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Monociclo InMotion P6 chega aos 150 km/h

20-10-2025 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

Os monociclos passam a ter o equivalente a um hiper-desportivo com o InMotion P6.

Os fãs dos monociclos / uniciclos podem agora sonhar com um modelo de alto-desempenho, o novo InMotion P6, um monociclo elétrico capaz de atingir uns arrepiantes 150 km/h.

O InMotion P6 é alimentado por um sistema de alta voltagem de 235V e oferece 20 kW de potência máxima, o que lhe permite acelerar dos 0 aos 50 km/h em apenas 1.9 segundos. A autonomia também impressiona: o P6 inclui uma bateria Samsung 50S de 4.200 Wh, com promessa de poder percorrer até 150 km por carga. O sistema de carregamento rápido de 14A permite recarregar a bateria em cerca de 90 minutos.

O design combina potência com sofisticação técnica. O P6 conta com suspensão hidráulica com 90 mm de curso e amortecimento ajustável, tornando-o apto tanto para a cidade como para trilhos montanhosos. O interior esconde ainda um controlador com tecnologia SiC, sistema activo de arrefecimento por heat pipe, tripla protecção da bateria e monitorização da pressão dos pneus. Em termos de conectividade, o RideConnect IoT da InMotion adiciona GPS em tempo real, ferramentas anti-roubo, controlos remotos, registos de viagem e ajustes personalizados de aceleração, travagem e comportamento em curva.


Com um preço de 4.999 dólares, o P6 posiciona-se como um dos veículos eléctricos mais radicais do mercado. Na fase de lançamento, os compradores recebem mais de 1.000 dólares em extras, incluindo um carregador rápido, assento, garantia alargada e um ano de serviço RideConnect. Basta apenas ter dinheiro... e coragem!

Confesso que deverá ter piada, ir a circular a 120 km/h numa auto-estrada, e ver passar uma pessoa literalmente em cima de uma única roda. :)

Honor Robot Phone será apresentado no MWC 2026

20-10-2025 | 07:00 | Aberto até de Madrugada

A Honor promete revelar todos os detalhes sobre o curioso "Robot Phone" no MWC 2026 em Barcelona.

A Honor confirmou oficialmente que fará a estreia do seu Robot Phone durante o Mobile World Congress (MWC) 2026, que decorrerá em Março em Barcelona.

O Honor Robot Phone foi inicialmente apresentado em jeito de "one more thing" durante o lançamento da série Magic8, com a parte inovadora a ser uma câmara montada num gimbal móvel que sai da parte traseira do telefone em verdadeiro estilo "transformer" e que aadopta o formato de uma cabeça de robô. Segundo a Honor, o sistema é capaz de compreender o que vê e oferece um conjunto de funcionalidades potenciadas por AI.
Facilmente se pode antecipar que, se a Honor usar alguma criatividade no movimento da câmara, poderá facilmente conquistar o público, ao estilo dos movimentos dos robots da Disney.

Mas, por agora, ainda restam dúvidas sobre se esta apresentação significa que este Robot Phone será disponibilizado comercialmente, ou se se manterá como protótipo em jeito de antecipação de algo para o futuro.

Tendo em conta que hoje em dia se podem arranjar estabilizadores gimbal por menos de 100 euros, a nível de custo não deverão haver grandes impedimentos. Por outro lado, há que considerar que a complexidade do mecanismo móvel o deixará mais vulnerável em caso de quedas ou outros acidentes. Teremos que aguardar até Março, para ficar a conhecer os planos da Honor.

Facebook arranja forma de usar fotos para AI

19-10-2025 | 20:00 | Aberto até de Madrugada

A Meta arranjou nova forma para usar as fotos dos utilizadores para treinar os seus modelos AI.

A Meta começou a disponibilizar uma nova ferramenta de colagens e edição AI de fotos no Facebook, que analisa as imagens e vídeos para criar automaticamente montagens e sugestões de publicações. A funcionalidade é opcional mas vem com uma particularidade que poderá passar despercebida a muitos utilizadores: depois de activada, a app envia todas as fotos no smartphone para a Meta, com o objectivo de criar colagens temáticas - como festas ou viagens - e propõe edições e outras melhorias.

Se até aí a Meta promete que tudo se mantém "privado", as coisas podem mudar substancialmente com uma simples operação: se o utilizador partilhar alguma foto criada ou editada por esta via, o Facebook reserva o direito de poder igualmente usar esse conteúdo para treinar os seus modelos AI. A Meta garante que as imagens do rolo de câmara não são usadas para esse fim enquanto permanecerem privadas, mas tudo o que for publicado ou editado com as ferramentas da empresa pode contribuir para o treino AI.

A funcionalidade já está disponível nos Estados Unidos e Canadá, com sugestões nas Stories e no Feed a incentivarem que os utilizadores activem a funcionalidade. Para a activar ou desativar, é preciso ir a Definições e Privacidade > Definições > Preferências > Sugestões de Partilha do Rolo de Câmara (e - pelo menos - sem limitação de só poder desligada três vezes por ano). Quem quiser evitar o uso das suas imagens para AI não deverá activar a opção - ou, para maior segurança, não dar ou o remover o acesso da app do Facebook às fotos do smartphone.

Poderia muito bem assumir-se que a Meta leva a sério a privacidade dos utilizadores e está a fazer tudo isto de boa-fé. Infelizamente, a empresa tem longo historial no abuso dos dos utilizadores, bastando relembrar que tinha o serviço Onavo com o qual obteve dados importantes para espiar os seus rivais (e que levaram à compra do WhatsApp).

Microsoft só deixa desligar reconhecimento facial no OneDrive 3 vezes por ano

19-10-2025 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

A Microsoft está a testar limites na alteração das definições de reconhecimento facial no OneDrive, deixando fazê-lo apenas três vezes por ano.

A Microsoft está a expandir o uso de reconhecimento facial no OneDrive para ajudar a organizar fotos por pessoas, mas o que está a dar que falar é uma inesperada limitação: só será possível desactivar a funcionalidade três vezes por ano.

Por agora a opção está a ser disponibilizada para utilizadores com acesso antecipado, surgindo na secção de privacidade com a mensagem "O OneDrive usa AI para reconhecer rostos nas tuas fotos". A página de suporte da Microsoft indica que tecnologia analisa e armazena dados biométricos para fazer o agrupamento automático de rostos, embora garanta que as digitalizações não são usadas para treinar os seus modelos AI nem são partilhadas publicamente.
A restrição de apenas três alterações por ano é bastante intrigante, já que parece ser (mais) um atropelo à vontade dos utilizadores. A Microsoft não explicou o motivo, mas poderá estar relacionado com uma tentativa de evitar desperdiçar recursos a fazer o processamento AI das fotos apenas para ter esse trabalho eliminado, e depois refeito, e eliminado novamente, repetidamente - mas se for esse o caso, talvez fosse adequado dar essa explicação desde logo.

Mesmo assim, essa desculpa dificilmente serviria para explicar tudo. Funcionalidades semelhantes existem há anos noutros serviços, como o Google Photos, que permitem activar e desactivar o Face Grouping sem restrições - e curiosamente, até no Microsoft Photos, que entretanto foi removida no início deste ano.

Porque motivo as turbinas eólicas têm 3 pás

19-10-2025 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

Como se poderá imaginar, as três pás usadas na maioria das turbinas eólicas não é algo que tenha surgido por mero acaso.

Quer seja na sua fácil identificação no cimo de montes e montanhas ou em vastos parques eólicos flutuantes, peça-se a alguém para imaginar uma turbina eólica e será quase certo que a totalidade das pessoas visualizará uma turbina com três pás. Mas, porque motivo se utilizam três pás, e não duas, quatro, cinco, ou mais?

Na aeronáutica, vemos aviões com hélices com variado número de pás, pelo que é legítimo perguntar porque motivo nas turbinas eólicas se parece ter ficado estagnado num design com apenas três pás. Uma decisão que é explicada no seguinte vídeo do canal minutephysics e que tem a ver essencialmente com o factor que se pode imaginar: a eficiência - embora também haja outros benefícios a nível de engenharia, estética, e até de conforto (a nível do ruído produzido).


As três pás acabam por proporcionar o melhor resultado em termos de eficiência, reduzem a carga estrutural face a outras opções, e geram menor ruído - tudo opções que, desde logo, fazem com que se torne na opção mais sensata.

É certo que há outros tipos de turbinas eólicas, sem pás, mas para o design mais comum e popular, fica explicado porque motivo as turbinas de três pás se tornaram no standard que é utilizado em todo o mundo.

WhatsApp testa limites de mensagens para combater o spam

19-10-2025 | 13:30 | Aberto até de Madrugada

O WhatsApp vai testar limites para mensagens não respondidas, com o objectivo de combater o spam.

O WhatsApp está a testar nova funcionalidade que pode mudar a forma como mensagens são enviadas na plataforma. A plataforma de mensagens da Meta está a considerar aplicar limites mensais no número de mensagens que utilizadores e empresas podem enviar para pessoas que não responderam às suas conversas, para reduzir o spam.

Todas as mensagens enviadas a contactos desconhecidos vão contar para esse limite, cujo valor exacto ainda não foi definido. A empresa está a experimentar diferentes valores em vários países. Quando o utilizador ou empresa se aproximarem do limite, o WhatsApp apresentará um aviso com o número de mensagens restantes, para evitar bloqueios temporários.

Segundo o WhatsApp, a maioria dos utilizadores não será afectada, já que o objectivo é travar apenas os comportamentos abusivos e mensagens em massa. Além disso, mensagens que recebam resposta não contam para estes limites, pelo que não afectarão interacções reais entre utilizadores.

O spam tem sido um problema crescente na plataforma, que conta com milhares de milhões de utilizadores em todo o mundo. Nos últimos anos, o WhatsApp tem lançado várias ferramentas para o combater, como a possibilidade de bloquear contactos directamente, anular subscrições de mensagens promocionais, sair de grupos indesejados e limitar o envio de mensagens em massa por novos utilizadores. Veremos se estes novos limites terão efeito prático, ou se serão rapidamente contornados por quem se dedica ao envio de spam.

Troca para bi-horário e tri-horário sem "fidelização" de 12 meses

19-10-2025 | 12:11 | A Minha Alegre Casinha

Vai finalmente terminar a ridícula limitação que obrigava os portugueses a manterem-se por um ano no mesmo tipo de tarifário.

A ERSE anunciou alterações, que na prática se traduzem pelo fim da limitação de troca entre diferentes tipos de tarifa - simples, bi-horária e tri-horária. Embora actualmente os consumidores já tivessem a liberdade de poder mudar de operador de electricidade a cada mês, permaneciam presos ao tipo de tarifário durante um inexplicável período de doze meses - significando que que não podiam ajustar esse mesmo tarifário às suas necessidades.

Felizmente, isso é algo que agora chega ao fim:
"Relativamente à estrutura tarifária, destaca-se a flexibilização na mudança entre opções tarifárias para os consumidores domésticos. Esta alteração permitirá aos consumidores em baixa tensão normal (BTN) com potência contratada até 20,7 kVA, alterar, a qualquer momento, a sua opção tarifária que varia entre tarifa simples, bi-horária e tri-horária, eliminando-se a obrigação, atualmente em vigor, de permanência de doze meses. Possibilita-se, assim, a livre contratação de opções tarifárias concordantes com as ofertas disponíveis no mercado liberalizado." - ERSE (PDF link)
Era algo que há muito era pedido e que não tinha qualquer justificação lógica para existir - ainda menos numa altura em que se tem passado para os "contadores inteligentes" que possibilitam um maior dinamismo na contagem dos consumos.

Com esta alteração, os portugueses ficam livres para poder ajustar o tarifário em função das suas necessidades, e de reagir de forma imediata às eventuais alterações: como compra de um automóvel eléctrico, instalação de painéis solares, instalação de baterias para casa, etc. Sem ficarem presos ao tipo de tarifário escolhido por um ano.

iPhone 17 Pro enfrenta problemas de descoloração

19-10-2025 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

Alguns utilizadores com iPhones 17 Pro estão a notar alterações substanciais na cor dos equipamentos após poucas semanas.

Como se não bastasse o problemas dos riscos fáceis, parece que a Apple terá que explicar outros problema nos lotes iniciais dos iPhone 17 Pro.

Vários utilizadores começara a relatar estranhas descoloração nos seus iPhone 17 Pro e 17 Pro Max, que afectam principalmente o modelo em cor laranja (Cosmic Orange) mas que também aprecem afectar a versão azul (Deep Blue) em menor grau. No entanto, os relatos têm vindo a aumentar rapidamente, o que faz temer que o problema comece a expandir-se à medida que mais modelos vão permanencendo mais tempo na mão dos utilizadores.
A descoloração parece a começar na zona das câmaras, alastrando depois por todo o corpo de alumínio, tornando-se ainda mais contrastante com a parte traseira em vidro mate - que permanece inalterada. Vários utilizadores suspeitam que a causa possa estar na exposição à luz solar - mais concretamente à luz ultravioleta (UV). Muitos dizem que o tom começou a desvanecer após terem estado com o iPhone algumas horas ao sol, o que sugere uma possível vulnerabilidade no processo de acabamento do alumínio.

De forma curiosa, alguns afirmam que o Cosmic Orange acaba por adquirir um tom semelhante ao Rose Gold, o que levou a brincadeiras nas redes sociais sobre esta "nova cor" não-oficial. Ainda assim, a extensão real do problema é desconhecida, e espera-se que a Apple substitua as unidades afectadas enquanto investiga a situação. Sendo que, sendo a anodização do alumínio algo "comum" e que a Apple e os seus fornecedores fazem há muito, não se compreende porque motivo terá surgido este problema nesta geração.

iPad Pro M5 traz 7 melhorias além do chip

19-10-2025 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

A Apple revelou o novo iPad Pro com chip M5, que vem com algumas melhorias adicionais.

Embora o novo chip M5 seja o elemento de destaque da nova geração iPad Pro, o processador não é a única novidade. Há mais algumas características técnicas adicionais que podem ter passado despercebidas mas que tornam o tablet da Apple mais eficiente e versátil - e que podem ser usados para quem procurar formas de "justificar" a compra.

De acordo com resultados do Geekbench 6, o M5 oferece até 20% mais desempenho de CPU e 40% mais potência gráfica face ao M4. As versões de 256 GB e 512 GB contam com um CPU de 9 núcleos, enquanto as versões de 1 TB e 2 TB incluem o CPU completo de 10 núcleos.

Mas há mais sete pontos a destacar:
  • Mais memória RAM: os modelos de 256 GB e 512 GB passam a ter 12 GB, enquanto as versões superiores mantêm os 16 GB.
  • Chip N1 dedicado: garante suporte para WiFi 7 e Bluetooth 6, com maior fiabilidade no AirDrop e o Hotspot pessoal.
  • Chip C1X para modelos celulares: promete dados móveis até 50% mais rápidos e melhor eficiência energética.
  • Armazenamento mais veloz: a Apple refere que o novo iPad Pro oferece até o dobro da velocidade de leitura e escrita face à geração anterior.
  • Melhor suporte para ecrãs externos: agora é possível usar monitores a 120 Hz com Adaptive Sync, garantindo movimentos mais fluidos e latência reduzida.
  • Carregamento rápido melhorado: o modelo de 11" atinge 50% de carga em cerca de 30 minutos, enquanto o de 13" leva aproximadamente 35 minutos.
  • Outra curiosidade técnica é que o ecrã pode agora reduzir o brilho até apenas 1 nit, ideal para utilização em ambientes escuros ou à noite.
Os novos iPad Pro M5 de 11" e 13" já estão disponíveis em pré-venda, com lançamento oficial nas lojas e entregas a partir de 22 de Outubro. Os preços começam nos €1129 para o iPad Pro de 11", e nos €1479 para o iPad Pro de 13".

GM traz Cadillac Optiq para a Europa

19-10-2025 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

A GM vai comercializar o Cadillac Optiq na Europa, mas que parece ter perdido bateria e potência na travessia do Atlântico.

A General Motors está a trazer um toque do luxo eléctrico americano para a Europa com o Cadillac Optiq, o novo crossover eléctrico da marca. É o modelo mais acessível da Cadillac e já pode ser encomendado em vários países europeus.

Contudo, o Optiq europeu é bem diferente da versão vendida nos Estados Unidos, o que levanta dúvidas sobre se o design será suficiente para compensar as perdas em potência, autonomia e velocidade de carregamento - especialmente tendo em conta o preço.

A versão europeia vem equipada com uma bateria de 75 kWh, menos 10 kWh do que a versão americana. A autonomia desce para cerca de 425 km (WLTP). O sistema de tracção integral com dois motores debita 304 cv e 480 Nm de binário, uma queda acentuada face aos 440 cv e 675 Nm do modelo americano. Além disso, o carregamento rápido em corrente contínua é limitado a 110 kW, abaixo dos 150 kW dos EUA e de muitos rivais europeus.
Há, no entanto, algumas boas notícias: o Optiq europeu permite carregamento AC até 22 kW (ligeiramente superior aos 19.2 kW da versão americana) e utiliza o conector CCS2, padrão na Europa. No interior, destaca-se o ecrã LED curvo de 33", o sistema de som AKG Studio com 19 altifalantes e, inesperadamente e ao contrário das versões americanas, suporte para Apple CarPlay e Android Auto, que a GM decidiu eliminar nos EUA (e fazendo cair por terra as explicações para a sua remoção).

Mas menos potência e uma bateria menor não significam um preço mais baixo: o Optiq arranca nos 65.000 euros, tanto nas versões Premium Luxury como Premium Sport. Isto coloca-o frente a frente com modelos como o Audi Q6 e-tron, que oferece mais autonomia e carregamento rápido até 270 kW pelo mesmo valor.

Com especificações mais modestas e um preço elevado, o Cadillac Optiq terá de confiar no seu design distinto e para conquistar os condutores europeus - o que parece ser um desafio difícil num mercado com muitas opções de escolha no segmento dos SUVs eléctricos de topo.

Hackers norte-coreanos escondem malware na blockchain

18-10-2025 | 20:00 | Aberto até de Madrugada

Foi detectada uma nova técnica que distribui malware de uma forma impossível de deter, usando blockchains públicas.

O Google Threat Intelligence Group (GTIG) detectou um grupo de hackers norte-coreanos que começou a usar uma técnica chamada EtherHiding para distribuir malware através de smart contracts em blockchains públicas, como a Ethereum e a Binance Smart Chain.

A técnica, descrita pela primeira vez em 2023, permite armazenar e actualizar código malicioso directamente na blockchain, tornando-o quase impossível de remover e extremamente difícil de rastrear. Ao contrário dos métodos tradicionais, em que o malware fica alojado num servidor que pode ser desactivado, este método oferece anonimato, resistência a remoção e, ainda por cima, custo reduzido - cada actualização de contrato custa pouco mais de um dólar em taxas.

O grupo, identificado como UNC5342 e associado ao regime da Coreia do Norte, usa o EtherHiding em campanhas de engenharia social disfarçadas de entrevistas de emprego para programadores. As vítimas são levadas a executar código durante supostos testes técnicos, que descarregam o JADESNOW, um downloader em JavaScript capaz de descarregar o malware da blockchain e por fim lançar o InvisibleFerret, spyware usado em espionagem a longo prazo.
Uma vez infectado, o sistema pode roubar credenciais, cartões de crédito e carteiras de criptomoedas, além de enviar ficheiros para servidores remotos ou via Telegram. O GTIG alerta que esta é a primeira vez que um grupo patrocinado por um Estado usa EtherHiding, representando um novo desafio para a detecção e combate destas campanhas de malware.

Os investigadores recomendam que os administradores de sistema restrinjam o download de ficheiros executáveis (coisa que já deveriam fazer de qualquer forma), enquanto os utilizadores no grupo alvo devem desconfiar de ofertas de emprego que envolvam a execução de código ou a instalação de ficheiros desconhecidos. Em caso de dúvida, podem/devem sempre usar uma máquina isolada ou, pelo menos, fazer esses testes numa máquina virtual para minimizar os riscos.

Como criar um marcador de livro musical MIDI com ESP32

18-10-2025 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

Este original marcador de livros pode funcionar como teclado touch MIDI para criar música.

Confesso que fui parar a este projecto MIDI Bookmark pensando que seria outra coisa, mas fui surpreendido por ser - literalmente e efectivamente - um marcador de livros. No entanto, não é apenas um marcador para as páginas, já que na realidade também funciona como um teclado touch MIDI, perfeito para dar asas à criatividade musical.

Como é habitual neste tipo de projectos electrónicos, o cérebro do sistema é um ESP32, que já integra todas as capacidades (e mais algumas). Depois, basta um pouco de cuidado e empenho para criar a parte física, incluindo teclas musicais económicas (usando touch capacitivo). Graças às bibliotecas de software já existentes, adicionar-lhe compatibilidade MIDI via Bluetooth é algo que não custa nada, e faz com que se possa usar o marcador para tocar qualquer instrumento musical que se tenha (com MIDI) - que pode ser simplesmente software de som num smartphone ou tablet.




Este projecto pode igualmente ser facilmente transformado em mil e uma outra coisas para controlo MIDI. Podem criar uma bateria digital, ou até instrumentos "imaginários" que usem diferentes tipos de sensores (vibração, luminosidade, ultra-sons, etc.) para transformar movimentos ou outra informação em sinais musicais, indo para além das limitações dos instrumentos tradicionais que todos conhecemos (incluindo as harpas laser).

Jogo The Crew 2 ganha modo offline

18-10-2025 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

Não querendo repetir o desastre do The Crew original, a Ubisoft lança um modo offline para o The Crew 2.

A Ubisoft lançou uma actualização para o jogo The Crew 2 que adiciona um novo Hybrid Mode que permite jogar em modo offline. O sistema não é perfeito mas é melhor que nada: os modos online e offline utilizam gravações separadas, o que significa que qualquer veículo conquistado offline não estará disponível quando o jogador regressar ao modo online. No entanto, é possível exportar o progresso online para o modo offline, embora isso apague todo o progresso feito sem ligação à internet.

Alguns elementos, como conteúdo multiplayer, criações da comunidade, LIVE Summits e compras de Crew Credits, não estão disponíveis neste modo. Ainda assim, trata-se de actualização importante, especialmente após o episódio de remover o jogo The Crew original das colecções dos jogadores quando os servidores foram desligados - o que fez reacender o debate sobre a propriedade digital e preservação de jogos. O movimento Stop Killing Games, que tem promovido a criação de legislação europeia para garantir o acesso a jogos mesmo depois de deixarem de ser suportados, tem sido uma das vozes mais activas nesta discussão.



Com esta actualização, a Ubisoft cumpre a promessa de manter The Crew 2 acessível mesmo após o fim do suporte online - ou simplesmente prefira jogar sem uma ligação à internet. Resta agora esperar que outras empresas sigam o exemplo (a EA bem que podia seguir a dica, e relançar o Titanfall original para poder ser jogado em modo offline com bots em vez de jogadores - ou com modo puramente multiplayer via LAN).

Google usa AI para acelerar fusão nuclear

18-10-2025 | 13:30 | Aberto até de Madrugada

A Google junta-se à Commonwealth Fusion Systems para acelerar a chegada da energia de fusão com ajuda da AI.

A Google anunciou uma parceria com a Commonwealth Fusion Systems (CFS) para acelerar a chegada da energia de fusão - limpa, segura e praticamente ilimitada. A fusão é o processo que alimenta o Sol e, em teoria, pode oferecer energia abundante sem os resíduos radioativos da energia nuclear por fissão usada nos reactores actuais. O desafio está em manter o plasma, um gás ionizado, estável a temperaturas superiores a 100 milhões de graus Celsius, algo que a Google quer ajudar a resolver através da inteligência artificial.

A CFS está a desenvolver o SPARC, um reactor compacto do tipo tokamak que utiliza ímanes supercondutores de alta temperatura e que pretende ser o primeiro da história a gerar energia positiva de fusão, ou seja, produzir mais energia do que a que consome. A colaboração com a Google vai aproveitar o trabalho anterior da empresa em controlo de plasma com AI, nomeadamente com um simulador TORAX que permite testar e optimizar milhões de cenários virtuais antes do reactor entrar em operação.

TORAX is our open-source plasma simulator allowing CFS to run millions of virtual experiments to test plans for their tokamak, SPARC.

Using reinforcement learning, we’re now rapidly identifying the most efficient paths for it to generate more power than it consumes - a landmark… pic.twitter.com/hLPwj31x3T

— Google DeepMind (@GoogleDeepMind) October 16, 2025
Combinando o TORAX e técnicas de Reinforcement Learning (RL), a Google e a CFS estão a explorar formas mais eficientes de maximizar a energia de fusão e a desenvolver uma AI capaz de controlar o plasma em tempo real. Este sistema poderá, por exemplo, ajustar automaticamente a distribuição de calor dentro do reactor para proteger as paredes internas e optimizar o desempenho.

A Google tem esperança que esta parceria não só ajudará a CFS a atingir o marco histórico na produção de energia de fusão, como também servirá de base para o desenvolvimento de sistemas inteligentes e adaptativos em futuras centrais de fusão. A longo prazo, a empresa vê esta aliança entre AI e energia de fusão como um passo essencial rumo a um futuro energético mais limpo e sustentável.

18 anos de Aberto até de Madrugada

18-10-2025 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

O Aberto até de Madrugada chega à maioridade, celebrando os 18 anos de idade.

A ritmo que parece ser cada vez mais acelerado, chegamos aos 18 anos de AadM. Mais um marco que tenho a felicidade e o prazer de celebrar com todos os que me acompanham desse lado.

São dezoito anos de publicações diárias ininterruptas, "faça chuva ou faça sol", que parecem difíceis de acreditar. E não são só os fins de semana, mas também férias, viagens, e muitos outros eventos que, de uma forma ou de outra, não têm interrompido o compromisso (auto-imposto é certo) de manter a cadência regular das publicações. Chamada especial de atenção para a inevitável excepção: o apagão de 28 de Abril, que nos apanhou de surpresa e não deu hipótese - não só as UPS se esgotaram, como as comunicações não fizeram voltar à idade pré-histórica pré-internet (uma boa desculpa para quem necessitar justificar o investimento em baterias para casa e uma ligação Starlink).

Ao longo deste último ano o grande destaque continua a ir para a tecnologia AI, que continua a evoluir a ritmo cada vez mais acelerado. Além das melhorias a nível de poupança de tempo para as tarefas chatas, começam também a surgir relatos cada vez mais numerosos e frequentes de como os mais recentes modelos AI estão a mostrar resultados a nível de inovações com impacto substancial para a humanidade, como uma potencial nova terapia para o cancro, ou aceleração da energia de fusão. Pelo outro lado, ferramentas como o Sora da OpenAI e Veo da Google, entre outras, fazem com que se esteja numa era em que não se pode acreditar naquilo que se vê. Não será surpresa que, no futuro (ou já hoje), a única maneira de identificar se um video ou foto é real ou gerado por AI seja... perguntando a uma ferramenta AI!

Para o próximo ano é de esperar uma aceleração ainda maior das ferramentas AI, que contarão com uma vertente de aplicação física no mundo real com a aproximação dos robots humanóides para uso doméstico. Para uns, isso pode ser algo que deve ser acompanhado por grande cautela para não se cair num cenário "à Terminator"; para outros, poderá ser visto de forma mais positiva e optimista, como sendo mais um passo em direcção a uma sociedade de "abundância sustentável", em que teremos os robots a fazer todo o trabalho, deixando as pessoas livres para se dedicarem ao que realmente gostam. Seria imensamente recompensador que se pudesse testemunhar isso a acontecer no nosso tempo de vida - a transição da sociedade de "trabalho" para uma sociedade à "Star Trek" - mas não podemos esquecer que não há tecnologia que, por si só, seja capaz de resolver os problemas causados deliberadamente pelos humanos. Esperemos que muitos desses problemas deixem de existir com a chegada da fusão nuclear e a energia "ilimitada", que colocará um ponto final em todos os (muitos conflitos) que são directa, ou indirectamente, causados pelo acesso a recursos como o petróleo e gás.


Dito isto, passo para o nosso habitual passatempo de aniversário, em que este ano se repete (tendo em conta que fez grande sucesso o ano passado), um conjunto de barras de luz Govee.

Loading…


P.S. Manda a tradição que deixe um link para o post do aniversário anterior; e também para o primeiro post do AadM em 2007.

Samsung desiste do Galaxy S26 Edge?

18-10-2025 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Há relatos que a Samsung terá cancelado o desenvolvimento do futuro Galaxy S26 Edge, após vendas abaixo do esperado do Galaxy S25 Edge.

O Galaxy S25 Edge, modelo ultrafino lançado em Maio - que se antecipou ao lançamento do iPhone Air da Apple - tem apenas 5.5 mm de espessura uma bateria de 3.900 mAh. Mas o seu preço elevado e as restrições de hardware devido ao tamanho não conseguiram convencer os consumidores.

Em resultado disso, a Samsung parece ter desistido do desenvolvimento do Galaxy S26 Edge e, em vez disso, regressar à fórmula antiga com um Galaxy S26 Plus.
A mudança está a ser descrita como sendo "caótica" e "embaraçosa" dentro da empresa, uma vez que o S26 Edge já se encontrava em fase final de desenvolvimento.

Vai ser interessante ver se a Apple irá ser forçada a tomar decisão idêntica ou se continuará a apostar no iPhone Air. Apesar da recepção inicial ter sido positiva, a procura pelo iPhone mais fino parece estar a enfraquecer rapidamente - situação que poderá ficar adiada por mais algum tempo graças ao lançamento do iPhone Air na China (teve que obter permissão especial por ser um modelo apenas eSIM). Veremos como as coisas correm ao longo dos próximos meses.

Leapmotor celebra 1 milhão de automóveis produzidos

18-10-2025 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

A Leapmotor anuncia oficialmente a saída da linha de produção do seu veículo número um milhão.

A Leapmotor é a segunda nova força entre os fabricantes de automóveis na China a entrar no “Clube do Milhão”. Este momento histórico não é apenas um avanço em termos de números de produção, mas também a confirmação do caminho de desenvolvimento da Leapmotor, de "partir em busca do progresso, enquanto mantém a estabilidade, acumula e se desenvolve", e do chamado "fenómeno Leapmotor" atingir um novo patamar.

O significado mais marcante deste patamar de um milhão de unidades saídas da linha de produção é a sua incrível aceleração e rapidez. Da unidade nº 500.000 à unidade nº 1.000.000, a Leapmotor levou apenas 343 dias, estabelecendo um recorde para o período mais rápido entre as novas empresas de automóveis elétricos da China a atingirem um milhão de unidades produzidas. Essa velocidade demonstra o crescimento explosivo das capacidades de sistematização, efeito de escala e reconhecimento de mercado da Leapmotor, e demonstra que a marca passou com sucesso pelo período inicial e entrou de uma forma constante numa nova fase de desenvolvimento em grande escala e de elevada qualidade.
Por trás da aceleração até um milhão está a sólida vantagem competitiva construída pela estratégia de investigação interna da Leapmotor e pelo conceito de ciência e tecnologia inclusivas.

De janeiro a agosto de 2025, o volume acumulado de entregas da Leapmotor ultrapassou as 320.000 unidades, continuando a liderar a lista de vendas das novas marcas de energia da China, e alcançando um volume de vendas mensal que colocou a marca no topo da lista das novas marcas ao longo de seis meses consecutivos.

No nosso país, a gama Leapmotor vai do económico T03 que tem preço a começar nos 18.500 euros, até ao C10 com preço base de 33.900 euros.

[Pela Estrada Fora]

Actualização do Windows 11 impede ligações localhost (127.0.0.1) em HTTP/2

17-10-2025 | 20:00 | Aberto até de Madrugada

Uma actualização do Windows 11 está a impedir as ligações localhost (127.0.0.1) quando se usa o protocolo HTTP/2.

Como tem sido tradição, temos mais uma actualização do Windows 11 que chega com novidades indesejadas, neste caso causando dores de cabeça a programadores e utilizadores avançados. Após se instalar as actualizações de Setembro e Outubro (KB5065789 e KB5066835), várias aplicações que dependem de ligações HTTP/2 para o endereço local 127.0.0.1 (localhost) deixaram de conseguir comunicar.

O localhost é o endereço que representa o próprio computador, sendo usado frequentemente para testar websites, fazer debug de código, ou permitir que programas comuniquem com serviços locais. Desde a actualização de Outubro, muitos utilizadores começaram a ver erros como "ERR_CONNECTION_RESET" e "ERR_HTTP2_PROTOCOL_ERROR". Entre as aplicações afectadas estão o Visual Studio, SQL Server Management Studio (SSMS) e o Duo Desktop, entre outras, que dependem dessa ligação.

Enquanto a Microsoft não lança uma correcção oficial, existem algumas sugestões que podem resolver o problema. Uma delas passa por desactivar o protocolo HTTP/2 no registo do sistema:

[HKEY_LOCAL_MACHINE\\System\\CurrentControlSet\\Services\\HTTP\\Parameters]
"EnableHttp2Tls"=dword:00000000
"EnableHttp2Cleartext"=dword:00000000

Outra hipótese, segundo alguns utilizadores, é instalar a actualização mais recente do Microsoft Defender - que resolveu o problema para uns, mas outros dizem que não fez efeito.

Para já, o método mais eficaz tem sido desinstalar as actualizações KB5066835 e KB5065789 através dos comandos:

wusa /uninstall /kb:5066835
wusa /uninstall /kb:5065789

Após serem removidas estas actualizações, bastará reiniciar o sistema para que as ligações HTTP/2 para o localhost voltam a funcionar normalmente.


Com a Microsoft a investir tanto em tecnologias AI, já seria tempo de por esses sistemas AI em uso, validando as actualizações do Windows de modo a reduzir os problemas que têm chegado recorrentemente com cada actualização.

Microsoft reforça aposta AI no Windows 11 com "Hey Copilot"

17-10-2025 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

Com o fim do Windows 10, a MS quer entra numa nova era de sistemas AI, colocando os utilizadores a falar com o Windows 11.

A Microsoft está a preparar uma revolução no Windows 11, transformando o sistema operativo num "AI PC" que o utilizador pode controlar por voz. À medida que o Windows 10 se aproxima do fim de suporte e o Windows celebra 40 anos, a empresa olha para o futuro com uma visão clara: um computador que conversa e age por conta própria, através do Copilot.

Segundo Yusuf Mehdi, vice-presidente executivo e director de marketing da Microsoft, o objectivo é reescrever o sistema operativo em redor das capacidades AI e criar um computador verdadeiramente "inteligente". As novas capacidades estão agora a chegar ao Windows 11, integrando funções AI em todos os PCs, mesmo sem o hardware específico dos Copilot Plus PCs. A principal novidade é o comando por voz "Hey, Copilot!" que os utilizadores poderão usar para falar com o PC e executar operações ou obter ajuda.




O Copilot ganha novas funções de Visão e Acção. A primeira, já em distribuição global, permite que o assistente veja o que está no ecrã e ofereça apoio em tempo real - desde guiar o utilizador em aplicações a resolver problemas ou até ajudar em jogos. A segunda, ainda em testes no programa Copilot Labs, dá à AI a capacidade de executar acções localmente, como editar ficheiros ou gerir pastas.

A Microsoft também vai integrar o Copilot directamente na barra de tarefas do Windows 11, com acesso rápido à pesquisa, voz e visão. Apesar de o histórico da empresa com assistentes de voz (como a Cortana) não ser a melhor, a Microsoft acredita que desta vez a integração da AI mudará o comportamento dos utilizadores. E para o provar, está a lançar uma nova campanha publicitária com o slogan "Conheça o computador com quem pode falar", marcando o início de uma nova era em que o PC deixa de ser apenas acessível via teclado e rato, e passa a ser um assistente com quem se pode falar - ao estilo do futuro idealizado em séries como Star Trek.

Extensão tomadas Tessan com 4 USB + 2 tomadas a €27

17-10-2025 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

Uma excelente opção para quem tem que lidar com um número crescente de dispositivos USB para recarregar, é usar uma extensão de tomada com portas USB integradas, como é o caso desta Tessan com 2 tomadas mais 4 USB.

Hoje em dia temos uma grande variedade de carregadores USB, mas estas extensões de tomada com portas USB integradas acabam por ser uma solução bastante atractiva, já que permitem manter a utilidade da tomada original, mas adicionando portas USB adicionais para carregarem outros equipamentos sem necessidade de carregadores individuais.
Esta extensão de tomada Tessan com 2 tomadas mais 4 USB (2 USB-C + 2 USB-A) está disponível por 27 euros na Amazon Espanha.

As portas USB podem fornecer até 30 W (PD) no total, sendo divididos à medida que se ligam mais dispositivos. Por exemplo, se ligarmos um dispositivo na porta USB-C e outra numa porta USB-A, poderá fornecer 15W a cada um deles em simultâneo. Quanto à extensão em si, conta com um cabo de 2 metros, facilitando o processo de a colocar num ponto mais adequado em relação à tomada onde for ligada.

É uma opção bastante interessante, especialmente tendo em conta a crescente panóplia de dispositivos USB que vamos tendo, dos smartphones e tablets e coisas como smartwatches, colunas Bluetooth, escovas de dentes, máquinas de barbear, etc. E desta forma, em vez de transportamos vários carregadores, fica tudo condensado num único bloco compacto de uma extensão de tomadas.


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