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iPhone 14 sem notch nem ressaltos das câmaras?

09-09-2021 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

Para o iPhone 14, a Apple prepara-se para dizer adeus a dois dos elementos mais indesejados: o notch no ecrã e as câmaras salientes.

Estamos a menos de uma semana da apresentação oficial dos iPhone 13 mas, como é habitual, há quem já esteja de olhos postos no iPhone 14 do próximo ano. Se para o modelo deste ano a principal novidade será a adopção de um ecrã de 120 Hz (possivelmente com modo always-on); para o próximo ano as novidades serão ainda mais drásticas e apelativas.
Segundo alguns rumores, o iPhone 14 de 2022 vai trocar o característico, mas pouco apreciado, notch por um sistema de câmara em furo no ecrã, para manter a qualidade da câmara frontal, enquanto o restante sistema Face ID passa a ficar escondido sob o ecrã, pois não será tão prejudicado pela perda de qualidade que isso representa. E se isso transformará o lado frontal do iPhone, do lado traseiro também temos excelentes novidades, com o conjunto de câmaras a ficar novamente à face do corpo do iPhone, sem as saliências que infelizmente se têm tornado comuns nos últimos anos.

Se tal se vier a verificar, parece que a Apple terá desde já o sucesso assegurado para o iPhone 14 - e poderá justificar que alguns fãs optem por aguentar mais um ano com os seus iPhones actuais, em vez de considerarem a actualização para o iPhone 13 - modelo que, por si só, já poderá afastar os mais supersticiosos.

Será no entanto necessário aguardar mais um pouco, para saber se este poderá ser o iPhone que começa a despedir-se das fichas, abdicando da ficha Lightning e passando a adoptar exclusivamente carregamento wireless.

Xiaomi 11T e 11T Pro com actualização durante 4 anos

09-09-2021 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Para os novo Xiaomi 11T e 11T Pro, a marca está a prometer actualizações durante mais tempo.

A Xiaomi vai apresentar os seus 11T e 11T Pro no dia 15 deste mês, dia seguinte ao da Apple revelar o iPhone 13, e mais do que as melhorias habituais como câmaras melhoradas e o carregamento ultra-rápido de 120 W, aquela que poderá ser a novidade mais marcante será a promessa de actualizações durante um mínimo de quatro anos: o que significa que este smartphone irá receber 3 versões de Android, e actualizações de segurança até ao fim desse período.
Não são os 7 anos de actualizações que a Alemanha quer que a UE comece a exigir aos fabricantes, mas será um passo nesse sentido e que permitirá manter este smartphone actualizado durante mais tempo do que o habitual no segmento Android.

Falta agora saber se isto será uma medida excepcional que apenas se aplicará aos modelos topo de gama, ou se começará a ser prática corrente para todos os smartphones Xiaomi que venham a ser lançados a partir de agora.

Velocidade furiosa contra o recolher obrigatório

09-09-2021 | 09:58 | Gonçalo Sá

E se "The Walking Dead" se cruzasse com "Mad Max: Estrada da Fúria" e a mistura também tivesse qualquer coisa de "Velocidade Furiosa", "Um Lugar Silencioso" ou da saudosa animação "A Mais Louca Corrida do Mundo"? "CURFEW", a nova série do Syfy (também disponível na HBO Portugal), pode ser um rodízio de influências, mas pelo menos é servido com um arranque tão desopilante como despretensioso.

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Estreada na Sky One em Fevereiro de 2019, "CURFEW" chega à televisão linear portuguesa com um atraso que já vai sendo raro na era da aceleração do streaming, embora continue a não se parecer muito com nenhuma outra série do momento - mesmo que não lhe faltem referências do pequeno ou do grande ecrã. Nem sequer se parece com "Peaky Blinders", saga pela qual passaram tanto o seu criador, Matthew Read, como o principal realizador, Colm McCarthy, que em vez da Londres do passado olham aqui para a do futuro.

Se em 2021 a experiência do recolher obrigatório já não será estranha para quem só agora descobre a série, depois de uma pandemia que veio mudar as regras, essa imposição é bastante mais implacável no universo desta história distópica, na qual quem não voltar para casa ao cair da noite se arrisca a ser detido (ou pior) por agentes de um sistema autoritário ou devorado por estranhas criaturas parentes próximas de zombies (versão acelerada, na linha de "28 Dias Depois", um dos muitos casos de ficção científica que este retrato poderá lembrar).

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Ainda assim, há quem resista e procure alternativas. E a ocasião mais favorável para escapar parece ser uma corrida clandestina de carros ( e outros veículos, muitos alterados de forma excêntrica q.b.) que decorre à noite e cujos vencedores terão a sorte de conseguir ter acesso a uma ilha misteriosa, livre do regime opressivo e das ameaças mortíferas que supostamente o despoletaram.

Sim, a premissa e algumas cenas de "CURFEW" obrigam a uma suspensão da descrença que não será para todos, mas quem decidir entrar no jogo talvez se surpreenda com a energia e imaginário que Read e McCarthy desenham com um óbvio gozo e convicção. Nos dois primeiros episódios, a dupla mostra-se à vontade com um tom de série B assimilado por um elenco tão diverso como as influências da saga - a juntar gente como Sean Bean, Billy Zane, Adam Brody e Miranda Richardson a actores em ascensão, caso de Phoebe Fox ou Malachi Kirby.

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O arranque, no entanto, não se foca tanto nos nomes mais populares, excepto Bean (a ver se é desta que se conta entre os sobreviventes), e deve quase todo o impacto emocional a Adrian Lester e Ike Bennett, respectivamente um pai e um filho pelos quais os espectadores tenderão a torcer (as outras personagens, para já, não despertam a mesma empatia).

Embalada por uma banda sonora que sublinha uma estética retrofuturista (não faltam clássicos synth-pop e new wave), incluindo um genérico inicial algures entre a herança de John Carpenter e a revisão de "Stranger Things", a série compensa a faceta derivativa com um desenho credível (aceitando os contornos da proposta) de ambientes e figuras do submundo londrino, e nisso até nem está assim tão longe dos clãs de "Peaky Blinders". Apesar de alguns flashbacks cortarem o disparo de adrenalina, o segundo episódio mostra-se mais expedito do que o capítulo introdutório e acende o rastilho para os próximos seis. Mas a boa primeira impressão fica já garantida, e com alguma dose de surpresa...

Os primeiros dois episódios de "CURFEW" estrearam-se no Syfy a 7 de Setembro. O canal estreia novos capítulos todas as terças-feiras, a partir das 22h15. A série também está disponível na íntegra na HBO Portugal.

Earphones BT Soundpeats TrueAir2 a €36

09-09-2021 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

Quem for fã dos auriculares bluetooth de tamanho diminuto tem uma gama crescente de opções, onde se incluem estes Soundpeats TrueAir2.

A tendência da remoção das fichas tradicionais de 3.5mm tem obrigado cada vez mais utilizadores a trocar os seus headphones e earphones com cabo por versões Bluetooth. Embora a oferta nesta área tenha tido um crescimento explosivo nos últimos anos graças a isto, há também a constatação de que há uma enorme variedade em termos de qualidade - a todos os níveis - mesmo entre produtos na mesma gama de preços. Modelos como estes Soundpeats TrueAir2 têm sido dos que mais se destacam na relação qualidade / preço.

Os Soundpeats TrueAir2 estão disponíveis por 36 euros, com envio da Amazon Espanha.

Estes earphones suportam o mais recente Bluetooth 5.2 graças ao chip Qualcomm QCC3040, assim como o codec aptX para a máxima qualidade sonora. Também como é habitual neste tipo de produtos, a sua caixa de transporte tem uma bateria interna e permite recarregá-los sempre que lá são colocados. Desta forma, a sua autonomia de 5 horas pode ser expandida com 4 carregamentos até um total de 25 horas, com carregamento da caixa via USB-C. Conta ainda com 4 microfones para efeitos de cancelamento de ruído durante as chamadas; e cada auricular tem um peso ultra-diminuto de apenas 3.9g para o máximo conforto em utilização.


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Sugestões SPC para o regresso às aulas

09-09-2021 | 08:32 | Apps do Android



Soluções para imagem, som e luz, sempre com o baixo custo em linha de vista. 

O mês de setembro marca o regressar à rotina, ao trabalho e às aulas. Mas não tem, necessariamente, de ser um regresso complicado. Pelo contrário. A SPCempresa tecnológica especializada no desenvolvimento de produtos eletrónicos de consumo, sugere 3 produtos que o vão ajudar durante esta fase e tornar-se nos seus melhores companheiros.
 
SPC LIGHYEAR: poder de estudo e mobilidade facilitada
 
Com o regresso às aulas chega a necessidade de um equipamento rápido e fácil de transportar, e é isto que a segunda geração do SPC LIGHTYEAR oferece. Com uma autonomia de até 7,5 horas, um ecrã IPS HD de 8 polegadas e um armazenamento de 32 GB de memória interna, expansível via cartão microSD até 512GB adicionais, é perfeito para longas horas de estudo, com os apontamentos das matérias sempre à mão. Os altifalantes redesenhados permitem ouvir música durante o estudo, para máxima concentração e para que tudo o resto fique em segundo plano durante essa altura.
Criado especialmente a pensar nos membros mais jovens da família, vem equipado com um processador Quad Core de 1,3 GHz, 2GB de RAM e WiFi 4 para aceder à Internet para que possam, além de estudar, consumir os seus conteúdos favoritos.
Traz uma câmara frontal para videochamadas e uma traseira de 2MP que oferece captura de vídeo HD a 720p para poder guardar todas as suas memórias. Conta ainda com o sistema operativo AndroidTM 10 (Go Edition) e conector USB-C reversível.
O SPC LIGHTYEAR, segunda geração, está disponível em Cinzento, Rosa e Azul por um preço recomendado de 129,90 euros.
 
  
SPC ZION PRO: tamanho ultracompacto para estudares com alta qualidade de música

 
Tudo é melhor com música, incluindo o estudo. Os novos auriculares SPC ZION PRO oferecem um design elegante e minimalista e uma grande qualidade sonora. O seu tamanho ultracompacto, bem como da sua caixa de carregamento, faz deles perfeitos para seguir na mochila em qualquer momento, quer seja necessário estudar no autocarro ou na biblioteca da escola. Oferecem um som limpo, de alta qualidade e repleto de nuances, contendo também tecnologia Bluetooth 5.0 de baixo consumo e a função de emparelhamento automático: são capazes de sincronizar com o seu smartphone ou tablet assim que saem da caixa de carregamento, para que não haja tempo a perder.
Os seus botões tácteis permitem executar qualquer ação com um único gesto, como ativar a Siri ou o Assistente do Google, fazer chamadas ou tocar músicas no Spotify. Também têm um microfone e mãos-livres integrados, para que possa atender chamadas sem tirar o telemóvel do bolso. E para garantir a sua utilização em quaisquer circunstâncias, os ZION PRO foram concebidos com certificação IPX4, que protege contra salpicos de água.
Para que a inspiração do estudo nunca fique a meio, estes auriculares destacam-se também pela sua autonomia: oferecem até 45 minutos de reprodução áudio quando estão guardados apenas 5 minutos e um total de 12,5 horas de utilização. Podem ser adquiridos em Galactic Black ou Supernova White por 29,90 euros.
 
 
SPC AURA: para que se faça luz na tua cabeça
 
Quando falamos em estudar, o ambiente é tudo e, nesse sentido, não deves ter uma luz nem demasiado fraca, nem demasiado forte. A 
lâmpada inteligente SPC Aura é ajustável na cor, na tonalidade do branco e na intensidade através do smartphone, graças à sua ligação WiFi. Se terminares o estudo, é possível escurecê-la para veres um filme e descontraíres ou sincronizá-la com a música que te apetece ouvir.
Com a quantidade perfeita de luz no momento certo usando a intensidade, brilho e cores que melhor se adequam ao que pertences, a SPC Aura está disponível na versão de 1050 lumens e 800 lumens, tem uma eficiência energética de classe A+ e uma vida útil de 25.000 horas, o que significa até 15 anos de autonomia com uma média de 4 horas por dia! Podes também controlá-la através do Assistente do Google ou da Amazon Alexa.
Aura 1050 está disponível por 19,90 euros enquanto a Aura 800 está disponível por 9,90 euros, e também em pacotes de 3 unidades por 29,90 euros. 

Motorola mostra carregamento wireless de longa distância

09-09-2021 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

Depois da Xiaomi, também a Motorola mostra um sistema de carregamento wireless capaz de carregar múltiplos smartphones a metros de distância.

A promessa do carregamento wireless a longa distância tem sido feita há anos, mas até ao momento ainda ninguém conseguiu lançar no mercado um tal sistema - e isto sem esquecer as empresas que nunca chegaram a cumprir com as suas promessas. Recentemente a Xiaomi mostrou um protótipo de um sistema destes com o seu Mi Air Charge, sem indicar qualquer data para um possível lançamento; e agora é a vez da Motorola.


O Space Charging da Motorola também adopta o formato idêntico ao de um router wireless, mas que tem a capacidade para carregar até quatro smartphones simultaneamente a uma distância de até 3 metros.

A estação de carregamento conta com 1600 antenas para poder fazer o beam-forming e mandar a energia precisamente para o ponto no espaço onde os smartphones se encontram, podendo atravessar obstáculos, mas com um sistema capaz de detectar a presença de pessoas e suspendendo o carregamento nessa área - o que significa que ainda não será adequado para estar a carregar um smartphone enquanto está na mão do utilizador (embora no vídeo acima mostre que isso é possível).

Infelizmente também neste caso não é feita qualquer referência a uma possível data de lançamento. Mas, quando se começam a ver vários fabricantes a mostrar produtos idênticos, talvez seja sinal de que já não faltará muito para isso.

Google Pay no Wear OS chega a Portugal

09-09-2021 | 07:00 | Aberto até de Madrugada

Quem tiver um smartwatch Wear OS já poderá fazer pagamentos a partir do pulso via Google Pay.

Demorou, mas chega finalmente a Portugal o suporte para os pagamentos Google Pay a partir de smartwatches Wear OS.

Ainda recentemente demos a notícia que, pelo menos no caso do Apple Pay, só uma pequena percentagem das que activou o serviço acaba por o utilizar para fazer pagamentos, sendo também provável que algo idêntico acabe por acontecer com o Google Pay nos Android. Seria interessante saber se a possibilidade de fazer o pagamento a partir do smartwatch poderá promover essa utilização, já que dispensa pegar no smartphone - ou se acaba por não ter qualquer efeito.

Pelo menos, mesmo que seja para uma percentagem ínfima, passam a ter essa possibilidade cá em Portugal - quer depois acabem por lhe dar uso ou não.

How to Implement a PHP Raspberry PI Solution to Control a LED Light System

09-09-2021 | 05:11 | Manuel Lemos

By Manuel Lemos
Raspberry PI is a popular platform for creating small hardware devices that can be controlled by software written in many languages, including PHP.

This package demonstrates how to control a Raspberry PI-based LED light system using PHP.

TikTok ultrapassa YouTube nos EUA

08-09-2021 | 20:00 | Aberto até de Madrugada

Os executivos responsáveis pelo YouTube devem andar em pânico, pois o TikTok já superou o YouTube também nos EUA, em tempo passado a ver vídeos por utilizador.

Depois de ter conquistado público noutros países, é a vez de também os EUA sucumbirem ao fenómeno TikTok. O YouTube ainda tem maior número de utilizadores activos, mas o TikTok ganha na métrica que é a mais importante: o tempo que cada um passa a ver vídeos. Como as plataformas bem sabem - e muito se esforçam por atingir - o objectivo principal é tentar fazer com que os utilizadores permaneçam no seu serviços durante o máximo de tempo possível, no processo podendo apresentar-lhe mais publicidade, e também recolher mais dados sobre as suas preferências, que servirão para alimentar a publicidade que virá a seguir.

O TikTok, que se dedica a vídeos curtos de consumo imediato, acertou na fórmula perfeita para conquistar o mercado, especialmente nas gerações mais novas. Comparado com os vídeos rápidos do TikTok, passar para um vídeo do YouTube, que frequentemente vem com "palha" só para garantir que tem os 12-15 minutos necessários para poder ter um bloco de publicidade adicional, e onde 90% dos YouTubers se limitam a replicar o que os YouTubers de sucesso fazem, parece um regresso à idade da pedra. Por isso mesmo o YouTube, e Facebook, e outros, muito se têm esforçado por tentar replicar a fórmula do TikTok com formatos curtos, mas de momento ainda nada parece ter conseguido travar a vaga TikTok que vai varrendo o mundo.

Será também preciso dizer que isto não acontece por acaso. O TikTok tem atrás de so todo o poderio de uma das gigantes tecnológicas chinesas, a ByteDance, e tem afinado um algoritmo que inicialmente é extremamente convidativo para novos utilizadores, fazendo-os sentir como "super-estrelas", e que muito ajuda a que se sintam ligados à plataforma. E também pagam fortunas para por lá manter alguns TikTokers de sucesso, que vão acumulando milhões de seguidores. E com tudo isso, passo a passo, agora estão a fazer aquilo que há uns anos ninguém acreditaria ser possível: estão a deixar o YouTube numa situação bastante embaraçosa.

Lenovo P12 Pro quer ser o "iPad" dos Androids

08-09-2021 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

A Lenovo volta a apostar nos tablets, e o seu novo P12 Pro pode ser a resposta para os que procuram um "iPad" no campo Android.

O Lenovo P12 Pro é um tablet com ecrã OLED de 12.6" (2560x1600 - 16:10) que domina toda a área frontal do tablet graças às suas margens reduzidas. Lá dentro temos um Snapdragon 870, versão ligeiramente acelerada do 865, que mesmo não sendo um chip de última geração, será mais que suficiente para lidar com todo o tipo de tarefas que se deseja, e disponível em modelos com 6 GB + 128 GB ou 8 GB + 256 GB, que também contribuirão para isso, sem que haja preocupações com aquecimento excessivo. Temos também uma câmara frontal de 8 MP com sensor ToF, e dupla câmara traseira de 13 MP e 5 MP grande angular.
A autonomia também não será problema, com o P12 Pro a vir com uma generosa bateria de 10200 mAh com carregamento rápido QC 4.0 de 45 W via USB-C. E para completar, temos sensor de impressões digitais no botão de power, WiFi 6 (2x2 MIMO), quatro colunas de som, e até um slot para cartões microSD para fácil expansão de memória ou transferência de dados.

O tablet poderá ser utilizado com um teclado rígido com trackpad e uma "Lenovo Precision Pen 3" que conta com encaixe magnético e carregamento wireless directamente a partir do tablet. E, graças ao "Project Unity", o tablet pode também ser utilizado como monitor secundário de portáteis e computadores Lenovo.

O preço do Lenovo P12 Pro indicado para a Europa começa nos 899 euros, havendo também uma versão que terá conectividade 5G.

Doutores da Mula Russa (a mula afinal parece indiana)

08-09-2021 | 16:51 | Carlos Afonso

 Não tenho muito jeito para contar estórias, esse jeito ficou praticamente todo para o meu irmão mais velho, já falecido, mas vamos a isto

Há uns anos, poucos, uns conhecidos nossos de origem indiana pediram-nos para traduzirmos um curriculum vitae da mulher de um deles que nos disseram, orgulhosamente, ser enfermeira.

Lemos o curriculum e só vimos uma formação média, com frequência de cadeiras relacionadas com religião e caligrafia, contabilidade e nada daquilo que esperávamos num curso de enfermagem. Dissemos aos nossos conhecidos se queriam que traduzissemos o curriculum.

Pouco tempo depois ocorreu o divórcio, a mulher foi devolvida à família original (parece algo saído do século XIX). Nada nos foi dito sobre as razões.

Há uns dias estava a lêr um livro sobre economia e fiquei a saber que a rapariga até tinha sido bastante modesta, pois na Índia parece ser relativamente comum alguém sem formação superior envergar uma bata branca, usar um estetoscópio e alguns medicamentos básicos e abrir consultório.


Da dificuldade inerente a aprender algo a sério

08-09-2021 | 16:49 | Carlos Afonso

 A programação é uma atividade difícil. Aprender a programar exige tempo considerável, como qualquer atividade complexa. Não há volta a dar-lhe. Se começar do nada e estiver a pensar em tornar a programação a sua carreira, de modo a tornar-se num perito de software, isso obriga a muitos esforço e dedicação.

Não há outra escolha. Se desejar tornar-se num programador terá que aprender coisas, durante muito tempo.

A boa notícia é que normalmente só toma tempo. Não há requisitos base especiais.

Não necessitamos ter capacidades específicas ou sermos jovens, como necessário em atividades fisicamente intensas.

Não precisamos de equipamento muito sofisticado, basta um laptop e uma ligação à internet.

Como é uma atividade com muitos abandonos se estiver disposto a dar o litro todos os dias estará em vantagem sobre a generalidade do resto das pessoas.

Aqui poderá intervir alguma paixão de modo a gastar todos esses momentos ao computador. Poderá suceder que no início não tenha nenhuma paixão e que esta apareça no decorrer desses momentos de aprendizagem.

Pode levar algum tempo até aparecem resultados, mas acabaram por aparecer. O importante é o processo para serem alcançados. Estes resultados surgem após um investimento de tempo adequado.

Sobre desligar algum tempo da incessante actualização

08-09-2021 | 16:48 | Carlos Afonso

Hoje ao ler o artigo «I completely ignored the front end development scene for 6 months. It was fine» acabei por só me rever parcialmente no mesmo. No início da nossa profissão como quem desenvolve aplicações informáticas sentimos e gostamos de alguma pressão para aprender novas tecnologias, quer para a web quer para qualquer outra situação.

Eu, por exemplo, comecei por aprender a programar em BASIC, seguido de COBOL seguido de FORTRAN. Aprendi ainda a trabalhar com uma base de dados básica, DBASE II e DB2 (uma em ambiente PC a outra em mainframe. Ao fim de alguns anos tinha aprendido algumas linguagens de programação adicionais, mas quanto a bases de dados só evoluí nas respectivas linhas sendo que no caso da DBASE saltei para o Clipper.

Depois segui a corrente, linguagens, frameworks diversos ao longo de alguns anos. Finalmente por razões familiares fiz um interregno extenso. Tendo terminado esse interregno fui espreitar o panorama atual. Já percebi que tenho que deixar as generalidade e a tentativa de abarcar um leque alargado de ambientes/linguagens/ferramentas para voltar a ser minimamente produtivo. Algumas coisas estão mais simples, outras estão mais abstratas e nalguns casos muito mais complexas. Ei de chegar lá com algum esforço.

 

Tablet Teclast P80 a €75

08-09-2021 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

A Teclast tem mais um tablet "bom e barato" - o P80 - ideal para quem procura um tablet de 8" com preço reduzido.

O Teclast P80 vem equipado com um ecrã IPS de 8" (1280x800) com multitouch para 10 toques simultâneos, CPU Allwinner A133 quad-core, 2GB de RAM, 32GB + microSD, câmaras de 2MP e 0.3MP, WiFi ac dual-band, BT 5.0, USB-C, bateria de 4000mAh e Android 10.
Características que adquirem outro interesse ao se descobrir que este Teclast P80 está disponível por apenas 75.65 euros na Amazon Espanha.

Uma proposta bem tentadora para quem estiver à procura de um tablet barato mas que mantenha características interessantes e seja capaz de um funcionamento livre de preocupações. Só de pensar que num passado não muito distante uma simples moldura digital que só podia mostrar fotos, com ecrã de tamanho mais reduzido, custava valores bastante mais elevados, é revelador do quanto a tecnologia evoluiu desde então. Graças a tablets como este, podemos facilmente considerar colocá-los na parede apenas para funcionarem como "interface" para ver notícias, controlar a casa, ou funcionar como monitor remoto para ver câmaras de vigilância.


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Notícias do dia

08-09-2021 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

Apple revela iPhone 13 a 14 de Setembro; DJI Osmo Mobile 5 combina estabilizador com selfie stick; WiZ revela novas lâmpadas; WhatsApp vai deixar esconder "last seen" de algumas pessoas; Play Store destaca duas apps para Wear OS que já nem existem; e sanitas inteligentes vão monitorizar saúde dos cidadãos.

Antes de passarmos às notícias, temos novo passatempo gadget da semana, que desta vez te pode valer um cartão de memória microSD SanDisk de 200GB.

Google apresenta monitores para o Google Meet

Se, fim à vista para o trabalho remoto a partir de casa, a Google apresenta dois monitores pensados para o Google Meet e videoconferências: os Series One Desk 27 e Series One Board 65, produzidos pela Avocor sob o programa Series One da Google. Infelizmente, apesar de até correrem Chrome OS, estes modelos não podem ser usados como computadores independentes, sendo usados exclusivamente para videoconferência, tendo coisas como câmaras abrangentes de 100º com possibilidade de fazer zoom e seguir os utilizadores.

E tendo em conta que mesmo o modelo mais barato começa nos 2 mil dólares, depressa fica comprovado que não são produtos destinados ao consumidor final, mas sim para empresas onde a utilização das videoconferências seja suficientemente frequente ao ponto de justificar máquinas dedicadas como estas.


Gmail vai fazer chamadas sem precisar do Meet

A Google está a reforçar a sua táctica de injectar serviços no Gmail, como forma de facilitar o seu acesso (ou de tentar garantir que os utilizadores as usam mesmo que não estejam dispostos a instalar apps adicionais). Quem tiver o Gmail vai ter também o Google Meet completamente integrado, podendo fazer chamadas para os seus contactos via Google Meet, directamente a partir da app Gmail sem necessidade de ter a app Google Meet instalada.

Se será uma medida bem recebida ou visto como um abuso de tentar impingir serviços que não se desejam utilizar (a Google não poderá criticar os utilizadores que já tiverem perdido toda a confiança nos seus serviços de comunicação, depois de toda a situação com o Hangouts), isso vai depender de cada um. Mas, seja como for, não será possível escapar a uma app Gmail cada vez mais atulhada de funcionalidades que vão para além daquilo que seria suposto fazer: tratar dos emails.


Apple Pay usado apenas por 6%

Dos EUA chega-nos um estudo curioso, que revela que o Apple Pay é usado por apenas 6% das pessoas que o activaram nos seus iPhones.

Apesar de se poder imaginar que, quem se dá ao trabalho de activar o Apple Pay, depois lhe desse uso, parece que a esmagadora maioria das pessoas continua a preferir o sistema tradicional de pegar no seu cartão para fazer os pagamentos - potencialmente com os cartões contactless a também terem contribuído para isso, ao facilitarem o processo. Também se pode dar o caso de algumas tentivas iniciais falhadas feitas com o smartphone possam ter feito com que os utilizadores simplesmente não queiram arriscar, optando pelo forma tradicional que trabalha sem chatices.


Austrália responsabiliza plataformas pelos comentários dos utilizadores

Os tribunais australianos estão deram uma reviravolta no princío de funcionamento da internet, dizendo que as plataformas sociais como o Facebook poderão ser responsabilizadas e processadas pelos comentários dos seus utilizadores.

Embora o caso ainda esteja longe de estar terminado, várias plataformas sociais já vão alertando para um potencial desfecho que que muitos sites possam ser forçados a encerrar as secções de comentários, pois será demasiado arriscado sujeitarem-se a processos por algo que qualquer pessoa lá possa escrever. Aliás, os comentários poderão tornar-se numa arma, em que sejam publicados comentários propositadamente difamatórios só para causarem problemas aos sites em questão.


Curtas do dia


Resumo da madrugada



Curiosidade do dia: As primeiras sanitas com sistema de descarga por água surgiram em 1596, mas só se começariam a tornar mais comuns séculos mais tarde, a partir de 1851.

Oppo X em Portugal para mostrar o que pode vir a ser o futuro dos smartphones

08-09-2021 | 15:21 | Apps do Android

A Oppo trouxe até Portugal o seu Oppo X com ecrã extensível, que serve como indicador da próxima geração de smartphones.

Os smartphones com ecrã dobrável tem feito sucesso, um sucesso que só não é maior devido ao seu preço (ainda) elevado; mas vários fabricantes estão já de olhos postos noutros formatos que são possibilitados pelos ecrãs flexíveis. A Oppo revelou no início do ano o seu Oppo X extensível com ecrã de enrolar e desenrolar, que agora fez chegar ao nosso país. Mas não adianta ficar com ideias por agora, já que este Oppo X continua a ser um protótipo e ainda não será posto à venda... por agora.

O principal ponto de atracção deste Oppo X é o seu mecanismo de enrolar e desenrolar, que faz literalmente o smartphone crescer do tradicional formato smartphone para um equivalente ao de smartphone dobrável aberto. O efeito é bastante curioso e original, pois se o sistema de ecrã dobrável já se começou a tornar relativamente "comum", este de ver um ecrã a desenrolar continua a ser bastante original. Algo que seguramente irá mudar ao longo dos próximos anos, eventualmente tornando-se tão banal como um ecrã rígido tradicional.
À semelhança do que aconteceu com os dobráveis, o ponto crítico será garantir que o mecanismo de extensão do ecrã será capaz de sobreviver a anos de abuso de utilização no mundo real. Algo que incluirá coisas como possivelmente tentar abrir o smartphone com algo a impedir o seu movimento, assim como a sua resistência a pó e detritos - como os que tantas dores de cabeça causaram aos dobráveis de primeira geração. Mas isso são erros com os quais as empresas aprenderam e já estarão acauteladas para estes novos modelos.

Infelizmente, a Oppo ainda não avança com nenhuma data em concreto para que um modelo com ecrã extensível chegue ao mercado - embora se possa esperar que isso venha a acontecer nos próximos anos. Para muitas pessoas, este formato poderá ser bastante mais apelativo que os modelos dobráveis que ficam com uma espessura pouco convidativa quando dobrados; e também dispensa a necessidade de ter ecrãs adicionais no exterior, o que contribuirá para reduzir custos e permitir que possam chegar até nós a preço mais apelativo.

Agora só nos resta aguardar.

DJI Osmo Mobile 5 combina estabilizador com selfie stick

08-09-2021 | 14:30 | Aberto até de Madrugada

A DJI revelou o seu novo estabilizador gimbal para smartphones, o Osmo Mobile 5, que agora também funciona com selfie stick.

Os estabilizadores de smartphones e câmaras com sistema gimbal de 3-eixos começaram ser per produtos dispendiosos, que fascinavam tudo e todos com a sua incrível capacidade de manter as câmaras sempre estabilizadas independentemente do movimento que se estivesse a fazer. Felizmente, como em quase tudo na área tecnológica, começaram a ficar disponíveis a preços cada vez mais acessíveis, até chegarem ao ponto em que praticamente todas as pessoas podem comprar um para melhorar as suas gravações de vídeo e fotos.

O Osmo Mobile 5 mantém os elementos principais dos estabilizadores anteriores, mas agora vem com um sistema telescópico extensível de 215 mm, que pode não parecer muito mas é suficiente para que possa funcionar como selfie stick para facilitar a captação de imagens dos próprios utilizadores, ou para dar uma ajuda na obtenção de imagens sobre uma multidão, ou para se conseguir captar imagens de uma perspectiva mais original.
Este modelo vem também com o sistema de fixação magnético estreado no OM 4, mas agora melhorado, e que pode também incluir luzes para as selfies. Temos também modos de captação automática, para panoramas, ou até para fazer o efeito "dolly zoom" popularizado por Hitchcock. Pelo lado negativo, o braço telescópico rouba volume interior, e a autonomia de 15 horas do modelo anterior cai para apenas 6 horas e 20 minutos neste modelo.

O Osmo Mobile 5 já está disponível, com preço a começar nos 159 euros. O Osmo Mobile 4 continuará disponível por 149 euros.

Play Store destaca duas apps para Wear OS que já nem existem

08-09-2021 | 13:00 | Aberto até de Madrugada

Quem visitar a secção dos destaques da Play Store para Wear OS verá referidas como essenciais duas apps que já nem existem para os relógios.

Não dando muita confiança quanto à atenção que a Google estará a dedicar ao Wear OS, ua lista de apps descritas como "essenciais" para os utilizadores de smartwatches com Wear OS faz referência às apps do Telegram e Uber; o que até poderia fazer todo o sentido, se estas não fossem apps que já não estão disponíveis para Wear OS.
É certo que no caso do Telegram a app só foi descontinuada recentemente, mas o Uber para Wear OS já deixou de existir há muito, e torna-se mais difícil de justificar com um "ainda não tivemos tempo de actualizar".

É perfeitamente normal que isto possa acontecer, assumindo - como parece ser o caso - de que esta secção de apps é seleccionada manualmente; e sendo perfeitamente natural que a pessoa responsável por isso tenha sido transferida e aquilo ficado esquecido. No entanto, tendo em conta a dimensão da Google, isso parece revelar também que a gestão da secção Wear OS, pelo menos do que diz respeito a esta parte das apps destacadas na Play Store, precisaria de ser feita com mais algum cuidado.

Teclast P20HD 4G a €97

08-09-2021 | 12:16 | A Minha Alegre Casinha


Depois do P10HD temos mais um tablet da Teclast que chega com características imbatíveis a um preço reduzido: o P20 HD com 4G por apenas 97 euros.

O Teclast P20HD vem equipado com um ecrã IPS de 10.1" (1920x1200), CPU SC9863A octa-core, 4GB de RAM, 64GB + microSD até 128GB, câmaras de 5MP e 2MP, conectividade 4G LTE, WiFi ac dual-band, BT 5.0, GPS, bateria de 6000mAh e Android 10.


Com tudo isto, este Teclast P20HD 4G está disponível por apenas 97.17 euros usando o código de desconto BG95072a, com envio gratuito da Europa.

Uma proposta tentadora para quem estiver à procura de um tablet de 10" barato mas que mantenha características interessantes e seja capaz de um funcionamento livre de preocupações. Só de pensar que, num passado não muito distante, uma simples moldura digital com ecrã de tamanho muito mais reduzido, que só podia mostrar fotos, custava valores bastante mais elevados, é revelador do quanto a tecnologia evoluiu desde então. Graças a tablets como este, podemos facilmente considerar colocá-los em diversos locais espalhados pela casa, apenas para funcionarem como "interface" de intercomunicação (para casas grandes), ver notícias, e controlar a casa.


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WhatsApp vai deixar esconder "last seen" de algumas pessoas

08-09-2021 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

O WhatsApp está a preparar uma nova opção para maior controlo sobre quem pode ver o nosso estado "last seen".

O estado "last seen" revela a outros utilizadores do WhatsApp quando foi a última vez que estivemos no serviço. É algo que cada utilizador pode escolher se deve ou não mostrar, podendo escolher partilhar isso com todas as pessoas, não mostrar a ninguém, ou mostrar apenas aos contactos. Mas em breve chegará uma nova opção que permite manter a partilha desse estado com os contactos, mas excluindo alguns.
Tendo em conta a generalização do uso do WhatsApp para todo o tipo de funções, potencialmente misturando-se contactos pessoais com contactos de trabalho, faz todo o sentido que possam existir cenários onde queremos partilhar aquela informação com a maioria dos nossos contactos, mas não com algumas pessoas que por lá estejam.

Poderá discutir-se se esta opção será a melhor face a uma que deixasse partilhar o estado apenas com uma lista específica de pessoas, mas todas as opções que dêem maior controlo sobre com quem se partilham informações de forma automática é sempre bem vinda.

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