PlanetGeek

Xbox Series X ainda vai deixar jogadores à espera

05-10-2020 | 17:30 | Aberto até de Madrugada


Uma das grandes promessas para a nova geração de consolas era o fim dos tempos de espera nos carregamentos, mas infelizmente parece que ainda não será desta que teremos jogos imediatos.

Uma das grandes apostas para a geração de consolas que se aproxima (PS5 e Xbox Series X) foi no sistema de armazenamento, que passa a dar uso a SSDs NVMe, com transferências superiores 5GB/s. Com isso tanto a Sony como a Microsoft prometem acabar com a enorme frustração que é esperar minutos para que um jogo seja carregado e esteja apto a ser jogado, mas embora as melhorias sejam evidentes, ainda haverá muito espaço para melhorar.

Já tínhamos visto que a Xbox Series X podia reduzir para cerca de metade o tempo de carregamento dos jogos da Xbox One X. É uma melhoria muito bem vinda, mas o "problema" é que mesmo com essa melhoria, os tempos continuam a ser bastante mais excessivos do que seria desejável.


Segundo estes tempos, do tempo que demora a carregar um jogo e um save file para se estar pronto a jogar; é certo que se pode agradecer a poupança de tempo que reduz jogos como Borderlands 3 de 213 segundos para apenas 56 segundos, mas o que me preocupa mais é que isso significa que os jogadores continuarão a ter que aguardar entre 30 segundos a 1 minuto para poderem jogar um jogo - e isto numa consola com um SSD capaz de transferir 5GB/s. Ou seja, estamos a falar de tempo suficiente para que a consola lesse entre 150GB a 300GB de informação(!) que nos faz perguntar que raio é que os developers estarão a fazer.

Felizmente, esta nova geração de consolas também conta com sistemas de quick resume, que basicamente mantêm uma cópia da memória da consola gravada, permitindo que se retome um jogo de forma bastante mais rápida, em menos de 10 segundos; e que permitirá manter cerca de meia dúzia dos jogos mais recentes prontos a jogar sem esperar pelo tempo de carregamento.

Dito isto, há que referir que estes tempos se referem a jogos "antigos" da Xbox em modo de compatibilidade, e não a jogos criados de raiz para a Xbox Series X. Pelo que espero que, no caso de jogos feitos para Series X, os tempos de carregamento nunca venham a passar os 10 segundos; e se assim não for, é sinal de que alguma coisa vai mal nos estúdios que fizerem esses jogos.

Análise ao Huawei P40 Pro

05-10-2020 | 16:32 | Apps do Android



Com o diferendo EUA-China sem fim à vista e depois de uma tímida investida com o Mate 30 Pro, a Huawei dá o peito às balas com a nova série Huawei P40, procurando desta forma minimizar o impacto da interminável novela, nos resultados das vendas de smartphones.


Sem aplicações nem serviços da Google, a Huawei centrou esforços no desenvolvimento de soluções alternativas. Serão os Huawei Mobile Services (HMS) e a AppGallery respostas à altura daquilo que os consumidores exigem? Terá a nova série P40 argumentos para garantir a escolha do consumidor?

Temos vindo a utilizar o Huawei P40 Pro ao longo das últimas semanas e é com base na experiência adquirida, que iremos procurar responder às perguntas acima apresentadas.

Unboxing



A caixa apresenta o layout a que a marca nos tem vindo a habituar nos últimos anos, com o smartphone em primeiro plano, e por baixo deste, os acessórios.



Auriculares USB-C, cabo USB-C (5A), carregador e uma sempre bem vinda capa de silicone, que poderá ajudar a evitar danos numa queda inesperada. O carregador é compatível com a norma SuperCharge, disponibilizando uma potência de carregamento até 40W, numa relação 10V/4A, tal como apresentado no P30 Pro.


O Huawei P40 Pro



Em termos de design, a Huawei tem-se mantido fiel à suas linhas mestras, com o corpo em metal a receber o ecrã e a traseira em vidro. Em termos de dimensões, não há grandes diferenças face aos modelos lançados anteriormente, com o P40 a surgir mais estreito (0,8mm) e comprido (0,2mm). A espessura aumentou para 8,95mm (8,41mm no P30 Pro, 7,8mm no P20 Pro) e o peso ultrapassa agora as 200g (209g), representando um aumento de 29g em dois anos ( 192g no P30 Pro, 180g no P20 Pro). Uma das diferenças entre a linha P e a Mate, acaba assim por se esbater, com a Huawei a dar preferência a um corpo com maior espessura e peso, ficando acima dos valores apresentados pela concorrência. Tendo em conta a natureza dos materiais utilizados, seria interessante perceber como se distribui o peso pelos diferentes componentes.




A frente apresenta duas novidades. Depois de um notch  (P20 Pro) e um furo central  (P30 Pro), a Huawei aposta agora num duplo furo à esquerda, que alberga a câmara frontal e de profundidade (IR) e os sensores de luz ambiente e proximidade. De notar a ausência de uma grelha para saída de som, com a coluna para a as chamadas de voz, a estar colocada sob o ecrã.




O ecrã Quad-curve Overflow é outra das novidades, com a Huawei a apostar também numa curvatura em cima e em baixo. Um olhar mais atento revela uma realidade algo diferente diferente, com o ecrã a apresentar uma curvatura mínima nesta zonas (ao contrário das laterais onde esta é bem evidente). A curvatura existe, mas de forma pronuncia apenas no vidro frontal e não no ecrã.




À direita, os botões de volume e power, com este último a apresentar um entalhe a vermelho, que visualmente o permite distinguir dos restantes, algo que não é possível fazer através do tacto, pois o acabamento dos botões não apresenta diferenças significativas, que permitam a sua diferenciação ao toque.




Na lateral superior, que passa a contar com um acabamento arredondado, um microfone e um emissor de infra-vermelhos, para controlo de TVs e equipamentos áudio.




Na lateral inferior, também ela arredondada, o slot para os cartões SIM e NM Card (proprietário da marca), um microfone, porta USB-C e a grelha para saída de som, sendo esta a única coluna utilizada para a reprodução de áudio.


Hardware



Em termos de hardware, a Huawei deu continuidade à política que tem vindo a utilizar já há alguns anos, com o processador da série Mate a equipar os modelos da série P, sendo que neste P40 Pro, temos a versão 5G do Kirin 990 que equipa igualmente o Mate 30 Pro.

Ao contrário do que a Qualcomm apresentou com o Snapdragon 865 com núcleos Cortex A77, a HiSilicon optou por melhorar a eficiência dos Cortex A76, estratégia que de resto tem sido sua prática, aquando da utilização de um nova geração de processador.

O Kirin 990 5G apresenta dois núcleos de alto desempenho Cortex-A76 a 2.86GHz, dois núcleos intermédios igualmente Cortex-A76 mas a uma frequência inferior - 2.36GHz e ainda 4  núcleos Cortex-A55 a 1.95GHz, para as tarefas que necessitam de menor poder de processamento. A GPU continua a cargo da Mali G76, se bem que com um reforço no número de núcleos, que passou dos 10 a 720Mhz (Kirin 980), para 16 a 600Mhz neste Kirin 990.




O ecrã OLED de 6,58", apresenta uma resolução de 2640 x 1200 pixels (~440 ppp), com uma taxa de actualização de 90Hz, uma novidade face ao 60Hz utilizados nos anteriores modelos. Mais uma vez a Huawei mostra-se conservadora, tanto na resolução, como na taxa de actualização. Durante vários anos manteve-se fiel ao FullHD, tendo optado posteriormente por resolução na casa do FullHD+. Agora com a taxa de refrescamento passa para os 90Hz, optando por dispensar (por agora?) os 120Hz que têm sido opção na concorrência.

O armazenamento recebe um upgrade sempre bem vindo, passando a contar com a norma UFS 3.0. No nosso mercado, está disponível a versão com 256GB de armazenamento e 8GB de RAM.

A bateria não sofre alterações face ao apresentado no modelo anterior, com o P40 Pro a contar com os mesmos 4200mAh do P30 Pro. A bateria suporta carregamento rápido SuperCharge a uma potencia máxima de 40W, com o carregamento sem fios a passar dos 15 para os 27W.

O Huawei P40 Pro está certificado com a norma IP68, sendo  por isso capaz de resistir 30 minutos debaixo de água, até 1,5 metros de profundidade.

As câmaras, sempre um dos destaques da série P, não deixam os seus créditos por mãos alheias. O arranjo vertical das câmaras traseiras passa agora a ser apresentado num sistema de "ilha" que surge destacado da traseira do smartphone.


Em utilização



Estivéssemos a atravessar um período de normalidade (e não nos estamos a referir ao COVID-19...) e esta secção seria iniciada com um elogio à EMUI, agora na sua versão 10.1. Infelizmente, não é esse o caso, pelo que antes de abordarmos a interface, temos obrigatoriamente de falar naquele que é o actual calcanhar de Aquíles da Huawei Mobile: a ausência dos serviços e aplicações da Google.

Antes de passarmos ao cerne da questão, importa fazer um ponto prévio. Ao longo dos últimos meses, têm surgido na internet vários guias para instalar os serviços da Google nos smartphones da Huawei. Uns mais simples, outros mais complicados, são métodos que podem deixar de funcionar a qualquer momento, ficando o utilizador "apeado". Tendo em conta que os métodos em questão não são suportados pela Huawei e envolvem a instalação de ficheiros de fonte desconhecida, com acesso a permissões para áreas sensíveis, a sua utilização não foi tida em conta nesta análise.


Enquadramento

Sem os serviços e aplicações da Google, a Huawei tem vindo a fazer o seu trabalho de casa, por forma a oferecer ao consumidor, alternativas válidas, que começam desde logo na configuração inicial do equipamento, estendendo-se a diferentes áreas, com o assistente virtual a ser uma das últimas novidades.




No final da configuração inicial, o utilizador tem a opção de migrar os dados de um equipamento Android ou iOS, sendo esta a situação normal para quem esteja a fazer um upgrade. A aplicação Phone Clone já havia por nós sido testada e com o P40 Pro, voltou a mostrar-se eficiente na transferência de jogos, aplicações, fotografias, históricos de chamadas, sms e contactos.

Para a grande maioria dos utilizadores, este será um procedimento que fará com que a ausência da Play Store não seja notada, pois as suas aplicações preferidas, tirando algumas excepções, serão migradas para o novo equipamento, dados incluídos.  Ficam a faltar as actualizações e algumas apps da Google, com o GMail e Youtube à cabeça. Para estes dois casos, a Huawei sugere a utilização do serviço via browser, opção que dá acesso ao email e vídeos, mas sem oferecer a mesma experiência de utilização.

Caso o utilizador não tenha um equipamento anterior ou não pretenda utilizar a migração dos dados, a sua vida vai ficar mais complicada. Os contactos terão de ser migrados manualmente, as fotografias ficarão apenas na localização anterior (não sendo este um grande problema...) e as aplicações, essas sim, serão a grande dor de cabeça.




O ecrã principal apresenta cinco pastas com sugestões de aplicações e jogos, divididas por entretenimento, social, lifestyle, jogos e negócios. Em cada pasta, são apresentadas várias opções, havendo ainda mais sugestões na zona inferior do ecrã. Com esta alargada oferta, o utilizador ficará
desde logo com um vasto leque de opções para utilização, o que irá garantidamente facilitar-lhe a vida. Como nenhuma das apps e jogos está instalada, quem não pretenda utilizar as sugestões, terá apenas de apagar as pastas em questão.




A AppGallery mostra-se já bem mais recheada, com a Huawei a estabelecer acordos locais, por forma a garantir as aplicações mais utilizadas em cada país.




Os grandes nomes começam a aparecer listados para instalação, mas há casos como os do Facebook e WhatsApp, em que o utilizador é encaminhado para o site oficial, onde pode descarregar a aplicação para instalação manual. Não sendo um processo complicado, por certo que irá causar alguns problemas aos utilizadores menos experimentados.




Com o número de aplicações a crescer a cada mês que passa, a AppGallery tem ainda um longo caminho a percorrer, faltando ainda aplicações importantes no seu catálogo. O utilizador pode sempre sugerir jogos e aplicações a serem incluídos nesta loja da Huawei, ficando com uma secção na gestão de perfil, onde pode consultar os histórico das sugestões apresentadas.




Instagram e Revolut são duas das ausências na AppGallery, sendo que no caso do primeiro, a AppGallery devolve várias propostas, sem que nenhuma seja efectivamente a aplicação para acesso ao Instagram. A quantidade de opções acaba assim por pecar pela qualidade dos conteúdos apresentados, ficando o utilizador limitado à webapp.




Esta variedade de oferta é transversal a todas as pesquisas. No caso do Revolut, deparámos-nos com uma situação deveras curiosa, para a qual já havíamos alertado há algum tempo. A AppSearch está ainda a ser testada, mas se pesquisarem por Revolut na AppGallery, irá ser apresentada uma sugestão que encaminha o utilizador para o site ApkPure. Este site faz parte das opções da solução que está em teste e tal como o ApkMirror, é um agregador de jogos e aplicações, sendo possível encontrar a grande maioria dos jogos e apps mais conhecidos.




Ambos os sites possuem uma app para facilitar a instalação dos jogos e aplicações, sendo que no caso do ApkPure a solução está mais desenvolvida, informando o utilizador, sempre que existir uma actualização disponível para o que este tiver instalado. De referir que a Huawei disponibiliza um serviço opcional, que efectua uma inspecção de segurança a aplicações com origem em terceiros. Será sempre um garante extra de segurança, que terá no entanto um alcance limitado, pois não é conhecida a amplitude da verificação que é efectuada antes da instalação de apps e jogos.

A estas duas soluções não oficiais e diga-se, sem qualquer garantia de segurança, junta-se uma outra, esta sim oficial, com a App Store da Amazon a ser uma alternativa de peso, que por isso mesmo deverá ser sempre tida em conta.

Opções não faltam e há ainda o open source, onde o NewPipe se constitui como uma excelente alternativa à app do YouTube, estranhando-se por isso o facto de a Huawei ainda não a ter na sua AppGallery. Esta variedade de opções acaba contudo por ser uma solução de recurso, a qual fica sempre algo a dever ao que o Google Play disponibiliza.



Mesmo depois de se escolher a opção manual, a pergunta volta a ser colocada na actualização seguinte.

Com as frequentes actualizações e adição de novos conteúdos, é de crer que a AppGallery e os Huawei Mobile Services possam a médio prazo ser uma alternativa válida ao Google Play, até porque a Huawei está a replicar a maioria dos serviços que a Google disponibiliza: Music, Video, Photos, Cloud (onde as fotos pesam no armazenamento....) e Assistant, sendo que nem todos estão disponíveis a nível global. É uma opção que se compreende e aceita, mas está longe de ser a melhor opção para todas as partes, com a Huawei a ter de empenhar recursos em áreas onde a Google dá cartas, quando poderia aplicar os mesmos no desenvolvimento de soluções onde a oferta é diminuta.

Há contundo ainda um longo caminho a percorrer, com a EMUI a apresentar falta de evolução, havendo mesmo em algumas situações, retrocessos. O Launcher continua a não apresentar as aplicações mais utilizadas, mantendo-se a opção pelas últimas a serem executadas e a App Assistant, que reúne funcionalidades como o GPU Turbo, desapareceu misteriosamente na EMUI 10, voltando a estar disponível na EMUI 10.1. Mais curioso ainda, foi a App Assistant deixar de identificar o Clash Royale como um jogo a poder tirar partido das funcionalidades disponíveis, tendo o utilizador de o adicionar manualmente. Esta situação poderá dever-se à origem da App (Google Play) com o sistema a não a reconhecer automaticamente, algo que acontece também com a aplicação Ai Life da Huawei, a qual foi migrada com o Phone Clone e a App Galery permite a instalação da mesma, não reconhecendo a que esta já está instalada.

É possível passar sem Google Play e Google Services?



Esta era a pergunta que nos assolava. A excessiva dependência da Google não deixava antever uma saída fácil, mas a realidade mostrou-se inesperadamente diferente. Utilizado o Phone Clone para passar a quase totalidade das aplicações para o P40 Pro, foi tempo de encontrar soluções para as questões que ficaram em aberto.

O Youtube, como já acima referido, tem no NewPipe uma excelente alternativa, que até tem a grande vantagem de dispensar os anúncios que inundam os vídeos. O Google Maps funciona, mas sem acesso ao histórico. A AppGalery passou recentemente a contar com o Here Maps e o Waze é uma alternativa para a navegação.

Google Photos e o backup automático passa à história, com a Huawei a oferecer o serviço Cloud, que conta com 5GB de armazenamento gratuito. De referir, que ao contrário do que acontece no Google Photos, as fotografias pesam no armazenamento, pelo que o melhor será pensarem noutra opção, ou optarem por uma modalidade paga.




GMail, este sim o maior obstáculo a ultrapassar. Não que não seja possível adicionar a conta de email à app Email da Huawei, ou instalar outra aplicação para o efeito, como é o caso do Microsoft Outlook, ou o controverso BlueMail. A questão é que nenhuma destas aplicações consegue organizar o email com a estrutura a que o GMail nos habituou, dividindo as mensagens por assunto. Tratando-se de um hábito, cabe ao utilizador decidir embarcar numa nova experiência, caso contrário, terá de utilizar o browser para consultar o email.

Estes são os principais obstáculos, havendo naturalmente outros de menor dimensão, como é o caso do Google Keep ou Podcasts, sendo que para estas situações, há outras opções disponíveis, com o mesmo nível de qualidade.

Assim sendo, sim, é possível passar sem as apps da Google, ou pelo menos reduzir drasticamente a sua utilização, sendo que em qualquer dos casos, haverá de avaliar o impacto desta decisão, pois a mudança, vai forçosamente obrigar à alteração de procedimentos. Se tiverem um smartwatch Android Wear, o melhor mesmo, será ponderar a aquisição de uma das várias propostas que a Huawei apresenta no campo dos wearables.

Utilização no dia a dia

Definidas novas modalidade de acção, rapidamente se passa a trabalhar de outra forma. As alterações acabam por passar ao lado, sendo que a principal lacuna está na ausência de actualização para os jogos e aplicações que forem instalados manualmente. Tudo o que tenha origem na AppGallery ( ou no APKPure...) não terá este problema e na verdade, para a grande maioria dos utilizadores, é bem possível que ausência de actualizações das apps, não seja um problema de grande monta.




Não deixa contudo de ser uma situação a ter de ser rapidamente corrigida, passando a AppGallery a contar com um mais vasto e completo leque de jogos e aplicações. Para já, terá o utilizador de se contentar uma notificação limitada às aplicações que a AppGalery sugere para instalação manual.

A curva do vidro traseiro permite um bom encaixe na mão e os botões laterais estão bem localizados, estando ao alcance dos dedos medido e indicador. Caso haja a tendência para utilizar o smartphone com uma mão, o indicador rapidamente passa para a traseira, por forma a equilibrar o equipamento na mão.



Nesta posição, o indicador acaba por ficar por cima da ilha de câmaras, algo que acaba por ser pouco cómodo. Esta ilha, pese embora tenha um bom efeito estético, acaba assim por interferir na utilização do equipamento e tendo em conta que o posicionamento das câmaras é exactamente o mesmo que o utilizado no P30 Pro, a opção da ilha acaba assim por ser questionável.

Ainda na traseira, o requintado acabamento do vidro, acaba minimizado pelas dedadas que vamos deixando ao longo do dia. Felizmente que esta é uma área menos vista e as impressões dos dedos só são mais visíveis com a incidência de luz directa. Haverá ainda que contar com o "poder deslizante" deste P40 Pro, o qual sai disparado mesa abaixo, caso fique assente sobre uma superfície com um mínimo de inclinação. Ou a ilha de câmaras segura o smartphone, ou terão de o colocar de forma a não escorregar, pois os resultados de uma inesperada queda, serão por certo catastróficos.




Na frente, o sensor de impressão digital está bem posicionado, facilmente ao alcance do dedo polegar. É eficiente a detectar a impressão digital, conseguindo ser um pouco mais rápido a responder que o  sensor do Mate 20 Pro.




Caso tenham o reconhecimento facial activo, o mais provável é que o P40 Pro esteja desbloqueado antes de tocarem com o dedo no sensor de impressão digital. O reconhecimento da face é menos seguro, mas acaba por ser mais cómodo, sendo que no caso deste P40 Pro, consegue funcionar em ambientes com pouca ou nenhuma iluminação, com o sensor de infra vermelhos a mostrar a sua utilidade.

Haverá contudo que ter em conta o espaço que este ocupa, levando a que o orifício do P30 Pro, tenha dado lugar a um duplo furo com dimensões consideráveis. Esteticamente, será sempre uma opção controversa, sobretudo para quem gosta de utilizar fundos claros, mas na maioria das aplicações (tirando o vídeo e fotografia), acaba por passar despercebido.




A curvatura nas zonas superior e inferior acaba por ter mais um efeito estético que útil, dado que estas zonas acabam por ter uma utilização reduzida. O acesso ao menu de notificações e a execução de gestos de navegação (caso os utilizem) são onde esta curvatura acaba por mostrar utilidade, com a ausência de arestas, a facilitar a execução dos movimentos.

Na zona inferior, uma única saída de som para a reprodução de conteúdos multimédia, opção que mais uma vez acaba por ser curta para um equipamento do segmento premium. Não que a contribuição do altifalante para chamadas de voz acrescente grande qualidade ao som, apenas se considera que um produto neste segmento de preço deve apresentar uma experiência áudio ao nível dos restantes componentes. Não é esse o caso, mas há que salientar a melhoria quando comparado com o som do Mate 20 Pro, com o P40 Pro a disponibilizar áudio mais limpo e definido.

Ainda em termos de som, a coluna para as chamadas de voz está agora posicionada sob o ecrã. Nas primeiras chamadas, dava por mim a ajustar o smartphone à procura de melhor som. Só mais tarde percebi que estava a colocar a orelha no local errado, com um grafismo no ecrã a mostrar onde a esta deve ser posicionada. A qualidade de som não saiu afectada com esta opção, apresentando um nível de som que nos permite ouvir o nosso interlocutor na perfeição.

Na lateral, a curvatura assenta na palma da mão, mas numa utilização com duas mãos, os dedos na lateral podem dar origem a toques involuntários, com algumas aplicações a não terem esta situação prevista.

O ecrã, com uma resolução conservadora, a meio caminho entre o FullHD e o QHD, apresenta agora uma taxa de refrescamento de 90Hz, também ela abaixo daquilo que outros equipamentos neste segmento apresentam. A diferença na resolução acaba por não ser notória, a menos que tenham outro equipamento ao lado. No que diz respeito à taxa de refrescamento, os 90Hz representam uma evolução notória face aos 60Hz, disponibilizando uma fluidez muito superior, ainda que inferior aos disponibilizado pelos ecrãs 120Hz. Segundo a marca, esta acaba por ser uma solução de compromisso entre a qualidade de imagem e o consumo de bateria, opção que por certo acabará por agradar a um alargado grupo de consumidores, adeptos de longas horas de utilização do smartphone, que o poderão fazer até sob forte luz solar, com o ecrã a manter boa qualidade de imagem, num alargado ângulo de visão.






O processador Kirin 990 já foi ultrapassado pelo Snapdragon 865, algo que de resto era esperado, dando novo impulso à inovação e desenvolvimento nas bancadas de trabalho da HiSilicon. Pese embora não consiga bater recordes, o Kirin 990 disponibiliza um desempenho ao nível que se exige a um topo de gama, sendo que a opção de refinar o design do Kirin 980 se mostrou acertada, sobretudo em termos energéticos, com a autonomia a não sair comprometida.




A bateria de 4200mAh, repete a capacidade do modelo lançado no ano anterior. O sistema de carregamento com fios também não apresenta novidades, mantendo os 40W de potência. Já o carregamento sem fios passou dos 15 para os 27W (40W no Pro +), sendo que para usufruírem desta potência de carregamento, terão de utilizar um carregador SuperCharge Wireless.



Nos testes efectuados, uma carga completa, dos ~1% aos 100 %, levou entre uma hora e um minuto, a uma hora e nove minutos, com a bateria do P40 Pro a chegar aos 47% nos primeiros quinze minutos, atingindo 79% de carga em meia hora. Os saltos na imagem, devem-se ao programa utilizado para registo do processo de carregamento, o qual por motivos que desconhecemos, resolveu não apresentar dados durante três períodos de cinco minutos.




De referir que o processo de carregamento também passou a ser inteligente, com o smartphone e aprender os hábitos de carregamento, ajustando a carga completa em função da informação recolhida.





O carregamento não será assim um problema, até porque a autonomia é um dos elementos em destaque neste P40 Pro.




Mesmo com uma utilização intensiva, chegarão ao fim do dia com 20, 30% de bateria, ou até mais, isto depois de 5 ou 6 horas de ecrã, wifi e dados ligados. Um utilizador dito normal, conseguirá facilmente mais de dois dias de autonomia, sem grande esforço de poupanças.




Quem não tiver a autonomia como grande preocupação, poderá sempre optar pelo modo de alto desempenho. Sempre que recebo um smartphone que tenha esta funcionalidade, é a primeira coisa que activo, pois se há mais uns MHz disponíveis, terão de ser espremidos. No caso do P40 Pro, com todas as incógnitas em redor do software, acabei por concentrar a atenção em outras áreas, tendo os testes de desempenho sido efectuados em modo "normal". O facto de tudo se passar de forma extremamente fluída, também ajudou a que não me tivesse lembrado de activar esta funcionalidade. Quando o fiz, a autonomia acabou por sair afectada, algo que já seria de esperar, com o tempo de ecrã a baixar para próximo das 4h, sem bem por vezes esta alteração nem se fez notar.





A ligação a um monitor ou televisão continua presente, se bem que bem que desta vez com novidades, embora limitadas a quem tenha um portátil da marca.


iPad com A14 confirma ganhos de 20% face ao A13

05-10-2020 | 15:30 | Aberto até de Madrugada


Os ganhos do novo Apple A14 face ao A13 voltam a ser confirmados por mais um benchmark do novo iPad Air 2020, indicando uma melhoria que se fica pelos 20%.

A Apple estreou o seu novo chip A14 no novo iPad Air 2020, que já foi apresentando mais ainda não começou a ser vendido, mas na altura limitou-se a fazer comparações com o chip mais antigo A12. Desde então, alguns benchmarks indicavam que as melhorias face ao A13 seriam de apenas 20%, e esse valor parece ser agora confirmado mais resultados do Geekbench 5.


Segundo estes resultados o A14 consegue 1583 pontos em single core, 18% superior ao A13 do iPhone 11 Pro; e 4198 pontos emo multi-core, 20% superior ao A13.

Uma melhoria de 20% não deixa de ser significativa, mas representa também um abrandamento face aos saltos de desempenho a que a Apple nos habituou nos últimos anos. Ainda assim, são valores que mantêm um avanço confortável sobre a concorrência, especialmente no que diz respeito ao desempenho single-core, já que os valores preliminares para os futuros Snapdragon 875 e Exynos 1000 se ficam pelos 1159 pontos nesse teste.

Só falta confirmar que os iPhone 12 com A14 conseguirão manter estes 20% de melhoria, ou se irão ser ligeiramente limitados para maximizar a autonomia.

Google Photos com novo editor de fotografias

05-10-2020 | 15:21 | Apps do Android

Dar um toque especial às fotos passa a ser mais fácil de fazer directamente do Google Photos, sem necessidade de software adicional.



O Google Photos há muito que permite fazer edições básicas em fotos, mas agora passa a contar com um interface renovado, que permite fazer ajustes com maior precisão, e com novos efeitos. Por exemplo, passa a ser possível escolher o efeito "Color Pop", que passa a foto para preto e branco, deixando com cor apenas a secção que se quiser destacar.


Os recém-apresentados Pixel 5 e 4a 5G ganham também um efeito de iluminação "Portrait light", que permite posicionar uma lâmpada virtual em qualquer posição, com resultados bastante realistas calculados via machine learning. É algo que por agora é um exclusivo destes modelos, mas que a Google deverá ampliar a todos os smartphones "em breve".

Este editor renovado do Google Photos já está a ser disponibilizado para todos os utilizadores, pelo que se ainda não estiver disponível no vosso Android, será apenas uma questão de tempo até que chegue a vossa vez.

Tamanho da PS5 e Xbox Series X poderá "assustar" jogadores

05-10-2020 | 13:30 | Aberto até de Madrugada


Com a nova PS5 e Xbox Series X a serem das prendas mais desejadas para este final de 2020, há no entanto que ter em conta que estas são consolas que irão necessitar de bastante mais espaço devido às suas dimensões.

Para melhor visualizar o tamanho das novas consolas, um ilustrador partilhou no Twitter várias imagens onde se podem ver as novas consolas ao lado de outros elementos para melhor se ter uma noção da escala, e os resultados são um pouco preocupantes, particularmente no caso da PS5 e da sua altura imponente.

大きなテレビとPS4のパッケージを並べてみました。 pic.twitter.com/wxan3xe5ic
— 澤田圭(キャラクターデザイナー) (@keisawada) September 20, 2020


Dimensões da PS5


PS5: 390 x 104 x 260 mm
PS5 Digital: 390 x 92 x 260 mm
PS4: 305 x 275 x 53 mm

Dimensões da Xbox Series X e S


Xbox Series X: 301 x 151 x 151 mm
Xbox Series S: 275 x 151 x 63.5 mm
Xbox One: 333 x 275 x 79 mm


O aspecto mais "assustador" será sem dúvida a altura da PS5 (cujos jogos já começaram a ser mostrados) que vai para os 390 mm (ou mais, pois esta medida parece não considerar a "capa" que a envolve), e que a deixa praticamente com a altura de um televisor de 30". No caso da Xbox, a MS optou por uma estrutura diferente, que permite manter uma altura até mais reduzida que uma Xbox One na vertical, mas praticamente com o dobro da largura - embora também com profundidade reduzida (a arrumação efectiva que isso permitirá em termos práticos irá depender de caso para caso).

Bem, pelo menos por agora dizem que a nova Xbox é significativamente mais silenciosa... pelo que, poderá valer a pena o espaço extra necessário para a acomodar.

Prédio jardim na China torna-se selva urbana descontrolada

05-10-2020 | 12:37 | A Minha Alegre Casinha


Um complexo residencial que visava ser um exemplo do urbanismo ecológico, com um jardim vertical que ajudaria a combater a poluição na China, tornou-se numa selva descontrolada que serve de abrigo a pragas de mosquitos.

As boas intenções destes prédios com jardins verticais acabaram por não se concretizar na prática. Com apenas 10 apartamentos habitados, a maioria dos jardins suspensos tem crescido sem qualquer controlo nem manutenção, transformando os prédios numa selva urbana literal.


Para da vegetação descontrolada, que se vai infiltrando por todo o lado e começa a preocupar os poucos inquilinos - que se interrogam sobre os potenciais riscos de segurança de haver raízes a penetrar nas estruturas - esta selva serve também de alojamento a mosquitos que infestam os residentes e todos nas suas imediações.


... Por esta altura, imagino que aqueles que se deixaram seduzir pela ideia de morarem perto da natureza no centro de uma cidade, já estarão a repensar se não teria sido melhor opção terem optado por plantas de plástico só para efeitos decorativos.

Hacker revela o que vê a câmara interior do Tesla Model 3 e Y

05-10-2020 | 11:00 | Aberto até de Madrugada


O Tesla Model 3, e o Model Y, têm uma câmara interior que até ao momento ainda não está a ser utilizada para nenhuma funcionalidade oficial, mas um hacker descobriu algumas das designações que revelam o que a Tesla está a preparar.

Embora ainda não estejam em uso, a câmara interior foi explicada pela Tesla como sendo uma forma de poder vigiar o que se passa dentro do carro quando eventualmente for lançado o serviço de "táxi autónomo". Como isso é algo que ainda estará a um futuro incerto de distância, por agora a Tesla vai fazendo algumas experiências, tendo pedido em Junho permissão aos utilizadores para poder aceder a essas imagens, de forma anónima, para efeitos de desenvolvimento.

Segundo um hacker que terá espreitado o código dos Tesla, por agora a câmara está a fazer análise dos condutores, atribuindo-lhes diversas classificações:
  • BLINDED
  • DARK
  • EYES_CLOSED
  • EYES_DOWN
  • EYES_NOMINAL
  • EYES_UP
  • HEAD_DOWN
  • HEAD_TRUNC
  • LOOKING_LEFT
  • LOOKING_RIGHT
  • PHONE_USE
  • SUNGLASSES_EYES_LIKELY_NOMINAL
  • SUNGLASSES_LIKELY_EYES_DOWN

Ou seja, se por agora a Tesla se limita a deixar que o Autopilot esteja em operação desde que seja detectada pressão no volante de forma regular (algo que pode ser ultrapassado aplicando um pequeno peso), num futuro não muito distante isso poderá também ter em conta se o condutor está distraído a olhar para o lado demasiado tempo, ou com os olhos fechados - o que seria bem mais eficiente a evitar potenciais abusos - isto, até ao momento em que se veriam alguns condutores a levar o sistema ao limite, usando uma máscara de um rosto com os olhos abertos.

Esperemos que qualquer que venha a ser o uso dado à câmara, pelo menos também passe a estar acessível para efeito dos vídeos de vigilância, que gravam clips no caso de serem accionados os sensores de proximidade.

Sony PS5 começa a mostrar jogos

05-10-2020 | 10:00 | Aberto até de Madrugada


Depois das demonstrações oficiais, começam finalmente a chegar vídeos do que a PS5 será capaz de fazer, mas por agora sem autorização para mostrarem o interface da nova consola da Sony.

Estando-se a pouco mais de um mês da chegada da nova PS5 (a 19 de Novembro na Europa), vai aumentando a curiosidade sobre as verdadeiras capacidades desta nova consola. E por agora a Sony permitiu levantar o véu sobre alguns dos jogos que acompanharão o lançamento da consola. Só que, ao estilo do que a MS tem feito com a Xbox Series X, por agora deixando apenas falar sobre jogos em modo de compatibilidade e não sobre jogos feitos de raiz para a Series X, também a Sony mantém alguns aspectos em segredo para manter o mistério, mais concretamente o interface da PS5, que ainda não pode ser mostrado nestes vídeos.

A Sony tinha prometido um interface completamente renovado para a PS5 (que acho muito bem, já que nunca me ajeitei com o interface das PlayStation), mas teremos que aguardar mais algum tempo até o podermos ver - embora suspeite que não será uma diferença assim tão radical, para não irritar os fãs.

Mas por agora, espreitem o tipo de melhorias gráficas que poderão esperar com a PS5, embora seja o tipo de coisa que seguramente só poderá ser desfrutado ao vivo num ecrã 4K na sala, com HDR, e de preferência com suporte para 120 fps.







OnePlus 8T mantém ecrã de 6.55" mas vai ser maior que o 8

05-10-2020 | 09:00 | Aberto até de Madrugada


O próximo OnePlus 8T vai manter um ecrã de 6.55" como o OnePlus 8, no entanto vai ser maior que os modelos anteriores.

Com os smartphones a terem abdicado das margens em redor do ecrã, seria de pensar que o tamanho passaria a ser o mesmo para as mesmas dimensões de ecrã. No entanto, na OnePlus, cada um dos modelos mais recentes virá com um tamanho diferente, apesar da mesma dimensão de ecrã.

O OnePlus8T terá dimensões de 162.8 x 75.5 x 8.4 mm (9.3mm se considerarmos o módulo das câmaras), o que o deixa com um comprimento entre o OnePlu 8 e 8 Pro, e o torna no mais largo OnePlus até à data, e com espessura próxima do 8 Pro.


Em que é que isto afecta as coisas? Para todos aqueles que consideravam que o 8 Pro já estaria no limite, a largura acrescida, mesmo que por mais uma décimas de milímetro, podem ser a gota de água que torne o modelo impraticável - ainda para mais tendo em conta que será necessário considerar a utilização de uma capa de protecção.

Eu já estive em situação idêntica, sendo que a diferença entre usar um iPhone X com ou sem a capa da Apple ficava exactamente no ponto em que deixava de ser confortável de segurar com "confiança" - situação que felizmente ficou resolvida com uma capa MagCase fina da Pitaka.

A OnePlus vai apresentar o 8T a 14 de Outubro, e já poderemos validar as suas dimensões oficialmente.

Samsung pisca olho à gama de entrada com o Galaxy M11

05-10-2020 | 08:32 | Apps do Android


O Galaxy M11 é a mais recente aposta da Samsung para o mercado low cost, com a marca a anunciar a chegada deste smartphone para breve, com um preço de 159€.



Samsung Electronics Co., Ltd., confirmou hoje que o novo smartphone Galaxy M11 chegará a Portugal em breve, adicionando recursos melhorados e inovações à popular linha Galaxy M. Equipado com um ecrã imersivo Infinity-O, uma câmara tripla traseira e uma bateria de longa duração, o M11 traz inovações obrigatórias por um valor excecional.

“Com um elegante ecrã, configuração inteligente de câmara tripla e uma bateria de longa duração, o Galaxy M11 oferece todas as grandes inovações da Samsung que as pessoas desejam por um preço muito acessível”, afirma José Correia, Diretor de Marketing de Produto Mobile da Samsung Iberia.

Visualização ininterrupta
O Galaxy M11 apresenta o distinto ecrã Infinity-O da Samsung com uma impressionante qualidade HD+ de 6,4 polegadas que cria uma experiência visual cativante. Esteja a jogar, a assistir a vídeos ou simplesmente a percorrer as plataformas sociais, o rácio de exibição 19.5:9 combinado com o áudio Dolby Atmos permite uma experiência completamente imersiva.

O M11 dá continuidade ao design distinto e sofisticado desta linha de equipamentos,  cabe confortavelmente na mão graças à moldura fina e cantos lisos e estará disponível em duas cores.

Fotografia inteligente e impressionante 
O Galaxy M11 vem com uma configuração de câmara tripla e recuros fotográficos inteligentes que tornam a captura de imagens e vídeos ao nível profissional sem esforço. A câmara principal de 13MP, juntamente com a câmara Ultra Wide de 5MP, permite registar aquelas fotografias de paisagens de tirar o fôlego. Com a câmara Depth de 2MP e a funcionalidade Live Focus permite que o motivo da foto ganhe destaque. Adicione um toque criativo e um toque de diversão às suas fotos com a grande variedade de carimbos, filtros e stickers de RA com reconhecimento de rosto.

Bateria para um dia inteiro
O Galaxy M11 possui uma bateria de 5.000mAh de longa duração e carregamento rápido de 15W, permitindo consumir mais conteúdos e menos tempo com o dispositivo ligado. Com 32GB de armazenamento interno e uma memória externa até 512GB, dá a possibilidade de registar os momentos mais importantes sem receio de ficar sem armazenamento. A interface simplificada e a IU avançada proporcionam uma comunicação fácil com a vida real.

O Galaxy M11 possui reconhecimento facial e um sensor de impressão digital na parte traseira para garantir uma utilização diária mais segura.

Para mais informação sobre o Galaxy M11, visite: www.samsungmobilepress.comnews.samsung.com/galaxy.

Preço e disponibilidade
O Galaxy M11 estará disponível a partir de outubro por €159.


Grindr deixava qualquer pessoa apoderar-se da conta de outras

04-10-2020 | 20:00 | Aberto até de Madrugada


O Grindr, app de encontros para gays / bi / trans, tinha uma flagrante falha de segurança que permitia que qualquer pessoa se apoderasse da conta de outro utilizador bastando saber o seu email.

Existem inúmeros serviços que, ainda hoje, contém processos de recuperação de password que podem revelar informação que não deveriam revelar (como os que dizem se um determinado email existe ou não). No entanto, no caso do Grindr a falha era imensamente mais grave, pois permitia que qualquer pessoa se apoderasse de imediato da conta de outro utilizador, bastando saber o seu endereço de mail.


O processo de recuperação de password no Grindr consiste em ir ao site e introduzir o email, e essa pessoa receberá um email com um link para proceder à definição de uma nova password - até aí, tudo bem. O que não estava nada bem era que, na própria página em que era pedida a reposição da password, o site divulgava desde logo o token de segurança necessário para fazer a reposição da password! Ou seja, estava a dar a qualquer pessoa que pedisse a reposição da conta de qualquer email, a chave para ter acesso a essa conta.

É assustador pensar como um serviço como este, que deveria ter a privacidade dos seus utilizadores ainda mais em atenção que qualquer outro serviço, comete uma falha tão básica - e ainda para mais sendo um serviço que se assumiria que tivesse as devidas competências para operar de forma segura. Serve para demonstrar que realmente não se pode confiar que, por trás de um serviço online, não se esconda uma manta de retalhos com as mais básicas e inaceitáveis falhas de segurança.

Vídeos antigos recuperados via A.I. preocupam historiadores

04-10-2020 | 17:30 | Aberto até de Madrugada


A recuperação de vídeos históricos usando ferramentas de A.I. tem resultados impressionantes, mas a sua popularização está a preocupar historiadores quanto à potencial adulteração dos conteúdos originais.

Nos últimos anos temos assistido ao surgimento de ferramentas verdadeiramente incríveis, capazes de aumentar o framerate de vídeos antigos, ou de remover estragos e dar cor a filmes a preto e branco. Os resultados dão toda uma nova vida aos anacrónicos filmes "antigos", fazendo com que pareçam ter sido gravados com câmaras modernas, e com todo um novo nível de realismo.


É precisamente isso que preocupa alguns historiadores, que relembram que estas ferramentas não foram criadas para ter o rigor histórico em consideração, e que todas as alterações que fazem, e as cores que apresentam, podem na verdade funcionar em sentido oposto, afastando-nos do realismo que seria possível observar na película real, mesmo com o seu framerate mais reduzido. E que o processo de restauro e recuperação das mesmas é algo que deveria continuar a cargo de especialistas.



Podem ter razão, mas parece-me que uma coisa não invalida a outra. Os historiadores poderão muito bem manter o seu trabalho e dedicarem-se à recuperação historicamente rigorosa de filmes antigos; mas isso em nada invalida que qualquer pessoa deva poder usar as ditas ferramentas para "brincar" com vídeos antigos e ver que tal ficariam se fossem vídeos 4K gravados no presente.


... E nem vamos falar da indústria do cinema, que insiste em nos tentar convencer que os 24fps são um grande favor que nos fazem...

YouTube 4K chega à Apple TV mas sem HDR

04-10-2020 | 15:31 | Aberto até de Madrugada


Depois de anos sem acesso a vídeos 4K no YouTube, os utilizadores com Apple TV podem finamente começar a ver vídeos com maior qualidade... mas ainda com algumas limitações.

A Apple TV pode ser uma das mais apetecíveis "boxes" multimédia no mercado, mas no caso do YouTube ficava aquém do que praticamente qualquer outra box podia fazer, nem sequer tendo acesso a vídeos com resolução 4K. Algo que a Apple disse que iria resolver, e que agora concretiza, mas apenas parcialmente.

Utilizadores com Apple TV estão finalmente a poder seleccionar a qualidade 4K no YouTube, mas infelizmente limitados a 30fps e sem acesso a conteúdos com HDR.

Suspeita-se que essa limitação possa estar relacionada com o facto do YouTube usar o codec VP9 e a Apple TV não ter descodificação por hardware para esse codec, tendo que o fazer por software, e assim limitando o tipo de vídeo que conseguirá descodificar. Por agora o acesso ao 4K já será um bom primeiro passo, mas esperemos que no futuro possa ser melhorado para incluir vídeos 4K com HDR e a pelo menos 60 fps.

Extreme Battery Saver promete até 48 horas de autonomia nos Pixel

04-10-2020 | 15:21 | Apps do Android


Os novos Pixel 5 e 4a 5G podem não ter um preço atractivo, mas a Google fez questão de os usar para lançar uma série de funcionalidades exclusivas (por agora), como é o caso do Extreme Battery Saver.


Quem precisa de garantir que o seu smartphone sobrevive durante o máximo de tempo possível já estará bem familiarizado com o modo de poupança de bateria do Android; no entanto a Google achou que fazia sentido ir um pouco mais longe, criando este novo Extreme Battery Saver.

A productivity power up.
The new #Pixel5G phones feature Extreme Battery Saver to keep your phone going for up to 48 hours: https://t.co/c7Wpm04Sp1#LaunchNightIn pic.twitter.com/Nsck6RxbpL
— Made By Google (@madebygoogle) September 30, 2020


Com este modo a Google diz que será possível prolongar a autonomia dos Pixel em até 48 horas, à custa de coisas como a redução do tempo do ecrã ligado a 30 segundos, desactivação do perfil de trabalho (caso exista), suspensão de apps não essenciais (que nem sequer irão apresentar notificações), e desactivação do scan de redes WiFi e Bluetooth.

O Extreme Battery Saver estreia-se nos Pixel 4a 5G e Pixel 5, mas está prometido chegar aos demais Pixel "muito em breve", segundo diz a Google.

Amped Studio ganha sintetizador Europa

04-10-2020 | 13:30 | Aberto até de Madrugada


O Amped Studio tem demonstrado como é possível ter um estúdio de música directamente no browser, e agora ganha mais um módulo que expande as suas capacidade sonoras, o Europa.

O Europa é um sintetizador virtual da Reason Studios, e que agora foi adaptado como módulo WAM para funcionar no Amped Studio. As suas capacidades sonoras são extremamente vastas, e serão seguramente do agrado de todos os que se sentem fascinados pela síntese de som.

Embora seja um módulo pago, podem experimentá-lo gratuitamente no módulo de demonstração que está disponível aqui.

O Amped Studio está também disponível em versão gratuita, com funcionalidades reduzidas, para quem o quiser experimentar.

How Can PHP Show Currency Rates in Web Page using Drupal

04-10-2020 | 11:54 | Manuel Lemos

By Manuel Lemos
Drupal is a popular content management system (CMS) that allows customization by the means of module packages that can be created by third-party developers.

This package implements a Drupal module that can be used to display useful information about currencies of different world countries.

Tesla vai ter visualização de câmaras a 360º

04-10-2020 | 11:00 | Aberto até de Madrugada


A Tesla vai finalmente permitir que os condutores tirem partido de todas as câmaras instaladas nos seus carros para terem uma visão a 360º - mas que estará disponível apenas para quem pagar pela opção FSD (Full Self Driving).

Para um dos carros com mais câmaras, a Tesla mantinha-se estranhamente atrás de muitas outras marcas no que diz respeito a permitir uma visualização a 360º em redor do veículo, que facilitaria as manobras de estacionamento e em espaços mais apertados. Mas finalmente, isso parece estar prestes a mudar.

Vector-space bird’s eye view coming with FSD
— Elon Musk (@elonmusk) October 3, 2020


Elon Musk prometeu que estará para breve a chegada da visualização a 360º, que aparentemente será chamada de "vector-space bird's eye view", mas a má notícia é que apenas estará disponível para quem comprou a opção FSD, que nos últimos anos tem aumentado progressivamente de preço e que actualmente, em Portugal, custa 7500 euros.

É um preço que muitos clientes consideram excessivo, tendo em conta aquilo que faz neste momento, não esquecendo que a promessa do modo de condução autónoma tem sido prometida "para breve" há anos. Veremos se este modo de visualização a 360º não será apenas o primeiro de muitos extras que começarão a ficar associados ao modo FSD como forma de justificar o seu preço sempre crescente.

Lynk & Co arrisca com carros partilhados na Europa

04-10-2020 | 10:00 | Aberto até de Madrugada


Antecipando-se ao futuro prometido pelos carros autónomos, a Lynk & Co avança na Europa com um carro que custará €500 por mês, mas que cujo valor poderá ser reduzido ou completamente eliminado se for utilizador por outras pessoas.

A Lynk & Co que pôr à prova o modelo de carros "comprados" que podem render dinheiro, e para isso arranca em Abril com a comercialização do Lynk & Co 01 por 500 euros por mês. A Lynk & Co tem duas modalidades: os que pagam pelo carro, e os que apenas os alugam - com os primeiros a poderem receber dinheiro sempre que os segundos aluguem os seus carros. O "dono" pode definir todas as condições para o aluguer, incluindo o preço, locais de levantamento e entrega, etc. e a mensalidade cobre o seguro e revisões. Mais interessante, o valor de €500 pode também ser partilhado por um grupo de amigos que deseje partilhar o carro.


O conceito é interessante, mas temo que terá um arranque difícil, já que seria necessário ter um volume bastante elevado de automóveis nesta modalidade para o serviço ser atractivo; e em termos práticos não me parece que alguém esteja disposto a alugar o "seu" carro a não ser que depois fosse entregue no mesmo local, o que inviabiliza qualquer aluguer de quem o quisesse utilizar apenas numa viagem de ida para qualquer outro local (algo que, com um carro autónomo, não se colocaria, pois o carro poderia regressar sozinho).

Dito isto, e sabendo-se o desperdício que é ter um carro parado 90% do tempo (e em muitos casos a pagar estacionamento), opções alternativas como esta serão sempre bem vindas, nem se que seja para servirem como habituação para o eventual futuro dos automóveis partilhados.

Ford prepara extensor de autonomia para F150 eléctrica

04-10-2020 | 09:00 | Aberto até de Madrugada


A Ford parece estar a preparar uma opção de recurso para o caso da sua futura pickup eléctrica F150 não ser capaz de competir com o Cybertruck da Tesla, com um extensor de autonomia que ficará na caixa de carga.

A autonomia continua a ser uma questão que preocupa os interessados em automóveis eléctricos, e a Ford parece não estar segura que a sua F150, que é um modelo icónico nos EUA, sendo a pickup mais vendida há décadas, possa enfrentar o Cybertruck da Tesla. O Cybertruck anuncia uma autonomia de 400 km para o modelo base, mas que passa para os 800 km no caso do modelo tri-motor topo de gama.

Em contrapartida, a Ford parece querer dar à sua F150 eléctrica autonomia "ilimitada", por conta de um extensor de autonomia que fica alojado na caixa de carga, como se fosse uma caixa de ferramentas que habitualmente é instaladas nestes veículos. Neste caso não se trata de uma bateria adicional para ampliar a autonomia, mas sim de um pequeno gerador a combustível tradicional, que se encarregará de recarregar a bateria sempre que for necessário, ou alimentar directamente os motores, ao estilo do que outras marcas já adoptaram, como o i3 da BMW.



Penso que seria mais interessante se a Ford contemplasse um sistema modular que acomodasse diferentes opções de extensão de autonomia, incluindo um pack de baterias adicionais, em vez de apenas um motor a combustão que derrota desde logo o propósito da adopção de um veículo eléctrico. Ainda mais quando se sabe que vários países e estados norte-americanos já estão a definir um prazo para o fim da comercialização de veículos a combustão.

Huawei Sound X quer revolucionar a forma como ouvimos música

04-10-2020 | 08:32 | Apps do Android



A Huawei sugere 3 razões para comprarem a Huawei Sound X, a sua nova coluna com Inteligência Artificial, que promete revolucionar a tecnologia acústica, trazendo música à sua vida. 




A músicas inspira, embala e reforça sentimentos. Se pararmos para perceber os sons que estão a nossa volta, concluímos que a música é parte integrante da nossa vidaquer seja na rádio, na TV, na internet, na natureza ou mesmo no meio social através dos sons de máquinas, buzinas de carros e etc. Atualmente, a tecnologia e os mais diversos equipamentos móveis tornaram-se num veículo de acesso à música em qualquer lado e a qualquer hora 

A Huawei Sound X, desenvolvida em parceria com o Devialet Wireless Speaker, já está disponível em Portugal, por um preço recomendado de 319.99€, oferece um som 360º derivado dos seus 6 speakersAlém disso, a nova coluna conta com certificação Hi-Res e suporte a Huawei Share para um emparelhamento simples e rápido entre dispositivos Huawei 
Descubra porque a Huawei Sound X é a melhor opção para ter em casa ou no escritório para quem quer ouvir música ambiente de alta qualidade. 

  1. Áudio de alta qualidade apenas a um toque de distância 

Quando se usam colunas comuns, pode ser complicado emparelhar o smartphone. Muitas vezes, o que deveria ser um procedimento simples transforma-se numa tarefa desnecessariamente complicada. 
Agora imagine que apenas precisa de tocar na coluna com o smartphone para os dois se conectarem? Com a Huawei Sound X isto é uma realidadeCom a sua funcionalidade OneHop Audio Sharing pode, simplesmente, tocar no seu telefone contra o logótipo NFC da coluna para emparelhar os dois dispositivos. Com um toque é possíve trocar entre músicas, chamadas, vídeos e jogos do seu smartphone para a coluna num ápice.  

Além disso, a Sound X permite clarificar o som e 
silenciar a coluna simplesmente ao cobrir a parte superior com a mão, para que não tenha de tirar o telemóvel do bolso quando precisa de fazer uma pausa. Para voltar a reproduzir o áudio basta cobrir a coluna com as mãos novamente. 


  1. Uma experiência musical fascinante codesenvolvida pela Devialet 

Uma ligação estável e facilidade de utilização são características importantes nas colunas sem fios. No entanto, no fim do dia, é a qualidade do áudio que realmente faz a diferença neste mercado. 
Em particular, a Sound X tem uma performance de graves soberba, graças em parte aos exclusivos subwoofers duplos, fruto da colaboração com a Devialet, que adotam uma estrutura simétrica push-push, em que cada subwoofer cancela as vibrações das ondas traseiras da sua contraparte, de modo que o corpo permaneça estável, mesmo quando os subwoofers produzem um som intenso.  Os graves também são impulsionados pela tecnologia de melhoria de graves SAM® (Speaker Ative Matching) da Devialet. Isto significa que pode adaptar os sinais sonoros em tempo real para corresponder às características específicas da coluna e garantir que a pressão acústica reproduzida pelo aparelho corresponde precisamente à gravação original. Além disso, a tecnologia de melhoria de graves da SAM® pode ajustar a compensação de distorção em tempo real, trazendo uma frequência mais profunda. 

  1. Design requintado e user-friendly 
O design da Huawei Sound X é também um exercício de perfeição artística e o seu exterior é uma combinação perfeita para qualquer que seja a decoração A Huawei Sound X adota uma forma cilíndrica e apresenta um acabamento brilhante na parte superior, o que contrasta bem com uma grelha de malha na parte inferior. O design de malha facilita a transmissão de som, ao mesmo tempo que fornece capacidades à prova de pó e salpicos para uma utilização duradoura numa série de situações. Além de ser revestido com material de policarbonato premium e resistente ao impacto para proteger o dispositivo quando este está a ser movido, o altifalante também tem um design exterior único. Este layout proporciona a todos os componentes um desempenho ideal e equilibra, perfeitamente, as exigências para que se obtenha um corpo compacto e leve, um exterior estético e qualidade sonora intransigente.  
Além disso, a Huawei Sound X vem com um ecrã intuitivo no topo, com 12 luzes de cores RGB que exibem efeitos de luz apelativos durante a reprodução musical. Também é possível controlar o áudio ao interagir com os botões sensíveis ao toque na parte superior da coluna. 

HUAWEI SOUND X  
PVP: 319.99 

Para saber mais sobre a Huawei Sound X consulte o nosso site: https://consumer.huawei.com/pt/audio/sound-x/  

|