PlanetGeek
№ 01

Reparação de DDR5 de 256GB e 128GB

Devido ao elevado preço das memórias, torna-se obrigatório olhar para a sua reparação como algo a ter em conta.

Em tempos que agora parecem distantes, um módulo de memória avariado seria algo que simplesmente se "atirava para o lixo" e trocava por um novo. Mas com os preços da memória nos níveis exorbitantes que estão devido à AI, as coisas mudam de figura. Foi o que aconteceu com dois módulos RDIMM DDR5 de 128 GB e 256 GB, cujo valor do mercado actual ultrapassa a dezena de milhar de euros.

O módulo de 128 GB apresentava falhas durante o processo de DDR5 training no arranque, um comportamento que pode indicar problemas nas ligações de solda dos chips DRAM BGA. Depois de vários testes, um simples ciclo de reflow foi suficiente para recuperar o módulo. Após a intervenção, a memória passou novamente pelo processo de training sem problemas num sistema de teste. Já o módulo de 256 GB parecia completamente morto. Uma das primeiras suspeitas foi o PMIC, responsável por fornecer a alimentação necessária aos chips DRAM, ou a memória SPD que guarda as informações de configuração do módulo. O chip SPD foi substituído e reprogramado com uma cópia do conteúdo original, mas isso não resolveu o problema. Foram depois realizados vários processos de reflow e reballing em diferentes componentes.



A verdadeira causa acabou por ser mais simples, mas também mais difícil de encontrar: um condensador MLCC em curto-circuito e um PMIC danificado. O módulo terá sido deixado cair no chão, o que poderá ter provocado danos tanto no condensador como nas soldas. MLCC rachados são uma causa relativamente comum de falhas em placas electrónicas, pelo que procurar curtos nestes componentes pode acelerar bastante o diagnóstico.

No final... deu trabalho, mas certamente terá compensado face à alternativa, de gastar perto de 15 mil euros em dois módulos novos.

№ 02

Apps like Adobe

Recentemente apareceu pelo Reddit um conjunto de alternativas às apps da Adobe em modo opensource.

Parece que recentemente um programador lançou mãos à obra e decidiu, implementar em Rust clones das apps da Adobe, sem licenças, e neste momento até já do Word e software Autocad. Assim surge o ArtCraft, que já têm bastantes apps prontas para usar.

O programador Brandon Thomas lançou o Artcraft, uma suite de aplicações gratuitas e de código aberto, programadas em Rust com a ajuda de inteligência artificial (Claude Opus 5.5), criadas especificamente para substituir ferramentas centrais da Adobe.

A Suite Artcraft, têm já um conjunto de alternativas Gratuitas à Adobe.

  • Alternativa ao Photoshop: Ferramenta gratuita para edição de imagens rasterizadas.
  • Alternativa ao Illustrator: Software para criação de gráficos vetoriais.
  • Alternativa ao Premiere: Editor de vídeo completo.
  • O conjunto inclui ainda mais quatro aplicações complementares que fecham esta suite criativa de sete ferramentas.

O programador aceita ainda várias sugestões no Reddit, dado que recentemente sugeriram o Word e rapidamente ficou disponível.

O código fonte, dado que são Open Source está disponível no GitHub em https://github.com/storytold.

O LightCraft é a apicação similar ao Adobe LightRoom, e que até abre os catálogos do LightRoom.

E não é só para Windows. Para Mac existem, e até funcionam muito bem. Abaixo um exemplo do LightRoom – estou mesmo a repensar continuar com a licença que tenho do LighRoom – não é igual, não tem o Storage, e créditos AI claro, mas, é gratuito.

Screenshot
№ 03

Nvidia abandona RTX 5090?

A Nvidia poderá suspender a produção da RTX 5090 para direccionar os GPUs para as placas PRO para AI.

Estão a circular rumores de que a Nvidia terá deixado de fornecer os chips GB202 destinados às placas GeForce RTX 5090. Ao que parece, o GPU GB202 passará a ser utilizado exclusivamente nas placas destinadas ao mercado profissional e data centers.

Embora isto seja um rude golpe para o segmento gamer, é algo que taz todo o sentido do ponto de vista financeiro. A Nvidia consegue vender o mesmo chip em produtos profissionais muito mais caros, extraindo maior rendimento. Além disso, podemos também ser realistas e dizer que, com as RTX 5090 a custarem actualmente mais de 6.000 euros(!), não estarão dentro do orçamento da esmagadora maioria dos gamers, nem mesmo daqueles que poderiam estar dispostos a dar um pouco mais de dois mil euros por uma placa gráfica.
Para já, as RTX 5090 existentes não vão desaparecer de um dia para o outro, já que ainda há unidades em stock. No entanto, se se confirmar que a Nvidia deixará de as produzir, poderá assistir-se a uma verdadeira "corrida" para apanhar as unidades que restam, atirando os preços para patamares ainda mais elevados!

E com a próxima geração baseada na arquitectura Rubin a só ser esperada para final de 2027 ou 2028, irá ser necessário aguardar ainda bastante tempo para se voltar a ter uma nova placa topo de gama da Nvidia para gaming.

№ 04

Apple corta produção dos iPhone 18 Pro

A Apple terá reduzido a produção dos novos iPhone 18 Pro em 15-20% devido a uma procura abaixo do esperado.

A Apple parece estar a começar a sentir que há limites na carteira dos consumidores. A marca terá pedido a alguns dos seus fornecedores para reduzirem a produção de componentes destinados ao iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max, devido a uma procura abaixo do esperado. As encomendas de componentes para Outubro terão sido reduzidas em pelo menos 15% face aos pedidos iniciais, numa altura em que o aumento dos custos de memória está a pressionar os preços de praticamente todos os dispositivos.

Em Portugal, o preço do iPhone 18 Pro começa nos 1.499 euros, enquanto o iPhone 18 Pro Max obriga a gastar pelo menos 1.649 euros, valor superior ao dos modelos da geração anterior. A Apple tem atribuído os recentes aumentos de preços em vários produtos, incluindo iPhones, iPads e MacBooks, ao aumento do custo dos chips de memória provocado pela forte procura relacionada com AI.

Dito isto, há alguns factores adicionais que podem ajudar a explicar esta recepção mais fria aos iPhone 18 Pro. Muitos clientes poderão ter decidido optar pelo novo iPhone Duo, que só fica disponível este mês, com preço a começar nos 2.399 euros; o que continuaria a beneficiar a Apple - se se assumir que a procura pelo primeiro iPhone dobrável supere a quebra na procura dos iPhone 18 Pro. Em sentido contrário, poderá haver muitos clientes que simplesmente preferem aguardar mais um ano e ver que tal será o iPhone dos "20 anos" que é aguardado para o próximo ano, e que deverá trazer alterações significativas.

... Atiro também para a lista das possibilidades o facto da Apple estar a atrasar a nova Siri AI na Europa, que deixa os consumidores europeus sem uma das grandes novidades dos novos iPhones e do iOS 27 até uma altura em que o iPhone do próximo ano já estará quase a chegar...

№ 05

Meta quer Muse nos Raspberry Pi e outros gadgets

A ofensiva da meta com o Muse expande-se para os smart devices, facilitando o seu uso em todo o tipo de hardware.

Não só a app do Muse está a ter sucesso viral, como a Meta não abranda e está a disponinibilizar o código necessário para que os utilizadores criem os seus próprios gadgets com o Muse, o novo agente AI da empresa. A ideia é ligar o Muse a hardware comum, como placas ESP32 ou Raspberry Pi, e utilizá-lo com ecrãs, botões, sensores e outros componentes para criar dispositivos personalizados.

Entre os exemplos apresentados pela Meta está a utilização de um display E Ink a cores para mostrar lembretes, ligar o Muse a uma HDMI stick para apresentar o agente AI num televisor, ou criar um pequeno dispositivo com touchscreen semelhante a um Muse Charm. O sistema funciona através dos SDKs disponibilizados pela empresa, permitindo combinar o Muse com praticamente qualquer hardware compatível.
A Meta também criou o Muse Home Link, um pequeno gadget pensado para controlar dispositivos domésticos. Com skills desenvolvidas pela comunidade, pode ser utilizado para controlar lâmpadas inteligentes, controlar um televisor, enviar documentos para uma impressora, e muitas outras coisas.

Esta iniciativa transforma o Muse numa plataforma bastante mais aberta e experimental, permitindo que developers e entusiastas criem os seus próprios dispositivos em vez de depender apenas do hardware oficial da Meta. No entanto, bem sabemos como inevitavelmente as dependências de serviços na cloud correm mal. Poderá não ser hoje, nem amanhã, nem no próximo ano, mas garantidamente a Meta irá decidir mudar as regras do jogo, e encerrar as APIs ou começar a cobrar por elas, e todos estes dispositivos arriscam-se ficar inutilizados.

№ 06

Starlink ganha 800 MHz para melhorar serviço de telemóvel

Aos poucos, a SpaceX vai dando mais sinais de se querer tornar numa operadora móvel capaz de competir com AT&T, Verizon e T-Mobile.

A SpaceX deu mais dois passos importantes para transformar o Starlink numa verdadeira rede móvel nos Estados Unidos, capaz de competir directamente com operadoras como AT&T, Verizon e T-Mobile. A empresa anunciou a aquisição de licenças de espectro na banda dos 800 MHz, que considera uma das peças que ainda faltavam para oferecer um serviço móvel mais completo.

A estratégia passa por combinar o novo espectro de baixa frequência com o espectro de 2 GHz que já utiliza. Enquanto os 2 GHz deverão fornecer maior capacidade e largura de banda, os 800 MHz terão uma vantagem importante na capacidade de atravessar obstáculos, como paredes. Isto irá facilitar manter a ligação dentro edifícios, que até agora era praticamente impossível no serviço Starlink, e contribuir para que o serviço comece a poder ser encarado quase como o serviço móvel terrestre das operadoras tradicionais.

Ao mesmo tempo, a FCC aprovou a constelação Starlink Mobile Gen2, permitindo à SpaceX lançar até 15.000 satélites optimizados para utilizar espectro de 2 GHz em todo o mundo. Segundo a empresa, estes satélites terão mais de 100 vezes a largura de banda da geração actual. A FCC também autorizou a SpaceX a disponibilizar serviço móvel através dos satélites sem depender de um acordo de aluguer de espectro com operadoras terrestres.

A SpaceX já fornece a funcionalidade de ligação via satélite da T-Mobile, mas está agora a tentar deixar de depender das operadoras tradicionais. Aos poucos, parece começar a tornar-se claro aquilo que já era suspeitado há muito, da Starlink querer dominar o sector das comunicações móveis, tanto no espaço como solo.

№ 07

Polestar Charge facilita carregamento público com novos planos de subscrição

A Polestar alarga a sua oferta de carregamento público com dois novos planos de subscrição que prometem tornar o carregamento rápido mais barato para os clientes da marca sueca.

A novidade integra o serviço Polestar Charge, que passa também a dar acesso a mais de 1,25 milhões de pontos de carregamento públicos em toda a Europa, incluindo a rede Tesla Supercharger.

O Polestar Charge já estava incluído na compra de qualquer veículo da marca, incluindo os usados certificados, e permite carregar em praticamente qualquer ponto da Europa através de uma única conta, com acesso via app ou cartão. A solução inclui ainda Plug & Charge para veículos compatíveis e integração com o Google Maps para filtrar os pontos de carregamento da rede durante o planeamento de viagens.

À modalidade standard, sem subscrição, juntam-se agora dois planos pagos. O plano Plus, pensado para quem carrega ocasionalmente em rápido, custa 7,99 euros por mês e oferece um desconto de 15% em cinco redes de carregamento rápido seleccionadas em cada mercado. O plano Pro, dirigido a quem depende com mais frequência do carregamento rápido, custa 14,99 euros por mês e garante 30% de desconto em sete redes seleccionadas, entre as quais a Ionity.

Em Portugal, os ganhos são consideráveis. Os subscritores do plano Plus passam a ter acesso a mais de 4.500 pontos de carregamento com tarifas reduzidas, enquanto os do plano Pro chegam a mais de 4.600. Face à oferta anterior, isso representa um aumento de 67% e 70%, respectivamente.

A utilização do serviço tem vindo a crescer de forma consistente. No verão deste ano, entre Junho e Agosto de 2026, foram registadas 161.000 sessões de carregamento por clientes Polestar, um valor recorde. Segundo a marca, os subscritores começam a recuperar o valor da mensalidade logo após o primeiro carregamento completo.

[Pela Estrada Fora]
№ 08

Renault 8 Gordini Concept: ícone de tração traseira elétrico

A Renault revelou o 8 Gordini Concept, um coupé elétrico de dois lugares que reinventa o lendário desportivo francês para a era da eletrificação.

Nos últimos cinco anos, a marca tem explorado os seus 128 anos de história, recuperando modelos icónicos sob a forma de exemplares únicos. Depois do concept car elétrico R17 restomod x Ora Ïto e do Renault 5 Diamant, um art car criado em colaboração com Pierre Gonalons, chega agora o reboot do Renault 8 Gordini. O modelo estreou-se a 24 de setembro, no Renault Carwalk, e ficará depois em exposição no stand da Renault no Salão Automóvel de Paris, de 12 a 18 de outubro de 2026.

Com uma carroçaria baixa e larga, uma postura radical e 270 cv de potência, o concept assemelha-se a um automóvel de ralis moderno. As suas linhas depuradas, inspiradas no espírito “café racer” das motos customizadas, eliminam o supérfluo e dão vida ao espírito Gordini. Para a marca, o objetivo deste coupé é emocionar e estimular a imaginação de todos os entusiastas automóveis, não falando de nostalgia, mas de uma verdadeira paixão pelos automóveis.
O Renault 8 Gordini original, lançado em 1964, tinha motor traseiro de 95 cv e tração traseira. Foi uma extraordinária “escola de condução” para uma geração de pilotos, incluindo Jean Ragnotti, e tornou as prestações elevadas acessíveis uma década antes do fenómeno GTI. A emblemática dupla faixa branca tornou-se icónica.

Ao contrário do show car R17, o 8 Gordini Concept é 100% Renault no design. O projeto nasceu de um concurso interno que gerou mais de 300 esboços espontâneos dos designers da marca. Dois projetos foram desenvolvidos em maquetes à escala 2:5, permitindo criar uma nova matriz que reuniu o melhor de cada um.

Com 4,12 m de comprimento, 1,88 m de largura e 1,27 m de altura, o coupé de duas portas apresenta proporções compactas e dinâmicas. Calça jantes de 19 polegadas à frente e de 20 polegadas atrás, tem uma dianteira agressiva com desenho em V e seis faróis, e uma traseira larga e musculada que sugere o motor traseiro e a tração traseira do original.
Muitos elementos do original foram reinterpretados. A inscrição Gordini integra as estrias do emblema histórico e surge acompanhada de um novo emblema “8” composto por oito segmentos. A moldura lateral cromada passou a linha de carácter integrada na carroçaria, os retrovisores em forma de concha mantêm-se e o capot, sem linha de abertura, pode ser removido numa única peça, tal como em alguns automóveis de competição.

A cor foi inspirada no Bleu de France do modelo original, com uma construção em três camadas que combina madrepérola com um ligante azul. A dupla faixa branca, antes meramente decorativa, é agora um componente estrutural que organiza o design e se prolonga até ao habitáculo, passando de branco para azul no painel de bordo.
No interior, o painel assume a forma de uma faixa horizontal em alumínio escovado, que suporta mostradores redondos digitais com molduras espessas que evocam os faróis. Os plásticos dão lugar ao alumínio e ao Alcantara®, e os bancos baquet têm o centro em veludo cotelê azul, uma homenagem aos bancos do antecessor. O único elemento que chama a atenção é o ponto vermelho no botão do cronómetro, ao centro do painel.

O concept vai integrar o acervo do futuro museu Renault Collections, em Flins, cuja abertura ao público está prevista para dentro de cerca de quinze meses. A história do Gordini nasceu com Amédée Gordini, o “feiticeiro” que colaborou com a Renault a partir de 1957 no Dauphine Gordini e transformou motores modestos em verdadeiros puro-sangue.

[Pela Estrada Fora]
№ 09

Muse imprime centenas de páginas de lixo

O assistente AI Muse da Meta ainda pode causar algumas surpresas desagradáveis, como descobriu Artem Russakovskii ao encontrar centenas de páginas impressas espalhadas pelo chão.

O Muse da Meta tem conquistado sucesso viral entre os utilizadores, tendo revelado ser bastante útil em coisas tão variadas como ajudar a organizar o dia das pessoas ou a renegociar contratos para poupar dinheiro nas mensalidades. Mas, entre os muitos casos de sucesso, vão também surgindo outros casos que relembram os perigos de se colocar um assistente AI à frente das coisas.

No caso de Artem Russakovskii, a sua sequência de boas experiências com o Muse chegou ao fim quando pediu ao Muse para imprimir algo na sua impressora remotamente. Inicialmente, as coisas até tinham funcionado bem e o Muse conseguia usar a impressora, mas um certo dia, após ter pedido ao Muse para imprimir um formulário, deparou-se com o chão do seu escritório literalmente coberto com centenas de folhas!

Just had my first massive @Muse failure. A few weeks ago, I told it to set up a way to print to my office Epson printer. I have Tailscale set up, so it thought for a bit, then set it up perfectly. It's been working ever since. Until today, when Muse said that its virtual machine got reset, so it will set it up again. I just got back to my office after asking it to print a simple form and found hundreds of pages with absolute gibberish on them all over my floor. It wasted a lot of paper and ink and still said that it couldn't set it up right, even though it was able to do it a few weeks ago.

— Artem Russakovskii (@ArtemR) October 7, 2026
Ora bem, é certo que o Muse mais tarde conseguiu analisar o que se passou (estava a repetir incessantemente tentativas de impressão falhadas) e implementar as devidas correcções. No entanto, serve para relembrar os potenciais riscos a que se fica sujeito ao confiar excessivamente nos agentes AI.

Outro caso recente foi a de uma pessoa que deixou o Muse a gerir a vendas de produtos usados no Marketplace do Facebook, e depois descobriu que o assistente não só tinha aceitado vender coisas a preço estupidamente reduzido, como tinha fornecido a sua morada e dito ao comprador que ele podia lá passar para levantar as coisas. Noutro assistente, a que o utilizador tinha dado acesso de leitura às suas transacções bancárias para analisar as suas despesas, descobriu que o seu saldo bancário estava a ser revelado num canal de mensagens da empresa... Enfim, são casos que certamente irão aumentar de frequência à medida que mais pessoas forem utilizando estes assistentes AI, e que nos relembram que talvez se esteja no ponto em que seja necessário começar a apostar no "bom senso artificial". :)

№ 10

Fechadura da Ring funciona sem bateria

A Ring lançou a sua primeira fechadura inteligente, que assegura que pode ser usada mesmo se acabar a bateria.

A Ring, empresa de campainhas e câmaras de segurança da Amazon, está a entrar no mercado das smart locks com uma proposta que resolve um dos maiores receios neste tipo de dispositivo: ficar trancado do lado de fora quando a bateria acaba. A nova fechadura Ring tira partido do seu actuador rotativo, permitindo gerar energia manualmente ao ser rodado algumas vezes, para ligar temporariamente o mecanismo e abrir a porta.

A ideia surgiu quando o fundador da Ring, Jamie Siminoff, procurava uma fechadura para uma casa de férias que seria utilizada com pouca frequência. Em vez de ficar dependente exclusivamente da bateria, a empresa desenvolveu o sistema que permite recuperar energia através do mecanismo manual. Depois de entrar em casa, o utilizador pode então proceder ao carregamento da bateria da forma habitual.

De resto, temos o habitual conjunto de capacidades destes equipamentos. A bateria deverá durar cerca de um ano. A app também permite configurar acessos para familiares, amigos ou funcionários que precisem de entrar regularmente. A fechadura disponibiliza quatro formas de acesso: leitor de impressões digitais, teclado touchscreen iluminado, app Ring, ou via Alexa.

Parece-me que este pequeno detalhe, de permitir o uso sem bateria, poderá muito bem ser o elemento que faltava para convencer muitos indecisos ou renitentes a darem uma oportunidade a uma fechadura inteligente, mesmo sendo de uma marca que infelizmente se foca nas subscrições e não facilita o acesso local directo ou integrações com plataformas abertas como o Home Assistant.

№ 11

Fita LED RGBIC Govee 5m a €14

Uma fita LED RGB é uma das formas mais eficazes e simples de dar um toque especial a qualquer casa, e é algo que pode ser feito a preço reduzido, como comprova esta fita LED.

Uma fita LED pode fazer milagres, bastando passá-la pela prateleiras de móveis, ou até colocada por baixo de uma mesa ou sofá, para criar um ambiente único. O único problema é que quando se compra uma fita LED RGBIC para iluminação decorativa, a impressão inicial de missão cumprida que se tem após a colocar no sítio é quase sempre seguida de um "se soubesse, tinha mandado vir mais uns metros". Pois bem, isso já não deverá acontecer com este conjunto, que desde logo disponibiliza 5 metros para que possam preencher com luz tudo aquilo que desejarem - mas disponibilizada também em versão de 2x 10 metros para quem precisar de mais.
Esta fita LED RGBIC Goovee com 5 metros e controlo remoto está disponível por apenas 14 euros na Amazon Espanha - desconto de 40% aplicado automaticamente.

Este modelo apenas pode ser controlada através da app Govee ou dos botões no controlador físico junto da fita, não tendo integração com assistentes de voz como o Google Assistant ou Amazon Alexa.


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№ 12

Artcraft quer ser alternativa open-source AI da Adobe

Com ajuda das ferramentas AI, um programador está a criar alternativas ao software da Adobe, incluindo o Photoshop, Premiere, e outros.

Um programador está a tentar recriar alguns dos programadas mais populares da Adobe com recurso a AI. O projecto Artcraft começou no ano passado como uma ferramenta de AI para artistas, mas entretanto evoluiu para uma suite de sete aplicações que procuram replicar a interface e as principais ferramentas do Photoshop, Illustrator, Premiere, Lightroom, After Effects, InDesign e Acrobat Pro.

Brandon Thomas, o programador responsável pelo projecto, diz ter usado o Claude Opus 5.5 para desenvolver versões "replicadas" das aplicações da Adobe, sem acesso ao seu código-fonte, recorrendo a Rust e WebAssembly. No entanto, apesar das boas intenções e de demonstrar que estamos numa transição que a AI pode mudar a forma como olhamos para o software, há que frisar que muitdas destas apps ainda estão numa fase muito inicial e apresentam muitas limitações e bugs. Aliás, o projecto demonstra aquilo que muitos programadores sabem, de que é fácil atingir um estado "funcional", com grande parte das coisas a trabalhar, mas que aqueles "detalhes finais" podem ser bastante demorados de resolver.
O projecto será disponibilizado gratuitamente sob licenças MIT e Apache, e a iniciativa conta com visibilidade acrescida, em parte, devido à frustração geral com os preços elevados da Adobe e das suas práticas abusivas de subscrição / cancelamento.

Apesar do entusiasmo, os projectos ainda não são uma alternativa viável ao software da Adobe, e poderão enfrentar desafios legais caso a aparência e a interface sejam consideradas demasiado semelhantes. Ainda assim, este projecto vem juntar-se ao número crescente de coisas que estão a ser feitas com AI, e que fazem antever um futuro onde a "identidade" dos programas perca muito do seu valor, assumindo que bastará um simples pedido a um agente AI para que qualquer programa comercial seja replicado à medida do que cada pessoa quiser.

№ 13

Maextro V800 parte pedal de travão 3 vezes

Da China chega um caso polémico, em que testes revelaram que o veículo de luxo Maextro V800 tem pedais de travão que podem partir em cenários de emergência.

Na China, a plataforma Dongchedi / DCar (pertencente ByteDance) dedicada a notícias e testes de automóveis, lançou uma verdadeira "bomba" ao revelar que o Maextro V800, um MPV de luxo desenvolvido pela Huawei e JAC, tem graves problemas de segurança. Segundo os testes realizados pela Dongchedi, o pedal de travão quebrou totalmente em testes de travagem numa pista fechada, e isso aconteceu não apenas num veículo mas em três veículos testados.

O primeiro veículo apresentou o problema na terceira tentativa, o segundo na quarta e uma terceira unidade, comprada especificamente para o teste, falhou logo na segunda travagem a fundo. Embora nalguns casos os pedais só tenham partido sob forças elevadas, num dos casos o pedal teve a fractura com apenas 1.612 N, abaixo dos 2.000 N que é exigido pela norma chinesa, durante cinco segundos (nas marcas japonesas o normal é resistirem até 2.500N, nas marcas alemãs 3.000 N).

The biggest news from China’s car industry today. 3 brake pedals during emergency brake tests on 3 brand-new, luxury class Maextro V800s. (ENGLISH SUBTITLES)

Maextro is Huawei’s luxury brand with JAC, and the V800 sells for 0.77 to 1 million RMB.

Massive credit to Dongchedi,… pic.twitter.com/R2kVsablA6

— Syed Haseeb Hassan (@etechvolution) October 8, 2026

懂车帝实测尊界v800 100到0刹车成绩,连断三根刹车踏板 pic.twitter.com/i8XGawHBsf

— 1024 (@1024DevHub) October 8, 2026

这个视频有多品牌车型测试比较,断裂时的详细数据,断裂后的材料比较分析 pic.twitter.com/o8E2nJsNyX

— 1024 (@1024DevHub) October 8, 2026
Uma análise preliminar aponta para possíveis fragilidades estruturais no conjunto. O centro do pedal fica a cerca de 130 mm do eixo de rotação e a zona de suporte apresenta apenas uma camada vertical, enquanto outros modelos utilizam duas ou três camadas de reforço. A inspecção também encontrou marcas de soldadura em zonas sujeitas a elevada tensão, material relativamente fino e poucas nervuras de reforço, factores que poderão contribuir para a fractura.

O problema é particularmente grave porque a quebra resulta na perda total do travão de pé. Nos testes, a utilização da posição P como forma de desaceleração aumentou a distância de paragem de de 38 para 140 metros. A Maextro e a JAC ainda não apresentaram uma conclusão oficial sobre o incidente, tendo apenas emitido um comunicado oficial de que o carro "segue as normas de segurança exigidas".

Ainda assim, está a ser um verdadeiro circo mediático O V800 é um veículo que pode custar mais de 130 mil euros, que até tem frigorífico e máquina de café, e que promete uma arquitectura de "redundância total" que inclui os sistemas de travagem e direcção. E afinal, parece que falha em algo tão simples como um pedal de travão feito de plástico que pode partir quando mais se precisa dele. Seja como for, a Dongchedi parece estar a salvaguardar-se para uma possível batalha legal, aparentemente tendo comprado mais três Maextro V800 para os manter intactos e selados caso venha a ser necessário fazer avaliações futuras.


Nota: O caso não passou despercebido às outras marcas, com muitos outros fabricantes automóveis a aproveitarem a oportunidade para frisarem que os seus pedais de travão são de metal e não partem, e até marcas de veículos de baixo custo têm lançado vídeos "divertidos" de situações abusivas aos seus pedais, demonstrando que se comportam melhor a que deste carro de luxo.

№ 14

Raspberry Pi OS recebe actualização

O Raspberry Pi OS teve uma actualização com melhorias na dock e várias correcções.

A Raspberry Pi lançou uma nova actualização do Raspberry Pi OS, datada de 6 de Outubro de 2026, com várias melhorias focadas na experiência de utilização do desktop. A versão inclui o Linux kernel 6.18.50 LTS, alterações no Control Centre, novos ícones, e uma longa lista de correções relacionadas com estabilidade e funcionamento do sistema.

Uma das principais mudanças está na dock e na taskbar. Alternar entre ambas deixa de repor as definições de aparência, enquanto as alterações ao tamanho ou posição passam agora a ajustar correctamente as margens do desktop. A configuração predefinida da dock também foi actualizada com widgets para a bateria e o Squeekboard. O Control Centre recebeu várias melhorias, incluindo tooltips para explicar os widgets e alterações que passam a ser aplicadas imediatamente no painel de ecrãs. A actualização também resolve problemas no PCManFM, incluindo falhas ao arrastar ficheiros, problemas com os botões de navegação do rato, e conflitos relacionados com a montagem automática de unidades. Foram ainda corrigidos vários crashes, problemas com menus e situações em que janelas ou pop-ups apareciam fora do ecrã.

Há também vários pequenos ajustes visuais e de estabilidade, como novos ícones, melhor suporte para resoluções não nativas, e correcções relacionadas com wallpapers, notificações, LibreOffice e o system tray. A actualização pode ser instalada através do terminal via sudo apt update seguido de sudo apt full-upgrade, sendo este último comando recomendado pela Raspberry Pi para garantir que todas as alterações de dependências são aplicadas correctamente.

№ 15

Microsoft 365 Family reduz OneDrive de 6TB para 2TB

A Microsoft cortou um dos mais interessantes aspectos do Microsoft 365 Family, reduzindo o espaço na cloud de 6TB para 2TB.

Uma das coisas que mais ajudava a poder optar pelo Microsoft 365 Family era o facto de disponibilizar até 6TB de espaço no OneDrive, 1TB para cada membro (até um máximo de 6 pessoas). Mas agora, em vez deste limite individual, o plano passará a ter um espaço de 2TB que será partilhado por todos.

Cada pessoa continuará a ter a sua própria conta e os seus ficheiros privados, mas todo o grupo terá de dividir o mesmo espaço. A alteração será aplicada após a primeira renovação a partir de 2 de Maio de 2027, com alguns clientes elegíveis a receber armazenamento adicional temporário. A MS tenta desviar a questão para o lado "positivo", de que isto dá mais flexibilidade, e que até permite que um único utilizador possa usar os 2TB em vez do 1TB que tinha anteriormente; mas a realidade é que uma família que podia ter ate 6TB passa a ficar limitada a 2TB no máximo, e a ter que pagar mais se quiser espaço adicional apenas para manter as coisas que já pode ter na sua conta.
Uma outra alteração, que será bem vinda mas que não chegará para fazer esta redução no espaço na cloud, é a de que os novos planos permitem partilhar os serviços AI com os restantes membros. Até agora, apesar das subscrições incluírem funcionalidades AI, apenas o titular principal podia utilizá-las.

Talvez no futuro o aspecto AI possa ter mais peso na decisão, mas por agora a reacção tem sido bastante negativa, com muitos utilizadores a anunciarem que irão cancelar o seu Microsoft 365 Family.

№ 16

Tesla muda nome do FSD para Tesla Assisted Driving na Europa

Os clienteus europeus da Tesla deixam de ter o aguardado modo FSD, que passa a chamar-se "Tesla Assisted Driving" na Europa.

Nos EUA tem-se assistido a uma vaga de redefinição de nomes (desde nomes de mares e lagos, à tentativa de passar "AI" para "SI"), e agora a Tesla parece seguir o exemplo. A Tesla mudou o nome do Full Self-Driving (Supervised) para Tesla Assisted Driving (TAD) nos seus sites europeus. Um nome que, pelo menos, é bastante mais realista e menos enganador.

Os rumores são de que esta alteração surge no seguimento de conversações com o Ministério Federal dos Transportes da Alemanha, que supostamente teria indicado que a alteração de nome poderia facilitar a aprovação europeia do sistema. O país também quer que o TAD seja limitado a ultrapassar o limite de velocidade em, no máximo, 10%. Esta exigência está relacionada com a funcionalidade Speed Offset, que actualmente pode permitir velocidades significativamente superiores ao limite em determinadas condições.
A questão da velocidade tem sido um dos principais obstáculos à expansão do FSD na Europa. Países como a Suécia e França já levantaram preocupações sobre o comportamento do sistema, enquanto organizações de segurança rodoviária também criticaram a possibilidade de circular acima dos limites.

A aprovação à escala da UE foi adiada para Dezembro, e exige o apoio de pelo menos 15 países. O "Tesla Assisted Driving" já recebeu autorização em oito, incluindo Países Baixos, Bélgica, Dinamarca, Lituânia, Estónia, Eslovénia, Chéquia e Croácia. No entanto, nem todos os países poderão achar graça aos detalhes que têm sido revelados sobre as pressões da Tesla sobre as entidades reguladoras, incluindo coisas flagrantes como apregoar a melhoria da segurança e depois apresentar estudos altamente duvidosos, que ela própria indica que "não podem ser levados à letra".

O que é certo é que, embora agora já nem seja possível comprar o FSD/TAD (que passou a apenas via subscrição), continuam a existir milhares de portugueses que pagaram por isso, há muitos anos atrás, e que continuam sem poder usufruir de algo que a Tesla lhes vendeu (nem sequer entrando na questão de que o TAD nunca será a condução totalmente autónoma que tinha sido prometida).

№ 17

Base para monitor com hub USB e RGB a €18

Ideal para os fãs das secretárias limpas e bem organizadas, esta base para monitores (ou portáteis) com hub USB integrado e iluminação RGB pode simplificar a vida e reduzir a confusão de cabos.

Embora muitas pessoas recorram aos teclados e ratos sem fios como forma de libertar a sua mesa de trabalho dos inestéticos cabos, há coisas às quais não podemos escapar e que continuam a necessitar de um fácil acesso às portas USB; quer seja para ligar um cabo para recarregar o smartphone, ou para ligar uma pen USB, disco externo, ou leitor de cartões. Por isso, que tal adicionar portas USB que ficam facilmente acessíveis? E, neste caso, ainda temos direito a iluminação RGB para dar um toque a combinar com um PC de jogos.
Esta base Marsgaming para monitor com hub USB está disponível por 18 euros na Amazon Espanha.

Em vez de deixar as portas USB escondidas atrás de um monitor, ou na caixa do computador que se deseja manter afastada da vista (debaixo da secretária talvez), esta base permite colocá-las sempre à mão. No processo também cria um espaço debaixo do monitor onde podemos arrumar o teclado e rato, e simultaneamente elevar ligeiramente o monitor para que fique numa posição mais ergonómica.


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№ 18

Produtos da Semana

A nossa rubrica de Produtos da Semana agrupa uma lista de produtos e notícias que vamos compilando ao longo da semana e que achamos que será do interesse geral.

Fujifilm apresenta câmara digital instax Pal2

A Fujifilm Portugal anunciou o lançamento da próxima geração da sua exclusiva e ultraportátil série de câmaras digitais: a instax Pal 2. Esta nova versão traz uma série de funcionalidades inovadoras à gama Pal, incluindo um visor ótico autêntico, novos filtros e modos de fotografia que elevam a experiência do utilizador.

A aplicação dedicada instax Pal™ transforma o smartphone num obturador remoto para fotografia sem mãos, permitindo também armazenar e transferir imagens via Bluetooth. O conector USB Tipo C integrado na câmara possibilita a ligação direta ao smartphone para transferência rápida de fotografias. Os utilizadores podem ainda pré-visualizar as imagens no ecrã LCD de 1.0 polegadas, situado na parte superior da câmara. Os utilizadores podem personalizar as suas fotografias com um dos cinco temas de filtros da Pal 2, cada um com seis efeitos exclusivos. As opções incluem também a possibilidade de alternar entre os formatos de filme instantâneo instax™ mini, SQUARE ou WIDE e formatos sem moldura antes de adicionar filtros, texto e autocolantes.

Uma das funcionalidades mais inovadoras é o modo de fotografia instax Animation, que captura 10 fotogramas e transforma-os numa animação ao estilo flipbook. A transição entre imagens estáticas e animações é rápida e intuitiva. Para impressão, os utilizadores podem selecionar a sua fotografia preferida e transferi-la diretamente para qualquer impressora instax™ compatível ou câmara instantânea híbrida (comercializadas isoladamente).

Principais funcionalidades:

Câmara digital portátil, com design compacto que cabe na palma da mão;
Não imprime fotografias diretamente: impressão possível através das impressoras instax™ Link, instax mini LiPlay™ ou instax mini Evo™ (vendidos separadamente);
Visor ótico autêntico;
Ecrã LCD de 1.0 polegadas;
Captura imagens até 10 megapixels;
Acessório para ajuste do ângulo da câmara incluído;
Cinco temas de filtros, cada um com seis efeitos exclusivos;
Aplicação gratuita instax Pal™ necessária para utilização;
Armazena até 100 fotografias antes da transferência para a aplicação;
Modo instax Animation™ para criação de animações flipbook;
Conectividade Bluetooth® 5.1 sem fios;
Conector USB Tipo C integrado;
Suporte para cartão microSD (não incluído);
Inclui cabo USB Tipo C, alça de mão, acessório de ajuste do ângulo e garantia limitada de 1 ano.

Preço e disponibilidade

A câmara digital instax Pal 2™ estará disponível a um preço de venda ao público recomendado de 169,99€, nas elegantes cores Preto ou Branco.


SPC Care com POLARIS PURE

Com o POLARIS PURE, a SPC apresenta uma alternativa para as famílias que apostam no acompanhamento à distância e cujos familiares mais velhos se sentem mais confortáveis com um telemóvel físico, de teclas e sem complicações. O novo equipamento junta-se ao ecossistema de cuidado à distância SPC Care, que passa a integrar dois telemóveis básicos, o POLARIS (com tampa) e o POLARIS PURE, bem como os três modelos de smartphones sénior da família ZEUS 2.

O POLARIS PURE é apresentado na V Semana dos Idosos da SPC com um preço especial de 59,90 € para compras no site da marca www.onspc.com até ao próximo dia 4 de outubro.

A SPC, marca europeia de tecnologia para as famílias, continua a apostar em soluções tecnológicas adaptadas aos utilizadores seniores com o lançamento do SPC POLARIS PURE. Compatível com o ecossistema SPC Care, o novo telemóvel 4G apresenta um formato barra, pensado para quem procura uma utilização ainda mais simples e imediata, combinando um design clássico com uma interface intuitiva. Com este lançamento, o POLARIS PURE completa um portefólio que permite aos utilizadores escolher entre diferentes formatos, gamas de preço e modos de utilização, sempre dentro da plataforma de cuidado à distância da SPC para pessoas mais velhas. O novo POLARIS PURE foi apresentado no âmbito da Semana dos Idosos da SPC. A quinta edição desta iniciativa da marca, que este ano tem como lema «As conversas que nunca tivemos», pretende chamar a atenção para as questões pendentes entre gerações.

O SPC POLARIS PURE é um telemóvel básico concebido para pessoas mais velhas que pretendem fazer e receber chamadas sem recorrer a um ecrã tátil ou à ligação à internet. Em formato barra, o equipamento dispõe de um ecrã a cores de 2,31 polegadas, teclado físico com teclas de grandes dimensões e um menu simples que facilita a utilização no dia a dia. O POLARIS PURE integra três memórias de marcação direta, permitindo associar um contacto a cada uma delas para realizar chamadas de forma rápida, sem necessidade de procurar na lista de contactos. Inclui ainda GPS e um botão SOS que, através de uma pressão prolongada, efetua automaticamente uma chamada de emergência e envia uma mensagem SMS com a localização para os contactos previamente definidos. Compatível com aparelhos auditivos, inclui também função mãos-livres para maior conforto durante as chamadas. A base de carregamento incluída permite manter o telemóvel sempre pronto a utilizar, sem necessidade de ligar cabos. O POLARIS PURE integra ainda rádio FM, pensado para quem continua a incluir o rádio na sua rotina diária, bem como uma lanterna de acesso rápido, útil em situações do quotidiano, como uma falha de energia ou para encontrar objetos dentro de uma mala.

SPC Care: acompanhamento à distância que faz a diferença
O POLARIS PURE integra-se no SPC Care, a aplicação de cuidado à distância da SPC, que permite a familiares ou pessoas de confiança gerir remotamente o equipamento e acompanhar os utilizadores seniores, mesmo quando não podem estar fisicamente presentes. Compatível com Android e iOS, a aplicação permite a familiares e cuidadores consultar, a partir do seu próprio martphone em tempo real, a localização do utilizador e ajustar remotamente diversos parâmetros do telemóvel, como o volume, o brilho do ecrã, o tamanho da letra ou a lista de contactos. Permite ainda bloquear, à distância, números de spam ou potencialmente fraudulentos, adicionando-os à lista negra do POLARIS PURE. Além disso, familiares e cuidadores recebem notificações automáticas através da aplicação sempre que o utilizador ativa o botão SOS, quando a bateria atinge um nível reduzido ou quando o equipamento deteta períodos prolongados de inatividade.

Preço e disponibilidade

O SPC POLARIS PURE Já está disponível com uma promoção de lançamento até 4 de outubro, por ocasião da Semana dos Idosos, ao preço de 59,90 € no site da SPC e, após o término da promoção, terá um preço recomendado de 69,90 €.


Nuance Audio Plus chega à GrandOptical

Estilo e conforto auditivo na mesma solução? Esta parece uma combinação complicada, mas a realidade é que já existe no mercado e a nova versão desta solução já chegou às lojas da GrandOptical. Os Nuance Audio Plus já estão disponíveis. O novo produto combina um desempenho de áudio melhorado, uma maior autonomia da bateria e uma coleção alargada de óculos, num dispositivo médico concebido para apoiar as pessoas de forma natural no seu dia-a-dia. Além disso, com o Nuance AudioTM Plus traz outra grande novidade, os utilizadores podem atender e gerir chamadas de voz diretamente a partir da armação quando emparelhado com um iPhone compatível.

O Nuance Audio Plus foi concebido para apoiar pessoas afetadas por perda auditiva percebida como ligeira a moderada=. Em todos os cenários, o produto ajuda os utilizadores a manterem-se envolvidos nas conversas através de uma solução com o aspeto e a sensação de um par de óculos comum. O Nuance Audio Plus é um dispositivo médico CE concebido para amplificar o som para adultos com perda auditiva ligeira a moderada, pelo que, sem prejuízo da facilidade de utilização do dispositivo, o mesmo não dispensa uma leitura atenta dos avisos e instruções antes da respetiva utilização.

Complementando a coleção existente de óculos Nuance Audio Glasses, que continuará disponível, o Nuance Audio Plus amplia o portfólio com tecnologia auditiva otimizada, controlos mais intuitivos integrados na armação, uma gama mais vasta de designs e cores de armações e novas opções de carregamento em movimento. Em conjunto, as duas coleções oferecem aos consumidores uma maior variedade de opções em termos de design, funcionalidades tecnológicas e faixas de preço, de acordo com as suas preferências e estilos de vida.

O Nuance Audio Plus está disponível em três estilos de armação intemporais – Square 53, Panthos 48 e Upturn 52 – e em cinco cores: Preto Brilhante, Borgonha Brilhante, Azul Escuro, Âmbar e Verde Escuro. A embalagem padrão inclui uma base de carregamento e um cabo USB-C para carregar o Nuance Audio Plus.

Com a aplicação, os utilizadores podem controlar:
Modos de áudio: alternar entre dois modos de áudio: «Frontal», para se concentrar em conversas cara a cara, e «All-around», para amplificar todos os sons circundantes.
Predefinições: escolher as configurações de amplificação pré-definidas (A, B, C ou D) para uma experiência auditiva personalizada.
Ruído de fundo: Personalize o nível de ruído de fundo com três níveis de redução de ruído.
Nível de volume: Ajuste o volume da amplificação numa escala de 1 a 5.


Hollyland LARK M3 sistema flexível de áudio sem fios

A Hollyland, líder em soluções audiovisuais distribuída em Portugal pela Robisa, anunciou o LARK M3, um sistema de áudio sem fios flexível e escalável, concebido para produções multicâmara e com vários participantes. Para além de funcionar como um simples microfone sem fios, o LARK M3 pode operar como um sistema de áudio com configuração 'um para vários' ou 'vários para um', capaz de captar entrevistas em grupo, podcasts, conteúdos com vários participantes e gravações multicâmara, adaptando-se facilmente ao número de pessoas e dispositivos envolvidos.

O núcleo do LARK M3 reside na sua arquitetura de múltiplos transmissores e recetores. É possível ligar até quatro transmissores a um único recetor, o que permite que cada participante utilize o seu próprio microfone e seja gravado de forma independente, sem necessidade de passar um único microfone de mão em mão. Por outro lado, um único transmissor pode ser ligado a até quatro recetores simultaneamente, permitindo captar a voz de um participante com várias câmaras ou smartphones ao mesmo tempo. Esta flexibilidade estende-se à fase de pós-produção graças à gravação independente em quatro faixas. Ao utilizar o adaptador para sapata ou ligar um recetor USB-C ou para câmara a um computador, o LARK M3 fornece quatro faixas de áudio isoladas, proporcionando aos editores controlo total para ajustar o volume e o som de cada participante separadamente.

Com gravação 48kHz/32bits, uma relação sinal-ruído de 70dB e um SPL máximo de 125dB, o LARK M3 combina especificações de qualidade de estúdio com um design de fácil utilização. Inclui a tecnologia sem fios HDT patenteada pela Hollyland para transmitir dados de áudio 50% mais rápido, proporcionando um som rico e nítido a distâncias de até 300 metros. A supressão de ruído por IA, baseada na aprendizagem profunda e na análise computacional de cenários auditivos, elimina o ruído do vento, do trânsito, da água a correr e de outros sons de fundo através de três níveis ajustáveis. A função de ajuste de voz personalizado permite realçar as vozes em todos os transmissores com um único toque, oferecendo ainda oito predefinições vocais que podem ser atribuídas individualmente a cada transmissor. Cada predefinição pode ser personalizada através da aplicação para obter um controlo mais preciso do tom de voz. A proteção automática contra saturação mantém os níveis de volume estáveis em diferentes gamas dinâmicas, enquanto a configuração do recetor principal e secundário foi concebida para evitar interrupções na gravação: se o recetor principal falhar, o secundário assume o controlo instantaneamente.

O kit em si foi concebido para oferecer portabilidade: cada transmissor de 9g dispõe de um sistema de fixação magnético flexível, e um estojo de carregamento tudo-em-um permite guardar os transmissores, recetores, cabos e protetores contra o vento, proporcionando simultaneamente uma autonomia total de até 48 horas.

Preço e disponibilidade

O sistema de áudio LARK M3 da Hollyland estará disponível brevemente em Portugal através da Robisa, com os seguintes preços recomendados:
LARK M3 Combo 2TX&1RX (Space Gray, USB-C RX): 111,32 euros;
LARK M3 Combo 2TX&2RX (Space Gray, Câmara RX + USB-C RX): 133,10 euros;
LARK M3 Combo 2TX&4RX (Space Gray, USB-C RX*4): 200,86 euros;
LARK M3 Combo 4TX&2RX (Space Gray, Câmara RX + USB-C RX): 200,86 euros.


№ 19

Apple Watch Series 12 e Ultra 4 causam maior irritação na pele?

Repetindo casos anteriores, alguns utilizadores dos mais recentes Apple Watch Series 12 e Ultra 4 estão a relatar casos de irritação na pele.

Alguns utilizadores com os novos Apple Watch Series 12 e Ultra 4 estão a relatar casos de irritação inesperada na pele. As queixas, partilhadas em fóruns online, incluem sensação de ardor e vermelhidão na zona do pulso onde os sensores dos relógios fazem as leituras.

Este tipo de queixas não é inédita e já aconteceu com outros smartwatches no passado, mas normalmente sendo atribuída a factores externos, como acumulação de suor ou sujidade, ou utilização de algum produto para a pele, como cremes ou protector solar. No entanto, há uma alteração significativa nos Apple Watch Series 12 e Ultra 4, sendo que as medições automáticas do ritmo cardíaco passaram a ser feitas a cada cinco segundos em vez de serem feitas apenas uma vez a cada poucos minutos (com excepção dos modos desportivos com tracking contínuo),
A recomendação da Apple passa por manter o relógio, a bracelete e a pele limpos e secos, sobretudo depois de exercício ou contacto com líquidos. Alguns utilizadores dizem que a irritação desapareceu depois de um período de adaptação ou após limparem melhor o dispositivo, enquanto outros optaram por devolvê-lo. Quem apresentar vermelhidão, inchaço, comichão ou irritação persistente deverá consultar um médico antes de voltar a usar o Apple Watch.

Isto não invalida que, pessoas que anterioremente fossem mais sensíveis mas não apresentassem qualquer "sintoma" devido à frequência inferior das leituras, agora possam passar a sentir esse efeito. Para quem tiver um Apple Watch das gerações anteriores, um teste que pode fazer é escolher um modo de tracking desportivo com leituras contínuas, e ver se nota alguma diferença a nível da resposta da pele devido à exposição superior.

№ 20

Empresas lutam para ficar com domínio .agent

A Google, Meta, OpenAI, e outras empresas, querem ficar com o domínio .agente, entre muitos outros novos TLDs que estão a ser pedidos à ICANN.

Há muito que deixamos de ter uma internet apenas com domínios .com, .net e .org (além dos .edu, .gov, e .mil - que compunham o lote de seis TLDs disponíveis inicialmente), e desde então não têm parado de aumentar. E, como seria de esperar, a próxima vaga de novos top-level domains (TLDs) parece estar completamente dominada pela AI. A ICANN, organização responsável pela gestão do sistema de domínios da Internet, recebeu 1.615 candidaturas de 481 entidades e vários dos nomes mais cobiçados estão directamente relacionados com inteligência artificial.

O domínio .agent recebeu candidaturas de dez empresas, incluindo a Google, Meta e OpenAI, enquanto sete empresas, também com a OpenAI entre elas, querem o .agi. O interesse estende-se ainda a .asi, .intelligence e até .superintelligence. A OpenAI apresentou candidaturas para 15 TLDs, enquanto a Meta quer 21 e a Google quase 40, mostrando que as grandes empresas de AI estão a tentar garantir desde já os endereços associados às suas marcas e tecnologias.
A Meta candidatou-se a .facebook, .instagram, .messenger, .meta, .threads, e .whatsapp, enquanto a OpenAI quer .chatgpt, .codex, .openai e .gpt. A Anthropic também apresentou candidaturas, em volume bastante mais reduzido, apenas para .anthropic e .claude. Do lado da Google (Alphabet), quer ficar com domínios como .browser, .gemini, .gemma, .waze, e até o .gem - este último bastante estranho, considerando que acabou de mater as Gems do Gemini, passando-as a "skills" (domínio a que, estranhamente, não se candidatou, embora existam outros interessados, como a OpenAI).

Mas nem todas as candidaturas estão relacionadas com AI. A lista inclui centenas de domínios genéricos, como .geek, .anime, .jackpot, e até .haha; além de vários domínios específicos de empresas.

Ainda falta algum tempo até sabermos quais serão aprovados. Esta é apenas uma das primeiras fases do processo e os novos TLDs só deverão começar a tornar-se oficiais a partir de 2027. Apesar de muitos domínios alternativos nunca terem conquistado grande popularidade, o fenómeno da AI parece estar a dar-lhes uma nova vida, e no meio de negócios de "biliões", o cerca de $1M que custa ficar com um novo gTLD torna-se numa pechincha irrisória.