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OnePlus 8T vem sem bloatware do Facebook

15-10-2020 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

A OnePlus ouviu os fãs, e o mais recente OnePlus 8T vem sem apps e serviços do Facebook pré-instalados.

A pré-instalação das apps do Facebook nos OnePlus era um dos pontos mais criticados por alguns utilizadores. Isto porque apesar de ser possível desinstalar as apps do Facebook, permaneciam no sistema os serviços adicionais que os parceiros do Facebook são obrigados a instalar no caso de quererem fornecer essas apps instaladas de origem, e que se multiplicam por coisas como o Facebook Application Manager, Facebook Installer, e Facebook Notification Service.

Felizmente, no mais recente OnePlus 8T, que já vem com Android 11, a OnePlus optou por fazer uma limpeza e deixou de incluir as apps do Facebook e consequentemente estes serviços.

É algo que nem sequer deveria apresentar qualquer dúvida aos fabricantes. Instalar qualquer app do Facebook é algo que todos eles podem fazer com um par de toques no ecrã, se assim quiserem; por outro lado, ter que fazer root ou usar outros métodos avançados para poder remover serviços indesejados, é algo bem diferente. Ainda por cima, estamos a falar de serviços completamente desnecessários: que sentido faz que o Facebook tenha um serviço para tratar da actualização das apps, quando o sistema já disponibiliza tal serviço? Enfim...

Análise ao Huawei Y6s

15-10-2020 | 16:32 | Apps do Android

Enquanto se aguarda com ansiedade para ver a receptividade do mercado aos novos smartphones Huawei sem Play Store da Google, a marca chinesa vai relançando versões como este Y6s, que ainda mantêm o acesso às apps e serviços da Google.


Com a novela EUA-Huawei ainda sem fim à vista, a marca chinesa vai tirando partido de um vazio legal para lançar smartphones no mercado, apelidando os mesmos de novas versões dos equipamentos já disponíveis no mercado. Esta janela de oportunidade acaba no entanto por ser limitada, com a Huawei a não poder apresentar grandes alterações para conseguir lançar o smartphone como uma nova versão e não um novo modelo.

O Huawei Y6s



O Huawei Y6S é o mais recente exemplo desta política, com a Huawei a fazer chegar ao mercado um smartphone a correr aplicações e serviços da Google, algo que o seu Mate 30 Pro ainda não apresenta, pelo menos de forma oficial (e sem riscos de segurança envolvidos).



O design apresenta apenas uma alteração, com a traseira a exibir duas tonalidades à imagem dos topo de gama da marca, se bem que neste caso, em plástico em vez de vidro. Ao centro, no terço superior, o sensor de impressão digital. À sua esquerda, a câmara traseira e o flash, com o contorno da câmara a apresentar um formato diferente do utilizado no Y6.



Em cima, ao centro, um notch "gota de água", sobre o qual se encontra uma coluna para as chamadas de voz.



As margens do ecrã são relativamente reduzidas (com excepção da inferior), mas o formato arredondado das laterais acaba por dar a ideia que estas são maiores do que efectivamente são na realidade.



Nas laterais, em cima, temos um microfone e uma ficha de 3,5mm para headphones. Em baixo, duas grelhas para saída de som e uma já arcaica porta micro USB.



Na lateral direita, botões de volume e power. Na lateral esquerda, o slot para os cartões SIM e microSD, o qual tem a particularidade de permitir a instalação em simultâneo de dois cartões SIM e um micro SD, algo que poderá ser interessante, para colmatar o reduzido espaço de armazenamento (32GB).



Este Huawei Y6s mede 156.3 x 73.5 x 8 mm e pesa 150g. O ecrã IPS de 6,09" tem uma resolução 720 x 1560 pixels com 282ppp. A câmara traseira apresenta um sensor de 13 MP com uma abertura f/1.8, capaz de gravar vídeo a 1080p@30fps. A câmara frontal apresenta a mesma capacidade para gravação de vídeo, com um sensor de 8 MP f/2.0. Tem uma bateria de 3020mAh, a já referida porta microUSB, rádio FM, Wi-Fi 802.11 b/g/n e Bluetooth 4.2.



Duplo SIM e microSD em simultâneo

As diferenças de hardware face ao Y6 estão no CPU e RAM. O Huawei Y6s apresenta um processador Mediatek MT6765 Helio P35 Octa-core (4x2.3 GHz Cortex-A53 + 4x1.8 GHz Cortex-A53) e 3GB de RAM. De referir que a GPU se mantém inalterada (PowerVR GE8320), assim como o processo de fabrico (12nm).


Em utilização



Ponto prévio. Convém não esquecer que estamos na presença de um equipamento de gama de entrada, logo haverá que ajustar os requisitos para níveis bem inferiores aos que se exige a um topo de gama.


Carregador limitado a uns pouco expressivos 5V/1A


Numa altura em que se arrasta o diferendo com os EUA, é inevitável que a questão software não ganhe uma dimensão acrescida. A interface EMUI, transversal a todos os equipamentos da Huawei, acaba por ter um peso excessivo no comportamento do smartphone. É certo que a marca disponibiliza um conjunto alargado de funcionalidades, mas o seu impacto no desempenho do Y6s acaba por ser algo penalizador.

Sendo certo que o desempenho terá sempre de ser comedido, hoje em dia, não é admissível que um smartphone apresente atrasos no tempo de resposta. No caso deste Huawei Y6s, facilmente se denota alguma falta de rapidez na execução das tarefas mais simples. Para colmatar esta situação, o utilizador pode activar as opções de programador e desligar as animações e com esta alteração, o comportamento do smartphone passa a ser bastante mais agradável.



A EMUI apresenta-se na versão 9.1, assente no Android 9 Pie. Tendo em conta que já passaram 8 meses do lançamento do Android 10 e a EMUI 10 foi apresentada igualmente há vários meses, colocar um smartphone no mercado com uma versão desactualizada do Android, nunca poderá ser um bom cartão de visita, independentemente do segmento de mercado em que o equipamento se insira. Contactada a marca, não há nesta altura informações sobre uma possível actualização para Android 10, ficando este cenário em aberto, mas sem garantia que possa vir a acontecer.



Outra situação difícil de perceber, prende-se com a data do patch de segurança, que há altura desta análise, era datado de Outubro de 2019. A marca assegura que o mesmo será alvo de actualização, não avançando contudo com datas para este efeito.



Falar de EMUI leva a que se enalteça alguns dos pontos fortes desta interface da Huawei. Com o sistema de navegação por gestos a estar reservado para o Android 10, a EMUI 9.1 já disponibiliza uma opção muito bem conseguida para este fim, com o utilizador a poder esconder a barra de navegação na zona inferior do ecrã sem que o desempenho do smartphone seja afectado. A gestão das aplicações a correr em segundo plano e gestão do armazenamento, são outros exemplos da utilidade da interface EMUI, com o utilizador a ter acesso às mesmas funcionalidades disponibilizadas nos topo de gama da marca chinesa.




Há contudo aspectos que podem ser melhorados. O feed da Google está inexplicavelmente omisso e o facto de não se poder utilizar uma interface escura acaba por ser algo decepcionante, isto independentemente de o ecrã não ser AMOLED (não tirando por isso partido da poupança energética). Como alternativa, surge a possibilidade de se instalar o Huawei Assistant de forma manual. Este assistente da marca chinesa está ainda em fase beta, mas podem desde já experimentar as potencialidades disponíveis, sendo esta a alternativa mais simples em termos de assistente.



Outra possibilidade passa por instalar manualmente um launcher com suporte para esta tecnologia, havendo diversas opções (pagas e grátis) para este fim.


A aplicação temas é a porta de entrada num mundo cheio de variedade, com o utilizador a poder optar pelos fundos de ecrã, bloqueio e ícones que mais lhe interessar. Há contudo um aspecto a ter em conta, pois para o poderem fazer, é necessário criar uma conta Huawei, algo que não acontecia anteriormente. Esta mesma conta permitirá gerir o equipamento e aceder aos serviços que a marca disponibiliza para o nosso país.

A bateria de 3020mAh poderia apresentar uma capacidade mais generosa, mas não o fazendo, acaba por ser suficiente para um dia de utilização sem preocupações de maior. Os processadores MediaTek eram acompanhados de um elevado consumo energético, mas hoje em dia, como no caso deste MT6765 são já capazes de apresentar um comportamento que não penaliza a autonomia (com os núcleos Cortex-A53 a darem uma boa contribuição neste sentido).





O processador cumpre o mínimos aceitáveis para uma experiência de utilização que se possa considerar agradável. Quem pretender melhorar a mesma, pode sempre optar por desligar as animações no menu de opções de programador, que se encontra oculto nas definições.


As câmaras



O Huawei Y6s, como de resto seria expectável, está longe de apresentar um conjunto de câmaras que possa impressionar só pelos números. O sensor de 13 MP com uma abertura f/1.8 na câmara traseira e uma câmara frontal com um sensor de 8 MP f/2.0, têm por objectivo cumprir os serviços mínimos.




Para ajudar a cumprir esta missão, a Huawei apresenta uma interface na aplicação da câmara, que está em linha com os equipamentos de gama média e premium, com três zonas de interacção. À esquerda, apenas dois ícones, dando acesso ao controlo do flash e às definições, não disponibilizando funções mais refinadas, como são o caso da detecção automática de cenários (AI), o AI Lens com múltiplas utilidades e aplicação de filtros em tempo real. Do lado direito, duas secções, uma com os modos (limitados...) de fotografia e vídeo e outra com o botão de disparo, ladeado do acesso à galeria e à alternância de câmara.

Huawei Y6s

Em cenários com boa iluminação, os resultados são satisfatórios, com o software a conseguir inclusivamente uma boa definição de contornos, nas imagens com fundo desfocado. O tempo de focagem está longe de ser ultra rápido e as zonas com média luz já obrigam à utilização do flash, limitações que são compreensíveis, num equipamento low cost.


Apreciação final



Ainda limitada pelas restrições impostas pelo governo americano, a Huawei faz uso das ferramentas que tem ao seu dispor, para continuar a servir os consumidores. A reedição de smartphones com pequenos retoques no hardware é uma das opções que actualmente está a ser posta em prática.

Este Huawei Y6s poderia facilmente receber uma melhor classificação, não fosse o facto de ser um equipamento que, quando colocado lado a lado com os seus concorrentes directos, acabe por ver o peso do hardware com um ano de mercado a ter um impacto negativo na sua avaliação.

O software é também um dos pontos afectados, se bem que neste caso em menor escala. Apesar da EMUI 9.1 já desactualizada, apresenta um leque alargado de funcionalidades, muitas delas bastante úteis, como é o caso do sistema de navegação por gestos que agora é a opção preferencial no Android 10. Um patch de segurança já com alguns meses e a indefinição na actualização para uma versão do Android mais recente, são pontos que poderão desapontar os utilizadores que dão especial atenção a estas áreas.

Pelas razões acima expostas, o Huawei Y6s fica-se por um equilibrado "MORNO", havendo contudo a garantia que é um equipamento com alguns argumentos para se bater no segmento de mercado em que se insere, estado disponível com um PVP recomendado a começar nos 149,99€, para a versão de 3GB/32GB.




Huawei Y6s

Morno


Prós
  • Qualidade de construção
  • Funcionalidades da EMUI

Contras
  • Porta microUSB
  • Carregamento lento
  • Actualizações do Android



Huawei Y6s

Morno (3/5)

Carregador wireless BlitzWolf BW-FWC7 a €15

15-10-2020 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

Os carregadores wireless permitem evitar o incómodo do meter-tirar cabos na rotina diária de recarregamento dos smartphones, e não é preciso fazer um grande investimento para tirar partido deles.

Ao longo da última década (ou até mais) lá nos resignamos a que os nossos smartphones não tenham a autonomia que se desejava que tivessem, e com isso ganhamos o hábito de os recarregar diariamente. Implicitamente, aceitamos também que fosse "normal" meter e tirar a ficha do cabo de carregamento, uma ou mais vezes por dia, dia após dia, semana após semana.

Se assumirmos que recarregam o smartphone em casa à noite, durante o dia no emprego, e também o ligam ao carregador enquanto conduzem, estamos a falar de meter e tirar fichas pelo menos quatro vezes por dia - num total de quase 1500 vezes por ano! É uma tarefa que só se começa a considerar ridícula quando deixamos de ter que a fazer, e é precisamente por isso que há muito tempo sou fã dos smartphones com carregamento wireless (desde os tempos do Nexus 4) - e que nos permitem recarregá-los simplesmente pousando numa base com carregamento Qi como esta.
Este conjunto da base Qi BlitzWolf BW-FWC7 15W Wireless Charger + carregador BlitzWolf BW-S5 QC3.0 18W está disponível por apenas 15.32 euros usando-se o código BGBWFWC7S5.

Confesso que prefiro as bases de carregamento verticais, que permitem manter o smartphone numa posição mais visível e evitam que possa deslizar para fora do sítio; mas há locais onde pode ser mais vantajoso usar uma destas bases horizontais.

Pode-se até colocar a hipótese dos mais aventureiros fazerem um pouco de bricolage e integrarem-no directamente no tampo de uma secretária ou mesa de cabeceira, para que possam recarregar o smartphone pousando-o na mesa.


Segue as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos no FB.

Notícias do dia

15-10-2020 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

Governo quer máscara e app StayAway Covid obrigatórias; para que vai servir o LIDAR dos iPhone 12 Pro; a diferença da autonomia num Tesla em tempo frio e quente; análise headphones Corsair HS60 Haptic; OnePlus apresenta o novo OnePlus 8T com 120Hz e 65W; e hackers infectam MacBook via chip de segurança T2. Apple lança vídeos promocionais dos iPhone 12 e HomePod mini

Antes de passarmos às notícias de hoje, temos novo passatempo gadget da semana, que desta vez te poderá valer um smartwatch NO.1 DT36; e está também a decorrer o fundo de gadgets para o iPhone 12.

iPhone 12 vem com EarPods em França


A Apple aproveitou os iPhone 12 para deixar de incluir o carregador e earphones, mas em França os iPhone 12 continuarão a ser fornecidos com EarPods devido a exigências legais.

Em França existe uma lei que obriga que todos os smartphones sejam fornecidos com kits "mãos-livres" para proteger as crianças dos potenciais efeitos negativos das radiações electromagnéticas - ou seja, que permitam fazer telefonemas sem ter o telefone encostado à cabeça. Por isso, a Apple terá que continaur a fornecer os EarPods nos iPhone 12 vendidos em França.


Google testa Play Store sem botão de menu


A Google está a afastar do chamado "botão hamburger" (com os três tracinhos) que habitualmente dá acesso a menus ou sub-funções. Num dos testes realizados na Play Store, o botão desaparece e fica o menu acessível através do toque num avatar na barra de pesquisa.

O crescimento contínuo do tamanho dos smartphones abriga a que os interfaces e respectivos elementos tenham que ser repensados. Coisas que dantes estavam no topo do ecrã tornam-se muito menos acessíveis num smartphone com ecrãs de quase 7", e neste caso também há que ter em conta a transição do Android da barra de navegação do sistema para uma navegação apenas por gestos.


YouTube Music com download de playlists nas contras gratuitas


A Google volta a amenizar mais um pouco a relação com os utilizadores gratuitos do YouTube Music, que agora passam a poder descarregar playlists de músicas de que tenham feito upload para ouvirem em modo offline - algo que não era possível e obrigava a descarregar as músicas individualmente.

A Google muito tem penalizado os utilizadores gratuitos do YouTube Music, até mesmo no que diz respeito ao acesso às suas próprias músicas que eles próprios carregaram para o serviço. Para aqueles que ainda foram resistindo a essas limitações, este novo gesto virá repor um pouco da confiança que entretanto tinha sido perdida.


iPhone 12 Pro tem 6GB de RAM


Para além das câmaras, existe outra diferença que separa os iPhone 12 e iPhone 12 Pro. Os modelos Pro virão com 6GB de RAM, versus os 4GB de RAM nos iPhone 12 normais. Toda a geração anterior dos iPhone 11 tinha optado por manter apenas 4GB de RAM, pelo que é provável que a Apple tenha reforçado a RAM nos modelos Pro da nova geração para melhor assistir as capacidades de fotografia computacional.

Seja como for, será um detalhe que não deverá fazer qualquer diferença entre quem opta por uns ou por outros. Mais depressa alguém escolherá um outro com base no preço, ou por ter as câmaras, do que por ter X ou Y quantidade de RAM.


Curtas do dia


Resumo da madrugada


Google volta a limitar acesso ao GMail Go

15-10-2020 | 15:21 | Apps do Android

A recente abertura da app Gmail Go a todos os Android não passou de um erro da Google, e a app voltará a estar limitada aos equipamentos Android Go.

A esperança de que a Google estaria a ouvir os utilizadores e a deixar que fossem eles a decidir se querem usar as apps tradicionais, que ocupam centenas de MB, ou as versões "Go" mais ligeiras, não passou afinal de um lapso temporário da Google. O facto da app Gmail Go ter ficado disponível para todos os Android não foi algo planeado pela Google, mas sim resultado de um erro que rapidamente foi corrigido - voltando a limitar o Gmail Go aos equipamentos com Android Go.

Continua a não fazer qualquer sentido que a Google esteja a impedir o acesso a estas apps - que apenas faz com que os utilizadores que realmente as quiserem utilizar tenham que recorrer a fontes não oficiais, como o APK Mirror, com os potenciais riscos de segurança para quem se arriscar a instalá-la de fontes menos fidedignas.

Faz lembrar aquelas apps que ridiculamente também aplicam restrições geográficas por não terem traduções nas línguas locais, como se não existissem utilizadores que até preferem utilizar as apps em inglês ou outras línguas em que a app estaria disponível. Que tal se passasse a ser critério das app stores que as apps teriam que ser disponibilizadas de forma global, sem qualquer restrição geográfica ou de equipamento, a não ser em casos onde isso fosse obrigatório (por exemplo, por motivos legais)?

Análise headphones Corsair HS60 Haptic

15-10-2020 | 14:30 | Aberto até de Madrugada

A Corsair tem uns novos headphones / headset que promete fazer sentir os sons: o Corsair HS60 Haptic.

Unboxing e primeiras impressões


Os Corsair HS60 Haptic são uns headphones com feeback háptico que prometem fazer sentir as baixas frequências, e chegam numa caixa sem grandes excessos.


Os únicos acessórios, se assim se puder dizer, são o microfone que vem em separado e se pode encaixar nos headphones, e a respectiva cobertura em espuma para minimizar ruídos indesejados. (Um pequeno detalhe que poderia ser revisto, é que a pequena tampa em borracha que tapa a ficha de ligação ao microfone nos headphones, rapidamente será perdida por ficar "solta".)

A ligação ao PC é feita via USB, funcionando de imediato sem que sejam necessários drivers adicionais, embora seja recomendada a instalação do software iCue da Corsair, para ter acesso a funcionalidades avançadas, como diferentes perfis de equalização.

De resto, a robustez do conjunto, proporcionada pela estrtura em metal, dá confiança de que são headphones para durar uma vida; e a qualidade dos acabamentos em coisas como as costuras das parte almofadadas, é irrepreensível.


Em funcionamento


Os Corsair HS60 Haptic são surpreendentemente confortáveis de utilizar. Isto é conseguido não só com a parte acolchoada que suporta o peso na cabeça, como com a utilização de espuma com efeito de memória na parte das almofadas sobre as orelhas. Uma combinação acertada para um produto que irá ser usado durante longas horas - e ainda mais quando é destinado ao segmento "gamer", que não quererá arriscar distracções ou desconforto durante um jogo.

Também uma boa decisão foi colocar todos os controlos acessíveis directamente nos headphones. Assim, podemos ajustar o volume (com bastante precisão), fazer o mute / unmute do microfone, e também ajustar a intensidade do efeito háptico (ou desligá-lo) a qualquer momento, sem precisar mudar de janela no ecrã do computador - e bastante mais prático do que ter esses controlos num "dongle" pendurado no cabo.

Mas passemos à parte que interessa: que tal é usar estes headphones?

Ora, posso dizer que foi uma agradável surpresa. Para começar os headphones tem uma qualidade sonora excelente, que mais que justificariam o seu preço mesmo sem qualquer artifício adicional. O botão rotativo digital de ajuste de volume evita os problemas com os ajustes analógicos que, ao fim de alguns meses / anos, podem começar a gerar ruído devido ao "mau contacto" (como infelizmente já me aconteceu nalguns headphones). O inconveniente de poderem ser necessárias "muitas voltas" para ir do volume mínimo ao máximo, é amplamente compensado pelo facto de assim se ter um ajuste bastante preciso do volume pretendido, sem os saltos de volume que por vezes se fazem notar nos ajustes de volume digitais.

Quanto à parte háptica, confesso que também me surpreendeu. Já tinha experimentado headphones que prometiam feedback físico mas acabam por ser meros "vibradores" encostados às orelhas, que mais serviam para irritar e que depressa se desligava. Neste caso, comecei por procurar música com dose de graves reforçada para por à prova este sistema da Taction, e não demorou para que esses graves se fizessem sentir, literalmente, de forma notória mas não excessiva - sendo que cada um poderá facilmente ajustar a intensidade de forma directa nos headphones.

O passo seguinte foi ver até onde este sistema se faz sentir. Um teste com rampa de frequência mostra que o sistema se faz sentir logo desde os 5Hz (!) e mantendo-se em acção, com intensidade que vai reduzindo o efeito físico, até cerca dos 100 Hz. Ou seja, cumpre exactamente aquilo a que se propõe, fazendo sentir as frequências que habitualmente só poderiam ser sentidas com um subwoofer a debitar bastantes dB.


Um salto à pista do T. Rex do fantástico "The Great Fantasy Adventure Album" de Erich Kunzel & The Cincinnati Pops Orchestra da Telarc serviu como confirmação. Os passos do dinoassauro começaram a fazer-se sentir muitos antes do que seria possível ouvir noutros headphones (e até mesmo em muitos subwoofers) - e será seguramente a demonstração a fazer para quem quiser ver / ouvir / sentir o que valem estes headphones. :)

Obviamente, e sendo estes headphones dedicados ao segmento dos jogos, isto significa também que será possível ter uma melhor percepção de todo o tipo de barulhos que possam ocorrer por perto (ou longe), para uma maior imersão - e possivelmente vantagem - nos jogos. Poder sentir que alguém está por perto, antes mesmo de ser possível ouvi-los, dará uma vantagem que poderá fazer a diferença entre perder ou vencer. Em jogos mais ambientais, tipo survival horror - como o Alien - a possibilidade de sentirmos toda e cada frequência dos locais, dá também toda uma nova dimensão à experiência (que também se aplica às explosões nos jogos de acção, barulhos dos motores em jogos de automóveis, etc. etc.)


Apreciação final


Estava à espera que estes Corsair HS60 Haptic fossem apenas mais uma tentativa de facturar à custa do mercado gaming, com uns headphones medianos com sistema vibratório. No entanto, o que descobri foram uns headphones de qualidade, com um sistema que realmente permite colmatar um dos pontos fracos dos mesmos, reforçando a actuação dos graves que, na maior parte dos casos, nem seriam perceptíveis.

Destaco também o facto do sistema hátpico funcionar sem criar barulhos que interfiram com a qualidade sonora, nem do próprio mecanismo, nem de vibrações de outras partes do headphone. Algo bastante positivo tendo em conta que estamos a falar de um segmento de preço bastante aceitável para este tipo de produto, que tem um preço recomendado de 129.99 euros.

Por tudo isso, este Corsair HS60 Haptic sai daqui com a nossa mais alta recomendação:

Corsair HS60 Haptic
Escaldante

Prós:
  • Qualidade sonora
  • Efeito háptico
  • Qualidade de construção

Contras:
  • A borracha que fica solta da ficha do microfone. :)
  • Falta de um adaptador para ouvir áudio com ficha de 3.5mm

Corsair HS60 Haptic

Escaldante (5/5)


Diferença da autonomia num Tesla em tempo frio e quente

15-10-2020 | 13:00 | Aberto até de Madrugada

Viajar em tempo frio é bastante mais penalizador para os automóveis eléctricos, com impacto significativo na autonomia, como demonstrou um teste realizado num Tesla Model 3 em Itália.

A questão da autonomia dos carros eléctricos é muitas vezes criticada injustamente, ignorando o facto de que é mais que suficiente para a maioria das pessoas e do uso típico diário que é dado ao carro. Mas, há outros aspectos que é interessante analisar e são relevantes, como a diferença que o Verão / Inverno terá na autonomia. E foi isso que foi posto à prova.

Um teste realizado em Itália com um Tesla Model 3, demostra que o impacto da temperatura na autonomia é bastante notório. O mesmo percurso de cerca de 1000 km foi feito em Janeiro e Outubro, e enquanto no segundo se conseguiu manter um consumo de 11.9 kWh / 100 km, no primeiro o consumo foi de 14.7 kWh / 100 km - e a explicação é que no primeiro teste as temperaturas eram de 6-15ºC, enquanto que no segundo eram bastante mais confortáveis, de 18-26ºC. É uma diferença significativa, superior a 20%, que convém que seja conhecida e devidamente considerada para efeitos de planeamento de viagens mais longas.

Dito isto, é também importante relembrar que o "pé" do condutor continua a ser o elemento mais decisivo nos consumos.

Conduzir em modo ecónomico no Verão pode resultar em consumos inferiores a 10 kWh / 100 km; mas carregar a fundo no pedal do acelerador pode elevar os consumos para os 80 kWh / 100 km! (Nada que não seja já bem conhecido de todos os que conduzem carros com motores a combustão).

CodeLobster PHP Edition Review

15-10-2020 | 12:25 | Manuel Lemos

By Samuel Adeshina
CodeLobster is a popular PHP IDE tool used by many developers to create their PHP projects.

In this review article you can to learn more about its features so you can decide if this editor tools is what you need to be more productive when you are working on your PHP projects.

Read this review to learn about important factors to consider like the IDE speed, extensibility via plugins, debugger and integrations with other tools like Git and MySQL.

Brico Dépôt lança loja online em Portugal

15-10-2020 | 12:15 | A Minha Alegre Casinha

A Brico Dépôt, empresa lançou uma loja online em Portugal com o objectivo de chegar a todos os consumidores. O serviço de e-commerce permitirá a colocação e recepção de encomendas em todo o território continental, onde a marca também possui três lojas: Loures, Sintra e Vila Nova de Gaia.

Mike Foulds, CEO da Brico Dépôt Península Ibérica, explica que “com o apoio do grupo Kingfisher e a sua nova estratégia, temos a certeza de que continuaremos a construir uma empresa rentável e sustentável adaptada às novas circunstâncias. Este lançamento está alinhado com o nosso objetivo de criar novas propostas para os clientes e impulsionar o crescimento dos nossos estabelecimentos em toda a Europa. O e-commerce e a big data são peças-chave na implementação da nossa nova estratégia muito focada no desenvolvimento digital, mas com um modelo organizacional baseado em lojas ”. A estratégia de digitalização da Brico Dépôt é centrada na transformação e evolução da empresa para novos processos e também no desenvolvimento de ferramentas que permitem ao consumidor desfrutar de uma ótima experiência de compra em qualquer canal. Como explica Caroline Welsh, Diretora de Clientes da Brico Dépôt Iberia, “sabemos que para as lojas portuguesas era muito importante ter a opção de servir os nossos clientes particulares e profissionais onde quer que se encontrem, razão pela qual a possibilidade de entrega em Portugal foi uma prioridade.”

Este novo sistema de compras inclui serviços Click & Delivery, com os quais os clientes podem fazer as suas compras pela Internet e recebê-las em casa num prazo de até três dias. Além disso, existe também a opção Click & Collect, com a qual pode fazer um pedido online e recolher o mesmo algumas horas depois na loja mais próxima, entregando os itens nas áreas de estacionamento sem a necessidade de criar fila e seguindo os mais rígidos protocolos segurança e higiene. Os colaboradores de cada uma das 3 lojas Brico Dépôt são responsáveis pela preparação e envio das encomendas, ficando assim a cargo da promoção desta nova opção de compra online. Os clientes podem ter acesso aos produtos de cada estabelecimento, cujo stock é constantemente atualizado, para favorecer o pedido de acordo com suas necessidades.

No seu compromisso com a estratégia digital a Brico Dépôt prepara, para o mês de outubro, o lançamento de uma aplicação móvel para os mercados espanhol e português. Estão já a ser realizados testes-piloto do Brico and Go, uma aplicação direcionada ao cliente, que lhe vai permitir efetuar a encomenda através da leitura dos códigos de barras dos artigos da loja, pagar diretamente e levantar a encomenda no prazo máximo de 30 minutos. A aplicação permite também a consulta do preço dos produtos disponibilizados no estabelecimento, guardar os dados da encomenda e solicitar faturas no caso de clientes profissionais.

Governo quer máscara e app StayAway Covid obrigatórias

15-10-2020 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

Perante uma nova vaga alarmante (mas previsível) de Covid-19, o Governo que impor o uso obrigatório de máscaras na via pública, e também a instalação da app StayAway Covid - com multas dos 100 aos 500 euros para os prevaricadores.

Embora a proposta ainda tenha que passar pelo Parlamento para aprovação e promulgada pelo Presidente da República, já foi mais que suficiente para lançar a polémica em dose dupla. De um lado temos os que consideram um abuso de poder exigir a utilização de máscaras na via pública, dizedo que isso é inconstitucional (a não ser que seja decretado estado especial, de emergência ou de calamidade), confrontados por aqueles que dizem que se trata de uma medida perfeitamente legítima e recomendada, com resultados efectivos que permitiria reduzir o contágio. Do outro, temos campos divergentes idênticos, mas referentes à instalação da app.

A app StayAway Covid tem estado envolvida em polémica desde a sua génese, e a pretendida obrigatoriedade de instalação - que contraria uma promessa feita pelo Governo - apenas vem extremar ainda mais as posições. A eficácia deste tipo de apps continua a merecer sérias dúvidas, e não ajudará que a sua gestão continue a ser feita sem transparência: quantos alertas já emitiu; quantas das pessoas alertadas estavam efectivamente infectadas; etc. etc.? Dados que seriam indispensáveis para demonstrar a sua validade e utilidade.

Até ao momento, a app é quase sempre apresentada como sendo "milagrosa", ou que será capaz de alertar em tempo real quando os utilizadores estiverem em situação de risco; o que em último caso até poderá promover para uma falsa sensação de segurança, fazendo com que deixem de seguir as recomendações de segurança que seriam indispensáveis seguir. Ignorando que o aviso que poderão receber, poderá chegar apenas na semana seguinte - se chegar. E daí também a importância de saber quantas destas pessoas alertadas estavam infectadas: se a taxa de infecção não for estatisticamente relevante face ao contágio normal, comprova-se que a app de nada serve.

Uma coisa para a qual não era preciso ter qualquer app, era prever que com a abertura das escolas os casos de Covid-19 iriam disparar (nesta altura tendo já ultrapassado os 2 mil novos casos diários) ao contrário do que era assegurado, e basta olhar para os números. E infelizmente, não será a obrigatoriedade de usar uma app, se chegarmos a esse ponto, que irá fazer qualquer diferença.

Para que vai servir o LIDAR dos iPhone 12 Pro?

15-10-2020 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

A Apple seguiu a fórmula do mais recente iPad Pro e aplicou um LIDAR nos iPhone 12 Pro, mas fica a pergunta sobre o que irá fazer com isso.

Os iPhone 12 deste ano arriscam-se a ser acusados de trazer tecnologia que ninguém vai poder utilizar durante uns tempos. O 5G será para esquecer em Portugal, e fica a pergunta: para que vai servir o LIDAR. Pois bem, parece que não faltam interessados em dar-lhe uso, com o Snapchat a demonstrar filtros em realidade aumentada com efeitos muito mais realistas em que os elementos virtuais podem ficar tapados por pessoas e objectos.

Além disso, mesmo que não tenham um efeito visível tão espectacular, o LIDAR é também usado enquanto se tiram fotos ou grava vídeo, servindo para fazer o auto-focus mesmo em ambientes de baixa luminosidade, e captar informação de profundidade que poderá ser utilizada para pós-processamento.

Não deixará também de ser curiosos que, com o ARKit, a Apple tenha "matado" o Project Tango da Google que usava LIDARs / ToF para realidade aumentada, demonstrando que o conseguia fazer apenas com as câmaras normais; e agora, seja a Apple a avançar para o uso dos LIDARs para ir além daquilo que seria possível fazer apenas com as câmaras convencionais.

Macrium Reflect abandona task scheduler do Windows

15-10-2020 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

Para resolver problemas com o agendamento dos backups, o Macrium Reflect vai abandonar o task scheduler do Windows e passar a usar o seu próprio sistema de agendamento de tarefas.

O Macrium Reflect é, desde há muito, o nosso programa de backups favorito. Parte do motivo porque gostava dele era devido ao facto de, em vez de atulhar o sistema com mais um processo apenas para controlar o agendamento, o programa recorria ao task scheduler do sistema, que está lá precisamente para isso. Infelizmente, é um detalhe que a Macrium decidiu reverter, passando a usar um processo para gerir o agendamento das tarefas.

A justificação dada para a mudança é a de que o sistema de agendamentos do Windows não lidava correctamente com a mudança de hora de Verão / Inverno, podendo fazer backups à hora errada, ou fazer backups repetidos. Algo que o novo sistema de agendamento integrado deverá fazer correctamente.

Felizmente, para quem preferir evitar ter mais um processo a fazer aquilo que o Windows já faz, continua disponível a opção para continuar a usar o Windows Scheduler. Bastará ir a "Edit Defaults -> Schedule" e escolher o sistema de agendamento que se quer usar: do Windows, ou do Macrium.

Embora tenha que me resignar, fico seriamente incomodado quando vejo dezenas de apps a manterem cada uma o seu próprio processo de verificação de updates ou de execução de tarefas agendadas, quando isso é o tipo de coisa que deveria ser mandado para o Windows Scheduler para evitar ter essas dezenas de processo a gastar recursos de forma contínua, mesmo que seja para uma coisa que só vá ser feita raramente (ou nunca). No mínimo, que aprendessem com o Macrium, e deixassem a decisão a cargo dos utilizadores.

ZenFone 7 Pro brilha nas selfies mas sem encantar no índice Mobile do DxOMark

15-10-2020 | 08:32 | Apps do Android



O mais recente topo de gama da Asus, o ZenFone 7 Pro acaba de passar no DxOMark e tal como esperado a sua câmara rotativa brilha mais uma vez nas selfies, mas ainda não foi desta que a Asus conseguiu entrar no top 20 deste índice.


A ASUS anuncia que o seu ZenFone 7 Pro alcançou uma pontuação geral de 115 e de 101 na categoria de Selfies do ranking do DXOMARK Mobile. O inovador sistema de câmara Flip tripla do ZenFone 7 Pro não só oferece recursos criativos exclusivos, como também demonstra um excelente desempenho geral em fotos e vídeos, quer seja utilizado com a câmara frontal ou traseira.

 

A pontuação de câmaras do DXOMARK Mobile ao ZenFone 7 Pro inclui 122 pontos na categoria de fotografia e 100 na de vídeo. O excelente desempenho da câmara frontal permitiu ao ZenFone 7 Pro alcançar uma pontuação de 104 na análise de fotos Selfie, da DXOMARK, e de nº1 nos testes de selfies em vídeo com a classificação de 96 pontos.

 

Na análise da DXOMARK, o ZenFone 7 Pro foi elogiado devido ao excelente foco e elevado nível de detalhe nas câmaras frontal e traseira. Nas fotos com a câmara traseira, o DXOMARK destaca que o mais recente smartphone da ASUS "…obteve uma pontuação perfeita no nosso teste de foco automático, fixando-o com rapidez e precisão em quaisquer condições de iluminação.” Já nas fotos com a câmara frontal, “o grande sensor de imagem da câmara ajuda a capturar detalhes e textura excelentes para uma câmara frontal. O ruído da imagem fica controlado no rosto e apenas é visível no cenário de fundo da foto.”

O ZenFone 7 Pro também apresentou bons resultados na categoria de vídeo, especialmente em selfies: “…uma excelente textura e renderização de detalhes, e boa exposição com baixos níveis de luz…"

 

 

ZenFone 7 Pro: Construído para desafiar o comum

O recém-lançado ZenFone 7 Pro permite uma experiência fotográfica revolucionária em telemóveis com o seu exclusivo sistema Flip triplo. Possui uma câmara grande angular Sony IMX686 de 64 MP, uma câmara ultra grande angular Sony IMX363 de 12 MP e uma câmara telefoto com zoom ótico até 3x. Também grava vídeo 8K 30 fps líder de mercado com capacidade EIS, para uma elevada resolução e um desempenho de gravação estável. A câmara Flip também inclui características únicas, como o modo de ângulo livre que permite aos utilizadores criarem facilmente fotos em ângulos exclusivos, o Auto Panorama para fotos panorâmicas mais imersivas e sem distorção e vídeo Motion Tracking, que rastreia automaticamente os objetos principais, aumentando-os para quem fiquem sempre centrados.

Com este sistema de câmara tripla e elevada performance, a série ZenFone 7 oferece o topo da tecnologia e eleva a fasquia. 

OnePlus 8T resiste ao teste de dobragem

15-10-2020 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

A OnePlus já apresentou o OnePlus 8T, e aqueles que se preocupam com a sua resistência já podem ver que tal se comporta perante a habitual ronda de abusos do JerryRigEverything.

Para além dos riscos (que faz sentido para dar uma ideia de como resistirá aos acidentes do dia a dia), e do teste do isqueiro encostado ao ecrã (que continuo a não perceber porque é feito), o ponto alto que todos esperam é ver que tal o smartphone se aguenta a um teste de dobragem, que indicará o tipo de dano que poderá sofrer no caso de nos sentamos em cima dele.

Felizmente, e ao contrário do Nord, a OnePlus não se esqueceu deste pormenor, e apesar de alguma flexão que até pode fazer levantar ligeiramente os cantos do vidro traseiro, o 8T conseguiu sobreviver sem estragos catastróficos.


Apple lança vídeos promocionais dos iPhone 12 e HomePod mini

15-10-2020 | 07:00 | Aberto até de Madrugada

A Apple apresentou os novos iPhone 12 e HomePod mini, e temos direito aos vídeos publicitários correspondentes.




3 Razões para jogar Yakuza

14-10-2020 | 22:39 | Luís Nabais

Sabem como é que descobrem que uma pessoa já visitou o Japão? Não precisam de perguntar, ela vai-vos dizer.

Nos idos de 2018 consegui a muita antecipada viagem às terras do sol nascente e a única coisa que me desapontou foi o facto de ter conseguido lá ficar 15 dias. O país é deveras fantástico e altamente recomendado como visita. Tem tanta coisa para explorar que uns meros 15 dias não chegam sequer para ver os pontos turísticos obrigatórios, quanto mais explorar a extensa cultura culinária do país ou os inúmeros outros pontos de interesse.

Mas o que é que tem esta minha carta de amor ao Japão a ver com o título deste artigo? Pois bem, o ano é 2020 e eu tinha voos marcados para ir uma segunda vez às terras nipónicas mas, como podem calcular, isso não aconteceu. Em contrapartida meti-me a jogar a saga Yakuza da Sega e achei que era boa ideia dar-vos algumas razões pelas quais vocês deviam também olhar para aquele que já foi chamado do GTA Japonês.

1. A comida, as bebidas e as vistas

Desde a neve de Sapporo em Hokkaido, Norte do Japão até às praias de Okinawa, passando pelas ruas do famoso Dotonbori, Osaka e terminando na cidade mãe da série, Kamurocho (uma cidade fictícia inspirada pelo famoso Golden Gai de Shinjuku, Tokyo), os jogos da saga levam-nos numa viagem pelos quatro cantos do país.

Pelo caminho vamos tendo o prazer de levar o nosso personagem a comer doses industriais de todos os tipos de comida disponíveis por aquelas terras. Desde os mais recônditos buracos onde se come o melhor Ramen até às grandes cadeias de sushi ou o belo Yakiniku e BBQ Coreano. Pelo caminho somos acompanhados por um product placement intensivo da Suntory com os seus Whiskys famosíssimos como o Hibiki ou Yamazaki, sem esquecer o café em lata BOSS ou a limonada C.C. Lemon.

Nada como, entre sessões de pancadaria da meia noite, parar num Isakaia para gastar uns ienes virtuais numa galinha Karaage (galinha frita) acompanhada de um belo Highball (Whiskey Soda).

Mas não só de turismo virtual é feita esta série, existe também outro grande factor a multiplicar o tempo de jogo sempre que nos decidimos sentar a jogar mais um pouco.

2. Os mini jogos

Falo claro do sem número de mini jogos disponíveis dentro do jogo e que, por vezes, são bem melhores do que muitos jogos à venda por 60 ou 70 euros.

Desde as arcadas Club SEGA que se encontram no mapa onde podem encontrar grandes clássicos como Super Hang-On, Outrun, Virtua Fighter ou Taiko no Tasujin, até aos autênticos jogos completos que são o Clan Creator ou o Cabaret Club, existe de certeza um mini jogo que vos vai cativar ao ponto de ultrapassar as horas dedicadas ao jogo principal.

Nem todos os mini jogos são fantásticos claro, eu pessoalmente quase tenho vontade de atirar o comando pela janela se for obrigado a jogar o mini jogo de basebol, mas a complexidade e atenção dedicada a coisas como o Mahjong ou o Shogi humilham alguns dos jogos completos dedicados ao tema.

Pessoalmente sou um grande fã do mini jogo do Yakuza 5 onde temos de desenvolver uma certa personagem como ídolo da pop japonesa (ou não fosse eu fã de iDOLM@STER) e o inigualável Cabaret Club mini game do Yakuza 0 e posteriormente Kiwami 2. Este último segue muitas dos clichés comummente associados aos jogos móveis com rolls para obter novas unidades que depois colocamos em jogo num mini jogo onde temos de escolher a anfitriã certa para cada cliente de forma a fazê-los gastar mais e mais dinheiro em bebidas. É um jogo extremamente simples mas de tal forma viciante que devo ter perdido tanto tempo nele como perdi a fazer a história dos respectivos jogos.

3. A história

E falando de história essa não ficou obviamente esquecida. Yakuza, como o nome dá ideia, conta-nos uma série de histórias relacionadas com o submundo do crime japonês profundamente romantizadas e inspiradas pelos muitos filmes do cinema asiático (quer Japonês, quer de Hong Kong).

Ao longo dos 8 jogos actualmente existentes (com um 9º a sair no final de 2020) seguimos a viagem de Kazuma Kiryu, um homem honroso que ao longo dos jogos procura sair do Tojo Clan e reformar-se mas que acabava vezes e vezes sem conta a ser puxado de volta para salvar a sua velha família.

Pelo caminho vamos ter traições, reviravoltas, mortes dramáticas e muitas batalhas sem camisa para exibir as impressionantes tatuagens dos personagens. Tudo isto com uma atenção dada à cinematografia e às animações faciais dos personagens que colocam muitos outros jogos supostamente AAA a um canto. E tudo isto envolvido num combate muito reminiscente dos jogos Batman: Arkham.

[Nota: dada a idade dos jogos é bem mais provável que WB e a Rocksteady se tenham inspirado na SEGA do que ao contrário.]

No final de contas Yakuza é um jogo que se começa a jogar pelo autêntico exercício anti-stress que é o combate, se continua a jogar para descobrir a próxima reviravolta no argumento mas onde nos distraímos durante horas a fio para jogar jogos clássicos nas arcadas, apanhar uns comes e bebes virtuais e no final de tudo ir gastar umas horas a gerir um clube na noite de Osaka.

E no final disto tudo ficamos com ainda mais vontade de ir passear ao Japão. Ora bolas! Bom, que remédio não é? Lá temos de continuar a planear aquela viagem para o pós-pandemia então.

Para quem estiver interessado em jogar esta saga podem encontrar todos os 8 jogos disponíveis na PS4 (Yakuza 0, Yakuza Kiwami 1 e 2, Yakuza 3, 4, e 5 HD Remaster, e Yakuza 6).

No Steam e na XBox One podem encontrar os 3 primeiros jogos da série cronologicamente falando (Yakuza 0, Kiwami 1 e 2). E com estes 3 jogos a estarem disponíveis gratuitamente no Gamepass não há grande desculpa para não experimentarem pelo menos. Prometo que não se vão arrepender.

Hackers infectam MacBook via T2

14-10-2020 | 20:00 | Aberto até de Madrugada

Ter total controlo sobre um Mac é algo que agora pode ser feito de forma instantânea, graças à vulnerabilidade presente no chip de segurança T2.

Os MacBooks com chips T2 juntam-se à família de equipamentos que pode sucumbir a um hacker da mesma forma que habitualmente vemos nos filmes: bastante ligar-lhe um cabo USB, e já está.

Por agora os hackers demonstraram como este tipo de ataque dá acesso completo à UEFI, alterando o logo apresentado durante o arranque, e alertam que a técnica já deverá fazer parte do conjunto de ferramentas ao serviço das agências de segurança de diversos países.

Um dos pontos mais caricatos no meio de tudo isto, é que neste caso a porta de entrada para se infiltrar no sistema foi precisamente um chip extra cuja função era reforçar a segurança; e que nada poderá ser feito para o corrigir, já que se trata de uma vulnerabilidade de hardware, sem hipótese de ser resolvida através de uma actualização remota.

OnePlus 8T com 120Hz e 65W

14-10-2020 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

A OnePlus revelou o OnePlus 8T, que chega com ecrã de 120Hz e carregamento rápido de 65W, por 619 euros.

O novo OnePlus 8T aproxima-se do 8 Pro, oferecendo algumas das suas vantagens a preço bastante mais acessível. O 8T vem com ecrã AMOLED de 6.55" a 120Hz (2400x1080) e Always On Display, Snapdragon 865, 8GB ou 12GB de RAM e 128GB/256GB UFS 3.1. Nas câmaras temos 48MP + 16MP ultrawide + 5MP macro + 2MP monocromática (será interessante se for usada em combinação com as demais para melhorar a luminosidade).

O grande destaque, a par do ecrã de 120Hz, vai para a bateria de 4500mAh com carregamento rápido Warp Charge de 65W. Isto permite recarregar o smartphone em apenas 39 minutos, ou bastando 15 minutos para que se tenha energia para um dia de utilização.

Para evitar problemas, tanto o carregador como os cabos contam com chips de autenticação, para que o sistema não ganhe má reputção por conta de cabos falsificados de baixa qualidade. Além disso, é bom ver que a OnePlus não esqueceu os standards, e o 8T pode carregar via USB Power Delivery a 27W, e o carregador Warp fornecido também pode fornecer 45W via USB PD - em contraste com certas marcas que optam por deixar de os incluir na caixa.

O OnePlus 8T tem preço a começar nos 619 euros para a versão de 8GB+128GB, com disponibilidade a 20 de Outubro.

Análise ao PLC Magic 1 WiFi mini da Devolo

14-10-2020 | 16:32 | Apps do Android

No final de 2018 a Devolo apresentou oficialmente no nosso país a nova linha de adaptadores Powerline Magic - com ambas as versões, Magic 1 e Magic 2, a já terem sido alvo de análise. Agora, temos a oportunidade de testar um dos modelos mais recentes: o Magic 1 WiFi mini.



A Devolo é uma marca com longo historial no sector do powerline, permitindo fazer chegar a rede de casa a qualquer sítio onde se tenha uma tomada por perto. Tal como é sua política, a marca reforça regularmente a sua gama de produtos com o lançamento de novos modelos. Foi precisamente isso que aconteceu em Dezembro último, com o lançamento de dois novos modelos, o Magic 2 Lan Triple que já tivemos oportunidade de analisar, e o Magic 1 WiFi mini, que hoje temos em análise.

O Devolo Magic 1 WiFi mini



Quem segue mais de perto os produtos PLC da Devolo por certo irá reconhecer o design destes novos Magic 1 WiFi mini, adaptadores que herdaram as linhas dos dLAN 550 WiFi. Os módulos apresentam um design compacto, à custa da ausência de uma tomada de passagem, que apenas está presente no módulo principal Magic LAN.



A caixa do produto apresenta o empacotamento habitualmente utilizado pela marca, com os adaptadores a virem encaixados numa estrutura de papel prensado, sobre a qual se encontram os acessórios.



Os adaptadores Devolo Magic 1 WiFi mini estão disponíveis em versão individual ou em kit, com este último a apresentar um módulo Magic 1 LAN, além do módulo WiFi mini. Está ainda disponível uma versão Multiroom, com dois módulos WiFi mini.



Numa das laterais da caixa podemos observar as especificações dos módulos WiFi mini, com um máximo teórico de 1200Mbps para sincronização, 300Mbps WiFi, 100Mbps na porta ethernet, e alcance máximo de 300 metros. Estes valores, com excepção do WiFi, estão em linha com o disponibilizado pelos adaptadores da série Magic 1.



Na frente do adaptador, dois botões, para sincronização e WiFi, sendo que os leds poderão ser desligados para poupar mais uns cêntimos na conta da electricidade.



Na zona inferior, a porta de rede e informação técnica, com o mac address e o número de série do adaptador.



A chave do WiFi é apresentada na traseira, por baixo da ficha para ligar o adaptador à tomada.


Em utilização



Embora sincronize a uma velocidade máxima de 1200Mbps, os adaptadores Magic 1 WiFi mini ficam limitados a 100Mbps na porta de rede e 300Mbps no WiFi.

Para o teste de desempenho, utilizámos o já habitual posicionamento dos adaptadores: o adaptador ligado ao router ficou instalado no rés-do-chão. No primeiro andar, uma divisão ao lado, um adaptador Magic 1 WiFi mini, com o segundo adaptador Magic 1 WiFi mini a ficar instalado num anexo a cerca de 20 metros de distancia em linha recta. Em ambos os casos, os adaptadores tinham entre si dois quadros eléctricos entre os dois adaptadores. Como extra, um terceiro local no primeiro andar, numa zona oposta da casa, sendo este o cenário mais complicado em termos técnicos, fruto do elevado numero de metros e tomadas entre os dois adaptadores.

A velocidade de sincronização variou entre os 272Mbps no local mais afastado do 1º andar e os 558Mbps no anexo, com o adaptador no 1º andar numa divisão ao lado a registar 432Mbps. A imagem em cima foi editada, por forma a apresentar as 3 situações, pois só dispúnhamos de dois adaptadores WiFi

A Devolo, tal como as outras marcas que comercializam produtos powerline, recomendam que se instale o adaptador directamente na tomada. Quando instalados numa ficha tripla ou extensão, o desempenho será prejudicado, com o adaptador no primeiro andar (divisão ao lado) a sincronizar a apenas 166Mbps.


1º Andar divisão ao lado

1º Andar zona oposta

Anexo

Utilizamos a aplicação Speedtest para avaliar a velocidade dos Devolo Magic 1 WiFi mini, tendo os resultados acabado por surpreender. A prestação do módulo WiFi mini ficou em linha com disponibilizado pelo Magic 1 WiFi, o que demonstra o nível de qualidade do produto.


Apreciação final


A Devolo não deixou os seus créditos por mãos alheias. O Devolo Magic 1 WiFi mini cumpriu os testes de desempenho com distinção, conseguindo apresentar velocidades de transmissão bastante interessantes, igualando uma rede ethernet 100Mbps. Sendo certo que as instalações gigabit são de há muito uma obrigação legal, há inúmeras residências que não têm a sorte de poder contar com uma instalação com esta qualidade. O powerline, não sendo uma solução eficaz em todas as situações, é contudo uma opção a ter em conta por parte de quem possui uma boa instalação eléctrica.

Os adaptadores Devolo Magic 1 WiFi mini não apresentam uma tomada fêmea como os Magic 1 WiFi, mas têm a vantagem de apresentar um preço mais reduzido (70€ para 1 adaptador, 100€ Kit), sendo uma opção a ter em conta por quem pode dispensar uma tomada para a instalação exclusiva do Magic 1 WiFi mini. São uma boa solução para instalação em locais relativamente próximos do adaptador mestre, sendo capazes de disponibilizar velocidades stream de vídeos HD sem qualquer problema, argumento que lhes garante um sempre desejado "ESCALDANTE".




Devolo Magic 1 WiFi mini
Escaldante

Prós
  • Desempenho
  • Qualidade de construção

Contras
  • Sem tomada fêmea



Devolo Magic 1 WiFi mini

Escaldante (5/5)

Carregador Anker Power Port C 60W a €23.79

14-10-2020 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

Se procuram um carregador USB para carregar todas as tralhas que vão acumulando, e que também já esteja preparado para suportar dispositivos USB-C com Power Delivery, têm em promoção o excelente Anker Power Port C, com 5 portas USB e 60W.

Quando se trata de dispositivos que vão ficar quase permanentemente ligados à rede eléctrica, e ainda por cima com a responsabilidade de recarregarem outros, é prudente que se escolham marcas de confiança que possam garantir a qualidade dos seus produtos e que não nos obriguem a estar em estado de alerta permanente enquanto estão a ser utilizados. No caso de carregadores (e power banks) a Anker é uma das marcas de referência, e por um valor interessante podemos ficar com um excelente carregador Anker Power Port C de 60W com 5 portas, uma delas sendo USB-C com Power Delivery.


Este Anker Power Port C está disponível por 23.79 euros com envio de Espanha.

Este carregador consegue fornecer 2.4A em todas as suas portas USB em simultâneo, pelo que poderá carregar sem problemas tablets, smartphones, e demais dispositivos que lhe liguem (com a tecnologia PowerIQ para optimizar esse fornecimento para os diversos equipamentos) e fornecer até 30W na porta USB-C via Power Delivery. Depois é só juntarem um pack de cabos USB ou cabos USB-C também de qualidade, para ficarem com o assunto dos carregamentos resolvido de forma definitiva pelos próximos tempos.


Podem acompanhar as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos no FB.

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