PlanetGeek
№ 01

Fechadura da Ring funciona sem bateria

A Ring lançou a sua primeira fechadura inteligente, que assegura que pode ser usada mesmo se acabar a bateria.

A Ring, empresa de campainhas e câmaras de segurança da Amazon, está a entrar no mercado das smart locks com uma proposta que resolve um dos maiores receios neste tipo de dispositivo: ficar trancado do lado de fora quando a bateria acaba. A nova fechadura Ring tira partido do seu actuador rotativo, permitindo gerar energia manualmente ao ser rodado algumas vezes, para ligar temporariamente o mecanismo e abrir a porta.

A ideia surgiu quando o fundador da Ring, Jamie Siminoff, procurava uma fechadura para uma casa de férias que seria utilizada com pouca frequência. Em vez de ficar dependente exclusivamente da bateria, a empresa desenvolveu o sistema que permite recuperar energia através do mecanismo manual. Depois de entrar em casa, o utilizador pode então proceder ao carregamento da bateria da forma habitual.

De resto, temos o habitual conjunto de capacidades destes equipamentos. A bateria deverá durar cerca de um ano. A app também permite configurar acessos para familiares, amigos ou funcionários que precisem de entrar regularmente. A fechadura disponibiliza quatro formas de acesso: leitor de impressões digitais, teclado touchscreen iluminado, app Ring, ou via Alexa.

Parece-me que este pequeno detalhe, de permitir o uso sem bateria, poderá muito bem ser o elemento que faltava para convencer muitos indecisos ou renitentes a darem uma oportunidade a uma fechadura inteligente, mesmo sendo de uma marca que infelizmente se foca nas subscrições e não facilita o acesso local directo ou integrações com plataformas abertas como o Home Assistant.

№ 02

Fita LED RGBIC Govee 5m a €14

Uma fita LED RGB é uma das formas mais eficazes e simples de dar um toque especial a qualquer casa, e é algo que pode ser feito a preço reduzido, como comprova esta fita LED.

Uma fita LED pode fazer milagres, bastando passá-la pela prateleiras de móveis, ou até colocada por baixo de uma mesa ou sofá, para criar um ambiente único. O único problema é que quando se compra uma fita LED RGBIC para iluminação decorativa, a impressão inicial de missão cumprida que se tem após a colocar no sítio é quase sempre seguida de um "se soubesse, tinha mandado vir mais uns metros". Pois bem, isso já não deverá acontecer com este conjunto, que desde logo disponibiliza 5 metros para que possam preencher com luz tudo aquilo que desejarem - mas disponibilizada também em versão de 2x 10 metros para quem precisar de mais.
Esta fita LED RGBIC Goovee com 5 metros e controlo remoto está disponível por apenas 14 euros na Amazon Espanha - desconto de 40% aplicado automaticamente.

Este modelo apenas pode ser controlada através da app Govee ou dos botões no controlador físico junto da fita, não tendo integração com assistentes de voz como o Google Assistant ou Amazon Alexa.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

№ 03

Artcraft quer ser alternativa open-source AI da Adobe

Com ajuda das ferramentas AI, um programador está a criar alternativas ao software da Adobe, incluindo o Photoshop, Premiere, e outros.

Um programador está a tentar recriar alguns dos programadas mais populares da Adobe com recurso a AI. O projecto Artcraft começou no ano passado como uma ferramenta de AI para artistas, mas entretanto evoluiu para uma suite de sete aplicações que procuram replicar a interface e as principais ferramentas do Photoshop, Illustrator, Premiere, Lightroom, After Effects, InDesign e Acrobat Pro.

Brandon Thomas, o programador responsável pelo projecto, diz ter usado o Claude Opus 5.5 para desenvolver versões "replicadas" das aplicações da Adobe, sem acesso ao seu código-fonte, recorrendo a Rust e WebAssembly. No entanto, apesar das boas intenções e de demonstrar que estamos numa transição que a AI pode mudar a forma como olhamos para o software, há que frisar que muitdas destas apps ainda estão numa fase muito inicial e apresentam muitas limitações e bugs. Aliás, o projecto demonstra aquilo que muitos programadores sabem, de que é fácil atingir um estado "funcional", com grande parte das coisas a trabalhar, mas que aqueles "detalhes finais" podem ser bastante demorados de resolver.
O projecto será disponibilizado gratuitamente sob licenças MIT e Apache, e a iniciativa conta com visibilidade acrescida, em parte, devido à frustração geral com os preços elevados da Adobe e das suas práticas abusivas de subscrição / cancelamento.

Apesar do entusiasmo, os projectos ainda não são uma alternativa viável ao software da Adobe, e poderão enfrentar desafios legais caso a aparência e a interface sejam consideradas demasiado semelhantes. Ainda assim, este projecto vem juntar-se ao número crescente de coisas que estão a ser feitas com AI, e que fazem antever um futuro onde a "identidade" dos programas perca muito do seu valor, assumindo que bastará um simples pedido a um agente AI para que qualquer programa comercial seja replicado à medida do que cada pessoa quiser.

№ 04

Maextro V800 parte pedal de travão 3 vezes

Da China chega um caso polémico, em que testes revelaram que o veículo de luxo Maextro V800 tem pedais de travão que podem partir em cenários de emergência.

Na China, a plataforma Dongchedi / DCar (pertencente ByteDance) dedicada a notícias e testes de automóveis, lançou uma verdadeira "bomba" ao revelar que o Maextro V800, um MPV de luxo desenvolvido pela Huawei e JAC, tem graves problemas de segurança. Segundo os testes realizados pela Dongchedi, o pedal de travão quebrou totalmente em testes de travagem numa pista fechada, e isso aconteceu não apenas num veículo mas em três veículos testados.

O primeiro veículo apresentou o problema na terceira tentativa, o segundo na quarta e uma terceira unidade, comprada especificamente para o teste, falhou logo na segunda travagem a fundo. Embora nalguns casos os pedais só tenham partido sob forças elevadas, num dos casos o pedal teve a fractura com apenas 1.612 N, abaixo dos 2.000 N que é exigido pela norma chinesa, durante cinco segundos (nas marcas japonesas o normal é resistirem até 2.500N, nas marcas alemãs 3.000 N).

The biggest news from China’s car industry today. 3 brake pedals during emergency brake tests on 3 brand-new, luxury class Maextro V800s. (ENGLISH SUBTITLES)

Maextro is Huawei’s luxury brand with JAC, and the V800 sells for 0.77 to 1 million RMB.

Massive credit to Dongchedi,… pic.twitter.com/R2kVsablA6

— Syed Haseeb Hassan (@etechvolution) October 8, 2026

懂车帝实测尊界v800 100到0刹车成绩,连断三根刹车踏板 pic.twitter.com/i8XGawHBsf

— 1024 (@1024DevHub) October 8, 2026

这个视频有多品牌车型测试比较,断裂时的详细数据,断裂后的材料比较分析 pic.twitter.com/o8E2nJsNyX

— 1024 (@1024DevHub) October 8, 2026
Uma análise preliminar aponta para possíveis fragilidades estruturais no conjunto. O centro do pedal fica a cerca de 130 mm do eixo de rotação e a zona de suporte apresenta apenas uma camada vertical, enquanto outros modelos utilizam duas ou três camadas de reforço. A inspecção também encontrou marcas de soldadura em zonas sujeitas a elevada tensão, material relativamente fino e poucas nervuras de reforço, factores que poderão contribuir para a fractura.

O problema é particularmente grave porque a quebra resulta na perda total do travão de pé. Nos testes, a utilização da posição P como forma de desaceleração aumentou a distância de paragem de de 38 para 140 metros. A Maextro e a JAC ainda não apresentaram uma conclusão oficial sobre o incidente, tendo apenas emitido um comunicado oficial de que o carro "segue as normas de segurança exigidas".

Ainda assim, está a ser um verdadeiro circo mediático O V800 é um veículo que pode custar mais de 130 mil euros, que até tem frigorífico e máquina de café, e que promete uma arquitectura de "redundância total" que inclui os sistemas de travagem e direcção. E afinal, parece que falha em algo tão simples como um pedal de travão feito de plástico que pode partir quando mais se precisa dele. Seja como for, a Dongchedi parece estar a salvaguardar-se para uma possível batalha legal, aparentemente tendo comprado mais três Maextro V800 para os manter intactos e selados caso venha a ser necessário fazer avaliações futuras.


Nota: O caso não passou despercebido às outras marcas, com muitos outros fabricantes automóveis a aproveitarem a oportunidade para frisarem que os seus pedais de travão são de metal e não partem, e até marcas de veículos de baixo custo têm lançado vídeos "divertidos" de situações abusivas aos seus pedais, demonstrando que se comportam melhor a que deste carro de luxo.

№ 05

Raspberry Pi OS recebe actualização

O Raspberry Pi OS teve uma actualização com melhorias na dock e várias correcções.

A Raspberry Pi lançou uma nova actualização do Raspberry Pi OS, datada de 6 de Outubro de 2026, com várias melhorias focadas na experiência de utilização do desktop. A versão inclui o Linux kernel 6.18.50 LTS, alterações no Control Centre, novos ícones, e uma longa lista de correções relacionadas com estabilidade e funcionamento do sistema.

Uma das principais mudanças está na dock e na taskbar. Alternar entre ambas deixa de repor as definições de aparência, enquanto as alterações ao tamanho ou posição passam agora a ajustar correctamente as margens do desktop. A configuração predefinida da dock também foi actualizada com widgets para a bateria e o Squeekboard. O Control Centre recebeu várias melhorias, incluindo tooltips para explicar os widgets e alterações que passam a ser aplicadas imediatamente no painel de ecrãs. A actualização também resolve problemas no PCManFM, incluindo falhas ao arrastar ficheiros, problemas com os botões de navegação do rato, e conflitos relacionados com a montagem automática de unidades. Foram ainda corrigidos vários crashes, problemas com menus e situações em que janelas ou pop-ups apareciam fora do ecrã.

Há também vários pequenos ajustes visuais e de estabilidade, como novos ícones, melhor suporte para resoluções não nativas, e correcções relacionadas com wallpapers, notificações, LibreOffice e o system tray. A actualização pode ser instalada através do terminal via sudo apt update seguido de sudo apt full-upgrade, sendo este último comando recomendado pela Raspberry Pi para garantir que todas as alterações de dependências são aplicadas correctamente.

№ 06

Microsoft 365 Family reduz OneDrive de 6TB para 2TB

A Microsoft cortou um dos mais interessantes aspectos do Microsoft 365 Family, reduzindo o espaço na cloud de 6TB para 2TB.

Uma das coisas que mais ajudava a poder optar pelo Microsoft 365 Family era o facto de disponibilizar até 6TB de espaço no OneDrive, 1TB para cada membro (até um máximo de 6 pessoas). Mas agora, em vez deste limite individual, o plano passará a ter um espaço de 2TB que será partilhado por todos.

Cada pessoa continuará a ter a sua própria conta e os seus ficheiros privados, mas todo o grupo terá de dividir o mesmo espaço. A alteração será aplicada após a primeira renovação a partir de 2 de Maio de 2027, com alguns clientes elegíveis a receber armazenamento adicional temporário. A MS tenta desviar a questão para o lado "positivo", de que isto dá mais flexibilidade, e que até permite que um único utilizador possa usar os 2TB em vez do 1TB que tinha anteriormente; mas a realidade é que uma família que podia ter ate 6TB passa a ficar limitada a 2TB no máximo, e a ter que pagar mais se quiser espaço adicional apenas para manter as coisas que já pode ter na sua conta.
Uma outra alteração, que será bem vinda mas que não chegará para fazer esta redução no espaço na cloud, é a de que os novos planos permitem partilhar os serviços AI com os restantes membros. Até agora, apesar das subscrições incluírem funcionalidades AI, apenas o titular principal podia utilizá-las.

Talvez no futuro o aspecto AI possa ter mais peso na decisão, mas por agora a reacção tem sido bastante negativa, com muitos utilizadores a anunciarem que irão cancelar o seu Microsoft 365 Family.

№ 07

Tesla muda nome do FSD para Tesla Assisted Driving na Europa

Os clienteus europeus da Tesla deixam de ter o aguardado modo FSD, que passa a chamar-se "Tesla Assisted Driving" na Europa.

Nos EUA tem-se assistido a uma vaga de redefinição de nomes (desde nomes de mares e lagos, à tentativa de passar "AI" para "SI"), e agora a Tesla parece seguir o exemplo. A Tesla mudou o nome do Full Self-Driving (Supervised) para Tesla Assisted Driving (TAD) nos seus sites europeus. Um nome que, pelo menos, é bastante mais realista e menos enganador.

Os rumores são de que esta alteração surge no seguimento de conversações com o Ministério Federal dos Transportes da Alemanha, que supostamente teria indicado que a alteração de nome poderia facilitar a aprovação europeia do sistema. O país também quer que o TAD seja limitado a ultrapassar o limite de velocidade em, no máximo, 10%. Esta exigência está relacionada com a funcionalidade Speed Offset, que actualmente pode permitir velocidades significativamente superiores ao limite em determinadas condições.
A questão da velocidade tem sido um dos principais obstáculos à expansão do FSD na Europa. Países como a Suécia e França já levantaram preocupações sobre o comportamento do sistema, enquanto organizações de segurança rodoviária também criticaram a possibilidade de circular acima dos limites.

A aprovação à escala da UE foi adiada para Dezembro, e exige o apoio de pelo menos 15 países. O "Tesla Assisted Driving" já recebeu autorização em oito, incluindo Países Baixos, Bélgica, Dinamarca, Lituânia, Estónia, Eslovénia, Chéquia e Croácia. No entanto, nem todos os países poderão achar graça aos detalhes que têm sido revelados sobre as pressões da Tesla sobre as entidades reguladoras, incluindo coisas flagrantes como apregoar a melhoria da segurança e depois apresentar estudos altamente duvidosos, que ela própria indica que "não podem ser levados à letra".

O que é certo é que, embora agora já nem seja possível comprar o FSD/TAD (que passou a apenas via subscrição), continuam a existir milhares de portugueses que pagaram por isso, há muitos anos atrás, e que continuam sem poder usufruir de algo que a Tesla lhes vendeu (nem sequer entrando na questão de que o TAD nunca será a condução totalmente autónoma que tinha sido prometida).

№ 08

Base para monitor com hub USB e RGB a €18

Ideal para os fãs das secretárias limpas e bem organizadas, esta base para monitores (ou portáteis) com hub USB integrado e iluminação RGB pode simplificar a vida e reduzir a confusão de cabos.

Embora muitas pessoas recorram aos teclados e ratos sem fios como forma de libertar a sua mesa de trabalho dos inestéticos cabos, há coisas às quais não podemos escapar e que continuam a necessitar de um fácil acesso às portas USB; quer seja para ligar um cabo para recarregar o smartphone, ou para ligar uma pen USB, disco externo, ou leitor de cartões. Por isso, que tal adicionar portas USB que ficam facilmente acessíveis? E, neste caso, ainda temos direito a iluminação RGB para dar um toque a combinar com um PC de jogos.
Esta base Marsgaming para monitor com hub USB está disponível por 18 euros na Amazon Espanha.

Em vez de deixar as portas USB escondidas atrás de um monitor, ou na caixa do computador que se deseja manter afastada da vista (debaixo da secretária talvez), esta base permite colocá-las sempre à mão. No processo também cria um espaço debaixo do monitor onde podemos arrumar o teclado e rato, e simultaneamente elevar ligeiramente o monitor para que fique numa posição mais ergonómica.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

№ 09

Produtos da Semana

A nossa rubrica de Produtos da Semana agrupa uma lista de produtos e notícias que vamos compilando ao longo da semana e que achamos que será do interesse geral.

Fujifilm apresenta câmara digital instax Pal2

A Fujifilm Portugal anunciou o lançamento da próxima geração da sua exclusiva e ultraportátil série de câmaras digitais: a instax Pal 2. Esta nova versão traz uma série de funcionalidades inovadoras à gama Pal, incluindo um visor ótico autêntico, novos filtros e modos de fotografia que elevam a experiência do utilizador.

A aplicação dedicada instax Pal™ transforma o smartphone num obturador remoto para fotografia sem mãos, permitindo também armazenar e transferir imagens via Bluetooth. O conector USB Tipo C integrado na câmara possibilita a ligação direta ao smartphone para transferência rápida de fotografias. Os utilizadores podem ainda pré-visualizar as imagens no ecrã LCD de 1.0 polegadas, situado na parte superior da câmara. Os utilizadores podem personalizar as suas fotografias com um dos cinco temas de filtros da Pal 2, cada um com seis efeitos exclusivos. As opções incluem também a possibilidade de alternar entre os formatos de filme instantâneo instax™ mini, SQUARE ou WIDE e formatos sem moldura antes de adicionar filtros, texto e autocolantes.

Uma das funcionalidades mais inovadoras é o modo de fotografia instax Animation, que captura 10 fotogramas e transforma-os numa animação ao estilo flipbook. A transição entre imagens estáticas e animações é rápida e intuitiva. Para impressão, os utilizadores podem selecionar a sua fotografia preferida e transferi-la diretamente para qualquer impressora instax™ compatível ou câmara instantânea híbrida (comercializadas isoladamente).

Principais funcionalidades:

Câmara digital portátil, com design compacto que cabe na palma da mão;
Não imprime fotografias diretamente: impressão possível através das impressoras instax™ Link, instax mini LiPlay™ ou instax mini Evo™ (vendidos separadamente);
Visor ótico autêntico;
Ecrã LCD de 1.0 polegadas;
Captura imagens até 10 megapixels;
Acessório para ajuste do ângulo da câmara incluído;
Cinco temas de filtros, cada um com seis efeitos exclusivos;
Aplicação gratuita instax Pal™ necessária para utilização;
Armazena até 100 fotografias antes da transferência para a aplicação;
Modo instax Animation™ para criação de animações flipbook;
Conectividade Bluetooth® 5.1 sem fios;
Conector USB Tipo C integrado;
Suporte para cartão microSD (não incluído);
Inclui cabo USB Tipo C, alça de mão, acessório de ajuste do ângulo e garantia limitada de 1 ano.

Preço e disponibilidade

A câmara digital instax Pal 2™ estará disponível a um preço de venda ao público recomendado de 169,99€, nas elegantes cores Preto ou Branco.


SPC Care com POLARIS PURE

Com o POLARIS PURE, a SPC apresenta uma alternativa para as famílias que apostam no acompanhamento à distância e cujos familiares mais velhos se sentem mais confortáveis com um telemóvel físico, de teclas e sem complicações. O novo equipamento junta-se ao ecossistema de cuidado à distância SPC Care, que passa a integrar dois telemóveis básicos, o POLARIS (com tampa) e o POLARIS PURE, bem como os três modelos de smartphones sénior da família ZEUS 2.

O POLARIS PURE é apresentado na V Semana dos Idosos da SPC com um preço especial de 59,90 € para compras no site da marca www.onspc.com até ao próximo dia 4 de outubro.

A SPC, marca europeia de tecnologia para as famílias, continua a apostar em soluções tecnológicas adaptadas aos utilizadores seniores com o lançamento do SPC POLARIS PURE. Compatível com o ecossistema SPC Care, o novo telemóvel 4G apresenta um formato barra, pensado para quem procura uma utilização ainda mais simples e imediata, combinando um design clássico com uma interface intuitiva. Com este lançamento, o POLARIS PURE completa um portefólio que permite aos utilizadores escolher entre diferentes formatos, gamas de preço e modos de utilização, sempre dentro da plataforma de cuidado à distância da SPC para pessoas mais velhas. O novo POLARIS PURE foi apresentado no âmbito da Semana dos Idosos da SPC. A quinta edição desta iniciativa da marca, que este ano tem como lema «As conversas que nunca tivemos», pretende chamar a atenção para as questões pendentes entre gerações.

O SPC POLARIS PURE é um telemóvel básico concebido para pessoas mais velhas que pretendem fazer e receber chamadas sem recorrer a um ecrã tátil ou à ligação à internet. Em formato barra, o equipamento dispõe de um ecrã a cores de 2,31 polegadas, teclado físico com teclas de grandes dimensões e um menu simples que facilita a utilização no dia a dia. O POLARIS PURE integra três memórias de marcação direta, permitindo associar um contacto a cada uma delas para realizar chamadas de forma rápida, sem necessidade de procurar na lista de contactos. Inclui ainda GPS e um botão SOS que, através de uma pressão prolongada, efetua automaticamente uma chamada de emergência e envia uma mensagem SMS com a localização para os contactos previamente definidos. Compatível com aparelhos auditivos, inclui também função mãos-livres para maior conforto durante as chamadas. A base de carregamento incluída permite manter o telemóvel sempre pronto a utilizar, sem necessidade de ligar cabos. O POLARIS PURE integra ainda rádio FM, pensado para quem continua a incluir o rádio na sua rotina diária, bem como uma lanterna de acesso rápido, útil em situações do quotidiano, como uma falha de energia ou para encontrar objetos dentro de uma mala.

SPC Care: acompanhamento à distância que faz a diferença
O POLARIS PURE integra-se no SPC Care, a aplicação de cuidado à distância da SPC, que permite a familiares ou pessoas de confiança gerir remotamente o equipamento e acompanhar os utilizadores seniores, mesmo quando não podem estar fisicamente presentes. Compatível com Android e iOS, a aplicação permite a familiares e cuidadores consultar, a partir do seu próprio martphone em tempo real, a localização do utilizador e ajustar remotamente diversos parâmetros do telemóvel, como o volume, o brilho do ecrã, o tamanho da letra ou a lista de contactos. Permite ainda bloquear, à distância, números de spam ou potencialmente fraudulentos, adicionando-os à lista negra do POLARIS PURE. Além disso, familiares e cuidadores recebem notificações automáticas através da aplicação sempre que o utilizador ativa o botão SOS, quando a bateria atinge um nível reduzido ou quando o equipamento deteta períodos prolongados de inatividade.

Preço e disponibilidade

O SPC POLARIS PURE Já está disponível com uma promoção de lançamento até 4 de outubro, por ocasião da Semana dos Idosos, ao preço de 59,90 € no site da SPC e, após o término da promoção, terá um preço recomendado de 69,90 €.


Nuance Audio Plus chega à GrandOptical

Estilo e conforto auditivo na mesma solução? Esta parece uma combinação complicada, mas a realidade é que já existe no mercado e a nova versão desta solução já chegou às lojas da GrandOptical. Os Nuance Audio Plus já estão disponíveis. O novo produto combina um desempenho de áudio melhorado, uma maior autonomia da bateria e uma coleção alargada de óculos, num dispositivo médico concebido para apoiar as pessoas de forma natural no seu dia-a-dia. Além disso, com o Nuance AudioTM Plus traz outra grande novidade, os utilizadores podem atender e gerir chamadas de voz diretamente a partir da armação quando emparelhado com um iPhone compatível.

O Nuance Audio Plus foi concebido para apoiar pessoas afetadas por perda auditiva percebida como ligeira a moderada=. Em todos os cenários, o produto ajuda os utilizadores a manterem-se envolvidos nas conversas através de uma solução com o aspeto e a sensação de um par de óculos comum. O Nuance Audio Plus é um dispositivo médico CE concebido para amplificar o som para adultos com perda auditiva ligeira a moderada, pelo que, sem prejuízo da facilidade de utilização do dispositivo, o mesmo não dispensa uma leitura atenta dos avisos e instruções antes da respetiva utilização.

Complementando a coleção existente de óculos Nuance Audio Glasses, que continuará disponível, o Nuance Audio Plus amplia o portfólio com tecnologia auditiva otimizada, controlos mais intuitivos integrados na armação, uma gama mais vasta de designs e cores de armações e novas opções de carregamento em movimento. Em conjunto, as duas coleções oferecem aos consumidores uma maior variedade de opções em termos de design, funcionalidades tecnológicas e faixas de preço, de acordo com as suas preferências e estilos de vida.

O Nuance Audio Plus está disponível em três estilos de armação intemporais – Square 53, Panthos 48 e Upturn 52 – e em cinco cores: Preto Brilhante, Borgonha Brilhante, Azul Escuro, Âmbar e Verde Escuro. A embalagem padrão inclui uma base de carregamento e um cabo USB-C para carregar o Nuance Audio Plus.

Com a aplicação, os utilizadores podem controlar:
Modos de áudio: alternar entre dois modos de áudio: «Frontal», para se concentrar em conversas cara a cara, e «All-around», para amplificar todos os sons circundantes.
Predefinições: escolher as configurações de amplificação pré-definidas (A, B, C ou D) para uma experiência auditiva personalizada.
Ruído de fundo: Personalize o nível de ruído de fundo com três níveis de redução de ruído.
Nível de volume: Ajuste o volume da amplificação numa escala de 1 a 5.


Hollyland LARK M3 sistema flexível de áudio sem fios

A Hollyland, líder em soluções audiovisuais distribuída em Portugal pela Robisa, anunciou o LARK M3, um sistema de áudio sem fios flexível e escalável, concebido para produções multicâmara e com vários participantes. Para além de funcionar como um simples microfone sem fios, o LARK M3 pode operar como um sistema de áudio com configuração 'um para vários' ou 'vários para um', capaz de captar entrevistas em grupo, podcasts, conteúdos com vários participantes e gravações multicâmara, adaptando-se facilmente ao número de pessoas e dispositivos envolvidos.

O núcleo do LARK M3 reside na sua arquitetura de múltiplos transmissores e recetores. É possível ligar até quatro transmissores a um único recetor, o que permite que cada participante utilize o seu próprio microfone e seja gravado de forma independente, sem necessidade de passar um único microfone de mão em mão. Por outro lado, um único transmissor pode ser ligado a até quatro recetores simultaneamente, permitindo captar a voz de um participante com várias câmaras ou smartphones ao mesmo tempo. Esta flexibilidade estende-se à fase de pós-produção graças à gravação independente em quatro faixas. Ao utilizar o adaptador para sapata ou ligar um recetor USB-C ou para câmara a um computador, o LARK M3 fornece quatro faixas de áudio isoladas, proporcionando aos editores controlo total para ajustar o volume e o som de cada participante separadamente.

Com gravação 48kHz/32bits, uma relação sinal-ruído de 70dB e um SPL máximo de 125dB, o LARK M3 combina especificações de qualidade de estúdio com um design de fácil utilização. Inclui a tecnologia sem fios HDT patenteada pela Hollyland para transmitir dados de áudio 50% mais rápido, proporcionando um som rico e nítido a distâncias de até 300 metros. A supressão de ruído por IA, baseada na aprendizagem profunda e na análise computacional de cenários auditivos, elimina o ruído do vento, do trânsito, da água a correr e de outros sons de fundo através de três níveis ajustáveis. A função de ajuste de voz personalizado permite realçar as vozes em todos os transmissores com um único toque, oferecendo ainda oito predefinições vocais que podem ser atribuídas individualmente a cada transmissor. Cada predefinição pode ser personalizada através da aplicação para obter um controlo mais preciso do tom de voz. A proteção automática contra saturação mantém os níveis de volume estáveis em diferentes gamas dinâmicas, enquanto a configuração do recetor principal e secundário foi concebida para evitar interrupções na gravação: se o recetor principal falhar, o secundário assume o controlo instantaneamente.

O kit em si foi concebido para oferecer portabilidade: cada transmissor de 9g dispõe de um sistema de fixação magnético flexível, e um estojo de carregamento tudo-em-um permite guardar os transmissores, recetores, cabos e protetores contra o vento, proporcionando simultaneamente uma autonomia total de até 48 horas.

Preço e disponibilidade

O sistema de áudio LARK M3 da Hollyland estará disponível brevemente em Portugal através da Robisa, com os seguintes preços recomendados:
LARK M3 Combo 2TX&1RX (Space Gray, USB-C RX): 111,32 euros;
LARK M3 Combo 2TX&2RX (Space Gray, Câmara RX + USB-C RX): 133,10 euros;
LARK M3 Combo 2TX&4RX (Space Gray, USB-C RX*4): 200,86 euros;
LARK M3 Combo 4TX&2RX (Space Gray, Câmara RX + USB-C RX): 200,86 euros.


№ 10

Apple Watch Series 12 e Ultra 4 causam maior irritação na pele?

Repetindo casos anteriores, alguns utilizadores dos mais recentes Apple Watch Series 12 e Ultra 4 estão a relatar casos de irritação na pele.

Alguns utilizadores com os novos Apple Watch Series 12 e Ultra 4 estão a relatar casos de irritação inesperada na pele. As queixas, partilhadas em fóruns online, incluem sensação de ardor e vermelhidão na zona do pulso onde os sensores dos relógios fazem as leituras.

Este tipo de queixas não é inédita e já aconteceu com outros smartwatches no passado, mas normalmente sendo atribuída a factores externos, como acumulação de suor ou sujidade, ou utilização de algum produto para a pele, como cremes ou protector solar. No entanto, há uma alteração significativa nos Apple Watch Series 12 e Ultra 4, sendo que as medições automáticas do ritmo cardíaco passaram a ser feitas a cada cinco segundos em vez de serem feitas apenas uma vez a cada poucos minutos (com excepção dos modos desportivos com tracking contínuo),
A recomendação da Apple passa por manter o relógio, a bracelete e a pele limpos e secos, sobretudo depois de exercício ou contacto com líquidos. Alguns utilizadores dizem que a irritação desapareceu depois de um período de adaptação ou após limparem melhor o dispositivo, enquanto outros optaram por devolvê-lo. Quem apresentar vermelhidão, inchaço, comichão ou irritação persistente deverá consultar um médico antes de voltar a usar o Apple Watch.

Isto não invalida que, pessoas que anterioremente fossem mais sensíveis mas não apresentassem qualquer "sintoma" devido à frequência inferior das leituras, agora possam passar a sentir esse efeito. Para quem tiver um Apple Watch das gerações anteriores, um teste que pode fazer é escolher um modo de tracking desportivo com leituras contínuas, e ver se nota alguma diferença a nível da resposta da pele devido à exposição superior.

№ 11

Empresas lutam para ficar com domínio .agent

A Google, Meta, OpenAI, e outras empresas, querem ficar com o domínio .agente, entre muitos outros novos TLDs que estão a ser pedidos à ICANN.

Há muito que deixamos de ter uma internet apenas com domínios .com, .net e .org (além dos .edu, .gov, e .mil - que compunham o lote de seis TLDs disponíveis inicialmente), e desde então não têm parado de aumentar. E, como seria de esperar, a próxima vaga de novos top-level domains (TLDs) parece estar completamente dominada pela AI. A ICANN, organização responsável pela gestão do sistema de domínios da Internet, recebeu 1.615 candidaturas de 481 entidades e vários dos nomes mais cobiçados estão directamente relacionados com inteligência artificial.

O domínio .agent recebeu candidaturas de dez empresas, incluindo a Google, Meta e OpenAI, enquanto sete empresas, também com a OpenAI entre elas, querem o .agi. O interesse estende-se ainda a .asi, .intelligence e até .superintelligence. A OpenAI apresentou candidaturas para 15 TLDs, enquanto a Meta quer 21 e a Google quase 40, mostrando que as grandes empresas de AI estão a tentar garantir desde já os endereços associados às suas marcas e tecnologias.
A Meta candidatou-se a .facebook, .instagram, .messenger, .meta, .threads, e .whatsapp, enquanto a OpenAI quer .chatgpt, .codex, .openai e .gpt. A Anthropic também apresentou candidaturas, em volume bastante mais reduzido, apenas para .anthropic e .claude. Do lado da Google (Alphabet), quer ficar com domínios como .browser, .gemini, .gemma, .waze, e até o .gem - este último bastante estranho, considerando que acabou de mater as Gems do Gemini, passando-as a "skills" (domínio a que, estranhamente, não se candidatou, embora existam outros interessados, como a OpenAI).

Mas nem todas as candidaturas estão relacionadas com AI. A lista inclui centenas de domínios genéricos, como .geek, .anime, .jackpot, e até .haha; além de vários domínios específicos de empresas.

Ainda falta algum tempo até sabermos quais serão aprovados. Esta é apenas uma das primeiras fases do processo e os novos TLDs só deverão começar a tornar-se oficiais a partir de 2027. Apesar de muitos domínios alternativos nunca terem conquistado grande popularidade, o fenómeno da AI parece estar a dar-lhes uma nova vida, e no meio de negócios de "biliões", o cerca de $1M que custa ficar com um novo gTLD torna-se numa pechincha irrisória.

№ 12

Google SynthID Detector disponível para todos

A Google abriu o acesso público ao SynthID Detector, a sua ferramenta para identificar conteúdos criados por AI.

Depois de o ter lançado de forma limitada apenas para algumas empresas de media, a Google disponibiliza finalmente o acesso público e global ao SynthID Detector, uma ferramenta que permite verificar se fotografias, vídeos, ou ficheiros de áudio, foram criados ou manipulados com AI.

O sistema procura um watermark digital SynthID incorporado no conteúdo durante a sua criação. Esta marca não é visível para as pessoas, mas pode ser identificada pela ferramenta da Google. O SynthID Detector consegue reconhecer conteúdos gerados por modelos da Google, OpenAI, Nvidia e Kakao, esperando-se que também a Apple adotpe o sistema nos seus modelos AI ainda este ano.
Além do novo serviço, as verificações SynthID já estão integradas no Google Search, Gemini e Chrome, permitindo confirmar a origem de determinados conteúdos diretamente nesses serviços. A Google espera que a expansão do SynthID facilite a identificação de conteúdos gerados por AI, mas a eficácia continuará dependente da utilização da própria tecnologia de watermarking.

De frisar que esta ferramenta não é "absoluta". Há muitos conteúdos gerados por outros modelos AI que não serão detectados como tal, e podemos também estar perante situações que se tenha usado uma ferramenta AI para fazer uma edição ligeira em conteúdos totalmente gerados por humanos (como remover pausas numa conversa áudio, ou remover um elemento insignificante numa foto), e que passará a ser detectado como conteúdo AI. Pelo que, rapidamente se podem entender as vozes críticas que dizem que se trata de um sistema desnecessário e irrelevante. Até porque, quem quiser efectivamente usar conteúdos AI para fins enganadores, irá recorrer a modelos AI e/ou ferramentas que assegurem que não serão detectados pelo SynthID Detector.

№ 13

Carregador Anker 200 W GaN 6 portas a €60

Os carregadores podem acompanhar-nos por anos e anos, e este Anker GaN 200 W com 6 portas garante que estamos preparados para tirar partido do USB-C até para carregar portáteis.

Com a transição para o USB-C e alguns fabricantes a deixarem de incluir carregadores com os seus produtos, torna-se mais importante que nunca escolher um carregador que nos dê algumas garantias a longo prazo. Este carregador Anker pode fornecer um total de 200 W e tem seis portas USB, mas mantendo um tamanho bastante compacto em formato "charging station" para desktop, graças à tecnologia GaN.
Este carregador Anker GaN 200 W 6-portas está disponível por 60 euros na Amazon Espanha.

Vem equipado com quatro portas USB-C e duas portas USB-A, significando que está preparado para lidar com os equipamentos mais recentes mas também lida sem dificuldade com cabos USB da geração anterior (que ainda são bastante populares). Pode fornecer até 100 W simultanteamente em duas portas USB-C quando se quer carregar múltiplos dispositivos, o que significa que poderá suportar com facilidade o carregamento de dois portatéis ao mesmo tempo. E não se esqueçam de juntar um cabo USB-C que permita tirar partido destas potências.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

№ 14

CRAM comprime RAM sem "atrasos"

Um novo sistema, chamado CRAM (Compressed RAM) promete comprimir a memória RAM em Linux de forma mais rápida e eficiente.

A ideia de comprimir os dados em RAM não é nova - nem foi criada para lidar com a questão dos preços absurdos actuais - e na verdade já é usada há anos, de diversas formas, pelos sistemas operativos. Mas uma nova proposta promete ser significativamente mais rápida.

Este novo sistema CRAM foi desenvolvido por investigadores da Meta e poderá mudar a forma como o Linux lida com a memória comprimida. A táctica passa por manter os dados comprimidos directamente na RAM, em vez de os tratar como uma camada extra adicional de swap, permitindo ao sistema aceder à informação da forma normal que acederia à memória. Nos testes apresentados, o CRAM chegou a ser até 452 vezes mais rápido do que o ZRAM em operações de leitura.

A ideia parte de uma observação simples: o maior impacto no desempenho da memória comprimida não parece estar no processo de compressão ou descompressão, mas no comportamento associado ao swap e na ocorrência das chamadas "page faults". O CRAM tenta eliminar esse custo utilizando um nó privado que permite ao Linux tratar a memória comprimida como RAM normal, mantendo os mecanismos de gestão habituais.
Os resultados são particularmente impressionantes em cargas de leitura. No pior cenário apresentado, o CRAM atingiu cerca de 489 milhões de operações por segundo, contra apenas 1.1 milhões no ZRAM. Mesmo quando 20% das operações envolviam escritas, o CRAM continuou a ser cerca de 5.4x mais rápido. As escritas são mais complicadas porque os dados comprimidos não podem ser alterados directamente e precisam de ser transferidos para a área de memória original.

A tecnologia ainda está em desenvolvimento e existem problemas importantes por resolver, sobretudo relacionados com a quantidade variável de compressão e a gestão da memória disponível. Apesar de ainda não estar pronto para chegar ao kernel Linux, o sistema poderá começar por ser particularmente interessante para grandes servidores, mas eventualmente arranjar forma de chegar aos sistemas operativos domésticos, ajudando a tirar melhor partido do hardware que temos em casa.

№ 15

ChatGPT com GPT-6 e respostas visuais interactivas

A OpenAI fez finalmente chegar o GPT-6 ao ChatGPT, assim como elementos visuais interactivos além do texto.

A OpenAI anunciou a chegada do GPT-6 ao ChatGPT juntamente com o novo Intelligent UI, que promete tornar as respostas do ChatGPT mais visuais e interactivas. Em vez de apresentar apenas texto, o chatbot AI poderá agora criar gráficos, botões, formulários, tabelas, diagramas, e outros elementos que permitem ao utilizador interagir directamente com a resposta.

Isto será particularmente útil para tarefas mais complexas. Entre os exemplos apresentados estão um widget de receitas que ajusta automaticamente as quantidades de ingredientes conforme o número de pessoas, checklists, mapas integrados, e perguntas de escolha múltipla para refinar resultados. O GPT-6 também consegue criar pequenas ferramentas directamente numa conversa, como calculadoras, divisores de contas, ou até jogos simples.

GPT-6 and Intelligent UI, now rolling out in ChatGPT for everyone.

Intelligent UI in ChatGPT delivers fast, interactive answers that make everyday questions more visual, complex topics easier to grasp, and interactive tools for your task available on the spot. pic.twitter.com/XL2gDCPBwG

— OpenAI (@OpenAI) October 7, 2026

With Intelligent UI, GPT‑6 can now compose responses using text, visuals, and interactive elements, choosing how they fit together based on your question.

Responses can include graphics and charts to help explain an idea, along with tappable buttons, forms, and interactive… pic.twitter.com/KnaBwgJ2gf

— OpenAI (@OpenAI) October 7, 2026

Create interactive tools you can use right in the conversation, like a game or interactive budget planning calculator. pic.twitter.com/7gwerFiaNu

— OpenAI (@OpenAI) October 7, 2026

Play around with interactive answers to help customize your response. pic.twitter.com/WdREebLtd9

— OpenAI (@OpenAI) October 7, 2026
Segundo a OpenAI, a Intelligent UI utiliza uma biblioteca de componentes nativos que podem ser apresentados progressivamente enquanto o modelo gera a interface. O GPT-6 também pode começar a apresentar a resposta enquanto ainda está a processar o pedido, o que deverá tornar a experiência mais rápida e fluida.

O GPT-6 com Intelligent UI começou por chegar aos planos Plus, Pro, Business e Enterprise, mas com a promessa de que os utilizadores gratuitos e Go também terão acesso já nos próximos dias. Os planos pagos passam a utilizar o GPT-6 Sol no ChatGPT, enquanto o Free e Go ficam com o GPT-6 Luna mais básico.

№ 16

Extensão tomadas Tessan com 4 USB + 2 tomadas a €28

Uma excelente opção para quem tem que lidar com um número crescente de dispositivos USB para recarregar, é usar uma extensão de tomada com portas USB integradas, como é o caso desta Tessan com 2 tomadas mais 4 USB.

Hoje em dia temos uma grande variedade de carregadores USB, mas estas extensões de tomada com portas USB integradas acabam por ser uma solução bastante atractiva, já que permitem manter a utilidade da tomada original, mas adicionando portas USB adicionais para carregarem outros equipamentos sem necessidade de carregadores individuais.
Esta extensão de tomada Tessan com 2 tomadas mais 4 USB (2 USB-C + 2 USB-A) está disponível por 28 euros na Amazon Espanha.

As portas USB podem fornecer até 30 W (PD) no total, sendo divididos à medida que se ligam mais dispositivos. Por exemplo, se ligarmos um dispositivo na porta USB-C e outra numa porta USB-A, poderá fornecer 15W a cada um deles em simultâneo. Quanto à extensão em si, conta com um cabo de 2 metros, facilitando o processo de a colocar num ponto mais adequado em relação à tomada onde for ligada.

É uma opção bastante interessante, especialmente tendo em conta a crescente panóplia de dispositivos USB que vamos tendo, dos smartphones e tablets e coisas como smartwatches, colunas Bluetooth, escovas de dentes, máquinas de barbear, etc. E desta forma, em vez de transportamos vários carregadores, fica tudo condensado num único bloco compacto de uma extensão de tomadas.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

№ 17

Microsoft prepara AI local e agentes para o Windows 11

A Microsoft revelou os seus planos, com AI local e agentes autónomos para o Windows 11.

A Microsoft está a preparar uma grande evolução da AI no Windows 11, com novas ferramentas focadas em processamento local e agentes capazes de executar tarefas no sistema. Estas capacidades começarão por chegar a equipamentos como os Surface Laptop Ultra com RTX Spark com suporte para correr modelos AI locais, reduzindo a dependência de serviços na cloud.

O Copilot também receberá uma reformulação abrangente, passando a estar dividido em três áreas: Home, para interagir com modelos LLM; Code, onde a Microsoft promete que até utilizadores sem experiência em programação poderão criar widgets e apps através de linguagem natural; e o Autopilot, dedicado à gestão de agentes AI agents capazes de executar tarefas de forma autónoma.
Outra novidade será uma nova experiência no Windows Search, que permitirá executar determinadas tarefas do sistema directamente a partir da barra de pesquisa. Em vez de abrir ferramentas como o Control Panel para alterar definições, o utilizador poderá simplesmente descrever o que pretende e deixar o Windows executar a acção. Para tornar os agentes mais seguros, a Microsoft também apresentou os Microsoft Execution Containers (MXC), que isolam as actividades dos agentes em ambientes controlados e permitem definir regras sobre aquilo a que podem aceder.
Tudo isto faz parte da estratégia Hybrid Intelligence, que promete gerir de forma automática todas estas capacidades, tirando o máximo partido daquilo que pode ser executado localmente (como modelos DeepSeek e Nvidia Nemotron) ou que poderá necessitar de recorrer a modelos AI mais poderosos na cloud.

Inevitavelmente, tudo isto acabará por ser algo que se assume que "seja assim" nos computadores do futuro. No entanto, resta a grande questão de saber quando é que esse futuro chegará, se será daqui por um par de anos, ou se os consumidores comuns terão que esperar muito mais, devido aos elevados preços da memória RAM e demais hardware, que faz com que, pelo menos neste fase, se torne proibitivo pensar comprar uma máquina com estas capacidades.

№ 18

Portáteis Nvidia RTX Spark podem chegar aos 7.000 dólares

Ficam disponíveis os primeiros portáteis com chips Nvidia RTX Spark, mas não são baratos.

Os primeiros portáteis equipados com o chip Nvidia RTX Spark já têm preços definidos e não são propriamente baratos. Os modelos da Dell, Lenovo, MSI, HP, Asus, e o Surface Laptop Ultra da Microsoft começam nos 2.599 dólares, com configurações que incluem CPU de 18 cores, 24 GB de memória unificada e meros 512 GB de armazenamento. O objectivo é ficaram posicionados para competir com os MacBook Pro da Apple.

Mas este preço sobe rapidamente quando se escolhem configurações mais potentes. Um Asus ProArt P16 RTX Spark equipado com chip de 20 cores, 128 GB de memória, e 2 TB de armazenamento pode custar 7 mil dólares. No caso do Surface Laptop Ultra, uma configuração com 48 GB de memória aparece por 4 mil dólares, embora ainda não sejam conhecidas todas as opções disponíveis - com a particularidade da MS ter optado por uma curiosa, e aparentemente prática, porta USB-C magnética em vez da sua ficha proprietária (num mundo ideal, poderia tornar-se num standard para as fichas de carregamento USB-C).

Here’s a closer look at Microsoft’s Magnetic Connect. They say it’s the world’s first built-in magnetic USB-C charging system on a laptop.

What’s nice is the port still works like regular USB-C, so you can use it for charging, data and accessories. pic.twitter.com/vO69segyOU

— Rich DeMuro (@richontech) October 7, 2026
Estes preços não são totalmente inéditos no segmento premium, já que um MacBook Pro de 16" com M5 Max e todas as opções pode aproximar-se dos 10.000 dólares. Ainda assim, os primeiros portáteis RTX Spark ficam claramente direccionados para um segmento que será bastante específico, e a promessa de que são adequados para utilização de AI local só ficará acessível a quem estiver disponibilidade financeira para pagar por isso.

A grande questão será perceber se todo esse investimento compensa. Conhecendo-se o elevado ritmo de evolução no campo da AI, até potenciada pela própria AI, há o grande risco destes primeiros RTX Spark rapidamente se tornarem "obsoletos" num par de anos, dificultando o processo de serem amortizados ao longo de muitos anos. Por outro lado, temos visto placas gráficas para "AI" a atingirem preços absurdos, sem que isso pareça afectar a sua procura - pelo que, talvez a questão do preço seja irrelevante... para alguns.

№ 20

Coluna BT Tronsmart Mirtune C2 a €35

Quem já tiver passado pelas colunas Bluetooth de baixo custo e agora procurar algo com um pouco mais de potência, irá ficar satisfeito com esta Tronsmart Mirtune C2.

O desaparecimento da ficha dos headphones tem fomentado a utilização de colunas BT em cada vez mais situações (muitas vezes torna-se a única opção possível, a não ser que se recorra a adaptadores BT para ficha de 3.5mm). Em muitos casos acaba também por se revelar uma solução mais conveniente, permitindo que se chegue a casa e se comece a ouvir a música na coluna em vez de se sofrer com a tentativa do smartphone reproduzir os sons graves com os seus altifalantes diminutos. E no caso desta Tronsmart Mirtune C2, temos volume com fartura mas mantendo um tamanho relativamente compacto.
Esta coluna BT Tronsmart Mirtune C2 está disponível por 35 euros na Amazon Espanha.

Vem com uma bateria generosa para garantir que as sessões de música podem prolongar-se por 24 horas com o volume a 50%, demorando cerca de 3 a 4 horas a recarregá-la. Conta também com porta USB-C, microfone para funcionar como sistema mãos livres ao efectuar chamadas telefónicas, cartão de memória para reprodução de músicas, e para quem quiser duplicar a potência sonora, pode emparelhar-se com uma coluna adicional para funcionar em modo stereo real.

Acompanha as melhores promoções diárias no nosso canal AadM Promos.