PlanetGeek

Microsoft apresenta Surface Laptop SE para as escolas

10-11-2021 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

Para competir com os Chromebooks nas escolas, a Microsoft apresenta o seu Surface Laptop SE com Windows 11 SE.

Já tinhamos falado do Windows 11 SE que pretende ser uma alternativa ao Chrome OS. A acompanhá-lo temos também este Surface Laptop SE, um portátil destinado ao sector educativo, com preço de $249 que o deixa na mesma gama da maioria dos Chromebooks.

As características são bastante modestas, com este portátil a ficar-se por um ecrã de 11.6" com resolução de 1366x768, CPU Intel Celeron N4020 ou N4120, 4 GB ou 8 GB RAM, 64 GB ou 128 GB de eMMC, porta USB-A, USB-C, ficha de 3.5 mm, e ficha DC de alimentação (oportunidade perdida para usarem uma 2ª porta USB-C para carregamento).

O Windows 11 SE é uma versão do Windows 11 com algumas capacidades limitadas, mas que embora esteja orientado para usar as apps Microsoft (Office, Edge, etc.) também permite correr algumas da "concorrência", como o Chrome e Zoom.

Sabendo-se dos "acidentes" que podem acontecer, a MS também apresenta a facilidade de reparação e disponibilidade de peças (motherboard, teclados, ecrãs, baterias) como uma das mais valias para as escolas que optarem por estas máquinas.

O modelo base de 4+64 GB custará $249 nos EUA, com a versão de 8+128 GB a passar para os $329. E a MS diz que todos os principais fabricantes, como Acer, Asus, Dell, HP, Dynabook, Lenovo e outros, também irão lançar portáteis Windows 11 SE nos próximos meses.

Netflix faz chegar jogos ao iOS

10-11-2021 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

Depois de ter lançado a sua modalidade de jogos em Android, a Netlix disponibiliza-os também na App Store para iPhones e iPads.

A Netflix completa a sua expansão para o mundo dos videojogos, fazendo-os chegar à App Store da Apple depois de o ter feito na Google Play Store para os dispositivos Android.

Tal como acontece no Android, não se trata (ainda) de um serviço de streaming de jogos, limitando-se a disponibilizar uma séries de jogos casuais, incluindo jogos de temática Stranger Things, que terão que ser instalados a partir da App Store. Os utilizadores terão que introduzir as suas credencias Netflix para os poderem jogar, pois só estão acessíveis para os subscritores do serviço.
Uma das diferenças face ao Android é que, enquanto na App Android a Netflix passou a disponibilizar uma tab dedicada à secção dos jogos, na app iOS os jogos têm apenas direito a uma das linhas dedicadas às diferentes cateforias que a Netflix apresenta na sua página principal.

É uma opção que acaba por ficar mais bem enquadrada com o interface da Netflix, mas que também poderá acabar por se tornar mais intrusiva para quem não tiver qualquer intenção de dar uso aos jogos, passando a ter que "saltar por cima" deles para ver os conteúdos que pretende.

Apple recua no bloqueio do Face ID na troca de ecrã do iPhone 13

09-11-2021 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

A Apple diz que vai remover a restrição que impede o uso do Face ID na troca de ecrãs nos iPhone 13.

Para surpresa de todos, a Apple reconsiderou a sua posição extremista contra reparações não oficiais, que nos iPhone 13 atingiam um novo patamar. Nos iPhone 13, a troca do ecrã desactivava o Face ID, apesar de ser um componente sem qualquer relação com o mesmo. Considerando que esta é uma das reparações mais frequentes e comuns, facilmente se percebe a indignação dos utilizadores e, principalmente, dos reparadores não oficiais.

Da forma actual, o Face ID apenas funcionaria se o novo ecrã fosse registado com a Apple (com a intervenção tendo que ser feita forçosamente num reparador autorizado Apple) ou, no caso dos reparadores não oficiais, se tivessem a capacidade para troca o microchip de identificação do ecrã, uma operação bastante mais complexa e necessitando de equipamento especializado.

Pode dar-se o caso da Apple ter receado que esta nova restrição fosse a "gota de água" que levasse as propostas do direito à reparação a avançar de forma mais rápida e a exigir a remoção de todas estes impedimentos às reparações em lojas não oficiais. Ou, pode também ter olhado um pouco mais para a frente e visto que, se os reparadores não oficiais começassem a investir em máquinas e formação para a troca de microchips, poderia haver muitas mais reparações ou modificações que poderiam começar a fazer no futuro. Por exemplo, na China não é incomum encontrar lojas que trocam chips de smartphones para aumentar a capacidade de memória.

Qualquer que tenha sido a razão, continuará a ser possível trocar o ecrã dos iPhone 13 sem perder funcionalidades... por agora.

Bosch mostra tecnologias desenvolvidas em Braga

09-11-2021 | 18:30 | Aberto até de Madrugada

A Bosch está a realizar uma exposição em Braga onde mostra algumas das tecnologias que está a desenvolver, com grande foco nos sistemas para os automóveis do futuro.

Há imensa tecnologia incluída nos automóveis actuais que foi desenvolvida cá em Portugal sem que as pessoas o saibam. Desta vez, pudemos ver um pouco daquilo que ainda não está aplicado nos automóveis, mas que poderá vir a estar no final desta década. A Bosch tem projectos nas mais variadas áreas, muitos deles em parceria com a Universidade do Minho, e não havia falta de coisas interessantes para atrair os convidados - sendo que, infelizmente, por força das circunstâncias actuais, o evento não está aberto ao público em geral, mas conta com a visita de inúmeras escolas da região.
Felizmente o tempo cooperou, e havia um agradável espaço exterior onde se podiam ver algumas demonstrações ao vivo de algumas das tecnologias; incluindo uma demonstração do sistema de comunicação entre veículos, que sinalizava uma travagem de emergência para um motociclo que seguia com visão obstruída por outro automóvel, de modo a que pudesse parar a tempo e em segurança.

As tecnologias de comunicação entre-veículos e "coisas" tem sido uma das grandes apostas, em preparação para o momento em que esses sistemas se tornarem obrigatórios nos automóveis, o que poderá acontecer lá para 2025. Mas existem muitos outros sistemas curiosos, como sistemas que detectam a sujidade, vocacionados para serviços de partilha de carros, e até sistemas capazes de avaliar o estado emocional dos ocupantes, podendo sinalizar automaticamente situações de violência. Também há sistemas pensados para serem aplicados nos automóveis actuais, que funcionam como "caixa negra" para armazenar um registo do que aconteceu, particularmente em situações anómalas como desacelerações bruscas, ruído de quebra de vidros, ou até detecção de fumos ou gases nocivos.
Também tivemos oportunidade de ver um simulador de motos onde são testados vários sistemas de alerta para o piloto, passando por sistemas de realidade aumentada instalados no capacete e sistemas de vibração no casaco; sistemas de realidade aumentada para treino de operários; lentes ultra-finas (podendo incluir lentes "zoom" em espaço de poucos microns) destinados a sistemas de LIDAR; e muitos projectos destinados à melhoria da eficiência das próprias linhas de produção da Bosch.

Não é frequente termos oportunidade de ver as secções de "investigação e desenvolvimento" de grandes empresas no nosso país, mas é bom ver a Bosch a abrir as portas para o fazer mais uma vez, dando-nos um vislumbre daquilo que no futuro veremos instalados em carros dos mais variados fabricantes... sem sabermos que foi feito cá em Portugal.


P.S. O nosso agradecimento à Bosch pelo convite feito para este evento e pela simpatia com que fomos recebidos.

Notícias do dia

09-11-2021 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

Pixel 6 aceita impressões digitais erradas; Disney+ expande filmes para IMAX; LG oferece garantia de 3 anos até ao final do ano; investigadores identificam smartphones pelos sinais Bluetooth; CPUs Intel Alder Lake batem M1 da Apple mas com consumo muito superior; e pais suecos criam app open-source para substituir app escolar que não funcionava.

Antes de passarmos às notícias, temos novo passatempo gadget da semana, que desta vez te pode valer um carregador Anker Power Port PD 2.

Twitter Blue vem com undo tweet

O Twitter está a oficializar o lançamento do serviço Twitter Blue, que mediante o pagamento de $2.99 por mês dá acesso a mais algumas funcionalidades, como o "undo tweet" para evitar tweets embaraçosos ou com erros (não é o muito pedido "edit tweet") - que no entanto também poderiam ser eliminados manualmente e reenviados; e também o acesso a artigos sem publicidade nos sites aderentes ao serviço.

Estranhamente (ou não), esta mensalidade não livra os subscritores da publicidade no próprio twitter, o que faz com esta modalidade paga fique a "saber a pouco", pelo menos com os benefícios actuais.


Microsoft lança Windows 11 SE para escolas

A Microsoft criou uma nova variante do Windows destinado a competir com o Chrome OS. O Windows 11 SE só estará disponível pré-instalado em portáteis de baixo custo, orientados para as escolas, e conta com gestão de janelas simplificado - com as apps a abrirem em full-screen e apenas podendo ser posicionadas lado a lado, em vez de ajustadas à medida em janela.

Embora esteja optimizado para correr os produtos MS, o Windows 11 SE continua a deixar correr outras apps, como o Chrome, o que não deixará de poder ser visto como uma táctica para facilitar a conversão das escolas que já usarem Chrome OS e dão uso a extensões do Chrome. No entanto, falta ver se este Windows 11 SE também facilita a parte da gestão de dezenas ou centenas de portáteis, de turmas ou escolas inteiras.


Google Maps para iOS ganha Dark Mode

Fartos de ficarem ofuscados ao tentarem usar o Google Maps num iPhone ou iPad à noite? Pois bem, finalmente o Google Maps para iOS passa a contar com um prático dark mode.

Para o activarem basta ir a Settings - Dark Mode, onde se pode escolher o modo diurno, nocturno, ou deixar que siga as definições do sistema, adequado para quem tem o modo nocturno activado automaticamente durante a noite.

No Android já existia esta opção, mas acedida através de Settings - Theme.


Snapdragon Spaces facilita criação de realidade aumentada

A Qualcomm anunciou o Snapdragon Spaces, uma plataforma para developers que visa facilitar a criação de apps de realidade ritual e realidade aumentada, um pouco ao estilo do ARKit da Apple e ARCore da Google.



Curtas do dia


Resumo da madrugada



Curiosidade do dia: A primeira aplicação comercial de um turbocompressor num motor foi feita em 1925 por Alfred Büchi, aplicando os turbos em motores diesel de 10 cilindros, aumentando a sua potência de 1750 para 2500 cv.

Poco F3 5G a €279.99

09-11-2021 | 16:30 | Aberto até de Madrugada

O mais recente Poco F3 5G já chegou às lojas, e está disponível a preço interessante para as suas características.

Depois do bem sucedido Poco X3 NFC e X3 Pro temos agora o Poco F3 5G. O Poco F3 segue o hábito da marca de "reciclar" alguns modelos, que neste caso faz com que seja idêntico ao Redmi K40, incluindo o ecrã AMOLED de 6.67" de 120Hz e duas câmaras de dimensões generosas na traseira, de 48 MP e 8 MP. Vem com um Snapdragon 870, 6 GB ou 8 GB de RAM (LPDDR5), 128 GB ou 256 GB UFS 3.1, e bateria de 4520 mAh com carregamento rápido de 33 W.

O Poco F3 5G 6GB+128GB está disponível por 279.99 euros na Amazon Espanha.

Embora seja um modelo que eleva o preço que habitualmente associamos aos Poco, continua a representar uma excelente relação preço/qualidade que mantém a reputação da marca.


Acompanha as melhores promoções diárias no nosso grupo AadM Promos.

Pixel 6 não carrega a 30W como anunciado

09-11-2021 | 16:21 | Apps do Android

Em época de carregamentos rápidos, descobre-se que o recente Pixel 6 não carrega a 30 W como a Google dava a entender.

Na falta de baterias com ultra-longevidade, nos últimos anos assistiu-se a uma aposta na solução possível: reduzir o tempo dos carregamentos ao máximo. Isso tem levado até a alguns "exageros", com carregadores 100 W e 120 W, prometendo cargas em poucos minutos. O Pixel 6 não entra nesses exageros, mas agora descobre-se que nem sequer consegue fazer carregamentos a 30 W.

A confusão - ou falsas expectativas - derivam do facto da Google anunciar que o Pixel 6 consegue carregar 50% da bateria em apenas 30 minutos usando o seu carregador de 30 W, mas com o próprio smartphone a indicar no ecrã que demorará 2 horas a ficar totalmente recarregado. A discrepância foi analisada mais em detalhe, e descobriu-se que na verdade o Pixel 6 nunca chega a utilizar mais de 22 W, e que esse valor começa a cair assim que a bateria chega aos 50% de carga.
Esta redução à medida que a bateria vai ficando com mais carga é normal, e neste caso também explica porque é que a Google optou por anunciar o melhor caso possível, do tempo de carregamento até 50%, que é aquele que pode fazer com o nível de carregamento máximo.

Também é verdade que a Google nunca diz em lado nenhum que o Pixel 6 pode fazer carregamento rápido de 30 W, dizendo apenas que com o carregador de 30 W poderá atingir os 50% em 30 minutos; o que consegue fazer de facto.

É um caso que se deverá essencialmente às expectativas que foram criadas pela indicação do carregador de 30 W. Tendo em conta a crescente dificuldade no processo de substituição das baterias, penso que nem será muito mau que se opte por processos de carregamento mais "modestos", com aqui acontece com o Pixel, para privilegiar a longevidade da mesma.

Também já era tempo de, mesmo nos smartphones com carregamento super-rápido, ser dada uma opção para carregar mais lentamente e, adicionalmente, de permitir limitar o nível de carga máxima a um valor definido pelo utilizador, como 80% ou 90%, também para maximizar a longevidade nos casos em que a bateria "chega e sobra" para o uso dado ao longo do dia.

Produção de iPhones 13 limitada até Fevereiro

09-11-2021 | 15:30 | Aberto até de Madrugada

Nem a Apple consegue escapar à falta de chips, e deverá ter a produção de iPhones 13 limitada até Fevereiro, pelo menos.

A Apple conseguiu resistir um pouco mais que outras empresas à escassez de chips, devido a ser um cliente prioritário com encomendas de dezenas de milhões de unidades representando centenas ou milhares de milhões de dólares; mas nem isso evita que, quando não há componentes, não há.

Tim Cook já revelou que a redução na produção terá custado à Apple cerca de 6 mil milhões de dólares no trimestre passado, e mais recentemente optou por reduzir a produção de iPads para direccionar os componentes para a produção dos iPhone 13. Por cá, os prazos de entrega não têm sido exagerados, com os iPhone 13 normais a estarem disponíveis num par de semanas, e os iPhone 13 Pro para a primeira metade de Dezembro (na Apple Store online) - o que permite comprá-los sem chatices a tempo do Natal.

Mas mesmo assim, a produção de iPhones 13 deverá estar sujeita a constrangimentos pelo menos até Fevereiro, o que significa que estes prazos se poderão drasticamente a qualquer momento, se houver algum aumento da procura que ultrapasse a capacidade de produção actual da Apple. Por isso, se estiverem a pensar num iPhone 13 como prenda de Natal, será melhor tratarem do assunto quanto antes, para evitarem frustrações de última hora.

Investigadores identificam smartphones pelos sinais Bluetooth

09-11-2021 | 14:00 | Aberto até de Madrugada

Investigadores criaram uma nova forma de fingerprinting que identifica smartphones pelos seus sinais Bluetooth.

Fazer o tracking e identificação de smartphones é algo que é apetecível tanto nas visitas a sites na web como no mundo real, sendo algo que acontece rotineiramente sempre que se entra num centro comercial e outros espaços. Para fazer face a essas técnicas os smartphones começaram a fazer coisas como usar identificadores temporários, para que não pudessem ser identificados de forma permanente, mas tal como na web, o fingerprinting tenta contornar esses sistemas para individualizar os dispositivos.

Na web, o fingerprinting é usado para identificar utilizadores sem depender dos cookies; no mundo real, este novo sistema utiliza o Bluetooth mas de uma forma diferente do habitual.

Em vez de ligar aos identificadores anunciados pelo smartphone, este sistema foca-se nos sinais analógicos das transmissões em si, que contêm diminutas variações de equipamento para equipamento, usando esses elementos diferenciadores para distinguir entre diferentes utilizadores.
Os investigadores dizem que a taxa de falsos positivos e falsos negativos é inferior a 5%, e que certos modelos - como um Pixel 5 usado nos testes - foi identificado entre outros Pixel 5 com uma taxa de 100%.

Mais um tipo de tracking contra o qual pouco ou nada se poderá fazer, a não ser desligar por completo o Bluetooth - e isso é mesmo de forma completa, pois alguns smartphones continuam a manter o Bluetooth mesmo quando supostamente está "desligado", para poderem manter ligações com earphones BT e outros periféricos.

LG oferece garantia de 3 anos até ao final do ano

09-11-2021 | 13:17 | A Minha Alegre Casinha

Antecipando-se à expansão da garantia que chega em 2022, a LG passa a oferecer garantia de 3 anos desde já.

Desde o dia 1 de Novembro, os produtos de electrónica de consumo da LG Portugal contam com uma garantia de três anos.

A LG Portugal oferece três anos de garantia em toda a sua gama de produtos, desde Home Entertainment a Home Appliances, não esquecendo as soluções de IT e AC. Esta campanha, disponível desde o início do mês e até ao final do ano, vem acrescentar mais 12 meses aos 24 anos de garantia previstos na legislação actualmente em vigor.

A expansão da garantia vem assim beneficiar os consumidores particulares que comprarem produtos LG entre 1 de Novembro e 31 de Dezembro de 2021. Sejam TVs, soundbars, electrodomésticos, projectores, monitores ou computadores portáteis, os clientes portugueses da empresa sul-coreana terão assim acesso à reparação do equipamento sem encargos adicionais relacionados com mão-de-obra, deslocação e peças.

Os clientes que tenham adquirido um produto LG e que preencham os requisitos de participação solicitados, deverão proceder ao seu respectivo registo neste microsite ao longo dos 10 dias após a compra, fornecendo dados pessoais, o modelo, número de série e a data e o comprovativo da compra, obtendo assim a prova de garantia de três anos.

Reconhecida pela eficiência e inovação aplicada nos seus produtos, a LG é também uma referência em relação à resistência e excelência de funcionamento dos seus equipamentos. Neste âmbito, as garantias voluntárias de 10 anos que cobrem os componentes principais de alguns dos electrodomésticos da marca, como os compressores e motores Direct Drive, mantêm-se inalteradas e não serão afectadas por esta oferta.


CPUs Intel Alder Lake batem M1 da Apple - mas com consumo muito superior

09-11-2021 | 12:00 | Aberto até de Madrugada

Os novos CPUs Alder Lake da Intel batem os M1 da Apple, mas com consumos muito mais elevados.

A Intel apresentou recentemente os mais recentes CPUs Alder Lake de 12ª geração, que marcam um ponto de viragem na evolução dos chips x86. Estes novos chips adoptam uma arquitectura mais aproximada dos chips ARM, com núcleos optimizados para alto-desempenho e núcleos optimizados para baixo consumo. Com os M1 Pro e Max a terem batido recordes em termos de eficência, é inevítável que surjam as comparações com os Alder Lake, e a vantagem continua do lado da Intel, se ignorarmos os consumos.

Em potência bruta nos benchmarks o Core i9-12900K consegue ser 1.5x mais rápido que o M1 Pro e M1 Max no Geekbench 5 multi-core, com 18500 pontos versus 12500 pontos. Mas isto é conseguido à custa de consumos muito superiores: o CPU da Intel anuncia consumos de 125W, mas o seu consumo real pode chegar aos 241W quando usa o Turbo Boost. Do lado da Apple, o M1 Max consome um máximo de 92W com o CPU e GPU a serem usados simultaneamente ao máximo.

Adicionalmente, o M1 Max conta com uma largura de banda interna de 400 GB/s, que é quase "absurda" e muito contribui para a sua capacidade de digerir sem dificuldade conteúdos com gigabytes, que tradicionalmente obrigariam a pausas ou engasganços com o CPU a aguardar pela chegada dos dados. São coisas que também terão que ser contabilizadas e que não são imediatamente visíveis nos resultados dos benchmarks tradicionais.

De qualquer forma, os Alder Lake representam uma boa, e necessária, evolução face aos CPUs Intel de 11ª geração; pode é não ser suficiente para fazer frente aos chips da Apple.

How to Implement PHP htaccess Redirect Solution to Make a Site Always Be Served Using HTTPS

09-11-2021 | 11:11 | Manuel Lemos

By Manuel Lemos
htaccess files are used with the Apache configuration to set up specific parameters that define how to Web pages to the user browsers.

Many PHP applications developers need to configure the .htaccess file to handle requests to access many types of pages using a single PHP script.

This package can generate a .htaccess file to set up that Apache Web server configuration and redirect requests to the Web server using HTTP to use HTTPS.

Disney+ expande filmes para IMAX

09-11-2021 | 11:00 | Aberto até de Madrugada

A Disney quer preencher mais o ecrã dos televisores dos clientes Disney+ com edições expandidas IMAX de alguns filmes da Marvel.

São 13 os filmes Marvel que irão ser actualizados para o formato IMAX Expanded Aspect Ratio format no Disney Plus a partir do dia 12 de Novembro, data em que também fica disponível o mais recente Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings.

O formato IMAX é habitualmente bastante mais quadrado (1.43:1) que o formato dos televisores 16:9, que normalmente apresentam os filmes em formato ainda mais panorâmico, com direito a barras pretas em cima e em baixo. Com estas versões Expanded Aspect Ratio o resultado é que os ecrãs 16:9 poderão apresentar imagem em praticamente ecrã total, tirando partido de toda a área e resolução do ecrã.

Os filmes que passarão a ter edições IMAX Enhanced a partir de 12 de Novembro, são:
  • Ant-Man and the Wasp
  • Avengers: Endgame
  • Avengers: Infinity War
  • Black Panther
  • Black Widow
  • Captain America: Civil War
  • Captain Marvel
  • Doctor Strange
  • Iron Man
  • Guardians of the Galaxy
  • Guardians of the Galaxy Vol. 2
  • Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings
  • Thor: Ragnarok
Uma boa oportunidade para rever alguns destes filmes, agora a preencherem todo o ecrã.

Ganha um carregador Anker Power Port PD 2

09-11-2021 | 10:00 | Aberto até de Madrugada

Todas as semanas temos gadgets para vos oferecer, e desta é um carregador Anker Power Port PD 2 de 30W.

Faça-se o que se fizer, é garantido que nunca temos carregadores suficientes na parede para ligarmos tudo o que queremos. A prenda que temos para dar esta semana ajuda a resolver isso, consistindo num carregador Anker Power Port PD 2 equipado com uma porta USB-C com carregamento PD até 18W, e uma porta USB-A tradicional com tecnologia PowerIQ para garantir a compatibilidade de carregamento com uma vasta de equipamentos, até um máximo de 30W nas duas portas combinadas.
Já sabem como funcionam os nossos passatempos semanais: ao longo dos próximos dias iremos colocando diferentes perguntas no formulário que se segue, e no final o mesmo será oferecido aleatoriamente entre os participantes que tiverem acertado correctamente pelo menos numa delas (sendo que mais respostas certas melhorarão as vossas probabilidades de ganharem - mas atenção, pois apenas conta a primeira resposta que derem a cada pergunta.)

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Passatempo aberto a todos os participantes com morada em Portugal.

Tablet SPC Gravity Max disponível por 150€

09-11-2021 | 09:32 | Apps do Android



 Gravity Max chega com processador Octa-Core e som melhorado. 

SPC, empresa tecnológica especializada no desenvolvimento de produtos eletrónicos de consumo, apresenta a sua segunda geração do tablet GRAVITY MAX. Com o objetivo de consolidar a sua posição e crescimento no segmento dos tablets, a SPC melhorou significativamente as características técnicas desta segunda versão do GRAVITY MAX para melhorar a qualidade de som e fluidez e para reduzir os tempos de carregamento ao executar aplicações, jogos ou a visualizar conteúdos multimédia.
 
Esta nova versão do GRAVITY MAX herda algumas das características do seu predecessor – grande autonomia e um ecrã HD de 10,1 polegadas - e introduz um novo processador Octa-Core e altifalantes redesenhados para um som melhorado.
 
O equilíbrio perfeito entre rendimento e vantagens
 
O novo GRAVITY MAX está equipado com um processador Octa-Core com quatro núcleos de 1,6GHz e outros quatro núcleos de 1,2GHz e um processador gráfico Imagination PowerVR GE8322. Esta configuração é complementada com 2GB de RAM e 32GB de armazenamento interno, expansível até 512GB adicionais através de cartão microSD. Em relação à autonomia, inclui uma bateria de lítio de 5.000 mAh, o que garante uma utilização ininterrupta até 8 horas.
 
Quanto à conectividade, oferece WiFi 4 e Bluetooth 4.2. Estas características completam-se com uma ligação USB tipo C com função OTG.
 
O GRAVITY MAX apresenta o sistema operativo Android 11 Go para uma experiência móvel simples, suave e segura: os destaques incluem navegação por gestos, proteção com código de segurança na aplicação de Arquivos e execução 20% mais rápida das aplicações.
 
Grande experiência multimédia
 
O novo GRAVITY MAX integra um ecrã IPS de 10,1 polegadas que suporta uma resolução de 1280×800, permitindo visualizar qualquer conteúdo multimédia de forma viva e brilhante. Na secção de áudio, e tal como o resto da nova família GRAVITY, destaca-se pelos seus altifalantes redesenhados para oferecer um volume elevado e som de alta qualidade, permitindo-lhe desfrutar ao máximo de qualquer conteúdo multimédia, filmes, séries ou jogos do momento.
 
A sua câmara traseira de 2 Mpx com flash é capaz de captar vídeo com resolução HD 720p, enquanto a sua câmara frontal para videochamadas permite ter uma conversa fluida com a pessoa do outro lado do ecrã.
 
Preço e disponibilidade
 
GRAVITY MAX está disponível nas cores preto e branco a um preço de 149,90 euros. 

LG oferece garantia de 3 anos até ao final do ano

09-11-2021 | 09:00 | Aberto até de Madrugada

Antecipando-se à expansão da garantia que chega em 2022, a LG passa a oferecer garantia de 3 anos desde já.

Desde o dia 1 de Novembro, os produtos de electrónica de consumo da LG Portugal contam com uma garantia de três anos.

A LG Portugal oferece três anos de garantia em toda a sua gama de produtos, desde Home Entertainment a Home Appliances, não esquecendo as soluções de IT e AC. Esta campanha, disponível desde o início do mês e até ao final do ano, vem acrescentar mais 12 meses aos 24 anos de garantia previstos na legislação actualmente em vigor.

A expansão da garantia vem assim beneficiar os consumidores particulares que comprarem produtos LG entre 1 de Novembro e 31 de Dezembro de 2021. Sejam TVs, soundbars, electrodomésticos, projectores, monitores ou computadores portáteis, os clientes portugueses da empresa sul-coreana terão assim acesso à reparação do equipamento sem encargos adicionais relacionados com mão-de-obra, deslocação e peças.

Os clientes que tenham adquirido um produto LG e que preencham os requisitos de participação solicitados, deverão proceder ao seu respectivo registo neste microsite ao longo dos 10 dias após a compra, fornecendo dados pessoais, o modelo, número de série e a data e o comprovativo da compra, obtendo assim a prova de garantia de três anos.

Reconhecida pela eficiência e inovação aplicada nos seus produtos, a LG é também uma referência em relação à resistência e excelência de funcionamento dos seus equipamentos. Neste âmbito, as garantias voluntárias de 10 anos que cobrem os componentes principais de alguns dos electrodomésticos da marca, como os compressores e motores Direct Drive, mantêm-se inalteradas e não serão afectadas por esta oferta.


Apple prepara chips de 3nm para 2023

09-11-2021 | 08:00 | Aberto até de Madrugada

Apesar da situação de falta de chips, a Apple mantém os planos de passar para chips de 3nm em 2023.

Com os seus M1 Pro e M1 Max revelados, e apesar do cenário da dificuldade em garantir componentes, a Apple mantém os planos de evoluir para chips de 3nm em 2023. Isso significa que no próximo ano (2022), a Apple continuará a utilizar um processo de 5nm - com algumas optimizações face aos chips actuais, também produzidos com tecnologia de 5nm - e que o próximo grande salto evolutivo será feito no ano seguinte.

De resto, com o M1 Pro e M1 Max a Apple demonstrou estar numa posição bastante confortável para competir com os principais fabricantes, como a Intel, AMD e Nvidia, a nível dos CPUs e GPUs, e tem a facilidade de facilmente agrupar vários destes chips para criar máquinas com a potência à medida do desejado. O M1 Max já consegue lidar sem dificuldades com vídeo 8K e múltiplos videos 4K em simultâneo, e fala-se que para o próximo Mac Pro a Apple poderá usar dois, ou quatro, destes chips, o que o tornaria numa máquina que não teria qualquer concorrência no mercado actual (embora, com preço a condizer).

Vai ser interessante ver que evolução a Apple conseguirá ter a partir de agora, mas com o seu foco na eficiência - que tem sido algo que mantiveram desde os tempos em que começaram a desenhar os seus chips para os iPhones - levam uma vantagem de vários anos sobre os chips cuja preocupação era ter o máximo desempenho sem qualquer consideração com a energia consumida (e que ainda hoje fazem que os chips Intel possam facilmente consumir bastante mais do que o anunciado oficialmente).

Pais suecos criam app open-source para substituir app escolar que não funcionava

08-11-2021 | 21:00 | Aberto até de Madrugada

Pais frustrados com a app escolar oficial decidiram criar uma alternativa open-source, mas agora estão a ser acusados de actividade criminal pelo próprio município de Estocolmo.
Na Suécia, um grupo de pais frustrados com uma obtusa app escolar oficial - que, como é costume, custou 100 milhões de euros a desenvolver - decidiram criar uma app que funcionasse, disponibilizando-a como open-source. Mas em vez de ser bem recebida, o município está a dizer que a app pode ser ilegal.

Na app oficial Skolplattform é extremamente trabalhoso fazer coisas como ver os horários dos alunos, ou reportar que estão doentes e que não podem ir às aulas. Já na Öppna Skolplattformen (Open School Platform), tudo isso está acessível de forma imediata e directa, como se esperaria de uma app feita pelas pessoas que a vão utilizar. Mas no processo de desenvolvimento, como as respostas aos pedidos de informação sobre as APIs utilizadas não chegavam, fizeram um pouco de reverse-engineering para as descobrir e utilizar; e é isso que está a dar origem às acusações de que se trata de uma app ilegal.

Não se esperaria que, num país dito dos mais civilizados do mundo, se visse um município a atacar frontalmente munícipes que trabalharam gratuitamente para melhorar um serviço - mas parece que também por lá há quem prefira os benefícios dos projectos complicados de milhões de euros, que no final precisam de mais alguns milhões de forma continuada para irem sendo remendados.

Pixel 6 aceita impressões digitais erradas

08-11-2021 | 18:30 | Aberto até de Madrugada

O Pixel 6 da Google continua a estar no centro das atenções, desta vez devido ao seu sensor de impressões digitais, lento, e que desbloqueia o smartphone com dedos de outras pessoas.

O sector dos smartphones utiliza sensores de impressões digitais há anos, sendo de esperar que por esta altura isso fosse algo que já nem merecesse ser assunto. No entanto, o Pixel 6 faz com que tal volte a acontecer.

Não faltam relatos de utilizadores que se queixam de que o sensor de impressões digitais é incrivelmente lento, frequentemente necessitando de 5 ou 6 para que desbloqueie o smartphone; algo que a Google justifica como sendo devido a "medidas de segurança acrescidas".

We're sorry for the hassle. The Pixel 6 fingerprint sensor utilizes enhanced security algorithms. In some instances, these added protections can take longer to verify or require more direct contact with the sensor. Try troubleshooting steps: https://t.co/uTbifE5Uyo. Thanks. ^Levi

— Made By Google (@madebygoogle) November 6, 2021
No entanto essa explicação cai por terra quando, simultaneamente, surgem relatos de que o Pixel 6 pode ser desbloqueado com dedos de outras pessoas.

Alguns destes casos podem ser devidos à utilização de películas de protecção no ecrã (podendo tratar-se de um problema idêntico ao que a Samsung enfrentou há alguns anos com a utilização de um sensor ultrassónico), mas há quem se queixe que o mesmo acontece mesmo nos Pixel 6 sem película. Mais um caso para acompanhar nos próximos tempos, e que parece indicar que o Pixel 6 poderá ser um modelo "azarado".

Ter que regressar à introdução de um código PIN para desbloquear o smartphone, é algo que nos dias de hoje se pode considerar inadmissível.

Notícias do dia

08-11-2021 | 17:30 | Aberto até de Madrugada

Speedtest em 5G pode gastar mais de 1 GB de dados; SwiftKey com copy-paste entre Android e Windows; WhatsApp na web sem smartphone ligado; Forza Horizon 5 mostra potência da Xbox Series X; Pixel 6 não carrega a 30 W e está a fazer chamadas aleatórias para contactos; e YouTuber cria um Tesla com atrelado solar para autonomia "ilimitada".

Antes de passarmos às notícias, temos novo passatempo gadget da semana que te pode valer um versátil M5StickC Plus ESP32.

Google acusada de abrandar publicidade em páginas não-AMP

O AMP da Google tem sido muito criticado por querer moldar a web à vontade da Google, e agora surgem novas acusações que mostram ao ponto a que a Google poderá chegar para forçar a sua utilização.

A Google tem tentado que muitos sites adoptem o AMP prometendo maior velocidade e maiores receitas na publicidade, mas aquilo que realmente parece estar a fazer é abrandar propositadamente o carregamento de publicidade nas páginas não-AMP, resultando em receitas reduzidas. Algumas investigações dizem que a Google está a aplicar um atraso de 1 segundo na publicidade quando é apresentada numa página normal, face à mesma publicidade apresentada numa página AMP.

Assim não há dúvida que é fácil ter páginas rápidas... amarrando um peso à perna dos concorrentes.


Google Assistant com leitura de sites facilitada

Quem tiver por hábito utilizar a função de leitura de páginas do Google Assistant, vai pode usar a funcionalidade sem necessidade do habitual comando de voz "read it".

Uma actualização faz com que essa capacidade passe a ser apresentada num botão na parte inferior do ecrã, a par da funcionalidade Lens, dando-lhe mais visibilidade e facilitando o seu acesso sem que seja necessário falar.


Netflix enfrenta processos de difamação

A aposta da Netflix em documentários está a ter um efeito secundário pouco simpático, com a empresa a enfrentar uma série de processos de difamação por parte de alguns dos visados que não apreciam a forma como têm sido retratados em programas como: Making a Murderer, Filthy Rich, When They See Us, e outros.

A Netflix tem-se defendendo dizendo que apenas tem o papel de distribuidora - que, à partida, lhe deveria dar protecção contra estes casos - mas os tribunais parecem não concordar com isso, dizendo que a Netflix teve papel mais activo na sua produção.


FBI revela ataque falhado de drone a central eléctrica

O FBI e a Homeland Security revelam uma tentativa de ataque de um drone a uma central eléctrica na Pennsylvania, levando um cabo de cobre pendurado com o objectivo de tentar provocar um curto-circuito.

O ataque não foi bem sucedido, com o drone a ter caído num edifício antes de atingir o seu objectivo; mas demonstra como existe um enorme potencial para "ataques" usando material improvisado. De resto, há que relembrar que nem sequer seria necessário usar um drone ou chegar perto de uma estação. Não faltam milhares de quilómetros de linhas de alta-tensão desprotegidas, onde facilmente qualquer pessoa com intenções nefastas poderá usar um drone ou outro método para lançar um cabo sobre as linhas e obter o mesmo efeito.


Curtas do dia


Resumo da madrugada






Curiosidade do dia: O primeiro carro vendido comercialmente a ter direcção assistida foi o Chrysler Imperial de 1951. No entanto seriam precisas muitas décadas até que este sistema se tornasse comum nos segmentos mais económicos.

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