PlanetGeek
№ 01

MS remove referências aos 32GB de RAM "ideais" para o Windows 11

O preço da RAM está a fazer a Microsoft remover discretamente os 32GB como quantidade recomendada para o Windows 11.

A Microsoft removeu discretamente as referências em que recomendava 32 GB de RAM como a configuração ideal para jogos e utilização mais exigente do Windows 11 nos artigos do Windows Learning Center. A decisão surge numa altura em que os preços da memória RAM continuam a subir, e em que a empresa voltou a lançar computadores Surface com apenas 8 GB de RAM.

Os documentos, publicados entre 2025 e 2026, indicam que 16 GB eram suficientes para a maioria dos utilizadores, mas que 32 GB representavam a opção ideal para jogos mais exigentes e tarefas intensivas. No entanto, essas páginas foram entretanto removidas, coincidindo com a estratégia da Microsoft de comercializar novos Surface com apenas 8 GB de RAM - configuração que nem sequer cumpre os seus próprios requisitos da certificação Copilot+ PC, onde exige um mínimo de 16 GB.
No entanto, este retrocesso pode acabar por ter consequências positivas. A Microsoft diz estar a trabalhar numa optimização profunda do Windows 11 para que passe a funcionar adequadamente em computadores com 8 GB de RAM, o que pode acabar por melhorar a experiência de utilização do Windows para todos os utilizadores, quer os seus PCs tenham muita ou pouca memória. O objectivo é tornar o sistema mais leve através de melhorias na gestão de memória, e na aposta em programas nativos WinUI 3 em vez do recurso a componentes WebView2, com maior consumo de RAM e CPU.

O que é certo é que, com a escassez global de memória a manter os preços elevados (e ainda sem sinais de descida), os tempos em que ter um computador com 32GB ou 64GB a custo "insignificante" são agora uma (não muito distante) memória do passado. Resta-nos aguardar e esperar melhores tempos, que nos façam rir dos tempos "lembras-te quando as memórias subiram 500% durante uns anos, e uma placa gráfica decente custava tanto como um carro usado?" E, de preferência, que não seja preciso esperar muito.

№ 02

Carregador Powerowl com 8 pilhas recarregáveis a €23

Para evitar a troca infindável das pilhas, nada como usar pilhas recarregáveis e este pack da Powerowl com carregador e 8 pilhas é uma excelente forma de começar.

Vivemos num mundo "mobile" em que assumimos que as coisas funcionam sem necessidade de estarem agarradas a cabos de alimentação, e isso faz com que exista uma dependência crítica em baterias e pilhas. No caso das pilhas, que continuam a ser comuns em coisas como controlos remotos, gamepads, teclados wireless e muitas outras coisas, uma das melhores opções é trocar as pilhas convencionais por pilhas recarregáveis reutilizáveis, e o investimento não é assim tão avultado quanto se possa pensar.
Este carregador Powerowl já traz 8 pilhas recarregáveis e custa apenas 23 euros.

As pilhas AA incluídas são de 2800 mAh, e este carregador tem a vantagem de usar uma comum ficha USB e permitir carregar pilhas individualmente (alguns só permitem carregar pares). Podem apanhar um pack de mais 8 pilhas AA de 2800 mAh por 12 euros.


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№ 03

Carregador Powerowl com 8 pilhas recarregáveis a €23

Para evitar a troca infindável das pilhas, nada como usar pilhas recarregáveis e este pack da Powerowl com carregador e 8 pilhas é uma excelente forma de começar.

Vivemos num mundo "mobile" em que assumimos que as coisas funcionam sem necessidade de estarem agarradas a cabos de alimentação, e isso faz com que exista uma dependência crítica em baterias e pilhas. No caso das pilhas, que continuam a ser comuns em coisas como controlos remotos, gamepads, teclados wireless e muitas outras coisas, uma das melhores opções é trocar as pilhas convencionais por pilhas recarregáveis reutilizáveis, e o investimento não é assim tão avultado quanto se possa pensar.
Este carregador Powerowl já traz 8 pilhas recarregáveis e custa apenas 23 euros.

As pilhas AA incluídas são de 2800 mAh, e este carregador tem a vantagem de usar uma comum ficha USB e permitir carregar pilhas individualmente (alguns só permitem carregar pares). Podem apanhar um pack de mais 8 pilhas AA de 2800 mAh por 12 euros.


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№ 04

Apple "encravada" com falta de RAM para os chips A20

O cenário da falta de memória RAM está a deixar a Apple com chips A20 Pro encravados, e a sua tentativa de pressão para obter RAM parece ter falhado.

A Apple está a enfrentar uma escassez de memória DRAM numa altura crítica da produção da futura gama iPhone 18, incluindo o iPhone 18 Pro e o primeiro iPhone dobrável que deverá ser lançado como iPhone Ultra. Segundo várias fontes da indústria, a TSMC terá cerca de 1.000 milhões de dólares(!) em chips A20 Pro já produzidos mas que estão parados à espera de memória para concluir o processo de fabrico.

A falta de DRAM resulta da forte procura provocada pelo mercado da inteligência artificial, que está a absorver grande parte da produção mundial de memória. Embora a Apple continue a trabalhar com fornecedores como Micron, Samsung e SK hynix, a empresa está a ter dificuldades em garantir fornecimentos suficientes. Na tentativa de reduzir os custos e aumentar o poder de negociação, a Apple terá tentado recorrer à fabricante chinesa CXMT como alternativa aos fornecedores tradicionais. No entanto, a estratégia acabou por falhar. A CXMT recusou vender memória a preços mais baixos, e grande parte da sua produção já está destinada a fabricantes chineses como Huawei e Xiaomi, deixando a Apple sem uma alternativa efectiva, e literalmente forçando a Apple a ficar em posição de dependência da Samsung e da SK hynix.

Apesar dos planos para o lançamento dos novos iPhone continuarem, a escassez de memória poderá levar a constrangimentos nas entregas iniciais, especialmente dos modelos Pro e do futuro iPhone Ultra. A situação já está também a afectar outros produtos da Apple, incluindo o MacBook Air, e revela que o impacto da falta de memória pode ainda não ter atingido o "pior ponto" possível.

№ 05

Apple "encravada" com falta de RAM para os chips A20

O cenário da falta de memória RAM está a deixar a Apple com chips A20 Pro encravados, e a sua tentativa de pressão para obter RAM parece ter falhado.

A Apple está a enfrentar uma escassez de memória DRAM numa altura crítica da produção da futura gama iPhone 18, incluindo o iPhone 18 Pro e o primeiro iPhone dobrável que deverá ser lançado como iPhone Ultra. Segundo várias fontes da indústria, a TSMC terá cerca de 1.000 milhões de dólares(!) em chips A20 Pro já produzidos mas que estão parados à espera de memória para concluir o processo de fabrico.

A falta de DRAM resulta da forte procura provocada pelo mercado da inteligência artificial, que está a absorver grande parte da produção mundial de memória. Embora a Apple continue a trabalhar com fornecedores como Micron, Samsung e SK hynix, a empresa está a ter dificuldades em garantir fornecimentos suficientes. Na tentativa de reduzir os custos e aumentar o poder de negociação, a Apple terá tentado recorrer à fabricante chinesa CXMT como alternativa aos fornecedores tradicionais. No entanto, a estratégia acabou por falhar. A CXMT recusou vender memória a preços mais baixos, e grande parte da sua produção já está destinada a fabricantes chineses como Huawei e Xiaomi, deixando a Apple sem uma alternativa efectiva, e literalmente forçando a Apple a ficar em posição de dependência da Samsung e da SK hynix.

Apesar dos planos para o lançamento dos novos iPhone continuarem, a escassez de memória poderá levar a constrangimentos nas entregas iniciais, especialmente dos modelos Pro e do futuro iPhone Ultra. A situação já está também a afectar outros produtos da Apple, incluindo o MacBook Air, e revela que o impacto da falta de memória pode ainda não ter atingido o "pior ponto" possível.

№ 06

Grand Theft Auto VI vai ter estreia na Netflix a 27 de Agosto

Vamos poder ver a primeira grande demonstração do muito aguardado Grand Theft Auto VI a 27 de Agosto na Netflix.

A Rockstar Games e a Netflix anunciaram uma parceria inédita para a divulgação do Grand Theft Auto VI. Um vídeo especial "Grand Theft Auto VI: An Extended Look" será apresentado em exclusivo na Netflix no dia 27 de Agosto, seis horas antes da publicação oficial no YouTube para todos.

O vídeo promete mostrar uma visão mais aprofundada da próxima geração da série Grand Theft Auto, sendo a primeira vez que um trailer de um videojogo estreia na Netflix antes de chegar ao público em geral. A Netflix diz que isto se justifica porque as apresentações de novos jogos da série GTA se tornaram verdadeiros eventos culturais, e que é uma honra poder oferecer aos seus subscritores acesso antecipado ao novo vídeo de apresentação de GTA 6.


Entretanto, o lançamento de Grand Theft Auto VI continua agendado para 19 de Novembro. Nas últimas semanas, a Rockstar abriu as pré-reservas do jogo e divulgou dezenas de novas imagens, aumentando ainda mais as expectativa de um dos lançamentos mais aguardados da indústria dos videojogos.

№ 07

Apple prepara Home Hub com ecrã

Depois de vários anos de rumores, é esperado que a Apple lance finalmente o seu Home Hub com ecrã ainda este ano.

Segundo os mais recentes rumores, a Apple poderá lançar o novo Home Hub perto do final deste ano ou no início de 2027. O dispositivo será um smart speaker com um ecrã de 7" e terá como principal destaque a nova Siri AI, assumindo-se como o centro do ecossistema de casa inteligente da empresa (HomeKit).

O Home Hub deverá estrear um novo sistema operativo baseado no tvOS, combinando elementos do iOS, watchOS e tvOS. A interface incluirá uma grelha de aplicações, widgets e mostradores personalizáveis. A Apple espera que os utilizadores instalem vários destes ecrãs pela casa, estando previstas versões para colocar sobre uma superfície ou fixar na parede. Outra das novidades será a integração de câmaras com reconhecimento facial, permitindo identificar quem está a utilizar o dispositivo e apresentar informações personalizadas. A interface também deverá adaptar-se automaticamente à distância do utilizador, aumentando ou reduzindo o tamanho dos elementos no ecrã conforme a pessoa se aproxima ou afasta - algo que também já tem sido explorado pelos smarts screens da Google / Nest.

O Home Hub suportará ainda chamadas FaceTime, monitorização de segurança doméstica e uma função de intercomunicador entre vários dispositivos instalados na mesma casa. Além disso, a Apple estará a desenvolver uma versão mais avançada com um ecrã de 9" montado num braço robótico, bem como uma nova câmara de segurança para competir com as soluções da Ring. É também esperada uma nova Apple TV 4K, e um HomePod mini actualizado, que deverão chegar também ainda este ano.

№ 08

Erro da Google bloqueou centenas de sites no Blogger

A Google bloqueou e eliminou centenas de sites na sua (quase esquecida?) plataforma Blogger, por engano.

A relação da Google com o Blogger tem sido praticamente inexistente ao longo dos últimos anos, sendo uma daquelas coisas que a Google nem se deve lembrar que tem. E, nesta fase, é melhor que assim se mantenha, pois sempre que a Google decide mexer nalguma coisa, raramente é para melhor.

Depois da vaga de eliminações de posts por engano, temos agora novo caso ainda mais grave. Um erro nos sistemas automáticos da Google levou ao bloqueio de centenas de sites no Blogger, depois de terem sido incorrectamente identificados como distribuidores de malware. Em alguns casos, os blogs chegaram mesmo a ser eliminados, apesar de não conterem qualquer conteúdo malicioso.
O problema começou a 4 de Agosto e afectou vários blogs legítimos. Os proprietários passaram a ver uma mensagem a informar que o site tinha sido bloqueado por violar a política da Google sobre malware e conteúdo malicioso, perdendo também o acesso às ferramentas de gestão do Blogger. Para piorar, alguns utilizadores reportaram ainda que os seus blogs foram restaurados após recurso, mas voltaram a ser removidos pouco tempo depois!

A situação gerou centenas de pedidos de ajuda nos fóruns oficiais da Google, fazendo suspeitar uma falha nos sistemas automáticos de detecção - ou potencialmente a aplicação de uma nova ferramenta com AI. Embora falsos positivos aconteçam ocasionalmente, a dimensão deste incidente é invulgar.

Entretanto, a Google confirmou que o problema foi causado por um bug que marcou incorrectamente "alguns sites" como contendo malware, e que está a trabalhar numa correcção para restaurar os blogs afectados o mais rapidamente possível. Ainda assim, o caso demonstra que nem numa plataforma "esquecida" se está a salvo de, de um dia para o outro, poder ver tudo desaparecer. Algo que nos afecta particularmente, considerando que o Aberto até de Madrugada nasceu, e ainda se mantém - passados quase duas décadas - no Blogger.

№ 09

Razr 60 Ultra e o mistério dos updates

Quando a Motorola apresentou o Razr 60 Ultra, em abril de 2025, o objectivo era claro: colocar o seu dobrável de formato flip no mesmo patamar dos concorrentes asiáticos, que têm dominado esta categoria. 


Um processador Snapdragon 8 Elite e dois ecrãs AMOLED com taxas de actualização até 165 Hz e um conjunto de acessórios muitíssimo bem conseguidos, conferiam argumentos de peso ao smartphone, mas o plástico que cobre o ecrã e os vincos na zona da dobragem, não estavam em linha com o restante hardware do equipamento.


Concluída a bateria de testes, o impacto do vinco acabou por se dissipar. O desempenho superior e a versatilidade do smartphone demonstraram toda a sua valia no dia a dia, e o que numa primeira impressão parecia uma limitação estrutural foi perdendo relevância à medida que a experiência de utilização se consolidava. Houve, contudo, um aspecto que nos levou a adiar a publicação desta análise — e que merece ser explicado com algum detalhe.

Meses após o lançamento, o panorama das actualizações de software revelou uma dinâmica pouco consistente. Instaladas as actualizações em outubro de 2025, o dispositivo entrou num silêncio prolongado. Nas semanas seguintes, foram efectuadas inúmeras tentativas de verificação, sempre com o mesmo resultado: nenhuma actualização disponível. Este tipo de problema é, infelizmente, recorrente em segmentos de entrada. 

Num smartphone posicionado na gama premium — e com o preço correspondente — não é aceitável, e foi precisamente por isso que a publicação desta análise ficou suspensa. Aguardávamos uma explicação que nunca chegou de forma oficial.

Meses mais tarde, já em final de março de 2026, foi como que aberta a torneira e em três dias, caíram 4 actualizações, uma delas com o mais recente Android 16. Posteriormente, chegaram os updates de segurança, com o patch de março e maio.


Reconheço que não dediquei tempo a investigar activamente o problema. Limitei-me a aguardar, que é, de resto, a postura da esmagadora maioria dos utilizadores. Foi a curiosidade, mais recentemente, que me levou a cruzar com uma publicação no Reddit apontando para um método disponibilizado pela própria Motorola para forçar a verificação de actualizações. Para quem tenha um Razr 60 Ultra e continue sem receber actualizações, vale a pena explorar essa via.


Do ponto de vista do hardware, o Razr 60 Ultra apresentou-se com um conjunto ao nível do que se espera de um equipamento premium.


O melhor processador disponível no ecossistema Android no momento do lançamento, um sistema de câmaras competente — que apenas peca na ausência de zoom óptico relevante —, um ecrã principal que, uma vez ligado, rapidamente apaga a memória dos vincos, e um ecrã secundário que transcende a função de painel de notificações, permitindo uma consulta rápida de informação sem necessidade de desdobrar o dispositivo. 


E há ainda o capítulo dos acessórios, particularmente cuidado em termos de design e integração com o conjunto.

O atraso na disponibilização das actualizações acabou, ainda assim, por prejudicar a avaliação final deste Razr 60 Ultra. Numa situação normal, com um ciclo de suporte regular e sem interregnos injustificados, este seria um equipamento a recomendar sem reservas — um "quente" robusto, para usar a nossa escala habitual. Fica por isso com uma nota condicionada por aquilo que não dependeu do hardware, mas da consistência de quem o suporta.



Razr 60 Ultra

Morno

Imagens do equipamento:








Razr 60 Ultra

Morno (3/5)
№ 10

Carregador Anker 200 W GaN 6 portas a €56

Os carregadores podem acompanhar-nos por anos e anos, e este Anker GaN 200 W com 6 portas garante que estamos preparados para tirar partido do USB-C até para carregar portáteis.

Com a transição para o USB-C e alguns fabricantes a deixarem de incluir carregadores com os seus produtos, torna-se mais importante que nunca escolher um carregador que nos dê algumas garantias a longo prazo. Este carregador Anker pode fornecer um total de 200 W e tem seis portas USB, mas mantendo um tamanho bastante compacto em formato "charging station" para desktop, graças à tecnologia GaN.
Este carregador Anker GaN 200 W 6-portas está disponível por 56 euros na Amazon Espanha.

Vem equipado com quatro portas USB-C e duas portas USB-A, significando que está preparado para lidar com os equipamentos mais recentes mas também lida sem dificuldade com cabos USB da geração anterior (que ainda são bastante populares). Pode fornecer até 100 W simultanteamente em duas portas USB-C quando se quer carregar múltiplos dispositivos, o que significa que poderá suportar com facilidade o carregamento de dois portatéis ao mesmo tempo. E não se esqueçam de juntar um cabo USB-C que permita tirar partido destas potências.


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№ 11

Huawei lança novo MateBook Fold de 18"

Embora o formato ainda não se tenha tornado comum, a Huawei aposta num novo mega-tablet dobrável de 18".

A Huawei apresentou o novo MateBook Fold Extraordinary Master Edition 2026, uma versão actualizada do seu portátil dobrável que chega com o novo processador Kirin X90 Plus. O equipamento pode ser configurado com até 32 GB de RAM e 2 TB de armazenamento, mantendo o foco na produtividade e desempenho.

O portátil continua a utilizar um ecrã dobrável LTPO OLED de 18" com resolução de 3296 × 2472 píxeis e formato 4:3 quando aberto. Fechado, transforma-se num dispositivo com dimensões semelhantes às de um portátil de 13", oferecendo uma resolução de 2472 × 1648 píxeis e formato 3:2. Inclui ainda uma câmara frontal de 8 MP.
Entre as restantes características destacam-se a dobradiça em metal líquido, um suporte traseiro integrado para diferentes posições de utilização e o sistema operativo HarmonyOS 6.1, que inclui várias funcionalidades baseadas em inteligência artificial. O portátil mantém também a bateria de 74,69 Wh, seis altifalantes, quatro microfones, WiFi 6, Bluetooth 5.2 e suporte para comunicações por satélite.

O Huawei MateBook Fold Extraordinary Master Edition 2026 está disponível nas cores Phantom Black, Radiant Gold e Sky White, todas com acabamento traseiro em pele vegan. Os preços na China começam nos 3.200 euros para a versão com 24 GB de RAM e 512 GB de armazenamento, chegando aos 3.850 euros na configuração topo de gama com 32 GB de RAM e 2 TB.


Para quem procurar um tablet mais convencional, a Huawei também apresentou o novo MatePad Pro 2026, um tablet de 12" que aposta num ecrã OLED com resolução de 3036 × 1952 píxeis e brilho máximo de 1.600 nits, equipado com o processador Kirin T93 - enquanto a versão Enjoy Edition utiliza o Kirin T93A, uma variante mais acessível.
O tablet executa o HarmonyOS 6.1 e está disponível com 12 GB de RAM e 256 GB ou 512 GB de armazenamento. Inclui uma câmara traseira de 50 MP e uma câmara frontal de 12 MP, adequada para videochamadas e criação de conteúdos. A autonomia é assegurada por uma bateria de 10.400 mAh, com suporte para carregamento rápido de 66 W e carregamento inverso por cabo de 40 W. O equipamento integra ainda quatro altifalantes, quatro microfones, leitor de impressões digitais e pesa apenas 439 gramas, mantendo um perfil bastante fino com apenas 4.7 mm de espessura.

O Huawei MatePad Pro 2026 já está disponível para pré-venda na China, com preços a partir de 731 euros para a versão Enjoy Edition. A gama inclui ainda variantes com o ecrã PaperMatte Display e modelos acompanhados por teclado. Embora um lançamento global pareça improvável, o recente MatePad Pro Max, já disponível em alguns mercados internacionais, oferece especificações muito semelhantes.

№ 12

Skynomad N70 e N90 com mais de 100 mil reservas

Os novos automóveis Skynomad da Xiaomi revelaram não ter falta de interessados, com mais de 100 mil reservas na China.

A Xiaomi continua a surpreender no mercado automóvel. Poucos dias depois de abrir as reservas para os novos Skynomad N70 e Skynomad N90, a empresa já terá ultrapassado as 100 mil pré-reservas na China, demonstrando o forte interesse pelos seus primeiros modelos EREV (Extended Range Electric Vehicle).

Os dois SUV assentam na nova plataforma Kunlun, que combina motores eléctricos com um motor a gasolina de 1.5 litros utilizado apenas como gerador, eliminando a ansiedade associada à autonomia dos veículos eléctricos. O topo de gama Skynomad N90 oferece até 415 cv, bateria entre 52 kWh e 76 kWh, depósito de 60 litros e um interior de sete lugares com foco no conforto, incluindo bancos com função de massagem e um frigorífico integrado. Já o Skynomad N70 aposta num formato de cinco lugares e num preço mais acessível.



O sucesso das reservas representa um desafio para a Xiaomi, que pretende evitar os atrasos nas entregas que se fizeram sentir com o YU7. Para isso, a empresa já está a aumentar a produção na sua fábrica em Pequim e promete entregar as primeiras unidades antes do final do ano, antecipando o lançamento oficial previsto para Setembro.

A aposta nos novos SUV é também fundamental para cumprir a ambiciosa meta da Xiaomi de entregar 550 mil veículos durante este ano. Depois de vender cerca de 220 mil unidades dos modelos SU7 e YU7 entre Janeiro e Julho, a empresa terá de aumentar significativamente o ritmo de produção nos próximos meses, e aproveitando a nova gama Skynomad para alcançar esse objectivo. Cá na Europa, continuamos a aguardar por 2027, para ver se finalmente teremos acesso aos automóveis Xiaomi no velho continente.

№ 13

Remoção do Telegram da App Store deveu-se a ataque deliberado

A remoção do Telegram da App Store parece ter resultado de um ataque deliberado contra o serviço.

Confirmando a hipótese que tinha levantado sobre o caso da remoção do Telegram da App Store, de que alguém mal-intencionado poderia ter publicado conteúdos ilegais como forma de penalizar uma plataforma, o CEO do Telegram, Pavel Durov, vei revelar que a remoção foi efectivamente provocada por um esquema de extorsão.

Durov diz que um atacante inseriu conteúdo ilegal gerado por AI num grupo activo usando subterfúgios técnicos (editando uma mensagem antiga já não visível para os utilizadores) para depois o denunciar em massa à Apple através de contas automatizadas. O objectivo seria pressionar o Telegram a pagar para evitar novas denúncias.

Last night Apple briefly removed Telegram from the AppStore because a user had planted illegal porn in a public chat.

Telegram was restored within hours. But I want to explain what happened — to warn other app developers and help protect online communities from similar attacks.…

— Pavel Durov (@durov) August 4, 2026
Ainda assim, mantém a crítica à Apple por removido a app da App Store antes de contactar a empresa para verificar a situação, considerando que este tipo de actuação representa um risco para qualquer plataforma que dependa de conteúdos publicados pelos utilizadores.

O episódio reacende o debate sobre a responsabilidade das plataformas na moderação de conteúdos e sobre os desafios colocados pelo uso de ferramentas de inteligência artificial. A capacidade de criar e alterar conteúdos de forma convincente poderá facilitar tentativas de abuso dos sistemas automáticos de denúncia utilizados pelas grandes plataformas. E isto é algo que se vai fazer sentir não só a nível da moderação de conteúdos públicos, mas em muitas outras áreas, incluindo coisas como relatos de erros e vulnerabilidade, contribuições de melhorias em código open-source (os conhecidos "supply-chain attacks"), e muito mais.

№ 14

Signal com sincronização entre telemóveis

O Signal passa finalmente a permitir o uso da mesma conta em vários smartphones, incluindo entre Androids e iPhones.

O Signal anunciou uma das funcionalidades mais pedidas pelos utilizadores: a possibilidade de associar vários smartphones à mesma conta. A partir das versões 8.20 para Android e 8.22 para iPhone, passa a ser possível utilizar a mesma conta em vários telemóveis, além dos computadores e iPads já suportados.

Com esta novidade, os utilizadores podem enviar e receber mensagens em qualquer um dos dispositivos associados, mantendo a encriptação end-to-end. Durante a configuração de um novo equipamento, é possível escolher se queremos transferir uma cópia encriptada do histórico de conversas, oferecendo maior controlo sobre a privacidade e a segurança em dispositivos partilhados.
O Signal aproveitou também para melhorar a experiência em dispositivos com ecrãs de grandes dimensões. A app recebeu várias optimizações para smartphones dobráveis, além de melhorias que facilitam a utilização em tablets Android.

Ainda assim, a empresa reconhece que ainda há trabalho pela frente. A interface para tablets Android continua em desenvolvimento e o Signal está também a optimizar a aplicação para Chromebooks, para oferecer experiência mais consistente em todo o tipo de dispositivos.

Com os relatos dos abusos que podem acontecer quando se usam serviços de mensagens que são monitorizados, é indispensável que se usem serviços que assegurem a total privacidade das mensagens com o uso de encriptação end-to-end, que significa que nem sequer o próprio serviço consegue ver as mensagens dos utilizadores.

№ 15

Headphones Sony WH-1000XM5 a €252

Os headphones Sony WH-1000XM5, uma das referências em termos de cancelamento de ruído, estão disponíveis a um preço reduzido.

Sucessores dos já excelentes WH-1000XM4, esta geração XM5 vem com 8 microfones e com um processador adicional, que promete maior eficácia na redução de ruído nas frequências médias e altas. O design foi alterado mas mantêm-se os controlos via toques e swipes, e com botão físico para activar o modo de cancelamento de ruído. No capítulo sonoro, a Sony trocou os drivers de 40 mm por novos de 30 mm, que diz serem capaz de produzir som "mais natural".
Os headphones WH-1000XM5 estão disponíveis por 252 euros na Amazon Espanha - ou podem espreitar os mais recentes XM6).

Com design over-ear e autonomia para 30 horas de funcionamento, são o tipo de headphones que depressa se tornará no melhor amigo de quem gosta de eliminar os ruídos exteriores para se concentrar naquilo que está a fazer, e que serão especialmente eficazes no caso de quem gosta de aproveitar viagens de comboio ou avião para ir adiantando trabalho, ou simplesmente desfrutar de momentos de música (ou vídeo) sem se preocupar com os barulhos exteriores.


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№ 16

WhatsApp ganha @all e polls melhoradas

Os utilizadores do WhatsApp passam a ter votações melhoradas e menções para todos os membros de um grupo com o @all.

O WhatsApp anunciou um conjunto de melhorias e novas funcionalidades para os grupos, com destaque para as menções @all, melhorias nas sondagens e uma forma mais rápida de criar novos grupos a partir de conversas já existentes.

A principal novidade é a possibilidade de utilizar @all para mencionar todos os membros de um grupo de uma só vez. A funcionalidade foi criada para mensagens importantes, como alterações de última hora ou avisos urgentes. Nos grupos com mais de 32 participantes, apenas os administradores poderão utilizar esta opção. Além disso, as notificações de @all poderão ser desactivadas nas definições para quem não quiser recebê-las, resolvendo o problema para aquelas pessoas e grupos que tentem abusar desta funcionalidade.

As votações também receberam várias melhorias. Agora é possível definir uma data e hora para o encerramento automático da votação, ocultar a identidade dos participantes para garantir respostas anónimas, e editar a pergunta da sondagem até 15 minutos após a sua publicação, permitindo corrigir erros ou esclarecer o conteúdo.

Outra novidade é a opção "Criar um grupo semelhante", que permite criar rapidamente um novo grupo com os mesmos participantes de uma conversa existente. A funcionalidade é útil para iniciar discussões paralelas ou organizar eventos sem sobrecarregar o grupo principal com mensagens fora do contexto.

Estas melhorias já começaram a ser disponibilizadas e deverão chegar a todos os utilizadores nos próximos dias.

№ 17

Apple limita bug reports por excesso de relatórios AI

A Apple diz não conseguir lidar com o número crescente de relatos de falhas, devido às ferramentas AI.

A Apple passou a limitar o número de vulnerabilidades que cada investigador pode submeter ao seu programa de bug bounty, depois de um aumento significativo de relatórios potenciado pelo recurso a ferramentas de inteligência artificial. Segundo a empresa, muitos destes relatórios descrevem falhas inexistentes ou de baixa qualidade, dificultando a identificação de vulnerabilidades reais.

A medida está a ser criticada pela comunidade de segurança, devido aos óbvios problemas que provoca. Num caso recente, a empresa de cibersegurança Bynario disse ter utilizado o ChatGPT para identificar mais de 50 potenciais falhas no macOS em apenas três semanas. Apesar de ter descoberto uma vulnerabilidade grave que poderia permitir a escalada de privilégios num Mac, a empresa não conseguiu reportá-la por ter atingido o limite de submissões imposto pela Apple.

Why not using AI to scan AI-generated reports and classify them instead of putting a cap? Fight AI with AI. https://t.co/ENjgT5G8b5

— Mysk 🇨🇦🇩🇪 (@mysk_co) August 3, 2026
Para evitar que falhas críticas passem despercebidas, a Apple permite que os investigadores solicitem um aumento do limite de relatórios em aberto, mas isso acaba por negar o intuito do limite imposto. Mais sentido faria que a Apple aplicasse AI na análise das submissões, de forma a agilizar o seu processo de resposta e correcções - algo que a Apple diz estar a fazer (mas aparentemente não ao ponto de permitir remover qualquer limite nas submissões).

Este limite é bastante estranho, pois seria/será inevitável que alguma coisa corra mal. Bastará um único caso de uma vulnerabilidade grave que comece a ser usada em ataques, e que surja uma empresa ou investigador que diga que tentou informar a Apple da mesma mas que não o conseguiu fazer porque tinha atingido o limite.

№ 18

Apple limita bug reports por excesso de relatórios AI

A Apple diz não conseguir lidar com o número crescente de relatos de falhas, devido às ferramentas AI.

A Apple passou a limitar o número de vulnerabilidades que cada investigador pode submeter ao seu programa de bug bounty, depois de um aumento significativo de relatórios potenciado pelo recurso a ferramentas de inteligência artificial. Segundo a empresa, muitos destes relatórios descrevem falhas inexistentes ou de baixa qualidade, dificultando a identificação de vulnerabilidades reais.

A medida está a ser criticada pela comunidade de segurança, devido aos óbvios problemas que provoca. Num caso recente, a empresa de cibersegurança Bynario disse ter utilizado o ChatGPT para identificar mais de 50 potenciais falhas no macOS em apenas três semanas. Apesar de ter descoberto uma vulnerabilidade grave que poderia permitir a escalada de privilégios num Mac, a empresa não conseguiu reportá-la por ter atingido o limite de submissões imposto pela Apple.

Why not using AI to scan AI-generated reports and classify them instead of putting a cap? Fight AI with AI. https://t.co/ENjgT5G8b5

— Mysk 🇨🇦🇩🇪 (@mysk_co) August 3, 2026
Para evitar que falhas críticas passem despercebidas, a Apple permite que os investigadores solicitem um aumento do limite de relatórios em aberto, mas isso acaba por negar o intuito do limite imposto. Mais sentido faria que a Apple aplicasse AI na análise das submissões, de forma a agilizar o seu processo de resposta e correcções - algo que a Apple diz estar a fazer (mas aparentemente não ao ponto de permitir remover qualquer limite nas submissões).

Este limite é bastante estranho, pois seria/será inevitável que alguma coisa corra mal. Bastará um único caso de uma vulnerabilidade grave que comece a ser usada em ataques, e que surja uma empresa ou investigador que diga que tentou informar a Apple da mesma mas que não o conseguiu fazer porque tinha atingido o limite.

№ 19

Google Assistant dá lugar ao Gemini em Setembro

A partir de Setembro os utilizadores Android começam a despedir-se do Google Assistant e dizer olá ao Gemini.

A Google começou a informar os utilizadores Android da data em que o Google Assistant começará a desaparecer dos smartphones. Segundo os emails enviados pela empresa, a transição terá início a 4 de Setembro, marcando a fase final do processo de mudança para o Gemini como assistente predefinido.

Esta mudança será feita de forma gradual ao longo de várias semanas. Depois de concluída em cada dispositivo, os utilizadores deixarão de poder utilizar ou voltar ao Google Assistant. A partir daí, comandos como "Hey Google" ou o pressionar prolongado do botão de energia passarão a abrir automaticamente o Gemini. A transição não se limita aos smartphones. A Google confirmou que o Gemini também passará a ser o assistente utilizado em dispositivos associados, como smartwatches com Wear OS, auscultadores compatíveis e outros acessórios ligados ao telemóvel. A Google refere que o Gemini já suporta a maioria das funcionalidades do Google Assistant e oferece uma experiência de conversação mais natural - embora seja inevitável que algumas coisas possam permanecer em falta e obriguem alguns utilizadores a mudarem os seus hábitos.

Os dispositivos que não cumpram os requisitos mínimos para executar o Gemini ou que estejam em regiões onde o serviço ainda não é suportado poderão continuar a utilizar o Google Assistant durante mais algum tempo. No entanto, a Google mantém o plano de concluir a substituição do assistente clássico em todo o ecossistema Android até ao final do ano, entrando em 2027 com o Gemini em pleno.

№ 20

Google Assistant dá lugar ao Gemini em Setembro

A partir de Setembro os utilizadores Android começam a despedir-se do Google Assistant e dizer olá ao Gemini.

A Google começou a informar os utilizadores Android da data em que o Google Assistant começará a desaparecer dos smartphones. Segundo os emails enviados pela empresa, a transição terá início a 4 de Setembro, marcando a fase final do processo de mudança para o Gemini como assistente predefinido.

Esta mudança será feita de forma gradual ao longo de várias semanas. Depois de concluída em cada dispositivo, os utilizadores deixarão de poder utilizar ou voltar ao Google Assistant. A partir daí, comandos como "Hey Google" ou o pressionar prolongado do botão de energia passarão a abrir automaticamente o Gemini. A transição não se limita aos smartphones. A Google confirmou que o Gemini também passará a ser o assistente utilizado em dispositivos associados, como smartwatches com Wear OS, auscultadores compatíveis e outros acessórios ligados ao telemóvel. A Google refere que o Gemini já suporta a maioria das funcionalidades do Google Assistant e oferece uma experiência de conversação mais natural - embora seja inevitável que algumas coisas possam permanecer em falta e obriguem alguns utilizadores a mudarem os seus hábitos.

Os dispositivos que não cumpram os requisitos mínimos para executar o Gemini ou que estejam em regiões onde o serviço ainda não é suportado poderão continuar a utilizar o Google Assistant durante mais algum tempo. No entanto, a Google mantém o plano de concluir a substituição do assistente clássico em todo o ecossistema Android até ao final do ano, entrando em 2027 com o Gemini em pleno.