PlanetGeek

Facetune Video promete corrigir video selfies

29-07-2020 | 10:00 | Aberto até de Madrugada


Depois de se ter popularizado a corrigir as selfies em fotos, a app Facetune ganha uma versão para vídeo para fazer o mesmo pelas video selfies.

Há cada vez mais serviços a desafiar os utilizadores a usarem pequenos vídeos como imagem de perfil em vez das habituais imagens estáticas, e a Lightricks, criadora da popular app de retoques de rosto Facetune 2 (e outras como o Photofox, Pixaloop, etc.) está em cima do acontecimento com a sua nova app Facetune Video.

Tal como o próprio nome indica, trata-se de uma app que disponibiliza o mesmo tipo de ferramenta de edição de rostos já conhecidas da app Facetune, mas agora podendo ser aplicadas a video selfies. Para a maioria das pessoas, utilizar os modos de "beleza" já incluídos nos seus smartphones quando usam a câmara frontal, será mais que suficiente. Mas para todos aqueles / aquelas que acharem que é necessário uma ajuda adicional, não custará experimentar esta Facetime Video.

Como é habitual nas apps da Lightricks, a Facetime Video está disponível gratuitamente, mas com algumas das funcionalidades e efeitos a ficarem acessíveis apenas para quem aceitar pagar, estando disponíveis tanto modalidades de subscrição, como de pagamento único para ter acesso a tudo sem limite de tempo.

À conversa com a autora do livro "Exercícios de Power BI" da FCA

29-07-2020 | 09:00 | Aberto até de Madrugada


A FCA deu-nos a oportunidade de conversar um pouco com alguns dos seus autores, e desta vez a escolhida para a rubrica "À conversa com" foi Adelaide Carvalho - autora do livro "Exercícios de Power BI - Importação, edição e visualização de dados".


1. O que é o Power BI e por que razão é considerado um software mais avançado no tratamento e manipulação de dados?

Segundo a sua criadora - a Microsoft - o Power BI é o software que transforma dados em decisões empresariais inteligentes. A ideia subjacente ao Power BI é ligar todos os dados independentemente da aplicação de software que os originou ou do local do seu armazenamento, para produzir relatórios interativos de apoio à decisão. O Power Bi reúne, na mesma base, dados provenientes de diversas aplicações e facilita ou sugere os relacionamentos entre eles com vista à elaboração de relatórios interativos que ajudam a responder às perguntas do decisor. O decisor pode interagir com os relatórios filtrando os dados, detalhando-os ou agregando-os de modo a responder às perguntas levantadas durante os processos de decisão. À medida que lê os relatórios, o decisor vai, portanto, visualizando os dados que respondem às perguntas que fundamentarão a tomada de decisão. O Power Bi permite-lhe, inclusive, fazer perguntas sobre os dados do relatório, usando uma linguagem muito próxima da que correntemente fala.
Na minha opinião, trata-se de uma poderosa ferramenta de interligação de dados de origem diversa que dispõe de funcionalidades que facilitam muitíssimo a depuração e a organização de dados com base no modelo relacional e na atualização de dados. Sobre estas funcionalidades, assentam outras que permitem o tratamento analítico e gráfico dos dados e, finalmente, outras de visualização interativa de dados. Por outro lado, trata-se de uma ferramenta colaborativa em que a partilha, a manipulação conjunta e a comunicação de dados são privilegiadas.

2. O Power BI é simples para a análise dos dados de pequenos problemas, mas pode também aplicar-se a projetos maiores em dimensão e complexidade. Como personalizar o Power BI às necessidades específicas de problemas maiores e mais complexos?

O Power BI é uma aplicação de software genérico que visa automatizar os procedimentos de importação, limpeza, organização e atualização de dados sempre guiada pelo modelo relacional de bases de dados. Numa primeira abordagem, o utilizador lida com esta aplicação genérica que tem a vantagem de seguir a filosofia de utilização “drag and drop” que é muito intuitiva e, portanto, permite uma familiarização muito rápida no início.
O utilizador nota de imediato a vantagem de desenvolver o tratamento de dados por camadas de procedimentos que o Power BI guarda em sequência cronológica, mas a que o utilizador pode aceder diretamente para eliminar, alterar, reutilizar camadas e assim refazer soluções com vista a cenários alternativos. Podemos dizer que, neste ponto, inicia-se a análise à medida dos objetivos. A recombinação de procedimentos de tratamento dos dados mostra-os sob perspetivas diferentes.

Por outro lado, o utilizador nota quase de imediato que se trata de software leve (lightweight) em termos de utilização de recursos computacionais, nomeadamente memória e CPU. Daí que trazer gradualmente para os problemas em análise mais dados e mais relacionamentos entre eles vai enriquecer os modelos e as soluções sem repercussões dramáticas no tempo e velocidade de processamento. A dimensão e a complexidade dos problemas em análise vai crescendo e, quando for necessário, podemos adquirir licenças de Power BI Pro ou Power BI Premium e mesmo integrar o Power BI em plataformas de dados baseadas na Nuvem, por exemplo, o Snowflake.

3. Atendendo ao ditado que outrora alguém referiu, “uma imagem vale mais que mil palavras”, e que tem um impacto bastante relevante nas diversas áreas de negócio, de que forma o Power BI vem reforçar essa máxima? Com que funcionalidades?

O objetivo final do Power BI é a construção de relatórios que sejam facilitadores da tomada de decisão. Para tal concorrem as funcionalidades de representação tabular e gráfica de dados. O Power BI permite a instanciação de vários objetos visuais, incluindo gráficos quer os comuns – linhas, barras, sectores bolhas, histogramas etc., - quer os mais recentes - funil, cascata, friso, mapas, medidores, cartões com índices de desempenho (KPI), etc. A construção de gráficos e tabelas não só é muito intuitiva por seguir a utilização drag and drop para selecionar os dados, mas também os formatos disponíveis são apelativos e variados. Mas, o mais interessante talvez seja mesmo podermos interrogar estas tabelas e gráficos em linguagem natural - próxima do inglês - para além de podermos sempre interactivamente segmentar dados, agregá-los ou desagregá-los. É também muito interessante podermos preparar, numa filosofia de realidade aumentada, informação sobre cada ponto representado graficamente que só se torna visível quando passamos com o rato sobre ele.

4. A quem se destina este processo de aprendizagem e a resolução dos exercícios que disponibiliza no seu novo livro “Exercícios de Power BI – Importação, Edição e Visualização de Dados”?

Este livro destina-se a professores e estudantes dos cursos do ensino superior em que os sistemas de informação e a modelação de dados integram os pilares básicos do saber. Porém, o seu interesse estende-se a todos os profissionais que pretendem libertar-se das tarefas morosas de importação, limpeza e organização de dados para que possam dedicar mais tempo e atenção à análise dos dados sob diversas perspetivas e à sua transformação em informação para decisões bem fundamentadas. Os exercícios apresentados nesta obra incidem sobre as funcionalidades principais do Power BI e constituem uma infraestrutura sólida para aperfeiçoamento individual posterior.

5. A Dra. Adelaide tem tido uma grande influência na organização e magistério de múltiplos cursos de aplicação da informática à Economia e à Gestão, tanto em Portugal como no mundo. Na sua opinião, esta incessante procura de conteúdos relacionada à aplicação e ligação de novos softwares ao mundo dos negócios, faz cada vez mais sentido?

Julgo que faz todo o sentido desenvolver-se software para Economia e Gestão cada vez com mais potencialidades para tratar muitos dados – Big Data – e permitirem a extração da informação necessária tomando o tempo na sua natureza contínua ou forçando paragens em marcos temporais importantes. O mundo económico, sobretudo o empresarial, é crescentemente complexo, essencialmente porque há cada vez mais entidades que se interrelacionam. Adicionalmente, a importância crescente da rapidez com que se tomam decisões torna o mundo dos dados mais complexo com exigências em processamentos em tempo real ou até de antecipação de visões futuras quase exatas. Assim, é racional procurarem-se aplicações mais funcionais, mais integráveis e mais adaptativas que facilitem o trabalho colaborativo entre todos os stakeholders do mundo económico, sobretudo o empresarial.
O Power BI está nesta senda uma vez que se encontra ainda em fase de desenvolvimento sob a égide da estreita colaboração entre a Microsoft e os utilizadores.

E é tudo, o nosso obrigado pelo tempo dispensado, e ficamos aguardar pelos seus próximos livros. :)


Sobre a autora:

Adelaide Carvalho (PhD, MSc, Lic.) - Docente, desde 1983, em diversos estabelecimentos de ensino superior. Organizou e ministrou, desde 1991 até ao presente, vários cursos de aplicação da Informática à Economia e à Gestão em Portugal, Grécia, Finlândia, Moçambique, Macau e Timor-Leste. Autora de vários livros publicados pela FCA.



Para quem chegou até aqui, temos uma surpresa. Temos para oferecer dois exemplares do livro "Exercícios de Power BI - Importação, edição e visualização de dados" e para te habilitares a ganhar um deles só tens que participar preenchendo o seguinte formulário:

Loading…



Huawei Mobile Services já conquistaram a atenção de 1,6 milhões de developers

29-07-2020 | 08:32 | Apps do Android


Pese embora tenha começado de forma algo tímida, os Huawei Mobile Services parecem estar a ganhar tracção, com os programadores a começarem a abraçar as soluções disponibilizadas pela marca chinesa.




Huawei revelou, na 19ª Conferência da Internet na China, realizada a 23 de julho na China, que mais de 1,6 milhões de programadores em todo o mundo já trabalham com o ecossistema Huawei Mobile Services (HMS), o que representa um crescimento de 76% face a 2019. Neste momento, mais de 81 mil aplicações inovadoras  integram a plataforma aberta HMS Core 

Além disso, a Huawei também anunciou que o ecossistema HMS tem registado um crescimento exponencial já alcançou 700 milhões de utilizadores de dispositivos Huawei em todo o mundo, o que significa um aumento de 32% quando comparado com o ano anterior. 

Nos últimos 30 anos, a Huawei tem trabalhado em estreita colaboração com diferentes parceiros para oferecer melhor conectividade digital aos utilizadores e comunidades em todo o mundo. A empresa líder de mercado acredita que num mundo cada vez mais digitalizado, todos devem ter acesso às melhores tecnologias. A Huawei procura incentivar os programadores de todo o mundo a desenvolver ideias disruptivas através dos HMS, de forma a oferecer uma experiência melhor e mais integrada aos seus consumidores.  

De forma a incentivar a participação dos programadores, a Huawei lançou, em Setembro de 2019, o Programa de Incentivo ao Ecossistema HMS – Shining Star no valor mil milhões de dólaresCriado para impulsionar o desenvolvimento de aplicações integradas com os HMS, o Programa Shining Star oferece já suporte a mais de 10 mil aplicações em todo o mundo. 

“A AppGallery, a loja de aplicações oficial da Huawei, chega atualmente a mais de 170 países e regiões em todo o mundo. Tendo em conta esta abrangência, queremos partilhar as inovações digitais, desenvolvidas localmente por cada um dos programadores, com a nossa comunidade global de 700 milhões de utilizadores de dispositivos Huawei”, referiu Zhang Ping'an, Presidente do Consumer Cloud Service da Huawei Consumer Business Group. Ao mesmo tempo, os programas HMS disponíveis em todo o mundo, como o Huawei Video, o Huawei Music e o Huawei Reader, oferecem conteúdos de alta qualidade a consumidores em cada vez mais países e regiões. Relembramos que o serviço de Música da Huawei foi lançado em Portugal em Março deste ano. 
  
Com o intuito de dar uma experiência cada vez melhor aos nossos consumidores, quem colocamos sempre em primeiro lugar, estão a ser feitos desenvolvimentos e novas aplicações estão a ser adicionadas todos os dias à AppGallery, quer a nível Global quer local. Em Portugal contamos já com muitas das top aplicações locais, entre as quais destacamos na área da banca as aplicações Caixadirecta, Millennium BCP, Novo Banco, Banco CTT, DABOX e MBWAY, a nível do Governo, aplicações de elevada importância como a Autenticação Gov, ID Gov e a aplicação EstamosOn ou a Info Praias e em termos de utilidade, aplicações como o OLX e Imovirtual bem como as aplicações dos media, incluindo as aplicações das principais Televisões e Rádios Portuguesas. 

Na Huawei trabalhamos todos os dias com parceiros globais para fornecer produtos inovadores, serviços de qualidade criar a melhor experiência possível para os nossos consumidores. Por isso, todas as semanas estão a ser feitos desenvolvimentos e são adicionadas novas aplicações à AppGallery”, sublinha Shen Yun, Director da Huawei Consumer BG in Portugal. 

A Huawei oferece ainda aos utilizadores uma experiência digital mais inteligente e conveniente, com serviços inovadores como as Quick Appsumnova forma de utilizar aplicações sem necessitar de as instalar no seu smartphone, e que disponibilizam uma experiência simples e permitem poupar espaço de armazenamento nos dispositivosPara os programadores e empresas, a Huawei desenvolveu também a Huawei Abilityuma plataforma com tecnologia AI da Huawei, que  inclui o Content Ability, o Card Ability e  App Ability – e agrega tráfego de uma ampla variedade de dispositivos fornecendo uma solução única de integração e distribuição de todos os cenários.  

Para ajudar os parceiros e programadores a inovar, a Huawei disponibiliza ainda os recursos Chipset-Device-Cloud através do HMS Core, dando acesso aos programadores ao Huawei Machine Learning KitHiAI ou AR Engine. O HMS Core 5.0, agora disponível em todo o mundo, continuará a disponibilizar os recursos de software e hardware da Huawei para criar uma melhor experiência de utilização. Além disso, a Huawei oferece um apoio completo para o desenvolvimento de aplicações em mais de 67 regiões através do AppGallery Connect, ajudando os programadores a serem criativos. 
Atualmente, o HMS dispõe de seis centros regionais em todo o mundo e oferece serviços localizados através do DIGIX LabHuawei Developers, Huawei Developer Day, entre outros. Num mundo totalmente conectado, a Huawei procura incentivar a inovação tecnológica e o desenvolvimento de novas aplicações. 

Sony A7S III reforça vídeo 4K

29-07-2020 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

Em vez de tentar perseguir a Canon na corrida ao vídeo 8K (com a Canon R5) a Sony preferiu reforçar as capacidades de vídeo da nova A7S III mantendo-se na mais habitual resolução 4K.

A Sony A7S III vem com um sensor de 12.1MP Exmor R e chip Bionz XR, que abdica do vídeo 8K e dos megapixeis elevados em troca das suas incríveis capacidades de captação de fotos e vídeo em baixa luminosidade. A câmara da Sony fica-se pelos 4K a 120 fps e Full HD a 240 fps, com leitura full sensor feita 3x mais rapidamente que a na A7S II, praticamente eliminando o efeito rolling shutter.

Outra das vantagens que a Sony consegue ao manter-se nos 4K, é que não fica sujeita a limites de tempo de gravação devido a aquecimento como os que a Canon faz questão de salientar para a EOS R5 e R6. Com a A7S III os utilizadores poderão gravar 4K a 120fps durante uma hora, sem problemas.
Temos ainda um viewfinder com 9.44 milhões de pontos que supera amplamente tudo o que existe no mercado, touchscreen articulado (pela primeira vez numa Sony Alpha) e dois slots de memória que suportam SDs UHS-II e CF Express Type A. A Sony diz ainda que a autonomia permite gravações 60% superiores à da geração anterior.

O preço deverá ir para os 4000 euros cá na Europa, mas é de imaginar que não faltarão interessados nas suas capacidades de gravar vídeo 4K à luz de velas... :)

CES 2021 cancela evento físico

29-07-2020 | 07:00 | Aberto até de Madrugada


Os EUA vão, aos poucos, mentalizando-se que o processo de recuperação do Covid-19 vai ser mais demorado do que inicialmente previam, e o CES ajusta desde já a sua agenda revelando que o evento do próximo ano será realizado em versão digital e não presencial.

O CES (Consumer Electronics Show) é um dos maiores eventos de tecnologia a nível mundial e, tendo tido a sorte de ainda ter sido realizado em Janeiro no período pré-Covid-19, imaginava que as coisas já tivessem tido tempo para regressar ao normal no ano seguinte. Só que as coisas estão a revelar-se um pouco mais complicadas nos EUA, e o clima actual é de que as coisas ainda estejam a piorar antes de melhorar.

Recentemente a Google revelou que irá manter o trabalho remoto a partir de casa até ao Verão de 2021, e os organizadores do CES optam por esclarecer desde já que o CES 2021 será realizado exclusivamente em formato online, sem evento físico - mas com a expectativa de retomar o formato habitual em 2022.

Talvez com este prolongamento também se comece a discutir se realmente ainda faz sentido manter este tipo de eventos, já que - com algumas raras excepções - muitas das apresentações que tradicionalmente são feitas, poderiam muito bem ser feitas unicamente online, para uma audiência global mundial; de forma muito mais eficiente, económico, e também ecológica.

Exclusividade do "Find My" da Apple levanta questões

28-07-2020 | 20:00 | Aberto até de Madrugada


A aparente abertura da Apple relativa à utilização de trackers de outros fabricantes no seu sistema de localização parece não ser assim tão "aberta" quanto se pensa, exigindo um contrato de exclusividade que impede qualquer tipo de concorrência.

A novela dos AirTags da Apple já vai longa, sendo um produto que se esperava ver lançado já o ano passado, mas que se tem mantido longe do olhar do público - sendo que tudo indica que esse comportamento tenha a ver com a forma como a Apple lidou com a Tile. Segundo a Tile, a Apple aproximou-os para discutir uma parceria, mas depois acabou por lhes fechar as portas e "roubar" um dos seus engenheiros.

Para evitar acumular casos de monopólio (já lhes chegará os que terá que enfrentar relativamente à App Store), a Apple pareceu ficar mais receptiva a cooperações, anunciando que o seu programa de localização "Find My" iria permitir a utilização de trackers de outros fabricantes. No entanto, é uma daquelas ofertas que acaba por não ser exactamente aquilo que se desejaria.

Sim, a Apple vai permitir a utilização de trackers de outros fabricantes no Find My, mas o ponto mais importante a reter é que isso terá que ser feito de forma exclusiva, não permitindo que os fabricantes usem esses trackers com as suas próprias apps. Ou seja, para uma empresa como a Tile (e outras), se quiserem fabricar um tracker que possa ser usado pelo sistema Find My integrado directamente no iOS, significa que não o poderão usar com a sua própria app ou rede de localização.

Não compreendo a posição da Apple, já que, de uma forma ou de outra, todas as demais apps e serviços de localização acabariam por estar condenados à extinção - sendo fácil assumir que a esmagadora maioria dos utilizadores optaria por usar a localização integrada directamente no sistema, que dispensa a utilização de apps externas, e que será feita de forma mais eficiente e fiável. Assim, a Apple só vai dando argumentos para os casos de monopólio e concorrência desleal que se vão amontoando contra si... e sabe-se lá quando é que os seus AirTags irão ver a luz do dia.

Contos (e cantos) de Verão

28-07-2020 | 18:18 | Gonçalo Sá

Skullcrusher.jpeg

O nome pode soar ameaçador, mas a música está muito longe disso. SKULLCRUSHER, projecto de Helen Ballentine, até é das revelações mais serenas dos últimos tempos e reforça o mergulho interior das primeiras canções no EP de estreia homónimo, editado por estes dias.

Há quem compare a folk de travo indie da norte-americana à proposta da conterrânea Phoebe Bridgers, embora esta amostra inicial seja ainda mais apaziguada e esparsa do que a da autora do também recente "Punisher", com uma contenção a aproximar-se de vozes (infelizmente) mais esquecidas como Dawn Landes ou Lori Carson.

A guitarra acústica, o piano ou o banjo embalam uma escrita confessional, com relatos de relacionamentos amorosos agridoces cantados em modo sussurrante e expressivo. Uma banda sonora a considerar, por exemplo, em tardes soalheiras como a do videoclip de "TRACE", o novo (e belo) single:

Minecraft ganha PCs virtuais e Doom dentro do jogo

28-07-2020 | 17:30 | Aberto até de Madrugada


Já é possível correr Linux, Windows, e até jogar Doom dentro do Minecraft, graças a um novo mod que facilita a utilização de computadores virtuais dentro do popular jogo.

As capacidades do Minecraft são ilimitadas, e há quem esteja continuamente a relembrar-nos disso. Agora, chega a possibilidade de termos computadores virtuais dentro do jogo, graças ao mod VM Computers que dá uso ao VirtualBox. Com isso, abre-se todo um novo universo de possibilidades, que permite que se esteja dentro da nossa casa no Minecraft, e aceder a um computador que nos deixe ir ver o nosso email real, passear pela web, ou até mesmo... jogar Doom dentro do Minecraft.


Confesso que acho mais piada às criações que são feitas usando unicamente as peças do próprio Minecraft, mas não deixa de ser impressionante ter um jogo com tal versatilidade que nos deixa ter acesso a um computador virtual dentro do próprio jogo.

Agora só falta alguém correr o Minecraft dentro de uma máquina virtual, a partir do qual acede a um computador virtual dentro do Minecraft, onde instale uma máquina virtual para instalar o Minecraft... e ver até que nível conseguem ir "Inception-style". :)

MS Office e Windows a preço reduzido desde €8

28-07-2020 | 16:30 | Aberto até de Madrugada


Comprar o Windows 10 Pro e Office da Microsoft pode ser feito por valores bastante reduzidos, com os preços a começam nos 8 euros para o Windows 10 e nos 17 euros para o Office 2016, havendo também descontos caso sejam comprados em conjunto.

As promoções são muitas, abrangendo diferentes versões do Windows (incluindo versões empresariais), Office (2016, 2019, 365) e também jogos, com descontos variados consoante as categorias.

Windows e Office

Código de desconto 40%: AMH40
Windows 10 Pro Key €8.36
Windows 10 Home Key Global 32/64 Bit €8.14

Código de desconto 65%: AMH65
Microsoft Office 2016 Pro plus Key €17.77
Windows 10 Pro + Office 2016 Pro Key €21.14

Código de desconto 56%: AMH56
Microsoft Office 2019 Pro plus Key €28.98
Windows 10 Pro + Office 2019 Pro Key €34.44

Microsoft Office 365 Pro plus Global €13.47
Windows 10 Pro + Office 365 Pro plus Global Bundle €18.44

Windows Server / MS SQL Server / Visual Studio

Código de desconto 40%: AMH40
Windows Server 2019 Standard Key Global €21.87
Windows Server 2019 Essentials Key Global €23.51
Windows Server 2019 Datacenter Key Global €25.15
Windows Server 2019 Remote Desktop Services 50 USER Connections Key Global €27.34
Windows Server 2019 Remote Desktop Services 50 DEVICE Connections Key Global €27.34

Microsoft SQL Server 2019 Standard Key Global €32.81
Microsoft SQL Server 2017 Standard Key Global €32.26
Microsoft Visual Studio 2019 Pro Professional Key Global €21.87


Esta loja - mmorc.com - suporta pagamentos com PayPal, que serve como protecção adicional, e disponibiliza o email [email protected] para responder a toda e qualquer questão relacionada com os produtos.

Notícias do dia

28-07-2020 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

Máscaras transformam comodidade do Face ID em transtorno; Google prolongatrabalho em casa até Verão de 2021; OnePlus Nord não resiste ao teste de dobragem; Qualcomm revela Quick Charge 5 com mais de 100W; nas promoções temos um projector Blitzwolf BW-VP5 a €72; Digital Wellbeing tira a cor a apps prestes a chegarem ao limite de tempo de utilização; e Índia prepara-se para proibir PUBG, AliExpress e outras apps.

Antes de passarmos às notícias do dia, não deixem de participar no passatempo gadget da semana que vos pode valer um candeeiro LED de mesa Xiaomi.

Google anuncia novo cabo submarino Grace Hopper entre EUA e Europa




A Google revelou que vai ter um novo cabo submarino, designado por Grace Hopper em homenagem à pioneira da programação, que irá ligar os EUA à Europa ou mais concretamente, Nova Iorque a Bude (Reino Unido) e Bilbao (Espanha).


Com conclusão prevista para 2020, este cabo com 16 pares de fibras ópticas vai estrear um novo sistema de switching óptico que a Google diz garantir comunicações com maior fiabilidade, e servirá para reforçar a conectividade entre os dois continentes através do Altântico.


Garmin confirma ter sido alvo de ransomware



A Garmin ainda não tinha reconhecido oficialmente que tinha sido alvo de um ataque de ransomware que obrigou ao encerramento dos seus sistemas, mas isso ficou hoje confirmado com um comunicado oficial:
A Garmin anunciou hoje que foi vítima de um ciberataque que criptografou alguns dos seus sistemas, a 23 de julho de 2020. Como resultado, muitos dos serviços online foram interrompidos, incluindo funções do site, suporte ao cliente, atendimento ao cliente, aplicações voltadas para a comunicação da empresa. A resposta ao ataque foi iniciada imediatamente e também iniciada a correção. Não temos indicação de que quaisquer dados de clientes, incluindo informações de pagamento da Garmin Pay, tenham sido acedidos, perdidos ou roubados. Além disso, a funcionalidade dos produtos Garmin não foi afetada, além da capacidade de aceder serviços online.

Os sistemas afetados estão a ser restaurados e esperam retomar a operação normal nos próximos dias. Não é esperado nenhum impacto material nas operações da marca ou resultados financeiros devido a esta interrupção. À medida que os sistemas afetados são restaurados, são esperados alguns atrasos à medida que o registo de informações está a ser processado. Somos gratos pela paciência e compreensão dos nossos clientes durante este incidente e esperamos continuar a fornecer o excecional serviço e suporte ao cliente que tem sido a nossa marca e tradição.


Samsung confirma equipamentos para evento de 5 de Agosto


Conhecendo-se a dificuldade em manter segredos nesta era, também a Samsung preferiu por revelar que equipamentos irá apresentar no evento Galaxy Unpacked 2020 marcado para 5 de Agosto, limitando-se a servir de confirmação ao que já se sabia / suspeitava.

Portanto, já na próxima semana, iremos conhecer oficialmente os novos: Galaxy Note 20, Galaxy Z Fold 2, Galaxy Tab S7, Galaxy Buds Live, e Galaxy Watch 3.




Instagram paga a vedetas do TikTok para se mudarem para o Reels



Ao estilo dos negócios que têm sido feitos nas plataformas de streaming, com Twitch, YouTube (e o entretanto defunto Mixer) a pagarem valores milionários para atraírem as vedetas mais mediáticas, também o Instagram está a tentar refrear um pouco o sucesso viral do TikTok (conseguido à custa de milhares de milhões gastos em publicidade) oferecendo centenas de millhar de dólares a alguns dos criadores mais populares para que se mudem para o Reels - o seu serviço concorrente.

O Facebook só apresentará oficialmente o Reels no próximo mês, mas parece querer garantir desde já que terá um conjunto de criadores populares do TikTok a servirem como chamariz. Uma opção que demonstra desde já a insegurança do Facebook quanto à capacidade do Reels sobreviver por si só nesse sector, ou de que conseguirá criar a sua própria base de criadores populares.

Vai ser interessante ver até que ponto é que os ditos seguidores estão dispostos a seguir as suas vedetas preferidas para novas plataformas... ou se simplesmente se mantêm fiéis à plataforma e procuram novas pessoas para seguirem.


Curtas do dia


Resumo da madrugada

Finalmente! - WhatsApp prepara funcionamento em múltiplos equipamentos

28-07-2020 | 15:21 | Apps do Android


O Facebook parece estar prestes a resolver uma das limitações mais chatas o WhatsApp, com um sistema que permitirá manter a mesma conta em funcionamento em múltiplos equipamentos em simultâneo.


Depois de muito tempo (tempo suficiente para ter obrigado a Google a desistir do Hangouts e apostar no Duo e Allo, que também trocavam a conta Google pelo número de telefone - e sendo que o Allo já foi descontinuado), também o WhatsApp lá chegou à conclusão que é bastante frustrante ter um serviço preso a um único smartphone.

Referências no WhatsApp beta revelam que está a ser preparada uma funcionalidade de "Linked Devices" que permitirá associar múltiplos equipamentos de forma a terem acesso à mesma conta de WhatsApp que temos no smartphone principal, assim permitindo que possa continuar a ser utilizado num smartphone secundário, ou tablet.


Pelo menos durante a fase beta parece que haveria um limite máximo de quatro equipamentos associados, mas já será melhor que nada.

VISA e os desafios para o futuro

28-07-2020 | 14:30 | Aberto até de Madrugada


Os sistemas de pagamento têm uma importância cada vez maior no nosso mundo digital, e numa altura em que os cartões físicos vão sendo substituídos pelos smartphones, tivemos oportunidade de falar brevemente com Andrea Fiorentino, responsável das áreas de produto e soluções da Visa para o mercado do sul da Europa, para saber como encara o futuro relativamente à segurança, criptomoedas, desafios e oportunidade.

1. Com os pagamentos a serem um ponto crítico do comércio online (e tradicional), que medidas tem a VISA adoptado para garantir a segurança dos mesmos?

A combinação de regulação, avanços tecnológicos e hábitos de compra dos consumidores tem vindo constantemente a transformar a indústria dos pagamentos. No entanto, numa altura em que essa mudança vinha a acontecer a um ritmo constante, a situação da pandemia levou a um aumento repentino na adoção de novos métodos de pagamento digitais, não apenas por razões de saúde e segurança, mas principalmente por causa da conveniência e facilidade de utilização. A nossa convicção é de que não há como voltar atrás. Esta tendência vai manter-se no futuro e juntar-se à lista de progressos e novas tecnologias. É nisso que a Visa tem vindo a trabalhar avidamente, de forma a garantir que clientes e consumidores possam efetuar pagamentos rápidos e fáceis, com toda a confiança. A segurança sempre foi uma prioridade para nós, faz parte do nosso ADN, e é crucial para podermos cumprir a promessa assumida pela nossa marca.

Para garantir que todos os nossos clientes podem realizar pagamentos com a máxima segurança, a Visa implementou um sistema de segurança, assente em várias camadas, que nos permite manter as taxas de fraude em níveis bastante baixos. Desenvolvemos novas tecnologias, algumas tornaram-se inclusive padrões do setor e, acima de tudo, tivemos a capacidade de antecipar as necessidades dos nossos clientes e stakeholders. Em muitos casos, as nossas tecnologias têm conduzido a avanços significativos em termos de segurança: desde bandas magnéticas, autorização online, EMV, 3-D Secure, tokenização, contactless ou Secure Remote Commerce. Temos investido significativamente em novos padrões, tecnologias, produtos e serviços.

Acreditamos que, para prevenir eficazmente as fraudes, todos devemos trabalhar em conjunto. Um esforço conjunto entre a Visa, os nossos clientes de instituições financeiras, clientes comerciais, consumidores e todos os restantes stakeholders. A Visa está consciente da sua responsabilidade como líder do setor, e por isso desenvolvemos uma visão e uma abordagem estratégicas de segurança, que estabelece prioridades para o setor.

2. De que forma é que a VISA encara o aparecimento de outras plataformas digitais que facilitam transferências P2P (Square Cash, Venmo, etc.) e pagamentos?

A Visa quer contribuir, participar e apoiar as iniciativas que impulsionem o ecossistema de pagamentos digitais e ampliam os nossos esforços continuados para conectar o mundo através da rede de pagamentos mais inovadora, confiável e segura. Só assim as pessoas, empresas e economias vão conseguir prosperar.

É bastante claro para mim que os pagamentos P2P estão a ter uma aceitação crescente, e portanto, definitivamente consideramos ser uma oportunidade para melhorar a experiência dos utilizadores quando estes movimentam dinheiro digitalmente. A verdade é que alguns desses players na área dos pagamentos P2P já incorporam o Visa Direct, uma plataforma que amplifica os pagamentos instantaneamente, usando a rede global da Visa para enviar dinheiro para contas em todo o mundo, para que os utilizadores possam transferir as quantias em tempo real.

3. Como é que a VISA encara as criptomoedas: como potencial ameaça a longo prazo, ou como uma potencial oportunidade?

Na Visa, estamos continuamente a explorar tecnologias que conduzam a inovações na área dos pagamentos e maior inclusão financeira. Queremos acrescentar valor às pessoas, empresas e economias em qualquer lugar, independentemente da moeda ou canal. Para isso, temos equipas de investigação e desenvolvimento de produtos que avaliam continuamente oportunidades para a Visa adicionar valor na área dos pagamentos digitais. Nesse sentido, as criptomoedas têm sido um tópico recorrente no setor dos pagamentos e nós temos vindo a acompanhar de perto os desenvolvimentos. Ainda assim, atualmente, a Visa apenas processa ou liquida transações em moedas FIAT.

O que sabemos, neste momento, é que ainda estamos a dar os primeiros passos no que diz respeito às moedas digitais e por isso ainda não sabemos como é que os consumidores ou comerciantes vão querer utilizá-las. A nossa participação e contribuição para este sistema de moeda digital reflete um espírito de abertura e curiosidade, e o humilde reconhecimento de que há ainda muito por descobrir. A Visa acredita que a colaboração é essencial para trazer inovação ao ecossistema de pagamentos e é por isso que apoiamos a comunidade global de fintech. É o caso da Coinbase, a primeira empresa de criptomoeda a juntar-se à Visa como parceiro principal.

4. Sabendo-se que, muitas das vezes, o ponto mais vulnerável de um sistema são as pessoas, como é que a VISA protege os seus clientes deles próprios?

Embora os pagamentos digitais estejam claramente em ascensão, há ainda uma parte significativa dos consumidores que não estão totalmente familiarizados com as principais medidas de segurança que devem tomar para ter uma experiência de compra agradável. Isso deve-se principalmente à falta de literacia económica, que ainda cria algumas dúvidas a parte da população. É para evitar situações como essas, que empresas como a Visa devem partilhar o conhecimento acumulado ao longo dos anos, educando os consumidores para evitar desinformação e mitos. A deseducação continua a ser uma das principais razões pelas quais as pessoas não usam cartões de crédito ou débito online.
Cientes do nosso papel no setor, a Visa partilhou recentemente um conjunto de recomendações sobre como comprar online em segurança. Numa altura em que podemos comprar praticamente qualquer coisa online, alguns consumidores ainda cometem alguns erros no ato da compra. Entre as dicas que partilhámos, estão por exemplo como verificar o link da URL, já que os "s" no final significam que é uma ligação segura ou o uso de tokens digitais que ajudam a proteger a transação, criando um token exclusivo para cada pagamento.

5. Para se ficar com uma melhor ideia da escala do problema que é manter uma rede de pagamentos como a VISA segura a nível mundial, pode dar-nos alguns números sobre o número de transações que existem por dia?

A Visa assumiu o compromisso de permitir um comércio online seguro e confiável e garantir a estabilidade e a resiliência do ecossistema de pagamentos nesta fase sem precedentes. O nosso papel é manter o equilíbrio no ecossistema e proteger os interesses de todas as partes: emissores, adquirentes, comerciantes e consumidores. Atualmente estamos a trabalhar com outras empresas do setor para facilitar os pagamentos contactless.

O que conseguimos constatar em toda a Europa é que os consumidores adotaram com nunca esta opção de pagamento. Segundo os dados de abril de 2020, mais de 70% dos pagamentos com Visa são agora contactless.

A Visa desenhou os sistemas globais de tecnologia para conseguir processar de forma segurança uma média de 500 milhões de transações por dia. Processamos pagamentos em todo o mundo, em mais países e mais moedas do que qualquer outro sistema de pagamento.


Os nossos agradecimentos ao Andrea pelo tempo disponibilizado, e ficamos a aguardar por novidades e avanços que venham a ser introduzidos pela VISA no futuro.

Digital Wellbeing tira a cor a apps prestes a chegarem ao limite de tempo de utilização

28-07-2020 | 13:00 | Aberto até de Madrugada


O Digital Wellbeing do Android é a ferramenta que permite ter um maior controlo sobre o tempo que se passa no smartphone, para prevenir excessos, e que agora passa a contar com um prático indicador visual para sinalizar que o tempo está a terminar: retirando a cor das apps.

Com o Digital Wellbeing é possível definir limites de tempo de utilização para múltiplas apps, sendo que depois de atingido esse limite se fica impedido de abrir a app ou receber notificações, até que se chegue ao novo ciclo de tempo. Como se poderá imaginar, será um pouco frustrante estar a meio de algo e ficar-se impedido de a concluir por se ter chegado ao limite de tempo, motivo pelo qual o novo sistema se deverá tornar bastante mais simpático.

Quando o limite de tempo de uma app se estiver a aproximar, a app irá perder a cor e ficar em modo monocromático, para sinalizar que o tempo está a terminar.


Esta perda de cor afecta apenas a app em questão, não afectando o resto do sistema ou as outras apps. Embora seja algo simples, pode ser tudo o que é preciso para que o utilizador se aperceba que o tempo está a chegar ao fim e que deverá despachar-se a fazer aquilo que estivesse a fazer, para não ser apanhado de surpresa pelo bloqueio da app.

Caso ainda não o tenham experimentado, recomendo que o façam - quer seja este Digital Wellbeing ou o sistema equivalente que tiverem nos vossos smartphones / iPhones. É uma excelente forma de perceber como é que o tempo "livre" que se tem facilmente se evapora, e detectar quando se está a usar uma qualquer app de forma excessiva.

Máscaras transformam comodidade do Face ID em transtorno

28-07-2020 | 11:00 | Aberto até de Madrugada


O Covid-19 veio transformar os hábitos da nossa sociedade e, com a utilização generalizada (e em certos casos obrigatória) de máscaras, revelam também a má estratégia para as empresas que apostaram exclusivamente em sistemas de reconhecimento facial como forma de aceder aos smartphones, como é o caso da Apple com o seu Face ID.

Contrariamente ao que se esperava na altura - que a Apple adoptasse um sensor de impressões digitais no ecrã - a Apple optou por adoptar unicamente um sistema de reconhecimento facial (Face ID) a partir do iPhone X, que mesmo tendo sido um avanço tecnológico na altura, não resolve a questão de não funcionar com uma máscara colocada. A comodidade de pegar num iPhone e, de forma quase instantânea estar desbloqueado e pronto a usar, desaparece, e em seu lugar temos um regresso ao passado - com a necessidade de introduzir um PIN ou password manualmente.

A utilização de máscaras tem lançado o caos entre os sistemas de reconhecimento facial, mas no caso prático da utilização diária do smartphone no dia a dia, revela como foi imprudente a aposta exclusiva no reconhecimento facial. Isto numa altura em que se promove o smartphone como forma de pagamento, fazendo com que o transtorno de o desbloquear se repita de todas as vezes que for necessário fazê-lo. O ritual de pegar num iPhone com Face ID, olhar para ele para o desbloquear e fazer um pagamento, é agora algo que implica: introduzir o código PIN (que para oferecer um mínimo de segurança terá que ter pelo menos 6 dígitos), ou em alternativa, obrigar a puxar a máscara para baixo momentaneamente, para que o Face ID possa funcionar (nada prático se tivermos o iPhone numa mão e a outra mão ocupada).


Não se tem ouvido nada quanto à possibilidade da Apple adicionar um Touch ID no ecrã aos iPhone 12, mas esse é um aspecto que me parece ser de importância essencial para esta nova era pós-Covid-19. Se os iPhone 12 deste ano vierem unicamente com Face ID, e tendo em conta que o cenário de obrigatoriedade de utilização de máscara se deverá manter ainda por bastante tempo nos espaços públicos, o processo de desbloqueio dos iPhone 12 continuará a ser um transtorno que prejudicará os seus utilizadores no dia a dia. Esperemos que em Setembro a Apple possa revelar ter tido isso em consideração e anunciar o regresso do Touch ID, desta vez integrado no ecrã como grande parte dos fabricantes de smartphones Android já fizeram. Senão... estaremos a falar de ter um iPhone topo de gama, que obriga os utilizadores a fazer diariamente aquilo que não faziam desde a chegada do Touch ID no iPhone 5S em 2013: estar constantemente a escrever um PIN de cada vez que se quer utilizar o iPhone!

Qualcomm revela Quick Charge 5 com mais de 100W

28-07-2020 | 10:00 | Aberto até de Madrugada


A Qualcomm já revelou a mais recente geração do seu sistema de carregamento rápido, o Quick Charge 5 (QC5) que agora suporta mais de 100W, é compatível com USB-PD, e também está preparado para baterias duplas.

A procura pela mais acelerada velocidade de carregamento tem feito com que os fabricantes recorram a técnicas cada vez mais criativas, e a última das quais consiste em dividir as baterias grandes em duas (ou mais) baterias mais pequenas, para que possam ser recarregadas em simultâneo. O novo Quick Charge 5 da Qualcomm está preparado para lidar com, prometendo carregamento de baterias de 4500mAh a 50% em apenas 5 minutos, e a 100% em apenas 15 minutos - velocidades que superam os sistemas de carregamento rápido da OnePlus (Warp Charge) e da Oppo (VOOC).


O QC5 mantém a compatibilidade com os sistema Quick Charge anteriores (QC 2, 3, 3+, 4 e 4+), além de também suportar USB-PD (Power Delivery) e carregamento rápido nos iPhone 7 e mais recentes.

A Qualcomm promete também maior eficiência no carregamento, com efeito imediato nas temperaturas de carregamento, que se deverão manter 10ºC mais reduzidas que no QC 4+; melhorias que serão seguramente postas à prova assim que chegarem os primeiros smartphones com QC5, o que deverá acontecer já nas próximas semanas.

Ganha um candeeiro LED de mesa Xiaomi

28-07-2020 | 09:00 | Aberto até de Madrugada


Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta vez é um candeeiro LED de mesa Xiaomi.

Ideal para trabalhar, ler, ou estudar, este candeeiro de mesa LED da Xiaomi fornece luz com temperatura de cor de 4000K e com uma potência máxima de 1200 lm, contando com três níveis de intensidade para melhor se adequar às necessidades do momento.



Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

Loading…


Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.

Huawei lança novo tablet de gama média

28-07-2020 | 08:32 | Apps do Android


A Huawei reforçou o seu portefólio de tablets com o MatePad 10.4, um equipamento de gama média que nesta fase de lançamento surge com a oferta da Huawei M-Pen + Capa Protectora.




O novo tablet da Huawei, preparado para proporcionar uma experiência de interação inteligente para qualquer público, está equipado com um ecrã FullView de 10.4 polegadas com proteção ocular, o processador Kirin 810 e funcionalidades inteligentes, tal como a possibilidade de colaboração de multi-ecrã. O Huawei MatePad 10.4 é o companheiro ideal para quem procura um tablet que garante produtividade, entretenimento e muito mais.


Wang Yinfeng, presidente da área de produtos para PCs e tablets da Huawei Consumer BG, salienta que “numa época em que o trabalho e a educação estão a ter um impacto cada vez maior na vida profissional e familiar, os consumidores procuram dispositivos que permitam executar as suas tarefas com eficiência e em movimento. O mais recente Huawei MatePad apresenta um desempenho poderoso e uma ampla variedade de funcionalidades inteligentes que se adapta a qualquer situação. É um facilitador de produtividade versátil, um companheiro de entretenimento e um assistente inteligente, tudo num só dispositivo bastante elegante”.



Design industrial premium

O ecrã do novo Huawei MatePad 10.4 conta com margens estreitas de apenas 7,9 mm que lhe permitem atingir uma enorme proporção ecrã/corpo de 84%. Esta estrutura aproveita ao máximo o formato compacto e fornece uma grande área de exibição aos utilizadores.

O novo tablet apresenta ainda uma estrutura equilibrada, combinando na perfeição a qualidade de construção, durabilidade, elegância, leveza e portabilidade. Tudo isto presente num corpo extremamente leve que pesa cerca de 450g, perfeito para utilizadores que estão sempre em movimento.


Uma Experiência de multimédia  abrangente

O Huawei MatePad 10.4 oferece uma experiência de visualização completa com o ecrã 2K FullView de 10.4 polegadas da Huawei que suporta uma resolução de 2000x1200 a 224PPI e 70,8% da gama de cores NTSC para dar vida a qualquer conteúdo. Os detalhes da imagem e o alcance dinâmico são aperfeiçoados pela tecnologia desenvolvida pela Huawei – ClariVu Display Enhancement –, um conjunto de algoritmos que otimizam imagens escuras e vídeos em  imagens de qualidade com saturação e nitidez de cores. O painel do ecrã é também certificado pela TÜV Rheinland garantindo o mínimo de fadiga ocular possível ao utilizador.

Oferecendo uma experiência de áudio que concorre com as configurações de home theater, o Huawei MatePad 10.4 suporta o Histen 6.0 para gerar efeitos de som stereo 3D. Música e filmes soam mais imersivos do que nunca com os quatro altifalantes de alta amplitude. O Huawei MatePad 10.4 apresenta vários avanços e inovações na reconstrução do sistema de áudio Android e no processamento de chipset de sinal multicanal. Esta funcionalidade permite oferecer uma experiência de áudio cinematográfica semelhante a um home theater, sendo que o sistema da marca Harman Kardon reproduz até os sons mais discretos com uma clareza extrema.


Desempenho completo

O novo Huawei MatePad 10.4 é alimentado pelo processador Huawei HiSilicon Kirin 810, um poderoso e eficiente chipset com AI construído com base no processo de 7nm. Está incluído no chipset octa-core de 2.27 GHz, composto por dois núcleos de desempenho A76 e seis núcleos de eficiência A55. Os recursos do CPU são controlados pela AI, o que permite que o processador responda dinamicamente às tarefas dadas pelos utilizadores. O Mali-G52 personalizado em sinergia com o GPU Turbo 3.0 oferece uma capacidade aprimorada de processamento gráfico em tarefas diárias e aplicações mais exigentes, como jogos. O Kirin 810 inclui também um NPU Da Vinci para lidar com o processamento de AI e permitir novas e sofisticadas funcionalidades inteligentes que enriquecem a experiência do utilizador. Este tablet possui ainda uma enorme bateria de 7250mAh, trabalhando em conjunto com as otimizações de software da Huawei para fornecer uma longa autonomia da bateria.


Funcionalidades de interação inteligentes

Executando o EMUI 10.1, o novo tablet Huawei inclui uma variedade de funcionalidades que aproveitam ao máximo a tecnologia distribuída da Huawei para alterar fundamentalmente a forma como os utilizadores interagem com os seus dispositivos. A funcionalidade Multi-Ecrã[1] não permite apenas a abertura simultânea de duas aplicações, como também a interação entre as mesmas, para obter a máxima eficiência de multitarefa.

Além disso, é ainda possível responder a mensagens de texto, abrir a calculadora ou ler uma noticia rápida graças abrindo uma Janela Flutuante, que sobrepõe a nova aplicação à aplicação ativa, permitindo que os utilizadores realizem tarefas simples sem sair da atividade atual.

A App Multiplier[2] mostra duas instâncias da mesma aplicação através de duas janelas operáveis ​​de forma independente. Isto é útil, por exemplo, em aplicações de mensagens de texto, onde os utilizadores podem exibir todos os contactos numa janela e conversar ativamente na outra.

A Colaboração Multi-Ecrãs[3] permite que os utilizadores conectem o seu smartphone Huawei ao Huawei MatePad 10.4 e utilizem perfeitamente dois dispositivos ao mesmo tempo num único monitor. Após um processo de emparelhamento simples e intuitivo, os arquivos podem ser transferidos, através de uma simples ação de drag and drop, para além de que graças a esta funcionalidade poderá operar o seu smartphone, a partir do ecrã do tablet.

Exemplo disso é o facto de que com esta colaboração multi-ecrãs, as capacidades do hardware e de periféricos são partilhadas entre os dispositivos conectados. Por exemplo, o utilizador pode tirar proveito do poderoso sistema quad-speaker do MatePad para reproduzir arquivos de música armazenados localmente no smartphone, bem como responder a chamadas e mensagens de texto.


Projetado para alta produtividade e entretenimento

O Huawei MatePad 10.4 está totalmente equipado para permitir que que os utilizadores aprendam e se divirtam a qualquer hora, em qualquer lugar. Projetado para facilitar uma melhor experiência de chamada de vídeo, o novo Huawei MatePad inclui um conjunto de quatro microfones que suporta a redução de ruído e captação de som até cinco metros.

O Huawei Matepad 10.4 suporta um teclado inteligente e o Huawei M-Pencil que facilitam a experiência dos utilizadores, como por exemplo, no momento de fazer anotações ou captar inspirações espontâneas.

Para proporcionar uma experiência mais confortável, o novo Huawei MatePad possui um modo Eye Comfort que reduz ainda mais as emissões de luz azul do ecrã, bem como o modo eBook que informa o utilizador quando as condições de utilização do dispositivo não estiverem a ser as ideais.

O Huawei MatePad 10.4 oferece ainda para os pais, o Kids Corner, uma zona segura para as crianças aprenderem e se divertirem com o tablet com toda a segurança. As opções de controlo parental permitem que estes acompanhem facilmente o conteúdo e as aplicações disponíveis para os seus filhos, bem como o tempo de utilização do dispositivo. Para promover a utilização saudável do dispositivo, o Kids Corner inclui modos de proteção ocular, como filtro de luz azul, alertas de postura, alertas de brilho, alertas de distância e modo e-book para proporcionar uma experiência mais confortável.


Huawei MatePad 10.4

Cor: Midnight Grey (Cinzento)

PVP:349,99€

Campanha de Lançamento

Oferta de uma Huawei M-Pen + Capa Protetora + 6 meses grátis de Huawei Music + 50 GB de Cloud durante 12 meses. Campanha válida de 27 de julho de 2020 a 16 de agosto de 2020.



[1] Este recurso apenas é compatível com aplicações especificas. Para mais detalhes, consulte os serviços de apoio ao cliente local.

[2] Este recurso apenas é compatível com aplicações específicas. Para mais detalhes, consulte os serviços de apoio ao cliente local.

[3] A funcionalidade Huawei Share permite a colaboração em vários ecrãs, suporta apenas smartphones Huawei que executem o EMUI 10.0 ou posterior ou smartphones Honor que executem o Magic UI 3.0 ou posterior. O primeiro lote de smartphones compatíveis inclui a Huawei Mate 30 Series (requer atualização da versão do sistema para 10.0.0.191 ou superior). Esta funcionalidade ficará disponível em mais modelos posteriormente. Por favor, visite o site oficial da Huawei para obter mais informações.


OnePlus Nord não resiste ao teste de dobragem

28-07-2020 | 08:00 | Aberto até de Madrugada


O recém apresentado OnePlus "económico" Nord vem com algumas poupanças no material, e uma delas parece ser a sua resistência, que sucumbiu ao teste de dobragem do JerryRigEverything.

Já não é assim tão comum ter um smartphone a quebrar em testes de dobragem, especialmente tendo em conta que mesmo sendo um modelo mais económico da OnePlus, continua a situar-se no patamar dos 400 euros. Embora o smartphone tenha resistido à dobragem na parte traseira (ficando empenado), a dobragem no sentido oposto acabou por danificar o ecrã permanentemente e inutilizá-lo.

Embora não seja o tratamento que se deva dar a um smartphone, seria mais confortável ver o smartphone a resistir a este tipo de abusos.

Black Shark 3S mostra 120Hz face a iPhone 11 Pro Max

28-07-2020 | 07:00 | Aberto até de Madrugada


Não chegando aos 144Hz de outros modelos gaming (ou aos 160Hz do ROG Phone 3), os 120Hz do Black Shark 3S chegam ainda assim para envergonhar o iPhone 11 Pro Max num teste de scroll.

O Black Shark 3S só será revelado oficialmente a 31 de Julho, mas a marca já revelou alguns detalhes sobre este modelo melhorado, que passa a usar um ecrã AMOLED de 6.67" de 120Hz (e touch a 270Hz) em vez dos 90Hz do modelo anterior, assistido por um sistema de interpolação de imagens para garantir a fluidez no ecrã sem exigir demasiado do CPU - à semelhança do que a OnePlus fez no seu 8 Pro.

Para mostrar o que isso vale, a Black Shark mostrou que tal se comporta o seu modelo lado a lado com um iPhone 11 Pro.


Embora não fosse, desde logo, uma comparação justa; parece-me que neste caso o iPhone sai ainda mais prejudicado devido a um qualquer bug que me parece estar a fazer com que o scroll seja feito de forma menos fluida do que deveria fazer. É algo que tenho sentido no iPhone nos últimos tempos, que ficou parcialmente resolvido com o último iOS 14 beta, mas que ainda acontece por vezes nalgumas apps.

... Se fosse fã das teorias da conspiração, diria que seria uma forma da Apple criar artificialmente uma maior diferença para o próximo iPhone 12, para que pareça ser muito mais rápido e fluido que os iPhones actuais (especialmente quando se fala que também poderão adoptar ecrãs de 120Hz). Mas, o que é certo é que o scroll está menos fluido do que deveria estar, nem sequer estando a ser feito a 60Hz.

How Can PHP Strict Types Help Preventing Bugs When Migrating to PHP 7 or PHP 8

27-07-2020 | 20:10 | Manuel Lemos

By Manuel Lemos
Strict type support allows PHP to check if the types of values passed to functions are of the expected type.

This possibility makes it easier for developers to catch bugs in code that pass the wrong types of values to strict functions.

Strict type support was introduced in PHP 7. To make older projects take advantage of strict types, you need to migrate those projects to PHP 7 to take advantage of this and other PHP 7 features.

In this tutorial, you will learn how to perform a smooth migration of older projects to PHP 7, so you can use strict types without introducing backwards incompatible changes that could cause more bugs to appear in your projects.

|