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WIKO Y81 é mais uma opção para a gama de entrada

12-10-2020 | 08:32 | Apps do Android


O WIKO Y81 é a mais recente proposta da Wiko para o segmento de gama de entrada, com a marca a destacar os 32GB para armazenamento e o preço de 119,90€.


WIKO, empresa europeia de smartphones, lançou o novo WIKO Y81 com tudo aquilo que procuras, aliado a um preço bastante simpático. Este smartphone tem uma autonomia de 2 dias e oferece-te mais do que um ecrã grande: um ecrã XL HD! A melhor parte é que graças à memória de 32GB nunca mais terás de optar entre fotografias ou quais as músicas a colocar no smartphone.
 
Mais do que um ecrã, uma porta para o teu mundo
Se os olhos são a janela da alma, o ecrã de um smartphone é uma porta para o mundo que guardas lá dentro. Neste caso, quanto maior, melhor! O ecrã total de 6,22” do Y81 é de tamanho XL e permite-te ver as cores brilhantes e os mais profundos detalhes de todos os teus conteúdos. E como o teu mundo é feito de tudo aquilo que amas, o que não te falta é espaço para guardares até 4000 fotos, 50 episódios dos teus programas preferidos ou 300 álbuns de música! Se os 32GB de memória interna não chegarem, podes sempre recorrer a um cartão MicroSD de até 256GB.
 
Diversão por 2 dias e tudo à tua maneira
Aborrece-te ter de carregar o smartphone todos os dias? Isso acabou, o Y81 garante uma utilização de 2 dias seguidos com uma carga graças à bateria de 4000mAh! Além disso, se procuras um smartphone que reflita 100% os teus desejos, graças ao Simple Mode podes incluir as tuas aplicações favoritas, contactos principais, configurações e muito mais no ecrã inicial, organizando como melhor te parecer. O Dual SIM permitir-te-á separar a vida pessoal e profissional e graças ao desbloqueio facial podes aceder a tudo com apenas um olhar. Conta com velocidade 4G e o Android ™ 10 Go Edition.
 
Câmara bokeh e estilo interminável
Se gostas de tirar fotografias, podes contar com uma câmara principal de 13 MP e o sensor da câmara frontal de 5 MP permite-te obter um perfeito efeito desfocado. O Gallery Go otimiza o Google Fotos, que também pode ser adicionado para economizar memória interna e aproveitar o backup ilimitado de fotos de alta qualidade.  Além disso, o guia de tradução dedicada oferece uma tradução instantânea com voz para o idioma traduzido e uma função de pesquisa.
Como a aparência também importa, o novo Y81 é feito à tua medida com um design que se destaca por um acabamento fosco no tom chique de Deep Blue. Tudo isto por um preço recomendado de 119,90€. 

WD lança novos SSDs WD Black PCIe 4.0

12-10-2020 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

A WD actualizou a sua linha de SSDs WD Black, que passam a contar com modelos PCIe 4.0, placa SSD RAID-0, e também uma game dock Thunderbolt 3.

Os SSDs NVMe PCIe 4.0 são a aposta do momento para quem deseja o máximo desempenho, e a WD junta-se à lista de empresas que tem oferta neste segmento. Os novos WD Black SN850 sucedem ao SN750 e prometem transferências de até 7GB/s e 1M IOPS. Numa primeira fase estará disponível como SSD M.2 tradicional, mas depois será disponibilizado em variante com dissipador integrado e iluminação RGB. Tem garantia para 0.3 DWPD. Estará disponível em versões de 500GB, 1TB e 2TB, com velocidades de escrita de 4.1GB/s, 5.3GB/s e 5.1GB/s respectivamente. Os preços anunciados são de $150, $230 e $450.


A complementar estes SSDs a WD também disponibiliza uma placa destinada a quem procura o máximo desempenho mas não tem PCIe 4.0. O WD Black AN1500 SSD é uma placa que combina dois SSDs SN730 em RAID-0 numa única placa PCIe 3.0 x8, permitindo atingir velocidades de 6.5GB/s em leitura e 4.1GB/s em escrita - e dispensando a necessidade de lidar com todas as questões de configuração RAID, pois todo o conjunto é tratado como se fosse um único SSD. O sistema precisa apenas de um slot PCIe 3.0 x8, mas poderá também funcionar num slot x4, embora com desempenho reduzido. Estará disponível em versões de 1TB, 2TB e 4TB, com preços de $300, $550, e $1000.

Por fim, temos o WD Black D50 Thunderbolt 3 Game Dock, que inclui um SSD de 1TB ou 2TB ($320 e $500) e uma generosa selecção de portas adicionais para expandir as capacidades de um portátil: 3x portas USB-A 3.1, 2x USB-C, DisplayPort, ficha áudio de 3.5mm, e também a habitual ficha de passagem Thunderbolt para dar continuidade à ligação a mais dispositivos.

Android Training Program 2020 arranca a 14 de Outubro

12-10-2020 | 07:00 | Aberto até de Madrugada

Quem quiser aprender a criar apps Android tem uma excelente oportunidade com o Android Training Programa que se inicia já esta semana, inteiramente em Português.

Android Training Program 2020 - 14 de Outubro

A edição de 2020 do Android Training Program (ATP) - Portugal começa já no dia 14 de Outubro. Ao longo de três meses vamos ajudar-te a desenvolver uma aplicação para Android.

Começaremos pelos conceitos mais simples, como a utilização dos diferentes componentes e a interacção com as diferentes API’s nativas, passando pelo Android Jetpack e ainda pela utilização do Firebase e o TensorFlow Lite - e claro, todo o código será desenvolvido em Kotlin.

As aulas vão ser em directo no YouTube, a partir do qual as poderás acompanhar e interagir. Adicionalmente, também criamos um servidor no Discord e uma mailing list colaborativa onde estaremos online a partilhar conteúdo extra e a responder às tuas questões.

Para mais informações sobre o programa e te registares vai a:
http://events.withgoogle.com/atp2020
[email protected]

Sei o que cantaste no Outono passado

11-10-2020 | 22:23 | Gonçalo Sá

Alex_Beaupain.jpg

Regressado aos palcos este mês, com uma digressão francesa que deverá manter-se até inícios de 2021, ALEX BEAUPAIN continua a apresentar as canções de "Pas plus le jour que la nuit", álbum editado no final do ano passado e que vale a pena repescar - até porque parece ter sido feito à medida dos primeiros dias do Outono.

Além dos concertos, outra novidade é a aposta em "EKTACHROME" como novo single, tema que já estava entre os mais melancólicos do disco e reforça ainda mais essa faceta através do videoclip. Reunindo imagens de uma actuação no Olympia, em Paris, em Novembro de 2019, o vídeo recorda uma noite que já pertence a outro tempo, conforme sublinha o cantautor ao partilhá-lo nas redes sociais. Uma noite na qual abraçava os músicos sem constrangimentos e o público assistia e aplaudia sem máscaras nem distanciamento obrigatório, cenário bem distante do da digressão de 2020.

O facto de a canção ser uma reflexão sobre a memória não será acidental para a escolha, e esta aliança de voz e piano é uma bela forma de reencontrar a música do francês. De qualquer forma, e apesar da COVID-19, o autor de "Les Chansons d'amour" terá sempre Paris - vai voltar a actuar na cidade em breve, a 24 de Novembro, desta vez no Le Trianon, e espera-se que essa noite também registe mais imagens a partilhar (até porque dificilmente o veremos em palcos portugueses tão cedo).

SMS fraudulento em nome dos CTT

11-10-2020 | 20:00 | Aberto até de Madrugada

Anda a circular nova campanha fraudulenta de SMS que se faz passar por uma mensagem dos CTT a pedir o pagamento de taxas alfandegárias.

São cada vez mais numerosas e comuns as campanhas de spam e phishing via SMS, e infelizmente os nossos operadores parecem continuar sem qualquer vontade de as combater - uma vez que qualquer pessoa pode enviar um SMS que se faz passar por um SMS enviado em nome de qualquer empresa. Neste caso, o SMS apresenta-se como tendo sido enviado pelos CorreiosCTT, e apresenta uma mensagem do estilo:
"A sua encomenda não foi entregue na data X porque as taxas alfandegárias (2,99 €) não foram pagas. Siga as instruções." E apresentando um link onde tentarão subtrair uns euros às carteiras dos incautos.

Tendo em conta que há cada vez mais pessoas a fazerem compras online, não só por causa da conveniência e melhores preços, como também por toda a questão do Covid-19 e incentivo a não se sair de casa; não é difícil imaginar que uma parte considerável das pessoas que puderem receber estes SMS tenha de facto feito compras online, e potencialmente fique numa posição mais vulnerável a uma mensagem deste tipo.

Dito isso, convém relembrar que, por outro lado - e infelizmente - o processo de pagamento de taxas alfandegárias está longe de ser tão conveniente quanto a recepção de uma SMS e um pagamento feito na hora. Talvez neste caso sejam os CTT a poderem aprender com esta campanha fraudulenta, e seguirem o seu exemplo, mas para efeitos legítimos.

Actualização: Também está a decorrer uma campanha idêntica via email, que não refere o pagamento logo no email mas apenas depois de se clicar no link fornecido.


Drone solar Sunglider voou enfrentou estratosfera sem problemas

11-10-2020 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

O drone solar Sunglider da HAPSMobile completou mais um voo de teste, desta vez enfrentando as complicadas condições na estratosfera e voando durante 20 horas apenas com energia eléctrica.

São muitas as empresas que continuam a tentar criar uma plataforma voadora capaz de se manter no ar por tempo indefinido usando unicamente energia solar, e a HAPS Mobile é uma delas. O seu drone Sunglider tem superado teste após teste, e desta vez subindo até à estratosfera e por lá permanecendo durante várias horas, enfrentando ventos de 30m/s e e temperatura de -70ºC.


O voo de teste foi realizado em Setembro, tendo uma duração total de 20 horas e 16 minutos, das quais 5 horas e 38 minutos foram passadas na estratosfera, com o drone a ter atingido uma altitude máxima de 19 mil metros.

Criar um drone solar capaz de se manter no ar por tempo ilimitado é um grande desafio, e basta relembrar as condições acima referidas, com temperaturas muito pouco amigas das baterias, para ver que lá no alto as coisas se complicam ainda mais. Ainda assim, a ideia de uma plataforma voadora capaz de permanecer no ar a tempo inteiro (para além das eventuais paragens ocasionais para manutenção) e a "custo zero", sem necessidade de combustível e sem emissões poluentes, abrirá as portas a toda uma série de novos serviços. Potencialmente, poderá dispensar até alguns satélites, e permitir projectos que não seriam economicamente viáveis se estivessem dependentes de serem lançados para o espaço ou de aeronaves convencionais sempre em contagem decrescente para reabastecer.

Análise ao Wiko View 4

11-10-2020 | 16:32 | Apps do Android


A Wiko é uma das marcas com maior presença no segmento de smartphones de baixo custo, apresentando anualmente uma gama renovado de modelos que consegue cobrir uma alargada faixa de preços. As novas linhas apresentadas com a série View 3 continuam a marcar presença nos modelos de 2020, mas será o design motivo suficiente para garantir a escolha dos consumidores? É precisamente o que vamos abordar nesta análise ao mais recente View 4.


Unboxing



A traseira da caixa apresenta uma particularidade muito interessante, com um grafismo que mostra as principais especificações do smartphone. Para os consumidores menos informados, este é um aspecto que se poderá revelar bastante útil aquando da compra.



Dentro da caixa, em primeiro plano, o smartphone, o qual apresenta um autocolante que mais uma vez dá destaque às especificações, em particular à bateria, câmaras e memória RAM/armazenamento, aspectos que muitas vezes estão na lista de requisitos fundamentais do consumidor.


Por baixo da documentação de referência, o carregador, cabo usb e auriculares.


Estamos em 2020, mas em alguns aspectos a Wiko mantém-se presa ao passado, com o carregador a apresentar uma potência de carregamento de apenas 10W (5V/2A) e o smartphone continua a usar uma ficha micro-USB.


O Wiko View 4



Em termos de dimensões, este é um smartphone que se pode considerar grande, com dimensões de 8,85 x 165.7 x 75.8mm.


O corpo com as laterais arredondadas, que já por si não é propriamente fino devido à espessura do vidro traseiro e anel de protecção do ecrã, acaba por tornar o smartphone menos confortável na mão do utilizador. Apesar de apresentar um desgin interessante, estes dois aspectos acabam por comprometer o conforto em utilização, algo que não deveria acontecer.



Na frente (em cima ao centro) um furo no ecrã para a câmara frontal. Por cima desta, um pequeno recorte no ecrã revela a saída de som para as chamadas de voz.



As margens não são exageradamente grandes, com excepção da inferior, sendo que mesmo esta última acaba por estar dentro daquilo que actualmente é apresentado por muitas marcas.



A traseira apresenta um gradiente em tons verde e azul, o que proporciona efeitos bastante bonitos. Em cima, à esquerda, uma saliência com a ilha de câmaras, por baixo desta o flash e à sua esquerda o logótipo da marca.



Na lateral inferior, uma grelha para saída de som, a porta microUSB e um microfone.



Na lateral oposta, mais um microfone e ficha de 3,5mm. Se a porta micro-USB merece a nossa crítica, já esta ficha de som, mesmo em desuso, poderá ser interessantes para os consumidores que preferem utilizar auscultadores com fio.



Na lateral direita, temos ainda os habituais botões de power e volume.



Do lado esquerdo, o slot para os cartões SIM e SD e um botão para chamar o assistente da Google.


Em termos de hardware, não há lugar a luxos, com a Wiko a manter-se fiel à sua política de serviços mínimos. O processador continua a cargo da MediaTek, desta vez com um octa-core 6762D A25. O ecrã de 6,52" apresenta uma resolução HD+ (1600 x 720 pixels) com 269ppp e 450nits de brilho, algo que mesmo para um equipamento de gama média-baixa já é curto. Conta com 3GB e RAM e 64GB para armazenamento, bateria de 5000mAh, tripla câmara traseira com 13MP (principal) + 2MP(profundidade) + 5MP (114° super grande angular), câmara frontal com 8MP, WiFi apenas b/g/n, e Bluetooth 4.2.


Em utilização


Onde está o sensor de impressões digitais? Sob o ecrã? Embutido no botão de power? Então?

Feitas as configurações iniciais, foi este o primeiro impacto. Surpresa das surpresas, um dos elementos mais úteis na utilização do smartphone, foi simplesmente descartado. Por certo que a marca não contaria com a pandemia e a obrigação da utilização de máscaras, mas mesmo sem este infeliz evento, deixar o desbloqueio do smartphone exclusivamente a cargo da câmara frontal foi uma péssima decisão. A câmara necessita de boas condições de iluminação para ser eficaz e, tendo em conta a segurança que oferece, está longe de ser a opção mais indicada, com diversas marcas a fazerem alusão a isso mesmo aquando da configuração do reconhecimento facial.



Na verdade, após algum tempo de utilização e esquecendo temporariamente o desbloqueio do smartphone, este Wiko View 4 foi uma agradável surpresa. Com um hardware modesto acaba por se mexer muito bem, com a baixa resolução do ecrã a contribuir decisivamente para este agradável desempenho. Um ecrã tão alongado merecia desde logo uma resolução FullHD+, mas ainda não foi desta que o modelo intermédio da Wiko viu chegar esta melhoria no ecrã. O armazenamento não encanta mas também não desilude, acabando por cumprir com velocidades de 230MB/s em leitura e 130MB/s em escrita, permitindo a instalação de apps sem grandes demoras.

Uma palavra positiva também para a autonomia, com os 5000mAh a renderem facilmente mais de um dia de utilização intensiva, podendo inclusivamente prolongar-se muito para além disso com um padrão de uso menos intensivo.




Em termos de interface, a Wiko cedo percebeu qual o caminho a seguir, não entrando por devaneios que em nada contribuiriam para a melhoria da experiência de utilização. Optou por pegar no trabalho da Google para lhe adicionar um conjunto de funcionalidades que poderão ajudar o utilizador no dia a dia. O melhor de tudo é que a Wiko concentrou estas funcionalidades extra numa única entrada no menu das definições, contribuindo assim decisivamente para manter este menu devidamente organizado.


O bloatware está cada vez menos presente, contando-se pelos dedos de uma mão as apps que vêm instaladas de origem.



A marca apresenta algumas sugestões, mas sem que o utilizador seja obrigado a instalar as mesmas, opção que acaba por ser a mais interessante para ambas as partes.



Como de resto se esperaria, apresenta-se com Android 10, com um patch de segurança de Julho que demorou bastante a chegar, com o de Janeiro a ser o disponível durante largas semanas. É sem dúvida um aspecto a rever, com o facto de ser um equipamento low cost a não poder servir de justificação para esta situação.


As câmaras



A interface da câmara apresenta quatro zonas, da esquerda para a direita, em modo paisagem:
  • Modos de fotografia e definições, Inteligência artificial, filtros, HDR, formato da imagem e controlo do flash
  • Selecção da câmara principal ou ultra wide (e respectivo controlo do zoom) e acesso ao Google Lens
  • Efeitos para a face, fundo desfocado, fotografia, vídeo e modo noite
  • Selecção da câmara traseira/frontal, botão de disparo e acesso à galeria
Caso optem por um formato de imagem com ecrã completo, a interface vai cobrir cerca de 1/3 da área a fotografar, ficando o utilizador sem saber o que efectivamente está a fotografar. Uma redução desta área e sobretudo, um maior nível transparência, já permitira ver o que se está a fotografar.



Tendo em conta que estamos na presença de um smartphone que se encontra no mercado por 170€, as expectativas nunca podem ser muito elevadas. O equipamento tem apenas de cumprir os mínimos exigidos, sendo fácil de utilizar, garantindo igualmente imagens com uma qualidade minimamente aceitável.


Wiko View 4

Foi precisamente isso que este Wiko View 4 conseguiu disponibilizar, sendo que em condições de boa iluminação, é capaz de resultados bastante interessantes, com cores vibrantes. O efeito de fundo desfocado é bem conseguido, mas o elemento focado acaba por ficar com os limites pouco definidos.

A câmara frontal surge com um conjunto alargado de efeitos, ideais para quem gosta de brincar com as selfies. Os resultados não apresentando elevado detalhe, têm o condão de fugir ao alisamento da pele, algo que naturalmente se saúda.


Apreciação final




Embora este Wiko View 4 seja apenas uma revisão do modelo lançado no ano anterior, acaba por ser um smartphone com argumentos interessantes, sobretudo se tivermos em atenção o facto de custar menos de 200€. A questão é que, nesta altura, a concorrência está cada vez mais feroz e os modelos disponíveis neste segmento de preço já apresentam características superiores às deste Wiko, mantendo o mesmo nível de preço.



Se a este facto juntarmos a infeliz ausência do sensor de impressões digitais (segundo a marca, para garantir a bateria de 5000mAh), o Wiko View 4 acaba por perder algum fulgor, razão pela qual se fica por um sempre simpático "Morno", sendo por isso garante de um desempenho equilibrado sem contudo se destacar da concorrência.



Wiko View 4
Morno

Prós
  • Design
  • Desempenho equilibrado

Contras
  • Ecrã apenas HD
  • Sem sensor de impressões digitais
  • Ainda com micro-USB
  • Demora na actualização do patch de segurança



Wiko View 4

Morno (3/5)

Boom Supersonic XB-1 pronto a voar em 2021

11-10-2020 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

Embora atrasado, o XB-1 da Boom Supersonic está finalmente pronto para demonstrar o que vale e, potencialmente, dar início a uma nova era de aviões comerciais supersónicos.

A Boom Supersonic tem estado a desenvolver o seu avião supersónico há vários anos, e agora, mesmo com todos os atrasos, está finalmente prestes a passar à fase mais interessante.

O XB-1 é um avião de demonstração, feito para validar as tecnologias desenvolvidas, e que por agora tem apenas espaço para um piloto. Se tudo correr como provisto, ficará a porta aberta para se avançar para a construção de aviões comerciais, capazes de transportar 88 passageiros e reduzir o tempo da viagens intercontinentais para metade: Londres - Nova Iorque em 3h30m, Los Angeles - Sydney em 6h45.

Os voos de teste arrancam em 2021, esperando-se que este protótipo consiga atingir uma velocidade de pelo menos Mach 1.3, mantendo níveis de ruído reduzido, e consumos e emissões poluentes dentro de valores aceitáveis.



GMail Go já está disponível para todos

11-10-2020 | 15:21 | Apps do Android

Quem não apreciar o tamanho crescente da app Gmail, poderá agora recorrer ao mais compacto Android Go no seu smartphone Android.

Não se percebe muito bem porque é que a Google continua a limitar a disponibilidade de algumas das suas apps "Go" mais poupadas, restringindo a sua instalação apenas a equipamentos com Android Go; mas pelo menos no caso do Gmail Go isso fica resolvido.

O Gmail Go passa a estar disponível para todos os Android, independentemente de serem um smartphone de entrada de gama com capacidades mais reduzidas, e onde mais sentido fará usar uma app que exija menos recursos, como um modelo topo de gama em que o utilizador também prefira apostar na eficiência.
Ao contrário da app oficial do Gmail, que ocupa cerca de 250MB, a app Gmail Go fica-se pelo 9.9MB. E como se a diferença substancial de tamanho não fosse desde já um factor bastante apelativo, temos também a vantagem adicional de não nos estar a ser impingido o Google Meet integrado no Gmail - algo que por si só poderá ser suficiente para convencer alguns utilizadores.

Resta agora esperar que a Google aplique a mesma lógica às demais apps "Go", incluindo a app Camera Go, que recentemente ganhou o modo Night Mode e HDR.

Tesla Model 3 com nova consola central

11-10-2020 | 13:30 | Aberto até de Madrugada

Para além do Model S Plaid a Tesla prepara também uma ligeira actualização do Model 3, que passará a contar com uma nova consola central e mala traseira motorizada.

Rumores sobre aquela que será uma remodelação para os Model 3 de 2021, indicam que a Tesla terá ouvido as críticas quanto aos acabamentos em preto brilhante na consola central, que fica bonito nas fotos oficiais mas que é impossível de manter livre de pó e dedadas nas circunstâncias reais do dia a dia - ao ponto de grande parte dos utilizadores optar por as recobrir com uma película mate.

Em vez de usar uma tampa como no modelo actual (foto acima), o novo sistema adopta uma tampa deslizante, como a que é utilizada no Model S, o que também contribui para uma melhor qualidade de operação. No entanto falta saber como é que isto irá afectar a zona com as portas USB onde tradicionalmente se utilizava um disco portátil para gravar as imagens das gravações de segurança.

Mas as novidades não se ficam por aqui. O Model 3 também deverá ganhar a mala traseira motorizada, como o Model Y; opção "chrome delete" para ter os frisos das janelas em preto em vez de cromados; e os vidros das janelas passam a ser de vidro duplo para melhor isolamento térmico e sonoro. Esta última opção só fará sentido se a Tesla também melhorar significativamente o isolamento a nível das borrachas nas portas, que serão os elementos que no modelo actual mais contribuem para o barulho aerodinâmico que se pode ouvir no habitáculo.

Agora é só esperar para a Tesla oficializar isto, e vermos que impacto é que terá no preço do Model 3. Para mim, só ficaria a faltar a suspensão adaptativa, que considero ser um elemento que deveria ser obrigatório para um carro que, na versão Long Range, vai para os 60 mil euros.

Como fazer mini-caixa "desktop" para Raspberry Pi

11-10-2020 | 12:30 | A Minha Alegre Casinha


Não há falta de oferta de caixas para o popular Raspberry Pi, mas quase todas elas adoptam um design bastante modesto e que passa despercebido. Desta vez temos um projecto que mostra como criar uma caixa que replica uma caixa desktop, que exibe orgulhosamente o RPI no seu interior.

Este Desktop Pi é um projecto curioso e que será bastante apreciado por todos aqueles que, em vez de esconderem o seu computador Raspberry Pi numa caixa opaca que atiram para qualquer lado, preferem dar-lhe o devido destaque, tal como muitos fazem com os seus PCs artilhados repletos de ventoinhas e outros componentes iluminados com LEDs.


O sistema até contempla uma placa de expansão, permitindo a utilização de discos ou SSDs, ou até SSDs M.2 (obviamente com o desempenho limitado pela porta USB - mas sendo melhor que usar um cartão SD que tem mais probabilidades de se corromper).

O resultado é um curioso mini-PC que irá atrair as atenções... ocupando apenas uma fracção do espaço que seria ocupado por uma caixa desktop tradicional.

Mercedes prepara carro eléctrico super-eficiente com 1200km de autonomia

11-10-2020 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

A Mercedes quer saltar para o topo da eficiência dos automóveis eléctricos, com o Vision EQXX que terá autonomia superior a 1200 km.

Apesar de em muitos casos a autonomia ser já um "falso problema", continua a ser um dos factores que mais pesa na consideração de um automóvel eléctrico. Algo que a Mercedes quer erradicar por completo, elevando a autonomia para lá dos 1000 quilómetros.


A ideia não é criar um carro com uma bateria imensa, capaz de fazer uma viagem de Pequim a Xangai (1200 km) sem ter que recarregar. O protótipo Vision EQXX da Mercedes-Benz tem como missão ser o mais eficiente carro eléctrico alguma vez construído, capaz de tirar o máximo proveito de cada watt armazenado nas suas baterias.

Embora se trate de um protótipo, que utilizará a melhor tecnologia que a Mercedes conseguir criar, o objectivo é criar um modelo de referência que sirva de exemplo do que é possível atingir. E depois, gradualmente, ir fazendo com que essa tecnologia vá sendo aplicada nos veículos eléctricos de produção.

Mas por agora, nem sequer há datas para qualquer revelação ou demonstração deste EQXX, pelo que as suas prometidas melhorias terão, por agora, que ir para a gaveta com todas as demais promessas de baterias revolucionárias, que ano após ano, tardam em chegar.

A aceleração dos carros dos 0 aos 100 km/h ao longo das décadas

11-10-2020 | 10:00 | Aberto até de Madrugada


A aceleração dos carros dos 0 aos 100 km/h tem servido como elemento de comparação - e também um ponto de honra - entre os fabricantes automóveis. Por isso mesmo, é interessante espreitar qual tem sido a evolução aos longo dos últimos 50 anos.

O canal do YouTube Carwow revisitou as últimas décadas para nos relembrar dos mais rápidos carros a acelerar dos 0 aos 100km/h desde os anos 70, altura em que os bólides demoravam mais de 5 segundos para cumprir essa tarefa, mas que tinha sido reduzido para metade desse valor pouco depois da mudança para um novo milénio.

A partir de agora as coisas parecem bastante mais complicadas de evoluir, pois começamos a estar no limite de capacidade dos pneus; mas daí a curiosidade para se saber o que poderá surgir do campo da Tesla e do seu kit de "jatos" de ar comprimido para o futuro Tesla Roadster.

How to Implement a PHP Bootstrap Icons Converter to Adjust Icons Color and Size

11-10-2020 | 09:54 | Manuel Lemos

By Manuel Lemos
Bootstrap is a popular library to use in Web sites to render Web pages with nice styles and icons.

This class allows changing a given icon image of the Bootstrap library to change it is size and color so it can be well integrated in a given site that uses a different color scheme or icon size.

NASA adia SpaceX Crew-1 para Novembro

11-10-2020 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

Vamos ter que esperar mais um pouco para ver o primeiro lançamento "comercial" da cápsula Crew Dragon da SpaceX, que foi adiado para Novembro para resolver alguns problemas detectados no foguete Falcon 9.

Depois da histórica missão tripulada de demonstração da SpaceX, que voltou a dar aos EUA a capacidade de enviar pessoas para o espaço sem depender dos lançamentos russos - e também de os trazer de regresso à Terra - aguarda-se ansiosamente para ver os lançamentos seguintes. O lançamento da Crew-1 estava inicialmente previsto para este mês, mas a NASA optou por adiar o lançamento para a primeira quinzena de Novembro.

Desta vez a Crew Dragon levará até à ISS quatro astronautas: Shannon Walker, Victor Glover e Michael Hopkins, da NASA, e Soichi Noguchi da JAXA (agência espacial japonesa).

Esta será apenas o primeiro de muitos outros lançamentos com astronautas, e resta-nos esperar que tudo decorra sem incidentes, para que não surjam atrasos em todo o planeamento que prevê colocar a primeira mulher na Lua em 2024, e com isso dar início a uma nova era de exploração espacial que, eventualmente, nos irá levar até Marte.

ASUS ROG e Gameloft assinam parceria para potenciar o ROG Phone 3

11-10-2020 | 08:32 | Apps do Android


Um smartphone para gaming não pode viver sem jogos, sendo esta uma razão mais que suficiente para que a Asus tenha celebrado uma parceria com a Gameloft, para potenciar as capacidades do seu ROG Phone 3.

A ASUS Republic of Gamers (ROG) anuncia uma parceria exclusiva com a líder na criação e desenvolvimento de jogos Gameloft, que permite criar uma nova experiência de jogo no ROG Phone 3. Os famosos jogos Asphalt® 9: Legends, Modern Combat 5: Blackout, Dungeon Hunter 5e Dungeon Hunter Champions vão ser otimizados para tirarem o melhor partido possível da ROG TwinView Dock 3 – um acessório de gaming que permite ao smartphone ficar com duplo ecrã.

 

Os jogadores poderão desfrutar de uma experiência mais imersiva nestes quatro jogos da Gameloft, obtendo uma taxa de atualização de 144Hz/1ms no ecrã principal do smartphone enquanto recebem mais informações dos jogos no ecrã secundário da TwinView Dock 3. Para além disso, a Gameloft tem trabalhado com a ASUS para elevar o poder do ROG Phone 3 num aumento de FPS nestes jogos, graças aos novos recursos de hardware do smartphone que integram a plataforma móvel Qualcomm® Snapdragon865 Plus 5G e o ecrã AMOLED 144Hz/1ms.

 

Explorar diferentes abordagens e fornecer recursos distintos para mobile gaming foi sempre o nosso objetivo principal. Com a configuração da TwinView Dock 3, os jogadores têm uma nova forma de jogar e interagir com o seu ROG Phone 3. Agradecemos à incrível equipa da Gameloft por fazer os seus jogos suportarem totalmente este recurso de ecrã duplo, permitindo uma jogabilidade mais envolvente e criando uma experiência de jogo especial, como nenhuma outra”, afirma Bryan Chang, diretor geral da unidade de negócio de smartphones da ASUS.

 

"Na Gameloft, estamos sempre a tentar ultrapassar os limites dos videojogos e contamos com uma forte experiência em tecnologia que nos permite gerir os ecossistemas e dispositivos dos nossos parceiros. Com a tecnologia avançada do ASUS ROG Phone 3, fomos capazes de ajustar 4 títulos de sucesso da nossa empresa para tirar o máximo proveito deste poderoso smartphone e oferecer uma experiência incrível aos utilizadores”, acrescenta Henry Pan, diretor da área de desenvolvimento de negócio global da Gameloft. 

Google reforça segurança nos Android com Android Partner Vulnerability Initiative

10-10-2020 | 20:00 | Aberto até de Madrugada

A Google está a preocupar-se com a segurança dos equipamentos Android de outros fabricantes, com a Android Partner Vulnerability Initiative.

O Android Partner Vulnerability Initiative (APVI) visa dar aos equipamentos de outros fabricantes a mesma atenção com a segurança que a Google dá aos seus próprios Pixel. Ou, posto de outro modo, quer divulgar publicamente falhas de segurança que detecta nas modificações feitas pelos seus parceiros, para que estes se sintam mais "incentivados" a corrigi-las quanto antes.

Um salto à página que lista as vulnerabilidades descobertas revela que já foram visados equipamentos da Huawei, Vivo, Oppo, ZTE, e outros - e onde a melhor notícia é verificar que essas falhas já foram corrigidas.

Este acaba por ser um trabalho indispensável para a Google, já que mesmo nos casos em que uma falha seja culpa de uma qualquer alteração feita ao Android, ou resultante de uma qualquer app ou serviço adicional que pré-instalaram nos seus equipamentos, continuará a ser a plataforma Android a ficar mal vista. Aliás, até custa imaginar como é que a Google demorou tanto tempo para lançar uma iniciativa deste tipo, que sirva para pressionar os fabricantes e parceiros a colocarem as questões de segurança como elemento no topo da lista das prioridades.

... Mas como se costuma dizer, mais vale tarde do que nunca.

Como converter Dualshock da PS4 num joystick para simuladores de voo

10-10-2020 | 17:30 | Aberto até de Madrugada


Depois da conversão de um gamepad Xbox num joystick para simuladores de voo, é agora a vez do Dualshock 4 da PlayStation 4 receber idêntico tratamento.

Tal como na versão Xbox, trata-se de um conjunto de peças impressas em 3D criadas por Akaki Kuumeri. Para além dos elásticos para dar a devida resistência, esta versão é mais evoluída que a da Xbox, pois permite utilizar dois gatilhos de disparo para cada um dos manípulos, que actuam sobre os respectivos botões no controlador Dualshock 4. Uma alteração que já deu origem a alguns pedidos para que seja feita uma versão actualizada para o gamepad da Xbox.

Mesmo sabendo-se que não será a mesma coisa que um joystick "profissional" para simuladores de voo, é algo que fica ao alcance de qualquer pessoa que tenha acesso a uma impressora 3D.


Análise ao Lenovo Smart Tab

10-10-2020 | 16:32 | Apps do Android


Os tablets nunca conseguiram atingir níveis de grande popularidade e nos últimos tempos, várias marcas chegaram até a abandonar este segmento de mercado, tendo a própria Google apontado nessa direcção. Mas há marcas que continuam a manter a sua presença, e a tentar adicionar-lhes argumentos que acrescentam valor ao produto.

O Yoga Smart Tab é disso exemplo, com a Lenovo a mostrar que a capacidade de inovação que se lhe reconhece chega também ao parente pobre dos dispositivos móveis, com este tablet a mostrar-se uma proposta muito interessante.

O Yoga Smart Tab



Dentro da embalagem encontramos em primeiro plano o tablet, com uma caixa que aloja os acessórios ao seu lado.



Não há lugar a grandes luxos ou extras, com a Lenovo a limitar-se ao essencial, disponibilizando a documentação de referência, cabo USB-C e carregador. Este último está limitado a 5V/2A, pelo que não deverão contar com um tempo de carregamento ultra rápido.



O Yoga Smart Tab apresenta um design peculiar. Ao contrário do que é habitual nesta tipologia de equipamentos, o tablet não tem um formato plano em forma rectangular com cantos arredondados. O corpo em alumínio apresenta uma boa qualidade de acabamentos e o material suave utilizado na traseira, contribuiu decisivamente para o conforto em utilização.

A zona inferior alarga até chegar a uma zona tubular que cobre toda a extensão do corpo, dando a origem a um formato incomum. À primeira vista poderá parecer estranho, mas uma análise mais atenta revelará as razões que terão levado a marca a apostar neste formato.



As margens laterais do ecrã têm cerca de 1cm, sendo bastante mais largas que as margens inferior e superior, que ficam pela ordem dos 5mm.



Do lado direito, temos uma ficha de 3,5mm, um microfone, botões de power e volume.



Do lado oposto, outro microfone e uma porta USB-C para carregamento da bateria e transferência de dados.



A extremidade superior conta com um terceiro microfone, o que contribui para uma correcta captação do som em diferentes cenários de utilização.



Na traseira, está alojado um dos destaques deste tablet, com o seu sistema de dobradiça a revelar-se muito útil e prático de utilizar.



Em utilização



Comecemos pela dobradiça traseira, visto este elemento ter um papel de destaque na utilização do equipamento. Um toque no botão circular, vai libertar o mecanismo de bloqueio da dobradiça.



Para que o botão seja identificável, a marca utilizou uma textura rugosa, o que permite que este seja facilmente distinguido da câmara, que se encontra junto ao mesmo.



A dobradiça possibilita dois tipos de utilização, permitindo que o tablet esteja num plano vertical, ligeiramente inclinado para trás. Este cenário será o ideal para a visualização de conteúdos multimédia.



Quando totalmente aberta, o orifício na zona do botão e câmara permite que o tablet seja facimente pendurado, havendo apenas que garantir a estabilidade do ponto de apoio para que o equipamento não se arrisque a um rápido voo até ao chão, algo que garantidamente não terá bons resultados.



Com a dobradiça fechada, o tablet pode ser colocado sobre uma superfície, permitindo que se utilize o teclado digital sem oscilações do corpo, algo que não acontece quando apoiado sobre a dobradiça, onde os toques nas secções laterais do ecrã fazem oscilar o equipamento, tornando o processo de escrita pouco agradável.

É ainda possível utilizar o Yoga Smart Tab como se de um leitor de ebooks se tratasse, com a zona tubular a permitir que se segure no equipamento com maior conforto e segurança do que nos tablets "normais" com o habitual formato plano.



No que diz respeito a hardware, o Yoga Smart Tab da Lenovo conta com um processador Qualcomm Snapdragon 439 octa-core com 4 núcleos A53 a 2 GHz + 4 núcleos A53 a 1,45 GHz. Tem 3/4GB de memória RAM e 32/64GB para armazenamento​, um ecrã de 10,1" Full HD com resolução 1920x1200​, 2 colunas JBL com 2W cada e uma simpática bateria de 7000mAh, que segundo a marca garante navegação na web até 11 horas e reprodução de vídeo até 10 horas. A versão testada, apresentava 4GB de RAM e 64GB de armazenamento.

Os 7757 pontos no teste de bateria do Geekbenck 4 Pro batem o resultado obtido pelo Galaxy Tab S6, mas conseguem-no à custa de uma redução de desempenho, com a carga do CPU a ficar-se pelos 80%. Tendo em conta a tipologia de utilização do equipamento, esta questão não será preocupante, pelo que está garantida uma autonomia estendida.






As especificações estão longe de ser de topo, mas esse também não é o posicionamento que a Lenovo pretende para este seu tablet, um equipamento virado para consulta das redes sociais e visualização de conteúdos. Será nestes dois cenários de utilização que o conjunto irá revelar toda o seu potencial, com um ecrã com cores fortes e vibrantes e umas colunas que disponibilizam um som equilibrado, não podendo contudo o utilizador puxar pelo volume máximo, devido aos níveis de distorção que ocorrem.




Os resultados dos testes de benchmark estão em linha com o esperado, com o processador a ficar longe daquilo que os gama média alta e segmento premium conseguem obter. O armazenamento também não deslumbra, com 294MB/s em leitura, o que leva a que a execução de jogos e apps acabe por demorar mais algum tempo do que o desejado. Curiosamente, os 241MB/s em escrita acabam por ser bastante mais interessantes, o que acaba por contrabalançar o desempenho em leitura. O conjunto acaba por ser suficiente para jogar a maioria dos jogos sem grandes problemas de fluidez, pelo que estão garantidas as condições para muita hora de diversão.



Apresenta alguns aspectos interessantes em termos de software, com um menu de acesso rápido ao YouTube e um modo para as crianças poderem utilizar o equipamento sem colocar em risco os dados do progenitor. Corre ainda Android 9 Pie, estando no entanto prevista uma grande actualização do Android (para o Android 10). O patch de segurança tem data de Novembro, o que não será o mais adequado para um equipamento que está a chegar ao mercado em Março.



Outro aspecto interessante a ter em conta é o "modo ambiente" que permite dar uma nova vida ao tablet quando não o estamos a utilizar nas tarefas mais comuns, como consultar as notícias ou ver um vídeo. Além de um modo simplista com relógio, notificações e acesso ao Assistente da Google, o Yoga Smart Tab pode ainda apresentar um layout bem mais rico, com informação variada, onde se pode encontrar a previsão do tempo, alarmes e até mesmo atalhos para o controlo de equipamentos IoT que tenham associados à vossa conta do Google Home (ver botões para desligar luzes no canto inferior direito).


Quando está a carregar, é ainda possível apresentar imagens de álbuns de fotografias seleccionados de entre as imagens disponíveis na conta do Google Photos associada ao equipamento. Este acaba por ser o modo mais indicado para utilização do modo ambiente, pois se não tiverem o cabo de alimentação ligado, o Yoga Smart Tab não irá aguentar dois dias neste tipo de utilização, o que poderá significar que estará sem bateria quando o quiserem utilizar.


Câmaras


Tratando-se de um tablet, não é de esperar um desempenho de qualidade superior. As câmaras deste Yoga Smart Tab estão longe de encantar e caso a iluminação seja reduzida, a qualidade das imagens vai descer vertiginosamente. O reconhecimento facial sai também afectado, não sendo capaz de reconhecer a face do utilizador em ambientes com pouca luz.


Apreciação final



A Lenovo tem vindo a apostar na área dos equipamentos inteligentes e este Yoga Smart Tab é mais uma tentativa de juntar dois mundos, trazendo o Assistente da Google ao ecrã do tablet, beneficiando da dimensão do mesmo. O hardware é algo limitado, mas suficiente para o tipo de utilização que se pode esperar de um tablet. As colunas de som são um excelente complemento do ecrã, possibilitando uma agradável visualização de conteúdos multimédia.



O design está muito bem conseguido, contribuindo decisivamente para uma boa experiência de utilização, a qual sai fortemente beneficiada com a versatilidade que a dobradiça traseira oferece. Este elemento permite apoiar o tablet em diferentes posições, dando ao utilizador várias hipóteses, o que permite escolher a mais adequada para cada cenário de utilização.

Com um preço recomendado a começar nos 299€, este Yoga Smart Tab não tem a vida muito facilitada, ficando a meio caminho entre a gama de entrada e o segmento de gama alta. Tem contudo argumentos que facilmente poderão conquistar o consumidor, sendo uma opção sólida para o consumo de conteúdos e navegação nas redes sociais, havendo contudo de ajustar as expectativas ao hardware apresentado pelo equipamento.



Lenovo Yoga Smart Tab
Quente

Prós
  • Versatilidade de utilização
  • Ecrã com cores vibrantes
  • Sistema de som

Contras
  • Ainda com Android 9 Pie
  • Patch de segurança de Novembro
  • Câmaras



Lenovo Yoga Smart Tab

Quente (4/5)

Netflix vai abandonar pergunta chata para continuar a ver séries

10-10-2020 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

A Netflix está a testar uma nova pergunta que pode acabar com a frustração da pergunta recorrente que nos interrompe as sessões para confirmar se ainda estamos a ver.

O facto da Netflix ter por hábito disponibilizar as temporadas das séries de uma só vez incentiva a que muitas pessoas optem por fazer maratonas das suas séries favoritas. Maratonas essas que sofrem com a repetição regular da pergunta que visa confirmar se a pessoa ainda está realmente a ver, ou se já terá adormecido. É uma pergunta válida, que pode ser útil para algumas pessoas e/ou em certos casos, mas que também se pode revelar extremamente frustrante.

Nos casos em que a pessoa estará perfeitamente acordada, por exemplo fazendo uma maratona de diversos episódios durante a tarde, ter que lidar com a pergunta recorrente do "ainda está a ver?" torna-se uma verdadeira chatice... mas que poderá ser solucionada em breve.

A Netflix está a testar uma ligeira alteração a este sistema de confirmação de visualização, passando a incluir também um "continuar a ver sem voltar a perguntar"!

Nem sei porque é que a Netflix está a testar esta funcionalidade, já que é algo que deveria ser simplesmente aprovado e activado para todos os clientes quanto antes. Assim, cada um pode decidir se quer continuar a lidar com as perguntas recorrentes, ou poder ver meia dúzia ou uma dúzia de episódios seguidos sem ter que se preocupar com mais perguntas.

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