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O meu PC 2026

19-02-2026 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

Passados mais de 15 anos, fui "forçado" a fazer upgrade do meu PC principal.

Em 2009 relatei o processo de montagem do meu PC principal, que se tem mantido perfeitamente capaz. Mas, o tempo não perdoa, e foi altura de passar para uma máquina nova mais actual - e que espero que possa durar tanto tempo como o anterior.

O plano não concretizado

Antes de mais umas considerações iniciais. O meu "velho PC" foi levando vários upgrades ao longo do tempo, passando para o melhor CPU que a motherboard permitia, passando para 48GB de RAM, vários SSD (SATA), e passando por várias placas gráficas. A máquina mantém-se totalmente funcional e mais que capaz de lidar com o Windows 10 com total fluidez. O meu plano inicial - tendo em conta que o momento não é propício para a montagem de novos PCs devido ao custo da memória e SSD - era simplesmente aplicar-lhe uma placa gráfica RTX 5060 ou 5070, que mesmo sendo "desaproveitada" num sistema tão antigo, permitiria aguentar mais um par de anos. Mas, a Nvidia baralhou-me os planos.

Embora tecnicamente devesse ser possível meter uma RTX 5070 neste PC, a Nvidia passou a exigir um mínimo de PCIe 3.0 para as RTX 50xx, e apesar da minha velha board ter levado muitos remendos para prolongar a sua vida (havendo até modificações da BIOS para permitir o boot de discos SSD M.2 em placas PCIe), quanto a poder levar uma RTX 50xx não havia nada a fazer. Com essa porta fechada, e tendo em conta que os preços das RTX 30xx e RTX 40xx usadas têm preços absurdos (por vezes até mais caros que as RTX 50xx novas), tive que respirar fundo e dizer que "tinha que ser".


O plano "forçado" pela Nvidia

Ora, fazendo juz ao tradicional "casa de ferreiro, espeto de pau", apesar de diariamente vos trazer notícias de tecnologia, não estava necessariamente por dentro, em detalhe extremo, dos CPUs e chipsets mais recentes. Pelo que, foi necessário fazer algum trabalho de investigação. A primeira decisão prendeu-se com a escolha da plataforma: Intel ou AMD. E aí a escolha não foi demorada nem complicada, com a AMD a levar vantagem sobre a Intel. Inicialmente o plano era ir para um dos recém lançados Ryzen 7 9850X3D mais rápidos, mas depois de alguma consideração, acabei por optar pelo Ryzen 9 9950X3D - já que o objectivo é ter uma máquina que se aguente pelo máximo de tempo possível, para todo o tipo de tarefas.

Para a motherboard, apesar de tradicionalmente ter preferência pelas placas da ASUS, os relatos de vários CPUs queimados nessas motherboards fez-me ir para uma MSI Mag X870E Tomahawk MAX WiFi PZ - um chipset que oferece bastante versatilidade nas ligações e expansões, quase sem restrições a nível da partilha de dispositivos (nalguns chipsets o uso de coisas como SSDs M.2 em certos slots faz com que se deixe de poder usar certas fichas PCIe, ou reduzir a velocidade). E falando de SSDs, este tornou-se no primeiro PC sem qualquer disco rígido tradicional, ficando apenas com um SSD Crucial T710 de 2TB (15GB/s) como disco principal, e um SSD Samsung 980 Pro 2TB como disco secundário. O conjunto ficou completo com uma fonte Corsair RM1000x, caixa Corsair 3500X RS-R ARGB, Artic Liquid Freezer III Pro 360, e uma gráfica MSI RTX 5070 de 12GB (embora o objectivo fosse uma gráfica de 16GB para as experiências AI, o preço exorbitante das 5070 Ti e 5080 não era justificável, sendo algo que posso revisitar quando sair a geração RTX 60xx). Para a memória, consegui encontrar uma promoção decente para um kit de 96GB de DDR5 - o sonho de meter 128GB ou 256GB fica adiado para daqui a uns anos!


A montagem

Ora, com tanto tempo de distância para o meu velho PC, a chegada dos componentes revelou as evoluções que foram feitas desde então. As motherboards estão agora mais limpas e, no caso de não se adicionarem acessórios, permitem a criação daqueles visuais que se popularizam nos "setups" de gaming. No meu caso, apesar de ter ido para uma caixa com vidro à frente e de lado, optei por limitar os elementos luminosos - que na verdade se limitam a três ventoinhas RGB que já vinham pré-instaladas na caixa. Para as restantes, assim como para o watercooler, optei pelas versões não luminosas.
Um salto à parte de trás da motherboard revela o verdadeiro segredo da "limpeza" das motherboards. Basicamente, varreu-se tudo o que são cabos e fichas para "debaixo do tapete", que neste caso é "debaixo da motherboard". Fichas de alimentações, ligações aos botões e portas USB, ligações das ventoinhas (power e iluminação) fica tudo escondido na parte de trás da motherbard.
Quando se tem tudo montado, ficamos com um sistema que não dá vergonha mostrar - desde que se mostre a parte da frente. A parte de trás continua a ser o habitual amontoado de cabos, mesmo que se faça a melhor organização de cabos possível.


Em funcionamento

Depois de tudo, o momento da verdade: saber se o sistema arrancaria ou obrigaria a entrar numa espiral de desespero para tentar perceber o que estava mal. Mas, ao estilo do "andar de bicicleta", tudo funcionou à primeira - embora com momento de tensão dramática devido aos segundos que o sistema demora a arrancar (estes chipsets fazem uma "calibração" inicial para melhorar a estabilidade do acesso às memórias). Por momentos fui também induzido em erro, pois a motherboard tem um pequeno display que apresenta códigos numéricos de erro e, no início, pensei que tivesse ficado encravado num desses erros - até descobrir que afinal o número apresentado era a temperatura do CPU (que passa a ser mostrado neste display depois do processo de boot bem sucedido).

Com o sistema a funcionar, foi tempo de passar à habitual dose de "stress test" a que sujeito todos os meus PCs, para assegurar que estão minimamente estáveis para funcionar sem surpresas inesperadas. Isso passa por um dia de testes de memória, outro de testes do CPU, e outro de testes do GPU. Felizmente, tudo foi superado com sucesso.

Vindo de um PC em que o acesso aos SSDs estava limitado pelo interface SATA, e mesmo o SSD M.2 num slot PCIe estava limitado a uma velocidade máxima de 1.5 GB/s, foi gratificador ver que nesta máquina finalmente posso tirar partido dos SSDs na sua plenitude, atingindo velocidades de mais de 14GB/s no SSD PCIe 5.0, e mais de 6 GB/s no SSD "lento".
Também para se ficar com uma ideia da diferença de desempenho de cada nível de acesso à memória nos CPUs actuais. Enquanto o Ryzen 9 9950X3D pode aceder à sua cache L1 a mais de 588 GB/s, o acesso à cache L2 baixa essa velocidade para cerca de 256 GB/s, sendo que a cache L3 baixa ainda mais para perto de 143 GB/s - ainda assim, mais do dobro dos meros 62.5 GB/s da velocidade da RAM DDR5 do sistema.

Como passo final das optimizações, não podia deixar de faltar a criação de um RAM disk para funcionar como disco temporário para o Windows, prática que mantenho desde sempre nos meus PCs, e que também ajuda a evitar uma quantidade considerável de escritas desnecessárias nos SSDs (mesmo hoje em dia estes sejam capazes de lidar com isso).


Conclusão final

Com esta nova máquina posso finalmente aventurar-me nas explorações dos modelos AI locais sem ter que passar a maior parte do tempo a pesquisar por patches de como correr esses modelos em GPUs não suportados (imagens no Z-Image Turbo e músicas no ACE-Step 1.5 são feitas em segundos). Ainda assim, é bastante desolador sentir que, mesmo com um sistema topo de gama, é perfeitamente notório que o Windows 11 está pessimamente optimizado - melhor dizendo: não optimizado. É totalmente vergonhoso que um clique no botão direito do rato faça surgir um menu que demora visivelmente a surgir, quase parecendo que se trata de uma mini página web a carregar (eu sei, podemos afinar as coisas para apresentar o menu tradicional instantâneo - mas tal não devia ser preciso).

Veremos se as promessas da MS de se focar na optimização e melhoria do Windows 11 ao longo deste ano se irá materializar... caso contrário, lá teremos que andar constantemente a mexericar em afinações e regedits para tentar compensar as más opções da Microsoft.


Fita LED Goovee T2 Ambilight com câmara dupla a €102

19-02-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

É mais fácil que nunca recriar o efeito "ambilight", com este conjunto de fita LED RGB com câmara dupla, capaz de ajustar as cores em função do que estiver no ecrã.

Há muito que recomendamos a utilização de uma fita LED para colocar atrás de um televisor ou monitor, para criar uma luminosidade que reduz o cansaço visual, especialmente numa sala completamente às escuras. Fitas LED RGB para TV arranjam-se por cerca de 10 euros ou pouco mais para modelos maiores, e mais recentemente começaram a surgir conjuntos com um sensor de cor por menos de 20 euros que podem ir mudando de cor. Mas se querem a experiência ambilight completa, com cores diferentes ao longo das margens do ecrã, então será preciso um modelo mais evoluído, como este da Govee.
Esta fita LED Govee T2 com duas câmaras está disponível por 102 euros na Amazon Espanha - desconto de 33% aplicado na finalização.

Em vez de um simples sensor de cor, este conjunto vem com uma câmara dupla que se deve colocar no topo do ecrã - usando as duas câmaras para obter uma melhor cobertura do que se passa no ecrã relativamente ao modelo anterior com uma única câmara - e que vai analisar as imagens do que se estiver a ver, fazendo sincronizar as cores da fita LED apropriadamente para cada secção das margens; conta também com o dobro do número de LEDs para um efeito luminoso de maior qualidade. É uma das poucas soluções que existem para quem quer o efeito ambilight mesmo quando utiliza apps internas da Smart TV, como Netflix, Disney, etc. já que este sistema funciona para todo e qualquer conteúdo que aparecer no ecrã, independentemente da sua origem, e dispensando a necessidade de usar HDMI.


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Ford reinventa-se para produzir eléctrico de 30 mil dólares

19-02-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

A Ford diz estar a fazer uma reformulação interna para trazer um veículo eléctrico acessível para o mercado.

A Ford, que teve papel fundamental na produção de automóveis acessíveis, diz agora querer fazer o mesmo para os automóveis eléctricos, renovando por completo o processo de produção, de forma a pode trazer uma pickup eléctrica com preço base 30.000 dólares para o mercado já no próximo ano. O objectivo é fazzer frente aos fabricantes chineses sem comprometer as margens de lucro.

A estratégia passa por uma combinação de vários factores: peças modulares impressas em 3D ao estilo Lego, engenharia inspirada na Fórmula 1, e até um sistema interno de "recompensas" para optimizar a eficiência.

No centro do plano está uma nova plataforma universal de veículos elétricos (UEV), desenvolvida de raiz. Ao contrário do Mustang Mach-E e do Lightning, que adaptavam infraestruturas existentes, esta será a primeira arquitectura totalmente pensada para eficiência e custo reduzido. A plataforma irá suportar inicialmente uma pickup de dimensão média, mas poderá ser usada para automóveis comuns, crossovers, SUVs de três filas, e até furgões comerciais. A produção incluirá grandes peças de alumínio fundidas numa única estrutura (unicastings) e baterias LFP com tecnologia licenciada da CATL.


Para atingir o objetivo de tornar o veículo mais leve e eficiente, a Ford recrutou engenheiros vindo da Fórmula 1 e de empresas como Apple, Tesla, Rivian e Lucid. A equipa criou um programa interno que atribui pontuações a cada decisão técnica, desde peso e aerodinâmica até componentes específicos. Em alguns casos, optar por uma peça mais cara pode compensar se reduzir massa e melhorar a eficiência. O resultado, segundo a empresa, é uma pickup 15% mais aerodinâmica do que qualquer outra no mercado.

Outra curiosidade, a Ford adoptou um sistema eléctrico de 48 volts e uma arquitectura electrónica simplificada, semelhante à da Tesla e da Rivian. Isto permitiu reduzir mais de 1.200 metros de cablagens, com substancial redução do peso, e permitindo que no futuro possam adoptar tecnologias como o steer-by-wire (que a Tesla tem usado no Cybertruck).

Motherboard de $50 revela 12TB de SSDs

19-02-2026 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

A compra de uma motherboard avariada acabou por render quatro SSDs com valor superior a 1000 euros.

Numa altura em que a RAM tem sido alvo de aumentos brutais e os SSDs seguem pelo mesmo caminho, um utilizador parece ter tido o seu dia de sorte. O que parecia ser uma compra arriscada de 50 dólares acabou por se revelar um verdadeiro achado.

A pessoa arriscou na compra de uma motherboard MSI Pro Z690-A WiFi não funcional (com um pino dobrado), por estar interessado nos dissipadores dos SSDs que vêm na board, e acabou por descobrir que debaixo dos dissipadores estavam quatro SSDs M.2!
Mais concretamente, a placa vinha com dois SSDs WD Black SN850X de 4TB, um Intel 670p de 2TB, e um Corsair Force MP600 de 2TB. Mesmo sendo modelos com alguns anos, resultam num total de 12 TB de armazenamento rápido, e com valor que supera os 1000 euros.

Ora, como seria de esperar, o negócio fez rapidamente surgir várias suspeitas. Apesar do vendedor dizer que não tinha "conhecimentos" e só queria vender a placa o mais rapidamente possível, alguns suspeitam que se poderia tratar de equipamento roubado. Mas, quanto a isso não há muito que se possa fazer, sendo o tipo de coisa a que se fica sujeito ao comprar material usado na internet.

Gemini ganha geração de música AI

19-02-2026 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

A Google adicionou a capacidade de gerar música ao Gemini, usando o modelo Lyria 3 da DeepMind.

Tal com já era esperado há algum tempo, a Google está a reforçar o lado criativo do Gemini. O assistente AI passa agora a poder gerar músicas com até 30 segundos a partir de simples descrições em texto, ou até imagens, recorrendo ao Lyria 3, o mais recente modelo de geração musical da Google DeepMind. A funcionalidade está a ser disponibilizada em versão beta na aplicação Gemini e suporta vários idiomas, incluindo português.

Qualquer utilizador com mais de 18 anos pode experimentar, embora os subscritores dos planos Google AI Plus, Pro e Ultra tenham limites de utilização mais elevados. Para criar uma música, basta descrever uma ideia, género, estado de espírito ou até carregar uma fotografia ou vídeo como inspiração. O Gemini pode gerar músicas instrumentais ou cantadas - com as letras a serem criadas automaticamente. A capa é também gerada de forma automática através do modelo Nano Banana.




Segundo a Google, o objectivo não é criar obras-primas musicais, mas oferecer uma forma divertida e personalizada de expressão. As músicas são pensadas para refletir o "vibe" do momento, ou para acompanhar uma memória específica, uma piada interna ou um determinado estilo musical. Caso o utilizador mencione um artista, o sistema utiliza apenas essa referência como inspiração geral, sem imitar directamente o seu trabalho.

Para garantir transparência, todas as faixas incluem o SynthID, um marcador invisível da Google para identificar conteúdos gerados por AI. A empresa diz também existirem filtros para evitar semelhanças excessivas com músicas existentes e que os utilizadores podem reportar qualquer conteúdo que viole direitos de autor.

A limitação aos 30 segundos é certamente uma forma da Google evitar problemas directos com os grandes estúdios - ao estilo do Suno, que foi forçado a fazer uma parceria com a Warner Music. Ainda assim, esta é uma área onde têm havido grandes avanços, havendo já modelos open-source que permitem criar músicas com qualidade quase ao nível do Suno em qualquer computador doméstico. A grande vantagem da Google é que, ao colocar isto no Gemini, faz com que fique imediatamente acessível, a um toque de distância, para centenas de milhões de utilizadores.

O design do interface do Android XR

19-02-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

O próximo Android XR obrigou a criar um interface completamente novo pensado para aparecer à frente dos olhos sobreposto no mundo real.

A Google revelou novos detalhes sobre o funcionamento da interface nos óculos inteligentes com Android XR, destacando os desafios de conceber um sistema para ecrãs transparentes que ficará sobreposto no mundo real. A equipa da Google explica o trabalho por trás do Jetpack Compose Glimmer, o novo sistema de design criado para os Display AI Glasses.

Um dos aspectos mais importantes é que a interface não surge directamente na lente. O conteúdo é projectado de forma a parecer estar cerca de um metro à frente do utilizador, dentro de uma área de visualização quadrada. Isto obriga a desviar o foco do mundo real - como o rosto de alguém ou a estrada - para esse plano focal. Por essa razão, as animações não podem ser bruscas. A Google descobriu que transições típicas de 500 milissegundos pareciam demasiado rápidas. No Android XR, as notificações surgem mais lentamente e gradualmente, ao longo de cerca de dois segundos, com um círculo que se expande em formato de cápsula, chamando a atenção de forma mais natural.
A legibilidade é outro desafio central. Como o texto é projectado a uma distância fixa, a Google utiliza a fonte Google Sans Flex com ajustes específicos para melhorar a leitura a um metro, incluindo maior espaçamento e aberturas internas das letras. O tamanho do texto é medido em ângulo visual (graus), e não em píxeis.

A tecnologia do próprio ecrã também obriga a certos ajustes. Uma vez que, ao estilo dos ecrãs OLED transparentes, apenas consegue adicionar luz e não consegue criar preto verdadeiro (o preto corresponde a transparência total, ficando dependente do ambiente em que se estiver). As primeiras tentativas de adaptar o Material Design resultaram em blocos brilhantes com reflexos excessivos e problemas de "blooming", em que a luz se espalha e prejudica a leitura. A solução passou por utilizar superfícies escuras como base para o conteúdo, combinadas com um novo sistema de profundidade e sombras mais intensas.
Também as cores foram repensadas. Tons muito saturados, comuns nos smartphones, tendem a desaparecer quando sobrepostos ao mundo real. Por isso, a interface do Android XR é neutra, usando cor de forma contida para destacar elementos importantes.

Agora, só fica a faltar que óculos Android XR cheguem ao mercado, a preços acessíveis.

Módulo de tomadas Tessan com 3 USB + 3 tomadas a €18

19-02-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Uma excelente opção para quem tem que lidar com um número crescente de dispositivos USB para recarregar, é usar um módulo de tomada com portas USB integradas, como é o caso deste módulo cubo de tomada Tessan com 3x tomadas mais 3x USB (incluindo USB-C).

Hoje em dia temos uma grande variedade de carregadores USB, mas estes módulos de tomada com portas USB integradas acabam por ser uma solução bastante atractiva, já que permitem manter a utilidade da tomada original, mas adicionando portas USB adicionais para carregarem outros equipamentos sem necessidade de carregadores individuais.
Este módulo de tomada Tessan com 3x tomadas mais 3x USB (1x USB-C) está disponível por 18 euros na Amazon Espanha.

As portas USB-A podem fornecer até 5 V a 2.4 A (12 W) cada uma, a USB-C pode fornecer 3 A (15 W). Quanto à tomada em si, poderá suportar cargas até um máximo de 2500 W; e temos ainda a vantagem de um prático interruptor facilmente acessível para cortar completamente a energia e evitar os consumos "fantasma" em standby.

É uma opção bastante interessante, especialmente para locais como casas de banho ou cozinhas, onde será conveniente manter o acesso à tomada eléctrica, mas ainda assim arranjar forma de recarregar aparelhos via USB - não só os habituais smartphones e tablets, mas também coisas como colunas Bluetooth, relógios, iluminação recarregável, escovas de dentes e máquinas de barbear, etc.


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Snapseed lança câmara retro no iPhone

19-02-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

A Google está a facilitar o acesso à câmara retro no Snapseed para iOS.

A Google está a disponibilizar uma actualização do Snapseed para iOS, transformando a aplicação em algo mais do que um simples editor de imagem. Depois de um lançamento discreto em Dezembro, a nova câmara integrada chega agora ao iPhone com controlos manuais avançados e emulação de películas clássicas.

Até aqui, a câmara do Snapseed só podia ser aberta através de atalhos como o widget do ecrã bloqueado ou o Centro de Controlo. Agora, passa a ser mais fácil aceder-lhe através de um ícone dedicado no interior da app. Ao ativar o modo "PRO" surgem opções para ajustar manualmente o ISO, velocidade do obturador e foco, bem como um selector com estilo clássico que permite alternar entre modo automático e manual. O flash foi movido para o canto inferior esquerdo, enquanto o zoom surge no lado oposto.
Um dos destaques é a emulação de diferentes tipos de película fotográfica com visual retro aplicado em tempo real no visor. O detalhe estético prolonga-se até à animação que simula o rebobinar quando se troca de "rolo". Segundo a Google, cada fotografia guarda uma pilha completa de edição, permitindo alterar, ajustar ou reverter qualquer efeito mesmo depois de a imagem ser guardada na galeria.

O Snapseed 3.15.0 já está disponível gratuitamente na App Store. A Google está também a trabalhar numa actualização semelhante para Android.

Google Maps esconde fotos e avaliações

19-02-2026 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

O Google Maps parece ser o mais recente serviço a esconder informação para quem não fizer login.

Temos assistido a cada vez mais plataformas a esconderem dados a quem não está registado e tem login feito, e parece que também o Google Maps se vai juntar a esse grupo.

O Google Maps sempre permitiu a utilização básica sem necessidade de iniciar sessão, possibilitando pesquisar locais, obter direcções e explorar estabelecimentos. No entanto, essa capacidade poderá estar a ser reduzida. Alguns utilizadores têm notado que a Google passou a esconder fotografias e avaliações a quem não tiver sessão iniciada.

Quando o utilizador não está o login feito, apenas é apresentada uma única imagem de cada local - mesmo em pontos turísticos ou restaurantes populares que normalmente apresentam dezenas de fotografias. Ao iniciar sessão, a galeria completa volta a ficar disponível, incluindo a barra lateral com várias imagens para percorrer.
Aparentemente, o mesmo acontece com as avaliações. As opiniões e classificações, que costumam surgir na parte inferior da barra lateral, deixam de estar visíveis quando não se tem sessão iniciada.

Ainda não está confirmado se se se trata de uma alteração intencional ou de um bug temporário ou. A confirmar-se, será uma mudança substancial na forma como o Google Maps disponibiliza conteúdo público, forçando os utilizadores a iniciarem sessão para aceder a informação que antes estava acessível a todos.

Primeiro Tesla Cybercab sai da linha de produção

18-02-2026 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

A Tesla produziu o primeiro Cybercab, o seu táxi autónomo sem volante, na fábrica do Texas.

Numa altura em que continua a ser imensamente criticada devido às promessas por cumprir, a Tesla anunciou a saída da linha de produção do primeiro Cybercab, o seu táxi totalmente autónomo, sem volante nem pedais, que considera ser o veículo do futuro que tornará todos os restantes automóveis obsoletos.

Apesar dessas intenções, o panorama actual parece estar longe do ideal para a empresa de Elon Musk. Os dados do seu programa Robotaxi no Texas têm revelado uma taxa de acidentes crescente - muito acima dos condutores humanos - e isto apesar da maioria das viagens continuar a ser feita com um "supervisor de segurança". As viagens totalmente autónomas sem supervisão continuam a ser alvo de acusações de serem meras manobras mediáticas, estando aparentemente limitadas a algumas poucas estradas e poucas viagens por dia para clientes "seleccionados".

First Cybercab off the production line at Giga Texas pic.twitter.com/kY8vCqtrCA

— Tesla (@Tesla) February 17, 2026
Não é por isso surpresa que a Tesla esteja a ser acusada de colocar "a carroça à frente dos bois", ao estar a produzir Cybercabs sem volante antes de ter demonstrado a capacidade de condução realmente autónoma sem supervisão.

Na Califórnia a Tesla nem pode usar o termo Autopilot por ser enganador, e claro que há quem não se esqueça das promessas de Elon Musk de que todo e qualquer Tesla poderia ser usado como um táxi autónomo - promessa que tem sido convenientemente ignorada e esquecida. A isto junta-se o facto da Tesla suspender o serviço de Robotaxi quando chove, e já ter feito alterações como adicionar esguichos de limpeza das câmaras - elemento que os mega-fãs de Musk criticavam nos veículos concorrentes da Waymo (diziam até que isso impediria a sua operação em locais com temperaturas negativas, aparentemente ignorando que há automóveis com sistemas de lavagem dos faróis há décadas).

Independentemente do campo escolhido, com os Cybercab a saírem das linhas de produção, começa a contagem decrescente para que a Tesla cumpra a promessa de ter táxis autónomos a circular em volume nas estradas. Caso contrário, arrisca-se a começar a ficar sem espaço para os guardar, como aconteceu com os Cybertrucks que ficaram por vender, e que acabaram por ser despachados para a SpaceX.

A mudança de língua indesejada no teclado do Windows 11

18-02-2026 | 18:30 | Aberto até de Madrugada

A aparente mudança de língua aleatória que afecta alguns utilizadores do Windows 11 pode ter uma explicação bastante simples.

Há muitas pessoas que utilizam um sistema de duplo layout nos seus computadores, com layout PT (Português) e EN (Inglês) - quer seja por terem diferentes línguas instaladas, ou por usarem um teclado com layout internacional onde se torna conveniente poder alternar entre os dois modos. No entanto, por vezes pode surgir a frustração do Windows mudar a linguagem do teclado sem explicação aparente.

Na verdade, essa mudança aparentemente aleatória pode ter uma explicação. O Windows 11 tem uma combinação de teclas que faz a alterna entre os layouts do teclado pressionando-se a tecla WIN + espaço. Isso faz com que, acidentalmente, ao pressionar essa combinação de teclas, se mude o layout do teclado. Mas, as possíveis alterações acidentais não se ficam por aqui, pois existe uma segunda combinação de teclas que pode ter o mesmo efeito: ALT + Shift!

Se a primeira é mais conhecida (e apresentada no ecrã), esta segunda passa despercebida a muitos utilizadores e é bastante mais provável de ser activada por acidente ao usar atalhos do teclado. Felizmente, é possível desactivá-la indo às definições no "Time & Language > Typing > Advanced Keyboard Settings", clicar no Language Bar Options, e na janela "Text Services and Input Languages"  ir à secção "Advanced Key Setting".
Aí não só podemos desactivar o atalho adicional, como podemos também definir atalhos para saltar directamente para layouts específicos (o que pode ser útil para quem usar mais que dois layouts e não quiser andar a "circular" entre eles).

Para a maioria dos utilizadores portugueses que usem apenas o layout PT e outro, a solução mais comum passa por desactivar este ALT + SHIFT, deixando apenas o WIN + Espaço, e assim reduzir imensamente as probabilidades de alternar inadvertidamente entre layouts com um deslize no teclado.

Android passa a fazer backup da pasta Downloads

18-02-2026 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

Os backups do Android vão finalmente passar a incluir a pasta "Downloads".

A Google está a corrigir uma das maiores falhas no sistema de backups do Android. Com o update de fevereiro do Google Play System, o Android passa a oferecer uma forma integrada de fazer backup automático dos ficheiros guardados na pasta Downloads - algo que, estranhamente, não era possivel.

Até agora, os backups do Android cobriam sobretudo fotos e vídeos (através do Google Photos) e dados do dispositivo ou aplicações guardados no Google Drive. No entanto, ficheiros como PDFs, facturas, bilhetes, etc. na pasta Downloads ficavam esquecidos. Um reset de fábrica ou troca de smartphone podia significar a perda destes dados.
A nova funcionalidade adiciona uma opção em Definições > Google > Backup que permite activar o backup automático da pasta Downloads para o Google Drive. Depois de activada, o sistema cria cópias dos ficheiros suportados na cloud.

Para já, a Google está a suportar principalmente formatos de documentos mais comuns, pelo que alguns tipos de ficheiro menos habituais poderão não ser incluídos. A distribuição está também a ser feita de forma faseada, pelo que a opção pode não aparecer de imediato em todos os dispositivos.

De referir que estes backups são estáticos, pelo que novos ficheiros descarregados não são sincronizados automaticamente para o Google Drive, apenas o sendo quando ocorrer o próximo backup. Ainda assim, trata-se de uma melhoria que permite reduzir as frustrações com ficheiros desaparecidos quando se faz a reposição de um smartphone Android.

Hub USB 3.2 Sabrent 7-portas com interruptores individuais a €38

18-02-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

Precisam de um hub USB 3.2 com quantidade generosa de portas, mas que também permita desligá-las individualmente sem tirar / meter fichas? Então espreitem este hub.

Os hubs USB tornaram-se uma necessidade da vida moderna, especialmente para acompanharem os portáteis que vêm equipados com poucas portas USB, que rapidamente se esgotam assim que ligamos um teclado e rato externo. Adicionalmente, há casos particulares, de pessoas que precisam de um número superior de portas USB. Este hub da Sabrent tem 7 portas que permitem maior liberdade na quantidade de dispositivos USB que podemos utilizar, mas o que o torna mais especial é o facto de todas as portas contarem com o seu próprio botão para que possam ser ligadas ou desligadas individualmente.
O hub USB 3.2 Sabrent 7-portas com interruptores está disponível por apenas 38 euros na Amazon Espanha, e inclui fonte de alimentação de 36 W.

Pode ser o companheiro ideal para quem tiver que fazer a replicação de pens USB em média escala (se precisar de mais, pode sempre investir num hub de 10 portas ou hub de 16 portas, também com interruptores), ou simplesmente que tenha uma série de equipamentos USB que deseje manter acessíveis (por exemplo: gravador CDs externo, scanner, câmaras digitais, webcam, discos externos, etc.) mas com a possibilidade de os poder desligar sem retirar a ficha - algo que até pode funcionar como medida de protecção, prevenindo que uma infecção de ransomware se possa espalhar a um disco externo de backup, que apenas se ligue para os backups e depois se mantenha desligado.


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Google apresenta Pixel 10a

18-02-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

A Google apresentou o novo Pixel 10a com um preço inicial de 559€ para a versão com 128 GB e 659€ para a de 256 GB.

O Pixel 10a apresenta uma alteração estética, passando a contar com uma traseira totalmente plana, onde o bloco da câmara se integra no corpo do equipamento. Um dos destaques deste novo Pixel passa pelo reforço do compromisso ambiental da marca, sendo o Pixel da série A com maior percentagem de materiais reciclados até à data.

No que respeita ao desempenho, o smartphone está equipado com o processador Google Tensor G4 e o ecrã Actua de 6,3". A resistência foi reforçada com a proteção IP68 e o vidro Gorilla Glass 7i, enquanto a autonomia da bateria promete ultrapassar as 30 horas em utilização normal.


O sistema de câmaras continua a ser um dos destaques, combinando um sensor principal de 48 MP com uma lente grande angular de 13 MP. A grande aposta da Google continua a passar pela integração de ferramentas de inteligência artificial que procuram simplificar a captura e edição de imagem.

Para assegurar a longevidade do investimento, a Google avança com sete anos de atualizações de sistema operativo e lançamentos regulares de novas funcionalidades.

O Pixel 10a chega ao mercado no dia 5 de março, em quatro cores - Neblina, Obsidiana, Framboesa e Lavanda - acompanhado por uma nova linha de acessórios, que inclui capas personalizadas e os auriculares Pixel Buds 2a em duas novas cores, Framboesa e Neblina. Os preços anunciados são de 559€ para a versão com 128 GB e 659€ para a de 256 GB.

Perplexity vai abandonar publicidade

18-02-2026 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

A Perplexity, uma das primeiras empresas AI a testar o uso de publicidade, anunciou que abandonar o sistema para não por em causa a confiança dos utilizadores.

A Perplexity está a afastar-se da publicidade, defendendo que os anúncios podem comprometer a confiança dos utilizadores nos chatbots AI. A empresa diz que, se os utilizadores suspeitarem de interesses comerciais escondidos, poderão começar a duvidar de tudo o resto na plataforma. A decisão representa uma mudança de rumo para a startup AI que foi uma das primeiras a testar anúncios em 2024.

A remoção dos anúncios começou no final do ano passado e, neste momento, não está a negociar novos acordos publicitários. Em vez disso, pretende apostar em produtos pagos direccionados para empresas e utilizadores profissionais - como especialistas em finanças, advogados, médicos e gestores - acreditando que as subscrições podem garantir receitas mais estáveis e maior credibilidade. Ainda assim, e ao estilo das suas concorrentes, a empresa não fecha totalmente a porta à publicidade no futuro.

Esta mudança coloca a Perplexity no campo anti-anúncios, ao lado de empresas como a Anthropic, que já prometeu manter o chatbot Claude livre de publicidade (também com o "asterisco" de poder vir a mudar de ideias no futuro). Por outro lado, a OpenAI mantém-se no campo oposto, tendo começado a apresentar publicidade no ChatGPT, até para quem tem o plano pago mais económico. Certamente que estas decisões também estão directamente relacionadas com os "prós e contras" do sistema: a OpenAI conta com centenas de milhões de utilizadores, e certamente conseguirá lucros bastante mais elevados para a publicidade, enquanto que para os seus rivais mais pequenos esse valor poderá não compensar a perda de confiança dos seus utilizadores.

Adaptador de tomadas universal com 5 USB a €20

18-02-2026 | 13:01 | A Minha Alegre Casinha

Este adaptador universal de tomadas da Lencent garante que podemos ligar qualquer aparelho a qualquer tomada, e poupar carregadores USB adicionais.

Hoje em dia temos uma grande variedade de carregadores USB, mas este adaptador universal com portas USB integradas acaba por ser uma solução bastante atractiva para quem viaja frequentemente, ou simplesmente quer estar preparado para nunca ser apanhado desprevenido em termos de formatos de tomadas - e simultaneamente evitando a necessidade de transportar até cinco carregadores USB adicionais na sua bagagem.
Este adaptador de tomadas universal da Lencent tem 5 portas USB e está disponível por apenas 20 euros na Amazon Espanha - têm também disponível uma versão de 65W.

O módulo encaixa, e permite encaixar, tomadas eléctricas de praticamente todos os formatos existente (UE, Reino Unido, EUA, Austrália, etc.) e inclui 5 práticas portas USB, 3 delas sendo USB-C até 15 W, que podem fornecer até um máximo de 2.4 A por porta, perfeitas para recarregar smartphones, câmaras e outros equipamentos quando se vai de férias.


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Apocalipse da falta de DRAM vai durar até 2030

18-02-2026 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

O CEO da Phison vem alertar que o panorama de falta de memória irá durar até 2030 e arruinar muitas empresas.

Quem estiver a acompanhar a evolução do preço dos componentes saberá que o preço da memória RAM disparou nos últimos meses, e que o seu efeito se tem alastrado a outros componentes como os SSDs. Mas, em vez de boas notícias, há quem acredite que escassez global de memória poderá estar para durar. O CEO da Phison, Pua Khein-Seng, veio dizer que a falta de DRAM e NAND pode estender-se para além de 2030, num cenário que descreve como uma mudança estrutural na indústria. Numa entrevista, revelou que as empresas de produção de chips estão a exigir até três anos de pré-pagamento para garantir capacidade de produção - algo inédito no sector.

Segundo o responsável, a procura empresarial e ligada à AI ainda não foi totalmente considerada nas previsões actuais. Com os planos para construção de data centers AI de escalas colossais, o consumo de memória deverá atingir máximos históricos este ano e manter-se elevado pelo menos até ao final da década. Neste contexto, várias empresas focadas no segmento de consumo, com marcas de margens reduzidas, poderão não ter capacidade para resistir. Pua antecipa que muitos fabricantes de sistemas poderão encerrar operações ou abandonar determinadas linhas de produto por não conseguirem garantir fornecimento de memória. Na segunda metade de 2026, produtos de gama baixa poderão praticamente desaparecer.

Isto é algo que se começa a fazer notar desde já. Produtos como o Steam Deck tem estado a desaparecer das prateleiras, tendo já sido confirmado que tal se deve a constrangimentos na produção devido à falta de memória RAM. Entretanto, também já começam a circular que a Sony poderá adiar os planos de lançamento da futura de PlayStation 6 por alguns anos. Mas, o verdadeiro impacto será bastante mais vasto e, por enquanto, sem fim à vista.

Samsung promove Galaxy S26 Ultra com vídeo AI

18-02-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

A Samsung volta a apostar em publicidade polémica, ao promover as capacidades de gravar vídeo em baixa luminosidade no Galaxy S26 Ultra com um vídeo AI.

A Samsung está a promover as melhorias nas câmara do Galaxy S26 Ultra, mas o mais recente vídeo publicitário está a gerar alguma indignação, pois indica que o vídeo foi criado "com assistência de ferramentas AI".

É uma escolha invulgar. Se o objectivo é demonstrar a qualidade de gravação em ambientes escuros, seria de esperar ver imagens captadas directamente pelo smartphone. Em vez disso, o que é apresentado é conteúdo no qual não se pode confiar, pois pode facilmente ter sido exagerado pelas equipas de marketing.


Isto surge num contexto em que a Samsung (e outras marcas) no passado já foram apanhadas a usar imagens enganadoras para promover as supostas câmaras dos smartphones - algumas vezes até recorrendo a outros smartphones ou câmaras profissionais. Adicionalmente temos também as diversas batotas AI, como a da lua falsa que era usada para promover a capacidade de zoom.

Embora se esteja numa era em que, cada vez mais, as fotos e vídeo não são resultado daquilo que é captado pelo sensor de imagem mas sim dos algoritmos de processamento de imagem, convém que se mantenha a máxima transparência de promover os dispositivos usando efectivamente imagens e vídeos que possam replicar na realidade. Descobriremos em breve, pois o Galaxy S26 Ultra deverá ser apresentado oficialmente já no próximo dia 25 de Fevereiro.

Hub USB-C Baseus 9-em-1 com 2 HDMI a €40

18-02-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

O processo de transição para as portas USB-C faz inevitavelmente com que seja necessário usar um hub para manter as ligações tradicionais, e é precisamente isso que faz este hub Baseus 9-em-1 com 2 portas HDMI.

O objectivo das fichas USB-C era passarem a ser a ligação universal para tudo, mas esse é um processo que não pode ser feito de um dia para o outro. A maioria dos utilizadores continuará a ter inúmeros produtos que contam com outras fichas, e o recurso a adaptadores, ou um hub, acaba por ser indispensável.

No caso deste hub USB-C Baseus, uma única porta USB-C pode multiplicar-se em: 2x portas USB 3.0, 1 porta USB-C com PD 100W, 1x porta USB 2.0 de 480 Mbps, leitor de cartões SD, leitor de cartões microSD (que podem ser usados em simultâneo), 1x porta Ethernet Gigabit, e 2x portas HDMI com suporte para resoluções 4K.
Este hub USB-C Baseus 9-em-1 está disponível por 40 euros na Amazon Espanha.

Este hub suporta também carregamento rápido via USB-PD até um máximo de 100 W; pelo que será mais que suficiente para recarregar portáteis usando um único cabo, enquanto simultaneamente dá acesso a todas as demais portas que disponibiliza; mas o elemento que será mais diferenciador será o de permitir a utilização de dois monitores externos, usando as 2 portas HDMI.

Também está disponível uma versão que permite ligar até quatro monitores.


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Apple prepara óculos, pendente, e AirPods para AI

18-02-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

A Apple está a preparar três novos dispositivos focados na tecnologia AI, óculos, pendente, e AirPods com câmaras.

A Apple pode estar bastante atrasada na adopção das tecnologias AI, mas parece não querer ser apanhada desprevenida a nível dos dispositivos AI (provavelmente para não ficar sem resposta caso o futuro dispositivo da OpenAI venha a ser um sucesso). Como tal, surgem relatos de que está a desenvolver três novos wearables centrados em inteligência artificial: uns óculos inteligentes, novos AirPods com câmaras, e um pequeno pendente com AI para usar preso à roupa ou ao pescoço. Todos os dispositivos serão construídos em torno da futura Siri AI e irão recorrer a contexto visual para executar acções, utilizando câmaras integradas para interpretar o que os rodeia. Mas, não serão dispositivos autosuficientes, ficando dependente de um iPhone para funcionar.

Os AirPods e o pendente deverão incluir câmaras de baixa resolução destinadas a fornecer dados à AI, não para captar fotografias ou vídeos de alta-qualidade. O pendente é descrito internamente como os "olhos e ouvidos" do iPhone, funcionando como uma câmara e microfone sempre activos para a Siri. Em termos de desempenho, deverá estar mais próximo dos AirPods do que de um Apple Watch, sendo pensado como acessório e não como substituto do iPhone.

Os óculos inteligentes não deverão ter ecrã para manter o custo mais acessível, mas contarão com colunas, microfones e duas câmaras: uma para imagens em alta resolução e outra de baixa resolução para o contexto visual a tempo inteiro. O objectivo é dar consciência ambiental ao dispositivo, ajudando a Siri a interpretar o espaço envolvente, medir distâncias e fornecer assistência contextual ao longo do dia. Na prática, os óculos poderão identificar objectos para o utilizador, adicionar automaticamente eventos vistos num cartaz ao calendário, criar lembretes com base no local, ou oferecer navegação usando pontos de referência reais.

Tanto o pendente como os óculos estão apontados para lançamento no próximo ano (2027), embora os planos possam ainda mudar. Depois da recepção "morna" aos dispendiosos Vision Pro, estes produtos parecem revelar uma nova ofensiva, mais económica, para iniciar uma nova era de acessórios AI.