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Análise ao Huawei MateBook 14

28-10-2020 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

A Huawei já mostrou que sabe produzir portáteis e este MateBook 14 é mais uma confirmação deste facto, com a marca chinesa a apostar na base que lhe tem garantido um já considerável sucesso junto dos consumidores.

Unboxing

O Huawei MateBook 14 apresenta-se numa caixa de cartão, organizada em duas zonas. Uma principal com o portátil e uma secundária, na lateral direita, com o carregador e cabo USB-C, sendo que este é removível, podendo ser utilizado para transferência de dados.


O carregador, com uma potência máxima de 65W, numa relação de 20V/3,25A , consegue carregar a totalidade da bateria de 56Wh em cerca de 90 minutos. Segundo a marca, bastam 15 minutos para garantir 3 horas de "utilização em escritório".


O MateBook 14

Comparativamente ao MateBook 13 analisado anteriormente, este MateBook 14 segue as mesmas orientações em termos de design, se bem que com algumas alterações significativas em termos de portas.

O chassis metálico consegue ser extremamente elegante, graças a umas linhas bastante simples, ao mesmo tempo que transmite uma sensação de robustez. O logótipo da marca já não marca presença na traseira do ecrã, a qual apresenta apenas o nome, mais um vez com o minimalismo a marcar posição.

A base apresenta uma tampa, também ela em metal, com duas fitas em borracha para melhor aderência. Uma grelha a quase toda a largura garante a circulação do ar, duas grelhas nas laterais servem para a saída de som.

Curiosamente, nem tudo é metal no corpo deste portátil, com a Huawei a utilizar plástico para as placas laterais que cobrem as portas e para a dobradiça que serve o ecrã. Uma queda, com impacto nesta zona lateral não deixa antever um resultado muito agradável, sendo muito provável que o plástico quebre na zona de impacto.

A tampa traseira é removível, mas infelizmente apenas para alteração do SSD e placa WiFi, com a memória RAM a estar soldada e a não permitir a sua expansão.

Na parte frontal temos uma reentrância que facilita o levantar do ecrã, se bem que seja sempre necessário utilizar uma segunda mão, para que a base não vá atrás do ecrã.


Do lado esquerdo, a porta USB-C para carregamento, uma entrada para um jack de 3,5mm e uma porta HDMI.

À direita, duas portas USB, uma 2.0 e outra 3.0.

O Matebook 14 mede 307.5 x 223.8 x 15.9 mm e pesa 1,53Kg. O teclado ocupa a quase totalidade da largura do portátil, ficando com uma margem na ordem de 1cm de cada lado. O TouchPad aparece numa zona central, enquadrado pelo teclado. Tem dimensões generosas, sobretudo em termos de largura.

O ecrã de 14" ocupa 90% da área disponível, com as margens a terem cerca de 5mm, com a inferior a ter cerca de 1cm. Tem uma resolução de 2160x1440 pixels com 185 PPP e relação 3:2. Em termos de cor, suporta 100% sRGB, tem um contraste de 1000:1 e um brilho de 300nits. Tal como tem vindo a ser norma nos equipamentos do segmento premium da Huawei, este é um ecrã touch com detecção de toque até 10 dedos em simultâneo.

No que diz respeito ao processador, há duas opções: o Intel i5-10210U ou o i7-10510U, ambos de 10ª geração. A memória vem soldada, não sendo possível o upgrade, havendo por isso que optar logo de início por 8GB ou 16GB LPDDR3 2133 MHz. Curiosamente, o SSD PCIe só tem uma opção, 512GB. A completar o conjunto, temos uma gráfica dedicada GeForce MX350 com 2GB GDDR5, WiFi 802.11a/b/g/n/ac e Bluetooth 5.0.

A câmara passou para o teclado, sendo activada pela pressão de uma tecla. Esta localização, permitiu encurtar a margem superior do ecrã para os 5mm acima referidos.

A versão em análise, tem um processador Intel i7-10510U e 16GB de RAM.


Em utilização


O processador intel i7 10510U, com uma frequência máxima de 4,3GHz para os quatro núcleos, não consegue operar mais do que uns breves segundos a esta velocidade, baixando rapidamente para menos de metade quando a temperatura do CPU chega aos 90ºC. As ventoinhas fazem-se ouvir, se bem que de forma relativamente modesta. A base aquece em conformidade, mas apenas do meio para a esquerda, algo que irá ser um problema nos dias mais quentes.
A gráfica integrada, como é habitual neste tipo de equipamento, acaba por não acrescentar grande valor. É suficiente para jogos em baixa resolução, mas este é um equipamento para produtividade, nomeadamente para edição de texto e navegação nas redes sociais. Vídeo ou jogos não são o terreno em que se sente mais confortável, motivo pelo qual a Huawei poderia ter optado por usar apenas o GPU integrado e dispensar esta Nvidia modesta, baixando o preço final do produto.

O ecrã apresenta um nível de brilho suficiente para ser operado em zonas com forte luz solar, se bem que dependente da orientação. Os reflexos podem tornar-se demasiado incomodativos, dificultando a visualização dos conteúdos.

O teclado segue a linha que a Huawei tem vindo a apresentar nos seus portáteis. As teclas têm uma dimensão dentro do que é o padrão habitual num teclado "full size", retroiluminado, se bem que o brilho máximo poderia ser mais forte. As teclas de função, disponíveis quando a tecla Fn estiver activa, são partilhadas com um leque alargado de funcionalidades. A tecla de Fn, quando combinada com as teclas de cursor, dá igualmente acesso às funções de "Início", "Fim", "Página acima", "Página abaixo", sendo que estas acções não aparecem inscritas nas teclas.

No canto superior direito da base temos o botão de power, com sensor de impressões digitais que permite o desbloqueio do MateBook 14. De referir que basta um toque para que as duas funções deste botão sejam executadas (ligar e reconhecer a impressão digital), não sendo por isso necessário um segundo toque para identificar o utilizador perante a máquina. O touchpad, com uma largura generosa, reconhece os gestos do Windows 10, pelo que a navegação fica facilitada. É preciso na detecção do movimento do dedo, permitindo um correcto ajustamento da posição do cursor.
A câmara segue uma opção já anteriormente apresentada pela marca em outros equipamentos, com este periférico a estar oculto por baixo de uma tecla. A câmara apenas surge quando se pressiona a teclad, permitindo mantê-la oculta sempre que não for necessárias e assim dispensando o recurso a "tapa-câmaras" para garantir a privacidade. Como ponto menos positivo, o ângulo de captura de imagem, que deixa de ser frontal para aparecer de baixo para cima, algo que poderá não apresentar a melhor perspectiva de todos os utilizadores.

Tendo em conta as últimas análises efectuadas, a autonomia estava longe de ser um campo onde se aguardavam surpresas, mas a utilização ao longo de algumas semanas acabou por me surpreender. Com o brilho a 60% e a opção "desempenho melhorado" seleccionada, no habitual modo de escrita, acesso às redes sociais, edição simples de imagem e consulta do email, o MateBook 14 conseguiu gastar entre 11% e 12% de bateria por hora de utilização. Este valor pode baixar para os 8-9% no modo de poupança de energia, com os últimos 10 a 20 % de carga a renderem mais de duas horas de utilização, o que permite prolongar a autonomia para lá das 8 horas de utilização. Um valor bastante interessante, sobretudo se tivermos em conta o padrão médio de autonomia das máquinas que temos vindo a analisar. Como extra, o facto de poderem utilizar um powerbank para carregar o portátil, algo sempre útil quando estamos longe de uma tomada eléctrica.

No que diz respeito a software, a marca seguiu a política que tem vindo a apresentar, não havendo bloatware pré-instalado, opção que naturalmente se saúda. O Huawei Share é a ponte para os smartphones da marca, permitindo uma interacção cada vez mais rica e fácil de utilizar, transformando o telefone no companheiro ideal para o portátil, com o utilizador a poder passar informação entre os dois equipamentos de uma forma extremamente simples, bastando arrastar os conteúdos para o destino desejado.


Apreciação final


Em equipa que ganha, não se mexe. Este poderia muito bem ter sido o lema seguindo pela Huawei, que apresenta este MateBook 14 como uma evolução sustentada dos seus portáteis. O design não sofre grandes alterações, o número de portas foi revisto para aumentar a flexibilidade de utilização do equipamento e o hardware está ao nível do que se exige a um equipamento de topo, como é o caso deste portátil.
Em termos de desempenho, apenas a apontar o underclocking do processador quando sujeito a uma carga mais prolongada no tempo. Numa utilização "dita normal", esta não será uma questão perceptível para o utilizador, que por esta razão até poderá optar uma versão do MateBook 14 com o processador Intel i5 em vez do i7. O ecrã apresenta uma boa qualidade de imagem, mas a luz solar directa poderá dificultar a visualização dos conteúdos no ecrã. O facto de se tratar de um ecrã touch poderá ser um ponto a favor para quem já tenha convertido às vantagens que esta tipologia de ecrã disponibiliza.

O teclado permite uma boa cadência de escrita, com o curso das teclas a ser ligeiramente superior ao normal. O touchpad é confortável em utilização, detectando a correcta execução dos gestos, o que facilita a interacção com o Windows. Para o desbloqueio do equipamento, tendo em conta que a câmara vai estar na maioria das vezes oculta, o sensor de impressões digitais torna-se ainda mais prático. É preciso na leitura, bastando apenas um toque para ligar o equipamento, pois a autenticação do utilizador fica desde logo assegurada pelo reconhecimento da impressão digital.

A autonomia acabou por ser a grande surpresa, com o MateBook 14 a portar-se muito bem, conseguindo ultrapassar as 7h de utilização, sem que se tenha de reduzir consideravelmente o nível de desempenho ou o brilho do ecrã. Os últimos 10-20%, num modo de utilização mais poupado, acabam por não ter impacto na maioria das tarefas, permitindo cerca de duas horas extra de autonomia. O MateBook 14 passa assim com distinção nesta análise, sendo merecedor de um muito desejado "ESCALDANTE", onde apenas o milhar de euros a pagar no momento da aquisição, poderá fazer o consumidor pensar duas vezes. Se for esse o caso, a unidade com o processador Intel i5, poderá ser uma opção a ter em conta.


Huawei MateBook 14
Escaldante

Prós
  • Qualidade de construção
  • Desempenho global
  • Funcionalidades extra para os smartphones da marca

Contras
  • Underclock do CPU em carga
  • Ângulo de captura da câmara

Huawei MateBook 14

Escaldante (5/5)

Vodafone com problemas nas chamadas de voz

28-10-2020 | 13:00 | Aberto até de Madrugada

A Vodafone Portugal está a enfrentar problemas na rede que estão a impedir a realização de chamadas de voz nalgumas circunstâncias.

Várias pessoas têm estado impossibilitadas de fazer ou receber chamadas de voz na rede Vodafone, afectando os telemóveis como os telefones fixos.

Confirmo, @VodafonePT , Vila Real está igual. Dá para receber chamadas, não dá para fazer. https://t.co/fonHwMtZEk

— Marco Amado (@mjamado) October 28, 2020


Inicialmente a Vodafone começou por dizer que não tinha registo de problemas, apesar de os relatos se acumularem no Downdetector, mas entretanto diz já ter identificado as anomalias e que estão em processo de resolução.

Estão identificadas dificuldades nos nossos serviços contudo, estas já se encontram fase de resolução.

A situação ficará resolvida com a maior brevidade possível.

Lamentamos pelo transtorno causado.

— Vodafone Portugal (@VodafonePT) October 28, 2020

Faz-me recordar diariamente porque é que ainda temos que lidar com chamadas de voz, com qualidade sofrível, que podem cair a qualquer momento, etc. Quando na realidade já deveríamos ter um sistema mais robusto, que oferecesse som de melhor qualidade, maior resistência a falhas momentâneas de rede, etc.

SpaceX arranca serviço Starlink "Better Than Nothing Beta"

28-10-2020 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

A SpaceX vai finalmente arrancar com o seu serviço comercial de internet via satélite Starlink, ainda em fase beta, e a começar nos $99 mensais.

Com um nome criativo de "Better Than Nothing Beta", o serviço de satélite não será tão económico quanto se poderia imaginar, tendo uma mensalidade de 99 dólares, a que acresce a necessidade do conjunto router + antena que implica um pagamento inicial de 499 dólares. Mas, como o próprio nome indica, é um serviço que será "melhor do que nada", destinando-se nesta fase a todas as pessoas em locais onde não têm acesso a uma ligação decente à internet, e que em muitos casos pagam valores exorbitantes por um serviço de péssima qualidade.

Mesmo nesta fase beta com a constelação Starlink a ter apenas cerca de 800 satélites, a SpaceX promete que os clientes deverão ter ligações de 50-150Mps e "pings" de 20 a 40 ms. O que são valores bastante bons, para um serviço que pode levar a internet até qualquer ponto do planeta (quando tiver todos os satélites em órbita).

Por agora o serviço está limitado aos EUA e Canadá, mas espera-se que possa ser ampliado a outros países à medida que forem sendo lançados mais lotes de satélites, o que tem sido feito com regularidade pela SpaceX. A app Starlink também já se encontra disponível na App Store e na Play Store.

Parece-me que será inevitável que em breve os Tesla comecem a trazer antenas para se manterem ligados à rede Starlink, e a disponibilizarem um hotspot para acesso dos clientes (até que a tecnologia eventualmente permita miniturizar o acesso directo num equipamento do tamanho de um smartphone)... E depois vamos ver que tal é que os operadores de telecomunicação se irão sentir ao verem os seus clientes terem finalmente uma alternativa real que escapa ao "cartel".

Xiaomi prepara Mi Watch Lite

28-10-2020 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

Depois do Mi Watch, a Xiaomi prepara uma versão mais económica - o Mi Watch Lite - que também poderá ser lançado como Redmi Watch.

Informação para as entidades certificadores revela um Xiaomi Mi Watch Lite com design aparentemente idêntico ao do Mi Watch, com ecrã de 1.41" de formato quadrado com ajuste automático da luminosidade, GPS, bateria de 230mAh, monitorização contínua da frequência cardíaca, seguimento de múltiplas actividades desportivas, à prova de natação, com Bluetooth 5.1 e podendo funcionar com dispositivos Android e iPhones.

A designação do modelo refere REDMIWT02, pelo que é possível que este modelo venha a ser comercializado como Redmi Watch pela Xiaomi, como habitualmente faz para os smartphones mais económicos. Sendo que o sistema deverá manter o mesmo que o do Mi Watch, usando o Android Wear como base mas com modificações feitas pela Xiaomi.

Menos sorte parece ter o aguardado smartwatch da OnePlus, cujo projecto parece ter sido colocado em modo de suspensão por tempo indefinido, o que não faz antever boas perspectivas para um lançamento em tempo útil.

Snaptube faz download de vídeos e músicas do YouTube, Facebook e outras plataformas

28-10-2020 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Numa altura em que a RIAA está a perseguir ferramentas que permitem o download de vídeos e músicas no YouTube, não faltam apps que continuam a permitir fazê-lo, como o Snaptube.

É incrivelmente ridículo que, quanto mais tecnologia se tenha, mais se tente restringir o uso que se lhe pode dar. No tempo das cassetes analógicas e videogravadores podíamos gravar o que bem se entendesse, mas nesta época de ferramentas digitais se esteja perante mensagens constantes de "este conteúdo não pode ser gravado" - e isto apesar de todos pagarmos taxas de cópia por todo o espaço digital que compramos, mesmo que nunca venha a ser utilizado para qualquer tipo de gravações.

Mas obviamente que, sempre que há procura existe resposta, e continuam a existir ferramentas para fazer downloads de músicas e vídeos do YouTube e demais plataformas. Uma dessas apps é o Snaptube.

O Snaptube permite fazer downloads de músicas e vídeos do YouTube, Facebook, Instagram, Twitter, Vimeo, TikTok, Vevo, WhatsApp, DailyMotion, e muito mais. E o processo é incrivelmente simples, pois basta escolher a plataforma desejada, pesquisar pelo vídeo, e fazer o download do mesmo.

O único elemento mais "complicado" consiste na instalação da própria app, já que como se poderá imaginar, a Google não permite que uma app que faz download de vídeos do YouTube esteja na PlayStore, obrigando a que a instalação seja feita directamente via APK - algo que obrigará a aceitar a instalação de apps de fontes potencialmente inseguras, mas que é algo que muitos utilizadores já terão feito para ter acesso a app de fontes como o APKmirror, ou de app stores alternativas como o Aptoide.

No entanto, e como é recomendável para todo e qualquer APK que estejam a considerar instalar no vosso smartphone Android, bastará fazer uma verificação do mesmo no site Virustotal para verificar se contém alguma surpresa indesejada. E assim poderão ficar com a consciência tranquila ao ver que a app do Snaptube não contém código malicioso e é compatível com smartphones Android de todas as marcas.

O Snaptube permite escolher a qualidade dos vídeos (dependendo das qualidades que cada plataforma disponibilizar), podendo chegar aos 4K no caso de plataformas como o YouTube. Permite também fazer a conversão directa de um vídeo para música, se o objectivo for passar o vídeo directamente para um MP3, também com diferentes níveis de qualidade disponíveis; e também gravar fotos do Instagram.

No fundo, é uma das apps que vem dar aos utilizadores um pouco de controlo sobre aquilo que podem fazer com os seus próprios equipamentos, em vez de ficarem limitados ao que as empresas gostariam de impedir que fizessem. É suficientemente atroz que apps como o YouTube nem sequer permitam ouvir um vídeo em background se não se estiver com o ecrã ligado a passar o vídeo, a não ser que se pague por isso. E pena é que tais restrições cheguem a tal ponto em que seja necessário recorrer a apps que nem sequer podem estar na Play Store para se poder recuperar um pouco da liberdade de dar uso aos conteúdos da forma que o utilizador deseja.

Google apresentou novos recursos de privacidade e segurança

28-10-2020 | 09:32 | Apps do Android


A propósito do Mês Europeu de Sensibilização para a Cibersegurança, a Google revelou novos recursos de privacidade e segurança.

Nas próximas semanas, a companhia vai lançar novos alertas de segurança de alta visibilidade na Conta Google. Ou seja, quando for detectado um problema sério de segurança da Conta Google, será exibido automaticamente um alerta na app Google que o utilizador estiver a utilizar e receberá ajuda para o resolver - sem necessidade do utilizador verificar os alertas no e-mail ou no telefone. Os novos alertas são resistentes a spoofing e, por isso, o utilizador tem sempre a certeza de que esses alertas são enviados pela Google. 


Os outros anúncios incluem atualizações de privacidade para o Google Assistente e muito mais.  Saiba mais no post oficial assinado por Rahul Roy-Chowdhury, Vice President of Product, Privacy. 

XDA Pro1-X vem LineageOS ou Ubuntu Touch OS

28-10-2020 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

O popular site XDA fez uma parceria com a F(x)tec para criar um smartphone para aqueles que preferem a liberdade de escolher o sistema operativo móvel que utilizam, o Pro1-X.

Não esperem grandes revoluções, o Pro1-X é baseado no Pro1 da F(x)tec, mantendo o (agora) pouco habitual teclado físico deslizante, mas alterado para poder vir com até 8GB de RAM e 256GB. A grande aposta é a nível do software, com o dispositivo a vir com LineageOS e a estar preparado para poder correr também Ubuntu Touch, e suportando também a ligação a monitores externos para proporcionar uma experiência "desktop" para quem assim o desejar.

De resto, as características de hardware por si só não irão impressionar ninguém: temos um ecrã AMOLED de 5.99", 8GB de RAM, 256GB, câmara traseira de 12MP+5MP, câmara frontal de 8MP, teclado físico deslizante, e bateria de 3200mAh. O CPU é o ponto que provavelmente mais fará notar a sua idade, pois trata-se de um Snapdragon 835 de 2016. Não que não seja ainda capaz de realizar a maioria das tarefas sem grandes constrangimentos, mas sendo o pormenor que poderá travar alguns interessados.


Se não for esse o caso, o XDA Pro1-X está disponível via Indiegogo, com um preço especial de 542 euros se forem rápidos. As entregas estão prometidas para Março de 2021.

Pixel 5 acende o ecrã à noite no Pixel Stand

28-10-2020 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

Quem tiver um Pixel 5 vai ter uma desagradável surpresa nocturna se o colocar num Pixel Stand, com o ecrã a acender-se automaticamente durante a noite.

Um estranho bug está a afectar pessoas com Pixel 5 colocado num Pixel Stand com a opção de manter o ecrã desligado quando está escuro (o recomendado para quem tiver o smartphone ao lado da cama durante a noite). Embora o ecrã se apague como é suposto, volta a iluminar-se com a luminosidade no máximo passado cerca de uma hora.

O problema estará relacionado com o Pixel 5, já que os Pixel anteriores continuam a funcionar correctamente no Pixel Stand, havendo suspeitas que possa estar relacionado com a utilização de um sensor de proximidade que fica sob o ecrã - uma das diferenças face aos modelos anteriores. A Google tem recomendado que os utilizadores desactivem e voltem a activar o modo "Do Not Disturb", mas até ao momento parece não ter resultados positivos.

Até que a Google consiga determinar e resolver este bug, será talvez melhor deixar o smartphone fora do suporte e com o ecrã voltado para baixo. Mas seguramente não será essa a ideia de todos os que tiverem investido no Pixel Stand para poderem ter o seu Pixel "à vista" enquanto o recarregam.

YouTube processado por canais QAnon removidos

27-10-2020 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

Mesmo a propósito dos pedidos de protecção das plataformas quanto à remoção de conteúdos, o YouTube está a ser processado por canais de conspirações QAnon que foram removidos.

Afinal não foi preciso esperar muito. Já temos um caso de canais removidos do YouTube que estão a processar a plataforma por terem sido "silenciados". Os canais em questão fomentam as conspirações QAnon e argumentam que estão a sofrer "danos irreparáveis" por não poderem disseminar as suas teorias - e que acabam por suceder a coisas o Pizzagate, que nas eleições norte-americanas de 2016 acusava Hillary Clinton e os Democratas de fazerem tráfico sexual de crianças na cave de uma pizzaria, ao ponto de ter feito um dos "membros" ir lá pessoalmente e ameaçar os funcionários, tendo chegado a disparar uma arma antes de finalmente constatar que afinal o local nem sequer tinha uma cave.

Deste então as coisas têm ficado ainda mais estranhas, com o QAnon a apresentar Donald Trump como o salvador do mundo contra uma elite satânica de pedófilos e traficantes sexuais que se espalha pelo partido político da oposição e vedetas de Hollywood, e que pelo caminho abraça tudo o que possa ajudar a gerar polémica, como anti-vacinas, o 5G assassino, etc. etc.

No fundo, o QAnon funciona para as conspirações da mesma forma que os emails de esquemas nigerianos funcionam para a testar a credulidade das potenciais vítimas. Fazem tais teorias e acusações tão extremas, que sabem desde logo que quem estiver disposto a acreditar que aquilo seja verdade é um bom membro para ser recrutado para o culto.

E agora, não havendo limites a qualquer falta de bom senso, avançam com um processo contra o YouTube por terem tido os seus canais eliminados da plataforma. Um caso que irá pôr à prova o direito à liberdade de expressão versus o direito de não se disseminar conteúdos falsos ou que incentivem à perseguição de indivíduos com resultados reais potencialmente dramáticos. Vai ser um caso interessante de seguir, mas parece-me que o principal objectivo será apenas gerar mais polémica e de demonstrar como as empresas de tecnologia também fazem parte da conspiração.

O mais preocupante, é que ao estilo dos crentes na "Terra Plana", estamos a falar de indivíduos que já não estão dispostos a sequer aceitar que possam ser eles a estar errados, tendo criado uma completa distorção de todos os factos que demonstram o contrário, tudo servindo para validar a sua visão do mundo. Tentar dialogar com um só, talvez ainda pudesse ser possível; tentar fazê-lo com dezenas / centenas / milhares, a auto-reforçarem as suas crenças entre si?... É uma verdadeira missão impossível.

MagSafe do iPhone 12 só funciona devidamente com novo carregador de 20W da Apple

27-10-2020 | 18:30 | Aberto até de Madrugada

Depois das suspeitas chega a confirmação que o carregador wireless MagSafe da Apple para o iPhone 12 é bastante peculiar e só funciona devidamente se o combinarmos com o novo carregador de 20W da Apple.

Para os iPhone 12 a Apple lançou um carregador wireless MagSafe com sistema de alinhamento magnético, e aumentou a capacidade de carga para os 15W. Infelizmente, a Apple esqueceu-se de referir que para se tirar partido disso, não bastará utilizar qualquer carregador com mais de 15W, mas sim o seu novo carregador de 20W. Tentar usar qualquer outro carregador resulta em potências de carregamento inferiores, sendo que mesmo quando se usa o carregador Apple de 96W do MacBook Pro o MagSafe se fica pelos 10W em carregamento de um iPhone 12. E o mesmo acontece quando se usam carregadores de alta-potência de outros fabricantes, incluindo carregadores da Anker e Aukey.


Segundo este teste do MagSafe com diversos carregadors, e com um iPhone 12, os resultados são os seguintes:
  • Apple 20W Power Adapter - 15W
  • Apple 18W Power Adapter - 13W
  • Apple 96W MacBook Pro Power Adapter - 10W
  • Anker 30W PowerPort Atom PD 1 - 7.5W a 10W
  • Aukey 65W Power Adapter - 8W a 9W
  • Pixel 4/5 Charger - 7.5W a 9W
  • Note 20 Ultra Charger - 6W a 7W

Além do mais, mesmo com a combinação ideal, assim que o iPhone começa a aquecer a potência de carregamento é reduzida para os 10W, situação que acaba por ser quase uma constante no caso de se usar o iPhone com uma capa de protecção.

Adicionalmente, também ficou comprovado a outra parte estranha do MagSafe, pois se o utilizarmos com um iPhone 11 ou iPhone 8, apenas consegue fazer o carregamento a 5W, e com smartphones Android o MagSafe cai para valores praticamente inúteis de 1.5W.

Conclusão: para uma marca que justificou a remoção dos carregadores da caixa dos iPhones como forma de promover um futuro mais sustentável, criar um carregador que é incompatível com os seus carregadores antigos, com os iPhones antigos, e com os demais smartphones Android com carregamento wireless no mercado, parece demonstrar que a sustentabilidade vista pela Apple não é bem aquilo que se esperava.

Quando o confinamento faz mal à cabeça

27-10-2020 | 18:24 | Gonçalo Sá

A nova minissérie do AXN mostra uma versão particularmente terrível do confinamento ao acompanhar uma equipa de cientistas na Antárctida. E apesar de os valores de produção serem elevados, o arranque de "THE HEAD" promete um thriller com uma curiosa atmosfera de série B.

The_Head.jpg

Boa parte da promoção de "THE HEAD" tem sido ancorada num dos nomes do elenco, Álvaro Morte, que meio mundo passou a conhecer como o 'Professor' de "La Casa de Papel". Não chega a ser publicidade enganosa, mas na verdade o actor espanhol tem uma participação bastante limitada nesta aventura saída de uma parceria entre o Mediapro Studio, a Hulu Japan e a HBO Asia que se estreou em Portugal na passada quarta-feira, 21 de Outubro, através do AXN.

De qualquer forma, Álvaro Morte parece estar bem acompanhado num dos elencos mais internacionais dos últimos tempos, com actores de sete países, mistura que também resultou numa profusão de idiomas: ouve-se falar inglês, dinamarquês, sueco e espanhol. E esse âmbito global justifica-se tendo em conta a multiculturalidade da equipa de cientistas no centro da acção, que investiga uma bactéria capaz de transformar dióxido de carbono em oxigénio a um ritmo acelerado. A pesquisa leva a uma estadia prolongada num centro no Polo Sul durante seis meses, numa temporada na qual nunca brilha o sol e que se torna ainda mais negra quando quase todos os investigadores são brutalmente assassinados.

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Quem os matou e porquê? Essa é a questão que "THE HEAD" tratará de responder ao longo de seis episódios, e o primeiro sugere que vai valer a pena esperar para saber. Realizada pelo espanhol Jorge Dorado (que dirigiu alguns dos melhores capítulos de "Gigantes") e criada pelos conterrâneos Àlex e David Pastor ("A Vida que Mereces"), juntamente com o showrunner David Troncoso ("Plaza de España"), a minissérie inicia-se com um longo plano-sequência que apresenta, de forma envolvente e eficaz, o espectador ao território de uma trama de suspense e às personagens que o habitam - mesmo que algumas não fiquem por lá muito tempo, pelo menos com vida.

O primeiro episódio também marca pontos ao assumir logo as influências, uma em particular: qualquer semelhança com "Veio do Outro Mundo" não será coincidência e uma das cenas mais descontraídas mostra os protagonistas a revisitar o clássico de John Carpenter que também juntava neve, morte e isolamento. "Alien - O 8.º Passageiro" será outra aproximação possível e esta dinâmica também não anda longe dos mistérios de Agatha Christie em torno de assassinatos. Mas os criadores de "THE HEAD" parecem estar cientes disso, o que faz esperar que o resultado não se limite a ser mais do mesmo, embora tenha um ponto de partida familiar.

Entre narrativas em períodos temporais diferentes e uma galeria de personagens enigmáticas, cujas motivações a trama promete explorar, a investigação é conduzida por um comandante obstinado em descobrir o autor do crime e o destino da sua mulher, um dos elementos desaparecidos. O dinamarquês Alexandre Willaume encarna o protagonista, com uma mistura convincente de carisma e desespero, o irlandês John Lynch começa por desenhar uma figura mais turva e no elenco destaca-se ainda Tomohisa Yamashita, super-estrela japonesa com um longo percurso na interpretação e na música. Já Álvaro Morte encarna o cozinheiro de serviço, depois de ter sido "professor". Mas aqui não se mostra tão engenhoso face à ameaça com se depara...

"THE HEAD" é emitida no AXN às quarta-feiras, a partir das 22h50.

Xiaomi Mijia Air Purifier 3 a €118

27-10-2020 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

Ideal para quem quiser manter a sua casa com ar livre de pó e demais partículas indesejadas, o Xiaomi Smart Air Purifier é uma das opções mais recomendadas para manter o ar limpo.

A Xiaomi tem vários modelos de purificadores de ar, mas neste caso trata-se do Xiaomi Smart Air Purifier 3 com ecrã OLED circular e indicado para divisões com até 48 m2. Uma opção que se torna ainda mais recomendada nesta fase em que é recomendado arejar regularmente as casas, e queremos evitar que por lá andem demasiadas partículas indesejadas.

O Xiaomi Smart Air Purifier 3 está disponível por 118 euros usando-se o código de desconto BG3HFTRD, com envio gratuito de Espanha.

Contando com integração com a app Mi Home, é bastante fácil criar automações para ligar / desligar este purificador de ar; que tem como vantagem adicional contar com modo de funcionamento nocturno ultra-silencioso, que permite que seja deixado a funcionar mesmo durante a noite - e mesmo para quem for "esquisito" com os ruídos. Tenho um a funcionar diariamente há vários anos (apenas sujeito à limpeza / substituição do filtro quando necessário), e recomendo.

Podes acompanhar as melhores promoções diárias no nosso grupos AadM Promos no Facebook.

Notícias do dia

27-10-2020 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

Despedimento automático de motoristas em Portugal dá queixa contra a Uber; Apple prepara variantes do A14 para iPads e Macs; Investigadores imprimem barco 3D de 30 microns; NASA descobre água na superfície da Lua; e plataformas online pedem protecção legal para remoção de conteúdos.

Antes de passarmos às notícias de hoje, temos novo passatempo que te pode valer uns earphone BT Xiaomi Redmi Airdots 2; e está também a decorrer o passatempo 13º aniversário AadM com oferta de um Poco X3 NFC.

Austrália do Sul 100% solar pela primeira vez

No estado da Austrália do Sul atingiu-se um marco significativo, com a produção de energia solar a ter sido suficiente para garantir a totalidade da energia consumida durante mais de uma hora. Mesmo tendo sido a um domingo, não deixa de ser um sinal inspirador para o futuro.

Também de destaque, 77% da energia solar teve origem em painéis solares residenciais, e apenas 23% foi oriunda dos parques solares; com cerca de um terço das habituações a ter painéis solars instalados, e prevendo-se a instalação de painéis em mais 36 mil casas ao longo dos próximos 14 meses.

Mesmo estando no lado oposto, por cá também estou em processo de me juntar ao grupo de pessoas que irá reduzir a conta da electricidade mensal através da instalação de painéis solares. Mais desenvolvimentos em breve. :)


Tinder adapta-se aos tempos Covid-19 e lança video-chat

Com o distanciamento social, restrições nas deslocações e regras de confinamento, também as apps de encontro se têm que adaptar. E tal como muitas actividades se mudaram para serviços remotos, também o Tinder segue o exemplo e disponibiliza video-chamada para que os potenciais encontros possam ser feitos à distância.

... Só não se esqueçam que aquilo que se passa no ecrã de um smartphone pode ser gravado, e que se devem aplicar as mesmas regras de acautelamento com aquilo que por lá fizerem. Actualização: afinal parece que Portugal ainda não está contemplado no grupo de países com direito a video-chamada, embora esteja prometida a expansão a mais países para breve.


AirPower da Apple é mesmo para esquecer

Depois de vários rumores que indicavam que a Apple teria resolvido os problemas do mítico carregador wireless AirPower, chega agora nova indicação de que a Apple terá abandonado por completo o projecto e não terá planos para voltar a pensar nisso.

All AirPower prototyping / testing has been removed from the schedule for 2021.

Sources doubt that it’ll ever be picked back up again.

Seems like once again, AirPower is dead.

— Jon Prosser (@jon_prosser) October 26, 2020

O AirPower passará assim a ser um dos grandes fiascos da Apple, que teve honras de apresentação num evento oficial, apenas para depois ser alvo de remoção silenciosa de todas as referências. E é pena, pois já temos outras empresas a demonstrar que seria tecnicamente possível fazê-lo. Talvez a Apple venha a comprar a Aira, que desenvolveu essa tecnologia, e assim possa por um ponto final mais positivo neste episódio.


Tesla envia 7000 Model 3 da China para a Europa

Com a Gigafactory Berlim ainda sem data prevista para iniciar a produção (e com a Tesla a ter despedido o responsável pela construção das Gigfactory sem ter dado explicações - o que nunca é bom sinal), a Tesla está a recorrer à Gigafactory da China para fornecer o mercado europeu, e já está a caminho o primeiro lote de 7 mil Model 3 da China para a Europa.

Os carros deverão chegar no final do próximo mês, e ser entregues aos clientes durante o mês de Dezembro. Quanto a mim, os europeus até poderão ficar melhor servidos com os Tesla chineses, especialmente se vierem com reforços na suspensão para aguentarem piores tratos das estradas e condutores.


Curtas do dia


Resumo da madrugada


OnePlus ataca gama média com dois novos smartphones

27-10-2020 | 16:21 | Apps do Android

Com os modelos OnePlus a irem para preços que muitas pessoas não estarão dispostas a pagar, a marca reforça a gama Nord com dois novos modelos a preços mais acessíveis.

Depois do primeiro Nord, a OnePlus reforça a sua presença em patamares de gama média ainda mais económicos.

O Nord N10 5G usa em ecrã Full HD de 6.49" a 90Hz, Snapdragon 690, 5GB de RAM, 128GB + microSD, e vem com câmaras de 64MP + 8MP ultrawide + 2MP macro + 2MP depth, e frontal de 16MP. Tem uma bateria de 4300mAh com Warp Charge 30T, suporta 5G, e vai ter um preço de 350 euros. O N100 será destinado a quem quiser gastar ainda menos, vindo com um ecrã HD de 6.52", Snapdragon 460, 4GB de RAM, 64GB + microSD, e câmaras de 13MP + 2MP depth + 2MP macro, e frontal de 8MP. Tem bateria de 5000mAh com carregamento rápido de 18W, e vai começar nos 200 euros.

Ainda não são modelos capazes de fazer frente a smartphones como o Poco X3 NFC, que na gama dos 200 euros até já inclui ecrã a 120Hz, mas pelo menos amplia drasticamente a opção de escolha no que diz respeito à família OnePlus para quem preferir o OxygenOS.

P.S. Esperemos que este aumento no número de modelos disponíveis não se venha a fazer sentir (pela negativa) a nível do suporte e disponibilização das actualizações.

NASA descobre água na superfície da Lua

27-10-2020 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

A NASA revelou ter conseguido confirmar a presença de água na superfície da Lua exposta ao sol.

A existência de água na Lua era já uma certeza, mas que se pensava estar confinada nos pólos, em crateras que criassem zonas de sombra permanente que protegessem o gelo da exposição solar. Mas agora fica confirmada a existência de água também no solo lunar exposto ao sol.


A descoberta foi possível usando o telescópio voador Sofia, que centrou as suas observações numa cratera visível da Terra, e abre a possibilidade de as moléculas de água se poderem encontrar por toda a superfície - algo que seguramente se tornará num ponto de interesse para as futuras missões tripuladas à Lua planeadas para 2024.

Dito isto, há que referir que a quantidade de água encontrada na Lua é equivalente a um solo 100 vezes mais seco que o do deserto do Sahara, pelo que não se deve confundir esta descoberta como sendo a de um oásis que permita aos astronautas ter água com fartura ao "espremer" o solo. :)

Apple prepara 3 variantes do A14

27-10-2020 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

Depois de estrear o mais recente chip A14 Bionic no iPad Air e nos iPhone 12, a Apple deverá lançar variantes mais poderosas destinadas aos iPad Pro e futuros Macs com CPU ARM.

Segundo um relatório que surgiu, a Apple irá manter uma estratégia idêntica à que seguiu no passado, de forma ainda mais modular, com o mesmo chip a servir de base para diversas variantes melhor adaptadas para o equipamento a que se destinada. Neste caso, o A14 deverá dar origem a um A14X e um A14T.

O A14X será destinado aos iPad Pro e ao primeiro MacBook ARM, enquanto o A14T será destinado ao primeiro iMac ARM.

Os chips mobile tiveram uma tremenda evolução na última década, e actualmente já se encontram no mesmo patamar que travou a evolução dos CPUs tradicionais, ou seja, a sua verdadeira limitação tem mais a ver com o consumo que se deseja manter, e também com a quantidade de calor que é possível dissipar de forma a manter as temperaturas dentro dos parâmetros aceitáveis. Não há qualquer dúvida que o A14 será capaz de muito mais do que aquilo que actualmente pode fazer enfiado num iPhone, se tiver acompanhado de uma maior bateria e dissipadores; e ainda mais quando se destinar a um iMac que terá ainda menos constrangimentos a esse nível.

A Apple deverá revelar oficialmente a primeira geração oficial de Macs ARM já no próximo mês, e seguramente iremos ouvir falar mais das capacidades destas variantes do A14.

Investigadores criam sistema de gestão de energia fotovoltaica mais eficiente

27-10-2020 | 13:14 | A Minha Alegre Casinha

Com o interesse na energia solar a aumentar, é também necessário recorrer a sistemas que saibam tirar o melhor partido dessa fonte de energia, e é precisamente o que fizeram investigadores da Universidade Técnica de Berlim.

Há cada vez mais pessoas a colocarem painéis solares fotovoltaicos no telhado das suas casas, e enquanto o objectivo é reduzir o consumo em standby que se tem, não há grandes complicações na sua utilização. As coisas só começam a complicar-se quando se tem capacidade de geração mais elevada, e se torna imprescindível fazer a melhor gestão possível da energia que está a ser gerada e consumida.

Estes investigadores criaram um sistema pensado de raiz para as especificidades da energia fotovoltaica, e que contempla diferentes módulos como os painéis solares, baterias, bombas de calor e armazenamento térmico. Com isso, o sistema consegue optimizar a utilização da energia que está a ser gerada, decidir quando deve carregar as baterias (ou usar a energia a partir delas), e até quando será a melhor altura para injectar energia produzida em excesso para a rede, para maximizar o potencial retorno financeiro.

Sistemas como estes serão obrigatórios para se ter uma rede eléctrica distribuída mais eficiente; e que no futuro se torne tão comum que nem sequer seja necessário que as pessoas se tenham que preocupar com coisas como os períodos dos tarifários bi-horários, ou quando será a altura mais adequada para aquecerem as suas casas ou ligarem determinados electrodomésticos. O "cérebro" da casa saberá fazer isso melhor que ninguém, e adaptar-se de forma instantânea às condições de cada momento.

How You Can You Use PHP Functional Programming to Execute the Same Operation on Set of Objects with Few Lines of Code

27-10-2020 | 12:21 | Manuel Lemos

By Manuel Lemos
Sometimes you need to perform the same operation on a set of distinct objects.

This package makes it easier to perform a given operation on multiple objects by invoking a given function those objects.

Despedimento automático de motoristas em Portugal dá queixa contra a Uber

27-10-2020 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

A Uber volta a enfrentar novo processo na Europa, desta vez por causa dos seus algoritmos de "despedimento" de motoristas de forma automática.

A App Drivers & Couriers Union (ADCU) britânica apresentou queixa contra a Uber num tribunal Holandês, referente à prática de despedimento automático pelos seus algoritmos de motoristas em Portugal e no Reino Unido.

Estes motoristas terão sido despedidos depois da Uber dizer que detectou "actividade fraudulenta", mas sem nunca ter disponibilizado os dados que levaram o seu sistema a determinar isso, nem permitir que os condutores pudessem solicitar uma revisão por uma pessoa real para averiguar o que se passa. A questão é que na UE, ao abrigo do artigo 22 do RGPD / GDPR, todas as decisões automáticas que afectem significativamente um indivíduo têm obrigatoriamente que disponibilizar uma forma de apelo e revisão por humanos - sendo isso que irá ser posto à prova neste caso.

Segundo a ADCU os motoristas afectados negam ter praticado qualquer tipo de actividade fraudulenta, mas poderá dar-se o caso de ser algo tão simples quanto usar simultaneamente apps de diferentes serviços, ou qualquer outra situação que a Uber não aprecie, e que este caso poderá ajudar a trazer para a luz do dia ao exigir ver as informações que a Uber considera serem suficientes para justitifcar o despedimento.

YouTube retoca interface da app

27-10-2020 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

O YouTube voltou a dar uns retoques na interface da sua app mobile, passando a contar com selecção de capítulos mais visual, controlos mais acessíveis e funcionalidades por gestos.

O YouTube quis tornar alguns controlos mais acessíveis de imediato, e por isso com este novo interface a app do YouTube passa a disponibilizar a opção para as legendas no topo do ecrã em vez de as esconder num sub-menu, e também faz o mesmo com a opção auto-play (que mais parece uma tentativa do YouTube de relembrar que essa opção existe). Seja como for, torna o YouTube mais aproximado da experiência que se tem numa app de vídeo e de música.

Adicionalmente, entrar em modo full-screen pode agora ser feito com um gesto de deslizar para cima sobre o vídeo, e regressar ao modo normal com um gesto de deslizar para baixo - para além de se manter o duplo toque no lado esquerdo / direito para recuar / adiantar 10 segundos. Nos capítulos, passamos a ter a apresentação em lista com thumbnails, para maios facilmente se encontrar o ponto que se deseja.
Podemos também contar com sugestões do YouTube para orientar o smartphone / tablet da forma que melhor se adequa ao vídeo que se estiver a ver, mas que podem ser simplesmente ignoradas se preferirem ser vocês a decidir como é que querem ver as coisas, como ver um vídeo horizontal mantendo o smartphone na vertical.

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