PlanetGeek

Toshiba abandona os portáteis

10-08-2020 | 08:00 | Aberto até de Madrugada


A Toshiba abandonou a sua presença no segmento dos portáteis, vendendo o resto da sua participação na Dynabook à Sharp, que já detinha a maioria dessa divisão há vários anos.

Tal como outros fabricantes, a Toshiba também sai do mercado dos portáteis, mas neste caso sendo um marco importante, pois não só coloca um ponto final numa linha que mantinha há 35 anos, como adquire um toque especial por a marca ter sido a primeira a criar aquele que é considerado o primeiro portátil comercial - o T1100 - em 1985.


Infelizmente era um desfecho que já se esperava. Há dois anos a Toshiba vendeu 80.1% da sua divisão de produção de PCs à Sharp, que lhe trocou o nome para Dynabook. Desde então que a participação da Toshiba no segmento era meramente simbólica, e agora dá-se mesmo o corte por completo, com a Sharp a adquirir os restantes 19.9% que faltavam para ficar com a totalidade da Dynabook.

Da próxima vez que virem um portátil Dynabook, em vez de o associarem à Toshiba, deverão considerá-lo um Sharp - como aliás já deveria ser feito desde a criação dessa marca.

Huawei Mate X2 vai dobrar ecrã para dentro?

10-08-2020 | 07:00 | Aberto até de Madrugada


Depois de no Mate X ter adoptado um sistema que mantinha o ecrã dobrável do lado de fora, para o Mate X2 parece que a Huawei vai seguir o sistema da Samsung no Galaxy Fold, e fazer com que o ecrã fique dobrado do lado de dentro.

A preferência de ter um ecrã dobrável do lado de fora / dentro será algo tão variado quanto os que preferem ter o sensor de impressões digitais na parte de frente ou na parte de trás do smartphone. Ambos os sistemas têm vantagens e desvantagens.

No caso do sistema do Mate X original, deixar o ecrã do lado de fora evita desde logo a utilização de um ecrã adicional no exterior. Mas, por outro lado, faz com que o ecrã fique duplamente exposto, sendo extremamente arriscado pousá-lo seja onde for, já que temos que nos lembrar que são ecrãs que ainda não têm a resistência aos riscos dos ecrãs não dobráveis (e mesmo esses, continuam a riscar-se com relativa facilidade). Já os que usam o ecrã no interior, como este eventual Mate X2, fica automaticamente mais protegido, mas em contrapartida obriga a utilizar um ecrã adicional no exterior, aumentando a complexidade e custos, e não deixando de parecer um desperdício.

De qualquer forma, enquanto estes modelos permanecerem com preços ultra-elevados, não é que faça muita diferença para a maioria dos consumidores. Poucos serão aqueles dispostos a pagar 2000 ou mais euros por um destes smartphones; e no caso da Huawei é ainda penalizada adicionalmente pela ausência das apps e serviços da Google.

Sonos acusa Amazon de vender os Echo abaixo do preço de custo

09-08-2020 | 20:00 | Aberto até de Madrugada


O CEO da Sonos volta a apontar a mira à Amazon, acusando a empresa de praticar preços que impedem qualquer concorrência legítima, vendendo os Echo abaixo do preço de custo, coisa que Jeff Bezos disse que poderia acontecer durante períodos promocionais - embora, nos Echo, seja frequente estarem com promoções e descontos.

É efectivamente um dos problemas que se torna inevitável com as empresas "gigantes" que vão acumulando diferentes áreas de actuação. A Amazon, assim como a Apple, Google, e outras, podem muito bem praticar preços imbatíveis nalguns sectores (se assim o desejarem), indo buscar o rendimento nos outros sectores. A Amazon pode vender o hardware a preço de custo, ou abaixo do preço de custo, sabendo que isso vai promover as vendas na sua plataforma; a Google pode fazê-lo, sabendo que com isso irá manter os utilizadores no seu ecossistema; e a Apple fá-lo em sentido inverso, por exemplo, oferecendo o acesso ao seu serviço de streaming Apple TV+ durante um ano, a quem comprar iPhones, Apple TVs, etc.

Junte-se a isto a capacidade que têm de comprar qualquer serviço concorrente (desde que aprovado pelas autoridades anti-monopólio), e facilmente se percebe que se torna cada vez mais complicado - para não dizer impossível - competir com estas empresa.

Por outro lado, há também que relembrar que a Sonos também não é nenhuma "santa", bastando relembrar o caso em que iam inutilizar colunas perfeitamente funcionais. No fundo, cada uma olha pelos seus próprios interesses, e enquanto se queixam da concorrência, nada nos garante que tomariam melhores opções se estivessem no seu lugar.

PS5 e Xbox Series X vão promover vantagens dos 120Hz

09-08-2020 | 17:30 | Aberto até de Madrugada


Uma das maiores melhorias potenciada pela chegada da PS5 e Xbox Series X vai ser o suporte para jogos a 120Hz, que potencialmente ajudará todo o sector a considerar os 120Hz como o novo standard mínimo para os jogos (e não só).

O mundo dos PCs permaneceu estagnou nos 60Hz durante muitos anos como frequência padrão desde a adopção dos ecrãs LCD (nem vamos falar do cinema, que teimosamente continua a insistir nos 24Hz como "opção artística") - curiosamente, um retrocesso face aos monitores CRT que os precederam em que os 60Hz eram considerados reduzidos, sendo sempre aconselhável usar um monitor com um mínimo 72Hz ou idealmente com mais de 100Hz.

Só muito mais tarde começaram a surgir monitores LCD com refresh rate mais elevado, com as velocidades de 120Hz e 144Hz, e que agora também começam a chegar aos 240Hz e até 360Hz. Mas uma vez que se destinam essencialmente ao segmento gamer, as suas vantagens continuam a escapar aos olhos da maioria dos utilizadores - embora isso também comece a mudar, uma vez que até os smartphones começam a adoptar ecrãs de 90Hz e 120Hz, de forma mais acelerada que os PCs.

A chegada da PS5 e Xbox Series X poderá dar uma ajuda, pois ambas irão suportar framerates de 120Hz (desde que o televisor / monitor) o permita; e é garantido que depois de verem os jogos a 120Hz ninguém queira voltar aos 60Hz, que passarão a parecer "pouco fluidos". Arrisco-me a dizer que será mais notória e apreciada a evolução dos jogos de Full HD a 60Hz para 120 Hz, do que para 4K a 60Hz - da mesma forma que seria mais apreciada a evolução para conteúdos Full HD para Full HD HDR do que de Full HD para 4K. Com a nova geração de consolas, espero que isso ajude a fazer com que os 120Hz se tornem nos novos "60Hz", como patamar de referência mínimo para tudo.


Cassete com Arduino emula jogos ZX Spectrum

09-08-2020 | 15:30 | Aberto até de Madrugada


Os fãs dos emuladores há muito que recorrem a sistemas mais modernos para substituir equipamentos obsoletos como cassetes e disquetes, e desta vez temos um projecto que colocou um TZXDuino dentro de uma cassete áudio.

O TZXDuino é um projecto que recorre a um Arduino para criar um sistema que substitui as cassetes, guardando os dados num cartão de memória e assim dispensando a necessidade de manter dezenas ou centenas de cassetes - ou até do próprio leitor de cassetes. Mas agora houve alguém que se lembrou de integrar todo o conjunto dentro de uma cassete.

I made a fully self contained virtual tape deck from an Arduitape/TZXDuino, it turned out pretty decently. 😊 #Retro #RETROGAMING #ZXSpectrum pic.twitter.com/ArdIIVHVvQ
— JamHamster (@RealJamHamster) August 6, 2020



Estes sistemas permitem manter computadores antigos com maior comodidade, dispensando a dependência em suportes que se vão tornando cada vez mais difíceis (ou menos práticos) de usar; ou de ultrapassar por completo os componentes com partes mecânicas móveis (como os drives), que inevitavelmente irão avariar e complicar a vida a quem deseja manter as suas máquinas em operação - em oposição a utilizar simplesmente um emulador das mesmas.

Como dispensar o Google Meet na app do Gmail

09-08-2020 | 15:21 | Apps do Android


A Google fez-nos o "favor" de adicionar o Google Meet à app do Gmail, quer se queira quer não, e de desperdiçar precioso espaço no ecrã principal. Felizmente, é possível recuperar esse espaço e voltar ao aspecto anterior.


Foi completamente ridículo - para não dizer abusivo - ver a Google a utilizar a app do Gmail para impingir o Google Meet aos utilizadores, forçando-o na cara dos utilizadores e desperdiçando precioso espaço que seria usado para mostrar emails, sem sequer perguntar aos utilizadores se queriam utilizar o Meet.

Para além do mais, quem desse um salto aos settings do Gmail, esperando encontrar uma opção para recuperar o espaço ocupado pelo Google Meet, ficaria desapontado por não ver nenhuma opção imediata para o fazer... Só que ela existe, desde que se explore um pouco mais.


Em vez de apresentar a opção no local onde seria esperado, directamente no ecrã de settings do Gmail, a par de opções como o tema, densidade de apresentação e apps default, a Google optou por esconder a opção dentro das definições da conta do utilizador. Por isso, para fazerem desaparecer a barra do Google Meet no fundo da app do Gmail, será necessário:
  1. Ir aos Settings do Gmail
  2. Clicar na conta de utilizador
  3. Desactivar a opção de apresentar a barra do Google Meet
E pronto, com isto recuperamos o Gmail tal como ele deveria ser. Continua a ser um desperdício ter toda a funcionalidade do Google Meet integrada dentro da app a desperdiçar megabytes, mas pelo menos esse é um pequeno preço a pagar face ao abuso de estar a ocupar permanentemente a secção inferior do ecrã sempre que estavamos na lista de emails do Gmail.

Google Play Music começa a fechar em Setembro

09-08-2020 | 13:30 | Aberto até de Madrugada


A Google já revelou mais algumas informações relativas ao encerramento do Google Play Music, a partir de final de Setembro, e a sua transição para o YouTube Music.

Para além de ser mais um exemplo onde se torna visível a aparente falta de rumo da Google, o maior impacto que terá nos utilizadores que tiverem confiado na Google para guardar as suas colecções musicais será a impossibilidade de continuarem a ouvi-las a não ser que paguem. O Google Play Music começará a ser encerrado no final de Setembro nalguns países, e encerrado por completo até ao final de 2020.


Os utilizadores do Google Play Music deverão ver uma opção que os convida a transferir as suas músicas desse serviço para o YouTube Music, mas poderão também fazê-lo por sua própria iniciativa em music.youtube.com/transfer.


No entanto, é uma transferência que resultará num pior serviço para os utilizadores que não quiserem pagar pelo YouTube Music. Ao contrário do que era possível no Google Play Music, os utilizadores não poderão fazer o download das playlists para ouvirem nos seus smartphones em modo offline, mesmo que sejam das suas próprias músicas. Portanto, a não ser que estejam interessados em se aventurar em mais uma subscrição combinada do YouTube video + música, se quiserem apenas música mais vale considerarem dar alguns euros ao Spotify, que pelo menos dedica-se inteiramente a essa função e não corre o risco de mudar de ideias a cada par de anos.

Tesla actualiza controlo da suspensão

09-08-2020 | 11:00 | Aberto até de Madrugada


A Tesla continua a fazer chegar melhorias aos seus automóveis através de actualizações, e desta vez são os Model S e Model X com suspensão activa a terem direito a novidades relativamente às definições da suspensão adaptativa.

Com esta actualização os condutores dos Tesla Model X passam a ter utilização facilitada dos modos de suspensão tanto para situações temporárias, como também para situações recorrentes. Quando se seleccionar a altura "Alta" ou "Muito Alta", o automóvel voltará a baixar automaticamente depois de ter circulado alguma distância, uma vez que estes modos são principalmente utilizados de forma temporária para passar algum tipo de obstáculo. Mas, quem quiser manter essa altura durante mais tempo (por exemplo, ao circular por estradas de terra, ou fora de estrada), também poderá especificar que deseja manter essa altura permanentemente (desde que não circule a velocidade elevada que faça o carro baixar a altura novamente).

Por outro lado, aqueles que activam o modo de altura mais elevada para sair ou entrar de garagens, poderão também dizer que querem levantar o carro sempre nessa localização; e o carro dispensará a activação manual da suspensão. Bastante mais prático (talvez um dia até se possa ter uma base de dados mundial sobre locais onde é conveniente elevar a suspensão devido às condições na estrada).


Esta actualização também vem com benefícios para quem tem uma Powerwall em casa, com o seu automóvel Tesla a poder coordenar com ela a melhor utilização de energia no caso de haver falta de fornecimento de energia da rede eléctrica; ajustando o ritmo de carregamento do carro de modo a que não seja posta em causa o fornecimento de energia da Powerwall à casa - e também suspendendo o carregamento se atingir um valor definido da Powerwall para assegurar a energia necessária para a casa.

Canadá perde a sua última placa de gelo Árctico

09-08-2020 | 10:00 | Aberto até de Madrugada


O Canadá perdeu a última placa de gelo Árctico intacta que restava no seu território, com a placa de gelo Milne a perder mais de 40% da sua área em apenas dois dias.

A perda de gelo no Árctico tem sido uma das grandes preocupações dos cientistas que vão alertando para a chegada a um ponto em que tentar reverter a aceleração das alterações climáticas se torne irreversível. Agora, ganham mais um argumento de peso, com a desintegração da placa de Milne, que em apenas dois dias perdeu uma área de 80 km2, representando 40% da sua área total.


O Árctico tem aquecido a um ritmo acelerado face ao resto do planeta, com este Verão a registar temperaturas 5ºC mais elevadas que a média dos últimos 30 anos; condições que têm acelerado o degelo e a quebra das placas de gelo polares.

Com esta quebra, os cientistas perderam um campo de investigação e respectivos instrumentos de monitorização, tendo sido pura sorte que não estivessem cientistas nesse campo no momento em que se deu a quebra da placa de gelo.

Complicando ainda mais o cenário, a perda de gelo faz com que haja menos gelo para reflectir a incidência solar, contribuindo para um maior aquecimento, que leva à perda de mais gelo, num ciclo que poderá levar ao desaparecimento das grandes reservas de gelo que ainda restam, num prazo de dez anos - com consequências gravosas para todo o ecossistema a nível global.

Repsol produz biocombustível para aviões

09-08-2020 | 09:00 | Aberto até de Madrugada


A Repsol concluiu com sucesso o fabrico do primeiro lote de biocombustível para aviação no mercado espanhol. Com este marco, a empresa avança na produção de combustíveis com baixa pegada de carbono para sectores como aeronáutica, onde as alternativas como a electrificação ainda não são viáveis ​​neste momento.

A produção de biojet foi realizada no Complexo Industrial Repsol em Puertollano (Ciudad Real) e continuará com o fabrico de mais lotes de biocombustível para aviação noutros complexos industriais do grupo em Espanha, incluindo iniciativas em que sejam obtidos biocombustíveis a partir de resíduos.

O primeiro lote, feito a partir de biomassa, consiste em 7.000 toneladas de combustível de aviação – o equivalente ao consumo de 100 voos entre Madrid e Los Angeles – e passou nos exigentes testes para estes produtos. Possui um conteúdo biológico inferior a 5% para responder aos requisitos de qualidade estabelecidos por especificações internacionais e a sua utilização impedirá a emissão de 440 toneladas de CO2 na atmosfera, o equivalente a 40 voos Madrid-Barcelona.

A promoção de biocombustíveis, em conjunto com a geração de electricidade renovável, os combustíveis sintéticos, o hidrogénio verde, o autoconsumo e a economia circular, são alguns dos pilares da Repsol para atingir a meta de neutralidade de carbono até 2050.

No caso deste biojet, foram realizados testes para determinar a matéria-prima mais adequada, com o objectivo de responder aos exigentes requisitos do Jet A1, em termos de comportamento a baixas temperaturas e controlos adicionais de qualidade. Além disso, vários testes foram realizados para determinar a concentração mais adequada de biocombustível.

Google Arts & Culture Experiments convida a um verão digital cheio de criatividade

09-08-2020 | 08:32 | Apps do Android


Numa altura em que o calor aperta, nem sempre é possível estar na praia ou no rio. Para os amantes da cultura, o  Google Arts & Culture Experiments tem 5 novas experiências que merecem um olhar mais atento.



A Google está a lançar 5 novas experiências para os amantes da cultura de todas as idades que vão permitir mergulhar nas coleções. Por exemplo, reimagine as pinturas mais famosas do mundo usando a sua paleta de cores através do “Color Hunt”. Pronto para uma sessão com um dos mestres da harmonização? Experimente o “Assisted Melody” que ajuda os utilizadores a criarem música ao estilo de Bach. Se o que procura é uma viagem virtual à volta do mundo então junte-se ao Hopper, o nosso guia pinguim. Prefere, em alternativa, exercitar os seus músculos criativos? Experimente o “Draw to Art” e veja os seus desenhos transformarem-se em obras de artes. Conheça, também, uma nova forma de explorar todos os tipos de literatura e aprender fatos interessantes através do Ocean of Books

Have I Been Pwned passa(rá) a Open Source

08-08-2020 | 20:00 | Aberto até de Madrugada


O popular serviço de alerta e verificação de passwords expostas Have I Been Pwned vai passar a projecto open-source, disponibilizando o seu código base para que possa pertencer e ser melhorado pela comunidade.

O Have I Been Pwned começou por ser uma simples base de dados que ia acumulando todas as passwords que iam sendo divulgadas na net oriundas de bases de dados roubadas, partilhadas em fóruns de hackers; e que permitia alertar os utilizadores sempre que por lá aparecesse alguma associada ao seu email. Mas isso foi apenas o primeiro passo.

O processo evoluiu ao longo dos anos, resultando na criação de um sistema de verificação de passwords que, de forma segura, permite também determinar se também uma qualquer password já consta dessa base de dados, mas salvaguardando que o acto de perguntar se a password existe a ponha automaticamente em risco. É um sistema de segurança criado por um engenheiro da Cloudflare conhecido por k-Anonimity, e que tem sido adoptado por múltiplos serviços de gestão de passwords e browsers.

Troy Hunt, o actual responsável Have I Been Pwned já tentou encontrar um comprador para o serviço, mas não é fácil encontrar alguém que se comprometa a manter a ideologia de funcionamento e ofereça as garantias de que não irá dar mau uso ao repositório de passwords que acumulou. Daí a intenção de disponibilizar o código como open-source (o que não inclui a bade de dados com as passwords) para que, de alguma forma, o projecto se possa tornar em algo comunitário, que possa ganhar uma vida própria e dispensar a sua atenção e dedicação constante, como tem acontecido até ao momento.

Isso é algo que ainda não será feito de momento e de uma só vez, já que ele diz que o código actual é uma autêntica "manta de retalhos" impróprio para consumo. Mas, ao longo dos próximos tempos, irá sendo feito de forma faseada, por módulos, até que finalmente atinja o seu propósito.

Como fazer um candeeiro LED de mesa com Bluetooth

08-08-2020 | 17:30 | Aberto até de Madrugada


Se procuram um candeeiro LED para por ao lado da cama, ou para dar um pouco de cor a qualquer sala, espreitem este Pixel Smart Lamp com um Arduino e app de controlo via Bluetooth.

Hoje em dia é fácil adicionar um pouco de cor a qualquer local usando uma lâmpada inteligente ou fita de LEDs RGB. Mas desta vez trago-vos um projecto mais interessante, que combina vários elementos base que fornecerão um excelente percurso educativo que permitirá maiores aventuras futuras.

Este projecto Pixel Smart Lamp não só ensina a criar um candeeiro LED RGB com iluminação programável, mas adiciona-lhe também um relógio com display numérico invisível (ilumina-se através do laminado da madeira), e conta com ligação Bluetooth com uma app no smartphone que permite configurar diferentes efeitos luminosos, como simulação de chamas, modo arco-íris, e outros.

Como sempre, a melhor parte é depois sentirem-se inspirados para fazerem as alterações que bem entenderem, ou de usarem aquilo que aprenderam em projectos futuros mais ambiciosos.

Purificador de ar Xiaomi Smart Air Purifier Pro a €178

08-08-2020 | 15:30 | Aberto até de Madrugada


Ideal para quem quiser manter a sua casa com ar livre de pó e demais partículas indesejadas, o Xiaomi Smart Air Purifier Pro é uma das opções mais recomendadas para manter o ar limpo.

A Xiaomi tem vários modelos de purificadores de ar, mas neste caso trata-se do Xiaomi Smart Air Purifier Pro, o seu modelo de maiores dimensões que é adequado para divisões com até 60 m2 (existem dois modelos maiores, o ProH e o Max, para áreas de 72 m2 e 84 m2, mas que são apenas destinados ao mercado chinês).


O Xiaomi Smart Air Purifier Pro está disponível por 178 euros usando-se o código de desconto BGPROCZ8, com envio da Europa.

Contando com integração com a app Mi Home, é bastante fácil criar automações para ligar / desligar este purificador de ar; que tem como vantagem adicional contar com modo de funcionamento nocturno ultra-silencioso, que permite que seja deixado a funcionar mesmo durante a noite - e mesmo para quem for "esquisito" com os ruídos. Tenho um a funcionar diariamente há vários anos (apenas sujeito à limpeza / substituição do filtro quando necessário), e recomendo.

Podes acompanhar as melhores promoções diárias no nosso grupos AadM Promos no Facebook.

Oppo Find X2 Lite e Oppo A91 frente a frente

08-08-2020 | 15:21 | Apps do Android


A Oppo tem feito uma forte aposta no mercado ocidental, estando desde Abril disponível oficialmente em Portugal, e tivemos oportunidade de por frente a frente dois dos seus modelos mais populares: o Find X2 Lite e o A91.



Os Oppo Find X2 Lite e o A91



Estes Oppo Find X2 Lite e o A91 são curiosos, porque são smartphone que são praticamente indistinguíveis fisicamente, com as diferenças a fazerem-se sentir apenas no hardware utilizado no seu interior, com o Find X2 Lite a optar por um Snapdragon 765 com 5G, enquanto o A91 se fica por um mais modesto Helio P70 (MediaTek MT6771). À data da realização deste comparativo, o Find X2 Lite tinha o ColorOS 7, com o A91 a fica-se ainda pelo ColorOS 6.1.




As especificações confirmam as semelhanças visíveis a olho nu: ecrã AMOLED de 6.4" (2400x1080) com sensor de impressões digitais integrado e pequeno notch central para a câmara frontal, 8GB de RAM, 128GB (+microSD no A91), Dual SIM, e conjunto quad-cam de 48MP + 8MP ultrawide + 2MP mono + 2MP depth (embora com objectivas ligeiramente melhores nas câmaras principais do Find X2 Lite). Na câmara frontal temos uma de 32MP no Find X2 Lite, e uma de 16MP no A91, com a bateria a ter capacidade idêntica de 4025mAh mas contando com carregamento rápido VOOC 4.0 de 30W no primeiro e VOOC 3.0 de 20W no segundo.




A nível de acabamentos estamos perante smartphones que nada ficam a dever a qualquer topo de gama, e com as cores a proporcionarem um agradável efeito em função da incidência da luz. A traseira é em plástico em vez de vidro, mas até se pode considerar isso preferível em termos de resistência às inevitáveis quedas.



Também um gesto simpático: ambos incluem uma capa de protecção transparente, que permite salvaguardar contra riscos sem impedir que se aprecie a cor escolhida.


Em funcionamento



O ColorOS traz algumas alterações ao Android de base mas, na sua maior parte, não são alterações assim tão significativas ou intrusivas que impeçam uma fácil adaptação por quem vier de qualquer outra variante de Android. Entre ambos as diferenças só se notam lado a lado, e por culpa do A91 ainda ter o Color OS 6.1 baseado em Android 9, enquanto o Find X2 Lite já tem o ColorOS 7 baseado no Android 10 - com isso a fazer-se notar em coisas como o menu de atalhos lateral, ou no control panel na área das notificações.



De resto, embora ambos se comportem relativamente bem, é notório que o Find X2 Lite se consegue mexer de forma bastante mais desembaraçada, com um salto aos benchmarks a revelar isso mesmo: no Geekbench o modelo com Snapdragon 765 destaca-se claramente do modelo com o chip Mediatek, obtendo 606 vs 287 pontos no processamento single-core. Uma diferença substancial, mas que não será de todo inesperada, considerando o diferencial de preço entre os modelos.


Quanto ao 5G, é uma das mais-valias do Find X2 Lite, mas de benefício altamente dependente do local por onde andarem e da cobertura que tiverem, não sendo algo que por agora me pareça ser de importância crítica (uma vez que por aqui ainda não tenho cobertura 5G). Outro ponto que importa referir, estes modelos não vêm com o nível de DRM necessário para terem acesso aos conteúdos em Full HD na Netflix e Amazon Prime, o que também os penaliza para o uso nesses serviços.


Câmaras



A Oppo não "inventa" nas câmaras, apresentando um interface idêntico ao de outros modelos, com vários modos de fotos acessíveis de forma rápida, e uma secção que dá acesso a modos adicionais como timelapse, sobreposição de autocolantes, modo Pro com ajustes manuais, e até o Google Lens.


Os resultados são bastante bons, mas existe processamento em excesso no A91 que carrega na saturação e nos filtros de definição, tornando as imagens mais contrastadas e com maior nitidez aparente do que no Find X2 Lite. Em muitos casos, o resultado torna-se até mais "agradável" à vista, embora não signifique seja efectivamente "melhor".

Find X2 Lite à esquerda; A91 à direita 







Apreciação final



A Oppo apostou numa fórmula curiosa e bastante interessante, ao criar dois modelos que são virtualmente idênticos, mas com o "miolo" do hardware bastante diferenciado, resultando em dois modelos para segmentos completamente distintos em termos de preço. É precisamente isso que é preciso ter em conta, já que todas as limitações do A91, como o desempenho mais modesto, deixam de poder ser consideradas como um ponto negativo quando vistas por essa perspectiva. Afinal, o Oppo Find X2 Lite é um smartphone que vai para os 469 euros, enquanto o Oppo A91 se fica pelos 279 euros.

São por isso dois modelos recomendados, com o A91 a poder até sair beneficiado, por oferecer quase tudo o que o Find X2 Lite tem de bom, mas a quase metade do preço; enquanto este último já se intromete num patamar onde começam a surgir modelos com outros argumentos, como ecrãs de 90Hz, etc.


Oppo Find X2 Lite / Oppo A91
Quente / Quente

Prós (Find X2 Lite)

  • Qualidade de construção
  • Desempenho
  • Câmaras

Contras (Find X2 Lite)
  • Ausência de ecrã a 90Hz
  • Sem Netflix em Full HD


Prós (A91)
  • Qualidade de construção
  • Câmaras
  • Preço
  • Ecrã

Contras (A91)
  • Processamento excessivo nas fotos
  • Sem Netflix em Full HD



Oppo Find X2 Lite / Oppo A91

Quente (4/5)

Star Citizen começa a esgotar a paciência dos fãs

08-08-2020 | 13:30 | Aberto até de Madrugada


Em 2015 falávamos dos atrasos do Star Citizen e se este jogo alguma vez seria terminado, passados cinco anos, o jogo continua a ficar visualmente mais impressionante, mas a pergunta mantém-se: será que alguma vez teremos o Star Citizen finalizado - ou estará o projecto destinado ao fracasso assim que a frustração dos fãs se sobrepuser à expectativa das promessas?

Vamos à parte positiva. O jogo tem tido evoluções constantes e com direito a comunicados regulares da equipa. Os mais recentes vídeos mostram o que tem sido feito, e não há dúvidas de que se trata de um jogo impressionante, quer em aspecto, quer em escala das suas ambições.





O grande problema é que não se pode ignorar que este era um jogo que inicialmente estava previsto para estar concluído e entregue aos apoiantes da sua campanha de crowdfunding em Novembro de 2014! E entre as coisas que vão sendo lançadas para impressionar os fãs e o constante pedido de dinheiro para manter o projecto em andamento, a paciência começa a esgotar-se.


Não tenho dúvidas que haverá um grupo de pessoas que até nem se importará de dedicar parte dos seus rendimentos mensais para ir contribuindo para o projecto, e disposto a esperar mais uma ou duas décadas pela concretização das promessas sempre crescentes que têm sido feitas. Mas, para muitos outros, este é um jogo que não verá mais um único euro seu - e infelizmente começo a suspeitar que não haja um final feliz para este Star Citizen.

Como construir uma câmara timelapse portátil com um Raspberry Pi Zero

08-08-2020 | 12:36 | A Minha Alegre Casinha


Tirando partido do tamanho diminuto do Raspberry Pi Zero, criar uma câmara portátil para colocar pendurada ao pescoço e que mantenha um registo em timelapse ao longo do dia torna-se mais simples que nunca.

Este projecto de uma câmara timelapse portátil com um Raspberry Pi Zero revela-se bastante acessível, até para iniciantes, já que praticamente tudo o que há para fazer é juntar componentes já existentes (continua a haver alguns pontos em que será necessário recorrer ao ferro de soldar, mas poucos).

Os componentes principais são: um Raspberry Pi Zero, uma Raspberry Pi Camera, uma bateria (de 500mAh neste caso) e circuito de carregamento, e o resto são "acessórios" como cabo, microSD, botões, LEDs, e caixa impressa em 3D.

Com a bateria de 500mAh a autonomia indicada é de 2 horas, pelo que quem quiser mais deverá considerar a utilização de uma bateria maior. Mas obviamente, terá também que ter em conta que isso irá fazer com que o conjunto pese mais e necessite de uma caixa mais volumosa.


Como esconder o Google Meet na app do Gmail

08-08-2020 | 11:00 | Aberto até de Madrugada


A Google fez-nos o "favor" de adicionar o Google Meet à app do Gmail, quer se queira quer não, e de desperdiçar precioso espaço no ecrã principal. Felizmente, é possível recuperar esse espaço e voltar ao aspecto anterior.

Foi completamente ridículo - para não dizer abusivo - ver a Google a utilizar a app do Gmail para impingir o Google Meet aos utilizadores, forçando-o na cara dos utilizadores e desperdiçando precioso espaço que seria usado para mostrar emails, sem sequer perguntar aos utilizadores se queriam utilizar o Meet.

Para além do mais, quem desse um salto aos settings do Gmail, esperando encontrar uma opção para recuperar o espaço ocupado pelo Google Meet, ficaria desapontado por não ver nenhuma opção imediata para o fazer... Só que ela existe, desde que se explore um pouco mais.


Em vez de apresentar a opção no local onde seria esperado, directamente no ecrã de settings do Gmail, a par de opções como o tema, densidade de apresentação e apps default, a Google optou por esconder a opção dentro das definições da conta do utilizador. Por isso, para fazerem desaparecer a barra do Google Meet no fundo da app do Gmail, será necessário:
  1. Ir aos Settings do Gmail
  2. Clicar na conta de utilizador
  3. Desactivar a opção de apresentar a barra do Google Meet
E pronto, com isto recuperamos o Gmail tal como ele deveria ser. Continua a ser um desperdício ter toda a funcionalidade do Google Meet integrada dentro da app a desperdiçar megabytes, mas pelo menos esse é um pequeno preço a pagar face ao abuso de estar a ocupar permanentemente a secção inferior do ecrã sempre que estavamos na lista de emails do Gmail.

Cientistas mudam nome de genes para evitar erros no Excel

08-08-2020 | 10:00 | Aberto até de Madrugada


Pela primeira vez, os cientistas tiveram que alterar o nome de genes do DNA para evitarem chatices com o reconhecimento automático de data no Excel.

Já houve casos em que genes tiveram o seu nome alterada, para evitar conotações negativas ou ferir susceptibilidades. Mas desta vez o motivo é bastante mais mundano e de ordem prática. Há genes cujo nome faz o Excel pensar que se trata de uma data, convertendo o texto em data.


THRILLED by this announcement by the Human Gene Nomenclature Committee. pic.twitter.com/BqLIOMm69d
— Janna Hutz (@jannahutz) August 4, 2020



Estamos a falar de genes que tinham como nome coisas como MARCH1 ou SEPT1, que compreensivelmente poderiam ser considerados datas para a maioria das pessoas, e que o Excel faz o "favor" de converter em datas, sem que haja forma fácil de o evitar. Os investigadores poderiam definir o estilo para a célula ou coluna, mas um copy-paste ou a criação de um novo documento poderia voltar a dar origem a uma série de erros que fariam perder bastante tempo.

Por isso, o comité responsável pelo nome dos genes, HUGO (Gene Nomenclature Committee) definiu uma nova regra para evitar que os genes tenham nomes que possam baralhar o Excel, com casos como o MARCH1 e SEPT1 a passarem a MARCHF1 e SEPTIN1.

... Acho que todas as pessoas que já perderam horas por causa de pontos e vírgulas, ou das datas em formato europeu ou norte-americano, irão compreender bem esta decisão! :)

SpaceX fica com 40% dos lançamentos militares dos EUA

08-08-2020 | 09:00 | Aberto até de Madrugada


O Departamento de Defesa dos EUA já seleccionou as empresas que irão lançar os seus satélites até 2027, com a United Launch Alliance (ULA) a ficar com 60% dos lançamentos e a SpaceX a ficar com os demais 40%.

Com a ULA a ser uma parceira de longa data do Departamento de Defesa, a grande vitória é conseguida pela SpaceX, que assim garante um importante cliente e assegura um lucrativo lote de lançamentos até 2027, derrotando a Blue Origin de Jeff Bezos e a histórica Northrop Grumman, que também eram candidatas para este contrato.

Embora não tenha sido especificado quantos lançamentos serão feitos no total, só para 2022 estamos a falar de um valor de 316 milhões de dólares para a SpaceX e de 337 milhões para a ULA.

A SpaceX continua a apostar nos seus Falcon 9 e Falcon Heavy para os lançamentos, mas é de imaginar que até ao final do período deste contrato a empresa já tenha a sua muito aguardada Starship em estado funcional - a sua nave espacial da próxima geração, que só nos últimos dias conseguiu finalmente sair do solo com o protótipo SN5. E entretanto, lançou a 10ª missão Starlink, que adicionou mais 57 satélites à sua constelação em crescimento regular.

Watch Falcon 9 launch SpaceX’s tenth Starlink mission → https://t.co/bJFjLCzWdK https://t.co/JEq6iThstT
— SpaceX (@SpaceX) August 7, 2020

|