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Colunas Bluetooth portáteis LG XBOOM Go

14-08-2020 | 17:30 | Aberto até de Madrugada


A LG lançou uma nova série de colunas Bluetooth portáteis, as LG XBOOM Go, desenvolvidas em parceria com a Meridian e prometendo excelente qualidade sonora em toda a gama PL7, PL5 e PL2. E como novidade, é possível interligar até 100 destas colunas, para um campo sonoro sem precedentes.

Portabilidade extra com um som superior – esta é a grande proposta das novas colunas portáteis Bluetooth LG XBOOM Go. Os modelos PL7, PL5 e PL2, desenvolvidos em parceria com a Meridian Audio, vieram elevar a fasquia quando se trata de som de altíssima qualidade on-the-go, graças ao seu design inovador e ainda mais compacto, combinado com recursos exclusivos que oferecem um performance totalmente clara e poderosa.


O aspecto das novas XBOOM Go salta de imediato à vista, uma vez que evoluíram do design quadrado e com linhas mais duras da série anterior para um formato mais ergonómico: os novos acabamentos redondos e o toque de borracha adaptam-se subtilmente à mão, conferindo uma maior portabilidade a estes novos modelos. O party touch é dado pelos LED coloridos, que se coordenam com as batidas da música, complementado pelo Sound Boost e o Dual Action Bass.

Distinguida com o prémio EISA Mobile Speaker de 2020-21, a LG XBOOM Go PL7 é o modelo topo de gama desta série e traz consigo argumentos de peso para tal. Através do Bluetooth Surround, é possível ligar dois destes modelos às LG TVs para criar um panorama sonoro surround sem fios. No entanto, a solução que realmente impressiona é o Wireless Party Link: que permite interligar até uma centena destas colunas para um som que só poderemos imaginar como soaria.



As novas LG XBOOM Go contam também com uma bateria com uma duração de até 24 horas e resistência IPX5 à água, de forma a que nada poderá parar a festa, seja esta onde for, em que condição for, dure o tempo que durar. Além disso, para uma maior conveniência, pode funcionar como assistente virtual com ligação ao Google Assistant do Android ou à Siri do iOS.

A nova gama LG XBOOM Go – composta pelos modelos PL7, PL5 e PL2 – chega ao mercado português em Setembro, com um preço recomendado a começar nos 59.99 euros.

Windows 10 e Office em saldo desde €10 na Goodoffer24

14-08-2020 | 16:30 | Aberto até de Madrugada


Bem a propósito do aumento do número de pessoas que passou a trabalhar a partir de casa por causa do coronavirus, temos nova mega-promoção da Goodoffer com diversas versões do Windows e Office a preço reduzido.

A Goodoffer24 está a levar a cabo uma nova promoção que dá acesso a descontos para todos os seus produtos de software. Para começar, temos os descontos habituais, de até 30% para a maioria dos produtos de software usando o código: AB30.



Windows

Windows 10 Pro Professional CD-KEY (32/64 Bit) 10,77€
Windows 10 Enterprise 2019 LTSC 9,86€
Windows 10 Pro Professional CD-KEY (32/64 Bit) (2 PC) 15,39 €
Windows 10 Home (32/64 Bit)  10,31€

Office

Microsoft Office 2016 Pro Professional Plus CD-KEY (1 PC)  32.19€
Microsoft Office 2019 Professional Plus CD-KEY (1PC)  30,09€

Bundles Windows + Office

Windows 10 Pro + Office 2016 Pro -Bundle 38,49€
Windows 10 Home + office 2016 Pro - Bundle  39.69€
Windows 10 Pro + Office 2019 Pro - Bundle 36,39€



O processo de compra é bastante simples, bastando ir adicionando os produtos pretendidos ao carrinho de compras, e inserir o código de desconto no campo respectivo antes de prosseguir para o checkout.


É possível fazer o pagamento via PayPal - o que é sempre recomendado como medida de protecção adicional - e que também demonstra que a Goodoffer24 não tem receio de dar essa facilidade aos seus clientes. Um dos nossos leitores disse recentemente que uma das chaves que tinha tentado utilizar (alguns meses após a compra) estava a dizer que era inválida, e que bastou contactar o suporte em [email protected] para que rapidamente lhe enviassem uma nova chave, funcional, sem qualquer complicação.

Não se esqueçam que no caso dos Windows 10 e Office, o download continuará a ser feito do site da Microsoft, com a compra a disponibilizar apenas as chaves para activar os produtos:

Notícias do dia

14-08-2020 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

Gravações automáticas da NOS, MEO e Vodafone vão ter 30 segundos de publicidade; Fortnite removido da App Store e Play Store após adicionar método de pagamento directo; Edge ganha notificações menos intrusivas; Apple prepara subscrições agrupadas Apple One; nas promoções temos smartwatches BlitzWolf desde €15 e suporte para dois monitores com braços penumáticos a a €45; temos ainda a análise ao Huawei MateBook D 14; e a confirmação de que os utilizadores chineses valorizam mais o WeChat que os iPhones.

Antes de passarmos às notícias do dia, não deixem de participar no passatempo gadget da semana que vos pode valer uma Redmi Band da Xiaomi.

Intel promete melhoria de 20% nos próximos CPUs "Tiger Lake"



Depois de ter sido incapaz de acompanhar a corrida da redução dos nm, chegando ao ponto de por em causa a sua produção dos seus próprios chips, a Intel contra-ataca prometendo melhorias substanciais para os seus novos CPUs. Com os saltos de desempenho a serem cada vez menores de geração para geração, a Intel diz que conseguiu fazer melhorias substanciais no seu processo de 10nm, e que com isso irá obter uma melhoria de 20% no desempenho para a próxima geração,

É uma promessa ambiciosa, mas que nesta fase não passa apenas disso. A Intel terá que demonstrar que esta melhoria é efectiva e que se faz sentir na prática. Se os 20% acabarem por ser apenas um mero detalhe técnico, conseguido em condições peculiares que acabam por não ter efeito prático no funcionamento real, corre o risco de apenas desapontar ainda mais os fãs de longa de data que ainda vai mantendo.


Instagram não apagava fotos eliminadas



Servindo para criar um (ainda) maior clima de desconfiança dos utilizadores face aos serviços online, descobriu-se que o Instagram afinal mantinha nos seus servidores fotos que tinham sido eliminadas pelos utilizadores, e que o serviço prometia remover dos seus servidores num prazo de 90 dias.

É certo que é fácil explicar a situação como sendo um erro, devido à enorme complexidade de todos os sistemas que suportam estes mega-serviços na internet. Por outro lado, não deixa de revelar uma "despreocupação" com os dados dos utilizadores, que continuam a ter que acreditar que estes serviços fazem aquilo que dizem - e ocasionalmente lá se descobrindo que afinal não o fazem.


Uber e Lyft podem deixar de operar na Califórnia



O futuro dos serviços de "biscates" da Uber e Lyft está a ser posto à prova na Califórnia, depois deste estado norte-americano ter obrigado estas empresas a classificar os motoristas como sendo funcionários e não como mão-de-obra independente sub-contratada. Uma alteração que está a lançar o pânico em ambas as empresas, que dizem que assim não serão sustentáveis e terão que encerrar as operações.

Talvez assim seja possível focarmos-nos na real questão. Independentemente de se concordar ou não com o sistema, o que realmente importa saber é se realmente este tipo de serviços é sustentável. Com a Uber a perder milhares de milhões ano após ano, tudo leva a crer que a resposta poderá ser negativa... E se assim for, é preciso fazer contas. (Se calhar ainda acabam por dar razão ao Elon Musk, de que estes serviços só se tornarão viáveis quando forem feitos por carros autónomos.)


Morreu Russell Kirsch - o inventor dos pixeis



Hoje em dia falamos de pixeis como se sempre tivessem existido, mas devemos isso a Russell Kirsch, que há mais de 60 anos, em conjunto com a sua equipa, criaram as primeiras imagens digitais usando um pequeno scanner. Um scanner que apenas captava imagens literalmente a "preto e branco" com dois níveis de intensidade, mas que depressa foi expandido para criar imagens com tons de cinzento, fazendo múltiplas leituras com diferentes afinações, e depois combinando os resultados.

Embora se tivesse reformado em 2001, Kirsch continuou a trabalhar nos pixeis, tendo no final da sua carreira dedicado-se a tentar dar o passo seguinte, transformando os nossos bem conhecidos pixeis quadrados em pixeis de formato variável, que permitiriam criar imagens mais naturais com menos número de pixeis.

Russel Kirsch morreu aos 91 anos, mas deixa um legado que nunca será esquecido.


Curtas do dia


Resumo da madrugada

Surface Duo ficou longe de impressionar os consumidores

14-08-2020 | 15:21 | Apps do Android


A Microsoft já revelou que o seu tablet dobrável Surface Duo chegará a 10 de Setembro, com um preço a começar nos 1399 dólares.


Enquanto fabricantes como a Samsung e Huawei vão investindo nos tablets com ecrã dobrável, a Microsoft por entrar nesse segmento minimizando os riscos do ecrã dobrável. Em vez disso, o Surface Duo recorre ao formato dobrável, mas composto por dois ecrãs separados. Estes dois ecrãs OLED de 5.6" (1800x1350) cada criam uma área de 8.1" com 2700x1800 pixeis em formato de 3:2 quando abertos - uma opção que, logo como grande vantagem, permite a utilização do habitual Gorilla Glass para lhe dar resistência aos riscos sem preocupações com a área da dobradiça-


O Surface Duo recorre a um Snapdragon 855, com 6GB de RAM no modelo base, e até 256GB de capacidade. A bateria fica dividida pelas duas secções, para manter o conjunto equilibrado, mas fica-se por uma modesta capacidade total de 3577mAh (isto quando um Galaxyu Note 20 Ultra vem com uma bateria de 4500mAh).

Todas as apps Android correrão sem modificações, mas a MS investiu bastante tempo para garantir que as suas apps estarão preparadas para tirar o melhor proveito de ambos os ecrãs, e de também "saber" em qual dos ecrãs as apps deverão surgir dependendo das circunstâncias: por exemplo, ao clicar num link no lado esquerdo, abrir uma janela do browser no lado direito; ou ainda, a de criar conjuntos de duas apps abertas em simultâneo para trabalho em conjunto lado a lado.

Sem dúvida que o formato é curioso, mas o seu preço de $1399 e a ausência do 5G irão ser entraves à sua adopção.


Análise ao Huawei MateBook D 14

14-08-2020 | 14:30 | Aberto até de Madrugada


O MateBook D 14 é um portátil de gama média que se apresenta com um conjunto de hardware equilibrado e um design inspirado nos modelos premium, mas será isso suficiente para o diferenciar dos seus concorrentes e torná-lo na escolha dos consumidores? É o que vamos descobrir.


O MateBook D 14



Este portátil segue as linhas dos modelos premium, se bem que com ligeiras alterações no ecrã, como moldura e na base, a qual apresenta mais alguns milímetros, que no entanto acabam por ter uma utilização prática. O corpo em metal apresenta uma boa qualidade de acabamentos, mas as arestas da base, demasiado vivas, poderão não ser do agrado de todos. Em termos de dimensões, o MateBook D 14 conta com uma largura de 322,5 mm, 214,8 mm de profundidade e uma altura máxima de 15,9 mm, na zona intermédia da base. Com 1,38Kg de peso, é um portátil que fica a meio caminho entre os transportáveis e os ultrabooks.


O ecrã apresenta uma moldura a toda a volta com margens reduzidas nas laterais esquerda e direita (6mm) e também na superior, com a Huawei a tirar partido de um posicionamento alternativo para a câmara. A margem inferior é bastante mais larga com 21mm.

A grande maioria das teclas apresenta-se com 1,65mm de lado, existindo um intervalo de 3mm entre cada tecla. O teclado não ocupa a totalidade da largura da base, ficando com uma margem de 23mm de cada lado, sendo que no lado direito conta ainda com a presença de um sensor de impressão digital.



A primeira linha de teclas de função apresenta metade da dimensão da tecla padrão, é partilhada com várias acções de controlo, acessíveis através da tecla Fn.



O touchpad aparece centrado na zona inferior da base, ocupando um pouco mais de um terço da largura do equipamento.



Em termos de portas, na lateral esquerda conta com uma porta USB tipo C, uma porta USB 3.0 tipo A e uma saída HDMI. Temos ainda um LED de estado para o carregamento.



Do lado direito, temos mais uma porta USB tipo A, mas apenas USB 2.0 e uma ficha áudio de 3,5mm.



Na zona inferior encontramos dois pés e uma barra de borracha para a estabilização do equipamento. A grelha para ventilação com cerca de dois centímetros de lado, ocupa a quase totalidade da largura do portátil. Nas extremidades laterais, de cada lado, existe ainda grelha para saída de som.



O MateBook D 14 apresenta-se com um processador AMD Ryzen 5 3500U, 8GB de RAM, SSD PCIe de 512GB, ecrã IPS Full HD com 14" e uma bateria de 56 Wh.



A câmara com 1 MP (720P HD) está embutida no teclado, na zona das teclas de função.


Em utilização



O ecrã de 14 polegadas apresenta uma resolução Full HD com um ângulo de visão lateral que permite a visualização de conteúdos a quem esteja ao lado do utilizador. O acabamento mate do ecrã em conjunto com os 250nits de brilho permitem uma visualização confortável, mesmo em ambientes com luz solar directa, onde apenas destoa a margem inferior, com uma dimensão muito superior às restantes. O ecrã roda 180º, algo que poderá ser interessante para alguns cenários de utilização, nomeadamente para apresentações, que poderão ser acompanhadas de som, visto este Matebook D 14 apresentar umas colunas verdadeiramente potentes. O nível de som atingido fica muito acima do que é habitual nestes equipamentos, sendo que neste caso até peca por excesso em caso de algum descuido acidental. Além da potência, uma nota de destaque também para a qualidade de som, muito acima da média, tendo o portátil surpreendido bastante pela positiva neste campo.

O processador AMD Ryzen 5 3500U, produzido com uma tecnologia de fabrico com 12nm, apresenta quatro núcleos a 2,1Ghz, consegue uma velocidade máxima de 3,7Ghz para apenas um dos núcleos. Tem uma gráfica Radeon RX Vega 8 integrada, com 8 núcleos (512 Shaders) a 1200 MHz.



Este processador de gama média, não consegue acompanhar o nível de desempenho das unidades de nova geração (Ryzen 4000), mas é suficiente para garantir uma boa experiência de utilização na grande maioria das tarefas, com a vantagem de o sistema de refrigeração não ser demasiado ruidoso, passando normalmente despercebido. Quando em elevada carga durante um período alargado de tempo, a velocidade máxima diminui para a casa dos 2,8-2,9Ghz, o que não sendo o desejável, acaba por ser não ser tão penalizador como em algumas soluções da Intel.

O SSD PCIe com 512GB acaba por saber a pouco, ficando-se por uns curtos ainda que simpáticos 1785MB/s em leitura e 1653MB/s em escrita. Não é uma unidade ultra rápida, mas acaba por cumprir, apenas não deslumbra com velocidades estonteantes.


O botão de power incorpora um sensor de impressões digitais, facto que se revela extremamente útil para desbloquear o portátil sem recorrer à câmara frontal ou à introdução de uma password. A leitura da impressão digital é feita aquando da pressão do botão para ligar o equipamento, não sendo por isso necessário efectuar um segundo toque para ler a impressão digital.



O teclado ocupa a quase totalidade da largura das 14" deste MateBook D 14. A dimensão e curso das teclas permite uma excelente cadência de escrita, em tudo semelhante à que os modelos premium da marca disponibilizam, havendo apenas uma diferença em termos sonoros com este modelo a apresentar um ruído mais acentuado ao teclar.




No canto inferior direito, quatro teclas de cursor que embora não apresentem essa referência, dão igualmente acesso às funções Home/End/PageUp/PageDown quando combinadas com a tecla Fn.



A retro-iluminação do teclado apresenta apenas dois níveis de brilho e é activada através da pressão da tecla de função F3. O primeiro nível é demasiado fraco e o segundo nível pouco acrescenta em termos de intensidade. Um terceiro nível, com maior brilho e um reajustamento dos outros dois, disponibilizaria um leque de opções bem mais interessante para o utilizador.

O touchpad apresenta uma largura considerável, com a profundidade a ser um pouco mais curta que o desejável, o que poderá dificultar a execução de alguns movimentos. Apresenta um bom nível de sensibilidade ao toque, conseguindo detectar os movimentos com 3 ou quatros dedos, necessários para executar alguns dos gestos que o Windows 10 disponibiliza.


A bateria de 56W é carregada pela porta USB-C através do carregador com 65W de potência.



É igualmente possível efectuar o carregamento com carregadores de menor potência ou até mesmo um powerbank, sendo que nestes casos o carregamento será efectuado de forma mais lenta.


Com 1,38Kg, este portátil fica próximo do peso de um ultrabook, com os 400g a não serem demasiado penalizadores para quem tiver de andar com o computador diariamente às costas. Além do peso, outro aspecto a considerar na portabilidade é a autonomia, com o MateBook D 14 a conseguir com facilidade um pouco mais de 6 horas (brilho a 60%), podendo ultrapassar as 7 horas com uma redução do brilho do ecrã.



Em termos de software, a Huawei tem mantido a mesmo política minimalista, sem lugar ao altamente dispensável bloatware, facto que naturalmente se saúda. O PC Manager é a única excepção, sendo esta ferramenta o elo de ligação para quem tenha um smartphone da marca chinesa. A interacção é excepcional, permitindo controlar o smartphone ("Multi Screen Collaboration" ) através de uma janela, a qual reproduz o conteúdo apresentado no ecrã do terminal móvel.


Além de controlar o smartphone, é ainda possível enviar e receber ficheiros com toda a facilidade, bastando um simples seleccionar e arrastar do ficheiro, entre a janela do "Multi Screen Collaboration" e o ambiente trabalho/pastas, ou vice-versa, o que facilita em muito a vida a quem tenha de editar no portátil, documentos que estejam no smartphone.


Apreciação final



A Huawei tem vindo a reforçar a sua posição no segmento dos portáteis. A qualidade dos seus equipamentos premium tem-se também alastrado até à gama média, com os equipamentos como este MateBook D 14 a apresentarem-se com fortes argumentos perante as propostas da concorrência. A unidade de testes que a marca nos fez chegar já apresenta algum tempo de mercado, sendo que até já foram anunciados os novos modelos desta série, com mais apetecíveis processadores Ryzen 4000 que irão contribuir para melhorar o desempenho global das máquinas. Mas, mesmo assim, este MateBook D 14 continua a ser merecedor de um distinto QUENTE.

Se estão à procura de um portátil de gama média, este MateBook D 14 é uma das boas opções de deverão ter em conta, estando disponível no mercado com um preço a começar nos 650€ (ou até menos). Contudo, caso não tenham pressa, poderá ser interessante esperar mais alguns meses, pela chegada dos novos modelos.




MateBook D 14
Quente

Prós
  • Qualidade de construção
  • Desempenho equilibrado

Contras
  • SSD poderia ser mais rápido
  • CPU "limitado" aos Ryzen 3000



Huawei MateBook D 14

Quente (4/5)

Gravações automáticas da NOS, MEO e Vodafone vão ter 30 segundos de publicidade

14-08-2020 | 13:00 | Aberto até de Madrugada


Parecendo esquecer-se a quantidade de publicidade que os canais que disponibilizam já têm, a NOS, MEO e Vodafone vão passar a exibir 30 segundos de publicidade para aceder às gravações automáticas.

A nova funcionalidade, implementada pelos três maiores operadores por cabo nacionais (para evitar "represálias" contra um só que se tivesse aventurado nisto), vem causar ainda mais frustração aos clientes. A medida visa replicar a apresentação de publicidade que já é comum em serviços como o YouTube - mas parece ignorar por completo uma pequena diferença: é que o YouTube é um serviço com acesso gratuito, enquanto que o serviço de TV por cabo já é pago e bem pago; e para além de toda a publicidade excessiva na maioria dos canais, chegamos ao cúmulo de até canais pagos terem também publicidade.

Acho que a apresentação de 30 segundos de publicidade nas gravações automáticas não irá surpreender ninguém, sendo que o mais surpreendente é que tenham demorado tanto tempo a fazê-lo.

Não sendo "cliente" de canais de TV nem das gravações das boxes há muitos anos, não posso dizer que me vá afectar. Mas se fosse, seria apenas mais uma implicância a incentivar-me a mudar para serviços que não abusem dos clientes. Lá chegará ao tempo em que sempre que se ligar a box, teremos que aturar publicidade antes de poder aceder aos menus; ou apresentar alguns segundos de publicidade sempre que se quer mudar de canal.

Barragem de Muttsee vai ser revestida a painéis solares

14-08-2020 | 12:24 | A Minha Alegre Casinha


A barragem de Muttsee, na Suíça, a mais alta da Europa, vai tornar-se também na primeira barragem solar.

A barragem de Muttsee, a 2500 metros de altitude, tem a felicidade de contar com a orientação para sul tornando-a perfeitamente adequada para a instalação de painéis solares na sua parede inclinada. A Axpo vai instalar nas paredes da barragem cerca de 6000 painéis solares, numa área de 10 mil metros quadrados, que permitirão atingir uma capacidade de 2 MW e produção anual de 2.7 GWh, suficiente para alimentar 600 residências.

Um dos grandes problemas que as centrais solares suíças enfrentam durante o inverno é o facto de estarem constantemente tapadas por uma camada de nevoeiro. A instalação dos painéis solares a grande altitude permite evitar esta situação e captar mais radiação solar. Por outro lado, a eficiência dos sistemas fotovoltaicos e os módulos solares é maior a baixas temperaturas; contando ainda com a vantagem adicional das camadas de neve reflectirem a luz do sol, o que se traduz num maior rendimento da energia solar.

Outra das vantagens deste projecto é o facto de já existir a infraestrutura necessária a nível da ligação à rede de distribuição de energia, que facilita a construção da nova central solar.

Fortnite removido da App Store e Play Store após adicionar método de pagamento directo

14-08-2020 | 11:00 | Aberto até de Madrugada


A Epic achou que estava na altura de jogar a sua cartada, forçando a remoção da App Store da Apple e também da Play Store da Google ao adicionar um método de pagamento directo que contorna as comissões das lojas - e usando isso como justificação para avançar com processos contra ambas as empresas.

O desagrado dos developers com as comissões e restrições impostas nas app stores tem crescido nos últimos tempos, em particular relativamente à App Store da Apple, que recentemente perdeu um caso na Rússia por impedir apps concorrentes, e que também levou com a desistência e desagrado da Microsoft por não permitir a entrada da app xCloud na plataforma. As críticas resumem-se essencialmente a dois grandes pontos: o de não permitir a instalação de apps a não ser através da App Store (e impedindo que lá entre tudo que lhe apetecer); e o de exigir que todos os pagamentos paguem comissão, impedindo métodos de pagamento alternativos.

Foi precisamente isto que a Epic utilizou para demonstrar aquilo que considera ser um abuso, adicionando ao Fortnite um método de pagamento directo para além do método habitual via App Store; e fazendo questão de demonstrar a diferença de preço devido à comissão da Apple. Quem comprar via App Store terá que pagar $9.99 por 1000 V-Bucks, pagando pelo método directo esse valor baixa para $7.99.


Com isto, a Epic avança com processo nos tribunais contra a Apple, e também contra a Google. E contra esta última revelando que a Google teve negócios de bastidores para proibir que a OnePlus e a LG disponibilizassem um launcher do Fortnite pré-instalado nos seus smartphones (a velha "regra" da Google de não deixar que os parceiros façam a pré-instalação de formas de acesso paralelas à Play Store).

É mais que claro que a Epic fez esta jogada deliberadamente e sabendo que estava a violar as regras actuais. De qualquer forma, é precisamente isso que é preciso fazer para chamar a atenção contra regras que se podem considerar abusivas... E a Epic fez um excelente trabalho ao relembrar os velhos tempos da Apple, reciclando o seu famoso anúncio 1984.



Para quem não conhece o original, aqui fica, de uma altura em que era a Apple a queixar-se dos monopólios dos outros...

Edge ganha notificações menos intrusivas

14-08-2020 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Se detestam lidar com os sites que nos tentam impingir notificações no browser, o Edge da Microsoft implementou um novo sistema de alertas menos intrusivos para esses pedidos.

Mesmo que não se queira aceitar as notificações, o próprio acto de dizer que não se quer as notificações é por si só bastante intrusivo, fazendo surgir a pergunta se queremos aceitá-las ou não (a não ser que se tenha desactivado a apresentação das perguntas, o que suspeito que a maioria dos utilizadores casuais não fará). Daí que esta opção da MS para o Edge se revela bastante interessante, pois irá beneficiar todos os utilizadores de forma automática.

Em vez de apresentar a pergunta, o Edge apresentará apenas um sinal de um alerta na barra de endereços, e só se o utilizador lá clicar é que verá que se tratou de um pedido de apresentação de notificações, com a possibilidade de permitir as ditas notificações ou fazer a gestão das mesmas nas definições do browser.

O desagrado dos utilizadores com as notificações é de tal ordem que a Microsoft achou que se justificava activar esta opção automaticamente com o Microsoft Edge 84. Dito isto, deixa também uma série de recomendações para os sites que quiserem usar notificações, indicando coisas como não fazer o pedido para aceitar notificações assim que um utilizador chega ao site pela primeira vez. Sinceramente, mesmo após anos e anos de browsers, ainda não activei uma única notificação para qualquer site - nem tenho planos de o vir a fazer. O que faço é desactivar sempre a pergunta das notificações, para que o browser as recuse automaticamente.

Suporte BlitzWolf BW-MS4 para dois monitores a €45

14-08-2020 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

Colocar dois monitores numa secretária sem ocupar espaço é uma das melhores melhorias que se pode fazer, ainda para mais tendo em conta que pode ser feito por menos de 50 euros com um suporte dual-monitor como este BlitzWolf BW-MS4.

Adicionar um segundo monitor aumenta imensamente a produtividade, mas pode também revelar-se demasiado "volumoso" na secretária, especialmente no caso de monitores que usam bases de suporte de grandes dimensões. Felizmente, a solução é fácil e eficaz, desde que o monitor permita utilizar suportes com furação VESA standard como este BlitzWolf BW-MS4.


Este suporte para dois monitores BlitzWolf BW-MS4 está disponível por apenas 45 euros com envio da Europa, usando-se o código BGCZMS4.

Fixando-se na mesa sem necessidade de furar ou aparafusar, este suporte com braços pneumáticos suporta monitores de até 32", com possibilidade de rotação a 360º, ajuste de inclinação vertical e horizontal e, claro, altura ajustável. Tem também gestão de cabos integrada, para que se fique com a secretária livre de cabos pendurados.

... Se estiverem à procura de algo idêntico mas só para um monitor, podem optar pelo BlitzWolf BW-MS2 que está disponível por 31 euros com o código BGCZMS2.


Pode acompanhar as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

Huawei destaca funcionalidades inteligentes para potenciar a produtividade em teletrabalho

14-08-2020 | 08:32 | Apps do Android


Numa altura em que o tele-trabalho está na ordem do dia, a Huawei destaca algumas das funcionalidades que os seus equipamentos disponibilizam para facilitar a vida dos utilizadores.


Com o crescente aumento do número de profissionais em movimento, quer seja porque estão em teletrabalho ou no escritório, entre videochamadas e apresentações, a Huawei tem apostado em criar dispositivos com funcionalidades inteligentes que ajudam a potenciar a produtividade e aumentam a eficiência profissional.


Mantendo os smartphones como principal foco, a estratégia 1+8+N da Huawei visa levar o digital a cada casa, pessoa e empresa para criar um mundo inteligente e totalmente conectado. O ecossistema Huawei reúne um conjunto de tecnologias inovadoras que pretendem proporcionar uma melhor experiência digital a qualquer nível, quer seja profissional quer seja pessoal. Com ferramentas como o Huawei Share, Colaboração Multi-Ecrã e Multi-Window da Huawei é possível criar o escritório “perfeito” em qualquer ambiente.

Descubra as funcionalidades inteligentes da Huawei que permitem ligar os dispositivos da marca de forma fácil e rápida.


Huawei Share: partilha de informação com um simples toque




Os smartphones da Huawei[1] oferecem um recurso “mágico” que permite aos utilizadores conectar facilmente o smartphone a vários dispositivos Huawei com um simples toque. O Huawei Share é uma revolucionária tecnologia de conectividade baseada em proximidade que permite a partilha rápida sem fios, através de uma conexão fácil proporcionando aos utilizadores uma experiência intuitiva e inteligente.

A função mais básica que o Huawei Share oferece é a transmissão de dados que não requer aplicações de terceiros e sem compactação de imagens e vídeos, tornando muito conveniente para os utilizadores transferir arquivos, imagens, vídeos e muito mais entre um smartphone e outros dispositivos Huawei.

Com o Huawei Share, a segurança não é um problema pois o recetor precisa de passar pela verificação de identidade para obter os arquivos. Enquanto isso, a criptografia de ponta é aplicada à transmissão de dados para impedir que os dados sejam roubados. Além disso, todos os arquivos partilhados são salvos nos dispositivos localmente, em vez de serem carregados no servidor, garantindo que todo o processo de transmissão seja protegido e seguro. Além da transmissão de dados, o Huawei Share facilita a conexão rápida e a Colaboração Multi-Ecrã entre dispositivos Huawei.


Colaboração Multi-Ecrã da Huawei: espelhar o smartphone no ecrã do portátil ou tablet



Qual a forma mais rápida de transferir documentos de um smartphone da Huawei para um MateBook ou MatePad? Bluetooth ou cabo USB? A resposta é nenhuma destas. Através da Colaboração Multi-Ecrã da Huawei é tudo mais simples. Para um utilizador de um smartphone e um MateBook ou MatePad da Huawei, basta tocar com o smartphone numa zona especifica do PC ou tablet e o ecrã do smartphone é automaticamente exibido no ecrã do segundo dispositivo.

Todas as fotografias, arquivos e até vídeos que estejam no smartphone podem ser arrastados diretamente para o software que esteja aberto no Huawei MateBook ou MatePad. Os documentos presentes no smartphone podem ser abertos com o software do computador ou do tablet, e o texto também pode ser copiado diretamente do smartphone e – através da área de transferência partilhada – ser colado em qualquer lugar. Com esta funcionalidade, o utilizador poderá ainda realizar chamadas sem precisar de estar perto do seu smartphone.

O sistema operativo EMUI 10.1 fornece uma experiência eficiente entre plataformas. A Colaboração Multi-Ecrã da Huawei da EMUI 10.1 rompe as barreiras entre as interfaces Windows e Android e permite interações com vários dispositivos, transferência contínua de dados e controlo em vários ecrãs.



Huawei Multi-Window: várias tarefas num mesmo ecrã



A pandemia levou muitas pessoas a ficar em casa e a confiar na Internet para as interações sociais tão necessárias. Então, como pode o utilizador responder às mensagens enquanto joga, sem sair da aplicação? Basta tocar na notificação para abrir a mensagem com uma janela flutuante. Além disso, se estiver a meio de um jogo pode arrastar a janela para onde ela não tape os joysticks, para jogar e escrever mensagens de texto ao mesmo tempo. O Huawei Multi-Window oferece uma maior flexibilidade, exibindo três janelas ao mesmo tempo. É uma aplicação que derruba as barreiras entre aplicações.


[1] A funcionalidade Huawei Share permite a colaboração em vários ecrãs, suporta apenas smartphones Huawei que executem o EMUI 10.0 ou posterior ou smartphones Honor que executem o Magic UI 3.0 ou posterior. O primeiro lote de smartphones compatíveis inclui a Huawei Mate 30 Series (requer atualização da versão do sistema para 10.0.0.191 ou superior). Esta funcionalidade ficará disponível em mais modelos posteriormente. Por favor, visite o site oficial da Huawei para obter mais informações.

Produtos da Semana

14-08-2020 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

A nossa rubrica de Produtos da Semana agrupa uma lista de produtos e notícias que vamos compilando ao longo da semana e que achamos que será do interesse geral.

Novo monitor Philips 279C9



A MMD apresentou o novo monitor Philips 279C9, um monitor de 27" (68,47 cm) com um design que vai ao encontro dos requisitos mais ambiciosos para a mais alta produtividade e uma experiência de utilizador melhorada e atualizada.

O monitor Philips 279C9 possui um design Zero Bezel, que elimina a moldura em redor do ecrã e oferece uma imagem ampla que torna a configuração de vários monitores perfeita. A gestão de cabos integrada ajuda a organizar todos os cabos necessários, reduzindo a confusão na mesa. O Philips 279C9 inclui um conector USB tipo C, que permite aos utilizadores transferir dados e recarregar o portátil muito rapidamente (até 65W). O monitor também possui uma DisplayPort, duas portas HDMI e quatro portas USB 3.2. O painel IPS escolhido para este modelo oferece ângulos de visão extra amplos de 178/178 graus, tornando possível ver a tela de quase qualquer ângulo. Além disso, os monitores IPS garantem imagens incrivelmente nítidas com cores vivas, tornando-os ideais não apenas para fotos, filmes e navegação na web, mas também para aplicações profissionais que exigem precisão de cores e brilho consistente em todos os momentos. Com resolução UltraClear 4K UHD (3840 x 2160) e DisplayHDR 400 com certificação VESA, este monitor reproduz todos os detalhes para fotos reais. O Philips 279C9 torna o horário de trabalho o mais confortável possível: o SmartErgoBase é um sistema exclusivo de inclinação, rotação, altura ajustável e pivô que fornece flexibilidade máxima aos utilizadores e conforto ergonómico, permitindo que seja posicionado conforme necessário. O monitor também possui o Modo LowBlue para produtividade fácil para os olhos e Tecnologia Flicker-Free para menor fadiga ocular.

O monitor Philips 279C9 está disponível desde o princípio de Agosto a um preço de venda de 529 euros.


Leitor de cartões SD DUAL UHS-II da Angelbird


A Angelbird, empresa austríaca especializada no fabrico de soluções de armazenamento de dados de alta tecnologia, apresentou o seu novo leitor de cartões SD DUAL UHS-II.

Com duas portas SDXC, o novo leitor de cartões SD duplo do fabricante transfere simultaneamente os dados de dois cartões SD a velocidades ilimitadas. Compatível com USB e Thunderbolt 3, o UHS-II da Angelbird é a única opção de leitura com segurança individual de proteção contra escrita, garantindo que os ficheiros não se perdem por acidente ou que o cartão é formatado. A Angelbird quer garantir que os seus clientes tenham sempre o cabo certo à mão. Este dispositivo mantém o fluxo de dados com portas compatíveis com sistemas mais antigos, atuais e do futuro. Adicionalmente, a porta Connect introduz-se dentro do corpo do leitor, assegurando que a ligação não se solta ou se desgasta prematuramente. Graças à função de proteção contra escrita, é possível proteger os dados contra formatações indesejadas ou eliminações acidentais. Esta função é definida individualmente para cada porta. Além disso, existe uma proteção contra sobrecarga e ESD. Os diferentes leitores de cartões da Angelbird constituem um sistema modular. Assim, o leitor de cartões SD DUAL pode ser perfeitamente empilhado com os leitores CFexpress e CFast. Desta maneira, poupa-se espaço e permite-se operar cada dispositivo individualmente sem que produzam interferências. A Angelbird dispõe também de uma equipa de profissionais responsável por detetar problemas e recuperar dados de forma segura nos laboratórios das instalações da Angelbird. Este serviço cobre o equipamento no qual ocorreram danos físicos e/ou problemas de software, como corrupções de dados ou ficheiros. Finalmente, a Angelbird estende aos seus clientes um acordo de não divulgação para assegurar que a privacidade e a confidencialidade dos seus conteúdos estão também protegidas.

O leitor de cartões SD DUAL já está disponível em Portugal através da Robisa por um preço sugerido de 72 euros.


Xiaomi assinala 10º aniversário com promoções especiais



É já no próximo fim de semana que a Xiaomi assinala o seu décimo aniversário. Desde produtos de ecossistema, equipamentos de eletrónica e multimédia aos smartphones, a campanha vai estar disponível numa seleção alargada de produtos.

As promoções do fim de semana de aniversário da marca já foram definidas. Entre os dias 15 e 16 de agosto, os descontos podem chegar aos 200€ e estão disponíveis em produtos como as MI TV de 65, 55 e 43 polegadas, os Mi Robot Vacuum Cleaner e Cleaner Pro, o Mi Projetor Compact, os Mi True Wireless Earbuds e o Mi Car Charger Wireless. Até à data, as promoções não se ficam por aqui. Entre hoje e sexta-feira, 14 de agosto, todas as powerbanks e backpacks usufruem de 20% de desconto. Além disso, há descontos que podem chegar aos 70€ e estão disponíveis em produtos como a Mi Sphere Camera Kit, o Mi Action Camera Gimbal, o conjunto Sensor Mi Smart e a Coluna Mi Bluetooth Speaker. Todas as Mi Stores disponíveis no país já se encontram abertas, em horário reduzido e de acordo com as diretrizes e medidas de segurança estabelecidas pela Direção Geral da Saúde, entre as quais limite de clientes consoante a dimensão do espaço, desinfetante à entrada, colaboradores com máscara e viseira, higienização regular do espaço são algumas das medidas adotadas. A expedição de todas as encomendas realizadas na Mi Store Online continua a ser assegurada com normalidade.

A multinacional dispõe, atualmente, de quatro Mi Stores distribuídas por território nacional, localizadas na Rua Sá da Bandeira (Porto), Braga Parque, MarShopping (Matosinhos) e Oeiras Parque.


Asustor lança Lockerstor 2 e 4 em Portugal



A ASUSTOR apresentou em Portugal os seus dois novos modelos de NAS para o sector das PMEs. A Lockerstor 2 (AS6602T) e a Lockerstor 4 (AS6604T) incluem processadores Quad-Core 2.0Ghz Gemini Lake Intel Celeron J4125 assim como 4GB de memória RAM DDR4-2400. A DDR4 RAM que está nos dois dispositivos é 30% mais rápida e usa até 40% de menos energia que a DDR3 RAM.

As Lockerstor 2 e 4 vêm munidas de duas slots M.2 NVMe SSD e incluem duas portas 2.5-Gigabit Ethernet para que as empresas tirem a máxima performance da sua NAS. As duas portas 2.5-Gigabit Ethernet também suportam Link Aggregation, o que aumenta a performance até 5Gbps. Entre outras funcionalidades a nível de hardware está o HDMI 2.0a com suporte para hardware decoding 10bit 4K, 2.5-Gigabit Ethernet e Wake on LAN e Wake on WAN. As duas novas soluções estão disponíveis em modelos com duas ou quatro baías e suportam até 32 e 64TB respetivamente. Podem ser instalados 192TB adicionais através da inclusão de três unidades AS6004U. A tecnologia de cold backup da ASUSTOR, MyArchive, fazem com que discos rígidos normais possam ser trocados a quente em backups offsite, assegurando assim a segurança dos dados. Os dois novos dispositivos da ASUSTOR possuem também funcionalidades compreensivas a nível de backup e suportam aplicações de virtualização e de Docker. São compatíveis com ambientes de armazenamento VMware, Citrix e Hyper-V e, ao suportar iSCSI/IP-SAN e NFS, podem integrar na perfeição com ambientes de TI existentes de forma a oferecer a solução de armazenamento mais eficiente em termos de custos. O facto de as NAS ASUSTOR terem verificação em duas etapas, certificado SSL e o software antivírus ClamAV, entre muitas outras camadas de proteção de dentro para fora, além da flexibilidade da tecnologia de ativação de rede Wake on WAN (WOW) para iniciar o serviço NAS, suprime de forma eficaz a probabilidade de ataques de hackers e protege a segurança dos dados que, por sua vez, garantem a segurança do acesso a ficheiros na cloud privada. Assim possui uma mais alta produtividade e alavanca a sua empresa através de uma solução completa de armazenamento em rede.

As Lockerstor 2 e 4 estão disponíveis no mercado português a 459 euros e 599 euros, respetivamente.


Rotolight lança kits de iluminação para vídeo e vlogging



Num momento marcado por uma "nova normalidade" e com o aumento de videoconferências, workshops, aulas online, criação de conteúdos a partir de casa e YouTubers emergentes, a Rotolight lança dois kits pensados para melhorar a qualidade da iluminação de forma simples, mas profissional.

As salas de reuniões estão a ser substituídas por videoconferências, mas a primeira impressão continua a ser tão importante no mundo virtual como no físico. Assegure-se de que tem o impacto certo com o kit de videoconferência da Rotolight NEO II. Com ele, obtenha uma iluminação de qualidade profissional e elimine sombras indesejadas em segundos, enquanto o suporte de mesa ajustável garante resultados corretamente iluminados – sempre. Impressione os clientes e melhore o seu vídeo com uma iluminação suave e favorecedora, e com um reflexo característico. Com este kit é fácil e simples ajustar a color e o brilho para obter excelente resultados, independentemente da hora do dia a que realize a gravação, desta forma assegurando que tem sempre o melhor aspeto possível, graças aos difusores e filtros de tonalidade incluídos neste conjunto. Fácil de usar e rápido de configurar, realize vídeos sem esforço, mas com aspeto profissional, com o kit de vlogging da Rotolight RL48. Composto pelo galardoado anel de luz e pelo mini tripé de mesa da Rotolight, este conjunto permite-lhe montar facilmente a sua iluminação, microfone e qualquer smartphone para capturar vídeos de alta qualidade em casa ou quando viaja. Consiga uma iluminação suave perfeita para anular sombras pouco favorecedoras e uma bonita luz para dar brilho aos seus olhos com a premiada luz anelar RL48. Os filtros difusores de "maquilhagem" incluídos permitem alcançar os melhores resultados, enquanto os filtros de cor oferecem uma iluminação perfeita a qualquer hora do dia.

Ambos os kits da Rotolight estão já disponíveis no mercado português através do seu distribuidor oficial, a Robisa. O preço de venda sugerido é de 99 euros para o kit Rotolight RL48 e de 329 euros para o kit Rotolight Neo II.

Fabschools desafia makers a repensar o ensino à distância na era Covid-19

14-08-2020 | 07:00 | Aberto até de Madrugada


Até 15 de Setembro, todos os designers, makers e educadores, estão convidados a repensar a escola e o ambiente doméstico enquanto espaço de aprendizagem, para fazer face à nova realidade da era pós Covid-19.

Estão abertas as inscrições para propostas de design de produtos ou recursos educativos que promovam o ensino em ambiente doméstico. O prazo para inscrições encerra a 15 de Setembro de 2020.

O Fablab Benfica da Escola Superior de Educação do Politécnico de Lisboa, a Distributed Design Platform e a Fab Foundation convidam designers, makers e educadores para submeterem os seus projetos online. Inspirada pela recente crise sanitária e pelo consequente fecho das escolas e confinamento das famílias que derivou da pandemia COVID-19, esta Open Call pretende realçar o potencial de resposta a estas questões por parte da comunidade maker. Procuram-se Produtos e Recursos Educativos Abertos em qualquer fase de desenvolvimento: desde soluções previamente testadas até conceitos. O objectivo deste desafio é trazer as virtudes e valores do design distribuído no apoio aos novos possíveis cenários de ensino doméstico.

Paralelamente e já em Junho, realizam-se dois workshops abertos ao público: Wikifactory Workshop no dia 25 de Junho pelas 16h00; e ScopesDF Workshop no dia 3 de Julho às 17h00. Todos a programação acontecerá online de forma gratuita e irá sendo anunciada online no decorrer da call.

A urgência do momento motivada pela crise pandémica, despertou o interesse da comunidade maker e dos espaços colectivos que lhes estão associados — Fablabs, Makerspaces, colectivos de designers e artistas — e muitos destes makers, designers, artistas, engenheiros e inventores estiveram na primeira linha de resposta à falta de equipamentos de protecção hospitalar. Os valores do design distribuído podem ter um papel crucial, ao defender o desenho de produtos ou recursos abertos e sustentáveis e por isso esta Open Call representa uma vontade de mapear e incentivar à criação de projectos e práticas educativas que potenciem o ambiente doméstico enquanto lugar de crescimento e aprendizagem.

Repensar a escola e a aprendizagem enquanto elemento integrante de um ecossistema em constante mudança - no qual a educação se distribui por um conjunto de contextos, locais, recursos e produtos - tem vindo a converter-se numa tarefa essencial e paralelamente complexa. Questiona-se, neste sentido, de que forma pode a escola adaptar-se e aprender com cenários deste tipo bem como o que poderá constituir uma evolução em termos educativos daqui em diante. Nas propostas, deve ser clara esta vocação bem como os conteúdos e estratégias de integração de familiares e cuidadores na dinâmica de aprendizagem. Também deve ser claro o acesso material aos recursos ou produtos, e à materialização dos mesmos. Todas as informações sobre os projectos, guidelines e candidaturas podem ser encontradas aqui.

No final serão selecionados 10 projetos vencedores que farão uma tour pelas próximas edições da Maker Faire em quatro países (Lisboa, Bilbao, Viena e Barcelona) e serão também destacados nos catálogos da DistributedDesign.eu e Fabschools.pt. Destes dez vencedores, serão ainda seleccionados dois projectos para serem apresentados na Distributed Design Summer School. Os mesmos ganharão um plano de mentoria do Fablab Benfica e ajudas de custo para o desenvolvimento e comunicação do projecto num valor de 700€ por projecto, bem como uma subscrição gratuita no Wikifactory.

Some statistics for Userrepository

14-08-2020 | 01:23 | Bruno Miguel

You might have noticed that Userrepository uses Cloudflare. I chose it for two main reasons: their ability to help mitigate (D)DoS attacks and to help hiding the IP address for the VM from script kiddies.

It’s not that I think Userrepository will ever be a target for a (D)DoS attack, but better safe than sorry. Also, I have more than enough automated failed SSH authentication attempts without revealing the IP: 441 blocked IPs and counting for one fail2ban ssh rule and 2 for another fail2ban ssh rule. I intend to tighten these rules in the near future.

A third (lesser) reason is their analytics. This allows me to evaluate, from time to time, if the repository is of interest for Arch and Arch-based Linux distribution users.

Although the analytics part is not the best-in-breed, it lets me take a look at the stats for the last 30 days. For example, in this time frame, at the time of writing of this blog post, I had 1486 unique visitors and 17622 total requests to userrepository.eu. I honestly expected around half that number at best.

Most of these unique visitors (and hopefully users), from first to last, come from France, Germany, Italy and USA. My country, Portugal, still hasn’t reached the 500 unique requests.

In terms of bandwidth statistics, the numbers are low: 10.14GB in the last 30 days, with only 878.35kB of cached content. This is expected because I doubt they would cache compressed files, but they’re probably caching the 01-README.txt file with the instructions to add the repository to your /etc/pacman.conf file.

The numbers, I must admit, are not what I wanted but they are more than I expected and that’s a strong motivation to keep the project running, hoping it will help other users.

One last thing: please become a Patron if you want to support userrepository.eu. Even €1 will help cover the monthly expenses, just over €15. If I get enough patrons, I’ll be able to upgrade the virtual machine to one with better specs, which will allow a higher package compression level, shorter build times and maybe even packaged kernels. Thank you!

Some statistics for Userrepository

14-08-2020 | 00:00 | Bruno Miguel

You might have noticed that Userrepository uses Cloudflare. I chose it for two main reasons: their ability to help mitigate (D)DoS attacks and to help hiding the IP address for the VM from script kiddies. It’s not that I think Userrepository will ever be a target for a (D)DoS attack, but better safe than sorry. Also, I have more than enough automated failed SSH authentication attempts without revealing the IP: 441 blocked _IP_s and counting for one fail2ban ssh rule and 2 for another fail2ban ssh rule.

Este lixo já tem 25 anos, mas não precisa de reciclagem

13-08-2020 | 20:02 | Gonçalo Sá

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Casa de alguns dos maiores hinos pop-rock da década de 90, o primeiro álbum dos GARBAGE, homónimo, chega aos 25 anos e continua a justificar a (re)descoberta - ou não contasse com um dos melhores conjuntos de canções não só da banda mas do seu tempo.

"Come down to my house/ Stick a stone in your mouth", convida Shirley Manson no início do disco de estreia dos GARBAGE, guiado pelo ritmo pára-arranca de "Supervixen". E termina a canção a repetir "bow down to me", depois de um embate atmosférico e distorcido q.b.. Mas apesar (ou precisamente por causa) do tom intimidatório, o convite foi aceite por uma imensa minoria, primeiro, e uma larga maioria, pouco depois, que se renderam à proposta dos GARBAGE em 1995.

Não que tenha sido um processo simples. A vocalista recorda muitas vezes em entrevistas o arranque conturbado, quando deixou a sua Edimburgo natal para se encontrar num estúdio isolado em Madison, Wisconsin, nos EUA, com aqueles que viriam a ser os seus colegas - e que na altura eram três produtores a decidir formar uma banda.

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Butch Vig (a viver uma fase reputada depois da produção de clássicos da "nação alternativa" como "Nevermind", dos Nirvana, ou "Siamese Dream", dos Smashing Pumpkins), Duke Erikson e Steve Marker tinham descoberto a ex-vocalista dos Angelfish e antigo elemento dos Goodbye Mr. Mackenzie num videoclip, através na MTV, e viram nela a voz e atitude que procuravam. Manson acedeu ao desafio, mas a viagem teria sido em vão caso não lhe tivesse sido dada uma segunda oportunidade depois de um primeiro contacto desastroso, vincado por um nervosismo que não conseguiu controlar. Ainda assim, demorou cerca de três meses, marcados por ensaios a um ritmo quase diário, até se tornar elemento oficial do então novo grupo.

Banda de produtores, criticaram alguns, que pareciam ver aqui uma ameaça à suposta autenticidade do rock garantida pela explosão do grunge. Mas o género entrou rapidamente em declínio após a morte de Kurt Cobain, um ano antes, e os GARBAGE souberam oferecer uma resposta viável, refrescante e personalizada a tempo e horas. E sem deixarem de fazer algumas pontes com o grunge enquanto se afirmavam como projecto de ambições mainstream a partir de linguagens alternativas. "Supervixen", referida atrás, não foi a faixa de abertura por acaso, embora até deva mais a inspiração a Chris Cornell, um dos ídolos de Manson no início dos anos 90.

"Vow", o primeiro (e imponente) single, também apontava algumas raízes ao som de Seattle. O alinhamento, no entanto, tinha horizontes mais vastos, do shoegaze ao industrial, do gótico ao trip-hop ou música de dança, tudo assimilado por uma produção de topo (a fazer valer os pergaminhos do trio masculino, lá está), capaz de aliar a distorção de guitarras herdada de uns Curve ou My Bloody Valentine à exploração de ferramentas electrónicas e a uma sensibilidade pop que gerou singles perfeitos e transversais como "Stupid Girl" (o sample de "Train In Vain", dos Clash, é dos mais irresistíveis do disco) ou "I'm Only Happy When It Rains" (a retratar com ironia a postura de uma certa juventude urbano-depressiva).

"Milk", outra das pérolas do alinhamento, foi a primeira canção inteiramente composta por Manson, e talvez por isso conte com uma das suas interpretações mais arrepiantes, a sublinhar uma versatilidade vocal assinalável. E abriu caminho, ao lado da também belíssima "A Stroke of Luck", para abordagens turvas dos GARBAGE às baladas (como "The Trick Is to Keep Breathing" ou "You Look So Fine" mostrariam no álbum seguinte, o igualmente brilhante "Version 2.0").

Apesar do desconforto inicial, a vocalista não demorou a tornar-se no rosto mais visível e popular do grupo, além da principal letrista: uma mulher no centro de uma banda de homens, como o tinham sido Debbie Harry, Siouxsie Sioux ou Chrissie Hynde, três das suas referências, nas décadas anteriores. É difícil imaginar outra voz para as insinuações noir de "Queer", a vertigem desesperada de "My Lover's Box" ou o ressentimento e compasso alucinante de "As Heaven Is Wide", esta última a marcar uma geração não pela presença regular na MTV ou em praticamente todas as rádios (da XFM à Cidade), como aconteceu com os singles, mas através dos videojogos, cortesia da banda sonora de "Gran Turismo 1".

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Manson assume hoje que os primeiros anos da banda não foram imunes a períodos depressivos, mas a imagem que transparecia ofuscava essa inquietação com uma postura confiante, enigmática e sedutora como poucas ao longo da década. Uma atitude que saía reforçada nos palcos, teste derradeiro ao som e viabilidade dos GARBAGE superado com distinção - e a responder à desconfiança de quem via aqui um projecto laboratorial que se esgotava na segurança do estúdio.

O público português teve de esperar pelo segundo álbum para confirmar por si, num concerto memorável na antiga Praça Sony da Expo 98, em Lisboa. E nem a banda nem estas canções perderam o fôlego ao vivo com o passar do tempo, como ficou provado na digressão comemorativa dos 20 anos de "Garbage", em 2015 - ano de uma reedição com direito a lados B estimáveis e alguns até essenciais, como "#1 Crush", que merecia lugar no álbum (sobretudo na versão misturada por Nellee Hooper). Resta esperar que alguma dessa vitalidade se mantenha no próximo álbum, o sétimo, apontado para 2021, depois de os dois últimos terem sido os menos aliciantes desta discografia - os dois primeiros, por outro lado, dificilmente poderiam ter sido melhores.

Utilizadores chineses abdicam do iPhone se não tiver WeChat

13-08-2020 | 20:00 | Aberto até de Madrugada


A velha questão da importância do hardware vs software poderá ser posta à prova com a aguardada remoção do WeChat da App Store, sendo que isso eliminaria por completo os iPhone das opções dos utilizadores na China.

Donald Trump ameaçou com o bloqueio do TikTok e WeChat em Setembro, por agora ainda não se sabendo se isso será uma exigência feita apenas para o território nos EUA, ou se, à semelhança do que tem feito com a Huawei, irá impedir que esses serviços estejam presentes ou relacionados com qualquer serviço de empresas norte-americanas, o que significaria que a Apple teria que o remover da sua App Store, até mesmo na China.

Essa perspectiva já fez com os analistas fizessem as estimativas sobre o impacto que isso poderia ter na venda de iPhones, podendo representar uma quebra de 30% na venda de iPhones a nível global, e que é validada por um inquérito feito na China, em que mais de 1 milhão de utilizadores disseram de forma bastante expressiva (95%) que optariam por abandonar os iPhones se não puderem utilizar o WeChat.

É a demonstração clara que o valor de um smartphone está intrinsecamente ligado às apps que tem, e são as apps a ser mais valorizadas. Um fenómeno que também já se fez sentir com a Huawei no ocidente, desde que deixou de poder ter acesso oficial aos serviços e apps da Google.


Curiosamente, a Apple tem uma saída bastante airosa para esta questão, que poderia resolver vários dos problemas que enfrenta de uma só vez: bastaria, à semelhança do que acontece no Android, permitir a instalação de apps de fontes externas à App Store. Assim, mesmo que Trump ordenasse a remoção da app, os utilizadores na China poderiam continuar a utilizá-la, e ao mesmo tempo dava resposta às exigência na Rússia e aos processos que estão em curso na Europa, quanto ao abuso de posição dominante na App Store.

Seria bastante irónico que, na sua missão de bloquear o acesso às apps chinesas, acabasse por ser Donald Trump a levar ao processo de abertura do iOS e App Store a todas as apps!

Apple prepara subscrições agrupadas Apple One

13-08-2020 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

Com um número crescente de serviços com mensalidades, a Apple prepara modalidades que englobam vários serviços com descontos associados.

Espaço extra no iCloud, Apple Music, Apple TV+, Apple Arcade, Apple News+; há todo um conjunto de serviços da Apple com mensalidades que a empresa pretende simplificar com o agrupamento das mesmas em pacotes "Apple One".

Infelizmente, embora a medida pretenda competir com o Amazon Prime, que engloba inúmeros serviços da Amazon numa só subscrição, ainda não será propriamente um serviço de subscrição universal para tudo o que existe da Apple. Continuará a haver diferentes modalidades, com uma versão base do Apple One a dar acesso apenas ao Apple Music e Apple TV+, com opções de adicionar o Apple Arcade ou Apple News+; e outra mais cara, que também incluirá espaço no iCloud.

Os preços e serviços ainda estão a ultimados, mas o objectivo será proporcionar um desconto mensal entre $2 a $5 face à subscrição dos mesmos serviços em separado. Estas novas subscrições Apple One deverão ser apresentadas em Outubro, a par da apresentação dos iPhone 12. Resta saber se a Apple irá manter a inclusão de um ano de Apple TV+ para quem comprar um iPhone, iPad, Apple TV, ou se deixará de o fazer para incentivar a adesão a estes novos pacotes.

Smartwatches BlitzWolf desde €15

13-08-2020 | 16:30 | Aberto até de Madrugada


As propostas entre o segmento de smartwatches económicos continuam a multiplicar-se, e também a BlitzWolf se faz representar nesta área com variados modelos, como o BW-AT1 e BW-HL3, sempre com preços bastante acessíveis.

Não seria preciso recuar muitos anos para que parecesse impossível que um dia se pudessem ter smartwatches a preços mais reduzidos do que algumas marcas cobram pelas braceletes dos seus relógios. No entanto, é precisamente isso que temos actualmente, com uma variada gama de oferta. No caso da BlitzWolf, temos à disposição diversos modelos, com estilos variados (ecrã quadrado ou circular) e com preços bem simpáticos.



Os smartwatches BlitzWolf actualmente em promoção, são:


Todos eles com envio da Europa, com excepção do HL1.


Podes ficar a par destas e de outras promoções diárias seguindo o nosso grupo AadM Promos no Facebook.

Xiaomi Mi 10 Ultra passa para a liderança do DxOMark

13-08-2020 | 16:25 | Apps do Android


Aproveitando a celebração do seu 10º aniversário a Xiaomi apresentou o seu Mi 10 Ultra, o seu novo topo de gama que, como se suspeitava, eleva também o preço para valores recorde para a marca - mas que também consegue a entrada directa para o topo da tabela DxOMark com o seu conjunto de câmaras e estreia carregamento a 120W.


A Xiaomi não poupou esforços para garantir que o seu Mi 10 Ultra seria um modelo marcante, e para isso recorre a um ecrã OLED de 6.67" FHD+ a 120Hz com 10-bits de cor, touch a 240Hz, Snapdragon 865, 8 / 12 / 16 GB de RAM, 128 / 256 / 512 UFS 3.1, câmaras de 48MP + 48MP (telefoto 5X) + 12MP (telefoto 2X) + 20MP (ultrawide), câmara frontal de 20MP em furo no ecrã, e bateria de 4500mAh com carregamento rápido de 120W(!), carregamento rápido wireless de 50W, e carregamento wireless inverso de 10W. Segundo a Xiaomi, isto permite carregar o Mi 10 Ultra a 100% em apenas 23 minutos usando cabo, ou em 40 minutos via wireless - e dizendo que manterá 90% da capacidade após 800 ciclos de carregamento.


Para reforçar as capacidades deste seu novo topo de gama, o Mi 10 Ultra é lançado com o carimbo da melhor pontuação de sempre no DxOMark (130 pontos), superando o anterior campeão, o Huawei P40 Pro (128 pontos) e, ao contrário deste tendo acesso às apps e serviços da Google.

São tudo argumentos de peso, mas que acabam por se reflectir também no "peso" na carteira. Na China o Mi 10 Ultra vai começar nos 650 euros para a versão base de 8GB+128GB, e vai até aos 760 euros para a versão de 16GB+512GB. Obviamente, os preços para o ocidente deverão sofrer o agravamento habitual, fazendo com que chegue aos 900 e 1000 euros que já se temia.

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