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Galaxy Note 20 com especificações inferiores ao esperado?

24-07-2020 | 15:21 | Apps do Android


Para a nova geração dos Galaxy Note 20, a Samsung parece ter reservado todas as coisas boas apenas para o modelo Galaxy Note 20 Ultra, e fazendo com que o modelo normal seja quase um Galaxy Note 20 Lite.


Em tempos, a simples designação "Galaxy Note" era sinónimo de um modelo topo de gama. Mas para a nova geração Galaxy Note 20 as coisas parecem ter mudado, com a Samsung a deixar isso para o modelo Ultra e a transformar o Galaxy Note 20 "normal" num modelo bastante mais modesto.

De acordo com os últimos leaks, o Galaxy Note 20 normal irá manter capacidade 5G e um ecrã Super AMOLED de 6.7" (2400x1080) mas que se fica pelos 60Hz que começam a ser "curtos" (até a OnePlus apostou nos 90Hz para o seu modelo mais económico Nord). Também estranho no segmento do Note 20 será a opção da Samsung em adoptar uma traseira em plástico em vez de vidro.


De resto, deveremos ter o Exynos 990 já usado nos S20, com 8GB+256GB, e conjunto triplo de câmaras na traseira, com câmara de 12MP + 64MP telefoto 3x + câmara ultrawide, com capacidade para gravar vídeo 8K e com zoom híbrido 30X. Na frente uma câmara frontal de 10MP em furo central no ecrã. A bateria deverá ser de 4300mAh com carregador rápido que permitirá chegar aos 50% em 30 minutos, e também suportar carregamento wireless e wireless inverso.

Tudo vai depender do preço; mas quem quiser um Note 20 com tudo do melhor que há, terá que se ir preparando para investir no Galaxy Note 20 Ultra.

À conversa com a Infinity Games

24-07-2020 | 14:30 | Aberto até de Madrugada


Quem já tiver passado por jogos como o Infinity Loop, Traffix, Railways e outros, poderá não fazer ideia de que se tratam de jogos feitos em Portugal. Precisamente por isso, estivemos à conversa com Pedro Bento da Infinity Games para nos falar um pouco da aventura de fazer jogos de sucesso mundial, em Portugal.


1) Como é que a empresa foi criada (quais as suas origens)?

A empresa foi criada em 2015, quando o atual CEO Muhammad Satar decide tornar-se empreendedor e adquire um jogo chamado Infinity Loop a um developer lituano. Esse jogo já gozava de alguma popularidade e a ideia era escalar as métricas de forma orgânica. O mesmo tipo de trabalho foi feito com outras aquisições em modo one-man show até Outubro de 2017, altura em que o Muhammad decide contratar uma pessoa da área do marketing para alavancar os projetos. Eu estava a terminar o mestrado em Publicidade e Marketing e queria que a minha primeira experiência profissional acontecesse numa empresa onde pudesse ter impacto imediato, ou seja, onde pudesse aprender, mas também ensinar.

2) Qual o percurso da empresa até aos dias de hoje?

A evolução da empresa foi incrível a partir do momento em que me juntei ao Muhammad na gestão dos projetos da Infinity Games. Durante estes dois anos, a empresa mudou radicalmente nas suas mais diversas áreas. Deixámos de trabalhar remotamente com uma equipa de developers polacos para termos uma equipa interna 100% portuguesa. Passámos de duas pessoas a trabalhar num escritório improvisado num pequeno T1 para uma equipa de 12 elementos e um escritório espaçoso e profissional. No fundo, profissionalizamos todas as nossas ações.
Criámos sinergias com vários parceiros internacionais, no sentido de experimentar outros segmentos de mercado (casual games, idle games, instant games) e não ficarmos circunscritos ao género de puzzle. Iniciámos também um percurso na categoria de jogos pagos, que nos levou a ter um jogo nas top charts da Apple. Para além disso, tivemos vários jogos destacados pela Google, Apple ou por meios de comunicação de referência como o The Verge, o que ajudou a sedimentar a nossa marca na indústria de jogos mobile no geral e na categoria de puzzle em particular.

3) Como se lembraram de se aventurar a criar jogos num sector tão concorrido e preenchido?

Essa decisão partiu do CEO da empresa, quando a Infinity Games era ainda um projeto pessoal do Muhammad. Quando me juntei à empresa, o portefólio da Infinity Games possuía já 4 ou 5 jogos e a vontade de continuar num setor altamente competitivo e, até certo ponto, saturado deveu-se a dois fatores.
Primeiro, toda a estrutura da empresa foi montada no sentido de criar, publicar e monetizar jogos mobile. A partir do momento em que existe uma equipa recrutada e formatada nesse sentido, é irrealista pensar em mudar de setor. Esta especialização tem um valor infinito, como a nossa marca, e seria contraproducente desperdiça-lo. Para além disso, o percurso que a marca foi tendo no mercado também alimentou a vontade de continuar. Em segundo lugar, este era e continua a ser um segmento de mercado que está em crescimento luciférico e que ainda não atingiu o estado pleno de maturação. Esta situação fazia antever oportunidades muito interessantes para uma empresa familiarizada com mercado e que perceba o rumo que a indústria vai tomar, como acreditamos que a Infinity Games era e continua a ser.


4) Que tal tem sido a experiência de estar neste sector? Qual tem sido o feedback dos jogadores?

O nosso principal desafio está na diferenciação dos nossos produtos e da nossa marca numa indústria altamente saturada e onde um produto vencedor dá logo origem a milhares de cópias com pequenas alterações. Apesar de termos a convicção de que há sempre trabalho a realizar nesse sentido, acreditamos que somos detentores de uma marca com uma identidade muito forte e facilmente reconhecida pelos stakeholders da nossa indústria.
É comum sermos citados por publicações internacionais a respeito do nosso estilo zen e relaxante, onde sobressai a arte cuidada e minimalista, assim como as mecânicas de jogo simples e intuitivas. Da mesma forma que os termos “kafkiano” ou “orwelliano” são usados para definir correntes literárias, também existem meios de comunicação especializados que se fazem valer da Infinity Games para caracterizar esta categoria específica de jogos e isso é muito importante para nós.
Nos últimos dois anos, tivemos a argúcia e felicidade de criar uma audiência bastante sólida e devota à nossa marca. Neste momento, quebrámos a barreira dos 10 milhões de downloads no Energy e estamos muito perto de ultrapassar os 40 milhões no Infinity Loop. Nestes jogos, temos mais de 2 milhões de utilizadores ativos todos os meses, que jogam os nossos puzzles em países tão distintos como os EUA, Brasil, Rússia, Coreia do Sul ou Indonésia. Podemos dizer com orgulho que os nossos jogos estão em smartphones de jogadores de praticamente todos os países do mundo e notamos que esses jogadores estão atentos aos passos que damos.

5) Têm alguma ideia dos jogadores portugueses terem noção - ou não - de estarem a jogar jogos "made in Portugal"?

Em 99% dos casos não têm a mais pálida ideia de que estão a jogar um jogo desenvolvido e promovido por portugueses. A grande maioria dos jogadores portugueses deixa-nos comentários em inglês, porque querem ser entendidos, mas não sabem que há um gajo chamado Pedro do outro lado a ler e muitas vezes a rir-se com as mensagens. Existem sempre situações inusitadas sobre isto. Já tivemos entrevistas de recrutamento, onde os candidatos tinham os nossos jogos instalados no smartphone e pensavam que era de um estúdio estrangeiro.
Aqui fazemos sempre um mea culpa, porque nunca houve um esforço da nossa parte no sentido de sermos identificados como portugueses. O mercado português é completamente insignificante neste vertical e, do ponto de vista comercial, não faria o menor sentido centrar a nossa estratégia de aquisição de utilizadores ou de promoção da marca no espetro português.
Chegámos a fazer algumas campanhas de Facebook e Instagram, só para perceber o quão difícil ou fácil seria chegarmos aos tops em Portugal e percebemos que não é de todo difícil, devido à falta de interesse dos restantes players da categoria de puzzle.

Também fizemos algumas parcerias com páginas de social media para medir a aceitação que os nossos produtos teriam junto dos portugueses, mas o consumidor português tem muito a ideia de aquilo que é feito no estrangeiro é melhor. Se foi feito em Portugal, muito provavelmente não tem qualidade. O feedback é sempre mais positivo quando existe esse desconhecimento acerca da origem da empresa, o que é pertinente e ao mesmo tempo... triste.

6) Como se desenrola o processo de criar um jogo novo? É algo tipo inspiração do momento, ou um longo processo de planeamento (ou ambos)?

Infelizmente, não é tão divertido como as pessoas pensam. As nossas ideias para jogos são quase sempre baseadas em análises muito detalhadas do mercado, onde tentamos perceber tendências e oportunidades. Se existe um jogo a ter imenso sucesso sem grande concorrência, interessa-nos perceber as razões desse sucesso para que possamos criar um produto melhor e aproveitar o potencial desse nicho antes que outras empresas o façam.
Está longe daquele cenário que as pessoas têm no seu imaginário, onde um conjunto de pessoas está a atirar ideias para o ar à volta de uma mesa, enquanto brinca com LEGO ou faz uns desenhos brutais num caderninho. Ultimamente, as decisões acerca de novos jogos têm uma base analítica muito forte. Os dados que recolhemos sobre os diferentes géneros é que ditam o jogo que vamos fazer a seguir. Todas as decisões da empresa têm o marketing, a viabilidade financeira e o lucro como barómetro. Não podemos estar à mercê de ideias criativas que não têm sustentação analítica.

7) Há algum novo jogo que esteja a ser criado sobre o qual possam revelar alguma coisa?

Neste momento, estamos a trabalhar em 8 jogos em simultâneo. Obviamente, todos os projetos estão em fases de desenvolvimento bastante distintas. Podemos revelar que existe um upgrade em termos de conteúdo nestes projetos, fruto da maturação que a equipa tem tido em relação aos métodos de trabalho e aquisição de competências. Temos a noção que estes mesmos jogos seriam bastante mais pobres, caso fossem desenvolvidos há 6 meses atrás, e que estamos em ponto rebuçado para tentar novas coisas e explorar ainda mais as áreas onde somos inegavelmente bons.
Dentro deste conjunto de projetos, temos um jogo que estava nos nossos planos há algum tempo e para o qual temos muitas expetativas. Chama-se Package Inc. e pode resumir-se como um simulador de entregas, onde o jogador cria ligações para entregar encomendas a hotéis, hospitais, cafés, etc.. O estilo artístico do jogo e a banda sonora são altamente evocativos da marca Infinity Games e estamos muito contentes com o que temos em mãos.
Estará disponível na primeira metade do mês de Agosto e esperamos que seja o nosso próximo hit.

8) E quanto a planos para o futuro?

O nosso objetivo passa por continuar a consolidar o nosso espaço numa indústria que não perdoa deslizes. Isso inclui expandir a equipa sempre que necessário e cultivar um ambiente de contentamento no seio da empresa. Não é fácil manter as pessoas felizes de forma continuada e este é um desafio que não menosprezamos na Infinity Games, principalmente numa altura conturbada como esta do Covid 19. A maior força da empresa é o talento dos nossos colaboradores, as ideias que cedem aos nossos produtos e a vontade conjunta de triunfar.
Temos consciência do caminho que fizemos até aqui, mas vemos o nosso percurso atual como o início de algo maior. Queremos chegar ao topo e tocar o céu da mesma forma que outras empresas da nossa indústria já fizeram, mas sabemos que ainda existe muito a melhorar e que precisaremos de alguma felicidade para lá chegar. Da nossa parte, podemos assegurar ambição e comprometimento total, como temos demonstrado ao longo dos últimos dois anos.
Dizemos muitas vezes na empresa que não acreditamos na sorte. Contudo, se a sorte algum dia nos decidir visitar, irá encontrar-nos por certo dedicados ao trabalho.


Os nossos agradecimentos à Infinity Games, e ao ao Pedro Bento em particular, por terem partilhado um pouco do que se passa por trás dos jogos que nos divertem nos nossos smartphones e tablets, e votos de um sucesso continuado. Não deixem de espreitar os seus jogos, e fiquem atentos, pois vamos ter códigos de oferta para o jogo Traffix para Android e iOS. :)

Star Wars e Avatar adiados para 2022

24-07-2020 | 13:00 | Aberto até de Madrugada


O impacto do Covid-19 nos cinemas está a ser mais prolongado do que se esperava, e são cada vez mais os filmes que vão adiando as suas estreias por tempo indeterminado, e até filmes agendados para 2021 como os novos Star Wars e Avatar já estão a ser remarcados para o final de 2022.

Depois de terem passado meses encerrados por conta do Covid-19, a reabertura dos cinemas está a deparar-se com outro problema: a ausência de estreias dos grandes filmes que estavam prometidos para esta altura. Filmes que tinham data de estreia marcada para este Verão, como o muito aguardado Tennet, a par de outros como A Quiet Place 2, Mulan e muitos outros, têm sofrido adiamentos sucessivos que, para evitar frustrações nos fãs, agora até deixaram de ter data anunciada e passaram a ter "data indeterminada". Mas para piorar as coisas, parece que nem no próximo ano o cenário será melhor.

Todos os próximos filmes do Star Wars e Avatar, que estavam planeados recomeçar no final de 2021, são também alvo de ajustamento, passando um ano para a frente (2022). E nem vamos imaginar o que será se um qualquer ressurgimento da pandemia voltar a forçar os cinemas a encerrar, repetindo-se o ciclo.

Adiar indefinidamente as grandes estreias não será a melhor forma de tentar fazer com que um público que quebrou o hábito de ir ao cinema regresse às salas; especialmente quando do outro lado temos os serviços de streaming a fazer valer as suas vantagens: o Greyhound de Tom Hanks, estreado directamente no Apple TV+, bateu recordes que supostamente rivalizam com o que teria facturado se tivesse estreado nos cinemas. E isso, por si só, deveria ser mais que suficiente para fazer com que os grandes estúdios começassem a considerar os serviços de streaming como canal preferencial também para as estreias.

Tudo isto está mesmo a pedir que, um destes dias, um destes filmes que vai sendo adiado sucessivamente apareça na internet em versão pirata, e arruíne mesmo as expectativas de ter uma estreia proveitosa nas salas de cinema - que por este andar, parece que nunca virá a acontecer. :P

Android 11 seria o Red Velvet Cake

24-07-2020 | 11:00 | Aberto até de Madrugada


Com o Android 10 a Google deixou de dar nomes de doces e sobremesas ao seu sistema mobile, mas internamente essa tradição mantém-se, e o Android 11 seria o Red Velvet Cake.

A associação do Android aos doces vem praticamente desde a sua origem, com o Android 1.5 a ter sido designado por Cupcake, em 2009. Essa tradição manteve-se ao longo de uma década até à chegada do Android 10, que surpreendeu os fãs ao ser apresentado pela Google como simplesmente Android 10 e sem qualquer referência a doces começados por Q.

Só que depois foi revelado que internamente o Android 10 continuou a ter um nome de projecto relacionado com doces, "Quince Tart", e que se tivesse optado por manter um nome de doce para o público iria ser chamado de "Queen Cake" - e o mesmo acontece com o Android 11, que internamente foi baptizado de Red Velvet Cake.

Assim sendo, a lista dos nomes das versões do Android passa a ser:
  • Android 1.5 Cupcake
  • Android 1.6 Donut
  • Android 2.0 Eclair
  • Android 2.2 Froyo
  • Android 2.3 Gingerbread
  • Android 3.0 Honeycomb
  • Android 4.0 Ice Cream Sandwich
  • Android 4.1 Jelly Bean
  • Android 4.4 KitKat
  • Android 5.0 Lollipop
  • Android 6.0 Marshmallow
  • Android 7.0 Nougat
  • Android 8.0 Oreo
  • Android 9 Pie
  • Android 10 (internamente Quince Tart / Queen Cake)
  • Android 11 (internamente Red Velvet Cake)

Agora a questão que se coloca é: continuaremos a ter versões numéricas sempre crescentes; ou chegará a um ponto em que isso se comece a tornar ridículo e se considere mudar para algo como o ano de lançamento? Poderia simplificar algumas coisas, mas temo que não seria do agrado da Google nem dos fabricantes tornar ainda mais visível que a maioria dos smartphones Android vinha com sistemas dos anos anteriores.

Samsung apresenta Galaxy Z Flip 5G

24-07-2020 | 10:00 | Aberto até de Madrugada


A Samsung não esperou pelo seu evento de Agosto para revelar a nova versão do Galaxy Z Flip com ecrã dobrável, agora em versão com 5G.

Embora o Galaxy Fold tenha recebido mais atenção por nos dar um "tablet dobrável" em tamanho de smartphone, o Galaxy Z Flip não deixa de ser potencialmente ainda mais interessante para todos os que preferem usar o ecrã dobrável para tornar um smartphone ainda mais compacto. Só que, até ao momento, não era fácil justificar pagar 1500 euros por um smartphone que nem sequer suportava 5G - algo que a Samsung agora rectificou.

O Galaxy Z Flip ganha uma versão 5G, que embora mantenha o design inalterado, agora inclui um Snapdragon 865+, e algumas melhorias em termos de software que seguramente também irão chegar ao Z Flip 4G, relacionadas com um melhor funcionamento do modo Flex, que apresenta conteúdo diferenciado em ambas as parte do ecrã quando se tem o smartphone semi-dobrado.

Nos EUA esta variante 5G terá um agravamento de preço de $70 face à versão 4G, pelo que por cá será de esperar que o preço possa subir para os 1600 euros.


Teclast F15 a €308

24-07-2020 | 09:00 | Aberto até de Madrugada


A Teclast tem um novo portátil de 15.6", que chega com um design bastante atractivo e o habitual preço ultra-concorrencial da marca, o Teclast F15.

A Teclast pode ter começado por fabricar tablets e mini-portáteis económicos, mas ao longo dos anos tem vindo a apostar em produtos cada vez mais refinados, com design cuidado e melhores acabamentos. Exemplo disso é o seu mais recente portátil Teclast F15.

Este portátil vem equipado com um ecrã Full HD de 15.6" (com margens laterais reduzidas de apenas 7mm), CPU Intel Gemini Lake N4100, 8GB de RAM, SSD de 256GB, Windows 10 Home, teclado retro-iluminado, touchpad de grandes dimensões, duas portas USB 3.0, HDMI, e ficha de 3.5mm para headphones. Isto num corpo com 15mm de espessura e 1.8 kg de peso.


O Teclast F15 está disponível por 308 euros, com envio gratuito da Europa.

Um pormenor que vale a pena referir é que ao contrário do que é habitual, neste portátil a Teclast optou por colocar as portas USB e HDMI na parte traseira em vez de nas partes laterais. Um posicionamento que pode não ser tão prático para o acesso às portas, mas que acaba por poupar espaço lateral e facilitar a arrumação dos cabos.

E não se preocupem... que assim que disserem quanto é que custou, a quem vos perguntar "que marca é essa?" não deverá demorar muito tempo para que também a Teclast se torne numa marca bem conhecida dos portugueses.

Huawei garante segundo lugar no segmento de smartwatches

24-07-2020 | 08:32 | Apps do Android



Num mercado que tarda em conseguir uma implementação verdadeiramente significativa, a Huawei conseguiu garantir o segundo lugar, resultado que avém de um elevado crescimento no seu negócio de smartwatches.




A Huaweiexpediu 2,6 milhões de smartwaches em todo o mundo, no primeiro trimestre de 2020, o que representa um crescimento de 118,5% face a igual período do ano passado, posicionando-se como número 2 no ranking mundial.


De acordo com o relatório Worldwide Quarterly Wearable Device Tracker, elaborado pela International Data Corporation (IDC), a Huawei foi a única marca a crescer mais de 100% no segmento de smartwatches, no primeiro trimestre de 2020.


O relatório da IDC mostra que a Huawei continua a crescer no segmento de smartwachesgraças também à sua forte presença online e parcerias com o setor do retalho. Um crescimento que é impulsionado pelo mercado chinês, mas não só, uma vez que a Huawei também tem registado grandes progressos na Europa, América Latina e outros países asiáticos. O excelente desempenho da Huawei no segmento de smartwaches, durante o período em análise, deve-se sobretudo ao lançamento de novos produtos – Watch GT 2, lançado no final de 2019, e Watch GT 2e, no primeiro trimestre de 2020, – mas também à otimização constante das funcionalidades ligadas aos exercício físico e saúde.


No total, foram colocadas 72,6 milhões de unidades de wearables (smartwatches, pulseiras e auscultadores inteligentes) em todo o mundo, no primeiro trimestre de 2020, o que equivale a um aumento de 29,7% em relação ao ano anterior. Apesar deste resultados positivos, o segmento dos smartwatches representou uma queda 7,1%, tendo sido expedidas 16,9 milhões de unidades de relógios inteligentes primeiro trimestre de 2020.


Shen Yun, Country Manager da Huawei CBG em Portugal, salienta que “os smartwatches da Huawei trazem vantagens relativamente aos seus concorrentes na gestão e monitorização da saúde e bem-estar físico, bem como ao nível da bateria, qualidade de construção e um design moderno e dinâmico inspirado nos estilos clássicos, fatores relevantes para o consumidor na hora da compra. Relembro que, no ano passado, este segmento registou um crescimento de +500% em Portugal, e de acordo com as nossas estimativas, em 2020, este crescimento deverá manter-se em parte também devido às circunstâncias atuais, que com os ginásios limitados, encontraram nos smartwatches o seu assistente de desporto”.


A Huawei tem feito uma aposta forte no segmento de wearables, lançando vários modelos como Watch GT2 masculino e feminino, a Band 4 e Freebuds, que respondem às exigências dos consumidores. Entre Janeiro e Março de 2020, a Huawei expediu 8,1 milhões de wearables, o que representa um acréscimo de 62,2% em relação ao ano anterior, conquistando uma quota de mercado de 11,1% em todo o mundo.



Experiência integrada entre o smartphone e smartwaches são a chave para o sucesso 

A estratégia da Huawei 1 + 8 + N (1" refere-se aos smartphones, "8" inclui PCs, tablets, TVs, áudio, óculos, relógios, e auscultadores; "N" refere-se a escritórios móveis, casas inteligentes, desportos e saúde, entretenimento audiovisual e produtos de viagem inteligentes), permite criar um ecossistema que agrega todos os equipamentos da marca, oferecendo aos consumidores uma experiência integrada com o smartphone, incrementando o desempenho na área da saúde e bem-estar físico.


A malta dos bairros (dos arredores de Paris aos de Londres)

24-07-2020 | 08:30 | Gonçalo Sá

Duas das séries a ter em conta na Netflix mergulham nos subúrbios de capitais europeias e nas alianças e conflitos de comunidades imigrantes, sem generalizações nem maniqueísmos. E com música entre os elementos-chave, embora de formas distintas: jazz em "THE EDDY", hip-hop em "TOP BOY".

The Eddy.jpg

"THE EDDY" (T1), Netflix: O arranque não é muito convidativo. Dois episódios com mais de uma hora de duração cada, marcados por um ritmo irregular e um protagonista às vezes exasperante, deixam algumas reservas quanto à minissérie franco-americana que tem sido vendida como a nova aposta de Damien Chazelle. Mas na verdade o realizador de "Whiplash - Nos Limites", "La La Land: Melodia de Amor" e "O Primeiro Homem na Lua" dirige apenas os primeiros dois dos oito capítulos e, embora seja um dos produtores executivos, não é o criador deste drama urbano com tentações de musical (neste aspecto, é coerente com a sua obra).

Os créditos de showrunner pertencem ao britânico Jack Thorne, argumentista de "Skins", "Wonder - Encantador" ou "His Dark Materials", a coordenar aqui uma equipa nascida de várias geografias - multiculturalidade aliás reflectida num retrato parisiense nada turístico. A ele juntam-se, na realização, a francesa Houda Benyamina ("Divinas"), a marroquina Laïla Marrakchi ("Marock") e o norte-americano Alan Poul (veterano de televisão que passou por "Sete Palmos de Terra" ou "The Newsroom"), e apesar da diversidade de origens e visões, a coerência formal não sai beliscada: a atmosfera realista e suja, por vezes quase documental, é um dos trunfos deste mergulho no quotidiano de um clube de jazz ameaçado pelas dívidas e pelo assassinato de um dos seus músicos, a cargo da máfia local.

The_Eddy_2.jpg

Outro ponto a favor é o elenco, que junta os norte-americanos André Holland ("Moonlight") e Amandla Stenberg ("The Hunger Games: Os Jogos da Fome"), a polaca Joanna Kulig ("Cold War - Guerra Fria") ou os franceses de ascendência argelina Tahar Rahim e Leïla Bekhti (ambos do elenco de "Um Profeta"), além de vários actores amadores. Se as interpretações são irrepreensíveis, o argumento nem sempre lhes faz justiça, embora "The Eddy" não só vá melhorando à medida que vai avançando como até tem alguns episódios muito conseguidos e envolventes, à medida que aprofunda as personagens - cada capítulo foca-se numa.

"Amira", centrado na viúva do músico desaparecido, "Slim", que acompanha o empregado do bar do clube, ou "Katarina", retrato da baterista da banda, equilibram um arranque a meio gás ou as demasiadas cenas de ensaios e actuações, ancoradas num jazz ameno, para não dizer insípido - música criada especificamente para a série por Glen Ballard (produtor e co-compositor de "Jagged Little Pill", de Alanis Morissette) e Randy Kerber, este também um dos actores secundários.

Mas mesmo sem canções memoráveis, "The Eddy" sai-se bem na plausibilidade que imprime a este microcosmos revelado a partir das sintonias e crispações dos elementos de uma banda e dos que lhes estão mais próximos, com uma amálgama cultural que, ao contrário de outras ficções recentes, não parece existir para cumprir quotas de representatividade e faz todo o sentido nestas ruas de uma Paris pouco glamorosa. Um caso em que dar o benefício da dúvida compensa.

3/5

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"TOP BOY" (T1), Netflix: A série britânica criada pelo irlandês Ronan Bennett (argumentista de "Inimigos Públicos", de Michael Mann) arrancou no início da década passada e teve duas temporadas no Channel 4, mas ficou praticamente esquecida até Drake se ter tornado não só um dos maiores fãs como também o grande impulsionador do regresso. O rapper tratou de se reunir com a Netflix e de propor uma nova temporada, assumindo o cargo de produtor executivo, e acabou por ser bem sucedido.

Resultado: a terceira época estreou no serviço de streaming no final de 2019 mas as anteriores também ficaram disponíveis, embora com um novo título, "Top Boy: Summerhouse", e por isso a mais recente é considerada a primeira de "Top Boy" no catálogo da plataforma. Confuso? Um bocado, mas vale a pena recuar a ver tudo desde o início.

Recuperando personagens e actores do drama protagonizado por dois traficantes de droga de um bairro londrino com uma grande comunidade negra, introduzindo em paralelo outras figuras e conflitos, os novos episódios beneficiam de valores de produção visivelmente mais elevados enquanto mantêm a crueza e o rasgo realista dos primeiros tempos, percorrendo subúrbios raramente vistos na ficção. Felizmente, não serão os últimos, uma vez que a segunda temporada (ou a quarta, se as duas de "Top Boy: Summerhouse" entrarem nestas contas), já está assegurada e deverá chegar ainda este ano.

Até lá, há tempo de (re)descobrir um olhar sobre realidades marginalizadas e desfavorecidas capaz de englobar conflitos sociais e culturais ou o fenómeno da gentrificação sem simplismos sociológicos. E a ligação à música, e ao hip-hop em particular, não se faz só através de Drake: os rappers Asher D e Kano encarnam os protagonistas, Little Simz, Dave ou Blakie têm papéis secundários igualmente carismáticos e todos contribuem para a sensação de autenticidade de "Top Boy", que nem um desenlace com algumas conveniências de argumento atraiçoa.

3,5/5

Produtos da Semana

24-07-2020 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

A nossa rubrica de Produtos da Semana agrupa uma lista de produtos e notícias que vamos compilando ao longo da semana e que achamos que será do interesse geral.

AOC apresenta monitor U32U1 premium de 31.5"


Com a mudança de percepção das pessoas sobre o trabalho e a vida privada, questiona-se cada vez mais a estrita diferenciação de produtos direcionados para uso profissional e pessoal. O design do U32U1 criado pelo Studio F. A. Porsche reflete isso. Destina-se a utilizadores com altos requisitos estéticos e baseia-se nas tendências do design de móveis clássicos.

O suporte para tripé em forma de tubular cria leveza visual e permite destacar-se em qualquer ambiente e contexto de utilização. Também se destaca com outros recursos de design: o monitor sem moldura dos 4 lados, giratório e inclinável, fica num suporte de tripé de metal brilhante, ajustável em altura em 120 mm. A traseira de alumínio com cantos arredondados, que também abriga os conectores de cabo, cria um contraste com a tampa traseira plana cinzenta escura. Uma verdadeira novidade funcional é que esta placa permanece na mesma posição quando o monitor é girado para a posição retrato (função de articulação), para que os cabos também fiquem no mesmo local. Para maior flexibilidade, o monitor também vem com uma grade VESA para montagem em suportes externos ou suportes de parede. O monitor IPS XL de 31,5" (80 cm) vem com uma brilhante resolução 4K/UHD (3840 x 2160 pixels). Graças à conformidade com o padrão VESA Display HDR600, o monitor oferece uma profundidade de cor de 10 bits, resultando em 1,07 mil milhões de cores. As imagens brilham com contraste impressionante e as cores variam do branco luminescente ao preto mais profundo. O display cobre 135% dos RGBs, 100% do Adobe RGB e 98% do espaço de cores DCI-P3, o que a torna a escolha ideal para profissionais e entusiastas de vídeo e fotografia, bem como para designers.

O monitor U32U1 da AOC já está disponível a um preço de venda de 959 euros.


Monitores auxiliares Mobile Pixels chegam a Portugal



Sempre com o objetivo de melhorar qualidade dos processos de trabalho sem perda de mobilidade, a Mobile Pixels, empresa com sede nos Estados Unidos, projeta e cria monitores que podem ser instalados no computador portátil e usados como monitores auxiliares para maior visibilidade. São ideais para todo o tipo de profissionais, fotógrafos, bloggers, empresários, informáticos, estudantes, entre outros. Os modelos Trio e Trio Max são inovadores acessórios multi-ecrã compactos projetados exclusivamente para aumentar a produtividade dos notebooks e facilitar as multitarefas. De acordo com testes efetuados pela empresa, os Trio e Trio Max podem aumentar a produtividade até 42%. Muito fáceis de usar, estes acessórios empregam um sistema de magnetização na parte posterior de qualquer computador portátil, conseguindo-se um segundo monitor que se expande lateralmente sem aumentar a espessura do equipamento. Este monitor auxiliar pode ser rodado no ângulo mais conveniente para uma visão clara e ampla da área de trabalho do utilizador. Também pode ser rodado a 180º para partilha da imagem com a pessoa que se encontre sentada à sua frente. Ao prescindir da necessidade de estar permanentemente a abrir e fechar janelas no computador portátil, este monitor auxiliar poupa-lhe tempo e permite-lhe responder a diferentes tarefas em simultâneo. Os Trio e Trio Max foram concebidos para serem compatíveis com todos os computadores portáteis. Funcionam com todos os sistemas operativos e estão disponíveis em dois tamanhos: Trio, de 12,5 polegadas; e Trio Max, de 14 polegadas.

Ambos os modelos estão já disponíveis em Portugal através da Robisa. O preço de venda sugerido é de 259 euros para o Trio e de 279 euros para o Trio Max.


TP-Link apresenta Access Point TL-WA1201




A TP-Link anunciou o seu novo ponto de acesso para pequenas empresas e utilizadores domésticos.

O Access Point sem fios TL-WA1201 foi concebido cm um design especial para assegurar a melhor cobertura Wi-Fi nos restaurantes, pequenos escritórios e outras empresas de pequena dimensão. Um dos recursos internos é o Wi-Fi de banda dupla AC1200 ultrarrápido, que melhora a rede do escritório com o avançado AP 802.11ac Wave 2, que oferece velocidades de banda dupla de até 1200 Mbps, três vezes o desempenho da tecnologia sem fio N. A tecnologia wireless MU-MIMO permite que o AP responda a vários dispositivos simultaneamente sem congestionamento ou latência. Todos os equipamentos obtêm seus dados mais rapidamente e o Wi-Fi é usado com muito mais eficiência. A porta Gigabit Ethernet aproveita ao máximo a largura de banda da classe gigabit fornecida pelo seu ISP para garantir conexões de rede seguras. Além disso, o TL-WA1201 faculta ainda uma conexão ultrarrápida para dispositivos com fio, como PCs, IPTVs ou consolas de jogos. Além disso, a sua implementação é facilitada graças a um único cabo, e a funcionalidade Power over Ethernet (PoE - Power over Ethernet) permite que o cabo Ethernet transporte energia elétrica e dados simultaneamente, facilitando e flexibilizando a sua instalação. Uma aparência elegante e um design de montagem simples facilitam a conexão do ponto de acesso a qualquer parede ou mesa, complementando perfeitamente qualquer decoração de interiores. São suportados vários modos de operação para oferecer total flexibilidade de adaptação ao ponto de acesso e às suas necessidades de rede. Suporta modo de ponto de acesso, extensor de rede, multi-SSID. Além disso, com a tecnologia MU-MIMO, transfere dados simultaneamente para vários dispositivos com desempenho duas vezes superior. O ponto de acesso sem fios conta com quatro antenas externas que oferecem maior cobertura. As antenas estão equipadas com a tecnologia Beamforming, que concentra sinais Wi-Fi nos seus dispositivos para garantir uma conexão Wi-Fi segura a todos os cantos da casa ou do escritório, mesmo a longas distâncias. O Portal Captive oferece uma rede segura de convidados e oportunidades únicas de marketing, especialmente para pequenas empresas, como cafés ou restaurantes. O utilizador pode gerir tudo a partir de uma página do portal com design flexível, que mostra anúncios aos clientes e onde estes devem concordar com um conjunto de termos para aceder à Internet.

O TL-WA1201 pode ser adquirido em Portugal por um preço recomendado de 69,99 euros.


QNAP lança NAS de 2.5GbE TS-x53D



A QNAP lançou a série de NAS 2.5GbE TS-x53D, disponível em modelos de 2, 4 e 6 baías.

A série TS-x53D é alimentada por um processador Intel Celeron J4125 de quatro núcleos a 2,0 GHz (turbo até 2,7 GHz), com até 8 GB de memória DDR4. As portas RJ45 2.5GbE duplas integradas podem fornecer velocidades de transferência de até 5 Gbps sob Port Trunking. A ranhura PCIe 2.0 permite a instalação de placas de expansão para melhorar a funcionalidade do NAS (como uma placa de rede 5GbE/10GbE, uma placa de rede/armazenamento QM2 ou um adaptador sem fios QWA-AC2600. O NAS TS-x53D suporta caching SSD para aplicações de baixa latência, ou pode tornar-se armazenamento hierarquizado auto-otimizado com tecnologia Qtier para conseguir o melhor desempenho possível ao mesmo tempo que equilibra a utilização do armazenamento. Concebido para profissionais, a série TS-x53D suporta armazenamento, partilha, backup e sincronização de ficheiros avançados, e proteção de dados para ajudar os utilizadores a concretizar tarefas diárias produtivas. Instantâneos baseados em blocos tornam a proteção e recuperação de dados mais fáceis e mitigam eficazmente as ameaças de ransomware. O HBS (Hybrid Backup Sync) executa tarefas eficientes de backup local/remoto/na nuvem, e integra a tecnologia QuDedup que deduplica ficheiros de backup na fonte para poupar tempo de backup, espaço e largura de banda, e para acelerar backups multi-versão para melhor proteção. O TS-x53D tem também abundante funcionalidade multimédia com uma saída HDMI 2.0 para exibir vídeos 4K (4096 x 2160) a 60Hz, transcodificação de vídeo 4K de alta qualidade para converter vídeos para formatos de ficheiro universais e streaming de vídeo através de DLNA, Plex e Chromecast. O TS-x53D é flexível e versátil. A sua capacidade de armazenamento é escalável ligando chassis de expansão da QNAP ou recorrendo à função VJBOD para aproveitar capacidade de armazenamento inutilizada de outros NAS QNAP.

A funcionalidade do TS-x53D pode também ser alargada instalando apps a partir do QTS App Center integrado, permitindo correr múltiplas máquinas e contentores virtuais, instalar uma gateway de armazenamento na nuvem, implementar um sistema de videovigilância profissional e mais.

MS mostrou Halo Infinite e novos jogos para a Xbox - mas a melhor notícia foi o preço

24-07-2020 | 07:00 | Aberto até de Madrugada


A Microsoft fez mais uma ronda dedicada aos jogos que estão para chegar para a Xbox One e futura Xbox Series X, com muitos nomes conhecidos, alguns exclusivos... e uma boa notícia no final.

A Xbox não tem tido o mesmo nível de exclusivos que a Sony tem conseguido com a PS5, sendo que quase sempre se limitam a ser as mesmas sagas do costume: Gears of War, Halo, Forza (não que isso seja mau). A apresentação não trouxe grandes novidades em termos de jogos novos, focando-se quase sempre em títulos já conhecidos, com exclusividade de lançamento na Xbox - mas com direito a algumas novidades realmente novas, como o curioso Grounded que nos coloca em tamanho miniatura a tentar sobreviver num quintal.



Segundo o resumo da Microsoft sobre este Xbox Game Showcase:
Mas mesmo que os jogos não tenham surpreendido, a última revelação da MS fê-lo em grande nível. Todos estes jogos que foram apresentados estarão disponíveis gratuitamente para os subscritores do Xbox Game Pass - um grande trunfo que rapidamente nos faz olhar para eles de forma bem diferente, e que coloca a MS muito bem posicionada para que a Xbox One e futura Series X recolha a preferência de muitos jogadores.

Ao preço normal todos estes jogos superariam facilmente o preço da própria consola, mas assim, ficam acessível pelo preço de dois jogos por ano - para além de todos os outros jogos já disponíveis; e isto sem contar com que muitos deles ficam disponíveis tanto na Xbox como em PC. A Sony terá que se apressar a encontrar uma fórmula idêntica para criar o seu "Netflix" dos jogos.

França também fecha portas à Huawei no 5G

23-07-2020 | 20:00 | Aberto até de Madrugada


Depois do Reino Unido, também a França fecha as portas à utilização de equipamentos 5G da Huawei, embora com um prazo mais alargado para a transição.

O Reino Unido alinhou pelos pedidos dos EUA e, depois de ter optado por uma posição moderada face à Huawei, anunciou que irá proibir a utilização de equipamento Huawei nas infraestruturas de redes 5G já a partir do final deste ano, e a exigir a remoção de todo o material já instalado até 2027. Agora temos França a fazer, para todos os efeitos, o mesmo: anunciando que não irá renovar as licenças dos equipamentos Huawei depois de caducarem, o que equivale a fazer uma proibição da utilização dos seus produtos por parte dos operadores a partir de 2028.

Considerando os custos envolvidos nos investimentos na criação da rede 5G e a necessidade de os amortizar por um longo período de tempo, este anúncio acaba por ter efeitos práticos imediatos, já que nenhum operador irá arriscar em optar por equipamento 5G que deixará de poder utilizar em 2028. No caso francês esta medida afectará principalmente a Altice e a Bouygues Telecom, que utilizam equipamento da Huawei; deixando mais descansadas a Orange e Iliad (ILD.PA), que utilizam equipamentos da Nokia e Ericsson.

Parece que a China irá mesmo ser forçada a cumprir a ameaça que tinha feito quanto a retaliar contra a Nokia e Ericsson no caso de mais países europeus começarem a boicotar a Huawei nas redes 5G. E ainda falta saber se outros países europeus se irão juntar a esta posição tomada pelo Reino Unido e França.


Actualização: A Deutsche Telekom também anunciou hoje parceria com a Ericsson para o 5G, pelo que fica desde já indicado que a Alemanha irá seguir pelo mesmo caminho.

Vidro Gorilla Glass Victus resiste a quedas de 2 metros

23-07-2020 | 17:30 | Aberto até de Madrugada


A Corning anunciou uma nova geração do seu popular vidro, com este novo Gorilla Glass Victus a prometer ser mais resistente a riscos e podendo sobreviver a quedas de 2 metros.

Desde o abandono dos ecrãs em plástico (sim, lembram-se desses tempos?) que o Gorilla Glass da Corning tem sido a referência nos vidros anti-riscos e mais resistentes nos smartphones. Ao longo dos anos fomos acompanhado várias evoluções das suas capacidades, e agora é tempo de conhecermos o novo Gorilla Glass Victus.

A Corning diz que este é o seu vidro para smartphones mais resistente de sempre, e promete trazer vantagens "visíveis" face às melhorias duvidosas que foram feitas desde o Gorilla Glass 3 de 2014 até ao Gorilla Glass 6 actuais (com o Gorilla Glass 4 a ser até considerado pior que o Gorilla Glass que veio substituir). Talvez por isso mesmo a Corning não tenha chamado este seu novo vidro de Gorilla Glass 7, em vez disso optando por "Victus."


Este Victus promete combinar as capacidade de resistência aos riscos com a resistência às quedas; sendo, segundo a Corning, duas vezes mais resistente aos riscos que o Gorilla Glass 6, e permitindo quedas de 2 metros de altura em vez dos 1.2 e 1.6 metros dos Gorilla Glass 5 e 6.

Dito isto, vidro é vidro... e não esperem que este faça milagres. Aposto que não será difícil que uma queda mais azarada o faça partir como qualquer outro, mesmo em quedas de 20 ou 30 cm. Ademais, a avaliar pela quantidade de pessoas que vejo na rua a usar smartphones com ecrãs partidos, é bastante mais comum do que se possa imaginar.

Base para monitor com hub USB 3.0 a €44

23-07-2020 | 16:30 | Aberto até de Madrugada


Ideal para os fãs das secretárias limpas e bem organizadas, esta base para monitores (ou portáteis) com hub USB integrado pode simplificar a vida e reduzir a confusão de cabos.

Embora muitas pessoas recorram aos teclados e ratos sem fios como forma de libertar a sua mesa de trabalho dos inestéticos cabos, há coisas às quais não podemos escapar e que continuam a necessitar de um fácil acesso às portas USB; quer seja para ligar um cabo para recarregar o smartphone, ou para ligar uma pen USB, disco externo, ou leitor de cartões. Por isso, que tal adicionar quatro portas USB que ficam facilmente acessíveis, e já disponibilizando fichas USB-C para alimentação e dados?



Esta base para monitor em alumínio com hub USB está disponível por 44 euros, com envio gratuito da Europa.

Em vez de deixar as portas USB escondidas atrás de um monitor, ou na caixa do computador que se deseja manter afastada da vista (debaixo da secretária talvez), esta base permite colocá-las sempre à mão. No processo também cria um espaço debaixo do monitor onde podemos arrumar o teclado e rato, e simultaneamente elevar ligeiramente o monitor para que fique numa posição mais ergonómica.

Notícias do dia

23-07-2020 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

MB Way com 25 transferências gratuitas por mês; Uber Eats alarga horários a 24 horas no Porto e Portimão; iPhones de 2022 com câmaras periscópicas; os fãs dos smartphones para jogos passam a ter mais dois modelos a considerar, o Asus ROG Phone 3 e o Lenovo Legion Duel; nas promoções temos um Power bank BlitzWolf BW-P10 10000mAh com carregador wireless integrado a €16; e a AT&T assusta clientes dizendo que têm que comprar novos smartphones pois os que têm irão deixar de funcionar.

Antes de passarmos às notícias do dia, não deixem de participar no passatempo que vos pode valer uns earphones BT BlitzWolf Airaux AA-UM1. E, após quatro meses de interregno devido ao Covid-19, regressa o nosso meeting mensal já este sábado - em edição limitada a um máximo de 10 participantes.

Facebook troca likes pelos seguidores nas páginas



O Facebook está a fazer alterações e a retirar o botão de like nas páginas do Facebook, em vez disso dando maior destaque ao elemento que será um melhor indicador do interesse da página: o número de seguidores.

A medida visa trazer uma maior justiça para as páginas, dispensando por completo o número de likes, que muitas vezes podem ser dados apenas como "favor" mas sendo acompanhados pelo "unfollow" da página. Ao dar destaque ao número de seguidores, as páginas passaram a mostrar o número de pessoas que realmente as considera suficientemente interessantes para merecerem a sua atenção.

Dito isto, relembro que também temos página no Facebook, e com o bonito cartão de visita de contar com mais seguidores do que likes - neste momento: 37076 likes, 37424 seguidores. :)


Hackers do Twitter acederem a mensagens directas de 36 contas



O Twitter continua a investigar e revelar detalhes sobre o ataque que sofreu, e depois de ter dito que os hackers não acederam às passwords agora informa que os terão acedido às mensagens directas de 36 contas das 130 que foram alvo de manipulação por parte dos atacantes - que publicaram mensagens fraudulentas de duplicação de bitcoins.

Independentemente da necessidade do Twitter ter que reforçar a segurança do acesso aos dados dos clientes - por exemplo, exigindo que fosse necessária a validação de pelo menos duas pessoas - continuo a ficar surpreendido por haverem pessoas que continuam a acreditar que alguém lhes iria duplicar o dinheiro em bitcoins e dispostas a arriscarem o seu próprio dinheiro nisso.


MediaTek revela Dimensity 720 com 5G integrado



Depois dos Dimensity 1000 e 800, a MediaTek anuncia um novo SoC destinado a facilitar o acesso ao 5G nos equipamentos de gama mais económica, o Dimensity 720. Produzido em processo de 7nm, este SoC octa-core (2x A7 + 6x A55) consegue ainda assim manter características interessantes e que fazem antever o caminho que mesmo os equipamentos mais baratos poderão seguir:  suporte para dual SIM, dados até 2.34 Gbps, suporte para ecrãs de 2520x1080 a 90Hz com HDR10+, câmaras até 64MP ou 20MP+16MP, suporte para assistentes de voz por hardware (com múltiplas frases de activação por voz), até 12GB de RAM.

A parte do ecrã parece-me ser sinal claro que os 90Hz passarão, no próximo ano a ser o patamar base aceitável para os ecrãs nos smartphones, com 120Hz a serem a referência normal nos de gama média alta (sem entrar nos 144Hz dos modelos gaming).


China lança com sucesso rover com destino a Marte



A China lançou com sucesso a missão Tianwen-1 com destino a Marte e que, se conseguir lá pousar com sucesso, representará um marco histórico. Até à data apenas a NASA conseguiu pousar rovers em solo marciano, e até lá fazer chegar sondas estáticas tem sido complicado (as duas tentativas europeias acabaram em desastre.

Também a caminho de Marte segue neste momento uma missão dos Emirados Árabes Unidos, que colocará um satélite para observar o clima marciano; e na próxima semana será a vez da NASA enviar o novo rover Perserverance, a 30 de Julho. Nunca tantas coisas estiveram a caminho de Marte ao mesmo tempo .


Curtas do dia


Resumo da madrugada

Jelly 2 um Android 10 ultra-compacto para quem gosta de smartphones pequenos

23-07-2020 | 15:21 | Apps do Android


Quem se queixa do tamanho gigante dos smartphones actuais tem finalmente uma solução que poderá ser a resposta a todos os seus problemas: o diminuto Jelly 2 com ecrã de 3" mas que não dispensa o Android 10 e hardware bastante interessante.


Numa altura em que praticamente todos os smartphones começam a ter ecrãs que em tempos era apelidados de mini-tablets, a Unihertz criou um novo smartphone compacto que se segue ao seu Jelly original de 2017, e que agora vem melhor que nunca. O Jelly 2 vem com um ecrã de 3" (854x480), CPU Helio P60, 6GB de RAM, 128GB + microSD, câmara de 16MP, câmara frontal de 8MP, NFC, USB-C, ficha de 3.5mm, Android 10 e uma bateria de 2000mAh - que resolve uma das maiores críticas ao modelo original, que tinha bateria de 950mAh.

As dimensões envergonham qualquer smartphone actual, ficando-se pelos 95 x 49.4 mm, com a espessura de 16.5 mm a não assustar devido às suas dimensões globais.


As entregas estão prometidas para Dezembro de 2020, com o preço a começar nos $159 para uma unidade ($129 se apanharem uma unidade early bird) - valor que me parece bastante adequado para aquilo que oferece.

Uber Eats alarga horários - 24 horas no Porto e Portimão

23-07-2020 | 14:30 | Aberto até de Madrugada


Satisfazer o apetite a qualquer hora do dia ou da noite passa a ser mais fácil com o Uber Eats, que passa a estar disponível 24h por dia no centro do Porto e Portimão, e também em horário alargado no resto do país.

Depois da parceria com o Continente, o Uber Eats anuncia o alargamento dos horários de serviço em mais zonas do país, que variam consoante as cidades e respetivas zonas, bem como dias da semana. O centro do Porto e Portimão juntam-se ao centro de Lisboa e passam a disponibilizar o serviço durante 24 horas, entre quintas-feiras e sábados.

Nos restantes dias da semana (de domingo a quarta-feira), os horários serão entre as 09h e 06h, no Porto (incluindo Gaia, Maia e Matosinhos), e entre as 11h e 02h, em Portimão. Em Espinho, Santa Maria da Feira e São João da Madeira os horários serão todos os dias entre as 11h e 00h.

Neste horário das 24 horas, os utilizadores de ambas as cidades terão disponíveis para os seus pedidos a McDonald’s e, no centro do Porto, também a Galp. Ainda no Porto, a aplicação celebra a parceria exclusiva com o Café Santiago, um restaurante icónico da cidade reconhecido pelas suas francesinhas.


O horário de funcionamento também se prolongará noutras zonas do país: na maior parte das cidades, o serviço estará disponível até às 04h da madrugada, entre quintas-feiras e sábados, e até às 02h nos restantes dias da semana. Falamos das regiões de Braga, Guimarães, Vila do Conde, Vila Nova de Famalicão, Vila Real, Viseu, Aveiro, Coimbra, Leiria, Marinha Grande, Caldas da Rainha, Santarém, Évora, Algarve, Funchal e Açores. Em Águeda e Figueira da Foz, o horário será todos os dias até às 02h e em Paços de Ferreira, Espinho, Santa Maria da Feira e São João da Madeira, todos os dias, até às 00h.

Em Lisboa, este prolongamento já tinha sido anunciado: no centro de Lisboa, 24 horas entre quintas-feiras e sábados e até às 06 horas da madrugada nos restantes dias da semana. Fora do centro de Lisboa, o Uber Eats prolongou o anterior horário de encerramento das 00h00 para as 02 horas da madrugada entre domingo e quarta-feira e até às 06 horas da manhã de quinta-feira a sábado.


P.S. - Se forem dar uso ao Uber Eats não se esqueçam de usar o nosso código: eats-uberaadm que dá €10 de desconto na primeira encomenda de valor superior a €15.

Samsung mostra vantagens dos seus aspiradores sem fios Samsung Jet

23-07-2020 | 12:49 | A Minha Alegre Casinha


Tem havido uma tendência crescente de utilização dos aspiradores sem fios, e a Samsung quer dominar o segmento topo de gama nesta classe com os seus Samsung Jet.

Estes aspiradores sem fios são bastante mais convenientes do que os aspiradores tradicionais, fazendo com que sejam muito mais prático pegar neles para aspirar qualquer coisa "na hora" sem o sofrimento associado a toda a rotina de "ir buscar o aspirador pesadão, ligar o cabo a uma tomada próxima, lutar contra o tubo de aspiração, e finalmente aspirar"... e depois repetir todo o processo em sequência inversa para o arrumar. Com os sem-fios, é tirá-lo do suporte, limpar e arrumar.

A questão é que, passado o período de "paixão" inicial por estes aspiradores, começam a fazer-se sentir os aspectos que poderiam ser melhorados, como a facilidade de despejar o lixo e limpar os filtros, etc. E é aí que a Samsung aposta nos seus modelos mais avançados Samsung Jet.


Este modelos contam com toda a secção de limpeza (receptáculo, secção ciclone, e todos os filtros) laváveis; e para aqueles que querem mesmo a máxima conveniência livre de partículas, um sistema opcional de descarga do lixo automático.



Obviamente, do outro lado da questão temos o custo, com estes aspiradores a poderem custar para cima de 700 euros(!) - o que faz com que, por muito interessantes que sejam, continue a ter que me dar por satisfeito com um aspirador wireless que custa 10 vezes menos.


MB Way com 25 transferências gratuitas por mês

23-07-2020 | 12:20 | Aberto até de Madrugada


Depois do início da cobrança de comissões que tornaram o MB Way muito menos atractivo para os consumidores portugueses, chega agora uma solução de compromisso que permite fazer 25 transferências por mês, até um limite de 150 euros, gratuitamente.

O MB Way nasceu em 2015 e ganhou grande popularidade durante o período inicial em que disponibilizou a utilização de forma completamente gratuita. No entanto desde o início que se sabia que isso inevitavelmente iria chegar ao fim, com a indicação bem visível de que os custos seriam definidos por cada banco. Esse dia lá chegou, fazendo com que a utilização do MB Way se tornasse muito menos apelativa, já que não havia qualquer tipo de justificação para se pagar mais de €1 por cada transferência.

Mas com a chegada do Covid-19, a procura por sistemas de pagamento sem contacto ganhou uma nova dimensão (ao ponto de ser prometida a suspensão das comissões no MB Way - que não sei se chegou a ser verdadeiramente implementada), e que terá contribuído para que agora se fique com o direito a ter 25 transferências MB Way gratuitas por mês.

É uma boa forma de fomentar o uso do MB Way, mas está longe de ser perfeita. Estas 25 transferências equivalem a usar o MB Way uma vez durante os dias de semana; e uma vez que tem um limite máximo mensal de 150 euros, é o equivalente a fazer transferências de valor médio de 6 euros. Ou seja, na prática servirá apenas para fazer o pagamento do "prato do dia" ao almoço, e nada mais.

Mais do que beneficiar os consumidores, esta "oferta" acaba por melhor ser apelidada da continuação do período de promoção do MB Way, incentivando a sua utilização para que possam sentir as suas vantagens (apontar a câmara do smartphone para o terminal de pagamento e "já está") para que depois o hábito justifique que adiram aos serviços extra (€€€) nos seus bancos que lhes permitam continuar a usar o MB Way.


P.S. Também foram aplicados limites máximos às comissões, que passam a ser de 0.2% para cartões de débito e 0.3% para os cartões de crédito. No caso das contas de serviços mínimos, ficam limitadas a cinco transferências gratuitas por mês.

Samsung Galaxy Note 20 em plástico e só com 60Hz?

23-07-2020 | 11:00 | Aberto até de Madrugada


Para a nova geração dos Galaxy Note 20, a Samsung parece ter reservado todas as coisas boas apenas para o modelo Galaxy Note 20 Ultra, e fazendo com que o modelo normal seja quase um Galaxy Note 20 Lite.

Em tempos, a simples designação "Galaxy Note" era sinónimo de um modelo topo de gama. Mas para a nova geração Galaxy Note 20 as coisas parecem ter mudado, com a Samsung a deixar isso para o modelo Ultra e a transformar o Galaxy Note 20 "normal" num modelo bastante mais modesto.

De acordo com os últimos leaks, o Galaxy Note 20 normal irá manter capacidade 5G e um ecrã Super AMOLED de 6.7" (2400x1080) mas que se fica pelos 60Hz que começam a ser "curtos" (até a OnePlus apostou nos 90Hz para o seu modelo mais económico Nord). Também estranho no segmento do Note 20 será a opção da Samsung em adoptar uma traseira em plástico em vez de vidro.


De resto, deveremos ter o Exynos 990 já usado nos S20, com 8GB+256GB, e conjunto triplo de câmaras na traseira, com câmara de 12MP + 64MP telefoto 3x + câmara ultrawide, com capacidade para gravar vídeo 8K e com zoom híbrido 30X. Na frente uma câmara frontal de 10MP em furo central no ecrã. A bateria deverá ser de 4300mAh com carregador rápido que permitirá chegar aos 50% em 30 minutos, e também suportar carregamento wireless e wireless inverso.

Tudo vai depender do preço; mas quem quiser um Note 20 com tudo do melhor que há, terá que se ir preparando para investir no Galaxy Note 20 Ultra.

Messenger para iOS ganha bloqueio de app

23-07-2020 | 10:00 | Aberto até de Madrugada


Os utilizadores do Messenger em iPhones e iPads poderão ficar mais descansados ao ceder o seu smartphone ou tablet a amigos, sabendo que não poderão espreitar as suas conversas no Messenger.

Quem quiser reforçar a sua privacidade poderá a partir de agora recorrer ao App Lock no Messenger para pedir autenticação sempre que regressarem à app, via Face ID, Touch ID, ou código PIN. O pedido de autenticação poderá ser feito de forma imediata assim que regressarem à app, ou configurada para dar algum tempo de tolerância, para que a funcionalidade se torne menos intrusiva no caso de saírem temporariamente para fazer alguma coisa rápida noutra app.

Por agora a funcionalidade está apenas disponível para iOS, com a promessa de chegar ao Android em breve. Em alternativa, podem sempre recorrer ao screen pinning, disponível desde o Android 7.0, para fazer com o smartphone fique bloqueado numa app específica (por exemplo, o browser) e não permita sair da app para ver outras coisas sem a devida autenticação (não é a mesma coisa, mas pode servir para o efeito de ceder o smartphone temporariamente a alguém para uma função específica).

Em alternativa, várias marcas já oferecem capacidades idênticas que permitem proteger o acesso a determinadas apps: a Samsung tem o Secure Folder, a Huawei e Honor têm o PrivateSpace, etc.

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