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Índia prepara-se para proibir PUBG, AliExpress e outras apps

27-07-2020 | 20:00 | Aberto até de Madrugada


Depois do TikTok e WeChat, a Índia prepara-se para proibir mais uma série de app ligadas à China, incluindo o popular jogo PUBG, a appe de comércio online AliExpress, e muitas mais.

A Índia continua a fechar as portas às apps e serviços chineses, e agora afectando não só serviços claramente chineses como o AliExpress, como potencialmente até jogos como o PUBG, que não tendo sido criados na China, contam com a participação da Tencent chinesa.

Por agora a lista de proibições foi apenas expandida a mais 47 apps, variantes de apps que já tinham sido bloqueadas anteriormente, como o TikTok Lite, Helo Lite, ShareIt Lite, etc. Mas o facto de agora estar a considerar o PUBG faz temer que o bloqueio passe a ser muito mais abrangente, podendo apanhar também a Supercell (também com maioria da Tencent) responsável pelos jogos Clash of Clans, Clash Royale, e outros.

Fica também por explicar o motivo por trás de tais bloqueios. Uma coisa serão os receios de potencial espionagem em serviços de mensagens e afins; mas tratando-se de jogos, ou apps como o TikTok de partilha de vídeos... deverá um país interferir com aquilo que que os seus cidadãos desejam fazer com o seu tempo livre? Até o Paquistão, que recentemente tinha proibido o PUBG com a justificação de que era excessivamente viciante, viu essa decisão ser invalidada pelos seus próprios tribunais.

Veremos como correm as coisas... mas parece que, pelo menos neste momento, o mundo avança a grande velocidade para um futuro onde se venha a ter uma internet na Europa, outra internet nos EUA, outra internet na China, e outra na Índia...

Google prolonga trabalho em casa até Verão de 2021

27-07-2020 | 17:30 | Aberto até de Madrugada


O regresso à normalidade pós Covid-19 vai sendo sucessivamente adiada, com a Google a dizer que o trabalho a partir de casa será mantido até ao Verão de 2021, pelo menos.

Ao contrário do que tem acontecido noutros países, onde o regresso à normalidade já começou a ser feita com algumas precauções (aguardando-se para ver se não terá sido feita cedo demais), nos EUA existem ainda muitos estados onde o Covid-19 parece estar em fase de crescimento. Um cenário que invalida todas as esperanças de que tudo regressasse ao final antes do final do ano, e que é também demonstrado pelo facto da Google anunciar que irá manter o trabalho a partir de casa até ao Verão de 2021, e da Apple ter voltado a encerrar as lojas que tinha reaberto.

Fica assim demonstrado que, pelo menos nos EUA, o tão desejado regresso à normalidade parece não ter ainda qualquer expectativa realista para acontecer - apesar de, sob pressão de Trump, até o seu CDC (Centers for Disease Control and Prevention) estar a dar o dito por não dito e a contradizer-se, recentemente mudando de opinião e dizendo que os alunos poderão regressar às escolas e aulas presenciais já em Setembro, dizendo que o risco de Covid-19 é mais baixo entre o mais novos - mas sem elaborarem como é que isso funciona pela perspectiva que esses mesmos alunos irão regressar a casa ao final do dia, e ter contacto com pais, avós, etc.

Por cá, teremos que aguardar para ver como é que o Covid-19 irá evoluir neste período de férias - no qual muitos portugueses optarão por ficar em casa - mas onde não vão faltando alguns eventos e ajuntamentos que fazem temer que o trabalho feito até ao momento possa também ser posto em causa. De qualquer forma, não seria má ideia se muitas empresas começassem a considerar o trabalho remoto de forma permanente, para os casos em que isso puder ser feito, com mútuo acordo dos envolvidos.

Projector Blitzwolf BW-VP5 a €72

27-07-2020 | 16:30 | Aberto até de Madrugada


O sonho de ter um projector para ver filmes "em grande" é algo mais acessível que nunca, e por valores de apenas 70 euros podemos ter um projector HD capaz de projectar imagens com até 120" de diagonal.

O projector Blitzwolf BW-VP5 faz parte da nova família de projectores de custo reduzido, e vem com resolução HD nativa (1280x720) recorrendo a um LCD, e com luminosidade de 3800lm. Com isso resolve também um dos grandes problemas dos projectores, já que a sua lâmpada LED tem uma longevidade anunciada de 30 mil horas.



Este projector Blitzwolf BW-VP5 3800lm está disponível por apenas 72 euros, usando-se o código de desconto BGPPVP5 e com envio EU Priority Line disponível por menos de 1 euros.

Com ele podem projectar imagens com até 120" de diagonal (mais de 3 metros!), embora possa ser conveniente manterem-se pelos 100" para se manter uma nível de luminosidade e qualidade mais aceitável. Pormenores que normalmente acabam por ser ditados pelo espaço físico que tivermos disponível para projectar a imagem, e neste caso facilitado pelo facto de ser um projector portátil que facilmente se pode levar para qualquer lado.

Pode não ser o ideal para fazerem projection mapping no exterior da casa, mas certamente que é um projector excelente para se aventurarem em projectos de projection mapping no interior. :)


Podem acompanhar as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos no Facebook.

Notícias do dia

27-07-2020 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

Intel considera terminar produção de chips; ecrã do iPhone 12 vai manter o notch mas reduzir margens; Asus ROG Phone 3 vem com modo secreto de 160Hz; iOS 14 revela uso excessivo da câmara no Instagram - mas é um bug; app Android da DJI levanta preocupações; LEGO Grand Piano chega a 1 de Agosto por €349; como se comporta VW ID.3; Window Swap deixa-nos ver as janelas de outras pessoas; iPhone 12 deverá incluir cabos Lightning entrançados; e apps de contacto Covid-19 para Android sofrem com optimização da autonomia.

Antes de passarmos às notícias do dia, não deixem de participar no passatempo que vos pode valer uns earphones BT BlitzWolf Airaux AA-UM1.

Huawei aproxima-se da maioria na China




Apesar da redução do mercado por conta do Covid-19, e do bloqueio dos EUA, a Huawei continua a ter motivos para ficar satisfeita no seu mercado Natal. Na China a Huawei continua a aumentar as vendas e aproxima-se da maioria, tendo no segundo trimestre do ano sido responsável por 46% das vendas de smartphones.


Há um ano, a Huawei tinha conseguido "apenas" um terço do mercado (33%), mas agora aproxima-se dos 50%, o que seria um marco histórico para a marca. Por cá, pena é que o bloqueio dos EUA impeça a marca de oferecer as apps e serviços Google de origem nos seus smartphones, o que para muitos consumidores ocidentais será desde logo um factor de eliminação.


Garmin foi atacada pelo ransomware WastedLocker



A Garmin já começou a reactivar os seus serviços após o ataque de ransomware que sofreu, e agora fica confirmado que se tratou do ransomware WastedLocker - com os atacantes a, aparentemente, exigirem um resgate de 10 milhões de dólares.

O ataque parece ter sido desencadeado pelo grupo russo Evil Corp, que já anteriormente lançou a campanha com o malware Dridex, e que nos últimos meses tem feito uma forte ofensiva com este ransomware contra empresas espalhadas pelo mundo.


Partilha de dados europeus com EUA já é ilegal



Depois do Tribunal de Justiça da União Europeia ter invalidado o acordo da partilha de dados de cidadãos europeus com os EUA, chega a clarificação de que isso tem efeito imediato e não será abrangido por qualquer período de transição. Ou seja, a partir da data da deliberação do TJUE, qualquer entidade que continue a partilhar dados ao abrigo do Privacy Shield estará a cometer uma ilegalidade.

A partilha de dados continuará a ser possível para os casos que assegurem as devidas protecções de privacidade exigida pela UE, mas no mínimo isso irá obrigar muitas empresas a reverem a forma como os dados europeus são enviados para os EUA - e potencialmente dar azo a que novas queixas avancem para os tribunais a exigir maior restrição no que está a ser enviado / partilhado.


Sucesso do TikTok conseguido à custa de "biliões" gastos em publicidade



A app TikTok tem tido um sucesso "viral", mas não se pense que esse fenómeno tem ocorrido puramente por acidente. Fazer com que uma app se destaque das milhares de apps que surgem todos os dias é uma tarefa que se torna cada vez mais complicada, e a demonstra-lo está o facto do TikTok estar a gastar milhares de milhões de dólares em publicidade.

Para fazer crescer os 60 milhões de utilizadores que vieram com a aquisição do Musical.ly por mil milhões de dólares, a ByteDance recorreu à publicidade... muita publicidade. A empresa terá gasto mais de mil milhões de dólares em publicidade ao TikTok, inundando os anúncios do Facebook até considerar que já tinha chegado a todas as pessoas, posteriormente focando-se noutras plataformas, como o Snapchat, etc. Um cenário que faz levantar questões quanto à possibilidade de qualquer app conseguir qualquer nível de sucesso... se não tiver centenas ou milhares de milhões de dólares por trás, para o assegurar - e sem que isso seja garantido: veja-se o caso do Quibi, que também investiu biliões, e agora parece destinado a ser uma plataforma de streaming paga, pela qual ninguém está disposto a pagar.


Curtas do dia


Resumo da madrugada





App Android da DJI é segura?

27-07-2020 | 15:21 | Apps do Android


Investigadores partilharam as suas suspeitas sobre a app oficial de controlo de drones da DJI para Android, DJI Go 4, dizendo que recolhe dados excessivos que são enviados para a China e que tem capacidades semelhantes à de malware.


Uma empresa de segurança analisou a app DJI Go 4 e diz que a mesma levanta inúmeras questões quanto à privacidade e segurança. A app fazia a recolha de toda uma série de dados do equipamento, que eram enviadas para a China (sendo isso feito por um SDK que entretanto a DJIO já removeu), a par de código obfuscado que dificulta a sua análise (como muito malware faz), e a capacidade de fazer o download e instalação de código sem passar pela Play Store.

Lido sem contexto, parece realmente uma série de questões preocupantes, mas que na prática têm respostas simples - se se quiser confiar na DJI, que já veio dar resposta a todos os pontos enumerados. A obfuscação do código e capacidade de download e actualização directa é utilizada para combater a utilização de versões modificadas da app, que tentam contornar as limitações de voo dos drones (por exemplo, em locais restritos como perto de aeroportos); outras questões têm a ver com a utilização de SDKs de integração com as redes sociais, sendo esses os responsáveis por recolher e enviar dados; e quanto às insinuações de "espionagem", a DJI refere que os drones para uso governamental tem firmware especial que nem transmite dados, e também uma app de controlo especial, não disponível para o público, e que é auditada de forma independente. Os investigadores acusavam também que a app se reactivava automaticamente quando se tentava encerrá-la, mas a DJI diz não ter conseguido replicar esse comportamento.

A DJI relembra ainda que tem feito todos os esforços para a criação de standards de segurança para os drones, que protejam a privacidade dos utilizadores e garantam que os mesmos só podem funcionar nos locais adequados.

Penso que seria "suícidio comercial" a DJI tentar fazer espionagem com a sua app, sabendo que seria uma questão de tempo para que isso fosse descoberto e arruinasse a sua reputação. Dito isto, é bom que haja empresas e pessoas individuais a investigar o funcionamento interno das apps e a levantar as questões necessárias, para que sejam devidamente explicadas.


P.S. Muitas das questões levantadas pelos investigadores não se aplicam à versão para iOS, pois o sistema impede desde logo muitos dos supostos abusos.

Análise ao Lenovo ThinkBook 15-IML

27-07-2020 | 14:30 | Aberto até de Madrugada

O Lenovo ThinkBook carrega consigo o peso da tradição dos ThinkPad, e o nosso Luis Costa conta-nos que tal se comporta este portátil da Lenovo.


No mundo da informática há alguns ícones que atravessam décadas de história acompanhando os utilizadores no dia-a-dia. Os ThinkPad são disso exemplo, transportando consigo a nostalgia de uma IBM de tempos idos, conseguindo trazer até à actualidade as linhas que marcaram os portáteis a que ninguém fica indiferente.

O sector empresarial acaba por ser o principal alvo da linha ThinkPad, com muitas empresas a apostarem nesta linha para equipar o seu parque informático. O mercado de consumo tem por norma outras tipologias de produto mas a Lenovo acredita que haverá neste segmento de mercado quem esteja interessado em utilizar um equipamento inspirado nos ThinkPad, tendo para isso criado uma nova linha cuja designação que não deixa margem para dúvidas: ThinkBook.

O ThinkBook 15-IML


O plástico cinza claro domina o portátil, com a tampa e a zona do teclado a apresentarem esta tonalidade que facilmente imita o metal. Já o mesmo não se pode dizer da moldura interior do ecrã e da traseira do corpo, com um tom mais escuro, que não consegue transmitir a mesma sensação de qualidade e robustez. Uma acção mais forte nas extremidades dá origem a alguns estalidos que não inspiram muita confirança quanto à sua durabilidade.


As margens do ecrã, não sendo reduzidas, acabam por não ser exageradamente grandes, com 8mm na lateral e um pouco mais na margem superior (14mm). A margem inferior, tal como em outros modelos no mercado, continua a ser que apresenta maior dimensão (20mm), que acaba assim por não ter outra utilidade prática que não dar mais alguns centímetros à zona para apoio das palmas da mão.


O corpo apresenta três zonas distintas. Em cima, à direita, o botão de power com sensor de impressão digital incluído.


Em baixo, descentrado para a esquerda, o touchad. Ao centro, o teclado retroiluminado (dois níveis de brilho) com teclado numérico incluído e teclas de função partilhadas.


Em termos de portas, na lateral esquerda encontramos uma entrada ficha áudio de 3,5mm, uma porta USB 3.1 Gen 2 Type-C (USB + DisplayPort + Power Delivery), uma porta USB 3.1 Gen 1 Type-C, uma porta USB 3.1 Gen 1 Type-A (com always-on), porta HDMI e uma porta RJ45 low profile. Nesta lateral, encontram-se ainda os LEDs de estado da bateria e actividade do disco.



Na lateral direita temos o leitor de cartões 4 em 1 (SD, SDHC, SDXC, MMC), uma porta USB 3.1 Gen 1 Type-A, porta para ligar o carregador e uma entrada para Kensington lock. Ao lado da porta para carregamento temos também um LED de estado para assinalar o mesmo.



Nesta zona encontra-se ainda um porta USB 2.0 Type-A que está escondida no corpo, ideal para um receptor de sinal para rato sem fios, ou uma pen low profile.



A traseira apresenta dois pés de borracha e uma barra no mesmo material para garantir a estabilidade do equipamento. Ao longo de quase toda a largura, duas filas de grelhas para saída de ar. Nas extremidades, mais duas pequenas zonas de grelhas, para saída de som.



Este portátil conta com um processador Intel até i7-1065G7 (1.30GHz, máximo 3.90GHz com Turbo Boost, 4 Cores, 8MB Cache), ecrã IPS mate de 15,6" com resolução FHD (1920x1080), até 16GB DDR4 2666MHz, SSD PCIe-NVMe M.2 até 512GB, WiFi 802.11AC (2 x 2), Bluetooth 5.0 e uma bateria de 45W que suporta carregamento rápido. Mede 364mm x 245mm x 18.9mm e pesa 1,8Kg.



A webcam 720p HD apresenta um pormenor simples, mas muito prático e interessante, com um elemento deslizante a permitir ocultar a câmara manualmente e garantir a privacidade sem receios de fazer partir o ecrã.


Em utilização


O ecrã apresenta uma generosa dimensão se bem que apenas com resolução Full HD. O detalhe de imagens e texto acabam por ser penalizados, sobretudo a curta distância. O ângulo de visão lateral é inferior ao habitual, mas este facto acaba por não ter grande influência com a utilização a ser maioritariamente efectuada com o ecrã em posição frontal. Os 250nits de brilho permitem uma visualização confortável, mesmo em ambientes com luz solar, com o acabamento mate do ecrã a mostrar a sua mais valia nestas situações.


O processador Intel i7-1065G7 de 10ª geração tem uma velocidade máxima de 3,9GHz, mas em se puxarem muito pelo mesmo a velocidade irá baixar drasticamente após alguns segundos, acompanhado pelo sistema de arrefecimento a fazer-se ouvir de forma bem audível. Infelizmente, esta começa a ser uma prática transversal a muitas marcas...


Numa utilização "portátil" as ventoinhas não se fazem ouvir, isto a menos que estejam a executar tarefas que puxem pelo processador. Para uma utilização normal, ao consultar sites ou redes sociais, o sistema é perfeitamente silencioso, não perturbando a utilização do equipamento. Esta situação deve-se ao facto de o processador apenas necessitar de funcionar a uma frequência inferior a 1000MHz, marca suficiente para que o ThinkBook apresente uma boa capacidade de resposta, sem que tenha de puxar pelo sistema de arrefecimento.


O SSD PCIe-NVMe M.2 com 512GB esteve ao nível do que se espera de uma unidade de topo, disponibilizando ~3.4/2.9 GB/s em leitura/escrita. Não será por este elemento que haverá lugar a qualquer quebra de desempenho.

O botão de power incorpora um sensor de impressões digital, elemento que se revela extremamente útil para desbloquear o portátil sem que para isso exista necessidade de recorrer à câmara frontal ou introdução de uma password. De referir que a leitura da impressão digital é feita aquando do toque para ligar o equipamento, não havendo necessidade de efectuar um segundo toque para a referida leitura.



O teclado tira partido da quase totalidade da largura que as 15,6" do ThinkBook proporcionam, tendo a Lenovo aproveitado este facto para incluir um teclado numérico do lado direito do teclado. Este elemento que em determinados cenários se revela extremamente útil tem no entanto um impacto negativo no teclado, levando a que este fique descentrado para a esquerda.

Se numa mesa este aspecto poderá ser minimizada pelo posicionamento do utilizador, o mesmo já não acontece se trabalharem com o portátil sobre as pernas, situação em que o braço direito ficará numa posição menos confortável. Desta forma, a eficiência de escrita sairá afectada e será necessário um período de adaptação mais prolongado.

O curso das teclas permite uma excelente cadência de escrita, a qual poderia ser ainda mais eficiente com teclas um pouco maiores - algo que seria possível abolindo o teclado numérico.



A retro-iluminação do teclado está limitada a dois níveis. É activada através da pressão da tecla de função em conjunto com a barra de espaços. O primeiro nível é demasiado forte quando comparado com o segundo nível, diferindo pouco em termos de intensidade. Um terceiro nível, com menor brilho e um reajustamento dos outros dois, disponibilizaria um leque mais variado (e interessante) de opções para o utilizador.



O touchpad, não sendo grande, apresenta uma dimensão suficiente para uma utilização confortável, permitindo a correcta execução dos gestos que o Windows 10 disponibiliza. Apresenta um bom nível de sensibilidade ao toque mas, na execução de gestos com três ou mais dedos, por vezes o gesto não é detectado na primeira execução.



A bateria de 45W carrega efectivamente de uma forma rápida e, além do carregador de 65W que acompanha o portátil, é possível utilizar um outro carregador com um cabo USB-C para o mesmo efeito.




De referir que este processo vai depender da capacidade do carregador e qualidade do cabo utilizado, sendo que no caso de carregadores mais fracos poderá dar-se o caso de o carregador só conseguir carregar o portátil com este desligado. Com um carregador de 60W já será possível carregar e utilizar o portátil em simultâneo.

Com 1,8Kg, este portátil não é propriamente leve, sendo no entanto transportável com facilidade, acabando por não se fazer notar muito o seu peso.



Em termos de autonomia o comportamento não é brilhante. O ThinkBook obteve uma média de 5h-6h de autonomia, algo que acaba por ficar aquém das 7h que permitem um dia de trabalho sem preocupações. Tendo em conta o facto de que, na maioria das vezes, o processador esteve a funcionar abaixo de 1GHz, esperava-se uma autonomia superior. Curiosamente, o brilho do ecrã acabou por ter uma influência inferior ao esperado no tempo de utilização, com o brilho no máximo a só perder cerca de uma hora, face a uma utilização com 60% de brilho no ecrã.



A terminar este bloco, uma nota positiva para a ausência de bloatware, com a Lenovo a centrar as suas ferramentas e funcionalidades em apenas uma aplicação (Lenovo Vantage), ficando a sua utilização à consideração do utilizador.

Apreciação final



O peso da herança dos ThinkPad coloca desde logo bem alta a fasquia para este ThinkBook 15, com este a ficar um pouco aquém em alguns aspectos, saindo assim o equipamento penalizado na sua avaliação. O plástico domina a construção do portátil, sendo minimamente robusto, mas sem que evite alguns estalidos quando há solicitações mais fortes, algo que no entanto não deverá acontecer numa utilização sem excessos.


O ecrã tem um ângulo de visão bastante limitado, algo que no entanto não prejudica a visualização do utilizador, desde que este esteja bem centrado face ao ecrã. Os 250 nits são suficientes para permitir uma utilização em ambientes com forte luz solar, desde que não incida directamente ao ecrã. Já o SSD apresenta um desempenho bastante interessante, com velocidades que irão garantir suporte às acções de leitura e escrita, sem lugar a atrasos, algo que de resto era expectável numa unidade PCIe NVMe.

O processador acaba por ser um desilusão, com a Intel a avançar com velocidades estonteantes das quais, na prática, não se consegue tirar partido a não ser momentaneamente. Processamento intensivo mais demorado irá fazer com que o CPU reduza a velocidade para níveis que permitam manter as temperaturas dentro dos valores aceitáveis - o que acaba por ser difícil de aceitar numa unidade de topo.

O ThinkBook 15-IML é um equipamento equilibrado, ao qual faltam elementos que permitam a sua diferenciação de outros produtos no mesmo segmento de mercado, saindo desta análise com um "Morno". Actualmente no mercado, podem encontrar a versão ThinkBook 15-IML por um preço na casa dos 1000€. As versões como Intel i3 e i5 encontram-se disponíveis por valores bem mais simpáticos, a começar nos 600€.



ThinkBook 15-IML

Morno

Prós
  • Prestação do SSD PCIe
  • Ocultação da Webcam

Contras
  • Layout do teclado
  • Underclock frequente do CPU



Lenovo ThinkBook 15-IML

Morno (3/5)

Ecrã do iPhone 12 vai manter o notch mas reduzir margens

27-07-2020 | 13:00 | Aberto até de Madrugada


Com o esperado lançamento dos iPhone 12 a estar a pouco mais de um mês de distância, surgem imagens daquele que será um dos ecrã da nova geração de iPhones, e que revela que o notch permanecerá praticamente inalterado.

Depois dos rumores que indicavam que a Apple poderia reduzir o notch, imagens do que supostamente será o ecrã do futuro iPhone 12 de 5.4" revelam que o notch deverá permanecer inalterado face aos modelos actuais. Uma medida que acaba por fazer sentido, já que evita que os developers tenham que contemplar mais uma nova variedade de ecrã (e já são muitas), e também dispensa a utilização de tecnologias que parecem ser ainda demasiado experimentais para que a Apple as adopte: como a utilização de câmaras sob o ecrã.

Não sei até que o ponto o ecrã de 5.4" fará sentido face ao de 5.8" usado nos iPhone 11 Pro, mas a verdade é que - estando o de 5.8" naquilo que considero ser o limiar da usabilidade confortável com uma mão (ao ponto da simples utilização de uma capa mais grossa o fazer passar esse limite), o centímetro poupado por este novo iPhone poderá ser precisamente aquilo que faltava para o tornar bastante mais confortável de usar.

Por outro lado, isso poderá tornar-se ainda mais verdade graças à aparente redução das margens em redor do ecrã, que neste ecrã parecem ser mais reduzidas do que as dos modelos actuais - embora isso seja algo que só se poderá avaliar devidamente com o ecrã já instalado no corpo do iPhone.


Falando de margens, estão também a circular alguns imagens (feitas por fãs), que nos mostram como poderia ser um iPad mini com Face ID que adoptasse o formato dos iPad Pro; e o resultado seria bastante interessante.


Depois era só utilizar um ecrã dobrável, e a Apple já ficava com um concorrente do Galaxy Fold da Samsung. :)

Aspirador robot deixa hackers espiarem casas com a sua câmara

27-07-2020 | 12:31 | A Minha Alegre Casinha


Como se não bastassem as preocupações sobre quem poderá aceder a câmaras de vigilância ligadas à cloud, temos agora a preocupação adicional com as câmaras dos aspiradores robot, que também poderão ser usadas por hackers para nos espiarem.

Investigadores de segurança encontraram diversa vulnerabilidades e falhas de segurança no aspirador robot Trifo Ironpie M6, que permitem que um hacker possa controlá-lo e tirar proveito da sua câmara para espiar o que se passa dentro da casa dos seus alvos.

O aspirador permite também recolher informação sobre a disposição da casa e objectos no seu interior, e também poderá revelar informação sobre a rede interna que facilite ataques adicionais a outros dispositivos.

É mais um caso que revela a necessidade urgente de definir conjuntos de regras de segurança para todos os equipamentos "IoT" que se liguem à internet; assim como uma política de garantia de disponibilização de actualizações durante um período mínimo e que contemple o lançamento em tempo útil de correcções contra falhas de segurança como estas.

Intel considera terminar produção de chips

27-07-2020 | 11:00 | Aberto até de Madrugada


Há relatos de que a Intel pode estar prestes a prestes a marcar o fim de uma era, deixando de fabricar os seus próprios chips e passando a sub-contratar outras empresas para os produzirem.

A Intel é um dos colossos da electrónica, responsável pelos chips x86 que há mais de 40 têm sido sinónimos dos "PCs". Mas agora tudo isso pode estar em causa e a caminho de mais um rodapé da História, por culpa dos pequenos e subestimados chips ARM e o avanço dos processos de fabrico que a Intel parece estar a ser capaz de acompanhar - ao ponto de considerar abandonar a produção de chips e contratar empresas externas para os fazerem.

Empresas como a TSMC já têm a postos chips fabricados com tecnologia de 5nm e prestes a avançar para os 3nm; enquanto a Intel diz que os seus chips de 7nm poderão só chegar lá para 2023. E como se a parte da produção física dos chips não fosse suficientemente problemática, a Intel tem também sido assolada por uma série de vulnerabilidades por parte da sua própria arquitectura, que também vão fazendo com que as suas anteriores gerações de chips sofram de problemas de segurança que, nalguns casos, podem representar um impacto significativo no desempenho se quiserem ser evitados.


Do outro lado, os modestos chips ARM que em tempos seria ridículo sequer mencionar numa mesma frase a par da Intel, têm tido uma evolução substancial ao longo da última década, oferecendo uma eficiência que a Intel não tem conseguido igualar, e agora atingindo um patamar de desempenho que rivaliza, ou até supera, os chips da Intel - com a Apple a ter já revelado os seus planos de transição dos chips Intel para os seus próprios chips ARM nos Macs ao longo do próximo par de anos. Um plano que inevitavelmente irá afectar toda a indústria e poderá ditar o fim da dupla "Wintel", se também a Microsoft e os seus parceiros se virem obrigados a recorrer a chips ARM para poderem criar computadores com Windows capazes de rivalizar com os novos Macs em termos de desempenho e eficiência.

Ao longo dos anos temos visto enormes impérios, que pareciam inabaláveis, tombarem. A Nokia deixou de ser o gigante inatingível que dominava os telemóveis; e empresas como a Kodak, que até estiveram na linha da frente da fotografia digital, se tornaram em meros invólucros daquilo que representavam, por agora tentando apenas ir facturando à custa da nostalgia que o seu nome ainda carrega.

Será arriscado imaginar se o futuro da Intel se aproximará mais do da Nokia ou do da Kodak, mas o que é certo é que neste momento já ninguém poderá assumir que a Intel tem o futuro assegurado, nem garantir que os CPUs x86 não se tenham tornado em meras relíquias da História daqui por uma década.

Telegram com partilha até 2GB, video profiles e mais

27-07-2020 | 10:00 | Aberto até de Madrugada


Enquanto o WhatsApp se vai preparando para permitir a utilização de uma conta em múltiplos equipamentos, o Telegram avança com uma actualização que vem com limites maiores para partilhas de ficheiros, profile videos e muito mais.

O Telegram tem vindo a sofrer melhorias regulares ao longo dos últimos anos, e agora chega mais uma grande actualização repleta de novidades. O Telegram aumenta o limite máximo do tamanho dos ficheiros que se podem partilhar, de 1.5GB para 2GB; passa a disponibilizar profile videos para quem achar que uma foto estática não lhes faz justiça; modo de suavização de pele que se pode aplicar a fotos e vídeo; melhorias na indicação da proximidade dos nossos contactos; mini-thumbnails que permite ver a imagem reduzida que se recebeu (anteriormente apenas era indicado que se tinha recebido uma foto ou vídeo, mas sem mostrar logo o que se tratava), estatísticas de uso nos grupos, e filtragem / arquivo automático de mensagens de pessoas com quem não se interage regularmente.



Na versão para Android existem ainda algumas melhorias adicionais, como um novo music player, editor de vídeo com rotação e corte como o que estava disponível para fotos, expansão do campo de input à medida que se escreve uma mensagem mais longa, etc.

O Telegram para desktop também passa a poder ter acesso simultâneo a três contas com números de telefone diferente, sem necessidade de andar a fazer logout para saltar entre contas.

WhatsApp prepara funcionamento em múltiplos equipamentos

27-07-2020 | 09:00 | Aberto até de Madrugada


O Facebook parece estar prestes a resolver uma das limitações mais chatas o WhatsApp, com um sistema que permitirá manter a mesma conta em funcionamento em múltiplos equipamentos em simultâneo.

Depois de muito tempo (tempo suficiente para ter obrigado a Google a desistir do Hangouts e apostar no Duo e Allo, que também trocavam a conta Google pelo número de telefone - e sendo que o Allo já foi descontinuado), também o WhatsApp lá chegou à conclusão que é bastante frustrante ter um serviço preso a um único smartphone.

Referências no WhatsApp beta revelam que está a ser preparada uma funcionalidade de "Linked Devices" que permitirá associar múltiplos equipamentos de forma a terem acesso à mesma conta de WhatsApp que temos no smartphone principal, assim permitindo que possa continuar a ser utilizado num smartphone secundário, ou tablet.


Pelo menos durante a fase beta parece que haveria um limite máximo de quatro equipamentos associados, mas já será melhor que nada.

WOO quer conquistar os clientes com a simplicidade de processos

27-07-2020 | 08:32 | Apps do Android



A WOO, é primeira telco tech nacional totalmente digital, funcionando exclusivamente através de uma aplicação móvel, onde o cliente pode aderir, alterar ou cancelar a net de que precisa a cada momento.



Com uma oferta centrada em serviços de internet, móvel e fixa, a marca vem responder às necessidades dos clientes que privilegiam as vantagens do mundo digital e querem estar sempre ligados com uma net que nunca desliga.


A WOO materializa-se numa App e disponibiliza serviços de voz móvel e de internet podendo o cliente optar entre três subscrições de net: móvel, fixa e móvel + fixa.
Na componente móvel oferece 10GB de net e 1000 créditos para minutos/sms. Se o cliente esgotar o plafond de dados a net nunca desliga e é assegurada a uma velocidade de 64kb/segundo o que permite, entre outras operações, usar sempre o WhatsApp.
Na componente de net fixa o cliente pode escolher a velocidade entre 100MBps e 1GBps.

Os preços dos serviços da WOO variam entre 23 e 55 euros/mês, de acordo a opção de subscrição: móvel (€23), net fixa (€27), ou móvel + net fixa (€45) com opção de 1Gbps de velocidade (€55).
Na fase de lançamento a WOO oferece, para adesões até 31 de agosto, um mês de serviço móvel para que todos possam experimentar.

O pagamento é simples: o valor mensal, via cartão de crédito ou paypal, é sempre igual e creditado no mesmo dia.

A WOO pode ser usada em Portugal e em mais de 120 países com os quais tem acordos de roaming (Espaço Económico Europeu: União Europeia, Noruega, Islândia ou Liechtenstein).

A WOO oferece um mês de experiência do serviço móvel

Disponível na AppStore e na PlayStore, a WOO tem uma cobertura nacional de mais de 90% de rede móvel 4G. A Net Fixa da WOO chega atualmente a 4,6 milhões de casas a nível nacional.

Na App WOO cada cliente gere o serviço com a autonomia que entender tendo em conta as suas necessidades imediatas.
A utilização é user friendly e em exclusivo na App onde é possível aderir (em apenas 3 minutos), alterar ou desativar a subscrição; consultar saldos; configurar o router (no caso da net fixa) e a velocidade da net; gerir os dados pessoais e pedir ajuda no chat.
A App é também dotada de “inteligência” de forma a acompanhar a experiência do cliente indicando soluções e tornando a gestão intuitiva e rápida.

Através de um chat que também funciona na App – 24 horas por dia, 7 dias por semana – o apoio ao cliente WOO é realizado por uma equipa exclusivamente dedicada que alia um serviço 100% digital a um acompanhamento 100% humano.

Esta nova abordagem na relação com o cliente, onde o contacto é sempre iniciado por este, assenta na transparência, proximidade e empatia.

A WOO é simples e proporciona uma experiência digital best in

A WOO é o primeiro player 100% digital na área das telco. Com um posicionamento disruptivo no mercado nacional, ousadia, qualidade, simplicidade e confiança são os valores e princípios de experiência desta nova marca que nasce do trabalho de diversas agências em diferentes vertentes.
A estratégia de marca e o branding foram concebidos pela Stream and Tough Guy e a This is Pacifica, a campanha criada pel’O Escritório e a comunicação digital assegurada pela ComOn.

A WOO apresenta-se com uma comunicação simples e direta em digital e com um tom de humor refletido na própria assinatura da marca: ‘Era WOO que faltava’.


A facilidade de gestão de um serviço de internet que nunca desliga, ao ritmo de cada utilizador e de forma autónoma, era mesmo o que faltava ao mercado nacional.

Fox Sports recorre a público digital para encher estádios vazios

27-07-2020 | 08:00 | Aberto até de Madrugada


Para tornar as emissões desportivas de baseball mais apelativas, a Fox Sports vai recorrer a público digital para encher os estádios.

Ver jogos, independentemente do desporto em questão, jogados em estádios vazios é um espectáculo bastante diferente daquele a que se associam esse tipo de eventos. Depois do som do público virtual, a Fox Sports recorre à magia dos efeitos digitais para recriar espectadores virtuais nas bancadas.

No fans? Not on FOX Sports.

Thousands of virtual fans will attend FOX’s MLB games this Saturday. pic.twitter.com/z9oQU0rYuC
— FOX Sports (@FOXSports) July 23, 2020


Embora compreenda o objectivo; pergunto-me se este sistema não acabará por servir de exemplo para que se acredite ainda menos naquilo que se vê na televisão. Hoje é o público num estádio, amanhã quem nos diz que o mesmo não possa vir a ser feito para adicionar público virtual a manifestações ou eventos com pouca afluência mas onde haja o desejo de fazer passar a imagem de que teve adesão muito maior do que na realidade?

... Mas por agora, ainda temos algum tempo, até que este público virtual engane alguém... embora seja apenas uma questão de tempo.

Fox’s digital fans gotta go. Just a ton of dudes alternating resting their chin in their hand and then 2-second delayed reactions. pic.twitter.com/fLh7EYXTMX
— Matt Young (@Chron_MattYoung) July 25, 2020

Asus ROG Phone 3 vem com modo de 160Hz

27-07-2020 | 07:00 | Aberto até de Madrugada


A Asus escondeu um modo ainda mais atractivo para os jogadores no seu recente ROG Phone 3, que permite acelerar o seu ecrã acelerado dos 144Hz para os 160Hz.

Ter um smartphone com ecrã a 90Hz - ou idealmente, a 120Hz - é suficiente para fazer maravilhas pela fluidez de movimento, mas a mais recente geração de smartphones dedicados ao gaming, como o Asus ROG Phone 3 e Lenovo Legion Duel, vão mais além e vêm com ecrãs de 144Hz. Ou pelo menos assim se pensava, já que a Asus parece ter incluído uma pequena surpresa.

O ROG Phone 3 tem um modo escondido que permite activar o ecrã a 160Hz através do comando ADB:
adb shell setprop debug.vendor.asus.fps.eng 1

Depois de introduzido este comando via ADB e se reiniciar o smartphone, aparecerá uma nova opção de 160Hz na secção de configuração de ecrã nos settings.


Um salto ao site testufo comprovou que o ecrã está mesmo a funcionar a 160Hz e de que não se trata apenas de um parâmetro "placebo"; embora ainda estejam por esclarecer os motivos que levaram a Asus a não apresentar o ROG Phone 3 com sendo um smartphone com ecrã a 160Hz - já que facilmente se percebe como isso seria apelativo em termos de marketing.


É bem provável que isso venha a ser feito numa actualização futura, sendo que por agora apenas parece ser necessário tratar de algumas afinações de cor quando se usa o ecrã nesse modo acelerado.

Apps de contacto Covid-19 para Android sofrem com optimização da autonomia

26-07-2020 | 20:00 | Aberto até de Madrugada


Para além das preocupações referentes à privacidade e funcionalidade duvidosa das apps de contact-tracing do Covid 19, como a StayAway Covid usada em Portugal, surge mais uma noticia que põe em causa a sua eficácia: a optimização de bateria de muitos smartphones Android.

Embora o sistema de contact tracing que tem sido mais adoptado se baseie numa API criada pela Apple e pela própria Google, isso não tem evitado com que o seu funcionamento seja isento de falhas. No caso dos Android a Google, e todos os que criarem apps baseadas na sua API, estão a sentir na pele os efeitos de uma questão que tem sido criticada há muito: o encerramento agressivo de tarefas em background para melhorar a autonomia.

Muitos fabricantes Android, para obterem melhores autonomias, afinam os seus Android para terminarem o processamento de tarefas em background de forma bastante agressiva. Isso é algo que é bom para prolongar a autonomia dos seus smartphones; mas em contrapartida significa que mesmo apps e tarefas que se desejava que funcionassem em background deixarão de funcionar como era suposto - incluindo o sistema de monitorização dos contactos para determinar a proximidade de outros smartphones para efeitos de análise de potencial transmissão do Covid-19, neste caso deixando de apresentar as notificações de alerta que era suposto exibir (em smartphones Samsung e Huawei, mas potencialmente afectando também marcas como a OnePlus e Xiaomi).


Esse é um tema recorrente, e que ainda recentemente foi revisitado com o lançamento de um benchmark Don't Kill My App para avaliar até que ponto o sistema está a matar tarefas em background de forma excessiva. Sendo que a apresentação atrasada de notificações é também um dos sintomas recorrentes nos smartphones de fabricantes que adoptam afinações mais agressivas: muitas vezes até apps de mensagens supostamente "instantâneas" apenas apresentam a notificação das mensagens horas mais tarde, apenas quando o utilizador desbloqueia o smartphone ou o liga a um carregador.

No caso da app de Covid-19 na Alemanha, a solução foi adicionar uma opção adicional para relembrar os utilizadores para a manterem a salvo das optimizações do sistema; sendo que a Huawei também a acrescentou à lista de excepções para se poder manter em background. Mas, de qualquer forma, já seria tempo do Android adoptar um sistema mais uniformizado de gestão de tarefas em background, para que não houvesse tais diferenças entre smartphones de diferentes fabricantes.

O prazer não ocupa lugar

26-07-2020 | 18:27 | Gonçalo Sá

Jessie_Ware_Pleasure.jpg

Os singles não enganaram: "WHAT'S YOUR PLEASURE?", o quarto álbum de JESSIE WARE, é de longe o melhor desde "Devotion" (2012), o primeiro, e também o mais enérgico e hedonista da britânica.

Embora o flirt com o R&B e a soul não tenha ficado esquecido, as novas canções devem mais ao disco, às vezes entrosado com alguma electropop ou house, num convite à dança com inspiração assumida em divas como Donna Summer e Lisa Stansfield (esta já mais presente nos registos anteriores).

Os ensinamentos lúdicos e expansivos de Róisín Murphy também serão uma referência próxima do ambiente de festa que domina o alinhamento, com um dos pontos altos logo ao início, na faixa-título, single óbvio de um álbum ao qual não faltam singles óbvios.

Canção produzida por James Ford, dos Simian Mobile Disco (à semelhança da maioria das restantes), é a aposta oficial mais recente, servida com um videoclip tão exuberante, solto e nocturno como a música:

Os loucos anos 80

26-07-2020 | 17:30 | Aberto até de Madrugada


Para quem por cá andava, os anos 80 foram uma década memorável, e o canal Weird History decidiu fazer uma retrospectiva sobre os 1980.

Quem acompanhou os anos 80 não se esquecerá deles, mas mesmo quem ainda não fosse nascido terá ficado marcado indirectamente por ele, ou não tivesse sido uma década que, falando só em cinema, não nos tivesse trazido filmes como: The Terminator, Raiders of the Lost Ark, Gremlins, The Goonies, Back to the Future, E.T. the Extra-Terrestrial, Blade Runner, Aliens, Tron, Top Gun, Predator, Ghostbusters, Robocop, e tantos outros. E o mesmo fenómeno se repete na televisão, música, e praticamente todas as áreas.

Fiquem com uma overdose de memórias, ou uma primeira introdução (para quem não fizer ideia do que falo), dos loucos anos 80.

Google Assistant prepara lembretes sonoros para a família

26-07-2020 | 15:30 | Aberto até de Madrugada


A Google está a preparar uma nova funcionalidade de lembretes sonoros para a família, que poderá facilitar a vida aos pais que estejam continuamente a lembrar os filhos para fazerem determinadas tarefas.

Se fazem parte do grupo de pais que perdem imenso tempo a "sinalizar" aos filhos que está na hora de: comer, lançar, fazer os trabalho de casa, fazer tarefas domésticas, etc. Então vão adorar a nova funcionalidade Family Bells que, por si só, poderá justificar com que invistam num smart speaker ou smart screen com o Google Assistant.


Os avisos podem ser agendados para determinadas horas do dia e dias da semana, tal como os alarmes / eventos, e para tocarem em determinado smart speaker, como o do quarto, sala, etc.

A funcionalidade estará disponível através do comando de voz "Manage Family Bell" (que por agora funciona apenas para um número limitado de pessoas), e poderá ser extremamente útil até para quem vive sozinho e procura uma forma de manter uma rotina mais regular ao trabalhar a partir de casa, por exemplo, com lembretes de que está na hora para iniciar / encerrar o trabalho remoto, ou avisos regulares para se levantar da cadeira e caminhar um pouco, etc. etc.

França junta-se aos países que fecham portas à Huawei no 5G

26-07-2020 | 15:21 | Apps do Android


Depois do Reino Unido, também a França fecha as portas à utilização de equipamentos 5G da Huawei, embora com um prazo mais alargado para a transição.


O Reino Unido alinhou pelos pedidos dos EUA e, depois de ter optado por uma posição moderada face à Huawei, anunciou que irá proibir a utilização de equipamento Huawei nas infraestruturas de redes 5G já a partir do final deste ano, e a exigir a remoção de todo o material já instalado até 2027. Agora temos França a fazer, para todos os efeitos, o mesmo: anunciando que não irá renovar as licenças dos equipamentos Huawei depois de caducarem, o que equivale a fazer uma proibição da utilização dos seus produtos por parte dos operadores a partir de 2028.

Considerando os custos envolvidos nos investimentos na criação da rede 5G e a necessidade de os amortizar por um longo período de tempo, este anúncio acaba por ter efeitos práticos imediatos, já que nenhum operador irá arriscar em optar por equipamento 5G que deixará de poder utilizar em 2028. No caso francês esta medida afectará principalmente a Altice e a Bouygues Telecom, que utilizam equipamento da Huawei; deixando mais descansadas a Orange e Iliad (ILD.PA), que utilizam equipamentos da Nokia e Ericsson.

Parece que a China irá mesmo ser forçada a cumprir a ameaça que tinha feito quanto a retaliar contra a Nokia e Ericsson no caso de mais países europeus começarem a boicotar a Huawei nas redes 5G. E ainda falta saber se outros países europeus se irão juntar a esta posição tomada pelo Reino Unido e França.


Actualização: A Deutsche Telekom também anunciou hoje parceria com a Ericsson para o 5G, pelo que fica desde já indicado que a Alemanha irá seguir pelo mesmo caminho.

Beat Legend: AVICII

26-07-2020 | 13:30 | Aberto até de Madrugada


Os fãs dos jogos de música que apreciem o estilo do falecido Avicii (Tim Bergling) têm agora oportunidade de recordar a sua memória e música de forma mais interactiva com o jogo Beat Legend: AVICII da Atari.

A mecânica de jogo é aquela já bem conhecida dos jogos de ritmo, sendo necessário carregar nos botões certo de forma sincronizada com a música. Os jogadores têm acesso a 15 músicas: “Hey Brother,” “Levels,” “Wake Me Up,” “SOS,” “The Nights,” “Without You,” “Waiting for love,” “Sunset Jesus,” “Lonely Together,” “Heaven,” “Fades Away,” “Broken Arrows,” “Addicted to You,” “I Could Be the One” e “Gonna Love Ya,” mas com a possibilidade de serem disponibilizadas mais músicas no futuro.


O jogo custa €3.49 na App Store e €3.09 na Play Store, com os royalties das músicas a reverterem a favor da Tim Bergling Foundation, que se dedica à prevenção do suicídio e sensibilização para a saúde mental, criada pelos seus pais.

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