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Xiaomi refresca SU7 para 2026

08-01-2026 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

A Xiaomi renovou o SU7, que chega com novo interior, mais potência, e mais autonomia.

Com as vendas do SU7 a reduzirem-se face ao mais recente YU7, a Xiaomi fez uma necessária modernização ao seu modelo original. O SU7 renovado ganha mais potência, maior autonomia, carregamento mais rápido, e melhorias claras em tecnologia e segurança. O lançamento oficial está marcado para Abril de 2026, mas já é possível reservar o modelo (na China).

A nível mecânico, todos os SU7 passam a usar o novo motor V6s Plus da Xiaomi. As versões Standard e Pro sobem para 320 cv, enquanto a Max dispara para uns impressionantes 690 cv. O carregamento também melhora bastante: Standard e Pro passam para um sistema de 752V, e a Max usa uma arquitetura de 897V que permite carregar até 670 km de autonomia em apenas 15 minutos. Em termos de alcance, o Pro lidera com 902 km, seguido do Max com 835 km e do Standard com 720 km - no optimista ciclo CLTC.
A tecnologia e a segurança também deram um salto. O LIDAR passa a ser equipamento de série em toda a gama, acompanhado por um computador muito mais potente, com 700 TOPS, para suportar o sistema de assistência à condução da Xiaomi. O número de airbags sobe de sete para nove, há alimentação eléctrica de emergência dedicada às fechaduras das portas, e melhorias na dinâmica com pneus traseiros mais largos e suspensão pneumática no Pro. Pequenos retoques no design, novas cores e um interior mais moderno (mas sem alguns dos elementos do YU7, como a pequena faixa com ecrã na base do pára-brisas), completam a actualização.

Os preços subiram ligeiramente. A versão Standard começa nos 28.000 euros, a Pro ronda os 31.700 euros, e a Max chega aos 37.800 euros. O aumento face ao modelo anterior varia entre 1.200 e 1.700 euros, embora a Xiaomi admita que os valores possam baixar no lançamento. Quem reservou o modelo antigo e ainda não o recebeu pode mudar para esta nova versão até 10 de Janeiro sem perder benefícios fiscais.

Por cá, teremos que esperar até 2027 para ver se a Xiaomi traz os seus carros para a Europa - com a única certeza a ser que os preços serão certamente bastante superiores aos praticados na China.

Philips Hue ganha cenas SpatialAware

08-01-2026 | 13:10 | A Minha Alegre Casinha

Quem tiver lâmpadas e fitas LED Philips Hue poderá usufruir de cenas luminosas mais realistas com o novo sistema SpatialAware.

A Signify anunciou uma nova funcionalidade chamada SpatialAware para a linha Philips Hue, pensada para tornar as cenas de iluminação mais naturais e envolventes. Em vez de distribuir as cores de forma aleatória, o sistema passa a ter em conta a posição real de cada luz numa divisão.

Através de um scan feito com um iPhone ou iPad, o sistema mapeia a localização das lâmpadas e aplica as cenas de forma mais realista. Numa cena de pôr do sol, por exemplo, as luzes de um lado da sala assumem tons quentes, enquanto as do lado oposto ficam mais escuras; para uma cena nocturna o sistema pode desligar por completo as luzes do tecto, mantendo apenas a iluminação nas paredes ou móveis. Cerca de metade das cenas da Scene Gallery foram actualizadas para serem compatíveis com este sistema, com as restantes a chegarem mais tarde. O único ponto negativo é que esta nova funcionalidade requer a nova Hue Bridge Pro.
[a mesma cena sem SpatialAware]

A Signify está também a reforçar a integração do ecossistema Hue com outras áreas da casa. A linha Hue Secure, que inclui câmaras, campainhas e sensores de contacto, vai passar a ter suporte para Apple Home, permitindo ver vídeo em directo, usar picture-in-picture na Apple TV, e receber alertas em tempo real.

O assistente AI app da Hue foi actualizado, passando a permitir a criação de automações complexas em linguagem natural, como pedir para "ser acordado todos os dias às 7h00, excepto ao sábado e domingo". E também passa a ser possível migrar múltiplas Hue Bridges para uma só Hue Bridge Pro (que tem maior capacidade).

Algumas destas melhorias já está disponíveis, mas o SpatialAware só chegará nos próximos meses.

OpenAI lança ChatGPT Health dedicado à saúde

08-01-2026 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

A OpenAI avança com o ChatGPT Health, que desde logo faz dividir opiniões.

A OpenAI está a tirar partido do facto de muitas pessoas usarem o ChatGPT para fazerem perguntas relacionadas com saúde, anunciando o ChatGPT Health, uma nova área dentro do ChatGPT dedicada exclusivamente a questões relacionadas com saúde. Esta secção funciona de forma separada das conversas normais, oferecendo um espaço mais focado e privado para temas de bem-estar, fitness e informação médica.

Para respostas mais personalizadas, o ChatGPT Health pode ligar-se a serviços como o Apple Health, MyFitnessPal, Weight Watchers, Peloton, entre outros. Depois de ligados, o sistema pode aceder a dados da actividade física, padrões de sono, e movimento ao longo do dia. Existe também suporte para integração de registos médicos, ajudando a interpretar análises ou a preparar consultas.
A privacidade foi uma das principais preocupações no desenvolvimento da funcionalidade. Segundo a OpenAI, o ChatGPT Health utiliza múltiplas camadas de encriptação e opera num ambiente separado. Os dados de saúde não são usados para treinar os modelos principais, e os utilizadores são incentivados a mover conversas sensíveis para esta área dedicada.

O ChatGPT Health chega inicialmente em versão beta, através de uma lista de espera. Está disponível para utilizadores dos planos Free, Go, Plus e Pro, mas para já exclui a União Europeia, a Suíça e o Reino Unido. O acesso deverá ser alargado gradualmente a todos os utilizadores na web e em iOS nas próximas semanas, com algumas integrações limitadas aos Estados Unidos nesta fase inicial.


Para escapar às regulamentações mais exigentes relacionadas com serviços médicos, a OpenAI faz questão de salientar que o ChatGPT Health não substitui médicos nem fornece diagnósticos. Ainda assim, não consegue evitar as críticas de que o seu verdadeiro objectivo é recolher ainda mais informação sobre os utilizadores, que depois de cedida nunca mais poderá ser "esquecida", permitindo-lhes ter um perfil bastante completo e detalhado, não só dos interesses gerais (que já consegue através do uso do ChatGPT normal), como também dados médicos e da sua actividade física, extremamente valiosos para inúmeros fins. Como sempre, caberá a cada um decidir se acha que os benefícios compensam os potenciais riscos, por um lado sendo inegável a ajuda que os modelos AI podem dar a nível de detectar problemas precocemente, mas por outro lado sendo assustador pensar nas infinitas possibilidades de abuso que estes dados permitem.

Asus mostra PC ROG G1000 "holográfico"

08-01-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

Para o CES 2026 a Asus atraiu a atenção dos visitantes com seu PC ROG G1000 "holográfico".

Depois das caixas e ventoinhas com iluminação LED RGB, a Asus dá um passo em frente com uma proposta ainda mais vistosa. O ROG G1000 é um PC gaming que aposta tanto no impacto visual como no desempenho. A própria Asus diz que é uma máquina que foi "construída para ser vista", e isso nota-se imediatamente num chassis gigante de 104 litros coberto de efeitos holográficos, tanto no painel lateral em vidro como na parte frontal.

Claro que estamos perante a habitual designação mais "ampla" do que é um holograma. Na realidade não é um holograma verdadeiro, mas sim o efeito criado pelo uso de um sistema giratório com centenas de LEDs, que ao girarem a alta-velocidade criam a ilusão de imagens que parecem estar a flutuar no ar. Temos um desses sistemas na parte lateral, com dois mais pequenos na frente do chassis, tudo com efeitos personalizáveis controlados através do Armoury Crate, com suporte para imagens, animações e vídeos - com um botão físico "Anime Holo" no topo da caixa para ligar ou desligar os efeitos.
A acompanhar o espetáculo visual temos hardware é de topo. O ROG G1000 pode ser configurado com um AMD Ryzen 9 9950X3D e uma Nvidia GeForce RTX 5090, colocando-o entre os desktops gaming mais potentes da actualidade. A Asus utiliza ainda uma motherboard X870 própria e memória DDR5 com perfis AEMP II para frequências mais elevadas.

O arrefecimento fica a cargo de um radiador de 420 mm instalado numa zona separada no topo, que puxa ar fresco diretamente do exterior. A Asus ainda não revelou preço nem data de lançamento, mas pode desde já antecipar-se que se destina a pessoas que não se preocupam com esse tipo de detalhes.

Adaptador de tomadas universal com 5 USB a €17

08-01-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Este adaptador universal de tomadas da Lencent garante que podemos ligar qualquer aparelho a qualquer tomada, e poupar carregadores USB adicionais.

Hoje em dia temos uma grande variedade de carregadores USB, mas este adaptador universal com portas USB integradas acaba por ser uma solução bastante atractiva para quem viaja frequentemente, ou simplesmente quer estar preparado para nunca ser apanhado desprevenido em termos de formatos de tomadas - e simultaneamente evitando a necessidade de transportar até cinco carregadores USB adicionais na sua bagagem.
Este adaptador de tomadas universal da Lencent tem 5 portas USB e está disponível por apenas 17 euros na Amazon Espanha - têm também disponível uma versão de 65W.

O módulo encaixa, e permite encaixar, tomadas eléctricas de praticamente todos os formatos existente (UE, Reino Unido, EUA, Austrália, etc.) e inclui 5 práticas portas USB, 3 delas sendo USB-C até 15 W, que podem fornecer até um máximo de 2.4 A por porta, perfeitas para recarregar smartphones, câmaras e outros equipamentos quando se vai de férias.


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Spotify lança partilha de música em tempo real

08-01-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

Na tentativa de atrair novos clientes pagantes, o Spotify passa a permitir partilhar a música que se ouve com amigos, em directo.

O Spotify lançou nova funcionalidade social que permite partilhar o que se está a ouvir, em tempo real, com amigos. Chama-se Listening activity e mostra a música actual dentro das Mensagens do Spotify. A opção é facultativa e vem desactivada de origem, mostrando a última faixa ouvida quando não se está a ouvir música no momento.

Esta actividade só é visível para contactos com quem já se esteja ligado no Spotify. A opção permite ver o que os outros estão a ouvir (desde que eles tenham a opção ligada) mesmo que o utilizador decida não partilhar a sua própria música. A partir desta informação de actividade é possível ouvir a mesma música, adicioná-la à biblioteca, ter acesso ao menu da faixa, ou reagir com um emoji.

A plataforma está também a apresentar o Request to Jam, uma forma mais simples de iniciar sessões de escuta partilhada. O Jam já existia, mas nem sempre era claro quando os amigos estavam disponíveis. Com esta novidade, pode ver-se quem já está a ouvir música e pedir para se juntar, conversando em simultâneo e podendo adicionar novas músicas à fila de audição.

O Request to Jam está disponível apenas para utilizadores Premium, enquanto o Listening activity pode ser usado por todos. As duas funcionalidades estão a chegar gradualmente a dispositivos iOS e Android nos países onde o Spotify Messages está disponível, com disponibilidade geral prevista para o início de Fevereiro.

WhatsApp com cargos por grupo

08-01-2026 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

Para a primeira actualização de 2026, o WhatsApp melhora os grupos, permitindo mostrar cargos, a par de outras novidades.

O WhatsApp lançou três novas funcionalidades para tornar as conversas de grupo mais organizadas e práticas. As novidades apostam em identificar melhor os membros, dar mais opções criativas e evitar esquecimentos.

A primeira é os Member tags, que permitem aos utilizadores indicar o seu papel dentro de cada grupo. Isto permite identificar de forma visual coisas como quem é "organizador" ou "moderador", facilitando a gestão em grupos maiores. Estes rótulos são definidos por grupo, podendo variar consoante o tipo de grupo e conversas.

Há também novidades nos stickers de texto. Qualquer palavra pode agora ser transformada num sticker através da pesquisa de stickers, e os novos stickers podem ser adicionados directamente às coleções pessoais, sem que seja necessário enviá-los primeiro numa conversa.

Por fim, chegam os lembretes de eventos. Ao criar um evento num grupo, passa a ser possível definir lembretes antecipados personalizados para os convidados, reduzindo a probabilidade de alguém se esquecer dos planos.

Google reduz publicação do Android open-source para 2 vezes por ano

07-01-2026 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

A Google anunciou que vai reduzir a publicação do código Android open-source, de quatro para duas vezes por ano.

A Google vai alterar a forma como publica o código-fonte do Android. A partir de 2026, o código do Android Open Source Project (AOSP) passará a ser disponibilizado apenas duas vezes por ano, em vez de acompanhar as actualizações trimestrais do sistema.

Até agora, a Google libertava o código do AOSP cerca de quatro vezes por ano, pouco depois de lançar novas versões do Android nos seus dispositivos Pixel. Com a nova abordagem, os lançamentos ficam limitados ao segundo e ao quarto trimestre, correspondendo à actualização principal anual e à actualização de final de ano com correcções mais orientadas para os developers.
A mudança é explicada como forma de melhorar a estabilidade da plataforma e alinhar melhor o desenvolvimento com o novo modelo do Android. Menos lançamentos públicos significam menos ramos de código para gerir e uma base mais consistente e segura para todo o ecossistema.

A Google diz que isto em nada afecta o seu compromisso em manter o Android open source, e já confirmou que as actualizações mensais de segurança irão continuar a ser publicadas normalmente, permitindo que fabricantes e programadores mantenham os dispositivos protegidos entre os lançamentos semestrais do AOSP.

Philips Hue ganha cenas SpatialAware

07-01-2026 | 18:30 | Aberto até de Madrugada

Quem tiver lâmpadas e fitas LED Philips Hue poderá usufruir de cenas luminosas mais realistas com o novo sistema SpatialAware.

A Signify anunciou uma nova funcionalidade chamada SpatialAware para a linha Philips Hue, pensada para tornar as cenas de iluminação mais naturais e envolventes. Em vez de distribuir as cores de forma aleatória, o sistema passa a ter em conta a posição real de cada luz numa divisão.

Através de um scan feito com um iPhone ou iPad, o sistema mapeia a localização das lâmpadas e aplica as cenas de forma mais realista. Numa cena de pôr do sol, por exemplo, as luzes de um lado da sala assumem tons quentes, enquanto as do lado oposto ficam mais escuras; para uma cena nocturna o sistema pode desligar por completo as luzes do tecto, mantendo apenas a iluminação nas paredes ou móveis. Cerca de metade das cenas da Scene Gallery foram actualizadas para serem compatíveis com este sistema, com as restantes a chegarem mais tarde. O único ponto negativo é que esta nova funcionalidade requer a nova Hue Bridge Pro.
[a mesma cena sem SpatialAware]

A Signify está também a reforçar a integração do ecossistema Hue com outras áreas da casa. A linha Hue Secure, que inclui câmaras, campainhas e sensores de contacto, vai passar a ter suporte para Apple Home, permitindo ver vídeo em directo, usar picture-in-picture na Apple TV, e receber alertas em tempo real.

O assistente AI app da Hue foi actualizado, passando a permitir a criação de automações complexas em linguagem natural, como pedir para "ser acordado todos os dias às 7h00, excepto ao sábado e domingo". E também passa a ser possível migrar múltiplas Hue Bridges para uma só Hue Bridge Pro (que tem maior capacidade).

Algumas destas melhorias já está disponíveis, mas o SpatialAware só chegará nos próximos meses.

Corsair Galleon 100 SD é um teclado com Stream Deck integrado

07-01-2026 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

A Corsair lançou um teclado - o Galleon 100 SD - com um Stream Deck da Elgato integrado na parte numérica.

Depois do PC num teclado da HP, da Corsair chega-nos outra proposta curiosa no segmento dos teclados. O Galleon 100 SD é um teclado de gama alta que junta um teclado mecânico gaming a um Elgato Stream Deck integrado. Em vez do teclado numérico tradicional, o Galleon incorpora um Stream Deck com 12 teclas, evitando cabos adicionais, acessórios separados e ocupação de espaço extra da secretária.
A área do Stream Deck inclui 12 teclas LCD personalizáveis, um ecrã principal de 720 × 180 píxeis, e dois botões rotativos. Apesar de ser claramente pensado para streaming, o sistema funciona com muitas aplicações e jogos, incluindo o Spotify e Discord. O suporte para plugins do Elgato Marketplace facilita a personalização para serviços como o Twitch, YouTube ou OBS Studio.


O teclado em si também não fica atrás. Usa switches lineares Corsair MLX Pulse, com amortecedores e várias camadas de isolamento acústico. Os switches são hot-swappable e compatíveis com modelos de três e cinco pinos, dando total flexibilidade a quem os quiser trocar.

O Galleon 100 SD tem um preço de 349.99 euros, o que não é barato mas acaba por ficar dentro do orçamento para quem estiver a pensar comprar um teclado mecânico mais um Stream Deck. Ainda assim, parece-me que se torna mais interessante para quem tiver espaço limitado na secretária, pois parece-me bastante mais recomendável optar por um teclado e um Stream Deck em separado, que permite que se troque um ou outro de forma independente, e não se fique sujeito a que uma avaria num também signifique ficar-se sem acesso ao outro.

Xiaomi Smart Band 10 a €38

07-01-2026 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

A Xiaomi Smart Band 10 é uma das smart bracelets mais desejadas, e pode ser encontrada a preço simpático.

A Xiaomi Smart Band 10 mantém o mesmo formato das gerações anteriores, vindo com um ecrã AMOLED maior, de 1.72", e mais luminoso, com 1500 nits, com modo Always On. Além das suas já bastante completas capacidades de tracking, inclui agora um sensor de 9 eixos para um tracking mais preciso de actividade e sono, além de contar também com um motor de vibração actualizado. A autonomia continua a ser um dos pontos fortes, com até 21 dias de uso típico e 9 dias com o ecrã sempre ligado. Vem com mais de 200 mostradores e tem resistência à água até 5 ATM.

De momento, podemos apanhar a Xiaomi Smart Band 10 por 38 euros na Amazon Espanha.

A Xiaomi anuncia uma autonomia de 21 dias de uso típico, que passam para cerca de uma semana com o ecrã em modo Always On. O carregamento é feito em apenas uma hora. Pode ser utilizada tanto em smartphones Android como iPhones, incluindo compatibilidade com o Strava, para além de outras apps. Também pode fazer a monitorização do sono.


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Ratos Logitech com erros nos Mac devido a certificado expirado

07-01-2026 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

As "modernices" fizeram com que os ratos da Logitech tivessem problemas nos Mac devido a um certificado de segurança expirado.

A Logitech provocou problemas generalizados nos seus ratos para os utilizadores macOS por se ter esquecido de renovar um certificado de segurança. O erro fez com que o Logi Options Plus, o software usado para configurar botões, scroll e gestos, deixasse de funcionar correctamente, inutilizando várias funcionalidades.

Os primeiros relatos surgiram no Reddit, com utilizadores a queixarem-se de botões que não respondiam, direcções de scroll erradas, e da aplicação a ficar presa no arranque. A Logitech confirmou mais tarde que o Logitech G Hub, usado nos periféricos gaming, também foi afectado. Sendo que, desta vez, foi algo que deixou a salvo os utilizadores de Windows.

Segundo a empresa, a causa foi um certificado expirado exigido pelo macOS para permitir a execução das aplicações. Como o mesmo certificado afectava o próprio sistema de actualização, a correção tem que ser aplicada de forma manual pelos utilizadores afectados. A actualização já está disponível para macOS 26 Tahoe, macOS 15 Sequoia, macOS 14 Sonoma e macOS 13 Ventura, estando prometida compatibilidade com versões mais antigas numa fase posterior.

É por estas e por outras que sou manifestamente contra o uso de software especial quando se trata de periféricos base como ratos e teclados. São dispositivos que devem funcionar de base sem qualquer software adicional, com as suas funcionalidades a deverem ficar dependentes unicamente do dispositivo.

Micron lança SSD M.2 2230 de 4TB

07-01-2026 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

A Micron revelou os novos SSD 3610, os primeiros SSD PCIe 5.0 com memória QLC, e que conta com uma versão de 4TB em formato M.2 2230.

Numa altura de grande incerteza quanto aos preços dos SSD (com o receio de que sigam a tendência da subida da memória RAM), a Micron revela a nova série 3610, a primeiro a trazer para o mercado SSD PCIe 5.0 com memórias QLC. O grande destaque é a capacidade: até 4TB num formato compacto M.2 2230 de face única, pensado para portáteis ultrafinos, consolas, e dispositivos portáteis.

O 3610 recorre à mais recente memória G9 QLC da Micron, permitindo uma densidade muito superior sem comprometer o desempenho. A empresa aponta para velocidades sequenciais até 11.000 MB/s e uma melhoria de 43% na eficiência energética, o que se traduz em melhor autonomia em equipamentos móveis.
Embora fique abaixo dos SSDs PCIe 5.0 topo de gama da Micron com NAND TLC, o desempenho continua a ser suficiente para tarefas exigentes, incluindo aplicações de AI local, onde facilmente se tem que lidar com modelos com dezenas de gigabytes que precisam de ser acedidos com a máxima velocidade de leitura. Segundo a empresa, o SSD consegue carregar um modelo AI com 20 mil milhões de parâmetros em menos de três segundos.

Falta saber o preço, mas espera-se que possa ser bastante competitivo, tendo em conta o uso de memória QLC e o facto de não ter memória RAM para cache - a Micron opta por usar um nome "caro" HMB (Host Memory Buffer) para tentar disfarçar que a cache é feita pela memória do sistema - tal como acontece com qualquer outro drive.

Ainda relacionado com os SSDs, e sinalizando a chegada de uma nova geração de SSDs PCIe 5.0 mais competitivos, a Phison também demonstrou no CES um protótipo do seu controlador E37T, que atingiu velocidades reais de 14.926 MB/s em leitura e 13.180 MB/s em escrita, usando apenas 2.13W. Isto significa SSDs mais rápidos, com menor consumo e menos aquecimento.

Carregador BONAI com 8 pilhas recarregáveis a €15

07-01-2026 | 13:44 | A Minha Alegre Casinha

Para evitar a troca infindável das pilhas, nada como usar pilhas recarregáveis e este pack da BONAI com carregador e 8 pilhas é uma excelente forma de começar.

Vivemos num mundo "mobile" em que assumimos que as coisas funcionam sem necessidade de estarem agarradas a cabos de alimentação, e isso faz com que exista uma dependência crítica em baterias e pilhas. No caso das pilhas, que continuam a ser comuns em coisas como controlos remotos, gamepads, teclados wireless e muitas outras coisas, uma das melhores opções é trocar as pilhas convencionais por pilhas recarregáveis reutilizáveis, e o investimento não é assim tão avultado quanto se possa pensar.
Este carregador BONAI já traz 8 pilhas recarregáveis (4x AA de 2800 mAh + 4x AAA de 1100 mAh) e custa apenas 15 euros - activar cupão de desconto de 20%.

Quem quiser mais pilhas, pode também optar pelo pack de pilhas recarregáveis AA 2800 mAh adicionais.

As pilhas incluídas são de 2800 mAh no caso das AA, e de 1100 mAh no caso das AAA; e este carregador tem a vantagem de usar uma comum ficha USB e permitir carregar pilhas individualmente (alguns só permitem carregar pares). Tenho um carregador há vários anos e tem funcionado sem chatices, o que me tem permitido evitar gastar pilhas descartáveis, e recomendo. :)


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Como resolver vídeo "lento" no YouTube

07-01-2026 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

Quem estiver a sofrer com problemas de "dropped frames" na reprodução de vídeo no YouTube pode tentar esta correcção simples (e eficaz).

Recentemente, deparei-me com a frustrante situação de ver os vídeos no YouTube a serem reproduzidos aos "saltos" - o chamado "stuttering", com inúmeras "drop frames". Como isto passou a acontecer após uma série de actualizações de diferentes programas e drivers, não era fácil saber o que poderia ter causado tal coisa, sendo que a única certeza era a de que o computador em questão sempre tinha sido capaz de reproduzir vídeo, mesmo em qualidade 4K, sem qualquer problema.

Ora bem, não faltam na internet respostas sobre como resolver problemas no YouTube, mas acabei por ir dar a uma que, apesar de me parecer um pouco estranha, decidi experimentar.

A sugestão era a de desligar o o suporte experimental do protocolo QUIC (da própria Google) no Chrome. Era algo que me parecia estranho por ser um protocolo que a Google já utiliza há mais de uma década, e que não me parecia poder ser o problema. Mas, como era algo fácil de testar...

Para desligar o QUIC no Chrome basta:
  1. dar um salto ao chrome://flags
  2. pesquisar por "QUIC"
  3. alterar a flag "Experimental QUIC protocol" para "Disabled"
  4. reiniciar o Chrome (podem fazer chrome://restart)
Ora, para minha surpresa, isto de facto resolveu o problema, passando a poder ver os vídeos de forma totalmente fluida e sem "drop frames" (algo que pode ser validado clicando com o botão direito sobre um vídeo do YouTube e escolhendo a opção "Stats for nerds", que mostra estatísticas sobre o vídeo, e onde se pode ver se o vídeo está a falhar frames.
Mas, claro que a história não teria piada se se ficasse por aqui, e temos um twist final. Por teimosia, decidi comprovar mesmo se seria esta a causa do problema, e como tal voltei a activar o QUIC no Chrome. Se fosse este efectivamente o problema, os vídeos deveriam voltar a ter drop frames. E, seja lá porque motivo for, mesmo com o QUIC novamente activado, os vídeos continuaram a ser mostrados de forma fluida!

Claro que cada caso é um caso, e isto poderá não resolver o problema para todos. Ainda assim, para quem estiver a lidar com drop frames no YouTube, não custará experimentar desligar o QUIC, ver se resolve o problema, e depois voltar a ligá-lo.

HP EliteBoard G1a é um teclado com PC embutido

07-01-2026 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

A HP mostrou no CES 2026 um curioso teclado com PC integrado, o HP EliteBoard G1a.

Podendo ser de utilidade duvidosa, a HP apresentou um PC com Windows integrado num teclado. Chamado HP EliteBoard G1a, o equipamento é descrito como sendo o primeiro "AI PC dentro de um teclado", o que lhe valeu um prémio de inovação do CES.

Apesar do formato compacto, o EliteBoard G1a é um computador completo. O teclado de tamanho normal tem apenas 17 mm de espessura, pesa menos de 750 g e inclui dois microfones e colunas estéreo. No interior, utiliza processadores Ryzen AI 300 da AMD, com mais de 50 TOPS de desempenho no NPU e gráficos integrados Radeon 800M.
Apesar do tamanho compacto, oferecer alguma flexibilidade. O sistema permite actualizar a memória DDR5 SODIMM e o armazenamento M.2 NVMe, e oferece portas USB 4.0, USB 3.2 Gen2 com carregamento e saída de vídeo, além de WiFi 7 e Bluetooth 6.0. O arrefecimento é feito por uma ventoinha interna, com entradas de ar na parte inferior e saída traseira.
O EliteBoard G1a corre Windows 11, inclui uma tecla dedicada ao Copilot e pode ser configurado com leitor de impressões digitais e uma bateria interna opcional de 32Wh, dando-lhe uma autonomia anunciada de até 3.5 horas.

Como sempre, tudo estará dependente do preço, sendo que, para a maioria das pessoas, a grande incógnita será saber se faz sentido ter um "PC teclado" neste formato face às opções mais tradicionais: de usar um portátil, ou um mini-PC. A HP confirmou que o lançamento está previsto para Março, altura em que ficaremos a conhecer o preço.

Suporte para portátil com docking station e KVM a €40

07-01-2026 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Sendo extremamente útil para quem trabalha com um portátil a par de um PC, espreitem este suporte para portátil com docking station e KVM da Benfei.

Para quem usa um portátil como computador principal (ou quase principal) e prefere usá-lo com monitor e teclado externos, ou em paralelo com um computador desktop, nem sempre é fácil fazer essa gestão e escapar à confusão de cabos. Mas isso é algo que pode ser resolvido escolhendo um suporte adequado.

Este suporte multifuncional da Benfei não só coloca o portátil numa posição mais adequada, como também integra um hub USB 3.0, suporte para carregamento PD 100 W, saída HDMI 4K para monitor externo, um KVM integrado, e até um carregador wireless de 15 W.
Este suporte Benfei com docking station está disponível por 40 euros na Amazon Espanha.

Apesar de todas estas capacidades, o suporte pode ser "compactado" de forma a ficar totalmente plano, facilitando a sua arrumação e transporte. Mas, o mais importante, é que permite que se fique com um sistema pronto a funcionar de forma rápida e livre da ligação de quase uma dezenas de cabos de cada vez que se quer pousar o portátil na secretária para começar a trabalhar.


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Google aumenta icon da app no Android

07-01-2026 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

A app da Google em Android está a preparar um icon com um "G" aumentado.

Se ficarem com a sensação de que há algo ligeiramente diferente na app da Google para Android mas não souberem exactamente o quê, talvez se deva a esta pequena alteração. A Google parecer querer entrar em 2026 em grande, e com um "grande" em sentido literal.

A mais recente versão beta da Google app vem com um icon cujo tamanho foi aumentado. Não o tamanho do icon em si, que se mantém com o tamanho standard, mas sim o do logotipo "G" da Google, que aumentou ligeiramente de tamanho, aproveitando mais do espaço em branco que existia.

Não será uma diferença revolucionária, podendo até passar despercebida a grande parte dos utilizadores. Ainda assim, o novo tamanho poderá fazer com que se torna mais fácil encontrar a app para quem tiver o ecrã do smartphone completamente carregado com icons de apps.
Especialmente para quem tiver as muitas apps da Google agrupadas numa pasta, e onde o estilo idêntico de cores pode muitas vezes complicar a tarefa de encontrar a app pretendida (metam o Chrome, Google Photos, Google app, e outras, lado a lado, e vejam se não hesitam em saber qual é qual - nos casos em que já não tiverem o gesto memorizado de ir a uma posição específica sem terem que olhar).

AMD revela Ryzen 7 9850X3D mais rápido

07-01-2026 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

A AMD apresentou o Ryzen 7 9850X3D no CES 2026, uma versão acelerada do 9800X3D.

Estamos em péssima altura para considerar a troca de PC - devido ao aumento brutal do preço da memória RAM DDR5 - mas a AMD não pode ficar parada e acredita que há jogadores que não se deixam assustar por isso. Como tal, apresentou o Ryzen 7 9850X3D na CES 2026, confirmando vários rumores das últimas semanas.

O novo processador é uma versão melhor selecionada do 9800X3D e foi pensado para quem procura o máximo desempenho em jogos. O Ryzen 7 9850X3D mantém a configuração de 8 núcleos e 16 threads, bem como os 96MB de cache L3 que tornam os modelos X3D tão fortes em gaming. A grande diferença está nas frequências: graças ao binning superior, a velocidade do boost sobe até aos 5.6GHz, face aos 5.2GHz do 9800X3D, mantendo o mesmo TDP de 120W (falta saber se é efectivamente mantido, ou se é apenas "teórico" e ultrapassado na realidade).
Este aumento na frequência deverá torná-lo no CPU gaming mais rápido da AMD. Apesar de o 9950X3D atingir frequências máximas ligeiramente superiores, isso acontece no CCD sem cache extra, o que significa que, em muitos cenários, o 9850X3D pode igualar ou até superar o modelo de 16 núcleos.

Os ganhos de desempenho, no entanto, não são revolucionários. A AMD aponta para melhorias de 3 a 6% em jogos e cerca de 5% em produtividade. O preço ainda não foi revelado, mas deverá situar-se entre os 500 e os 600 dólares, enquanto o 9800X3D continuará disponível ao preço actual. Na prática, o 9850X3D acaba por ser um 9800X3D com "overclock" certificado de origem.

Boston Dynamics revela novo Atlas

06-01-2026 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

A Boston Dynamics inicia 2026 revelando a mais recente geração do seu robot humanóide Atlas.

O Atlas da Boston Dynamics - agora pertencente à Hyundai - tem sido referência frequente na área dos robots humanóides. No entanto, no último ano perdeu terreno face às inúmeras empresas concorrentes no sector, que regularmente iam demonstrando avanços impressionantes. Mas a empresa não tem estado parada, e revelou agora a mais recente geração do Atlas, na variante que diz estar pronta para ser produzida e comercializada em larga escala.

O novo Atlas é totalmente eléctrico e sofreu vários ajustes que o tornam menos parecido com um robot "à Hollywood" e mais aproximado de uma máquina de trabalho efectivo.
[primeiro protótipo do Atlas eléctrico à esquerda, a mais recente versão à direita]

Este Atlas mede 1.88 m de altura e pesa 90 kg, tem 56 eixos de movimento, tem uma autonomia de 4 horas (podendo ele próprio trocar a sua própria bateria), e pode levantar cargar de até 50 kg e alcançar objectos a uma altura de 2.3 m. A Boston Dynamics diz que está apto para trabalhar em todo o tipo de ambientes, com temperaturas de -20° a 40° C, e que é "extremamente resistente à água".

Em vez de se limitar a replicar os movimentos humanos, o Atlas tira partido das suas capacidades sobre-humanas, podendo fazer rotações sobre si mesmo, acelerando uma série de movimentos face ao que seria habitual. Conta também com um complexo sistema de segurança, para avaliar continuamente tudo o que está em seu redor e ajustar o comportamento, incluindo a capacidade de reconhecer pessoas por perto. Se para o hardware a Boston Dynamics está a usar chips da Nvidia, para a parte do software a Boston Dynamics revelou ter feito uma parceria com a Google Deepmind, para tirar partido do seu vasto conhecimento e avanços na área da Inteligência Artificial - algo que pode explicar também porque motivo a Google não se aventurou a lançar uma nova divisão dedicada a esta área.



Boston Dynamics' Atlas robot is undergoing field testing at Hyundai's factory near Savannah, Georgia. Atlas is autonomously working in the parts warehouse, sorting components for the assembly line without human assistance.@mario_bollini The Atlas product lead stated that BD… https://t.co/9vh9aeghqY pic.twitter.com/f8babr4vuu

— CyberRobo (@CyberRobooo) January 5, 2026
Mais importante, este Atlas está apto para começar a trabalhar. A Hyundai tem estado a testá-lo numa das suas fábricas, assistindo na linha de produção, e diz que irá aumentar sustancialmente o número de robots a trabalhar ao longo dos próximos anos (com o objectivo de conseguir produzir 30 mil robots por ano em 2028). Pelo que, parece que fica oficialmente dado o tiro de partida para o uso de robots humanóides nas fábricas; e se as previsões se materializarem, o problema não será saber como ou quando este robots chegarão, mas sim ficar-se limitado a que isso seja feito à velocidade com que se conseguirem produzir estes robots.

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