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Motorola Moto G57 Power e G67 Power com bateria de 7.000 mAh

06-11-2025 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

A Motorola revelou o Moto G67 Power, que chega com bateria de 7.000 mAh e processador Snapdragon 7s Gen 2, a par do G57 Power com a mesma capacidade.

A Motorola apresentou o novo Moto G67 Power na Índia, o mais recente modelo da sua popular série G. O grande destaque vai para a bateria de 7.000 mAh com tecnologia Si/C, capaz de garantir até dois dias de utilização com uma única carga, acompanhando a tendência de crescimento de bateria que se tem registado ultimamente.

No interior, o G67 Power conta com o processador Snapdragon 7s Gen 2, acompanhado por até 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento interno. O smartphone vem com Android 15 e, estranhamente, a marca assegura apenas um ano de actualizações de sistema operativo e três anos de actualizações de segurança, ficando bem aquém daquilo que seria esperado.

O ecrã é um LCD de 6.7" com resolução Full HD+ a 120 Hz, protegido por Corning Gorilla Glass 7i. A bateria de 7.000 mAh suporta carregamento rápido de 30 W.
Na parte traseira, o Moto G67 Power traz uma câmara dupla, composta por um sensor principal Sony LYT 600 de 50 MP e uma ultrawide de 8 MP. A câmara frontal tem 32 MP, mais que suficiente para selfies e videochamadas. Entre as restantes características estão o sensor de impressões digitais lateral, altifalantes estéreo, certificação IP64, resistência MIL-STD-810H e uma traseira em pele vegan.

Disponível nas cores Pantone Cilantro, Pantone Parachute Purple e Pantone Blue Curacao, o Moto G67 Power chega ao mercado indiano ainda este mês com preços a partir de 175 euros para a versão com 8 GB de RAM e 128 GB de armazenamento.


Enquanto se aguarda para saber se este modelo chegará à Europa, por cá fica disponível o Moto G57 e Moto G57 Power.
O Moto G57 vem equipado com o processador Snapdragon 6s Gen 4, até 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento interno. O ecrã é um LCD Full HD+ de 6.72" a 120 Hz e brilho máximo de 1.050 nits, protegido por Corning Gorilla Glass 7i. O equipamento conta ainda com certificação IP64 contra salpicos e poeiras e cumpre o padrão militar MIL-STD-810H, garantindo resistência a quedas e variações extremas de temperatura e pressão.

Nas câmaras, o Moto G57 inclui um sensor principal Sony Lytia LYT-600 de 50 MP, uma ultrawide de 8 MP e uma câmara frontal de 8 MP. A bateria tem 5.200 mAh, e o sistema operativo é o Android 16. O Moto G57 Power mantém o mesmo conjunto de especificações, mas expande a autonomia com uma bateria de 7.000 mAh e carregamento rápido de 30 W - tal como o G67 Power. Ambos os modelos estão disponíveis em quatro cores Pantone: Corsair, Fluidity, Pink Lemonade e Regatta.

O Moto G57 chega ao Médio Oriente com um preço de 249 euros, enquanto o Moto G57 Power já está disponível na Europa por 279 euros.

Google Maps passa a ver a estrada e sugerir via

05-11-2025 | 21:30 | Aberto até de Madrugada

A Google anunciou grande novidade no Google Maps para os veículos com Google Built-in, que passa a ter análise AI das câmaras em tempo-real.

O Google Maps vai tornar-se num verdadeiro copiloto para os condutores. A app está a receber uma nova funcionalidade de orientação de via em tempo real com AI, que fornece instruções detalhadas sobre a via em que o condutor deverá seguir, ideal para quem se sentir "perdido" ao conduzir em autoestradas com múltiplas vias.

De acordo com a Google, o sistema recorre a AI para interpretar as marcas rodoviárias e o traçado das faixas através da câmara frontal do carro, oferecendo alertas visuais e sonoros em tempo real que ajudam o condutor a mudar de via ou a preparar saídas com antecedência, evitando manobras de última hora.


Ao contrário das tradicionais setas de navegação, esta nova função analisa o que se passa à frente do veículo e projecta a informação directamente no ecrã do Maps, permitindo que a aplicação veja a estrada como um condutor humano.

O primeiro automóvel a receber a nova orientação de faixa inteligente será o Polestar 4, com lançamento previsto nos próximos meses. A Google promete alargar a funcionalidade a mais modelos e tipos de estrada em breve, sendo que durante o Google I/O 2025 tinha revelado que mais de 50 veículos integram o sistema Google built-in.

O ponto mais importante é que isto marca o acesso do Google Maps às câmaras do veículo, o que, num futuro a médio e longo prazo, faz com que eventualmente possa ganhar capacidades de assistência à condução.

Epic e Google chegam a acordo para abrir Play Store

05-11-2025 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

A Epic e Google chegaram a acordo para abrir o Android e reduzir as comissões na Play Store a nível global.

A longa disputa judicial entre a Epic Games e a Google parece ter finalmente chegado ao fim, com alterações que afectarão o Android em todo o mundo e poderão alastrar-se à App Store da Apple.

Numa altura em que o prazo se ia esgotando para a Google, as duas empresas chegaram a um acordo para encerrar o processo sobre as práticas da Google Play Store, que agora só precisará de ser aprovado pelo juiz James Donato. O juiz já tinha dado razão à Epic em vários pontos, obrigando a Google a permitir lojas de aplicações concorrentes dentro da Google Play, dar a essas lojas acesso ao catálogo completo de apps da Play Store, e deixar de exigir o uso do sistema de pagamentos Google Play Billing. Essas medidas, no entanto, eram temporárias, limitadas ao mercado norte-americano e não alteravam o valor das taxas cobradas.

Agora, o novo acordo vai muito mais longe. A Google vai reduzir as comissões da Play Store para 20% ou 9%, consoante o tipo de transacção; vai lançar um programa global de registo para lojas alternativas na próxima grande versão do Android, permitindo que os utilizadores as instalem facilmente; e, não menos importante, as mudanças serão válidas em todo o mundo até Junho de 2032, abrindo ainda mais o ecossistema Android por, pelo menos, seis anos e meio. O CEO da Epic, Tim Sweeney, classificou a proposta como uma "solução abrangente" que reforça a visão original do Android como plataforma aberta, em claro contraste com o modelo fechado da Apple.

Google has made an awesome proposal, subject to court approval, to open up Android in the US Epic v Google case and settle our disputes. It genuinely doubles down on Android's original vision as an open platform to streamline competing store installs globally, reduce service fees… https://t.co/Q6E4XE3ych

— Tim Sweeney (@TimSweeneyEpic) November 5, 2025

Com o novo sistema, os developers poderão apresentar Google Play Billing e métodos de pagamento alternativos lado a lado, podendo até oferecer preços mais baixos fora do sistema da Google. Embora a empresa mantenha o direito de cobrar uma pequena comissão em algumas situações, diz que na maioria dos casos não haverá qualquer custo adicional para quem usar sistemas de pagamento alternativos. O novo modelo também introduz uma separação clara entre comissões de serviço e taxas de facturação, uma exigência antiga dos developers. De acordo com a Google, os serviços de subscrição terão uma taxa máxima de 9%, acrescida de 5% adicionais se optar por usar o sistema Google Play Billing.

Outra mudança importante resolve uma das críticas mais antigas da Epic: os "ecrãs de aviso" que surgem ao instalar apps de fora da Play Store. A partir da próxima versão do Android, será possível instalar lojas alternativas directamente a partir de um site, com um único ecrã de confirmação sem mensagens alarmistas. O acordo mantém ainda outras vitórias anteriores da Epic. A Google deixa de poder oferecer exclusividades ou incentivos financeiros a fabricantes e programadores, e os developers poderão comunicar directamente com os utilizadores sobre preços e promoções fora da Play Store.

Se o juiz aprovar o acordo, o que parece estar praticamente assegurado, os olhares virar-se-ão para a Apple e a sua App Store, que terá muito mais dificuldade em justificar porque motivo deverá ficar "imune" a estas mudanças.

Carregador BONAI com 8 pilhas recarregáveis a €17

05-11-2025 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

Para evitar a troca infindável das pilhas, nada como usar pilhas recarregáveis e este pack da BONAI com carregador e 8 pilhas é uma excelente forma de começar.

Vivemos num mundo "mobile" em que assumimos que as coisas funcionam sem necessidade de estarem agarradas a cabos de alimentação, e isso faz com que exista uma dependência crítica em baterias e pilhas. No caso das pilhas, que continuam a ser comuns em coisas como controlos remotos, gamepads, teclados wireless e muitas outras coisas, uma das melhores opções é trocar as pilhas convencionais por pilhas recarregáveis reutilizáveis, e o investimento não é assim tão avultado quanto se possa pensar.
Este carregador BONAI já traz 8 pilhas recarregáveis (4x AA de 2800 mAh + 4x AAA de 1100 mAh) e custa apenas 17 euros.

Quem quiser mais pilhas, pode também optar pelo pack de 24 pilhas recarregáveis AA 2800 mAh a 31 euros.

As pilhas incluídas são de 2800 mAh no caso das AA, e de 1100 mAh no caso das AAA; e este carregador tem a vantagem de usar uma comum ficha USB e permitir carregar pilhas individualmente (alguns só permitem carregar pares). Tenho um carregador há vários anos e tem funcionado sem chatices, o que me tem permitido evitar gastar pilhas descartáveis, e recomendo. :)


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Apple prepara MacBook económico para competir com Chromebooks

05-11-2025 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

Parece estar praticamente confirmado que a Apple está a trabalhar num MacBook económico, com o chip dos iPhones.

Segundo informações da Bloomberg, a Apple está a preparar um MacBook baixo custo equipado com um chip do iPhone. O lançamento está previsto para a primeira metade de 2026, e o preço deverá ficar "muito abaixo dos 1.000 dólares”, tornando-o no Mac mais acessível dos últimos anos.

O novo modelo contará com um ecrã LCD ligeiramente inferior às 13.6" do actual MacBook Air e, em vez dos habituais processadores da série M, este portátil usará um chip da série A, semelhante ao A18 Pro presente no iPhone 16 Pro. Testes internos indicam que este processador supera o desempenho do M1, sendo suficiente para oferecer um desempenho adequado e uma excelente eficiência energética, a custo reduzido. A Apple pretende posicioná-lo para estudantes, utilizadores ocasionais, e empresas, oferecendo uma forma mais económica de entrar no ecossistema Mac, acabando por se posicionar como uma alternativa aos Chromebooks de gama média/superior.

Estima-se que o preço deverá situar-se numa faixa semelhante à combinação de um iPad básico com o teclado Magic Keyboard Folio, ou seja, próximo dos 600 euros.

Tendo em conta que se está em época de transição do Windows 10 para o Windows 11, o que pode obrigar a trocar de computador, esta proposta da Apple pode tornar-se particularmente atractiva para todos os que se sentem descontentes com o rumo que o Windows tem tido (especialmente ao nível da quantidade de bugs que acompanha cada nova actualização).

Amazon processa Perplexity por compras via agente AI

05-11-2025 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

Enquanto promove o seu próprio agente AI, a Amazon quer fechar a porta ao agente da Perplexity.

A guerra da inteligência artificial acaba de ganhar um novo capítulo na área das compras online. A disputa entre a Amazon e a Perplexity começou por causa do Comet, o browser AI da Perplexity que consegue procurar e comprar produtos automaticamente em nome dos utilizadores.

A Amazon diz que a empresa tem contornado as restrições aplicadas, fazendo com que o browser simule o comportamento de uma pessoa sem se identificar como agente AI, e que isso resulta "numa experiência de compra e atendimento ao cliente significativamente inferior". A Amazon diz que pediu repetidamente à Perplexity para não efectuar compras no seu site através do Comet, dizendo que as apps de terceiros devem respeitar a decisão de cada plataforma de participar ou não, e que a startup não tem autorização para interagir dessa forma com o seu serviço.

Em resposta, a Perplexity acusa a Amazon de intimidação e de querer proteger o seu modelo de negócio baseado em publicidade e vendas patrocinadas. A startup diz que está surpreendida com a posição da Amazon, dizendo que deveria ser algo que a Amazon "deveria adorar", por promover mais vendas; mas diz que esta posição demonstra que a Amazon "prefere mostrar anúncios e ofertas confusas" para enganar consumidores humanos.

Este confronto vem demonstrar que a transição para a era dos agentes AI, que prometem fazer o trabalho pedido por humanos, poderá não ser assim tão simples - particularmente em áreas que foram cuidadosamente afinadas para influenciar os consumidores humanos de forma a que comprem mais coisas, e que não funcionarão com um agente AI.

Google Suncatcher quer colocar data centers no espaço

05-11-2025 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

A Google revelou um novo projecto chamado Project Suncatcher que explora a criação de data centers para AI no espaço.

A Google revelou um novo e ambicioso projecto de investigação chamado Project Suncatcher, que pretende levar os centros de dados de inteligência artificial para o espaço. A ideia passa por colocar em órbita satélites alimentados por energia solar, equipados com os Tensor Processing Units (TPUs) da empresa, capazes de aproveitar a luz solar constante fora da Terra para alimentar sistemas 24 horas por dia.

Com esta abordagem, a Google procura contornar as limitações energéticas dos data centers terrestres, frequentemente criticados pelo seu elevado consumo de electricidade e impacto ambiental. Segundo a empresa, os painéis solares em órbita poderiam ser até oito vezes mais eficientes do que os da Terra, oferecendo uma fonte de energia praticamente ilimitada. No entanto, os desafios técnicos são enormes. Os satélites terão de contar com ligações de comunicação ultrarrápidas, capazes de transmitir dezenas de terabits por segundo para rivalizar com os centros de dados em solo. Isso exigirá constelações muito compactas, com satélites a voar bastante próximos uns dos outros, o que se pode tornar arriscado tendo em conta o aumento do lixo espacial. Além disso, a Google precisa de garantir que os seus TPUs resistem à radiação intensa do espaço; algo que a Google diz já ter validado, com testes iniciais que demonstram que os Trillium TPUs conseguem suportar cinco anos de missão sem falhas permanentes.

Embora o projecto pareça saído de um filme de ficção científica, a Google acredita que poderá tornar-se economicamente viável durante a década de 2030. Uma análise interna indica que, até lá, manter um data center em órbita poderá custar o mesmo que um equivalente na Terra por quilowatt/ano. Para dar os primeiros passos, a Google vai colaborar com a Planet Labs num lançamento experimental em 2027. Como seria de esperar, Elon Musk, que neste momento domina os lançamentos para o espaço com a SpaceX, também diz estar a equacionar algo idêntico usando os satélites Starlink.

Novo Nissan Leaf atinge 500 km de autonomia em teste real

05-11-2025 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

O Nissan Leaf 2026 parece conseguir superar a autonomia anunciada e chegar aos 500 km/h em circunstâncias de uso real.

O Nissan Leaf 2026 está a dar que falar, não só pelo seu design renovado e preço acessível, mas também pela sua autonomia. Um novo teste independente nos EUA revelou que o icónico modelo, um dos modelos de referência na transição para a mobilidade eléctrica, consegue ultrapassar confortavelmente as estimativas oficiais.

A empresa de testes Edmunds levou o Nissan Leaf Platinum+ ao limite, conduzindo-o até a bateria ficar completamente descarregada. Apesar de a EPA (agência ambiental dos EUA) indicar uma autonomia oficial de 417 km, o Leaf percorreu 499 km - 20% mais que o anunciado. O teste também revelou uma eficiência de 17.26 kWh/100 km, colocando o Leaf entre os eléctricos mais eficientes do mercado.
A diferença entre o resultado da EPA e o da Edmunds deve-se ao tipo de teste. O teste da EPA baseia-se em 55% condução urbana e 45% em autoestrada, enquanto o método da Edmunds - que diz ser mais próximo do uso real pela maioria dos condutores - consiste em 60% de condução em cidade. Como os carros eléctricos são mais eficientes no trânsito urbano, o Leaf beneficiou dessa proporção.

Ainda mais curioso é o facto de o modelo testado, o Platinum+, ser a versão mais pesada e equipada. O modelo base, o S+, custa cerca de 26.500 euros e anuncia uma autonomia oficial de 488 km - o que, se se mantiver a proporção, significa que poderá atingir os 575 km reais. Algo que acaba por ficar em linha com a autonomia anunciada na Europa, que indica que o Leaf 2026 tem autonomia de até 604 km com consumos de 14.2 kWh/100 km.

Só falta ficar a saber que preço irá ter este novo Leaf em Portugal. O novo Nissan Leaf deverá chegar ao nosso país no segundo trimestre de 2026.

Headphones Sony WH-1000XM5SA a €276

05-11-2025 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Os headphones Sony WH-1000XM5, uma das referências em termos de cancelamento de ruído, estão disponíveis a um preço reduzido.

Sucessores dos já excelentes WH-1000XM4, esta geração XM5 vem com 8 microfones e com um processador adicional, que promete maior eficácia na redução de ruído nas frequências médias e altas. O design foi alterado mas mantêm-se os controlos via toques e swipes, e com botão físico para activar o modo de cancelamento de ruído. No capítulo sonoro, a Sony trocou os drivers de 40 mm por novos de 30 mm, que diz serem capaz de produzir som "mais natural". Esta variante "SA" dispensa o estojo rígido de transporte e troca-o por uma bolsa.
Os headphones WH-1000XM5SA estão disponíveis por 276 euros na Amazon Espanha - e se preferirem poupar alguns euros, podem optar pelos Sony WH-1000XM4 (ou, em sentido oposto, os mais recentes XM6).

Com design over-ear e autonomia para 30 horas de funcionamento, são o tipo de headphones que depressa se tornará no melhor amigo de quem gosta de eliminar os ruídos exteriores para se concentrar naquilo que está a fazer, e que serão especialmente eficazes no caso de quem gosta de aproveitar viagens de comboio ou avião para ir adiantando trabalho, ou simplesmente desfrutar de momentos de música (ou vídeo) sem se preocupar com os barulhos exteriores.


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Apple lança iOS 26.2 beta

05-11-2025 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

A Apple já está a trabalhar no iOS 26.2, que trará a funcionalidade AirPods Live Translation para a Europa, entre outras melhorias.

A Apple acabou de lançar o iOS 26.1 para o público, mas já está a preparar o próximo iOS 26.2 que por agora fica disponível em versão beta para os developers (antevendo-se a versão beta pública para breve).

Por agora, as coisas que se podem ver desde já incluem:

Ajuste dà transparência do relógio no Lock Screen

Depois de no iOS 26.1 ter adicionado uma opção que apenas permite comutar entre maior/menor transparência do efeito Liquid Glass, no iOS 26.2 o relógio do Lock Screen recebe a opção que muitos pediam: a de permitir ajustar a intensidade do efeito de transparência. Um ajuste que eventualmente a Apple poderá aplicar de forma global ao efeito Liquid Glass, já que este continua a ser pouco consensual e a ter situações de fraca legibilidade.

Mudanças no Sleep Score

No iOS 26.2 e watchOS 26.2 a Apple vai alterar a fórmula de cálculo usada para o Sleep Score. A ideia é que a pontuação se aproxime mais da forma como os utilizadores se sentem:
  • Very Low - 0-40 (anteriormente 0-29)
  • Low - 41-60 (anteriormente 30-49)
  • OK - 61-80 (anteriormente 50-69)
  • High - 81-95 (anteriormente 70-89)
  • Very High - 96-100 (anteriormente 90-100)
Note-se que o "Very High" passa a substituir o "Excellent", de modo a ficar melhor enquadrado com o resto das designações.

Lembretes com alarme

No iOS 26.2 os lembretes passam a poder ter alarmes associados (nem se percebe porque não o tinham desde o início) quando são marcados como urgentes.

Estes alarmes podem estar integrados com os alarmes da app relógio, mas são diferenciados com uma cor azul.

AirPods Live Translation na Europa

De maior interesse para os utilizadores europeus, a funcionalidade AirPods Live Translation que promete fazer traduções em tempo real ficará finalmente disponível na Europa.

Esta capacidade está disponível nos AirPods Pro 3, AirPods Pro 2, e AirPods 4 ANC; para inglês, francês, alemão, português, espanhol, italiano, chinês (simplificado e mandarim), japonês, e coreano.


Outras melhorias

Além disto, também já foram descobertas outras melhorias na app das Passwords para gerir sites em que não se queira guardar passwords; a app Podcasts passa a poder gerar capítulos automaticamente; o Weather passa a poder referenciar datas relativas como "na próxima sexta à tarde"; os Alertas podem fazer piscar o ecrã em vez de apenas piscarem a luz do flash; nova secção dedicada a notificações de alertas de segurança (como terramotos e outros - que por cá continuam a ser enviados via SMS!); e novidades no AirDrop, com referência a código PIN para permitir transferências mais prolongadas com pessoas que não estejam na lista de contactos.

App Sora chega ao Android

05-11-2025 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

A app social de geração de vídeos AI Sora da OpenAI chega finalmente ao Android.

A OpenAI lançou oficialmente a sua aplicação Sora para Android, algumas semanas depois da estreia no iOS. A ferramenta de geração de vídeo AI já está disponível na Google Play Store, alargando o seu alcance a mais utilizadores - embora, como já seria esperado, isso não inclua os utilizadores europeus.

Nesta fase inicial, a Sora pode ser utilizada nos EUA, Canadá, Coreia do Sul, Japão, Taiwan, Tailândia, e Vietname, com promessa de expansão a mais países em breve. A app permite criar vídeos a partir de texto e imagens, recorrendo à tecnologia AI da OpenAI para gerar resultados criativos e realistas.

The Sora app is now available on Android in:

Canada
Japan
Korea
Taiwan
Thailand
US
Vietnam pic.twitter.com/wmx5KU4VM1

— Sora (@soraofficialapp) November 4, 2025
A versão Android mantém todas as funcionalidades principais: vários estilos de vídeo, ferramentas de colaboração, e a função remix, que permite aos utilizadores utilizar vídeos partilhados por outros. Inclui ainda funcionalidades comunitárias para explorar e partilhar vídeos, tornando a Sora numa mistura entre estúdio criativo e plataforma social.

Embora alguns acusem a OpenAI de tratar o Android como plataforma "de segunda" depois de ter dado prioridade ao lançamento da app iOS, não deixa de ser também uma estratégia válida para manter o interesse no serviço, aproveitando uma nova vaga de utilizadores para manter o serviço com actividade numa altura em que os utilizadores iOS poderiam ter começado a perder o interesse.

YouTube encerra canal do Enderman

04-11-2025 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

O YouTube volta a encerrar um canal de tecnologia com uma justificação que não faz qualquer sentido.

Algo se parece estar a passar no YouTube. Depois da remoção de vídeos de instalação do Windows com a justificação de que representavam "perigo de morte", a plataforma da Google terminou o canal Enderman que também se dedicava a vídeos de tecnologia.

Desta vez a explicação dada é a de que o canal estava associado a outro canal que foi terminado, mas é uma explicação que continua a intrigar o criador, que diz que nunca ouvir falar desse outro canal (um canal com um nome em japonês). Para adensar ainda mais o mistério, há outro YouTuber que diz que o seu canal também foi terminado com a mesma explicação de estar associado a esse mesmo canal japonês - que também diz nunca ter visto antes.

YouTube randomly terminated my channel because «it was linked to a channel that was terminated». Welcome to 2025. Can I please get justice? pic.twitter.com/Yy3NewZdID

— Enderman (@endermanch) November 3, 2025

Hey @TeamYoutube
my channel (https://t.co/PMIVcHBw52) was terminated as well as @endermanch @4096RED and many others for the same reason - we were never linked to this Japanese channel! Help me plz recover my channel - 402k subscribers panic and don't understand what's happening! pic.twitter.com/zLvRvLQ6GL

— Scrachit (@ScrachitGaming) November 4, 2025
Alguns dos fãs preservaram os vídeos do canal no Preservetube, mas obviamente que isso de pouco consolo serve a quem dedicou anos da sua vida a criar uma comunidade com milhares de seguidores.

Igualmente assustador é que o sistema de apelo do YouTube, que deveria ajudar a resolver estas questões, não surta qualquer efeito, mais parecendo uma simples resposta automatizada que se limita a confirmar que o canal foi encerrado.

The appeal system is obviously useless as well. pic.twitter.com/FT8I73Z9DB

— Enderman (@endermanch) November 4, 2025
Se no caso dos vídeos removidos do canal CyberCPU Tech ainda se pudesse dar o "desconto" de que tal se poderia dever a um moderador AI que considerasse os vídeos inadequados (infelizmente uma situação normal, o Facebook manda-me avisos constantes de posts removidos - por motivos sem sentido - que tenho que "apelar" para serem repostos), esta situação torna-se mais intrigante por nem sequer ter a ver com os conteúdos do canal, mas sim com um suposto "canal associado à conta" que os criadores nunca ouviram falar.

Esperemos que a situação seja esclarecida em breve, mas já se sabe que, mesmo que o canal seja reposto, jamais conseguirá reconquistar completamente a confiança dos YouTubers que se viram afectados por esta injustiça. E não nos podemos esquecer que isto poderá estar certamente a acontecer com canais de menor dimensão, que nem sequer conseguirão ter visibilidade suficiente para pressionar o YouTube a resolver a situação.


Actualização: O canal já foi reactivado.

Hi - jumping in with an update. Our teams re-reviewed this and confirmed both of your channels have been fully reinstated. We're also sending you a DM right now to follow up

— TeamYouTube (@TeamYouTube) November 4, 2025
O YouTube já corrigiu a situação e repôs os canais encerrados injustamente. No entanto, há que relembrar que isto só aconteceu devido à grande pressão mediática deste caso - afinal, o YouTube já tinha tentado o processo de apelo para rectificar a situação, sem qualquer sucesso. Pelo que, quem não tiver na posição de conseguir o mesmo nível de visibilidade, se arrisca a permanecer com o canal encerrado.

Da Invicta rumo a Espanha, Brasil ou Marrocos

04-11-2025 | 20:08 | Gonçalo Sá

Até 8 de Novembro, a 11.ª edição do QUEER PORTO -  Festival Internacional de Cinema Queer propõe 40 filmes a descobrir no Batalha Centro de Cinema, na Casa Comum da Reitoria da Universidade do Porto e no Passos Manuel. Como sempre, a programação é quase inteiramente distinta da que passou pelo Queer Lisboa, decorrido no final de Setembro.

Hot Milk.jpg

Arrancando e despedindo-se com dois filmes em destaque no Festival de Berlim - "Duas Vezes João Liberada", de Paula Tomás Marques; e "Hot Milk" (na imagem acima), estreia na realização da argumentista britânica Rebecca Lenkiewicz, respectivamente -, o evento que regressa esta semana à Invicta homenageia o programador Daniel Pinheiro, falecido em Janeiro, a quem é dedicada a secção Carte Blanche, composta por quatro obras marcantes na sua história com o QUEER PORTO.

Agora com presença fixa no festival, a Resistência Queer, centrada no cinema de resistência em territórios política e socialmente conturbados, dedica olhares à Palestina e ao Irão (que já tinham sido apostas do Queer Lisboa deste ano), assim como ao Leste Europeu.

pillion-teaser.jpg

Também já visto na capital, o muito falado "Pillion" (na imagem acima), do britânico Harry Lighton, sobressai pela presença de Alexander Skarsgård (coprotagonista, ao lado de Harry Melling) e pelo foco em práticas BDSM... mas acabou por ser dos títulos mais frustrantes e acomodados da programação lisboeta (fica o aviso). 

De volta estão as habituais secções competitivas (da Competição Oficial, em torno de ficções e documentários, ao Prémio Casa Comum, que distingue curtas portuguesas), Panorama (com filmes do circuito internacional de festivais) e Queer Focus (dedicado a questões ecológicas). Há ainda uma Sessão Especial com "Outlasting – Living Archives of Older Queers", de Ana Cristina Santos e Nuno Barbosa, além de conversas e festas.

Por onde começar e avançar? Talvez por algumas destas sugestões:

Molt Lluny.jpg

"MOLT LLUNY", de Gerard Oms: A primeira longa-metragem do realizador espanhol que começou a carrreira a trabalhar com a conterrânea Isabel Coixet foi muito celebrada (e premiada) em festivais como os de Guadalajara, Málaga ou San Sebastián. Boa parte dos elogios distinguem a interpretação de Mario Casas (no papel protagonista) e a forma intrigante e sensível com que Oms retrata a jornada de um homem em crise, a viajar de Barcelona para ver um jogo de futebol em Utrecht mas acabando por não voltar a Espanha. À partida, perfila-se como um dos candidatos mais fortes da Competição Oficial deste ano...

Quarta, 5 de Novembro, às 21h30, no Cinema Batalha - Sala 1. A sessão contará com a presença do realizador.

A Natureza das Coisas Invisíveis.jpg

"A NATUREZA DAS COISAS INVISÍVEIS", de Rafaela Camelo: Nomeado para o Teddy Award na mais recente edição do Festival de Berlim, este drama sobre cumplicidades femininas e a entrada na adolescência é, para muitos, uma das revelações do cinema brasileiro dos últimos tempos. Ou até uma confirmação, para quem já tinha visto as três curtas da realizadora. Debruçando-se sobre a amizade de duas meninas durante umas férias de Verão num ambiente rural, tem sido aplaudido graças ao elenco que cruza várias gerações e a uma visão refrescante do mundo. O crítico brasileiro Pablo Villaça chega a insistir (três vezes) que é um filme encantador como poucos.

Sexta, 7 de Novembro, às 19h15, no Cinema Batalha - Sala 1

Cabo Negro.jpg

"CABO NEGRO", de Abdellah Taïa: Onze anos depois do seu primeiro filme, o curioso "L’Armée du Salut" (que passou pelo Queer Lisboa em 2014), o escritor marroquino conhecido por romances como "Aquele que é Digno de ser Amado" deu mais um passo na carreira de realizador. Radicado em Paris, Taïa ainda é dos poucos artistas árabes abertamente gay e, talvez por isso, a sua obra literária e cinematográfica não tem deixado de abordar a homossexualidade, sobretudo num contexto de opressão. É o que acontece neste regresso à sua terra natal, um drama intimista em torno das férias de dois jovens amigos queer em Cabo Negro, no norte de Marrocos, que se instalam na casa do amante americano de um deles. 

Sábado, 8 de Novembro, às 19h15, no Cinema Batalha - Sala 1

Google Translate vai deixar escolher modelo AI para traduções "rápidas" ou "avançadas"

04-11-2025 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

A Google está prestes a tornar o Google Translate mais inteligente e flexível, permitindo que se escolha entre dois modos de tradução: "Rápido" e "Avançado".

Estes novos modos de tradução surgem logo abaixo do cabeçalho principal do Google Translate. O modo "Avançado" é o que estará activo de origem, oferecendo maior precisão em traduções complexas, enquanto o modo "Rápido" dará prioridade à velocidade e fluidez, ideal para traduções simples e imediatas. Ao tocar no novo botão em forma, o utilizador verá uma janela pop-up que permite alternar entre as duas opções.

A Google refere que o modo Avançado apenas suporta determinados idiomas, o que indica que utilizará modelos AI mais recentes, possivelmente baseados na plataforma Gemini.
Por agora, a novidade parece estar a ser testada primeiro em iPhones, mas ainda não está amplamente disponível nem em iOS nem em Android, mesmo para quem tem o Google AI Pro.

Esta actualização integra-se na estratégia mais ampla da Google de incorporar o Gemini nos seus principais produtos. Recentemente, o Translate recebeu o modo "Prática"”, que permite aprender novos idiomas de forma interactiva. Com os novos modos "Rápido" e "Avançado", o Translate torna-se mais adaptável às necessidades do utilizador, oferecendo velocidade ou precisão consoante as necessidades do utilizador.

A grande incógnita é saber se esta funcionalidade será gratuita ou exclusiva para subscritores do Google AI Pro. Caso fique restrita a esse plano, seria a primeira vez que uma função central do Google Translate passaria a estar sujeita a pagamento, o que representaria uma viragem para um dos serviços gratuitos mais populares da Google, e servir de antevisão para que o mesmo venha a acontecer noutros serviços.

Xiaomi Smart Band 9 Active a €20

04-11-2025 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

A Xiaomi Smart Band 9 Active é uma das propostas mais económicas para quem desejar fazer tracking da sua actividade diárias.

A Xiaomi Smart Band 9 Active vem com um ecrã AMOLED de 1.47", com formato que fica entre o formato estreito dos "Smart Band" e o formato rectangular dos smartwatches. Além das capacidades de tracking da actividade física ao longo do dia e dezenas de desportos específicos, conta também com monitorização da frequência cardíaca e SpO2 durante todo o dia, contribuindo para a potencial detecção de situações anómalas. A autonomia continua a ser um dos pontos fortes, com até 18 dias de uso típico, contando também com resistência à água até 5 ATM e disponibilizando uma grande variedade de mostradores para que cada utilizador possa escolher aquele que prefere para cada momento.

De momento, podemos apanhar a Xiaomi Smart Band 9 Active por 20 euros na Amazon Espanha.

Pode ser utilizada tanto em smartphones Android como iPhones, incluindo compatibilidade com o Strava, para além de outras apps. Também pode fazer a monitorização do sono. E tendo em conta o seu preço extremamente acessível, torna-se numa excelente proposta para quem desejar começar a criar um registo da sua actividade física ao longo do tempo, e que - directamente ou indirectamente - poderá servir como incentivo para adoptar um estilo de vida mais saudável.


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Apple lança versão web completa da App Store

04-11-2025 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

A Apple melhorou a experiência de visitar a App Store na web, mas ainda sem permitir a instalação remota de apps.

A par do lançamento do iOS 26.1 a Apple lançou oficialmente uma versão web da App Store, criando um ponto central onde os utilizadores podem explorar app para todos os dispositivos da marca diretamente a partir do browser. O novo site - acessível em apps.apple.com - substitui a antiga página informativa por uma interface renovada, muito semelhante à da aplicação App Store no iPhone, iPad ou Mac.

Antes, a Apple já disponibilizava páginas dedicadas a cada app, mas estas eram difíceis de encontrar e pouco práticas. A nova versão resolve esse problema, tornando a App Store mais acessível e pesquisável online. Nesta nova versão, é possível alternar entre as diferentes plataformas - iPhone, iPad, Mac, Vision Pro, Apple Watch e Apple TV - e navegar por categorias, colecções, e recomendações apresentadas no separador Hoje (Today). Os utilizadores também podem pesquisar apps e filtrá-las por tipo, como produtividade, entretenimento ou aventura - algo que não era possível nas antigas páginas individuais da Apple.

Contudo, há uma limitação importante: ainda não é possível descarregar ou instalar apps directamente a partir do navegador, ao estilo do que se pode fazer na Play Store da Google. Cada página de app oferece apenas a opção de partilhar o link ou abrir a app na App Store do dispositivo. Assim, a versão web funciona essencialmente como uma ferramenta de descoberta e navegação, e não como uma loja completa - pelo menos, por agora.

Google Chrome com autofill melhorado

04-11-2025 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

O Google Chrome recebeu melhorias no sistema de preenchimento automático de formulários, podendo preencher mais dados.

O Google Chrome acaba de receber uma das maiores melhorias de sempre na função de preenchimento automático (autofill). A partir de agora os utilizadores da versão de desktop poderão guardar e preencher automaticamente muito mais do que passwords, moradas e informações de pagamento. O browser passa a permitir o armazenamento e preenchimento de dados como números de passaporte, cartas de condução, e até informações de veículos, como a matrícula e número VIN.

Esta é a maior expansão do sistema de autofill do Chrome, pensada para tornar o processo de preenchimento de formulários mais rápido e prático, sobretudo em situações que envolvam documentos pessoais ou oficiais. Segundo a Google, todas as informações serão protegidas por encriptação e estarão disponíveis em vários idiomas, não apenas em inglês.
Além de suportar novos tipos de dados, a Google também promete melhor precisão no preenchimento automático, reduzindo erros e necessidade de correcções manuais. A gestão dos dados pode ser feita no menu de Definições do Chrome, onde é possível adicionar, editar ou eliminar as informações guardadas - um aspecto sempre importante, dada a sensibilidade deste tipo de dados.

Por enquanto esta nova função fica disponível apenas no Chrome para desktop, mas a Google planeia alargá-la às versões Android e iOS em breve.

Kohler Dekoda é uma câmara para a sanita

04-11-2025 | 13:14 | A Minha Alegre Casinha

Para os fãs da monitorização da saúde, a Kohler propõe a Dekoda - uma câmara para a sanita que pode analisar as fezes.

Poderia dizer-se que é (literalmente) uma ideia de merd@, mas a Kohler acredita que há quem esteja interessado em transformar a casa de banho em mais um lugar de recolha de dados sobre a sua saúde.

A marca apresentou o Dekoda, um acessório inteligente que se fixa à sanita e utiliza sensores e algoritmos para analisar o conteúdo, fornecendo informações sobre hidratação, digestão e saúde intestinal. O dispositivo é instalado no aro da sanita, sem necessidade de ferramentas, e usa usa sensores ópticos com espectroscopia para observar como a luz interage com os resíduos, detectando padrões que podem indicar desidratação ou problemas digestivos. Também avisa se for detectado sangue, um possível sinal de condições médicas mais sérias.
Toda a informação é enviada para a app Kohler Health, disponível para iOS e em breve para Android, com encriptação end-to-end (não se pode desvalorizar a importância de dados de merd@ - certo?). Um sensor de impressão digital no painel remoto de parede permite que cada "poio" seja correctamente associado ao utilizador respectivo. A app mostra dados como frequência, consistência e forma dos resíduos, ajudando a ajustar hábitos de alimentação e hidratação.

No entanto, este serviço de merd@ não sai barato. Para além do Kohler Dekoda ter um preço de 599 dólares, o acesso às funcionalidades de saúde requer uma subscrição mensal de 6.99 dólares.

ChatGPT não bloqueou conselhos de saúde

04-11-2025 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

A OpenAI já veio esclarecer que não bloqueou conselhos de saúde ou legais no ChatGPT.

A OpenAI veio confirmar oficialmente que o comportamento e as políticas do ChatGPT permanecem inalterados, após vários rumores nas redes sociais indicarem que o popular chatbot AI tinha começado a recusar responder a questões médicas ou legais. A confusão começou quando alguns sites começaram a dar visibilidade a essas acusações, com publicações a dizerem que essas "novas regras" iriam impedir o ChatGPT de abordar esses temas.

Karan Singhal, responsável pela área de saúde na OpenAI, desmentiu esses receios, referindo que o ChatGPT nunca foi um substituto para aconselhamento profissional, mas continuará a ser um excelente recurso para ajudar as pessoas a compreender informações legais e de saúde.

Not true. Despite speculation, this is not a new change to our terms. Model behavior remains unchanged. ChatGPT has never been a substitute for professional advice, but it will continue to be a great resource to help people understand legal and health information. https://t.co/fCCCwXGrJv

— Karan Singhal (@thekaransinghal) November 3, 2025
A origem da confusão poderá estar numa actualização da política de utilização da OpenAI, publicada a 29 de Outubro, que unificou as regras aplicáveis a todos os produtos da empresa. Nessa actualização, lê-se que os utilizadores não devem usar o serviço para "fornecer aconselhamento personalizado que exija licença profissional, como aconselhamento jurídico ou médico, sem a devida supervisão de um profissional autorizado". No entanto, esta restrição já estava presente nas versões anteriores do documento, que proibiam o fornecimento de aconselhamento individual em áreas como direito, saúde, ou finanças, sem revisão profissional e aviso sobre as limitações do uso de AI.

Em resumo, o ChatGPT continua a poder explicar e contextualizar informações legais e médicas, mas não deverá ser usado cegamente em substituição do aconselhamento de profissionais qualificados.

Renault 5 eléctrico domina vendas em França

04-11-2025 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

Os franceses estão apaixonados pelo regresso do Renault 5 eléctrico que domina o top de vendas em França por grande margem.

O mercado automóvel francês continua em forte crescimento, impulsionado pelos veículos eléctricos. Em Outubro, registaram-se 139.513 novos automóveis, um aumento de 2.9% face ao mesmo mês de 2024, e o quarto mês consecutivo de subida. A estrela do mês foi, sem dúvida, o segmento eléctrico, que registou um salto de 63%, com 34.108 novas matrículas, representando 24.45% do total - ou seja, um em cada quatro carros novos vendidos em França é eléctrico.

Grande parte deste sucesso deve-se ao programa de leasing social implementado pelo governo francês, que permite a famílias com rendimentos mais baixos arrendar veículos eléctricos a preços muito acessíveis. A medida está a ter um impacto directo na popularização da mobilidade eléctrica em todo o país.

O grande destaque vai para o Renault 5 E-Tech, que recuperou o título de carro eléctrico mais vendido em França depois de ter sido ultrapassado pelo Tesla Model Y em Setembro. A Renault domina a tabela: os modelos 4, 5, Scenic e Mégane E-Tech estão todos entre os 10 eléctricos mais vendidos. O Peugeot e-208 ocupa o segundo lugar, seguido pelo Renault Scenic, que, tal como o Model Y, nem sequer beneficia do programa de leasing social.
Já a Citroën e-C3, apesar de ser o eléctrico mais barato para arrendar, ficou apenas em sexto lugar, demonstrando que o preço não é o factor predominante na escolha. Ainda pior é o desempenho de outros modelos: o Smart #1 vendeu apenas 27 unidades, o Nissan Ariya ficou-se por 37 unidades. O novo Ford Capri também demonstra que o factor nostalgia não funciona de igual forma para todos, com apenas 72 exemplares vendidos, sendo visto como um produto datado e sem apelo.

Para a Renault, a fórmula parece estar a fazer sucesso, e só é pena que não exista uma versão intermédia do Renault 5 com o aspecto do Renault 5 Turbo mas sem ser tão radical.

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