PlanetGeek

Samsung Internet para Windows disponível para todos

15-01-2026 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

Depois de um lançamento limitado, o browser Samsung Internet para Windows fica agora disponível para todos os que o quiserem experimentar.

A Samsung alargou a disponibilidade do Samsung Internet para Windows, tornando o browser acessível a utilizadores de todo o mundo. Até agora, a versão beta, lançada em Outubro, estava limitada à Coreia do Sul e aos Estados Unidos, apesar de representar a estreia do Samsung Internet fora do Android.

A partir de agora, o download funciona em qualquer região (mesmo que o site oficial ainda não tenha sido actualizado e continue a indicar as restrições geográficas iniciais). A aplicação mantém-se em versão beta, mas esta expansão indica que a Samsung está confiante de que o browser está apto para enfrentar um maior número de utilizadores. De qualquer forma, há precedentes de programas e serviços que mantiveram o estatuto "beta" durante longos anos, pelo que não é previsível saber quando é que a Samsung poderá promover o Samsung Internet para Windows a versão não-beta.

Em termos de utilização, o Samsung Internet para Windows funciona como qualquer browser moderno, tornando-se numa alternativa aos browsers mais populares, como o Chrome, Edge, Firefox, Opera (e Brave). O grande destaque está na integração entre dispositivos. É possível sincronizar dados de navegação entre Windows e Android, continuar sessões noutros equipamentos e usar o Samsung Pass para guardar e sincronizar palavras-passe de forma segura. Para quem já vive no ecossistema da Samsung, isto torna o Samsung Internet numa alternativa interessante no Windows - embora o mesmo também possa ser feito com outros browsers.

The Poetry of the Sea

14-01-2026 | 21:09 | Edgar Durão

Fotos de crianças no OneDrive podem bloquear conta Microsoft

14-01-2026 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

O lado negro dos serviços na cloud pode fazer com que uma foto mal identificada bloqueie toda uma conta, com todos os dados e serviços associados.

Numa altura em que a edição de fotos no Grok tem estado sob polémica, por facilmente transformar mulheres e crianças vestidas em versões em bikini, surgem também relatos de como fotos inocentes podem fazer desaparecer anos ou décadas de dados dos utilizadores.

Há muito que vão surgindo relatos de utilizadores que se queixem de ficar com as contas bloqueadas sem justificação aparente, mas mais recentemente surgiu um caso de uma pessoa que diz claramente o que se passou. O utilizador em questão tinha tirado fotos dos filhos a fazer palhaçadas durante a passagem de ano, sendo que essas fotos foram automaticamente sincronizadas com o OneDrive (coisa que agora acontece automaticamente para todos os utilizadores desatentos). Ora, algumas dessas fotos terão sido incorrectamente classificadas pelo sistema AI como sendo "abuso de crianças", levando ao bloqueio da conta - e com isso, tudo o que estava associado, todos os dados no OneDrive, conta e compras Xbox, e o próprio email.
O mais assustador, é que apesar de ser algo que qualquer moderador humano facilmente poderia resolver olhando para as fotos, o processo de recurso para recuperar a conta foi recusado, deixando o utilizador sem qualquer forma de resolver o problema: todos os contactos telefónicos vão dar a bots que não oferecem forma de contacto com um humano, todos os contactos online obrigam a usar a conta Microsoft que está bloqueada.

Isto é algo que se arrisca a tornar cada vez mais frequente, à medida que mais e mais países vão insistindo na monitorização de conteúdos com a justificação de que é indispensável para combater abusos. Esperemos que, no processo, não se esqueçam de assegurar formas de defender também todos aqueles que forem erradamente apanhados pelos filtros automáticos, e que até podem resultar em processos criminais.

Motherboard DDR3 em alta devido ao custo da memória RAM

14-01-2026 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

O custo absurdo da memória RAM DDR5 está a fazer algumas pessoas a recuperarem motherboards com memória DDR3.

O elevado custo das memórias DDR5 - que estão a ser todas reservadas pelos mega-datacenters AI - está a fazer com que muitos utilizadores olhem não só para sistemas com memórias DDR4, como também para sistemas ainda mais antigos com memórias DDR3 de décadas passadas.

Segundo relatos vindos da China, a dificuldade em encontrar DDR4 e DDR5 a preços razoáveis está a impulsionar um novo interesse por sistemas baseados em DDR3. Um dos principais exemplos é o ressurgimento das plataformas Intel X99, combinadas com processadores Intel Xeon mais antigos. Motherboards adaptadas no mercado chinês permitem usar RAM DDR3 e DDR3 ECC em chipsets X99, originalmente pensados para DDR4, oferecendo configurações quad-channel com até 128 GB - ou 256 GB em modelos de dois sockets - a um custo muito inferior ao de um sistema com RAM moderna (podemos encontrar 16GB de RAM DDR3 por menos de 40 euros - em contrapartida, 16GB de DDR5 podem custar mais de 200 euros).
Os fabricantes indicam que as vendas de motherboards DDR3 estão a crescer rapidamente, em alguns casos duas a três vezes mais. Kits económicos que juntam motherboards DDR3 a CPUs Intel de 6ª a 9ª geração estão a ter boa aceitação, demonstrando a procura por sistemas acessíveis com muita memória, que se tornam no critério mais importante para quem quer fazer processamento AI local.

Outra das soluções que tem ganho popularidade é o uso de adaptadores de memória SODIMM, que permite utilizar os módulos de memória de portáteis nos desktops, já que esses módulos têm tido aumentos mais moderados. Apesar de não oferecerem o melhor desempenho, estas abordagens mostram que se está em tempo de um verdadeiro "regresso ao passado" a nível do hardware.


Parece que vou ter que equacionar a hipótese de fazer mais um upgrade ao meu velho PC que se tem mantido ao longo de mais de uma década - e que foi sofrendo vários upgrades ao longo dos anos, já tendo levado um CPU mais rápido e duplicado a memória RAM para os 24GB. Uma vez que não será recomendável pensar em montar um novo sistema nos próximos anos (e pensar que estava a considerar montar um novo PC em Agosto, mesmo antes dos aumentos!), talvez aproveite e passe para 48GB antes que as memórias DDR3 disparem para preços mais elevados! :)

Cabo (2x 2m) USB-C INIU 240W a €12

14-01-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

Quem quiser garantir que o cabo USB-C que utiliza não está a limitar o carregamento rápido, deverá garantir que usa um cabo que permita esses carregamentos, como é o caso destes cabos INIU de 240 W.

O USB-C chegou com a promessa da universalidade a todos os níveis, mas a realidade tem sido bem diferente. O resultado tem sido um verdadeiro campo minado em que temos carregadores e cabos que, embora sejam USB-C, não cumprem com as normas e especificações oficiais. Sem entrar na área dos carregadores, hoje podemos resolver a questão dos cabos, com estes INIU 240 W a tratar do assunto para quem desejar garantir carregamentos rápidos.
Estes dois cabos USB-C INIU 240 W com 2 m estão disponíveis por 12 euros na Amazon Espanha.

Estes cabos são compatíveis com os sistemas PD 3.0, QC4.0, Huawei FCP e outros, e suportam carregamentos de até 240 W - no caso de se usar carregadores e equipamentos adequados. O seu revestimento entrançado evita que o cabo fique num emaranhado, e promete ter resistência a dobragens mais apertadas, como muitas vezes acabam por se inevitáveis em função da posição dos carregadores ou do smartphone a carregar. Conta ainda com um prático indicador luminoso na própria ficha, que assim facilita o despiste de se saber se realmente está a chegar energia ao ponto pretendido.


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Seagate lança discos de 32TB

14-01-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

Os discos rígidos continuam a crescer, com a Seagate a lançar três modelos com 32 TB.

Apesar dos SSDs se terem tornado imprescindíveis hoje em dia, para quem quer guardar grandes quantidades de informação os discos rígidos tradicionais continuam a ser a melhor opção. E, precisamente para esse fim, a Seagate anunciou três novos discos de 32 TB para as suas principais gamas, representando a maior capacidade alguma vez atingida por HDDs disponíveis para o público em geral.

As novidades incluem o SkyHawk AI desde $699,99, o Exos por $729,99 e o IronWolf Pro por $849,99, todos pensados para responder às necessidades de armazenamento na era da AI e dos jogos que facilmente podem superar os 100 GB. Os três modelos utilizam tecnologia CMR (Conventional Magnetic Recording), em vez de HAMR, garantindo desempenho consistente e maior compatibilidade. São discos SATA III de 3.5" a 7200 RPM, com 512 MB de cache, classificados para cerca de 550 TB de escrita anual, 2.5 milhões de horas de MTBF e uma garantia de cinco anos.
O SkyHawk AI é a opção de entrada, direcionada para vídeo e workloads de IA, com capacidade para armazenar mais de 10.000 horas de vídeo. Inclui funcionalidades como ImagePerfect AI, pensadas para evitar perdas de frames quando vários fluxos estão a ser processados em simultâneo, e atinge velocidades sustentadas até 285 MB/s. Já o IronWolf Pro é vocacionado para sistemas NAS de grande escala, oferecendo software AgileArray para RAID, sensores de vibração e ferramentas de monitorização da saúde do disco. No topo está o Exos, focado em fiabilidade para centros de dados e eficiência energética, recorrendo à plataforma Mozaic e a uma elevada densidade por prato (3TB/prato) - e que embora seja orientado para ambientes empresariais, continua acessível a qualquer consumidor comum.

Só não se esqueçam que o investimento num disco de 32TB (ou qualquer outro de grande capacidade) nunca vem só, sendo também necessário acautelar os indispensáveis backups. Afinal, nenhum disco dura para sempre, não sendo uma questão de "se" mas sim de "quando" e, perder 32 TB de dados de uma só vez, é o tipo de coisa que pode fazer com que uma pessoa sinta vontade de desistir dos computadores e dedicar-se a qualquer outra actividade o mais afastada possível dos bits e bytes.

Utilizadores frustrados com ficheiros desaparecidos após actualização do Windows 11

14-01-2026 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

A activação do backup automático para o OneDrive está a fazer com que alguns utilizadores pensem ter perdido os seus ficheiros no Windows 11.

Uma actualização do Windows 11 está a ser acusada por alguns utilizadores de apagar ficheiros pessoais, mas o problema parece estar nas alterações ao OneDrive Backup e na forma pouco clara como a Microsoft as implementou.

Com o Windows 11 versão 25H2, a cópia de segurança no OneDrive passa a ser activada automaticamente quando se inicia sessão com uma conta Microsoft num novo PC. Isto faz com que pastas como Documentos, Imagens e Ambiente de Trabalho sejam automaticamente movidas para o OneDrive. Para quem não se aperceber desta mudança, pode parecer que os ficheiros desapareceram do computador, embora tenham apenas mudado de sítio e estejam agora sincronizados via cloud.


Embora a Microsoft tenha simplificado o processo de voltar a guardar ficheiros localmente, a configuração inicial continua confusa. Durante uma nova instalação ou ao associar uma conta Microsoft (que agora se torna obrigatório ao instalar o Windows), o sistema informa que os ficheiros serão guardados no OneDrive, sem indicar claramente a opção de manter tudo apenas no PC - que pode nem sequer surgir em alguns casos. A mesma lógica está também a chegar a versões de teste do Microsoft 365, onde novos ficheiros criados em apps como o Word passam a ser guardados no OneDrive.

Embora os dados não tenham sido perdidos, qualquer opção ou funcionalidade que altere a localização dos ficheiros dos utilizadores devia ser acompanhada de informação bastante clara, assim como dar uma opção directa e imediata de se poder manter os ficheiros localmente como sempre aconteceu. Assim, mais do que incentivar os utilizadores a confiarem no OneDrive, acaba por ter o efeito oposto de fazer com que os utilizadores fujam o mais possível de tudo o que estiver relacionado com o OneDrive - ao estilo do que tem acontecido com o Copilot.

Google Home ganha mais automações

14-01-2026 | 13:34 | A Minha Alegre Casinha

Passa a ser possível criar novas automações com base em nível de volume, luminosidade, reprodução de média e estado de electrodomésticos.

A Google lançou nova actualização para o Google Home, ampliando as capacidades das automações domésticas. A primeira actualização do Google Home em 2026 adiciona 20 novas condições e acções, permitindo criar rotinas mais detalhadas e personalizadas.

Com estas novidades, passa a ser possível ativar automações com base na reprodução de multimédia, no nível de volume, no brilho das luzes, ou no estado de eletrodomésticos inteligentes. Por exemplo, as luzes podem reduzir automaticamente para 50% quando a televisão começa a reproduzir conteúdos.

Starters/Conditions
  • Control volume on your media device: e.g. “When the volume is 50…”
  • Control playback on your media device (playing, not playing, paused, buffering): e.g. “When the speaker is paused…” or “If the TV is playing…”
  • Set the brightness to a specific level: e.g. “When the brightness is above 80%”
  • Check the state of smart appliances* (stopped, running, paused, error): e.g. “When the washer is running…” or “If there is an error…”

Actions
  • Turn specific device on or off: e.g. “...turn off the coffee machine”
  • Arm a security system ( no disarm yet): e.g. “...arm the security system”
  • Open and close a blind: e.g. “...open the living room blinds”
  • Set robot vacuum to pause, resume, or dock: e.g. “...pause the vacuum” or “...dock the vacuum”
  • Start, stop, resume, or pause smart appliances*: e.g. “...start the coffee machine ”, “...stop the washer” or “...pause the dryer”
  • Control light effects on smart bulbs (stop light only): e.g. “...stop the light effect”

A quick new year update for our automation builders 📣

We’re rolling out a new batch of ~20 starters, conditions, and actions in the Google Home app to give you more granular control.

You can now build logic around:
📺 Media Playback: "If TV is playing, dim lights 50%"
🧺…

— Anish Kattukaran (@AnishKattukaran) January 12, 2026
As novas acções também dão mais controlo directo sobre os dispositivos. Agora é possível ligar ou desligar equipamentos específicos, abrir e fechar estores, pausar ou enviar aspiradores robot para a base, e iniciar, pausar ou parar eletrodomésticos compatíveis, como máquinas de lavar, secar ou máquinas de café.

A Google diz que mais triggers e acções serão lançados nas próximas semanas. Estas novas funcionalidades estão a ser disponibilizadas de forma faseada com a versão 4.6.55.1 do Google Home para Android, pelo que podem demorar algum tempo a chegar em todos os dispositivos.

Tesla deixa de vender FSD em Fevereiro - fica disponível por subscrição

14-01-2026 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

Elon Musk anunciou que a Tesla deixará de vender a opção FSD a partir de 14 de Fevereiro (2026), ficando apenas disponível via subscrição.

Depois de ter disponibilizado a opção de subscrição para quem não quisesse investir na compra do FSD, a Tesla passará a fazer dessa modalidade a única opção disponível.

O preço da polémica opção FSD - polémica por prometer, ano após ano, que os carros teriam capacidade para conduzir sozinhos (e até ganhar dinheiro em vez de ficarem parados!), sem que nunca tenha sido cumprida - tem variado ao longo dos anos, tendo ido de 5 mil dólares a 15 mil dólares. Não obstante, apesar de Musk ter assustado os clientes dizendo que o preço do FSD iria aumentar continuamente à medida que se aproximasse do lançamento, por ser algo que valorizava imenamente o veículo, o preço acabou por ser reduzido, situando-se actualmente nos 8 mil dólares nos EUA. A partir do próximo mês, tudo isso deixa de existir, passando o FSD a ficar disponível apenas mediante uma subscrição de $99 por mês.

Tesla will stop selling FSD after Feb 14.

FSD will only be available as a monthly subscription thereafter.

— Elon Musk (@elonmusk) January 14, 2026
As reacções a esta medida dividem-se. De um lado temos os fãs de Musk, que dizem que isto é indicador de que a Tesla está finalmente prestes a lançar o modo FSD para todos. Do outro, os que acusam Musk de se querer livrar de futuros processos por vender uma funcionalidade que não existe. Não esquecer que a Tesla passou anos a vender a promessa de que os carros tinham capacidade para condução totalmente autónoma, coisa que mais tarde foi forçada a corrigir para "autónoma com supervisão", e que acabou também por reconhecer que afinal não seria capaz de disponibilizar nos carros com hardware da geração anterior (em que tinha vendido essa opção).

Ao não vender a opção, a Tesla evita futuros processos com essa base. Simultaneamente, demonstra que o valor do FSD não está ligado ao carro, mas sim a um serviço. Há também os que dizem que isto é apenas mais uma táctica de Musk para forçar o aumento de subscrições, já que um dos critérios para receber o seu ambicionado bónus "trilionário" é precisamente a de conseguir atingir 10 milhões de subscrições FSD activas.

Seja como for, para os futuros compradores de um Tesla, a (in)decisão de pagar milhares de euros por uma promessa deixa de ser um problema. Resta saber como ficarão as coisas na Europa.
Na Europa a Tesla oferece a opção de Autopilot Aperfeiçoado por €3800, e a (enganadora) Capacidade de Condução Autónoma Total por €7500. Com esta última a deixar de existir como opção de compra, torna-se ridículo que a outra seja mantida - ainda mais quando as capacidades "aperfeiçoadas" são coisas que a maioria das outras marcas já oferece em modelos de segmentos inferiores. Pode ser que a Tesla passe a incluir o Autopilot aperfeiçoado de série, mas teremos que aguardar para ver.

Formulários Google Forms com fecho automático por data e quantidade

14-01-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

A Google passa finalmente a permitir o fecho automático de formulários do Google Forms numa data específico ou após um certo número de respostas.

A Google finalmente resolveu uma das queixas mais antigas do Google Forms: a impossibilidade de fechar formulários automaticamente. Com esta actualização, os criadores deixam de ser obrigados a desligar manualmente as respostas e passam a poder definir regras para encerrar um formulário.

Existem agora duas formas principais de automatizar o processo. A primeira permite definir uma data e hora exatas para o formulário deixar de aceitar respostas, algo especialmente útil para inscrições em eventos, candidaturas, ou inquéritos, com prazos rígidos. Quando o tempo termina, o formulário fecha sozinho e pode mostrar uma mensagem personalizada. A segunda opção permite definir um número máximo de respostas. Assim que esse número é atingido, o formulário encerra automaticamente. Isto evita problemas como excesso de inscrições ou recolha de dados além do previsto.
A funcionalidade está a ser disponibilizada para todos os utilizadores, incluindo clientes do Google Workspace, subscritores Workspace Individual e contas Google pessoais. Vem desactivada de origem, ficando ao critério de cada utilizador activá-la ou não. O lançamento começou a 12 de Janeiro de 2026, mas poderá demorar um par de semanas para chegar a todas as contas.

Carregador Powerowl com 8 pilhas recarregáveis a €22

14-01-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Para evitar a troca infindável das pilhas, nada como usar pilhas recarregáveis e este pack da Powerowl com carregador e 8 pilhas é uma excelente forma de começar.

Vivemos num mundo "mobile" em que assumimos que as coisas funcionam sem necessidade de estarem agarradas a cabos de alimentação, e isso faz com que exista uma dependência crítica em baterias e pilhas. No caso das pilhas, que continuam a ser comuns em coisas como controlos remotos, gamepads, teclados wireless e muitas outras coisas, uma das melhores opções é trocar as pilhas convencionais por pilhas recarregáveis reutilizáveis, e o investimento não é assim tão avultado quanto se possa pensar.
Este carregador Powerowl já traz 8 pilhas recarregáveis e custa apenas 22 euros - há desconto extra disponível para quem optar pela subscrição.

As pilhas AA incluídas são de 2800 mAh, e este carregador tem a vantagem de usar uma comum ficha USB e permitir carregar pilhas individualmente (alguns só permitem carregar pares). Podem apanhar um pack de mais 8 pilhas AA de 2800 mAh por 12 euros.


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Apple revela Apple Creator Studio com subscrição

14-01-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

A Apple transforma as suas apps de produtividade num pacote por subscrição, ao estilo do que a Adobe faz.

A Apple apresentou um novo pacote de subscrição chamado Apple Creator Studio, direccionado a criadores que querem acesso às aplicações profissionais da marca. O serviço custa 12.99 dólares por mês (ou 129 dólares por ano) e inclui seis apps para macOS e iPadOS.

O bundle dá acesso ao Final Cut Pro, Logic Pro, Pixelmator Pro, Motion, Compressor e MainStage. Um dos destaques é a chegada do Pixelmator Pro ao iPad, depois de até agora estar disponível apenas no Mac. As aplicações continuam a poder ser compradas individualmente, mas a Apple está a reservar as funcionalidades mais completas para quem subscrever o pacote. Além das apps, o Creator Studio desbloqueia funcionalidades AI exclusivas e conteúdo premium. Estas vantagens estendem-se também às apps iWork - Numbers, Pages e Keynote - e ao Freeform ainda este ano, incluindo ferramentas avançadas, imagens livres de direitos, e templates premium, reservados aos subscritores.

O Apple Creator Studio ficará disponível na App Store a partir de 28 de Janeiro, com um mês de teste gratuito. Quem comprar um Mac novo ou um iPad compatível pode ter direito a três meses grátis, enquanto estudantes pagam apenas 2.99 dólares por mês. A subscrição também pode ser partilhada com até cinco membros da família através do Family Sharing.



Para quem quiser evitar mais uma subscrição pode optar por comprar as apps directamente (Final Cut Pro e do Pixelmator), mas apesar de ter direito ao seu uso e actualizações, algumas funcionalidades “inteligentes” e conteúdos premium só estarão disponíveis para quem tiver a subscrição Creator Studio. Segundo a Apple, a maioria das funcionalidades exclusivas do Creator Studio será baseada em AI. Entre os primeiros exemplos estão a nova ferramenta Warp no Pixelmator Pro e um Content Hub no Keynote, Pages e Numbers, com templates premium e imagens de alta qualidade. O Logic Pro e o MainStage são excepções, mantendo todas as funcionalidades independentemente do modelo de compra.
Na prática, esta decisão transforma algumas apps da Apple em soluções "freemium". Os utilizadores actuais não perdem funcionalidades já existentes, mas passam a precisar de uma subscrição para aceder a todas as novidades no futuro - uma mudança que pode desagradar a alguns clientes, mas reforça a aposta da Apple em receitas recorrentes de serviços, algo que tem vindo a fazer há muitos anos, desde os tempos que incentivou os criadores de apps a passarem dos preços baixos para o modelo de subscrição.

Como curiosidade adicional, a mudança dos icons das apps também tem gerado alguma polémica, com a Apple a ser acusada de seguir o caminho de usar icons demasiado estilizados e genéricos, face aos anteriores.

Insta360 lança novas webcams Link 2 Pro e Link 2C Pro

14-01-2026 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

Os fãs da Insta360 têm agora duas novas webcams de nível profissional que podem escolher: a Link 2 Pro e Link 2C Pro.

A Insta360 apresentou as novas webcams Link 2 Pro e Link 2C Pro, que trazem uma melhoria significativa no hardware com sensores de 1/1.3". Trata-se de um salto considerável face aos sensores de 1/2" dos modelos anteriores, que se traduzem em maior qualidade de imagem, especialmente em condições de baixa luminosidade.

A Link 2 Pro mantém o sistema de gimbal motorizado, permitindo que a câmara siga fisicamente o utilizador enquanto se desloca. Inclui uma lente de 84° com abertura f/1.9, zonas de tracking configuráveis, dual native ISO e HDR para lidar melhor com iluminação complexa, além de zoom no sensor, autofocus por PDAF e efeito bokeh em tempo real.
Já a Link 2C Pro aposta numa abordagem mais simples, sem gimbal, recorrendo ao recorte inteligente da imagem para manter o enquadramento. O sistema consegue ajustar automaticamente o zoom quando entra outra pessoa em cena e inclui um obturador físico para privacidade - algo que muitos utilizadores valorizam.


Ambos os modelos gravam em 4K a 30fps e em 1080p a 60fps, contam com dois microfones integrados e redução de ruído. Os preços reflectem o posicionamento premium, com a Link 2 Pro a custar 269 euros e a Link 2C Pro a custar 219 euros.

Google lança UCP para compras via agentes AI

13-01-2026 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

A Google lançou o UCP - Universal Commerce Protocol - um protocolo aberto para promover as compras feitas por agentes AI; e que desde já está a gerar procupações.

Depois da OpenAI ter lançado as compras integradas no ChatGPT, é a vez da Google oferecer a sua própria proposta sob a forma do Universal Commerce Protocol (UCP). É um protocolo aberto que tenta uniformizar a forma como os agentes AI podem interagir com lojas para efectuarem a compra de produtos e serviços de forma automática.

Se, à partida, seria algo que poderia passar totalmente despercebido, há no entanto alguns pormenores que desde logo gerararam algumas preocupações, por o sistema referir expressamente que as lojas podem definir preços "individualizados" ajustados especificamente para cada cliente, algo que reacende o receio de que a tecnologia AI seja abusada para analisar cada pessoa e permitir que cada loja apresente preços diferentes em função dessa análise.

We’ve launched the Universal Commerce Protocol (UCP), a new open standard for agentic commerce that works across the shopping journey!

UCP is compatible with A2A, AP2, and MCP, and was co-developed with partners like Etsy, Shopify, Wayfair, and Target → https://t.co/0kpbdUyKj0 pic.twitter.com/shuBlZho83

— Google Cloud Tech (@GoogleCloudTech) January 12, 2026

In just over a year, individualized surveillance pricing has evolved from a thing that most people can hardly believe is happening to a central feature of Google’s bid to mediate the entire retail economy. https://t.co/OUup9zWgig pic.twitter.com/Sdm5inac9z

— Lee Hepner (@LeeHepner) January 11, 2026
Entretanto a Google já veio esclarecer que a referência ao "upsell" foi mal interpretada, e que se refere à prática comum das lojas de tentarem vender produtos/serviços associados, e não vender a mesma coisa a preço mais elevado. Assegurando que a questão da individualização de preços se refere a oferecer preços mais vantajosos, como quando um cliente tem um cartão de fidelização ou direito a outros descontos ou promoções, e nunca para o fazer pagar mais.

Parece que será algo que teremos que "esperar para ver", mas parecendo-me que vai ser inevitável que este tipo de abusos venha a acontecer, por muito que a Google diga que não é essa a sua intenção.

Anthropic lança Claude Cowork

13-01-2026 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

A Anthropic revelou o Claude Cowork, um agente AI que promete facilitar a vida aos utilizadores comuns.

A Anthropic apresentou uma nova funcionalidade chamada Claude Cowork, pensada para aproximar os agentes AI dos utilizadores comuns. Lançado como research preview, o Cowork alarga as capacidades do Claude para além da programação, focando-se nas tarefas de produtividade do dia a dia.

O Claude Cowork funciona através do acesso a pastas específicas no computador do utilizador. A partir daí, o agente AI pode ler, editar e criar ficheiros, organizar downloads, criar folhas de cálculo a partir de capturas de ecrã, ou gerar rascunhos de relatórios com base em notas dispersas. O sistema fornece atualizações regulares, permite encadear tarefas mais complexas, e pode também integrar-se com serviços externos ou tarefas no browser via Chrome.

Introducing Cowork: Claude Code for the rest of your work.

Cowork lets you complete non-technical tasks much like how developers use Claude Code. pic.twitter.com/EqckycvFH3

— Claude (@claudeai) January 12, 2026

In Cowork, you give Claude access to a folder on your computer. Claude can then read, edit, or create files in that folder.

Try it to create a spreadsheet from a pile of screenshots, or produce a first draft from scattered notes. pic.twitter.com/GEaMgDksUp

— Claude (@claudeai) January 12, 2026
Para já, a funcionalidade está disponível apenas na app para macOS e exclusivamente para subscritores do plano Claude Max, o nível mais avançado da Anthropic, com preços entre 100 e 200 dólares por mês - o que derrota o propósito de se destinar aos utilizadores comuns, mas que pode ser explicado por ainda estar em fase de desenvolvimento. Os restantes utilizadores podem inscrever-se numa lista de espera.

Também a explicar porque motivo não é algo que fique acessível a todos desde já, a Anthropic alerta para os riscos associados. O Cowork pode agir directamente sobre ficheiros locais, fazendo com que instruções pouco claras ou ataques de prompt injection possam resultar em acções indesejadas, incluindo a eliminação de ficheiros. A empresa reconhece que a segurança dos agentes ainda está em evolução, mas vê o Cowork como um passo importante para aproximar os agentes AI dos consumidores para assistirem em tarefas do seu dia a dia.

Godeal24 Winter Crazy Sale: Descontos Windows e Lifetime Office 2021 Pro por €31.55

13-01-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada


A média das empresas utiliza 10 subscrições de software diferentes, com custos que totalizam milhares de dólares anualmente, segundo indica a investigação. Se estás farto das cobranças mensais por ferramentas que usas todos os dias, o MS Office 2021 Pro oferece uma abordagem diferente. Podes possuir o Word, Excel, PowerPoint e Outlook de forma definitiva com uma licença vitalícia por apenas 31,55€ — sem taxas recorrentes, sem datas de expiração. A Godeal24 Winter Crazy Sale torna este o melhor momento para concretizar o teu objetivo de atualização no início de 2026! Não hesites mais, a menos que queiras pagar mais pelo mesmo tipo de chaves!

Com esta licença do Office 2021 Professional, tens acesso permanente ao Word, Excel, PowerPoint, Outlook, Teams, OneNote, Publisher e Access, tudo instalado diretamente no teu PC com Windows. Os utilizadores de Mac podem optar pelo Office 2021 Home and Business por apenas 50,29€! Se já passou algum tempo desde que usaste uma versão licenciada do Office, o 2021 vai parecer-te imediatamente familiar, mas visivelmente mais elegante e muito mais refinado. Foi concebido basicamente para satisfazer as necessidades tanto de utilizadores comuns como de profissionais, sem extras desnecessários a atrapalhar.

Oferta especial nos Black Friday com preços reduzidos:
O Win 11 Pro tem tudo o que precisa para manter o seu PC a funcionar sem problemas. Se não quer gastar demais, uma Win 11 Pro key genuína está disponível por 12,28€ através da oferta especial da Godeal24! Os Black Friday Deals duram apenas alguns dias, e podem não voltar durante um ano inteiro se os perder!


Oferta especial nos Windows com desconto de 50% usando o código SGO50.:

Temos os bundles Windows+Office com desconto de 62% usando o código SGO62.

Packs de desconto do Windows e Office em volume.

Temos ainda diversos utilitários em promoção.
O processo de compra permite criar um registo ou efectuar a compra como "guest". E para usufruir do desconto, bastará introduzir o código de desconto no campo respectivo quando estiverem no ecrã de validação dos produtos a comprar.


O pagamento pode ser feito com PayPal (que aparece ao se escolher a opção de pagamento cwalletco) para total segurança, e conta com assistência permanente através do endereço de email [email protected].


Google Home ganha mais automações

13-01-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

Passa a ser possível criar novas automações com base em nível de volume, luminosidade, reprodução de média e estado de electrodomésticos.

A Google lançou nova actualização para o Google Home, ampliando as capacidades das automações domésticas. A primeira actualização do Google Home em 2026 adiciona 20 novas condições e acções, permitindo criar rotinas mais detalhadas e personalizadas.

Com estas novidades, passa a ser possível ativar automações com base na reprodução de multimédia, no nível de volume, no brilho das luzes, ou no estado de eletrodomésticos inteligentes. Por exemplo, as luzes podem reduzir automaticamente para 50% quando a televisão começa a reproduzir conteúdos.

Starters/Conditions
  • Control volume on your media device: e.g. “When the volume is 50…”
  • Control playback on your media device (playing, not playing, paused, buffering): e.g. “When the speaker is paused…” or “If the TV is playing…”
  • Set the brightness to a specific level: e.g. “When the brightness is above 80%”
  • Check the state of smart appliances* (stopped, running, paused, error): e.g. “When the washer is running…” or “If there is an error…”

Actions
  • Turn specific device on or off: e.g. “...turn off the coffee machine”
  • Arm a security system ( no disarm yet): e.g. “...arm the security system”
  • Open and close a blind: e.g. “...open the living room blinds”
  • Set robot vacuum to pause, resume, or dock: e.g. “...pause the vacuum” or “...dock the vacuum”
  • Start, stop, resume, or pause smart appliances*: e.g. “...start the coffee machine ”, “...stop the washer” or “...pause the dryer”
  • Control light effects on smart bulbs (stop light only): e.g. “...stop the light effect”

A quick new year update for our automation builders 📣

We’re rolling out a new batch of ~20 starters, conditions, and actions in the Google Home app to give you more granular control.

You can now build logic around:
📺 Media Playback: "If TV is playing, dim lights 50%"
🧺…

— Anish Kattukaran (@AnishKattukaran) January 12, 2026
As novas acções também dão mais controlo directo sobre os dispositivos. Agora é possível ligar ou desligar equipamentos específicos, abrir e fechar estores, pausar ou enviar aspiradores robot para a base, e iniciar, pausar ou parar eletrodomésticos compatíveis, como máquinas de lavar, secar ou máquinas de café.

A Google diz que mais triggers e acções serão lançados nas próximas semanas. Estas novas funcionalidades estão a ser disponibilizadas de forma faseada com a versão 4.6.55.1 do Google Home para Android, pelo que podem demorar algum tempo a chegar em todos os dispositivos.

Consumidores sem interesse nos PC "AI" - diz a Dell

13-01-2026 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

Numa posição totalmente oposta à da Microsoft, a Dell revelou que os consumidores não têm mostrado interesse nos PC "AI".

Enquanto a MS se tem focado em impingir AI em tudo o que pode, a Dell revelou que os consumidores não estão a comprar PCs por causa de funcionalidades AI, levando a empresa a reduzir o foco no discurso "AI-first".
Segundo Kevin Terwilliger, responsável de produto da Dell, apesar de todos os novos dispositivos incluírem um NPU, a AI acaba muitas vezes por confundir mais do que ajudar os consumidores a perceber o valor real do produto. O que os utilizadores querem são benefícios claros, e não promessas vagas sobre inteligência artificial. Algo que parece demonstrar que aposta excessiva na AI não está a ter resultados positivos junto do público em geral.

Esta posição é particularmente relevante tendo em conta a forte parceria da Dell com a Microsoft, que continua a promover agressivamente funcionalidades AI no Windows e os Copilot Plus PCs. A Dell foi uma das primeiras marcas a apoiar essa iniciativa, lançando portáteis com os processadores Snapdragon X Elite e a apostar em aceleração local de AI. No entanto, aquilo que os utilizadores mais salientam e valorizam nestes PCs são a autonomia e o desempenho, e não nas funções AI.

Veremos se ao longo de 2026 a MS faz uma mudança significativa à forma como lança e promove as funcionalidades AI - isto, se não quiser manter o mesmo rumo, que apenas tem criado grante antagonismo por parte dos utilizadores. E, se não tem estado disposta a ouvir os seus utilizadores finais, ao menos que ouça os seus grandes parceiros, que estão a dizer o mesmo.

SwitchBot surpreende com robot doméstico Onero H1

13-01-2026 | 13:14 | A Minha Alegre Casinha

A SwitchBot tem um robot doméstico que promete lançar em 2026, com capacidade para tratar das lides domésticas.

Enquanto muitas empresas prometem que os "mordomos" robóticos estão para breve sem se comprometerem com uma data, a SwitchBot surpreendeu ao mostrar o seu Onero H1 no CES 2026.

Dispensando as pernas por uma plataforma móvel com rodas (semelhante aos aspiradores robot da SwitchBot), este robot semi-humanoide tem dois braços e foi concebido para fazer tarefas domésticas reais. Nas demonstrações, o robot conseguiu apanhar peças de roupa de um sofá, e abrir a máquina de lavar e colocar a roupa lá dentro, fechando a porta de seguida. O robot faz tudo isso de forma bastante lenta, mas a velocidade acaba por ser irrelevante, fazendo essas tarefas quando não está ninguém em casa.


A nível técnico, o robot usa câmaras RealSense, vários sensores, e modelos AI a correr localmente para mapear o ambiente. A SwitchBot diz que o Onero poderá vir a fazer muito mais, como servir comida e bebidas, dobrar roupa, lavar janelas ou arrumar a loiça. Estão também previstas versões com uma mão articulada de cinco dedos, além da garra mais usada no modelo demonstrado no CES.

A parte mais surpreendente é que a SwitchBot confirmou que o Onero H1 deverá chegar ao mercado ainda este ano (2026). O preço final ainda não foi anunciado, mas ficará abaixo dos 10.000 dólares. Não será um produto para todos, mas se cumprir o que promete, pode ser um dos primeiros robots "mordomo" domésticos a chegar às casas.

Apple escolhe Gemini da Google para a sua AI

13-01-2026 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

A Apple e a Google anunciaram uma parceria, com a Apple a usar os modelos Gemini para as suas funcionalidades Apple Intelligence (AI).

Confirmando os rumores que já tinham começado a circular há alguns meses, a Apple confirmou uma parceria de vários anos com a Google para a utilização dos modelos Google Gemini nas próximas versões da Siri e Apple Intelligence.

Isto acaba por confirmar as críticas de que a Apple se deixou ficar para trás na área da AI, e que reconheceu não ter capacidade - neste momento - para apanhar as empresas que lideram o sector. Apesar da colaboração, a Apple garante que a sua política de privacidade não muda, com o Apple Intelligence a funcionar maioritariamente nos próprios dispositivos e, quando necessário, através do Private Cloud Compute, que assegura que os dados dos clientes se manterão privados.

Joint Statement: Apple and Google have entered into a multi-year collaboration under which the next generation of Apple Foundation Models will be based on Google's Gemini models and cloud technology. These models will help power future Apple Intelligence features, including a…

— News from Google (@NewsFromGoogle) January 12, 2026
Esta decisão surge após um percurso atribulado do Apple Intelligence, anunciado na WWDC 2024. Várias funcionalidades foram adiadas e as que chegaram receberam críticas pela fraca precisão e dificuldade em lidar com pedidos mais complexos. A aposta no Gemini representa uma mudança significativa de estratégia, e uma tentativa clara de finalmente modernizar a experiência do Siri em tempo útil.

Embora isto possa ser visto como uma batalha perdida pela Apple, não significa que perdeu a guerra. No passado já assistimos a coisas como a Apple usar o Google Maps e, mais tarde, desenvolver os seus próprios mapas, e pode assumir-se que o mesmo acontecerá com os modelos AI. A opção pela Google serve apenas como forma de remover toda a pressão a que tem estado sujeita, para que possa ter mais um par de anos para desenvolver os seus próprios modelos.

A grande "derrotada" acaba por ser a OpenAI, que tinha sido a primeira a ter integração do ChatGPT no iOS, e que certamente esperaria que a Apple pudesse vir a usar os seus modelos GPT. Mas, a Apple diz ter feito testes cegos, e que o Gemini foi o vencedor - sendo também lógico que o longo historial de negócio entre Apple e Google, desde as origens do iOS, também terá tido o seu peso.

Contrariamente à OpenAI e Sam Altman, que (ainda) não reagiram ao anúncio desta parceria, Elon Musk não perdeu tempo a reagir, dizendo que isto representa uma "enorme concentração de poder" para a Google, uma vez que já tem o Android e o Chrome. Certamente preferiria ver a Apple a escolher o Grok como AI para o sistema... coisa que dificilmente aconteceria tendo em conta todas as polémicas em seu redor.
Note-se que a utilização dos modelos Gemini no Apple Intelligence não significa que os utilizadores Apple irão ver o Gemini directamente. Todas as interacções continuarão a ser feitas via Siri ou funções AI do sistema, sem que se tenha visão directa sobre o modelo AI que é usado nos bastidores.

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