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Encomendas dos iPhone 17 começam hoje

12-09-2025 | 07:00 | Aberto até de Madrugada

Quem estiver interessado num dos novos iPhone 17 poderá encomendá-los a partir de hoje, 12 de Setembro.

Depois da apresentação da nova geração iPhone 17, que chega com a estreia do iPhone 17 Air ultra-fino e iPhones 17 Pro com traseira renovada, chega finalmente o dia em que a Apple abre as encomendas - com as entregas a começarem a 19 de Setembro.

Embora já não se assista às tradicionais longas filas para ir buscar um novo iPhone à loja - como nos anos iniciais - esse processo foi agora transferido para a comodidade da compra online, sendo habitual que a loja online da Apple tenha algumas dificuldades para lidar com a afluência dos interessados. Interessados esses que, se perderem os minutos iniciais (a abertura das encomendas começa às 13h), se arriscam a ver a data de entrega do seu desejado novo iPhone a prolongar-se para várias semanas após o início das entregas.

Já referimos os preços dos novos iPhones 17 e demais produtos apresentados nesta sessão, com o iPhone 17 a começar nos €989, o iPhone Air nos €1249, o iPhone 17 Pro nos €1349, e o iPhone 17 Pro Max nos €1499. Este ano, pela primeira vez, o iPhone 17 Pro Max tem versões até aos 2TB, podendo atingir os €2499 - talvez uma forma da Apple ir preparando o público para o preço do futuro iPhone dobrável.

As melhorias nos iPhones continuam a ser "evolutivas" e não "revolucionárias" - como tem sido comum em toda a indústria - mas este anos os fãs da Apple passam pelo menos a ter acesso aos ecrãs de 120 Hz nos iPhones 17 "normais", o que já tardava em acontecer. Também ganham espaço, pois a Apple finalmente passou a usar 256 GB no modelo base, sem ter aumentado o preço face ao anterior modelo de 128 GB. Quando aos iPhone 17 Pro, a ausência de um modelo em preto poderá tornar-se num pequeno "berbicacho" para aqueles que tinham por hábito actualizar o iPhone sem informar a sua cara-metade, já que seria difícil distinguir o novo modelo do modelo do ano passado. Com os iPhone 17 Pro a chegarem agora em azul e laranja vistoso, não vai haver forma de disfarçar o "investimento"! :)

Tradução em tempo real nos AirPods bloqueada na UE

11-09-2025 | 20:00 | Aberto até de Madrugada

A Apple volta a penalizar a UE no acesso a funcionalidades "AI", bloqueando o Live Translation na União Europeia.

A nova funcionalidade de Live Translation dos AirPods vai ser lançada já na próxima semana, mas milhões de utilizadores na Europa não vão poder utilizá-la. De acordo com a página oficial da Apple sobre disponibilidade, a função não estará acessível se a conta Apple estiver registada na UE e o utilizador se encontrar fisicamente na União Europeia.

A Apple não explica o motivo desta restrição, deixando que a suspeita recaia sobre as habituais questões legais da legislação do AI Act e do RGPD, que impõem regras apertadas sobre processamento de voz e serviços AI, incluindo consentimento, privacidade e tratamento de dados. Dito isto, este tipo de funcionalidades de tradução já são disponibilizados por outros fabricantes, pelo que poderá também colocar-se a questão de ser apenas mais uma forma da Apple pressionar a UE, com quem tem imensas disputas em curso (incluindo a questão da abertura da App Store). Demonstrada durante a apresentação dos AirPods Pro 3, a funcionalidade de tradução em tempo real chegará também aos AirPods Pro 2 e AirPods 4 com Cancelamento Activo de Ruído. O Live Translation permite conversas em tempo real com traduções directamente nos ouvidos.

Para funcionar, será necessário actualizar os AirPods com o novo firmware e emparelhá-los com um iPhone compatível com Apple Intelligence a correr iOS 26 ou posterior - ou seja, a partir do iPhone 15 Pro. No lançamento, o suporte inclui inglês (Reino Unido e EUA), francês, alemão, português (Brasil) e espanhol, com italiano, japonês, coreano e chinês simplificado a chegarem ainda este ano.

Agora é aguardar para saber quando a Apple disponibilizará a função na UE - e também explicar o motivo desse atraso. Até lá, os utilizadores de iPhones poderão usar outros serviços de tradução, como o Google Translate, ou o modo de voz dos diversos assistentes AI.

BMW diz que CarPlay e Android Auto não são tão populares como se pensa

11-09-2025 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

A BMW diz que o uso do CarPlay e Android Auto não é assim tão popular para efeitos de navegação.

Apesar de haver um grupo bastante vocal de utilizadores que faz questão de anunciar que não compará um carro que não tenha CarPlay e Android Auto, a BMW diz que esse não é o cenário mais comum, e diz ter dados concretos para o demonstrar.

Segundo Stephan Durach, responsável pela experiência de utilizador da BMW, a ideia de que a maioria dos condutores depende do CarPlay ou Android Auto para navegação é um mito. Embora muitos digam que usam Apple Maps, Google Maps ou Waze em todas as viagens, os números da BMW mostram outra realidade.
A marca recolhe dados anónimos de utilização de cerca de 10 milhões de veículos, e diz que as conclusões mostram que os condutores de BMW usam muito mais o sistema de navegação integrado do que o CarPlay ou Android Auto. Ao contrário dos sistemas de navegação do passado, os sistemas modernos são rápidos, ligados à internet e com actualizações de trânsito em tempo real, reduzindo a necessidade de usar apps no smartphone.

Isto não significa que o CarPlay não seja utilizado. Os dados da BMW mostram que os condutores ligam o seu telemóvel, mas usam-no sobretudo para mensagens e comunicação. Enquanto rivais como a GM e a Tesla eliminam completamente estas integrações, e marcas como a Aston Martin apostam no CarPlay Ultra em todos os ecrãs, a BMW prefere uma via intermédia: disponibiliza o CarPlay, mas confia que o seu próprio software é suficientemente bom para dispensar o telemóvel na navegação.

Dito isto, continuo a não dispensar o uso do Waze a partir do instante em que me sento no carro e o pouso no suporte - ao ponto de ter isso automatizado.

Powerbank Baseus Enerfill MagSafe wireless 10000mAh a €20

11-09-2025 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

Para aqueles que procuram a máxima autonomia longe de uma tomada ou porta USB, este power bank MagSafe wireless de 5000 mAh recarrega iPhones sem necessidade de cabos.

Os powerbanks há muito que são companhia habitual de muitos utilizadores, permitindo uma utilização intensiva e despreocupada de smartphones e tablets, sabendo-se que a sua autonomia poderá ser prolongada assim que for necessário sem estar dependente da proximidade de uma tomada eléctrica ou carregador. E no caso deste powerbank Baseus Enerfill temos a conveniência adicionar do sistema magnético MagSafe / Qi2 que permite o carregamento wireless livre de cabos.


Este powerbank Baseus Enerfill MagSafe 10000 mAh está disponível por 20 euros na Amazon Espanha.

O powerbank vem com uma única porta USB-C que suporta carregamento bidireccional PD de até 22.5W, mas o seu elemento diferenciador é a compatibilidade MagSafe que possibilita o carregamento wireless com iPhones bastando encaixá-lo magneticamente na traseira sem necessidade de cabos adicionais. Neste caso a velocidade fica reduzida a 7.5W/15W dependendo do modelo de iPhone, pelo que quem tiver pressa poderá preferir fazer o carregamento tradicional via cabo - especialmente se se tratar de um iPhone mais antigo com MagSafe de 7.5W. Como último elemento de destaque adicional, o seu tamanho compacto, que permite que facilmente seja transportado para qualquer lado sem grandes inconvenientes .


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iOS 26 deixa combinar cor das apps com capa do iPhone

11-09-2025 | 14:30 | Aberto até de Madrugada

Os iPhones com iOS 26 poderão ajustar a cor dos ícones no ecrã de forma a combinar com a capa utilizada - de forma automática.

A Apple vai estrear no iOS 26 uma curiosa opção de personalização: a possibilidade de aplicar um tom de cor aos ícones do ecrã inicial que combina com a capa utilizada.

Ao se manter o dedo pressionado no ecrã inicial e escolher "Personalizar", surge uma nova opção em forma de capa. Ao tocar nela, os ícones assumem automaticamente a cor da capa MagSafe utilizada. Claro que por agora isto só deverá funcionar com as capas oficiais da Apple, mas eventualmente poderá ser replicada pelos fabricantes de acessórios. Há também uma opção para escolher automaticamente a cor do próprio iPhone.
Os ícones coloridos ganham um efeito "Liquid Glass", com mais transparência, aplicado a todos os ícones e widgets do ecrã inicial. Refira-se que já era possível ajustar manualmente a cor dos icons no iOS 26, mas esta opção vem simplificar o processo e evitar a frustração de quem estava a tentar fazer esta combinação manualmente e não consiga escolher a cor exacta.

O iOS 26 é lançado globalmente na próxima segunda-feira, 15 de Setembro, estreando o design Liquid Glass.

Módulo de tomadas Tessan com 3 USB + 3 tomadas a €18

11-09-2025 | 12:50 | A Minha Alegre Casinha

Uma excelente opção para quem tem que lidar com um número crescente de dispositivos USB para recarregar, é usar um módulo de tomada com portas USB integradas, como é o caso deste módulo cubo de tomada Tessan com 3x tomadas mais 3x USB (incluindo USB-C).

Hoje em dia temos uma grande variedade de carregadores USB, mas estes módulos de tomada com portas USB integradas acabam por ser uma solução bastante atractiva, já que permitem manter a utilidade da tomada original, mas adicionando portas USB adicionais para carregarem outros equipamentos sem necessidade de carregadores individuais.
Este módulo de tomada Tessan com 3x tomadas mais 3x USB (1x USB-C) está disponível por 18 euros na Amazon Espanha - activar desconto de 10%.

As portas USB-A podem fornecer até 5 V a 2.4 A (12 W) cada uma, a USB-C pode fornecer 3 A (15 W). Quanto à tomada em si, poderá suportar cargas até um máximo de 2500 W; e temos ainda a vantagem de um prático interruptor facilmente acessível para cortar completamente a energia e evitar os consumos "fantasma" em standby.

É uma opção bastante interessante, especialmente para locais como casas de banho ou cozinhas, onde será conveniente manter o acesso à tomada eléctrica, mas ainda assim arranjar forma de recarregar aparelhos via USB - não só os habituais smartphones e tablets, mas também coisas como colunas Bluetooth, relógios, iluminação recarregável, escovas de dentes e máquinas de barbear, etc.


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Etiqueta da UE mostra que iPhone 17 e Air falham na durabilidade e reparabilidade

11-09-2025 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

Os novos iPhone 17 e iPhone Air mostram algumas fragilidade nas etiquetas de eficiência, resistência, e longevidade da UE.

Os smartphones vendidos na União Europeia passaram a ser sujeitos a testes que avaliam durabilidade, autonomia da bateria e reparabilidade. O objectivo é dar mais transparência e informação ao consumidor, e os novos iPhone 17 já foram avaliados (iPhone 17 Pro Max e iPhone Air).

O iPhone 17 Pro Max recebeu a classificação Classe B nos testes de queda, resistindo a 180 quedas. Fica atrás do Galaxy S25 Ultra e do Pixel 10 Pro XL, ambos Classe A, capazes de aguentar 270 quedas. Já na reparabilidade, o iPhone obteve apenas Classe C, igual ao Galaxy mas pior que o Pixel, que ficou com Classe B. Ainda assim, é uma melhoria face ao iPhone 16 Pro Max, que só resistia a 90 quedas e tinha sido avaliado como Classe C.
[iPhone 17 Pro Max - Galaxy S25 Ultra - Pixel 10 Pro XL]

Onde a Apple se destacou foi na eficiência energética. O iPhone 17 Pro Max alcançou Classe A e uma autonomia de 53 horas. Em comparação, o Galaxy S25 Ultra ficou nas 44:54h e o Pixel 10 Pro XL nas 48:39h, ambos Classe B. No entanto, a bateria do Galaxy é certificada para 2.000 ciclos de carga, enquanto a do iPhone e do Pixel se ficam pelos 1.000 ciclos. O mais compacto iPhone Air também se saiu bem, com 40 horas de autonomia e classificação Classe A em eficiência, mas novamente limitado a 1.000 ciclos.
[iPhone Air - Galaxy S25 Edge - iPhone 16 Pro Max]

Na resistência física, o Air iguala o Pro Max com Classe B em quedas e Classe C em reparabilidade. Já o seu concorrente directo, o Galaxy S25 Edge, conseguiu Classe A nas quedas, embora também com Classe C em reparabilidade.

Apesar destas melhorias, a Apple continua a contestar o processo de testes da UE, argumentando que os métodos são demasiado "vagos", que a amostra é demasiado reduzida (apenas 5 unidades - a Apple queria que fossem pelo menos 30), e que os resultados não reflectem o desempenho no mundo real.

Cupra Tindaya antecipa crossover arrojado

11-09-2025 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

A Cupra está a acelerar a pulsação dos fãs com o design do seu concept Tindaya, que pode indicar o estilo de um futuro crossover desportivo da marca.

Enquanto grande parte da indústria automóvel aposta forte na condução autónoma, a Cupra decidiu remar contra a maré. No salão automóvel de Munique, a marca espanhola apresentou o Tindaya, um concept eléctrico radical que coloca o condutor no centro da experiência. Com o lema repetido "No drivers, no Cupra", a mensagem é clara: o futuro da marca continua a ser sobre manter as pessoas ao volante.

O Tindaya é um dos concepts mais imponentes alguma vez criados pela Cupra. Mede 4.72 metros, assenta em jantes de 23 polegadas e exibe um design agressivo feito de linhas angulosas, assinaturas luminosas triangulares e uma faixa digital que liga os faróis. O destaque vai para a "coluna vertebral" em alumínio impresso em 3D que percorre o tejadilho, permitindo também que este se abra. A carroçaria em cinzento metálico mate foi inspirada pelo Atlântico junto à montanha Tindaya, nas Canárias.
No interior, o espírito futurista mantém-se com uma configuração 2+2 lugares com bancos suspensos, materiais sustentáveis e um volante em formato yoke rectangular. O cockpit parece saído de um filme de ficção científica, com o sistema "The Jewel" em destaque - uma interface que combina luz, som e imagens para intensificar a experiência de condução sem retirar o controlo ao condutor.

A Cupra aproveitou ainda para mostrar o futuro mais próximo da marca: o Cupra Raval, um citadino eléctrico de tracção dianteira com cerca de 4 metros, baseado na plataforma MEB+ do Grupo Volkswagen. A sua estreia oficial está marcada para março de 2026. Com o Tindaya, a Cupra não só apresentou um concept arrojado, como também reforça a sua declaração de intenções: para a marca espanhola, a paixão de conduzir vem sempre em primeiro lugar.

Tablet gráfico Huion HS611 a €63

11-09-2025 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

Hoje em dia estamos rodeados por touchscreens em todo o lado, por conta dos smartphones e tablets, mas há situações em que continua a ser mais vantajoso recorrer a uma mesa digitalizadora / tablet gráfico para desenhar.

Com uma área alargada de 33x22cm, este tablet gráfico Huion HS611 vem com todos os argumentos que se podem esperar de um dispositivo deste tipo: uma caneta passiva (sem necessidade de bateria) e superfície que promete replicar a mesma sensação de se estar a escrever ou desenhar em papel com uma caneta real, 12 teclas físicas na parte esquerda e acesso a teclas multimedia no topo, assim como uma barra touch programável.

Tem capacidade para detectar 8192 níveis de pressão, com uma resolução de 5080 LPI e velocidade de 266 RPS (mais de 5000 linhas por polegada e 266 leituras feitas por segundo), pode também detectar a inclinação da caneta até 60º, permitindo que isso seja transcrito para efeitos de escrita ou desenho, conforme aplicável.
Este Huion HS611 está disponível por apenas 63 euros na Amazon Espanha.

Podem usar este tablet com Windows 7/8/10, Android, e macOS 10.8 ou mais recente, sendo compatível com praticamente todos os programas, incluindo Corel Painter, CorelDraw, Macromedia Flash, ComicStudio, SAI, Infinite Stratos, 3D MAX, Autodesk MAYA, Pixologic ZBrushand, sketchbook, Adobe Photoshop, Adobe Illustrator, Adobe Fireworks, etc. O conjunto inclui ainda um suporte para a caneta e 8 bicos extra.


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iPhones 17 vêm com opção de DC Dimming

11-09-2025 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

Quem for susceptível ao cintilamento do PWM Dimming, poderá activar o modo DC Dimming no ecrã em todos os iPhone 17.

A Apple apresentou a nova gama iPhone 17, que inclui o iPhone 17, 17 Pro, 17 Pro Max e o novo iPhone Air. Durante o evento, a marca destacou melhorias no design, desempenho e câmaras, mas uma novidade passou despercebida: a possibilidade de desligar o PWM dimming.

O PWM (Pulse Width Modulation), ou modulação por largura de pulso, é usado para regular o brilho em ecrãs OLED através de ciclos muito rápidos de ligar e desligar os píxeis. Apesar de eficaz, pode causar fadiga ocular, dores de cabeça e desconforto em utilizadores mais sensíveis, sobretudo em níveis baixos de luminosidade - fazendo com que muitos fabricantes começassem a aumentar a frequência do PWM para o efeito de cintilamento ser menos notório ou, em opção, mudarem para DC Dimming. A Apple, que era frequentemente criticada pelas suas frequências de PWM muito baixas, decidiu juntar-se a esse grupo.

Em todos os modelos do iPhone 17, basta ir a Definições de Acessibilidade e activar a opção "Display Pulse Smoothing", que desliga o PWM e utiliza um método alternativo para controlar o brilho - embora não faça referência expressa ao DC Dimming, suspeita-se que será esse o método utilizado. A marca avisa que o desempenho em brilho reduzido pode ser afectado em certas situações, mas a experiência deve tornar-se mais suave e confortável para os utilizadores mais susceptíveis ao efeito "pisca-pisca" em baixa luminosidade.

Veremos que tal este novo método funciona na prática quando os iPhones 17 começarem a chegar às mãos dos utilizadores a partir de 19 de Setembro.

Chip A19 dos iPhone 17 estreia Memory Integrity Enforcement

10-09-2025 | 20:00 | Aberto até de Madrugada

A Apple revelou que os novos A19 e A19 Pro dos iPhone 17 tem novo sistema de segurança - Memory Integrity Enforcement - contra spyware.

A Apple estreou na família iPhone 17 uma funcionalidade de segurança Memory Integrity Enforcement (MIE), que a empresa descreve como sendo "a maior evolução de sempre na segurança de memória em sistemas operativos de consumo".

O objectivo principal é dificultar ataques de spyware avançado, como o Pegasus, que exploram vulnerabilidades de memória para infiltrar dispositivos. O MIE oferece protecção contínua e abrangente, cobrindo o kernel e mais de 70 processos do sistema, baseado na nova Enhanced Memory Tagging Extension (EMTE). A tecnologia é suportada pelos chips A19 e A19 Pro do iPhone 17 e iPhone Air, embora a Apple também tenha incluído algumas protecções adicionais em equipamentos mais antigos sem EMTE.

Segundo a Apple, a abordagem inclui uma mitigação para ataques Spectre V1, implementada com "custo de CPU praticamente nulo", uma resposta a críticas de que protecções semelhantes costumam degradar significativamente o desempenho. A empresa afirma que o MIE vai tornar a criação de spyware significativamente mais cara e difícil, representando um grande desafio para a indústria de vigilância. Além disso, o EMTE passa a estar disponível para programadores no Xcode, através do novo modo Enhanced Security. A Apple acredita que esta medida vai redefinir a forma como se protegem dispositivos móveis, tornando muito mais complexo a exploração de vulnerabilidade que têm sido usadas na última década contra iOS e outros sistemas.

Pixels have provided hardware memory tagging (MTE) support since the Pixel 8. GrapheneOS deployed it in production around a month after the launch of the Pixel 8 and we use it for the kernel and nearly the entire base OS. We use it for some third party apps and users can opt-in…

— GrapheneOS (@GrapheneOS) September 9, 2025
No entanto, e ao estilo da Apple, este "mega-melhoria" de segurança pode não ser assim tão inovadora. O Pixel 8 já incluía suporte ao Memory Tagging Extension (MTE) a nível de hardware, e o GrapheneOS foi um dos primeiros sistemas a activá-lo de forma abrangente, protegendo kernel, sistema base e até algumas apps de terceiros. O que a Apple chama de Enhanced MTE (EMTE) corresponde à quarta geração (FEAT_MTE4) de melhorias da ARM. A primeira versão de MTE já tinha sido considerada um avanço decisivo contra ataques "side-channel" que exploram falhas de memória. Estas melhorias vão sendo gradualmente integradas em novos processadores, tornando os ataques cada vez mais caros e difíceis de desenvolver.

Apesar disso, críticos sublinham que a Apple não deveria ignorar problemas estruturais nos seus chips. Ataques via side channels, que exploram fugas de dados em CPUs modernos, continuam a ser um desafio. E, especialistas de segurança alertam para que os CPUs da Apple têm sofrido falhas mais graves do que as da linha ARM Cortex. Ou seja, ao mesmo tempo que a Apple aponta os riscos de MTE, enfrenta vulnerabilidades próprias que têm impacto directo na privacidade dos utilizadores e são usadas por empresas como a Cellebrite nos seus spywares.

Esta é uma eterna luta que não tem fim à vista, e onde apesar das protecções e barreiras que vão sendo implementadas, acabam sempre por surgir novas vulnerabilidades que permitem ultrapassá-las.

Bateria MagSafe do iPhone Air não funciona nos outros iPhones

10-09-2025 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

A Apple apresentou o iPhone Air ultra-fino, que conta com uma bateria MagSafe como acessório - mas que não funciona nos demais iPhones.

O novo iPhone Air marca o regresso da "mania" da Apple às espessuras ultra-reduzidas, com apenas 5.6 mm de espessura. Não se pode dizer que seja revolucionário, pois já temos smartphones concorrentes igualmente finos - e até a Apple vende o iPad Pro 13 que tem apenas 5.1 mm de espessura - mas acaba por ser inevitável tendo em conta a necessidade da Apple se ir preparando para lançar um iPhone dobrável (provavelmente já no próximo ano), em que o factor espessura adquire importância fundamental.

Dito isto, tivemos uma situação que poderia tornar-se motivo de gozo, mas que vindo da Apple não será novidade: enquanto por um lado promovia as grandes inovações de eficiência para fazer com que este iPhone Air ultra-fino tivesse bateria para "durar o dia todo" (algo que a Apple tem feito desde os tempos do iPhone 4!), logo de seguida promovia a nova bateria MagSafe para lhe prolongar substancialmente a autonomia, dizendo que mesmo com a bateria externa continua a ser extremamente fino e confortável de usar.

Ora, agora sabemos que esta bateria MafSafe no iPhone Air permite prolongar a autonomia de 27h para 40h a ver vídeos, e de 22h para 35h a fazer streaming. Curiosamente, está limitada a uma transferência de 12W em vez dos 25W wireless nos restantes iPhones, podendo atingir 20W se se tiver a bateria ligada a um carregador em simultâneo. Mas a parte que nos traz aqui hoje é o facto desta bateria MagSafe da Apple apenas funcionar no iPhone Air e não ser compatível com os demais iPhones!
Ora, uma das grandes vantagens dos sistemas de carregamento wireless é que nos permitem esquecer por completo a questão das fichas e cabos, sendo irrelevante se é um smartphone com ficha mini-USB, USB-C, Lightning, ou qualquer outra coisa. Desde que seja compatível com o standard Qi, as coisas funcionam. Daí ser uma surpresa ver a Apple a lançar esta bateria com compatibilidade apenas para o iPhone Air e não os demais iPhones.

Mas desta vez não se trata de uma limitação artificial imposta pela Apple, mas sim de uma questão física. O tamanho desta bateria MagSafe faz com que bata na saliência do módulo das câmaras dos outros iPhones, impedindo que a mesma fique totalmente pousada na traseira. Aliás, basta comparar o tamanho desta bateria MagSafe com a de outras baterias MagSafe de outros fabricante, para se ver que a bateria da Apple é bastante mais comprida (e fina) do que as outras, mais curtas mas com maior espessura, que funcionam em todos os iPhones.

Por um lado, tudo isto acaba por ser um contrassenso. Quem estiver interessado em comprar um iPhone Air certamente não o irá querer fazer "engordar" com uma bateria externa. Por outro lado, não deixa de ser simpático que essa possibilidade exista, embora não deva demorar a que surjam baterias MagSafe para iPhone Air de terceiros, a preços mais convidativos que os 114 euros pedidos pela Apple.

Google lança subscrição AI Plus mais económica

10-09-2025 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

A Google anunciou o lançamento de nova subscrição AI Plus com acesso ao Gemini 2.5 Pro e 200 GB de armazenamento a preço reduzido, mas por agora apenas na Indonésia.

A Google apresentou o AI Plus, um novo plano de subscrição pensado para mercados emergentes, oferecendo mais acesso às ferramentas de inteligência artificial a preço reduzido. Este novo nível fica situado entre o plano gratuito e o plano AI Pro, que custa 19,99 dólares por mês nos EUA.

Com o AI Plus, os utilizadores passam a ter acesso ampliado ao Gemini 2.5 Pro, embora ainda não estejam confirmados os limites de utilização. Para comparação, o plano Pro permite até 100 prompts por dia, enquanto o Ultra chega aos 500. A app Gemini terá também um context window de 128K tokens, maior que os 32K da versão gratuita, mas abaixo do milhão disponível nos planos mais avançados.

O pacote inclui ainda acesso ao Veo 3 Fast para geração de vídeo, às ferramentas Google Flow e Whisk, bem como à barra lateral do Gemini no Gmail, Google Docs e Sheets. Os utilizadores recebem também 200 GB de armazenamento no Google One e mais funcionalidades no NotebookLM.

Introducing Google AI Plus, our newest plan designed to empower people in emerging markets to do more with Google AI, for less.

With @Google AI Plus, you get more access to Gemini 2.5 Pro and creative tools like Flow, Whisk, and video creation with Veo 3 Fast. This plan also… pic.twitter.com/GFOPBcm7uC

— Google Gemini App (@GeminiApp) September 9, 2025
O lançamento arranca na Indonésia, onde o AI Plus custará apenas €3.89 euros por mês. A Google promete expandir o serviço a outros países nos próximos meses, mas será pouco provável que chegue à Europa - onde naturalmente iria fazer sucesso se mantivesse este valor.


Adaptador de tomadas universal com 5 USB a €20

10-09-2025 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

Este adaptador universal de tomadas da Lencent garante que podemos ligar qualquer aparelho a qualquer tomada, e poupar carregadores USB adicionais.

Hoje em dia temos uma grande variedade de carregadores USB, mas este adaptador universal com portas USB integradas acaba por ser uma solução bastante atractiva para quem viaja frequentemente, ou simplesmente quer estar preparado para nunca ser apanhado desprevenido em termos de formatos de tomadas - e simultaneamente evitando a necessidade de transportar até cinco carregadores USB adicionais na sua bagagem.
Este adaptador de tomadas universal da Lencent tem 5 portas USB e está disponível por apenas 20 euros na Amazon Espanha - têm também disponível uma versão de 65W.

O módulo encaixa, e permite encaixar, tomadas eléctricas de praticamente todos os formatos existente (UE, Reino Unido, EUA, Austrália, etc.) e inclui 5 práticas portas USB, 3 delas sendo USB-C até 15 W, que podem fornecer até um máximo de 2.4 A por porta, perfeitas para recarregar smartphones, câmaras e outros equipamentos quando se vai de férias.


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Preço dos iPhone 17 e 17 Pro em Portugal

10-09-2025 | 14:30 | Aberto até de Madrugada

A Apple apresentou os novos iPhone 17, Apple Watch S11 e Ultra 3, e AirPods Pro 3, e já sabemos os preços para Portugal.

A boa notícia é que, enquanto os rumores apontavam para aumento de preços , na realidade o novo iPhone 17 até fica mais barato tendo em conta que passa vir com 256GB de base em vez de 128GB dos iPhone 16 do ano passado, pelo mesmo preço. Em contrapartida, a versão de 512GB aumenta substancialmente, passando de 1119 para 1239 euros.

iPhone 17

O novo iPhone 17 terá os seguintes preços:
  • iPhone 17 256 GB: 989€
  • iPhone 17 512 GB: 1239€
Fica disponível em cor lilás (lavanda), verde, azul claro, branco e preto. As encomendas abrem a 12 de Setembro, com entregas a partir de 19 de Setembro.


iPhone Air

O novo iPhone Air começa nos 1249 euros:
  • iPhone Air 256 GB: 1249€
  • iPhone Air 512 GB: 1499€
  • iPhone Air 1TB: 1749€
Fica disponível em azul claro, dourado claro, branco e preto. As encomendas abrem a 12 de Setembro, com entregas a partir de 19 de Setembro.


iPhone 17 Pro e 17 Pro Max

Nos iPhone 17 Pro temos uma situação curiosa, em que ficam ligeiramente mais baratos que a geração anterior, mas com os 17 Pro Max a manterem os preços inalterados e agora a poderem chegar aos 2500 euros(!) devido à nova versão de 2 TB.

Os iPhone 17 Pro começam nos 1349 euros:
  • iPhone 17 Pro 256 GB: 1349€
  • iPhone 17 Pro 512 GB: 1599€
  • iPhone 17 Pro 1 TB: 1849€
  • iPhone 17 Pro Max 256 GB: 1499€
  • iPhone 17 Pro Max 512 GB: 1749€
  • iPhone 17 Pro Max 1 TB GB: 1999€
  • iPhone 17 Pro Max 2 TB: 2499€
Estão disponíveis em prateado, laranja "cósmico" e azul escuro. As encomendas abrem a 12 de Setembro, com entregas a partir de 19 de Setembro.



Apple Watch S11, Watch SE 3 e Watch Ultra 3

Nos Apple Watch temos os novos Apple Watch Series 11, Apple Watch SE 3, e Apple Watch Ultra 3, com os seguintes preços em Portugal:
  • Apple Watch 11 alumínio 42 mm: desde 459€
  • Apple Watch 11 alumínio 46 mm: desde 489€
  • Apple Watch 11 Celular alumínio 42 mm: desde 579€
  • Apple Watch 11 Celular alumínio 46 mm: desde 609€
  • Apple Watch 11 Celular titânio 42 mm: desde 809€
  • Apple Watch 11 Celular titânio 46 mm: desde 859€

  • Apple Watch SE 3 40 mm: desde 279€
  • Apple Watch SE 3 44 mm: desde 309€
  • Apple Watch SE 3 Celular 40 mm: desde 329€
  • Apple Watch SE 3 Celular 44 mm: desde 359€

  • Apple Watch Ultra 3: desde 909€
Com grande variedade no tipo de braceletes.

Para os Apple Watch, as reservas estão abertas desde já, com as entregas a começarem também a 19 de Setembro.


AirPods Pro 3

E por fim, para o AirPods Pro 3, os preços em Portugal são:
  • AirPods Pro 3: 249€
As reservas para os AirPods Pro 3 estão abertas desde já, com as entregas a começarem também a 19 de Setembro.

Apple volta a prolongar serviço satélite gratuito nos iPhones até 2026

10-09-2025 | 13:00 | Aberto até de Madrugada

O serviço de comunicação satélite para emergências nos iPhone volta a ser prolongado por mais um ano.

A Apple continua a fugir à questão de quanto é que irá cobrar pelo serviço de comunicação via satélite nos iPhones (e agora também no Apple Watch Ultra 3). Depois dos anteriores prolongamentos do período de oferta gratuito, a Apple anunciou que vai prolongar por mais um ano o acesso gratuito às funcionalidades de comunicação via satélite para os utilizadores dos iPhone 14 e iPhone 15.

A tecnologia, apresentada em Setembro de 2022, tinha inicialmente prometido dois anos gratuitos, prolongados em 2023, e agora volta a ser estendida após a revelação da série iPhone 17. Segundo a empresa, o acesso sem custos será válido para todos os utilizadores destes modelos que tenham activado o dispositivo num país com suporte às funcionalidades de satélite até 9 de Setembro de 2025. Na prática, isto significa que os donos de iPhone 14 e 15 poderão continuar a usar o serviço de forma gratuita até Setembro de 2026. A comunicação via satélite permite enviar mensagens para os serviços de emergência, pedir assistência em estrada, contactar amigos e familiares ou até partilhar a localização em tempo real quando não existe cobertura de rede móvel.

Tudo isto parece indicar que a Apple não se quer arriscar a ter um qualquer utilizador a potencialmente perder a vida por não ter pago a subscrição de comunicação via satélite, em contraste com toda a promoção que faz das vidas que já salvou com essa funcionalidade. Por outro lado, lembre-se que esta tecnologia via satélite está prestes a tornar-se obsoleta face aos novos serviços, como o Direct to Cell da Starlink, que disponibiliza comunicação directa com smartphones no solo sem necessidade de hardware especial.

Google expande Gemini com áudio - e revela limites de utilização

10-09-2025 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

A Google tem algumas novidades no Gemini, pesquisa AI e também no NotebookLM - e também passa a indicar exactamente quais os limites de utilização.

A Google anunciou três grandes novidades para os seus produtos com inteligência artificial Gemini. A app Gemini passa a suportar ficheiros de áudio, o modo de pesquisa AI ganha cinco novos idiomas (incluindo português do Brasil), e o NotebookLM permite agora gerar relatórios em diferentes estilos, como guias de estudo, posts de blog ou questionários.

Segundo Josh Woodward, VP da Google Labs e Gemini, a compatibilidade com áudio era a funcionalidade mais pedida pelos utilizadores. Quem usa o plano gratuito pode enviar até 10 minutos de áudio e cinco prompts diários. Já os assinantes AI Pro e AI Ultra conseguem carregar até três horas de gravações, em múltiplos formatos, incluindo ficheiros ZIP com até 10 items.

Na Pesquisa, o AI Mode passa agora a suportar hindi, indonésio, japonês, coreano e português do Brasil, graças à integração do Gemini 2.5. A Google diz que esta expansão vai permitir a mais pessoas explorar a web em maior profundidade na sua própria língua.

Por fim, o NotebookLM recebeu novas opções para relatórios, em mais de 80 idiomas. Além de documentos de briefing, guias de estudo e posts de blog, os utilizadores podem gerar flashcards e quizzes, escolhendo ainda o tom, estilo e estrutura. A Google promete que esta actualização ficará disponível para todos até ao final da semana.
Não menos importante, a Google passa também a ser mais transparente quanto aos limites diários de uso do Gemini, nos planos gratuitos e pagos. A Google abandonou as descrições vagas como "limitado" ou "acesso expandido" e passou a detalhar, com números concretos, os limites de utilização do Gemini. A nova página de suporte "Gemini Apps limits & upgrades for Google AI subscribers" mostra exactamente o que é possível fazer em cada nível de subscrição.

Nos planos gratuitos, os utilizadores podem fazer até 5 prompts por dia no Gemini 2.5 Pro (com janela de contexto de 32.000 tokens), gerar ou editar 100 imagens diárias, além de criar 20 Audio Overviews. Já o recurso Deep Research fica limitado a 5 relatórios por mês. Se ultrapassarem os limites podem continuar a usar o modelo Gemini 2.5 Flash de uso "normal".

Para quem subscreve o Google AI Pro (19.99 dólares/mês), o limite sobe para 100 prompts diários, até 1.000 imagens, 3 vídeos Veo 3 Fast e 20 relatórios Deep Research por dia. Já os clientes Google AI Ultra (249,99 dólares/mês) têm direito a 500 prompts, as mesmas 1.000 imagens, 5 vídeos Veo 3 e até 200 relatórios Deep Research. Este plano inclui ainda 10 prompts Deep Think por dia com janela de contexto de 192.000 tokens.

Segundo a Google, funcionalidades como Canvas, Gems e Storybook continuam dependentes do modelo seleccionado no momento da utilização, ficando sujeitas aos respectivos limites técnicos.

Spotify ganha finalmente áudio lossless

10-09-2025 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Demorou mas chegou, o Spotify está finalmente a disponibilizar qualidade "lossless", disponível sem custo extra no plano Premium.

Depois de oito anos de rumores e adiamentos, o Spotify começou finalmente a oferecer streaming lossless. A novidade chega sem necessidade de um plano adicional: todos os assinantes Premium terão acesso ao modo 24-bit / 44.1 kHz FLAC em breve.

O lançamento vai acontecer de forma faseada em 50 mercados nos próximos dois meses, começando por Portugal, EUA, Reino Unido, Alemanha e Japão. Quando a funcionalidade estiver disponível, os utilizadores vão receber uma notificação na app e poderão activar o modo lossless nas definições de qualidade de áudio.
O serviço vai ainda incluir um indicador na barra Now Playing e no Connect Picker sempre que se estiver a ouvir em lossless. Inicialmente, a compatibilidade está garantida com equipamentos da Sony, Bose, Samsung e Sennheiser, ficando marcas como Sonos e Amazon para o mês seguinte. De notar que, ao usar este modo, poderá gastar-se até 1 GB de dados por hora, substancialmente mais que os 140 MB/h do modo Very High com compressão.

Há, no entanto, uma limitação: a qualidade máxima fica-se pelos 24-bit / 44.1 kHz, enquanto rivais como Apple Music, Tidal e Qobuz já oferecem até 24-bit / 192 kHz. Para a maioria dos utilizadores a diferença será mínima, mas os audiófilos mais exigentes poderão sentir falta de uma opção HiRes.

Com esta estreia, o YouTube Music passa a ser o único grande serviço de streaming de música sem suporte lossless.

Coluna BT Tronsmart T7 Lite a €33.99

10-09-2025 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

Quem já tiver passado pelas colunas Bluetooth de baixo custo e agora procurar algo com um pouco mais de potência, irá ficar satisfeito com esta Tronsmart T7 Lite.

O desaparecimento da ficha dos headphones tem fomentado a utilização de colunas BT em cada vez mais situações (muitas vezes torna-se a única opção possível, a não ser que se recorra a adaptadores BT para ficha de 3.5mm). Em muitos casos acaba também por se revelar uma solução mais conveniente, permitindo que se chegue a casa e se comece a ouvir a música na coluna em vez de se sofrer com a tentativa do smartphone reproduzir os sons graves com os seus altifalantes diminutos. E no caso desta Tronsmart T7 Lite, temos volume com fartura mas mantendo um tamanho relativamente compacto.
Esta coluna BT Tronsmart T7 Lite está disponível por 33.99 euros na Amazon Espanha - activar desconto de 15%.

Vem com uma bateria generosa para garantir que as sessões de música podem prolongar-se por 24 horas com o volume a 50%, demorando cerca de 3 a 4 horas a recarregá-la. Conta também com porta USB-C, microfone para funcionar como sistema mãos livres ao efectuar chamadas telefónicas, cartão de memória para reprodução de músicas, e para quem quiser duplicar a potência sonora, pode emparelhar-se com uma coluna adicional para funcionar em modo stereo real.

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Apple A19 e A19 Pro dos iPhone 17 com ganhos modestos no CPU

10-09-2025 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

Os novos chips A19 e A19 Pro que equipam a geração iPhone 17 têm ganhos modestos a nível de CPU e mais substanciais no GPU.

A nova série iPhone 17 já começou a aparecer no Geekbench, revelando os primeiros resultados de desempenho dos chips Apple A19 e A19 Pro. Os ganhos em CPU são modestos face à geração anterior, mas a parte gráfica mostra evoluções mais relevantes.

O iPhone 17 (iPhone 18.3) registou 3.608 pontos em single-core e 8.810 em multi-core, o que representa uma melhoria de +10% e +11% em relação ao iPhone 16. Fica também confirmado que é o único modelo da família 17 que se manterá com 8GB de RAM LPDDR5x. No GPU, alcançou um Metal score de 37.014, traduzindo-se num salto mais notável de 33% face ao modelo anterior.

Já o novo iPhone Air (18.4) chega com uma versão "cortada" do A19 Pro, com CPU de seis núcleos e GPU de cinco núcleos, acompanhado de 12GB de RAM. Os resultados foram 3.674/8.824 pontos em CPU e 37.743 em GPU.

iPhone 17, iPhone Air, iPhone 17 Pro and iPhone 17 Pro Max Geekbench CPU scores.

iPhone 17
Single-core: 3608
Multi-core: 8810
- LPDDR5x 8GB RAM, Bionic A19 chip, USB 2 port, NVMe storage

iPhone Air
Single-core: 3674
Multi-core: 8824
- LPDDR5x 12GB RAM, Bionic A19 Pro chip, USB… pic.twitter.com/w1VLKfzwXv

— Abhishek Yadav (@yabhishekhd) September 10, 2025
Na gama Pro, o iPhone 17 Pro (18.1) obteve 3.523/9.028 pontos em CPU e um GPU (com seis núcleos) de 44.342, cerca de +17% face ao Air e +32% em comparação com o 16 Pro. O topo de gama iPhone 17 Pro Max (18.2) chegou aos 3.781/9.679 pontos em CPU e 45.657 em GPU, um salto de quase 40% no desempenho gráfico em relação ao Pro Max da geração anterior.

Os modelos Pro terão também o benefício adicional de, pela primeira vez, estarem equipados com sistema de dissipação de calor melhorado, o que deverá significar que se poderá dar uso a esta potência acrescida durante mais tempo sem sofrer abrandamentos devido a temperaturas excessivas.

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