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Renault 5 eléctrico domina vendas em França

04-11-2025 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

Os franceses estão apaixonados pelo regresso do Renault 5 eléctrico que domina o top de vendas em França por grande margem.

O mercado automóvel francês continua em forte crescimento, impulsionado pelos veículos eléctricos. Em Outubro, registaram-se 139.513 novos automóveis, um aumento de 2.9% face ao mesmo mês de 2024, e o quarto mês consecutivo de subida. A estrela do mês foi, sem dúvida, o segmento eléctrico, que registou um salto de 63%, com 34.108 novas matrículas, representando 24.45% do total - ou seja, um em cada quatro carros novos vendidos em França é eléctrico.

Grande parte deste sucesso deve-se ao programa de leasing social implementado pelo governo francês, que permite a famílias com rendimentos mais baixos arrendar veículos eléctricos a preços muito acessíveis. A medida está a ter um impacto directo na popularização da mobilidade eléctrica em todo o país.

O grande destaque vai para o Renault 5 E-Tech, que recuperou o título de carro eléctrico mais vendido em França depois de ter sido ultrapassado pelo Tesla Model Y em Setembro. A Renault domina a tabela: os modelos 4, 5, Scenic e Mégane E-Tech estão todos entre os 10 eléctricos mais vendidos. O Peugeot e-208 ocupa o segundo lugar, seguido pelo Renault Scenic, que, tal como o Model Y, nem sequer beneficia do programa de leasing social.
Já a Citroën e-C3, apesar de ser o eléctrico mais barato para arrendar, ficou apenas em sexto lugar, demonstrando que o preço não é o factor predominante na escolha. Ainda pior é o desempenho de outros modelos: o Smart #1 vendeu apenas 27 unidades, o Nissan Ariya ficou-se por 37 unidades. O novo Ford Capri também demonstra que o factor nostalgia não funciona de igual forma para todos, com apenas 72 exemplares vendidos, sendo visto como um produto datado e sem apelo.

Para a Renault, a fórmula parece estar a fazer sucesso, e só é pena que não exista uma versão intermédia do Renault 5 com o aspecto do Renault 5 Turbo mas sem ser tão radical.

Ganha um carregador Anker Nano USB-C

04-11-2025 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta é um carregador Anker Nano de 20W.

Faça-se o que se fizer, é garantido que nunca temos carregadores suficientes na parede para ligarmos tudo o que queremos. A prenda que temos para dar esta semana ajuda a resolver isso, consistindo num carregador Anker Nano equipado com uma porta USB-C com carregamento PD até 20W.
Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

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Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.

Nova Siri poderá usar modelo Gemini da Google

04-11-2025 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

A Apple poderá ter recorrido à Google para acelerar a chegada da nova Siri "AI".

Apesar de ter acabado de lançar o iOS 26.1, o mundo continua a aguardar a chegada da da Siri com inteligência artificial que é esperada para o iOS 26.4, previsto para a primavera de 2026 (depois de vários adiamentos embaraçosos). Mas um novo rumor indica que esta futura versão mais inteligente da assistente da Apple poderá ficar dependente de um dos seus grandes rivais.

Segundo as informações, a empresa está a colaborar com a Google para usar modelos personalizados do Google Gemini, que serão executados em servidores da Apple. Na prática, a Siri continuará a parecer um produto totalmente da Apple, mas a sua inteligência virá em grande parte dos modelos Gemini - os mesmos que têm dado inteligência aos serviços da Google.

Curiosamente, a Apple terá comparado o Gemini com o Claude, da Anthropic, e considerado este último tecnicamente superior. Ainda assim, optou pela Google por razões financeiras e estratégicas, uma vez que ambas as empresas já mantêm uma parceria de longa data: a Google paga milhares de milhões de dólares à Apple todos os anos para ser o motor de pesquisa activado de origem nos dispositivos iOS. O novo acordo poderá simplesmente equilibrar esse pagamento com valor em sentido contrário para os serviços AI.

No entanto, pelo menos por agora, nem a Apple nem a Google deverão confirmar publicamente esta colaboração, e não haverá qualquer referência ao Gemini no sistema. A Apple continuará a promover a nova Siri como parte do seu ecossistema "Apple Intelligence" (que já suporta português de Portugal com o iOS 26.1), destacando a privacidade e o processamento local, mesmo que essa inteligência esteja a ser fornecida por modelos da Google.

Apple lança iOS 26.1 com Apple Intelligence em Português

04-11-2025 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

A Apple lançou o iOS 26.1 para os iPhones, a par do iPadOS, macOS, tvOS e watchOS, com várias correcções e melhorias.

Para os utilizadores portugueses a maior novidade é finalmente a disponibilização dos serviços Apple Intelligence em Português de Portugal. A par da lista de correcções de segurança e de bugs, eis as alterações que serão mais visíveis para o dia da dia dos utilizadores.

Transparência do Liquid Glass

Há uma nova opção para ajustar o aspecto do Liquid Glass. Agora é possível escolher um visual menos transparente, que adiciona opacidade e facilita a legibilidade.
Em Definições > Ecrã e Brilho, existe uma nova opção para alternar entre os modos Clear e Tinted. O modo Clear é o padrão, mais transparente, mostrando o fundo por baixo de botões, barras de menus e outros elementos da interface. Já o modo Tinted aumenta a opacidade do Liquid Glass para melhorar o contraste.
O efeito de refração da luz em torno dos ícones está mais subtil, com tons mais escuros.

Gesto da Câmara no Ecrã Bloqueado

A Apple adicionou uma forma de desactivar o gesto de deslizar que abre a aplicação Câmara a partir do Ecrã Bloqueado.
Na secção Câmara das Definições, existe agora a opção Swipe no Ecrã Bloqueado para abrir a Câmara. Ao desactivar esta opção, o gesto de deslizar à esquerda deixa de abrir a aplicação Câmara.
Anteriormente, não havia forma de impedir a abertura da câmara no ecrã bloqueado sem desativar completamente a app.

Vibrações no Telefone

A aplicação Telefone inclui uma nova opção para desligar o feedback háptico quando uma chamada é atendida ou terminada - ideal para quem acha essa vibração incómoda.

Alarmes e Temporizadores

A interface dos alarmes e temporizadores foi actualizada. No Ecrã Bloqueado, surge agora uma barra Deslizar para parar em vez do tradicional botão de toque.
Ainda é possível adiar o alarme tocando no grande botão Snooze, mas para o desligar totalmente é necessário deslizar - um gesto que minimiza o cancelamento acidental.

Novos Idiomas para o Apple Intelligence

O Apple Intelligence passa a estar disponível em Dinamarquês, Neerlandês, Norueguês, Português (Portugal), Sueco, Turco, Chinês Tradicional e Vietnamita.
Estes juntam-se aos já existentes Inglês, Francês, Alemão, Italiano, Português (Brasil), Espanhol, Chinês Simplificado, Japonês e Coreano.

Idiomas do AirPods Live Translation

O Live Translation dos AirPods passa a suportar Japonês, Coreano, Italiano e Chinês (Mandarim Tradicional e Simplificado).
De início, o suporte estava limitado a Inglês, Francês, Alemão, Português (Brasil) e Espanhol (Espanha).
É possível traduzir entre todos estes idiomas com os AirPods Pro 2, AirPods Pro 3 ou AirPods 4 com ANC.

Música

Há um gesto oculto na aplicação Música: pode deslizar sobre o título da faixa para avançar ou recuar entre músicas.
Além disso, o AutoMix funciona agora via AirPlay, permitindo ouvir as transições mesmo quando a música é reproduzida em colunas compatíveis com AirPlay 2.

App TV

A app TV tem um novo ícone mais colorido, adoptando o estilo Liquid Glass. Esta mudança acompanha a decisão da Apple de remover o “Plus” do serviço — Apple TV+ passa agora a chamar-se simplesmente Apple TV dentro da aplicação.

Aplicação Fitness

Agora é possível criar treinos totalmente personalizados na aplicação Fitness. O utilizador pode escolher o tipo de treino, calorias activas estimadas, intensidade, duração e hora de início.
As opções anteriores eram mais limitadas, no iOS 26.1, a personalização é total.

Aplicação Definições

Os ícones e o texto estão agora alinhados à esquerda nas secções com cabeçalhos, em vez de centrados. É uma alteração subtil, mas que melhora a legibilidade.
Isto aplica-se a secções como Geral, Bluetooth, Wi-Fi, Rede móvel, Acessibilidade, Apple Intelligence, entre outras.

Pastas no Ecrã Principal

Ao abrir uma pasta no ecrã inicial, o nome da pasta surge alinhado à esquerda, combinando com o novo alinhamento usado nas Definições.

Telefone

O teclado numérico da aplicação Telefone utiliza agora o efeito Liquid Glass nos números, corrigindo um problema visual presente na versão anterior.

Fotografias

O cursor para navegar em vídeos tem um novo design.
A barra de navegação está ligeiramente mais difusa, tornando-se mais visível em fundos claros. Nos screenshots a imagem é apresentada de forma a não se sobrepor aos botões e controlos.
Ao gerir várias fotos seleccionadas, as opções Reproduzir como Apresentação, Favorito e Ocultar foram movidas para o topo do menu.

Safari

A barra de separadores inferior é agora mais larga e tem menos margens, aproveitando melhor o espaço. No modo de redução de transparência, o espaçamento adicional evita que o design pareça desequilibrado.

Melhorias de Segurança

Na secção Privacidade e Segurança, há uma nova opção que permite transferir e instalar automaticamente melhorias de segurança.
Substitui o antigo sistema de Rapid Security Responses, permitindo à Apple disponibilizar correções de segurança sem lançar uma actualização completa do sistema operativo.

Definições de Ecrã

A secção Ecrã nas Definições mostra agora o papel de parede temático do iOS 26, em vez do antigo do iOS 18.

Papel de Parede

Ao escolher um novo papel de parede, as instruções como Apertar para cortar aparecem brevemente e desaparecem de seguida, permitindo uma melhor visualização da imagem antes de aplicar.

Acessibilidade do Ecrã

Em Acessibilidade > Ecrã e Tamanho do Texto, há uma nova opção Mostrar Contornos, que adiciona uma borda a todos os botões e substitui a antiga opção Formas dos Botões.

Definições de Captura Local

Na aplicação Ficheiros, é agora possível definir um local para guardar gravações de áudio e vídeo feitas durante chamadas.
A opção encontra-se em Definições > Geral > Captura Local.
Há também uma nova opção para ajustar o ganho de entrada ao utilizar microfones externos.

FaceTime

O FaceTime passou a oferecer melhor qualidade de som em ligações com pouca largura de banda.

iPadOS 26.1 - Slide Over

Muitas das novidades acima chegam também ao iPadOS 26.1, que reintroduz o modo Slide Over.
Este modo funciona em conjunto com o sistema de janelas do iPadOS 26, permitindo ter várias janelas abertas e, ainda assim, deslizar rapidamente para aceder a uma aplicação em Slide Over.
Só é possível ter uma aplicação em Slide Over de cada vez, e a função é activada ao tocar no botão verde de redimensionar janela e escolher Entrar em Slide Over.
A actualização iPadOS 26.1 traz também a aplicação Vision Pro para o iPad

Itália vai exigir verificação de idade para sites pornográficos

03-11-2025 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

Em Itália, quem tentar aceder a sites para adultos irá ser confrontado com a exigência de verificação de idade a partir deste mês.

A Itália vai tornar-se o mais recente país europeu a obrigar à verificação de idade para aceder a sites com conteúdo pornográfico, juntando-se a países como França e Reino Unido. A medida, anunciada pela autoridade reguladora AGCOM, entra em vigor a 12 de Novembro e tem como objectivo impedir o acesso de menores a conteúdos adultos.

De acordo com as novas regras, os utilizadores terão de se verificar através de entidades terceiras certificadas, como bancos, operadores de telecomunicações, ou outras empresas que já disponham dos seus dados de identidade. Depois da verificação, será emitido um código de acesso único que confirma que o utilizador é maior de idade, permitindo-lhe entrar em sites como o Pornhub, XHamster e OnlyFans, entre outros - na primeira fase da implementação são abrangidas cerca de 50 plataformas.

Para mitigar preocupações com a privacidade, o sistema utiliza um mecanismo de "dupla anonimidade". Assim, os sites pornográficos apenas saberão se o utilizador é maior de idade, sem aceder à sua identidade, enquanto o verificador externo saberá quem é o utilizador, mas não saberá que site está a visitar. No entanto, o processo terá de ser repetido sempre que o utilizador tentar aceder novamente, e as questões de privacidade permanecem, sabendo-se que será apenas uma questão de tempo até que esses dados possam ser roubados ou abusados.

Os sites que não cumprirem a nova lei arriscam multas até 250.000 euros e podem ser bloqueados em território italiano. A medida segue exemplos semelhantes em França e no Reino Unido, onde o tráfego em plataformas como o Pornhub caiu 77% após a introdução de verificações de idade. Tráfego esse que certamente terá sido direccionado para outros sites mais obscuros que não implementem estas verificações, os mesmos sites que os jovens que desejarem aceder a estes conteúdos irão utilizar - isto para não falar no recurso a outros métodos, como VPN ou rede Tor.

Bug na Google Calculator

03-11-2025 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

A Google Calculator tem um estranho bug, mas que não afecta as contas.

Ao se falar de um bug numa calculadora, seria inevitável pensar-se desde logo que se tratasse de algum caso em que fizesse as contas erradas (ao estilo do histórico Pentium FDIV bug de 1994), mas não é o caso.

Este bug é bastante mais curioso e afecta apenas a apresentação visual dos elementos do menu da Google Calculator para Android, e poderá passar despercebido aos utilizadores - a não ser que, propositadamente ou acidentalmente, abram e fechem o menu dezenas de vezes.

Google Calculator - it's a feature, not a bug 🫠

Thanks to chandrashekar316 for sharing pic.twitter.com/g92PqQYf2u

— AssembleDebug (Shiv) (@AssembleDebug) November 1, 2025
Por algum motivo, os elementos do menu começam a ser apresentados cada vez mais à direita de cada vez que se abre o menu, fazendo com que o texto comece a ser cortado e, após dezenas de acessos, todos os elementos do menu se tornem invisíveis por estarem a ser apresentados fora da área do menu.

Pode ser que isto tenha alguma coisa a ver com a transição para o mais recente Material Design, ou não. Seja como for, serve de comprovativo que parece ser impossível livrarmos-nos dos bugs, até mesmo em coisas tão básicas como a apresentação dos elementos de um menu.

SSD externo Crucial X10 1TB a €108

03-11-2025 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

Ideal para transportar até 1 TB de dados de forma rápida e compacta, ou para ser usado em aplicações onde pens USB ou cartões de memória não sejam adequados, este SSD externo Crucial X10 apresenta-se como solução eficiente e económica.

Há situações onde uma pen USB ou cartão de memória servem para transferir ou armazenar dados; outros casos há onde será conveniente optar por um suporte mais fiável e / ou de maior velocidade. Este SSD externo Crucial X10 vem com ficha USB-C e está disponível com capacidades de 1 TB, 2 TB, 4 TB, 6 TB e 8TB, mediante as necessidades.
O SSD externo Crucial X10 de 1 TB está disponível por 108 euros na Amazon Espanha.

O seu maior destaque, a par do tamanho compacto, é a velocidade das transferências que pode atingir os 2.1 GB/s (o dobro da geração X9 anterior), acelerando consideravelmente o processo de transferência de centenas de gigabytes sem grande desespero. De resto, temos ainda o descanso adicional de ser um SSD que utiliza memórias flash da Micron, o que também serve para dar alguma confiança quanto à sua fiabilidade e longevidade.


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MS corrige "actualizar e desligar" no Windows

03-11-2025 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

A Microsoft corrigiu um bug com mais de uma década, que fazia reiniciar o computador quando se escolha a opção "actualizar e desligar" no Windows 10 e Windows 11.

Depois de anos de frustração, a Microsoft resolveu um dos bugs mais antigos e irritantes do Windows: a opção "Actualizar e desligar" que, em vez de desligar o computador, o reiniciava. A correcção chega com o Windows 11 versão 25H2 (build 26200.7019) e também com a build 26100.7019 no 24H2, garantindo que a partir de agora, ao escolher essa opção, o PC se desligue realmente após concluir a instalação das actualizações, como seria esperado.

O erro remonta ao Windows 10, onde milhares de utilizadores se queixavam que os seus PCs reiniciavam em vez de desligar após as actualizações. Durante anos, muitos pensaram que isso se devia a terem clicado por engano em "Actualizar e reiniciar", mas afinal o problema era mesmo do Windows. Na actualização opcional de Outubro de 2025 (KB5067036), a Microsoft reconheceu finalmente o bug e corrigiu-o, confirmando que a correcção será incluída de forma geral na actualização de segurança de Novembro.
A empresa não revelou a causa exacta, mas tudo indica tratar-se de um problema no componente Servicing Stack, responsável pela gestão das actualizações. Quando o utilizador escolhia "Actualizar e desligar”, o Windows iniciava a instalação das actualizações e entrava na fase de manutenção offline, aquela em que surge o ecrã "A trabalhar nas actualizações". No entanto, em vez de concluir o processo e desligar, o sistema reiniciava para o ecrã de início de sessão.

O mais provável é que a tarefa de "desligar" se perdesse durante o reinício ou fosse bloqueada por outro processo, como o Arranque Rápido (Fast Startup). Seja qual for a razão, a correcção significa que o botão "Actualizar e desligar" finalmente cumpre a sua promessa - uma pequena vitória para todos os utilizadores do Windows que foram dormir convencidos de que o computador passaria a noite desligado após aplicar a actualização, apenas para o encontrarem ligado na manhã seguinte.

Sam Altman pede reembolso do Tesla Roadster - e Elon Musk não fica calado

03-11-2025 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

Elon Musk e Sam Altman voltaram a trocar "galhardetes" no X, desta vez a propósito do reembolso pelo eternamente adiado Tesla Roadster.

A rivalidade entre Elon Musk e Sam Altman continua a dar que falar, tendo como palco o X (ex-Twitter), a rede social de Musk.

Sam Altman, CEO da OpenAI e cofundador da empresa juntamente com Musk, partilhou uma publicação intitulada "uma história em três actos", mostrando capturas de ecrã da sua reserva de um Tesla Roadster em 2018 e do recente pedido de reembolso do depósito de 50.000 dólares, que indicava que o endereço de email da Tesla para as devoluções nem sequer funcionava. Sam dizia estar entusiasmado e compreender os atrasos, mas que sete anos e meio de espera é demasido tempo.

O novo Tesla Roadster, anunciado originalmente em 2017, tem sofrido sucessivos adiamentos, com Musk a prometer agora uma nova apresentação até ao final do ano, com algo "nunca antes visto". No entanto, em vez de comentar o atraso, o empresário aproveitou a deixa para reacender a disputa com o antigo parceiro, respondendo: "Roubaste uma organização sem fins lucrativos", crítica à decisão de Altman de transformar a OpenAI de uma entidade sem fins lucrativos numa empresa com fins lucrativos - algo que Musk tem atacado em tribunais e publicamente.

you also wanted tesla to take openai over, no nonprofit at all.

and you said we had a 0% of success.

now you have a great AI company and so do we.

can't we all just move on?

— Sam Altman (@sama) November 2, 2025
Pouco depois, Musk voltou à carga, escrevendo: "E esqueceste-te do acto 4, onde o problema foi resolvido e recebeste o reembolso em menos de 24 horas. Mas isso é próprio de ti".

Aparentemente, embora a Tesla tenha resolvido o problema em menos de 24h, o problema do endereço de email era algo que alguns clientes vinham a apontar há vários anos, sem que isso tivesse sido corrigido (até agora).

Como curiosidade: se em vez de usarem os 50 mil dólares para dar o sinal para para um Tesla Roadster tivessem comprado acções da Tesla em 2018, nesta altura essas acções valeriam 1 milhão de dólares!

Actualizações do Windows 11 recebem nomes mais simples

03-11-2025 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

A MS está a simplificar o nome das actualizações do Windows 11, mas nem todos estão a gostar desta alteração.

A mais recente tentativa da Microsoft de simplificar os nomes das actualizações do Windows 11 está a gerar grande angústia entre muitos profissionais de TI. Com a actualização opcional de Outubro de 2025 a empresa abandonou o formato tradicional AAAA-MM, removeu o número da versão do Windows e até o termo "Cumulative" (Cumulativa) dos títulos das actualizações. Embora a Microsoft defenda que a mudança melhora a legibilidade, resultando num nome mais curto, os administradores dizem que a simplificação torna muito mais difícil identificar rapidamente cada actualização.

Antes, os nomes das actualizações forneciam informações completas, por exemplo: "2025-10 Cumulative Update for Windows 11 Version 25H2 for x64-based Systems (KB5066835)".

Um nome longo mas que não se pode dizer que era confuso, indicando o mês, ano, versão do sistema, arquitectura, e tipo de actualização. Até as actualizações opcionais (Cumulative Preview) seguiam esta estrutura, o que ajudava a distingui-las das versões Insider Preview. Agora, os títulos foram reduzidos a algo como "Security Update (KB5034123)" ou "Preview Update (KB5062660)". O resultado é mais "limpo" visualmente, mas também muito menos informativo.
As críticas não tardaram por parte dos administradores de sistemas. A confusão agrava-se ainda mais porque tanto as "Preview Updates" como as "Insider Preview Builds" passam a ter nomes semelhantes, apesar de serem coisas completamente diferentes.

A Microsoft diz não ter planos para reverter esta alteração mas que está a ouvir o feedback da comunidade e promete melhorias futuras. A grande questão é, porque sentiu a MS necessidade de mexer nisto? Duvido que qualquer utilizador comum (que raramente olhará para as actualizações, deixando que seja o sistema a fazê-las automaticamente) se tenha queixado dos nomes "complicados". Pelo que esta alteração não será apreciada por eles, e - como visto - é detestada por quem tem que gerir dezenas, centenas, ou milhares de máquinas Windows.

Google retira modelo Gemma do AI Studio após queixa de senadora

03-11-2025 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

A Google retirou os modelos compactos Gemma do AI Studio, após uma senadora acusar a empresa de difamação devido a respostas "alucinadas".

A Google suspendeu o acesso ao seu modelo Gemma dentro do AI Studio, depois da senadora norte-americana Marsha Blackburn o ter acusado de gerar declarações falsas e difamatórias sobre si. A senadora republicana do Tennessee diz que o modelo inventou uma acusação de má conduta sexual quando foi questionado se ela alguma vez tinha sido acusada de violação, citando como fontes páginas inexistentes.

Num carta dirigida ao CEO da Google, Sundar Pichai, Blackburn explicou que o Gemma respondeu falsamente que um agente da polícia a tinha acusado, durante uma campanha em 1987, de o pressionar a obter medicamentos controlados e de manter actos não consensuais. Tudo coisas "inventadas" pelo modelo AI - sendo que nem sequer existiu campanha naquele ano.

Gemma is available via an API and was also available via AI Studio, which is a developer tool (in fact to use it you need to attest you're a developer). We’ve now seen reports of non-developers trying to use Gemma in AI Studio and ask it factual questions. We never intended this…

— News from Google (@NewsFromGoogle) November 1, 2025
Apesar das alucinações serem um problema conhecido dos modelos AI, a senadora recusa aceitar essa desculpa e diz que isto constitui difamação, produzida e promovida por um modelo AI da Google.

Em resposta, a Google removeu o acesso ao modelo no AI Studio, mas relembra que estes modelos são concebidos para uso por developers e não deveriam ser usados pelo público em geral, e muito menos para responder a perguntas factuais através do AI Studio (cujo uso implica que se seja um developer). Por agora, o acesso ao Gemma fica disponível apenas através da API para programadores.

Apple AirTag a €32

03-11-2025 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Com os pequenos localizadores AirTag é mais fácil que nunca saber por onde andam os nossos produtos mais importantes.

A lei de Murphy dita que, no dia em que estivermos com mais pressa, será o dia em que teremos que andar em correrias a vasculhar a casa em busca de algo como a chave do carro ou a carteira. Felizmente, já existe solução tecnológica para esses esquecimentos, e também para auxiliar na sua descoberta caso sejam perdidas fora de casa, sob a forma dos localizadores Bluetooth. E agora, temos a rara oportunidade de apanhar uns AirTag da Apple em promoção a preço reduzido.
Neste momento podemos encontrar um Apple AirTag a 32 euros na Amazon Espanha, com o pack de quatro AirTags a 96 euros.

Os AirTag utilizam a rede Find My da Apple, o que significa que reportam a sua localização sempre que passam ao alcance de um iPhone, iPad ou Mac. Desta forma, mesmo que fiquem longe do iPhone do dono, continua a ser possível saber por onde andam, facilitando o processo de os encontrar. Para o caso mais comum de ser necessário localizá-los em casa, a utilização de um iPhone recente com UWB permite saber exactamente a sua localização em vez de simplesmente se saber se estamos mais longe ou mais próximos como nos trackers BT comuns.


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Xiaomi volta a superar os 40.000 automóveis vendidos por mês

03-11-2025 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

A Xiaomi continua a vender todos os automóveis que consegue produzir, voltando a superar as 40 mil entregas num mês.

A divisão automóvel da Xiaomi continua a acelerar. A empresa anunciou que entregou mais de 40.000 veículos em Outubro, o que marca o segundo mês consecutivo acima deste patamar. Embora não tenha divulgado o número exacto, a confirmação foi feita através da Weibo, pouco depois de um Setembro recordista, com 41.948 carros entregues - um aumento impressionante de 209% face ao mesmo mês do ano anterior.

Em comparação com Agosto, as vendas cresceram 15%, demonstrando o ritmo com que a marca está a ganhar espaço neste novo sector. A Xiaomi entrou no mercado automóvel em 2024, mas tem-se comportado como um verdadeiro veterano. O seu primeiro modelo, o Xiaomi SU7, concebido para competir directamente com o Tesla Model 3, foi lançado a 28 de Março de 2024 e tem sido um sucesso de vendas deste então.
Apenas quatro meses depois, a 26 de Junho, revelou o YU7, o seu primeiro SUV eléctrico, pensado para rivalizar com o Tesla Model Y, que também se revelou novo sucesso, com lista de espera que se prolonga para perto de um ano.

Apesar do sucesso, nem tudo é positivo. No mês passado, um acidente grave envolvendo um Xiaomi SU7 levantou dúvidas sobre a segurança dos veículos e sobre se a rapidez de crescimento da marca não estará a comprometer os seus padrões de testes. Ainda assim, a empresa não dá sinais de abrandar, e está a testar novo SUV de classe superior: o YU9.

LG revela LG MAGNIT Active Micro LED de 136"

03-11-2025 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

Depois dos OLED a LG lança um novo ecrã Micro LED que chegará à Europa antes do final do ano: o LG MAGNIT Active Micro LED.

A LG Electronics (LG) acaba de apresentar o LG MAGNIT Active Micro LED, a sua mais recente inovação em ecrãs de home cinema, que incorpora a tecnologia Active Matrix, que permite um controlo utrapreciso de cada píxel. Este modelo de nova geração oferece níveis de nitidez, contraste e profundidade de imagem excepcionais, redefinindo a experiência de visualização com home entertainment premium.

Já disponível na Coreia do Sul e chegando à Europa até ao final do ano, o LG MAGNIT Active Micro LED integra a gama premium MAGNIT da LG. Com um ecrã de 136" (aproximadamente 3 metros de largura por 1.7 metros de altura), resolução 4K (3.840 x 2.160) e um notável rácio de contraste de 1.000.000:1, o modelo oferece uma imersão e realismo visual sem precedentes. Ao integrar a tecnologia Active Matrix, o novo ecrã Micro LED autoemissivo permite que cada píxel produza a sua própria luz. Ao contrário dos sistemas Passive Matrix, que controlam píxeis sequencialmente por linhas e colunas, a abordagem Active Matrix da LG proporciona um controlo individual instantâneo de cada píxel, garantindo um nível de qualidade superior. A tecnologia de tratamento de superfície, exclusiva da LG, aprofunda os tons de preto e minimiza o impacto da iluminação ambiente, assegurando uma precisão cromática superior. O design modular de alinhamento preciso reduz ao mínimo os espaços entre painéis, criando uma superfície de visualização contínua.

As colunas incorporadas em cada lado do ecrã proporcionam som surround de 4.2 canais, com uma potência total de 100 watts. O ecrã suporta ainda Enhanced Audio Return Channel (eARC) para reprodução sem perdas de áudio de alta qualidade, permitindo desfrutar de um som rico e cinematográfico no conforto de casa.

Equipado com o mais recente processador α9 AI de 6ª geração, o ecrã analisa inteligentemente as imagens para optimizar cada cena. O processador reduz o ruído, aumenta a nitidez e reconhece rostos, objectos, texto e fundos, resultando em imagens mais naturais, detalhadas e realistas. A sua taxa de actualização de 144 Hz garante movimentos suaves e sem desfocagem, ideais para videojogos de ritmo acelerado e conteúdos desportivos dinâmicos.

Com o sistema operativo webOS, plataforma de smart TV da LG, o ecrã permite aceder facilmente ao LG Channels, o serviço gratuito de televisão em streaming com publicidade (FAST) da marca, bem como a outros conteúdos OTT e de gaming. Além disso, ao subscrever o LG Gallery+, os utilizadores podem transformar o ambiente das suas casas com uma selecção de conteúdos visuais - desde pinturas famosas a ilustrações de videojogos - convertendo o espaço numa autêntica galeria personalizada. O ecrã é ainda compatível com AirPlay 2 e Miracast, facilitando a partilha de ecrã com dispositivos iOS e Android.

O LG MAGNIT Active Micro LED integra Dolby Vision para oferecer imagens deslumbrantes, com um leque de cores vibrantes, contrastes mais nítidos e detalhes mais ricos. O produto recebeu também a certificação Color Consistency Wide Viewing da TÜV Rheinland, comprovando a sua capacidade de proporcionar uniformidade de cor e amplos ângulos de visualização, mesmo em ecrãs de grandes dimensões.

A LG espera expandir este produto para uma solução de video wall totalmente escalável para dimensões superiores, reforçando ainda mais a sua presença no mercado B2B.

A LG não revelou o preço indicado para a Europa, mas é de esperar que seja substancialmente mais elevado que o preço dos seus televisores OLED.

Robotaxis da Tesla têm acidentes a cada 100.000 km

02-11-2025 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

Apesar da contínua promoção de Elon Musk de que a condução autónoma dos Robotaxi é "perfeita", os dados oficiais revelam o contrário.

A Tesla continua a apostar fortemente na condução autónoma, mas os primeiros dados do seu programa-piloto de Robotaxis em Austin, Texas, mostram que o caminho para a total automação ainda tem obstáculos pelo meio. Até agora, os relatórios de incidentes da Tesla referiam-se sobretudo ao seu sistema de assistência à condução de Nível 2, no qual o condutor deve manter sempre as mãos prontas para assumir o controlo. Com o serviço Robotaxi, a empresa mudou o supervisor humano do banco do condutor para o banco do passageiro, o que elevou o sistema para o nível L4 que exige novos relatórios obrigatórios à NHTSA, a autoridade rodoviária norte-americana.

Desde o arranque limitado em Junho, a frota de Robotaxis da Tesla percorreu 402.300 quilómetros e registou quatro acidentes. Três ocorreram em Julho, no primeiro mês de operação, e outro foi adicionado em Setembro. Na prática, isto equivale a um acidente por cada 100.584 km percorridos - e isto com um supervisor humano a bordo, que pode parar o veículo instantaneamente em caso de risco. No entanto, a Tesla continua a omitir detalhes essenciais sobre os incidentes, o que dificulta a análise independente (até para os casos em que se possam tratar de acidentes menores, como simples toques, ou que nem sejam da sua responsabilidade).
A comparação com a Waymo ajuda a colocar os números em perspectiva. A concorrente já percorreu mais de 200 milhões de quilómetros em modo totalmente autónomo, sem condutor humano, e registou 1.267 acidentes, um por cada 158.682 km - uma taxa de incidentes bastante inferior à dos Robotaxis da Tesla, que ainda contam com supervisão humana - e em que grande parte foi culpa de outros veículos. A grande questão que fica é: quantos acidentes terão sido evitados graças à intervenção desses supervisores? A Tesla não divulga dados sobre o número de vezes que o condutor de segurança teve de intervir, deixando o público apenas com a informação básica comunicada às autoridades.

O desejo de manter esta informação "secreta" pode também explicar porque motivo a Tesla ainda não lançou o serviço Robotaxi na Califórnia, onde existem mais exigências a nível dos serviços de táxi autónomos, incluindo a divulgação do número de vezes em que os supervisores de segurança tiveram que intervir e parar o veículo.

O turbo eléctrico da Porsche

02-11-2025 | 18:30 | Aberto até de Madrugada

O Porsche 911 Turbo S de 2026 estreia dois turbos eléctricos que podem representar o pináculo dos turbo nos motores a combustão.

Como em muitas outras tecnologias, é quando se aproxima o momento de transição para uma nova etapa (neste caso os veículos eléctricos), que se assiste ao exponente máximo da tecnologia "antiga". No caso dos motores a combustão, a Porsche pode muito bem ter conseguido criar os turbos perfeitos para o seu Porsche 911 Turbo S de 2026.

Quando inicialmente li a referência a "turbos eléctricos" (eTurbos) pensei que o vídeo iria ser uma crítica à idiotice da Porsche manter a designação "Turbo" nos seus modelos 100% eléctricos. Mas afinal, era mesmo literalmente sobre turbos eléctricos. Os novos turbos eléctricos do Porsche 911 Turbo S (2026) combinam um motor eléctrico que serve de assistência ao sistema turbo tradicional, permitindo acelerar o seu tempo de resposta e evitando o chamado "turbo lag", o tempo que normalmente o sistema turbo demora a gerar pressão suficiente para se fazer sentir. No passado foram tentadas várias formas de reduzir esse efeito, quer através de turbos de geometria variáveis quer através de vários turbos de diferente dimensão, mas este sistema de assistência eléctrica revela-se bastante mais eficaz, transformando por completo a experiência de conduzir um Porsche turbo (para o bem, e para o mal - no caso dos puristas que apreciassem o "atraso" do turbo ou o wastegate a "bufar" quando se tirava o pé o do acelerador).


Embora o sistema seja uma obra de engenharia, a grande questão continua a ser: será que faz sentido continuar a melhorar um sistema que acaba por ser um ineficiente sistema de combustão interna, com assistência de motores eléctricos, quando se pode simplesmente dispensar toda a complexidade acrescida e recorrer única e exclusivamente a motores eléctricos, com muito maior eficiência e simplicidade mecânica?

Tesla recolhe Cybertrucks por causa de barras de luz descoladas

02-11-2025 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

A Tesla fez o recall de mais de 6.000 Cybertrucks devido às barras de luz que se podem descolar a qualquer momento.

A Tesla anunciou a recall de 6.197 unidades do Cybertruck da série limitada Foundation, depois de surgirem queixas de que as barras de luz LED off-road instaladas no topo do para-brisas estavam a descolar-se e a ficarem penduradas apenas pelo cabo de alimentação. Estes veículos foram os primeiros a ser entregues no final de 2023 e as barras de luz eram fixadas apenas com cola - uma solução que acabou por se revelar problemática.

Em Fevereiro, a Tesla já tinha recebido mais de 600 reclamações de garantia, e um relatório que comprovava o mesmo problema: a cola deixava de aderir e as barras acabavam por cair. A empresa garante que não há registo de acidentes, feridos ou mortes (ao contrário dos tutoriais de instalação do Windows 11 no YouTube) relacionados com o defeito, atribuindo a falha a "erros de instalação por parte dos técnicos", que supostamente não seguiram correctamente as instruções de montagem.
Ainda assim, muitos apontam que o verdadeiro problema não está na instalação mas sim no próprio design de confiar apenas em cola para fixar um acessório exterior num veículo com vocação off-road. A Tesla, porém, mesmo não assumindo qualquer culpa ou erro, diz que irá aplicar uma solução "mais robusta".

A marca vai inspeccionar todas as unidades afectadas e, se necessário, substituir a barra de luz por uma nova, montada com sistema duplo de adesivo e fixação mecânica. Nos casos em que não haja danos, os técnicos irão instalar um suporte adicional fixado directamente à carroçaria para maior segurança. Ou seja, a Tesla está finalmente a fazer aquilo que devia ter feito desde o início para garantir que a barra de luz não se desprende do veículo. Ainda assim, não deixa de ser uma solução ao estilo do "desenrasque" feito para prender o pedal do acelerador que se podia soltar.

Google Play Store com avaliações resumidas por AI

02-11-2025 | 14:30 | Aberto até de Madrugada

A Google Play Store passa a ter resumos de avaliações das apps condensados por AI.

A Google continua a integrar inteligência artificial em todos os seus serviços, e o mais recente a receber esta tecnologia é a Play Store no Android. A loja de app da Google começou a apresentar resumos de avaliações gerados por AI, que condensam milhares de opiniões de utilizadores num único parágrafo, facilitando a percepção da qualidade de uma app sem perder tempo a ler dezenas de comentários.

A nova funcionalidade surge numa secção chamada "Os utilizadores dizem", colocada acima das avaliações normais. O resumo destaca os pontos positivos e negativos mais comuns mencionados nas críticas, oferecendo uma visão global do que os utilizadores mais valorizam ou criticam. A Google não revelou o número mínimo de avaliações necessário para gerar o resumo, mas a funcionalidade só aparece em apps com feedback suficiente para análise.
Logo abaixo do resumo, aparecem pequenas etiquetas interactivas que visam categorizar o que foi dito sobre a app, com coisas como "fácil de usar", "demasiados anúncios" ou "óptimo desempenho". Ao tocar nas etiquetas, o utilizador é levado para as avaliações que mencionam esse tema, tornando a exploração das avaliações bastante mais prática.

Embora esta funcionalidade tenha sido detectada em testes há mais de um ano, só agora começou a chegar aos utilizadores de forma global, mas ainda de forma gradual como é habitual na Google. Recorde-se que a Apple, mesmo estando bastante atrás dos seus rivais a nível de serviços AI, já tinha aplicado este mesmo tipo de resumos AI na App Store do iOS em Abril.

Veremos quanto tempo irá demorar para surgirem avaliações que tentam baralhar e manipular estes resumos AI...

Colunas Bose SoundTouch perdem streaming em 2026

02-11-2025 | 13:49 | A Minha Alegre Casinha

Os altifalantes Bose SoundTouch vão perder o streaming e outras funcionalidades a partir de Fevereiro de 2026.

A Bose anunciou que vai terminar o suporte dos produtos SoundTouch e descontinuar várias funcionalidades baseadas na cloud a partir de 18 de Fevereiro de 2026. Isso significa que os altifalantes perderão acesso a serviços integrados como o Spotify e TuneIn, bem como a capacidade de reprodução multi-room. Nessa mesma data, a app SoundTouch deixará de funcionar, impossibilitando o controlo remoto dos dispositivos.

A empresa esclarece que os altifalantes que incluam Bluetooth, AUX ou HDMI continuarão a funcionar para reprodução de áudio a partir de fontes locais. No entanto, também refere que "não pode garantir o desempenho a longo prazo" desses modos. Modelos como os SoundTouch 10, 20 Series III e 30 Series III deverão manter as funções básicas, enquanto produtos de home cinema, como o Lifestyle 650, SoundTouch 130 e SoundTouch 300 Soundbar, continuarão a aceitar entradas HDMI, ópticas e Bluetooth.

A Bose justifica esta decisão com o facto de a tecnologia ter evoluído muito desde o lançamento da linha, em 2013, afirmando que já não consegue manter a infraestrutura cloud que suporta estes produtos. A empresa já tinha começado a descontinuar a linha SoundTouch em 2020, mas prometia continuar a suportar o software e a app "no futuro previsível" - que agora, passado mais meia-década, chega ao fim.

Com o encerramento dos serviços cloud, a Bose também deixará de fornecer actualizações de segurança e confirmou que não irá lançar nenhuma app substituta para os SoundTouch. A decisão está a gerar forte contestação entre os clientes, que mais uma vez pagam o preço de confiarem nas capacidades "smart" dos seus produtos, que acabam por ser uma verdadeira bomba-relógio até que o fabricante decida desligar essas funcionalidades.

Chrome vai alertar utilizadores para sites HTTP em 2026

02-11-2025 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

Como novo passo para uma maior segurança na web, o Google Chrome vai alertar os utilizadores antes de abrir sites inseguros em HTTP em 2026.

A Google anunciou uma mudança importante nas definições de segurança do Chrome 154, cuja chegada está prevista para Outubro de 2026. A partir dessa versão, o browser passar a carregar automaticamente todos os sites públicos através de HTTPS e apresentar um alerta antes de estabelecer ligação a qualquer página que ainda use o protocolo HTTP inseguro.

Desde 2021, o Chrome já oferece o modo HTTPS-First como opção, que força conexões seguras através da opção "Usar sempre ligações seguras". Com a futura actualização esta opção passará a estar activa de origem, protegendo os utilizadores contra ataques man-in-the-middle (MITM) que possam interceptar ou manipular dados enviados sem encriptação.
Quando as ligações não usam HTTPS um atacante pode alterar os dados e expor o utilizador a malware ou esquemas de engenharia social. Ainda assim, e para reduzir o risco de notificações constantes, no novo sistema, o browser só apresentará avisos para sites HTTP novos ou pouco visitados. Os utilizadores poderão ainda escolher se querem aplicar os avisos apenas a sites públicos ou também a redes privadas, como a rede WiFi doméstica ou intranets empresariais.

Esta mudança acompanha a evolução global da web na adopção de HTTPS. Actualmente, mais de 95% dos sites usam ligações seguras, contra cerca de 40% em 2015. Antes da implementação geral, a Google irá activar a opção "Usar sempre ligações seguras" para mais de mil milhões de utilizadores com protecção de navegação segura melhorada em Abril de 2026, o que servirá de passo intermédio para o plano futuro. A Google recomenda que todos os sites aproveitem os próximos meses para migrem os sites HTTP para HTTPS.

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