PlanetGeek

Google Maps com Gemini nas viagens a pé e de bicicleta

01-02-2026 | 14:30 | Aberto até de Madrugada

Depois da navegação automóvel, o Gemini no Google Maps passa a estar disponível para as viagens a pé e de bicicleta.

A Google está a alargar a integração do Gemini no Google Maps, passando a suportar também direções a pé e de bicicleta. Até agora, o assistente estava disponível apenas durante a navegação automóvel.

Com esta actualização, o Gemini pode funcionar como um verdadeiro guia turístico. Os utilizadores podem perguntar em que zona estão, quais os melhores restaurantes nas proximidades, ou o que vale a pena visitar ao longo do percurso, com base na informação do Google Maps.

Para quem anda de bicicleta, a ajuda mãos-livres torna-se ainda mais prática. O Gemini pode indicar a hora prevista de chegada, lembrar compromissos, e até enviar mensagens sem que seja necessário parar ou pegar no telemóvel.

A funcionalidade está a ser disponibilizada a nível global em iOS e Android, nos locais onde o Gemini já está disponível. Como é habitual, a Google usa um processo de lançamento faseado, o que faz com que possa demorar várias semanas até chegar a todos os utilizadores.

Como fazer um PC robusto RPI numa caixa "blindada"

01-02-2026 | 13:39 | A Minha Alegre Casinha

Quem quiser ter um computador RPI preparado para resistir a situações de emergência, pode seguir este projecto.

Não faltam projectos que mostram como transformar os versáteis Raspberry Pi em pequenos "PC" que podem substituir um computador desktop tradicional ou um portátil. Desta vez temos uma variante um pouco diferente, que aposta na robustez.

Quem já viu filmes em que os militares recorrem a um computador de combate guardado numa mala robusta, saberá do que se trata. Este Cyber Deck coloca um Raspberry Pi 5, um touchscreen de 10", teclado iluminado, coluna de som, e baterias, numa caixa "blindada" à prova de água. Temos até o detalhe de uma chave física para dar acesso ao sistema, mas esse é um detalhe que pode ser dispensado - a não ser que queiram mesmo levar o conceito à letra (em alternativa, podiam também optar por uma caixa com fechadura).

Para a caixa temos versões económicas por cerca de 40 euros, com os puristas a poderem optar pelas caixas Peli originais pelo dobro do preço.



É um bom complemento para todos aqueles que gostam de estar preparados para cenários de emergência e que já guardam mantimentos, lanternas, rádio, e outras coisas essenciais - e que queiram juntar um pequeno computador à sua lista de equipamentos.

Fabricantes abandonam TVs 8K

01-02-2026 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

Depois do falhanço do 3D, é a vez dos fabricantes reconhecerem que também os televisores 8K se juntam à lista de coisas em que os consumidores não têm interesse.

Depois de mais de uma década de promessas, os fabricantes de televisores começam finalmente a admitir que o 8K dificilmente será um formato para o público em geral. Vários fabricantes estão a abandonar ou a reduzir drasticamente os seus planos para 8K, reconhecendo que os benefícios são limitados para a maioria dos consumidores, sobretudo devido aos preços elevados e à quase inexistência de conteúdos nativos nessa resolução.

A LG Display deixou de produzir painéis 8K, tanto LCD como OLED, o que praticamente corta o fornecimento na origem. A LG Electronics também está a afastar-se do segmento, enquanto marcas como a TCL já saíram há anos e a Sony descontinuou os seus últimos modelos 8K sem perspectivas de os fazer regressar.
Os números ajudam a perceber esta mudança. Existem quase mil milhões de televisores 4K em uso, mas apenas cerca de 1.6 milhões de TVs 8K foram vendidas desde 2015, com o pico de vendas em 2022. Até a Associação 8K perdeu grande parte dos seus membros, sinal mais que claro de que o entusiasmo da indústria esmoreceu.
Há também a questão prática da percepção visual. Estudos mostram que a maioria das pessoas só consegue distinguir 8K de 4K em ecrãs muito grandes e a distâncias curtas. A isso soma-se a total falta de conteúdos nativos em resolução 8K, o que desde logo deita por terra as vantagens de ter um destes ecrãs (mesmo com as promessas de upscaling "AI" que transformar 4K em 8K).

Apesar de ser algo que não tem qualquer interesse imediato para o grande público, há no entanto outras áreas onde seria interessante que as resoluções 8K e 16K se mantivessem, como no cinema, por exemplo - para que realmente se possa sentir a diferença, e não se passar pela experiência de ir ver um filme e dizer "tinha tido melhor experiência a ver o filme em casa num ecrã 4K OLED".

SpaceX quer colocar 1M de data centers no espaço

01-02-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

Depois dos milhares de satélites Starlink, a próxima ambição da SpaceX é colocar um milhão de data centers no espaço.

A SpaceX submeteu um pedido à FCC (Federal Communications Commission) norte-americana para colocar até um milhão de data centers espaciais em órbita baixa da Terra. Embora seja improvável que tal número venha a ser aprovado, a estratégia da SpaceX passa muitas vezes por pedir valores irrealistas como ponto de partida para negociações.

A proposta descreve uma rede de centros de dados orbitais alimentados por energia solar, ligados entre si por comunicações a laser. No documento, a empresa apresenta o projecto como um passo inicial rumo a um futuro em que a humanidade consiga aproveitar uma fatia muito maior da energia do Sol. Mesmo que apenas uma pequena parte deste plano se concretize, o impacto no espaço seria significativo. Actualmente existem cerca de 15.000 satélites em órbita, segundo estimativas da European Space Agency, sendo que quase 10 mil são satélites da constelação Starlink - e mesmo assim já vão surgindo problemas regulares de "quase colisões" - que já levaram a SpaceX a reduzir a altitude de milhares de satélites Starlink. Um aumento para valores desta magnitude multiplicaria exponencialmente estas preocupações.

Ainda assim, a SpaceX defende que os benefícios compensam os riscos. Segundo a empresa, centros de dados no espaço poderiam ser mais baratos e mais sustentáveis que os terrestres, evitando consumo excessivo de água, poluição local e pressão sobre as redes elétricas. Veremos se realmente o futuro da computação passa por ter milhares/milhões de data centers em redor do planeta, ou se alguém se lembra de que: se for possível fazer data centers auto-suficientes no espaço, talvez também seja possível fazê-los "cá em baixo".

Blue Origin suspende "turismo espacial" para se focar na Lua

01-02-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

A Blue Origin de Jeff Bezos, anunciou a suspensão dos voos turísticos New Shepard que têm levado milionários e vedetas ao espaço.

A Blue Origin decidiu suspender o programa New Shepard durante pelo menos dois anos, um sinal claro que a sua fase de turismo espacial suborbital chegou ao fim. O programa, iniciado em 2015, levou 98 pessoas ao espaço e lançou mais de 200 cargas científicas, tornando-se o mais duradouro da empresa.

A razão oficial é uma mudança estratégica. O CEO Dave Limp explicou que a empresa vai redirecionar recursos para os seus objetivos lunares, incluindo o foguetão New Glenn. Fundada por Jeff Bezos, a Blue Origin quer agora concentrar-se em apoiar o regresso da humanidade à Lua e a criação de uma presença lunar sustentável. A decisão apanhou muitos funcionários de surpresa. A New Shepard tinha realizado um voo tripulado poucos dias antes e ainda existiam novos foguetões e cápsulas em desenvolvimento, com lugares a serem vendidos por cerca de um milhão de dólares. No entanto, o programa era visto há muito como financeiramente frágil e de alto risco: um acidente num destes voos poderia deitar por terra as ambições da empresa para o futuro.

Ao terminar o New Shepard, a Blue Origin passa a dedicar-se exclusivamente ao New Glenn e nos módulos lunares para o programa Artemis da NASA, onde concorre directamente com a SpaceX. O New Glenn fez o primeiro voo no início de 2025, e no final do ano conseguiu fazer uma aterragem bem sucedida numa plataforma flutuante tal como faz a SpaceX.

Windows 11 desce e Windows 10 conquista utilizadores

31-01-2026 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

Sinal claro do desapontamento com o Windows 11, o Windows 10 recupera terreno, e até o Windows 7 tem registado um aumento de utilizadores.

Apesar da Microsoft anunciar que o Windows 11 atingiu os mil milhões de utilizadores mais rapidamente que o Windows 10, o mundo real tem mostrado um panorama bem diferente que ilustra o descontentamento geral com o Windows 11.

Segundo as estastísticas da Statcounter, o Windows 11 tem vindo a perder quota de mercado nos últimos meses, enquanto o "obsoleto" Windows 10 tem voltado a ser a preferência de muitos utilizadores. E falando de sistemas obsoletos, até o velhinho Windows 7 parece regressar à vida, passando de 2% para quase 4% nos últimos meses.
É certo que a Microsoft não está alheia a este descontentamente generalizado com o mau desempenho do Windows 11 e, principalmente, o panorama desolador de a cada actualização surgirem novos bugs, tendo prometido que este ano irá dedicar-se a resolver esses problemas.

Mas, compreensivelmente, do lado dos utilizadores a posição parece ser de cepticismo, preferindo manter-se no mais estável e fiável Windows 10 (que pelo menos não leva com actualizações mensais com novos bugs), e aguardando que as promessas da Microsoft se materializem em melhorias concretas do Windows 11.

Relógio E-paper e ESP32 com sincronização via internet

31-01-2026 | 18:30 | Aberto até de Madrugada

Os fãs dos relógios sempre certos vão apreciar este On-Demand Sync Clock que se pode acertar automaticamente carregando num botão.

O On-Demand Sync Clock (OSC) é um projecto que mostra como se pode criar um relógio de mesa com ecrã E-paper e um ESP32, e que apesar de recorrer a um DS3231SN para manter as horas certas em modo offline (com precisão teórica de 1 minuto por ano), pode também assegurar a hora garantidamente certa mediante sincronização via internet (com acesso WiFi).

O projecto vai ao ponto de registar os desvios do relógio interno face à hora, de modo a fazer uma calibração mais acertada - e se isso vos faz lembrar o projecto do relógio Self Learning, não é coincidência, pois este projecto é precisamente do mesmo autor.



A principal diferença é que desta vez não temos que configurar o acesso estático a uma rede WiFi. Ao se carregar no botão o relógio irá procurar uma rede WiFi aberta (sem password) para proceder à sincronização da data e hora - com procedimentos diferentes em função do intervalo de tempo desde a última sincronização. Isto faz com que se torne numa opção mais prática para pessoas que não tenham acesso regular a uma rede WiFi, ou que queiram levar o relógio para diferentes locais e não tenham acesso sempre a uma rede WiFi específica.

Por exemplo, permite que possam colocá-lo em locais sem rede WiFi, e que ocasionalmente façam a sua sincronização através do modo hotspot no smartphone.

Ganha um hub USB-C UGREEN 6-em-1 [gadget do mês Clube AadM+]

31-01-2026 | 17:00 | Aberto até de Madrugada

Todos os meses temos prémios exclusivos para os membros do Clube AadM+; e este mês o gadget que temos para oferecer é um USB-C UGREEN Revodok 206 6-em-1.

Com este hub USB-C UGREEN Revodok, uma única porta USB-C pode multiplicar-se em: 2x portas USB 3.0 de 5Gbps, 1 porta USB-C com PD 100W, 1x porta USB-C 3.0, e 2 portas HDMI com suporte para resoluções até 8K (se usando apenas um monitor), ou 4K@60 com dois monitores.

Como é habitual, os membros do Clube AadM+ não precisam fazer nada para estarem automaticamente habilitados a esta prenda - sendo por isso recomendado que adiram ao Clube AadM+ para terem acesso a estes gadgets exclusivos todos os meses,

Aproveito também para relembrar que os membros do Clube AadM+, para além destes gadgets exclusivos mensais, também têm direito a outras vantagens, como descontos num crescente número de parceiros que se têm associado a esta iniciativa. Se ainda não aderiste, está na altura ideal para o fazeres e usufruíres de todas estas vantagens, junta-te ao Clube AadM+ e não deixes de convidar os teus amigos - quantos mais formos, melhores serão as prendas que poderemos oferecer. :)

Actualização: O gadget deste mês foi para o Ricardo Ribeiro.

Doombuds corre o Doom em earphones

31-01-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

O Doom continua a levar a criatividade aos limites, agora sendo possível correr o famoso jogo em earphones.

Um novo projecto levou o clássico desafio de correr o Doom em hardware incomum ao limites: correndo o jogo em auriculares Bluetooth. O programador Arin Sarkissian conseguiu pôr Doom a correr num par de earbuds que nem sequer têm capacidade para mostrar gráficos, elevando o conceito de portabilidade a outro nível.

O projecto Doombuds foi desenvolvido especificamente para os PineBuds Pro, tirando partido de serem os únicos auriculares no mercado que utilizam firmware totalmente open source e contam com um SDK mantido pela comunidade. Esta capacidade torna-se essencial para permitir a sua programação, possibilitando coisas que seriam impossíveis nos modelos comerciais.
Adaptar o jogo a um hardware tão limitado exigiu vários compromissos e muitas optimizações. O Doom teve de ser reduzido para caber em apenas 4MB de armazenamento. e correr com menos de 1MB de RAM disponível, obrigando a fazer coisas como cortes nas animações e música. Uma vez que os auriculares não têm ecrã, a solução passa por usar os contactos UART para enviar um stream de vídeo MJPEG comprimido para um servidor web onde as imagens podem ser vistas. O resultado é o Doom a correr em earphones com uma velocidade de 22 a 27 fps, suficiente para uma experiencia "jogáve", especialmente quando se tem em conta o harware em que está a correr.

Quem tiver estes auriculares poderá replicar o projecto. Para quem não tem, é possível experimentar sessões remotas - que estão a correr em earphones físicos reais - na página do projecto.

Project Genie cria jogos via AI a partir de texto ou fotos

31-01-2026 | 14:30 | Aberto até de Madrugada

Com o Project Genie os utilizadores podem criar "jogos" instantâneos, com um simples pedido de texto ou até a partir de uma foto.

A Google começou a disponibilizar o Project Genie, uma ferramenta experimental que permite criar e explorar mundos interactivos gerados por AI. O protótipo está a ser lançado para subscritores do Google AI Ultra nos EUA, dando o próximo passo após a apresentação do Genie 3 o ano passado.

O Project Genie baseia-se no conceito de "world models", sistemas AI capazes de simular como os ambientes evoluem e interagem, e como as acções dos utilizadores os afectam. Alimentado pelo Genie 3, em conjunto com o Gemini e o Nano Banana Pro, o protótipo gera o mundo em tempo real à medida que o utilizador se move, em vez de recorrer a cenários estáticos.



A experiência centra-se em três pilares: criação do mundo, exploração e remistura. É possível definir um ambiente com texto ou imagens, escolher a perspectiva e a forma de deslocação, e explorar cenários que se expandem dinamicamente. Os utilizadores podem ainda alterar mundos existentes e exportar pequenos vídeos das suas explorações.

A Google sublinha que se trata de um projeto de investigação em fase inicial. Os mundos podem não ser totalmente realistas, o controlo nem sempre é preciso e as sessões estão limitadas a 60 segundos. Ainda assim, a empresa acredita que o Project Genie será essencial para perceber como os world models podem ser usados em investigação e criatividade, com planos para expandir o acesso a mais países no futuro.

Os exemplos que já começaram a surgir são impressionantes:

One of the wildest emergent capabilities of Genie 3 is that maps actually work.

As I walk around the forest, the GPS display updates its heading in real time.

Remember. There is no game engine here. This is an AI hallucinating a working navigational instrument purely from next… pic.twitter.com/EOlGiTcrqG

— Bilawal Sidhu (@bilawalsidhu) January 30, 2026

Google Genie is seriously mind bending.
This is a Text To World prompt of a man walking down Hollywood Blvd. I am not only controlling the movement of the man, but also the camera.

This is the World Model we've been waiting for.
More Below! pic.twitter.com/ojQHhpNKDM

— Theoretically Media (@TheoMediaAI) January 29, 2026

Google Genie is seriously mind bending.
This is a Text To World prompt of a man walking down Hollywood Blvd. I am not only controlling the movement of the man, but also the camera.

This is the World Model we've been waiting for.
More Below! pic.twitter.com/ojQHhpNKDM

— Theoretically Media (@TheoMediaAI) January 29, 2026

The best @GoogleDeepMind Genie video I've seen:

A big snowball rolling down a snowy hill, with super impressive physics!

⛄️pic.twitter.com/dCcxDIsbVS

— Mark Kretschmann (@mark_k) January 30, 2026
O grande problema destes sistemas é a imensa quantidade de recursos de hardware que são necessários para gerar estes vídeos AI interactivos em tempo real, o que complica a sua disponibilização em larga escala. Para referência, uma única imagem AI pode demorar dezenas de segundos a ser gerada em hardware doméstico convencional; para se chegar a um ponto em que se possa gerar vídeo AI em tempo real, teremos que acelerar o processo várias centenas de vezes.

Spotify dá mais visibilidade às letras

31-01-2026 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

O Spotify está a começar a apresentar as letras da música directamente no ecrã principal.

O Spotify está a lançar uma pequena actualização, que passa a mostrar a letra da música directamente no ecrã Now Playing. Em vez de abrir um painel separado, os utilizadores passam a ver a linha actual da letra logo abaixo da capa do álbum.

A novidade já foi notada por vários utilizadores mas parece estar a ser activada do lado do servidor - pelo que não há nada a fazer a não ser esperar que chegue. A vista completa das letras continua disponível mais abaixo no painel completo habitual, para quem prefere acompanhar toda a letra em tempo real.
A plataforma também dá alguma liberdade de escolha. É possível desactivar as letras no ecrã principal e, no modo de letras em ecrã inteiro, ajustar o tamanho do texto - algo que já tinha sido testado na versão Beta da app.

Como é habitual, a actualização está a ser disponibilizada de forma gradual, pelo que nem todos os utilizadores a verão de imediato. Esta mudança junta-se a outras novidades recentes do Spotify, como as Prompted Playlists, que usam AI para criar playlists a partir de pedidos em texto, e a curiosa sincronização de audiobooks com livros em papel.

Utilizadores de iPhones "desconhecem" iOS 26

31-01-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

Um estudo ajuda a explicar os motivos da fraca adopção do iOS 26 entre os utilizadores de iPhones.

A Apple tem enfrentado alguma resistência na adopção do iOS 26 que, apesar de estar disponível desde Setembro, ainda só chega a 15% dos iPhones activos. Um novo inquérito realizado junto de 2.000 utilizadores de iPhone nos EUA ajuda a ter uma ideia dos motivos por trás deste comportamento: e curiosamente revela que 28% das pessoas que ainda não instalaram o iOS 26, dizem que a principal razão é simplesmente o desconhecimento.

Entre quem adiou, muitos assumiram que o iPhone faria a actualização automaticamente, enquanto outros preferem não atualizar para uma nova versão do iOS de imediato, optando por aguardar feedback inicial ou só avançar quando são praticamente obrigados.
As preocupações com o desempenho continuam a pesar na decisão. O receio de pior autonomia da bateria lidera a lista, seguido do medo de que o iPhone fique mais lento após a atualização. Estes receios não são novos e refletem experiências passadas de utilizadores com versões anteriores do iOS.

Só depois destas questões mais é que começam a surgir respostas que referem o design. Uma parte significativa dos inquiridos (17.5%) diz não gostar do novo visual Liquid Glass, seja pela estética ou pela legibilidade, com 8.6% a referirem frustração por não poderem "desactivar" este novo design (na verdade, é possível desactivar a transparência). Mas, o panorama acaba por nem ser muito mau para a Apple, com quase 39.9% destes utilizadores a dizer que faria a actualização "imediatamente" se visse uma notificação a dizer que existe uma nova versão. Pelo que, não será de admirar se em breve aparecer uma notificação mais visível a relembrar que está disponível esta nova versão.

Nissan apresenta Ariya com painéis solares

31-01-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

A Nissan revelou um Nissan Ariya movido a energia solar, mas que por enquanto é apenas um protótipo.

Desenvolvido por engenheiros da equipa de Planeamento Avançado de Produtos da Nissan, no Dubai, e da equipa de Planeamento de Grupos Motopropulsores, em Barcelona, o Nissan Ariya solar surge com 3,8 m2 de painéis fotovoltaicos de alta eficiência integrados no capot, tejadilho e porta da bagageira.

Estes painéis solares à base de polímeros e vidro convertem a luz solar em energia DC, gerida através de um sistema avançado desenvolvido para otimizar o uso de energia e diminuir a necessidade de se usar carregadores elétricos externos. Mas, por agora, é apenas um estudo sobre como os veículos elétricos do futuro poderão utilizar uma das fontes de energia renovável mais abundantes do mundo: o sol.

Testes em ambiente real revelam o potencial do sistema:
  • Em condições ideais, o sistema pode proporcionar até 23 km de autonomia extra por dia;
  • Em cidades com elevada exposição solar, como Barcelona, o veículo consegue produzir energia para uma autonomia solar média de 17,6 km;
  • As médias anuais mostram ganhos significativos a nível global: 10,2 km/dia em Londres, 18,9 km/dia em Nova Deli e 21,2 km/dia no Dubai;
  • Dependendo da utilização, os condutores conseguem reduzir a frequência de carregamento em 35% a 65%;
  • Uma viagem de duas horas de 80 km pode produzir 0,5 kWh de energia limpa, adicionando até 3 km de autonomia gratuita e sem emissões.
Este desempenho tem fortes implicações para regiões com infraestruturas de carregamento limitadas. Os condutores poderiam desfrutar de intervalos mais longos entre carregamentos, maior autonomia e menor custo de propriedade ao simplesmente estacionar ou conduzir ao sol.



O projeto começou com uma pergunta simples: "e se os veículos elétricos pudessem carregar-se sozinhos?" Esta questão deu origem a uma parceria com a Lightyear, empresa holandesa inovadora em mobilidade solar, que forneceu a tecnologia de painéis solares de última geração trabalhada depois pelos engenheiros da Nissan.

Os testes iniciais de longa distância – incluindo uma viagem de 1.550 km entre os Países Baixos e Barcelona – demonstraram que a integração de painéis solares poderia diminuir o número de visitas a postos de carregamento de 23 para 8 (no caso de um condutor que percorra 6.000 km/ano).


[Pela Estrada Fora]

YouTube volta a bloquear vídeos contra adblockers

30-01-2026 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

Alguns utilizadores estão a notar "erros" no YouTube quando usam adblockers.

O YouTube parece estar a intensificar a sua ofensiva contra adblockers, e desta vez o impacto está a surgir sob a forma de erros ao reproduzir vídeos no Windows. Cada vez mais utilizadores relatam mensagens como "Este conteúdo não está disponível, tente novamente mais tarde", mesmo quando o serviço está a funcionar normalmente.

De acordo com vários relatos, o problema afecta sobretudo quem tem adblockers activos no browser. Em muitos casos, os vídeos voltam a carregar assim que o adblocker é desactivado ou após a subscrição do YouTube Premium, o que sugere que o erro é intencional e faz parte da estratégia anti-adblockers.

Are anyone else getting this bug? It has been going on for a couple of day now @YouTube @YouTubeBrasil pic.twitter.com/5y0vog8lXx

— pk7 (@pkalvxs7) January 26, 2026

Esta abordagem não é nova. No último ano, o YouTube já bloqueou a reprodução de vídeos, mostrou avisos com contagem decrescente e até terá reduzido o desempenho da plataforma para utilizadores com adblockers. A Google tem defendido repetidamente que o uso destes sistemas viola os termos de serviço do YouTube. Ainda assim, o YouTube não admite oficialmente que estes erros se devem aos adblockers, optando por sugerir soluções genéricas como limpar os cookies, ou fechar e reiniciar a sessão, para verem se resolve o problema.

Curiosamente, quem paga a subscrição YouTube Premium fica automaticamente livre de problemas... De qualquer forma, se for efectivamente uma medida anti-adblocker, já se sabe que será uma questão de tempo até que os adblockers se actualizem para contornar este novo método, perpetuando o ciclo.


A hipnótica dança da desfragmentação dos discos rígidos

30-01-2026 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

Desconhecido das novas gerações, o ritual de desfragmentar os discos era rotina habitual nos computadores das décadas passadas.

Hoje em dia a maioria das pessoas trata os computadores como máquinas que simplesmente "funcionam", sem se preocuparem com os detalhes do seu funcionamento interno. Mas, noutros tempos - e entre aqueles que sentem curiosidade em saber como as coisas funcionam em detalhe - havia certos rituais curiosos, e um deles era o processo de desfragmentação dos discos rígidos.

Ao contrário dos SSDs que agora se tornaram comuns, nos discos rígidos os dados ficam fisicamente gravados em determinadas localizações de pratos magnéticos rotativos. Isso faz com que, para o máximo desempenho, é conveniente ter esses dados gravados sequencialmente numa sequência ininterrupta, de modo a que possa ser lido de forma contínua - em oposição a ter o ficheiro fragmentado, com partes espalhadas por todo o disco, fazendo com que as cabeças de leitura tenham que andar a saltar de um lado para o outro.

Embora a maioria dos sistemas de ficheiros faça os possíveis por manter os ficheiros sem essa fragmentação, inevitavelmente, com o uso normal do dia a dia, criando, editando, e apagando ficheiros, essa fragmentação acaba por ocorrer. E, para resolver esse problema, tínhamos as ferramentas de desfragmentação (defrag).



Estes desfragmentadores tinham um funcionamento quase hipnótico, já que visualizavam o processo de ver os blocos dos ficheiros serem reorganizados de forma a que ficassem novamente num bloco contínuo - num processo que tanto podia demorar alguns minutos, como podia arrastar-se por longas horas, no caso de discos de maiores dimensões com muitos ficheiros fragmentados.

Com o passar dos anos, começaram a surgir desfragmentadores mais eficientes e inteligentes, que sabiam optimizar o movimento dos ficheiros para criarem espaço livre para os ficheiros maiores, deixando espaço livre nos ficheiros que eram editados com maior frequência, e até colocando ficheiros do sistema nas pistas mais rápidas dos discos!

Hoje em dia será raro ter que mexer manualmente num desfragmentador - até porque nos SSDs esse problema não se coloca - mas continua a estar disponível um analisador e desfragmentador de discos no Windows 10/11.
Se quiserem, podem pesquisar por "Defrag" no Windows, e darão com o programa, que indicará o estado actual dos discos (é feita uma análise semanal do estado dos discos), e permitirá fazer uma desfragmentação manual se assim desejarem.

Bloco de tomadas vertical com USB a €40

30-01-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

Quem preferir ter tomadas em cima da secretária e com fácil acesso, pode fazer um 2-em-1 com este bloco de tomadas vertical com 12 tomadas e 6 portas USB.

Todos estamos habituados às extensões de tomadas múltiplas que inevitavelmente se espalham pelo chão e servem para multiplicar as sempre concorridas tomadas na parede. Mas, por vezes, pode ser bastante mais prático ter um bloco de tomadas mais acessível em cima da secretária, e este bloco vertical coloca 12 tomadas mesmo ali à mão, e com a vantagem acrescida de que também inclui 6 portas USB.
Este bloco de tomadas vertical Koosla 12 tomadas + 6 USB está disponível por 40 euros na Amazon Espanha.

Um detalhe interessante deste bloco é o facto de contar com três interruptores que permitem ligar / desligar as tomadas e portas USB de forma independente, um para grupo de tomadas e portas USB por patamar, para que - por exemplo - possam cortar a alimentação a produtos que não seja preciso deixarem em standby, mas manterem outros que desejem manter ligados.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

Xiaomi SU7 Ultra no Gran Turismo 7

30-01-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

O Xiaomi SU7 Ultra faz história, sendo o primeiro automóvel chinês a entrar na saga Gran Turismo.

Podemos estar ainda a um par de anos para poder conduzir um Xiaomi SU7 em Portugal, mas os fãs com PlayStations poderão começar a preparar-se para isso virtualmente através do Gran Turismo 7.

A Xiaomi entrou para a história ao levar o SU7 Ultra ao Gran Turismo 7, tornando-se o primeiro automóvel chinês a integrar oficialmente a série. A actualização ficou disponível a 29 de janeiro de 2026, permitindo aos jogadores conduzir a versão mais desportiva do primeiro carro eléctricoda marca.



Criado pela Polyphony Digital, o Gran Turismo 7 é conhecido pelo realismo extremo e por um alinhamento historicamente dominado por marcas europeias e japonesas. A entrada da Xiaomi é significativa, sobretudo tendo em conta que a empresa só recentemente começou a produzir automóveis.

O SU7 Ultra chega como uma verdadeira máquina de alto-desempenho. O modelo utiliza um sistema eléctrico multi-motor com até 1.550 cavalos de potência e acelera dos 0 aos 100 km/h em menos de dois segundos. No jogo, estas prestações podem agora ser testadas em pistas lendárias como o Nürburgring.


A colaboração entre a Xiaomi e a Polyphony Digital foi anunciada em meados de 2025, com o objetivo de reproduzir o carro com o máximo rigor. Este lançamento reflecte uma mudança maior no sector, com os elétricos chineses a ganharem espaço na cultura automóvel global - e tudo indica que outras marcas, como a BYD, poderão seguir o mesmo caminho, certamente não havendo falta de jogadores que gostariam de por à prova as capacidades do Yangwang U9 Xtreme que pode atingir os 496.22 km/h e completou o Nürburgring em 6 minutos e 59 segundos.

Microsoft promete melhorar o Windows 11 em 2026

30-01-2026 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

Perante o cenário desolador do Windows 11, a Microsoft promete resolver os problemas e reconquistar a confiança dos utilizadores.

A Microsoft diz reconhecer os problemas do Windows 11 e garante que está a trabalhar para reconquistar a confiança dos utilizadores do Windows, depois de meses de críticas ao triste estado do sistema operativo. Bugs persistentes, problemas de desempenho, anúncios, prompts intrusivos, e uma aposta agressiva nas funcionalidades AI têm vindo a desgastar a paciência dos utilizadores.

Segundo fontes próximas da empresa, os engenheiros estão agora focados em corrigir os problemas centrais do Windows 11 através de um processo interno conhecido como "swarming", que dá prioridade à estabilidade e fiabilidade. Responsáveis da MS asseguram que o feedback dos utilizadores foi claro e que a Microsoft vai concentrar-se este ano em melhorar o desempenho, a fiabilidade e a experiência geral do sistema. Esta mudança surge após uma série de actualizações do Windows 11 que têm trazido bugs, com falhas no encerramento do sistema, crashes de aplicações, funcionalidades que deixam de funcionar, e até PCs que deixaram de arrancar. A isto juntam-se frustrações diárias, como a insistência no Edge e no Bing, notificações constantes do OneDrive, publicidade integrada, e limitações crescentes ao uso de contas locais.

A confiança também foi abalada por requisitos de hardware que se podem considerar excessivos e preocupações de privacidade ligadas a funcionalidades AI como o Recall. Apesar da Microsoft continuar a integrar o Copilot em quase todas as áreas do Windows, muitos utilizadores continuam cépticos e sem desejo de lhe dar uso. Agora, a bola fica do lado da Microsoft, ficando numa posição em que, mais do que as palavras, importa demonstras estas intenções com actos concretos que sejam sentidos pelos utilizadores.

Módulo de tomadas Aonoka com 3 USB + 3 tomadas a €22

30-01-2026 | 13:19 | A Minha Alegre Casinha

Uma excelente opção para quem tem que lidar com um número crescente de dispositivos USB para recarregar, é usar um módulo de tomada com portas USB integradas, como é o caso deste módulo de tomada Aonoka com 3 tomadas mais 3 USB.

Hoje em dia temos uma grande variedade de carregadores USB, mas estes módulos de tomada com portas USB integradas acabam por ser uma solução bastante atractiva, já que permitem manter a utilidade da tomada original, mas adicionando portas USB adicionais para carregarem outros equipamentos sem necessidade de carregadores individuais.
Este módulo de tomada Aonoka com 3 tomadas mais 3 USB (2x USB-C, 1x USB-A) está disponível por apenas 22 euros na Amazon Espanha - activar desconto de 10%.

As portas USB podem fornecer até 20W PD e 18W QC, suficiente para assegurar um carregamento rápido na maioria dos dispositivos sem necessidade de ocupar uma tomada com um carregador USB dedicado. Como particularidade adicional, a ficha rotativa na traseira permite colocar o módulo na horizontal ou vertical, conforme seja mais conveniente, e ainda conta com práticos interruptores individuais para cada tomada e para as portas USB, para eliminar os chamados consumos "fantasma" de equipamentos em standby.

É uma opção bastante interessante, especialmente para locais como casas de banho ou cozinhas, onde será conveniente manter o acesso à tomada eléctrica, mas ainda assim arranjar forma de recarregar aparelhos via USB - não só os habituais smartphones e tablets, mas também coisas como colunas Bluetooth, relógios, iluminação recarregável, escovas de dentes e máquinas de barbear, etc.


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Clawdbot muda de nome para OpenClaw

30-01-2026 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

O agente AI Clawdbot voltou a mudar de nome, desta vez de Moltbot para OpenClaw.

O Clawdbot é um agente AI que tem feito sucesso, e que nos últimos dias foi obrigado a mudar de nome - a pedido da Anthropic por considerar que o seu nome era demasiado parecido com o "Claude" - tendo optado por Moltbot.

Ora, o nome escolhido à pressão não estava a agradar ao criador do projecto, Peter Steinberger, que decidiu voltar a mudar de nome, desta vez para um nome mais consensual: OpenClaw.

Some folks said Molt was growing on them.
Respectfully: not on me 😅 https://t.co/jZh4ljnADD

— Peter Steinberger 🦞 (@steipete) January 30, 2026
A mudança de nome não é meramente estética. Com o projecto a ganhar dimensão, está em curso a criação de uma equipa para manter o projecto em crescimento, e a mais recente versão ganhou novas funcionalidades (mais serviços de mensagens, suporte para imagens, etc.) e também várias melhorias a nível de segurança - um ponto crítico para um agente AI que pode ter acesso a informação sensível dos utilizadores.

Esperemos que desta vez a mudança de nome seja para ficar, e que não se tenha que repetir a dose com novo anúncio de mudança de nome nos próximos dias.

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