individualmente sem tirar / meter fichas? Então espreitem este hub.

Os hubs USB tornaram-se uma necessidade da vida moderna, especialmente para acompanharem os portáteis que vêm equipados com poucas portas USB, que rapidamente se esgotam assim que ligamos um teclado e rato externo. Adicionalmente, há casos particulares, de pessoas que precisam de um número superior de portas USB. Este hub da Vkusra tem 7 portas que permitem maior liberdade na quantidade de dispositivos USB que podemos utilizar, mas o que o torna mais especial é o facto de todas as portas contarem com o seu próprio botão para que possam ser ligadas ou desligadas individualmente.
O hub USB 3.0 Vkusra 7-portas com interruptores está disponível por apenas 25 euros na Amazon Espanha, e inclui fonte de alimentação de 15W.

Pode ser o companheiro ideal para quem tiver que fazer a replicação de pens USB em média escala (se precisar de mais, pode sempre investir num hub de 16 portas, também com interruptores), ou simplesmente que tenha uma série de equipamentos USB que deseje manter acessíveis (por exemplo: gravador CDs externo, scanner, câmaras digitais, webcam, discos externos, etc.) mas com a possibilidade de os poder desligar sem retirar a ficha - algo que até pode funcionar como medida de protecção, prevenindo que uma infecção de ransomware se possa espalhar a um disco externo de backup, que apenas se ligue para os backups e depois se mantenha desligado.


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№ 03

Apple lança MacBook Pro de 14" com M6

A par dos novos iMac M6, a Apple lançou também um MacBook Pro de 14" com chip M6.

A Apple apresentou uma versão renovada do MacBook Pro de 14 polegadas, equipada com o novo chip M6, que oferece melhorias no desempenho do CPU, nos gráficos, e nas capacidades AI. O processador inclui um CPU de 12 núcleos, com dois supernúcleos, quatro núcleos de desempenho e seis núcleos de eficiência, acompanhado por um GPU de 12 núcleos. Em comparação com o modelo anterior, equipado com o M5, a Apple promete um desempenho gráfico até 30% superior e melhorias de até 25% nas tarefas de AI, tornando o portátil mais adequado para trabalhos profissionais exigentes e ao processamento AI local.

O desempenho em tarefas AI recebe um salto significativo graças a um sistema Neural Engine duplo de 16 núcleos, que duplica o total de núcleos desta unidade de 16 para 32. O GPU também inclui Neural Accelerators dedicados, enquanto a largura de banda da memória atinge os 170 GB/s nas configurações com 24 GB ou 32 GB de memória unificada. No entanto, o modelo base com 16 GB fica-se pelos 153 GB/s, tal como a geração anterior. Estas melhorias foram concebidas para tirar maior partido do Apple Intelligence, da Siri AI, e da execução local de LLMs.
A conectividade também foi melhorada com o chip sem fios N1 da Apple, que acrescenta suporte para WiFi 7 e Bluetooth 6. O portátil passa a conseguir ligar dois monitores externos 4K com taxas de actualização até 165 Hz, contra os anteriores 144 Hz. O armazenamento começa nos 1 TB, estando disponíveis configurações com até 32 GB de memória unificada e 4 TB de SSD. As opções de cor continuam a ser Preto Sideral e Prateado.

O novo MacBook Pro de 14 polegadas tem um preço inicial de 2349 euros, incluindo 16 GB de memória unificada e 1 TB de armazenamento. Caso carreguem nas opções, o preço pode chegar aos 4444 euros, ou até mais se optarem pelo ecrã nanotextura. As pré-encomendas começam no dia 28, com as entregas marcadas para 6 de Novembro. Continuam disponíveis as versões com chips M5 Pro e M5 Max, sendo que, por agora, o MacBook Pro de 16" não recebe esta opção do chip M6.


№ 04

Apple apresenta iMac M6

A Apple revelou a mais recente geração iMac, com chips M6.

A Apple apresentou um novo iMac de 24" equipado com o chip M6, trazendo melhorias de desempenho sem alterar o design já conhecido. O computador tudo-em-um mantém o ecrã 4.5K Retina, a câmara de 12 MP com Center Stage e suporte para Desk View, bem como as sete opções de cor: azul, verde, cor-de-rosa, amarelo, roxo, laranja e prateado. O ecrã continua a atingir 500 nits de brilho e o equipamento inclui seis colunas, três microfones, e suporte para Apple Intelligence e Siri AI.

O chip M6 oferece ganhos consideráveis face à geração anterior com M4. A Apple anuncia um desempenho gráfico até duas vezes superior e um desempenho em tarefas AI executadas no próprio dispositivo até cinco vezes mais rápido. O processador inclui um Neural Engine duplo de 16 núcleos e Neural Accelerators integrados em cada núcleo do GPU, além de uma largura de banda de memória de até 170 GB/s. Os primeiros resultados de benchmarks apontam para um desempenho do CPU cerca de 40% superior ao do modelo com M4. A Apple compara-o também com modelos mais antigos, sendo até 12 vezes mais rápido do que a versão com M1 e 18 vezes mais rápido que o último modelo com chips Intel.
A conectividade e a velocidade de armazenamento também foram melhoradas. O novo iMac integra o chip sem fios N1 da Apple, com suporte para WiFi 7 e Bluetooth 6, enquanto a tecnologia PCIe 5.0 permite duplicar as velocidades de leitura e escrita do SSD face à geração anterior. A configuração base inclui um CPU de 10 núcleos, GPU de 10 núcleos, 16 GB de memória, 256 GB de armazenamento e duas portas Thunderbolt 4. A versão superior oferece um CPU e GPU de 12 núcleos, além de quatro portas Thunderbolt 4. A memória pode atingir os 32 GB e o armazenamento chega aos 2 TB.

Os preços começam nos €1829 e €2029 para o modelo base dependendo do CPU, podendo chegar aos 3800 euros se se optar pelas configurações de topo com vidro nanotextura. As pré-encomendas arrancam a 28 de Outubro e a chegada às lojas está prevista para 6 de Novembro. A Apple continua a incluir o Magic Mouse e o Magic Keyboard com Touch ID.

№ 05

X incentiva promoções pagas com braço no ecrã

Quem fizer escrever algo no X arrisca-se a ver um braço atravessar o ecrã para clicar no botão de pagar para promover a publicação.

O X (ex-Twitter) está a recorrer a uma táctica bem intrusiva incentivar os utilizadores a pagarem para promover as suas publicações: um braço misterioso que atravessa o ecrã, com uma mão a apontar para o botão "Promover" enquanto escrevem um post. Nas últimas 24 horas, vários utilizadores relataram o aparecimento deste elemento visual inesperado, provocando confusão e críticas.

Embora as aplicações de redes sociais recorram frequentemente a avisos para incentivar subscrições ou a utilização de funcionalidades pagas, esta abordagem do X parece ultrapassado a barreira do que se pode considerar "aceitável". A mão é difícil de ignorar e parece ter como objectivo chamar directamente a atenção para a opção de gastar dinheiro para aumentar o alcance de uma publicação. Ironicamente, alguns utilizadores que poderiam estar a ponder promover os seus conteúdos disseram ter mudado de ideia perante esta manobra instrusiva.

I just went to write a tweet and a massive hand popped up pointing to the promote button 😵‍💫 https://t.co/cLPP5pNaNP

— Tom Warren (@tomwarren) October 26, 2026

WTF @elonmusk, if I wanted jump scares I would've watched a horror movie instead. P.S. this hand popped out of nowhere and conveniently when the words "engagement farming" are in the tweet. https://t.co/NWxt81AYie

— Ershad Kaleebullah (@r3dash) October 27, 2026

I was just about to post when this huge, in-your-face arm popped up pointing at the promote button (yes, this is a real screenshot) The most Nikita coded thing I’ve ever seen. So obstructive, yet so effective https://t.co/TOI2puhliO

— Dylan Abruscato (@DylanAbruscato) October 26, 2026
Alguns levantaram a possibilidade de ser algo relacionado com uma brincadeira de Halloween, mas o facto de se tratar de um braço "de fato", e não de algo alusivo à época, como um braço zombie ou esqueleto, faz com que essa possibilidade seja pouco provável.

Talvez para a próxima campanha coloquem a cabeça de Musk a espreitar do lado do ecrã, com uma mensagem de voz a incentivar que paguem para publicar, ou subscrevam um plano pago do X.

№ 06

UE quer usar dados para treino AI sem autorização

A UE quer alterar o RGPD/GDPR para permitir o uso de dados pessoais para treino de AI, sem necessidade de consentimento por parte dos utilizadores.

Depois de tanto alarido com a necessidade de proteger os dados pessoais dos cidadãos europeus, o RGPD está a tornar-se numa autêntica farsa. Os governos dos países da União Europeia aprovaram uma proposta de alteração ao Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD) que irá facilitar a utilização de dados pessoais dos europeus para treino de modelos AI sem necessidade de obter consentimento (PDF link). Ao abrigo da proposta, o treino de sistemas de inteligência artificial poderá ser considerado um "interesse legítimo", permitindo às empresas recorrer a esta base jurídica para usarem esses dados.

A única atenuante é que a alteração não dará automaticamente às empresas acesso ilimitado aos dados pessoais, com o tal "interesse legítimo" a ter que ser avaliado caso a caso, tendo em conta os direitos dos cidadãos e as circunstâncias em que os dados são tratados. Coisas que, como se poderá antever, poderão ser facilmente manipuladas.
A proposta está a gerar críticas por parte de defensores da privacidade, incluindo Max Schrems, que descreveu a medida como uma verdadeira "expropriação digital" para os cidadãos europeus, limite o controlo que os cidadãos têm sobre a utilização das suas informações pessoais.

A proposta ainda não é definitiva. O Parlamento Europeu terá que aprovar a alteração para que esta possa entrar em vigor. E se assim for, aproximará a Europa de países como os EUA, onde as empresas AI têm tido praticamente carta branca para usarem todos os dados que queiram, de forma legal ou ilegal, tirando partido dessa mesma justificação de que se trata de "interesse legítimo" e/ou de "interesse nacional" para criarem os seus modelos AI.

№ 07

Google Docs melhora edição de ficheiros Markdown

Editar ficheiros Markdown (.md) no Google Docs passa a ser bastante mais fácil.

O Google Docs tornou finalmente mais prático trabalhar com ficheiros Markdown, permitindo abrir, editar, e colaborar em documentos .md sem os converter para outro formato. Esta melhoria é particularmente útil numa altura em que o Markdown ganha popularidade entre programadores e utilizadores que recorrem a ferramentas AI para criar planos de projectos, instruções, e documentos de investigação.

Até agora, partilhar ficheiros Markdown com pessoas pouco familiarizadas com este formato podia ser incómodo. Era necessário trabalhar directamente com o texto original ou converter o ficheiro num documento Google Docs, o que complicava o fluxo de trabalho. Com o suporte nativo, basta carregar um ficheiro Markdown para o Google Drive e abri-lo no Docs para começar a editá-lo, mantendo o formato original. Isto inclui as ferramentas de colaboração habituais, como comentários, sugestões de edição e histórico de versões. O Google Drive também recebeu uma melhoria que permite apresentar pré-visualizações formatadas dos ficheiros Markdown, com títulos, tabelas e hiperligações, em vez de mostrar apenas texto simples. Quando necessário, os utilizadores podem continuar a consultar o texto original com a respectiva sintaxe Markdown.

O suporte para ficheiros Markdown está disponível tanto para contas Google pessoais como para contas Google Workspace, sem necessidade de subscrição paga. Embora esta mudança possa ter pouco impacto para quem utiliza o Docs para escrever textos do dia a dia, vem facilitar a vida a programadores e equipas que trabalham com assistentes AI como o ChatGPT, Gemini, e Claude. Ao eliminar a necessidade de converter ficheiros, a Google torna a colaboração através de Markdown muito mais simples; embora continue a ser necessário ter cuidado com ficheiros .md indesejados que estão a ser usados para ataques.

№ 08

Ganha um cubo de tomadas múltiplas com USB

Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta é um cubo com tomadas múltiplas e 3 portas USB.

Faça-se o que se fizer, é garantido que nunca temos tomadas suficientes na parede para ligarmos tudo o que queremos. A prenda que temos para dar esta semana ajuda a resolver isso, um cubo de tomadas múltiplas que facilita o processo de ligar até três tomadas eléctricas, e ainda disponibilizando três portas USB para carregamentos sem necessidade de carregadores a ocupar as tomadas; e tem ainda um prático interruptor integrado, para quando se deseja eliminar todos os consumos em standby. Tem também um formato e tamanho compacto, o que o torna ideal para nos acompanhar para todo o lado na mochila do portátil.


Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

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Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.

№ 09

Instagram Features quer competir com YouTube

O Instagram quer entrar no sector dos vídeos de longa duração e em formato horizontal com o Features.

O Instagram prepara-se para ir além dos vídeos curtos com um novo formato chamado Features, concebido para vídeos de longa duração e em formato panorâmico. A plataforma reconhece que os criadores estão a recorrer cada vez mais a diferentes formas de contar histórias, e que, embora tradicionalmente se tenha oposto à disponibilização de vídeos mais longos, agora admite que este formato pode complementar os conteúdos existentes.

A Meta pretende que o Features funcione em conjunto com os Reels em vez de os substituir. Os vídeos curtos vão continuar a ser uma parte central do Instagram, enquanto os conteúdos mais longos darão aos criadores mais liberdade para contar histórias e explorar diferentes formatos. O Features está a ser testado na app do Instagram e na versão para televisores, que permite ver Reels num ecrã maior. A experiência na televisão tem revelado algumas diferenças face ao uso na app: quando várias pessoas vêem vídeos em conjunto, tendem a partilhar menos conteúdos, resultando em menos reacções e menções.

A empresa ainda não revelou um calendário completo para o lançamento global, mas diz que os testes deverão ser alargados progressivamente ao longo dos próximos meses. Se alguma vez chegará ao ponto de se tornar uma verdadeira "ameaça" ao YouTube, isso só o tempo dirá.

№ 10

Apple lança iOS 27.2

A Apple lançou o iOS 27.2 que traz algumas novidades, mas ainda não dá acesso à Siri AI na UE.

A Apple lançou o iOS 27.2, a primeira grande actualização do iOS 27 (e que é realmente grande, obrigando a descarregar mais de 17 GB num iPhone 17 Pro) e que traz várias novidades aos iPhones compatíveis, incluindo o novo iPhone Duo. Uma das principais mudanças passará totalmente ao lado dos utilizadores europeus, com melhorias na Siri AI, que passa a conseguir recordar conversas anteriores e recorrer a mais fontes de informação, incluindo anexos nas Mensagens, participantes de eventos do Calendário e mensagens de voz. A Apple também melhorou os resultados com base no histórico e na Lista de Leitura do Safari, introduziu a seleção de texto mais precisa nas respostas da Siri e simplificou os controlos que permitem escolher a que aplicações a Siri e a Pesquisa podem aceder.

Várias aplicações nativas receberam também melhorias importantes. O Mensagens passa a apresentar sugestões contextuais, como acompanhar uma encomenda ou adicionar um convite ao Calendário, enquanto a aplicação Fotografias ganha uma melhor detecção de imagens duplicadas, opções de edição para Álbuns Partilhados, e avisos antes de os álbuns expirarem. O Apple Music recebe um novo ícone monocromático, a app Podcasts separa os novos episódios dos conteúdos que já estavam a ser reproduzidos, e a app Apple TV passa a permitir criar perfis individuais, incluindo restrições de conteúdo para crianças. A app Jogos também apresenta mais informações sobre a actividade dos amigos.
O iOS 27.2 reforça também as funcionalidades de comunicação e produtividade. O FaceTime passa a suportar Dual Capture em chamadas de grupo nos dispositivos compatíveis, permitindo captar vídeo simultaneamente com as câmaras frontal e traseira. Também é possível adicionar um intérprete de língua gestual ou um serviço de legendagem em directo de terceiros a uma chamada. A app Shortcuts recebe novas automatizações e opções de edição, incluindo a detecção de abrir/fechar no iPhone Duo, enquanto a aplicação Telefone pode alertar para o aniversário de um contacto durante uma chamada. No iPhone Duo, a actualização acrescenta o suporte para o Apple Pencil USB-C e a funcionalidade Edge Light que melhora a iluminação durante as videochamadas.

Entre as restantes novidades estão o Multiview na aplicação Apple TV para iPhone, que permite acompanhar até quatro transmissões desportivas em directo em simultâneo, e watermark SynthID nas imagens geradas ou editadas por AI. A Siri AI passa a suportar mais idiomas, incluindo português, francês, japonês, coreano e espanhol, embora continue indisponível na União Europeia (e também na China). Tal como dantes, mesmo não se tendo a Siri AI, o sistema continua a gastar dezenas de GB para os modelos AI.

№ 11

Correr agentes AI na pasta dos downloads abre a porta a ataques

Quem utilizar agentes AI nunca os deverá executar a partir da pasta de downloads, pois podem ficar expostos a instruções maliciosas.

Investigadores descobriram uma nova forma de comprometer agentes AI através de um ficheiro de texto aparentemente inofensivo. O ataque recorre a ficheiros como AGENTS.md ou CLAUDE.md, que são considerados ficheiros de texto inofensivos pelo browser, mas que contêm instruções que são seguidas pelos assistentes AI. A empresa Forever Security deparou-se com esta técnica depois de um agente AI no computador de um cliente ter tentado instalar um pacote npm malicioso, seguindo instruções escondidas num ficheiro na pasta Transferências.

O ataque explora a capacidade destes agentes para lerem automaticamente ficheiros de instruções existentes na pasta de trabalho. Embora ficheiros como AGENTS.md não sejam executáveis, podem fazer com que os agentes executem comandos, instalem pacotes, ou exponham informações sensíveis. Os investigadores demonstraram a técnica com o OpenAI Codex e o Claude Code, mostrando como instruções maliciosas podem manipular o seu comportamento. E uma vez que se tratam de siumples ficheiros de texto, uma página web maliciosa poderá conseguir descarregar esse ficheiro de instruções para pasta Transferências, com intervenção mínima do utilizador.



Nos testes realizados, os investigadores conseguiram levar o Codex a executar tarefas de demonstração inofensivas em 90% das tentativas. Numa experiência separada, utilizaram um ficheiro CLAUDE.md malicioso para redireccionar o tráfego da API do Claude Code para um servidor controlado por eles, expondo um token OAuth e criando a possibilidade de assumir o controlo da conta. Esta técnica foi bem-sucedida em cerca de 50% dos testes. Ainda assim, importa frisar, o ataque depende do utilizador iniciar o agente de programação na pasta de Downloads com o ficheiro contendo as instruções maliciosas.

Para reduzir os riscos, os investigadores recomendam que a pasta Downloads/Transferências não seja utilizada como pasta de trabalho dos agentes AI. A OpenAI e a Anthropic aconselham a iniciar estas ferramentas na pasta principal do projecto específico em que querem trabalhar, limitando o acesso a ficheiros sem relação com a tarefa. Os utilizadores devem também verificar ficheiros de instruções desconhecidos, manter as protecções de segurança, e testar código num ambiente isolado.

№ 12

Agentes da OpenAI comunicaram entre máquinas virtuais isoladas

Durante testes de segurança, agentes AI da OpenAI arranjaram forma de comunicar entre máquinas virtuais isoladas, usando técnicas idênticas às usadas pelo Spectre e Meltdown.

A OpenAI revelou que os seus agentes AI conseguiram comunicar entre máquinas virtuais isoladas ao explorar diferenças nos tempos de acesso à cache de um processador. A descoberta surgiu durante testes de segurança, depois de um modelo ter aproveitado uma configuração incorrecta de DNS para sair de um ambiente de investigação offline. O incidente levou a empresa a suspender temporariamente o treino de modelos e a investigar possíveis vulnerabilidades nos seus sistemas.

Segundo a OpenAI, um dos agentes codificou informação removendo deliberadamente determinados dados da cache do processador, enquanto o outro mediu o tempo necessário para voltar a aceder a esses dados. Como a leitura de informação na cache é mais rápida que o acesso à memória principal, as diferenças nos tempos de resposta permitiram trocar mensagens entre os agentes, apesar de estarem ambos em ambientes "isolados". Depois de definirem um protocolo comum para codificar e descodificar os sinais, os agentes conseguiram transmitir dados entre si.
Esta técnica faz lembrar as falhas Spectre e Meltdown que causaram alvoroço em 2018, e que tem continuado a gerar dores de cabeça regularmente desde então. Recorda também os casos em que agentes AI encontram forma de comunicar até entre computadores air-gapped, completamente desligados de redes, através de técnicas indirectas. No passado, Noam Brown, investigador da OpenAI, destacou experiências em que dois computadores sem ligação entre si trocaram informação através de variações de temperatura. Um dos sistemas gera calor ao aumentar a atividade do processador, enquanto o outro monitoriza as alterações térmicas e interpreta-as como mensagens codificadas. Estes métodos permitem normalmente transmitir quantidades muito reduzidas de informação, mas demonstram que o isolamento físico não elimina necessariamente todos os canais de comunicação.

As descobertas revelam os desafios crescentes para a segurança da AI: agentes cada vez mais capazes podem encontrar formas cada vez mais avançadas de contornar restrições, mesmo quando se pensa que estão isolados uns dos outros. Por outro lado, importa relembrar que isto são coisas que não têm acontecido "autonomamente", mas sim como resultado de testes de segurança, pelo que muitos continuam a olhar para estes relatos como uma forma de "publicidade" para as capacidades dos seus modelos, e ou influenciar possível legislação sobre tecnologias AI.

№ 13

Carregador 800W 10 portas a €53

Os carregadores podem acompanhar-nos por anos e anos, e este carregador de 10 portas garante que estamos preparados para tirar partido do USB-C para carregamentos rápidos de múltiplos dispositivos.

Com a transição para o USB-C e alguns fabricantes a deixarem de incluir carregadores com os seus produtos, torna-se mais importante que nunca escolher um carregador que nos dê algumas garantias a longo prazo. Este mega carregador pode fornecer um total de até 800 W e tem 10 portas USB, mantendo um tamanho bastante compacto em formato "charging station" para desktop.

Mais concretamente, temos 8 portas USB-C de carregamento rápido PD (2 de 140 W + 2 de 100 W + 4 de 65 W) e 2 portas USB-A QC de 30 W.
Este carregador 1000W de 10 portas está disponível por 53 euros na Amazon Espanha.

Toda esta variedade significa que está preparado para lidar com os equipamentos mais recentes mas também lida sem dificuldade com cabos USB da geração anterior (que ainda são bastante populares). As portas de 140 W são mais que suficientes para lidar com dispositivos de maior potência, como portáteis, e possibilitam carregar múltiplos portatéis em simultâneo sem que haja preocupações em manter múltiplos carregadores dedicados. Só não se esqueçam de juntar um cabo USB-C que permita tirar partido destas potências.


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№ 14

iPod faz 25 anos com Easter Egg da Apple

A Apple celebrou os 25 anos do iPod com um easter egg nostálgico.

O site do Apple Music esconde uma surpresa para os fãs do icónico iPod. Quando se visita uma página inexistente, em vez da habitual mensagem de erro aparece uma recriação funcional do iPod de primeira geração. A página apresenta a frase "Give this a spin instead", transformando o habitual erro 404 numa experiência nostálgica.

O iPod virtual inclui a clássica click wheel, que permite navegar pelo interface básico e ouvir excertos de 90 segundos de músicas de artistas como Beyoncé, Britney Spears, Coldplay, Daft Punk, Eminem e Michael Jackson. Este Easter egg só está disponível quando se visita o site através do browser. Para o experimentar, basta visitar algo uma página inexistente, como https://music.apple.com/us/ipod.
Mas, há ainda um easter egg adicional dentro deste easter egg. Se formos a Settings -> About e mantivermos pressionado o botão central da click wheel, temos acesso ao jogo Breakout dentro do iPod virtual. Um jogo que Steve Jobs e Steve Wozniak ajudaram a criar enquanto trabalharam na Atari na década de 1970.

O iPod foi um dos produtos mais marcantes da Apple, e que também começou por ser subestimado por muitos por ser "apenas mais um leitor MP3". O mesmo tipo de recepção que o seu sucessor, o iPhone também teve, acabando por ter um impacto ainda maior. A Apple descontinuou o iPod touch em 2022, assinalando o fim da era iPod.

№ 15

Novo Apple Mini com OLED - e mais caro

A Apple lançou o novo iPad Mini, agora com ecrã OLED, e com preço mais caro.

A Apple apresentou um iPad mini renovado, que marca a transição para um ecrã OLED de 8.5" (a redução das margens mantém o tamanho exterior praticamente inalterado), um design mais fino e leve, e o mais chip A20 Pro. O ecrã atinge 600 nits de brilho em conteúdos convencionais e 1200 nits em HDR, oferecendo cores mais vivas e mais do dobro do brilho máximo da geração anterior. No entanto, apesar da mudança para OLED, a Apple manteve o ecrã nos 60 Hz em vez de adoptar os 120 Hz do "ProMotion" que tem utilizado nos modelos Pro - e que há anos se tornou comum nos smartphones e tablets Android, até nos modelos económicos.

Construído com o processo de fabrico de 2 nm da TSMC, o A20 Pro promete um desempenho até 60% superior no CPU, gráficos 2.7x mais rápidos, e desempenho em tarefas AI até 4.5x superior em comparação com o A17 Pro do modelo anterior. Mas há que ter em conta que só a versão de 512 GB inclui o CPU mais potente com Neural Engine duplo. O tablet suporta carregamento rápido, permitindo atingir 50% da bateria em cerca de 30 minutos com um carregador de 35 W ou superior.
[imagem via BetaProfiles]


Outra novidade é o sistema de áudio Acoustic Display, que reproduz som através do ecrã e elimina as tradicionais aberturas das colunas. Esta solução também permite ao iPad mini obter, pela primeira vez, certificação IP67 de resistência à água e ao pó. Entre as restantes melhorias estão a câmara frontal de 12 MP com Center Stage, posicionada para videochamadas na horizontal, o suporte para WiFi 7 e Bluetooth 6 através do chip N1 da Apple e velocidades 5G superiores nos modelos com conectividade móvel graças ao novo chip C2. Algumas configurações também podem incluir um ecrã com acabamento nano-texture, que reduz os reflexos em ambientes luminosos. O novo iPad mini é cerca de 15% mais fino e leve (5.4 mm, 255 g) que o antecessor e passa a suportar o modo de ecrã expandido quando ligado a um monitor externo.
Em Portugal, os preços começam nos 769€ para a versão de 128 GB, 899€ para a de 256 GB, e €1149 para a de 512 GB. A opção de vidro nano-texture acrescenta cerca de 130€ ao preço, e quem quiser ligação 5G acrescenta 170€ adicionais. O iPad mini OLED de 512 GB com nano-texture e 5G vai para os 1449€. A Apple também reduziu a oferta de cores, passando a existir apenas variantes Midnight (preto) e Starlight (cinza).

№ 16

Starlink quer ligar-se a 80 mil antenas "5G" nos EUA

Nos EUA, a SpaceX revela finalmente os planos de como quer competir com os operadores de telecomunicações terrestres.

Os operadores de telecomunicações norte-americanos estão finalmente a perceber como a Starlink da SpaceX se pode tornar numa grande ameaça. Até agora, a posição destes operadores era a de que a rede Starlink não era uma ameaça, pois mesmo o seu serviço "direct to cell" que permite comunicar directamente com smartphones no solo sem necessidade de hardware especial, não era algo que podia competir com as torres de comunicação celular. Os satélites são excelentes para fornecer esse serviço em áreas remotas sem cobertura, mas não têm capacidade para lidar com milhares de ligações simultâneas numa área geográfica densamente povoada, e nem mesmo a expansão das frequências para os 800 MHz ia fazer grande diferença.

Mas agora, e ao estilo do que tem estado a promover para a partilha de internet entre comunidades, os operadores vêem como isso rapidamente pode mudar. A SpaceX está a negociar directamente com uma das maiores empresas de gestão das antenas celulares nos EUA, responsável por 80 mil antenas (50% da antenas existentes nos EUA).
Basicamente, se a SpaceX conseguir instalar uma antena Starlink em cada uma destas antenas, ultrapassa por completo todas as limitações das ligações directas "satélite-telemóvel", e com a vantagem adicional de que a empresa das antenas pode instalar antenas em qualquer local sem necessidade de infraestrutura de comunicações no solo, com isso a ser assegurado pela rede Starlink.

Agora, e tardiamente, as três grandes operadoras (AT&T, Verizon e T-Mobile) entram em modo de pânico e estão a fazer tudo o que podem para impedir que "empresas de satélites" entrem em competição directa com as telecomunicações terrestres. Só que, tendo em conta que as condições nos EUA são de que a FCC tenha uma postura amigável em relação à SpaceX, os seus piores receios arriscam tornar-se realidade a muito curto prazo.

№ 17

Aqara Hub M3 para domótica a €130

A Aqara tem uma das famílias mais completas e económicas para quem quer criar ou expandir uma casa inteligente.

A Aqara é uma nossa velha conhecida, dos tempos em que já disponibiliza sensores ZigBee de baixo custo que não tinham concorrência. Hoje, trago-vos o seu mais recente hub, o Aqara Hub M3, que chega preparado para lidar com todas as tecnologias do momento, incluindo Matter, Thread, Zigbee, Bluetooth, WiFi, PoE, e até IR - o que o torna numa opção extremamente versátil para lidar com todas as eventualidades. Adicionalmente, conta com ampla compatibilidade com as mais populares plataformas, incluindo o Apple Home, Google Home, Amazon Alexa e, obviamente como não podia deixar de ser, também o Home Assistant.

O Aqara Hub M3 está disponível por 130 euros na Amazon Espanha - activar desconto de 20%.

Há toda uma vasta lista de sensores e dispositivos Aqara, que vão de sensores de movimento, presença, água, temperatura e humidade, a micro-módulos de controlo, interruptores, passando por sensores de fumo, videoporteiros, câmaras, fechaduras electrónicas, lâmpadas, e muito mais - tudo normalmente disponível a preços bastante concorrenciais. O facto do hub contar com integração Matter e Thread também facilita a interoperabilidade com outros dispositivos, pelo que se torna numa excelente opção para quem quiser começar de forma simples, e no futuro contemplar a expansão para cenários mais complexos.


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№ 18

Kimi lança K3.1 Pro com polémica campanha de influenciadores

A Moonshot AI lançou o novo Kimi K3.1 Pro, que promete estar à altura dos melhores modelos AI norte-americanos, mas com polémica a acompanhar.

O novo Kimi K3.1 Pro chega com a promessa de estar ao nível, ou até acima, de modelos como o Opus 5.5 da Anthropic, e como demonstração de que os modelos AI chineses já têm apenas um mês de atraso face aos novos lançamentos das empresas AI norte-americanas.

Introducing Kimi K3.1 Pro: our most capable 3T-class open-weight model. 🔹 1M-token context, 2.8T total / 104B active params (MoE), Multimodal. 🔹 Full-project coding: games in Unreal, Unity & Godot. 🔹 Excels at parametric 3D modeling in Blender & CAD. 🔹 More reliable at finance work: Accurate modeling with hallucination down by 65%. 🔹 Matching the strongest proprietary models across coding, agentic and knowledge benchmarks. Kimi K3.1 Pro and K3.1 Pro Highspeed (2–3× faster) are now live on https://t.co/85jA71X9gw, Kimi Work, Kimi Code, and the Kimi API. Open weights by Nov 4, 2026. 🔗 API: https://t.co/XCrgjXAqMw 🔗 Tech blog: https://t.co/5iPP0MBej6

— Kimi.ai (@Kimi_Moonshot) October 23, 2026

No entanto, este lançamento fica severamente manchado por se descobrir que, para a campanha de promoção, a Moonshot AI recorreu a tácticas que chegam a ser ilegais nalguns países, pagando a influenciadores para repetirem os pontos chaves que indicavam, e para não dizerem que se tratavam de publicações promocionais pagas. Algo que só se tornou público quando uma dessas pessoas decidiu não aceitar, por considerar que a campanha estava a entrar numa área "geopolítica", de promover os modelos AI chineses e de falar mal dos modelos AI norte-americanos. A Moonshot AI também exigia o direito de rever os artigos e de dar a sua aprovação antes de serem publicados.

Post 2 exposing Kimi AI That's the creators campaign docs I got from Kimi AI after their Kimi K3.1 pro release and thats the narrative they want creators to push, of course I'm out and I'm never gonna say something I don't test myself and give my honest opinion about and I don't want to be involved in this China vs US political situation.

— Elshayib (@elshayib_) October 23, 2026

Post 4 Exposing Kimi AI This is what they require each one participating in their creators campaign to do, basically trash talk Astra and Opus even tho it's not true and as you can see you pick from already existing demos and share them and I doubt any of it is actually made by kimi and if it is it's not one shot like most paid accounts say.

— Elshayib (@elshayib_) October 24, 2026

Que estas empresas recorram a campanhas pagas, isso não é novidade. No entanto, exigir expressamente que isso seja feito de forma camuflada, sem indicação de que se trata de publicações pagas, entra num campo bastante obscuro - e até ilegal em países como os EUA.

É pena, pois aparentemente nem seria necessário ter recorrido a tais manobras, se se comprovar que o modelo Kimi K3.1 Pro cumpre com o que está a ser prometido. E também não ajudará que a empresa esteja a ignorar por completo todo este incidente, certamente esperando que rapidamente caia no esquecimento colectivo. O que ganhou com tudo isto, é que neste e nos futuros lançamentos, paire sempre a suspeita de que os "elogios" que sejam feitos apenas estejam a ser feitos porque são pagos.

№ 19

Philips lança monitor ultrawide de 36" e 260 Hz

A Philips lançou o monitor gaming Evnia 36M4C5500P, que diz ser o primeiro ultrawide de 36" a atingir 260 Hz.

A Philips apresentou o Evnia 36M4C5500P, um monitor ultrawide que a marca descreve como o primeiro modelo de 36" desenvolvido especificamente para gaming. O dispositivo utiliza um painel Fast VA curvo, com resolução de 3440 × 1440 píxeis, formato 21:9, e curvatura de 1500R. A taxa de actualização é de 240 Hz, podendo atingir os 260 Hz através de overclocking.

Apesar do ecrã maior, o Evnia mantém a resolução habitual dos monitores ultrawide de 34". Isto traduz-se numa densidade de aproximadamente 104 PPI, pelo que os utilizadores ganham sobretudo mais espaço de visualização em vez de maior nitidez. A Philips anuncia um tempo de resposta de 1 ms gray-to-gray, um contraste de 4000:1, e uma cobertura de 95% do espaço de cor DCI-P3. O monitor também suporta VESA DisplayHDR 400, com um brilho máximo de 500 nits em HDR.
No campo da conectividade, estão disponíveis duas portas HDMI 2.1 e uma ligação DisplayPort 1.4. No entanto, existe uma limitação importante: a DisplayPort suporta a resolução de 3440 x 1440 até 240 Hz, enquanto a HDMI está limitada a apenas 100 Hz na mesma resolução. Para atingir os 260 Hz, é necessário recorrer a overclocking. Entre as restantes funcionalidades encontram-se o MultiView, que permite apresentar duas fontes de vídeo em simultâneo, um suporte com ajuste em altura, e iluminação RGB Iconglow na parte traseira.

A Philips prevê lançar o Evnia 36M4C5500P na região Ásia-Pacífico. Os preços e a disponibilidade na Europa e ainda não foram anunciados.


№ 20

Aqara Hub M3 para domótica a €130

A Aqara tem uma das famílias mais completas e económicas para quem quer criar ou expandir uma casa inteligente.

A Aqara é uma nossa velha conhecida, dos tempos em que já disponibiliza sensores ZigBee de baixo custo que não tinham concorrência. Hoje, trago-vos o seu mais recente hub, o Aqara Hub M3, que chega preparado para lidar com todas as tecnologias do momento, incluindo Matter, Thread, Zigbee, Bluetooth, WiFi, PoE, e até IR - o que o torna numa opção extremamente versátil para lidar com todas as eventualidades. Adicionalmente, conta com ampla compatibilidade com as mais populares plataformas, incluindo o Apple Home, Google Home, Amazon Alexa e, obviamente como não podia deixar de ser, também o Home Assistant.

O Aqara Hub M3 está disponível por 130 euros na Amazon Espanha - activar desconto de 20%.

Há toda uma vasta lista de sensores e dispositivos Aqara, que vão de sensores de movimento, presença, água, temperatura e humidade, a micro-módulos de controlo, interruptores, passando por sensores de fumo, videoporteiros, câmaras, fechaduras electrónicas, lâmpadas, e muito mais - tudo normalmente disponível a preços bastante concorrenciais. O facto do hub contar com integração Matter e Thread também facilita a interoperabilidade com outros dispositivos, pelo que se torna numa excelente opção para quem quiser começar de forma simples, e no futuro contemplar a expansão para cenários mais complexos.


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