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Virtuix Omni One quer dar liberdade nos mundos VR

08-10-2020 | 09:00 | Aberto até de Madrugada


A Virtuix está de regresso para deixar as pessoas correrem e saltarem nos mundos VR, com uma versão mais evoluída do seu posto omnidireccional: o Omni One.

As aventuras da Virtuix remontam a 2013, quando se aventurou no Kickstarter com uma campanha para criar um "tapete" omnidireccional que permitisse às pessoas movimentarem-se nos mundos VR tal como fazem no mundo real, caminhando, correndo, saltando, abaixando-se, etc. Essa campanha não foi bem sucedida, relativamente falando, mas ao menos a Virtuix devolveu o dinheiro aos apoiantes anos mais tarde. No entanto, nunca desistiram de concretizar o seu objectivo, que agora se materializa com o novo Omni One.

O Omni One é uma versão evoluída do Omni, mais compacta e aparentemente mais confortável, substituindo o aro que rodeava o utilizador por um sistema que apenas precisa de fixação nas costas, mas mantendo total liberdade de movimentos, incluindo dar saltos. No entanto, é uma liberdade que não ficará barata, já que este novo conjunto irá custar quase 2000 dólares quando (se) ficar disponível no próximo ano - mas incluindo os óculos VR.

Por agora a Virtuix lança uma campanha de investimento, que pede aos interessados 1000 dólares por uma porção da empresa, e um desconto de até 40% ($800) na compra do Omni One no próximo ano.




Como conseguir uma boa cobertura da rede WiFi

08-10-2020 | 08:32 | Apps do Android


Uma boa cobertura da rede WiFi, pode ser uma verdadeira dor de cabeça. Esta não é uma ciência exacta, mas há determinados aspectos a ter em conta, para conseguir um bom resultado, pelo que partilhamos algumas dicas para conseguirem atingir este objectivo.



Já sentiu o sinal Wi-Fi fraco ou até quase inexistente em certas zonas do seu apartamento? Chega a ficar sem cobertura nalguns cantos da sua casa? Cuidado: poderá ter encontrado uma zona Wi-Fi morta.

Estas zonas sem cobertura Wi-Fi são áreas onde embora até possa ter algum sinal wireless, nenhum dos seus dispositivos conseguirá ligar-se à Internet. Isto pode acontecer facilmente – é muito comum haver zonas Wi-Fi mortas. Vejamos algumas das causas mais habituais:
  • Interferência de sinal. Os sinais Wi-Fi são transmitidos através de ondas de rádio, e há muitos elementos que podem interferir ou mesmo bloqueá-las.
  • Áreas sem cobertura de sinal. Um router dificilmente é capaz de cobrir todos os cantos, e é por isso que essas áreas inacessíveis se tornam zonas mortas.
  • Clientes de acesso com baixa sensibilidade. Os dispositivos que buscam o sinal podem não ser sensíveis o suficiente para receber sinais sem fio.
Nos dois primeiros casos, pode tentar resolver o problema do seu router seguindo as dicas que apresentamos de seguida. Se o problema persistir, pode tentar usar novos dispositivos para expandir a cobertura do sinal.
Dicas TP-Link para eliminar zonas mortas com o seu router:
  1. Atualize o firmware. Vamos começar de uma forma básica, mas útil. Verifique se há alguma atualização da versão do firmware para o seu router. Se houver, transfira a mais recente a partir do centro de downloads e atualize o equipamento com a ajuda do manual de utilização. O firmware mais recente irá ajudar a melhorar a estabilidade, a funcionalidade e o desempenho do seu router.
  2. Ajuste as antenas. Se o seu router já tem a versão de firmware mais recente, ajuste a direção das antenas e verifique se estão a apontar verticalmente para cima. A cobertura wireless pode atingir um sinal máximo quando as antenas apontam nesta direção vertical.
  3. Identifique obstáculos e reposicione o router. Há elementos que podem atrapalhar a transmissão das ondas de rádio. Para evitar interferências e eliminar zonas mortas, reorganize essas obstruções ou reposicione o próprio router. O que são obstruções? Podem ser desde grandes objetos de metal até móveis de grande dimensão, passando por dispositivos que também usam ondas de rádio para funcionar (micro-ondas, etc.)
  4. Use uma ligação por cabo. Ainda existem zonas mortas? Poderá tentar usar um cabo Ethernet – algo que só será possível em dispositivos com portas de rede Ethernet.
  
Outras soluções para expandir a cobertura Wi-Fi
Não consegue resolver o problema com o router que tem em casa? Nesse caso, as zonas mortas são muito provavelmente causadas precisamente por haver um só dispositivo a emitir o sinal. Nesse caso, considere introduzir novos dispositivos para expandir a sua cobertura Wi-Fi. Há muito por onde escolher: Pontos de acesso, extensores de sinal e adaptadores Powerline são opções sólidas e eficazes.
  1. O que é um ponto de acesso? O ponto de acesso foi desenhado para estabelecer ou expandir a rede sem fios ou interligar vários dispositivos compatíveis com Ethernet a uma rede sem fios. Os AP oferecem uma experiência de rede wireless flexível, permitindo vários modos de operação.
  2. O que é um extensor de sinal? O extensor de alcance (também conhecido como repetidor) é um pequeno hub que expande a cobertura Wi-Fi, recebendo sinais do router principal e estendendo-os para cobrir mais áreas. Quando colocado no sítio certo, o extensor emite sinais para os pontos mais difíceis de modo a cobrir essas zonas mortas.
  3. O que é um adaptador Powerline? Os adaptadores Powerline podem transformar a instalação elétrica numa rede Wi-Fi, recorrendo aos cabos de eletricidade já instalados nas paredes. Sendo um tipo de dispositivo bastante utilizado para eliminar zonas mortas, fornece taxas de transferência estáveis numa linha de até 300 metros de comprimento – isto em teoria. Os adaptadores Powerline são normalmente usados em par, mas também pode adicionar mais dispositivos à rede elétrica conforme necessário.
  4. Qual a solução certa para si? Sejam AP, repetidores ou adaptadores Powerline, qualquer uma destas opções permite expandir a cobertura Wi-Fi e ajudar a eliminar as zonas mortas. Não existe, portanto, uma melhor escolha em absoluto – tudo depende de circunstâncias particulares. A tabela abaixo resume a questão e ajuda a dar uma resposta para casa caso.
Quer isto dizer que, quando encontrar zonas Wi-Fi mortas em sua casa, considere lidar com o problema começando pelo router que tem instalado. Se continuar a registar essas zonas sem cobertura, escolha uma forma de expandir a cobertura Wi-Fi com equipamento adicional capaz de melhorar a sua situação real. Opções tecnológicas como as que a TP-Link apresenta podem ser determinantes para melhorar o desempenho da rede e a cobertura em sua casa. Um Ponto de Acesso, um repetidor ou um adaptador Powerline são dispositivos fiáveis para devolver a vida às zonas mortas. Em alternativa, kits Mesh premiados como o P9 o X20 são opções abrangentes que oferecem estas capacidades e uma ímpar facilidade de gestão da rede.

Chrome 86 chega com segurança reforçada e poupança do CPU

08-10-2020 | 08:00 | Aberto até de Madrugada



Já está disponível o Chrome 86, que expande a verificação de passwords comprometidas às versões mobile, mas também poupa o CPU limitando o processamento das páginas em background.

O Chrome 86 vem com diversas novidades, mas uma das que será mais sentido é a expansão às versões mobile do sistema de verificação de passwords comprometidas, que alerta no caso de se estar a utilizar uma password que já tenha sido exposta na net. Quando isso acontecer, o Chrome passa também a facilitar o acesso ao processo de mudar a password, desde que o site em questão disponibilize uma página facilmente acessível para o processo.

Para aqueles que gostam de manter muitas dezenas de tabs abertas, chega também o Background Tab Throttling que estava inicialmente previsto para o Chrome 85 mas que só agora ficou disponível. Com este sistema, o Chrome limitará o processamento das páginas em background a um máximo de 1% do CPU depois de estarem inactivas por cinco minutos. Também temos mais alertas para páginas com conteúdos inseguros e envio de formulários sem HTTPS; indicador visual melhorado dos elementos seleccionados quando se faz navegação pelo teclado; menu com icons no Chrome para Android; WebHID API, que permite aos sites aceder a periféricos; e o Native File System API, que permitirá a web apps interagirem directamente com ficheiros locais; suporte para multi-monitores; entre outras coisas.


Por esta altura já deverão ter o Chrome auto-actualizado em todos os dispositivos.

How to Implement PHP Class Callbacks with Minimal Code

08-10-2020 | 07:54 | Manuel Lemos

By Manuel Lemos
Some classes need to implement a callback system that allows applications to customize actions to be executed when certain events happen inside the class.

This package provides a trait that can be used to quickly add callback function registration and invocation for any number of types of events that a class may trigger.

20 anos depois, ainda não houve amor como o terceiro

08-10-2020 | 07:45 | Gonçalo Sá

Black_Market_Music.jpg

O terceiro álbum dos PLACEBO chega aos 20 anos com um lugar de destaque na discografia da banda. Editado a 9 de Outubro de 2000, "BLACK MARKET MUSIC" ainda é, com alguma distância, dos registos mais consistentes de um trio que nunca voltaria a brilhar tanto.

Nascido da ressaca de "Without You I'm Nothing", provavelmente o álbum mais amado do grupo de Brian Molko, Stefan Osdal e Steve Hewitt (baterista que abandonaria o projecto em 2007), o terceiro longa-duração saiu-se bem a sedimentar o que já funcionava enquanto arriscou alguns caminhos inesperados. E (ainda) mais do que os anteriores, foi resultado de noites longas e desregradas, gravado pela madrugada fora depois do fecho de pubs e discotecas que acolheram a banda regularmente - é o baixista quem o diz no primeiro vídeo do 20.º aniversário do disco, partilhado esta semana no site oficial dos PLACEBO (e ao qual se seguirão novos capítulos com vários depoimentos na próxima segunda-feira).

A rotina boémia e noctívaga, acompanhada de doses generosas e diversificadas de drogas, teve reflexo directo em boa parte das letras (do single "Special K" a uma canção de embalar ácida como "Commercial for Levi", um dos maiores tesouros do alinhamento), o que não sendo novidade na história da banda, também ainda não acusava o desgaste lírico que marcaria a sua fase mais recente. E quem diz drogas, diz álcool, a condimentar logo o tema de abertura, "Taste in Men" ("It's been this way since Christmas Day/ Dazzled, doused in gin"), com Molko entregue a um relato de obsessão amorosa (e não seria o último do álbum, longe disso, com a dependência emocional também a ganhar terreno).

Placebo_Black_Market_Music.jpg

A primeira faixa, que foi ainda o single de apresentação, deixa um arranque em alta enquanto pilha o riff do baixo de "Let There Be More Light", dos Pink Floyd, tema ao qual "Block Rockin' Beats", clássico dos Chemical Brothers, também já devia muito. A vertente mais musculada, distorcida e industrial de "Taste in Men", no entanto, tem influência assumida da escola dos Nine Inch Nails ("Wish" fez parte da banda sonora habitual do grupo durante as gravações), embora acabe por não ser assim tão dominante no disco - apesar de abrir caminho para contaminações electrónicas ocasionais. 

Episódios efervescentes como "Days Before You Came" ou a contenção de "Passive Agressive" e "Narcoleptic", por exemplo, não destoariam nos álbuns anteriores, mas "BLACK MARKET MUSIC" arriscou um olhar liricamente menos umbiguista em "Haemoglobin", inspirada num linchamento motivado pelo ódio racial, e "Spite & Malice", colaboração com o rapper Justin Warfield (que viria a formar os She Wants Revenge) que partiu de motins em Londres na altura ("Revolution, dope, guns, fucking in the streets"). Esta última é também dos momentos de maior arrojo sonoro, com um cruzamento de rock e hip-hop que quis oferecer uma alternativa à fusão nu metal, dominante na viragem do milénio, e combater a postura machista e homofóbica de bandas associadas ao género. O resultado talvez seja das canções menos consensuais dos PLACEBO, mas está entre as faixas incontornáveis do disco.

Outra peça-chave do alinhamento, "Blue American" é guiada por um piano arrepiante e Molko num dos momentos de maior entrega vocal, entre a solidão, a neurose e a depressão (e alguma presunção, poderão acrescentar alguns, mas que aqui será mais feitio do que defeito, até por ser assumida na letra). No extremo oposto, "Slave to the Wage" é dos temas mais despachados e orelhudos, escolha óbvia para single com um sample nada óbvio do arranque de "Texas Never Whispers", dos Pavement, a tentar uma fuga para a frente enquanto critica um sistema entregue à rotina e à estratificação social ("Run away from all your boredom/ Run away from all your whoredom and wave/ Your worries, and cares, goodbye").

Mais um single, e mais um grande exemplo da coesão instrumental dos PLACEBO nesta fase (com menção obrigatória para a bateria), "Black-Eyed" surgiu pronta a ser abraçada por uma imensa minoria adolescente entre a inadaptação e o hedonismo ("I was never loyal/ Except to my own pleasure zone/ I'm forever black-eyed/ A product of a broken home", garante Molko numa canção onde voltou a fazer, como tão bem sabia, a ponte entre o cepticismo e o melodrama juvenil).

Tal como "Placebo" e "Without You I'm Nothing", o disco não dispensou uma faixa escondida, embora desta vez não tenha sido um instrumental: "Black Market Blood" é o tema mais sumptuoso desta colheita e um belo epílogo depois da melancolia da despedida, a cargo de "Peeping Tom". Fecho inspirado para um alinhamento versátil, ainda que, vá-se lá saber porquê, Brian Molko aponte "BLACK MARKET MUSIC" como monocromático, excessivamente gótico e o pior álbum dos PLACEBO. Muitos fãs, no entanto, ainda continuam à espera de outro disco deste calibre...

UniFi lança sistema de controlo de acessos

08-10-2020 | 07:00 | Aberto até de Madrugada

A Ubiquiti lançou um novo sistema de controlo de acessos na sua gama UniFi, que vem facilitar a vida a quem desejar automatizar e controlar todo o processo de entradas e saídas.
https://eu.store.ui.com/products/unifi-access-starter-kit

De particular interesse para empresas que já utilizarem produtos UniFi - já que este novo sistema precisa de um UniFi Dream Machine Pro - este UniFi Access Starter Kit vem dar resposta ao número crescente de empresas que desejam ter um maior controlo sobre o acesso. Compatível com a maioria das fechaduras electrónicas e magnéticas, este kit inclui um Access Hub, um leitor Access Reader Pro e um Access Reader Lite, e inclui também 20 cartões de acesso.


O sistema custa 521 euros, aos quais será preciso adicionar os 393 euros de um Unifi Dream Machine Pro no caso de ainda não terem um.

Como seria de esperar, vem com software para gerir todo o sistema de acessos, horários e permissões para cada um dos cartões NFC, suportando o acesso a diferentes áreas e em diferentes horários, e incluindo registos detalhados de todos os acessos.

Investigadores apanham spyware que infecta UEFI

07-10-2020 | 20:00 | Aberto até de Madrugada


Investigadores detectaram spyware capaz de infectar a UEFI em computadores de diplomatas de diversos países, demonstrando que esses ataques estão a ser postos em prática no terreno.

Há muito que são conhecidos documentos e planos que referem a possibilidade de infectar a UEFI de computadores, como método de conseguir acesso persistente, capaz de resistir a reinstalações do sistema ou até à troca de discos; mas agora investigadores da Kaspersky comprovaram que essa ameaça é mesmo real e está a ser utilizada activamente.

A infecção deste spyware começa como a de qualquer outro, por intermédio de phishing ou outro método que leve a vítima a clicar onde não deve ou a descarregar e executar um programa infectado. A diferença é que depois disso, tem a capacidade de infectar a UEFI do computador, ficando permanentemente instalado na máquina e resistindo até à reinstalação completa do sistema operativo, voltando a repor o spyware.

Por agora estes ataques parecem estar a ser direccionados apenas para diplomatas relacionados com negociações com a Coreia do Norte, mas acabará por ser inevitável que estas ferramentas se comecem a espalhar e eventualmente cheguem às mãos de mais grupos de hackers e comecem a ser usados para ataques de mais larga escala.

... Ainda vamos acabar por chegar ao ponto em que teremos motherboard com um botão físico de "protecção contra escrita", como se tinha nas antigas disquetes de 3.5" (e até nalgumas pens USB).

Sony mostra PS5 por dentro

07-10-2020 | 17:30 | Aberto até de Madrugada


Depois do tamanho e alguns jogos, podemos finalmente ver o que se encontra no interior da PS5, com a Sony a antecipar-se e a partilhar uma desmontagem oficial da sua nova consola.

Tal como se suspeitava, a maior preocupação da Sony tem a ver com a necessidade de manter todo o sistema a funcionar dentro de uma temperatura aceitável, o que significa remover o calor gerado pelo seu novo CPU+GPU. Para isso recorre a um gigantesco dissipador, assistido por uma volumosa ventoinha.


Felizmente, a Sony diz que também teve preocupação especial em manter o sistema o mais silencioso possível, já que esse tem sido uma das "queixas" habituais referentes à anterior geração de consolas (tanto do lado das PlayStations como das Xbox).

Saberemos se funcionou já no próximo mês, pois a PS5 fica disponível no nosso país a 19 de Novembro, com preço de €399 e €499.



Análise ao P smart 2020

07-10-2020 | 16:32 | Apps do Android



O P smart 2020 é uma evolução do modelo lançado em 2019, apresentando mais memória e armazenamento, com os 128GB disponíveis a serem um ponto em destaque para este equipamento de gama média-baixa.





Numa altura em que o diferendo EUA-China parece cada vez mais longe de ter uma resolução, a Huawei vai multiplicando os seus esforços, no sentido de continuar a servir os consumidores da melhor forma que lhe é possível. Para esse efeito, aposta em novos equipamentos a correr os seus Huawei Mobile Services e para quem não dispensa os serviços da Google, apresenta smartphones como este P smart 2020, que não é mais do que uma versão melhorada do equipamento lançado no ano anterior.


Unboxing



Dentro da caixa, o smartphone e sobre este, o habitual conjunto de acessórios, com o cabo microUSB, auriculares e um carregador.




Este último está longe de permitir atingir um estonteante desempenho, fruto das especificações que apresenta, limitando a potência de carregamento a 10W, numa relação de carregamento  com 5V/2A.


O P smart 2020






A frente fica marcada por margens relativamente reduzidas, com as laterais e superior a terem cerca de 2mm e a inferior, sendo a maior, não é propriamente grande, ficando-se nos 5mm. Haverá contudo de contar com a forma arredondada do corpo, que acrescenta mais alguns milímetros à margem.





Na parte superior do ecrã, apenas um furo, para a câmara frontal, com o ecrã a apresentar um recorte nesta área. No limite do ecrã, entre este e o corpo do smartphone, uma reduzida grelha para a coluna destinada às chamadas de voz.




Na zona inferior do ecrã, encontra-se um led de notificações, algo que traz à memória o led de notificações do saudoso Nexus 5.




Lateralmente, à direita, os botões de power e volume.




Na lateral superior, um microfone e o slot para os cartões SIM e microSD.


A grelha para saída de som, um segundo microfone, a porta microUSB e uma entrada para um jack de 3,5mm, surgem localizados na lateral inferior. Sendo esta uma reedição do modelo lançado no ano anterior, a presença de uma porta microUSB não se pode considerar propriamente inesperada, contudo, continua a ser algo que à data já não é propriamente compreensível.




O primeiro toque não engana. Pese embora se trate de um equipamento onde o plástico é dominante, o P smart 2020 apresenta um toque muito interessante, sendo confortável em utilização, inclusivamente com apenas uma mão. As dimensões com 155.2 x 73.4 x 8 mm e apenas 160g, contribuem decisivamente para este bom comportamento do smartphone, fazendo rapidamente esquecer que temos um corpo de plástico na mão.

Os botões de volume e power estão bem posicionados, não exigindo um reposicionamento da mão para a sua utilização. Apenas a destoar, o módulo de câmaras traseiro que, com o seu rebordo, acaba muitas vezes por fazer esbarrar o dedo indicador.

Em termos de hardware, as novidades surgem na memória, agora com 4GB de memória RAM e no armazenamento, que passa para uns sempre interessantes 128GB, UFS 2.1, o que neste segmento de produto não choca.

O ecrã de 6,21", apresenta uma resolução 1080x2340 pixels, numa relação 19.5:9 com 415 ppp, especificações que felizmente já começam a ser habituais neste segmento de mercado. O processador ficou a cargo da HiSilicon, sendo um já nosso velho conhecido, tendo sido utilizado pela primeira vez pela marca em 2018, aquando do lançamento do Mate 20 Lite. O Kirin 710 é um processador octa-core com 4 núcleos Cortex-A73 a 2.2 GHz , mais outros 4 (núcleos) Cortex-A53 a 1.7 GHz, que são acompanhados por uma GPU Mali-G51 MP4.

Em termos de câmaras, o P smart 2020 conta com uma dupla na traseira (13MP  f/1.8 +2MP) e uma câmara frontal com 8MP  f/2.0, para as video-chamadas e selfies da ordem.

Tem uma bateria de 3400mAh, sensor de impressão digital na traseira e suporta ligações WiFi ac e Bluetooth 4.2, havendo ainda lugar para um sensor NFC, algo pouco visto neste segmento de preço.

Em utilização



O grande destaque vai para o conforto em utilização, com a reduzida largura do smartphone e a curvatura da traseira, a permitirem um encaixe perfeito na mão, podendo inclusivamente o equipamento ser maioritariamente utilizado com apenas uma mão, algo que hoje em dia é cada vez menos usual.




Ao contrário de muitos dos novos modelos, este P smart 2020 surge com os serviços e aplicações da Google, visto ser apenas uma revisão do modelo de 2019. Não há por isso qualquer limitação no acesso a jogos e aplicações (tirando a excepção de algumas aplicações de benchmark), situação que curiosamente também ocorreu aquando da análise ao Mate 20 Lite




O processador Kirin 710 está ao nível do esperado, adequando-se perfeitamente ao segmento de mercado em que este P smart 2020 se insere.  Caso pretendam consultar os resultados de benchmark, poderão consultar a análise ao P30 Lite, smartphone que também apresenta o mesmo processador deste P smart 2020.




O desempenho não apresenta compromissos, sendo um bom equipamento para consultar as redes sociais e jogar de forma casual. Os jogos mais intensivos não foram propriamente pensados para rodar neste tipo de hardware, pelo que o consumidor deverá contar com alguma demora nos carregamentos e uma resolução/frame rate mais conservadoras.

O P smart 2020 apresenta-se ainda a correr Android 9 com EMUI 9.1 e patch de segurança de Abril, algo que nesta altura não seria propriamente expectável num smartphone que está a chegar ao mercado. A actualização do modelo de 2019 para EMUI 10/Android 10 está garantida, mas não há ainda datas definidas para esse efeito, pelo que haverá de esperar mais algum tempo pela actualização.





Em termos de funcionalidades, temos tudo o que a EMUI 9.1 já disponibilizava, com destaque para o sistema de navegação por gestos. Pela negativa, o facto de a interface escura não estar disponível, com a marca a manter a mesma limitada aos smartphones com ecrã AMOLED. Esta será uma situação que iremos acompanhar com curiosidade, pois a interface escura vem de origem no Android 10, ficando assim no ar a dúvida relativamente à opção que a Huawei irá tomar neste âmbito.


Câmaras



Tal como a restante interface, a aplicação da câmara ainda apresenta o layout utilizado na EMUI 9.1, se bem que neste caso, a diferença entre as duas versões é bastante mais limitada, com a estrutura a manter-se sem alterações.




Em cima temos uma linha de ícones para activar o flash, AI e definições. De referir que este ícone do AI é o que vai permitir desligar estas funcionalidades, ficando o utilizador com a configuração manual dos parâmetros da fotografia.

Na zona inferior a app apresenta duas áreas, uma primeira com os modos de fotografia e vídeo e por baixo destes, o acesso à última imagem captada, botão de disparo e um botão para alternar entre as câmaras frontais e traseiras.




O tempo de focagem é surpreendentemente rápido para este segmento de preço, já a qualidade de imagem está em linha com o esperado, necessitando de boa iluminação para que se possa obter uma boa qualidade de imagem, ainda que sem grande detalhe.


P smart 2020


O modo noite, consegue resultados interessantes, mas não faz milagres, algo que também não era esperado para um equipamento de gama média baixa. Já o efeito bokeh funciona bastante bem, conseguindo desfocar o fundo, mantendo o contorno dos elementos a fotografar.


Apreciação final



Para quem pretenda um smartphone Huawei com o braço armado da Google, este será (por agora) o caminho a seguir. A marca chinesa vai aproveitando um vazio legal, para colocar no mercado novas versões de alguns equipamento lançados no ano anterior, como é o caso deste P smart 2020 (ou do P30 Pro New Edtion, recentemente lançado por cá).

Num segmento altamente concorrido, este P smart 2020 surge muito bem guarnecido, fruto do upgrade na memória RAM e armazenamento, que com 4GB/128GB, acaba por ficar numa posição confortável face à oferta no mercado. O ecrã, com uma resolução de 1080 x 2340 pixels, algo na zona do FullHD+, é mais um argumento que pesa a favor deste P smart 2020, que tem no design mais uma área bem conseguida.

As câmaras não fazem milagres, mas cumprem o mínimo exigido, sendo que o modo noite e sobretudo o efeito bokeh, disponibilizam resultados interessantes. Com 128GB para armazenamento, haverá sempre espaço para fotografias e vídeo, sem estar a pensar em ter de apagar conteúdos mais antigos.

Com um preço na casa dos 220€, pode nesta altura ser encontrado a 182€ no mercado nacional, facto que ajuda a amenizar o atraso na chegada do Android 10/EMUI 10, garantindo igualmente uma forte contribuição para um robusto "QUENTE".


Huawei P smart 2020

Quente





Prós

  • Conforto em utilização
  • Hardware com boas especificações
  • NFC



Contras

  • Ainda com Android 9/EMUI 9.1
  • Poucas novidades face ao modelo de 2019
  • Porta microUSB

Earphones Xiaomi Redmi AirDots S a €13

07-10-2020 | 16:30 | Aberto até de Madrugada


Quem for fã dos auriculares bluetooth de tamanho diminuto já pode apanhar os AirDots da Xiaomi a preço mais atractivo.

A tendência da remoção das fichas tradicionais de 3.5mm tem obrigado cada vez mais utilizadores a trocar os seus headphones e earphones com cabo por versões Bluetooth. Embora a oferta nesta área tenha tido um crescimento explosivo nos últimos anos graças a isto, há também a constatação de que há uma enorme variedade em termos de qualidade - a todos os níveis - mesmo entre produtos na mesma gama de preços.

Mas, mais uma vez, a Xiaomi vem dar uma ajuda, e tem uns earphones Bluetooth de luxo: os Airdots.


Os Xiaomi AirDots S TWS estão disponíveis por apenas 13 euros com o código de desconto BGpelandoredmis, com envio da Europa.

Estes earphones suportam o mais recente Bluetooth 5.0 assim como os protocolos HFP, A2DP, HSP e AVCRP. E embora contem com TWS para funcionarem em stereo puro, é também possível utilizar cada um dos auriculares de forma independente. Ou seja, podem usar ambos para ouvir música, mas podem usar apenas um se o objectivo for fazer chamadas telefónicas.

Também como é habitual neste tipo de produtos, a sua caixa de transporte tem uma bateria interna e permite recarregá-los sempre que lá são colocados. Desta forma, a sua autonomia de 4 horas pode ser expandida até às 12 horas, desde que não façam uma sessão contínua de audição de música. De resto, com o seu peso de apenas 4.2g por auricular, serão dos mais compactos e leves auriculares Bluetooth que já terão experimentado. E por este valor, será difícil encontrar alternativas com qualidade idêntica nesta gama de preços.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos no Facebook.

Notícias do dia

07-10-2020 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

Facebook, Amazon, Google e Apple classificados como monopólios por investigação dos EUA; Apple marca evento dos iPhone 12 para 13 de Outubro; Google faz chegar Night Mode e HDR à appo Camera Go; Galaxy S21 sem câmara sob o ecrã (só chegará no Fold 3); Surface Duo começa a estalar na ficha USB-C; e falha de segurança em brinquedo sexual permitia bloquear pénis remotamente.

Antes de passarmos às notícias do dia, temos novo passatempo gadget da semana, que desta vez te pode valer um gravador DVD externo USB.

SIC apresenta serviço de streaming OPTO SIC



A SIC vai avançar com a criação de um serviço de streaming, chamado OPTO SIC, e que chega em duas modalidades: paga e gratuita.

Na versão gratuita, os utilizadores poderão contar com centenas de séries, documentários novelas, sketches e outros formatos; a modalidade paga inclui também episódios de novelas 24 horas antes da sua emissão, um "catchup" de 30 dias da SIC generalista e ainda dois noticiários diários com a possibilidade de escolher entre a duração de 10, 15 ou 20 minutos.

O serviço arranca em Novembro, mas poderá ser subscrito desde já, com uma mensalidade de €3.99 ou anuidade de €39.99; mas nesta fase de lançamento estando disponível com preço promocional de €29.99.


SK Hynix lança primeiras memórias DDR5



A evolução tecnológica não para, e depois das memórias RAM DDR4, eis que já começam a surgir os primeiros módulos DDR5. A SK Hynix já apresentou os seus primeiros módulos RAM DDR5, que permitem transferências entre 4.8GB/s e 5.6GB/s.

Com a transição para o DDR5, poderemos ter módulos com velocidades de até 6.4Gbps, com capacidade máxima de 128GB por módulo (vs 32GB), e podendo chegar aos 2TB nas LRDIMMs. A tensão foi reduzida de 1.2V para 1.1V para ajudar a reduzir os consumos.


Amazon tem planos para espiar funcionários e políticos



A Amazon, a mesma empresa que diz que as acusações de ser um monopólio são completamente despropositadas e que são uma ameaça aos consumidores, foi apanhada com um plano para espiar múltiplos sectores, incluindo grupos sindicais e até políticos.

Documentos da Amazon revelaram aquilo que basicamente se pode considerar um vasto plano global de espionagem, ao estilo do que se esperaria dos serviços secretos de qualquer país. Planos confirmados pela contratação, entretanto removida, de vários "intelligence analysts" fluentes em línguas europeias, e que se dedicariam a monitorizar potenciais ameaças vindas de grupos sindicais e líderes políticos hostis em relação à empresa.


O sucesso do formato "stories"



O Pinterest e até o LinkedIn acabam de adoptar também o formato "stories" nas suas plataformas (e a Google, mas para efeitos publicitários), e não deixa de ser curioso ver como este formato acabou por conquistar praticamente todos os serviços. É um fenómeno que alguns explicam como sendo algo de sucesso garantido, uma vez que funciona como o equilíbrio perfeito entre conteúdos atractivos mas simultaneamente fáceis de criar.


Ao contrário de algo como um vídeo tradicional, que requer laborioso trabalho de edição, um de longo artigo escrito; as stories permitem a qualquer pessoa juntar umas fotos ou vídeos curtos, adicionar uns textos... e pronto: um resultado (quase) instantâneo pronto a usar, e que será capaz de manter as pessoas entretidas,entre umas dezenas de segundos ou até alguns minutos.

Que tal tem sido a vossa experiência com as stories? São fãs desse formato, dão-lhe uso frequente?


Curtas do dia


Resumo da madrugada



Olauncher - um launcher minimalista

07-10-2020 | 15:21 | Apps do Android


Quem quiser escapar à confusão habitual de apps e mais apps no ecrã do seu smartphone e procurar algo um pouco mais relaxante, poderá experimentar este Olauncher.


O Olauncher é um launcher minimalista para Android, que se destaca dos demais por se libertar da utilização dos icons e de se focar apenas nas apps que cada um achar essenciais. O ecrã do smartphone passa assim a dar destaque à imagem de fundo (que poderá ir mudando a cada dia), com os únicos elementos adicionais a serem a data e hora, e uma lista com o nome das apps que se desejar.

Podemos escolher o alinhamento da lista de apps (esquerda, centro, direita), assim como as funções a dar ao deslizar para a esquerda (câmara) e direita (telefone).


Este Olauncher é open-source, pelo que também poderão contribuir para melhorar e adicionar funcionalidades; mas sem perder de vista que o seu objectivo é manter-se minimalista e ultra-eficiente.

Google Arts & Culture transforma rostos em obras de arte

07-10-2020 | 14:30 | Aberto até de Madrugada


A Google lançou mais uma funcionalidade divertida para aproximar os utilizadores do mundo da arte ou, melhor dizendo, transformá-los literalmente em obras de arte por intermédio do seu Art Filter.

Existem inúmeras apps que se popularizam devido à sua capacidade de transformarem fotos em obras de arte de diferentes estilos. Mas agora a Google aplica isso em tempo real com o seu Art Filter, para que qualquer pessoa se possa ver como ficaria ao estilo de Van Gogh, Frida Kahlo, ou que tal lhe assentaria o brinco da famosa Rapariga com Brinco de Pérola, ou ainda com um capacete Samurai ou colar do antigo Egipto.


Para descobrirem, bastará darem um salto à app Google Arts & Culture para Android ou iOS.

Quando estiverem por lá, não se esqueçam de explorar tudo o mais que esta app tem para vos oferecer, incluindo uma numeroso e valioso espólio de obras portuguesas que fica salaguardado para a posteridade.

Facebook, Amazon, Google e Apple classificados como monopólios

07-10-2020 | 13:00 | Aberto até de Madrugada



Após 16 meses de investigação, um comité dos EUA revelou um relatório em que classifica os gigantes tecnológicos - Facebook, Amazon, Alphabet (Google) e Apple - como sendo os equivalentes modernos aos monopólios dos tempos dos barões do petróleo e dos comboios. E as suas recomendações podem alterar por completo o panorama tecnológico para o futuro.

Não é segredo nenhum que as empresas referidas dominam diversos sectores a nível mundial, e que têm a capacidade de, com extrema facilidade, eliminarem qualquer concorrência ou ameaça que possa surgir - bastando comprá-la. Mas acima de tudo, dominam o mercado ao seleccionarem aquilo que pode, ou não, chegar até aos consumidores.

O relatório fiz que embora operem em diferentes sectores, todas as quatro empresas partilham o mesmo tipo de comportamento, usando a sua dimensão e posição como forma de decidirem o quê / quem tem acesso aos seus canais de distribuição, com contratos abusivos e comissões exageradas, e simultaneamente recolhendo todo um conjunto de dados valiosos que lhes permite saber exactamente como é que os seus potenciais rivais se estão a comportar (basta relembrar o caso do Facebook ter usado estes dados para saber que tinha que comprar o WhatsApp).

Embora a Apple se tenha tentado demarcar dos demais visados, dizendo que não se considera um monopólio, não escapou às críticas desta investigação. O facto de controlar tudo o que pode chegar aos iPhones e iPads, e praticar as regras de acesso ao mesmo, incluindo as comissões que decidir cobrar, sem qualquer tipo de concorrência possível, reafirmam aquilo que muitas outras empresas e serviços se têm queixado.

As recomendações para lidar com este problema passam por: obrigar à separação destes gigantes em empresas distintas (por exemplo, Google e YouTube, ou Facebook e Instagram); proibir que as empresas possam dar prioridade aos seus próprios serviços e tenham que fornecer idênticas condições de acesso a serviços rivais; obrigar à portabilidade dos dados, para que os clientes possam facilmente mudar-se para serviços concorrentes sem serem penalizados; eliminar cláusulas abusivas que impeçam os consumidores de avançar com processos contra estas empresas; etc.

Como se pode imaginar, é o tipo de recomendações que irá ser combatido com unhas e dentes (e muitos milhões de dólares) por estes gigantes; e é também de prever que qualquer impacto prático ainda esteja a muitos anos de distância. Seja como for, esta simples ameaça pendente poderá servir como forte incentivo para que estas empresas moderem as suas práticas e facilitem o acesso aos serviços concorrentes, como forma de mostrar boa vontade e tentarem evitar que se chegue à implementação das ditas recomendações.

Japão volta a investir em WC públicos transparentes

07-10-2020 | 12:27 | A Minha Alegre Casinha


O Japão volta a deixar-se seduzir pela ideia de casas de banho públicas transparentes, com funcionalidades multi-usos.

O projecto Tokyo Toilet recorre a casa de banho transparentes, que visam dar maior segurança aos cidadãos, permitindo que vejam o que está lá dentro e as condições de limpeza, antes de entrarem; e simultaneamente servindo também como iluminação adicional para os parques e locais onde forem instalados.


Como se pode imaginar, um WC transparente não teria muitos utilizadores, motivo pelo qual as suas paredes transparentes se podem tornar translúcidas quando se encontra alguém no interior, garantindo a privacidade desejada (embora o facto de serem translúcidas, por si só, possa ser já suficiente para afastar os mais inibidos).

Aparentemente, esta nova versão também corrige uma das críticas de uma versão anterior de casas de banho transparentes, em que as paredes voltavam a ficar transparentes se não fosse detectado movimento no interior durante 35 segundos... Esperemos que desta vez isso apenas aconteça após a saída do utilizador.

Surface Duo começa a estalar na ficha USB-C

07-10-2020 | 11:00 | Aberto até de Madrugada


O Surface Duo pode ser uma maravilha da tecnologia, mas já começou a demonstrar alguns dos efeitos secundários da sua espessura reduzida, estalando na parte da ficha USB-C.

Embora tenha acabado de chegar ao mercado, começam já a multiplicar-se os relatos de pessoas com o Surface Duo que se queixam que o mesmo está a estalar na zona da ficha USB-C, apenas com o uso normal.


A MS não olhou a meios para manter o Surface Duo fino, e cada uma das suas metades tem apenas 4.8mm de espessura. Isso faz com que o espaço em redor da ficha USB-C com 2.6mm seja de praticamente 1mm para cada lado, e que quando sujeito ao esforço adicional de inserção / remoção da ficha, facilmente ceda.

Este não é um caso incomum - recordo-me que os iPhone 3G / 3GS também sofriam de um síndroma semelhante na parte das fichas dos headphones e de 31 pinos; mas que normalmente só se faziam sentir após muitos meses de uso - mas seguramente que ninguém esperaria ver isto acontece ao fim de poucos dias, e ainda mais num equipamento que custa 1400 dólares.

Veremos como é que a MS irá lidar com este "crackgate" do Surface Duo.

Netflix cria nova secção para novidades dos próximos 12 meses

07-10-2020 | 10:00 | Aberto até de Madrugada


A Netflix volta a fazer ajustes na forma como dá a conhecer os novos filmes e séries, com uma nova secção "New & Popular".

Um dos maiores problemas da Netflix, e dos serviços de streaming em geral que vão acumulando uma quantidade considerável conteúdos, é dar a conhecer o que chega ao serviço. A maioria das pessoas pode nem saber o que por lá existe, a não se que se depare com aquilo por acidente durante uma pesquisa, ou lhe apareça à frente como conteúdo recomendado. Recentemente a Netflix adicionou um top 10, mas agora faz mais uns ajustes na secção dos conteúdos que estão para vir.

A secção New & Popular, para além de mostrar os novos conteúdos e aqueles que iriam chegar na próxima semana, vai agora combinar também o Top 10 (populares) e apresentar uma linha adicional com os lançamentos que irão chegar ao longo dos próximos meses (até um ano).

Será uma forma de promover conteúdos que estejam mais distantes e que, de outra forma, ficariam escondidos do olhar dos clientes. E que, mais importante, permitem que os clientes marquem desde logo os "avisos" para os filmes e séries que mais querem ver; e que contribuirão com ainda mais dados para a Netflix saber quais os conteúdos mais aguardados, e que até ao momento apenas contemplavam os conteúdos das próximas duas semanas.

Galaxy S21 sem câmara sob o ecrã

07-10-2020 | 09:00 | Aberto até de Madrugada


Problemas na produção vão obrigar a Samsung a manter o furo no próximo Galaxy S21, e só estrear a câmara invisível sob o ecrã no Fold 3 no segundo semestre de 2021.

Depois de um aparente desinteresse na tecnologia das câmaras escondidas sob o ecrã, devido a problemas técnicos, assistimos a uma nova corrida para o seu lançamento, com a ZTE a lançar um smartphone com uma destas câmaras e a Xiaomi a dizer que a sua terceira geração desta tecnologia já permite obter resultados satisfatórios para o ecrã e para a câmara.

No entanto, esse parece não ser ainda o caso com a tecnologia que a Samsung está a preparar ou, mais concretamente, que está com dificuldade em passar para a fase de produção com taxa de sucesso aceitável para uso comercial. Problemas que invalidam que a tecnologia seja estreada nos próximos Galaxy S21 como se esperava, e fazendo com que essa estreia possa passar para o Galaxy Z Fold 3 - um modelo cujo preço mais elevado e volume de produção mais reduzido o tornam num melhor candidato.

Se assim for, a Samsung passará a maior parte do ano (2021) sem poder dar resposta aos smartphones com "câmara frontal invisível" que se esperam da Xiaomi, Oppo, e outras marcas.

Y50 – um smartphone a pensar nos mais idosos

07-10-2020 | 08:32 | Apps do Android



O Y50 da Wiko é um smartphone pensado para o público sénior, apresentando um conjunto de características que será suficiente para uma utilização sem compromissos.
Este smartphone foi criado a pensar nos utilizadores que usam estes equipamentos para as necessidades mais básicas e oferece uma memória de 16GB expansível até 48GB com cartão MicroSD. Já imaginou um smartphone com espaço para 6.500 fotos dos passeios de reformados ou das gracinhas do neto? Com o Y50 é possível!

O Y50 conta com um processador Quad-core e oferece uma utilização acessível e simples. Com o Simple Mode é possível visualizar apenas três menus principais no ecrã: definições rápidas, contactos e aplicações – não podia ficar mais simples para aqueles que não estão tão confortáveis com as tecnologias!

bateria de 2200 mAh permite até 43h de conversação, mais do que suficiente para contar as novidades aos filhos e netos e saber sobre correu o dia deles. As câmaras, traseira e frontal, possuem ambas 5 megapixéis e conseguem capturar imagens com boa qualidade mesmo em situações de pouca luz – por vezes, para se conseguir uma boa fotografia, quanto mais ajuda melhor, e o Y50 ajuda estes utilizadores na perfeição. Para os mais aventureiros, existem ainda as funções de Face Beauty, Live Filters, Modo Profissional e o efeito de Time Lapse. O ecrã de 5” permite visualizar tudo sem problemas!

O Y50 está disponível em Portugal com um design elegante e brilhante nas cores Dark, Grey, Blue e Gold por um preço recomendado de 79€.

Poco C3 começa nos €86

07-10-2020 | 08:00 | Aberto até de Madrugada


Depois do Poco X3 de 120Hz e do M2 mais económico, a Poco avança com um smartphone ainda mais barato: o Poco C3.

Tal como os rumores indicavam este Poco C3 torna-se no modelo mais barato da marca, replicando o Xiaomi Redmi 9C com algumas alterações (como a ausência do sensor de impressões digitais). Temos por isso um smartphone com ecrã HD+ de 6.53" em formato 20:9, CPU Helio G35, 3GB / 4GB de RAM, 32/64GB + microSD até 512GB, câmara tripla de 13MP + 2MP macro + 2MO depth, câmara frontal de 5MP, bateria de 5000mAh com carregamento rápido de 10Wm Dual SIM e, como referido, sem sensor de impressões digitais. Vem com MIUI 12 baseado em Android 10.


O Poco C3 fica disponível em três cores, azul, preto e verde, e na Índia vai ficar disponível por apenas 86 euros para a versão de 3GB+32GB e 104 euros para a de 4GB+64GB.

É certo que a diferença de preço não é muita para o Poco M2, mas num mercado de biliões de pessoas onde cada euro faz muita a diferença, ter um smartphone a 86 euros é bastante mais abrangente do que obrigar a clientela a optar por um de 125 euros. Resta saber se a marca o irá fazer chegar à Europa, embora o tradicional agravamento de preço o deixe ainda mais prejudicado face aos demais modelos.

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