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Coluna BT Tronsmart Bang SE a €59

13-11-2025 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Há quem procure colunas Bluetooth dando preferência ao factor mobilidade; há quem o faça para obter os graves e volume que ficam a faltar quando se ouve música a partir do smartphone. Esta Tronsmart Bang de 40 W é uma coluna que resolve ambos os problemas.

A Tronsmart Bang SE de 40 W é uma versão renovada e melhorada da anterior Mega Pro, adoptando um novo aspecto que adiciona detalhes práticos, como uma pega de transporte e iluminação RGB, mantendo a qualidade de construção acima da média. Acima de tudo, é capaz de impressionar com a sua qualidade sonora mesmo a elevados níveis sonoros, que lhe permite enfrentar todo o tipo de situações: quer seja para situações de uso individual para melhor apreciar música, uma festa com amigos, ou para fortalecer uma apresentação feita a partir de um portátil ou tablet.
A coluna Bluetooth Tronsmart Bang SE está disponível por 59 euros na Amazon Espanha - activar desconto de 15% + 5%.

Conta com protecção IPX6 contra poeiras e salpicos, permitindo-lhe enfrentar uma maior variedade de ambientes, autonomia para até 24 horas de diversão, pode funcionar como power bank para recarregar outros dispositivos, e também permite emparelhar colunas adicionais para festas sem limites.

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Sony revela PlayStation Gaming Monitor de 27"

13-11-2025 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

A Sony apresentou o novo PlayStation Gaming Monitor de 27", um monitor gaming pensado para a PS5.

O PlayStation Gaming Monitor de 27" vem complementar a família PlayStation, sendo um monitor criado a pensar na PS5 mas que poderá ser usado com qualquer PC ou consola. O detalhe curioso é um gancho integrado para carregar um comando DualSense, o que poderá ajudar a manter o espaço mais organizado na secretária dos jogadores.

O monitor usa um painel LCD IPS 2560×1440 com suporte para HDR e Auto HDR tone mapping, que ajusta automaticamente as definições HDR quando ligado a uma PS5 ou PS5 Pro. A taxa de actualização chega aos 120Hz na consola, podendo atingir 240Hz em PCs e Macs. Nas ligações, não falta nada: duas portas HDMI 2.1, DisplayPort 1.4, USB-C, duas portas USB-A, colunas estéreo integradas e uma porta 3.5 mm. A porta USB-C também é compatível com PlayStation Link, facilitando o uso de acessórios de áudio sem fios da Sony.


O maior problema é que a Sony parece só ter planos para o lançar no Japão e EUA em 2026, e ainda sem preço definido. Pelo que quem não quiser (ou puder) esperar provavelmente terá que se desenrascar com outras soluções, provavelmente equacionando até o salto para um monitor gaming OLED, que começam a ter preços cada vez mais simpáticos e proporcionam uma experiência de jogo muito superior ao dos LCD.

Honor Magic8 Pro terá bateria mais pequena na Europa

13-11-2025 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

Repetindo a tendência, o Honor Magic8 Pro terá uma bateria mais pequena na Europa comparada com a usada na China.

O recém-anunciado Honor Magic8 Pro não terá a mesma capacidade de bateria em todos os mercados. Enquanto o modelo chinês inclui uma generosa bateria de 7.200 mAh com tecnologia silício-carbono, as versões internacionais apresentam reduções - e a União Europeia é a mais afectada.

Enquanto a versão global desce ligeiramente para 7.100 mAh, uma diferença diminuta que nem será notada no uso diário, o modelo europeu chega com redução mais significativa, com capacidade total de "apenas" 6.270 mAh. Isto representa uma redução de quase 12%, com impacto que já se fará sentir. Há também diferenças no carregamento. O Magic8 Pro chinês suporta 120 W, enquanto os modelos global e europeu ficam pelos 100W. O carregamento sem fios mantém-se nos 80 W em todas as versões.

Resta o consolo de que uma bateria de 6.270 mAh continua a ser bastante generosa - mais 1.000 mAh do que a versão europeia do Magic7 Pro - e que será mais que suficiente para um uso despreocupado. Ainda assim, talvez fosse tempo da UE rever a regulamentação de transporte de dispositivos com baterias, que obriga a classificar produtos com células de baterias superiores a 20 Wh como "produtos perigosos", com transporte mais caro - ou, pelo menos, ter em conta a tecnologia da bateria, para não penalizar baterias que até podem ser mais seguras.

Google apresenta “Private AI Compute" em resposta ao Private Cloud Compute da Apple

12-11-2025 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

A Google já tem resposta ao processamento "privado" na cloud da Apple, com o seu novo "Private AI Compute".

A Google anunciou o Private AI Compute, uma nova plataforma cloud centrada na privacidade, que permite executar funções avançadas de AI sem comprometer os dados do utilizador. A tecnologia é, na prática, a versão da Google do Private Cloud Compute da Apple, e surge como resposta ao desafio de conciliar a necessidade de maior poder de processamento com a exigência crescente de protecção de dados.

Até agora, muitas das ferramentas AI da Google, como tradução, resumos de áudio e assistentes de voz, funcionam directamente no dispositivo, garantindo que as informações do utilizador nunca saíam do telefone ou do computador. Mas isso não é viável para o processamento AI mais intensivo que tem que ser feito na cloud. O Private AI Compute surge assim como uma extensão segura baseada na cloud. Quando uma tarefa de AI é demasiado pesada para ser processada localmente, é enviada para este ambiente de cloud "fortificado e seguro", onde é processada de forma privada. A Google assegura que os dados processados são acessíveis apenas ao utilizador, e que nem sequer a própria empresa os pode ver.
Com este modelo híbrido, a Google promete uma AI capaz de raciocínios mais complexos e de sugestões mais contextuais e personalizadas. Nos próximos Pixel 10, por exemplo, o assistente Magic Cue vai oferecer recomendações mais relevantes com base em apps como Gmail e Calendário, enquanto a aplicação Recorder passará a suportar mais idiomas nas transcrições. E isto será a base de futuras experiências AI mais poderosas e personalizadas em todo o ecossistema Android e ChromeOS.

O Private AI Compute servirá também de resposta directa ao Private Cloud Compute da Apple, que tinha como grande elemento o processamento AI "privado" na cloud, acabando por equilibrar o campo Android e iOS a este nível do processamento AI local e na cloud.

AirPods Max e a táctica do congelador

12-11-2025 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

Pessoas com AirPods Max avariados estão a descobrir que a solução pode passar por colocá-los no congelador.

Num dos truques tecnológicos mais curiosos do momento, alguns utilizadores dos AirPods Max descobriram que colocar os auscultadores no congelador pode fazê-los voltar à vida. A técnica improvável parece resolver temporariamente o temido problema das "três luzes amarelas da morte", que deixa os dispendiosos auscultadores da Apple completamente inoperacionais.

O problema afecta sobretudo os AirPods Max de primeira geração, já com alguns anos de uso. Quando surge, os auscultadores deixam de funcionar e piscam três luzes amarelas, sinal de uma falha de hardware grave. Nem as tentativas de reset, nem a limpeza dos contactos de carregamento, nem as instruções oficiais da Apple têm resultado, levando muitos utilizadores a dar o aparelho por perdido. Mas, há uma solução que está a circular há cerca de um ano e que têm ganho popularidade com o aumento de casos: a táctica do congelador!
Deixar os AirPods Max dentro do congelador durante 30 a 60 minutos parece, em muitos casos, fazê-los funcionar novamente. Aparentemente o problema tem a ver com a degradação dos cabos internos devido às milhares de dobragens dos headphones, com o frio a fazer com que os cabos danificados se contraiam, restabelecendo a ligação eléctrica.

Claro que este truque não é uma solução permanente, e os headphones podem deixar de funcionar passado alguns dias. Infelizmente, parece não haver forma fácil de os reparar de forma permanente, relembrando como muitos produtos actuais - mesmo no caso de produtos dispendiosos - parecem não ter qualquer consideração pela longevidade a longo prazo.

SSD Samsung 990 Pro 2TB a €173

12-11-2025 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

Quem quiser dar o salto para os SSDs de 7 GB/s pode optar pelos Samsung 980 Pro, que suportam PCIe 4.0 e farão maravilhas por qualquer computador.

Nos últimos anos os discos / SSDs têm sido um dos factores mais limitativos do desempenho dos computadores, e é por isso que esta tem sido uma das áreas em que mais importa apostar. No caso de terem um computador com suporte para PCIe 4.0, nada como escolher um SSD capaz de tirar o máximo partido disso, como estes Samsung 990 Pro, com velocidades de até 7.45 GB/s em leitura e 6.9 GB/s em escrita.
O Samsung 990 Pro de 2 TB está disponível por 173 euros na Amazon Espanha. Também têm disponível a versão de 4 TB e 1 TB.

Há quem critique a Samsung por ter aplicado a designação "Pro" nestes SSDs (tal como nos 980 Pro), quando eles utilizam memórias flash TLC, acompanhadas por uma cache de memória RAM e flash SLC, e que por isso melhor seriam enquadrados na família EVO. As suas velocidades reduzem-se significativamente caso se ultrapasse a memória cache; no entanto, em uso normal, isso é algo que não de deverá fazer notar de forma significativa.

O que se fará notar é que, no caso de os utilizarem numa motherboard apenas com PCIe 3.0, as velocidades cairão para valores na ordem dos 3.5 GB/s em leitura e 3.4 GB em escrita. Velocidades respeitáveis, mas que ficam aquém das suas capacidades; pelo que o melhor será utilizá-los em motherboards que suportem M.2 PCIe 4.0.


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Pixel Drop de Novembro traz resumo AI de notificações para os Pixel

12-11-2025 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

A actualização de Novembro dos Pixel traz mais funcionalidades AI, opções de personalização e ferramentas de segurança.

A Google começou a distribuir a actualização de funcionalidades de Novembro (Pixel Feature Drop) para os dispositivos Pixel, com novas ferramentas AI, opções de personalização e melhorias de segurança. A actualização chega aos modelos Pixel 6 e posteriores, incluindo várias novidades nos principais serviços e apps do sistema.

Entre os destaques está a nova funcionalidade Remix na app Mensagens do Google, que permite editar e recriar imagens directamente nas conversas. Alimentada pelo modelo de geração AI de imagens Nano Banana, a ferramenta torna mais fácil fazer edições criativas sem sair da app. Além disso, o Google Messages passa a oferecer resumos inteligentes de notificações, que condensam conversas longas em pequenos trechos. A partir de Dezembro, as notificações de baixa prioridade serão agrupadas e silenciadas automaticamente.
A actualização inclui também os novos pacotes de temas "Wicked: For Good", com wallpapers, ícones, sons e GIFs personalizados, inspirados nas personagens do musical. No campo da privacidade, a Google está a expandir a funcionalidade de detecção de fraudes (Scam Detection) para as apps de mensagens, analisando conversas em tempo real e alertando o utilizador sobre mensagens suspeitas.

O Google Maps ganha um novo modo de poupança de energia para a série Pixel 10, enquanto os Pixel VIPs recebem vantagens exclusivas como notificações prioritárias e um emblema de emergência no widget de Contactos. O Google Photos ganha novas funções AI para melhorar retratos com base em outras fotos da mesma pessoa, garantindo resultados mais naturais. Outras novidades incluem o Magic Cue melhorado no Pixel 10, a nova app Pixel Journal nos Pixel 8 e 9, o hub de Saúde e Suporte do Dispositivo nos Pixel 6 e superiores, e a nova app Magnifier para o Pixel Fold.

De notar que nem todas as funcionalidades ficam disponível para os utilizadores europeus.

Google Photos ganha edição AI nos iPhones

12-11-2025 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

A Google expandiu as capacidades de edição AI no Google Photos, que agora também ficam disponíveis nos iPhones e iPads.

O Google Photos está a expandir as suas ferramentas de edição AI para utilizadores de iPhone, trazendo a funcionalidade "Help me edit" - até agora exclusiva dos Pixel e Android - para o iOS. Com esta actualização, é possível descrever as alterações por voz ou texto, e o Google Photos encarrega-se de fazer as edições automaticamente, seja ajustar o brilho, alterar o fundo, retocar rostos, ou transformar as fotos por completo. Infelizmente, e ao estilo de muitas outras funcionalidades AI, é algo que não fica acessível na Europa por enquanto.

O lançamento começa nos Estados Unidos, juntamente com uma nova interface de edição que facilita o processo com gestos simples e sugestões de um toque. Segundo a Google, basta dizer algo como "remove os reflexos do vidro" ou "torna o céu mais azul", e o sistema aplica as mudanças de forma inteligente.



A empresa também melhorou a edição facial, permitindo que o app use fotos semelhantes na galeria para garantir resultados mais realistas ao abrir olhos fechados, remover óculos ou adicionar sorrisos. Além disso, o modelo AI Nano Banana está agora integrado no Google Photos, permitindo transformar imagens em pinturas, mosaicos ou ilustrações.


Outra novidade é o botão "Ask", disponível para Android e iOS, que abre uma interface de chat capaz de editar imagens e responder a perguntas sobre o seu conteúdo. Os utilizadores Android recebem ainda templates, que facilitam a transformação de fotos. Já a ferramenta Ask Photos, que permite encontrar imagens na galeria através de linguagem natural, também está a ser expandida para mais de 100 novas regiões e 17 idiomas adicionais - que não incluem Portugal nem outros países europeus.

Fita LED RGBIC Goovee 5m a €20

12-11-2025 | 13:19 | A Minha Alegre Casinha

Uma fita LED RGB é uma das formas mais eficazes e simples de dar um toque especial a qualquer casa, e é algo que pode ser feito a preço reduzido, como comprova esta fita LED.

Uma fita LED pode fazer milagres, bastando passá-la pela prateleiras de móveis, ou até colocada por baixo de uma mesa ou sofá, para criar um ambiente único. O único problema é que quando se compra uma fita LED RGBIC para iluminação decorativa, a impressão inicial de missão cumprida que se tem após a colocar no sítio é quase sempre seguida de um "se soubesse, tinha mandado vir mais uns metros". Pois bem, isso já não deverá acontecer com este conjunto, que desde logo disponibiliza 5 metros para que possam preencher com luz tudo aquilo que desejarem - mas disponibilizada também em versão de 2x 15 metros para quem precisar de mais.
Esta fita LED RGBIC Goovee com 5 metros e controlo remoto está disponível por apenas 20 euros na Amazon Espanha - activar cupão de desconto de 25%.

Ter apenas em atenção que este modelo apenas pode ser controlada através da app Govee ou dos botões no controlador físico junto da fita, estando também disponível a integração com assistentes de voz como o Google Assistant ou Amazon Alexa.


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Google Play Store vai denunciar apps que gastam bateria

12-11-2025 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

A Google Play Store vai começar a a alertar os utilizadores para apps que consomem demasiada bateria a partir de Março de 2026.

A Google vai adicionar um novo aviso na Play Store que alerta os utilizadores para apps com consumo de bateria excessivo. A partir de 1 de Março de 2026, as páginas das apps na loja vão incluir um aviso sempre que for detectada actividade excessiva em background.

A alteração baseia-se numa nova métrica chamada "excessive partial wake lock", que avalia com que frequência uma app mantém o dispositivo activo desnecessariamente. Desenvolvido em conjunto com a Samsung, este sistema foi testado em fase beta no início do ano e passará a estar disponível para todos os developers Android. O objectivo é reduzir o consumo desnecessário de energia e melhorar o desempenho geral dos dispositivos. De acordo com a Google, uma app será sinalizada se mantiver o telemóvel em estado activo por mais de duas horas num período de 24 horas através de processos não essenciais, conhecidos como "wake locks".
Uma app ultrapassará o limite de "mau comportamento" se 5% ou mais das sessões de utilizadores apresentarem este tipo de consumo excessivo num período de 28 dias. Funções importantes, como reprodução de áudio ou transferência de dados, não entram nesta contagem.

Além de exibir um aviso de consumo de bateria na página da app na Play Store, a Google poderá ainda excluir essas aplicações das recomendações personalizadas. A empresa espera que esta medida incentive os programadores a optimizar o funcionamento em background das suas apps e ajude os utilizadores a evitar apps que podem reduzir significativamente a autonomia dos seus smartphones.

iPhone 18 Pro pode regressar à traseira numa só cor

12-11-2025 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

A variação de cor na traseira dos iPhone 17 Pro poderá desaparecer nos modelos do próximo ano.

Os novos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max, com lançamento previsto para Setembro de 2026 juntamente com o iPhone Fold, poderão seguir uma direcção diferente do que se pensava. Rumores anteriores indicavam que a Apple estava a testar um design transparente para a parte em vidro que fica abaixo do ressalto das câmaras, mas um novo relatório vindo da China aponta para uma abordagem diferente: a Apple quer agora igualar na perfeição a cor do vidro traseiro com a do alumínio do corpo.

Na geração actual, o iPhone 17 Pro apresenta um ligeiro efeito bicolor, já que a moldura metálica e o vidro traseiro exibem tons diferentes consoante a iluminação e ângulo de visão. Um efeito que alguns apreciam mas outros nem por isso, e que se torna mais marcante no modelo laranja e prateado - e menos no modelo azul escuro. A Apple pretende eliminar completamente essa diferença, criando uma superfície mais uniforme e tradicional.
O design do bloco de câmaras deverá manter-se praticamente inalterado, seguindo o agrupamento e formato da série iPhone 17 Pro, mas podendo optar por arestas mais arredondas, que minimizarão a probabilidades de perder a cor nessas áreas (e acabam por se enquadrar melhor com o resto das bordas arredondadas). Falta saber se irá fazer algo quanto aos relatos de mudança de cor do alumínio.

Havia também rumores que a Apple poderia arriscar o lançamento de um iPhone com a traseira transparente, mas isso parece ser uma opção demasiado radical para a Apple, sendo algo que provavelmente terá que ficar a cargo dos fãs da transformação e personalização de smartphones.

Powerbank Baseus USB-C 65W 26800mAh a €56

12-11-2025 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Para aqueles que procuram a máxima autonomia longe de uma tomada ou porta USB, este power bank de 65W da Baseus assegura que ficarão bem servidos.

Os powerbanks há muito que são companhia habitual de muitos utilizadores, permitindo uma utilização intensiva e despreocupada de smartphones e tablets, sabendo-se que a sua autonomia poderá ser prolongada assim que for necessário sem estar dependente da proximidade de uma tomada eléctrica ou carregador. E no caso deste powerbank Baseus não só temos uma capacidade generosa, como a possibilidade de carregamento rápido de alta potência.
Este Powerbank Baseus USB-C 65W 26800 mAh está disponível por 56 euros na Amazon Espanha.

Podem também espreitar a versão de 100W e a versão de 145W se necessitarem de maior potência.

Além de poder ser recarregado rapidamente a 60 W, o seu elemento de destaque é permitir o uso simultâneo de até cinco portas USB, com carregamentos rápidos de até 65 W (USB-C) e 30 W (USB-A). Isto permite a sua utilização para recarregar um portátil via USB-C e um smartphone (ou outro dispositivo) em simultâneo, expandindo as possibilidades de prolongamento da autonomia que normalmente se associam aos powerbanks.


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Toyota Hilux entra na era eléctrica

12-11-2025 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

A popular pickup Toyota Hilux entra finalmente na era eléctrica, mas lamentavelmente com uma autonomia bastante reduzida.

Após décadas de domínio dos motores a gasóleo, a mítica Toyota Hilux prepara-se para dar o salto para a electrificação. A marca japonesa revelou a nona geração da sua icónica pickup, cuja grande novidade é a chegada da versão totalmente eléctrica, a Hilux BEV. Esta faz parte da estratégia "multipath" da Toyota, que aposta em várias soluções de motorização, incluindo sistema híbrido de 48V, gasolina, gasóleo, e até uma versão a hidrogénio prevista para 2028.

A Hilux eléctrica mantém a robustez característica do modelo, assente na mesma estrutura body-on-frame das versões a combustão. A potência vem de uma bateria de 59.2 kWh, que alimenta dois motores eléctricos - um no eixo dianteiro (com 205 Nm de binário) e outro no traseiro (com 268 Nm), garantindo tracção integral permanente. A bateria está protegida para resistir a terrenos difíceis, mantendo a mesma capacidade de passagem em água que o modelo a gasóleo. O sistema Multi-Terrain Select gere a tracção de forma inteligente, simulando o comportamento de uma caixa tradicional com redutoras.
Em termos de capacidade, a Hilux BEV posiciona-se claramente para utilização urbana e frotas comerciais. A Toyota aponta para uma carga útil de 715 kg e uma capacidade de reboque de 1.600 kg, valores modestos para o segmento. A autonomia estimada é de apenas 240 km (WLTP), o que não impressiona mas será suficiente para rotas locais previsíveis - tendo ainda que se ter em conta que este valor deverá reduzir-se significativamente se se der uso à capacidade de carga ou reboque. A marca promete carregamentos rápidos de referência, mas ainda não divulgou tempos ou potências concretas.

Visualmente, toda a gama Hilux adopta o novo estilo "Tough and Agile", com a versão eléctrica a destacar-se por uma frente fechada e mais aerodinâmica. No interior, o design foi totalmente renovado e inspirado no novo Land Cruiser, com painel digital de 12.3", ecrã central táctil e comando electrónico de mudanças. A segurança também evolui, com o pacote Toyota T-Mate a integrar novas assistências à condução e actualizações OTA. A nova Hilux BEV chega ao mercado em Dezembro de 2025, restando esperar que o preço seja uma grande surpresa para compensar as muitas limitações desta versão 100% eléctrica.

Xiaomi 17 Ultra pode chegar antes do final do ano

12-11-2025 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

Quem estiver a aguardar pelo Xiaomi 17 Ultra poderá ter que esperar menos tempo do que se pensava.

A Xiaomi parece estar a acelerar o seu calendário de lançamentos. Enquanto o Xiaomi 15 Ultra foi apresentado globalmente em Fevereiro de 2025, o novo Xiaomi 17 Ultra deverá ser revelado já em Dezembro, pelo menos na China, três meses após a estreia do Xiaomi 17.

O Xiaomi 17 Ultra deverá integrar o processador Snapdragon 8 Elite Gen 5 da Qualcomm e suportar carregamento rápido de 100 W. Quanto às câmaras, fala-se num novo sensor principal de 50 MP com zoom integrado no sensor, acompanhado por uma câmara telefoto/macro de 200 MP, uma ultrawide e possivelmente uma telefoto de curta distância, oferecendo maior versatilidade. O ecrã deverá manter as especificações do Xiaomi 17 Pro Max, com um painel LTPO OLED de alta luminosidade e taxa de actualização adaptativa.

Por agora, o lançamento antecipado deverá limitar-se ao mercado chinês, com a chegada global prevista apenas para o início de 2026. Mesmo assim, este será um dos intervalos mais curtos entre um modelo base e a sua versão Ultra, mostrando que a Xiaomi quer competir mais directamente com a Samsung e a Honor no segmento topo-de-gama. Fará também com que seja um dos primeiros topo de gama a marcar a entrada no novo ano.

Firefox com novas protecções contra fingerprinting

11-11-2025 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

A Mozilla reforça a privacidade do Firefox com novo sistema de protecção contra fingerprinting.

A Mozilla anunciou uma grande actualização de privacidade no Firefox 145, que traz uma nova geração de defesas contra fingerprinting digital, reduzindo significativamente o número de utilizadores que podem ser seguidos online.

As novas protecções estarão, para já, disponíveis apenas no Modo de Navegação Privada e no modo Enhanced Tracking Protection (ETP), passando a ser activadas de origem numa fase posterior. O fingerprinting é uma técnica de tracking que combina informações aparentemente inocentes -como o fuso horário, especificações de hardware, tipos de letra instaladas, ou resolução do ecrã - para criar uma "assinatura digital" única que permitindo identificar o utilizador mesmo com os cookies bloqueados.


Esta nova fase, apelidada de "Phase 2 Protections", vem reforçar o trabalho iniciado em 2021, quando o Firefox já tinha reduzido o tracking em quase 50%. Agora, o browser bloqueia pedidos de acesso a tipos de letra locais e dados de hardware, uniformiza informações do sistema, e introduz ruído aleatório em imagens de fundo quando um site tenta lê-las. O Firefox também limita a detecção de toque, reporta apenas dois núcleos de CPU, e ajusta ligeiramente a resolução do ecrã para confundir os trackers.

Graças a estas melhorias, apenas 20% dos utilizadores podem ainda ser identificados de forma única, uma descida face aos 35% registados na primeira fase. A Mozilla alerta, no entanto, que não pode bloquear todos os dados sem comprometer a usabilidade de alguns sites. Caso surjam problemas, os utilizadores poderão desactivar as protecções para sites específicos.

Apple lança "iPhone Pocket" - uma bolsa de 230 dólares

11-11-2025 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

A Apple revelou o iPhone Pocket - uma bolsa simples que vai surpreender pelo preço: 230 dólares.

Depois do famoso pano de limpeza, a Apple parece ter um sucessor à altura para as piadas dos consumidores.

A iPhone Pocket é basicamente uma "meia" para o iPhone, com um preço que chega aos 230 dólares, sendo o resultado de uma colaboração limitada com o designer japonês Issey Miyake. A versão a tiracolo custa 229.95 dólares, disponível em azul, castanho e preto, enquanto a versão curta, que pode ser pendurada no braço ou atada a uma mala, custa 149.95 dólares e surge em cores vivas como laranja, amarelo, roxo, rosa e turquesa.

Segundo a Apple, o design tricotado em 3D foi inspirado "num pedaço de tecido" (a sério, Apple?) e pretende criar um "bolso adicional" capaz de transportar qualquer iPhone e pequenos objectos do dia a dia. Na prática, é uma espécie de bolsa elástica que se pode usar a tiracolo ou presa a uma mala para transportar o iPhone, deixando-o em local mais facilmente acessível.
A equipa de Miyake afirma que o produto "reflecte a ligação entre o iPhone e o seu utilizador" e procura explorar "a alegria de usar o iPhone à sua maneira" - descrições perfeitamente válidas do ponto de vista do designer, mas que em nada ajudarão a justificar pagar-se o valor pedido - ainda mais quando evoca as iPod Socks de 2004 - que o próprio Steve Jobs apresentou, em tom de brincadeira, como sendo um "produto revolucionário", mas com um preço bastante mais acessível de $29 (ainda assim, caras).

A iPhone Pocket estará à venda a partir de 14 de Novembro, online e em lojas Apple seleccionadas - e apesar de se poder tornar num produto "cómico", parece ser inevitável que haja pessoas dispostas a comprá-las. Quanto às restantes, provavelmente esperarão pelas réplicas que não tardarão a surgir por uma pequena fracção do preço pedido (isto para quem não quiser encomendar a peça tricotada a alguém da família).

Powerbank Baseus Enerfill MagSafe Qi2 a €40

11-11-2025 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

Para aqueles que procuram a máxima autonomia longe de uma tomada ou porta USB, este power bank MagSafe wireless de 10000 mAh recarrega iPhones sem necessidade de cabos.

Os powerbanks há muito que são companhia habitual de muitos utilizadores, permitindo uma utilização intensiva e despreocupada de smartphones e tablets, sabendo-se que a sua autonomia poderá ser prolongada assim que for necessário sem estar dependente da proximidade de uma tomada eléctrica ou carregador. E no caso deste powerbank Baseus Enerfill temos a conveniência adicionar do sistema magnético MagSafe / Qi2 que permite o carregamento wireless livre de cabos.


Este powerbank Baseus Enerfill MagSafe 10000 mAh está disponível por 40 euros na Amazon Espanha.

O powerbank vem com uma única porta USB-C que suporta carregamento bidireccional PD de até 22.5W, mas o seu elemento diferenciador é a compatibilidade MagSafe que possibilita o carregamento wireless com iPhones bastando encaixá-lo magneticamente na traseira sem necessidade de cabos adicionais. Neste caso a velocidade fica reduzida a 7.5W/15W dependendo do modelo de iPhone, pelo que quem tiver pressa poderá preferir fazer o carregamento tradicional via cabo - especialmente se se tratar de um iPhone mais antigo com MagSafe de 7.5W. Como último elemento de destaque adicional, o seu tamanho compacto, que permite que facilmente seja transportado para qualquer lado sem grandes inconvenientes .


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Análise ao Google Pixel 10 Pro XL

11-11-2025 | 15:30 | Aberto até de Madrugada


O Pixel 10 Pro XL aposta num design já conhecido, deixando as novidades para as funcionalidades de inteligência artificial, assentes num novo processador Tensor G5. Numa altura em que a inovação no hardware e software dos smartphones é cada vez mais escassa, iremos procurar com esta análise confirmar se este Pixel 10 Pro XL será capaz de conquistar um lugar de destaque no segmento de gama alta.

O Pixel 10 Pro XL


O empacotamento não apresenta novidades, mantendo o muito prático sistema de abertura da caixa. 


Retirando a tampa da caixa, surge o smartphone, envolto numa película protetora. 


Os acessórios, em versão económica, surgem divididos em duas áreas, com a tampa a incluir a documentação de referência.

Se estão curiosos relativamente ao local onde se encontra o clip para instalação do cartão SIM, basta puxar a documentação para que o referido acessório se apresente. 


Na lateral inferior, duas grelhas para a saída de som ladeiam a porta USB-C.


Na lateral oposta, um microfone e a bandeja para instalação do cartão SIM.


Os botões de volume e on/off estão do lado direito. Em termos de posicionamento, os botões de volume têm mais fácil acesso, com uma mão mais pequena a ter de se movimentar para chegar ao botão de on/off.


A traseira apresenta o símbolo da Google ao centro, com o bloco de câmaras a centrar todas as atenções.


Especificações

  • Processador
    • Google Tensor G5
    • Coprocessador de segurança Titan M2
  • Memória e armazenamento
    • 16 GB de RAM
    • 256 GB/512 GB/1 TB
  • Ecrã
    • Super Actua de 171 mm
    • Formato 20:9
    • LTPO OLED de 1344 x 2992 a 486 ppp
    • Frequência de actualização (1-120 Hz)
    • Corning® Gorila Glass Victus
    • Até 2200 nits (HDR) e até 3300 nits (brilho máximo)
    • Relação de contraste superior a 2 000 000:1
  • Câmaras
    •  Tripla traseira
      • grande-angular de 50 MP
      • Ultrawide de 48 MP com macrofoco
      • Teleobjectiva de 5x de 48 MP
      • Zoom Pro Res até 100x e qualidade óptica de 0,5x, 1x, 2x, 5x e 10x
    • Fontal com sensor de 42 MP e focagem automática
  • Ligações
    • USB tipo C 3.2
    • Wi-Fi 7 (802.11be) com 2,4 GHz, 5 GHz, 6 GHz, 2x2 MIMO
    • Bluetooth v6
  • Bateria e carregamento
    • 5200 mAh (mínimo de 5079 mAh)
    • Carregamento rápido (até 70% em cerca de 30 minutos) com um carregador PPS USB-C de 45 W ou superior, vendido em separado
    • Carregamento sem fios Pixelsnap (certificação Qi2) até 25 W
  • Dimensões e peso
    • 162,8 mm (altura) x 76,6 mm (largura) x 8,5 mm (profundidade)
    • 232 g
  • Software: 7 anos de actualizações do sistema operativo, segurança e novas funcionalidades



Em funcionamento


A lateral plana com arestas cortadas reforça a aposta no lado estético, em detrimento do conforto na mão. Quem (ainda) esteja habituado a um corpo com curvatura na traseira vai levar alguns dias a habituar-se a esta renovada aposta nas linhas direitas. A capa ajuda a minimizar este aspecto, não sendo contudo uma solução que iguale a traseira com curvatura. 


Face ao volume do bloco de câmaras, a capa consegue ajudar a minimizar o impacto da dimensão desta unidade fotográfica, com o dedo indicador a ter uma zona de contacto mais confortável do que o  oferecido pelo alumínio. 


As margens do ecrã, não sendo exageradamente grandes, poderiam apresentar uma espessura um pouco mais reduzida, algo que de resto se encaixa nos requisitos de um smartphone do segmento premium.


O processo de configuração inicial garante uma segura e descontraída passagem de informação para o novo equipamento, permitindo ao utilizador manter as suas configurações, aplicações, registo de chamadas e SMS, fotos e vídeo.



No que ao desempenho diz respeito, temos a esperada melhoria disponibilizada pelo Tensor G5, o qual, no entanto, chega com uma novidade que acaba por ser motivo de elevadas críticas, com a GPU PowerVR DXT-48-1536 a apresentar uma prestação inferior à oferecida pela Mali-G715 do Pixel 9 Pro. O teste de stress apresentou um descréscimo acentuado no desempenho, caindo quase 50%, pelo que aplicações que exijam elevada capacidade de processamento, irão apresentar uma redução de performance.

Em termos práticos, e de uma forma geral, a prestação do Tensor G5 e GPU PowerVR DXT-48-1536 não irá defraudar as expectativas dos fãs dos jogos no smartphone. Pode haver casos em que os jogos tenham de rodar a uma resolução mais baixa, mas a Google mostrou estar ciente deste problema, tendo aberto a possibilidade de lançar actualizações para os drivers, por forma a melhorar a prestação do Pixel 10 Pro. Resumindo, um bom desempenho que poderia e deveria ser melhor em termos de gaming.

O ecrã do Pixel 10 Pro mantém a aposta da Google num ecrã LTPO OLED de alta qualidade, que garante cores precisas, pretos profundos e um excelente contraste. A taxa de actualização adaptativa permite uma transição fluida entre 1Hz e 120Hz, optimizando o consumo energético ao ajustar-se ao conteúdo visualizado, seja ele scroll rápido ou visualização estática. Além disso, a luminosidade do ecrã foi aprimorada, atingindo picos que garantem uma leitura confortável mesmo sob luz solar directa. Num dia de sol é impressionante olhar para o ecrã e conseguir ver perfeitamente o que está a ser apresentado, não sendo necessário mudar a posição do smartphone, ou procurar uma zona de sombra.


A autonomia está em linha com o que a Google tem vindo a apresentar. A bateria com 5200mAh, permite, segundo a marca, uma autonomia superior a 24 horas de utilização. O Pixelsnap permite a fácil fixação de carregadores sem fios, mesmo com as capas Pixelsnap da Google, suportando carregamento sem fios Qi2 eficiente, até 25W. O carregamento sem fios pode ir até aos 45W, mas estará sempre dependente da compatibilidade do carregador. Nos testes efectuados com diferentes carregadores (que não o oficial), uma carga completa levou cerca de 95 minutos. Em menos de 30 minutos terão meia carga, se esperarem um pouco mais (43 minutos) a bateria irá chegar aos 75%.

O software com um maduro e antecipado Android 16 a servir de fonte de inspiração para os OEM, merece naturalmente um destaque. A inteligência artificial beneficia de uma TPU 60% mais potente para estar em quase todo o lado, havendo contudo aplicações e funcionalidades que continuam vedadas ao mercado europeu. 

O Gemini mostrar uma notável evolução em termos de desempenho, disponibilizando resultados muito mais acertados e em linha com o esperado, sendo igualmente uma alternativa viável ao assistente da Google. De referir que a série Pixel 10 Pro inclui uma subscrição de um ano do plano Google AI Pro, que dá acesso prioritário à IA de próxima geração da Google com o Gemini Pro.

As câmaras


O cartão de visita não é propriamente o mais entusiasmante, com a Google a utilizar no Pixel 10 Pro os mesmos sensores que equipam o Pixel 9 Pro lançado no ano anterior. Contudo, os resultados obtidos rapidamente permitem concluir que há uma clara evolução em termos de qualidade de imagem e funcionalidades, com o Tensor G5 e a as funcionalidade de inteligência artificial a elevarem os resultados obtidos. 


O Pixel 10 Pro integra o Assistente de Câmara, que utiliza modelos Gemini para optimizar o processo de captura de imagem. Esta ferramenta de IA analisa o ambiente em tempo real, fornecendo sugestões ao utilizador sobre o melhor ângulo e iluminação. Em termos de funcionalidades, destaque para o "melhor take automático", que melhora as fotografias de grupo, combinando imagens semelhantes capturadas em sequência, para garantir que não aparecem expressões estranhas na foto. Destaque também para a função "adiciona-me", que permite integrar o fotógrafo em fotos de grupos, não deixando o mesmo de fora da foto.

Pixel 10 Pro XL

O zoom, que tantas vezes é utilizado como argumento de marketing, foi uma agradável surpresa, com as 100x a não serem apenas um número bonito para apresentar nas especificações. Há que experimentar, para acreditar. Cada foto com um nível de zoom superior ao óptico dá origem a duas imagens, a real e uma alvo de tratamento. 


Quando ativado o modo "Zoom Pro", a imagem original é processada e proposta uma alternativa melhorada.



Dois exemplos de imagem com zoom 100x, processada em cima, original em baixo.

Os resultados não são ainda exemplares e livres de erros, mas são um excelente indicador daquilo que a inteligência artificial poderá vir a disponibilizar. O futuro está mesmo aqui ao lado, não há grandes dúvidas disso, com o utilizador a poder beneficiar de fotografia e vídeo (muito bom apoio na estabilização de imagem) de grande qualidade.

Apreciação final


O Google Pixel 10 Pro XL não representa propriamente uma revolução em termos de inovação. É sim a  iteração natural do modelo lançado no ano anterior, com a experiência de software e a optimização de ecrã a estarem num nível superior. O painel OLED LTPO mantém a excelência de cor e contraste, com a taxa de actualização adaptativa a garantir a eficiência energética. A luminosidade destaca-se como um ponto forte, assegurando uma visibilidade perfeita, mesmo sob luz solar directa. 

Em termos de desempenho, o chip Tensor G5 cumpre o esperado, promovendo melhorias gerais no sistema e na eficiência da inteligência artificial, que beneficia de uma TPU 60% mais potente. Contudo, a prestação da nova GPU PowerVR DXT-48-1536 revelou-se inferior à geração anterior em benchmarks específicos, o que pode exigir que jogos mais pesados rodem a resoluções mais baixas. Este é um ponto que a Google demonstrou estar ciente, prometendo actualizações de drivers para mitigar o problema. A autonomia, suportada por uma bateria de 5200 mAh, cumpre a promessa de durar mais de 24 horas, e o carregamento rápido (até 45W com acessórios compatíveis), complementado pelo sistema magnético Pixelsnap, oferece conveniência e rapidez ao carregar a bateria do smartphone.


Apesar de utilizar os mesmos sensores de câmara do Pixel 9 Pro, a qualidade final da imagem apresenta uma clara evolução, impulsionada pelo Tensor G5 e pelo software de IA. O zoom revela-se uma surpresa positiva, ao estender-se até 100x, fornecendo resultados impressionantes que demonstram o potencial da IA no tratamento de imagem neste tipo de situação.

Não sendo um smartphone capaz de garantir uma supremacia inquestionável face a outros equipamentos no mesmo segmento de mercado, o Pixel 10 Pro XL oferece uma experiência de utilização de elevada qualidade, sendo merecedor de um "Escaldante".




Pixel 10 Pro XL
Escaldante


Prós
  • Android sem complicações
  • Ecrã
  • Câmara com zoom até 100x
Contras
  • Desempenho da GPU
  • Carregamento de apenas 45W



Google Pixel 10 Pro XL

Escaldante (5/5)

Samsung SmartThings ganha Shortcuts da Siri

11-11-2025 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

Os utilizadores de smart devices ligados via Samsung SmartThings já os podem controlar através dos Shortcuts da Siri.

A plataforma SmartThings da Samsung passou a ser compatível com os Shortcuts da Siri, facilitando o controlo das casas inteligentes a partir de um iPhone ou HomePod. Com esta actualização, é possível usar a assistente de voz da Apple para executar rotinas do SmartThings, bastando um simples comando de voz para ligar luzes, abrir estores ou activar eletrodomésticos.

Os Shortcuts da Siri permitem criar ou usar automatizações pré-configuradas no iOS. Agora, ao dizer "Hey Siri, bom dia", podemos accionar uma rotina SmartThings que prepara a casa para o início do dia: ligar a máquina de café, aumentar a iluminação e abrir as cortinas. A actualização também melhora a app SmartThings nos dispositivos Apple. No Apple Watch, passa a ser possível visualizar todos os dispositivos, enviar comandos e executar rotinas directamente do pulso. Já na versão iOS, podemos controlar até cinco dispositivos usados recentemente a partir do lock screen graças ao suporte para Live Activities.

Embora se esteja a evoluir no sentido de se tornar irrelevante qual a plataforma utilizada, com o Matter e Thread a promoverem que todos os smart devices possam ser controlados a partir de qualquer app, isso não significa que esse objectivo seja atingido de um dia para o outro - pelo que melhorias graduais de interoperabilidade, como esta, tornam-se bastante importantes para melhorar a vida dos utilizades desde já, sem que tenham que esperar pela promessa do "futuro ideal".

Tesla lança "aluguer de curta duração" nos EUA

11-11-2025 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

Nos EUA a Tesla lançou um programa de aluguer de 60 dólares por dia, que na verdade funciona como test drive disfarçado.

A Tesla lançou um novo programa de aluguer na Califórnia, mas o objectivo não é propriamente o negócio do aluguer. Disponível apenas nas lojas de San Diego e Costa Mesa, o serviço pretende colocar mais pessoas ao volante de um Tesla durante tempo suficiente para as convencer a comprar um.

A oferta é simples, mas generosa: os clientes podem alugar um Tesla entre três e sete dias, com carregamento gratuito nos Superchargers, quilometragem ilimitada e acesso ao Full Self-Driving (Supervised) - o sistema de condução assistida mais avançado da marca, normalmente disponível apenas mediante pagamento único ou subscrição mensal - por 60 dólares por dia. A única regra é não sair do estado da Califórnia.
O verdadeiro objectivo é evidente. Quem comprar um Tesla novo até sete dias após o aluguer recebe um crédito de 230 dólares, o que, na prática, reembolsa o valor total do aluguer. Ou seja, a Tesla está a pagar aos clientes para testarem os seus carros, permitindo-lhes perceber como o veículo se adapta ao quotidiano sem a pressa de um test drive tradicional por tempo reduzido.

Com as vendas a abrandar, torna-se inevitável que a Tesla procure novas formas de fomentar as vendas. Resta saber se este programa será suficientemente apelativo para atrair novos clientes. Se o projecto-piloto for bem-sucedido, este "super test drive" deverá chegar a mais lojas Tesla até ao final do ano, e eventualmente ser expandido a mais países onde as vendas tenham caído.

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